Culto – Manhã de Domingo 24 de Maio de 2026 em Jardim da Luz
25/05/2026
Culto – Manhã de Domingo 24 de Maio de 2026 em Jardim da Luz
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Fonte: Josemar Bessa
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e paz. Bom dia, queridos. Vamos ficar de pé. [roncando] Que Deus nos conduza por sua graça nós aqui, irmãos pela internet. Vou pedir a João que ore ao Senhor. >> Senhor Deus, nós te agradecemos porque já foi bom, Pai, estarmos aqui reunidos agora a pouco, Pai, meditando na tua palavra, meditando, Pai, na grandeza, na beleza, meu Deus, da do Deus trino que nos salva, Pai. pensando, Pai, no teu amor, pensando na obra de Cristo, pensando na obra do Espírito Santo, meu Deus, de como, ó Deus, nós pertencemos a Ti, como somos teus, como nós somos consolados, meu Deus, pela revelação da tua palavra. Queremos te pedir que essa meditação, meu Deus, possa agora se transformar em adoração nos nossos lábios, meu Deus. Que teu espírito produza no nosso coração um desejo de agradecimento, de arrependimento, de rendição, de confissão, de alegria, de esperança na tua presença, Pai. isso possa se manifestar no culto dessa manhã. Meu Deus, nos abençoa aqui nesse lugar. Abençoa a tua igreja, meu Deus, que está reunida ao redor do mundo. Meu Deus, esteja presente conosco em nome de Jesus. Amém. >> Amém. Há versos que ficam sempre sendo lidos de maneira fragmentada, né? Como se fosse um, sei lá, um Twitter. E as pessoas então eh acabam perdendo exatamente o que está sendo dito ali e acham só ser uma coisa doce, quando na verdade aquilo é uma repreensão pro nosso coração. Isaías 49:16 é um desses versos que é mais conhecido fora do que Deus tá falando do que dentro do que Deus tá falando. Porque ele diz assim: "Eis que eu te gravei na palma das minhas mãos". Parece lindo, não é? Parece consolador, simplesmente e que eu te gravei na palma das minhas mãos. Você já viu como começa com ex? Vê como começa com Deus chamando atenção. Esse verso é uma repreensão, não é? Não é só uma palavra doce, é uma palavra, esse ex dá um tom de espanto pra gente não poder aplicar a ideia de espanto que é nossa para Deus, né? Por quê? Porque na verdade é uma resposta, algo terrível. É o servo de Deus dizendo: "O Senhor me esqueceu. O Senhor não se lembra de mim no meio da aflição." É como e esse ex é como se eu disse assim: "Como assim eu te esqueci? Como eu poderia? Eis que eu te gravei na palma das minhas mãos. Há duas coisas tão incríveis, não é? Que elas são espantosas, cada um a sua forma. Uma é a fidelidade de Deus. Não há nada mais espantoso do que a fidelidade de Deus. Mil falhas dos homens e ele ainda cumpre sua palavra. Se Deus fosse cumprir quando esteve andando nesse mundo e sou sangue no jardim, se ele fosse cumprir pelas coisas que as pessoas fizeram, as pessoas que o pai deu a ele durante as suas vidas, é óbvio que ele não cumpria. Ele cumpriu porque era uma aliança. E Deus é sempre fiel, mesmo se literalmente ele suar sangue. Ele não é só fiel porque ele é todooperoso e tudo que ele fala acontece. Ainda que ele tenha que suar sangue, ele é fiel. Eu acho que a segunda coisa mais incrível que existe é a incredulidade daqueles que dizem ser povo de Deus, os eleitos de Deus. Deus é fiel mil vezes, mil problemas. No próximo problema que a pessoa enfrenta, basta ela. Ah, não sei. Deus não está me ouvindo. Deus não está me guardando. Deus não está está lá na mesma incredulidade, como se Deus tivesse falhado. As pessoas são capazes de confiar em outros seres humanos que já falharam várias vezes. Elas não ficam toda hora falando que não confiam. Elas confiam, mas em Deus, não é? Deus não é como Deus, você pode dizer que ele é um sol, mas ele num sol nunca se pôs, nunca saiu do meio-dia, nunca saiu do ápice, ele cumpriu todas as suas palavras. Davi diz: "A tua misericórdia se renova cada manhã". Ela é a única causa de nós não sermos consumidos. Porque a gente falha todo dia. Aí a gente que falha todo dia, de alguma maneira diz que não pode confiar no Deus que nunca falhou. Ah, e ele tá dizendo o seguinte, você vê que ele não disse: "Eis que eu gravei seu nome". Algumas pessoas que não vou mencionar o verso falam isso. Ele disse: "Eis que eu te gravei eu gravei você todo, toda a sua vida. Eu te gravei pela eleição. Eu te gravei. A tua vida inteira está gravada nas minhas mãos. teus pecados que eu ia suportar, a paciência que eu ia ter. A tua eleição está gravada nas minhas mãos. Eu te gravei nas minhas mãos. Como eu poderia te esquecer? Há um como como eu disse, a palavra não pode ser muito bem usada para Deus, mas há uma suspensa que eis. É como quem diz, como você pode chegar depois de tudo, tudo isso? Você diz que eu te elegi na eternidade, então como é que eu vou te esquecer agora? Se desde a eternidade eu lembro de você, eu te escolhi. Então, quando a gente ouve algumas palavras que parecem ser só uma doçura, não é só uma gota de mel, eis que eu te gravei na palma das minhas mãos, é uma dura repreensão pra nossa incredulidade. Não há nenhum uma desculpa para ela. Queridos, a gente pode até dizer que temos dificuldade de confiar em alguém que falhou conosco várias vezes, mas dizer para Deus que nós temos eh não cremos ou então achamos que naquele instante, naquela próxima provação, naquela próxima aflição, ele esqueceu de nós. É um pouco demais, não é? Por isso essa essa palavra de espanto. Como assim eu te esqueci? Eis que eu te gravei. Que a gente quando for louvar Deus agora, dizer que ele é fiel, que ele é santo, que ele eh a misericórdia dele se renova a cada manhã, a gente toma um cuidado, lembrando dessa passagem de Isaías para amanhã, quando alguma coisa sair do que nós achávamos que devia ser, não começarmos, estou desanimado, não sei o que Deus está fazendo, não sei porque que essas coisas estão acontecendo. É porque isso é uma coisa maravilhosa no sentido terrível. A incredulidade do povo eleito de Deus. Deus diz: "Eu gravei vocês o pecado e a justificação do meu filho, a eleição e o cumprimento estão gravado em minhas mãos. Eu nunca esqueço." É esse Deus que nós queremos louvar. [roncando] Aleluia. Ainda tá >> [música] >> És o princípio, [música] o criador, [canto] e tudo fluiu sim de ti. >> [música] [música] >> E sem conselheiros, a luz tu criaste [música] em meio à escuridão. Teu [música] falar, [canto] milhares de [música] galáxias fez surgir o teu [música] sopos. Planetas [canto] se criou. Se estrelas [música][canto] Deus te louvam, louvarei. [música] >> Posso ver teu coração [canto] na criação. [música] >> As galáxias brilham graça e [música][canto] amor. Se a criação [música][canto] te louva, louvarei. Deus da promessa, [música] se cada [canto] palavra que dizes não é em vão. [música] E quando tu [música][canto] falas a ciência Deus é da tua voz. [música] O [música] teu falar milhões [música] de criaturas fez [canto] surgir, glorificando [música] o teu saber sem fim. Se a [música] criação te mostra, mostrarei. Pois em tudo [música] vejo graça [canto] e Deus. Tua beleza [música][canto] está em cada cor do céu. [música] Se a criação te [música] honra, [canto] honrarei. Louvarei, louvarei. [canto] [música] E estrelas Deus te louvam, [música][canto] louvarei. Montanhas se inclinam [canto] eu também. >> [música] >> Se o mar diz que és grande, eu direi: [música] "E se tudo existe para [música][canto] te louvar, eu também. >> [música] >> Se o vento [canto] obedece, eu também [música] em silêncio rochas clamam, clamarei. E [música] se