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A fé vem pelo ouvir

O privilégio da igreja por ter Presbíteros regentes – Culto Matutino – AO VIVO | 17/05 | 9h | PIPG

O privilégio da igreja por ter Presbíteros regentes – Culto Matutino – AO VIVO | 17/05 | 9h | PIPG

O privilégio da igreja por ter Presbíteros regentes – Culto Matutino – AO VIVO | 17/05 | 9h | PIPG

Acompanhe a transmissão ao vivo do Culto Dominical Matutino da Primeira Igreja Presbiteriana de Goiânia com exposição fiel das Escrituras e ênfase na teologia reformada. Momento de edificação na palavra, louvor e comunhão. Acompanhe conosco!

Primeira Igreja Presbiteriana de Goiânia
+55 (62) 3213-3320 ou 98113-0461‬ (WhatsApp)
Rua 68 c/ Rua 71, St. Central, Goiânia-GO

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Legendas automáticas:

[música]
3 versículos 1 a 3.
Salmo 133, versículos 1 a 3. Palavra do
Senhor diz assim: "Ó, como é bom e
agradável viverem unidos os irmãos. É
como olho precioso sobre a cabeça, o
qual desce para a barba, a barba de
Arão, e desce para a gola de suas
vestes. É como o orvalho do Hermão que
desce sobre os montes de Sião. Ali
ordena o Senhor a sua bênção e a vida
para sempre. Oremos.
Senhor Deus, nós somos gratos ao Senhor
pela oportunidade, pelo privilégio de
estarmos reunidos, ó Pai, na tua casa,
como igreja, como irmãos. Te
agradecemos, ó Pai, porque o Senhor é
quem nos conduz, o Senhor é quem nos
incomoda, ó Deus, para buscarmos a Tua
presença. E nós te pedimos, Senhor,
confiados em Cristo Jesus, que o Senhor
abençoe, ó Pai, direcione todos os atos
deste culto, que o Senhor nos capacite,
ó Pai, que através do Teu Santo
Espírito, Pai, o Senhor possa conduzir,
ó Pai, a cada um dos irmãos aqui, ó Pai,
nesta manhã, em atitude de louvor, de
adoração ao teu santo nome. Que o Senhor
abençoe todos os atos deste culto. Que o
Senhor abençoe a Tua igreja. O Senhor
abençoe, ó Pai, aqueles irmãos que não
puderam vir, aqueles que ainda estão
chegando. Que o Senhor abençoe, ó Pai,
aqueles irmãos que estão nas
programações, ó Pai, da igreja neste
final de semana, Pai, no encontro de
casais, na programação dos heróis da fé.
O Senhor esteja com eles, ó Pai, que o
Senhor se faça presente no nosso meio.
Tudo isso, ó Pai, nós te pedimos e
agradecemos confiados em Cristo Jesus,
nosso Senhor e Salvador. Amém.
Sobre orientação da regência, entoemos o
hino número 35, adoração e súplica. E na
oportunidade, os irmãos que vieram
preparados poderão fazer a entrega dos
seus dízimos e ofertas e aqueles que nos
assistem pela internet poderão fazê-lo
por uma das contas da nossa igreja que
se encontram na parte inferior do vídeo.
Cantemos.
>> Vamos colocar em pé.
Teu culto agora
aqui, Senhor, [canto]
nós [música] vimos celebrar,
cantando [música]
juntos
teu louvor,
teu livro [música] a meditar.
A nossa vera
adoração.
Presente [música]
está, Senhor,
fazendo o nosso
[música] coração.
>> [canto]
>> Senti teu grande amor. [música]
[canto]
Atende nossas
petições.
[canto]
Ó poderoso
Deus,
concede [música] aos nossos
[canto] corações
antigos.
os céus.
Amém. Pode se sentar.
Convido a igreja abrir a Bíblia em
Primeira João, capítulo 2, versos de 1 a
6.
Primeiro João, capítulo 2, versos de 1 a
6. Faremos a leitura de forma
responsível. Eu lerei os versos ímpares,
os irmãos dos versos pares e assim
sucessivamente.
A palavra de Deus diz assim: "Filhinhos
meus, estas coisas vos escrevo para que
não pequeis. Se todavia alguém pecar,
temos advogado junto ao Pai Jesus
Cristo, o justo.
Nossos pecados e não somente pelos
nossos
mas.
>> Ora, sabemos que temos conhecido por
isto, se guardamos os seus mandamentos.
Eu conheço
seus mandamentos.
éo
a verdade.
>> Aquele entretanto que guarda a sua
palavra, nele verdadeiramente tem sido
aperfeiçoado o amor de Deus. Nisto
sabemos que estamos nele.
>> A parte final do verso 5 diz: "Nisto
sabemos que estamos nele. Aquele que diz
que permanece nele, esse deve também
andar assim como ele andou". Esse é o
momento, irmãos, que nós temos para nos
colocarmos na presença de Deus e
reconhecermos diante dele o quanto nós
somos falhos, quanto nós somos
pecadores. E é um momento que nós temos
para gastar alguns instantes em oração
silenciosa, pedindo que ele nos perdoe
da nossa multidão de pecados. E dentro
alguns instantes, eu gostaria de pedir
paraa nossa irmã Juliana nos elevar a
Deus em uma oração de confissão. Temos
alguns minutos na presença do nosso
Deus.
Senhor, nosso Deus e Pai, nós te
louvamos porque estamos aqui mais uma
vez na tua casa. Obrigado porque o
Senhor nos permite estar aqui para te
adorar, para prestar um culto ao Senhor.
Nós colocamos diante de ti o nosso
pecado. Colocamos diante do Senhor
aquilo que nós fizemos que tem
desagradado ao Senhor. Te pedimos perdão
e te pedimos que a tua misericórdia
esteja conosco. Te agradecemos porque é
por conta de Cristo, do sacrifício e do
sangue dele que nós conseguimos ter
perdão pelos nossos pecados. Que o
Senhor possa nos limpar, Pai, para que
nós possamos nos achegar ao Senhor
limpos e santos como o Senhor merece.
Que o Senhor continue nos abençoando
nesse culto e receba o nosso louvor e a
nossa adoração. Que perdoados agora,
esse louvor possa chegar ao Senhor como
aroma agradável. Te pedimos e colocamos
isso em nome de Jesus. Amém.
