Culto – Noite de Domingo 17 de Maio de 2026 em Jardim da Luz
18/05/2026
Culto – Noite de Domingo 17 de Maio de 2026 em Jardim da Luz
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Fonte: Josemar Bessa
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M. na internet, onde estiverem e a todo o povo de Deus em todos os cultos, onde o nome de Deus é verdadeiramente honrado e o evangelho é pregado. V pedir João que ora ao Senhor. >> Senhor Deus, nós te agradecemos, Pai, por estarmos mais uma vez na tua presença, Pai. Não somente isso, mas por estarmos reunidos com os irmãos, Pai, aqui também, meu Deus, juntos nesse propósito de entrarmos na tua presença, de adorarmos, meu Deus, ao Senhor, de cantarmos louvores ao teu nome, de ouvirmos, meu Deus, a tua palavra juntos e te pedimos, meu Deus, que isso possa acontecer de verdade agora. Vem, meu Deus, eh, tocar os nossos corações. Vem, meu Deus, nos abrir os nossos olhos, abrir as nossas mentes para que nós possamos ver a tua beleza, meu Deus. Lembrar tudo aquilo que o Senhor tem feito em nosso favor, meu Deus. lembrar de quantas maneiras diferentes tu tens sido tão eh bom conosco, meu Deus, e que essa visão possa se tornar em adoração dos nossos lábios. Pai, recebe a nossa adoração, nos permita, meu Deus, estar livres para te adorar, meu Deus. nos liberta de preocupações, distrações, mas que o nosso coração, meu Deus, esteja posto em te adorar nessa noite. Esteja posto, meu Deus, em celebrar aquilo que o Senhor tem feito. Então, se revela para nós, Pai, através de Cristo, que nós possamos, meu Deus, eh ser abençoados por esses louvores na tua presença, que a tua palavra nos abençoe, nos dê, meu Deus, força para vivermos essa semana de uma maneira que te agrade, que te honre e que nós possamos sair daqui, meu Deus, abençoados em nome de Jesus. Amém. >> Amém. Eu já disse muitas vezes que o livro que eu mais leio e mais medito é o livro de Salmos. É maravilhoso, não é? Cada cada versículo, você pode pegar um versículo assim: "O meu cálice transborda". E pode ficar tanto tempo pensando em tudo que tá envolvido nisso. Deus disse que Davi era um homem segundo seu coração. E isso é maravilhoso porque ninguém falou sobre Deus com afeições tão profundas. Você vê, não é que eh Davi parece passar para nós um afeições profundas sobre o ser de Deus mesmo. E ele podia estar junto com, como Jesus falou, os seus lábios. Um povo que tem os lábios que falam coisas, mas o coração deles está longe de mim. Deus mesmo dá testemunho que o coração de Davi era completamente voltado para Deus. suas afeições e raramente você vai ver eh descrições mais profundas, não há amor mais deleitoso em alguém do que em Davia. Então, num salmo famoso dele, o Salmo 121, não é? Eh, que todo mundo conhece, ele começa assim: "Elevo os meus olhos para os montes, de onde me virá o socorro? O meu socorro vem do Senhor que fez os céus e a terra. Esse versículo é incrível. Imagine você cheio de mil problemas. Davi era um homem, um homem de mil problemas lá, traições fora e dentro de casa. Em nenhum momento da sua vida, ele está realmente tranquilo, de guerra em guerra. E ele diz: "Eu olho para os montes e penso: "De onde me vem o socorro?" A resposta é eh é incrível e tomara que cada um de nós possa falar o mesmo. Porque ele diz assim: "O meu socorro vem do Senhor que fez os céus e a terra. O meu socorro, a minha suficiência não vem da terra, nem do céu, ou seja, não vem de nada criado. O que faz eu ter paz? O que eu faz, o que me fortalece é Deus. Não é o que Deus criou. O meu socorro não vem do que Deus criou. Muitas pessoas quando falam sobre socorro de Jesus, estão pensando em alguma coisa na criação mudar. Deus fazer algo na criação para que então eu me sinta socorrido. Mas Davi não tá dizendo isso. Ele, o socorro dele não vem do céu e da terra. Não vem de algo acontecendo no céu e na terra. O socorro dele vem do Deus que fez o céu e a terra. O socodrilo está no criador, não na criação. Pense sempre se o consolo que você quer está na criação ou em Deus. Se o consolo que você quer que Deus faça alguma coisa na criação, coisas e pessoas, para então que você se sinta em paz, protegido, ou se o seu socorro é o próprio Deus. Ou seja, você confia em Deus e Deus é a sua confiança. Quando Paulo está cheio de de de aflição, a Bíblia diz: "Jesus diz ele, a minha graça te basta". Não é a criação. Não é o que eu vou fazer na criação. Não são as coisas que vão mudar na criação. É a minha graça. Ela vai bastar. É isso que Davi está dizendo com outras palavras. Nós não podíamos ficar uma semana inteira meditando só nisso, olhando paraas nossas vidas, olhando para tudo que isso engloba. O meu socorro vem do Senhor para que a gente não pensasse que vem de Deus fazendo alguma coisa para que ele sentisse esse socorrido. Ele deixa claro que fez os céus e a terra. Eu nunca espero o meu socorro de alguma coisa na terra, nem no céu. Ou seja, eu nunca espero o meu consolo vindo e o meu socorro vindo da criação, mas só do criador, só Deus. Por isso que ele fala em outros lugares fugindo numa caverna, eh, a minha alma tem sede de ti, não da criação, não das mudanças na criação. Ou então até quando eu irei e contemplarei a face de Deus? Então, esse versículo, queridos, dá mil sermões. O meu socorro vem do Senhor que fez o céu e a terra. O céu e a terra só apontam paraa beleza dele. Meu socorro, minha segurança, minha paz não vem do céu, nem da terra, não vem da criação, vem do criador, vem de Deus. É como se ele tivesse ouvindo Jesus falar baixinho no seu ouvido: "Minha paz te dou. Minha, não da criação, não coisas, não do céu. A minha, a paz que eu tenho eternamente. É essa que eu te dou. Isso é a verdade da oração de Davi. O meu socorro vem do eh do do Senhor, do Deus que criou o céu e a terra. O que ele me dá é a paz dele, a alegria dele, a segurança que vem dele, a graça dele. Ele criou os céus e a terra. E os céus e a terra apontam para quem ele é. Mas meu socorro não vem do céu e da terra. Meu socorro vem do Senhor que fez o céu e a terra. Se nós vivêsemos só esse verso tão famoso, que grande impacto nossa vida não terá para a glória de Deus? Vamos louvá-lo. O Deus que fez o céu e a terra. Aleluia. No mundo busquei, mas não pude encher-me. Vazios achei, tesouros perdi. É tudo ilusão, mas Cristo chegou e me trouxe a vida. O que desejei satisfeito está em seu amor. Oh, não há nada melhor do que a ti ou nada melhor do que a ti não há nada. Nada Deus, nada melhor. Não tereis. Vens por minhas fraquezas, >> pois sou pecador. Tu sabes, Senhor, mas teu filho me fez. Pois o Deus das montanhas é o mesmo dos vales. E não há lugar onde a graça e amor não me alcançarão. Não há nada melhor do que a ti ou nada. Melhor do que a ti não há nada. Nada Deus, nada melhor. Não há nada melhor do que a ti ou nada. Melhor do que a ti não há nada. Nada Deus nada melhor. Sorna o pranto em dança. E das cinzas faz cores. A vergonha traz glória. No teu nome há poder. Torna o pranto em danças e dai cinzas mais flores. Da vergonha traz glória. O teu nome há poder das ruinas flores. Ressuscitas os mortos, faz caminho dos bares. Do teu nome há poder. O teu nome há poder. Não há nada melhor do que a ti. Nada. Nada, aó Deus nada melhor. Não há nada melhor do que a ti. Hou nada. Há nada >> melhor do que a ti. >> Não há nada. Nada a Deus nada melhor. flores, ressuscitas os mortos, faz caminho nos mares, no teu nome há poder. >> Ressuscita dos mortos, >> ressuscita dos mortos. Faz caminho nos mares. >> Faz caminho nos mares. Do teu nome há poder. fez o Senhor que fez o céu e a terra está em seu nome. O nome de Deus fala de quem ele é e a fé. Eu sou o que sou. Eu tenho a vida em mim mesmo. Aleluia Deus. Torna o pranto em manças e das cinzas cores. Da vergonha traz glória. No seu nome há poder. As ruínas, as flores, ressuscitas os mortos, faz caminho nos bares, no teu nome há poder. Nasinas, >> ressuscitas os mortos. >> Ressuscitas os mortos. Faz caminho dos pares. >> Faz caminho dos pares. O teu nome há poder. Aleluia. O nome de Deus, o nome de Deus não é só uma designação, né? O nome carrega tudo que ele é. Ele disse que o nome dele é é Yahvé. Eu sou. Eu sou o que sou. Ou seja, eu tenho a vida em mim mesmo. Deus é o bem, é o Deus Macários. Paulo diz, é o Deus bem-aventurado, é o Deus feliz. Não por causa da criação. Ele é feliz eternamente. E esse Deus, ele não tem poder. Ele tem todo poder. Isso não quer dizer que não existe mais nada que tenha poder. Você pode dizer assim: "Ah, eu tenho poder, eu tô aqui em pé. Eu tenho o poder de um ser humano." Então, esse poder é de Deus. Quando ele tira, tu morre. O poder do sol é de Deus. O poder de Satanás é de Deus. Deus não tem mais poder do que os outros. Quando a gente diz que o nome dele tem poder, o nome dele, a Bíblia diz que tem todo o poder. O poder de tudo na criação é dele. Nele existimos, respiramos, nos movemos. E é nele que se move, existe Satanás. É nele que se move, existe cada estrela do universo, cada galáxia, todos os poderes, o poder do mar, o poder da montanha, o poder do trovão, tudo é de Deus. Essas coisas não têm poder. Só Deus tem poder. Só Deus é poder. A gente nunca devia temer nada ou nenhum poder, porque aquele poder meramente é de Deus e está sob esse esse controle absoluto de ser o poder dele. Ninguém mais tem poder. Não há rivais. Ele é o que é. Não há outro que possa se opor a ele, porque a existência da qualquer coisa depende dele para existir. Isso é maravilhoso, porque nos mostra quão seguro estamos e nos mostra a beleza de Cristo na cruz. Aquele lá é o Deus que tem todo o poder. Aquelas pessoas matando ele respiravam, existiam e se moviam nele. Então você vê a beleza da sua mansidão junto com a beleza da sua glória infinita no mesmo lugar. Na face de Cristo. Vamos cantar. Obrigado, >> Deus fiel precioso Cristo, tesouro meu. Ó, que prazer é pertencer a ti dia após dia, tua glória verei. O meu deleite está só em ti. Um povo proclama em adoração. De geração em geração cantam sempre. Não importa o tempo, sempre será. Digno tu és, Senhor, santo, tu és. Santo tu és Deus poderoso, >> Deus, tu és nossa paz. Deus