todo o meu louvor [canto] Deus não bastar, eu cantarei [canto][música] milhões de paz. >> [música] [música] [canto] [música] >> Deus salvador [canto] és mesmo em fraqueza, tu venceste na cruz. Sob a ira do pai na escuridão, a luz desse mundo morreu. Ao teu falar [música] pecados sem bilhões não contam mais. [canto] O [música] teu sangue nos fez justos para Deus. Se a morte tu [música] venceste, [canto] eu venci. Nada vai [música] nos separar do teu amor. Se tu vives, [música] eu para sempre viverei. Se entre tua [música] vida, enterei. >> [música] >> formas [canto] vejo o teu amor. [música] Os eleitos que na cruz salvaste, [música] Deus. Ó Deus Pai, tu [música] amas Cristo, eu também. Esse amor, [música] bilhões de eras vão [canto] encher. Tua glória [música] eu verei só em Jesus. [música] E o céu se é para sempre ver a ti. [música] Esse amor [canto] bilhões de eras vão encher. Tua glória eu [canto] verei só em Jesus. E o céu se é para sempre ver [canto] a ti. E o céu é >> E o céu se é para sempre [música][canto] ver a ti. >> É só ver a ti, Deus. >> E o céu se para [música][canto] sempre ver a ti. >> Nosso céu é te ver, Deus. >> E o céu [canto][música] se é para sempre. Ver a ti, >> ver a ti em Jesus. [música][canto] E o céu se é para sempre ver a ti para sempre. [música] E o céu se é para sempre [canto] ver a ti. [música] E o céu se é para sempre [música][canto] ver a ti. E [música] o céu se é para sempre [canto] ver a ti. E o céu, sim, é para sempre [música][canto] ver a ti. >> Aleluia! Como eu poderia esquecê-los? Essa pergunta resso em nossos corações hoje e sempre. >> [música] [música] >> Meu [música][canto] Deus, me sondas. Tudo [música][canto] tu vês mesmo [canto] quando [música] eu falho, eu [canto] sei [música] me amas. Tua presença [canto] [música] em mim. está [canto] [música] em todo tempo. [música] Eu sei, [canto] me amas. [música] [canto] Eu sei [música] me amas. [música] Ante a [canto] cruz me prostro. Sim, lá teu sangue [música] me lavou. Outro amor [canto] maior não há. >> Já [música][canto] venceste a morte em glória. Hoje tu estás. [música] Nada [canto] vai nos separar. >> [música] >> A frente [música] noites [canto] seguro [música][canto] estou. Tu me sustentas. [música] Eu [canto] sei me ama. [música] Pois a cruz [canto] me prostro lá teu sangue me [música][canto] lavou. Outro amor maior não há. >> Já venceste [música] a morte [canto] em glória. Hoje tu estás. [música] Nada vai nos separar. [canto] Ras [música] caminho [canto] tudo consumado [música] está. Rasel [música] caminho és tudo [música][canto] consumado está. E quando a terra eu [música] não mais [canto] v, [música] eu verei tua face. [música] Eu [canto] sei. Me amas. [música] Eu sei me [música] amas [canto] quando a [música] cruz me prostroim lá teu [canto] sangue me lavou. Outro amor [música] maior não há. [canto] [música] >> Já venceste [canto] a morte em glória. Hoje tu estás. Nada vai nos separar. [música][canto] Anzim [música] teu sangue [canto] me lavou. Outro amor maior não [música] há. Já venceste [música] a morte [canto] em glória hoje tu estás. Nada vai [música] nos separar. [canto] Rajaste o véu caminho [canto] [música] tudo consumado está. [canto] Ate [música] o vé caminho [música] tudo consumado está. [música] As v caminho tudo [música] consumado está ras. >> [música] >> Caminho tudo consumado [música] está [música] >> aleluia. Aplauda ao rei. [aplausos] Nunca cante de ânimo fraco isso. Rasgaste o véu. Você sabe que o véu que foi rasgado foi o próprio corpo do próprio Deus neste mundo. É isso. Às vezes você diz que a vida de oração é difícil. Difícil. Ah, tudo foi feito por nós e tudo foi dado a nós como um dom da graça com custo infinito para Cristo. Nunca fale sobre os custos. ah, de simplesmente ser cheio daquilo que Deus fez sozinho por nós. Vamos ofertar nesta manhã. Pegue sua oferta e o seu dízimo. Agradeça a Deus. Agradeça pelo cuidado incessante. Ele tá dizendo para nós: "Como eu poderia te esquecer? Não há uma divisão celular sua que eu não faça. Não há um movimento mínimo no seu organismo que não seja em mim. Em mim você respira, se move e existe. Como eu te esqueceria? Eu te vi na cruz com o meu filho. Pai, obrigado, Deus pelo teu cuidado e perdoa as nossas incredulidades. Mas, Senhor, Pai, que jamais falemos sobre elas como se fosse algo realmente, Senhor Deus, que devia acontecer em nossas vidas. que nós venhamos mortificar, Senhor Pai, todo pensamento indigno do teu caráter, da tua fidelidade, Deus, do teu amor leal, do teu amor da aliança. E que possamos, Senhor, ó Pai, te obedecer em todas as coisas, como vamos fazer agora, ó Deus, sem temor para o futuro, como se realmente, Senhor Pai, tu pudesses nos esquecer. Que nossos corações realmente descansem em ti e toda a nossa vida conte essa história para o mundo. Em nome de Jesus. Amém. [roncando] >> [música] [música] >> Quem te amanhecer, [canto] [música] fazes o sol se for [música] me rendendo aos teus [canto] pés. Maravilhoso [canto] [música] Deus, poderoso és perfeito, [canto] tão [música] santo, incrível és glorioso [música] rei, bondade, paz, [música] verdade, [canto] amor. Só tu és fiel. [música] Sem majestade. [música] [canto] Está >> Tu [música] és o santo de vida [música][canto] dais a mim. Ov [música][canto] é, Senhor. Poderoso [música] és perfeito. [música] Tão [canto] santo, incrível és. Glorioso [música][canto] Rei, bontade e paz. Verdade, [música][canto] amor. Só tu és fiel [música] e nada é comparável [canto] a ti. Deus ve. Não há nada melhor do que o seu amor. [música][canto] Nada é comparável a ti, Deus [canto] forte. Não há nada [música] melhor do que o seu amor. [canto] Graça [música] e nada é comparado ti Deus [música] tiou nada melhor do que seu amor. [música] [canto] Nada é comparado a ti [música][canto] não amar. Melhor do que o seu amor e graça. [música] [canto] [música] Não há nada nada [canto] melhor. [música] Jesus, [canto] filho de Deus. A [música] cruz se [canto] entregou, mas [música] a morte [canto] ele venceu. Em glória [música][canto] está com Jesus. Poderoso [canto] és [música] perfeito, tão [canto] santo, incrível [música] és glorioso [música][canto] de pai, verdade, amor. >> Verdade, amor. >> Sou és fiel, >> só [música] [canto] tu és fiel. Poderoso é [música] perfeito. Não são [música] >> incrível. Incrível [canto] és glorioso [música] rei. Paz. Verdade amor. >> Verdade amor. >> Só tu és [canto][música] fiel. >> Só tu és fiel. O teu nome, [música] ó Deus, [canto] é graça. [música] O teu nome, ó Deus, é [música] o teu nome [canto] é bom. [música] Deus tu reina sobre [música] nós, reina sobre nós. O teu nome, ó [música][canto] Deus, é graça. Só tu és, só tu és [música] o teu nome, [canto] ó Deus, é amor. O teu nome [canto] é bondade, [música] >> Deus do reina [canto] sobre nós. >> Deus do reina sobre nós. Reina, [música][canto] >> reina sobre nós. >> Reina sobre nós. >> Reina [música] sobre [canto] nós. O meu rei Jesus, >> reina sobre nós. >> Reina sobre nós. >> Reina sobre nós. [música][canto] Reina sobre nós, >> reina sobre nós, >> sobre tudo tu estás. >> Reina sobre nós. O Deus [música] é, >> reina sobre nós. [canto] Reina sobre nós. >> Reina sobre nós. [música] >> Poderoso [canto] és, perfeito, [música] tão [canto] santo, [música] incrível é. [canto] Rei, [música] bondade, [canto] paz, verdade, [música] amor. Só [canto] tu és fiel. [música] Tu és fiel. >> Aleluia. Ele reina sobre nós. Ele reina sobre tudo. Sobre todos. Deus não tem adversários. Obrigado, Deus, que nossos corações