O MUNDO MAROMBA PRECISA PENSAR SOBRE ISSO
25/05/2026
O MUNDO MAROMBA PRECISA PENSAR SOBRE ISSO
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Fonte: Dois Dedos de Teologia
Legendas automáticas:
Devolvo aquela igrejinha [canto] que não é sua e [música] nem é minha. [limpando a garganta] >> Eu acho esse é o último vídeo que eu gravo aqui. Olha que legal. É o último vídeo que eu gravo aqui nesse nesse espaço em que eu pareço um funco pop do cabeção porque eu fico assim, ó, com a cara pra frente, o corpo para trás. [risadas] Poxa, se eu ficar normal, eu fico, né? Eu tenho que ficar num ângulo melhor aqui. Eu tento acreditar que é por isso que eu fico parecendo funco pop. Não, porque faz dois meses que não vou pra academia e eu devo estar murchando todos os poucos músculos que eu já tenho. Mas bom, estou indo pra minha casa nova, o que significa que eu não terei mais um home office, que eu não terei mais. Terei uma casa para ser casa, não irei mais trabalhar em casa, se Deus quiser, apenas no estúdio. A gente tem um escritório, tem um estúdio e vou gravar exclusivamente no estúdio, se Deus quiser. Então, é a última vez que vocês vão ver esse cenário aqui nos vídeos. Sei que sente falta esse, mas assim, eu vou tentar na casa nova gravar umas coisinhas, gravar umas coisinhas simples, tranquilo, foi um sei lá, não prometo nada. Eu sei que vocês gostam dessa sensação de que tá na casa da pessoa, entendeu? Vou mostrar a casa nova, vou tentar ver, se minha mulher deixar, vou ver com minha mulher se eu quero, vou ver com minha mulher se eu quero. Se eu não tiver nenhum imprevisto, eu eu mostro a casa para vocês. Mas eu tenho uma ideia de gravar, usar a câmera que eu uso no Teologia na Estrada, que é uma câmera bem wide, dá para colocar aqui no meio, porque a biblioteca nova, ela é livro de um lado, livro do outro, né? Se eu ficar sentado aqui assim no meio perto da janela, dá pr fazer, tá fazendo um negócio bem bem legal. Vou tentar, não prometo nada. Vou tentar gravar alguma coisa em casa, na casa nova. Vamos ver se funciona. Mas até lá, até lá estarei mudado, se Deus quiser. Casinha melhor, maior, serve melhor a nossa família, questões de saúde da minha sogra, que é uma senhora idosa que mora comigo e coisas assim, mais perto das escolas, mais perto de hospitais e coisas do tipo. Casinha em condomínio fechado. Oh, que coisa chique morar no condomínio. Nunca morei no condomínio, sempre morei em casa pra rua. Pessoas já apertaram minha campainha me chamando para um café. Pastor Iago mora aqui, entendeu? Moro, moro numa casa pra rua agora, né? Quando esse vídeo está indo pro ar, já estarei morando, se Deus quiser, num condomínio. Aliás, não estarei morando ainda, provavelmente estarei ainda me mudando para o condomínio. Mas esse esse setup todo já terá ido pra casa nova. Aí eu estará lá, porque o eu tô gravando isso aqui na sexta-feira, 9 horas da noite, amanhã de manhã vem um camião para já levar algumas coisas aqui, né? Mas bom, só satisfações diversas. Sei que o vídeo começa aí tudo bem, pode pular pra minutagem que o vídeo começa, que é só pros de verdade. Só de verdade. Os de verdade. Quem é teólogo de verdade assiste o comecinho. Já já deixando o like na confiança aí. Deixa o like na confiança no vídeo de hoje, porque hoje é o quê? Teólogos do Twitter, vamos reagir ao que está viralizando sobre Deus na internet. Começou com uma placa aqui. Atenção, testemunhas de Jeová e Mormons. Esta casa confessa o verdadeiro evangelho expresso corretamente no credo de Isaia de 325 depois de Cristo. Fiquem à vontade para tocar a campainha e ouvir a mensagem do evangelho. Bem pessoal, mais ah pera aí. Ah, não, pera aí. É um vídeo isso aqui. >> Bom, pessoal, mais uma vez, então >> eu pensei que era uma foto. É um vídeo. Vamos lá. Recebi visita aí de dos testemunhãos de Jeová e aí eu fiz a placa. Eu disse que ia fazer a placa, ninguém acreditou, mas tá aí a placa. Então podem ficar à vontade agora, podem vir tocar a campainha, mas se preparem para ouvir também a verdade do evangelho de Jesus. >> Que maravilha. Adorei, adorei, adorei. Só que eles são, ó, testemunha Jeová. Mormos, eu não sei. Sei que testemunho e Jeová são ensinados a não debaterem. essente v embora. Se eu começar a debater, a maioria deles vai se embora. Então você tem que estar na expectativa de que eles queiram realmente lhe ouvir, tá? Dica, aprenda um pouquinho de grego. Tem um vídeo aqui no canal sobre João 11, que a gente explica o grego de João 1 para você acabar com qualquer argumentação testemunha de Jeová que é falsa, certo? Jesus é Deus, a trindade existe, é altamente bíblico, é histórico aí, né? Tá no crédito de Niceia. Testemunhas de Jeová não são não são cristãos, tá? Testemunhas de Jeová não são cristãos, assim como mórmons. São spinoffs de cristianismo. Fujam daí. Preguei o evangelho para esse povo. Excelente. Muito bom. Façam o mesmo. Vamos e façam mesmo. Coloquem plaquinhas aí. Boa. Muito bom. Adorei. Me mandaram duas aqui de de marumbeiro. É um do Toguro e um do Leo Estronda. Vamos ver aqui. Vamos. Vamos. Vamos de Toguro. >> Tem suta que você não nasceu aqui? >> Eu sou do norte do Brasil. Sou da Mapá. >> Tava na igreja? >> Tava >> fazendo. >> Eu sou desbravadora. Eu tava ensinando as crianças sobre passar >> sobre quê? Passagens bíblicas. >> Quantos anos? [música] >> Eu tenho 16 anos de vida. >> 16 anos de vida. Tá estudando? >> Sim. >> E por que que você faz esse trabalho buscando Jesus? >> Porque isso é a minha vida. >> Que bonito. >> Então você não não nasceu para ser rica, famosa. Você nasceu para servir Jesus. >> Os prazeres desse mundo, eles acabam, são momentâneos, mas as coisas de Deus são eternas. [música] >> Gente, essa mulher tem uma voz