Sermões Online

A fé vem pelo ouvir

O MUNDO MAROMBA PRECISA PENSAR SOBRE ISSO

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Legendas automáticas:

Devolvo aquela igrejinha [canto]
que não é sua e [música] nem é minha.
[limpando a garganta]
>> Eu acho esse é o último vídeo que eu
gravo aqui. Olha que legal. É o último
vídeo que eu gravo aqui nesse nesse
espaço em que eu pareço um funco pop do
cabeção porque eu fico assim, ó, com a
cara pra frente, o corpo para trás.
[risadas]
Poxa, se eu ficar normal, eu fico, né?
Eu tenho que ficar num ângulo melhor
aqui. Eu tento acreditar que é por isso
que eu fico parecendo funco pop. Não,
porque faz dois meses que não vou pra
academia e eu devo estar murchando todos
os poucos músculos que eu já tenho. Mas
bom, estou indo pra minha casa nova, o
que significa que eu não terei mais um
home office, que eu não terei mais.
Terei uma casa para ser casa, não irei
mais trabalhar em casa, se Deus quiser,
apenas no estúdio. A gente tem um
escritório, tem um estúdio e vou gravar
exclusivamente no estúdio, se Deus
quiser. Então, é a última vez que vocês
vão ver esse cenário aqui nos vídeos.
Sei que sente falta esse, mas assim, eu
vou tentar na casa nova gravar umas
coisinhas, gravar umas coisinhas
simples, tranquilo, foi um sei lá, não
prometo nada. Eu sei que vocês gostam
dessa sensação de que tá na casa da
pessoa, entendeu? Vou mostrar a casa
nova, vou tentar ver, se minha mulher
deixar, vou ver com minha mulher se eu
quero, vou ver com minha mulher se eu
quero. Se eu não tiver nenhum
imprevisto, eu eu mostro a casa para
vocês. Mas eu tenho uma ideia de gravar,
usar a câmera que eu uso no Teologia na
Estrada, que é uma câmera bem wide, dá
para colocar aqui no meio, porque a
biblioteca nova, ela é livro de um lado,
livro do outro, né? Se eu ficar sentado
aqui assim no meio perto da janela, dá
pr fazer, tá fazendo um negócio bem bem
legal. Vou tentar, não prometo nada. Vou
tentar gravar alguma coisa em casa, na
casa nova. Vamos ver se funciona. Mas
até lá, até lá estarei mudado, se Deus
quiser. Casinha melhor, maior, serve
melhor a nossa família, questões de
saúde da minha sogra, que é uma senhora
idosa que mora comigo e coisas assim,
mais perto das escolas, mais perto de
hospitais e coisas do tipo. Casinha em
condomínio fechado. Oh, que coisa chique
morar no condomínio. Nunca morei no
condomínio, sempre morei em casa pra
rua. Pessoas já apertaram minha
campainha me chamando para um café.
Pastor Iago mora aqui, entendeu? Moro,
moro numa casa pra rua agora, né? Quando
esse vídeo está indo pro ar, já estarei
morando, se Deus quiser, num condomínio.
Aliás, não estarei morando ainda,
provavelmente estarei ainda me mudando
para o condomínio. Mas esse esse setup
todo já terá ido pra casa nova. Aí eu
estará lá, porque o eu tô gravando isso
aqui na sexta-feira, 9 horas da noite,
amanhã de manhã vem um camião para já
levar algumas coisas aqui, né? Mas bom,
só satisfações diversas. Sei que o vídeo
começa aí tudo bem, pode pular pra
minutagem que o vídeo começa, que é só
pros de verdade. Só de verdade. Os de
verdade. Quem é teólogo de verdade
assiste o comecinho. Já já deixando o
like na confiança aí. Deixa o like na
confiança no vídeo de hoje, porque hoje
é o quê? Teólogos do Twitter, vamos
reagir ao que está viralizando sobre
Deus na internet. Começou com uma placa
aqui. Atenção, testemunhas de Jeová e
Mormons. Esta casa confessa o verdadeiro
evangelho expresso corretamente no credo
de Isaia de 325 depois de Cristo. Fiquem
à vontade para tocar a campainha e ouvir
a mensagem do evangelho.
Bem pessoal, mais ah pera aí. Ah, não,
pera aí. É um vídeo isso aqui.
>> Bom, pessoal, mais uma vez, então
>> eu pensei que era uma foto. É um vídeo.
Vamos lá. Recebi visita aí de dos
testemunhãos de Jeová e aí eu fiz a
placa. Eu disse que ia fazer a placa,
ninguém acreditou, mas tá aí a placa.
Então
podem ficar à vontade agora, podem vir
tocar a campainha,
mas se preparem para ouvir também a
verdade do evangelho de Jesus.
>> Que maravilha. Adorei, adorei, adorei.
Só que eles são, ó, testemunha Jeová.
Mormos, eu não sei. Sei que testemunho e
Jeová são ensinados a não debaterem.
essente v embora. Se eu começar a
debater, a maioria deles vai se embora.
Então você tem que estar na expectativa
de que eles queiram realmente lhe ouvir,
tá? Dica, aprenda um pouquinho de grego.
Tem um vídeo aqui no canal sobre João
11, que a gente explica o grego de João
1 para você acabar com qualquer
argumentação testemunha de Jeová que é
falsa, certo? Jesus é Deus, a trindade
existe, é altamente bíblico, é histórico
aí, né? Tá no crédito de Niceia.
Testemunhas de Jeová não são não são
cristãos, tá? Testemunhas de Jeová não
são cristãos, assim como mórmons. São
spinoffs de cristianismo. Fujam daí.
Preguei o evangelho para esse povo.
Excelente. Muito bom. Façam o mesmo.
Vamos e façam mesmo. Coloquem plaquinhas
aí. Boa. Muito bom. Adorei. Me mandaram
duas aqui de de marumbeiro. É um do
Toguro e um do Leo Estronda. Vamos ver
aqui. Vamos. Vamos. Vamos de Toguro.
>> Tem suta que você não nasceu aqui?
>> Eu sou do norte do Brasil. Sou da Mapá.
>> Tava na igreja?
>> Tava
>> fazendo.
>> Eu sou desbravadora. Eu tava ensinando
as crianças sobre passar
>> sobre quê? Passagens bíblicas.
>> Quantos anos? [música]
>> Eu tenho 16 anos de vida.
>> 16 anos de vida. Tá estudando?
>> Sim.
>> E por que que você faz esse trabalho
buscando Jesus?