possam ser, Senhor Pai, ó Deus, pastoreados realmente, Senhor Deus, por ti, para que tenhamos, Senhor Pai, um gozo centrado em ti, Senhor Pai, nos vales verdejantes e, Senhor Pai, um gozo sobre ti, Senhor Pai, no vale da sombra da morte, em nome de Jesus. Amém. Amém. Os irmãos podem se assentar. Bom dia, irmãos. Hoje eu gostaria de falar com vocês sobre um assunto que quase sempre acompanha o ser humano, principalmente quando ele tá em momentos de aflição. Geralmente ele acaba se perguntando: Deus realmente entende o que eu tô passando? Deus realmente sabe como é que é ser como a gente? Não apenas no sentido, obviamente que nós sabemos de que ele sabe todas as coisas. Porque é claro, Deus sabe. Deus conhece o nosso coração, conhece o passado, conhece o nosso futuro e conhece cada pensamento antes mesmo que nós possamos falar eles. Mas a pergunta aqui é mais profunda e geralmente mais dolorida e mais íntima pras pessoas. Deus sabe, por exemplo, o que quer sentir fome? O que quer ser rejeitado? Deus sabe o que é ser traído por alguém próximo. Deus sabe o que é chorar diante de um túmulo. Quantas vezes nós não vemos cristãos fazer esse tipo de pergunta nessas situações? Deus sabe o que quer sentir o peso da tentação, da dor, da solidão, da injustiça? Quantas vezes não vemos pessoas falarem: "Mas ele não sabe o que que eu estou passando, como é que eu estou?" Ou fala até mesmo para outros cristões, você não sabe o que que eu tô passando? E muita gente imagina de Deus como alguém distante, acima das nuvens, olhando paraa nossa dor de longe. Ele é um Deus poderoso, sim, santo, justo, mas a pessoa quase sempre acaba vendo Deus como uma pessoa distante, como se ele governasse o mundo, mas ele não se aproximasse das feridas desse mundo. Mas o evangelho nos mostra algo completamente diferente. O criancianismo não começa com um homem subindo até Deus. O cristianismo anuncia que Deus desceu até os homens. Ele não desceu apenas para dar conselhos para a gente. Não desceu apenas para entregar aqui a religião que vocês têm que seguir. Não desceu apenas para ensinar, olha, essa aqui é uma moral melhor para vocês viverem. Ele desceu para entrar na nossa condição. O apóstolo João resume esse mistério com uma fase curta, mas eu diria que ela é imensa. Diz assim em João 1:14, aquele que é a palavra tornou-se carne e viveu entre nós. Essa frase, quando nós vemos ela, precisa nos fazer parar e pensar. A palavra se tornou carne. O filho eterno de Deus assumiu uma humanidade real. como nós estamos aqui. Ele não pareceu um homem. Ele não usou um disfarce humano temporário aqui. Ele não vestiu nossa natureza como alguém que veste uma roupa por algumas horas e depois vai chegar em casa e trocar de roupa. Ele se fez homem. O Deus que criou o corpo humano assumiu um corpo humano. O Deus que sustenta toda a respiração de cada um de nós respirou o mesmo ar que nós estamos respirando. O Deus que alimenta toda a criatura sentiu fome. O Deus que nunca se cansa conheceu o cansaço. O Deus que é bendito eternamente conheceu lágrimas, angústia, dor e morte. Aqui nós começamos a entender por que a humanidade de Cristo é tão preciosa. Porque se Jesus não foi verdadeiramente homem, então ele não nos representou de verdade. Se ele não assumiu a nossa carne, então ele não pôde tomar o nosso lugar. Se a sua dor foi apenas uma aparência para nós vermos ali, sua morte também foi uma aparência. E se sua morte foi uma aparência, a nossa salvação seria apenas uma aparência. Mas a Bíblia não nos entregou um Salvador aparente. Ela nos entregou um salvador real, um Cristo que nasceu da mulher, um Cristo que cresceu, um Cristo que viveu entre pessoas comuns, um Cristo que conheceu a fraqueza humana sem jamais conhecer o pecado pessoal. Um Cristo que obedeceu onde nós desobedecemos. Um Cristo que venceu onde Adão caiu. Um Cristo que sofreu onde nós que merecemos vencer, eh, sofrer. Um Cristo que morreu por para que pecadores por fim pudessem viver. O evangelho não nos diz apenas que Deus eh nos viu eh nos viu na nossa miséria. O que o evangelho nos diz é que em Cristo Deus veio até a nossa miséria, sem se contaminar por ela de jeito nenhum, para nos tirar dela pela sua graça. A humanidade de Cristo não é um detalhe secundário da nossa fé, não é um assunto apenas para debates antigos que nós vamos ver para as que as pessoas tiveram. Não é uma curiosidade doutrinária para nós. Ela está no coração da nossa salvação. O filho de Deus se fez homem porque homens pecaram. O filho de Deus se fez homem porque a humanidade precisava de um representante. O filho de Deus se fez homem porque a justiça de Deus exige uma obediência humana perfeita e a punição real do pecado humano. A Bíblia não diz que o homem precisa apenas de uma inspiração para ele conseguir chegar a Deus. Ele diz que o homem precisa de redenção. Não diz que precisamos apenas de um mestre. diz que precisamos de um salvador. Não diz que precisamos de um exemplo para nós seguirmos. Diz que precisamos de um mediador. Esse mediador não poderia ser apenas Deus sem ser homem, porque ele precisa representar os homens. E ele não poderia ser homem sem ser Deus, porque nenhum homem pecador poderia salvar nem a si mesmo, quanto mais salvar os outros. O Salvador precisa ser o Deus verdadeiro e o homem verdadeiro. Nosso foco aqui é contemplar essa humanidade verdadeira de Cristo. Não apenas para diminuir a sua, não para diminuir a sua divindade, mas para nos maravilharmos com a profundidade da encarnação de Cristo. O mesmo Jesus que acalma o mar, o mar também dorme no barco. O mesmo Jesus que vai multiplicar pães sente fome. O mesmo Jesus que ressuscita os mortos também chora diante do túmulo. O mesmo Jesus que perdoa os pecados é o mesmo que sangra na cruz. E essa é a glória do evangelho. O Cristo que nos salva não está distante da nossa condição humana. Ele entrou nela. Ele assumiu a nossa carne. Ele viveu a nossa vida sem nossos pecados. Ele enfrentou a nossa tentação sem a nossa queda. Ele sofreu a nossa dor sem nossa rebelião. Ele morreu à nossa morte sem a sua culpa. pessoal, nós que tivemos a culpa, mas ele carregou a culpa do povo. Por isso, quando falamos da humanidade de Jesus, estamos falando do consolo para os cansados, a esperança para os tentados, a salvação para os culpados e a glória para os que estão unidos nele. E a Bíblia insiste que Jesus assumiu a nossa humanidade de modo verdadeiro. Ele não apenas, como eu disse, parecia um homem, ele era um homem. Ele não era uma aparação espiritual aqui. Não era uma manifestação temporária de Deus. Não era um Deus vestido de homem como alguém que está com uma fantasia. Era o filho eterno de Deus. Assumiam uma natureza humana completa. Hebreus diz assim, Hebreus 2:14. Portanto, visto que os filhos são pessoas de carne e sangue, ele também participou da nossa condição humana. A linguagem aqui é simples, mas ela é profunda quando nós pensamos, nós somos carne e sangue. E ele também participou dessa mesma condição humana. Ele entrou na nossa realidade. Cristo teve um corpo verdadeiro como nós temos. Foi concebido no ventre de Maria. Nasceu como uma criança, foi envolvida em panos, precisou ser cuidado, alimentado, protegido. Ele cresceu numa casa, viveu entre pessoas comuns nesse mundo, conheceu a rotina familiar, conheceu a rotina da vila onde ele vivia, da cultura, da língua, do povo. E isso é impressionante, porque o evangelho não nos apresenta um Deus envergonhado da criação. O filho de Deus assumiu um corpo humano e