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A fé vem pelo ouvir

Quando a Carne Zomba da Graça | Josemar Bessa

Quando a Carne Zomba da Graça   | Josemar Bessa

Quando a Carne Zomba da Graça | Josemar Bessa

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Legendas automáticas:

É muito comum as pessoas perguntarem nos
nossos dias
se um cristão não é uma pessoa que é que
se diz cristã não acredita nas doutrinas
da graça se isso ainda é o evangelho.
É estranho.
É estranha a pergunta, não é?
Outra coisa que a gente vê junto com
isso é que a definição de legalismo para
muitas pessoas está completamente errada
para muitos cristãos.
Então, nós queremos falar sobre as duas
coisas.
Nosso texto vai ser Gálatas 4 verso 24,
que diz assim: "E isso é usado aqui como
uma ilustração.
Estas mulheres representam duas
alianças. Uma aliança procede do monte
Sinai e gera filhos para a escravidão.
Esta é H.
Paulo está falando exatamente sobre
essas duas coisas que eu coloquei aqui.
Nós podemos começar fazendo uma
afirmação: lei e graça não se misturam.
Você tem uma coisa ou outra. Você não
pode ter parte de cada uma e chamar
isso, por exemplo, de evangelho.
Esse esse é o assunto. Lei e graça não
se misturam, não são tons da mesma cor,
sabe? Um um vermelho e um vermelho um
pouco mais claro que pode ficar ali
perto. Não são degraus da mesma escada.
Não é que a lei é um degrau, a graça é
outro e tá tudo junto no contexto. Não.
São duas maneiras complementares de
chegar ao mesmo lugar.
Não são duas coisas que se juntam para
formar um caminho para nós. São dois
mundos, sabe? A galáxia de Andrômeda,
a mais próxima daqui, mas tão distante,
tão distante que é inimaginável o
tamanho dela, maior que a nossa. Então,
dois mundos totalmente diferentes, lei e
graça. São dois mundos, são duas
alianças, duas lógicas, dois
fundamentos,
dos destinos diferentes
numa e na outra. A lei diz: "Faça e
viverá".
A graça diz: Cristo fez, portanto, viva.
Não há nada na lei e no evangelho que
possa uni-los, porque dizem coisas
totalmente diferente. A lei exige
obediência perfeita do homem.
A graça entrega a obediência perfeita de
Cristo.
A lei coloca o pecador diante de Deus
com mãos cheias de dever. Me ame com
todo o seu coração, toda a sua força,
toda a sua vontade, dia após dia,
segundo a segundo, desde que você nasceu
até morrer. E nunca, nem por pensamento,
sentimento,
faça outra coisa. Que não seja isso.
A lei coloca o pecador diante de Deus
com mãos cheias de dever. A graça coloca
o pecador diante de Deus com mãos vazias
que se agarram no Salvador.
A lei pergunta: "O que você fez?"
Sabe quando Deus
perguntou a ao casal: "O que vocês
fizeram?
Vocês comeram do fruto?"
A graça pergunta: "O que Cristo
consumou? O que ele encerrou? O que ele
fez definitivamente?" Nunca pergunta o
que eu fiz. Essa linha precisa
permanecer clara, clara. Uma lenha que
se atravessada, você perdeu o evangelho.
Quando ela é apagada, o evangelho
escurece. Escurece. Não porque a lei
seja má, a lei é santa, justa e boa,
como nós sabemos, ela revela o caráter
de Deus, mostra a tua corrupção, mostra
o teu pecado. A lei cala a boca de todo
mundo e arranca da consciência toda
culpa.
Mas a lei não salva, não salvou ninguém
e não vai salvar e não pode ser
misturada.
com o evangelho é Sara e Agar. Paulo
está dizendo,
a lei nunca salvou, nunca justificou,
nunca deu vida a um pecador em toda a
história. Nunca foi escada para o céu,
nunca foi sangue para lavar a culpa.
A lei vem para que a culpa abonde, para
mostrar a a a depravação do coração.
Quando o homem usa a lei como um caminho
de justificação, transforma uma serva
santa
em Senhor cruel.
E quando tudo,
quando o homem tenta misturar lei e
graça, destrói
as duas. Você não tem nem mais a graça,
nem a lei.
Você destrói a graça e a lei na sua
consciência,
porque a graça não aceita ser metade da
salvação.
Cristo não aceita ser o ajudante da
justiça própria
que viria da lei. O evangelho não diz:
"Faça sua parte. Cristo vai fazer a
dele. Cristo vai completar o restante.
Isso é legalismo com o vocabulário
cristão. Infelizmente, legalismo para
muitas pessoas são eh a roupa que as
pessoas usam, eh, são regras que os
homens inventaram. Não, não. A lei é
legalismo. Se você achar que a lei
participou de qualquer maneira, a não
ser te condenando da tua salvação, você
é um legalista. Você não entendeu o
evangelho.
Tem dizer assim: "Ah, mas aquela aquela
igreja ela não é legalista porque ele
está pensando em coisas externas, em
regras que o homem cria, mas as tu vai
ouvir e aquela igreja é totalmente
legalista".
Isso é legalismo com vocal cristão. É
orgulho com um verniz de humildade. É
uma lei pintada só com verniz de graça.
É a incredulidade vestida de prudência e
a carne tentando sobreviver dentro
da onde as pessoas deviam ter morrido
para lei. O coração humano ama essa
mistura porque ela preserva alguma
glória para nós
na nossa salvação.
Esse era o problema aqui que Paulo está
tocando tão severamente
falando sobre um falso evangelho. O
homem quer graça para perdoar o que
falta,
mas quer lei para sustentar sua vaidade
de que ele fez alguma coisa por sua
salvação. O faz que o diferenciou dos
outros homens.
Ele quer misericórdia, mas ele quer
algum mérito. Alguma parte da sua
salvação tem que ser creditada a ele.
Ele quer ser socorrido, mas ele não quer
ser socorrido como um mendigo
indigente.
Ele não quer ser socorrido por alguém
totalmente incapaz. Ele não quer ser
socorrido como alguém totalmente
depravado.
Quer Cristo como auxílio, mas não como
um salvador total.