>> Porque isso é a minha vida.
>> Que bonito.
>> Então você não não nasceu para ser rica,
famosa. Você nasceu para servir Jesus.
>> Os prazeres desse mundo, eles acabam,
são momentâneos, mas as coisas de Deus
são eternas. [música]
>> Gente, essa mulher tem uma voz de
dubladora, né? A paz. E vo que voz
bonita de se ouvir.
>> E é isso que eu busco, algo que é
duradouro.
>> Que nossa. Puxa,
>> puxa.
>> Ouviu, meu nome?
>> Parabéns. Como que é seu nome?
>> Eu sou a Samy.
>> Você faz algum trabalho na rede social,
Sam? [música]
>> Não.
>> Mas eu acredito que se você fizesse, eu
não conseguiria
>> atingir.
>> Ajuda aí, Togura, pegar. Nem viu que
caiu o negócio da menina, pô.
>> Atingir mais pessoas.
>> Talvez, talvez. Sim.
>> Que esse vídeo aí vá para muitas e
muitas pessoas e que Jesus seja
transmitido pelas suas palavras.
Parabéns.
>> Obrigado.
>> Boa. Que que tem aqui? Que que é isso
aqui? Ah, eu ganhei umas roupas da minha
amiga que vai viajar. Ela me deu umas
roupas dela.
>> Que que você tem sutaque? Você não
nasceu aqui?
>> Eu sou do norte do Brasil, sou da Amapá.
>> E tá morando aqui com quem?
>> Eu tô morando aqui há 4 anos com a minha
mãe.
>> Parabéns. Como o nome da sua mãe?
>> Carla Ran.
>> Ela tá aí?
>> Tá.
>> Manda um ovo para ela também. Obrigado,
hein? Prazer. Bom trabalho. Que bonito.
Que bonito. Poxa, coisa linda, cara.
Desbravadores são adventistas, não são?
São movimento mundial. Adventista sétimo
dia. É isso mesmo. Voltado para meninos,
meninas de 10 a 15 anos. Só com
desenvolvimento físico, mental,
espiritual. Atividade com acampamento,
trilha, ordem unida, civismo, ações
sociais, comunidades. Legal. Tipo uns
escoteiros adventista, né? Sou mal isso.
Acho que não, né? Mas eu já vi esse
negócio das gravadoras, tipo uns
escoteirin do adventismo. Ma legal, pô.
Eu acho a acho divertidinho. Vocês sabem
aí que eu tenho muitas críticas ao
adventismo, não é? Alguns acham que eu
sou pesado demais, outros acham que eu
passo plano demais, mas pô, vê uma
jovenzinha, não é, falando e pregando o
evangelho. Cara, agora eu achei bonito
isso aqui, ó. O Togur é um cara da rede
social, que a vida em torno do hype da
internet e tal. Aí ele dizendo, "Ei,
você não não tem o trabalho rede
social?" Ela: "Não, bom demais, cara.
Bom demais essa ideia de que, cara, não
precisa, né? Não precisa dos da rede
social, de ficar famoso na internet, de
querer alguma coisa. É isso, cara. É
servir, é amar, é cuidar. É lindo,
lindo. Essa menina é muito mais rica.
Muito mais rica do que Toguro jamais
será se não procurar Jesus, sabe? E
muito mais famosa onde importa do que
milhões de inscritos no Instagram, né?
Porque ela é famosa nos céus. Excelente.
Excelente. Que Deus conserve ela, que
ela cresça na fé, que ela encontre um
ambiente religioso cada vez mais bíblico
e saudável para servir e ser ensinada
por Deus. Que Deus a use, Deus a use
para servir muita gente. Aí tem aqui do
Léo Estronda também, né? Primeiro
Toguro, depois Léo Estronda. Que legal.
Vamos, vamos ver aqui o Léo Estronda,
nosso santo padroeiro da maromba.
>> Mas é uma briga constante, [música] né,
de você, a carne ela ali, ela milita
contra o espírito, né? E o então é uma
briga constante, independente se o cara
é um pastor de igreja ou se ele é um
marombeiro ou se ele é um podcaster ou
[música] se ele é,
>> você tem que se conhecer.
>> Depois que ele vira a vida para Jesus,
ele não é mais do mundo. [música] Então
aí que o inimigo ataca mesmo, né? Igual
aquela frase do Morgan Freeman, né?
Quando você tá no auge aí que seus
demônios aparecem.
>> É, exatamente. [música]
>> Tô falando espiritualmente, tipo, perto
de Deus ali, você tá congregando, você
tá testemunhando [música] a palavra de
Deus, você tá trazendo pessoas pra luz
aí que o que o Satanás não gosta, né?
Que ele [música] quer te atacar mesmo. E
aí te bota para tu dar uns vacilos. Se
tu não tiver atento, tá escrito na
Bíblia, né? Quem está de pé cuide para
não cair, vigiai e orai. Ou seja, quem
está de pé é o quê? [música] Quem tá
avante, firmado na rocha, você que é
cristão, cuide para não cair. Ou seja,
>> se mantenha
>> mais forte, [música] pode cair, mas é
normal. Eu sei que eu preciso melhorar
muita coisa, mas é um desafio, né?
Porque a maromba ela é na suma, quando
você vai lá no mais pro [música]
conceito, ele é muito voltado pra
vaidade, né? O ser humano já por si é
vaidoso. E quando você vai para [música]
um esporte que é, né, 90% estética, o
ali, você cai muito no ego na vaidade.
Então é um limiar bem complicado de se
lidar mesmo.
>> É cara, é uma visão muito, muito madura.