isso nos impede de desprezar o corpo como se a espiritu a espiritualidade verdadeira fosse escapar da vida concreta. Jesus santificou a vida comum ao entrar nela sem pecado. Ele conheceu a fome. Depois de 40 dias no deserto, o que que a Bíblia fala? Ele teve fome. Ele conheceu a sede. Na cruz ele disse em João 19:28, "Tenho sede." Ele conheceu o cansaço. Em João 4, ele está sentado junto ao poço cansado da viagem. Ele conheceu o sono barco. Enquanto os discípulos estavam lá desesperados na tempestade, ele estava dormindo. Essas coisas parecem simples, mas elas têm uma profundidade teológica enorme. Elas dizem que o nosso Salvador não veio apenas para salvar almas, como se o corpo não importasse no final. Ele veio redimir pessoas inteiras. O pecado atingiu a nossa humanidade inteira e ele veio resgatar a nossa humanidade inteira. Por isso, negar a humanidade real de Cristo destrói o evangelho. Um salvador que não fosse verdadeiramente homem não poderia ser nosso representante. Ele não poderia obedecer em nosso lugar como homem. Ele não poderia morrer em nosso lugar como homem. Ele não poderia, por fim, ser o segundo Adão. O primeiro Adão estava no jardim. E o que que ele fez? Ele falhou. O segundo Adão foi ao deserto, à cruz, ao túmulo e, por fim, venceu. O primeiro Adão é cercado de abundância, mas ainda assim ele desconfiou de Deus. Jesus no deserto, com fome e fraqueza, confiou no Pai. O primeiro Adão tomou o fruto proibido e Jesus recusou transformar pedras em pão para eh que poderia fazer ele fugir do caminho da obediência. O primeiro Adão trouxe morte e o segundo trouxe vida. Essa é a grandeza da humanidade de Cristo. Ele não é apenas um exemplo melhor que nós vamos seguir. Ele é o representante perfeito de nós. Ele ocupa o lugar que Adão deveria ter. ocupado. Ele fez o que Israel deveria ter feito. Ele ofereceu a Deus obediência que nós nunca oferecemos. Quando Paulo apresenta Cristo como último Adão, ele está ensinando a ler a história da humanidade a partir de dois representantes. Em Adão, que que nós temos? Queda, culpa, corrupção e morte. E em Cristo a obediência, a justiça, a vida e a restauração. A questão mais importante sobre qualquer pessoa não é apenas a sua personalidade, seu passado, sua cultura ou sua capacidade. A questão mais importante é: ela está em Adão ou em Cristo? Em Adão, o homem tenta ser como Deus e perde a vida. Em Cristo, o filho de Deus se faz homem. e nos dá a vida. Em Adão, a humanidade foge de Deus entre as árvores do jardim junto com Adão. Em Cristo, Deus caminha até a humanidade e a encontra na sua vergonha. Em Adão vem nudez, medo e a morte. Em Cristo vem a justiça, a confiança e a vida eterna. E isso nos ajuda aqui a entender por que Jesus veio como um descendente da mulher, como um filho de Davi, um verdadeiro israelita e um verdadeiro homem. Ele entrou na linhagem humana para ser cabeça da nova humanidade. A humanidade de Cristo é uma humanidade prometida, preparada e enviada por Deus. Desde o princípio, Deus anunciou que o descendente da mulher esmagaria a cabeça da serpente. Em Cristo, essa promessa ganha carne, nome, rosto, sangue e, por fim, uma cruz. E isso nos consola profundamente, porque quando Deus olha para o pecador que crê, ele não apenas vê o fracasso desse pecador, ele vê aquele pecador unido a Cristo. Ele vê a obediência de Cristo contada em favor do pecador. Vê o sangue de Cristo cobrindo a culpa dele. ver a justiça de Cristo eh vestindo aquele que não tem justiça própria. A humanidade de Jesus, então, não é apenas uma verdade sobre ele, é a verdade sobre a nossa salvação. Ele se fez o que nós somos, sem pecado, para nos tornar participantes daquilo que nunca poderíamos alcançar por nós mesmos. Reconciliação com Deus, perdão, adoção, vida eterna. Esperança de glória. Por fim, o filho de Deus não passou ao lado da nossa condição. Ele entrou na nossa condição. Mas a humanidade de Cristo não aparece apenas no fato dele ter um corpo que ele sentir fome, sede e cansaço. Ele eh ela aparece também na maneira como ele viveu diante de Deus. Aqui Jesus viveu a verdadeira humanidade diante do Pai. E isso aqui é muito importante nós entendermos. Às vezes, quando pensamos em Jesus, imaginamos que a sua obediência foi fácil, automática e completamente distante da nossa realidade, como se ele apenas atravessasse a vida sem esforço, sem oração, sem dependência, sem submissão. Mas se você for aos evangelhos, nós vemos, na verdade, outra coisa. Que que nós vemos? Nós vemos Jesus orando. Nós vemos Jesus buscando lugares solitários. Nós vemos ele se submetendo à vontade do Pai. Jesus é cheio do Espírito Santo. Jesus usando as escrituras para explicar para as pessoas. Jesus dizendo que sua comida era fazer a vontade de quem o enviou. A vida religiosa de Jesus não é um teatro que ele está fazendo ali para as pessoas aprenderem como é que tem que ser. Ele não fingiu depender do Pai aqui. Ele viveu como o homem perfeito deve viver. Ele viveu em comunhão, obediência, confiança e adoração, como nós deveremos viver. Lucas nos mostra Jesus orando em momentos decisivos da vida dele. Ele ora no batismo, ele ora antes de escolher os 12, ele ora na transfiguração, ele ora no Getsêmone, ele ora na cruz. Sua vida é marcada pela comunhão com o Pai. E isso nos ensina que a verdadeira humanidade não é uma independência que nós achamos que podemos ter. O mundo diz que ser livre é não depender de ninguém. A Bíblia diz para sermos plenamente humanos é depender eh corretamente do nosso Deus. O pecado não nos tornou mais humanos, ele nos tornou menos humanos. O pecado distorceu a imagem de Deus entre nós. Transformou a dependência em rebeldia, a liberdade em escravidão, o desejo que nós temos em idolatria e o conhecimento em orgulho. Em Jesus vemos a humanidade restaurada. Nele vemos um homem sem rebelião contra Deus. Um homem sem orgulho pecaminoso, um homem sem incredulidade, um homem sem duplicidade, um homem cuja vontade está perfeitamente alinhada com a vontade do seu pai. E se você for ver no Jatsêmane, isso se torna é mais claro, mas de modo completamente doloroso. Jesus diz assim, Mateus 26:39: "Meu pai, se possível afasta de mim esse cálice. Contudo, não seja feito como eu quero, mas sim como tu queres." Aqui não vemos frieza, vemos angústia. Ele sabe o peso daquele cálice. Vemos a realidade do sofrimento ali que se aproxima, mas vemos também uma submissão perfeita do filho. Não seja como eu quero, mas como tu queres. Essa é a frase que Adão deveria ter dito. Essa é a frase que Israel deveria ter dito. Essa é a frase que cada um de nós deveríamos ter repetido em cada decisão, cada desejo, cada pensamento e cada relacionamento que nós temos. Mas no final, o que que nós dissemos? Nós dissemos exatamente o contrário. Nós dissemos: "Não seja como tu queres, mas como eu quero". Esse é o coração do pecado. E Jesus entra na nossa história como um filho obediente. Ele vive a vida que nós não vivemos. Ele entrega ao Pai aquilo que nós retivemos para nós. Ele ama a Deus com todo seu coração, toda a sua alma, toda a sua força e todo o seu entendimento. Ele ama o próximo perfeitamente. Ele cumpre a lei, não apenas por fora, mas dentro no coração, nos desejos, na motivação e na totalidade da vida. Quando Jesus acordava, a sua vida pertencia ao Pai. Quando palavra, quando falava, suas palavras eram puras. Quando se calava, o seu silêncio era santo. Quando se indagava, sua ira era justa. Quando se compadecia, seu amor era perfeito. Quando confrontava, não havia