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A fé vem pelo ouvir

O privilégio da igreja por ter Presbíteros regentes (1 Tessalonicenses 5.12-13) | Rev. Edgar Lopes

O privilégio da igreja por ter Presbíteros regentes (1 Tessalonicenses 5.12-13) | Rev. Edgar Lopes

O privilégio da igreja por ter Presbíteros regentes (1 Tessalonicenses 5.12-13) | Rev. Edgar Lopes

Primeira Igreja Presbiteriana de Goiânia
+55 (62) 3213-3320 ou 98113-0461‬ (WhatsApp)
Rua 68 c/ Rua 71, St. Central, Goiânia-GO

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Legendas automáticas:

Meus irmãos, graça e paz a todos.
Hoje
eu fui incubido de trazer um estudo
sobre o presbiterato. Lembrando que nós
estamos nos aproximando da nossa
assembleia paraa eleição de oficiais. E
no decorrer desses domingos de manhã, a
gente tem trazido estudos que são
direcionados para que a igreja possa ser
instruída sobre essa temática, tanto do
diaconato quanto do presbiterato. Isso
já foi feito em alguns domingos até aqui
e hoje eu tenho a responsabilidade de
mais uma vez trazer um estudo sobre esse
tema. Hoje nós vamos ver especialmente
sobre o ofício do pres do presbítero
regente. Então nós veremos nessa manhã o
privilégio da igreja por ter presbíteros
regentes. Bom, o nosso estudo nessa
manhã será dividido em duas partes.
Primeiro eu quero fazer alguns
apontamentos sobre a função do
presbítero e depois na segunda parte eu
quero fazer uma breve exposição do texto
da carta de Paulo aos Tessalonicenses.
Primeira carta, no capítulo 5,
versículos 12 e 13. Mas eu quero ler com
vocês esse texto agora. Primeira carta
de Paulo aos Tessalonicenses,
capítulo 5.
Lerei dos versículos, versículo, lerei
os versículos 12 e 13.
Primeira Tessalonicenses, capítulo 5,
versículos 12 e 13.
Diz assim a palavra do Senhor. Agora vos
rogamos, irmãos, que acateis com apreço
os que trabalham entre vós e os que vos
presidem no Senhor e vos admoestam, e
que os tenhais com amor em máxima
consideração por causa do trabalho que
realizam. Vivi em paz uns com os outros.
Vamos orar.
Senhor Deus, nós somos gratos pela tua
palavra. Somos gratos a Deus pelo
privilégio que temos nessa manhã de
podermos cultuar como igreja, estarmos
aqui neste local e agora Deus de
podermos refletir sobre a temática do
ofício do presbítero e também, ó Deus,
sermos expostos à vontade do Senhor que
é revelada por meio da tua palavra. que
o Senhor venha nos conduzir nessa manhã,
que nós sejamos instruídos e que nós,
então, ó Deus, possamos agir como
assembleia da igreja na eleição dos
nossos oficiais e que em tudo isso, ó
Deus, nós possamos contemplar a graça e
o cuidado do Senhor sobre essa igreja.
Que o Senhor nos abençoe nessa manhã. É
nossa oração no nome de Cristo. Amém.
Meus irmãos, nós vivemos em um tempo em
que autoridade,
liderança e submissão são temas cada vez
mais difíceis. A gente tem muitas
dificuldades quando a gente fala sobre
liderança, quando a gente fala sobre uma
autoridade e quando a gente fala sobre a
nossa relação de submissão àqueles que
são constituídos e são colocados nessa
função. Há contextos em que a liderança,
por vezes, é confundida com o
autoritarismo.
líderes que produzem uma liderança que
no final ela acaba trazendo malefícios
para aqueles que estão sobre a sua
liderança. Nós temos também nesses
contextos a ideia de que submissão, por
vezes tem que ser vista como fraqueza.
Então, se você tem um líder e você
precisa submeter a ele, se você o faz,
você então é visto como um fraco ao
fazê-lo. O respeito, por vezes, é
substituído por crítica constante e,
infelizmente, essa mentalidade também
pode atingir a igreja. a gente consegue
falar sobre crise de lideranças nas
igrejas que a gente tem então no nosso
país. O Cornelius Vandam, nesse livro, o
presbítero, orientações bíblicas
essenciais sobre um ofício indispensável
para a igreja, destaca o seguinte. Ele
diz: "Olha, a história nos ensina que
apesar da grande importância e honra que
o Senhor atribui ao ofício do presbítero
regente, esse ofício, por vezes, pode
acabar sendo desprezado.