de dubladora, né? A paz. E vo que voz bonita de se ouvir. >> E é isso que eu busco, algo que é duradouro. >> Que nossa. Puxa, >> puxa. >> Ouviu, meu nome? >> Parabéns. Como que é seu nome? >> Eu sou a Samy. >> Você faz algum trabalho na rede social, Sam? [música] >> Não. >> Mas eu acredito que se você fizesse, eu não conseguiria >> atingir. >> Ajuda aí, Togura, pegar. Nem viu que caiu o negócio da menina, pô. >> Atingir mais pessoas. >> Talvez, talvez. Sim. >> Que esse vídeo aí vá para muitas e muitas pessoas e que Jesus seja transmitido pelas suas palavras. Parabéns. >> Obrigado. >> Boa. Que que tem aqui? Que que é isso aqui? Ah, eu ganhei umas roupas da minha amiga que vai viajar. Ela me deu umas roupas dela. >> Que que você tem sutaque? Você não nasceu aqui? >> Eu sou do norte do Brasil, sou da Amapá. >> E tá morando aqui com quem? >> Eu tô morando aqui há 4 anos com a minha mãe. >> Parabéns. Como o nome da sua mãe? >> Carla Ran. >> Ela tá aí? >> Tá. >> Manda um ovo para ela também. Obrigado, hein? Prazer. Bom trabalho. Que bonito. Que bonito. Poxa, coisa linda, cara. Desbravadores são adventistas, não são? São movimento mundial. Adventista sétimo dia. É isso mesmo. Voltado para meninos, meninas de 10 a 15 anos. Só com desenvolvimento físico, mental, espiritual. Atividade com acampamento, trilha, ordem unida, civismo, ações sociais, comunidades. Legal. Tipo uns escoteiros adventista, né? Sou mal isso. Acho que não, né? Mas eu já vi esse negócio das gravadoras, tipo uns escoteirin do adventismo. Ma legal, pô. Eu acho a acho divertidinho. Vocês sabem aí que eu tenho muitas críticas ao adventismo, não é? Alguns acham que eu sou pesado demais, outros acham que eu passo plano demais, mas pô, vê uma jovenzinha, não é, falando e pregando o evangelho. Cara, agora eu achei bonito isso aqui, ó. O Togur é um cara da rede social, que a vida em torno do hype da internet e tal. Aí ele dizendo, "Ei, você não não tem o trabalho rede social?" Ela: "Não, bom demais, cara. Bom demais essa ideia de que, cara, não precisa, né? Não precisa dos da rede social, de ficar famoso na internet, de querer alguma coisa. É isso, cara. É servir, é amar, é cuidar. É lindo, lindo. Essa menina é muito mais rica. Muito mais rica do que Toguro jamais será se não procurar Jesus, sabe? E muito mais famosa onde importa do que milhões de inscritos no Instagram, né? Porque ela é famosa nos céus. Excelente. Excelente. Que Deus conserve ela, que ela cresça na fé, que ela encontre um ambiente religioso cada vez mais bíblico e saudável para servir e ser ensinada por Deus. Que Deus a use, Deus a use para servir muita gente. Aí tem aqui do Léo Estronda também, né? Primeiro Toguro, depois Léo Estronda. Que legal. Vamos, vamos ver aqui o Léo Estronda, nosso santo padroeiro da maromba. >> Mas é uma briga constante, [música] né, de você, a carne ela ali, ela milita contra o espírito, né? E o então é uma briga constante, independente se o cara é um pastor de igreja ou se ele é um marombeiro ou se ele é um podcaster ou [música] se ele é, >> você tem que se conhecer. >> Depois que ele vira a vida para Jesus, ele não é mais do mundo. [música] Então aí que o inimigo ataca mesmo, né? Igual aquela frase do Morgan Freeman, né? Quando você tá no auge aí que seus demônios aparecem. >> É, exatamente. [música] >> Tô falando espiritualmente, tipo, perto de Deus ali, você tá congregando, você tá testemunhando [música] a palavra de Deus, você tá trazendo pessoas pra luz aí que o que o Satanás não gosta, né? Que ele [música] quer te atacar mesmo. E aí te bota para tu dar uns vacilos. Se tu não tiver atento, tá escrito na Bíblia, né? Quem está de pé cuide para não cair, vigiai e orai. Ou seja, quem está de pé é o quê? [música] Quem tá avante, firmado na rocha, você que é cristão, cuide para não cair. Ou seja, >> se mantenha >> mais forte, [música] pode cair, mas é normal. Eu sei que eu preciso melhorar muita coisa, mas é um desafio, né? Porque a maromba ela é na suma, quando você vai lá no mais pro [música] conceito, ele é muito voltado pra vaidade, né? O ser humano já por si é vaidoso. E quando você vai para [música] um esporte que é, né, 90% estética, o ali, você cai muito no ego na vaidade. Então é um limiar bem complicado de se lidar mesmo. >> É cara, é uma visão muito, muito madura. É muito legal ver o Léo com essa visão humilde sobre a fé. Sabe que eu sou um grande grande fã do Léo Stronda, eu sempre fui, não é? Então sempre que eu vejo Leo Stronda falando de marumbagens e Jesus, eu fico muito feliz. É uma batalha muito grande, cara. a carne contra o espírito. E o mundo da maromba é um mundo muito complicado, é um mundo voltado realmente para muita vaidade, muita questão de exposição do corpo. E essa essa percepção de que esse mundo, né, do físico turismo e desse tipo de esporte é um mundo que vai incentivar muita vaidade, é uma percepção muito muito importante. Por isso que é importante que a gente possa redimir, não é, nossa cultura de esportes, seja corrida, seja bicicleta, seja teu pilates, seja musculação. Vê isso não por si pura e simplesmente, não como o mero cultivo de si, mas vê isso pra glória do Deus vivo, vê isso para cuidar da própria saúde, ficar saudável para si mesmo, ficar saudável pros filhos, ficar mais bonito pra sua esposa, ficar mais bonito pro seu marido, ah, ficar mais funcional do teu dia a dia, ter uma mente, né, mais focada, melhor. Cara, os exercícios físicos só produzem coisa boa. Agora é muito fácil que se torne cultura de vaidade. Aí você começa a ver ali um tanquinho que não tinha e aí você começa a perder aquele pudor que você tinha com o seu corpo. Daqui a pouco tá se embalando a vácuo, daqui a pouco tá botando vídeo de agachamento, não é, com