É muito legal ver o Léo com essa visão
humilde sobre a fé. Sabe que eu sou um
grande grande fã do Léo Stronda, eu
sempre fui, não é? Então sempre que eu
vejo Leo Stronda falando de marumbagens
e Jesus, eu fico muito feliz. É uma
batalha muito grande, cara. a carne
contra o espírito. E o mundo da maromba
é um mundo muito complicado, é um mundo
voltado realmente para muita vaidade,
muita questão de exposição do corpo. E
essa essa percepção de que esse mundo,
né, do físico turismo e desse tipo de
esporte é um mundo que vai incentivar
muita vaidade, é uma percepção muito
muito importante. Por isso que é
importante que a gente possa redimir,
não é, nossa cultura de esportes, seja
corrida, seja bicicleta, seja teu
pilates, seja musculação. Vê isso não
por si pura e simplesmente, não como o
mero cultivo de si, mas vê isso pra
glória do Deus vivo, vê isso para cuidar
da própria saúde, ficar saudável para si
mesmo, ficar saudável pros filhos, ficar
mais bonito pra sua esposa, ficar mais
bonito pro seu marido, ah, ficar mais
funcional do teu dia a dia, ter uma
mente, né, mais focada, melhor. Cara, os
exercícios físicos só produzem coisa
boa. Agora é muito fácil que se torne
cultura de vaidade. Aí você começa a ver
ali um tanquinho que não tinha e aí você
começa a perder aquele pudor que você
tinha com o seu corpo. Daqui a pouco tá
se embalando a vácuo, daqui a pouco tá
botando vídeo de agachamento, não é, com
com a bunda marcando, não é, no
Instagram, já tá indo pra academia de
top, já tá, entendeu, toda a
oportunidade tirando a camisa, acaba
vivendo e morrendo pelo tamanho do
corpo, pelo tamanho do braço, pela pelos
gominhos da barriga. Meu irmão, acaba
que ao invés do físicoismo, dos
exercícios virarem um caminho para você
cuidar de você mesmo, vira um caminho,
né, para você às vezes se perder, né? Aí
você ganha o mundo e perde a alma. Por
isso, e aí obviamente você viu isso
vindo certamente que a gente sempre
tenta incentivar os cristãos a cuidarem
da sua saúde pra glória de Deus. A Grove
Suplementos é uma patrocinadora desse
canal e ela concedeu pra gente a honra
de ter o cupom Jesus lá na Grove
Suplementos, onde usando o cupom Jesus
você ganha também um desconto na Grove
junto com os vários outros descontos que
lá estão, dependendo do modo de
pagamento e tudo mais, mas você também
conta para si mesmo, conta pro pessoal
da Grof que você tá cuidando da sua
saúde pra glória do Deus vivo.
Inclusive, tô com minha caixinha da Grof
aqui, ó. Ó minha caixinha aqui, ó.
Primeiro lugar, Ebit diamante azul pelo
terceiro ano consecutivo. Melhor e
comerce na categoria farmácia e saúde. A
Grof é tudo, cara. Tem, ó, o Protein
zero lactose para você que tem problema
de proteína. Agora o Protein gourmet, ó,
com sabores especiais. Tem pré-treino,
tem creatina, tem mais o qu, ó, tem, ó,
glutamina, betalanina, elcarnitina,
multivitamina, tem tudo que você precisa
pra sua vida fitness. Usa logo p Jesus,
tem roupa de treino, também tem
acessório de treino. E vem cuidar, ó, da
sua saúde pra glória do Deus vivo. Vai
ter o link na descrição, vai na Grova
Suplementos. E sempre que você usa o
nosso cupom lá, você nos ajuda a
continuar mantendo toda a produção de
conteúdo, vídeo quase todo dia aqui no
YouTube. Então vai lá e aproveita. Link
na descrição, comentário fixado e no
Qcode que tá aí na tela. Mas tem um
ponto aqui da fala do Léo, acabei
deixando passar, mas agora me viu à
mente sobre aquele que tá em pé code
para que não caia, né? Que qualquer um
pode cair, seja pastor, podcaster,
marombeiro, tava tava isso, isso me vê
agora aqui. E é e é uma percepção muito
muito real, tá? Muitas vezes a gente
acha que uma pessoa que tá no caminho da
fé já há muito tempo é uma pessoa imune
à queda, imune ao erro, imune ao
abandono. E não é verdade, tá? Eu lembro
muito, sempre contei essa história, já
contessa história várias vezes, eu acho.
Se a gente vai ficando velho, vai se
repetindo, né? Vocês daqui a pouco tem
que aguentar me repetir mais. Mas eu
lembro de uma postagem muito antiga do
Nicodemos no no Facebook que ele dizia:
"Eu tenho medo de me desviar", era o o
texto. E ele falava: "Pô, o Nicodemos
sempre foi o meu herói, sempre foi o meu
meu pregador favorito na no Brasil e
tal". E ele dizendo, "Olha, eu tenho
medo. Tenho homens melhores do que eu
fizeram coisas piores." Homens melhores
do que eu fizeram coisas piores. Não sei
se ele disse exatamente isso, mas
memória memória pode estar me traindo.
Mas era um cor menos nesse sentido,
sabe? Que pessoas melhores que ele
tinham ido por caminhos de abandono a
Deus. Então é uma coisa que a gente
sempre tem que tomar cuidado, sempre
vigiar, sempre. Eu lembro quando uns
amigos nossos se desviaram, abandonaram
a fé e a oração da minha esposa era: "Ô
Deus, não deixa ser com a gente", né? A
Isa disse para mim uma vez, eu lembro
disso, Iago, se aquele rapaz tão
inteligente abandonou Jesus, o que será
de nós? se não for Deus nos segurando,
sabe? E eu sempre lembro disso. Homens
melhores moralmente do que eu
abandonaram a fé. Homens mais
inteligentes teologicamente do que eu
abandonaram a fé. Então, sabe, das
contas, quem sou eu, né? Quem somos nós?
O que é que nos mantém na fé? É a nossa
grandeza, nossa superioridade é única e
exclusivamente a graça e misericórdia da
pessoa de Cristo Jesus, não é? Isso é
uma coisa que a gente tem que manter
muito firmemente no nosso próprio
coração. Se a gente quer realmente viver
uma vida de fé genuína e real, sabe?
Muito bom, muito bom ouvi o Léo falar
disso aqui.
>> Olá, mais um corte do ateu. Hã, vocês
repararam já que quando acontece milagre
é é relacionado com coisas que podem
acontecer de outras formas?
>> Preciso do exemplo que eu não tô
entendendo nada não. Já pedi pro T, você
já tá assistindo esse vídeo do rapaz
editado, tá? Que o Tuler tá dando uns
cortezinhos e cortou uma entrada aí que
ele fez porque o cara não tem edição.
Esse vídeo tá falando muito devagar. Não
sei como é que esse vídeo viralizou na
internet, mas Tuller tá tá ajudando o
vídeo do ateu para ficar melhor aí para
você entender qual é o exemplo. Quero
saber que eu quero entender melhor que
seu argumento, meu querido.
>> Pessoa fala: "Ai, foi um milagre". Nossa
senhora, a operação deu certo, a
cirurgia, ai foi um milagre, minha dor
de cabeça passou, graças a Deus, graças
a Deus eu fui no supermercado e achei
uma tampa que serve pro ralo da cozinha.
