Sermões Online

A fé vem pelo ouvir

Culto – Noite de Domingo 17 de Maio de 2026 em Jardim da Luz

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Legendas automáticas:

M. na internet,
onde estiverem e a todo o povo de Deus
em todos os cultos, onde o nome de Deus
é verdadeiramente honrado e o evangelho
é pregado. V pedir João que ora ao
Senhor.
>> Senhor Deus, nós te agradecemos, Pai,
por estarmos mais uma vez na tua
presença, Pai.
Não somente isso, mas por estarmos
reunidos com os irmãos, Pai, aqui
também, meu Deus, juntos nesse propósito
de entrarmos na tua presença, de
adorarmos, meu Deus, ao Senhor, de
cantarmos louvores ao teu nome, de
ouvirmos, meu Deus, a tua palavra juntos
e te pedimos, meu Deus, que isso possa
acontecer de verdade agora. Vem, meu
Deus, eh, tocar os nossos corações. Vem,
meu Deus, nos abrir os nossos olhos,
abrir as nossas mentes para que nós
possamos ver a tua beleza, meu Deus.
Lembrar tudo aquilo que o Senhor tem
feito em nosso favor, meu Deus. lembrar
de quantas maneiras diferentes tu tens
sido tão eh bom conosco, meu Deus, e que
essa visão possa se tornar em adoração
dos nossos lábios. Pai, recebe a nossa
adoração, nos permita, meu Deus, estar
livres para te adorar, meu Deus. nos
liberta de preocupações,
distrações, mas que o nosso coração, meu
Deus, esteja posto em te adorar nessa
noite. Esteja posto, meu Deus, em
celebrar aquilo que o Senhor tem feito.
Então, se revela para nós, Pai, através
de Cristo, que nós possamos, meu Deus,
eh ser abençoados por esses louvores na
tua presença, que a tua palavra nos
abençoe, nos dê, meu Deus, força para
vivermos essa semana de uma maneira que
te agrade, que te honre e que nós
possamos sair daqui, meu Deus,
abençoados em nome de Jesus. Amém.
>> Amém. Eu
já disse muitas vezes que o livro que eu
mais leio e mais medito é o livro de
Salmos. É maravilhoso, não é? Cada cada
versículo, você pode pegar um versículo
assim: "O meu cálice transborda".
E pode ficar tanto tempo pensando em
tudo que tá envolvido nisso. Deus disse
que Davi era um homem segundo seu
coração.
E isso é maravilhoso porque ninguém
falou sobre Deus com afeições tão
profundas. Você vê, não é que eh Davi
parece passar para nós
um afeições profundas sobre o ser de
Deus mesmo. E ele podia estar junto com,
como Jesus falou, os seus lábios. Um
povo que tem os lábios que falam coisas,
mas o coração deles está longe de mim.
Deus mesmo dá testemunho que o coração
de Davi era completamente voltado para
Deus. suas afeições
e raramente você vai ver eh descrições
mais profundas, não há amor mais
deleitoso em alguém do que em Davia.
Então, num salmo famoso dele, o Salmo
121, não é? Eh, que todo mundo conhece,
ele começa assim: "Elevo os meus olhos
para os montes, de onde me virá o
socorro? O meu socorro vem do Senhor que
fez os céus e a terra.
Esse versículo é incrível.
Imagine você cheio de mil problemas.
Davi era um homem, um homem de mil
problemas lá, traições fora e dentro de
casa. Em nenhum momento da sua vida, ele
está realmente tranquilo,
de guerra em guerra.
E ele diz: "Eu olho para os montes e
penso: "De onde me vem o socorro?" A
resposta é
eh é incrível e tomara
que cada um de nós possa falar o mesmo.
Porque ele diz assim: "O meu socorro vem
do Senhor que fez os céus e a terra. O
meu socorro, a minha suficiência
não vem da terra, nem do céu, ou seja,
não vem de nada criado.
O que faz eu ter paz?
O que eu faz, o que me fortalece é Deus.
Não é o que Deus criou. O meu socorro
não vem do que Deus criou. Muitas
pessoas quando falam sobre socorro de
Jesus, estão pensando em alguma coisa na
criação mudar.
Deus fazer algo na criação para que
então eu me sinta socorrido.
Mas Davi não tá dizendo isso. Ele, o
socorro dele não vem do céu e da terra.
Não vem de algo acontecendo no céu e na
terra. O socorro dele vem do Deus que
fez o céu e a terra. O socodrilo está no
criador, não na criação.
Pense sempre se o consolo que você quer
está na criação ou em Deus. Se o consolo
que você quer que Deus faça alguma coisa
na criação, coisas e pessoas, para então
que você se sinta
em paz, protegido, ou se o seu socorro é
o próprio Deus. Ou seja, você confia em
Deus e Deus é a sua confiança.
Quando Paulo está cheio de de de
aflição, a Bíblia diz: "Jesus diz ele, a
minha graça te basta". Não é a criação.
Não é o que eu vou fazer na criação.
Não são as coisas que vão mudar na
criação. É a minha graça. Ela vai
bastar. É isso que Davi está dizendo com
outras palavras. Nós não podíamos ficar
uma semana inteira meditando só nisso,
olhando paraas nossas vidas, olhando
para tudo que isso engloba. O meu
socorro vem do Senhor para que a gente
não pensasse que vem de Deus fazendo
alguma coisa para que ele sentisse esse
socorrido. Ele deixa claro que fez os
céus e a terra. Eu nunca espero o meu
socorro de alguma coisa na terra, nem no
céu. Ou seja, eu nunca espero o meu
consolo vindo e o meu socorro vindo da
criação, mas só do criador, só Deus. Por
isso que ele fala em outros lugares
fugindo numa caverna, eh, a minha alma
tem sede de ti,
não da criação, não das mudanças na
criação.
Ou então até quando eu irei e
contemplarei a face de Deus? Então, esse
versículo, queridos, dá mil sermões. O
meu socorro vem do Senhor que fez o céu
e a terra. O céu e a terra só apontam
paraa beleza dele. Meu socorro, minha
segurança, minha paz não vem do céu, nem
da terra, não vem da criação, vem do
criador,
vem de Deus. É como se ele tivesse
ouvindo Jesus falar baixinho no seu
ouvido: "Minha paz te dou. Minha, não da
criação,
não coisas, não do céu. A minha, a paz
que eu tenho eternamente. É essa que eu
te dou. Isso é a verdade da oração de
Davi. O meu socorro vem do eh do do
Senhor, do Deus que criou o céu e a
terra. O que ele me dá é a paz dele,
a alegria dele,
a segurança que vem dele, a graça dele.
Ele criou os céus e a terra. E os céus e
a terra apontam para quem ele é. Mas meu
socorro não vem do céu e da terra. Meu
socorro vem do Senhor que fez o céu e a
terra. Se nós vivêsemos só esse verso
tão famoso,
que grande impacto nossa vida não terá
para a glória de Deus? Vamos louvá-lo. O
Deus que fez o céu e a terra. Aleluia.
No mundo busquei,
mas não pude encher-me.
Vazios achei, tesouros perdi.
É tudo ilusão,
mas Cristo chegou
e me trouxe a vida.
O que desejei
satisfeito está
em seu amor.
Oh,
não há nada
melhor do que a ti ou nada
melhor do que a ti não há nada.
Nada Deus, nada melhor.
Não tereis.
Vens por minhas fraquezas,
>> pois sou pecador.
Tu sabes, Senhor, mas teu filho me fez.
Pois o Deus das montanhas
é o mesmo dos vales.
E não há lugar onde a graça e amor não
me alcançarão.
Não há nada
melhor do que a ti ou nada.
Melhor do que a ti não há nada.
Nada Deus, nada melhor.
Não há nada
melhor do que a ti ou nada.
Melhor do que a ti não há nada.
Nada Deus nada melhor.
Sorna o pranto em dança.
E das cinzas faz cores.
A vergonha traz glória.
No teu nome há poder.
Torna o pranto em danças
e dai cinzas mais flores.
Da vergonha traz glória.
O teu nome há poder
das ruinas
flores.
Ressuscitas os mortos,
faz caminho dos bares.
Do teu nome há poder.
O teu nome há poder.
Não há nada
melhor do que a ti.
Nada.
Nada, aó Deus nada melhor.
Não há nada
melhor do que a ti. Hou nada. Há nada
>> melhor do que a ti.
>> Não há nada.
Nada a Deus nada melhor.
flores,
ressuscitas os mortos,
faz caminho nos mares,
no teu nome há poder.
>> Ressuscita dos mortos,
>> ressuscita dos mortos. Faz caminho nos
mares.
>> Faz caminho nos mares.
Do teu nome há poder.
fez o Senhor que fez o céu e a terra
está em seu nome.
O nome de Deus fala de quem ele é
e a fé. Eu sou o que sou.
Eu tenho a vida
em mim mesmo.
Aleluia Deus.
Torna o pranto em manças
e das cinzas cores.
Da vergonha traz glória.
No seu nome há poder.
As ruínas, as flores,
ressuscitas os mortos,
faz caminho nos bares,
no teu nome há poder.
Nasinas,
>> ressuscitas os mortos.
>> Ressuscitas os mortos. Faz caminho dos
pares.
>> Faz caminho dos pares.
O teu nome há poder.
Aleluia.
O nome de Deus, o nome de Deus não é só
uma designação, né? O nome carrega tudo
que ele é. Ele disse que o nome dele é é
Yahvé. Eu sou. Eu sou o que sou. Ou
seja, eu tenho a vida em mim mesmo. Deus
é o bem, é o Deus Macários. Paulo diz, é
o Deus bem-aventurado, é o Deus feliz.
Não por causa da criação. Ele é feliz
eternamente.
E esse Deus, ele não tem poder. Ele tem
todo poder. Isso não quer dizer que não
existe mais nada que tenha poder. Você
pode dizer assim: "Ah, eu tenho poder,
eu tô aqui em pé. Eu tenho o poder de um
ser humano." Então, esse poder é de
Deus. Quando ele tira, tu morre. O poder
do sol é de Deus. O poder de Satanás é
de Deus. Deus não tem mais poder do que
os outros.
Quando a gente diz que o nome dele tem
poder, o nome dele, a Bíblia diz que tem
todo o poder. O poder de tudo na criação
é dele. Nele existimos, respiramos, nos
movemos. E é nele que se move, existe
Satanás. É nele que se move, existe cada
estrela do universo, cada galáxia,
todos os poderes, o poder do mar, o
poder da montanha, o poder do trovão,
tudo é de Deus. Essas coisas não têm
poder. Só Deus tem poder. Só Deus é
poder. A gente nunca devia temer nada ou
nenhum poder, porque aquele poder
meramente é de Deus e está sob esse esse
controle absoluto de ser o poder dele.
Ninguém mais tem poder. Não há rivais.
Ele é o que é. Não há outro que possa se
opor a ele, porque a existência da
qualquer coisa depende dele para
existir. Isso é maravilhoso, porque nos
mostra quão seguro estamos e nos mostra
a beleza de Cristo na cruz. Aquele lá é
o Deus que tem todo o poder. Aquelas
pessoas matando ele respiravam, existiam
e se moviam nele.
Então você vê a beleza da sua mansidão
junto com a beleza da sua glória
infinita
no mesmo lugar. Na face de Cristo. Vamos
cantar.
