O privilégio da igreja por ter Presbíteros regentes – Culto Matutino – AO VIVO | 17/05 | 9h | PIPG
18/05/2026
O privilégio da igreja por ter Presbíteros regentes – Culto Matutino – AO VIVO | 17/05 | 9h | PIPG
Acompanhe a transmissão ao vivo do Culto Dominical Matutino da Primeira Igreja Presbiteriana de Goiânia com exposição fiel das Escrituras e ênfase na teologia reformada. Momento de edificação na palavra, louvor e comunhão. Acompanhe conosco!
Primeira Igreja Presbiteriana de Goiânia
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Legendas automáticas:
[música] 3 versículos 1 a 3. Salmo 133, versículos 1 a 3. Palavra do Senhor diz assim: "Ó, como é bom e agradável viverem unidos os irmãos. É como olho precioso sobre a cabeça, o qual desce para a barba, a barba de Arão, e desce para a gola de suas vestes. É como o orvalho do Hermão que desce sobre os montes de Sião. Ali ordena o Senhor a sua bênção e a vida para sempre. Oremos. Senhor Deus, nós somos gratos ao Senhor pela oportunidade, pelo privilégio de estarmos reunidos, ó Pai, na tua casa, como igreja, como irmãos. Te agradecemos, ó Pai, porque o Senhor é quem nos conduz, o Senhor é quem nos incomoda, ó Deus, para buscarmos a Tua presença. E nós te pedimos, Senhor, confiados em Cristo Jesus, que o Senhor abençoe, ó Pai, direcione todos os atos deste culto, que o Senhor nos capacite, ó Pai, que através do Teu Santo Espírito, Pai, o Senhor possa conduzir, ó Pai, a cada um dos irmãos aqui, ó Pai, nesta manhã, em atitude de louvor, de adoração ao teu santo nome. Que o Senhor abençoe todos os atos deste culto. Que o Senhor abençoe a Tua igreja. O Senhor abençoe, ó Pai, aqueles irmãos que não puderam vir, aqueles que ainda estão chegando. Que o Senhor abençoe, ó Pai, aqueles irmãos que estão nas programações, ó Pai, da igreja neste final de semana, Pai, no encontro de casais, na programação dos heróis da fé. O Senhor esteja com eles, ó Pai, que o Senhor se faça presente no nosso meio. Tudo isso, ó Pai, nós te pedimos e agradecemos confiados em Cristo Jesus, nosso Senhor e Salvador. Amém. Sobre orientação da regência, entoemos o hino número 35, adoração e súplica. E na oportunidade, os irmãos que vieram preparados poderão fazer a entrega dos seus dízimos e ofertas e aqueles que nos assistem pela internet poderão fazê-lo por uma das contas da nossa igreja que se encontram na parte inferior do vídeo. Cantemos. >> Vamos colocar em pé. Teu culto agora aqui, Senhor, [canto] nós [música] vimos celebrar, cantando [música] juntos teu louvor, teu livro [música] a meditar. A nossa vera adoração. Presente [música] está, Senhor, fazendo o nosso [música] coração. >> [canto] >> Senti teu grande amor. [música] [canto] Atende nossas petições. [canto] Ó poderoso Deus, concede [música] aos nossos [canto] corações antigos. os céus. Amém. Pode se sentar. Convido a igreja abrir a Bíblia em Primeira João, capítulo 2, versos de 1 a 6. Primeiro João, capítulo 2, versos de 1 a 6. Faremos a leitura de forma responsível. Eu lerei os versos ímpares, os irmãos dos versos pares e assim sucessivamente. A palavra de Deus diz assim: "Filhinhos meus, estas coisas vos escrevo para que não pequeis. Se todavia alguém pecar, temos advogado junto ao Pai Jesus Cristo, o justo. Nossos pecados e não somente pelos nossos mas. >> Ora, sabemos que temos conhecido por isto, se guardamos os seus mandamentos. Eu conheço seus mandamentos. éo a verdade. >> Aquele entretanto que guarda a sua palavra, nele verdadeiramente tem sido aperfeiçoado o amor de Deus. Nisto sabemos que estamos nele. >> A parte final do verso 5 diz: "Nisto sabemos que estamos nele. Aquele que diz que permanece nele, esse deve também andar assim como ele andou". Esse é o momento, irmãos, que nós temos para nos colocarmos na presença de Deus e reconhecermos diante dele o quanto nós somos falhos, quanto nós somos pecadores. E é um momento que nós temos para gastar alguns instantes em oração silenciosa, pedindo que ele nos perdoe da nossa multidão de pecados. E dentro alguns instantes, eu gostaria de pedir paraa nossa irmã Juliana nos elevar a Deus em uma oração de confissão. Temos alguns minutos na presença do nosso Deus. Senhor, nosso Deus e Pai, nós te louvamos porque estamos aqui mais uma vez na tua casa. Obrigado porque o Senhor nos permite estar aqui para te adorar, para prestar um culto ao Senhor. Nós colocamos diante de ti o nosso pecado. Colocamos diante do Senhor aquilo que nós fizemos que tem desagradado ao Senhor. Te pedimos perdão e te pedimos que a tua misericórdia esteja conosco. Te agradecemos porque é por conta de Cristo, do sacrifício e do sangue dele que nós conseguimos ter perdão pelos nossos pecados. Que o Senhor possa nos limpar, Pai, para que nós possamos nos achegar ao Senhor limpos e santos como o Senhor merece. Que o Senhor continue nos abençoando nesse culto e receba o nosso louvor e a nossa adoração. Que perdoados agora, esse louvor possa chegar ao Senhor como aroma agradável. Te pedimos e colocamos isso em nome de Jesus. Amém. Bom dia, amada igreja. Palavra do Senhor nos diz na carta de Paulo aos Filipenses, no capítulo 2, a partir do verso 9 até o verso 11, o seguinte: "Pelo que Deus também o exaltou sobre maneira, falando a respeito do Senhor Jesus, e lhe deu o nome que está acima de todo nome, para que ao nome de Jesus se dobre todo joelho nos céus, na terra e debaixo da terra. E toda língua confesse que Jesus Cristo é Senhor para a glória de Deus Pai. A palavra de Deus nos diz que Cristo Jesus é o rei do universo e ele foi enviado ao mundo com o propósito de salvar a nós mesmos da ira de Deus do por conta do nosso pecado. E na cruz do Calvário ele conquistou esse perdão para nós. Então, ao nome de Jesus ou no nome de Jesus é que nós vamos cantar esse cântico ao Senhor. Ele é um cântico novo. Eu gostaria de pedir que a igreja permanecesse sentada. Nós vamos cantar a primeira estrofe e logo em seguida e o refrão a gente volta novamente na primeira estrofe e aí a igreja se coloca de pé e