Existe até mesmo a tendência de que
venha desaparecer ou se torne mera
formalidade." Quantos de vocês aqui não
conhecem igrejas que não tem mais a
figura do presbítero?
dependendo da igreja, eh, o governo de
igreja, ele é de um só, ele é do pastor.
E aí nessas igrejas já não tem mais a
figura do presbítero, ou quando tem, é
por mera formalidade, porque na Bíblia
ensina que eles devem fazer parte da
igreja, que eles são lideranças da
igreja, mas eles estão lá apenas como
uma figura, mas eles não exercem a
liderança. a gente encontra isso em
determinados governos de igreja e isso
tem crescido no nosso país, tem crescido
no meio evangélico. Mas a gente precisa
entender que para as primeiras igrejas
cristãs ter presbíteros era claramente
uma prioridade. Fazia parte do plano de
Deus para sua igreja. Por exemplo, nós
temos o texto de Atos 14, versículo 23,
em que nele Paulo e Barnabé se
asseguraram de que houvesse presbíteros
designados na Ásia Menor durante a sua
primeira viagem missionária. Olha o que
o texto nos diz. e promovendo-lhes em
cada igreja. Então, quando Paulo saía,
plantava as igrejas juntamente com
Barnabé, depois ele sozinho. Em cada
igreja que era plantada, olha só, eles
promoviam a eleição de presbíteros.
Depois de orar com jejuns, os
encomendaram ao Senhor em quem haviam
crido. Então, essa era uma realidade da
igreja e o livro de Atos mostra para
nós, é da vontade de Cristo que a igreja
tenha presbíteros, que eles liderem a
igreja e os apóstolos levaram isso e
colocaram em prática. De tal forma que
Paulo ia, plantava igrejas e então a
eleição de presbíteros acontecia. Tito
também foi encarregado de fazer o mesmo
encreta. Paulo direciona para esse local
e uma das responsabilidades e daquilo
que Tito tinha que fazer era preparar
uma liderança para aquela igreja ou para
as igrejas ali daquela região. E o texto
de Tito, capítulo 1, versículo 5, diz:
"Por essa causa te deixei increta para
que pusesses em ordem as coisas
restantes, bem como em cada cidade
constituíses presbíteros, conforme te
prescrevi." Essa constituição aqui de
presbíteros, ela obedecia ao próprio
modo como Paulo fazia, que era então por
meio das eleições que eram feitas nessas
igrejas. Tito tinha que ensinar a
igreja, Tito tinha que trazer e apontar
as qualificações dos presbíteros para
que eles então fossem eleitos. Paulo
então o comissiona para que ele fizesse
isso. O Corné Vandame ainda diz: "Olha,
entretanto, na continuidade da história
da igreja, não demorou muito para que o
ofício acabasse sendo usurpado por um
novo tipo de sacerdócio. E aí a gente
começa a perceber na história da igreja
o nascimento do papado, que é o governo
então de uma só pessoa, aquele que é o
líder maioral da igreja. O surgimento do
papad dele foi um processo que envolveu
os seguintes passos. Primeiro, houve o
crescimento da influência do bispo de
Roma. Roma, então, tinha a sua
influência, a sua importância. E o
bispo, então, ele foi ganhando essa
notoriedade e por causa disso, então,
ele foi visto como uma liderança maior
do que os demais bispos e os demais
presbíteros que estavam então nas outras
igrejas. Houve transformações políticas
do império e aí Roma ganhou destaque
nisso e o bispo de Roma, ele estava
atrelado a tudo isso. Disputas
doutrinárias e elas aconteciam por vezes
em Roma. O bispo estava ali como figura,
como pessoa importante em tudo isso. E o
que aconteceu então no decorrer da
história foi a centralização
eclesiástica. E a gente tem então a
figura do próprio Papa, o bispo de Roma.
Ele entendia que ele era um sucessor
direto de Pedro.
Ele entendia que Pedro tinha recebido
essa ordem de Cristo de ser a pedra, de
ser aquele que daria origem a esse
governo da igreja, estaria firmado em
Pedro e o bispo de Roma, então, seria o
sucessor. E aqui a gente já começa a ver
uma monopolização então do governo na
igreja no decorrer da história. Os papas
então passaram a reivindicar a
autoridade suprema sobre toda a igreja.