Bom dia, amada igreja. Palavra do Senhor
nos diz na carta de Paulo aos
Filipenses, no capítulo 2, a partir do
verso 9 até o verso 11, o seguinte:
"Pelo que Deus também o exaltou sobre
maneira, falando a respeito do Senhor
Jesus, e lhe deu o nome que está acima
de todo nome, para que ao nome de Jesus
se dobre todo joelho nos céus, na terra
e debaixo da terra. E toda língua
confesse que Jesus Cristo é Senhor para
a glória de Deus Pai. A palavra de Deus
nos diz que Cristo Jesus é o rei do
universo e ele foi enviado ao mundo com
o propósito de salvar a nós mesmos da
ira de Deus do por conta do nosso
pecado. E na cruz do Calvário ele
conquistou esse perdão para nós. Então,
ao nome de Jesus ou no nome de Jesus é
que nós vamos cantar esse cântico ao
Senhor. Ele é um cântico novo. Eu
gostaria de pedir que a igreja
permanecesse sentada. Nós vamos cantar a
primeira estrofe e logo em seguida e o
refrão a gente volta novamente na
primeira estrofe e aí a igreja se coloca
de pé e juntas e juntos cantemos ao
nosso ao nosso Deus.
É o bem maior que se pode ter,
um nome [música][canto] santo e sem paz.
Tenho [música] alegria [canto]
em dizer,
[música]
tenho [canto] prazer em louvar,
[música]
sempre comigo onde quer que eu vá.
>> [música]
>> Quero trazê-lo em meu caminhar. [canto]
>> E o que [música][canto] minha vida
faltará?
Sei que o seu nome [canto][música] fará.
Não há um nome alto que o dele.
Não há um nome [música][canto] tão doce
assim.
Quero viver minha [canto]
vida [música] por ele,
pois sua vida ele [canto]
deu por mim. [música]
Jesus
nos coloquem isso de pé.
Vamos cantar o nosso Deus assim.
in
é o bem maior [canto][música]
que se pode ter.
Um nome santo e sem pai. [música]
Tenho alegria em dizer: [música]
"Venho prazer em louvar". [música]
sempre [música] comigo onde quer que eu
vá.
Quero trazê-lo em meu [canto] caminhar
e o que minha vida faltar.
Sei que seu nome fará.
Não há um nome mais [música] alto que o
dele.
Não há um nome tão dústim. [música]
Quero viver minha vida [música][canto]
por ele,
pois sua vida ele deu por mim,
Jesus.
>> [música]
>> Nome dos nomes todo poder. Nomes todo
poder.
>> Seu povo proclamará.
Seu povo proclamará.
>> E aquele que crê
sua [música] face um dia [canto]
verá.
Este é o nome que eu posso crer.
Eu posso
>> traz [música]
esperança ao meu coração.
Esperança [música] ao meu coração,
>> pois
poderes
e nele encontro o perdão.
Um homem mais alto que o delir [música]
não é um nome tão doce assim.
Quero viver [música] minha vida [canto]
por
sua vida ele deu por mim. [música]
Não há um nome alto que o dele.
Não [música] nome tão doce assim.
Quero viver [música] minha vida por ele.
Sua vida ele deu por mim.
Jesus.
Esse é o Senhor Jesus, aquele que é rei.
Rei e Senhor de todo o universo. Vamos
cantar. Tu és Deus ao nosso Deus.
Tu és [música]
Deus, nosso Senhor.
>> Somos
Deus [música]
criados para o teu
louvor.
Terra
e céu [música] se rendem a ti.
Multidões
[música][canto]
se prostram em teu
louvor. Pois só tu és Deus
[música] e todo o poder
é teu. Rendemos louvor
a Cristo, Senhor.
[música]
Exaltamos,
te adoramos, [música]
rei da terra [música]
e céu.
[música]
Anjos,
homens,
[música][canto] todos
cantam.
Santo
és Senhor,
tu és Deus, [música]
nosso Senhor.
Somos [música]
Deus criados para o teu
louvor, [música]
pois só tu és Deus. Deus
[música] e todo o poder
é teu. Rendemos louvor [música]
a Cristo, Senhor.
[música] Te exaltamos,
te adoramos,
rei da [música][canto] terra
e céus.
[música]
Anjos,
homens,
todos
cantam.
Santo
és Senhor.
Todo o joelho [música] se dobrará
e toda língua confessará.
Tu és [música] o rei. Tu és o rei,
Jesus.
[música]
Tua igreja te adora, Senhor. [música]
Todo o universo se rende em louvor.
Tu és o rei. Tu és o rei, Jesus.
Te exaltamos, [canto]
te adoramos, [música]
rei da terra
e céus.
Anjos, [música]
homens,
todos
cantam.
Santo
és [música] Senhor.
Senhor Deus, nós queremos colocar as
nossas vidas diante de Ti, ó Pai,
reconhecendo que somos pecadores, mas o
Senhor com grande amor nos amou a ponto
de enviar teu filho para pagar o preço
da nossa dívida na cruz do Calvário. Por
isso, ó Deus, nós nos prostramos aos
teus pés, nós nos rendemos a Ti, nós o
adoramos, ó Pai, porque só o Senhor é
digno de todo louvor, de toda honra, de
toda a glória e de toda adoração. Fale
ao nosso coração nesta manhã. Nós oramos
assim no nome de Jesus, o teu filho.
Amém. Os irmãos podem se assentar.
Meus irmãos, graça e paz a todos.
Hoje
eu fui incubido de trazer um estudo
sobre o presbiterato. Lembrando que nós
estamos nos aproximando da nossa
assembleia paraa eleição de oficiais. E
no decorrer desses domingos de manhã, a
gente tem trazido estudos que são
direcionados para que a igreja possa ser
instruída sobre essa temática, tanto do
diaconato quanto do presbiterato. Isso
já foi feito em alguns domingos até aqui
e hoje eu tenho a responsabilidade de
mais uma vez trazer um estudo sobre esse
tema. Hoje nós vamos ver especialmente
sobre o ofício do do presbítero regente.
Então nós veremos nessa manhã o
privilégio da igreja por ter presbíteros
regentes. Bom, o nosso estudo nessa
manhã será dividido em duas partes.
Primeiro eu quero fazer alguns
apontamentos sobre a função do
presbítero e depois na segunda parte eu
quero fazer uma breve exposição do texto
da carta de Paulo aos Tessalonicenses.
Primeira carta, no capítulo 5,
versículos 12 e 13. Mas eu quero ler com
vocês esse texto agora. Primeira carta
de Paulo aos Tessalonicenses,
capítulo 5.
Lerei dos versículos, versículo, lerei
os versículos 12 e 13.
Primeira Tessalonicenses, capítulo 5,
versículos 12 e 13.
Diz assim a palavra do Senhor. Agora vos
rogamos, irmãos, que acateis com apreço
os que trabalham entre vós e os que vos
presidem no Senhor e vos admoestam, e
que os tenhais com amor em máxima
consideração por causa do trabalho que
realizam. Vivi em paz uns com os outros.
Vamos orar.