Que é Cristo que diz está consumado. Tem
que dizer não, a tua parte, né? Minha
parte ainda vou fazer.
quer que Jesus entre na balança, mas não
quer Jesus, que Jesus quebre a balança e
diga: "Não existe balança,
eu fui o único peso na balança, não tem
mais balança."
Essa é a doença do coração humano morto
em delitos e pecados, quer ele se diga
cristão ou não. O homem natural prefere
uma salvação difícil, desde que ainda
possa chamá-la de alguma forma de uma
conquista
na qual eu participei. E uma salvação
gratuita que o obrigue a confessar que
não trouxe nada,
que não tinha vontade, que não tinha
desejos, que amava as trevas, nada
pagou, nada mereceu e nada pôde
produzir.
ofende. Prefere carregar pedras até
sangrar. Se no fim puder dizer algumas
pedras nesse edifício, eu que coloquei.
Prefere subir degraus impossíveis se no
fim puder dizer: "Eu subi,
eu alcancei."
Prefere uma religião pesada, desde que
essa religião lhe permita olhar para
outro homem e dizer: "Eu sou melhor que
você. Tá vendo? Porque você está no
inferno e eu no céu: "Eu sou melhor que
você. mais humilde,
um coração mais contrito.
Mas a graça mata esse discurso.
Esse discurso sempre é puro legalismo.
Ela tira o homem do centro, tira sua
medalha, não tem medalha, tira a sua
reivindicação, tira a sua última moeda
espiritual. Não é que você, Deus vai
entrar com uma fortuna e você vai botar
sua moedinha. Você não tem moeda, você
não tem nada, nada.
tira até o prazer secreto de se imaginar
menos necessitado que os outros. Aquele
cara ali precisa de mais graça do que
eu.
Ele tá num buraco mais fundo.
Ele está num tremedal de lama mais
perigoso. Por isso a graça é tão
ofensiva. Ela não fere apenas pecados
grosseiros.
Ela fere também tua justiça própria.
Ela fere o bêbado,
a prostituta e o fariseu. Fere todo
mundo a graça.
Fere o imoral
e o religioso pensa que ele tem alguma
vantagem, mas fere o religioso também.
Fere o rebelde declarado
e fere o homem respeitável que construiu
sua vida sobre a própria descência. A
vida dele é um monumento à descência.
Então a graça vai fere ele. E aquele ali
é um monumento à imoralidade. Fere ele
também. A graça diz a todo mundo, você
não vai ser salvo porque foi melhor.
Você não será aceito porque tentou mais
do que as outras pessoas. Você não será
justificado porque teve intenções
sinceras enquanto os outros não tiveram
essas intenções. Você não será recebido
porque sua obediência compensou suas
falhas, pelo menos em parte.
Você será salvo por Cristo ou você não
será salvo?
Você será salvo só pelo que ele fez ou
você está perdido? quer que seja cristão
ou não, se diga, quer pertençam à igreja
ou não, quer finja que acredita no
evangelho ou não.
Por isso, Romanos 11:6 é tão cortante. E
se é pela graça, já não é pelas obras.
Se fosse a graça, já não seria a graça.
Nada pode ser. Mas claro, se é graça,
não é obras, não há mistura. Paulo diz,
se você misturar um pouco de obras com a
graça, acabou.
Não é mais o evangelho.
Não há mistura, não há meitermo. Não há
um pequeno pedaço de mérito humano
escondido debaixo da mesa da redenção.
Se uma gota de mérito entra como
fundamento, a graça não é mais graça.
Então não há salvação, porque só a graça
salva.
Se a obediência do homem divide o chão
da justificação com a obediência de
Cristo, o evangelho foi trocado por
escravidão.
Mas a aliança das obras
não fala suavemente.
Porque o que as pessoas não entendem no
seu legalismo é que
a lei
não aceita quase obediência, quase
perfeito. Olha que tá todo mundo longe
desse quase perfeito, mas nem quase ela
aceita, não é? Não aceita sinceridade no
lugar da perfeição. A lei não. Não
aceita esforço no lugar de pureza
absoluta. Aliança das obras diz: "Faça e
viverá. Obedeça e viverá. Não importa
qual é o pecado.
Ah, mas é aquele pecado. Comeu um fruto
foi pecado.
Obedeça perfeitamente e você será
aceito.
Viva desde que foi concebido até o
morrer como Cristo e você vai ser
aceito.
Quebre um mandamento em um segundo da
sua vida e você morrerá.
E não há negociação.
Comeu o fruto. Você pensa, comer o fruto
não é tão grave. Comeu fruto.
Agora o salário do pecado é a morte. Ao
pó você vai tornar. Você está morto
espiritualmente.
Não um grande mandamento. Não muitos,
um. Uma vez só seria suficiente. Como
foi.
Hã. A lei não diz faça melhor que você
puder não diz seja sincero não diz
compare-se com os outros piores que
você. A lei diz seja perfeito como Deus.
Ame a Deus de todo o coração, toda a
alma, de todo entendimento, de todas as
suas forças. Quando quando? Sempre. sem
nenhuma queda, sem nunca nada que você
faça frio. Tudo que você fizer tem que
estar queimando de amor perfeito por
Deus. Porque uma oração sua que for fria
é o suficiente
para quebrar toda a lei. Sem distração,
sem esquecimento de Deus, sem idolatria,
sem orgulho, sem nenhum única motivação
no coração que tem a menor mancha.
Ame ao teu próximo como a si mesmo,
sempre, cada instante, todo tempo. E se
você quiser viver pela lei como aliança,
esse é o caminho.
Isso não é o evangelho, isso é a lei.
Tem gente diz assim: "Ah, agora eu só
prego o evangelho, amo o seu próximo
como a si mesmo e a Deus". Isso é a lei.
Isso não é o evangelho.
Qual o resumo da lei?
É o Senhor, teu Deus de todo o teu
coração, alma, força e é o seu próximo
ativimento. Isso não é o evangelho, isso
é a lei. Se alguém vai ser salvo por
cumprir a lei, então vai ser uma pessoa
que amou a Deus de todo coração, alma,
força e o seu próximo como a si mesmo,
desde que nasceu até morrer.
Não tente abaixar o Sinai para que a sua
carne consiga subir nele.