com a bunda marcando, não é, no Instagram, já tá indo pra academia de top, já tá, entendeu, toda a oportunidade tirando a camisa, acaba vivendo e morrendo pelo tamanho do corpo, pelo tamanho do braço, pela pelos gominhos da barriga. Meu irmão, acaba que ao invés do físicoismo, dos exercícios virarem um caminho para você cuidar de você mesmo, vira um caminho, né, para você às vezes se perder, né? Aí você ganha o mundo e perde a alma. Por isso, e aí obviamente você viu isso vindo certamente que a gente sempre tenta incentivar os cristãos a cuidarem da sua saúde pra glória de Deus. A Grove Suplementos é uma patrocinadora desse canal e ela concedeu pra gente a honra de ter o cupom Jesus lá na Grove Suplementos, onde usando o cupom Jesus você ganha também um desconto na Grove junto com os vários outros descontos que lá estão, dependendo do modo de pagamento e tudo mais, mas você também conta para si mesmo, conta pro pessoal da Grof que você tá cuidando da sua saúde pra glória do Deus vivo. Inclusive, tô com minha caixinha da Grof aqui, ó. Ó minha caixinha aqui, ó. Primeiro lugar, Ebit diamante azul pelo terceiro ano consecutivo. Melhor e comerce na categoria farmácia e saúde. A Grof é tudo, cara. Tem, ó, o Protein zero lactose para você que tem problema de proteína. Agora o Protein gourmet, ó, com sabores especiais. Tem pré-treino, tem creatina, tem mais o qu, ó, tem, ó, glutamina, betalanina, elcarnitina, multivitamina, tem tudo que você precisa pra sua vida fitness. Usa logo p Jesus, tem roupa de treino, também tem acessório de treino. E vem cuidar, ó, da sua saúde pra glória do Deus vivo. Vai ter o link na descrição, vai na Grova Suplementos. E sempre que você usa o nosso cupom lá, você nos ajuda a continuar mantendo toda a produção de conteúdo, vídeo quase todo dia aqui no YouTube. Então vai lá e aproveita. Link na descrição, comentário fixado e no Qcode que tá aí na tela. Mas tem um ponto aqui da fala do Léo, acabei deixando passar, mas agora me viu à mente sobre aquele que tá em pé code para que não caia, né? Que qualquer um pode cair, seja pastor, podcaster, marombeiro, tava tava isso, isso me vê agora aqui. E é e é uma percepção muito muito real, tá? Muitas vezes a gente acha que uma pessoa que tá no caminho da fé já há muito tempo é uma pessoa imune à queda, imune ao erro, imune ao abandono. E não é verdade, tá? Eu lembro muito, sempre contei essa história, já contessa história várias vezes, eu acho. Se a gente vai ficando velho, vai se repetindo, né? Vocês daqui a pouco tem que aguentar me repetir mais. Mas eu lembro de uma postagem muito antiga do Nicodemos no no Facebook que ele dizia: "Eu tenho medo de me desviar", era o o texto. E ele falava: "Pô, o Nicodemos sempre foi o meu herói, sempre foi o meu meu pregador favorito na no Brasil e tal". E ele dizendo, "Olha, eu tenho medo. Tenho homens melhores do que eu fizeram coisas piores." Homens melhores do que eu fizeram coisas piores. Não sei se ele disse exatamente isso, mas memória memória pode estar me traindo. Mas era um cor menos nesse sentido, sabe? Que pessoas melhores que ele tinham ido por caminhos de abandono a Deus. Então é uma coisa que a gente sempre tem que tomar cuidado, sempre vigiar, sempre. Eu lembro quando uns amigos nossos se desviaram, abandonaram a fé e a oração da minha esposa era: "Ô Deus, não deixa ser com a gente", né? A Isa disse para mim uma vez, eu lembro disso, Iago, se aquele rapaz tão inteligente abandonou Jesus, o que será de nós? se não for Deus nos segurando, sabe? E eu sempre lembro disso. Homens melhores moralmente do que eu abandonaram a fé. Homens mais inteligentes teologicamente do que eu abandonaram a fé. Então, sabe, das contas, quem sou eu, né? Quem somos nós? O que é que nos mantém na fé? É a nossa grandeza, nossa superioridade é única e exclusivamente a graça e misericórdia da pessoa de Cristo Jesus, não é? Isso é uma coisa que a gente tem que manter muito firmemente no nosso próprio coração. Se a gente quer realmente viver uma vida de fé genuína e real, sabe? Muito bom, muito bom ouvi o Léo falar disso aqui. >> Olá, mais um corte do ateu. Hã, vocês repararam já que quando acontece milagre é é relacionado com coisas que podem acontecer de outras formas? >> Preciso do exemplo que eu não tô entendendo nada não. Já pedi pro T, você já tá assistindo esse vídeo do rapaz editado, tá? Que o Tuler tá dando uns cortezinhos e cortou uma entrada aí que ele fez porque o cara não tem edição. Esse vídeo tá falando muito devagar. Não sei como é que esse vídeo viralizou na internet, mas Tuller tá tá ajudando o vídeo do ateu para ficar melhor aí para você entender qual é o exemplo. Quero saber que eu quero entender melhor que seu argumento, meu querido. >> Pessoa fala: "Ai, foi um milagre". Nossa senhora, a operação deu certo, a cirurgia, ai foi um milagre, minha dor de cabeça passou, graças a Deus, graças a Deus eu fui no supermercado e achei uma tampa que serve pro ralo da cozinha. Então tem uma questão, a gente já, se você, ó, se você assiste esse canal, você sabe o que que eu vou dizer, que já lidamos com isso em outro vídeo. As pessoas usam a linguagem de milagre como um é um erro técnico, certo? tentando falar da providência divina, um Deus que controla a história e que guia a história. Mas quando eles usam o termo milagre, eles não querem dizer que foi um milagre em um sentido estrito de que Deus fez uma coisa sobrenatural e quebrou as regras da da das leis, da existência, da física, da química, para poder estabelecer uma realidade sobrenatural e extraordinária. Eles querem dizer é que Deus guiou aquilo para lhe conceder uma coisa que seria possível pelos meios naturais, mas que é altamente improvável. Então, a linguagem do