Senhor Deus, nós somos gratos pela tua
palavra. Somos gratos a Deus pelo
privilégio que temos nessa manhã de
podermos cultuar como igreja, estarmos
aqui neste local. E agora, Deus, de
podermos refletir sobre a temática do
ofício do presbítero e também, ó Deus,
sermos expostos à vontade do Senhor que
é revelada por meio da tua palavra. que
o Senhor venha nos conduzir nessa manhã,
que nós sejamos instruídos e que nós
então, ó Deus, possamos agir como
assembleia da igreja na eleição dos
nossos oficiais e que em tudo isso, ó
Deus, nós possamos contemplar a graça e
o cuidado do Senhor sobre essa igreja.
Que o Senhor nos abençoe nessa manhã. É
nossa oração no nome de Cristo. Amém.
Meus irmãos, nós vivemos em um tempo em
que autoridade,
liderança e submissão são temas cada vez
mais difíceis. A gente tem muitas
dificuldades quando a gente fala sobre
liderança, quando a gente fala sobre uma
autoridade e quando a gente fala sobre a
nossa relação de submissão àqueles que
são constituídos e são colocados nessa
função. Há contextos em que a liderança,
por vezes, é confundida com o
autoritarismo,
líderes que produzem uma liderança que
no final ela acaba trazendo malefícios
para aqueles que estão sobre a sua
liderança. Nós temos também nesses
contextos a ideia de que submissão, por
vezes, tem que ser vista como fraqueza.
Então, se você tem um líder e você
precisa submeter a ele, se você o faz,
você então é visto como um fraco ao
fazê-lo. O respeito, por vezes, é
substituído por crítica constante e,
infelizmente, essa mentalidade também
pode atingir a igreja. a gente consegue
falar sobre crise de lideranças nas
igrejas que a gente tem então no nosso
país. O Cornelus Vandam, nesse livro, o
presbítero, orientações bíblicas
essenciais sobre um ofício indispensável
para a igreja, destaca o seguinte. Ele
diz: "Olha, a história nos ensina que
apesar da grande importância e honra que
o Senhor atribui ao ofício do presbítero
regente, esse ofício, por vezes, pode
acabar sendo desprezado.
Existe até mesmo a tendência de que
venha a desaparecer ou se torne mera
formalidade." Quantos de vocês aqui não
conhecem igrejas que não tem mais a
figura do presbítero?
dependendo da igreja, eh, o governo de
igreja, ele é de um só, ele é do pastor.
E aí nessas igrejas já não tem mais a
figura do presbítero, ou quando tem, é
por mera formalidade, porque na Bíblia
ensina que eles devem fazer parte da
igreja, que eles são lideranças da
igreja, mas eles estão lá apenas como
uma figura, mas eles não exercem a
liderança. A gente encontra isso em
determinados governos de igreja e isso
tem crescido no nosso país, tem crescido
no meio evangélico. Mas a gente precisa
entender que para as primeiras igrejas
cristãs ter presbíteros era claramente
uma prioridade. Fazia parte do plano de
Deus para a sua igreja. Por exemplo, nós
temos o texto de Atos 14, versículo 23,
em que nele Paulo e Barnabé se
asseguraram de que houvesse presbíteros
designados na Ásia Menor durante a sua
primeira viagem missionária. Olha o que
o texto nos diz. e promovendo-lhes em
cada igreja. Então, quando Paulo saía,
plantava as igrejas juntamente com
Barnabé, depois ele sozinho. Em cada
igreja que era plantada, olha só, eles
promoviam a eleição de presbíteros.
Depois de orar com jejuns, os
encomendaram ao Senhor em quem haviam
crido. Então, essa era uma realidade da
igreja e o livro de Atos mostra para
nós, é da vontade de Cristo que a igreja
tenha presbíteros, que eles liderem a
igreja. E os apóstolos levaram isso e
colocaram em prática de tal forma que
Paulo ia, plantava igrejas e então a
eleição de presbíteros acontecia. Tito
também foi encarregado de fazer o mesmo
encreta. Paulo direciona para esse local
e uma das responsabilidades e daquilo
que Tito tinha que fazer era preparar
uma liderança para aquela igreja ou para
as igrejas ali daquela região. E o texto
de Tito, capítulo 1, versículo 5, diz:
"Por essa causa te deixei increta para
que pusesses em ordem as coisas
restantes, bem como em cada cidade
constituísses presbíteros, conforme te
prescrevi." Essa constituição aqui de
presbíteros, ela obedecia ao próprio
modo como Paulo fazia, que era então por
meio das eleições que eram feitas nessas
igrejas. Tito tinha que ensinar a
igreja, Tito tinha que trazer e apontar
as qualificações dos presbíteros para
que eles então fossem eleitos. Paulo
então o comissiona para que ele fizesse
isso. O Cornelos Vandame ainda diz:
"Olha, entretanto, na continuidade da
história da igreja, não demorou muito
para que o ofício acabasse sendo
usurpado por um novo tipo de
sacerdócio." E aí a gente começa a
perceber na história da igreja o
nascimento do papado, que é o governo
então de uma só pessoa, aquele que é o
líder maioral da igreja. O surgimento do
papel foi um processo que envolveu os
seguintes passos. Primeiro, houve o
crescimento da influência do bispo de
Roma. Roma, então, tinha a sua
influência, a sua importância e o bispo,
então, ele foi ganhando essa notoriedade
e por causa disso, então, ele foi visto
como uma liderança maior do que os
demais bispos e os demais presbíteros
que estavam então nas outras igrejas.
Houve transformações políticas do
império e aí Roma ganhou destaque nisso
e o bispo de Roma, ele estava atrelado a
tudo isso. Disputas doutrinárias e elas
aconteciam por vezes em Roma. O bispo
estava ali como figura, como pessoa
importante em tudo isso. E o que
aconteceu então no decorrer da história
foi a centralização eclesiástica. E a
gente tem então a figura do próprio
Papa, o bispo de Roma. Ele entendia que
ele era um sucessor direto de Pedro.
Ele entendia que Pedro tinha recebido
essa ordem de Cristo de ser a pedra, de
ser aquele que daria origem a esse
governo da igreja, estaria firmado em
Pedro e o bispo de Roma então seria o
sucessor. E aqui a gente já começa a ver
uma monopolização então do governo na
igreja no decorrer da história. Os papas
então passaram a reivindicar a
autoridade suprema sobre toda a igreja.
Então a liderança de um só. Ele tinha
autoridade sobre toda a igreja,
autoridade sobre reis e nações. Esse
papa, ele não se contentou apenas em
liderar a igreja, ele quis liderar fora
da igreja. E aí ele começou a mandar nos
reis, nas nações. E ele tinha então ou
se achava como direito exclusivo de
interpretar a fé cristã. Porque assim,
quando vai monopolizando a liderança,
esse que então é colocado como líder
maior, ele se sente na responsabilidade
ou como autoridade, inclusive para
interpretar as escrituras. E ele jamais
pode ser confrontado quando ele traz uma
interpretação até mesmo errada.