crueldade. Quando acolhia, não havia conveniência com o pecado. Tudo nele era perfeitamente humano e perfeitamente santo. Ele é a realidade do que deveria nos humilhar sempre. Porque nós não somos assim. Nós oramos, mas quantas vezes não nos distraímos. Nós servimos, mas desejamos reconhecimento quando nós servimos algo. Obedecemos, mas muitas vezes obedecemos murmurando. Amamos, mas frequentemente esperamos retorno daquilo. Nós somos religiosos, mas nosso coração facilmente se torna orgulhoso. Jesus não era assim. A piedade de Jesus era limpa. Sua obediência era inteira. Sua comunhão com o Pai era sem rachaduras. Sua santidade não era apenas a ausência de escândalos externos, mas uma pureza total no seu coração. Por isso, Jesus não é apenas alguém que nos mostra como viver. Se ele fosse apenas um exemplo final, não se engane. Nós estávamos condenados. Porque o exemplo perfeito, sabe o que queria fazer? Apenas é revelar mais a nossa culpa. Antes de ser nosso exemplo, ele é o nosso salvador. Antes de nos chamar a segui-lo, ele nos resgata. Antes de nos ensinar a obedecer, ele obedeceu por nós. Depois, sim, unidos a ele, começamos a aprender uma nova vida, uma vida de oração, de dependência, de submissão, de amor e de santidade. Mas essa vida não nasce da nossa autoconfiança, nasce da graça, nasce da união em Cristo. O Cristo não olha para e o cristão não olha para Jesus e diz assim: "Vou tentar ser como ele". O cristão olha para Jesus e diz: "Eu preciso estar nele, preciso ser salvo por ele. Preciso que a sua vida conte para mim, preciso que o seu espírito me transforme." E isso muda completamente a maneira como entendemos a espiritualidade. A espiritualidade bíblica não é uma performance que você vai ter. Não é tentar parecer ser forte no momento difícil. Não é construir uma imagem religiosa sua, é viver diante do Pai, por meio do Filho, no poder do Espírito Santo. É aprender a depender dele. É aprender a dizer: "Senhor, não seja feita a minha vontade, mas a tua Jesus no mostra que o homem mais santo que já viveu foi também o mais dependente do Pai. Santidade não é autonomia. Santidade é a comunhão obediente. E essa é a beleza da humanidade obediente de de Cristo. Ele nos revela como o homem deve viver diante de Deus e ao mesmo tempo nos salva mesmo nós não vivendo dessa maneira. Ele é o homem perfeito. Ele é o salvador de homens imperfeitos. E a humanidade de Jesus também parece de maneira poderosa na tentação. A Bíblia diz que Jesus foi tentado e isso precisa ser levado a sério por nós. A tentação de Cristo não é uma peça encenada ali, não é uma simulação, não foi um teatro religioso, foi uma tentação real. Lucas diz que Jesus, cheio do Espírito Santo foi levado eh foi levado pelo Espírito ao deserto. Em Lucas 4:2 diz: "Onde durante 40 dias foi tentado pelo diabo e depois desses dias ele teve fome." E Satanás se aproxima e diz assim no versículo 3: "Se és o filho de Deus, manda esta pedra transformar-se em pão. percebe a sutileza aqui. A tentação não é simplesmente fazer comer o pão ali. Comer um pão não seria pecado. A tentação é usar o seu poder fora da submissão do pai. É abandonar o caminho da dependência. É agir como um filho sem confiar no pai. Jesus responde com a escritura. Ele diz assim: "Está escrito: "Não só de pão viverá o homem. No deserto, Israel murmurou. No deserto, o que que Cristo fez? Ele confiou no Pai. Depois, Satanás lhe mostra os reinos do mundo, oferece a glória, a gente pode dizer sem a cruz. E essa é uma tentação terrível, receber domínio sem sofrimento, coroa sem obediência, o reino sem o calvário. Mas o que que Jesus responde a ele? Lucas 4:8. Está escrito: "Adore o Senhor, o seu Deus, e só a ele preste culto." Depois, Satanás leva Jesus ao ponto mais alto do templo e usa a escritura de maneira distorcida. Ele sugere que Jesus se lance dali e obrigue a Deus a provar que ele vai ser cuidado. Mas o que que Jesus responde a ele no versículo 12? Dito dito está: Não ponha à prova o Senhor, o seu Deus. Aqui vemos algo fundamental. Jesus venceu a tentação como não como homem autônomo, mas como um homem obediente, cheio do espírito, firme na palavra e submisso ao seu pai. E nós precisamos a entender outra coisa. O fato de Jesus não ter pecado não torna a tentação menos real. Na verdade, ele sofreu a apreensão da tentação de modo mais profundo do que qualquer pecador ou qualquer um de nós que ceda facilmente esse tipo de situação. Nós muitas vezes não conhecemos o peso completo da tentação porque nós logo cedemos. Cristo nunca cedeu a tentação. Ele foi até o fim da obediência. Ele sentiu a força do ataque e permaneceu santo. Ainda assim, pense numa árvore na tempestade. A árvore fraca quebra logo. A árvore forte vai sentir a pressão da tempestade até o fim. Cristo não quebrou. Ele permaneceu ainda que que tivesse tentação. Hebreus diz assim em Hebreus 4:15, pois não temos um sumo sacerdote que não possa compadecer-se das nossas fraquezas, mas sim alguém como nós passou por todo tipo de tentação, porém sem pecado. E isso aqui é um consolo para o crente que sofre tentação. Quando você é tentado, o primeiro movimento do seu coração não deve ser se esconder de Cristo, deve ser correr para Cristo. Ele não é um salvador impaciente com a fraqueza dos seus. Ele é santo, sim, e ele odeia o pecado, é óbvio, mas ele também se compadece da nossa fraqueza. Não confunda compaixão com tolerância ao pecado. Jesus não passa a mão na nossa cabeça pela nossa desobediência, mas ele acolhe o quebrantado. Ele sustenta quem é tentado. Ele restaura o arrependido. Ele socorre o fraco. A tentação nos promete a nos promete vida, mas o que que ela vai entregar no fim? Ela só é capaz de entregar a morte. Promete a liberdade e nós encontramos a escravidão. Promete o alívio, mas quando ela vai nos entregar, nos entrega a culpa. Satanás ainda usa as velhas estratégias aqui. Ele questiona a bondade de Deus, oferece atalhos, distorce a palavra, tenta fazer o sofrimento parecer inútil e a obediência parecer apenas uma perda. Essa tentação aparece hoje com outras roupas. Às vezes a tentação atual vai dizer: "Você merece ser feliz mesmo que você pese desobedecer aqui." Outras vezes ela vai dizer: Deus está demorando. Faça do seu jeito. Outras vezes sussurra, ninguém vai saber. Mas no fundo, a tentação sempre vai tentar nos afastar da confiança em Deus. No deserto, Jesus mostra que o verdadeiro filho confia no pai mesmo quando está com fome. Adora o pai mesmo quando é oferecido a ele os reinos do mundo. Obedece ao Pai mesmo quando obediência aponta para a cruz. Isso é profundamente importante, porque Jesus não venceu a tentação apenas para nos dar um modelo real de como que o modelo moral e real de como que nós vamos superar a tentação. Ele venceu como nosso campeão. Ele entrou na arena onde nós caímos e ele saiu vitorioso. Ele enfrentou o inimigo que enganou Adão. que acusou os santos e oprimiu a nossa humanidade. E Cristo ainda assim permaneceu firme. Há um homem que disse não ao pecado em todos os pontos. Há um homem que nunca negociou com Satanás. Há um homem que nunca dobrou joelhos diante da mentira. E esse homem é Jesus Cristo. Ele não venceu para se distanciar dos fracos. Ele venceu para salvar os fracos. Por isso que Hebreus nos chama a nos aproximarmos do trono da graça, não do trono do medo, do trono do mérito ou do trono da performance religiosa, do trono da graça de Deus. Porque o nosso sumo sacerdote sabe o que é ser tentado, mas sem pecado. Ele sabe socorrer os que são