Então a liderança de um só. Ele tinha
autoridade sobre toda a igreja,
autoridade sobre reis e nações. Esse
papa, ele não se contentou apenas em
liderar a igreja. Ele quis liderar fora
da igreja. E aí ele começou a mandar nos
reis, nas nações. E ele tinha então ou
se achava como direito exclusivo de
interpretar a fé cristã. Porque assim,
quando vai monopolizando a liderança,
esse que então é colocado como líder
maior, ele se sente na responsabilidade
ou como autoridade, inclusive para
interpretar as escrituras. E ele jamais
pode ser confrontado quando ele traz uma
interpretação até mesmo errada.
O Cornelus Vandame disse que foi apenas
então no século X com a reforma
protestante que o ofício foi restaurado.
E aí a aula, a ala calvinista da reforma
especialmente restaurou o presbiterato
ao seu devido lugar. O John Nox, um
reformador que foi para Genebra, estudou
com João Calvino ali na Academia de
Genebra, ele foi o grande responsável
por formular teologicamente uma forma
presbiteriana de governo para a igreja
da Escócia. Ali a gente tem então a
origem do presbiterianismo, mas ele
então estuda com João Calvino. Quando a
gente lê as institutas de João Calvino,
a gente vai ver ele falando sobre o
presbítero regente, o presbítero
docente, essa liderança feita por
presbíteros. A gente vê isso nos seus
comentários. Joonox aprende com ele,
leva para então paraa Escócia e ali
começa o presbiterianismo. E aqui, meus
irmãos, nós temos então um resumo de
como é a perspectiva reformada e
presbiteriana de liderança. Para nós,
Cristo é o único cabeça da igreja. A
igreja tem um líder e esse líder é
Cristo. Ele é o cabeça da igreja. Não
existe líder humano universal da igreja.
O governo ele é exercido por presbíteros
em concílio. Mais à frente eu vou falar
como que isso é então constituído, como
isso é instituído nas igrejas. É Cristo
que delega essas funções e toda
autoridade ela deve se submeter às
escrituras. Foi esse então o legado da
reforma e o entendimento sobre
liderança. E aqui, meus irmãos, nós
temos então o porquê da igreja
presbiteriana ter esse nome. Por que que
a igreja presbiteriana se chama Igreja
Presbiteriana? Porque ela não é
governada pela congregação.
Não é a congregação em peso que governa
a igreja, nem é governada por um bispo,
como o regime, o governo episcopal
apresenta. Então, ela não tem um governo
congregacional, ela não tem um governo
episcopal, mas ela é governada por
presbíteros. Por isso que a igreja é
presbiteriana. o seu governo, o nome da
igreja fala do seu próprio governo. De
tal forma que na igreja presbiteriana só
há o reconhecimento de duas ordens de
ofícios. E quais são eles? Diáconos e
depois os presbíteros. E aí a gente faz
uma diferenciação entre os presbíteros,
que são os presbíteros docentes, aqueles
que se especializam no ensino, na
docência, no ensino para a igreja. E a
gente tem os presbíteros regentes. É
claro que os presbíteros regentes também
têm a tarefa de ensino para a igreja.
Então, o que a gente tem de ofícios e o
que a gente entende que isso é bíblico
são esses dois, os diáconos e então
também os presbíteros. Queridos, o nosso
apreço por esse ofício, ele poderá ser
incentivado ao revisarmos os principais
deveres e as expectativas referentes ao
presbítero regente. E é isso que eu
quero então passar a fazer com vocês
agora. Primeiro a gente precisa ver
então as tarefas indispensáveis dos
presbíteros regentes. Eu vou citar
apenas três aqui por questão do tempo,
mas existem outras tarefas que os
presbíteros regentes devem fazer, mas
essas daqui são fundamentais e elas dão
suportes, inclusive para as demais
tarefas do presbítero. Olha só, a o
primeiro, a identidade dos presbíteros
regentes é moldada pelo fato deles serem
o quê? Eles são pastores da igreja.
Assim como o presbítero docente é
pastor, o presbítero regente também é um
pastor da igreja. E aí a gente tem
textos bíblicos que comprovam isso.