milagre muitas vezes é usada dentro de caminho de improbabilidade também dentro da linguagem comum. A linguagem mais técnica, né? Uh, mais técnica. Uh, bota uma cartola e um e um monóculo em mim aí, ô Gabriel. Um um cachimbo, né? Porque, né? Sentado numa poltrona do papai. Por qu de forma mais técnica, se você quiser ser tecnicamente correto, de acordo com os ditames da teologia sistemática, o termo não seria milagre, seria providência. Mas tanto faz, ninguém liga, entendeu? Usa milagre mesmo se você quiser. Importante é atribuir a Deus, não é? Glória a Deus pelas coisas maravilhosas que ele tem feito na sua vida. Mas não é exatamente um milagre. Você tem uma cirurgia, o doutor faz a operação e você vive, não foi um milagre, foi providência. Deus providencialmente lhe concedeu essa bênção por meios naturais. Quando as coisas acontecem de modo natural, ainda que de modo improvável, é providência. Quando as coisas acontecem de modo sobrenatural, é milagre. Então, eu tenho um câncer, eu orei, o câncer sumiu. É milagre. Tenho colegas que oraram e o câncer sumiu, câncer sumiu. Certo? Ricardo Marques teve um câncer 20 anos atrás, ele orou e o câncer desapareceu e ele teve um outro câncer 20 anos depois, entendeu? Já na na velice. Aquilo foi um milagre. Agora, se o cara faz uma cirurgia e o câncer sai e não volta mais e e a pessoa fica curada, isso é providência, tá? Só linguagem importante para se estabelecer aqui, se você quiser tecnicamente, mas ninguém, ninguém tem que ficar, >> tá chamando de milagre, mas não é milagre, é providência. R chato, né? Deixa eu ser chato sozinho. Não seja chato com os outros, não. >> É, mas isso aí não há necessidade de milagre. Isso aí resolve de outra forma. É só você procurar uma tampa em várias lojas, tomar o remédio para dor de cabeça. O hospital, o médico fez a cirurgia, né? Agora, quando a pessoa perde as pernas ou de repente tem um fica sem o olho que nem o pirata, olho de vidro, né? perna de pau. Aí não acontece de nascer um olho novo, não acontece nascer uma perna nova. Então você consegue provar que não, porque provar a ausência é muito difícil. Você provar de que não existe atos sobrenaturais aí no mundo é uma coisa muito difícil, é muito difícil de provar. você vai ter que pegar todos os relatos, todas as evidências, todos os registros de atos profundamente sobrenaturais que existem ao longo da história do mundo e tratar todo semação como mentira, o que já é uma coisa muito muito audaciosa de se fazer. Agora, a gente não acredita, pelo menos assim, nem todos os cristãos acreditam que os milagres se expressam modernamente de forma natural, de forma ordinária, ou seja, de que os milagres fazem parte da vida comum. Para muitos de nós, os milagres fazem parte da vida incomum. O milagre é extraordinário, não é ordinário. Se você quiser entender sobre isso, vai ter que ver nosso vídeo sobre devançantismo concêntrico, que é onde a gente argumenta porque é que não existem tantos milagres hoje em dia, certo? Tem um vídeo inteiro aqui no canal, tem uma playlist inteira aqui no canal, vai virar livro. Livro, ó, vocês que perguntam: "Iago, cadê o livro do?" O livro está escrito, já tem prefácio, Augusto Nicodemos, já tem recomendação de Hernand Dias Lopes e outros. Mandei pra editora. Se a editora quiser publicar sai um dia. Então assim, dev vai sair o livro, vai sair o livro, tá? Fiquem tranquilos que sairá. Mas no livro eu explico porque é que não existe tantos milagres. Hoje nos vídeos lá tem um bom resumo do argumento. Não tem como você viver sua vida esperando que perna cresça e olho volte, não é, dentro do mundo moderno com frequência, com uma coisa ordinária, do dia a dia da vida comum. Milagres não são comuns. Essa parada, esse é um negócio que é importante. Milagres não são comuns. Milagres são incomuns. Milagres são raros. Milagres precisam ser raros. Por isso que o ateus se estranha, né, que a linguagem do milagre sendo usado tão comumente pelos cristãos e milagres mesmo, né, não estaria acontecendo o tempo todo. >> Aí não tem milagre. Quer dizer, Deus é seletivo, né? Ele pode tudo, mas ele só faz coisas possíveis de serem realizadas de outras formas. >> Não, cara, porque tem câncer desaparecendo com oração, tem criança surda voltando a ouvir com oração, tem doenças desaparecendo. Aí você diz o quê? Não, mas aí isso aí é só porque a medicina não soube explicar. Se tudo que é completamente sobrenatural, completamente fora do caminho natural é respondido como é que a medicina não sabe explicar ainda. Há um dia saberá. você tá trocando uma fé por outra. Então, ao invés de crer que Deus fez um milagre, você tá trocando isso numa fé de que um dia o conhecimento humano vai poder explicar esses atos que vão contra todo o conhecimento humano moderno, entendeu? Fim das contas é abraçar a fé dos ateus. >> E aí você pensa, será que foi o milagre ou foi as outras formas possíveis que aconteceu para dar certo, né? >> Mas eu entendo o ponto do ateu aqui, né? Se você tá usando a linguagem de milagre para atos que podem ser alcançados naturalmente, ah, é realmente uma inconsistência. O problema não é o que o Au tá dizendo, é o que ele tá querendo dizer. E aí, o que ele do que ele está querendo dizer? As implicações, não é, são completamente erradas. >> Ou seja, num futuro, quando der para trocar o olho, aí vão falar: "Foi um milagre, o olho, a a pessoa voltou a enxergar, mas não é que foi um milagre, é porque agora já dá para colocar um olho novo." >> Ah, tá só se repetindo agora. Tá só se repetindo. Mas é isso, é só chamar de providência, moço. Chame, chame de milagre, não. Chame de providência que resolveu o problema, entendeu? Vamos para outro vídeo aqui. Tem aqui um texto do Luiz Saião. É