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POR QUE É IMPORTANTE ENTENDER COMO ERAM OS PRIMEIROS LEITORES BÍBLICOS? – VALDEMAR KROKER

POR QUE É IMPORTANTE ENTENDER COMO ERAM OS PRIMEIROS LEITORES BÍBLICOS? – VALDEMAR KROKER

POR QUE É IMPORTANTE ENTENDER COMO ERAM OS PRIMEIROS LEITORES BÍBLICOS? – VALDEMAR KROKER

A Bíblia foi escrita em contextos históricos específicos e direcionada, inicialmente, a pessoas e comunidades reais. Compreender quem eram esses primeiros leitores pode ajudar muito na forma como interpretamos o texto hoje. Neste video, Valdemar Kroker explica por que conhecer o contexto dos primeiros leitores da Bíblia é um passo importante para uma leitura mais fiel e cuidadosa das Escrituras.

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Legendas automáticas:

E eu acho que isso tá intimamente
relacionado à próxima pergunta. também
tem tudo a ver com essa questão
contextual, que é perceber quem são os
destinatários
daquele livro, daquela carta,
como a essa percepção dos destinatários
originais também vai nos ajudar a ler o
texto mais adequadamente.
>> Eh, citei um exemplo, né, bem eh
específico dos Coríntios, né? Eh, o
importante é de fato a gente gastar
tempo
>> com o estudo do contexto original. Eh, a
gente precisa atrás de materiais, eh,
claro, fazer as leituras cruzadas na
própria Bíblia. Eh, Atos vai mostrar
algumas coisas de várias das igrejas que
recebem cartas depois das cidades, né?
Então, a gente pode estudar o básico por
ali, mas tem muitos, muitos outros
materiais, tem ótimos eh autores, né? a
gente publica mesmo eh várias obras
desses autores de contexto. Eh, Craig
Kinner é um grande autor nesse sentido,
eh, e que nos ajudem a estudar bem o
contexto original, não faz mal, até para
que para tornar a mensagem, quando a
gente dá um estudo, uma pregação, para
tornar isso mais interessante, eh, né,
vai dizer menos abobrinha e mais coisa
com coisa e tornar a mensagem mais
interessante, né?
O outro aspecto, é o outro aspecto é a
gente estudar bem o nosso contexto eh
das pessoas. Isso significa conviver com
as pessoas, isso significa tá ligado nas
notícias, eh, no que acontece à nossa
volta. Eh, hoje é muito difícil filtrar
corretamente o que tá vindo a nós dos
acontecimentos, né? Não vamos nem entrar
no noticiário nacional desses dias aí,
porque é muito complicado isso, né? Mas
nós precisamos identificar eh
especificidades dos problemas atuais que
as pessoas passam
e aí construir as pontes. E claro, você
tem que conectar pontes, tentar
encontrar eh lá na situação antiga,
passando pelo texto, o texto vai ser a
ponte para chegar com essa mensagem
paraa situação específica atual. Eh,
isso significa, em resumo, eh, estudar
bem as duas situações, estudar bem o
contexto original e ser conhecedor,
conviver com as pessoas hoje no dia a
dia para poder levar uma mensagem
adequada, apropriada pro contexto dela.
>> Isso aí. Então isso responde como que
nós podemos equilibrar, né, essas
informações contextuais com a aplicação
para os nossos dias, não fazer um bom
trabalho entre entender as aplicações
para o destinatário original, mas também
as aplicações pra gente, né? Porque eu
acho que isso é importante enfatizar,
porque a leitura comum das pessoas tende
a ler o texto e aplicar diretamente a
si, quando não entendem muitas vezes que
alguns textos eles têm uma aplicação
mais específica para o público original
e uma implicação daquela aplicação para
nós, mas não necessariamente o mesmo
direcionamento que os destinatários
originais tiveram, né? Eh, aquela pessoa
que lê o texto e o texto tá dizendo
assim: "Nós ou vocês?" E ela acha que o
autor tá dizendo nós, eh, eh, eu, Paulo,
do século e você, eh, João do século XX.
E coloca tudo no mesmo balaio ali, né? E
aí complica a interpretação, né?
>> É. É. E e deu paraer isso ver isso no
exemplo anterior que eu usei eh eh a
questão, por exemplo, hoje quando se eh
programa uma refeição comunitária, como
tivemos a nossa igreja domingo passado,
não tem esse problema. Eh eh inclusive
nós fazemos umas cinco, seis vezes por
ano na igreja um almoço em que cada um
contribui com quanto pode. Pessoas com
quatro filhos chegam lá e dão eh R$ 20,
R$ 30. é o que elas podem dar, enquanto
outros podem dar mais, né? E realmente
há essa essa comunhão muito preciosa e
nunca faltou, anos e anos essa prática
nunca faltou. Sempre sobra um valor que
a gente usa para ajudar com eh ajudar
pessoas para ir para retiro. A palavra
não daria para aproveitar e aplicar a
palavra de Paulo, né? Espere pelo outro
para comer. Não, a gente come junto lá,
né? e todo mundo come a mesma comida, é
comida boa. Eh, mas o, e depois eu fiz a
aplicação, como eu falei, aprendi com
com o Blomberg, né, eh, de a gente
considerar a pessoa em maior necessidade
e se empenhar para que no dia a dia, não
só numa refeição, mas no dia a dia, ela
seja ajudada nas suas [música]
necessidades, eh, não só financeiras,
mas também emocionais, espirituais.
Oh.

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