Então tem uma questão, a gente já, se
você, ó, se você assiste esse canal,
você sabe o que que eu vou dizer, que já
lidamos com isso em outro vídeo. As
pessoas usam a linguagem de milagre como
um é um erro técnico, certo? tentando
falar da providência divina, um Deus que
controla a história e que guia a
história. Mas quando eles usam o termo
milagre, eles não querem dizer que foi
um milagre em um sentido estrito de que
Deus fez uma coisa sobrenatural e
quebrou as regras da da das leis, da
existência, da física, da química, para
poder estabelecer uma realidade
sobrenatural e extraordinária. Eles
querem dizer é que Deus guiou aquilo
para lhe conceder uma coisa que seria
possível pelos meios naturais, mas que é
altamente improvável. Então, a linguagem
do milagre muitas vezes é usada dentro
de caminho de improbabilidade também
dentro da linguagem comum. A linguagem
mais técnica, né? Uh, mais técnica. Uh,
bota uma cartola e um e um monóculo em
mim aí, ô Gabriel. Um um cachimbo, né?
Porque, né? Sentado numa poltrona do
papai. Por qu de forma mais técnica, se
você quiser ser tecnicamente correto, de
acordo com os ditames da teologia
sistemática, o termo não seria milagre,
seria providência. Mas tanto faz,
ninguém liga, entendeu? Usa milagre
mesmo se você quiser. Importante é
atribuir a Deus, não é? Glória a Deus
pelas coisas maravilhosas que ele tem
feito na sua vida. Mas não é exatamente
um milagre. Você tem uma cirurgia, o
doutor faz a operação e você vive, não
foi um milagre, foi providência. Deus
providencialmente lhe concedeu essa
bênção por meios naturais. Quando as
coisas acontecem de modo natural, ainda
que de modo improvável, é providência.
Quando as coisas acontecem de modo
sobrenatural, é milagre. Então, eu tenho
um câncer, eu orei, o câncer sumiu. É
milagre. Tenho colegas que oraram e o
câncer sumiu, câncer sumiu. Certo?
Ricardo Marques teve um câncer 20 anos
atrás, ele orou e o câncer desapareceu e
ele teve um outro câncer 20 anos depois,
entendeu? Já na na velice. Aquilo foi um
milagre. Agora, se o cara faz uma
cirurgia e o câncer sai e não volta mais
e e a pessoa fica curada, isso é
providência, tá? Só linguagem importante
para se estabelecer aqui, se você quiser
tecnicamente, mas ninguém, ninguém tem
que ficar,
>> tá chamando de milagre, mas não é
milagre, é providência. R chato, né?
Deixa eu ser chato sozinho. Não seja
chato com os outros, não.
>> É, mas isso aí não há necessidade de
milagre. Isso aí resolve de outra forma.
É só você procurar uma tampa em várias
lojas, tomar o remédio para dor de
cabeça. O hospital, o médico fez a
cirurgia, né? Agora, quando a pessoa
perde as pernas ou de repente tem um
fica sem o olho que nem o pirata, olho
de vidro, né? perna de pau.
Aí não acontece de nascer um olho novo,
não acontece nascer uma perna nova.
Então você consegue provar que não,
porque provar a ausência é muito
difícil. Você provar de que não existe
atos sobrenaturais aí no mundo é uma
coisa muito difícil, é muito difícil de
provar. você vai ter que pegar todos os
relatos, todas as evidências, todos os
registros de atos profundamente
sobrenaturais que existem ao longo da
história do mundo e tratar todo semação
como mentira, o que já é uma coisa muito
muito audaciosa de se fazer. Agora, a
gente não acredita, pelo menos assim,
nem todos os cristãos acreditam que os
milagres se expressam modernamente de
forma natural, de forma ordinária, ou
seja, de que os milagres fazem parte da
vida comum. Para muitos de nós, os
milagres fazem parte da vida incomum. O
milagre é extraordinário, não é
ordinário. Se você quiser entender sobre
isso, vai ter que ver nosso vídeo sobre
devançantismo concêntrico, que é onde a
gente argumenta porque é que não existem
tantos milagres hoje em dia, certo? Tem
um vídeo inteiro aqui no canal, tem uma
playlist inteira aqui no canal, vai
virar livro. Livro, ó, vocês que
perguntam: "Iago, cadê o livro do?" O
livro está escrito, já tem prefácio,
Augusto Nicodemos, já tem recomendação
de Hernand Dias Lopes e outros. Mandei
pra editora. Se a editora quiser
publicar sai um dia. Então assim, dev
vai sair o livro, vai sair o livro, tá?
Fiquem tranquilos que sairá. Mas no
livro eu explico porque é que não existe
tantos milagres. Hoje nos vídeos lá tem
um bom resumo do argumento. Não tem como
você viver sua vida esperando que perna
cresça e olho volte, não é, dentro do
mundo moderno com frequência, com uma
coisa ordinária, do dia a dia da vida
comum. Milagres não são comuns. Essa
parada, esse é um negócio que é
importante. Milagres não são comuns.
Milagres são incomuns. Milagres são
raros. Milagres precisam ser raros. Por
isso que o ateus se estranha, né, que a
linguagem do milagre sendo usado tão
comumente pelos cristãos e milagres
mesmo, né, não estaria acontecendo o
tempo todo.
>> Aí não tem milagre.
Quer dizer, Deus é seletivo, né? Ele
pode tudo, mas ele só faz coisas
possíveis de serem realizadas de outras
formas.
>> Não, cara, porque tem câncer
desaparecendo com oração, tem criança
surda voltando a ouvir com oração, tem
doenças desaparecendo. Aí você diz o
quê? Não, mas aí isso aí é só porque a
medicina não soube explicar. Se tudo que
é completamente sobrenatural,
completamente fora do caminho natural é
respondido como é que a medicina não
sabe explicar ainda. Há um dia saberá.
você tá trocando uma fé por outra.
Então, ao invés de crer que Deus fez um
milagre, você tá trocando isso numa fé
de que um dia o conhecimento humano vai
poder explicar esses atos que vão contra
todo o conhecimento humano moderno,
entendeu? Fim das contas é abraçar a fé
dos ateus.
>> E aí você pensa, será que foi o milagre
ou foi as outras formas possíveis que
aconteceu para dar certo, né?
>> Mas eu entendo o ponto do ateu aqui, né?
Se você tá usando a linguagem de milagre
para atos que podem ser alcançados
naturalmente, ah, é realmente uma
inconsistência. O problema não é o que o
Au tá dizendo, é o que ele tá querendo
dizer. E aí, o que ele do que ele está
querendo dizer? As implicações, não é,
são completamente erradas.