tentados. Talvez você esteja nessa luta hoje. Talvez haja uma área específica da sua vida, onde a tentação sempre volta para você. Talvez você já tenha caído nela várias vezes e começou a pensar que não há esperança mais para você. O evangelho não manda você procurar força em si mesmo. O evangelho manda você olhar para Cristo, arrepender-se, confessar, fugir do pecado, mas fazer tudo isso olhando para aquele que já venceu por você, que vive e intercede por você. Cristo venceu. Ele venceu não apenas para nos inspirar, ele venceu como nosso representante. Onde Adão caiu, Cristo permaneceu. Onde Israel falhou, Cristo obedeceu. Onde nós somos vencidos, Cristo venceu. Um homem no céu que enfrentou o inferno da tentação, permaneceu puro. Esse homem é o nosso salvador. E a humanidade de Cristo também significa que ele conheceu o sofrimento real nesse mundo. Não um sofrimento abstrato ou uma dor distante, um sofrimento humano concreto e profundo. Jesus conheceu a rejeição. Que que diz lá em João 1:11? Veio para o que era seu, mas os seus não receberam. Ele eh aqui ele conheceu a incompreensão. Seus próprios irmãos não creram nele a princípio. Ele conheceu a hostilidade religiosa. Os líderes os acusaram, distorceram as suas palavras e por fim foram lá matar ele. Ele conheceu a traição. Judas, um dos 12, entregou ele com um beijo. Ele conheceu o abandono. Na hora mais escura, os seus discípulos também abandonaram ele. Jesus conheceu as lágrimas. Nós vimos semana passada em João 11, diante do túmulo de de Lázaro, o que que ele fez? Ele chorou. Duas palavras, mas um oceano de significado. O filho de Deus diante da morte não é indiferente. Ele não trata a dor humana como pequena. Ele não olha o luto com frieza, ele chora. É claro, ele sabia, ele ia ressuscitar Lázaro, mas ainda assim ele chorou. E isso nos mostra que a esperança cristã não nos torna desumanos. Saber que haverá ressurreição não significa fingir que a morte que nós vivemos e dos nossas pessoas próximas não doa em nós. A morte é inimiga. O pecado trouxe destruição. O mundo tá quebrado. Jesus, o santo, chora dessa ruína. Mas ele não apenas chora, ele vence no fim. Esse é o consolo cristão. Cristo não é apenas alguém que entende as nossas lágrimas. Ele é aquele que veio destruir a causa última delas. Ele também conheceu a angústia. No Jetsenom. A sua alma se entristece profundamente. Ali vemos que a cruz não foi enfrentada com uma superficialidade fácil de passar por cima. Jesus sabia o que que significava beber do cálice da ira divina contra o pecado. Sabia que ele ia carregar a culpa que não era dele. Sabia que seria tratado como um maldito para resgatar malditos. E mesmo assim, o que que ele fez? Ele foi lá. Ninguém tomou a sua vida força. Ele a entregou voluntariamente. Ele caminhou para a cruz não como uma vítima impotente, mas como um cordeiro obediente. E isso torna o seu sofrimento ainda mais glorioso, porque ele sabia, ele quis, ele amou e ele obedeceu. Na cruz vemos a sua humanidade em dor extrema. Pregos atravessaram suas mãos e pés. O corpo foi levantado, a respiração se torna sofrimento. Ali a sede começa a queimar ele. A vergonha pública o cerca. Zombarias sobem naquela multidão. E mais profundo que tudo, ele carrega o juízo de Deus contra o pecado do seu povo. Jesus não sofreu ali porque ele tinha pecado próprio. Ele foi castigado. Ele não foi castigado por falhas pessoais dele. Ele é o cordeiro sem defeito, mas ele sofreu por pecadores. O justo pelos injustos, o santo pelos culpados, o obediente pelos rebeldes. Por isso a sua compaixão é tão preciosa. Ele não se aproximou de leprosos como uma religião com medo, eh, com um religioso com medo da contaminação. Ele tocou, ele acolheu, ele curou, ele falou eh com as pessoas que eram desprezadas, ele recebeu pecadores arrependidos e ele olhou para a multidão cansada e aflita como ovelha sem pastor. Cristo não é indiferente ao sofrimento humano, mas o maior consolo não é apenas que ele sente a nossa dor. O maior consolo é que ele redime pecadores e promete uma criação onde a dor não vai ser mais a última palavra. Porque se Jesus apenas chorasse conosco, adivinha só? Nós ainda estaríamos perdidos. Precisávamos mais do que apenas uma empatia dele. Nós precisávamos da expiação que só ele podia nos dar. Nós precisávamos do sangue. Nós precisávamos de um substituto. Muita gente hoje quer um Cristo que apenas compreenda e ele compreende. Mas se tudo o que Cristo fizesse fosse compreender, nós continuaríamos condenados. Um amigo pode abraçar no sofrimento, mas ele não pode derrotar a morte. Uma comunidade pode consolar você, mas não pode espiar o seu pecado. Cristo fez mais. Ele entra na dor para carregar a culpa. Ele entra na morte para vencer ela. Ele entra na vergonha para cubrir pecadores com justiça. Ele entra no juízo para que o seu povo receba misericórdia. A cruz não é apenas a prova de que Deus se importa, é o lugar onde Deus satisfaz a sua justiça e revela a sua graça. Ali a santidade de Deus não é negada. A justiça de Deus não é ignorada. O pecado não é tratado como algo pequeno. O pecado é julgado no corpo de Cristo. E ao mesmo tempo ali o amor de Deus brilha, porque o próprio Deus providencia o cordeiro, o filho se entrega, o justo morre pelos injustos para nos conduzir a Deus. E isso transforma a maneira como lidamos com o nosso sofrimento. O cristão não precisa fingir que a dor não existe, não precisa chamar o mal de bem, não precisa sorrir artificialmente diante de uma tragédia, mas também ele não sofre como quem não tem esperança, porque em Cristo Deus entrou na dor e abriu o caminho da glória. Quando você chora, você sempre tem que se lembrar, o seu salvador também chorou. Quando você é rejeitado por causa da justiça, eh, por causa da injustiça, lembre-se, ele foi rejeitado primeiro. Quando você se sente sozinho, lembre-se, ele conheceu o abandono. Quando a morte toca na sua casa, lembre-se, ele esteve diante do túmulo e depois saiu do próprio túmulo vivo. O homem de dores é também o Senhor da glória. O homem de dores foi para a cruz e a humanidade de Cristo não termina na sua morte. Ele ressuscitou corporalmente e isso também é essencial para nós. A ressurreição não foi a libertação de uma alma presa num corpo. Não foi apenas uma ideia espiritual, não foi uma lembrança bonita no coração dos discípulos. Foi uma ressurreição real, corporal, histórica e gloriosa. O túmulo ficou vazio. Jesus apareceu diante dos discípulos, falou com eles, comeu com eles, mostrou as suas mãos e o seu lado. Tomé, como a gente sabe, duvidou o que que Jesus lhe disse? Põe o seu dedo aqui, veja as minhas mãos, estenda a mão e coloque no meu lado. Pare de duvidar e creia. O Cristo ressurreto ainda tem corpo, mas agora é um corpo glorificado, um corpo que não é sujeito à morte, um corpo que não é mais fraco, não é mais humilhado. O mesmo Jesus que foi crucificado ressuscitou em glória. Isso significa que a encarnação não foi um episódio temporado, temporário que o filho abandonou depois da cruz. O filho eterno assumiu a nossa humanidade para sempre. Hoje há um homem glorificado à direita do Pai, o nosso mediador, o nosso sumo sacerdote, o nosso representante, o nosso irmão mais velho, no sentido redentivo, aquele que conduz filhos à glória. Hebreus diz que Jesus não se envergonha de nos chamar de irmãos e isso não diminui a sua majestade. Ele continua sendo o Senhor, continua sendo adorado, continua sendo Deus bendito eternamente, mas ele é também o mediador humano glorificado. E