Não tente suavizar o trovão da lei. A
lei exige tudo
e se exige tudo,
condena qualquer um que não entrega tudo
perfeitamente a Deus.
Por isso Gálatas é tão severo. Paulo não
trata essa confusão como detalhe. Ah, um
detalhe. A pessoa não entende isso, mas
entende o evangelho. Ele vê escravidão,
ele vê outro evangelho. Vocês saíram do
evangelho.
E não existe outro. Vê Cristo sendo
obscurecido
pelo que o homem faz. Vê homens tentando
começar pelo espírito e terminar na
carne. Será que o que vocês vão começar
pelo espírito e terminar na carne? O
espírito soberanamente regenerou vocês e
agora vocês vão completar a obra dele.
Vê a cruz sendo reduzida à ajuda. Ele
disse: "Vocês esvaziaram a cruz
quando na verdade a cruz não é uma ajuda
para o homem que Deus salva. Ela é o
está consumado. Acabou.
Ninguém é justificado pela prática da
lei, mas apenas mediante esse domo da
própria graça de uma fé verdadeira na no
evangelho, no que Cristo fez sozinho.
Não pela soma de méritos, por Cristo,
não pelo desempenho religioso, por
Cristo, não pela obediência que
apresentamos depois da conversão, pela
obediência que ele apresentou
perfeitamente em nosso lugar.
Romanos 10 diz que muitos procurando
estabelecer sua justiça própria não se
submeteram a justiça de Deus. Sempre que
eu tento achar que algo bom em mim pode
ser misturado ao que Cristo fez, eu
estou tentando estabelecer minha justiça
própria. Então eu não estou me
submetendo à justiça que vem de Deus.
Essa frase revela o coração do
legalismo.
Ela não é apenas e eh o legalismo não é
excesso de regras ou não é você
inventar, isso também é, mas é você
basear qualquer coisa na lei a tua
salvação. Qualquer coisa. Recusa de
receber uma justiça que vem de fora de
você, sem nenhuma justiça que saiu de
você ou própria.
Recusa de ser salvo como devedor,
insolvente, falido,
só chegou com dívida, não contribuiu com
nada. Cristo é o fim da lei para a
justificação de todo aquele que crê.
Ele é o fim. Ele não é o assistente da
lei para que a gente finalmente consiga
cumprir as suas exigências. Ele não é o
complemento, não é a peça que faltava no
seu projeto religioso.
A lei aponta para ele. É a única coisa
que ela faz.
Aponta paraa sua depravação e aponta
para Cristo. A condenação da lei nos
empurra para ele. Não diz para nós nos
esforçarmos mais. A culpa revela a
necessidade dele. A santidade de Deus
mostra que só ele pode permanecer de pé
diante de Deus. O único homem, homem
nenhum mas pode. Por quê? Por causa da
lei.
E ele permaneceu.
Cristo obedeceu onde Adão caiu. Cristo
permaneceu onde Israel falhou. Cristo
cumpriu onde nós quebramos. Cristo
guardou onde nossa vontade se curvou ao
pecado.
Cristo se curvou ao Pai perfeitamente.
Onde nossa vida acumulou dívida. Cristo
apresentou justiça perfeita.
Esse é o evangelho. Cristo sofreu não
como um márte,
não como um exemplo. Sofreu como
substituto, como cordeiro,
como fiador da aliança, como aquele
sobre quem caiu a maldição,
que é a única coisa que nós merecemos.
Malditos.
É isso.
Essa é a aliança da graça.
Paulo está dizendo, não tente
misturá-las.
Não uma salvação que começa com Deus e
termina no nosso desempenho instável
do homem, não é? A graça repousa em
Cristo, foi planejada em Cristo,
comprada em Cristo, selada em Cristo,
aplicada pelo Espírito Santo de Cristo e
guardada pelo poder de Deus paraa glória
de Cristo.
Por isso, Efésios declara: "Pois vocês
são salvos pela graça, por meio da fé, e
isso não vem de vós. É dom de Deus, não
por obras, para que ninguém se glorie."
A graça nunca deixa o homem atribuir
nada a ele.
Para que ninguém se glorie, ou seja,
esse para que ninguém se glorie é a
morte do legalismo. Só aí o legalismo
morreu.
Ninguém,
ninguém. Quem? Nem o moralista,
nem o religioso, nem o disciplinado, nem
o teólogo, nem o pastor, nem aquele que
se julga mais sério que os outros, mas
comprometido. Ninguém,
ninguém, ninguém se gloria. A salvação
fecha a boca da vanglória. A salvação
pela graça, o evangelho só abre a boca
do louvor.
Ele encerra a boca do da vanglória que
está a linha. De um lado, a lei como
aliança. Paulo diz: "Essas duas mulheres
representam duas alianças.
De um lado, a lei como aliança. Faça,
alcance, prove, sustente, mereça,
pague
do outro a graça. Receba, descansa,
creia, renda-se, viva em Cristo.
Se você está debaixo da lei como
fundamento da tua aceitação, você não
vai ter paz. A lei não faz isso.
Sempre vai faltar algo.
Você não vai precisar nem da santidade
de Deus à tua frente. Você mesmo vai
sempre pensar: "Essa oração não foi
perfeita. Meu dia de hoje foi toda as
melhores coisas que foi orá-lo e a
Bíblia, não foi nada perfeito.
Sempre faltará algo. Sempre há uma
rachadura, uma omissão, uma intenção
manchada, um amor incompleto, uma dívida
maior do que a sua capacidade de
pagamento. Mas se você está em Cristo, a
pergunta final mudou. Não é mais essa.
Não é você fez o suficiente hoje? Fez o
suficiente ontem, vai fazer o suficiente
amanhã. A pergunta é: Cristo fez o
suficiente?
E a resposta do evangelho é: sim.
Ele fez o suficiente. Acabou. Ele
sentou. Não tem mais nada para fazer.
A lei exige uma vida perfeita.
A graça te entrega um Cristo perfeito.
Misture as duas e você perdeu tudo. Você
nem cumpriu a lei e nem está no
evangelho.
Há uma esposa livre e há uma serva, a
Sara e H. Paulo está dizendo a a mãe da
promessa Sara e a mãe da escravidão. Há
uma casa dividida por uma diferença que
Deus mesmo revelou.