>> Ou seja,
num futuro, quando der para trocar o
olho, aí vão falar: "Foi um milagre, o
olho, a a pessoa voltou a enxergar, mas
não é que foi um milagre, é porque agora
já dá para colocar um olho novo."
>> Ah, tá só se repetindo agora. Tá só se
repetindo. Mas é isso, é só chamar de
providência, moço. Chame, chame de
milagre, não. Chame de providência que
resolveu o problema, entendeu? Vamos
para outro vídeo aqui. Tem aqui um texto
do Luiz Saião. É simples. Guarde o Shabá
como fazia Jesus celebre o domingo da
ressurreição. Será que ele vai dizer que
o domingo é o xabá dos cristãos? É uma
posição que eu não sigo, não é? Mas será
que a posição do Saião? Vamos descobrir.
Na minha cabeça é tão simples. O Shabat
antecede a lei, é santificado por Deus
no desfecho da criação, marca um
descanso que é uma celebração diante do
Criador e uma festa alegre em
comunidade. Alguns sábios com razão
dirão: "É proibido não se alegrar no
Chabará". Neste santuário, no tempo, se
dava a santa presença do infinito do
finito. O domingo celebrado na igreja
primitiva marcava o encontro da
comunidade da fé por conta da
ressurreição de Jesus. É celebração da
nova criação em Cristo. Jesus permanece
no túmulo no xabá, descanso e ressuscita
no primeiro dia da semana. Entendo que a
dificuldade da maioria é a mentalidade
de perfil legalista, que sempre vê a
instrução divina como pisar no quadrado
sob ameaça. É olhar limitado que não se
alegra diante do Pai Celestial, mas teme
cada orientação bíblica como uma
obrigação pesada e sisuda. É tão
simples. É como se chamado parei a duas
festas de muita alegria diante de Deus.
Nenhum texto bíblico desmerece ou proíbe
o Shabá, nem o domingo. Nenhum texto
bíblico diz que um substitui o outro.
Nenhum texto bíblico sugere um conflito
entre o domingo e o Shabá. A
controvérsia, tradição, rótulos,
reações, legalismo, sabatista e
domingueiro. A questão principal não é o
mero mandamento exigido, mas o como
fazemos qualquer atividade ligada à fé.
Portanto, faça o mais simples de tudo.
Celebre com alegria o shabá feito por
causa do homem, como fazia Jesus, e
celebre também com o regozijo, o domingo
da ressurreição. Nunca entendi, porque
um precisa ser oposto do outro. O que
não pode mesmo é deixar de amar a Deus
sobre tudo e ao próximo como a si mesmo,
nem no sábado, nem no domingo. Afinal,
destes dois mandamentos dependem toda a
lei e os profetas. É um texto bonito,
bonito, um chamado a paz e a
tranquilidade. Eu concordo com ele
quando ele parece estabelecer que o
domingo não é uma substituição do Shabá,
que eu não acho que seja. E sabe, o
domingo é o sábado cristão. Já vi muito
isso dos colegas mais presbiterianos,
que o domingo é o sábado cristão. Eu não
acredito nisso. Eu sigo, aliás, um livro
que, curiosamente é publicado no Brasil
pela editora presbiteriana, que é a
Cultura Cristã, que é um livro editado
pelo J Car Carson, chamado Do Shabá ao
dia do Senhor, onde se argumenta que o
domingo não é o sábado cristão, que o
Shabá não vira domingo, que na verdade o
Shabá ele não é uma sombra do domingo,
ele é uma sombra do descanso em Cristo.
Como é que nós vivemos o Shabá? Como é
que nós celebramos o Shabá? é confiando
na obra de Jesus e descansando de nossas
obras na obra perfeita dele. Esse é o
nosso sábado. É aí que nós celebramos o
sábado. É em uma vida de descanso em
Cristo. E o domingo é o quê? O domingo é
o encontro e a celebração dos cristãos,
não é? É uma outra coisa que não é o
xabá. Eu acho o argumento do J Carson
muito convincente. Eu não fiz vídeo
sobre o sábado ainda aqui, mas a gente
tem um podcast antigo sobre o sábado, já
bem antiguinho, toda uma série, uma
playlist de vídeos sobre a lei, como é
que nós nos relacionamos com a lei.
Esses vídeos sobre a lei para mim
resolve questão do sábado por si só. Eu
vou fazer um vídeo sobre o sábado ainda
em algum momento. Meu ponto é, eu acho
que o saão dá a entender que a gente tem
que celebrar o sábado aí, guardar,
guardar o sábado e celebrar o domingo,
né? Fazer as duas coisas de de algum
modo. E aí essa não é minha perspectiva.
Eu não acho que a gente celebre o
sábado, guarde o sábado de qualquer
forma que não seja descansando em Cristo
Jesus. Mas é um bom chamado aqui a a
tranquilidade, né? Romanos 14 nos
convida à tranquilidade também, a ficar
em paz, não é? A amar o nosso irmão que
guarda ou não guarda. A Bíblia fala que
o cristão que guarda dias é o fraco na
fé que a gente tem que amar e respeitar.
Enquanto aquele que não trata os dias
como dias diferentes, que tratam todos
os dias como igualmente especiais, é o
forte na fé. Não é que tem que ter
paciência com com o fraco. Alguns vão
ler o texto ao contrário, né? Vou ler ao
contrário, mas minha leitura é essa e tá
tudo bem assim. Tá tudo bem para mim,
né? Porque é a minha leitura. Se é a
minha leitura, então tá tudo bem porque
mas para quem tem uma leitura diferente,
certamente não vai estar tudo bem,
obviamente, né? Eu gostei, gostei do
Tixinho do Saião. Não concordo com o
ponto teológico necessariamente, mas eu
concordo com o espírito e com aquilo que
ele quer gerar nas pessoas de paz e de
tranquilidade sobre isso. Amém. Tudo
bem. Você acha que sabe o que é uma
família tradicional, mas você não sabe.
O que muitos chamam de família
tradicional, homem provedor, mulher dona
de casa, tem cerca de mais ou menos 150
anos. A invenção da burguesia vitoriana
inglesa entre 1830 e 1850, que atingiu
seu auge nos subúrbios norte-americanos
dos anos 1950,
durando mais ou menos duas gerações e
começando a ruir na década de 1970.