O Corné Vandame disse que foi apenas
então no século X com a reforma
protestante que o ofício foi restaurado.
E aí a aula, a ala calvinista da reforma
especialmente restaurou o presbiterato
ao seu devido lugar. O John K Nox, um
reformador que foi para Genebra e
estudou com João Calvino ali na Academia
de Genebra, ele foi o grande responsável
por formular teologicamente uma forma
presbiteriana de governo para a igreja
da Escócia. Ali a gente tem então a
origem do presbiterianismo, mas ele
então estuda com João Calvino. Quando a
gente lê as institutas de João Calvino,
a gente vai ver ele falando sobre o
presbítero regente, o presbítero
docente, essa liderança feita por
presbíteros. A gente vê isso nos seus
comentários. Jox aprende com ele, leva
para então para Escócia e ali começa o
presbiterianismo. E aqui, meus irmãos,
nós temos então resumo de como é a
perspectiva reformada e presbiteriana de
liderança. Para nós, Cristo é o único
cabeça da igreja. A igreja tem um líder
e esse líder é Cristo. Ele é o cabeça da
igreja. Não existe líder humano
universal da igreja. O governo ele é
exercido por presbíteros em concílio.
Mais à frente eu vou falar como que isso
é então constituído, como isso é
instituído nas igrejas. É Cristo que
delega essas funções e toda autoridade
ela deve se submeter às escrituras. Foi
esse então o legado da reforma e o
entendimento sobre liderança. E aqui,
meus irmãos, nós temos então o porquê da
Igreja Presbiteriana ter esse nome. Por
que que a Igreja Presbiteriana se chama
Igreja Presbiteriana? Porque ela não é
governada pela congregação.
Não é a congregação em peso que governa
a igreja, nem é governada por um bispo,
como o regime, o governo episcopal
apresenta. Então, ela não tem um governo
congregacional, ela não tem um governo
episcopal, mas ela é governada por
presbíteros. Por isso que a igreja é
presbiteriana. o seu governo, o nome da
igreja fala do seu próprio governo. De
tal forma que na igreja presbiteriana só
há o reconhecimento de duas ordens de
ofícios. E quais são eles? Diáconos e
depois os presbíteros. E aí a gente faz
uma diferenciação entre os presbíteros,
que são os presbíteros docentes, aqueles
que se especializam no ensino, na
docência, no ensino para a igreja. E a
gente tem os presbíteros regentes. É
claro que os presbíteros regentes também
t a tarefa de ensino para a igreja.
Então, o que a gente tem de ofícios e o
que a gente entende que isso é bíblico
são esses dois, os diáconos e então
também os presbíteros. Queridos, o nosso
apreço por esse ofício, ele poderá ser
incentivado ao revisarmos os principais
deveres e as expectativas referentes ao
presbítero regente. E é isso que eu
quero então passar a fazer com vocês
agora.
Primeiro a gente precisa ver então as
tarefas indispensáveis dos presbíteros
regentes. Eu vou citar apenas três aqui
por questão do tempo, mas existem outras
tarefas que os presbíteros regentes
devem fazer. Mas essas daqui são
fundamentais e elas dão suportes,
inclusive para as demais tarefas do
presbítero. Olha só, a o primeiro, a
identidade dos presbíteros regentes é
moldada pelo fato deles serem o quê?
Eles são pastores da igreja. Assim como
o presbítero docente é pastor, o
presbítero regente também é um pastor da
igreja. E aí a gente tem textos bíblicos
que comprovam isso. Textos como Atos 20
versículo 28, o texto de Primeira Pedro
capítulo 5 versículos 1 e 2, deixam
claro para nós que os presbíteros também
são pastores do rebanho de Deus. É essa
vontade de Cristo para sua igreja, que
ela tenha não um único só pastor na sua
liderança, mas que ela tenha vários
pastores na sua liderança. Por isso que
há vários presbíteros na igreja. E olha
só, Atos 20, versículo 28, diz assim:
"Atendei por vós e por todo o rebanho
sobre o qual o Espírito Santo vos
constituiu bispos." Esse texto é aquele
texto em que Paulo convida os
presbíteros da igreja de Éfeso. Paulo
então faz a sua despedida desses
presbíteros, mas antes de partir e
deixá-los, Paulo ficou um bom tempo
naquela igreja, plantando aquela igreja,
instruindo aquela igreja. Ele então
comissiona esses irmãos que são os
presbíteros para que eles dessem
continuidade, para que eles então
pastoreassem aquela igreja. E ele então
chama esses irmãos e ele diz: "Olha,
vocês têm um rebanho sobre o qual o
Espírito Santo constituiu vocês bispos".
Nessa, nesse texto a gente vai ver que
tem bispos, pastores e presbíteros. E é
para o mesmo grupo que Paulo está
falando. São nomes, são sinônimos aqui
que referem-se à liderança do próprio
presbiterato. E ele diz: "Olha, para
pastoreardes a igreja de Deus, a qual
ele comprou com o seu próprio sangue".
Percebam, Paulo comissiona esses irmãos
e ele diz: "Olha, vocês ficarão, eu vou
partir, mas vocês ficarão para pastorear
a igreja". Ele está falando para
presbíteros. eram eles que deveriam
então pastorear a igreja de Éfeso.
Primeira Pedro, capítulo 5, versículo 1
e 2, nós temos essa mesma realidade.
Pedro vira para os presbíteros das
igrejas da dispersão e ele diz o
seguinte: "Olha, rogo pois aos
presbíteros que há entre vós, eu
presbítero como eles." Pedro se coloca
como presbítero. Ele é um apóstolo, mas
ele também é um pastor da igreja. Ele
diz: "Eu estou com vocês nessa". E ele
diz, e testemunha do sofrimento de
Cristo e ainda coparticipante da glória
que há de ser revelada. Prestem atenção
no verbo aí. Pastorei o rebanho de Deus
que há entre vós, não por
constrangimento, mas por
espontaneamente, mas espontaneamente,
como Deus quer, nem por só da ganância,
mas de boa vontade. Percebam, Pedro
também comissiona homens para que eles
pudessem pastorear essas igrejas. E ele
diz: "Olha, eu sou um presbítero como
vocês são. Eu também estou pastoreando a
igreja e vocês devem continuar nessa
liderança do pastorei." Então, o
primeiro ponto é que os presbíteros, na
sua tarefa, eles são pastores da igreja.
Olhem para os presbíteros dessa igreja
como pastores de vocês. Todos eles são
pastores de vocês. Quando vocês forem
escolher em assembleia os próximos
presbíteros, vocês precisam olhar e
perceber essa característica. Será que
ele tem esse dom para o pastoreio da
igreja? Porque ele vai ser um pastor da
igreja quando ele então é eleito para
esse ofício. Os presbíteros pastoreiam a
igreja. Segundo, os presbíteros são
colocados por Cristo para governar a sua
igreja. Olha só, o capítulo 30 da
confissão de fé de Westminster, no seu
primeiro parágrafo, nos alerta dizendo o
seguinte: "O Senhor Jesus, como rei e
cabeça da sua igreja, ele é o governador
maioral da sua igreja, nela instituiu um
governo nas mãos dos oficiais dela,
governo distinto da magistratura civil.