simples. Guarde o Shabá como fazia Jesus celebre o domingo da ressurreição. Será que ele vai dizer que o domingo é o xabá dos cristãos? É uma posição que eu não sigo, não é? Mas será que a posição do Saião? Vamos descobrir. Na minha cabeça é tão simples. O Shabat antecede a lei, é santificado por Deus no desfecho da criação, marca um descanso que é uma celebração diante do Criador e uma festa alegre em comunidade. Alguns sábios com razão dirão: "É proibido não se alegrar no Chabará". Neste santuário, no tempo, se dava a santa presença do infinito do finito. O domingo celebrado na igreja primitiva marcava o encontro da comunidade da fé por conta da ressurreição de Jesus. É celebração da nova criação em Cristo. Jesus permanece no túmulo no xabá, descanso e ressuscita no primeiro dia da semana. Entendo que a dificuldade da maioria é a mentalidade de perfil legalista, que sempre vê a instrução divina como pisar no quadrado sob ameaça. É olhar limitado que não se alegra diante do Pai Celestial, mas teme cada orientação bíblica como uma obrigação pesada e sisuda. É tão simples. É como se chamado parei a duas festas de muita alegria diante de Deus. Nenhum texto bíblico desmerece ou proíbe o Shabá, nem o domingo. Nenhum texto bíblico diz que um substitui o outro. Nenhum texto bíblico sugere um conflito entre o domingo e o Shabá. A controvérsia, tradição, rótulos, reações, legalismo, sabatista e domingueiro. A questão principal não é o mero mandamento exigido, mas o como fazemos qualquer atividade ligada à fé. Portanto, faça o mais simples de tudo. Celebre com alegria o shabá feito por causa do homem, como fazia Jesus, e celebre também com o regozijo, o domingo da ressurreição. Nunca entendi, porque um precisa ser oposto do outro. O que não pode mesmo é deixar de amar a Deus sobre tudo e ao próximo como a si mesmo, nem no sábado, nem no domingo. Afinal, destes dois mandamentos dependem toda a lei e os profetas. É um texto bonito, bonito, um chamado a paz e a tranquilidade. Eu concordo com ele quando ele parece estabelecer que o domingo não é uma substituição do Shabá, que eu não acho que seja. E sabe, o domingo é o sábado cristão. Já vi muito isso dos colegas mais presbiterianos, que o domingo é o sábado cristão. Eu não acredito nisso. Eu sigo, aliás, um livro que, curiosamente é publicado no Brasil pela editora presbiteriana, que é a Cultura Cristã, que é um livro editado pelo J Car Carson, chamado Do Shabá ao dia do Senhor, onde se argumenta que o domingo não é o sábado cristão, que o Shabá não vira domingo, que na verdade o Shabá ele não é uma sombra do domingo, ele é uma sombra do descanso em Cristo. Como é que nós vivemos o Shabá? Como é que nós celebramos o Shabá? é confiando na obra de Jesus e descansando de nossas obras na obra perfeita dele. Esse é o nosso sábado. É aí que nós celebramos o sábado. É em uma vida de descanso em Cristo. E o domingo é o quê? O domingo é o encontro e a celebração dos cristãos, não é? É uma outra coisa que não é o xabá. Eu acho o argumento do J Carson muito convincente. Eu não fiz vídeo sobre o sábado ainda aqui, mas a gente tem um podcast antigo sobre o sábado, já bem antiguinho, toda uma série, uma playlist de vídeos sobre a lei, como é que nós nos relacionamos com a lei. Esses vídeos sobre a lei para mim resolve questão do sábado por si só. Eu vou fazer um vídeo sobre o sábado ainda em algum momento. Meu ponto é, eu acho que o saão dá a entender que a gente tem que celebrar o sábado aí, guardar, guardar o sábado e celebrar o domingo, né? Fazer as duas coisas de de algum modo. E aí essa não é minha perspectiva. Eu não acho que a gente celebre o sábado, guarde o sábado de qualquer forma que não seja descansando em Cristo Jesus. Mas é um bom chamado aqui a a tranquilidade, né? Romanos 14 nos convida à tranquilidade também, a ficar em paz, não é? A amar o nosso irmão que guarda ou não guarda. A Bíblia fala que o cristão que guarda dias é o fraco na fé que a gente tem que amar e respeitar. Enquanto aquele que não trata os dias como dias diferentes, que tratam todos os dias como igualmente especiais, é o forte na fé. Não é que tem que ter paciência com com o fraco. Alguns vão ler o texto ao contrário, né? Vou ler ao contrário, mas minha leitura é essa e tá tudo bem assim. Tá tudo bem para mim, né? Porque é a minha leitura. Se é a minha leitura, então tá tudo bem porque mas para quem tem uma leitura diferente, certamente não vai estar tudo bem, obviamente, né? Eu gostei, gostei do Tixinho do Saião. Não concordo com o ponto teológico necessariamente, mas eu concordo com o espírito e com aquilo que ele quer gerar nas pessoas de paz e de tranquilidade sobre isso. Amém. Tudo bem. Você acha que sabe o que é uma família tradicional, mas você não sabe. O que muitos chamam de família tradicional, homem provedor, mulher dona de casa, tem cerca de mais ou menos 150 anos. A invenção da burguesia vitoriana inglesa entre 1830 e 1850, que atingiu seu auge nos subúrbios norte-americanos dos anos 1950, durando mais ou menos duas gerações e começando a ruir na década de 1970. Falei disso várias vezes já aqui no canal. Algumas pessoas se ficam bravas, não é? Mas cara, a gente tem que aprender a complexificar as coisas. Às vezes simplificar é um pecado intelectual. Algumas coisas são complexas e não tem como deixar mais simples. E aí as respostas simplificadas sempre atraem a maioria. Mulher não pode trabalhar fora. Puxa, fácil. Ideia fácil, simples. A mulher pode trabalhar fora? Sim. Fácil. Simples. O difícil é as configurações modernas de mercado são incompatíveis na sua grande maioria com o exercício pleno da feminilidade bíblica. Isso é difícil. Isso é muito difícil, né? Porque é mais complexo. Porque você