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A fé vem pelo ouvir

Culto Matutino – AO VIVO | 03/05/26 | 9h | PIPG

Culto Matutino – AO VIVO | 03/05/26 | 9h | PIPG

Culto Matutino – AO VIVO | 03/05/26 | 9h | PIPG

Acompanhe a transmissão ao vivo do Culto Dominical Matutino da Primeira Igreja Presbiteriana de Goiânia com exposição fiel das Escrituras e ênfase na teologia reformada. Momento de edificação na palavra, louvor e comunhão. Acompanhe conosco!

Primeira Igreja Presbiteriana de Goiânia
+55 (62) 3213-3320 ou 98113-0461‬ (WhatsApp)
Rua 68 c/ Rua 71, St. Central, Goiânia-GO

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Legendas automáticas:

[música]
Bom dia, igreja.
É com muita alegria que nos reunimos
mais um domingo para cultuar ao nosso
Deus.
E eu peço agora que os irmãos se
acomodem, se aquiietem, em espírito de
oração, nos preparemos para o culto
ouvindo o prelúdio.
>> [música]
>> Gostaria de convidar a igreja para que
abrissem suas Bíblias no livro de
Romanos.
Passamos uma leitura responsiva do
capítulo 8
versos 31 a 39.
Carta de Paulo aos Romanos, capítulo 8.
Façamos uma leitura responsiva dos
versos 31 a 39. Eu lerei os versos
ímpares e os irmãos os pares.
Que diremos, pois, à vista dessas
coisas?
Se Deus é por nós, quem será contra nós?
Aquele que nãoou seu próprio filho, mas
antes por todos nós percou, por dará
graças.
Quem tentará a acusação contra os
eleitos de Deus? É Deus quem o
justifica.
Cristo de Jesus que morreu.
Vós direitos de Deus e também inter.
>> Quem nos separará do amor de Cristo?
Será tribulação ou angústia ou
perseguição, ou fome, ou nudez, ou
perigo, ou espada.
>> Em todas essas coisas, porém, somos mais
do que vencedores, por meio daquele que
nos amou.
Eu sou servo, nem a morte, nem a vida,
nem os anjos, nem os principados, nem as
coisas do presente, nem vi, nem os
poderes,
>> nem a altura, nem a profundidade,
nem qualquer outra coisa poderá
separar-nos do amor de Deus que está em
Cristo Jesus, nosso Senhor.
Convido agora nosso irmão Jackson para
que nos conduza numa oração de adoração,
preparando-nos para o culto que
prestaremos a Deus.
>> Senhor Deus, nós queremos primeiramente
agradecer, ó Pai, pelo teu amor, pelo
Teu cuidado diário, ó Pai, pela
oportunidade que temos de estarmos aqui,
ó Pai, juntos para louvar e agradecer o
seu nome, ó Pai. Agradecemos porque um
dia, ó Pai, Senhor, nos amou de tal
forma que permitiu que nós estivéssemos
aqui, ó Pai, para te louvar, ó Pai, te
te adorar, ó Pai, em nome de Jesus,
clamamos a ti para que o Senhor esteja
falando conosco, ó Pai, por meio dos
cânticos, da palavra, Pai, das orações,
que nós possamos realmente aprender mais
de ti, ó Pai, que o Senhor venha falar
aos nossos corações, ó Pai, em nome de
Cristo Jesus, é que te pedimos,
agradecemos por tudo. Amém.
Irmãos, conduzidos pela regência,
cantemos o hino O Deus fiel à suas
promessas, número 32. Na ocasião,
aqueles irmãos que vieram preparados
podem depositar seus dízimos nos
gasofilaços. E aqueles que acompanham
pela internet, a conta da igreja está na
sua tela. Cantemos.
>> Vamos nos colocar em pé.
>> [música]
[música]
>> Tu és fiel, [música][canto] Senhor, ó
Pai celeste.
Teus filhos sabem que [música][canto]
não falharás.
Nunca mudaste,
tu [música] nunca faltaste.
Tal como eras
sempre [música][canto] serás.
Tu és fiel, Senhor.
Dia após [música] dia, [canto]
compensam
sem fim.
Tua merce
nos sustenta [canto]
e [música] nos guarda.
Tu és fiel, [música]
Senhor, [canto]
fiel assim. [música]
Flores e frutos, montanhas
e mares.
Sou luas delas [música][canto]
brilhando
no céu.
Tudo [música] criaste
na [canto] terra e nos ares
para louvar-te,
[canto] Senhor, [música]
que és fiel.
Tu és fiel, Senhor. [canto][música]
Tu és fiel, Senhor.
Dia após dia, [canto]
compensou
sem [música] fim.
Tua merece
sustenta
nosta. [música][canto]
Tu és
Senhor [canto] fiel [música] assim.
Pleno perdão. [canto]
Tu dás que [música] segurança
cada momento
me guia. [canto] Senhor,
e no por vir o que doce esperança,
desfrutarei [música]
do teu rico favor.
Tu és fiel, [música]
Senhor.
Tu és fiel, [canto]
[música] Senhor.
Dia após dia, com [música] bção [canto]
sem fim.
Tua merce
nos sustenta e nos guarda.
Tu és fiel,
Senhor,
[canto]
fiel [música] assim.
Amém.