Obrigado,
>> Deus fiel
precioso Cristo,
tesouro
meu.
Ó, que prazer é
pertencer a ti
dia após dia,
tua glória verei.
O meu deleite
está só em ti.
Um povo proclama em adoração.
De geração em geração cantam sempre. Não
importa o tempo, sempre será.
Digno tu és, Senhor, santo, tu és.
Santo
tu és
Deus poderoso,
>> Deus, tu és nossa paz.
Deus que redime
toda
re soberano
ou e vitorioso
é minha vida.
Minha canção.
O povo proclama em adoração.
De geração em geração cantam sempre.
Não importa o tempo, sempre será.
Digno tu és, Senhor, santo tu és.
Novo proclama
adoração.
De geração em geração cantam sempre. Não
importa o tempo, só sempre será.
Digno tu és, Senhor. Santo tu és.
Digno tu és Senhor santo. Tu és
digno, digno tu és
entronizado entre os querubins.
Há outro igual a ti.
Todo és lindo, Deus.
Digno do nosso louvor.
minha segurança
e ó que graça
eu andei perdido,
mas ele me buscou.
Essa é a história.
É a música
em mim.
E todos os dias
eu cantarei.
Povo proclama em adoração.
>> De geração.
Geração cantam sempre. do tempo
do tempo, só sempre será.
Digno tu és, Senhor, santo, tu és. O
povo proclama em adoração
de geração em geração. Não tão sempre,
não importa o tempo, só sempre será.
Digno tu és, Senhor. Santo tu és.
Digno, tu és, Senhor, santo, tu és.
Digno, tu és, Senhor. Santo, tu és.
Digno tu és, Senhor. Santo tu és.
Santo só tu és.
Então,
alma
canta,
Senhor.
Grandioso
és tu.
>> Grandioso
és tu. Coso
és tu.
>> Então min alma
canta,
Senhor.
>> Grandioso és
>> grandioso
és tu.
Grandioso
és tu.
Então minha ala
canta-te,
Senhor.
Grandoso
és tu.
Grandioso
és tu.
>> Então, minha alma
canta,
Senhor.
Grandioso és,
>> grandioso
és tu.
Grandioso
és tu.
>> Aleluia.
Ele é grande.
Isso é só o que nossas palavras
conseguem expressar. Mas ele é mais. Há
pessoas que pensam assim: "Não, pastor,
você não tá entendendo. Eu tô passando
por uma fase muito difícil, é muito
sofrimento. A graça de Deus vai bastar.
A alegria de Deus é suficiente. A pessoa
diz: "Não, mas o senhor não tá
entendendo. Tô entendendo. O amor de
Cristo excede a todo entendimento. A o
teu sofrimento excede a todo
entendimento. Não, então ele é maior.
A paz de Cristo é infinita. O teu
problema é infinito, então tua paz dele
é maior. Não é, não há como você tá
experimentando ou eu uma coisa que seja
maior do que a paz de Deus ou o amor de
Deus.
A Bíblia diz que nós devemos junto com a
igreja conhecer a largura, altura e
profundidade do amor de Cristo que
excede a todo entendimento. Toda criação
pensando não alcança o amor dele. Esse é
o amor dele. Agora, o teu problema
excede a todo entendimento, está acima
de todas as coisas, é infinito. Não.
Então, o amor dele é maior do que o teu
problema.
O amor dele pode te consolar. O amor
dele é melhor do que a vida. A vida está
além de todo entendimento. Não tá.
A vida, a morte é maior do que o amor de
Cristo. Não é. Nada nos separará do amor
de Cristo. Nem a vida, nem a morte, nem
a inflição. Por quê? Porque o amor dele
é maior.
Existe algum problema maior que a morte
para o ser humano? Não existe. Mas o
amor de Cristo é maior do que a morte.
Então você vê, não há como a gente dizer
que estamos passando por algo que a paz
de Cristo não pode. Ela é infinita. O
teu problema, o meu, não é infinito.
O amor, a beleza, a glória, a graça, a
paz de Cristo sempre é maior do que o
que nós estamos enfrentando. É por isso
que ele pode dizer tranquilamente, não
importa o que é, ele pode dizer: "A
minha graça te basta". Não, mas o meu
problema é muito, mas a minha graça é
maior. Minha graça é infinita. O seu
problema é muito pequeno perto da minha
graça. Minha graça é suficiente.
E é isso que nós temos que crer. Assim a
gente pode cantar. Na noite escura.
2 3 4.
Na noite escura
o medo flui sim. Mas Deus é paz em mim.
Se tudo é perda,
a dor esmaga.
Minha força é se o dia mal chega a mim,
meu Deus, sim é por mim.
Prosseguir pro alvo, eu irei. Jesus
morreu por mim. Jesus morreu por mim.
Amor que não tem mim, eu tenho em
Cristo.
Prazer, justiça, paz, eu tenho em
Cristo.
Amor que não tem vim, eu tenho em
Cristo.
Prazer justiça, paz, eu tenho em Cristo.
Livre de sou.
Sou
para toda a vida. Sua graça basta.
Deus é meu pastor.
>> A cada dia. Meu Deus me guia.
É a luz em mim.
Se o dia mal chegar a mim, meu Deus, sim
é por mim.
Preguir pro
eu irei. Jesus viveu por mim. Jesus
morreu por mim. Amor e fim eu tenho em
Cristo.
Prazer, justiça, paz, eu tenho em
Cristo.
Amor que não tem fim, eu tenho em
Cristo.
Prazer, justiça, paz, eu tenho em
Cristo. Vivre dele sou.
Sou
sou.
Sou.
Se o dia mal chega a mim, meu Deus, sim
é por mim.
Preguir pro alvo eu irei. Jesus viveu
por mim. Jesus morreu por mim. Amor que
não tem filho, o tem em Cristo.
Prazer, justiça ou paz, o tem Cristo.
Amor, que não tem fim, o tem em Cristo.
Cristo vive em mim, vive em mim.
Amor que não tem fim, eu tenho em
Cristo.
Fazer justiça, paz, eu tenho em Cristo.
Amor que não tem fim. Eu tenho em
Cristo.
Prazer, justiça, paz. Eu tenho em
Cristo.
Primeiro sou.
Sou.
>> Aleluia. Eu tenho tudo em Cristo,
querido. Você já pensou o que que
diferença isso isso faz? Engraçado ter
um controle remoto no meu bolso.
>> Vou controlar vocês.
Vai entender porque que tem um controle
remoto no meu bolso. É essas coisas.
Isso é mistério. Deus quer que eu
controle alguma coisa que eu não sei.
Eh,
há uma série. Já tá falando controle
remoto, né?
Eh, há uma história, filme, livro, seriá
que que as pessoas viram, né? Isso é
maravilhoso quando a gente pensa que o o
eh meu amor está em Cristo, minha paz
está em Cristo, minha justiça está em
Cristo. Porque não adianta tentar
atingir a gente, queridos. Então, na
série Harry Potter, ah, o cara do mal
lá, o o bruxo do mal, né, o Valdemorte,
ele tinha, ele fez Orcrooks, sabe? Você
não sabe o que que é porque você não
viu, não leu. Mas então ele colocou
parte da alma dele em várias orcrucos.
Quantas eram,
>> sete? Orcus. Só queria saber quem tinha
visto. Eh, sete. Então não adiantava
tentar matar ele. Você tinha que
descobrir onde estava Orcuxs e matar e
destruir a Orcrooks. Porque se tu
tentasse matar ele, mas a parte da alma
dele, a vida dele tava escondida nesses
troços aí.
Orcs, então você não tinha como matar
ele, a não ser que primeiro você
destruísse. Então a gente não fez orcru,
mas a nossa vida está em Cristo. Isso
quer dizer que para tirar da nossa a
nossa vida tem que tirar ele do trono,
tem que acabar com ele, entende? Então
não adianta vir a nós. A nossa paz está
em Cristo. Ele está à direita de Deus.
Ele é Deus. Para tirar a nossa paz, tem
que ir lá. Tem que tirar ele do trono,
tem que tirar ele da direita de Deus.
para tirar nossa salvação, nossa
justificação,
nossa vida, tem que ir nele. Não adianta
vir em nós, porque não está em nós. Nada
pode nos separar do amor de Deus por
causa dele, de Cristo, porque a nossa
vida está nele. Ele é a nossa vida.
Então, não tem como tirar nossa vida
atacando a nós, atacando, dizendo aquilo
que nós fizemos ou não fizemos. Você tem
que conseguir destruir ele onde nossa
vida está. Quando a gente diz: "Eu fui
amado em Cristo, eu fui eleito em
Cristo". Que maravilha. Tudo está nele.
Tudo depende dele. Ou alguém vence ele.
A Bíblia diz assim: "Uma vez
ressuscitado jamais morre". Tá falando
de Cristo. Então, se você quiser matar
espiritualmente um quem está em Cristo,
tem que matar Cristo. Agora, quem vai
matar Cristo à direita de Deus? A morte.
O que pode atacar a vida do cristão?
Nada. Ela está em Cristo, não está num
cristão, no homem regenerado.
A ideia da Orcrux lá do filme é só
fantasia, mas há algo muito mais maior,
não é, em nossas próprias vidas. Nossa
vida não está em nós, está nele. Ele
está à direita de Deus. Ele reina, ele
está assentado. Qualquer coisa para nos
atingir, tem que conseguir atingir ele.
Para acabar com a nossa vida, tem que
acabar com a vida dele. Ele a nossa
vida. Então, ou você acaba com a vida
dele ou você não tem como acabar com a
dos seus, a daqueles que estão nele.
Isso é maravilhoso.
Amor que não tem fim, eu tenho em
Cristo. Como ele é eterno, esse amor que
eu tenho não tem fim, nem nada pode me
separar desse amor. Vamos ofertar e
dizimar nesta noite. Agradeço a Deus por
esse cuidado. E além de tudo o que ele
faz, Paulo diz, ele nos deu o seu dom
inefável,
o seu dom indescritível,
não a criação, não é? Se Deus nos desse
toda a criação, seria algo incrível, mas
Ele não nos deu. A gente disse no início
que Davi disse: "O meu socorro vem do
Senhor que fez o céu e a terra". Não vem
do céu e da terra. Nossa salvação também
não veio da criação.
Sabe quando Deus nos deu, ele nos deu o
seu filho, não algo criado, não algo que
começou a existir, não algo que saiu do
nada para a existência, segundo a
palavra de Deus,
seu próprio filho eterno.
Pai, nós te agradecemos,
ó Deus, que nós possamos estar
maravilhados com a tua bondade para
conosco dia após dia. Hoje, hoje nós
respiramos o teu ar, bebemos a tua água,
olhamos e sentimos o calor do teu sol,
vimos as tuas estrelas,
ó Deus, desfrutamos de todas essas
coisas maravilhosas que são tuas,
ó Deus, e que tu nos deixa nos deixa,
Senhor Pai,
eh, experimentar, mas nós, Senhor Pai,
infinitamente mais do que todas as
pessoas nesse pequeno planeta.
Ô Deus, somos maravilhados porque tu não
nos deu, Senhor, Pai, a criação. Tu nos
deu o seu próprio filho. Ele é nossa
luz, nosso pão, nossa água, nossa vida,
nossa paz.
Ele é graça em nós. Nós te agradecemos.