não tem como simplesmente tomar uma decisão pura e simplesmente que você vai conseguir abarcar o todo da expressão bíblica de quem nós somos. Você muitas vezes tem que tomar decisões basead na circunstância que você foi colocado. Porque dentro do contexto bíblico, olha pra mulher de Provérbios. Olha pras mulheres das escrituras. Elas viviam em um contexto em que elas trabalhavam muito, mas trabalhavam perto dos filhos, em que este trabalho era fundamentalmente transformar aquilo que era trazido de fora pelo marido em algo útil dentro da vida domiciliar, familiar, doméstica. Então o marido trazia a lenha, a mulher ia fazer ali então uma fogueira, ia passar amanhã fazendo a comida da lenha. A mulher ia sair, ia botar um um barro, um vaso na cabeça, ia no rio para poder trazer água para dentro de casa. Depois ia no rio para poder lavar a roupa. Aí ela ia pegar o tecido no mercado, ela ia costurar a roupa pra família. Havia todo um trabalho em que ela ia pegar o trigo e fazer ela própria o pão para poder a família ter o que comer. É um esforço doméstico muito grande. E muito daquilo que era comum do trabalho feminino dentro do contexto bíblico, que é pegar o que o marido traz de fora e transformar dentro para a utilidade da família, agora é feito dentro do próprio contexto de mercado, que normalmente é acessado por trocas financeiras, o que normalmente tá atrelado a um trabalho fora. Então a mulher não faz mais o próprio pão. Na verdade, agora ela ou o marido vão de manhã na padaria comprar o pão francês. Agora a mulher não faz mais a roupa em casa a partir da lã. Eles vão num numa shope da vida, vão num shopping e vão comprar uma roupa para poder todo mundo vestir. Agora a mulher não vai mais sair no rio com um pote para buscar água. Agora o marido com o seu salário, a mulher com o seu salário vai pagar com a companhia de água que vai trazer água em Canada. Agora ela não vai mais pegar a lenha, vai ter um um gás que vai ser comprado com o dinheiro. Então a partir do momento que a gente vive em uma sociedade de mercado, muito daquilo que era o trabalho feminino foi substituído por um tipo de acordo comercial, o que aumenta, por um lado, a eficiência desses serviços, desses produtos, é melhor para o bem-estar geral da humanidade, mas por outro lado, tirou da atividade, principalmente feminina, o ambiente de trabalho, porque esse era o trabalho feminino. Aí, qual passa, qual passa seu trabalho feminino agora? Se essas coisas agora não são mais acessadas, aí ela vai ter que escolher entre dois caminhos. Ou ela vai para o mercado de trabalho para poder oferecer um serviço, onde ela vai adquirir um lucro e deste lucro ela vai poder comprar as coisas que normalmente ela acessaria pelo trabalho doméstico. Qual é o problema disso? Normalmente ela vai estar longe do ambiente dos filhos, longe do cuidado da casa, longe do cuidado do marido, que eram atividades muito atreladas à vida da mulher dentro do contexto bíblico. Então, ao invés da mulher tá tendo todo o seu trabalho dentro e próximo do ambiente familiar e e com isso em torno dos filhos ou com os filhos em torno dela, agora ela tem que sair para uma companhia onde ela vai ficar 8 horas por dia, no mínimo, fora de casa para voltar para casa e pegar os seus filhos que estavam, sei lá, na creche, alguma coisa assim. Então ela participa do processo de trabalho, que era muito comum ao tempo bíblico, mas ela perde parte do seu exercício de feminilidade que ela tá mais próxima, não é, do serviço doméstico e da vida com os filhos. Por outro lado, se ela escolhe então ficar exclusivamente em casa para estar próximo dos filhos, para cuidar dos filhos, cuidar do marido, cuidar do lar, ela acessa essa parte da feminilidade, mas ela perde a produção e a construção de coisas que agora ela não vai mais estar fazendo sozinha, é o marido que vai estar trabalhando para poder prover todas essas coisas pra família em um nível muito mais pesado. E aí, por um lado, tanto homens como mulheres vão acabar perdendo alguma coisa. O homem às vezes tem que trabalhar mais do que teria que trabalhar como marido bíblico para poder prover parte daquilo que normalmente a mulher estaria provendo dentro do ambiente bíblico também, que ela estaria produzindo tudo aquilo. Agora é comprado com o dinheiro e a mulher não tá fazendo dinheiro, só o homem. Então o homem tem que fazer mais dinheiro para poder assumir parte das assunções femininas. Ou a mulher trabalhando fora, o homem vai ter que assumir parte do trabalho de cuidado com a casa, já que os dois estão fora, não é? Quando os dois voltam para casa, os dois vão cuidar dos filhos, os dois vão cuidar das louças, os dois vão cuidar das comidas e tudo mais, porque os dois estão trabalhando fora. Então, de toda forma, tanto homens como mulheres dentro da sociedade de mercado moderna vão ter muitos sacrifícios e muitas funções a assumir que muitas vezes vão ser nem suas. E aí, como fica? E aí fica tomar decisões que privilegiem aquilo que for mais útil, mais importante pra família dentro daquele momento. Pra maioria das famílias, se elas têm provisão, ter a esposa em casa cuidando dos filhos é muito mais importante do que ter um dinheiro a mais. Para muitas famílias, a mulher sair para colocar um dinheiro a mais dentro de casa é muito mais importante do que a presença dela perto dos filhos, porque a mulher vai estar perto dos filhos que estão morrendo de fome. Então você tem circunstâncias sociais muito diferentes, muito mais complexas do que a mulher pode trabalhar fora ou não. Entendeu? É uma pergunta, uma pergunta boba até. A questão é como a sociedade de mercado moderna mudou as relações familiares e como é que a gente se adapta a tudo isso dentro dos