>> A igreja pode se assentar.
Convido os irmãos agora a abrirem suas
Bíblias no livro de Isaías, capítulo 53.
Façamos uma leitura conjunta dos versos
4 e 5.
Livro do profeta Isaías, capítulo 53.
Leitura conjunta
dos versos 4 e 5.
Leiamos.
Certamente
ele tomou sobre si as nossas
enfermidades
e as nossas dores levou sobre si e nós o
refutávamos por aflito, ferido de Deus e
oprimido.
Mas ele foi traspassado pelas nossas
transgressões
e moído pelas nossas iniquidades.
O castigo que nos traz a paz estava
sobre ele e pelas suas pisaduras fomos
sarados.
Irmãos, confiados então nesse
sacrifício,
nessa obra maravilhosa de Cristo Jesus
em nosso favor,
convida a igreja agora a baixar as suas
cabeças
e
peçamos perdão a Deus pelos nossos
pecados
individualmente. E após alguns instantes
de oração silenciosa, eu convido o nosso
irmão Alexandre Cardoso para nos para
que nos eleve a Deus uma oração audível.
Oremos.
Pai querido, felizes estamos por
estarmos na tua casa para prestar culto.
ao Senhor esteja trabalhando em cada ato
deste culto, abençoando o Teu servo que
nos trará a mensagem, preparando os
nossos corações para ouvi-la e colocar
em prática. Ó Pai,
>> esteja lavando os nossos corações de
todos os pecados, aqueles por omissão ou
por ação, esteja os tirando, limpando e
proporcionando, ó Pai, uma vida
diferente, uma vida cristã. Que
possamos, ó Pai, estar na tua casa com
coração limpo para prestar um culto ao
Senhor. Abençoe, ó Senhor, durante essa
semana. Esteja nos abençoando e nos
guardando. Nós oramos assim em nome do
seu filho amado, Jesus. Amém.
>> Louvemos a Deus com a equipe de
cânticos.
Amém. Bom dia, amada igreja.
É um privilégio para nós estarmos aqui
hoje no domingo do Senhor reunidos, né,
podendo declarar o quanto Deus ele é
soberano, mas mesmo, apesar de toda essa
glória que ele tem, ele se importa com
nós, servos tão pequenos. E nesse
momento que nós possamos entoar esse
cântico ao Senhor, tendo isso em mente.
Fique de pé, vamos louvar juntos.
>> [música]
[música]
>> Tu és [canto] soberano
sobre a terra, [música]
sobre os céus tu É, [canto] Senhor
absoluto. [música]
Tudo que existe [música] acontece.
Tu sabes muito bem.
[música] Tu és tremendo.
E apesar [música] desta
glória que tem.
Tu te importas
comigo [música]
também.
Esse amor tão grande
eleva-me,
amarra-me [música]
a ti.
Tu és tremendo.
[música]
Tu és [canto]
soberano
sobre a terra, [música]
sobre os céus. Tu és Senhor
absoluto.
[música]
Tudo que existe
acontece. [música]
Tu sabes muito bem.
Tu és [música] tremendo
e apesar desta
glória que tens,
tu [música] te portas
comigo também.
E este amor tão [música] grande
eleva-me a
[música]
ti.
Tu és tremendo. [música]
E apesar desta [música]
[canto] glória que tens,
tu te portas [música]
comigo também.
E este amor tão grande
eleva-me,
amarme [música] a ti.
Tu és tremendo.
[música]
>> Amém.
Irmãos, temos tantos motivos para sermos
gratos e que durante esse próximo
cântico nós possamos refletir sobre tudo
que Deus já tem feito em nossas vidas.
>> [música]
[música]
>> Tudo o que tens feito,
por tudo o que vais fazer, [música]
por tuas [canto] promessas e tudo o que
és. Eu quero te agradecer
[música] por todo [canto] o meu ser,
por tudo [música] o que tens feito,
por tudo o que vais fazer,
por tuas promessas [música][canto] e
tudo o que és. Eu quero te agradecer
com todo o meu ser. [música]
Te agradeço,
meu Senhor.
>> Te agradeço,
[música]
Deus.
>> Te agradeço,
meu Senhor. [música]
>> Te agradeço,
meu Senhor.
>> Te agradeço por me [música] libertar e
[canto] salvar, por ter morrido em meu
lugar. Te agradeço,
[música]
Jesus. Te agradeço.
[música][canto]
Eu te agradeço.
Agradeço [música]
por tudo [música]
o que tens feito,
por tudo o que vais [música][canto]
fazer,
por tuas promessas e tudo o que és.
[música]
Eu quero te agradecer
com todo o meu ser.
>> [música]
>> Te agradeço,
meu Senhor. Te agradeço,
meu Senhor. Te agradeço, [música]
meu te agradeço [canto] por me libertar
e salvar, por ter [música] morrido em
meu lugar. Te agradeço,
[música]
Jesus. Te agradeço.
[música] Eu te agradeço.
Te agradeço.
Te agradeço [música] por me libertar e
salvar, por ter [música] morrido [canto]
em meu lugar. Te agradeço,
[música]
Jesus. Te agradeço.
[música] Eu te agradeço.
Te agradeço.
[música]
Te agradeço.
Te [música] agradeço.