juntas e juntos cantemos ao nosso ao nosso Deus. É o bem maior que se pode ter, um nome [música][canto] santo e sem paz. Tenho [música] alegria [canto] em dizer, [música] tenho [canto] prazer em louvar, [música] sempre comigo onde quer que eu vá. >> [música] >> Quero trazê-lo em meu caminhar. [canto] >> E o que [música][canto] minha vida faltará? Sei que o seu nome [canto][música] fará. Não há um nome alto que o dele. Não há um nome [música][canto] tão doce assim. Quero viver minha [canto] vida [música] por ele, pois sua vida ele [canto] deu por mim. [música] Jesus nos coloquem isso de pé. Vamos cantar o nosso Deus assim. in é o bem maior [canto][música] que se pode ter. Um nome santo e sem pai. [música] Tenho alegria em dizer: [música] "Venho prazer em louvar". [música] sempre [música] comigo onde quer que eu vá. Quero trazê-lo em meu [canto] caminhar e o que minha vida faltar. Sei que seu nome fará. Não há um nome mais [música] alto que o dele. Não há um nome tão dústim. [música] Quero viver minha vida [música][canto] por ele, pois sua vida ele deu por mim, Jesus. >> [música] >> Nome dos nomes todo poder. Nomes todo poder. >> Seu povo proclamará. Seu povo proclamará. >> E aquele que crê sua [música] face um dia [canto] verá. Este é o nome que eu posso crer. Eu posso >> traz [música] esperança ao meu coração. Esperança [música] ao meu coração, >> pois poderes e nele encontro o perdão. Um homem mais alto que o delir [música] não é um nome tão doce assim. Quero viver [música] minha vida [canto] por sua vida ele deu por mim. [música] Não há um nome alto que o dele. Não [música] nome tão doce assim. Quero viver [música] minha vida por ele. Sua vida ele deu por mim. Jesus. Esse é o Senhor Jesus, aquele que é rei. Rei e Senhor de todo o universo. Vamos cantar. Tu és Deus ao nosso Deus. Tu és [música] Deus, nosso Senhor. >> Somos Deus [música] criados para o teu louvor. Terra e céu [música] se rendem a ti. Multidões [música][canto] se prostram em teu louvor. Pois só tu és Deus [música] e todo o poder é teu. Rendemos louvor a Cristo, Senhor. [música] Exaltamos, te adoramos, [música] rei da terra [música] e céu. [música] Anjos, homens, [música][canto] todos cantam. Santo és Senhor, tu és Deus, [música] nosso Senhor. Somos [música] Deus criados para o teu louvor, [música] pois só tu és Deus. Deus [música] e todo o poder é teu. Rendemos louvor [música] a Cristo, Senhor. [música] Te exaltamos, te adoramos, rei da [música][canto] terra e céus. [música] Anjos, homens, todos cantam. Santo és Senhor. Todo o joelho [música] se dobrará e toda língua confessará. Tu és [música] o rei. Tu és o rei, Jesus. [música] Tua igreja te adora, Senhor. [música] Todo o universo se rende em louvor. Tu és o rei. Tu és o rei, Jesus. Te exaltamos, [canto] te adoramos, [música] rei da terra e céus. Anjos, [música] homens, todos cantam. Santo és [música] Senhor. Senhor Deus, nós queremos colocar as nossas vidas diante de Ti, ó Pai, reconhecendo que somos pecadores, mas o Senhor com grande amor nos amou a ponto de enviar teu filho para pagar o preço da nossa dívida na cruz do Calvário. Por isso, ó Deus, nós nos prostramos aos teus pés, nós nos rendemos a Ti, nós o adoramos, ó Pai, porque só o Senhor é digno de todo louvor, de toda honra, de toda a glória e de toda adoração. Fale ao nosso coração nesta manhã. Nós oramos assim no nome de Jesus, o teu filho. Amém. Os irmãos podem se assentar. Meus irmãos, graça e paz a todos. Hoje eu fui incubido de trazer um estudo sobre o presbiterato. Lembrando que nós estamos nos aproximando da nossa assembleia paraa eleição de oficiais. E no decorrer desses domingos de manhã, a gente tem trazido estudos que são direcionados para que a igreja possa ser instruída sobre essa temática, tanto do diaconato quanto do presbiterato. Isso já foi feito em alguns domingos até aqui e hoje eu tenho a responsabilidade de mais uma vez trazer um estudo sobre esse tema. Hoje nós vamos ver especialmente sobre o ofício do do presbítero regente. Então nós veremos nessa manhã o privilégio da igreja por ter presbíteros regentes. Bom, o nosso estudo nessa manhã será dividido em duas partes. Primeiro eu quero fazer alguns apontamentos sobre a função do presbítero e depois na segunda parte eu quero fazer uma breve exposição do texto da carta de Paulo aos Tessalonicenses. Primeira carta, no capítulo 5, versículos 12 e 13. Mas eu quero ler com vocês esse texto agora. Primeira carta de Paulo aos Tessalonicenses, capítulo 5. Lerei dos versículos, versículo, lerei os versículos 12 e 13. Primeira Tessalonicenses, capítulo 5, versículos 12 e 13. Diz assim a palavra do Senhor. Agora vos rogamos, irmãos, que acateis com apreço os que trabalham entre vós e os que vos presidem no Senhor e vos admoestam, e que os tenhais com amor em máxima consideração por causa do trabalho que realizam. Vivi em paz uns com os outros. Vamos orar. Senhor Deus, nós somos gratos pela tua palavra. Somos gratos a Deus pelo privilégio que temos nessa manhã de podermos cultuar como igreja, estarmos aqui neste local. E agora, Deus, de podermos refletir sobre a temática do ofício do presbítero e também, ó Deus, sermos expostos à vontade do Senhor que é revelada por meio da tua palavra. que o Senhor venha nos conduzir nessa manhã, que nós sejamos instruídos e que nós então, ó Deus, possamos agir como assembleia da igreja na eleição dos nossos oficiais e que em tudo isso, ó Deus, nós possamos contemplar a graça e o cuidado do Senhor sobre essa igreja. Que o Senhor nos abençoe nessa manhã. É nossa oração no nome de Cristo. Amém. Meus irmãos, nós vivemos em um tempo em que autoridade, liderança e submissão são temas cada vez mais difíceis. A gente tem muitas dificuldades quando a gente fala sobre liderança, quando a gente fala sobre uma autoridade e quando a gente fala sobre a nossa relação de submissão àqueles que são constituídos e são colocados nessa função. Há contextos em que a liderança, por vezes, é confundida com o autoritarismo, líderes que produzem