princípios bíblicos mais importantes que nós temos. Aí o que que significa? Significa que a mulher que sai para trabalhar fora, é porque a mulher de Provérbio 31 tem, trabalha, dá lucro, mas a mulher de Provérbio 31 tá dentro de casa costurando a roupa da família, entendeu? Esse é o plano bíblico, é virar amis. É agora, agora a mulher tem que fazer o próprio pão em casa, que é às vezes muito pior do que o pão do padeiro, só para poder se ocupar, não é em casa? Claro que não é. Acaba que se perde muita coisa. Então vamos, vamos sair. Esse é o grande ponto, cara. Quando eu fiz aquela live, nunca vou esquecer, aquela live idolatria familiar que eu fiz com o Ângelo Bos e Carol Baso, em que a gente falava sobre essas coisas, essas simplificações grosseiras, esse atrelar a um modelo único de família, né? Exclusiva, a mulher em casa e o marido fora como único modelo bíblico de família. A gente fez uma live inteira explicando isso com muito cuidado, com muito carinho e virou uma confusão, meu irmão, virou um bacafuá. texto de pastor. Eu acho engraçado quando o Éber Júnior e a Natalie Campos, né, juntos falaram a mesmíssima coisa, não teve nenhum pastor preseriano dando pintando era eu e os basos falando, porque era um batista pentecostal, né? Quando é o Batista pentecostal falando, aí não pode. Aí quando o presbiteriano fala, aí os outros preserianos vão fazer o quê, né? Um pastor preseriano importante dizendo a mesmíssima coisa. Mas de vago, já de vago, já é de vago. Aqui a gente tem que abandonar esse caminho de achar que existe um modelo exclusivista de família. Porque se a gente quiser ser estritamente bíblico, meu irmão, é voltar pra comunidade agrária. A gente volta pra comunidade agrária em que o cabra vai trabalhar no campo, arando o campo, vai trazer para casa o trigo pra mulher fazer o próprio pão. Aí isso é uma família bíblica, de fato. Ora, o quais são os princípios bíblicos? Quais são as ênfases bíblicas? Quais são os chamados bíblicos? E como a gente aplica tudo isso a uma sociedade de mercado moderna? Esse é o grande desafio e esse talvez seja uma das grandes belezas do cristianismo. É a sua adaptabilidade cultural. É o modo como a gente consegue aplicar os princípios bíblicos dentro de culturas diferentes, de realidades diferentes, porque ele não é uma um uma religião de uma comunidade agrária de 2000 anos atrás. O cristianismo é uma religião de todos os povos, de todas as culturas, de todos os tempos. E nisso, cada desafio cultural onde a gente tá inserido vai cobrar uma inteligência e uma sabedoria de aplicação dos princípios bíblicos em cada momento de cultura que são extremamente importantes. Cobram um raciocínio, cobram a vida de comunidade de igreja para aplicar os princípios bíblicos na própria vida. Ou seja, eu tô complexificando o seguinte para eu tô fend esse razoado todo para dizer, é esse modelo da mulher em casa cuidando dos filhos, do marido na rua trabalhando fora, isso não é um modelo necessariamente bíblico, é um modelo profundamente americano, vitoriano, moderno, profundamente moderno, profundamente moderno. Vamos voltar para lá. >> E antes [música] disso, a esmagadora maioria das mulheres trabalhou. Camponesas aravam, artesãs geriam oficinas, [música] senhoras aristocráticas administravam casas inteiras. E o cuidado dos filhos distribuído entre avós, irmãos, vizinhos, amas e criados. >> Isso aqui é uma parada realmente muito, muito doida, tá? Isso é bíblico necessariamente. A gente não tem muito na Bíblia sobre isso, não, tá? Não tem. E sinceramente, eu nem acho que deveria ser muito assim, mas ao longo da história da humanidade, a família estendida sempre teve um papel muito crucial na criação das crianças, de modo que as crianças sempre foram criadas em comunidade ao longo da história do mundo. Tanto que as matriarcas, não é, as avós dentro de um do período, não vou dizer assim, isso não é ensinado pela Bíblia, mas ao longo de toda a história bíblica, pode ter certeza, as avós faziam um papel de mãe muito maior do que as mães, porque as avós como matriarcas das famílias criavam as crianças, até porque as crianças nasciam de mães muito jovens. as mulheres estariam engravidando aos 14 anos, aos 15 anos, aos 16 anos, normal, porque elas iam casar com 13, provavelmente, porque 13 anos era maturidade no mundo antigo. Então, imagina uma pessoa de 13 anos, de 14 anos, de 15 anos, tendo o seu primeiro filho e engravidando provavelmente todos os anos por vários anos em em sequência. Quem acabava assumindo o papel de de criação principal dessas crianças eram as avós, não eram as mães. As mães se tornavam mães em um sentido mais moderno quando elas viravam as matriarcas das famílias, quando elas viravam a voz ao seu modo. O que é muito louco, né, se a gente pensar em um contexto mais individualista do mundo moderno. Mas a família estendida sempre esteve muito próxima à criação de crianças mesmo, né? Por isso que hoje dentro de um contexto mais moderno, onde a família estendida não participa tanto do cuidado dos filhos, em que uma mãe muitas vezes é a única responsável pelo cuidado do seu filho, que você tem um cenário muito diferente em termosade de quantidade de filhos que uma família consegue suportar, como de outros papéis da da femininidade, né? A mulher que tem ali dois, três filhos, às vezes ela vai morrer doida. Tem um monte aí que tá doida para cuidar desses meninos porque tem zero ajuda, zero pessoas em volta, zero família estendida, zero rede de apoio. E aí ela tem que saber como lidar, como gerenciar situações como essas, né? Por isso que de novo a gente tem simplificar as coisas demais, muitas vezes é um pecado intelectual. Pode ser um erro teológico muito grande de tentar tornar simples