Sara e Agar não são apenas duas mulheres
em uma história antiga.
Paulo diz: "São duas alianças, são
sinais, são figuras, são duas alianças
colocadas diante da nossa consciência.
Uma aponta para liberdade, a outra gera
filhos para escravidão. Todos os filhos
que ela gera é para escravidão. Uma
repousa da promessa, o filho da
promessa, Sara e Isaque. A outra se
levanta no Sinai com trovões, exigências
e condenação.
Uma diz: "Deus fez". A outra diz: "Faça
você mesmo". Uma mostra o filho que
nasce porque Deus prometeu,
sem que o homem tivesse nenhuma
capacidade de ter. A outra mostra o
filho que da força humana,
da tentativa humana, da carne, tentando
produzir o que somente a promessa
poderia dar.
Por isso que um é o filho da promessa.
E precisamos entender isso com clareza,
porque o coração humano sempre tenta
trocar a mãe. O grande, o legalismo
ou o evangelho, supostamente sem as
doutrinas da graça que pode salvar é H,
não é? E o coração natural sempre gosta
de trocar em mãe, ou pelo menos ter as
duas mães,
sempre tenta sair de casa, da casa da
promessa e voltar para os braços da
escrava. sempre tenta abandonar a
liberdade da graça para buscar a
segurança dura de méritos.
Mas Paulo diz que essas mulheres
representam duas alianças.
E a primeira coisa que precisa ser dita
é esta: Sara veio antes de Agar.
A esposa livre veio antes da serva.
Isso importa? Isso importa. A graça veio
antes do Sinai, veio antes das tábuas da
lei,
antes dos trovões, antes das tábuas de
pedra, antes de o homem tentar se cobrir
com folhas no jardim,
antes da serpente mentir,
antes de haver culpa na consciência
humana, a graça estava no coração eterno
de Deus.
Como Sara era esposa de Abraão muito
antes de Agar aparecer na história, a
salvação em Cristo não foi um improviso,
não é uma resposta, não foi um uma
emergência, não é uma uma ação
emergencial, não foi reação divina ao
nosso fracasso. Não, não, não, não.
Antes da fundação do mundo, Deus já
havia amado seu povo em Cristo.
Efésios diz: "Porque Deus nos escolheu
nele antes da criação do mundo para
sermos santos e repreensíveis em sua
presença. Em amor nos predestinou para
sermos adotados como filhos por meio de
Jesus Cristo, conforme o bom propósito
ou beneplácito, né, da sua vontade. Isso
significa que a graça é mais antiga que
a sua culpa. A graça é mais antiga que o
meu pecado. Ela existe antes que o meu
pecado existisse. Existe antes do
jardim. Ela é mais antiga que a sua
queda. A graça é mais antiga que a sua
vergonha, mais antiga que as suas
tentativas fracassadas de se tornar
aceitável diante de Deus, mesmo que seja
em parte. O pecado não surpreendeu Deus.
A cruz não é um plano desesperado.
A redenção não nasceu quando o céu
percebeu que a humanidade escapou do
controle.
A graça veio antes. Sara veio antes. A
aliança da graça estava ordenada em
Cristo antes que Adão respirasse no
jardim pela primeira vez.
Antes que Adão respirasse do jardim em
Cristo era o cordeiro que foi morto
antes da fundação do mundo. Isso esmaga
nossa vaidade, consola profundamente o
nosso medo. Se a graça nasceu antes do
pecado, o pecado não é mais forte do que
a graça.
O pecado está lá exatamente para o
triunfo da graça.
Se Cristo foi dado no conselho eterno de
Deus, a salvação não repousa no chão
frágil da vontade do Josemar, da nossa
vontade, mas repousa num imutável
fundamento da aliança eterna entre as
três pessoas da bendita trindade. Paulo
diz a Timóteo que Deus nos salvou e nos
chamou com santa vocação. Nos salvou e
depois nos chamou. E ele diz assim: "Não
em virtude das nossas obras, nem por
causa, mas por causa da sua própria
determinação e graça. Essa graça nos foi
dada em Cristo Jesus desde os tempos
eternos".
Desde os tempos. Significa que a aliança
da graça não começou quando você creu.
Você creu por causa da aliança da graça.
Você entrou nela pela fé, mas ela não
nasceu da sua fé. Sua fé nasceu da
graça.
Você descansou nela, mas ela não foi
construída pelo seu descanso.
Ela é antiga, a graça é eterna, é livre,
ordenada, selada, fundada em Cristo
na eternidade.
Sara estava na casa muito antes de H
aparecer.
A graça estava no propósito de Deus
antes que a lei trovejasse no Sinai,
antes que a lei trovejasse contra o
pecado. Mas isso não torna a lei má
nunca, né? A lei é santa. A lei não é
pecado. A lei não é inimiga de Deus. Ela
revela sua santidade, sua justiça, sua
pureza, retidão daquilo que ele ama e a
gravidade do que Deus odeia.
mesmo aquilo que você não ache grave,
como o pecado de Adão e Eva, o problema
não está na lei. O problema está no uso
que a carne quer fazer da lei.
A carne naturalmente é legalista.
Quando a lei é usada para revelar
pecado, ela está servindo bem.
Quando é usada para calar a boca do
homem, serve ótimo. É o que ela veio
fazer. Quando mostra que toda alma está
culpada diante de Deus, serve bem.
Quando conduz pecadores a Cristo,
somente, a lei serve bem. Romanos diz:
"Sabemos que tudo o que a lei diz, para
que que ela diz? Diz aqueles que estão
debaixo dela, para que toda a boca se
cale e todo mundo esteja sob o juízo de
Deus.
Portanto, ninguém será declarado justo
diante dele, baseando-se na obediência à
lei, pois é mediante a lei que nos
tornamos plenamente conscientes do
pecado.
Quando a lei nos faz plenamente
conscientes do pecado e de que merecemos
apenas o juízo, ela fez bem o seu
trabalho. Ela não tem mais nada para
fazer. Ninguém será justificado por ela.