Que nossos corações em tudo expressem em
todas as áreas da vida o profundo
louvor, gratidão, que sempre aqueça o
nosso coração e nunca deixe eles frios.
para que serão pai. Nada sabe só da
nossa boca assim tá expressando afeições
verdadeiras.
Faça isso com essa oferta também em nome
de Jesus. Amém. Vamos ofertar.
Tá ruim, Sérgio? Tem que mandar alguém
que mandar o joelho melhor subir a
escada, Sérgio.
Vou usar meu controle para consertar o
joelho do Sérgio daqui a pouco.
Amém. Vamos cantar.
O que dizer do amor de Deus que já não
foi dito?
E al estar tudo aquilo que fazes
perderia o ar.
Tanto se dissem canções,
mas quero adorá-lo ainda mais.
Eu canto outra canção.
Porque
me amas como amas. Não saberia.
Porque me amas como amas. O amor é
melhor que prata, melhor que ouro,
melhor que tudo que há e tudo que há de
existir.
Por
me amas como amas. Não sabia.
Oh,
oh,
não saberia.
Amor,
verdadeira alegria que o mundo não te
dá. Não.
Bênçãos que não estão onde o mundo
acharia que estão. Um amor tal nem se
compara.
Com nada mais
não deixas, ó quem tu amas.
Esse é o amor que tu tens.
Mas como entender?
Porque me amas?
Como amas? Não sabia.
Porque
me amas?
Mas seu amor é melhor que prata, melhor
que ouro, melhor que tudo que há e tudo
que há de existir.
Por
me amas
como amas não saberia.
Por
quê?
Por
porque por
me amas como amas não saberia.
Por
quê?
Por porque
me amas como amas. saberia. Mesmo se eu
duvidar,
>> me mostra.
>> Mesmo se eu me esquecer, me lembra.
>> Mesmo se eu fraco estou,
>> meis.
Me amais,
me amais.
>> Mesmo se ouvir a Satanás,
>> me mostra.
>> Viver com pecador eu sou.
>> Me lembra.
>> Eu estava em Jesus na cruz. Amas, me
amas,
me amas.
Por que me amas?
Como amas? Não saberia.
Porque me amas?
Como amas? Seu amor é melhor que prata,
melhor que ouro, melhor que tudo que há
e tudo que há de existir.
Por me amas, como amas não saberia.
Uh,
uh, uh.
Não saberia.
Uh,
uh.
Aleluia! Melhor do que prata e ouro.
Concere isso é já que ou o homem servia
a Deus ou a mamão. Pai, obrigado pela
tua graça sobre nós. Fale aos nossos
corações em nome de Jesus. Amém. Amém.
Os irmãos podem se assentar.
Boa noite, Noite, irmãos. Hoje eu queria
eh abordar com vocês um dos temas que eu
poderia dizer assim que mais faz mal a
igreja, que se a pessoa não prestar
atenção no que ela está fazendo, ela
pode trazer um mal terrível pro ambiente
que ela tá, pras pessoas ao redor.
E por que que porque há uma tentação
antiga no coração humano, que é
geralmente ele querer saber mais do que
Deus revelou na sua palavra. Não estou
falando, obviamente, do desejo santo de
você querer conhecer, mas a Deus, de
abrir a sua Bíblia com reverência, de
meditar no texto e perguntar assim:
"Senhor, o que tu disseste aqui? Qual é
o seu interesse que eu aprenda aqui?"
Esse desejo quando você vai à Bíblia é
ótimo. O problema começa quando a
curiosidade deixa de serva da palavra e
passa a ser querer ser senhora da
palavra. O problema começa quando o
homem não se contenta com o que Deus
disse claramente na palavra e passa a
buscar autoridade naquilo que Deus não
disse. Ele ora, olha para uma passagem
difícil e encontra ali uma possibilidade
e transforma daqui a pouco com as
palavras dele essa possibilidade que ele
viu em certeza e depois transforma essa
certeza que ele tem em doutrina. E por
fim, exige que todos ao seu redor
façam aquilo que está na palavra como se
fosse a própria voz de Deus, sendo que
aquilo não está na palavra de Deus. Isso
acontece muito mais do que nós
imaginamos. acontece em pregações que
nós vemos, em vídeos, em conversas na
igreja, em frases que muitas vezes vão
parecer profundas
e acontece em teorias que dão a sensação
de que aquela pessoa descobriu um
segredo escondido na Bíblia que ninguém
tinha visto antes. Mas muitas vezes
aquilo que parece profundo
é apenas a imaginação da pessoa com uma
roupa religiosa que ela está botando.
Parece a revelação de Deus, mas ela é só
uma especulação. Parece um
discernimento, mas é o orgulho daquela
pessoa se mostrando ali. Parece que ela
tem um zelo pela palavra de Deus, mas é
uma tentativa de trazer e de fazer a
escritura dizer aquilo que ela
simplesmente não disse em momento
nenhum. Por isso Paulo diz assim em
Primeira Coríntios 4:6, não ultrapassem
o que está escrito.
Essa frase de Paulo, ela precisa pesar
sobre nós todas as vezes que nós formos
à Bíblia para meditar. Não ultrapassem
as escrituras, não passem dessa linha.
Não coloque sobre a consciência das
pessoas aquilo que Deus não colocou. Não
chame de doutrina aquilo que Deus não
revelou. Isso não é um convite a você
ser superficial nos assuntos. Paulo não
está dizendo que nós devemos então
estudar pouco, pensar pouco, comparar
pouco com o que está na Bíblia e a nossa
vida. meditar pouco sobre os assuntos. A
Bíblia nos chama, nos chama a amar a
Deus e também amar a Deus com a nossa
mente. O que Paulo está dizendo aqui é
colocar uma cerca santa ao redor da
nossa interpretação da Bíblia. Ele está
dizendo ali que a palavra de Deus é o
limite da autoridade espiritual. Quando
alguém ultrapassa o que está escrito,
bom, às vezes vai aparecer apenas um
detalhe que ele está mostrando, mas
quando aquele raciocínio vai caminhando
pro fim, uma coisa boa não vai sair
dali. Uma suposição aqui, uma conexão
criativa ali, uma frase do tipo: "Pode
ser que isso aqui signifique aquilo".
Mas depois que ele vai ali falando
daquilo de novo e de novo, a linguagem
muda. O pode ser vira é assim. O talvez
começa a virar. Deus mostrou na
revelação a hipótese que ele tinha
falado lá no início. Virou uma
revelação. A curiosidade
vira doutrina. E quando isso acontece, a
igreja, a igreja deixa de ser alimentada
pela palavra e passa a ser alimentada
pela imaginação daquela pessoa. E é
assim que muitas falsas doutrinas
nascem. Elas raramente começam dizendo
assim: "Vamos abandonar completamente a
Bíblia agora". Normalmente ela começa
com preocupações que parecem
espirituais. Você diria até que ela é
piedosa. Olha, se nós pregarmos a graça
dessa forma, as pessoas vão começar a
achar que elas podem viver em pecado. Se
enfatizarmos demais sobre a soberania de
Deus, as pessoas vão deixar de buscar
santidade. Se dissermos que o homem é
incapaz de salvar a si mesmo, vamos
destruir a responsabilidade humana e
eles vão achar que eles não precisam
fazer nada. Foi assim que erros
terríveis
nasceram ao longo da história da igreja.
O pelagianismo, por exemplo, foi
exatamente assim. Surgiu com uma
tentativa de proteger a responsabilidade
moral do homem, mas acabou como?
Diminuindo a profundidade da queda e a
necessidade absoluta nossa da graça
divina. Mais tardes, outras correntes
passaram a suavizar a escravidão do
pecado em nome da preservação da suposta
autonomia do homem. O problema é quando
tentamos corrigir a Bíblia com a nossa
lógica, nós acabamos criando um sistema
mais confortável pro orgulho humano do
que fiel à revelação divina. Ou então
poderíamos dizer assim: "Há algo mais
profundo aqui nessa passagem que ninguém
percebeu". E essa frase pode ser
perigosíssima, porque nem tudo que
parece profundo é verdadeiro. Às vezes o
que parece profundo, na verdade, é só
confuso mesmo. Às vezes o que parece
espiritual é só uma sensação boa que
você está sentindo ao pensar sobre
aquele assunto. Às vezes, o que parece
novo é apenas o velho orgulho humano
tentando se vestir de revelação para
você.
Deus não nos chamou para sermos
caçadores dos mistérios ocultos da
Bíblia. Deus nos chamou para sermos
servos fiéis daquilo que ele revelou a
nós. Sobre esse assunto, Moisés disse o
seguinte em Deuteronômio 29:29: "As
coisas encobertas pertencem ao Senhor, o
nosso Deus, mas as reveladas pertencem a
nós e aos nossos filhos para sempre,
para que sigamos todas as palavras dessa
lei." Veja como esse texto aqui de
Moisés é equilibrado. Ele não nega que
existem coisas encobertas ou difíceis de
ver. Existem. Há coisas que Deus
simplesmente não explicou para nós. Há
perguntas pelas quais ele não nos deu
resposta. Há detalhes da eternidade, da
providência, dos decretos divinos, do
mundo invisível que ele decidiu não
revelar a nós. Mas o texto também diz
que as coisas reveladas por ele
pertencem a nós. Pertencem a nós com um
propósito para que sigamos a palavra do
Senhor. Ou seja, Deus não revelou a sua
palavra para satisfazer a curiosidade de
ninguém, mas para formar a nossa fé. a
nossa obediência e a nossa adoração a
ele. Então, a pergunta principal quando
abrimos a Bíblia não deve ser: Que
mistério escondido eu posso encontrar
além da superfície desse texto aqui? A
pergunta deve ser sempre: o que Deus
revelou aqui e como eu devo me submeter
a isso? A primeira pergunta coloca o
homem no centro da situação. A segunda
coloca Deus no centro. A primeira usa a
Bíblia como uma matéria-pra criativa,
religiosa para as suas vontades. A
segunda recebe a Bíblia como a palavra
viva e suficiente do Deus santo. Quando
o homem não se contenta com a palavra de
Deus, ele começa a colocar palavras na
boca de Deus. E não há nada seguro
nisso. A fé cristã precisa de um
fundamento. E o fundamento não é aquilo
que nós conseguimos imaginar. O nosso
fundamento é aquilo que Deus revelou
para nós. E para isso agora, precisamos
entender com clareza o que que são
inferências.
Inferir é tirar uma conclusão a partir
de algo que foi dito, mostrado ou
revelado. E não se engane, nós fazemos
isso o tempo inteiro. Se uma pessoa, por
exemplo, entra em casa molhada, com
guarda-chuva na mão, o que que você
pensa? Nós podemos inferir o quê? está
chovendo lá fora. Você nunca ia pensar
que aquela pessoa pulou com um
guarda-chuva na piscina.
A pessoa talvez ali não tenha dito em
momento nenhum: "Olha, está chovendo".
Mas há elementos ali suficientes para
uma conclusão razoável sua de que está
chovendo lá fora. Na leitura bíblica,
nós fazemos inferências. Isso não é
errado em si mesmo. Ler envolve
observar, comparar, ligar ideias,
perceber as consequências daquilo e
compreender as suas implicações. O
problema não é você pensar sobre
assunto. O problema é você pensar acima
da escritura. O problema não é nunca
você concluir algo a partir do que a
escritura tá falando. O problema é você
concluir mais do que o texto permite
você concluir e depois falar como se
Deus tivesse dito aquilo. Por exemplo,
na Bíblia diz assim: Jesus chorou em
João 11:35.