[música]
No salmo 100, em um cântico de ação de
graças, o salmo escreve: "Celebrai com
júbilo ao Senhor todas as terras e servi
ao Senhor com alegria. Apresentai-vos
diante dele com cântico. Que nesse
momento nós possamos cantar da mesma
forma.
>> [música]
>> Sem hebraicos ao Senhor
todos os moradores da terra.
Segue ao [música] Senhor com alegria.
Apresentai-nos a ele com cânticos.
Saber que o Senhor é bom
e eterna a sua bondade [música]
e a sua fidelidade
em geração. Geração. [música]
Aleluia. Glóriel
aleluia. [música] Glóriel
aleluia. Glória.
Aleluia. Glória. Aleluia. [música]
[música]
Celebrar com júbilo, Senhor,
todos os moradores [música] da terra.
Servi ao Senhor com alegria.
Apresentai-vos a ele comante luz. Saber
que o Senhor é bom
e eterna a sua vontade [música]
e a sua fidelidade.
Em geração a geração.
Aleluia. [música] Glória. [canto]
Aleluia.
Aleluia. Glória. Aleluia.
Aleluia. [música] Glóri aleluia
aleluia glóri aleluia [música]
aleluia gl al
glia [música]
aleluia gl alлу
glia [música][canto]
>> [música]
[música]
>> Em, oremos. Senhor Deus, Pai de
misericórdia, somos gratos por tudo que
o Senhor tem feito em nossa vida e te
louvamos, Deus, porque temos muito mais
do que merecemos. Pai, nos dê graça
agora nesse momento, que nós possamos
ouvir a tua palavra e que essa palavra
se assente ao nosso coração, pai amado,
em nome de Jesus. Amém. A igreja pode se
assentar.
Graça e paz da parte de Deus, nosso Pai,
do nosso Senhor Jesus Cristo. Abra a sua
Bíblia em João, capítulo 13 e mantenha
aberta.
João capítulo 13, nós vamos ler do verso
21 ao verso 30.
Quando o mal serve ao propósito divino,
todo o nosso culto, meus irmãos, tem por
finalidade glorificar o nome do Senhor e
preparar o nosso coração para esse exato
momento em que vamos abrir a palavra,
ler a palavra e meditar sobre ela. João
capítulo 13.
Nós vamos ler do verso 21 ao verso de
número 30. Ouça com fé e com atenção à
leitura da palavra de Deus que nos diz:
"Dita estas coisas, angustiou-se Jesus
em espírito e afirmou: "Em verdade, em
verdade vos digo que um dentre vós me
trairá".
Então os discípulos olharam uns para os
outros, sem saber a quem ele se referia.
Ora, ali estava conchegado a Jesus um
dos seus discípulos, aquele a quem ele
amava. E esse fez Simão Pedro sinal,
dizendo-lhe:
"Pergunta: "A quem ele se refere?"
Então aquele discípulo, reclinando-se
sobre o peito de Jesus, perguntou-lhe:
"Senhor, quem és?" Respondeu Jesus: "É
aquele a quem eu der o pedaço de pão
molhado." Tomou, pois, um pedaço de pão
e, tendo molhado, deu a Judas, filho de
Simão Iscariotes.
E logo após o bocado, imediatamente
entrou nele Satanás. Então disse Jesus:
"O que pretendes fazer, faz-o depressa."
Nenhum, porém, dos que estavam à mesa
percebeu a quem, a que fim lhe dissera
isso. Pois como Judas era quem trazia a
bolsa, pensaram alguns que Jesus lhe
dissera: "Compra o que precisamos para a
festa" ou lhe ordenara que desse alguma
coisa aos pobres. E tendo recebido
bocado, saiu logo e era noite. Pai, nós
te damos graças e louvamos ao Senhor
pela tua palavra. Rogamos a ti, ó Pai,
através do nome que está acima de todo
nome, o nome de Cristo, teu filho amado,
pedindo ao Senhor que discutine os
nossos ouvidos e que torne apto o nosso
coração e que a tua palavra possa
perfazer todo o nosso ser, gerando
fruto, práticas condizentes de uma fé
real, verdadeira e que glorifica o
Senhor. Fala conosco. Nós carecemos,
ansiamos, precisamos ouvir a tua voz.
Edifica a tua igreja e o teu povo.
Usa-nos como um mero instrumento. E que
as palavras dos meus lábios e que o
meditar do meu coração sejam agradáveis
a ti, ó Senhor, rocha minha e redentor
meu. Assim oramos em nome de Jesus.
Amém. Meus queridos, uma das dores mais
agudas que um coração humano pode
experimentar é a traição. Ela possui um
veneno particular, não nasce da oposição
de um inimigo declarado, mas da quebra
da confiança de alguém que tinha acesso
aos lugares mais íntimos do nosso
coração. E essa traição, ela deixa um
rastro de cicatrizes ao longo da
história. Quando Júlio César, por
exemplo, no Senado romano, viu brutos
entre seus algozes, a sua dor não foi
apenas do aço das adagas perfurando o
seu ser, mas o colapso de uma amizade
traída, resumida inclusive em um lamento
que diz: "Até tu, brutos".