uma liderança que no final ela acaba trazendo malefícios para aqueles que estão sobre a sua liderança. Nós temos também nesses contextos a ideia de que submissão, por vezes, tem que ser vista como fraqueza. Então, se você tem um líder e você precisa submeter a ele, se você o faz, você então é visto como um fraco ao fazê-lo. O respeito, por vezes, é substituído por crítica constante e, infelizmente, essa mentalidade também pode atingir a igreja. a gente consegue falar sobre crise de lideranças nas igrejas que a gente tem então no nosso país. O Cornelus Vandam, nesse livro, o presbítero, orientações bíblicas essenciais sobre um ofício indispensável para a igreja, destaca o seguinte. Ele diz: "Olha, a história nos ensina que apesar da grande importância e honra que o Senhor atribui ao ofício do presbítero regente, esse ofício, por vezes, pode acabar sendo desprezado. Existe até mesmo a tendência de que venha a desaparecer ou se torne mera formalidade." Quantos de vocês aqui não conhecem igrejas que não tem mais a figura do presbítero? dependendo da igreja, eh, o governo de igreja, ele é de um só, ele é do pastor. E aí nessas igrejas já não tem mais a figura do presbítero, ou quando tem, é por mera formalidade, porque na Bíblia ensina que eles devem fazer parte da igreja, que eles são lideranças da igreja, mas eles estão lá apenas como uma figura, mas eles não exercem a liderança. A gente encontra isso em determinados governos de igreja e isso tem crescido no nosso país, tem crescido no meio evangélico. Mas a gente precisa entender que para as primeiras igrejas cristãs ter presbíteros era claramente uma prioridade. Fazia parte do plano de Deus para a sua igreja. Por exemplo, nós temos o texto de Atos 14, versículo 23, em que nele Paulo e Barnabé se asseguraram de que houvesse presbíteros designados na Ásia Menor durante a sua primeira viagem missionária. Olha o que o texto nos diz. e promovendo-lhes em cada igreja. Então, quando Paulo saía, plantava as igrejas juntamente com Barnabé, depois ele sozinho. Em cada igreja que era plantada, olha só, eles promoviam a eleição de presbíteros. Depois de orar com jejuns, os encomendaram ao Senhor em quem haviam crido. Então, essa era uma realidade da igreja e o livro de Atos mostra para nós, é da vontade de Cristo que a igreja tenha presbíteros, que eles liderem a igreja. E os apóstolos levaram isso e colocaram em prática de tal forma que Paulo ia, plantava igrejas e então a eleição de presbíteros acontecia. Tito também foi encarregado de fazer o mesmo encreta. Paulo direciona para esse local e uma das responsabilidades e daquilo que Tito tinha que fazer era preparar uma liderança para aquela igreja ou para as igrejas ali daquela região. E o texto de Tito, capítulo 1, versículo 5, diz: "Por essa causa te deixei increta para que pusesses em ordem as coisas restantes, bem como em cada cidade constituísses presbíteros, conforme te prescrevi." Essa constituição aqui de presbíteros, ela obedecia ao próprio modo como Paulo fazia, que era então por meio das eleições que eram feitas nessas igrejas. Tito tinha que ensinar a igreja, Tito tinha que trazer e apontar as qualificações dos presbíteros para que eles então fossem eleitos. Paulo então o comissiona para que ele fizesse isso. O Cornelos Vandame ainda diz: "Olha, entretanto, na continuidade da história da igreja, não demorou muito para que o ofício acabasse sendo usurpado por um novo tipo de sacerdócio." E aí a gente começa a perceber na história da igreja o nascimento do papado, que é o governo então de uma só pessoa, aquele que é o líder maioral da igreja. O surgimento do papel foi um processo que envolveu os seguintes passos. Primeiro, houve o crescimento da influência do bispo de Roma. Roma, então, tinha a sua influência, a sua importância e o bispo, então, ele foi ganhando essa notoriedade e por causa disso, então, ele foi visto como uma liderança maior do que os demais bispos e os demais presbíteros que estavam então nas outras igrejas. Houve transformações políticas do império e aí Roma ganhou destaque nisso e o bispo de Roma, ele estava atrelado a tudo isso. Disputas doutrinárias e elas aconteciam por vezes em Roma. O bispo estava ali como figura, como pessoa importante em tudo isso. E o que aconteceu então no decorrer da história foi a centralização eclesiástica. E a gente tem então a figura do próprio Papa, o bispo de Roma. Ele entendia que ele era um sucessor direto de Pedro. Ele entendia que Pedro tinha recebido essa ordem de Cristo de ser a pedra, de ser aquele que daria origem a esse governo da igreja, estaria firmado em Pedro e o bispo de Roma então seria o sucessor. E aqui a gente já começa a ver uma monopolização então do governo na igreja no decorrer da história. Os papas então passaram a reivindicar a autoridade suprema sobre toda a igreja. Então a liderança de um só. Ele tinha autoridade sobre toda a igreja, autoridade sobre reis e nações. Esse papa, ele não se contentou apenas em liderar a igreja, ele quis liderar fora da igreja. E aí ele começou a mandar nos reis, nas nações. E ele tinha então ou se achava como direito exclusivo de interpretar a fé cristã. Porque assim, quando vai monopolizando a liderança, esse que então é colocado como líder maior, ele se sente na responsabilidade ou como autoridade, inclusive para interpretar as escrituras. E ele jamais pode ser confrontado quando ele traz uma interpretação até mesmo errada. O Corné Vandame disse que foi apenas então no século X com a reforma protestante que o ofício foi restaurado. E aí a aula, a ala calvinista da reforma especialmente restaurou o presbiterato ao seu devido lugar. O John K Nox, um reformador que foi para Genebra e estudou com João Calvino ali na Academia de Genebra, ele foi o grande responsável por formular teologicamente uma forma presbiteriana de governo para a igreja da Escócia. Ali a gente tem então a origem do presbiterianismo, mas ele então estuda com João Calvino. Quando a gente lê as institutas de João