isso muda a nossa esperança. A a esperança cristã não é em virar um espírito sem corpo flutuando em algum lugar indefinido. A esperança cristã é a ressurreição, é a nova criação, é o corpo redimido, é o novos céus e nova terra renovados, é a presença de Deus habitando com seu povo. É a derrota final da morte. Cristo ressuscitou como primícias. Isso quer dizer que a sua ressurreição é o começo da colheita. O que aconteceu com ele acontecerá com os que são dele, não em igualdade. Em igualdade a gente pode dizer de glória essencial, porque ele é óbvio, é único, mas em participação pela graça. Ele ressuscitou e nós vamos ressuscitar. Ele foi glorificado e nós seremos glorificados. Ele venceu a morte e a morte perderá todo o direito a todos os que pertencem a ele. O Salvador não apenas morreu por nós, ele vive por nós. E porque ele vive, a nossa fé não é apenas a memória de um márte, é a comunhão com o Senhor vivo. Quando você ora, você não ora para um Cristo morto. Quando você sofre, você não é sustentado por uma lembrança religiosa de alguém que passou por aquilo. Quando você peca e se arrepende, não encontra apenas um um ensino antigo para você. Você tem um Salvador vivo, humano e glorificado que intercede por você. E isso também dá dignidade à vida presente. O nosso corpo importa, as nossas lágrimas importam, a nossa obediência importa, o nosso sofrimento que a gente passa não é inútil. A criação vai ser restaurada, o corpo vai ser redimido e a morte vencida. A humanidade ressuscitada de Cristo é a garantia de que Deus não jogará fora a sua criação. Ele vai purificar ela. Ele julgará o mal, removerá o pecado e fará novas todas as coisas. Por isso, a ressurreição corporal de Cristo é tão importante. Se Cristo não ressuscitou, nossa fé é inútil. Mas se ele ressuscitou, então a morte já recebeu a sua sentença. Ela ainda age, mas ela não reina sobre nós que estamos em Cristo. Ela ainda fere a nós, mas ela não vai ter a palavra final. Ela ainda visita cada um de nós e as nossas casas, hospitais, cemitérios, mas um dia ela será jogada fora definitivamente. A ressurreição de Jesus também confirma que o sacrifício foi aceito. A cruz não foi derrota. A cruz foi a vitória por meio do sofrimento. O túmulo vazio é a declaração pública de Deus que um filho cumpriu toda a obra. O pagamento foi o suficiente, a justiça foi satisfeita e, por fim, a morte foi vencida. E agora Cristo está sentado à direita do Pai. Ele não está ali inativo. Ele reina, intercede e sustenta a sua igreja, reúne o seu povo, governa a história e prepara a consumação. Isso significa que o cristão vive entre duas realidades. Ele ainda sofre, mas ele já tem a esperança segura. Ele ainda luta contra o pecado, mas já pertence ao Cristo vencedor. Ele ainda enterra os mortos, mas ele já sabe da ressurreição, que a ressurreição virá. A humanidade glorificada de Cristo é o futuro do povo de Deus antecipado em uma pessoa. Olhamos para ele e vemos o destino final daqueles que estão unidos a ele. Seremos redimidos, purificados, glorificados e conformados à imagem de Cristo. O corpo humilhado será transformado. A mente confusa que temos será iluminada. O coração dividido vai ser purificado. A comunhão que foi quebrada durante todo esse tempo será restaurada. O pecado não estará mais presente. A tentação não vai mais bater à nossa porta. A morte não eh rondará mais a criação. E no centro dessa esperança não está uma ideia, está uma pessoa. Jesus Cristo, o homem verdadeiro, ressuscitado, glorificado e reinando para sempre. E então o que fazemos diante da humanidade de Cristo? Primeiro nós adoramos a ele, porque a encarnação não diminui a glória do filho, revela a profundidade do amor de Deus. O Senhor da glória entrou na nossa pobreza. O santo entrou no mundo impuro sem se tornar impuro. O criador assumiu carne de criatura sem deixar de ser criador. Segundo, nós confiamos nele porque temos um salvador que realmente agora nos representa. Ele não é um estranho à nossa condição. Ele conhece a fraqueza sem pecado. Ele conhece a dor sem desespero do incrédulo. Ele conhece a tentação sem queda, conhece o sofrimento sem rebelião. Ele é perfeitamente qualificado para ser o nosso mediador. Terceiro, nós corremos para ele. Hebreus diz assim, Hebreus 4:16. Assim aproximemo-nos do trono da graça com toda confiança, a fim de recebermos a misericórdia e enc encontrarmos graça que nos ajude no momento de necessidade. O trono diante do qual o Salvador deveria, o o pecador deveria tremer, no final, tornou-se em Cristo o trono da graça para todos que se aproximam em fé. Mas tudo isso nos leva ao centro. A humanidade de Cristo caminha para a cruz. Ele precisava ser homem para obedecer como homem no nosso lugar. Precisava ser homem para representar os homens. Precisava ser homem para sofrer no lugar dos homens. Precisava ser homem para morrer, mas precisava ser sem pecado para que a sua morte fosse o sacrifício perfeito. Na cruz do Calvário, o verdadeiro homem tomou o lugar do homem de homens culpados. Ali aquele que nunca pecou foi tratado como culpado. Ali aquele que sempre obedeceu recebeu a condenação no lugar dos desobedientes. Ali aquele que viveu em perfeita comunhão com o Pai clamou nas trevas sobre o peso do juízo. Ali o segundo Adão desfez por sua obediência até a morte a ruína trazida pelo primeiro. Olhe para o Calvário. Ali está a humanidade de Cristo em sangue, dor e amor. Ali está o Deus homem oferecendo a sua vida. Ali está o cordeiro sem mancha. Ali está o sacerdote e o sacrifício. Ali está o rei coroado com a coroa de espinhos. Ali está o filho obediente bebendo o cálice até o fim. Ele não morreu por si mesmo. Ele morreu por pecadores e ao terceiro dia ressuscitou. Portanto, não olhe para Jesus apenas como um mestre. Não olhe ele apenas como um exemplo. Não olhe ele como uma inspiração apenas. Olhe ele como salvador que ele é. O filho eterno se fez homem para buscar e salvar o perdido. Ele entrou na nossa carne, viveu a nossa vida sem pecado, enfrenou, enfrentou a nossa tentação sem queda, carregou a nossa culpa sem merecer a nossa condenação, morreu a nossa morte e ressuscitou para a nossa justificação. E agora todo aquele que se volta para ele em arrependimento e fé encontra um perdão real, uma justiça real, uma reconciliação real e uma esperança real. Porque em Jesus Deus veio até nós de verdade, não como uma sombra, não como um símbolo que nós devemos seguir, não como uma aparência apenas. Ele veio de verdade. Mas deixa essa verdade chegar ainda mais fundo. Talvez você tenha passado grande parte da sua vida tentando provar para as outras pessoas que você é forte, tentando mostrar que você consegue, tentando construir a imagem de controle sobre a situação. Mas o evangelho começa quando paramos de fingir. O filho de Deus não veio ao mundo porque nós estávamos bem. Ele veio porque nós estávamos perdidos. Ele não assumiu a nossa humanidade porque nós éramos dignos. Ele assumiu a nossa humanidade por graça. Você não precisa eh apresentar a Cristo uma humanidade arrumada para ser recebido. Você precisa vir com arrependimento e fé. Ele não salva pessoas que se tornaram forte o suficiente. Ele salva pecadores que reconhecem a sua fraqueza e confiam nele. E ao salvar ele também transforma. O Cristo que justifica é o Cristo que santifica. O Cristo que perdoa é o Cristo que reina. O Cristo que se compadece também nos chama a abandonar o pecado. A graça nos acolhe e não nos deixa onde nós estávamos. Ela nos une ao Salvador que