A lei cala a boca do homem. Esse é o seu
propósito. Essa é uma das suas obras
mais misericordiosas. Porque enquanto o
homem achar que alguma coisa que ele faz
é aceitável a Deus, ele está no mais
profundo engano.
Ela, a lei, nos impede de continuar
discursando sobre nossa suposta bondade,
que lá no fundo nós somos bons, que o
que a gente faz é bom, que a gente pode
fazer alguma coisa aceitável por Deus.
Ela cala a boca de todo mundo, ela
destrói qualquer comparação favorável
que você faz a você. Não, eu sou uma
pessoa que oro mais que aquela lá. Eu
crio e ele lá não creu. A lei cala a tua
boca. Diz: "Todo mundo pela lei é
condenável diante de Deus. Você pare de
se comparar as outras pessoas.
Eu não sou como aquele."
A lei expõe pecados respeitáveis,
pessoas respeitáveis.
mostra que o problema não está apenas
nos atos externos, mas está no coração,
que ao fazer mesma coisa que parece
correta, não faz por amar a Deus sobre
todas as coisas, com toda a sua alma,
força, vontade. Tem motivações que
nascem do pecado. Revela que nossas mãos
estão sujas, nossas mentes manchadas,
nossos afetos são desordenados e nossa
obediência é quebrada,
não é aceitável a Deus. Nesse sentido, a
lei é serva da graça. Ela é o a que leva
um homem para a graça. Ela serve a
graça. Ela não compete com a graça. Ela
não tenta fazer o que a graça faz.
Gálatas diz assim: "A lei foi o nosso
tutor até Cristo,
para que fôssemos justificados pela fé.
tutor, guia que te conduz, não salvador.
A lei não é um salvador, ela te leva
para Cristo.
Não esposo, não mãe livre.
Agar não quer sara, não fundamento da
herança, serva da graça.
A lei nos leva até a porta, mas não pode
nos fazer filhos.
A lei aponta para o sangue, mas a lei
não tem sangue para derramar por nós. A
lei diz: "Sem sangue não há remissão de
pecados,
mas ela mesmo não vai derramar sangue
nenhum.
A lei mostra a doença, mas ela não tem
cura. A lei denuncia a culpa, mas a lei
não absolve. Quem pecar morrerá. É a
lei.
A lei nos diz o que deveríamos ser, mas
não nos dá nenhum poder para ser nada
além do que somos. Por isso, a serva
deve permanecer serva. Agar vai ser H.
Quando HAR ficar no lugar de H, a
utilidade
se ela for sua serva.
Mas quando Agar quer ser sara a
escravidão, quando a lei permanece no
lugar de instrumento que revela o meu
pecado e aponta para a justiça de
Cristo,
ela serve a graça.
Mas quando ela tenta ser o fundamento,
por menor que seja, da minha aceitação,
ela escraviza a minha consciência,
ela me faz um legalista. Quando a lei é
recebida como regra de gratidão, o filho
anda nela com alegria, porque é filho.
Mas quando ela é usada como escada para
subir até Deus, a alma cai quebrada sob
um peso da sua própria total
incapacidade.
O cristão não despreza a lei moral de
Deus. Ele não diz: "Porque sou salvo
pela graça, a vontade de Deus não
importa".
Isso seria libertinagem. A graça não só
liberta do pecado, ela faz das pessoas
novas criaturas,
novos corações, novos afetos, novos
amores, novos ódios.
Seria ingratidão. O filho da promessa
ama a vontade do pai. Mas Isaque não
amava a vontade de Abraão para ser filho
de Abraão. Ele amava o seu pai.
Ele honrava o seu pai.
Não.
Isaque amava seu pai. Não do banco dos
réus tentando evitar ser condenado,
mas da casa do pai
ele obedecia e honrava o pai. Ou seja,
nós em Cristo não como escravo tentando
comprar permanência. Não servimos assim,
mas como filho, aprendendo a agradar
aquele que nos amou. Não para ser
justificado, mas porque fomos não para
conquistar a adoção, mas porque
recebemos o espírito de adoção que clama
em nosso coração. Abapai.
A lei para o crente é caminho de
gratidão, não fundamento de nada na sua
salvação.
É lâmpada para os pés,
não é preço de entrada no céu.
É regra santa para a vida do filho. Não
chicote final sobre a consciência
daqueles por quem Cristo morreu.
Então, a regra santa para a vida do
filho é assim. Romanos diz: "Pois o
pecado não os dominará". Por quê? Porque
vocês estão debaixo da graça. Vocês não
estão debaixo da lei, mas debaixo da
graça. Não debaixo da lei. Não é a única
razão de o pecado não dominar vocês. É
que vocês não estão debaixo da da lei.
Mais isso não significa sem direção,
significa que a lei não tem poder
condenatório. Nós estamos mais debaixo
daquela jurisdição.
Não significa sem obediência, significa
sem escravidão. Não significa sem
santidade. Significa santidade nascida
de uma nova raiz
de Cristo.
A graça não nos torna menos santos,
torna-nos vivos. E os vivos amam a
verdade. Não para serem vivos, mas
porque são vivos. Estão vivos. O cadáver
religioso pode imitar movimento, ter
forma, aparência e disciplina, mas não
pode ter vida.
A graça cria vida e é dessa vida que a
graça cria soberanamente que brota a
obediência.
Pense no crente cansado, cansado de
tentar merecer,
cansado de medir cada dia como se Deus
aceitasse mais o dia que ele foi bem do
que o dia que ele não foi tão bem.
E menos quando ele não vai bem, vai mal,
que Deus o aceita menos naquele dia e
que Deus ficou devedor dele no dia que
ele foi bem,
cansado de transformar a vida cristã em
um tribunal diário, onde sua obediência
imperfeita tenta sustentar sua paz com
Deus. Quando se você for realmente
alguém sensível a Deus, sabe que a sua
obediência nunca é perfeita.
Ouça, sua paz não pode repousar em Agar.
Agar é serva.
Ela não pode produzir nada não ser
escravidão.
Sua paz repousa em Cristo.
Não na intensidade do arrependimento,
não pureza das lágrimas, não na
constância dos sentimentos, não no
desempenho espiritual. Cristo é a sua
justiça, Cristo é a sua aceitação.
Cristo é o seu mediador. Cristo é a sua
paz.