Textos como Atos 20, versículo 28, o
texto de Primeira Pedro, capítulo 5,
versículos 1 e 2, deixam claro para nós
que os presbíteros também são pastores
do rebanho de Deus. É essa vontade de
Cristo para sua igreja, que ela tenha
não um único só pastor na sua liderança,
mas que ela tenha vários pastores na sua
liderança. Por isso que há vários
presbíteros na igreja. E olha só, Atos
20, versículo 28, diz assim: "Atendei
por vós e por todo o rebanho sobre o
qual o Espírito Santo vos constituiu
bispos."
Esse texto é aquele texto em que Paulo
convida os presbíteros da igreja de
Éfeso. Paulo então faz a sua despedida
desses presbíteros. Mas antes de partir
e deixá-los, Paulo ficou um bom tempo
naquela igreja, plantando aquela igreja,
instruindo aquela igreja. Ele então
comissiona esses irmãos que são os
presbíteros para que eles dessem
continuidade, para que eles então
pastoreassem aquela igreja. E ele então
chama esses irmãos e ele diz: "Olha,
vocês têm um rebanho sobre o qual o
Espírito Santo constituiu vocês bispos".
Nessa, nesse texto a gente vai ver que
tem bispos, pastores e presbíteros. E é
para o mesmo grupo que Paulo está
falando. São nomes, são sinônimos aqui
que referem-se à liderança do próprio
presbiterato. E ele diz: "Olha, para
pastoreardes a igreja de Deus, a qual
ele comprou com o seu próprio sangue".
Percebam, Paulo comissiona esses irmãos
e ele diz: "Olha, vocês ficarão, eu vou
partir, mas vocês ficarão para pastorear
a igreja". Ele está falando para
presbíteros. eram eles que deveriam
então pastorear a igreja de Éfeso.
Primeira Pedro, capítulo 5, versículo 1
e 2, nós temos essa mesma realidade.
Pedro vira para os presbíteros das
igrejas da dispersão e ele diz o
seguinte: "Olha, rogo pois aos
presbíteros que há entre vós, eu
presbítero como eles." Pedro se coloca
como presbítero. Ele é um apóstolo, mas
ele também é um pastor da igreja. Ele
diz: "Eu estou com vocês nessa". E ele
diz, e testemunha do sofrimento de
Cristo e ainda coparticipante da glória
que há de ser revelada. Prestem atenção
no verbo aí. Pastorei o rebanho de Deus
que há entre vós, não por
constrangimento, mas por
espontaneamente, mas espontaneamente
como Deus quer, nem por só da ganância,
mas de boa vontade. Percebam, Pedro
também comissiona homens para que eles
pudessem pastorear essas igrejas. E ele
diz: "Olha, eu sou um presbítero como
vocês são. Eu também estou pastoreando a
igreja e vocês devem continuar nessa
liderança do pastorei." Então, o
primeiro ponto é que os presbíteros, na
sua tarefa, eles são pastores da igreja.
Olhem para os presbíteros dessa igreja
como pastores de vocês. Todos eles são
pastores de vocês. Quando vocês forem
escolher em assembleia os próximos
presbíteros, vocês precisam olhar e
perceber essa característica. Será que
ele tem esse dom para o pastoreio da
igreja? Porque ele vai ser um pastor da
igreja quando ele então é eleito para
esse ofício. Os presbíteros pastoreiam a
igreja. Segundo, os presbíteros são
colocados por Cristo para governar a sua
igreja. Olha só, o capítulo 30 da
confissão de fé de Westminster, no seu
primeiro parágrafo, nos alerta dizendo o
seguinte: "O Senhor Jesus, como rei e
cabeça da sua igreja, ele é o governador
maioral da sua igreja, nela instituiu um
governo nas mãos dos oficiais dela,
governo distinto da magistratura civil.
Cristo, que é o Senhor da igreja, aquele
que se entregou pela sua igreja,
orquestrou um plano, orquestrou uma
liderança para sua igreja. E nessa
liderança, o que ele fez? Ele instituiu
um governo nas mãos dos oficiais dela. E
o governo ele é distinto da magistratura
civil. Olha só, esse parágrafo da
confissão destaca que Jesus é o
governador da igreja, ele é o senhor da
igreja e a gente não pode perder isso de
vista. E por Jesus ser o governador, ele
então tem o poder de designar governo,
governadores subordinados a ele. E os
governadores que Jesus designou sobre si
são chamado de quê? De presbíteros.
Eles são os pastores. Eles estarão no
governo da igreja. Eles são regentes
porque eles estão liderando a igreja. E
isso vem do próprio Cristo para a sua
igreja. Os presbíteros, portanto, que
são colocados por Cristo para governar a
sua igreja, eles são incubidos de poder.