Esse é um dos textos mais curtos e mais
profundos da Bíblia. A partir dele, o
que que nós podemos concluir? que Jesus
expressou eh expressões humanas reais
ali. Essa inferência é legítima. Ela
nasce do que o texto está mostrando. Ela
concorda com a doutrina clara e
verdadeira da humanidade de Cristo. Ela
não inventa uma história secreta, ela
não cria uma doutrina paralela. Ela
apenas reconhece uma implicação natural
daquilo que Deus revelou. Jesus não é
que ele parecia humano, ele era humano.
E por isso ele expressa emoções humanas
aqui, sem deixar de ser Deus, o filho
eterno, assumiu a verdadeira natureza
humana. Ele sentiu fome, sede, cansaço e
tristeza. E ele chorou ali diante da
morte. Ele se compadeceu com os
pecadores. Então, quando inferimos que
as lágrimas de Jesus revelam emoções
humanas reais, nós estamos seguindo
exatamente o caminho que a própria
escritura está abrindo. Mas veja a
diferença. Uma coisa é você dizer o que
o texto permite tirar uma conclusão.
Outra é você pegar esse texto e começar
a construir algo que a Bíblia nunca
disse e que vai contra tudo o resto que
está na Bíblia. Alguém poderia dizer
assim: "Jesus chorou". Então ele não
concordava com aquilo que tinha
acontecido que o Pai tinha decretado. Ou
então ele chorou porque ele perdeu o
controle daquela situação. Ou ainda as
lágrimas de Cristo mostra que ele foi
vencido momentaneamente pela tragédia.
Mas nada disso está no texto. Se você lê
o contexto inteiro da passagem, você vai
ver que isso não aconteceu. Pelo
contrário, o mesmo Cristo que chorou
diante do túmulo do Lázaro também falou
o quê? Eu sou a ressurreição e a vida.
Em João 11:25, ele sabia exatamente o
que ele faria. Ele sabia que ele ia
ressuscitar Lázaro. Ele sabia que aquela
enfermidade serviria paraa glória de
Deus. Como diz João 11:4. As lágrimas de
Jesus não revelam um descontrole da
situação, uma discordância do Pai ou uma
impotência dele diante da morte. revela
a profundidade da sua compaixão,
a sua verdadeira humanidade e sua santa
oposição ao horror do pecado e da morte
que entraram no mundo pela queda do
homem. O problema da falsa inferência é
justamente esse. Ele pega um detalhe
verdadeiro, como Jesus chorou, e o
conduz para conclusões que contradizem o
restante da revelação da Bíblia. O texto
não disse isso. A Bíblia não disse isso.
A inferência então passou da linha.
Então a gente precisa guardar essa
frase. Inferências não é a revelação.
Inferência é a conclusão humana sobre a
revelação divina. E por isso ela sempre
precisa ser humilde, precisa ser testada
e precisa ser comparada com o restante
da escritura para ver o que está ali.
Ela precisa aceitar os limites. Uma
inferência saudável vai dizer: "O texto
parece nos conduzir para essa conclusão.
Uma inferência perigosa diz: Deus disse
quando Deus não disse aquilo."
Há uma grande diferença entre reconhecer
uma implicação bíblica e inventar uma
doutrina. A implicação bíblica nasce do
texto e ele ela vai continuar presa ao
texto. A invenção religiosa usa o texto
como ponto de partida e depois ela segue
sozinha. como se a imaginação tivesse
autoridade para completar o que Deus
deixou em silêncio.
A Bíblia não precisa da nossa
criatividade para se tornar poderosa.
Ela já é a palavra de Deus. Paulo
escreveu o seguinte em segunda Timóteo
3:16.
Toda a escritura é inspirada por Deus e
útil para o ensino, para repreensão,
para correção e para instrução na
justiça. A utilidade da Escritura não
depende de acréscimos e camadas secretas
do texto que nós devemos ver. Ela é útil
porque ela é inspirada por Deus. Ela
ensina, ela repreende, ela nos corrige e
instrui porque ela vem da boca de Deus.
Isso significa que o pregador, o
professor, o líder, um crente comum,
todos nós devemos nos aproximar
da Bíblia como quem se aproxima da voz
do superior.
Não abrimos a Bíblia para nós dominarmos
ela. Abrimos a Bíblia para sermos
dominados pela Bíblia.
Não abrimos um texto para ver como ele
pode servir a nossa ideia, como que ele
pode confirmar a ideia que eu tive.
Abrimos o texto para que ele corrija as
nossas ideias. A inferência correta se
comporta como uma serva. Ela não vai se
sentar no trono. Ela não manda no texto,
ela não força o texto. Ela pergunta: "O
que está escrito aqui? O que que isso
significa? Como se isso se encaixa no
todo da revelação? A inferência falsa
faz o contrário. Ela chega no texto com
uma conclusão pronta e vai procurar um
jeito de encaixar aquilo. Por isso, ao
ouvir qualquer ensino, nós precisamos
nos perguntar: Isso aqui nasceu
claramente do texto? Isso respeita o
contexto do que está acontecendo? Isso
concorda com o restante da Bíblia? Isso
exata é Deus revelado nas escrituras ou
isso apenas vai alimentar a curiosidade,
o medo, orgulho ou sensação de
superioridade espiritual?
A inferência tem lugar na vida cristã,
mas ela deve caminhar de joelhos diante
da Bíblia. Agora, eh, podemos entender
que inferências não são doutrinas na
Bíblia. Uma doutrina bíblica não nasce
de uma possibilidade interessante que
você achou, não nasce de uma conexão
criativa, não nasce da impressão pessoal
ali, não nasce de uma experiência
marcante da pessoa. Doutrina é aquilo
que Deus revelou com autoridade
suficiente para governar a fé e a vida
do seu povo. E deixa claro nas
escrituras, uma possibilidade não é
doutrina. Uma probabilidade não é
doutrina. Criatividade, experiência
também não. Doutrina é aquilo que Deus
revelou claramente na sua palavra. E
isso parece simples, mas é exatamente
aqui que muitos erros vão começar.
Alguém lê um texto e diz assim: "Pode
ser que isso signifique isso aqui. Até
aí tudo bem. É uma hipótese que a pessoa
está vendo ali, mas depois a pessoa
começa a pregar como se aquela hipótese
fosse uma certeza. Depois ela começa a
julgar quem discorda. Depois começa a
construir outras ideias sobre aquela
primeira hipótese. E quando percebemos,
construímos eh uma construção inteira
que foi levantada com base no que a
Bíblia nunca colocou ali. É como
construir uma casa na areia. Parece
haver algo ali, mas não há um fundamento
sólido. A escritura não nos proíbe de
pensar, ela nos proíbe de atribuir
autoridade divina aos nossos
pensamentos. Doutrina precisa de um chão
bíblico, precisa ser, ter clareza,
precisa ter coerência com toda a
escritura, precisa suportar o peso da fé
da igreja. A igreja não pode ser
governada por especulações.
A consciência do crente não pode ser
presa a hipóteses. A pregação não pode
exigir submissão onde Deus não falou. E
isso, obviamente, é muito sério, porque
quando alguém transforma uma inferência
frágil em doutrina, essa pessoa está
fazendo mais do que uma interpretação
ruim. Ele está colocando um peso
espiritual daquela interpretação ruim
dele sobre os outros. Ele está dizendo,
você precisa crer nisso. Ele está
criando critérios de eh fidelidade
que Deus não criou. Ele está usando o
nome de Deus para defender uma conclusão
humana. Deuteronômio 29:29, como vimos,
nos ajuda de forma poderosa que as
coisas encobertas pertencem
a nosso Deus. As coisas encobertas
pertencem a ele, não a nós. Isso
significa que há um limite pro nosso
conhecimento. Há um ponto em que a
pergunta humana precisa se ajoelhar
diante do silêncio divino. E isso é
dificílimo para nós. Nós gostamos de não
ter esse limite. Queremos saber o que
que aconteceu antes, depois, por trás, o
que que estava acontecendo nos
bastidores, por que aconteceu isso e
isso e aquilo. Nós queremos preencher
todas as lacunas. Queremos explicar o
que Deus não explicou. Você ter
curiosidade não tem problema, mas querer
explicar o que Deus não explicou, aí
está começando a passar. Queremos
transformar cada mistério em uma
resposta segura, cada detalhe obscuro em
doutrina, cada silêncio em teoria. Mas o
cristão maduro aprende a dizer uma coisa
ótima nesse tipo de situação. A resposta
é: não sei. Isso não é fraqueza. Isso é
uma reverência ao que está na Bíblia.
Quando Deus fala, nós nos curvamos.
Quando Deus silencia, nós também nos
curvamos.
Essa humildade protege a igreja, protege
a pregação, protege a consciência dos
crentes,
protege cada um de nós de líderes que
querem controlar as pessoas usando
afirmações que a Bíblia não sustenta.
Protege de movimentos que criam medo a
partir de especulações,
protege de ensinos que parecem
espirituais, mas eles só estão ali para
escravizar a alma. Pensem no perigo
disso. Uma pessoa está sofrendo, digamos
que ela perdeu alguém ou ela tá doente,
está confusa e fraca na situação que ela
está. Então chega alguém com uma
doutrina construída com inferências
frágeis e diz: "Deus está fazendo isso
porque você não entendeu a chave
espiritual da situação ou então isso
aconteceu porque é uma casa oculta ou um
pecado oculto seu." Nós estudamos sobre
Jó e como os seus amigos falaram tantas
vezes isso aqui para eles e isso não
consola ninguém e isso na verdade
oprime. E a palavra de Deus consola o
cristão. A imaginação humana pesa sobre
o outro. Por isso, precisamos aprender a
usar uma linguagem honesta. Quando a
Bíblia é clara, nós somos claros. Quando
a Bíblia permite uma conclusão provável,
devemos falar a conclusão provável.
Quando a Bíblia não revelou, devemos
dizer que ela não revelou. A fidelidade
não está apenas no que afirmamos, ela
também está em não afirmar demais. Aqui
há um tipo de humildade que deve marcar
toda a pregação bíblica. A coragem de
dizer que Deus disse e reverência de
parar aonde Deus parou. Porque a
autoridade da igreja não está na
inteligência do pregador, nem na
criatividade do intérprete, nem na força
emocional de uma mensagem. A autoridade
da igreja está na palavra de Deus. E a
palavra de Deus é suficiente
para nós. Mas é importante dizer que nem
toda a inferência é errada. Há
inferências aceitáveis, necessárias e
profundas bíblicas. O problema não é
tirar conclusões a partir da escritura.
O problema é tirar conclusões que a
escritura não sustenta e depois tratar
ela como se ela fosse a escritura. Uma
inferência aceitável precisa nascer do
texto, respeitar o texto e concordar com
toda a Bíblia. Ela não pode contradizer
doutrinas claras que estão na bíblica.
Na Bíblia, ela pode ela não pode virar o
fundamento central.
da fé.