Cristo, que é o Senhor da igreja, aquele
que se entregou pela sua igreja,
orquestrou um plano, orquestrou uma
liderança para sua igreja. E nessa
liderança o que ele fez? Ele instituiu
um governo nas mãos dos oficiais dela. E
o governo ele é distinto da magistratura
civil. Olha só, esse parágrafo da
confissão destaca que Jesus é o
governador da igreja, ele é o senhor da
igreja e a gente não pode perder isso de
vista. E por Jesus ser o governador, ele
então tem o poder de designar governo,
governadores subordinados a ele. E os
governadores que Jesus designou sobre si
são chamado de quê? De presbíteros.
Eles são os pastores. Eles estarão no
governo da igreja. Eles são regentes
porque eles estão liderando a igreja. E
isso vem do próprio Cristo para a sua
igreja. Os presbíteros, portanto, que
são colocados por Cristo para governar a
sua igreja, eles são incubidos de poder.
Poder que o próprio Cristo concede a
eles, inclusive para quê? Para corrigir.
No governo da igreja, eles corrigem as
ovelhas de Cristo. Eles disciplinam
quando necessário e eles até censuram um
membro que se encontra em verdadeira
contradição com a palavra de Deus. Isso,
meus irmãos, fala do governo. Esses
oficiais eles têm que governar, eles têm
que liderar a igreja, inclusive
colocando em prática essas ações,
corrigir, disciplinar e censurar quando
necessário. Mas olha aqui o ponto
extremamente importante e positivo.
Quando a gente pensa sobre o governo
presbiteriano de igreja, isso é feito de
maneira conciliar.
Não é um só que faz isso. Não é um só
que disciplina. Não é um só que corrige,
não é um só que censura, isso é feito de
maneira conciliar. Então, a reunião,
eles sentam, conversam, debatem o
assunto para que eles possam então tomar
a decisão. É regido pela constituição da
igreja, mas principalmente a nossa regra
de fé e prática é qual? É a Bíblia. Eles
o fazem amparados na Bíblia. Eles estão
em uma missão, eles estão em um ofício
que foi dado por Cristo. Eles obedecem
ao governador máximo da igreja, que é
Cristo, aquele que é o senhor da igreja.
Mas como eles o fazem? Por meio da
palavra. A palavra nos ensina o que deve
ser feito. E eles estão então em
submissão, fundamentados a esta palavra,
governando então a igreja. Isso
significa, meus irmãos, que os oficiais
da igreja, apesar de eleito pelas
pessoas, em última instância, não
prestam contas às pessoas. Eu sei que
pode parecer estranho isso daqui, mas
pareiu
um governo pra igreja. É ele que
constitui os presbíteros como liderança
da igreja. A quem os presbíteros devem
prestar conta máxima? É para Cristo. Ele
é o senhor da igreja. Eles prestam
contas, então, para Cristo. A autoridade
que eles exercem deriva de Cristo. Ela
não deriva das pessoas. Eles não são uma
comissão da igreja limitados a fazer a
vontade dela. Às vezes a gente tem essa
ideia de que, ah, eu elegi o presbítero
tal e agora ele vai agir de acordo com o
meu querer, com a minha vontade.
Queridos, ele precisa ser submisso a
Cristo. Ele tem que atender a vontade de
Cristo. Quando a vontade de Cristo for
contrária à sua vontade que o elegeu,
sabe qual vontade que ele tem que
acatar? Não é a sua, é a de Cristo. Ele
foi colocado por Cristo nesse ofício.
Mais propriamente, os oficiais da igreja
devem a sua lealdade. Então, a vontade
de Cristo representada na Escritura.
Eles leem as escrituras. Por isso que
uma das qualificações para o
presbiterato é de que ele seja um
conhecedor da Bíblia, alguém que estude
a palavra de Deus, porque ele vai ter
que agir em lealdade à vontade de
Cristo, mas ele vai fazer isso por meio
das Escrituras. Então, quando a vontade
das pessoas entra em conflito com o
ensino claro das escrituras, os oficiais
da igreja têm o dever de acatar o ensino
da escritura, qualquer que seja o custo
para ele. Por mais impopular ou
desconfortável que uma decisão correta
seja aos olhos de alguns, o oficial da
igreja pode descansar na segurança de
que faz o que é certo aos olhos de
Jesus. E mesmo naquele momento, a
aprovação, se a provação de Jesus for
tudo que ele tiver, ela é tudo que ele
precisa para ser um oficial na igreja.
Irmãos, igrejas em que os oficiais agem
dessa maneira são igrejas que são
abençoadas por Cristo. Oficiais que são
submissos à vontade de Cristo, o Senhor
da igreja, e não submissos à vontade da
igreja, que por vezes de um irmão aqui,
outro ali, que pode ser contrária à
própria palavra de Deus. Então isso é
claro que pode colocar a liderança da
igreja por vezes de maneira impopular
com a própria igreja, mas se está sendo
fiel a Cristo, ok, vale a pena o preço
da impopularidade. Deve seguir a vontade
de Cristo. O que esses esses irmãos
precisam, na verdade, é que eles sejam
reconhecidos como fiéis a Cristo. E se
eles estiverem assim fazendo, ok, isso é
bênção para sua igreja. Terceiro, então
os presbíteros têm o dever de proteger a
sã doutrina. Primeiro, então ele é um
pastor. Segundo, ele governa a igreja
fazendo a vontade de Cristo e não da
igreja. Depois ele então protege a sã
doutrina. Lembrando-se que a igreja é a
coluna e o fundamento da verdade. Como a
primeira carta de Paulo fala a Timóteo
no capítulo 3, versículo 15. A palavra
de Deus, então, é essencial para esse
ofício. Por meio da palavra, os
presbíteros nutrem, confortam e
admoestam aqueles de quem cuidam. É a
palavra de Deus que concede aos
presbíteros a autoridade necessária para
falar e agir de conformidade com a
vontade de quem o enviou. Quando
necessário, eles devem exercer a
disciplina cristã e eles o fazem
fundamentado na palavra de Deus. Todos
esses deveres aqui, irmãos, e
expectativas são tremendos. Não
surpreende que os requerimentos para o
ofício sejam tão altos. Uma vida
piedosa, conhecimento das escrituras e
um amor genuíno pelas ovelhas.
Considerando tudo isso, só se pode
concluir que ter presbíteros fiéis é uma
dádiva maravilhosa da graça de Deus ao
seu povo. Esse foi o plano de Deus para
a sua igreja. As bênçãos então de ter
presbítero de maneira resumida.