vive e começa a formar em nós uma nova humanidade. A igreja então deve ser o povo que vive olhando para Cristo. Um povo humilde porque foi salvo pela obediência de outro. Um povo santo porque foi comprado por sangue. Um povo compassivo porque o seu Senhor tocou os aflitos. Um povo esperançoso porque o seu Salvador ressuscitou corporalmente. Um povo que não se gloria em si mesmo, mas na cruz. Na cruz tudo converge para lá. Na manjedoura vemos o filho assumindo a carne. No deserto vemos o filho vencendo a tentação. Nas estradas da Galileia vemos o filho tocando a nossa miséria. No Getseman, vemos o filho submetido à sua vontade, a sua vontade humana, submetendo a sua vontade humana perfeitamente ao Pai. Mas no Calvário vemos o propósito de tudo isso. Ele nasceu para morrer, ele viveu para obedecer. e obedeceu para oferecer-se e ofereceu-se para salvar. No calvário, a humanidade santa de Cristo é entregue como um sacrifício em favor de uma humanidade culpada. Suas mãos que tocaram os enfermos são perfuradas. Seus pés que caminharam para buscar pecadores são pregados. Sua boca que anunciou a graça e a verdade prova da sede. Sua cabeça que se inclinou eh que se inclinou à vontade do Pai recebe uma coroa de espinhos. Seu corpo verdadeiro é ferido de verdade. Seu sangue verdadeiro é derramado de verdade. Sua morte verdadeira compra a salvação verdadeira. Ali Deus permanece justo, justificador daquele que tem fé em Jesus. Essa é a nossa esperança. Não nossa religiosidade, não nossa sinceridade, não a nossa força, o nosso passado ou nossas promessas. A nossa esperança é uma, é Cristo, o Deus verdadeiro, homem verdadeiro, crucificado e ressurreto. Então, venha ele, confie nele, descanse nele, adore ele e siga ele. E quando a tentação vier, porque ela vai vir, olhe para Cristo que venceu. Quando o culpado o acusar, olhe para o Cristo que morreu. Quando a dor apertar, olhe para o Cristo que chorou. e ressuscitou. Quando a morte ameaçar, olhe para Cristo que saiu do túmulo. Porque o Salvador que temos não é um Salvador distante. Ele é santo, ele é majestoso, glorioso e exaltado acima de tudo. Mas é também o filho encarnado, o homem de dores, o cordeiro crucificado e o mediador ressurreto. fim. Quando toda a lágrima for enxugada, quando a morte fori destruída, quando o pecado não existir mais, quando a fé se tornar vista, veremos aquele que assumiu a nossa humanidade para nos levar à glória. Veremos o cordeiro, veremos a Cristo, veremos o filho eterno que se fez homem para nos salvar. E toda a nossa eternidade será de adoração diante daquele que veio até nós, morreu por nós, ressuscitou por nós e nos conduzirá sempre à presença do Pai. No calvário. Esse Cristo verdadeiro entregou a sua vida verdadeira para salvar pecadores verdadeiros pela graça verdadeira de Deus e para a glória verdadeira do Pai. Amém. Irmãos, Deus, nós te agradecemos por esse dia, por podermos estarmos aqui meditando na tua palavra, adorando a ti juntamente com os irmãos. que nós possamos ter essa mensagem para nós, ver como a humanidade de Cristo é importante, o quanto que ele é o nosso representante e Deus, o quanto que ele entende tudo que nós passamos aqui, mas sem pecado. E por isso ele veio como nosso representante para poder morrer na cruz por nós, meu Deus. E assim nós e merecedores de tudo, pecadores, podemos ir a ti através da fé no seu filho. Meu Deus, nós te agradecemos profundamente por isso. Coloca essa verdade no nosso coração para nós podermos contemplar a Cristo pelo que ele é o filho de Deus e o homem de dores. que nós possamos ver as duas realidades aqui, meu Deus, e que ela seja profunda para nós, ver o nosso representante que venceu a morte e ressuscitou. E um dia, por isso, nós estaremos também juntamente a ele, meu Deus. É isso que nós te agradecemos hoje, em nome de Jesus. Amém. M. Pé, queridos. Aleluia. Nós falamos em cá, olhamos para a grandiosidade ah do pai. Agora olhamos para a perfeição do filho. O que faremos com isso? que o Espírito Santo nos nos faça realmente contemplar a glória de Deus na face de Cristo. Porque não há nenhuma mudança que qualquer sermão possa produzir em nós se ele não nos tiver levado realmente ver a beleza de Deus na face de Cristo pelo Espírito Santo. Nós não nos juntamos uma vez na semana ou duas, porque é isso que nossos pais ou uma religião nos ensinou. Nossas vidas foram capturadas pelo evangelho. Nós começamos o dia com o evangelho e acabamos o dia com o evangelho. E na Bíblia toda hora você vai ouvir falar assim: "Aquele que vencer, aquele que vencer receberá isso e aquilo". E algumas pessoas pegam versos assim para dizer: "Tá vendo? O homem pode, o homem é livre para vencer se ele quiser. Mas nada podia ser mais diabólico ao afastar um homem do evangelho. Nós vencemos a morte em Cristo. Vencemos o pecado em Cristo. Vencemos as tentações em Cristo. Nós perseveramos em Cristo. De tal maneira que Paulo diz que em todas essas coisas somos mais que vencedores por aquele que nos amou. Não há nada na vitória que não seja atribuído apenas ao evangelho, apenas ao que Cristo faz, fez e fará em nós. E é por isso que nós cantamos. Vamos louvá-lo. >> [música] [música] >> Ah. [canto][música] Deus, só tua palavra [canto] vou [música] ouvir. Caminha [canto] [música] só no teu querer. Segue [canto][música] Jesus, o que não queres? [música][canto] Eu não quero tudo mais. Tire, Senhor, [música][canto] vão o mundo, [música] me dê Cristo. Nada mais [música] quero, Senhor. Satisfaz, [música] [canto] [música] nada satisfaz [canto] só do meu Deus. Deus, mostre [música] em mim tua [música][canto] glória. Isso bastará [música] o que não queres. E eu não quero tudo mais de [música][canto] ti, Senhor. V ao [música] mundo. Me dê [canto] Cristo. Nada mais quero, Senhor. [música] Nada mais quero, Senhor. [canto][música] [música] A ti me rendo, a ti me rendo. O tesouro, o meu [música] tesouro, [canto] [música] Cristo, desejo a ti. Eu sou [música] teu nome que me salva. És [música] o bom que os faz o [canto] meu ser. No meu querer, [música] ao teu querer me rendo. Eis-me [música] aqui [canto] por mim. [música] Eu só tu fiz o nome [música] que me salva. [canto] Eis o pão que satis [música] [canto] ao meu querer. [música] Ao teu querer me rendo. Eis [canto] aqui. Us [música] a mim. aqui. [canto] [música] Aqui usa [canto] mim o que não queres. [canto] Eu não quero [música] tudo mais tire, Senhor. [canto] [música] Vão o mundo, me dê Cristo. [música] Nada mais quero, [canto] Senhor. Nada mais [música][canto] quero, Senhor. Nada. Nada mais [canto][música] quero, Senhor. Dhe [canto][música] só para Cristo >> contemples [música] [canto] pois aqui [canto][música] nada satisfa. [canto][música] Só Jesus sempre. [canto] >> [música] >> estará. >> Então, [canto][música] olhe só para Cristo >> contemple [canto] sua [música] face e luz, >> pois aqui [música][canto] nada satisfa. para ti. [música] [canto] Só Jesus sempre. [música] >> Aleluia. Aleluia, Deus. Ah, traga-nos de novo aqui esta noite, Deus, para que se serão Pai possamos celebrar o teu nome, Deus e sermos, ó Deus, moldados. pelo evangelho juntos como teu povo. Guia-nos, Senhor Pai. Guia-nos, Senhor Pai, na escuridão deste mundo, pela luz do evangelho do teu filho amado. Toque naqueles que estão enfermos, Senhor Pai, naqueles que estão aflitos, ó Deus, que eles encontrem, Senhor Pai, ó Deus, o fluir do rio da tua paz, que guarda as nossas mentes e os nossos corações em Cristo Jesus. Amém, Deus. Amém. Que os irmãos sigam na paz do Senhor. Amém.