Ou seja, a dor, a traição é algo que nos
perturba e quebra toda a estrutura da
nossa comunhão. Ela nos faz questionar a
realidade realmente e a esperança de
todos os nossos relacionamentos, sejam
eles no âmbito íntimo, seja eles no
âmbito de fora do trabalho. E nesta
manhã, meus irmãos, nós vamos ver que o
Evangelho de João vai nos conduzir entre
os bastidores dessa traição mais infame
da história. Nós estamos dentro de uma
sala onde que a tensão ela é bem
palpável, ela é bem clara quando
percebida em seus detalhes. E nós
veremos que um amigo agora vai se tornar
um inimigo mortal sobre o olhar daquele
que tudo conhece. Entretanto, nós vamos
descobrir à luz desse texto que esse
relato aqui deixa bem claro o plano
divino. A vontade do Senhor. Não é um
plano que deu errado, não é um plano B
na história, não é um Salvador sendo
pego de surpresa, mas nós vamos perceber
como que a soberania de Deus utiliza até
o o ato mais sombrio da maldade humana
para executar o seu plano redentor. E
nós veremos que enquanto o homem trama à
escuridão, Deus governa e é capaz de
trazer tudo à luz. Nós estamos aqui na
última quinta-feira do ministério
terreno de Jesus. O cenário é o cenáculo
em Jerusalém durante a celebração da
Páscoa judaica. Essa não era uma
refeição comum, era um ato memorial da
libertação, da ação de Deus ao longo da
história, arrancando o seu povo da
escravidão e trazendo de volta até a
terra prometida através do sangue de um
cordeiro. E o simbolismo aqui é bem
profundo, porque na festa dessa antiga
redenção, o verdadeiro cordeiro de Deus,
Cristo Jesus, está preste a ser entregue
para a morte, para trazer
definitivamente a libertação para o povo
de Deus. E momentos antes disso
acontecer, Jesus realiza um dos atos
mais humildes da história. Ele lava os
pés dos seus discípulos, inclusive de
Judas, quem o trairia. Jesus demonstra
para nós que a grandeza do seu reino não
está em status, não está naquilo que se
recebe, mas na atitude humilde de uma
entrega suficiente na presença do
Senhor. E a atmosfera aqui desse texto é
uma atmosfera de intimidade sagrada, mas
ao mesmo tempo atravessada por um relato
que vai marcar o coração desses
discípulos. É nesse ambiente, vamos
assim dizer, de realidade pactual, da
graça de Deus, mas ao mesmo tempo de
fragilidade humana, que nós vemos a
revelação que vai abalar toda a
estrutura de uma mesa posta diante do
Senhor. E nós veremos, portanto, meus
irmãos, em resumo, que o coração humano
pode trair até quem ele mais ama. Mas a
soberania de Deus é capaz de transformar
esse mal em triunfo. O coração humano
pode trair até quem ele mais ama, mas a
soberania de Deus é capaz de transformar
esse mal em triunfo. E nós vamos ver
isso em três cenas. A primeira cena que
nós vemos aqui, que o texto nos
apresenta, é a perturbação de Jesus ou
essa profunda angústia do Senhor. O
texto agora vai revelar o coração do
Senhor logo após ter lavado os pés e
dado a lição dos discípulos acerca de
reino, acerca de serviço, acerca de
humildade. Porque olha o que que o texto
diz, verso 21 e verso 22. Dita estas
coisas,
angustiou-se Jesus em espírito e
afirmou: "Em verdade, em verdade vos
digo que um dentre vós me trairá". Então
os discípulos olharam uns para os outros
sem saber a quem ele se referia. Olha o
estado da alma do nosso Senhor. O texto
diz: "Dita essas coisas, angustiou-se em
espírito." Aqui tá uma das declarações
mais humanamente comoventes da realidade
do nosso Senhor. Ele estava
profundamente angustiado.
Por outro lado, os seus discípulos nem
ao menos sabia a quem ele estava se
referindo, exceto Judas por por razões
óbvias, porque ele sabia que era o
traidor. Mas observe que cada um de nós
também podemos sentir profunda angústia
de vez em quando. E o texto deixa isso
bem claro. Verbo que angustiar, meus
irmãos, descreve não apenas uma
tristeza, mas é uma agonia profunda. É
um estado de espírito que abala, que se
derrama como um mar agitado diante de
uma tempestade. É como se o mais íntimo,
o mais profundo do ser de Jesus ficou
abalado. E o verbo, inclusive, tá na voz
passiva, ou seja, a ação do traidor faz
com que o coração de Jesus se abale
profundamente,
pois foi abalado no próprio espírito.
Não é uma angústia superficial, não é
uma tristeza assim simples, singela, mas
é uma comoção de essência, de
profundidade, algo que emerge de dentro
para fora. E é fundamental nós
entendermos essa a angústia
corretamente, porque um pouco mais
adiante você vai ver Jesus exortando os
seus discípulos diante de uma angústia
que eles estão. João capítulo 14 verso 1
vai dizer: "Não se turbe o vosso
coração. Credes em Deus, credes também
em mim. Não se turbar é a mesma ação
verbal.
é, não angustie, não fique perplexo, não
fique agitado.
Só que essa perturbação de João 14 se dá
devido à incredulidade dos seus
discípulos, a falta de confiança daquilo
que Cristo vai fazer na cruz do
Calvário. Em contrapartida, a angústia
de Jesus é por um amor, é por algo
santo, é por saber que um daqueles vai
traí-lo. E Hebreus capítulo 4, verso 15
vai nos descrever isso de maneira muito
clara, dizendo: "Olha, porque nós não
temos um sumo sacerdote que não possa
compadecer-se das nossas fraquezas.