que redime toda re soberano ou e vitorioso é minha vida. Minha canção. O povo proclama em adoração. De geração em geração cantam sempre. Não importa o tempo, sempre será. Digno tu és, Senhor, santo tu és. Novo proclama adoração. De geração em geração cantam sempre. Não importa o tempo, só sempre será. Digno tu és, Senhor. Santo tu és. Digno tu és Senhor santo. Tu és digno, digno tu és entronizado entre os querubins. Há outro igual a ti. Todo és lindo, Deus. Digno do nosso louvor. minha segurança e ó que graça eu andei perdido, mas ele me buscou. Essa é a história. É a música em mim. E todos os dias eu cantarei. Povo proclama em adoração. >> De geração. Geração cantam sempre. do tempo do tempo, só sempre será. Digno tu és, Senhor, santo, tu és. O povo proclama em adoração de geração em geração. Não tão sempre, não importa o tempo, só sempre será. Digno tu és, Senhor. Santo tu és. Digno, tu és, Senhor, santo, tu és. Digno, tu és, Senhor. Santo, tu és. Digno tu és, Senhor. Santo tu és. Santo só tu és. Então, alma canta, Senhor. Grandioso és tu. >> Grandioso és tu. Coso és tu. >> Então min alma canta, Senhor. >> Grandioso és >> grandioso és tu. Grandioso és tu. Então minha ala canta-te, Senhor. Grandoso és tu. Grandioso és tu. >> Então, minha alma canta, Senhor. Grandioso és, >> grandioso és tu. Grandioso és tu. >> Aleluia. Ele é grande. Isso é só o que nossas palavras conseguem expressar. Mas ele é mais. Há pessoas que pensam assim: "Não, pastor, você não tá entendendo. Eu tô passando por uma fase muito difícil, é muito sofrimento. A graça de Deus vai bastar. A alegria de Deus é suficiente. A pessoa diz: "Não, mas o senhor não tá entendendo. Tô entendendo. O amor de Cristo excede a todo entendimento. A o teu sofrimento excede a todo entendimento. Não, então ele é maior. A paz de Cristo é infinita. O teu problema é infinito, então tua paz dele é maior. Não é, não há como você tá experimentando ou eu uma coisa que seja maior do que a paz de Deus ou o amor de Deus. A Bíblia diz que nós devemos junto com a igreja conhecer a largura, altura e profundidade do amor de Cristo que excede a todo entendimento. Toda criação pensando não alcança o amor dele. Esse é o amor dele. Agora, o teu problema excede a todo entendimento, está acima de todas as coisas, é infinito. Não. Então, o amor dele é maior do que o teu problema. O amor dele pode te consolar. O amor dele é melhor do que a vida. A vida está além de todo entendimento. Não tá. A vida, a morte é maior do que o amor de Cristo. Não é. Nada nos separará do amor de Cristo. Nem a vida, nem a morte, nem a inflição. Por quê? Porque o amor dele é maior. Existe algum problema maior que a morte para o ser humano? Não existe. Mas o amor de Cristo é maior do que a morte. Então você vê, não há como a gente dizer que estamos passando por algo que a paz de Cristo não pode. Ela é infinita. O teu problema, o meu, não é infinito. O amor, a beleza, a glória, a graça, a paz de Cristo sempre é maior do que o que nós estamos enfrentando. É por isso que ele pode dizer tranquilamente, não importa o que é, ele pode dizer: "A minha graça te basta". Não, mas o meu problema é muito, mas a minha graça é maior. Minha graça é infinita. O seu problema é muito pequeno perto da minha graça. Minha graça é suficiente. E é isso que nós temos que crer. Assim a gente pode cantar. Na noite escura. 2 3 4. Na noite escura o medo flui sim. Mas Deus é paz em mim. Se tudo é perda, a dor esmaga. Minha força é se o dia mal chega a mim, meu Deus, sim é por mim. Prosseguir pro alvo, eu irei. Jesus morreu por mim. Jesus morreu por mim. Amor que não tem mim, eu tenho em Cristo. Prazer, justiça, paz, eu tenho em Cristo. Amor que não tem vim, eu tenho em Cristo. Prazer justiça, paz, eu tenho em Cristo. Livre de sou. Sou para toda a vida. Sua graça basta. Deus é meu pastor. >> A cada dia. Meu Deus me guia. É a luz em mim. Se o dia mal chegar a mim, meu Deus, sim é por mim. Preguir pro eu irei. Jesus viveu por mim. Jesus morreu por mim. Amor e fim eu tenho em Cristo. Prazer, justiça, paz, eu tenho em Cristo. Amor que não tem fim, eu tenho em Cristo. Prazer, justiça, paz, eu tenho em Cristo. Vivre dele sou. Sou sou. Sou. Se o dia mal chega a mim, meu Deus, sim é por mim. Preguir pro alvo eu irei. Jesus viveu por mim. Jesus morreu por mim. Amor que não tem filho, o tem em Cristo. Prazer, justiça ou paz, o tem Cristo. Amor, que não tem fim, o tem em Cristo. Cristo vive em mim, vive em mim. Amor que não tem fim, eu tenho em Cristo. Fazer justiça, paz, eu tenho em Cristo. Amor que não tem fim. Eu tenho em Cristo. Prazer, justiça, paz. Eu tenho em Cristo. Primeiro sou. Sou. >> Aleluia. Eu tenho tudo em Cristo, querido. Você já pensou o que que diferença isso isso faz? Engraçado ter um controle remoto no meu bolso. >> Vou controlar vocês. Vai entender porque que tem um controle remoto no meu bolso. É essas coisas. Isso é mistério. Deus quer que eu controle alguma coisa que eu não sei. Eh, há uma série. Já tá falando controle remoto, né? Eh, há uma história, filme, livro, seriá que que as pessoas viram, né? Isso é maravilhoso quando a gente pensa que o o eh meu amor está em Cristo, minha paz está em Cristo, minha justiça está em Cristo. Porque não adianta tentar atingir a gente, queridos. Então, na série Harry Potter, ah, o cara do mal lá, o o bruxo do mal, né, o Valdemorte, ele tinha, ele fez Orcrooks, sabe? Você não sabe o que que é porque você não viu, não leu. Mas então ele colocou parte da alma dele em várias orcrucos. Quantas eram, >> sete? Orcus. Só queria saber quem tinha visto. Eh, sete. Então não adiantava tentar matar ele. Você tinha que descobrir onde estava Orcuxs e matar e destruir a Orcrooks. Porque se tu tentasse matar ele, mas a parte da alma dele, a vida dele tava escondida nesses troços aí. Orcs, então você não tinha como matar ele, a não ser que primeiro você destruísse. Então a gente não fez orcru, mas a nossa vida está em Cristo. Isso quer dizer que para tirar da nossa a nossa vida tem que tirar ele do trono, tem que acabar com ele, entende? Então não adianta vir a nós. A nossa paz está em Cristo. Ele está à direita de Deus. Ele é Deus. Para tirar a nossa paz, tem que ir lá. Tem que tirar ele do trono, tem que tirar ele da direita de Deus. para tirar nossa salvação, nossa justificação, nossa vida, tem que ir nele. Não adianta vir em nós, porque não está em nós. Nada pode nos separar do amor de Deus por causa dele, de Cristo, porque a nossa vida está nele. Ele é a nossa vida. Então, não tem como tirar nossa vida atacando a nós, atacando, dizendo aquilo que nós fizemos ou não fizemos. Você tem que conseguir destruir ele onde nossa vida está. Quando a gente diz: "Eu fui amado em Cristo, eu fui eleito em Cristo". Que maravilha. Tudo está nele. Tudo depende dele. Ou alguém vence ele. A Bíblia diz assim: "Uma vez ressuscitado jamais morre". Tá falando de Cristo. Então, se você quiser matar espiritualmente um quem está em Cristo, tem que matar Cristo. Agora, quem vai matar Cristo à direita de Deus? A morte. O que pode atacar a vida do cristão? Nada. Ela está em Cristo, não está num cristão, no homem regenerado. A ideia da Orcrux lá do filme é só fantasia, mas há algo muito mais maior, não é, em nossas próprias vidas. Nossa vida não está em nós, está nele. Ele está à direita de Deus. Ele reina, ele está assentado. Qualquer coisa para nos atingir, tem que conseguir atingir ele. Para acabar com a nossa vida, tem que acabar com a vida dele. Ele a nossa vida. Então, ou você acaba com a vida dele ou você não tem como acabar com a dos seus, a daqueles que estão nele. Isso é maravilhoso. Amor que não tem fim, eu tenho em Cristo. Como ele é eterno, esse amor que eu tenho não tem fim, nem nada pode me separar desse amor. Vamos ofertar e dizimar nesta noite. Agradeço a Deus por esse cuidado. E além de tudo o que ele faz, Paulo diz, ele nos deu o seu dom inefável, o seu dom indescritível, não a criação, não é? Se Deus nos desse toda a criação, seria algo incrível, mas Ele não nos deu. A gente disse no início que Davi disse: "O meu socorro vem do Senhor que fez o céu e a terra". Não vem do céu e da terra. Nossa salvação também não veio da criação. Sabe quando Deus nos deu, ele nos deu o seu filho, não algo criado, não algo que começou a existir, não algo que saiu do nada para a existência, segundo a palavra de Deus, seu próprio filho eterno. Pai, nós te agradecemos, ó Deus, que nós possamos estar maravilhados com a tua bondade para conosco dia após dia. Hoje, hoje nós respiramos o teu ar, bebemos a tua água, olhamos e sentimos o calor do teu sol, vimos as tuas estrelas, ó Deus, desfrutamos de todas essas coisas maravilhosas que são tuas, ó Deus, e que tu nos deixa nos deixa, Senhor Pai, eh, experimentar, mas nós, Senhor Pai, infinitamente mais do que todas as pessoas nesse pequeno planeta. Ô Deus, somos maravilhados porque tu não nos deu, Senhor, Pai, a criação. Tu nos deu o seu próprio filho. Ele é nossa luz, nosso pão, nossa água, nossa vida, nossa paz. Ele é graça em nós. Nós te agradecemos. Que nossos corações em tudo expressem em todas as áreas da vida o profundo louvor, gratidão, que sempre aqueça o nosso coração e nunca deixe eles frios. para que serão pai. Nada sabe só da nossa boca assim tá expressando afeições verdadeiras. Faça isso com essa oferta também em nome de Jesus. Amém. Vamos ofertar. Tá ruim, Sérgio? Tem que mandar alguém que mandar o joelho melhor subir a escada, Sérgio. Vou usar meu controle para consertar o joelho do Sérgio daqui a pouco. Amém. Vamos cantar. O que dizer do amor de Deus que já não foi dito? E al estar tudo aquilo que fazes perderia o ar. Tanto se dissem canções, mas quero adorá-lo ainda mais. Eu canto outra canção. Porque me amas como amas. Não saberia. Porque me amas como amas. O amor é melhor que prata, melhor que ouro, melhor que tudo que há e tudo que há de existir. Por me amas como amas. Não sabia. Oh, oh, não saberia. Amor, verdadeira alegria que o mundo não te dá. Não. Bênçãos que não estão onde o mundo acharia que estão. Um amor tal nem se compara. Com nada mais não deixas, ó quem tu amas. Esse é o amor que