Poder que o próprio Cristo concede a
eles, inclusive para quê? Para corrigir.
No governo da igreja, eles corrigem as
ovelhas de Cristo. Eles disciplinam
quando necessário e eles até censuram um
membro que se encontra em verdadeira
contradição com a palavra de Deus. Isso,
meus irmãos, fala do governo. Esses
oficiais, eles têm que governar, eles
têm que liderar a igreja, inclusive
colocando em prática essas ações,
corrigir, disciplinar e censurar quando
necessário. Mas olha aqui o ponto
extremamente importante e positivo.
Quando a gente pensa sobre o governo
presbiteriano de igreja, isso é feito de
maneira conciliar.
Não é um só que faz isso. Não é um só
que disciplina, não é um só que corrige,
não é um só que censura. Isso é feito de
maneira conciliar. Então, a reunião,
eles se sentam, conversam, debatem o
assunto para que eles possam então tomar
a decisão. É regido pela constituição da
igreja, mas principalmente a nossa regra
de fé e prática é qual? É a Bíblia. Eles
o fazem. amparados na Bíblia. Eles estão
em uma missão, eles estão em um ofício
que foi dado por Cristo. Eles obedecem
ao governador máximo da igreja, que é
Cristo, aquele que é o Senhor da igreja.
Mas como eles o fazem? Por meio da
palavra. A palavra nos ensina o que deve
ser feito. E eles estão então em
submissão, fundamentados a esta palavra,
governando então a igreja. Isso
significa, meus irmãos, que os oficiais
da igreja, apesar de eleito pelas
pessoas, em última instância, não
prestam contas às pessoas. Eu sei que
pode parecer estranho isso daqui, mas
pareu
um governo pra igreja. É ele que
constitui os presbíteros como liderança
da igreja. A quem os presbíteros devem
prestar conta máxima? É para Cristo. Ele
é o Senhor da igreja. Eles prestam
contas, então, para Cristo. A autoridade
que eles exercem deriva de Cristo. Ela
não deriva das pessoas. Eles não são uma
comissão da igreja limitados a fazer a
vontade dela. Às vezes a gente tem essa
ideia de que, ah, eu elegi o presbítero
tal e agora ele vai agir de acordo com o
meu querer, com a minha vontade.
Queridos, ele precisa ser submisso a
Cristo. Ele tem que atender a vontade de
Cristo. Quando a vontade de Cristo for
contrária à sua vontade que o elegeu,
sabe qual vontade que ele tem que
acatar? Não é a sua, é a de Cristo. Ele
foi colocado por Cristo nesse ofício.
Mais propriamente, os oficiais da igreja
devem a sua lealdade, então, à vontade
de Cristo representada na Escritura.
Eles leem as escrituras. Por isso que
uma das qualificações para o
presbiterato é de que ele seja um
conhecedor da Bíblia, alguém que estude
a palavra de Deus, porque ele vai ter
que agir em lealdade à vontade de
Cristo. Mas ele vai fazer isso por meio
das Escrituras. Então, quando a vontade
das pessoas entra em conflito com o
ensino claro das escrituras, os oficiais
da igreja têm o dever de acatar o ensino
da escritura, qualquer que seja o custo
para ele. Por mais impopular ou
desconfortável que uma decisão correta
seja aos olhos de alguns, o oficial da
igreja pode descansar na segurança de
que faz o que é certo aos olhos de
Jesus. E mesmo naquele momento, a
aprovação, se a provação de Jesus for
tudo que ele tiver, ela é tudo que ele
precisa para ser um oficial na igreja.