Primeiro, se o ofício de presbítero
funcionar como deve, então o rebanho
será estará sendo amorosamente cuidado.
A vida piedosa será estimulada e o
pecado será confrontado e a santidade
será promovida. Se a gente tem
presbíteros fiéis a Cristo, é essa
realidade que a igreja vai contemplar. E
é isso que a igreja precisa contemplar.
Olha só as responsabilidades então
adivindas do ofício. Os presbíteros
devem então
se portar como pessoas dignas desse
ofício, demonstrar piedade exemplar,
adornar seu ofício com a vida piedosa e
ser assim um exemplo para os outros.
Porém, meus irmãos, os presbíteros não
são os únicos que possuem
responsabilidades adivindas do
privilégio do seu ofício. A igreja
também tem responsabilidades para com
esse ofício. E agora então que nós vamos
voltar para o texto de Primeira
Tessalonicenses, capítulo 5, versículos
12 e 13. O que esse texto nos ensina?
Esse texto que foi lido no começo. Por
vezes o apóstolo Paulo fala da igreja
como um organismo vivo. Ele começa essa
carta falando da igreja dessa maneira.
Ele está escrevendo aos Tessalonicenses
que receberam a palavra, que estavam
dando bom testemunho para os outros. E
Paulo elogia essa igreja. Por isso,
Paulo está olhando paraa igreja como um
organismo vivo, que é alimentado pela
palavra, que é fundamentado na palavra,
que deve viver então de acordo com essa
palavra. Mas aqui nesses dois versos
finais, ele foca na igreja como uma
organização. Paulo termina essa primeira
carta falando sobre falando dessa igreja
como uma organização. E isso é feito
para nos ensinar como devemos tratar os
líderes da igreja. Percebam, eu mostrei
várias responsabilidades que eles têm,
tarefas que eles têm, o peso da
liderança que eles exercem, mas e nós
como igreja? Quais são as nossas
responsabilidades para com esses irmãos?
Quais são as nossas responsabilidades
para com os oficiais da igreja de
Cristo? Paulo aqui, então, no final nos
ensina a ter pelo menos três atitudes em
relação aos líderes da igreja. Primeiro,
nós devemos acatar com apreço os nossos
líderes eclesiásticos. Primeira
Tessalonicenses 5:12 diz: "Olha, agora
vos rogamos, irmãos, que acateis com
apreço os que trabalham entre vós e os
que vos presidem no Senhor e vos
admoestram". Não é este o trabalho dos
irmãos, dos presbíteros, dos oficiais da
igreja? Eles estão a trabalho, a
trabalho para Cristo. Eles presidem no
Senhor e eles corrigem, eles admoestam a
igreja. E o que Paulo vem e diz ele:
"Olha, vocês precisam acatar com apreço
aqueles que fazem isso. Vocês precisam
olhar para eles, para o trabalho que
eles dedicam e vocês precisam se
relacionar com eles acatando com
apreço." Paulo fala aqui, meus irmãos,
de líderes que trabalham. E o verbo
trabalhar aqui transmite a ideia de
esforço intenso, fadiga, desgaste.
Aqueles que são colocados como
presbíteros e diáconos da igreja,
trabalham, esforçam, estão aí a serviço
para servir a igreja como se estivessem
servindo ao próprio Cristo. Então eles
trabalham, segundo, eles presidem no
Senhor. A liderança espiritual é
legítima porque ela é feita no Senhor. É
em submissão à vontade de Cristo, a
palavra de Cristo, aquilo que Cristo
prescreve para sua igreja. Ela é no
Senhor, ou seja, ela é debaixo da
autoridade de Cristo. Ela é segunda
palavra e ela é para servir ao povo de
Deus como se estivessem servindo ao
próprio Cristo. Eles também admoestam,
corrigem e exortam. E nem sempre isso é
agradável de se fazer, mas é necessário,
porque é a vontade de Cristo para a
igreja. Às vezes a gente tem aquela
ideia de que no Novo Testamento a gente
tem apenas a graça e no Antigo
Testamento temos apenas a lei. Queridos,
veja a mensagem de Jesus para a igreja
de Tiatira. Nós temos um Jesus ali que
está pronto a disciplinar uma pessoa da
igreja que não se arrependia, não foi
confrontada pela igreja. E Jesus tá ali
dizendo: "Olha, eu vou discipliná-la, eu
vou corrigi-la. Vocês não fizeram isso,
mas eu vou fazer". Então, quando
presbíteros disciplinam, quando
presbíteros corrigem a igreja, eles o
fazem porque é a vontade de Cristo para
a igreja. A graça de Cristo está sendo
comunicada nisso. O pai, ele corrige
aqueles que são filhos. A correção não
é, não significa que você não é filho.
Pelo contrário, ela é um bom sinal de
que você é filho. Mas são os presbíteros
que são encarregados por Cristo de então
fazer. Segundo, nós devemos amar,
irmãos, e considerar profundamente os
nossos líderes eclesiásticos. Olha só, é
isso que o versículo 13 na parte A
ensina. E que os tenhais com amor não é
em pouca consideração. Paulo diz que os
tenhais em amor em máxima consideração.
Por quê? Por causa do trabalho que eles
realizam, por causa do ofício, da
responsabilidade que foi colocada sobre
eles. Olha só. Paulo aqui fala de amor e
máxima consideração. E o motivo é por
causa do trabalho que realizam. Isso não
é idolatria, a liderança, não é culto, a
personalidade. O foco está na obra
realizada para Deus e para o bem da
igreja. O trabalho que eles fazem é um
trabalho que agrada ao Senhor. É um
trabalho que faz parte do plano de Deus
para a caminhada da igreja. Por isso que
eles devem então ser considerados com
amor e máxima consideração. Devem ser
tidos com amor e máxima consideração.
Terceiro, irmãos, devemos lutar pela paz
da igreja de Cristo. Paulo conclui no
versículo 13, na parte B, dizendo:
"Olha, vivei em paz uns com os outros".
E em conexão então com as duas
exortações que precedem imediatamente,
Paulo então nos exorta a lutarmos juntos
pela paz da igreja. Uma igreja saudável
honra a liderança bíblica, desde claro
que ela seja bíblica. Eu venho falando
sobre isso. Líderes que servem
humildemente
e assim membros vivem em paz. Essa é uma
igreja saudável, irmãos. Essa é uma
igreja saudável. Mas quando há orgulho,
rebeldia, disputas, críticas
destrutivas, o que que acontece com a
comunhão da igreja?
A comunhão da igreja é afetada. Por isso
que Paulo traz essas instruções. É
respeito, é honra, é lutar pela paz.