Por isso, Agar não pode governar a casa.
A serva não pode tomar o lugar da
esposa.
A lei não pode ocupar o trono de Cristo.
Quando permanece serva, serve bem.
Quando tenta ser senhora, tem que ser
expulsa.
É isso que Paulo está dizendo. É isso
que Deus disse a Abraão, mande Agar
embora, porque o filho da serva não vai
herdar com o filho da promessa.
A graça é livre, a graça é antiga, a
graça é eterna. A graça está fundada em
Cristo. A lei pode mostrar sujeira e
mostra, mas só Cristo pode nos limpar. A
serva pode apontar a porta.
Só a graça abre a porta. para você como
filho.
Aqui em Gálatas no 282 diz: "Vocês,
irmãos, são filhos da promessa,
como Isaque".
Naquele tempo, o filho nascido de modo
natural perseguia o filho nascido
segundo o espírito. O mesmo acontece
agora. Dois filhos cresceram na mesma
casa.
Esse é um problema, não. Ambos conheciam
Abraão. Ambos estavam perto das
promessas. Ambos carregavam sinais
externos.
Ambos ouviam a linguagem da aliança.
Ambos pertenciam visivelmente à história
daquele homem chamado Abraão.
Mas eles não eram iguais. Isaque não era
igual a Ismael. H não era igual Sara.
Essa é uma das verdades mais cortantes
da escritura. A proximidade externa não
é o mesmo que participação espiritual. O
fato dos dois de alguma forma estarem
próximos a Abraão,
serem filhos dele. Um era filho da carne
e outro da promessa.
Estar perto da promessa não é o mesmo
que ser filho da promessa. Estar colado
com Isaque não quer dizer que você é um
filho da promessa.
Estar perto da promessa não é o mesmo
que ser filho da promessa. Carregar os
sinais visíveis não é o mesmo que nascer
do alto. viver dentro da casa não é o
mesmo que herdar a casa.
Ismael vivia na mesma casa, mas ele não
poderia ardá-la.
Ismael e Isaque estavam próximos, mas
vinham de origens diferentes, um da
carne e outro do espírito.
Um nasceu segundo a carne, o outro
nasceu segundo a promessa, um nasceu da
tentativa humana de cumprir,
de produzir o cumprimento daquilo que te
faz filho. O outro nasceu do poder de
Deus em cumprir aquilo que havia
prometido. eu te darei um filho.
Um representava a religião ou o
cristianismo natural, né?
O outro representava a fé, que é um dom
de Deus. Isaque
descansa na graça. O que que Isaque fez
para ser filho da promessa? Nada.
Deus fez tudo. E aqui precisamos parar.
Ismael vem primeiro. Ismael sempre vem
primeiro.
A carne nasce antes da fé. Todos nós
nascemos
da carne. A religião natural aparece
cedo no coração humano. Antes de
aprendermos a descansar, nós já queremos
negociar com Deus. Já achamos que Deus
nos deve algo.
Antes de recebermos a graça como graça
soberana, queremos apresentar alguma
coisa para merecê-la. O que destrói, o
que graça é. Antes de sermos quebrados
pela nossa incapacidade e deprovação,
queremos provar que ainda resta alguma
força em nós, alguma bondade em nós,
alguma coisa aceitável.
Todos nascemos legalistas e todos
perdidos.
Não existe legalismo que salve.
Não precisamos ser ensinados a confiar
em nós mesmos. nascemos assim.
A criança
já quer merecer. O adulto simplesmente
refina a sua linguagem. O religioso
apenas batiza a vaidade com termos
sagrados e supostamente espirituais.
Queremos ser aceito porque fizemos,
porque somos, temos alguma dignidade,
algum merecimento, porque sentimos,
porque decidimos. Queremos ser aceitos
porque decidimos. Queremos eh ser
aceitos porque obedecemos, porque
melhoramos, porque sofremos, porque nos
esforçamos, porque não somos como os
outros. Somos diferentes.
O coração natural odeia, está
completamente dependente.
Quer dizer que para mim ser filho como
Isaque, a única maneira era Deus fazer
tudo. Ismael podia pensar. Eu não tenho
participação nisso, não tenho.
Que que Isaque fez para ser o filho da
promessa? É Deus quis.
Aceita ajuda, mas não aceita morte.
Aceita Cristo como auxílio, mas se
ofende quando diz Cristo somente,
aceita a graça como um complemento, mas
resiste à graça como o único fundamento
absoluto
da sua salvação. Essa é a carne.
Ela não precisa ser imoral para ser
carne. A carne pode ser extremamente
religiosa, pode orar o dia inteiro, pode
obedecer,
pode ser um filho, pode honrar
eh eh de muitas maneiras, como Ismael
fazia. Abraão moral, disciplinado,
respeitável, ou seja, pode frequentar a
casa de Abraão, receber os sinais
externos. Ele também foi circuncidado.
Falar a linguagem da fé e ainda assim
continuar carne. Jesus disse: "O que
nasce da carne é carne, mas o que nasce
do espírito é espírito." Não há misturas
aqui. Não há misturas de Ismael com
Isaque. Não há misturas entre Agar e
Sara. Não importa o quanto a carne seja
educada, ela continua carne. Não importa
o quanto a carne ore, ela continua sendo
carne. Não importa o quanto a carne se
abstenha de determinadas coisas, ela
continua sendo carne. O que é nascido da
carne?
Feio ou bonito, moral ou imoral? O que é
nascido da carne é carne.
Não importa o quanto seja religiosa,
continua a carne. A carne pode reformar
hábitos, decorar credos. frequentar
cultos, defender tradições, ritos e
construir uma reputação moral tão libada
quanto do fariseu
Saulo de Tarso. [roncando] Mas a carne
não pode produzir um filho da promessa,
nenhum,
só o espírito pode. Essa é a grande
diferença entre Ismael e Isaque. Não era
primeiro o ambiente, porque os dois
cresceram no mesmo ambiente, desfrutando
da mesma casa, da mesma educação.
Não era ritos, pois ambos receberam a
circuncisão.
A diferença deles não era primeiro
proximidade histórica, pois anda, ambos
viveram dentro da mesma narrativa.