Antes foi ele tentado em todas as
coisas, a nossa semelhança, mas sem
pecado. Essa angústia que Jesus sente
não é pecaminosa em contrapartida, que a
angústia que os discípulos vão sentir é
uma angústia pecaminosa. E a angústia de
Jesus se deve ao fato de que Judas vai
traí-lo. Ele não tá angustiado porque
sabia que a cruz estava chegando. Ele
sabia muito bem desse momento. para esse
fim que ele veio. Mas a sua dor brota
por um amigo que caminha voluntariamente
para a perdição. Inclusive, se você for
em Mateus, capítulo 26 verso 50, ele
chama Judas de amigo.
Alguém que de fato esteve bem próximo. E
o texto é claro, a dor de Jesus é porque
um dentre vós vai me trair. Alguém que
tinha caminhado com Jesus durante 3 anos
vai traí-lo. Alguém que passou momentos
com o Senhor, alguém que viu milagres,
alguém que viu maravilhas, alguém que
experimentou da ação graciosa do Senhor
ao seu lado. Vidas sendo transformadas,
pessoas se convertendo, pessoas sendo
curadas. Esse um vai traí-lo.
A dor dele é uma dor de alguém que ele
ama e que resolve escolher o caminho
errado. Essa dor é bem parecida com os
pais, com os pais que ensinam os seus
filhos no evangelho, que trazem eles a
casa de Deus, mas que no momento da sua
história resolvem seguir por um caminho
tortuoso, resolvem seguir por uma trilha
totalmente horrível, totalmente má e
seguem pelo mundo. Essa é a angústia de
um pai e de uma mãe que sabe que seu
filho está fazendo uma escolha errada. e
caminhando para a perdição.
É a dor de um pai e de uma mãe que vê a
escolha do filho e o caminho do filho
sendo conduzido por aquilo que o mundo
não pode oferecer. Essa é a angústia
profunda de Jesus, de alguém que está
virando as costas para Jesus e que vai
macular a sua glória por conta das suas
escolhas. Sobretudo aquele que provou de
bênçãos, de milagres, de tantas verdades
e ainda assim recusa-se a submeter a
Jesus com arrependimento e fé.
Meus queridos, isso nos ensina que Deus
não é um ser indiferente ou distante.
Ele conhece a dor da lealdade quebrada.
E se você sofre hoje com essa ingratidão
ou traição, saiba que você tem um sumo
sacerdote que pode compadecer-se
exatamente das suas fraquezas. Há uma
perturbação santa no sentido de alguém
que Jesus tá olhando e tá vendo que está
caminhando para auto destruição. E Jesus
entende muito bem essas lágrimas. O
Senhor nos assegura que mesmo na nossa
dor, ele continua sendo soberano sobre a
história e que nós devemos entregar e
confiar tão somente nele. Essa é a
primeira cena, a perturbação de Jesus.
Mas há uma segunda cena que nós aqui nos
apresenta que é a ponderação de João. Os
discípulos estão completamente confusos.
O verso 22 diz, eles estão perplexos.
Eles não sabem a quem Jesus está se
referindo. Nenhum deles, nem mesmo Pedro
suspeitava de Judas. Judas aqui é um
ator perfeito, é um hipócrita exemplar.
Porque diante dessa confusão aqui do
reino entre os discípulos, surge um
contraste de paz, um contraste de
tranquilidade, aonde que João está aos
peito de Jesus fazendo as suas
ponderações. E olha o que que o texto
diz do verso 23 ao 25.
Ora, ali estava aconchegada a Jesus, um
dos seus discípulos, aquele a quem ele
amava. A esse fez Simão Pedro sinal,
dizendo-lhe: "Pergunta a quem ele se
refere". Então aquele discípulo,
reclinando-se sobre o peito de Jesus,
perguntou-lhe: "Senhor, quem és?"
Enquanto que a traição é anunciada, a
confusão está reinando entre os
discípulos. E aqui não é o mero detalhe.
Esse detalhe é importante. Enquanto
isso, João está conchegado ou com a
cabeça reclinada ao peito do Senhor. Uma
ideia de intimidade, uma ideia de
segurança, uma ideia de serenidade.
Alguém está aos pés diante do Senhor,
diante do Salvador. E para nós
entendermos essa cena, nós precisamos
visualizar o triclínio romano aqui. O
que que é isso? É uma mesa bem baixa em
formato de U, onde os convidados
reclinavam sobre almofadas e para se
reclinar ele se apoiava com o cotovelo
esquerdo. É como se fosse um tipo de
mesa de centro. Sabe aquela mesa de
centro que você tem na sala e coloca
almofadas ao redor? A ideia é essa, só
que ela é em formato de U. E bem na
centralidade, bem ali no lugar do
anfitrião, bem no centro, encontra-se
Jesus, enquanto que João estava à sua
direita, de modo que naturalmente a sua
cabeça, por apoiar com o cotovelo
esquerdo, ficaria bem próximo do peito
de Jesus.