Falei disso várias vezes já aqui no
canal. Algumas pessoas se ficam bravas,
não é? Mas cara, a gente tem que
aprender a complexificar as coisas. Às
vezes simplificar é um pecado
intelectual. Algumas coisas são
complexas e não tem como deixar mais
simples. E aí as respostas simplificadas
sempre atraem a maioria. Mulher não pode
trabalhar fora. Puxa, fácil. Ideia
fácil, simples. A mulher pode trabalhar
fora? Sim. Fácil. Simples. O difícil é
as configurações modernas de mercado são
incompatíveis na sua grande maioria com
o exercício pleno da feminilidade
bíblica. Isso é difícil. Isso é muito
difícil, né? Porque é mais complexo.
Porque você não tem como simplesmente
tomar uma decisão pura e simplesmente
que você vai conseguir abarcar o todo da
expressão bíblica de quem nós somos.
Você muitas vezes tem que tomar decisões
basead na circunstância que você foi
colocado. Porque dentro do contexto
bíblico, olha pra mulher de Provérbios.
Olha pras mulheres das escrituras. Elas
viviam em um contexto em que elas
trabalhavam muito, mas trabalhavam perto
dos filhos, em que este trabalho era
fundamentalmente transformar aquilo que
era trazido de fora pelo marido em algo
útil dentro da vida domiciliar,
familiar, doméstica. Então o marido
trazia a lenha, a mulher ia fazer ali
então uma fogueira, ia passar amanhã
fazendo a comida da lenha. A mulher ia
sair, ia botar um um barro, um vaso na
cabeça, ia no rio para poder trazer água
para dentro de casa. Depois ia no rio
para poder lavar a roupa. Aí ela ia
pegar o tecido no mercado, ela ia
costurar a roupa pra família. Havia todo
um trabalho em que ela ia pegar o trigo
e fazer ela própria o pão para poder a
família ter o que comer. É um esforço
doméstico muito grande. E muito daquilo
que era comum do trabalho feminino
dentro do contexto bíblico, que é pegar
o que o marido traz de fora e
transformar dentro para a utilidade da
família, agora é feito dentro do próprio
contexto de mercado, que normalmente é
acessado por trocas financeiras, o que
normalmente tá atrelado a um trabalho
fora. Então a mulher não faz mais o
próprio pão. Na verdade, agora ela ou o
marido vão de manhã na padaria comprar o
pão francês. Agora a mulher não faz mais
a roupa em casa a partir da lã. Eles vão
num numa shope da vida, vão num shopping
e vão comprar uma roupa para poder todo
mundo vestir. Agora a mulher não vai
mais sair no rio com um pote para buscar
água. Agora o marido com o seu salário,
a mulher com o seu salário vai pagar com
a companhia de água que vai trazer água
em Canada. Agora ela não vai mais pegar
a lenha, vai ter um um gás que vai ser
comprado com o dinheiro. Então a partir
do momento que a gente vive em uma
sociedade de mercado, muito daquilo que
era o trabalho feminino foi substituído
por um tipo de acordo comercial, o que
aumenta, por um lado, a eficiência
desses serviços, desses produtos, é
melhor para o bem-estar geral da
humanidade, mas por outro lado, tirou da
atividade, principalmente feminina, o
ambiente de trabalho, porque esse era o
trabalho feminino. Aí, qual passa, qual
passa seu trabalho feminino agora? Se
essas coisas agora não são mais
acessadas, aí ela vai ter que escolher
entre dois caminhos. Ou ela vai para o
mercado de trabalho para poder oferecer
um serviço, onde ela vai adquirir um
lucro e deste lucro ela vai poder
comprar as coisas que normalmente ela
acessaria pelo trabalho doméstico. Qual
é o problema disso? Normalmente ela vai
estar longe do ambiente dos filhos,
longe do cuidado da casa, longe do
cuidado do marido, que eram atividades
muito atreladas à vida da mulher dentro
do contexto bíblico. Então, ao invés da
mulher tá tendo todo o seu trabalho
dentro e próximo do ambiente familiar e
e com isso em torno dos filhos ou com os
filhos em torno dela, agora ela tem que
sair para uma companhia onde ela vai
ficar 8 horas por dia, no mínimo, fora
de casa para voltar para casa e pegar os
seus filhos que estavam, sei lá, na
creche, alguma coisa assim. Então ela
participa do processo de trabalho, que
era muito comum ao tempo bíblico, mas
ela perde parte do seu exercício de
feminilidade que ela tá mais próxima,
não é, do serviço doméstico e da vida
com os filhos. Por outro lado, se ela
escolhe então ficar exclusivamente em
casa para estar próximo dos filhos, para
cuidar dos filhos, cuidar do marido,
cuidar do lar, ela acessa essa parte da
feminilidade, mas ela perde a produção e
a construção de coisas que agora ela não
vai mais estar fazendo sozinha, é o
marido que vai estar trabalhando para
poder prover todas essas coisas pra
família em um nível muito mais pesado. E
aí, por um lado, tanto homens como
mulheres vão acabar perdendo alguma
coisa. O homem às vezes tem que
trabalhar mais do que teria que
trabalhar como marido bíblico para poder
prover parte daquilo que normalmente a
mulher estaria provendo dentro do
ambiente bíblico também, que ela estaria
produzindo tudo aquilo. Agora é comprado
com o dinheiro e a mulher não tá fazendo
dinheiro, só o homem. Então o homem tem
que fazer mais dinheiro para poder
assumir parte das assunções femininas.
Ou a mulher trabalhando fora, o homem
vai ter que assumir parte do trabalho de
cuidado com a casa, já que os dois estão
fora, não é? Quando os dois voltam para
casa, os dois vão cuidar dos filhos, os
dois vão cuidar das louças, os dois vão
cuidar das comidas e tudo mais, porque
os dois estão trabalhando fora. Então,
de toda forma, tanto homens como
mulheres dentro da sociedade de mercado
moderna vão ter muitos sacrifícios e
muitas funções a assumir que muitas
vezes vão ser nem suas. E aí, como fica?
E aí fica tomar decisões que privilegiem
aquilo que for mais útil, mais
importante pra família dentro daquele
momento. Pra maioria das famílias, se
elas têm provisão, ter a esposa em casa
cuidando dos filhos é muito mais
importante do que ter um dinheiro a
mais. Para muitas famílias, a mulher
sair para colocar um dinheiro a mais
dentro de casa é muito mais importante
do que a presença dela perto dos filhos,
porque a mulher vai estar perto dos
filhos que estão morrendo de fome. Então
você tem circunstâncias sociais muito
diferentes, muito mais complexas do que
a mulher pode trabalhar fora ou não.