tu tens. Mas como entender? Porque me amas? Como amas? Não sabia. Porque me amas? Mas seu amor é melhor que prata, melhor que ouro, melhor que tudo que há e tudo que há de existir. Por me amas como amas não saberia. Por quê? Por porque por me amas como amas não saberia. Por quê? Por porque me amas como amas. saberia. Mesmo se eu duvidar, >> me mostra. >> Mesmo se eu me esquecer, me lembra. >> Mesmo se eu fraco estou, >> meis. Me amais, me amais. >> Mesmo se ouvir a Satanás, >> me mostra. >> Viver com pecador eu sou. >> Me lembra. >> Eu estava em Jesus na cruz. Amas, me amas, me amas. Por que me amas? Como amas? Não saberia. Porque me amas? Como amas? Seu amor é melhor que prata, melhor que ouro, melhor que tudo que há e tudo que há de existir. Por me amas, como amas não saberia. Uh, uh, uh. Não saberia. Uh, uh. Aleluia! Melhor do que prata e ouro. Concere isso é já que ou o homem servia a Deus ou a mamão. Pai, obrigado pela tua graça sobre nós. Fale aos nossos corações em nome de Jesus. Amém. Amém. Os irmãos podem se assentar. Boa noite, Noite, irmãos. Hoje eu queria eh abordar com vocês um dos temas que eu poderia dizer assim que mais faz mal a igreja, que se a pessoa não prestar atenção no que ela está fazendo, ela pode trazer um mal terrível pro ambiente que ela tá, pras pessoas ao redor. E por que que porque há uma tentação antiga no coração humano, que é geralmente ele querer saber mais do que Deus revelou na sua palavra. Não estou falando, obviamente, do desejo santo de você querer conhecer, mas a Deus, de abrir a sua Bíblia com reverência, de meditar no texto e perguntar assim: "Senhor, o que tu disseste aqui? Qual é o seu interesse que eu aprenda aqui?" Esse desejo quando você vai à Bíblia é ótimo. O problema começa quando a curiosidade deixa de serva da palavra e passa a ser querer ser senhora da palavra. O problema começa quando o homem não se contenta com o que Deus disse claramente na palavra e passa a buscar autoridade naquilo que Deus não disse. Ele ora, olha para uma passagem difícil e encontra ali uma possibilidade e transforma daqui a pouco com as palavras dele essa possibilidade que ele viu em certeza e depois transforma essa certeza que ele tem em doutrina. E por fim, exige que todos ao seu redor façam aquilo que está na palavra como se fosse a própria voz de Deus, sendo que aquilo não está na palavra de Deus. Isso acontece muito mais do que nós imaginamos. acontece em pregações que nós vemos, em vídeos, em conversas na igreja, em frases que muitas vezes vão parecer profundas e acontece em teorias que dão a sensação de que aquela pessoa descobriu um segredo escondido na Bíblia que ninguém tinha visto antes. Mas muitas vezes aquilo que parece profundo é apenas a imaginação da pessoa com uma roupa religiosa que ela está botando. Parece a revelação de Deus, mas ela é só uma especulação. Parece um discernimento, mas é o orgulho daquela pessoa se mostrando ali. Parece que ela tem um zelo pela palavra de Deus, mas é uma tentativa de trazer e de fazer a escritura dizer aquilo que ela simplesmente não disse em momento nenhum. Por isso Paulo diz assim em Primeira Coríntios 4:6, não ultrapassem o que está escrito. Essa frase de Paulo, ela precisa pesar sobre nós todas as vezes que nós formos à Bíblia para meditar. Não ultrapassem as escrituras, não passem dessa linha. Não coloque sobre a consciência das pessoas aquilo que Deus não colocou. Não chame de doutrina aquilo que Deus não revelou. Isso não é um convite a você ser superficial nos assuntos. Paulo não está dizendo que nós devemos então estudar pouco, pensar pouco, comparar pouco com o que está na Bíblia e a nossa vida. meditar pouco sobre os assuntos. A Bíblia nos chama, nos chama a amar a Deus e também amar a Deus com a nossa mente. O que Paulo está dizendo aqui é colocar uma cerca santa ao redor da nossa interpretação da Bíblia. Ele está dizendo ali que a palavra de Deus é o limite da autoridade espiritual. Quando alguém ultrapassa o que está escrito, bom, às vezes vai aparecer apenas um detalhe que ele está mostrando, mas quando aquele raciocínio vai caminhando pro fim, uma coisa boa não vai sair dali. Uma suposição aqui, uma conexão criativa ali, uma frase do tipo: "Pode ser que isso aqui signifique aquilo". Mas depois que ele vai ali falando daquilo de novo e de novo, a linguagem muda. O pode ser vira é assim. O talvez começa a virar. Deus mostrou na revelação a hipótese que ele tinha falado lá no início. Virou uma revelação. A curiosidade vira doutrina. E quando isso acontece, a igreja, a igreja deixa de ser alimentada pela palavra e passa a ser alimentada pela imaginação daquela pessoa. E é assim que muitas falsas doutrinas nascem. Elas raramente começam dizendo assim: "Vamos abandonar completamente a Bíblia agora". Normalmente ela começa com preocupações que parecem espirituais. Você diria até que ela é piedosa. Olha, se nós pregarmos a graça dessa forma, as pessoas vão começar a achar que elas podem viver em pecado. Se enfatizarmos demais sobre a soberania de Deus, as pessoas vão deixar de buscar santidade. Se dissermos que o homem é incapaz de salvar a si mesmo, vamos destruir a responsabilidade humana e eles vão achar que eles não precisam fazer nada. Foi assim que erros terríveis nasceram ao longo da história da igreja. O pelagianismo, por exemplo, foi exatamente assim. Surgiu com uma tentativa de proteger a responsabilidade moral do homem, mas acabou como? Diminuindo a profundidade da queda e a necessidade absoluta nossa da graça divina. Mais tardes, outras correntes passaram a suavizar a escravidão do pecado em nome da preservação da suposta autonomia do homem. O problema é quando tentamos corrigir a Bíblia com a nossa lógica, nós acabamos criando um sistema mais confortável pro orgulho humano do que fiel à revelação divina. Ou então poderíamos dizer assim: "Há algo mais profundo aqui nessa passagem que ninguém percebeu". E essa frase pode ser perigosíssima, porque nem tudo que parece profundo é verdadeiro. Às vezes o que parece profundo, na verdade, é só confuso mesmo. Às vezes o que parece espiritual é só uma sensação boa que você está sentindo ao pensar sobre aquele assunto. Às vezes, o que parece novo é apenas o velho orgulho humano tentando se vestir de revelação para você. Deus não nos chamou para sermos caçadores dos mistérios ocultos da Bíblia. Deus nos chamou para sermos servos fiéis daquilo que ele revelou a nós. Sobre esse assunto, Moisés disse o seguinte em Deuteronômio 29:29: "As coisas encobertas pertencem ao Senhor, o nosso Deus, mas as reveladas pertencem a nós e aos nossos filhos para sempre, para que sigamos todas as palavras dessa lei." Veja como esse texto aqui de Moisés é equilibrado. Ele não nega que existem coisas encobertas ou difíceis de ver. Existem. Há coisas que Deus simplesmente não explicou para nós. Há perguntas pelas quais ele não nos deu resposta. Há detalhes da eternidade, da providência, dos decretos divinos, do mundo invisível que ele decidiu não revelar a nós. Mas o texto também diz que as coisas reveladas por ele pertencem a nós. Pertencem a nós com um propósito para que sigamos a palavra do Senhor. Ou seja, Deus não revelou a sua palavra para satisfazer a curiosidade de ninguém, mas para formar a nossa fé. a nossa obediência e a nossa adoração a ele. Então, a pergunta principal quando abrimos a Bíblia não deve ser: Que mistério escondido eu posso encontrar além da superfície desse texto aqui? A pergunta deve ser sempre: o que Deus revelou aqui e como eu devo me submeter a isso? A primeira pergunta coloca o homem no centro da situação. A segunda coloca Deus no centro. A primeira usa a Bíblia como uma matéria-pra criativa, religiosa para as suas vontades. A segunda recebe a Bíblia como a palavra viva e suficiente do Deus santo. Quando o homem não se contenta com a palavra de Deus, ele começa a colocar palavras na boca de Deus. E não há nada seguro nisso. A fé cristã precisa de um fundamento. E o fundamento não é aquilo que nós conseguimos imaginar. O nosso fundamento é aquilo que Deus revelou para nós. E para isso agora, precisamos entender com clareza o que que são inferências. Inferir é tirar uma conclusão a partir de algo que foi dito, mostrado ou revelado. E não se engane, nós fazemos isso o tempo inteiro. Se uma pessoa, por exemplo, entra em casa molhada, com guarda-chuva na mão, o que que você pensa? Nós podemos inferir o quê? está chovendo lá fora. Você nunca ia pensar que aquela pessoa pulou com um guarda-chuva na piscina. A pessoa talvez ali não tenha dito em momento nenhum: "Olha, está chovendo". Mas há elementos ali suficientes para uma conclusão razoável sua de que está chovendo lá fora. Na leitura bíblica, nós fazemos inferências. Isso não é errado em si mesmo. Ler envolve observar, comparar, ligar ideias, perceber as consequências daquilo e compreender as suas implicações. O problema não é você pensar sobre assunto. O problema é você pensar acima da escritura. O problema não é nunca você concluir algo a partir do que a escritura tá falando. O problema é você concluir mais do que o texto permite você concluir e depois falar como se Deus tivesse dito aquilo. Por exemplo, na Bíblia diz assim: Jesus chorou em João 11:35. Esse é um dos textos mais curtos e mais profundos da Bíblia. A partir dele, o que que nós podemos concluir? que Jesus expressou eh expressões humanas reais ali. Essa inferência é legítima. Ela nasce do que o texto está mostrando. Ela concorda com a doutrina clara e verdadeira da humanidade de Cristo. Ela não inventa uma história secreta, ela não cria uma doutrina paralela. Ela apenas reconhece uma implicação natural daquilo que Deus revelou. Jesus não é que ele parecia humano, ele era humano. E por isso ele expressa emoções humanas aqui, sem deixar de ser Deus, o filho eterno, assumiu a verdadeira natureza humana. Ele sentiu fome, sede, cansaço e tristeza. E ele chorou ali diante da morte. Ele se compadeceu com os pecadores. Então, quando inferimos que as lágrimas de Jesus revelam emoções humanas reais, nós estamos seguindo exatamente o caminho que a própria escritura está abrindo. Mas veja