E de onde quer que Pedro estivesse,
ansioso, inquietuoso, impulsivo, João
pergunta: "Olha, pergunta a quem ele tá
se referindo?" Ele faz um sinal, ele
quer saber, ele é curioso. E João se
inclina ainda mais para perguntar ao
Senhor a quem ele estava se referindo. E
sutilmente o Senhor Jesus vai dizer:
"Aquele a quem eu der um pedaço de pão
molhado."
A gente supõe à luz do texto que Jesus
fala isso de maneira bem baixinha,
porque os outros discípulos não ouviram,
exceto João. Posto que quando Judas vai
embora, à luz do verso 29,
todos os discípulos acreditam que ele
foi ou comprar algo paraa festa, ou ele
foi comprar algo para dar aos pobres. E
por que que todos esses detalhes no
texto, todos esses detalhes revelam que,
de fato, o que João tá escrevendo é de
uma testemunha que ouviu, que viu, que
estava bem próximo, que realmente sabia
o que estava registrando.
E nós sabemos muito isso, porque um
pouco mais adiante, em João capítulo 21
verso 24, o texto diz assim: "Este é o
discípulo que dá testemunho a respeito
dessas coisas. e que as escreveu e
sabemos que o seu testemunho é
verdadeiro. Nós não estamos aqui lidando
com o mito, nós não estamos lidando com
uma ficção, nós estamos lidando com uma
história real e ela vem de alguém bem
próximo de Jesus, de quem o texto diz
que o Senhor amava. A razão pela qual
ele se autodenomina o discípulo a quem
Jesus amava, não é porque Jesus amou
mais a João e os outros menos, não.
Porque o texto em João capítulo 13 verso
21 diz que ele amou e amou os seus
discípulos até o fim. Não é uma ação de
que ele ama um mais e outro a menos. O
que João se autodenomina aqui não é por
arrogância, mas é por um profundo senso
de identidade baseada na graça de Deus.
Ele não tá baseando em seus próprios
méritos, mas é sobre alguém que soube,
mesmo diante da notícia mais
estarrecedora, mais infame da história,
mais angustiante de tudo, soube
descansar aos pés do Salvador. E aqui,
meus irmãos, em tempos de crise, de
incerteza, nós precisamos aprender com
João,
descansar a nossa vida sobre o peito de
Jesus. A clareza espiritual, meus
queridos, não vem da da especulação ou
de uma análise fria das circunstâncias,
mas vem de alguém que é capaz de colocar
a cabeça sobre os peitos do Senhor,
sobre o coração do Senhor, para ouvir o
que o Salvador tem a dizer. E é isso que
João faz. João entende que a única
resposta suficiente para as escolhas,
para toda aquela situação, é ouvir o que
o Salvador tinha a dizer. Então, a a
segurança nossa, meus queridos, não
repousa sobre a ausência de problemas,
mas sobre aquele que sabe repousar a
cabeça, sobre o peito daquele que
governa todas as coisas paraa sua
glória, sobre aquele que realmente
dirige a história, conduz tudo e todos e
pode muito bem usar o mal para promover
e glorificar o seu santo nome. Então, se
nós vemos a perturbação de Jesus, nós
vemos aqui as ponderações de João e como
que João, mesmo diante da incerteza,
soube descansar no Senhor. Agora nós
temos a terceira e a última cena, a
perdição de Judas. Em todos esses
detalhes, além do lugar que nós vemos
ocupar por João, a testemunha ocular
desse evangelho, o assento que outro
ocupa também é especial para nós nessa
narrativa. E nós estamos aqui falando de
Judas. Olha o que que diz o verso 26.
Respondeu Jesus: "É aquele a quem eu der
o pedaço de pão molhado." Tomou, pois,
um pedaço de pão e tendo molhado, deu a
Judas, filho de Simão Iscariotes.
Olha que interessante. Provavelmente
Jesus tá falando com João em particular,
sem com que os outros ouvissem ou mesmo
entendessem
por conta da curiosidade de Pedro. E o
texto diz no verso de número 29 que eles
não sabiam se ele foi comprar algo paraa
festa ou se ele foi comprar algo para
dar aos pobres. Desse modo, nós podemos
inferir que o lugar que Judas está
ocupando é um lugar bem próximo do
Salvador, talvez a esquerda do Senhor.
Porque se a cabeça de Pedro está
reclinada sobre o peito de Jesus, logo a
cabeça de Jesus com Judas à esquerda, a
cabeça do Salvador tá bem próximo de
Judas por apoiar-se com o cotovelo. E
tudo isso, meus queridos, dentro da
cultura oriental faz muito sentido,
porque o texto diz: "Aquele a quem eu
der um pedaço de pão molhado". Ou seja,
há uma identificação de intimidade, de
distinção, porque essa era uma
demonstração de mais honra, de mais
intimidade, pegar um pão, molhar e dar
para outra pessoa. A gente vê um exemplo
muito claro acerca disso lá em Rute.
Quando Boaz, por exemplo, quer honrar
Rute, ele convida ela a chegar mais
perto, pegar o pão, mergulhar no vinho e
participar daquele ato. Judas
provavelmente está ali num lugar de
honra e recebe este último apelo do
Senhor. Timóteo Keller vai chamar isso
de humanamente incompreensível.
Jesus aqui não expõe Judas a humilhação
pública. Ele o identifica através de um
ato de amor. Ele estende a Judas a
última oferta de comunhão, de
arrependimento.