Irmãos, igrejas em que os oficiais agem
dessa maneira são igrejas que são
abençoadas por Cristo. Oficiais que são
submissos à vontade de Cristo, o Senhor
da igreja, e não submissos à vontade da
igreja, que por vez de um irmão aqui,
outro ali, que pode ser contrária à
própria palavra de Deus. Então isso é
claro que pode colocar a liderança da
igreja por vezes de maneira impopular
com a própria igreja, mas se está sendo
fiel a Cristo, ok, vale a pena o preço
da impopularidade. Deve seguir a vontade
de Cristo. O que esses esses irmãos
precisam, na verdade, é que eles sejam
reconhecidos como fiéis a Cristo. E se
eles estiverem assim fazendo, OK, isso é
bênção para sua igreja. Terceiro, então
os presbíteros têm o dever de proteger a
sã doutrina. Primeiro, então, ele é um
pastor. Segundo, ele governa a igreja
fazendo a vontade de Cristo e não da
igreja. Depois ele então protege a sã
doutrina. Lembrando-se que a igreja é a
coluna e o fundamento da verdade, como a
primeira carta de Paulo fala a Timóteo
no capítulo 3, versículo 15. A palavra
de Deus, então, é essencial para esse
ofício. Por meio da palavra, os
presbíteros nutrem, confortam e
admoestam aqueles de quem cuidam. É a
palavra de Deus que concede aos
presbíteros a autoridade necessária para
falar e agir de conformidade com a
vontade de quem o enviou. Quando
necessário, eles devem exercer a
disciplina cristã e eles o fazem
fundamentado na palavra de Deus. Todos
esses deveres aqui, irmãos, e
expectativas são tremendos. Não
surpreende que os requerimentos para o
ofício sejam tão altos. Uma vida
piedosa, conhecimento das escrituras e
um amor genuíno pelas ovelhas.
Considerando tudo isso, só se pode
concluir que ter presbíteros fiéis é uma
dádiva maravilhosa da graça de Deus ao
seu povo. Esse foi o plano de Deus para
a sua igreja. As bênçãos então de ter
presbítero de maneira resumida.
Primeiro, se o ofício de presbítero
funcionar como deve, então o rebanho
será, estará sendo amorosamente cuidado.
A vida piedosa será estimulada e o
pecado será confrontado e a santidade
será promovida. Se a gente tem
presbíteros fiéis a Cristo, é essa
realidade que a igreja vai contemplar. E
é isso que a igreja precisa contemplar.
Olha só as responsabilidades então
adivindas do ofício. Os presbíteros
devem então
se portar como pessoas dignas desse
ofício, demonstrar piedade exemplar,
adornar seu ofício com a vida piedosa e
ser assim um exemplo para os outros.
Porém, meus irmãos, os presbíteros não
são os únicos que possuem
responsabilidades adivindas do
privilégio do seu ofício. A igreja
também tem responsabilidades para com
esse ofício. E agora então que nós vamos
voltar para o texto de Primeira
Tessalonicenses, capítulo 5, versículos
12 e 13. O que esse texto nos ensina?
Esse texto que foi lido no começo. Por
vezes o apóstolo Paulo fala da igreja
como um organismo vivo. Ele começa essa
carta falando da igreja dessa maneira.
Ele está escrevendo aos Tessalonicenses
que receberam a palavra, que estavam
dando bom testemunho para os outros. E
Paulo elogia essa igreja. Por isso,
Paulo está olhando paraa igreja como um
organismo vivo, que é alimentado pela
palavra, que é fundamentado na palavra e
que deve viver então de acordo com essa
palavra. Mas aqui nesses dois versos
finais, ele foca na igreja como uma
organização. Paulo termina essa primeira
carta falando sobre falando dessa igreja
como uma organização. E isso é feito
para nos ensinar como devemos tratar os
líderes da igreja. Percebam, eu mostrei
várias responsabilidades que eles têm,
tarefas que eles têm, o peso da
liderança que eles exercem, mas e nós
como igreja? Quais são as nossas
responsabilidades para com esses irmãos?
Quais são as nossas responsabilidades
para com os oficiais da igreja de
Cristo? Paulo aqui, então, no final nos
ensina a ter pelo menos três atitudes em
relação aos líderes da igreja. Primeiro,
nós devemos acatar com apreço os nossos
líderes eclesiásticos. Primeira
Tessalonicenses 5:12 diz: "Olha, agora
vos rogamos, irmãos, que acateis com
apreço os que trabalham entre vós e os
que vos presidem no Senhor e vos
admoestam". Não é este o trabalho dos
irmãos, dos presbíteros, dos oficiais da
igreja? Eles estão a trabalho, a
trabalho para Cristo. Eles presidem no
Senhor e eles corrigem, eles admoestam a
igreja. E o que Paulo vem e diz ele:
"Olha, vocês precisam acatar com apreço
aqueles que fazem isso. Vocês precisam
olhar para eles, para o trabalho que
eles dedicam e vocês precisam se
relacionar com eles acatando com
apreço." Paulo fala aqui, meus irmãos,
de líderes que trabalham. E o verbo
trabalhar aqui transmite a ideia de
esforço intenso, fadiga, desgaste.