a diferença. Uma coisa é você dizer o que o texto permite tirar uma conclusão. Outra é você pegar esse texto e começar a construir algo que a Bíblia nunca disse e que vai contra tudo o resto que está na Bíblia. Alguém poderia dizer assim: "Jesus chorou". Então ele não concordava com aquilo que tinha acontecido que o Pai tinha decretado. Ou então ele chorou porque ele perdeu o controle daquela situação. Ou ainda as lágrimas de Cristo mostra que ele foi vencido momentaneamente pela tragédia. Mas nada disso está no texto. Se você lê o contexto inteiro da passagem, você vai ver que isso não aconteceu. Pelo contrário, o mesmo Cristo que chorou diante do túmulo do Lázaro também falou o quê? Eu sou a ressurreição e a vida. Em João 11:25, ele sabia exatamente o que ele faria. Ele sabia que ele ia ressuscitar Lázaro. Ele sabia que aquela enfermidade serviria paraa glória de Deus. Como diz João 11:4. As lágrimas de Jesus não revelam um descontrole da situação, uma discordância do Pai ou uma impotência dele diante da morte. revela a profundidade da sua compaixão, a sua verdadeira humanidade e sua santa oposição ao horror do pecado e da morte que entraram no mundo pela queda do homem. O problema da falsa inferência é justamente esse. Ele pega um detalhe verdadeiro, como Jesus chorou, e o conduz para conclusões que contradizem o restante da revelação da Bíblia. O texto não disse isso. A Bíblia não disse isso. A inferência então passou da linha. Então a gente precisa guardar essa frase. Inferências não é a revelação. Inferência é a conclusão humana sobre a revelação divina. E por isso ela sempre precisa ser humilde, precisa ser testada e precisa ser comparada com o restante da escritura para ver o que está ali. Ela precisa aceitar os limites. Uma inferência saudável vai dizer: "O texto parece nos conduzir para essa conclusão. Uma inferência perigosa diz: Deus disse quando Deus não disse aquilo." Há uma grande diferença entre reconhecer uma implicação bíblica e inventar uma doutrina. A implicação bíblica nasce do texto e ele ela vai continuar presa ao texto. A invenção religiosa usa o texto como ponto de partida e depois ela segue sozinha. como se a imaginação tivesse autoridade para completar o que Deus deixou em silêncio. A Bíblia não precisa da nossa criatividade para se tornar poderosa. Ela já é a palavra de Deus. Paulo escreveu o seguinte em segunda Timóteo 3:16. Toda a escritura é inspirada por Deus e útil para o ensino, para repreensão, para correção e para instrução na justiça. A utilidade da Escritura não depende de acréscimos e camadas secretas do texto que nós devemos ver. Ela é útil porque ela é inspirada por Deus. Ela ensina, ela repreende, ela nos corrige e instrui porque ela vem da boca de Deus. Isso significa que o pregador, o professor, o líder, um crente comum, todos nós devemos nos aproximar da Bíblia como quem se aproxima da voz do superior. Não abrimos a Bíblia para nós dominarmos ela. Abrimos a Bíblia para sermos dominados pela Bíblia. Não abrimos um texto para ver como ele pode servir a nossa ideia, como que ele pode confirmar a ideia que eu tive. Abrimos o texto para que ele corrija as nossas ideias. A inferência correta se comporta como uma serva. Ela não vai se sentar no trono. Ela não manda no texto, ela não força o texto. Ela pergunta: "O que está escrito aqui? O que que isso significa? Como se isso se encaixa no todo da revelação? A inferência falsa faz o contrário. Ela chega no texto com uma conclusão pronta e vai procurar um jeito de encaixar aquilo. Por isso, ao ouvir qualquer ensino, nós precisamos nos perguntar: Isso aqui nasceu claramente do texto? Isso respeita o contexto do que está acontecendo? Isso concorda com o restante da Bíblia? Isso exata é Deus revelado nas escrituras ou isso apenas vai alimentar a curiosidade, o medo, orgulho ou sensação de superioridade espiritual? A inferência tem lugar na vida cristã, mas ela deve caminhar de joelhos diante da Bíblia. Agora, eh, podemos entender que inferências não são doutrinas na Bíblia. Uma doutrina bíblica não nasce de uma possibilidade interessante que você achou, não nasce de uma conexão criativa, não nasce da impressão pessoal ali, não nasce de uma experiência marcante da pessoa. Doutrina é aquilo que Deus revelou com autoridade suficiente para governar a fé e a vida do seu povo. E deixa claro nas escrituras, uma possibilidade não é doutrina. Uma probabilidade não é doutrina. Criatividade, experiência também não. Doutrina é aquilo que Deus revelou claramente na sua palavra. E isso parece simples, mas é exatamente aqui que muitos erros vão começar. Alguém lê um texto e diz assim: "Pode ser que isso signifique isso aqui. Até aí tudo bem. É uma hipótese que a pessoa está vendo ali, mas depois a pessoa começa a pregar como se aquela hipótese fosse uma certeza. Depois ela começa a julgar quem discorda. Depois começa a construir outras ideias sobre aquela primeira hipótese. E quando percebemos, construímos eh uma construção inteira que foi levantada com base no que a Bíblia nunca colocou ali. É como construir uma casa na areia. Parece haver algo ali, mas não há um fundamento sólido. A escritura não nos proíbe de pensar, ela nos proíbe de atribuir autoridade divina aos nossos pensamentos. Doutrina precisa de um chão bíblico, precisa ser, ter clareza, precisa ter coerência com toda a escritura, precisa suportar o peso da fé da igreja. A igreja não pode ser governada por especulações. A consciência do crente não pode ser presa a hipóteses. A pregação não pode exigir submissão onde Deus não falou. E isso, obviamente, é muito sério, porque quando alguém transforma uma inferência frágil em doutrina, essa pessoa está fazendo mais do que uma interpretação ruim. Ele está colocando um peso espiritual daquela interpretação ruim dele sobre os outros. Ele está dizendo, você precisa crer nisso. Ele está criando critérios de eh fidelidade que Deus não criou. Ele está usando o nome de Deus para defender uma conclusão humana. Deuteronômio 29:29, como vimos, nos ajuda de forma poderosa que as coisas encobertas pertencem a nosso Deus. As coisas encobertas pertencem a ele, não a nós. Isso significa que há um limite pro nosso conhecimento. Há um ponto em que a pergunta humana precisa se ajoelhar diante do silêncio divino. E isso é dificílimo para nós. Nós gostamos de não ter esse limite. Queremos saber o que que aconteceu antes, depois, por trás, o que que estava acontecendo nos bastidores, por que aconteceu isso e isso e aquilo. Nós queremos preencher todas as lacunas. Queremos explicar o que Deus não explicou. Você ter curiosidade não tem problema, mas querer explicar o que Deus não explicou, aí está começando a passar. Queremos transformar cada mistério em uma resposta segura, cada detalhe obscuro em doutrina, cada silêncio em teoria. Mas o cristão maduro aprende a dizer uma coisa ótima nesse tipo de situação. A resposta é: não sei. Isso não é fraqueza. Isso é uma reverência ao que está na Bíblia. Quando Deus fala, nós nos curvamos. Quando Deus silencia, nós também nos curvamos. Essa humildade protege a igreja, protege a pregação, protege a consciência dos crentes, protege cada um de nós de líderes que querem controlar as pessoas usando afirmações que a Bíblia não sustenta. Protege de movimentos que criam medo a partir de especulações, protege de ensinos que parecem espirituais, mas eles só estão ali para escravizar a alma. Pensem no perigo disso. Uma pessoa está sofrendo, digamos que ela perdeu alguém ou ela tá doente, está confusa e fraca na situação que ela está. Então chega alguém com uma doutrina construída com inferências frágeis e diz: "Deus está fazendo isso porque você não entendeu a chave espiritual da situação ou então isso aconteceu porque é uma casa oculta ou um pecado oculto seu." Nós estudamos sobre Jó e como os seus amigos falaram tantas vezes isso aqui para eles e isso não consola ninguém e isso na verdade oprime. E a palavra de Deus consola o cristão. A imaginação humana pesa sobre o outro. Por isso, precisamos aprender a usar uma linguagem honesta. Quando a Bíblia é clara, nós somos claros. Quando a Bíblia permite uma conclusão provável, devemos falar a conclusão provável. Quando a Bíblia não revelou, devemos dizer que ela não revelou. A fidelidade não está apenas no que afirmamos, ela também está em não afirmar demais. Aqui há um tipo de humildade que deve marcar toda a pregação bíblica. A coragem de dizer que Deus disse e reverência de parar aonde Deus parou. Porque a autoridade da igreja não está na inteligência do pregador, nem na criatividade do intérprete, nem na força emocional de uma mensagem. A autoridade da igreja está na palavra de Deus. E a palavra de Deus é suficiente para nós. Mas é importante dizer que nem toda a inferência é errada. Há inferências aceitáveis, necessárias e profundas bíblicas. O problema não é tirar conclusões a partir da escritura. O problema é tirar conclusões que a escritura não sustenta e depois tratar ela como se ela fosse a escritura. Uma inferência aceitável precisa nascer do texto, respeitar o texto e concordar com toda a Bíblia. Ela não pode contradizer doutrinas claras que estão na bíblica. Na Bíblia, ela pode ela não pode virar o fundamento central. da fé. Se a própria escritura não colocou ela ali naquele lugar, não pode apresentar uma possibilidade. Com certeza. A inferência eh legítima, ela não domina a escritura. A inferência legítima, ela serve a escritura. Um exemplo clássico que a gente pode dizer disso é a doutrina da trindade. A palavra trindade não aparece assim na Bíblia, mas a doutrina não foi inventada pela imaginação humana. Ela nasce na união de verdades bíblicas claras. A Bíblia ensina que há um só Deus. Ela ensina que o Pai é Deus. Ela ensina que o Filho é Deus e que o Espírito Santo é Deus. Ela também ensina que o Pai, o Filho e o Espírito Santo são distintos, são pessoas distintas. Portanto, a igreja confessa a Trindade não porque eh encontrou uma palavra isolada ali para falar isso aqui, mas porque ela se curvou ao conjunto da revelação bíblica. Veja a diferença. Nesse caso, não estamos pegando um texto