A grande narrativa de Abraão, a
diferença era a origem, o nascimento.
Por isso que Paulo tá dizendo que é
nascido eh eh o eh o filho da da serva é
escravo.
Um nasceu da força natural humana, o
outro nasceu do impossível prometido por
Deus.
Ficando evidente que Abraão estava
amortecido e sua mulher era estéril e
eram velhos.
Não vem de voz. Deus tá dizendo para
eles é o filho da promessa. Estou dando
a vocês um filho impossível.
Isaque existia porque Deus prometeu e
Deus cumpriu. Essa é a única razão de
Isaque existir. Isaque existia porque
Deus deu vida onde havia incapacidade
total em seus pais. Isaque existia
porque a esterilidade humana teve de se
calar diante da fidelidade. Ver todo
homem é estéril espiritualmente. Todo
homem não pode produzir nada espiritual.
Está morto em delitos e pecados. Mas
isso não pode eh eh eh isso tem que se
calar diante da fidelidade de Deus que
tira da morte vida do nada algo. Por
isso é figura da graça. A graça começa
onde a carne não pode fazer nada. Por
isso, a carne nunca pode se gloriar no
evangelho, na graça.
Nasce no lugar que o homem não consegue
dizer: "Fui eu, eu participei." Abraão
não podia dizer nada. Foi, foi o ventre
de fértil de Sara. Não podia dizer nada,
foi nossa idade. Não podia dizer nada,
foi Deus.
floresce no terreno da impossibilidade.
Ismael podia ser explicado naturalmente.
Um pai fértil, uma mãe fértil, a carne
funcionou e nasceu uma criança.
Isaque só podia ser explicado pela
promessa de Deus,
pela pela eh o beneplácito da vontade de
Deus.
E
aqui está a pergunta.
A sua salvação pode ser explicada um
pouquinho que seja na carne,
de alguma forma alguma coisa da carne
nela.
Seu temperamento era melhor do que o dos
outros. Seu coração natural era melhor.
Foi o ambiente cristão, a disciplina
pessoal, foi medo do inferno, desejo de
reputação, hábito, foi educação
religiosa, foi alguma bondade natural?
Há algo em você
que só pode ser explicado pela graça e
se tirar graça, isso não existe.
Você sabe e sente que Cristo te levou a
Deus e que que Deus te levou a Cristo,
que o Pai te atraiu, que o Pai levou
ele, que ninguém podia ir lá a dentro de
você essa convicção sem fim que não
atribui nada a você, a novo nascimento,
a dependência real e total de Cristo, a
morte de qualquer justiça própria que
provi, ou seja, do que você faz. Há fome
por Deus, arrependimento que não se
limita a proteger a sua imagem, mas um
arrependimento que alcança as melhores
coisas que você fazia.
A fé que descansa mais nada dentro de
si, completamente em algo fora de você.
Há amor que nasce porque você foi amado
primeiro.
Isso assusta porque a diferença nem
sempre aparece no exterior
imediatamente. Isaque parecia um filho.
Ismael parecia um filho de Abraão tanto
quanto Isaque.
O legalista pode ser correto, sério,
diligente, disciplinado, pode ter até
linguagem melhor e hábitos mais limpos.
pode parecer mais estável, mas sua
confiança repousa em si mesmo em algum
grau.
Esse é o ponto. Ah, o legalista procura
dentro de si um motivo para Deus ter
aceitado ele, um motivo para ter sido
chamado para ser salvo. O filho da
promessa olha para fora de si e se
agarra à cruz e diz: "Esse é o único
motivo".
Nada em minhas mãos eu trago. Somente a
cruz eu me apego. O que Isaque fez para
ser filho de Abraão, queridos? O que
você fez para ser filho do seu pai? Você
não fez nada, não é? Nem ele. O que você
fez para ser um filho de Deus? Nada. Fez
nada.
O que Abraão podia fazer para ter
Isaque? Nada. Essa é a linguagem de
Isaque. A linguagem de Isaque. Não
porque o filho da promessa seja
indiferente a santidade. Não porque a
graça produza preguiça espiritual. Não,
porque a fé verdadeira despreza e a
obedeça. Não, o filho da promessa
trabalha, mas trabalha em outro lugar.
O legalista faz obras para viver. O
filho da promessa faz obras porque vive.
O legalista obedece para ser recebido. O
filho da promessa obedece porque foi
recebido em Cristo. Nasceu na casa do
Pai. O legalista vê a obediência como a
raiz da sua aceitação. O filho da
promessa vê a obediência como fruto da
graça soberana.
Efésios declara: "Porque somos criação
de Deus realizada em Cristo Jesus para
fazermos boas obras,
as quais Deus preparou antes para nós a
praticarmos."
Você vê, somos criação de Deus, não
somos criadores. Nossas obediências não
criaram nada.
Deus é que nos criou e criou a
obediência para nós.
Nada é fabricado pela carne.
Boas obras. Não por boas obras. A ordem
é clara. Primeiro a graça, depois o
fruto. Primeiro a vida, depois
o movimento. Primeiro a promessa, depois
a obediência. Primeiro Cristo, depois
servir a Cristo.
Quando essa ordem é invertida, a casa é
casa da escravidão.
A obediência vira medo, a disciplina
vira moeda, a santidade vira vaidade,
a religião vira comparação, a
consciência nunca descansa.
Mas quando a ordem é preservada, a
obediência se torna gratidão.
Ainda a luta, fraqueza, arrependimento,
disciplina e cruz diária, mas há
liberdade.
Eu nunca estou debaixo da lei. Porque o
filho não obedece para ser adotado.
Obedece porque é filho ou porque foi
adotado. [roncando] Ele disse: "Mas o
que para mim era lucro, passei a
considerar perda por causa de Cristo.
Mas o que isso? Considero tudo como
perda comparada com a suprema grandeza
do conhecimento de Cristo Jesus, meu
Senhor. Lucro virou perda.
Não para ele ser aceito, porque ele foi.
Medalha virou peso, justiça própria para
ele virou lixo. Por quê?
Porque ele viu Cristo, porque Cristo
soberanamente se revelou a ele.