Calvino, a gente vai ver ele falando sobre o presbítero regente, o presbítero docente, essa liderança feita por presbíteros. A gente vê isso nos seus comentários. Jox aprende com ele, leva para então para Escócia e ali começa o presbiterianismo. E aqui, meus irmãos, nós temos então resumo de como é a perspectiva reformada e presbiteriana de liderança. Para nós, Cristo é o único cabeça da igreja. A igreja tem um líder e esse líder é Cristo. Ele é o cabeça da igreja. Não existe líder humano universal da igreja. O governo ele é exercido por presbíteros em concílio. Mais à frente eu vou falar como que isso é então constituído, como isso é instituído nas igrejas. É Cristo que delega essas funções e toda autoridade ela deve se submeter às escrituras. Foi esse então o legado da reforma e o entendimento sobre liderança. E aqui, meus irmãos, nós temos então o porquê da Igreja Presbiteriana ter esse nome. Por que que a Igreja Presbiteriana se chama Igreja Presbiteriana? Porque ela não é governada pela congregação. Não é a congregação em peso que governa a igreja, nem é governada por um bispo, como o regime, o governo episcopal apresenta. Então, ela não tem um governo congregacional, ela não tem um governo episcopal, mas ela é governada por presbíteros. Por isso que a igreja é presbiteriana. o seu governo, o nome da igreja fala do seu próprio governo. De tal forma que na igreja presbiteriana só há o reconhecimento de duas ordens de ofícios. E quais são eles? Diáconos e depois os presbíteros. E aí a gente faz uma diferenciação entre os presbíteros, que são os presbíteros docentes, aqueles que se especializam no ensino, na docência, no ensino para a igreja. E a gente tem os presbíteros regentes. É claro que os presbíteros regentes também t a tarefa de ensino para a igreja. Então, o que a gente tem de ofícios e o que a gente entende que isso é bíblico são esses dois, os diáconos e então também os presbíteros. Queridos, o nosso apreço por esse ofício, ele poderá ser incentivado ao revisarmos os principais deveres e as expectativas referentes ao presbítero regente. E é isso que eu quero então passar a fazer com vocês agora. Primeiro a gente precisa ver então as tarefas indispensáveis dos presbíteros regentes. Eu vou citar apenas três aqui por questão do tempo, mas existem outras tarefas que os presbíteros regentes devem fazer. Mas essas daqui são fundamentais e elas dão suportes, inclusive para as demais tarefas do presbítero. Olha só, a o primeiro, a identidade dos presbíteros regentes é moldada pelo fato deles serem o quê? Eles são pastores da igreja. Assim como o presbítero docente é pastor, o presbítero regente também é um pastor da igreja. E aí a gente tem textos bíblicos que comprovam isso. Textos como Atos 20 versículo 28, o texto de Primeira Pedro capítulo 5 versículos 1 e 2, deixam claro para nós que os presbíteros também são pastores do rebanho de Deus. É essa vontade de Cristo para sua igreja, que ela tenha não um único só pastor na sua liderança, mas que ela tenha vários pastores na sua liderança. Por isso que há vários presbíteros na igreja. E olha só, Atos 20, versículo 28, diz assim: "Atendei por vós e por todo o rebanho sobre o qual o Espírito Santo vos constituiu bispos." Esse texto é aquele texto em que Paulo convida os presbíteros da igreja de Éfeso. Paulo então faz a sua despedida desses presbíteros, mas antes de partir e deixá-los, Paulo ficou um bom tempo naquela igreja, plantando aquela igreja, instruindo aquela igreja. Ele então comissiona esses irmãos que são os presbíteros para que eles dessem continuidade, para que eles então pastoreassem aquela igreja. E ele então chama esses irmãos e ele diz: "Olha, vocês têm um rebanho sobre o qual o Espírito Santo constituiu vocês bispos". Nessa, nesse texto a gente vai ver que tem bispos, pastores e presbíteros. E é para o mesmo grupo que Paulo está falando. São nomes, são sinônimos aqui que referem-se à liderança do próprio presbiterato. E ele diz: "Olha, para pastoreardes a igreja de Deus, a qual ele comprou com o seu próprio sangue". Percebam, Paulo comissiona esses irmãos e ele diz: "Olha, vocês ficarão, eu vou partir, mas vocês ficarão para pastorear a igreja". Ele está falando para presbíteros. eram eles que deveriam então pastorear a igreja de Éfeso. Primeira Pedro, capítulo 5, versículo 1 e 2, nós temos essa mesma realidade. Pedro vira para os presbíteros das igrejas da dispersão e ele diz o seguinte: "Olha, rogo pois aos presbíteros que há entre vós, eu presbítero como eles." Pedro se coloca como presbítero. Ele é um apóstolo, mas ele também é um pastor da igreja. Ele diz: "Eu estou com vocês nessa". E ele diz, e testemunha do sofrimento de Cristo e ainda coparticipante da glória que há de ser revelada. Prestem atenção no verbo aí. Pastorei o rebanho de Deus que há entre vós, não por constrangimento, mas por espontaneamente, mas espontaneamente, como Deus quer, nem por só da ganância, mas de boa vontade. Percebam, Pedro também comissiona homens para que eles pudessem pastorear essas igrejas. E ele diz: "Olha, eu sou um presbítero como vocês são. Eu também estou pastoreando a igreja e vocês devem continuar nessa liderança do pastorei." Então, o primeiro ponto é que os presbíteros, na sua tarefa, eles são pastores da igreja. Olhem para os presbíteros dessa igreja como pastores de vocês. Todos eles são pastores de vocês. Quando vocês forem escolher em assembleia os próximos presbíteros, vocês precisam olhar e perceber essa característica. Será que ele tem esse dom para o pastoreio da igreja? Porque ele vai ser um pastor da igreja quando ele então é eleito para esse ofício. Os presbíteros pastoreiam a igreja. Segundo, os presbíteros são colocados por Cristo para governar a sua igreja. Olha só, o capítulo 30 da confissão de fé de Westminster, no seu primeiro parágrafo, nos alerta dizendo o seguinte: "O Senhor Jesus, como rei e cabeça da sua igreja, ele é o governador maioral da sua igreja, nela instituiu um governo nas mãos dos oficiais