obscuro e criando uma teoria que exige que todos aceitem aquela teoria. Estamos reunindo verdades claras das Escrituras e confessando aquilo que a própria Bíblia nos obriga a confessar. É uma inferência fiel ao texto. E ela é fiel porque ela não nasce da curiosidade, ela nasce na necessidade de honrar tudo o que Deus revelou. Se alguém dissesse que apenas o pai é Deus e negasse o filho, ele está rejeitando textos claros sobre isso. Se dissesse apenas que Jesus é Deus e negasse a distinção entre o Pai e o Filho, também estaria rejeitando textos claros. Então, a doutrina da trindade não é uma mera especulação, ela é uma submissão ao testemunho total das escrituras. E isso nos ajuda eh e nos ensina um princípio muito importante aqui. A Bíblia inteira deve governar as nossas conclusões. Nós não interpretamos um texto como se estivesse sozinho no universo. A escritura interpreta a escritura. O claro ilumina o difícil. O centro governa simplesmente todos os detalhes. O que Deus disse repetidamente e claramente não pode ser negado por uma interpretação criativa de uma passagem difícil obscura. Por exemplo, se uma leitura de um determinado texto faz parecer que Deus não sabe o futuro, nós precisamos voltar e ver a Bíblia inteira. A escritura apresenta Deus como aquele que conhece todas as coisas, que declara o fim desde o princípio, que governa soberanamente a história. Então, não podemos aceitar uma interpretação que diminui a unisciência de Deus apenas porque um texto interessante e um texto isolado fala algo que faz você pensar nisso. Se uma leitura faz parecer que Cristo não é o suficiente, precisamos então voltar ao todo da revelação. A escritura ensina que nele nós temos redenção, perdão, reconciliação e vida eterna. Então, qualquer ensino que acrescente técnicas, objetos, códigos ou segredos que fossem necessários para completar a obra de Cristo, precisa ser rejeitado imediatamente. Se uma leitura faz parecer que o homem é o centro da Bíblia, precisamos voltar ao todo da Bíblia. A escritura começa com Deus, termina com Deus e tem como centro a glória de Deus revelada em Cristo. O homem é importante porque foi criado à imagem de Deus, como vimos algumas semanas atrás, e porque Deus o redime em graça, mas o homem não é o sol no qual a Bíblia gira em torno. Consegue perceber isso? A inferência aceitável nunca nos afasta das grandes verdades da Bíblia. Ele nos leva mais profundamentes, mais profundamente nelas. Também precisamos lembrar que há graus de certeza. Nem toda conclusão tem o mesmo peso. Algumas coisas são centrais e claras. E todo crente deve entender. Deus é santo. Cristo é Deus. O homem é pecador. A salvação é pela graça. Jesus morreu e ressuscitou. Haverá juízo. Cristo voltará. Outras coisas podem ser debatidas com humildade entre irmãos. Há coisas que simplesmente nós não sabemos. Maturidade é saber diferenciar entre essas categorias. Imaturidade é tratar toda opinião como um fundamento da fé. Nem toda a convicção forte que a pessoa tenha é uma convicção bíblica. O tom confiante que ela fala não transforma uma especulação em verdade. Uma voz firme em uma determinada situação não dá, no final das contas, a autoridade divina a ideia humana que está sendo exposta. A pergunta não é, ele falou isso convicção. A pergunta certa é: a escritura inteira sustenta essa afirmação? A igreja precisa de homens e mulheres que amem a verdade, não o espetáculo, que busque com fidelidade e não a novidade que achem, que prefirem uma interpretação simples e correta, que uma interpretação brilhante, mas que seja falsa. E nesse momento nós precisamos perguntar, por que as pessoas usam inferências para criar doutrinas falsas? Por que alguém troca a clareza da palavra pela sedução da especulação? Por que uma pessoa prefere concluir uma teoria frágil em vez de permanecer no que Deus revelou? A resposta, eu diria que não é apenas intelectual, ela é espiritual. Às vezes o problema é desejo por novidade. O evangelho às vezes para as pessoas pode parecer simples demais para um coração que quer impressionar o outro. Dizer que Deus é santo, que o homem é pecador, que Cristo morreu pelos pecadores, que devemos nos arrepender e crer pode parecer comum de tanto que nós escutamos e a pessoa quer parecer mais profunda. Então essa pessoa vai procurar algo diferente, algo que seja misterioso, algo que pareça revelar uma camada escondida Bíblia. Mas a igreja não é alimentada pela novidade. A igreja é alimentada pela verdade. Outras vezes, o problema é o desejo de controle que as pessoas têm. Existem pessoas que não suportam não saber de algo. Elas precisam ter uma explicação para tudo. Ela precisa organizar todos os mistérios, precisa dizer o que que aconteceu por trás de cada acontecimento. Então, quando Deus não revelou algo, em vez dele descansar, eles preencem o silêncio com imaginação. Só que a fé não é controlar todas as respostas que nós desejávamos ter. Fé confiar em Deus que controla todas as coisas. Também há muitas vezes o orgulho espiritual. Essa talvez seja um dos perigos, eu diria, mais sutis. A pessoa começa a se sentir especial porque viu o que os outros não viram. Ela passa a falar como se estivesse em um nível superior de entendimento. Quem discorda depois de um certo tempo é tratado como frio, raso, carnal, sem revelação. E assim a interpretação deixa de ser um serviço à igreja e passa a se tornar um instrumento de superioridade. E isso, é óbvio, é algo muito sério, porque a verdadeira compreensão da palavra não produz arrogância, produz humildade. Quanto mais nós vemos a grandeza de Deus, menor nos sentimos diante dele. Quanto mais entendemos a santidade de Deus, menos vontade nós temos de brincar com a palavra de Deus. Quanto mais compreendemos a suficiência do que Cristo fez, menos fascinados nós ficamos com as teorias humanas. que aparecem. Nem toda a ideia que parece espiritual nasceu do espírito. Algumas ideias nascem do medo, outras nascem da vaidade, outras nascem da vontade de impressionar, outras nascem da inquietação do coração que não aprendeu a descansar nas respostas que a Bíblia nos deu. E aqui nós precisamos fazer uma pausa honesta, porque esse perigo não está apenas, a gente pode dizer lá fora, ela está sempre dentro de cada um de nós. Todos nós queremos que a Bíblia confirme o que nós já pensamos. Todos nós podemos preferir uma interpretação que favoreça o que eu gosto ou o que eu não gosto. Todos nós podemos podemos sentir o desejo de que uma resposta mais impressionante do que a resposta simples das escrituras. Por isso, precisamos ser corrigidos pela palavra. A Bíblia não é um barro em nossas mãos. Nós é que somos barro diante de Deus. E o que Deus faz em nós? A escritura não existe para ser moldada por nós. Nós existimos para ser moldados por ela. Um sinal de que estamos criando falsas doutrinas é quando a ideia geralmente se torna mais importante do que o texto. A pessoa já não se alegra tanto nas escrituras, ela se alegra naquilo que ela descobriu, naquela teoria que ela tem. Ela já não volta humildemente ao texto, ela volta apenas para encontrar apoio. Ela já não diz isso, é fiel? Ela pergunta: "Como posso provar aqui se eu estou certo?" Outro sinal é quando a doutrina produz eh fascínio, mas não produz santidade. Ela deixa as pessoas curiosas. Muitas vezes aparecem cristãos que estão fascinados com as coisas da graça. Ela fica curiosa, agitada, impressionada, mas aquilo não deixa ela humilde, mais arrependida, mais obediente, mais cheia de amor a Deus. Isso é sempre o alerta. A verdade bíblica santifica. Jesus orou assim em João 17:17. Santifica-os. Na verdade, a tua palavra é a verdade. É mais fácil especular sobre mistérios do que obedecer a mandamentos claros de Deus. É mais fácil discutir detalhes obscuros do que muitas vezes perdoar um irmão. É mais fácil criar teorias sobre o mundo espiritual do que modificar, mortificar o nosso pecado. É mais fácil falar sobre códigos escondidos do que se arrepender diante da cruz. A especulação, ela pode parecer espiritual, mas ela nos afasta da obediência. A Bíblia não foi dada para que nós sejamos impressionados. Ela foi dada para nós, para que nós sejamos fiéis à palavra de Deus. Ela não foi dada para alimentar a nossa eh vaidade intelectual. E a nossa curiosidade foi dada para revelar Deus, expor o nosso pecado, mostrar Cristo e formar um povo santo. Quem acha que isso é pouco ainda não entendeu a grandeza do que foi revelado. Agora, eu diria que nós precisamos olhar para como as falsas inferências são construídas. Normalmente elas não aparecem assim prontas. Elas seguem um caminho e esse caminho muitas vezes eh tem textos difíceis ou obscuros da palavra. A Bíblia, não se engane, tem palavra, tem passagens que são difíceis. Não precisamos fingir que tudo é simples no mesmo nível. Há textos que exigem estudo, paciência, contexto e humildade. A passagem que bons cristãos vão discordar sobre detalhes. Há partes em que Deus revelou o suficiente paraa nossa fé, mas não respondeu a todas as nossas curiosidades. O que não eh o erro aqui não está em nós estudarmos textos difíceis. O texto é construir uma doutrina como se ela fosse central a partir de detalhes que Deus não esclareceu. Textos difíceis exigem humildade nossa, não imaginação. O problema começa quando alguém pega uma interpretação possível e, como eu disse, passa a tratar ela como uma certeza. A pessoa diz: "O texto pode ser que signifique isso". E depois ela vai estar dizendo, esse texto significa isso e por fim, depois de um tempo, ela vai falar: Deus revelou isso. E por fim, quem não aceita isso está rejeitando a verdade. Quantas vezes nós não vemos cristãos discutindo na internet, por exemplo, detalhes minuciosos, difíceis da Bíblia para ficar discordando e brigando com outros cristãos na internet. O que começou com uma hipótese termina com uma imposição. O perigo começa quando uma possibilidade ganha um tom de decreto divino. Geralmente isso vem acompanhado sempre de saltos lógicos. Um salto lógico acontece quando a conclusão vai muito além das premissas que o texto permite para nós. A Bíblia mostra Deus falando de