Se a própria escritura não colocou ela
ali naquele lugar, não pode apresentar
uma possibilidade. Com certeza. A
inferência eh legítima, ela não domina a
escritura. A inferência legítima, ela
serve a escritura. Um exemplo clássico
que a gente pode dizer disso é a
doutrina da trindade. A palavra trindade
não aparece assim na Bíblia, mas a
doutrina não foi inventada pela
imaginação humana. Ela nasce na união de
verdades bíblicas claras. A Bíblia
ensina que há um só Deus.
Ela ensina que o Pai é Deus. Ela ensina
que o Filho é Deus e que o Espírito
Santo é Deus. Ela também ensina que o
Pai, o Filho e o Espírito Santo são
distintos, são pessoas distintas.
Portanto, a igreja confessa a Trindade
não porque eh encontrou uma palavra
isolada ali para falar isso aqui,
mas porque ela se curvou ao conjunto da
revelação bíblica. Veja a diferença.
Nesse caso, não estamos pegando um texto
obscuro e criando uma teoria que exige
que todos aceitem aquela teoria. Estamos
reunindo verdades claras das Escrituras
e confessando aquilo que a própria
Bíblia nos obriga a confessar. É uma
inferência fiel ao texto. E ela é fiel
porque ela não nasce da curiosidade, ela
nasce na necessidade de honrar tudo o
que Deus revelou. Se alguém dissesse que
apenas o pai é Deus e negasse o filho,
ele está rejeitando textos claros sobre
isso. Se dissesse apenas que Jesus é
Deus e negasse a distinção entre o Pai e
o Filho, também estaria rejeitando
textos claros. Então, a doutrina da
trindade não é uma mera especulação,
ela é uma submissão ao testemunho total
das escrituras. E isso nos ajuda eh e
nos ensina um princípio muito importante
aqui. A Bíblia inteira deve governar as
nossas conclusões. Nós não interpretamos
um texto como se estivesse sozinho no
universo. A escritura interpreta a
escritura. O claro ilumina o difícil. O
centro governa simplesmente todos os
detalhes. O que Deus disse repetidamente
e claramente não pode ser negado por uma
interpretação criativa de uma passagem
difícil obscura. Por exemplo, se uma
leitura de um determinado texto faz
parecer que Deus não sabe o futuro, nós
precisamos voltar e ver a Bíblia
inteira. A escritura apresenta Deus como
aquele que conhece todas as coisas, que
declara o fim desde o princípio, que
governa soberanamente a história. Então,
não podemos aceitar uma interpretação
que diminui a unisciência de Deus apenas
porque um texto interessante e um texto
isolado fala algo que faz você pensar
nisso. Se uma leitura faz parecer que
Cristo não é o suficiente, precisamos
então voltar ao todo da revelação. A
escritura ensina que nele nós temos
redenção, perdão, reconciliação e vida
eterna. Então, qualquer ensino que
acrescente técnicas,
objetos, códigos ou segredos que fossem
necessários para completar a obra de
Cristo, precisa ser rejeitado
imediatamente.
Se uma leitura faz parecer que o homem é
o centro da Bíblia, precisamos voltar ao
todo da Bíblia. A escritura começa com
Deus, termina com Deus e tem como centro
a glória de Deus revelada em Cristo. O
homem é importante porque foi criado à
imagem de Deus, como vimos algumas
semanas atrás, e porque Deus o redime em
graça, mas o homem não é o sol no qual a
Bíblia gira em torno. Consegue perceber
isso? A inferência aceitável nunca nos
afasta das grandes verdades da Bíblia.
Ele nos leva mais profundamentes,
mais profundamente nelas. Também
precisamos lembrar que há graus de
certeza. Nem toda conclusão tem o mesmo
peso. Algumas coisas são centrais e
claras. E todo crente deve entender.
Deus é santo. Cristo é Deus. O homem é
pecador. A salvação é pela graça. Jesus
morreu e ressuscitou. Haverá juízo.
Cristo voltará.
Outras coisas podem ser debatidas com
humildade entre irmãos. Há coisas que
simplesmente nós não sabemos. Maturidade
é saber diferenciar entre essas
categorias.
Imaturidade é tratar toda opinião como
um fundamento da fé. Nem toda a
convicção forte que a pessoa tenha é uma
convicção bíblica. O tom confiante que
ela fala não transforma uma especulação
em verdade.
Uma voz firme em uma determinada
situação
não dá, no final das contas, a
autoridade divina a ideia humana que
está sendo exposta. A pergunta não é,
ele falou isso convicção. A pergunta
certa é: a escritura inteira sustenta
essa afirmação?
A igreja precisa de homens e mulheres
que amem a verdade, não o espetáculo,
que busque com fidelidade e não a
novidade que achem, que prefirem uma
interpretação simples e correta, que uma
interpretação brilhante, mas que seja
falsa.
E nesse momento nós precisamos
perguntar, por que as pessoas usam
inferências para criar doutrinas falsas?
Por que alguém troca a clareza da
palavra pela sedução da especulação?
Por que uma pessoa prefere concluir uma
teoria frágil em vez de permanecer no
que Deus revelou? A resposta, eu diria
que não é apenas intelectual, ela é
espiritual. Às vezes o problema é desejo
por novidade. O evangelho às vezes para
as pessoas pode parecer simples demais
para um coração que quer impressionar o
outro. Dizer que Deus é santo, que o
homem é pecador, que Cristo morreu pelos
pecadores, que devemos nos arrepender e
crer pode parecer comum de tanto que nós
escutamos
e a pessoa quer parecer mais profunda.
Então essa pessoa vai procurar algo
diferente, algo que seja misterioso,
algo que pareça revelar uma camada
escondida Bíblia. Mas a igreja não é
alimentada pela novidade. A igreja é
alimentada pela verdade. Outras vezes, o
problema
é o desejo de controle que as pessoas
têm. Existem pessoas que não suportam
não saber de algo. Elas precisam ter uma
explicação para tudo. Ela precisa
organizar todos os mistérios, precisa
dizer o que que aconteceu por trás de
cada acontecimento. Então, quando Deus
não revelou algo, em vez dele descansar,
eles preencem o silêncio com imaginação.
Só que a fé não é controlar todas as
respostas que nós desejávamos ter. Fé
confiar em Deus que controla todas as
coisas. Também há muitas vezes o orgulho
espiritual. Essa talvez seja um dos
perigos, eu diria, mais sutis. A pessoa
começa a se sentir especial porque viu o
que os outros não viram. Ela passa a
falar como se estivesse em um nível
superior de entendimento.
Quem discorda depois de um certo tempo é
tratado como frio, raso, carnal, sem
revelação. E assim a interpretação deixa
de ser um serviço à igreja e passa a se
tornar um instrumento de superioridade.
E isso, é óbvio, é algo muito sério,
porque a verdadeira compreensão da
palavra não produz arrogância, produz
humildade. Quanto mais nós vemos a
grandeza de Deus, menor nos sentimos
diante dele. Quanto mais entendemos a
santidade de Deus, menos vontade nós
temos de brincar com a palavra de Deus.
Quanto mais compreendemos a suficiência
do que Cristo fez,
menos fascinados nós ficamos com as
teorias humanas. que aparecem. Nem toda
a ideia que parece espiritual nasceu do
espírito. Algumas ideias nascem do medo,
outras nascem da vaidade, outras nascem
da vontade de impressionar, outras
nascem da inquietação do coração que não
aprendeu a descansar nas respostas que a
Bíblia nos deu. E aqui nós precisamos
fazer uma pausa honesta, porque esse
perigo não está apenas, a gente pode
dizer lá fora, ela está sempre dentro de
cada um de nós.
Todos nós queremos que a Bíblia confirme
o que nós já pensamos.
Todos nós podemos preferir uma
interpretação que favoreça o que eu
gosto ou o que eu não gosto. Todos nós
podemos podemos sentir o desejo de que
uma resposta mais impressionante do que
a resposta simples das escrituras. Por
isso, precisamos ser corrigidos pela
palavra. A Bíblia não é um barro em
nossas mãos. Nós é que somos barro
diante de Deus. E o que Deus faz em nós?
A escritura não existe para ser moldada
por nós. Nós existimos para ser moldados
por ela. Um sinal de que estamos criando
falsas doutrinas é quando a ideia
geralmente se torna mais importante do
que o texto. A pessoa já não se alegra
tanto nas escrituras, ela se alegra
naquilo que ela descobriu, naquela
teoria que ela tem. Ela já não volta
humildemente ao texto, ela volta apenas
para encontrar apoio. Ela já não diz
isso, é fiel? Ela pergunta: "Como posso
provar aqui se eu estou certo?" Outro
sinal é quando a doutrina produz eh
fascínio, mas não produz santidade.
Ela deixa as pessoas curiosas. Muitas
vezes aparecem
cristãos que estão fascinados com as
coisas da graça. Ela fica curiosa,
agitada, impressionada,
mas aquilo não deixa ela humilde, mais
arrependida, mais obediente, mais cheia
de amor a Deus. Isso é sempre o alerta.
A verdade bíblica santifica. Jesus orou
assim em João 17:17. Santifica-os. Na
verdade, a tua palavra é a verdade. É
mais fácil especular sobre mistérios do
que obedecer a mandamentos claros de
Deus. É mais fácil discutir detalhes
obscuros do que muitas vezes perdoar um
irmão. É mais fácil criar teorias
sobre o mundo espiritual do que
modificar, mortificar o nosso pecado. É
mais fácil falar sobre códigos
escondidos do que se arrepender diante
da cruz.
A especulação, ela pode parecer
espiritual,
mas ela nos afasta da obediência. A
Bíblia não foi dada para que nós sejamos
impressionados. Ela foi dada para nós,
para que nós sejamos fiéis à palavra de
Deus. Ela não foi dada para alimentar a
nossa
eh vaidade intelectual.
E a nossa curiosidade
foi dada para revelar Deus, expor o
nosso pecado, mostrar Cristo e formar um
povo santo. Quem acha que isso é pouco
ainda não entendeu a grandeza do que foi
revelado.
Agora, eu diria que nós precisamos olhar
para como as falsas inferências são
construídas. Normalmente elas não
aparecem assim prontas.
Elas seguem um caminho e esse caminho
muitas vezes eh tem textos difíceis ou
obscuros da palavra. A Bíblia, não se
engane, tem palavra, tem passagens que
são difíceis.
Não precisamos fingir que tudo é simples
no mesmo nível. Há textos que exigem
estudo, paciência, contexto e humildade.
A passagem que bons cristãos vão
discordar sobre detalhes. Há partes em
que Deus revelou o suficiente paraa
nossa fé, mas não respondeu a todas as
nossas curiosidades.
O que não eh
o erro aqui não está em nós estudarmos
textos difíceis. O texto é construir uma
doutrina como se ela fosse central a
partir de detalhes que Deus não
esclareceu. Textos difíceis exigem
humildade nossa, não imaginação. O
problema começa quando alguém pega uma
interpretação possível e, como eu disse,
passa a tratar ela como uma certeza. A
pessoa diz: "O texto pode ser que
signifique isso". E depois ela vai estar
dizendo, esse texto significa isso e por
fim, depois de um tempo, ela vai falar:
Deus revelou isso. E por fim, quem não
aceita isso está rejeitando a verdade.