dela, governo distinto da magistratura civil. Cristo, que é o Senhor da igreja, aquele que se entregou pela sua igreja, orquestrou um plano, orquestrou uma liderança para sua igreja. E nessa liderança o que ele fez? Ele instituiu um governo nas mãos dos oficiais dela. E o governo ele é distinto da magistratura civil. Olha só, esse parágrafo da confissão destaca que Jesus é o governador da igreja, ele é o senhor da igreja e a gente não pode perder isso de vista. E por Jesus ser o governador, ele então tem o poder de designar governo, governadores subordinados a ele. E os governadores que Jesus designou sobre si são chamado de quê? De presbíteros. Eles são os pastores. Eles estarão no governo da igreja. Eles são regentes porque eles estão liderando a igreja. E isso vem do próprio Cristo para a sua igreja. Os presbíteros, portanto, que são colocados por Cristo para governar a sua igreja, eles são incubidos de poder. Poder que o próprio Cristo concede a eles, inclusive para quê? Para corrigir. No governo da igreja, eles corrigem as ovelhas de Cristo. Eles disciplinam quando necessário e eles até censuram um membro que se encontra em verdadeira contradição com a palavra de Deus. Isso, meus irmãos, fala do governo. Esses oficiais eles têm que governar, eles têm que liderar a igreja, inclusive colocando em prática essas ações, corrigir, disciplinar e censurar quando necessário. Mas olha aqui o ponto extremamente importante e positivo. Quando a gente pensa sobre o governo presbiteriano de igreja, isso é feito de maneira conciliar. Não é um só que faz isso. Não é um só que disciplina. Não é um só que corrige, não é um só que censura, isso é feito de maneira conciliar. Então, a reunião, eles sentam, conversam, debatem o assunto para que eles possam então tomar a decisão. É regido pela constituição da igreja, mas principalmente a nossa regra de fé e prática é qual? É a Bíblia. Eles o fazem amparados na Bíblia. Eles estão em uma missão, eles estão em um ofício que foi dado por Cristo. Eles obedecem ao governador máximo da igreja, que é Cristo, aquele que é o senhor da igreja. Mas como eles o fazem? Por meio da palavra. A palavra nos ensina o que deve ser feito. E eles estão então em submissão, fundamentados a esta palavra, governando então a igreja. Isso significa, meus irmãos, que os oficiais da igreja, apesar de eleito pelas pessoas, em última instância, não prestam contas às pessoas. Eu sei que pode parecer estranho isso daqui, mas pareiu um governo pra igreja. É ele que constitui os presbíteros como liderança da igreja. A quem os presbíteros devem prestar conta máxima? É para Cristo. Ele é o senhor da igreja. Eles prestam contas, então, para Cristo. A autoridade que eles exercem deriva de Cristo. Ela não deriva das pessoas. Eles não são uma comissão da igreja limitados a fazer a vontade dela. Às vezes a gente tem essa ideia de que, ah, eu elegi o presbítero tal e agora ele vai agir de acordo com o meu querer, com a minha vontade. Queridos, ele precisa ser submisso a Cristo. Ele tem que atender a vontade de Cristo. Quando a vontade de Cristo for contrária à sua vontade que o elegeu, sabe qual vontade que ele tem que acatar? Não é a sua, é a de Cristo. Ele foi colocado por Cristo nesse ofício. Mais propriamente, os oficiais da igreja devem a sua lealdade. Então, a vontade de Cristo representada na Escritura. Eles leem as escrituras. Por isso que uma das qualificações para o presbiterato é de que ele seja um conhecedor da Bíblia, alguém que estude a palavra de Deus, porque ele vai ter que agir em lealdade à vontade de Cristo, mas ele vai fazer isso por meio das Escrituras. Então, quando a vontade das pessoas entra em conflito com o ensino claro das escrituras, os oficiais da igreja têm o dever de acatar o ensino da escritura, qualquer que seja o custo para ele. Por mais impopular ou desconfortável que uma decisão correta seja aos olhos de alguns, o oficial da igreja pode descansar na segurança de que faz o que é certo aos olhos de Jesus. E mesmo naquele momento, a aprovação, se a provação de Jesus for tudo que ele tiver, ela é tudo que ele precisa para ser um oficial na igreja. Irmãos, igrejas em que os oficiais agem dessa maneira são igrejas que são abençoadas por Cristo. Oficiais que são submissos à vontade de Cristo, o Senhor da igreja, e não submissos à vontade da igreja, que por vezes de um irmão aqui, outro ali, que pode ser contrária à própria palavra de Deus. Então isso é claro que pode colocar a liderança da igreja por vezes de maneira impopular com a própria igreja, mas se está sendo fiel a Cristo, ok, vale a pena o preço da impopularidade. Deve seguir a vontade de Cristo. O que esses esses irmãos precisam, na verdade, é que eles sejam reconhecidos como fiéis a Cristo. E se eles estiverem assim fazendo, ok, isso é bênção para sua igreja. Terceiro, então os presbíteros têm o dever de proteger a sã doutrina. Primeiro, então ele é um pastor. Segundo, ele governa a igreja fazendo a vontade de Cristo e não da igreja. Depois ele então protege a sã doutrina. Lembrando-se que a igreja é a coluna e o fundamento da verdade. Como a primeira carta de Paulo fala a Timóteo no capítulo 3, versículo 15. A palavra de Deus, então, é essencial para esse ofício. Por meio da palavra, os presbíteros nutrem, confortam e admoestam aqueles de quem cuidam. É a palavra de Deus que concede aos presbíteros a autoridade necessária para falar e agir de conformidade com a vontade de quem o enviou. Quando necessário, eles devem exercer a disciplina cristã e eles o fazem fundamentado na palavra de Deus. Todos esses deveres aqui, irmãos, e expectativas são tremendos. Não surpreende que os requerimentos para o ofício sejam tão altos. Uma vida piedosa, conhecimento das escrituras e um amor genuíno pelas ovelhas. Considerando tudo isso, só se pode concluir que ter presbíteros fiéis é uma dádiva maravilhosa da graça de Deus ao seu povo. Esse foi o plano de Deus para a sua igreja. As bênçãos então de ter presbítero de maneira