sonhos em alguma algumas ocasiões. E alguém pode concluir por conta disso. Logo, o meu sonho é uma revelação de Deus. Aquele sonho que de que por acaso aconteceu tudo que ela gosta que ela gostaria. Ela pode pensar aquilo é uma revelação de Deus para mim. Mas o texto não diz isso. A Bíblia mostra a Deus usando objetos em uma situação específica. E alguém poderia concluir, logo esse objeto tem poder espiritual permanente. Mas o texto não está dizendo isso. A Bíblia mostra alguém sendo abençoado materialmente. E o que que as pessoas normalmente gostam de concluir? Logo, todo crente fiel vai ser rico. Mas a Bíblia inteira não fala isso. Esses saltos parecem pequenos quando são apresentados com emoção pela pessoa que está dizendo, mas na verdade eles são enormes. A pessoa sai de um acontecimento específico e faz uma regra universal. Sai de uma narrativa para uma fórmula, sai de uma descrição para uma doutrina. Sai do que Deus fez em um determinado momento da história para uma lei que Deus nunca estabeleceu. É assim que muitas pessoas começam a ser enganadas, porque o ensino começa com um texto bíblico. E quando começa com um texto bíblico, geralmente a pessoa vai, digamos assim, desarmada. O, aquilo parece seguro, mas a questão não é apenas se o texto foi citado, a questão é se o texto foi interpretado corretamente. Outra forma de construir inferência, falsas inferências, é acrescentar ideias externas ao texto. A pessoa não começa perguntando o que que a Bíblia diz. Ela começa com uma ideia que ela já quer defender, depois procura um versículo específico que pareça confirmar aquilo. E isso pode eh pode aparecer em uma numerologia forçada, em teorias da conspiração, em um misticismo disfarçado de profundidade bíblica. Nesses casos, a Bíblia deixa de ser a voz que governa e passa a ser um enfeite que vai confirmar o que você quer. A pessoa já decidiu o que ela quer dizer, depois procura uma passagem para apoiar ela. Se o contexto atrapalha, pois bem, ignore o contexto e vai no versículo sozinho. Se a doutrina bíblica contradiz, ele contorna para parecer que não que não contradiz. O importante já não é mais ouvir Deus. O importante é defender a ideia. O erro começa quando a Bíblia deixa eh a Bíblia deixa de explicar nossas ideias e nossas ideias começam a explicar a Bíblia. Talvez uma das formas mais perigosas disso seja quando alguém cria uma narrativa inteira que a Bíblia não criou. A pessoa pega um detalhe bíblico, junta com algumas especulações que ela faz, acrescenta alguns elementos externos e cria uma história paralela que depois passa a ler toda a Bíblia a partir daquela história que ele falou. Por exemplo, a Bíblia pode falar de um episódio difícil. Em vez de você verificar o que que o texto diz e o contexto do que aquilo significa, alguém cria uma especulação eh envolvendo a ameaça do plano de Deus, a intervenção emergencial divina e mistérios ocultos ali. Mas o texto em nenhum momento disse que Deus teve que agir eh, digamos assim, pego de surpresa na situação. O texto não explicou isso. O texto não colocou um peso sobre aquele episódio. Aquele problema se torna ainda mais sério ali, porque a pessoa já não está apenas interpretando um texto, ela está criando uma história alternativa por trás da história bíblica. está dizendo que o verdadeiro sentido não está no que Deus declarou claramente, mas em uma camada escondida que apenas algumas pessoas conseguiram enxergar. E isso muda o centro da Bíblia. Em vez de pecado, juízo, graça, aliança, redenção e Cristo, o centro passa a ser a teoria. Em vez de Deus soberano governando a história, temos um roteiro de ameaça e reação. Em vez de revelação clara, nós temos códigos. Em vez de adoração, temos curiosidade. Quando a explicação fica maior do que o texto, a imaginação já ocupou um lugar da revelação. Falsas inferências também se alimentam de textos isolados. Elas adoram textos isolados. Alguém pega um versículo bonito, retira o contexto, aplica que o propósito do texto nunca disse ele. O resultado pode parecer bíblico para você, porque usa palavras bíblicas, está usando um versículo bíblico, mas ele não é fiel porque não respeita o sentido bíblico. Por exemplo, tudo posso naquele que me fortalece. Filipenses 4:13. Muitas vezes, como é que ele é usado? Ele é usado como uma promessa de sucesso em qualquer projeto pessoal que você tenha. A pessoa aplica o texto a uma prova, a uma promoção que ele está querendo, ao plano financeiro, a uma vitória esportiva, como se Paulo estivesse dizendo aqui que Cristo nos fortalece para nós conquistarmos o que desejamos. Mas o contexto aqui é completamente outro. Paulo está falando do contentamento em todas as circunstâncias, tanto na fartura quanto na necessidade, tanto no seu desejo ser feito quanto não. O texto não ensina que Cristo nos fortalece para nós realizarmos qualquer ambição nossa. Ensina que Cristo nos sustenta até quando as nossas ambições são negadas. Jeremias 29:11 diz assim: "Porque sou eu que conheço os planos que tenho para vocês". Também aqui é frequentamente frequentemente usado como garantia de prosperidade individual imediata. Mas Jeremias está falando a um povo no exílio dentro de uma história específica de juízo, disciplina, esperança e restauração. Isso não significa que o texto não revele o caráter fiel de Deus. Ela ali, revela, mas não pode ser arrancado do seu contexto e transformado numa promessa automática de conforto imediato do do plano pessoal das pessoas. Outro texto é Mateus 18:20, que diz assim: "Pois onde se reunirem dois ou três em meu nome, ali eu estou no meio deles". Muitas vezes esse texto é usado como se Deus só tivesse presente quando há pelo menos duas ou três pessoas reunidas. Mas você vê, todos nós sabemos, o contexto aqui trata de disciplina, testemunho e autoridade da comunidade. A presença de Cristo com seu povo é real, mas o versículo não foi dado para negar a presença dele com o crente sozinho em oração. Consegue perceber isso? O problema não é você citar a Bíblia. O problema é você deslocar o texto de onde Deus colocou ele. Texto sem contexto vira só um pretexto que você tá usando. E quando isso se repete, as pessoas passam a conhecer frases bíblicas sem conhecer a Bíblia. Sabem recitar versículos de cor, mas elas não sabem o que realmente lhe significa. Carregam promessas sem contexto, mandamento sem aliança, narrativa sem redenção, símbolos sem Cristo. O que são símbolos sem o Cristo? A imaginação não precisa negar a Bíblia para ela ser perigosa. Basta você usar ela mal. Agora, eu diria que precisamos dar mais um passo aqui. Falsas inferências não eh produzem apenas interpretações erradas. Elas produzem no final uma visão errada de Deus. E esse a gente pode dizer é o ponto mais grave aqui. Toda falsa doutrina, quando ela é levada até o fim do seu raciocínio, ela vai diminuir algum atributo de Deus. Talvez quando você escute ela não pareça no começo. Talvez ela seja uma linguagem bonita. Talvez a pessoa diga: "Está defendendo a honra de Deus, revelando os mistérios de Deus, explicando os planos de Deus. Mas se a doutrina nasceu de uma especulação e não da Escritura, em algum ponto ela vai apresentar um Deus menor que o Deus da Bíblia. Às vezes Deus é apresentado como se ele fosse surpreendido, como eu disse, como se a história tivesse tomado um rumo que ele não privia, como se o pecado, os demônios, os homens ou qualquer outro poder criado pudessem colocar Deus contra a parede, como se o Senhor pudesse improvisar e precisasse improvisar ali naquela situação, como se ele tivesse um plano e algo fugisse do controle. Então ele precisasse reagir para salvar a própria verdade. Como se ele não soubesse, por exemplo, que Adão e Eva iam pecar. Como é que ele fez eh como é que ele tinha feito a promessa junto com seu filho na eternidade se ele não soubesse disso? Esse não é o Deus da Bíblia. O Deus da Bíblia não é pego de surpresa. Ele não descobre o problema tarde demais. Ele não corre atrás do prejuízo. Ele não governa como alguém que tenta controlar os danos. Quem fazer isso somos nós. Em Efésios 11:1, ele faz todas as coisas conforme o propósito da sua vontade. Ele reina sobre a história, sobre reis, nações, anjos, demônios. sobre a vida e sobre a morte. Deus não improvisa. E isso precisa consolar a igreja. Porque se Deus improvisa, então nossa salvação não tá segura de jeito nenhum. Se Deus reage como alguém assustado, então a cruz, a gente pode dizer, poderia ter sido apenas uma resposta emergencial que Deus fez. Se Deus eh apenas tenta consertar o que as criaturas estão estragando, então ele não é o Senhor soberano da história e pode tirar a soberania dele, porque ele não tá sendo soberano de nada. Mas a Bíblia não nos apresenta esse Deus. Pedro disse que Cristo foi em Atos 2:23 entregue por propósito determinado e préonhecimento de Deus. A cruz não foi um acidente, ela não foi o plano B da história, ela não foi um improviso. A cruz estava no centro do propósito eterno de Deus o tempo inteiro. Por isso, quando uma inferência faz Deus parecer reativo, precisamos parar aqui. Quando uma interpretação transforma Deus em alguém que quase perdeu o controle da situação, precisamos voltar as escrituras e pensar: "Estou interpretando errado. O que que eu não estou vendo nesse texto?" Como uma teoria faz parecer que o plano de Deus foi ameaçado por algo que ele não esperava, precisamos rejeitar essa teoria imediatamente, mesmo que ela pareça interessante. O Deus verdadeiro é maior do que as nossas explicações. Romanos 1 mostra o caminho da idolatria. Paulo diz assim que os homens em Romanos 1:21, tendo conhecido a Deus, não glorificaram como Deus, nem lhe renderam graças, mas os seus pensamentos tornaram-se fúteis, e o coração insensato diante insensato deles obscureceu-se. Depois ele diz assim no versículo 25, eles trocaram a verdade Deus pela mentira. Essa troca nem sempre acontece por meio de uma estátua de pedra. Às vezes acontece por meio de uma ideia. Um Deus moldado pela mente humana continua sendo um ídolo. Mesmo que seja descrito com uma linguagem cristã. Há um Deus, mesmo com linguagem cristã que está