Quantas vezes nós não vemos cristãos
discutindo na internet, por exemplo,
detalhes minuciosos, difíceis da Bíblia
para ficar discordando e brigando com
outros cristãos na internet. O que
começou com uma hipótese termina com uma
imposição. O perigo começa quando uma
possibilidade ganha um tom de decreto
divino. Geralmente isso vem acompanhado
sempre de saltos lógicos. Um salto
lógico acontece quando a conclusão vai
muito além das premissas que o texto
permite para nós. A Bíblia mostra Deus
falando de sonhos em alguma algumas
ocasiões. E alguém pode concluir por
conta disso. Logo, o meu sonho é uma
revelação de Deus. Aquele sonho que de
que por acaso aconteceu tudo que ela
gosta que ela gostaria. Ela pode pensar
aquilo é uma revelação de Deus para mim.
Mas o texto não diz isso. A Bíblia
mostra a Deus usando objetos em uma
situação específica. E alguém poderia
concluir, logo esse objeto tem poder
espiritual permanente. Mas o texto não
está dizendo isso. A Bíblia mostra
alguém sendo abençoado materialmente. E
o que que as pessoas normalmente gostam
de concluir? Logo, todo crente fiel
vai ser rico. Mas a Bíblia inteira não
fala isso. Esses saltos parecem pequenos
quando são apresentados com emoção pela
pessoa que está dizendo, mas na verdade
eles são enormes. A pessoa sai de um
acontecimento específico e faz uma regra
universal. Sai de uma narrativa para uma
fórmula, sai de uma descrição
para uma doutrina.
Sai do que Deus fez em um determinado
momento da história para uma lei que
Deus nunca estabeleceu. É assim que
muitas pessoas começam a ser enganadas,
porque o ensino começa com um texto
bíblico.
E quando começa com um texto bíblico,
geralmente a pessoa vai, digamos assim,
desarmada. O, aquilo parece seguro, mas
a questão não é apenas se o texto foi
citado, a questão é se o texto foi
interpretado corretamente.
Outra forma de construir inferência,
falsas inferências, é acrescentar ideias
externas ao texto. A pessoa não começa
perguntando o que que a Bíblia diz. Ela
começa com uma ideia que ela já quer
defender, depois procura um versículo
específico que pareça confirmar aquilo.
E isso pode eh pode aparecer em uma
numerologia forçada, em teorias da
conspiração, em um misticismo disfarçado
de profundidade bíblica. Nesses casos, a
Bíblia deixa de ser a voz que governa e
passa a ser um enfeite que vai confirmar
o que você quer. A pessoa já decidiu o
que ela quer dizer, depois procura uma
passagem para apoiar ela. Se o contexto
atrapalha, pois bem, ignore o contexto e
vai no versículo sozinho. Se a doutrina
bíblica contradiz, ele contorna para
parecer que não que não contradiz. O
importante já não é mais ouvir Deus. O
importante é defender a ideia. O erro
começa quando a Bíblia deixa eh a Bíblia
deixa de explicar nossas ideias e nossas
ideias começam a explicar a Bíblia.
Talvez uma das formas mais perigosas
disso seja quando alguém cria uma
narrativa inteira que a Bíblia não
criou. A pessoa pega um detalhe bíblico,
junta com algumas especulações que ela
faz, acrescenta alguns elementos
externos e cria uma história paralela
que depois passa a ler toda a Bíblia a
partir daquela história que ele falou.
Por exemplo, a Bíblia pode falar de um
episódio difícil. Em vez de você
verificar o que que o texto diz e o
contexto do que aquilo significa, alguém
cria uma especulação eh envolvendo a
ameaça do plano de Deus, a intervenção
emergencial divina e mistérios ocultos
ali. Mas o texto em nenhum momento disse
que Deus teve que agir eh, digamos
assim,
pego de surpresa na situação. O texto
não explicou isso. O texto não colocou
um peso sobre aquele episódio. Aquele
problema se torna ainda mais sério ali,
porque a pessoa já não está apenas
interpretando um texto, ela está criando
uma história alternativa por trás da
história bíblica. está dizendo que o
verdadeiro sentido não está no que Deus
declarou claramente, mas em uma camada
escondida que apenas algumas pessoas
conseguiram enxergar. E isso muda o
centro da Bíblia. Em vez de pecado,
juízo, graça, aliança, redenção e
Cristo, o centro passa a ser a teoria.
Em vez de Deus soberano governando a
história, temos um roteiro de ameaça e
reação. Em vez de revelação clara, nós
temos códigos. Em vez de adoração, temos
curiosidade. Quando a explicação fica
maior do que o texto, a imaginação já
ocupou um lugar da revelação.
Falsas inferências também se alimentam
de textos isolados. Elas adoram textos
isolados. Alguém pega um versículo
bonito, retira o contexto, aplica
que o propósito do texto nunca disse
ele. O resultado pode parecer bíblico
para você, porque usa palavras bíblicas,
está usando um versículo bíblico, mas
ele não é fiel porque não respeita o
sentido bíblico. Por exemplo, tudo posso
naquele que me fortalece. Filipenses
4:13. Muitas vezes, como é que ele é
usado?
Ele é usado como uma promessa de sucesso
em qualquer projeto pessoal que você
tenha. A pessoa aplica o texto a uma
prova, a uma promoção que ele está
querendo, ao plano financeiro, a uma
vitória esportiva, como se Paulo
estivesse dizendo aqui que Cristo nos
fortalece para nós conquistarmos o que
desejamos.
Mas o contexto aqui é completamente
outro. Paulo está falando do
contentamento em todas as
circunstâncias, tanto na fartura quanto
na necessidade, tanto no seu desejo ser
feito quanto não. O texto não ensina que
Cristo nos fortalece para nós
realizarmos qualquer ambição nossa.
Ensina que Cristo nos sustenta até
quando as nossas ambições são negadas.
Jeremias 29:11 diz assim: "Porque sou eu
que conheço os planos que tenho para
vocês". Também aqui é frequentamente
frequentemente usado como garantia de
prosperidade individual imediata.
Mas Jeremias está falando a um povo no
exílio dentro de uma história específica
de juízo, disciplina, esperança e
restauração. Isso não significa que o
texto não revele o caráter fiel de Deus.
Ela
ali, revela, mas não pode ser arrancado
do seu contexto e transformado numa
promessa automática de conforto imediato
do do plano pessoal das pessoas. Outro
texto é Mateus 18:20, que diz assim:
"Pois onde se reunirem dois ou três em
meu nome, ali eu estou no meio deles".
Muitas vezes esse texto é usado como se
Deus só tivesse presente quando há pelo
menos duas ou três pessoas reunidas. Mas
você vê, todos nós sabemos, o contexto
aqui trata de disciplina, testemunho e
autoridade da comunidade. A presença de
Cristo com seu povo é real, mas o
versículo não foi dado para negar a
presença dele com o crente sozinho em
oração. Consegue perceber isso? O
problema não é você citar a Bíblia. O
problema é você deslocar o texto de onde
Deus colocou ele. Texto sem contexto
vira só um pretexto que você tá usando.
E quando isso se repete, as pessoas
passam a conhecer frases bíblicas sem
conhecer a Bíblia. Sabem recitar
versículos de cor, mas elas não sabem o
que realmente lhe significa. Carregam
promessas sem contexto, mandamento sem
aliança, narrativa sem redenção,
símbolos sem Cristo. O que são símbolos
sem o Cristo? A imaginação não precisa
negar a Bíblia para ela ser perigosa.
Basta você usar ela mal. Agora, eu diria
que precisamos dar mais um passo aqui.
Falsas inferências não eh produzem
apenas interpretações erradas. Elas
produzem no final uma visão errada de
Deus. E esse a gente pode dizer é o
ponto mais grave aqui. Toda falsa
doutrina, quando ela é levada até o fim
do seu raciocínio, ela vai diminuir
algum atributo de Deus. Talvez quando
você escute ela não pareça no começo.
Talvez ela seja uma linguagem bonita.
Talvez a pessoa diga: "Está defendendo a
honra de Deus, revelando os mistérios de
Deus, explicando os planos de Deus. Mas
se a doutrina nasceu de uma especulação
e não da Escritura, em algum ponto ela
vai apresentar um Deus menor que o Deus
da Bíblia.
Às vezes Deus é apresentado como se ele
fosse surpreendido, como eu disse, como
se a história tivesse tomado um rumo que
ele não privia, como se o pecado, os
demônios, os homens ou qualquer outro
poder criado pudessem colocar Deus
contra a parede, como se o Senhor
pudesse improvisar e precisasse
improvisar ali naquela situação, como se
ele tivesse um plano e algo fugisse do
controle. Então ele precisasse reagir
para salvar a própria verdade. Como se
ele não soubesse, por exemplo, que
Adão e Eva iam pecar.
Como é que ele fez eh como é que ele
tinha feito a promessa junto com seu
filho na eternidade se ele não soubesse
disso?
Esse não é o Deus da Bíblia. O Deus da
Bíblia não é pego de surpresa. Ele não
descobre o problema tarde demais. Ele
não corre atrás do prejuízo. Ele não
governa como alguém que tenta controlar
os danos. Quem fazer isso somos nós. Em
Efésios 11:1, ele faz todas as coisas
conforme o propósito da sua vontade. Ele
reina sobre a história, sobre reis,
nações, anjos, demônios. sobre a vida e
sobre a morte. Deus não improvisa.
E isso precisa consolar a igreja. Porque
se Deus improvisa, então nossa salvação
não tá segura de jeito nenhum. Se Deus
reage como alguém assustado,
então a cruz, a gente pode dizer,
poderia ter sido apenas uma resposta
emergencial que Deus fez.
Se Deus eh apenas tenta consertar o que
as criaturas estão estragando, então ele
não é o Senhor soberano da história e
pode tirar a soberania dele, porque ele
não tá sendo soberano de nada. Mas a
Bíblia não nos apresenta esse Deus.
Pedro disse que Cristo foi em Atos 2:23
entregue por propósito determinado e
préonhecimento
de Deus. A cruz não foi um acidente, ela
não foi o plano B da história, ela não
foi um improviso. A cruz estava no
centro do propósito eterno de Deus o
tempo inteiro. Por isso, quando uma
inferência faz Deus parecer reativo,
precisamos parar aqui. Quando uma
interpretação transforma Deus em alguém
que quase perdeu o controle da situação,
precisamos voltar as escrituras e
pensar: "Estou interpretando errado. O
que que eu não estou vendo nesse texto?"
Como uma teoria faz parecer que o plano
de Deus foi ameaçado por algo que ele
não esperava, precisamos rejeitar essa
teoria imediatamente, mesmo que ela
pareça interessante. O Deus verdadeiro é
maior do que as nossas explicações.
Romanos 1 mostra o caminho da idolatria.
Paulo diz assim que os homens em Romanos
1:21, tendo conhecido a Deus, não
glorificaram como Deus, nem lhe renderam
graças, mas os seus pensamentos
tornaram-se fúteis, e o coração
insensato diante insensato deles
obscureceu-se. Depois ele diz assim no
versículo 25, eles trocaram a verdade
Deus pela mentira.
Essa troca nem sempre acontece por meio
de uma estátua de pedra. Às vezes
acontece por meio de uma ideia.
Um Deus moldado pela mente humana
continua sendo um ídolo. Mesmo que seja
descrito com uma linguagem cristã.