Entendeu? É uma pergunta, uma pergunta
boba até. A questão é como a sociedade
de mercado moderna mudou as relações
familiares e como é que a gente se
adapta a tudo isso dentro dos princípios
bíblicos mais importantes que nós temos.
Aí o que que significa? Significa que a
mulher que sai para trabalhar fora, é
porque a mulher de Provérbio 31 tem,
trabalha, dá lucro, mas a mulher de
Provérbio 31 tá dentro de casa
costurando a roupa da família, entendeu?
Esse é o plano bíblico, é virar amis. É
agora, agora a mulher tem que fazer o
próprio pão em casa, que é às vezes
muito pior do que o pão do padeiro, só
para poder se ocupar, não é em casa?
Claro que não é. Acaba que se perde
muita coisa. Então vamos, vamos sair.
Esse é o grande ponto, cara. Quando eu
fiz aquela live, nunca vou esquecer,
aquela live idolatria familiar que eu
fiz com o Ângelo Bos e Carol Baso, em
que a gente falava sobre essas coisas,
essas simplificações grosseiras, esse
atrelar a um modelo único de família,
né? Exclusiva, a mulher em casa e o
marido fora como único modelo bíblico de
família. A gente fez uma live inteira
explicando isso com muito cuidado, com
muito carinho e virou uma confusão, meu
irmão, virou um bacafuá. texto de
pastor. Eu acho engraçado quando o Éber
Júnior e a Natalie Campos, né, juntos
falaram a mesmíssima coisa, não teve
nenhum pastor preseriano dando pintando
era eu e os basos falando, porque era um
batista pentecostal, né? Quando é o
Batista pentecostal falando, aí não
pode. Aí quando o presbiteriano fala, aí
os outros preserianos vão fazer o quê,
né? Um pastor preseriano importante
dizendo a mesmíssima coisa. Mas de vago,
já de vago, já é de vago. Aqui a gente
tem que abandonar esse caminho de achar
que existe um modelo exclusivista de
família. Porque se a gente quiser ser
estritamente bíblico, meu irmão, é
voltar pra comunidade agrária. A gente
volta pra comunidade agrária em que o
cabra vai trabalhar no campo, arando o
campo, vai trazer para casa o trigo pra
mulher fazer o próprio pão. Aí isso é
uma família bíblica, de fato. Ora, o
quais são os princípios bíblicos? Quais
são as ênfases bíblicas? Quais são os
chamados bíblicos? E como a gente aplica
tudo isso a uma sociedade de mercado
moderna? Esse é o grande desafio e esse
talvez seja uma das grandes belezas do
cristianismo. É a sua adaptabilidade
cultural. É o modo como a gente consegue
aplicar os princípios bíblicos dentro de
culturas diferentes, de realidades
diferentes, porque ele não é uma um uma
religião de uma comunidade agrária de
2000 anos atrás. O cristianismo é uma
religião de todos os povos, de todas as
culturas, de todos os tempos. E nisso,
cada desafio cultural onde a gente tá
inserido vai cobrar uma inteligência e
uma sabedoria de aplicação dos
princípios bíblicos em cada momento de
cultura que são extremamente
importantes. Cobram um raciocínio,
cobram a vida de comunidade de igreja
para aplicar os princípios bíblicos na
própria vida. Ou seja, eu tô
complexificando o seguinte para eu tô
fend esse razoado todo para dizer, é
esse modelo da mulher em casa cuidando
dos filhos, do marido na rua trabalhando
fora, isso não é um modelo
necessariamente bíblico, é um modelo
profundamente americano, vitoriano,
moderno, profundamente moderno,
profundamente moderno. Vamos voltar para
lá.
>> E antes [música] disso, a esmagadora
maioria das mulheres trabalhou.
Camponesas aravam, artesãs geriam
oficinas, [música] senhoras
aristocráticas administravam casas
inteiras. E o cuidado dos filhos
distribuído entre avós, irmãos,
vizinhos, amas e criados.
>> Isso aqui é uma parada realmente muito,
muito doida, tá? Isso é bíblico
necessariamente. A gente não tem muito
na Bíblia sobre isso, não, tá? Não tem.
E sinceramente, eu nem acho que deveria
ser muito assim, mas ao longo da
história da humanidade, a família
estendida sempre teve um papel muito
crucial na criação das crianças, de modo
que as crianças sempre foram criadas em
comunidade ao longo da história do
mundo. Tanto que as matriarcas, não é,
as avós dentro de um do período, não vou
dizer assim, isso não é ensinado pela
Bíblia, mas ao longo de toda a história
bíblica, pode ter certeza, as avós
faziam um papel de mãe muito maior do
que as mães, porque as avós como
matriarcas das famílias criavam as
crianças, até porque as crianças nasciam
de mães muito jovens. as mulheres
estariam engravidando aos 14 anos, aos
15 anos, aos 16 anos, normal, porque
elas iam casar com 13, provavelmente,
porque 13 anos era maturidade no mundo
antigo. Então, imagina uma pessoa de 13
anos, de 14 anos, de 15 anos, tendo o
seu primeiro filho e engravidando
provavelmente todos os anos por vários
anos em em sequência. Quem acabava
assumindo o papel de de criação
principal dessas crianças eram as avós,
não eram as mães. As mães se tornavam
mães em um sentido mais moderno quando
elas viravam as matriarcas das famílias,
quando elas viravam a voz ao seu modo. O
que é muito louco, né, se a gente pensar
em um contexto mais individualista do
mundo moderno. Mas a família estendida
sempre esteve muito próxima à criação de
crianças mesmo, né? Por isso que hoje
dentro de um contexto mais moderno, onde
a família estendida não participa tanto
do cuidado dos filhos, em que uma mãe
muitas vezes é a única responsável pelo
cuidado do seu filho, que você tem um
cenário muito diferente em termosade de
quantidade de filhos que uma família
consegue suportar, como de outros papéis
da da femininidade, né? A mulher que tem
ali dois, três filhos, às vezes ela vai
morrer doida. Tem um monte aí que tá
doida para cuidar desses meninos porque
tem zero ajuda, zero pessoas em volta,
zero família estendida, zero rede de
apoio. E aí ela tem que saber como
lidar, como gerenciar situações como
essas, né? Por isso que de novo a gente
tem simplificar as coisas demais, muitas
vezes é um pecado intelectual. Pode ser
um erro teológico muito grande de tentar
tornar simples cenários que são muitas
vezes complexos.