ali apenas para realizar os meus sonhos. Há um Deus que depende das minhas palavras para ele agir. Há um Deus que está sempre tentando me dar conforto, mas nunca me chama ao arrependimento. Mas esse Deus, esse Deus que a pessoa falou não é o Deus vivo, é uma versão menor de Deus. Era uma versão fabricada. Você vê, ele criou uma teoria e ela fez Deus menor. E toda vez que a imaginação humana governa interpretação bíblica, pode ter certeza, Deus é reduzido no final. A sua soberania vai ser diminuída. A sua santidade é suavizada. A sua sabedoria é questionada. A sua suficiência é substituída por técnicas. A sua glória é trocada pelo espetáculo. E por isso que esse assunto não é secundário para nós. Não estamos falando apenas de detalhes interpretativos. Estamos falando da forma como nós enxergamos Deus. E isso é essencial para nós. Nada pode ser mais importante do que isso. Se você erra sobre quem Deus é, tudo mais começa a se deformar. A oração vai se deformar, a adoração vai se deformar, a pregação se deforma e a vida cristã se deforma. A igreja pode continuar usando palavras bíblicas, mas o Deus anunciado ali naquele local já não é o Deus da Bíblia. Então, precisamos aprender a Bíblia de modo certo. E o primeiro princípio para isso é simples. Leia o texto dentro do contexto em que ele está. Não arranque uma frase do seu parágrafo. Não arranque o parágrafo do seu livro. Não arranque o livro da história da redenção. Deu não, Deus não nos deu versículos soltos em uma caixa com frases inspiradoras para nós começarmos o nosso dia. Ele nos deu uma escritura coerente, uma história redentiva, uma revelação progressiva que culmina em Cristo. O contexto é a proteção que nós temos. Ele nos impede de dizer o que o texto no do texto dizer o que nós queremos e sim dizer o que Deus disse. Ele nos obriga o contexto, obriga a nós ouvirmos o autor, o argumento dele, a situação e o propósito daquela daquela palavra. Muitas interpretações erradas sobrevivem menos tempo se as pessoas lessem o versículo de cima. O segundo princípio, eu diria, que é deixe o claro iluminar o difícil. Não construa uma doutrina sobre aquilo que é obscuro enquanto ignora o que é claro. Se há textos claros sobre a soberania de Deus, não aceite uma interpretação de um texto difícil que faça Deus parecer um Deus fraco. Se há textos claros sobre a suficiência de Cristo, não aceite uma teoria que torne Cristo insuficiente. O terceiro princípio para nós é leia os detalhes à luz do centro da Bíblia. A Bíblia tem um centro e esse centro não é a nossa curiosidade, não é um código secreto que a gente precisa buscar, não é a prosperidade pessoal, não é uma experiência mística que nós procuramos. O centro da Bíblia é a glória de Deus revelada na redenção dos pecadores por meio de Jesus Cristo. Jesus disse assim em João 5:39: "Vocês estudam cuidadosamente as escrituras porque pensam que nelas vocês têm a vida eterna." E são as escrituras que testemunham ao me respeito. Depois, no caminho de Amaluz, Lucas nos diz que Jesus disse o seguinte em Lucas 24:27, começando por Moisés e todos os profetas, explicou-lhes o que constava a respeito dele em toda a escritura. Nós não interpretamos o centro da Bíblia a partir de detalhes obscuros. Interpretamos sim os detalhes à luz do centro que foi revelado. E quando nós entendemos isso, a nossa leitura da Bíblia muda completamente. Paramos de tratar as escrituras como um conjunto de peças soltas e começamos a enxergar a grande história. Deus criou todas as coisas para sua glória. O homem caiu eh em pecado e se afastou de Deus. O Senhor prometeu redenção e ao longo da história ele preservou o seu povo, revelou sua lei, expôs o pecado, anunciou o Messias e e preparou o mundo para a vinda de Cristo. E ele fez isso o tempo inteiro na Bíblia. Então, na plenitude do tempo, o filho de Deus veio, viveu sem pecado nesse mundo, morreu no lugar de nós pecadores, ressuscitou no terceiro dia, subiu aos céus e voltará em glória. Esse é o centro, esse é o centro da Bíblia. Se a nossa interpretação nos afasta desse centro, algo está errado na nossa interpretação. Se uma teoria nos leva a falar mais de mistérios do que de Cristo, algo está errado ali. Se uma doutrina nos leva a admirar mais a inteligência de quem explica do que a glória de Deus que é revelado na cruz, algo está errado na situação. A Bíblia não foi não foi dada para criar para criar especialistas em curiosidades espirituais. Foi dada para formar adoradores, discípulos e servos e filhos obedientes de Deus. Foi dada para que o homem de Deus, como diz em Timóteo 3:17, apto plenamente e preparado para toda boa obra. E isso é óbvio, exige um trabalho cuidadoso de nós quando vamos, tanto na Bíblia, quando vamos escutar um pregador ou alguém falar. Porque Paulo disse assim a Timóteo, em Timóteo 2:15, procura apresentar-se a Deus, a Deus aprovado como obreiro que não tem do que se envergonhar e que maneja corretamente a palavra da verdade. Manejar corretamente a palavra existe zelo da nossa parte. Não é brincar com o texto, não é usar a Bíblia como um apoio de qualquer ideia, é tratar a escritura como santa, porque ela é santa. Ler corretamente é perguntar quem escreveu isso? Para quem esse autor da Bíblia escreveu? Em que contexto, qual é o argumento que ele está usando? Como isso se encaixa no contexto geral desse livro? Como isso se encaixa no contexto geral da Bíblia? Isso aponta para Cristo? Isso deixa Deus tão grande quanto ele é ou diminui Deus? A ideia que eu estou tendo? Essas perguntas não tornam a sua leitura fria como se você fosse apenas uma pessoa técnica tentando descobrir as coisas ali. Torna a leitura fiel. Há quem pense que estudar o contexto tira a espiritualidade do texto. Mas o que acontece é exatamente o contrário. O contexto não mata a aplicação, ela protege a nossa aplicação. Uma aplicação sem contexto pode emocionar todo mundo que escutar aquela aplicação, mas ela não tem autoridade nenhuma. Uma aplicação fiel talvez seja mais simples do que a ideia que a pessoa tá falando, mas ela carrega o peso da voz de Deus. Também precisamos acreditar que existem coisas que Deus não explicou para nós. E isso pode parecer óbvio num primeiro momento, mas é uma das verdades mais difíceis pro coração humano aceitar. Há perguntas que Deus não respondeu claramente. Há perguntas que ele respondeu parcialmente. E há perguntas que ele simplesmente não respondeu. E isso é ótimo. Pode parecer estranho você dizer isso, mas o silêncio de Deus também é uma forma de cuidado. Se Deus não revelou algo para nós, é porque nós não precisamos daquilo para conhecer ele, para adorar ele, para sermos salvos e para vivermos em santidade. Nossa curiosidade pode querer mais, mas a nossa fé precisa aprender a descansar no que Deus nos deu. Nem toda a curiosidade precisa ser satisfeita. Nem todo mistério precisa virar doutrina no fim. Nem todo silêncio precisa ser preenchido. Às vezes queremos saber detalhes sobre o mundo espiritual, saber sobre acontecimentos antigos, saber sobre decretos secretos de Deus para nós, sobre como exatamente eh certas coisas aconteceram na Bíblia, que às vezes a Bíblia passa muito rápido para explicar a situação. Mas, irmão, você deve descansar. Deus não nos chamou para dominar todo o conhecimento que pudesse existir. Ele nos chamou para confiar nele. E confiar inclui aceitar que há coisas que pertencem ao Senhor. Como disse Moisés em Deuteronômio 29:29. Aquilo não é uma frase que ele fala para desencorajar todo mundo, é uma frase para humilhar a soberba. As coisas encobertas pertencem ao Senhor nosso Deus. pertencem ao Senhor, não pertencem ao pregador criativo, não pertencem ao intérprete curioso, não pertencem a um movimento que promete revelar os segredos, pertencem ao Senhor. Mas o texto continua: "Mas reveladas pertencem a nós e aos nossos filhos para sempre, para que sigamos todas as palavras dessa lei." Deus já revelou o que nós precisamos para obedecer. E talvez aqui esteja uma grande correção para nós. Muitas vezes queremos saber o que Deus não revelou enquanto negligenciamos obedecer o que está claro na Bíblia. Queremos entender os mistérios do céu, queremos decifrar detalhes ocultos, mas no final nós não lutamos contra o nosso pecado secreto de estimação. Queremos discutir teorias sobre o mundo invisível, mas não amamos como deveríamos, não servimos como deveríamos, não buscamos santidade como deveríamos. O problema nem sempre é a falta de informação. Muitas vezes acaba sendo uma falta de submissão a Deus. A maturidade cristã não é medida pela quantidade de especulações que alguém consegue explicar ou que acha que consegue explicar para poder depois ficar discutindo na internet. é medida pela fidelidade com que alguém se submete ao que Deus disse. O crente maduro não é aquele que tem resposta para tudo. Você pode ficar tranquilo quanto a isso. É aquele que confia no Senhor, mesmo quando nem todas as respostas nós temos. E isso é libertador para nós, porque nos livra da ansiedade de tentar saber o que Deus não nos deu. Nos livra do medo de que existe algum segredo escondido pela qual nós não podemos viver sem, mas que ninguém consegue ter. Nos livra da dependência de pessoas que se apresentam como donas de mistérios. nos livra da arrogância de pensar que nossa mente pode entrar onde Deus fechou a porta. O cristão maduro aprende a confiar em Deus não apenas eh no que ele revelou, mas também no que ele decidiu não revelar. E essa confiança não é ignorância, é fé em Deus. Fé no caráter de Deus, fé na sabedoria de Deus, fé na bondade do nosso Deus, fé na suficiência da palavra de Deus. Quando paramos de correr atrás do que Deus não revelou, começamos a enxergar com mais clareza a grandeza do que ele revelou. E o que ele revelou é imenso para nós. Deus revelou o seu caráter, revelou a nossa condição, ele revelou a lei, ele revelou a sua graça, o pecado humano, ele revelou o Salvador, o caminho da salvação, o chamado ao arrependimento e a fé, a esperança da ressurreição. Ele revelou que Cristo vai voltar e que haverá juízo. Ele revelou que haverá novos céus e nova terra. E isso, meus irmãos, não