Há um Deus, mesmo com linguagem cristã
que está ali apenas para realizar os
meus sonhos. Há um Deus que depende das
minhas palavras para ele agir. Há um
Deus que está sempre tentando me dar
conforto, mas nunca me chama ao
arrependimento. Mas esse Deus, esse Deus
que a pessoa falou não é o Deus vivo, é
uma versão menor de Deus. Era uma versão
fabricada. Você vê, ele criou uma teoria
e ela fez Deus menor. E toda vez que a
imaginação humana governa interpretação
bíblica, pode ter certeza, Deus é
reduzido no final. A sua soberania vai
ser diminuída. A sua santidade é
suavizada. A sua sabedoria é
questionada. A sua suficiência é
substituída por técnicas. A sua glória é
trocada pelo espetáculo. E por isso que
esse assunto não é secundário para nós.
Não estamos falando apenas de detalhes
interpretativos.
Estamos falando da forma como nós
enxergamos Deus. E isso é essencial para
nós. Nada pode ser mais importante do
que isso. Se você erra sobre quem Deus
é, tudo mais começa a se deformar. A
oração vai se deformar, a adoração vai
se deformar, a pregação se deforma e a
vida cristã se deforma. A igreja pode
continuar usando palavras bíblicas, mas
o Deus anunciado ali naquele local já
não é o Deus da Bíblia. Então,
precisamos aprender a Bíblia de modo
certo. E o primeiro princípio para isso
é simples. Leia o texto dentro do
contexto em que ele está. Não arranque
uma frase do seu parágrafo. Não arranque
o parágrafo do seu livro. Não arranque o
livro da história da redenção. Deu não,
Deus não nos deu versículos soltos em
uma caixa com frases inspiradoras para
nós começarmos o nosso dia. Ele nos deu
uma escritura coerente, uma história
redentiva, uma revelação progressiva que
culmina em Cristo. O contexto é a
proteção que nós temos. Ele nos impede
de dizer o que o texto no do texto dizer
o que nós queremos e sim dizer o que
Deus disse. Ele nos obriga o contexto,
obriga a nós ouvirmos o autor, o
argumento dele, a situação e o propósito
daquela daquela palavra. Muitas
interpretações erradas sobrevivem menos
tempo se as pessoas lessem o versículo
de cima.
O segundo princípio, eu diria, que é
deixe o claro iluminar o difícil. Não
construa uma doutrina sobre aquilo que é
obscuro enquanto ignora o que é claro.
Se há textos claros sobre a soberania de
Deus, não aceite uma interpretação de um
texto difícil que faça Deus parecer um
Deus fraco. Se há textos claros sobre a
suficiência de Cristo, não aceite uma
teoria que torne Cristo insuficiente.
O terceiro princípio para nós é leia os
detalhes à luz do centro da Bíblia. A
Bíblia tem um centro e esse centro não é
a nossa curiosidade, não é um código
secreto que a gente precisa buscar, não
é a prosperidade pessoal, não é uma
experiência mística que nós procuramos.
O centro da Bíblia é a glória de Deus
revelada na redenção dos pecadores por
meio de Jesus Cristo. Jesus disse assim
em João 5:39: "Vocês estudam
cuidadosamente as escrituras porque
pensam que nelas vocês têm a vida
eterna." E são as escrituras que
testemunham ao me respeito. Depois, no
caminho de Amaluz, Lucas nos diz que
Jesus disse o seguinte em Lucas 24:27,
começando por Moisés e todos os
profetas, explicou-lhes o que constava a
respeito dele em toda a escritura. Nós
não interpretamos o centro da Bíblia a
partir de detalhes obscuros.
Interpretamos sim os detalhes à luz do
centro que foi revelado. E quando nós
entendemos isso, a nossa leitura da
Bíblia muda completamente.
Paramos de tratar as escrituras como um
conjunto de peças soltas e começamos a
enxergar a grande história. Deus criou
todas as coisas para sua glória. O homem
caiu eh em pecado e se afastou de Deus.
O Senhor prometeu redenção e ao longo da
história ele preservou o seu povo,
revelou sua lei, expôs o pecado,
anunciou o Messias e e preparou o mundo
para a vinda de Cristo. E ele fez isso o
tempo inteiro na Bíblia. Então, na
plenitude do tempo, o filho de Deus
veio, viveu sem pecado nesse mundo,
morreu no lugar de nós pecadores,
ressuscitou no terceiro dia, subiu aos
céus e voltará em glória. Esse é o
centro, esse é o centro da Bíblia. Se a
nossa interpretação nos afasta desse
centro, algo está errado na nossa
interpretação. Se uma teoria nos leva a
falar mais de mistérios do que de
Cristo, algo está errado ali. Se uma
doutrina nos leva a admirar mais a
inteligência de quem explica do que a
glória de Deus que é revelado na cruz,
algo está errado na situação. A Bíblia
não foi não foi dada para criar para
criar especialistas em curiosidades
espirituais. Foi dada para formar
adoradores, discípulos e servos e filhos
obedientes de Deus. Foi dada para que o
homem de Deus, como diz em Timóteo 3:17,
apto plenamente e preparado para toda
boa obra.
E isso é óbvio, exige um trabalho
cuidadoso de nós quando vamos, tanto na
Bíblia, quando vamos escutar um pregador
ou alguém falar. Porque Paulo disse
assim a Timóteo, em Timóteo 2:15,
procura apresentar-se a Deus, a Deus
aprovado como obreiro que não tem do que
se envergonhar e que maneja corretamente
a palavra da verdade. Manejar
corretamente a palavra existe zelo da
nossa parte. Não é brincar com o texto,
não é usar a Bíblia como um apoio de
qualquer ideia, é tratar a escritura
como santa, porque ela é santa. Ler
corretamente é perguntar quem escreveu
isso? Para quem esse autor da Bíblia
escreveu? Em que contexto, qual é o
argumento que ele está usando? Como isso
se encaixa no contexto geral desse
livro? Como isso se encaixa no contexto
geral da Bíblia? Isso aponta para
Cristo? Isso deixa Deus tão grande
quanto ele é ou diminui
Deus? A ideia que eu estou tendo? Essas
perguntas não tornam a sua leitura fria
como se você fosse apenas uma pessoa
técnica tentando descobrir as coisas
ali. Torna a leitura fiel. Há quem pense
que estudar o contexto tira a
espiritualidade do texto. Mas o que
acontece é exatamente o contrário. O
contexto não mata a aplicação, ela
protege a nossa aplicação. Uma aplicação
sem contexto pode emocionar todo mundo
que escutar aquela aplicação, mas ela
não tem autoridade nenhuma. Uma
aplicação fiel talvez seja mais simples
do que a ideia que a pessoa tá falando,
mas ela carrega o peso da voz de Deus.
Também precisamos acreditar que existem
coisas que Deus não explicou para nós. E
isso pode parecer óbvio num primeiro
momento, mas é uma das verdades mais
difíceis pro coração humano aceitar. Há
perguntas que Deus não respondeu
claramente. Há perguntas que ele
respondeu parcialmente. E há perguntas
que ele simplesmente não respondeu. E
isso é ótimo. Pode parecer estranho você
dizer isso, mas o silêncio de Deus
também é uma forma de cuidado. Se Deus
não revelou algo para nós, é porque nós
não precisamos daquilo para conhecer
ele, para adorar ele, para sermos salvos
e para vivermos em santidade. Nossa
curiosidade pode querer mais, mas a
nossa fé precisa aprender a descansar no
que Deus nos deu. Nem toda a curiosidade
precisa ser satisfeita. Nem todo
mistério precisa virar doutrina no fim.
Nem todo silêncio precisa ser
preenchido. Às vezes queremos saber
detalhes sobre o mundo espiritual, saber
sobre acontecimentos antigos, saber
sobre decretos secretos de Deus para
nós, sobre como exatamente eh certas
coisas aconteceram na Bíblia,
que às vezes a Bíblia passa muito rápido
para explicar a situação.
Mas, irmão, você deve descansar.
Deus não nos chamou para dominar todo o
conhecimento que pudesse existir. Ele
nos chamou para confiar nele. E confiar
inclui aceitar que há coisas que
pertencem ao Senhor. Como disse Moisés
em Deuteronômio 29:29.
Aquilo não é uma frase que ele fala para
desencorajar todo mundo, é uma frase
para humilhar a soberba. As coisas
encobertas
pertencem ao Senhor nosso Deus.
pertencem ao Senhor, não pertencem ao
pregador criativo, não pertencem ao
intérprete curioso, não pertencem a um
movimento que promete revelar os
segredos, pertencem
ao Senhor. Mas o texto continua: "Mas
reveladas pertencem a nós e aos nossos
filhos para sempre, para que sigamos
todas as palavras dessa lei."
Deus já revelou o que nós precisamos
para obedecer. E talvez aqui esteja uma
grande correção para nós. Muitas vezes
queremos saber o que Deus não revelou
enquanto negligenciamos obedecer o que
está claro na Bíblia. Queremos entender
os mistérios do céu, queremos decifrar
detalhes ocultos,
mas no final nós não lutamos contra o
nosso pecado secreto de estimação.
Queremos discutir teorias sobre o mundo
invisível, mas não amamos como
deveríamos,
não servimos como deveríamos, não
buscamos santidade como deveríamos.
O problema nem sempre é a falta de
informação. Muitas vezes acaba sendo uma
falta de submissão a Deus. A maturidade
cristã não é medida pela quantidade de
especulações que alguém consegue
explicar ou que acha que consegue
explicar para poder depois ficar
discutindo na internet. é medida pela
fidelidade com que alguém se submete ao
que Deus disse. O crente maduro não é
aquele que tem resposta para tudo. Você
pode ficar tranquilo quanto a isso. É
aquele que confia no Senhor, mesmo
quando nem todas as respostas nós temos.
E isso é libertador para nós, porque nos
livra da ansiedade de tentar saber o que
Deus não nos deu. Nos livra do medo de
que existe algum segredo escondido pela
qual nós não podemos viver sem, mas que
ninguém consegue ter. Nos livra da
dependência de pessoas que se apresentam
como donas de mistérios. nos livra da
arrogância de pensar que nossa mente
pode entrar onde Deus fechou a porta. O
cristão maduro aprende a confiar em Deus
não apenas eh no que ele revelou, mas
também no que ele decidiu não revelar. E
essa confiança não é ignorância, é fé em
Deus. Fé no caráter de Deus, fé na
sabedoria de Deus, fé na bondade do
nosso Deus, fé na suficiência da palavra
de Deus. Quando paramos de correr atrás
do que Deus não revelou, começamos a
enxergar com mais clareza a grandeza do
que ele revelou. E o que ele revelou é
imenso para nós. Deus revelou o seu
caráter, revelou a nossa condição, ele
revelou a lei, ele revelou a sua graça,
o pecado humano, ele revelou o Salvador,
o caminho da salvação, o chamado ao
arrependimento e a fé, a esperança da
ressurreição. Ele revelou que Cristo vai
voltar e que haverá juízo. Ele revelou
que haverá novos céus e nova terra. E
isso, meus irmãos,
não é pouco para nós. Não adianta você
ter dominado os detalhes obscuros da
palavra, como muitas pessoas gostam, só
para discutir com as outras, mas falhar
em compreender o centro da palavra.
Muitas pessoas gostam de eh querer
conversar com as pessoas para mostrar
que são superioras, superiores sobre
detalhes difíceis da Bíblia. Mas quando
você vai com conversar com ela sobre a
soberania de Deus, sobre a graça de
Deus, sobre como Deus
sabe tudo e domina tudo nesse mundo, aí
ela não consegue aceitar.