cenários que são muitas vezes complexos. >> A mãe sozinha em casa com seus filhos seria uma espécie de anomalia antropológica recente. Parte do progressismo atual que denuncia o patriarcado imemorial está denunciando o mesmo arranjo recente, achando que é milenar. E outra parte do conservadorismo que defende a família tradicional está defendendo uma ideia de família de 150 anos, que tem mais a ver com o evangelicalismo protestante em inglês do que com a tradição cristã milenar. Exatamente. Os dois lados do debate identitário contemporâneo são prisioneiros de um mesmo mito histórico. Por isso, boa parte do debate público é boal e constrangedor. [limpando a garganta] >> Oh, a pada seca no final aqui do negócio. Tome. Bom, minhas opiniões sobre isso já foram já foram postas em detalhes no capítulo trabalho do livro igrejas que calam mulheres. Tá tudo lado. O capítulo inteiro só sobre trabalho. Mulher pode trabalhar fora e tal. Tento lidar com tudo isso. Foi um pouco madura, tá bom? Tem um link aí na descrição se você quiser acessar o livro. Bom, este é o teólogo do Twitter de hoje, é o último aqui nesse nesse cenário. Então, ó, muito obrigado você que tem nos acompanha. Não, não é o fim, né? Parece tô acabando o canal, né? Não, vai ter vídeo normal. Amanhã tem vídeo, mano. Tudo gravado lá do estúdio de sala, se Deus quiser. Muito obrigado. Muito obrigado aí. E o canal continua normal do mesmo jeito. Só vou gravar agora com ajuda, com mais qualidade, com gente ouvindo o áudio, vendo foco. Eu num ângulo que eu não pareço um funco pop, sem ter que eu ficar, é que vocês não vêm, mas meus filhos viv batendo na porta aqui, pedindo atenção, carinho. Eu vou poder, eu vou poder agora realizar o sonho maravilhoso de estar em casa sem estar trabalhando em casa, entendeu? Eu saio para trabalhar, vou para escritório, trabalho, aí eu volto para casa e eu não trabalho mais. E meus filhos não vão ficar mais o tempo todo. Meu pai, papai terminou de trabalhar, papai acabou de trabalhar, já vai trabalhar, pronto, não estou. Gente, você tem, você que tem menino, você sabe, trabalhar em casa o tempo todo é muito difícil, porque os meninos quer atenção, então estão aqui. E meu escritório é na cozinha, mas essa casa não é muito grande, ela tem um escritório e agora eu vou finalmente poder ter um escritório quase do lado de casa, o estúdio do eu sou, estou indo morar quase do lado do estúdio sala, que é o nosso estúdio de produção audiovisual. Oh, coisa boa. Não podia estar mais contente. Bom, amanhã estamos no estúdio de sala, estúdio lá. Não vou dizer que é um estúdio novo porque é o mesmo estúdio que a gente tá gravando já há algum tempo, mas agora finalmente estarei nesse processo de me mudar, morar pertinho e poder gravar lá o tempo inteiro, ir para lá trabalhar o tempo inteiro. Esse setup vai todo para lá. Obrigado meu pai, obrigado você ter nos acompanhado até aqui, me dado também a oportunidade porque o YouTube também é minha fonte de renda, né? O YouTube também é meu meu ganha pão. Hoje eu não recebo mais salário da minha igreja, não sou mais um pastor remunerado, justamente porque o YouTube tem me remunerado, tem me dado muita dignidade, os patrocinadores têm me ajudado muito nisso. Sempre que você usa lá o cupom teologia na Insider, cupom Jesus na Grove, cupom teologia na manual, os outros parceiros aqui do canal, você me ajuda também a sobreviver, não só a manter esse canal funcionando. Então, todo o progresso na minha vida, eu ir para uma casa nova agora num num bairro melhor da cidade, eu tenho um estúdio de produção audiovisual para poder gravar os conteúdos, cara, tudo isso também é graças ao engajamento e ao carinho de vocês. Então, então assim, eu posso falar sem nenhum constrangimento de que se agora eu tô indo para uma casa maior, uma casa melhor, eem que eu vou poder fornecer mais dignidade de saúde pra minha sogra que mora comigo, se eu vou poder fornecer um acesso melhor à educação e à saúde, à segurança paraa minha esposa e pros meus filhos, se eu vou estar mais próximo até de ambiente de entretenimento, se eu agora vou ter até uma qualidade de trabalho melhor por est próximo do estúdio com gente trabalhando para mim para poder me gravar, cara. Tudo isso também é por causa do engajamento de vocês, da confiança de vocês e do carinho de vocês. Então, ó, muito obrigado. Não os conheço, não os vejo o tempo inteiro, mas sempre que os encontro aí na nos corredores, nas ruas, nos eventos, nas igrejas, vocês vem apertar minha mão e dizer: "Iago acompanha seu canal e tal". Meu irmão, você sabe, eu posso estar morto de cansado, posso estar tendo que correr para aeroporto, posso estar, sabe, ter pregado três, quatro, cinco vezes no dia. Eu faço questão de ficar na fila, ficar em pé, tirar foto com todo mundo, apertar a mão de todo mundo, ouvir a história de todo mundo, porque vocês têm abençoado muito a minha vida através da confiança que vocês me dão. Eu quero sempre poder devolver isso para vocês de forma de carinho, de respeito. Então, muito obrigado, muito obrigado mesmo. Sei que vocês estão aqui nessa, nessa troca maravilhosa. Eu dou algum conteúdo teológico, algum entretenimento, alguma educação na palavra, algum caminho de aprendizado. vocês me dão essa atenção e esse engajamento, né, com com os patrocinadores e vocês se beneficiam teologicamente, espiritualmente e acaba que eu sou também muito muito beneficiado nesse processo, tanto espiritualmente com o carinho de vocês, as orações de vocês, como até materialmente hoje em dia, pelo alcance que a gente chegou. Eu sou muito grato, grato mesmo, muito por isso. Então, ó, obrigado, Deus abençoe e até a próxima aqui no 2D de Teologia. Cheiramos, ó. Cheirando cangote todos vocês.