é pouco para nós. Não adianta você ter dominado os detalhes obscuros da palavra, como muitas pessoas gostam, só para discutir com as outras, mas falhar em compreender o centro da palavra. Muitas pessoas gostam de eh querer conversar com as pessoas para mostrar que são superioras, superiores sobre detalhes difíceis da Bíblia. Mas quando você vai com conversar com ela sobre a soberania de Deus, sobre a graça de Deus, sobre como Deus sabe tudo e domina tudo nesse mundo, aí ela não consegue aceitar. O problema é que o coração fascinado pelo oculto pode perder o encanto pelo claro. Pode achar comum você dizer: "Cristo morreu por pelo por nossos pecados". Ela pode achar simples demais falar sobre arrependimento, fé, perdão, santidade, cruz e ressurreição. Mas não há nada mais profundo do que isso. O evangelho não é raso porque ele é simples. Ele é simples o bastante para uma criança entender. E ele é profundo bastante pra eternidade inteira ele não se esgotar. E é aqui que nós precisamos encerrar aqui. O maior problema das falsas inferências não é apenas que elas erram em pequenos detalhes da Bíblia. O maior problema é que elas tiram os nossos olhos do que Deus revelou com clareza máxima para nós. Cristo crucificado. Paulo escreveu assim em Primeira Coríntios 2:2. Pois decidi nada saber entre vocês, a não ser Jesus Cristo e este crucificado. Paulo não era um homem superficial. Ele conhecia as escrituras. Ele pensava profundamente. Ele raciocinava, argumentava e explicava como ninguém nesse mundo jamais vai fazer. Mas ele sabia qual era o centro. Ele sabia que a igreja não vive de especulações. A igreja vive de Cristo. A igreja não é sustentada por teorias ocultas, é sustentada pelo filho de Deus, entregue por pecadores. Na cruz, Deus não nos deu uma especulação do que que estava acontecendo ali. Ele nos deu a revelação. na cruz. Deus não nos chamou para adivinhar os mistérios ocultos que estava acontecendo ali com aquele homem crucificado morrendo. Ele mostrou a sua santidade contra o pecado, sua justiça contra a culpa, seu amor por pecadores, sua graça para indignos e sua sabedoria acima de toda a sabedoria humana. Na cruz vemos que Deus nunca foi surpreendido pelo pecado. Ele o julgou em Cristo. Vemos que Deus não improvisou na salvação. Ele a cumpriu em seu filho. Vemos que Deus não perdeu o controle da história. Ele governa a história do início ao calvário, a eternidade. Vemos que o homem não pode salvar a si mesmo. Vemos que Cristo é suficiente ali, ali no madeiro. O filho eterno de Deus carregou os nossos pecados que não eram dele. O justo morreu pelos injustos. O santo foi tratado como culpado. Porque o porque culpados assim pudessem ser recebidos como filhos. A ira de Deus sobre o pecado foi satisfeita ali. A justiça de Deus foi honrada. O amor de Deus foi revelado e ao terceiro dia Cristo ressuscitou, mostrando que o sacrifício foi aceito, que a morte foi vencida e que a salvação é real. Diante disso, que necessidade temos de ultrapassar o que está escrito? Não precisamos de uma de uma Bíblia que é de uma Bíblia aumentada pela nossa imaginação. Precisamos de um coração humilhado pela revelação, que olha paraa revelação e fica fascinado por ela e não por questões obscuras que ele não consegue responder por ela. Não precisamos colocar palavras na boca de Deus porque Deus não falou. Precisamos ouvir as palavras que ele já falou e que são suficientes paraa nossa fé. Não precisamos transformar inferências frágeis em doutrinas pesadas. Precisamos permanecer firmes na verdade clara, suficiente e gloriosa das Escrituras. A cruz é mais profunda do que todos os mistérios e curiosidades que a que uma pessoa pode tentar inventar. Por isso, voltemos às escrituras, voltemos ao texto, voltemos ao contexto dele, voltemos ao centro da Bíblia, voltemos à humildade. Voltemos ao que Deus falou, voltemos a Cristo que morreu, voltemos ao evangelho que salva. Quando Deus fala, nós nos curvamos. Quando Deus silencia, nós também nos curvamos. E quando Deus revela seu filho crucificado, nós adoramos ali. Não precisamos ultrapassar o que está escrito, porque o que está escrito nos conduz ao Cristo crucificado. E nele Deus revelou tudo o que é necessário para nossa salvação, para a nossa fé e para a sua glória. Amém. Irmãos, Deus, nós te agradecemos pelo dia de hoje, que nós possamos sempre quando formos meditar na tua palavra, olhar tudo o que tem, tu tens para nos dizer, o contexto e que nós sempre estejamos ligados ao centro da Bíblia. O que tu dizes ali? Nós somos pecadores. Teu filho veio para nos salvar, meu Deus. E por isso nós pecadores indignos podemos ir a ti. Isso é tão claro quanto uma criança pode entender. Que isso esteja os nossos corações dia após dia, meu Deus. Que nós possamos amar o a ti, Deus como tu és. Que nós não deixemos qualquer especulação rasa eh transformar em tu, em nossa mente menor do que tu és, meu Deus. Que nós possamos ver grande como tu és, meu Deus. glorioso, soberano e que tem todo o poder e que conhece que que tem todo o conhecimento. Meu Deus, que nada nos permita diminuir isso em momento nenhum. Nenhuma especulação, nenhuma ideia que nos leve a uma doutrina errada sobre ti, meu Deus. que nós possamos meditar sempre na tua palavra e pensar como que isso aqui mostra o centro da Bíblia, como isso aqui vai mostrar Cristo para mim, como que isso aqui vai mostrar o quanto eu sou indigno e que Cristo veio para me salvar e que por isso eu posso ficar tranquilo, porque o meu Deus está no controle de tudo. Que essa seje a nossa mente toda vez que nós vamos à Bíblia. É isso que nós pedimos hoje em nome de Jesus. Amém. Vamos ficar de pé. O que nós ouvimos hoje é a coisa mais importante, tanto para a igreja quanto para você individualmente. Pense na igreja. Em João 17:17, Jesus diz: "Santifica-os na verdade, a tua palavra é a verdade." Se uma igreja não tem um compromisso final com a palavra de Deus, com aquilo que possa ser o máximo ofensivo para o homem natural ou para a cultura humanista secular, não importa, ou para nós mesmos. Então, não importa mais o que essa igreja faça, nada está bom lá, porque Deus não santifica de outra forma. Ninguém está sendo santificado onde a palavra de Deus não está no coração da igreja, porque ele só santifica através da verdade e a palavra dele é a verdade. Não importa nada que uma igreja faça se isso foi perdido. Se isso é perdido, tudo é perdido. Ninguém está sendo santificado, porque nada mais santifica. Agora pense nisso individualmente. E aí nós lembramos de Isaías 66 verso 2. Para quem Deus olha, para quem o coração de Deus arde, Deus diz: "Para este eu olharei para aquele que é contrito e abatido de espírito e que treme da minha palavra. Aquele que não consegue ouvir minha palavra sem ser totalmente tocado e conduzido. Eu já escrevi algum lugar certa vez, deixe a palavra de Deus discordar de você o tempo todo e você vai estar sendo santificado. Se eu consigo fazer a palavra de Deus sempre concordar comigo, é óbvio que não há nada sendo santificado em mim. Porque a santificação é tirar tudo aquilo que não se parece com Cristo. Mas ela sempre concorda comigo, ela não tira nada. Então, como igreja, tire esse coração voltado paraa verdade, como vimos hoje, e nada mais importa. Ninguém está sendo santificado, porque só a verdade santifica. Só a igreja comprometida com a verdade somente da palavra está dentro daquela oração. Santifica-os na verdade. A tua palavra é a verdade. Individualmente, cada um de nós, Deus olha para nós ou não da maneira eh bem-aventurada. Se estamos ali, aqueles que são contritos e abatidos de espírito e que trem da minha palavra, que nós sejamos uma igreja assim individualmente, sejamos uma igreja de João 17:17, né? individualmente sejamos pessoas de Isaías 66 verso 2. Vamos cantar, vamos louvar o Senhor. Eu só proclamarei a Jesus Cristo para cada mente e coração, porque a paz só flui em sua presença. Jesus Cristo. Só o nome de Jesus proclamo. Só nele todo vício seis esvai. Só nele esperança em liberdade. Jesus Cristo. Seu nome salva, seu nome sara a vida dá. >> Quebra cadeias. Briga nas trevas, nos dá paz. Só mencionarei a Jesus Cristo sobre a ansiedade, o medo para toda mente sobre depressão. Jesus Cristo. Seu nome salva, seu nome sara a vida dá. Quebra cadeias, brilha nas, nos dá paz. Seu nome salva, seu nome sala a vida da quebra as cadeias, >> quebra cadeias, brilha nas trevas, nos dá paz. Sim, Cristo nas montanhas e nos vales. Cristo na escuridão e cada dor aqui. Cristo pro meu lar, seu nome santo é Cristo. montanhas e nos lares. Cristo da escuridão e cada dor aqui. Cristo pro meu lar. Seu nome santo é Cristo. Seu nome salva. A vida ele quebra as cadeiras, quebra cadeias, brilha nas dá paz. Seu nome salva, >> seu nome salva, >> seu nome s >> seu nome a vida da Cristo. Quebra cadeias, briga nas trevas, nos dá paz. Eu só proclamarei a Jesus Cristo para cada mente e coração, porque a paz só flui em sua presença. Jesus Cristo. Sem Cristo mais montanha. e nos vales. Cristo na escuridão e cada dor aqui. Cristo pro meu lar. Seu nome santo é Cristo. Cristo nas montanhas e nos vales. Cristo na escuridão. Cada aqui Cristo pro meu ar. Seu nome santo é. Cristo, sim, Cristo nas montanhas e nos ves. Cristo na escuridão e cada dor aqui. Cada dor aqui. >> Cristo pro meu lar. Seu nome santo é Cristo. Cristo, Cristo, Cristo. Eu só pregarei Cristo e este crucificado. Obrigado, Deus por esse domingo maravilhoso ainde. Podemos juntos estar na tua presença. que todos nós lembremos amanhã quando acordarmos que continuamos na tua presença em nossos trabalhos, em nossas casas. Continuamos, Senhor Pai, com uma vida que deve ser um vivo sacrifício, um culto contínuo. Tudo deve ser feito, Senhor, Pai, de uma maneira que glorifique o seu nome, mostre a beleza de Cristo e nos Senhor Pai, edifique, Senhor Pai, e nos constranja, Senhor Deus, a cada vez derramarmos mais amor sobre teu filho amado. Que a tua graça, Senhor Pai, toque os corações aflitos, os corpos enfermos, ó Deus, e lhes dê a paz. É o que nós te pedimos em nome de Jesus. Amém. Amém. Que os irmãos sigam na paz do Senhor. Amém.