O problema é que o coração fascinado
pelo oculto pode perder o encanto pelo
claro.
Pode achar comum você dizer: "Cristo
morreu por pelo por nossos pecados". Ela
pode achar simples demais falar sobre
arrependimento, fé, perdão, santidade,
cruz e ressurreição.
Mas não há nada mais profundo do que
isso. O evangelho não é raso porque ele
é simples. Ele é simples o bastante para
uma criança entender. E ele é profundo
bastante pra eternidade inteira ele não
se esgotar. E é aqui que nós precisamos
encerrar aqui. O maior problema das
falsas inferências não é apenas que elas
erram em pequenos detalhes da Bíblia. O
maior problema é que elas tiram os
nossos olhos do que Deus revelou com
clareza máxima para nós. Cristo
crucificado. Paulo escreveu assim em
Primeira Coríntios 2:2. Pois decidi nada
saber entre vocês, a não ser Jesus
Cristo e este crucificado.
Paulo não era um homem superficial. Ele
conhecia as escrituras. Ele pensava
profundamente. Ele raciocinava,
argumentava e explicava como ninguém
nesse mundo jamais vai fazer. Mas ele
sabia qual era o centro. Ele sabia que a
igreja não vive de especulações. A
igreja vive de Cristo. A igreja não é
sustentada por teorias ocultas, é
sustentada pelo filho de Deus, entregue
por pecadores. Na cruz, Deus não nos deu
uma especulação do que que estava
acontecendo ali. Ele nos deu a
revelação.
na cruz. Deus não nos chamou para
adivinhar os mistérios ocultos que
estava acontecendo ali com aquele homem
crucificado morrendo. Ele mostrou a sua
santidade contra o pecado, sua justiça
contra a culpa, seu amor por pecadores,
sua graça para indignos e sua sabedoria
acima de toda a sabedoria humana. Na
cruz vemos que Deus nunca foi
surpreendido pelo pecado. Ele o julgou
em Cristo. Vemos que Deus não improvisou
na salvação. Ele a cumpriu em seu filho.
Vemos que Deus não perdeu o controle da
história. Ele governa a história do
início ao calvário, a eternidade. Vemos
que o homem não pode salvar a si mesmo.
Vemos que Cristo é suficiente ali, ali
no madeiro. O filho eterno de Deus
carregou os nossos pecados que não eram
dele. O justo morreu pelos injustos. O
santo foi tratado como culpado. Porque o
porque culpados assim pudessem ser
recebidos como filhos. A ira de Deus
sobre o pecado foi satisfeita ali. A
justiça de Deus foi honrada. O amor de
Deus foi revelado e ao terceiro dia
Cristo ressuscitou, mostrando que o
sacrifício foi aceito, que a morte foi
vencida e que a salvação é real. Diante
disso, que necessidade temos de
ultrapassar o que está escrito? Não
precisamos de uma de uma Bíblia que é de
uma Bíblia aumentada pela nossa
imaginação. Precisamos de um coração
humilhado pela revelação, que olha paraa
revelação e fica fascinado por ela e não
por questões obscuras que ele não
consegue responder por ela. Não
precisamos colocar palavras na boca de
Deus porque Deus não falou. Precisamos
ouvir as palavras que ele já falou e que
são suficientes paraa nossa fé.
Não precisamos transformar inferências
frágeis em doutrinas pesadas. Precisamos
permanecer firmes na verdade clara,
suficiente e gloriosa das Escrituras. A
cruz é mais profunda do que todos os
mistérios e curiosidades que a que uma
pessoa pode tentar inventar. Por isso,
voltemos às escrituras, voltemos ao
texto, voltemos ao contexto dele,
voltemos ao centro da Bíblia, voltemos à
humildade. Voltemos ao que Deus falou,
voltemos a Cristo que morreu, voltemos
ao evangelho que salva. Quando Deus
fala, nós nos curvamos. Quando Deus
silencia, nós também nos curvamos. E
quando Deus revela seu filho
crucificado, nós adoramos ali. Não
precisamos ultrapassar o que está
escrito, porque o que está escrito nos
conduz ao Cristo crucificado. E nele
Deus revelou tudo o que é necessário
para nossa salvação, para a nossa fé e
para a sua glória. Amém. Irmãos, Deus,
nós te agradecemos pelo dia de hoje, que
nós possamos sempre quando formos
meditar na tua palavra,
olhar tudo o que tem, tu tens para nos
dizer, o contexto e que nós sempre
estejamos ligados ao centro da Bíblia. O
que tu dizes ali? Nós somos pecadores.
Teu filho veio para nos salvar, meu
Deus. E por isso nós pecadores indignos
podemos ir a ti. Isso é tão claro quanto
uma criança pode entender. Que isso
esteja os nossos corações dia após dia,
meu Deus. Que nós possamos amar o a ti,
Deus como tu és. Que nós não deixemos
qualquer especulação rasa
eh transformar em tu, em nossa mente
menor do que tu és, meu Deus. Que nós
possamos ver grande como tu és, meu
Deus. glorioso, soberano e que tem todo
o poder e que conhece que que tem todo o
conhecimento. Meu Deus, que nada nos
permita diminuir isso em momento nenhum.
Nenhuma especulação, nenhuma ideia que
nos leve a uma doutrina errada sobre ti,
meu Deus. que nós possamos meditar
sempre na tua palavra e pensar
como que isso aqui mostra o centro da
Bíblia, como isso aqui vai mostrar
Cristo para mim, como que isso aqui vai
mostrar o quanto eu sou indigno e que
Cristo veio para me salvar e que por
isso eu posso ficar tranquilo, porque o
meu Deus está no controle de tudo. Que
essa seje a nossa mente toda vez que nós
vamos à Bíblia. É isso que nós pedimos
hoje em nome de Jesus. Amém.
Vamos ficar de pé.
O que nós ouvimos hoje
é a coisa mais importante, tanto para a
igreja quanto para você individualmente.
Pense na igreja.
Em João 17:17, Jesus diz: "Santifica-os
na verdade, a tua palavra é a verdade."
Se uma igreja não tem um compromisso
final com a palavra de Deus,
com aquilo que possa ser o máximo
ofensivo para o homem natural ou para a
cultura humanista secular, não importa,
ou para nós mesmos.
Então, não importa mais o que essa
igreja faça, nada está bom lá, porque
Deus não santifica de outra forma.
Ninguém está sendo santificado onde a
palavra de Deus não está no coração da
igreja, porque ele só santifica através
da verdade e a palavra dele é a verdade.
Não importa nada que uma igreja faça se
isso foi perdido. Se isso é perdido,
tudo é perdido. Ninguém está sendo
santificado, porque nada mais santifica.
Agora pense nisso individualmente.
E aí nós lembramos de Isaías 66 verso 2.
Para quem Deus olha, para quem o coração
de Deus arde, Deus diz: "Para este eu
olharei
para aquele que é contrito e abatido
de espírito e que treme da minha
palavra.
Aquele que não consegue ouvir minha
palavra sem ser totalmente tocado e
conduzido.
Eu já escrevi algum lugar certa vez,
deixe a palavra de Deus discordar de
você o tempo todo e você vai estar sendo
santificado. Se eu consigo fazer a
palavra de Deus sempre concordar comigo,
é óbvio que não há nada sendo
santificado em mim. Porque a
santificação é tirar tudo aquilo que não
se parece com Cristo. Mas ela sempre
concorda comigo, ela não tira nada.
Então, como igreja, tire esse coração
voltado paraa verdade, como vimos hoje,
e nada mais importa. Ninguém está sendo
santificado, porque só a verdade
santifica. Só a igreja comprometida com
a verdade somente da palavra está dentro
daquela oração. Santifica-os na verdade.
A tua palavra é a verdade.
Individualmente, cada um de nós, Deus
olha para nós ou não da maneira eh
bem-aventurada.
Se estamos ali, aqueles que são
contritos e abatidos de espírito e que
trem da minha palavra, que nós sejamos
uma igreja
assim individualmente,
sejamos uma igreja de João 17:17, né?
individualmente sejamos pessoas de
Isaías 66 verso 2.
Vamos cantar, vamos louvar o Senhor.
Eu
só proclamarei
a Jesus Cristo
para cada mente e coração,
porque a paz só flui em sua presença.
Jesus Cristo.
Só o nome de Jesus proclamo.
Só nele todo vício seis esvai.
Só nele esperança em liberdade.
Jesus Cristo.
Seu nome salva,
seu nome sara
a vida dá.
>> Quebra cadeias.
Briga nas trevas,
nos dá paz.
Só mencionarei
a Jesus Cristo
sobre a ansiedade,
o medo
para toda mente sobre depressão.
Jesus Cristo.
Seu nome salva,
seu nome sara
a vida dá.
Quebra cadeias,
brilha nas,
nos dá paz.
Seu nome salva,
seu nome sala
a vida da
quebra as cadeias,
>> quebra cadeias,
brilha nas trevas,
nos dá paz.
Sim, Cristo nas montanhas
e nos vales.
Cristo na escuridão e cada dor aqui.
Cristo pro meu lar, seu nome santo é
Cristo.
montanhas
e nos lares.
Cristo da escuridão
e cada dor aqui.
Cristo pro meu lar. Seu nome santo é
Cristo.
Seu nome salva.
A vida
ele quebra as cadeiras,
quebra cadeias,
brilha nas
dá paz.
Seu nome salva,
>> seu nome salva,
>> seu nome s
>> seu nome
a vida da
Cristo.
Quebra cadeias,
briga nas trevas,
nos dá paz.
Eu
só proclamarei
a Jesus Cristo
para cada mente e coração,
porque a paz só flui em sua presença.
Jesus Cristo.
Sem Cristo mais montanha.
e nos vales.
Cristo na escuridão e cada dor aqui.
Cristo pro meu lar.
Seu nome santo é Cristo.
Cristo nas montanhas
e nos vales.
Cristo na escuridão.
Cada aqui
Cristo pro meu ar. Seu nome santo é.
Cristo,
sim, Cristo nas montanhas
e nos ves.
Cristo na escuridão e cada dor aqui.
Cada dor aqui.
>> Cristo pro meu lar.
Seu nome santo é
Cristo.
Cristo, Cristo, Cristo.
Eu só pregarei Cristo e este
crucificado. Obrigado, Deus por esse
domingo maravilhoso ainde. Podemos
juntos estar na tua presença. que todos
nós lembremos amanhã quando acordarmos
que continuamos na tua presença em
nossos trabalhos, em nossas casas.
Continuamos, Senhor Pai, com uma vida
que deve ser um vivo sacrifício, um
culto contínuo. Tudo deve ser feito,
Senhor, Pai, de uma maneira que
glorifique o seu nome, mostre a beleza
de Cristo e nos Senhor Pai, edifique,
Senhor Pai, e nos constranja, Senhor
Deus, a cada vez derramarmos mais amor
sobre teu filho amado. Que a tua graça,
Senhor Pai, toque os corações aflitos,
os corpos enfermos,
ó Deus, e lhes dê a paz. É o que nós te
pedimos em nome de Jesus. Amém. Amém.
Que os irmãos sigam na paz do Senhor.
Amém.

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