Queridos, a paz da igreja, ela não
dependeu de nós para ela existir. Ela
existe por causa de Cristo na cruz do
Calvário. Ele torna possível a nossa
paz. Mas há um exercício nosso de
manutenção dessa paz. E aí a gente
precisa agir de acordo com a palavra de
Deus, como Paulo nos ensina a fazer
aqui. Hebreus 13, versículo 17,
corroborando com isso aqui, diz: "Olha,
obedecei aos vossos guias e sede
submissos para com eles, pois velam por
vossa alma, como quem deve prestar
contas." Irmãos, eles vão prestar conta.
Os líderes da igreja vão prestar contas,
o pastor vai prestar conta, os diáconos
vão prestar contas para que façam isso
com alegria e não gemendo, porque isso
não aproveita a voz outros. Se não há um
exercício pela manutenção da paz, se não
há essa maneira de se relacionar com a
liderança, queridos, eles vão fazer
gemendo e isso não vai aproveitar na
igreja. Isso não vai ser benéfico para a
igreja. A igreja não vai se beneficiar.
disso. Aplicações. Então, primeira para
a igreja, honre seus líderes
eclesiásticos. Ore por eles, coopere com
alegria e valorize o trabalho. O
trabalho que eles fazem é para o Senhor.
E, queridos, é um trabalho árduo. É um
trabalho árduo. Os trabalhos dos
pastores, dos presbíteros regentes,
presbíteros docentes, dos diáconos, não
é um trabalho fácil. Há uma
responsabilidade muito grande, porque
quem nos comissiona é Cristo para
fazê-la.
Então esse trabalho precisa ser
valorizado porque ele é feito para o
Senhor e no Senhor. Quantas vezes você
tem orado pelos presbíteros dessa
igreja, pelos diáconos dessa igreja,
eles precisam ser pautas da sua oração.
Você precisa orar por eles para que a
liderança de Cristo seja exercida da
melhor maneira possível. Quantas vezes
você tem cooperado com alegria com o
trabalho dos nossos oficiais? Essa é uma
aplicação para nós. A liderança da
igreja, ela é ideia de Deus, não do
homem. O criador todo-pereroso se agrada
de usar instrumentos humanos que são em
si mesmo fracos e falíveis, não são
perfeitos para seus maravilhosos
propósitos redentores. A honras, a honra
lhes é devida, portanto, como ao Senhor,
pois é a ele que representam no
exercício do seu ofício. Se você honra
um presbítero que é submisso à palavra
de Deus, que está agindo de acordo com a
vontade de Deus, é a mesma maneira de
você estar honrando a Cristo. como se
você estivesse honrando a Cristo, porque
ele está agindo de acordo com a vontade
de Deus. É claro, irmãos, que a
liderança falha. A gente falha porque
nós somos falíveis, mas sempre
procuramos por meio da palavra de Deus
agir segundo a vontade daquele que
comissiona esses irmãos para esse
trabalho. Aplicações. Então, agora para
os oficiais. Oficiais, sirvam com
humildade. Liderem pelo exemplo, como
Pedro vai dizer na sua carta. Cuidem do
rebanho com amor e lembrem-se de que
pertencem a Cristo. Vocês pertencem a
Cristo e o rebanho também pertencem a
Cristo. Portanto, todo o trabalho do
oficial, ele é um trabalho que ele ele
tem uma referência cristocêntrica,
porque ele é feito para Cristo. É o
rebanho de Cristo do qual você faz
parte, que você então foi comissionado
para zelar. A quem a igreja então deve
escolher, já que nós estamos nos
aproximando de umas assembleia
extraordinária paraa eleição. Queridos,
a igreja deve reconhecer homens a quem
Cristo dotou previamente para servirem
como oficiais da igreja. Os presbíteros
fazem o seu trabalho à luz da
eternidade. O seu pastoreio afeta o
destino eterno daqueles que estão sob os
seus cuidados. Por isso que é tão
importante você analisar as
qualificações daquele que você vai
eleger, daquele que você vai votar,
daquele que você vai dizer: "Olha, esse
daqui eu reconheço objetivamente que ele
tem o chamado de Deus para esse ofício."
O trabalho que eles fazem é a luz da
eternidade. É Cristo, meus irmãos, que
cria, quem cria o ofício. Ele define as
suas funções e eles ele prescreve as
qualificações para ele. A gente já viu
isso. O pastor Thago trouxe um estudo
sobre isso. Na primeira carta de Paulo a
Timóteo, capítulo 3, versículo de 1 a 7,
as qualificações são apresentadas. Tito,
capítulo 1, versículo de 5 a 9, as
qualificações são apresentadas. É Cristo
que define quais são as qualificações
dos oficiais. Porém, o Senhor, o cabeça
da igreja convoca a igreja para
reconhecer externamente, por meio da
eleição, a vocações de homens que
interiormente são chamados para o
oficial. Irmãos, são vocacionados e há
um aspecto subjetivo, porque é ele com
Deus, mas há um aspecto objetivo que é
quando a igreja ela então é comissionada
por Cristo a reconhecer objetivamente
que esse irmão tem as características,
as qualificações para exercer o ofício,
para que ele possa então exercer em
submissão à vontade de Cristo. É assim
que a igreja então deve eleger seus
oficiais. Vamos orar.
Senhor Deus, nós somos gratos pela tua
palavra que nos ensina a lidarmos
corretamente com a liderança que o
Senhor instituiu para sua igreja. O
Senhor constituiu, ó Deus, nessa igreja
oficiais e nós somos gratos, ó Deus,
pela vida deles. O Senhor tem dado
tarefas e responsabilidades para eles,
mas o Senhor também nos dá como igreja
do Senhor. Pedimos a Deus que o Senhor
nos direcione para que possamos com
sabedoria eleger aqueles que irão compor
o quadro de oficiais dessa igreja. E
assim, ó Deus, em submissão à vontade de
Cristo, irão governar e servir a igreja
do Senhor. Que o Senhor nos dê
sabedoria, que o Senhor abençoe essa
igreja para que a vontade do Senhor, que
é boa, agradável e perfeita, venha
reinar sobre a vida dessa igreja. É no
nome de Cristo, Pai, que nós oramos e
pedimos. Amém. Quero convidar aqui à
frente
al
meus irmãos, em obediência também à
palavra do Senhor, nós temos a
oportunidade nessa manhã de
participarmos da ceia do Senhor. E um
desses que também era presbítero,
apóstolo Paulo, disse em Primeira
Coríntios, no capítulo de número 11,
versículo de número 23, "Porque eu
recebi do Senhor o que também vos
entreguei, que o Senhor Jesus, na noite
em que foi traído, tomou o pão e, tendo
dado graças, o partiu e disse: "Isto é o
meu corpo que é dado por vós. Fazei isso
em memória de mim". Por semelhante modo,
depois de haver seado, tomou também o
cálice, dizendo: "Este cálice é nova
aliança no meu sangue. Fazei isso todas
as vezes que o beberdes em memória de
mim". É uma ordenança da parte de Cristo
Jesus. Participar da ceia, irmãos, é
para nós uma responsabilidade como
crentes no Senhor. Para isso, eu convido
aqui à frente os presbíteros eleitos por
esta igreja, para que e pastores para
que possamos servir a nossa igreja, que
mediante a palavra do Senhor, meus
irmãos podem vir para cá, que mediante a
palavra do nosso Senhor, que nos deu
cada um desses detalhes aqui, é o sangue
da nova aliança. nova aliança que é nos
dada por meio de Cristo Jesus. Na antiga
aliança, o que nós tínhamos era o sangue
de touro, sangue de bodes, sangue de
animais que eram vertidos, assim como
Hebreus diz para nós. Mas a nova
aliança, o sangue é o sangue de Cristo e
é de uma vez por todas para o perdão dos
nossos pecados. Nós temos uma
oportunidade maravilhosa de bendizer ao
nome do Senhor Jesus Cristo nessa manhã.