Aqueles que são colocados como
presbíteros e diáconos da igreja,
trabalham, esforçam, estão aí a serviço
para servir a igreja como se estivessem
servindo ao próprio Cristo. Então eles
trabalham, segundo, eles presidem no
Senhor. A liderança espiritual é
legítima porque ela é feita no Senhor.
Em submissão à vontade de Cristo, a
palavra de Cristo, aquilo que Cristo
prescreve para sua igreja. Ela é no
Senhor, ou seja, ela é debaixo da
autoridade de Cristo. Ela é segundo a
palavra e ela é para servir ao povo de
Deus como se estivessem servindo ao
próprio Cristo. Eles também admoestam,
corrigem e exortam. E nem sempre isso é
agradável de se fazer, mas é necessário,
porque é a vontade de Cristo para a
igreja. Às vezes a gente tem aquela
ideia de que no Novo Testamento a gente
tem apenas a graça e no Antigo
Testamento temos apenas a lei. Queridos,
veja a mensagem de Jesus para a igreja
de Tiatira. Nós temos um Jesus ali que
está pronto a disciplinar uma pessoa da
igreja que não se arrependia, não foi
confrontada pela igreja. E Jesus tá ali
dizendo: "Olha, eu vou discipliná-la, eu
vou corrigi-la. Vocês não fizeram isso,
mas eu vou fazer". Então, quando
presbíteros disciplinam, quando
presbítero corrigem a igreja, eles o
fazem porque é a vontade de Cristo para
a igreja. A graça de Cristo está sendo
comunicada nisso. O pai ele corrige
aqueles que são filhos. A correção não
é, não significa que você não é filho.
Pelo contrário, ela é um bom sinal de
que você é filho, mas são os presbíteros
que são encarregados por Cristo de então
fazer. Segundo, nós devemos amar,
irmãos, e considerar profundamente os
nossos líderes eclesiásticos. Olha só, é
isso que o versículo 13 na parte A
ensina. E que os tenhais com amor não é
em pouca consideração. Paulo diz que os
tenhais em amor em máxima consideração.
Por quê? Por causa do trabalho que eles
realizam, por causa do ofício, da
responsabilidade que foi colocada sobre
eles. Olha só. Paulo aqui fala de amor e
máxima consideração. E o motivo é por
causa do trabalho que realiza. Isso não
é idolatria a liderança, não é culto a
personalidade. O foco está na obra
realizada para Deus e para o bem da
igreja. O trabalho que eles fazem é um
trabalho que agrada ao Senhor. É um
trabalho que faz parte do plano de Deus
para a caminhada da igreja. Por isso que
eles devem então ser considerados com
amor e máxima consideração. Devem ser
tidos com amor e máxima consideração.
Terceiro, irmãos, devemos lutar pela paz
da igreja de Cristo. Paulo conclui no
versículo 13, na parte B, dizendo:
"Olha, vivei em paz uns com os outros".
E em conexão então com as duas
exortações que precedem imediatamente,
Paulo então nos exorta a lutarmos juntos
pela paz da igreja. Uma igreja saudável
honra a liderança bíblica, desde claro
que ela seja bíblica. Eu venho falando
sobre isso. Líderes que servem
humildemente
e assim membros vivem em paz. Essa é uma
igreja saudável, irmãos. Essa é uma
igreja saudável. Mas quando há orgulho,
rebeldia, disputas, críticas
destrutivas, o que que acontece com a
comunhão da igreja?
A comunhão da igreja é afetada. Por isso
que Paulo traz essas instruções. É
respeito, é honra, é lutar pela paz.
Queridos, a paz da igreja, ela não
dependeu de nós para ela existir. Ela
existe por causa de Cristo. Na cruz do
Calvário, ele torna possível a nossa
paz. Mas há um exercício nosso de
manutenção dessa paz. E aí a gente
precisa agir de acordo com a palavra de
Deus, como Paulo nos ensina a fazer
aqui. Hebreus 13 versículo 17,
corroborando com isso aqui, diz: "Olha,
obedecei aos vossos guias e sede
submissos para com eles, pois velam por
vossa alma como quem deve prestar
contas." Irmãos, eles vão prestar conta.