>> A mãe sozinha em casa com seus filhos
seria uma espécie de anomalia
antropológica recente. Parte do
progressismo atual que denuncia o
patriarcado imemorial está denunciando o
mesmo arranjo recente, achando que é
milenar. E outra parte do
conservadorismo que defende a família
tradicional está defendendo uma ideia de
família de 150 anos, que tem mais a ver
com o evangelicalismo protestante em
inglês do que com a tradição cristã
milenar. Exatamente. Os dois lados do
debate identitário contemporâneo são
prisioneiros de um mesmo mito histórico.
Por isso, boa parte do debate público é
boal e constrangedor.
[limpando a garganta]
>> Oh, a pada seca no final aqui do
negócio. Tome. Bom, minhas opiniões
sobre isso já foram já foram postas em
detalhes no capítulo trabalho do livro
igrejas que calam mulheres. Tá tudo
lado. O capítulo inteiro só sobre
trabalho. Mulher pode trabalhar fora e
tal. Tento lidar com tudo isso. Foi um
pouco madura, tá bom? Tem um link aí na
descrição se você quiser acessar o
livro. Bom, este é o teólogo do Twitter
de hoje, é o último aqui nesse nesse
cenário. Então, ó, muito obrigado você
que tem nos acompanha. Não, não é o fim,
né? Parece tô acabando o canal, né? Não,
vai ter vídeo normal. Amanhã tem vídeo,
mano. Tudo gravado lá do estúdio de
sala, se Deus quiser. Muito obrigado.
Muito obrigado aí. E o canal continua
normal do mesmo jeito. Só vou gravar
agora com ajuda, com mais qualidade, com
gente ouvindo o áudio, vendo foco. Eu
num ângulo que eu não pareço um funco
pop, sem ter que eu ficar, é que vocês
não vêm, mas meus filhos viv batendo na
porta aqui, pedindo atenção, carinho. Eu
vou poder, eu vou poder agora realizar o
sonho maravilhoso de estar em casa sem
estar trabalhando em casa, entendeu? Eu
saio para trabalhar, vou para
escritório, trabalho, aí eu volto para
casa e eu não trabalho mais. E meus
filhos não vão ficar mais o tempo todo.
Meu pai, papai terminou de trabalhar,
papai acabou de trabalhar, já vai
trabalhar, pronto, não estou. Gente,
você tem, você que tem menino, você
sabe, trabalhar em casa o tempo todo é
muito difícil, porque os meninos quer
atenção, então estão aqui. E meu
escritório é na cozinha, mas essa casa
não é muito grande, ela tem um
escritório e agora eu vou finalmente
poder ter um escritório quase do lado de
casa, o estúdio do eu sou, estou indo
morar quase do lado do estúdio sala, que
é o nosso estúdio de produção
audiovisual. Oh, coisa boa. Não podia
estar mais contente. Bom, amanhã estamos
no estúdio de sala, estúdio lá. Não vou
dizer que é um estúdio novo porque é o
mesmo estúdio que a gente tá gravando já
há algum tempo, mas agora finalmente
estarei nesse processo de me mudar,
morar pertinho e poder gravar lá o tempo
inteiro, ir para lá trabalhar o tempo
inteiro. Esse setup vai todo para lá.
Obrigado meu pai, obrigado você ter nos
acompanhado até aqui, me dado também a
oportunidade porque o YouTube também é
minha fonte de renda, né? O YouTube
também é meu meu ganha pão. Hoje eu não
recebo mais salário da minha igreja, não
sou mais um pastor remunerado,
justamente porque o YouTube tem me
remunerado, tem me dado muita dignidade,
os patrocinadores têm me ajudado muito
nisso. Sempre que você usa lá o cupom
teologia na Insider, cupom Jesus na
Grove, cupom teologia na manual, os
outros parceiros aqui do canal, você me
ajuda também a sobreviver, não só a
manter esse canal funcionando. Então,
todo o progresso na minha vida, eu ir
para uma casa nova agora num num bairro
melhor da cidade, eu tenho um estúdio de
produção audiovisual para poder gravar
os conteúdos, cara, tudo isso também é
graças ao engajamento e ao carinho de
vocês. Então, então assim, eu posso
falar sem nenhum constrangimento de que
se agora eu tô indo para uma casa maior,
uma casa melhor, eem que eu vou poder
fornecer mais dignidade de saúde pra
minha sogra que mora comigo, se eu vou
poder fornecer um acesso melhor à
educação e à saúde, à segurança paraa
minha esposa e pros meus filhos, se eu
vou estar mais próximo até de ambiente
de entretenimento, se eu agora vou ter
até uma qualidade de trabalho melhor por
est próximo do estúdio com gente
trabalhando para mim para poder me
gravar, cara. Tudo isso também é por
causa do engajamento de vocês, da
confiança de vocês e do carinho de
vocês. Então, ó, muito obrigado. Não os
conheço, não os vejo o tempo inteiro,
mas sempre que os encontro aí na nos
corredores, nas ruas, nos eventos, nas
igrejas, vocês vem apertar minha mão e
dizer: "Iago acompanha seu canal e tal".
Meu irmão, você sabe, eu posso estar
morto de cansado, posso estar tendo que
correr para aeroporto, posso estar,
sabe, ter pregado três, quatro, cinco
vezes no dia. Eu faço questão de ficar
na fila, ficar em pé, tirar foto com
todo mundo, apertar a mão de todo mundo,
ouvir a história de todo mundo, porque
vocês têm abençoado muito a minha vida
através da confiança que vocês me dão.
Eu quero sempre poder devolver isso para
vocês de forma de carinho, de respeito.
Então, muito obrigado, muito obrigado
mesmo. Sei que vocês estão aqui nessa,
nessa troca maravilhosa. Eu dou algum
conteúdo teológico, algum
entretenimento, alguma educação na
palavra, algum caminho de aprendizado.
vocês me dão essa atenção e esse
engajamento, né, com com os
patrocinadores e vocês se beneficiam
teologicamente, espiritualmente e acaba
que eu sou também muito muito
beneficiado nesse processo, tanto
espiritualmente com o carinho de vocês,
as orações de vocês, como até
materialmente hoje em dia, pelo alcance
que a gente chegou. Eu sou muito grato,
grato mesmo, muito por isso. Então, ó,
obrigado, Deus abençoe e até a próxima
aqui no 2D de Teologia. Cheiramos, ó.
Cheirando cangote todos vocês.

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