resumida. Primeiro, se o ofício de presbítero funcionar como deve, então o rebanho será estará sendo amorosamente cuidado. A vida piedosa será estimulada e o pecado será confrontado e a santidade será promovida. Se a gente tem presbíteros fiéis a Cristo, é essa realidade que a igreja vai contemplar. E é isso que a igreja precisa contemplar. Olha só as responsabilidades então adivindas do ofício. Os presbíteros devem então se portar como pessoas dignas desse ofício, demonstrar piedade exemplar, adornar seu ofício com a vida piedosa e ser assim um exemplo para os outros. Porém, meus irmãos, os presbíteros não são os únicos que possuem responsabilidades adivindas do privilégio do seu ofício. A igreja também tem responsabilidades para com esse ofício. E agora então que nós vamos voltar para o texto de Primeira Tessalonicenses, capítulo 5, versículos 12 e 13. O que esse texto nos ensina? Esse texto que foi lido no começo. Por vezes o apóstolo Paulo fala da igreja como um organismo vivo. Ele começa essa carta falando da igreja dessa maneira. Ele está escrevendo aos Tessalonicenses que receberam a palavra, que estavam dando bom testemunho para os outros. E Paulo elogia essa igreja. Por isso, Paulo está olhando paraa igreja como um organismo vivo, que é alimentado pela palavra, que é fundamentado na palavra, que deve viver então de acordo com essa palavra. Mas aqui nesses dois versos finais, ele foca na igreja como uma organização. Paulo termina essa primeira carta falando sobre falando dessa igreja como uma organização. E isso é feito para nos ensinar como devemos tratar os líderes da igreja. Percebam, eu mostrei várias responsabilidades que eles têm, tarefas que eles têm, o peso da liderança que eles exercem, mas e nós como igreja? Quais são as nossas responsabilidades para com esses irmãos? Quais são as nossas responsabilidades para com os oficiais da igreja de Cristo? Paulo aqui, então, no final nos ensina a ter pelo menos três atitudes em relação aos líderes da igreja. Primeiro, nós devemos acatar com apreço os nossos líderes eclesiásticos. Primeira Tessalonicenses 5:12 diz: "Olha, agora vos rogamos, irmãos, que acateis com apreço os que trabalham entre vós e os que vos presidem no Senhor e vos admoestram". Não é este o trabalho dos irmãos, dos presbíteros, dos oficiais da igreja? Eles estão a trabalho, a trabalho para Cristo. Eles presidem no Senhor e eles corrigem, eles admoestam a igreja. E o que Paulo vem e diz ele: "Olha, vocês precisam acatar com apreço aqueles que fazem isso. Vocês precisam olhar para eles, para o trabalho que eles dedicam e vocês precisam se relacionar com eles acatando com apreço." Paulo fala aqui, meus irmãos, de líderes que trabalham. E o verbo trabalhar aqui transmite a ideia de esforço intenso, fadiga, desgaste. Aqueles que são colocados como presbíteros e diáconos da igreja, trabalham, esforçam, estão aí a serviço para servir a igreja como se estivessem servindo ao próprio Cristo. Então eles trabalham, segundo, eles presidem no Senhor. A liderança espiritual é legítima porque ela é feita no Senhor. É em submissão à vontade de Cristo, a palavra de Cristo, aquilo que Cristo prescreve para sua igreja. Ela é no Senhor, ou seja, ela é debaixo da autoridade de Cristo. Ela é segunda palavra e ela é para servir ao povo de Deus como se estivessem servindo ao próprio Cristo. Eles também admoestam, corrigem e exortam. E nem sempre isso é agradável de se fazer, mas é necessário, porque é a vontade de Cristo para a igreja. Às vezes a gente tem aquela ideia de que no Novo Testamento a gente tem apenas a graça e no Antigo Testamento temos apenas a lei. Queridos, veja a mensagem de Jesus para a igreja de Tiatira. Nós temos um Jesus ali que está pronto a disciplinar uma pessoa da igreja que não se arrependia, não foi confrontada pela igreja. E Jesus tá ali dizendo: "Olha, eu vou discipliná-la, eu vou corrigi-la. Vocês não fizeram isso, mas eu vou fazer". Então, quando presbíteros disciplinam, quando presbíteros corrigem a igreja, eles o fazem porque é a vontade de Cristo para a igreja. A graça de Cristo está sendo comunicada nisso. O pai, ele corrige aqueles que são filhos. A correção não é, não significa que você não é filho. Pelo contrário, ela é um bom sinal de que você é filho. Mas são os presbíteros que são encarregados por Cristo de então fazer. Segundo, nós devemos amar, irmãos, e considerar profundamente os nossos líderes eclesiásticos. Olha só, é isso que o versículo 13 na parte A ensina. E que os tenhais com amor não é em pouca consideração. Paulo diz que os tenhais em amor em máxima consideração. Por quê? Por causa do trabalho que eles realizam, por causa do ofício, da responsabilidade que foi colocada sobre eles. Olha só. Paulo aqui fala de amor e máxima consideração. E o motivo é por causa do trabalho que realizam. Isso não é idolatria, a liderança, não é culto, a personalidade. O foco está na obra realizada para Deus e para o bem da igreja. O trabalho que eles fazem é um trabalho que agrada ao Senhor. É um trabalho que faz parte do plano de Deus para a caminhada da igreja. Por isso que eles devem então ser considerados com amor e máxima consideração. Devem ser tidos com amor e máxima consideração. Terceiro, irmãos, devemos lutar pela paz da igreja de Cristo. Paulo conclui no versículo 13, na parte B, dizendo: "Olha, vivei em paz uns com os outros". E em conexão então com as duas exortações que precedem imediatamente, Paulo então nos exorta a lutarmos juntos pela paz da igreja. Uma igreja saudável honra a liderança bíblica, desde claro que ela seja bíblica. Eu venho falando sobre isso. Líderes que servem humildemente e assim membros vivem em paz. Essa é uma igreja saudável, irmãos. Essa é uma igreja saudável. Mas quando há orgulho, rebeldia, disputas, críticas destrutivas, o que que acontece com a comunhão da igreja? A comunhão da igreja é afetada. Por isso que Paulo traz essas instruções. É respeito, é honra, é lutar pela paz. Queridos, a paz da igreja, ela não dependeu