Os líderes da igreja vão prestar contas,
o pastor vai prestar conta, os diáconos
vão prestar contas para que façam isso
com alegria e não gemendo, porque isso
não aproveita a voz outros. Se não há um
exercício pela manutenção da paz, se não
há essa maneira de se relacionar com a
liderança, queridos, eles vão fazer
gemendo e isso não vai aproveitar na
igreja. Isso não vai ser benéfico para a
igreja. A igreja não vai se beneficiar.
disso. Aplicações. Então, primeira paraa
igreja, honre seus líderes
eclesiásticos. Ore por eles, coopere com
alegria e valorize o trabalho. O
trabalho que eles fazem é para o Senhor.
E, queridos, é um trabalho árduo. É um
trabalho ádo. Os trabalhos dos pastores,
os presbíteros regentes, presbíteros
docentes, dos diáconos, não é um
trabalho fácil. Há uma responsabilidade
muito grande, porque quem nos comissiona
é Cristo para fazê-la.
Então esse trabalho precisa ser
valorizado porque ele é feito para o
Senhor e no Senhor. Quantas vezes você
tem orado pelos presbíteros dessa
igreja, pelos diáconos dessa igreja,
eles precisam ser pautas da sua oração.
Você precisa orar por eles para que a
liderança de Cristo seja exercida da
melhor maneira possível. Quantas vezes
você tem cooperado com alegria com o
trabalho dos nossos oficiais? Essa é uma
aplicação para nós. A liderança da
igreja, ela é ideia de Deus, não do
homem. O criador todo-eroso se agrada de
usar instrumentos humanos que são em si
mesmo fracos e falíveis, não são
perfeitos para seus maravilhosos
propósitos redentores. A honras, a honra
lhes é devida, portanto, como ao Senhor,
pois é a ele que representam no
exercício do seu ofício. Se você honra
um presbítero que é submisso à palavra
de Deus, que está agindo de acordo com a
vontade de Deus, é a mesma maneira de
você estar honrando a Cristo. É como se
você estivesse honrando a Cristo, porque
ele está agindo de acordo com a vontade
de Deus. É claro, irmãos, que a
liderança falha. A gente falha porque
nós somos falíveis, mas sempre
procuramos por meio da palavra de Deus
agir segundo a vontade daquele que
comissiona esses irmãos para esse
trabalho. Aplicações. Então, agora para
os oficiais. Oficiais, sirvam com
humildade. Liderem pelo exemplo, como
Pedro vai dizer na sua carta. Cuidem do
rebanho com amor e lembrem-se de que
pertencem a Cristo. Vocês pertencem a
Cristo e o rebanho também pertencem a
Cristo. Portanto, todo o trabalho do
oficial, ele é um trabalho que ele ele
tem uma referência cristocêntrica,
porque ele é feito para Cristo. É o
rebanho de Cristo do qual você faz
parte, que você então foi comissionado
para zelar. A quem a igreja então deve
escolher, já que nós estamos nos
aproximando de umas assembleia
extraordinária paraa eleição. Queridos,
a igreja deve reconhecer homens a quem
Cristo dotou previamente para servirem
como oficiais da igreja. Os presbíteros
fazem o seu trabalho à luz da
eternidade. O seu pastoreio afeta o
destino eterno daqueles que estão sob os
seus cuidados. Por isso que é tão
importante você analisar as
qualificações daquele que você vai
eleger, daquele que você vai votar,
daquele que você vai dizer: "Olha, esse
daqui eu reconheço objetivamente que ele
tem o chamado de Deus para esse ofício."
O trabalho que eles fazem é a luz da
eternidade. É Cristo, meus irmãos, que
cria, quem cria o ofício. Ele define as
suas funções e eles ele prescreve as
qualificações para ele. A gente já viu
isso. O pastor Thago trouxe um estudo
sobre isso. Na primeira carta de Paulo a
Timóteo, capítulo 3, versículo de 1 a 7,
as qualificações são apresentadas. Tito,
capítulo 1, versículo de 5 a 9, as
qualificações são apresentadas. É Cristo
que define quais são as qualificações
dos oficiais. Porém, o Senhor, o cabeça
da igreja convoca a igreja para
reconhecer externamente, por meio da
eleição, a vocações de homens que
interiormente são chamados para o
oficial. irmãos são vocacionados e há um
aspecto subjetivo, porque é ele com
Deus, mas há um aspecto objetivo que é
quando a igreja ela então é comissionada
por Cristo a reconhecer objetivamente
que esse irmão tem as características,
as qualificações para exercer o ofício,
para que ele possa então exercer em
submissão à vontade de Cristo. É assim
que a igreja então deve eleger seus
oficiais. Vamos orar.
เฮ

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