Ele está honrando aquele que vai trair,
porque o seu amor vai até o fim. Isso
aqui nos chama atenção, porque nós
devemos oferecer a graça a qualquer um,
até mesmo aquele que nos feriu até o
último momento. Isso não significa que a
gente tem que ser ingênuo ou ignorar o
mal diante de nós, mas significa que o
padrão da nossa conduta não é de
retalhação, mas é de amor redentor, que
busca a restauração, mesmo quando a
rejeição parece certa. Porque a mesma
graça que amolece o coração dos eleitos
é aquela que endurece aqueles que o
rejeitam.
Jesus está profundamente angustiado,
sabendo o que vai acontecer, mas o
coração de Judas não tá nem um pouco
preocupado. O seu coração está entregue
às paixões do mundo. Aceitar o pão para
Judas era o mesmo que selar a sua
própria condenação. Porque depois de
tomar o bocado, o texto diz:
"Imediatamente
entrou nele Satanás.
Após selar a sua condenação,
após saber de tudo aquilo que o redentor
fez com ele e que ele resolveu escolher
isso por conta própria,
ele sai para cumprir. E aqui nós temos
atenção, meu irmão e minha irmã, entre a
soberania de Deus e a responsabilidade
humana. Jesus estende a graça, mas o
coração de Judas já está cauterizado
pela ganância, já está entregue a mamon,
já está entregue à coisas desse mundo. E
ele rejeita o Senhor. Antes de Satanás
entrar no seu coração, nós vemos que ele
já tinha sido vencido pelos desejos
ambiciosos do seu coração, a ponto do
próprio Salvador dizer para ele: "O que
tem que fazer, faça o depressa."
Judas é 100% responsável pela escolha e
escolhe livremente pecar. Deus não força
Judas a trair, contudo, Deus continua
soberano sobre o pecado. Ele usa a
escolha livre de Judas, potencializada
por Satanás para cumprir o plano eterno.
E como que Judas era um ator perfeito,
um hipócrita muito exemplar, meus
irmãos, porque os discípulos nem sequer
duvidavam disso. O texto diz que achava
que ele ia comprar algo paraa festa ou
algo para dar aos pobres.
Agora imagine se um daqueles
soubesse, além de João, com certeza
Judas, principalmente por Pedro, não
deixaria saí-lo vivo daquela mesa. Como
que ele é um vilão descarado e um
hipócrita menticuloso.
E o texto encerra com a frase curta, mas
ao mesmo tempo integrante. Tendo
recebido bocado, saiu logo e era noite.
Não é apenas uma referência a o estado
da escolha de Judas, mas ao mesmo tempo
a descrição de quem de fato está andando
com Cristo está na luz.
João estava sobre o peito de Jesus,
enquanto que Judas estava caminhando
para as trevas. Ele participou da mesa,
ouviu sermões, viu milagres, mas o seu
coração nunca pertenceu a Cristo. Em uma
única mesa, nós temos dois destinos. O
disciplo amado sobre o peito de Jesus,
descansando e confiando, e o traidor
saindo para executar a ação nas trevas.
E há uma advertência solene para nós
aqui. As nossas ações externas, meus
irmãos, podem até enganar as outras
pessoas e muitas vezes engana. Mas não
tem como nós escondermos a escuridão do
nosso coração aos olhos de Cristo. Não
tem como. O Senhor sabia quem iria
traí-lo. Por fim, meus irmãos, nessa
manhã, nós contemplamos aqui os
bastidores da traição. Vimos um Salvador
profundamente angustiado, alguém
humanamente eh triste pela escolha de um
amigo que prefere a perdição do que a
salvação. Mas Cristo continua reinando.
Vimos que a traição de Judas não é um
acidente nesse percurso, mas é o gatilho
soberano coordenado por Deus para levar
o cordeiro ao altar do sacrifício. E nós
vemos que a cruz jamais foi uma tragédia
ou um plano B na história, mas foi o
triunfo realmente planejado na
eternidade.
A mesma traição que levou Judas para a
noite eterna foi o ato que abriu para
nós a eternidade naquela manhã preciosa
da ressurreição do Senhor. Cristo tomou
a traição de Judas para si. Cristo levou
também os nossos pecados, aquilo que nos
asseparava do Pai, para que nós de fato
não estivéssemos próximos. Agora Jesus
leva para que nós nunca venhamos a
provar dessa noite terrível que ele
provou. Ele agora nos salva. E a
pergunta que fica pro nosso coração é:
aonde está realmente o seu coração?
Seu coração está inclinado sobre o peito
de Jesus, descansando nele, ou seu
coração, ao cumprir rituais externos, se
inclina para a noite? Aonde está o seu
coração. Não se engane com aparências
religiosas. A proximidade que a igreja
com culto não te aproxima
de uma entrega total de Cristo se você
não se render. Então nós precisamos ver
isso. O que que a gente pode levar paraa
nossa casa, meus queridos? Primeiro,
aprenda a enfrentar as dores com a
perspectiva correta. Aprenda a redefinir
a visão de sofrimento à luz da Bíblia.
Se você foi ferido por alguém mais
próximo, se você tá angustiado, não
permite que essa amargura lhe domine.
Faça como Jesus.