Por isso, fechemos os nossos olhos e
oremos, porque agora estão no seu uso
comum. Mas após a oração, o pão
simbolizará o corpo, o sangue o vinho
simbolizará o sangue de Cristo Jesus.
Não há de se transformar, não se trata
de uma transubstanciação,
mas de maneira simbológica ele vem
trazendo a presença real de Cristo. Como
assim nós cremos ao nosso meio. Vamos
orar ao Senhor. Graças te damos, Senhor
Jesus, pela rica oportunidade de
estarmos neste lugar e podermos, Senhor
Deus, desfrutar comendo do pão, bebendo
do cálice, anunciando a morte do Senhor
até que o Senhor venha. Obrigado pelo
teu sacrifício, pela tua morte ali
naquela cruz que nos deu vida. Nós assim
pedimos ao Senhor, Pai, que nos
fortaleça como crentes diante da tua
presença. É a oração que fazemos no nome
de Cristo Jesus, nosso Senhor. Amém. E
amém. Você que vai se participar, por
favor, fique de pé para que você seja
identificado. Lembrando, meus irmãos,
que essa não é a ceia presbiteriana,
essa é a mesa do Senhor. É a mesa do
Senhor. Você que está em comunhão com a
igreja de Cristo, comunhão com o Pai,
com o Filho, com o Espírito Santo,
avalie a si mesmo e assim coma do pão e
beba do cálice.
As mulheres iniciam.
Jesus tomou pão e repartiu [música]
a cada um. Tomai e comei. Esse é meu
corpo perecido
por [música][canto] vós.
Fazem isto em memória [música]
de mim.
Faz isto em memória
de mim. [música]
Os homens
também tomou o cáicinho
de a cada [canto] um. [música]
Tomai e bebei.
Este é o meu sangue oferecido [música]
por vós.
Este sangue é a nova
aliança.
Este [música] sangue é a nova
aliança.
Como igreja nos levantamos.
em teu louvor.
O teu corpo e teu sangue nos unimos
[música][canto]
no amor.
Te adoramos, te bendizemos, [música]
Rei dos reis e Senhor,
desde agora [canto][música]
e para sempre.
Amém.
>> [música]
>> Como igreja, [música] nos levantamos
em teu louvor,
o teu corpo [música] e teu sangue Sangue
nos unimos no amor.
Te adoramos, te bendizemos.
Reis, [música]
Senhor.
Deja agora [música]
e para sempre.
Veja agora e [música] para sempre.
Seja agora e para sempre. [música]
Amém.
diante de nós, o pão que simboliza o
corpo de Cristo Jesus, que por nós foi
partido
naquela cruz
você pode desrosquear
e assim nós comeremos juntos.
Comamos todos.
O vinho que simboliza o sangue que por
nós foi vertido no madeiro.
Tomemos.
>> É, por favor.
Senhor Deus, graças te damos por esta
manhã, porque o Senhor nos direcionou
até aqui para adorá-lo, para bendizer o
teu santo nome. Obrigado, ó Deus, pela
vida de cada um aqui presente. Obrigado,
ó Deus, porque o Senhor nos chamou pelo
teu bendito evangelho. E nós respondemos
aqui nesta manhã em adoração ao Senhor.
Pedimos a bênção do Senhor para a
continuidade do nosso dia. Que o Senhor
nos conduza para que vivamos um dia na
presença do Senhor e para a glória do
Senhor. É no nome de Cristo que nós
oramos e agradecemos. Amém. Meus irmãos,
que a maravilhosa graça do nosso Senhor
e Salvador Jesus Cristo, o amor de Deus
Pai, a comunhão e a consolação do
Espírito Santo estejam com todos aqui,
com toda a igreja de Cristo, espalhada
pela face da terra, não só hoje, mas
para todo sempre. Amém. Poder sentar.
Ouçamos o nosso pós-lúde. Что?
Meus irmãos, nós encerramos então nosso
culto público de adoração ao Senhor. E
agora eu quero dar alguns avisos, mas
antes eu quero dar uma saudação aos
visitantes. Se tem alguém que nos visita
aqui pela primeira vez, pudesse colocar
de pé. Se não for constrangimento, a
gente quer conhecer. Temos aqui os
nossos irmãos, temos aqui também. Sejam
bem-vindos. Deus abençoe vocês. É uma
alegria para nós tê-los conosco para
culto ao Senhor. Se tem alguém aqui que
não conhece as doutrinas da IPB, quiser
conhecer melhor, nós temos uma sala de
fundamentos da fé na nossa Escola
Bíblica Dominical que acontece aqui na
capela do lado. Queridos, eu quero
lembrá-los e aí eu peço bastante atenção
de vocês, da nossa eleição de oficiais.
Ah, o Conselho da Primeira Igreja
Preseriana de Goiânia convoca os seus
membros para a eleição de presbíteros e
diáconos, conforme o edital 002/2026.
Assembleia Geral Extraordinária na
primeira convocação vai acontecer agora
no dia 24/05,
domingo às 9 horas, no próximo domingo.
Segunda convocação, se necessária, vai
ser no dia 31/05/2026,
também no domingo às 9 horas. local
presencial na sede da PIPG, vagas em
eleição, três presbíteros e cinco
diáconos. E quem pode votar? Membros
comungantes presentes na assembleia.
Forma de votação vai ser eletrônica, por
meio de dispositivo pessoal via QRcode
ou tablets disponibilizados no local. Se
você tiver com alguma dificuldade, com
seu CPF no rall de membros da igreja,
você pode procurar a secretaria para que
isso seja resolvido, pois é necessário
para que você então possa fazer sua
votação nesse dia. Queridos, nós vamos
então agora nos dividir em classe paraa
nossa Escola Bíblica Dominical. Que Deus
nos abençoe, abençoe você nessa manhã de
estudos.

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