de nós para ela existir. Ela existe por causa de Cristo na cruz do Calvário. Ele torna possível a nossa paz. Mas há um exercício nosso de manutenção dessa paz. E aí a gente precisa agir de acordo com a palavra de Deus, como Paulo nos ensina a fazer aqui. Hebreus 13, versículo 17, corroborando com isso aqui, diz: "Olha, obedecei aos vossos guias e sede submissos para com eles, pois velam por vossa alma, como quem deve prestar contas." Irmãos, eles vão prestar conta. Os líderes da igreja vão prestar contas, o pastor vai prestar conta, os diáconos vão prestar contas para que façam isso com alegria e não gemendo, porque isso não aproveita a voz outros. Se não há um exercício pela manutenção da paz, se não há essa maneira de se relacionar com a liderança, queridos, eles vão fazer gemendo e isso não vai aproveitar na igreja. Isso não vai ser benéfico para a igreja. A igreja não vai se beneficiar. disso. Aplicações. Então, primeira para a igreja, honre seus líderes eclesiásticos. Ore por eles, coopere com alegria e valorize o trabalho. O trabalho que eles fazem é para o Senhor. E, queridos, é um trabalho árduo. É um trabalho árduo. Os trabalhos dos pastores, dos presbíteros regentes, presbíteros docentes, dos diáconos, não é um trabalho fácil. Há uma responsabilidade muito grande, porque quem nos comissiona é Cristo para fazê-la. Então esse trabalho precisa ser valorizado porque ele é feito para o Senhor e no Senhor. Quantas vezes você tem orado pelos presbíteros dessa igreja, pelos diáconos dessa igreja, eles precisam ser pautas da sua oração. Você precisa orar por eles para que a liderança de Cristo seja exercida da melhor maneira possível. Quantas vezes você tem cooperado com alegria com o trabalho dos nossos oficiais? Essa é uma aplicação para nós. A liderança da igreja, ela é ideia de Deus, não do homem. O criador todo-pereroso se agrada de usar instrumentos humanos que são em si mesmo fracos e falíveis, não são perfeitos para seus maravilhosos propósitos redentores. A honras, a honra lhes é devida, portanto, como ao Senhor, pois é a ele que representam no exercício do seu ofício. Se você honra um presbítero que é submisso à palavra de Deus, que está agindo de acordo com a vontade de Deus, é a mesma maneira de você estar honrando a Cristo. como se você estivesse honrando a Cristo, porque ele está agindo de acordo com a vontade de Deus. É claro, irmãos, que a liderança falha. A gente falha porque nós somos falíveis, mas sempre procuramos por meio da palavra de Deus agir segundo a vontade daquele que comissiona esses irmãos para esse trabalho. Aplicações. Então, agora para os oficiais. Oficiais, sirvam com humildade. Liderem pelo exemplo, como Pedro vai dizer na sua carta. Cuidem do rebanho com amor e lembrem-se de que pertencem a Cristo. Vocês pertencem a Cristo e o rebanho também pertencem a Cristo. Portanto, todo o trabalho do oficial, ele é um trabalho que ele ele tem uma referência cristocêntrica, porque ele é feito para Cristo. É o rebanho de Cristo do qual você faz parte, que você então foi comissionado para zelar. A quem a igreja então deve escolher, já que nós estamos nos aproximando de umas assembleia extraordinária paraa eleição. Queridos, a igreja deve reconhecer homens a quem Cristo dotou previamente para servirem como oficiais da igreja. Os presbíteros fazem o seu trabalho à luz da eternidade. O seu pastoreio afeta o destino eterno daqueles que estão sob os seus cuidados. Por isso que é tão importante você analisar as qualificações daquele que você vai eleger, daquele que você vai votar, daquele que você vai dizer: "Olha, esse daqui eu reconheço objetivamente que ele tem o chamado de Deus para esse ofício." O trabalho que eles fazem é a luz da eternidade. É Cristo, meus irmãos, que cria, quem cria o ofício. Ele define as suas funções e eles ele prescreve as qualificações para ele. A gente já viu isso. O pastor Thago trouxe um estudo sobre isso. Na primeira carta de Paulo a Timóteo, capítulo 3, versículo de 1 a 7, as qualificações são apresentadas. Tito, capítulo 1, versículo de 5 a 9, as qualificações são apresentadas. É Cristo que define quais são as qualificações dos oficiais. Porém, o Senhor, o cabeça da igreja convoca a igreja para reconhecer externamente, por meio da eleição, a vocações de homens que interiormente são chamados para o oficial. Irmãos, são vocacionados e há um aspecto subjetivo, porque é ele com Deus, mas há um aspecto objetivo que é quando a igreja ela então é comissionada por Cristo a reconhecer objetivamente que esse irmão tem as características, as qualificações para exercer o ofício, para que ele possa então exercer em submissão à vontade de Cristo. É assim que a igreja então deve eleger seus oficiais. Vamos orar. Senhor Deus, nós somos gratos pela tua palavra que nos ensina a lidarmos corretamente com a liderança que o Senhor instituiu para sua igreja. O Senhor constituiu, ó Deus, nessa igreja oficiais e nós somos gratos, ó Deus, pela vida deles. O Senhor tem dado tarefas e responsabilidades para eles, mas o Senhor também nos dá como igreja do Senhor. Pedimos a Deus que o Senhor nos direcione para que possamos com sabedoria eleger aqueles que irão compor o quadro de oficiais dessa igreja. E assim, ó Deus, em submissão à vontade de Cristo, irão governar e servir a igreja do Senhor. Que o Senhor nos dê sabedoria, que o Senhor abençoe essa igreja para que a vontade do Senhor, que é boa, agradável e perfeita, venha reinar sobre a vida dessa igreja. É no nome de Cristo, Pai, que nós oramos e pedimos. Amém. Quero convidar aqui à frente al meus irmãos, em obediência também à palavra do Senhor, nós temos a oportunidade nessa manhã de participarmos da ceia do Senhor. E um desses que também era presbítero, apóstolo Paulo, disse em Primeira Coríntios, no capítulo de número 11, versículo de número 23, "Porque eu recebi do Senhor o que também vos entreguei, que o Senhor Jesus, na noite em que foi traído, tomou o pão e, tendo dado graças, o partiu e disse: "Isto é o