Entenda a sua dor. Mais do que isso, ele
é poderoso até para pegar essas feridas
injustas e trabalhar o seu caráter e a
sua vida. Segundo, priorize a sua
intimidade e não apenas a informação. Em
tempos de confusão, a nossa tendência é
buscar respostas em todos os lugares,
exceto no lugar certo. Muitos conhecem
Jesus, mas poucos conhecem a Jesus.
João teve essa clareza e reclinou sobre
o peito do mestre. Nessa semana, não se
contente com a leitura superficial da
palavra de Deus.
Aplique ela ao seu coração. Busque a
presença de Deus em oração silenciosa,
na meditação e deixe com que ele fale e
conduza a sua vida, acalmando o seu
coração, tranquilizando a sua alma. E
por fim, meus queridos,
faça uma análise do seu próprio coração.
Judas deu passos graduais à direção da
escuridão. Antes mesmo dessa noite
final, ao longo da sua vida, havia áreas
que com certeza ele estava abrindo e
permitindo. Não deixe com que essas
áreas, essas atitudes, essas escolhas
que você tá fazendo te afaste e te leve
para o ato final de distanciamento do
Senhor. Arrependa-se e volte para a
mesa. Volte para aquilo que Cristo nos
chama a viver na presença dele. Vamos
colocar de pé e vamos orar, meus irmãos.
Senhor, nós te damos graças
e louvamos a ti pela tua palavra
que é poderosa e que é maravilhosa,
Deus.
Sabedores, ó Pai, que muitas vezes
nós cometemos erros e falhas
e que o Senhor mesmo assim nos ama
com teu amor fiel.
A tua bondade e a tua misericórdia nos
persegue,
tem nos sustentado e tem nos conduzido.
Ajuda-nos, ó Deus, a fazermos uma
análise do nosso coração
e a descansarmos diante do mar da
agitação, a descansarmos sobre o peito
do Senhor, a ouvirmos ao Senhor, a
colocarmos em prática a tua palavra, a
sermos sal da terra e luz do mundo.
Diante dessa agitação ao nosso redor,
diante da falta de caráter que nós vemos
circuncidar os nossos redores, ó Pai,
que possamos ter o nosso caráter, a
nossa fé moldada e trabalhada no Senhor.
Que possamos descansar tão somente em
Ti. Receba nosso culto de louvor e de
adoração e nos dê um domingo abençoado.
abençoe a nossa escola dominical que
teremos logo após. Colocamos também os
enfermos nas mãos do Senhor. Rogamos
pelo alípio, ó Pai. Pedimos que o Senhor
restaure a sua saúde, revigore a sua
alma. Não somente ele, mas todos aqueles
que estão padecendo por qualquer tipo de
enfermidade. Estenda a tua mão de graça
sobre a Terezinha. Visita ela também.
Assim oramos e entregamos esse culto nas
tuas mãos. Em nome de Jesus. Amém. Que a
graça do nosso Senhor Jesus, o amor de
Deus, nosso eterno e glorioso Pai, que
as ternas, as insondáveis consolações do
Espírito Santo de Deus repouse sobre vós
e toda a igreja do Senhor espalhada pela
face da terra, não só hoje, mas para
todo sempre. Amém. Podei se assentar.
Amos o pósludo.
>> [música]
[música]
>> Meus irmãos, alguns avisos rápidos. Você
que nos visita, seja muito bem-vindo.
Tem alguém que nos visita pela primeira
vez? Nós queríamos conhecê-lo melhor,
estender a nossa mão. Se poder puder
colocar de pé, sem constrangimento. Tem
alguém que nos visita nessa manhã?
Temos aqui um irmão. Seja bem-vindo, meu
irmão. Deus abençoe você, sua família.
Uma alegria tê-lo conosco, viu? Deus
abençoe. Meus irmãos. Além dos nossos
visitantes, nós temos agora no dia 9, no
próximo sábado, nós teremos aí o
encontro de quartetos às 19:30.
Tudo preparado com muito carinho, com
muito amor. Então, nós convidamos toda a
igreja a participar desse momento. É um
momento maravilhoso de adoração, de
louvor a Deus. Lembrando também, meus
irmãos, da Assembleia extraordinária.
Estamos agora no prazo de indicação de
nomes. A folha está ali bem na entrada
da igreja. Você que é membro da igreja,
pegue essa folha, ore primeiro, olhe as
características, indique o nome para a a
o presbiterato e o diaconato ali, tá?
Bem ali no fundo. Lembramos também que
teremos o Clube do livro no próximo
sábado também, aqui no sábado às 9:30.
Mulheres, participe dessa programação.
Tem sido um tempo gostoso, maravilhoso
de edificação, de conhecimento. Então,
próximo sábado às 9:30,
lembrando também do encontro de casais,
ainda temos vaga, ainda dá tempo de
fazer a sua inscrição, então não deixe
de última hora, é um investimento pro
seu casamento, pra sua vida também, tá
bom? E meus irmãos, nossos EBD hoje vai
funcionar normalmente. Então, cada um
paraa sua sala. E você que nos visita,
se quiser conhecer um pouco mais acerca
da doutrina da nossa igreja, nós temos
uma sala aqui na capela que funciona
acerca dos fundamentos da fé. Você é o
nosso convidado. Um bom domingo e uma
boa aula a todos.
>> [música]

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