meu corpo que é dado por vós. Fazei isso em memória de mim". Por semelhante modo, depois de haver seado, tomou também o cálice, dizendo: "Este cálice é nova aliança no meu sangue. Fazei isso todas as vezes que o beberdes em memória de mim". É uma ordenança da parte de Cristo Jesus. Participar da ceia, irmãos, é para nós uma responsabilidade como crentes no Senhor. Para isso, eu convido aqui à frente os presbíteros eleitos por esta igreja, para que e pastores para que possamos servir a nossa igreja, que mediante a palavra do Senhor, meus irmãos podem vir para cá, que mediante a palavra do nosso Senhor, que nos deu cada um desses detalhes aqui, é o sangue da nova aliança. nova aliança que é nos dada por meio de Cristo Jesus. Na antiga aliança, o que nós tínhamos era o sangue de touro, sangue de bodes, sangue de animais que eram vertidos, assim como Hebreus diz para nós. Mas a nova aliança, o sangue é o sangue de Cristo e é de uma vez por todas para o perdão dos nossos pecados. Nós temos uma oportunidade maravilhosa de bendizer ao nome do Senhor Jesus Cristo nessa manhã. Por isso, fechemos os nossos olhos e oremos, porque agora estão no seu uso comum. Mas após a oração, o pão simbolizará o corpo, o sangue o vinho simbolizará o sangue de Cristo Jesus. Não há de se transformar, não se trata de uma transubstanciação, mas de maneira simbológica ele vem trazendo a presença real de Cristo. Como assim nós cremos ao nosso meio. Vamos orar ao Senhor. Graças te damos, Senhor Jesus, pela rica oportunidade de estarmos neste lugar e podermos, Senhor Deus, desfrutar comendo do pão, bebendo do cálice, anunciando a morte do Senhor até que o Senhor venha. Obrigado pelo teu sacrifício, pela tua morte ali naquela cruz que nos deu vida. Nós assim pedimos ao Senhor, Pai, que nos fortaleça como crentes diante da tua presença. É a oração que fazemos no nome de Cristo Jesus, nosso Senhor. Amém. E amém. Você que vai se participar, por favor, fique de pé para que você seja identificado. Lembrando, meus irmãos, que essa não é a ceia presbiteriana, essa é a mesa do Senhor. É a mesa do Senhor. Você que está em comunhão com a igreja de Cristo, comunhão com o Pai, com o Filho, com o Espírito Santo, avalie a si mesmo e assim coma do pão e beba do cálice. As mulheres iniciam. Jesus tomou pão e repartiu [música] a cada um. Tomai e comei. Esse é meu corpo perecido por [música][canto] vós. Fazem isto em memória [música] de mim. Faz isto em memória de mim. [música] Os homens também tomou o cáicinho de a cada [canto] um. [música] Tomai e bebei. Este é o meu sangue oferecido [música] por vós. Este sangue é a nova aliança. Este [música] sangue é a nova aliança. Como igreja nos levantamos. em teu louvor. O teu corpo e teu sangue nos unimos [música][canto] no amor. Te adoramos, te bendizemos, [música] Rei dos reis e Senhor, desde agora [canto][música] e para sempre. Amém. >> [música] >> Como igreja, [música] nos levantamos em teu louvor, o teu corpo [música] e teu sangue Sangue nos unimos no amor. Te adoramos, te bendizemos. Reis, [música] Senhor. Deja agora [música] e para sempre. Veja agora e [música] para sempre. Seja agora e para sempre. [música] Amém. diante de nós, o pão que simboliza o corpo de Cristo Jesus, que por nós foi partido naquela cruz você pode desrosquear e assim nós comeremos juntos. Comamos todos. O vinho que simboliza o sangue que por nós foi vertido no madeiro. Tomemos. >> É, por favor. Senhor Deus, graças te damos por esta manhã, porque o Senhor nos direcionou até aqui para adorá-lo, para bendizer o teu santo nome. Obrigado, ó Deus, pela vida de cada um aqui presente. Obrigado, ó Deus, porque o Senhor nos chamou pelo teu bendito evangelho. E nós respondemos aqui nesta manhã em adoração ao Senhor. Pedimos a bênção do Senhor para a continuidade do nosso dia. Que o Senhor nos conduza para que vivamos um dia na presença do Senhor e para a glória do Senhor. É no nome de Cristo que nós oramos e agradecemos. Amém. Meus irmãos, que a maravilhosa graça do nosso Senhor e Salvador Jesus Cristo, o amor de Deus Pai, a comunhão e a consolação do Espírito Santo estejam com todos aqui, com toda a igreja de Cristo, espalhada pela face da terra, não só hoje, mas para todo sempre. Amém. Poder sentar. Ouçamos o nosso pós-lúde. Что? Meus irmãos, nós encerramos então nosso culto público de adoração ao Senhor. E agora eu quero dar alguns avisos, mas antes eu quero dar uma saudação aos visitantes. Se tem alguém que nos visita aqui pela primeira vez, pudesse colocar de pé. Se não for constrangimento, a gente quer conhecer. Temos aqui os nossos irmãos, temos aqui também. Sejam bem-vindos. Deus abençoe vocês. É uma alegria para nós tê-los conosco para culto ao Senhor. Se tem alguém aqui que não conhece as doutrinas da IPB, quiser conhecer melhor, nós temos uma sala de fundamentos da fé na nossa Escola Bíblica Dominical que acontece aqui na capela do lado. Queridos, eu quero lembrá-los e aí eu peço bastante atenção de vocês, da nossa eleição de oficiais. Ah, o Conselho da Primeira Igreja Preseriana de Goiânia convoca os seus membros para a eleição de presbíteros e diáconos, conforme o edital 002/2026. Assembleia Geral Extraordinária na primeira convocação vai acontecer agora no dia 24/05, domingo às 9 horas, no próximo domingo. Segunda convocação, se necessária, vai ser no dia 31/05/2026, também no domingo às 9 horas. local presencial na sede da PIPG, vagas em eleição, três presbíteros e cinco diáconos. E quem pode votar? Membros comungantes presentes na assembleia. Forma de votação vai ser eletrônica, por meio de dispositivo pessoal via QRcode ou tablets disponibilizados no local. Se você tiver com alguma dificuldade, com seu CPF no rall de membros da igreja, você pode procurar a secretaria para que isso seja resolvido, pois é necessário para que você então possa fazer sua votação nesse dia. Queridos, nós vamos então agora nos dividir em classe paraa nossa Escola Bíblica Dominical. Que Deus nos abençoe, abençoe você nessa manhã de estudos.