E quando o pecador vê Cristo, já não
tenta se vestir com trapos
diante do rei,
com folhas. Paulo queria ser encontrado
nele. Ele diz: "Não tendo justiça
própria, que procede da lei, não do que
os homens inventaram. Eu não tenho
nenhuma justiça que porque a lei não
traz justiça,
mas a justiça que vem mediante a fé em
Cristo Jesus, essa é a diferença entre
Ismael e Isaque, justiça própria ou
justiça recebida. Se há alguma justiça
que vem de alguma coisa que você fez,
então você tem uma justiça que veio da
lei ou tua justiça veio toda de Cristo e
você tem o evangelho.
Carne ou promessa, religião natural ou
novo nascimento, aparência externa ou
vida do espírito. Romanos diz: "Não sois
os filhos, não são os filhos naturais
que são filhos de Deus, mas os filhos da
promessa é que são considerados
descendência de Abraão.
Só Isaque, filhos da promessa, não
filhos da performance.
Como eu disse, Isaque não fez nada para
ser filho. Não filhos da reputação, não
filhos da tradição, não filhos da
moralidade comparativa da minha vida com
a de outras pessoas, filhos da promessa.
Aqueles que vivem só porque Deus quis e
prometeu.
Aqueles que descansam porque Cristo
cumpriu tudo o que Deus queria. Aqueles
que creem porque o Espírito Santo os
vivificou. aqueles que obedecem, porque
a graça primeiro arrancou eles da morte
e tirou eles do império das trevas e
levou eles para os reinos do seu filho
amado.
Então, examine sua esperança, não apenas
seu hábito. Examine a tua esperança.
Você quer saber se você tá no evangelho?
Examine suas esperanças. Quando a
consciência acusa, para onde você corre?
Você se autojustifica?
Você se desculpa? Você tenta não parecer
tão ruim quanto é o que a consciência
está dizendo.
Quando a sua consciência te acusa, você
aponta para onde? Para onde você corre?
Pra sua melhora. Eu vou melhorar para
pagar isso. Para Deus não ficar tão
bravo.
Você corre para a sua sinceridade. Não,
mas eu sou sincero.
Você corre para os seus anos na igreja.
Eu sirvo há muitos anos. Você corre para
as suas disciplinas. Vou orar mais. Vou
fazer mais para Deus não ficar assim.
Você corre paraas suas lágrimas, mas eu
chorei tanto. Você pode corre paraa sua
ortodoxia ou quando a consciência te
acusa, você corre para Cristo.
Quando você pensa no juízo, o que
sustenta a tua paz? O que você vai
fazer?
A sua perseverança.
O que sustenta? Aquilo que você fez ou
aquilo que Cristo consumou?
Quando você peca, o que impede o seu
desespero? Que você vai acertar amanhã?
Que você vai ser melhor?
Que você vai ser mais uma pessoa mais
espiritual?
O que te tira do desespero? É que teu
pecado não foi tão grave? É que
comparado com de outra pessoa, ele não é
tão grande? É isso que tira o teu
desespero ou é o sangue que fala mais
alto do que o seu pecado?
Quando você obedece, o que impede de
você ficar orgulhoso com a sua
obediência? A lembrança
de que até a sua obediência é fruto da
graça? É isso que te impede o orgulho ou
a ilusão de que agora Deus te deve algo.
Por que que Deus tá deixando isso
acontecer? Eu tenho obedecido.
Essa é a prova. Ismael pode morar perto,
pode carregar o sinal da circuncisão,
parecer forte. Ele pode até zombar de
Isaque. Ele pode argumentar, mas Ismael
nasceu da carne. Isaque pode tremer,
pode parecer fraco, pode não carregar
nada nas mãos, mas Isaque é filho da
promessa.
Ele é o resultado da obra de Deus, não
da do homem. E quem nasce da promessa
vive de Cristo de mais nada. Cristo é o
pão. Cristo é água, Cristo é tudo. A
carne pode produzir religião, mas só a
promessa produz filhos. A carne trabalha
para ser aceita. A graça trabalha
porque já foi recebida. Então a graça
opera o realizar e o querer.
O versículo 29 diz:
"Naquele tempo, o filho nascido de modo
natural perseguia o filho nascido
segundo o espírito. E o mesmo acontece
agora. Paulo tá falando com aquela
igreja, tá falando com essa igreja, tá
falando com a igreja de Cristo. A
escravidão sempre zomba da liberdade,
queridos.
A carne sempre zomba da promessa. O
mérito sempre zomba da graça livre, das
doutrinas da graça.
Ismael sempre zomba, como Paulo está
dizendo, de Isaque. A justiça própria
sempre se irrita quando ouve que não tem
nada para oferecer, que Ismael não pode
fazer nada para ser Isaque.
O homem que ainda quer se salvar, sempre
se ofende quando descobre que precisa
ser salvo. totalmente por outro e não
nada porque pelo que ele possa fazer.
Ismael zomba de Isaque, diz Paulo. Isso
não é apenas uma cena antiga, é o padrão
espiritual.
O filho da carne não suporta o filho da
promessa.
A religião do mérito não suporta a fé
que descansa somente em Cristo.
A alma legalista não suporta ouvir que
Deus salva pecadores sem pedir licença a
eles e sem pedir licença à sua vaidade.
Porque a graça humilha a justiça
própria.
Ela não apenas consola. Ah, a graça
consola, é maravilhoso. Mas ela primeiro
humilha, humilha o orgulho,
humilha a comparação entre eu e outra
pessoa para mim sentir porque eu sou
melhor.
A graça humilha a autoconfiança, humilha
a religião construída para preservar
algum brilho no rosto humano de sua
própria justiça e bondade. Hum. todo
coração que ainda deseja sair do
tribunal de Deus com alguma medalha
escondida no bolso.
A graça diz: "Você não se salvou. Você
não cooperou como sócio da redenção com
Cristo. Você não deu o primeiro passo
sozinho por sua vontade caída. Você não
nasceu de novo porque era mais sensível,
mais sábio, mais humilde ou mais
disposto que os outros. A graça diz:
"Deus teve misericórdia soberana de você
e o coração natural odeia isso. Não há
nada que eu fiz que me fez diferente.
Não há nada. Não há diferença.
Ele tolera Cristo como exemplo. A igreja
dos Gálatas não tinha falado que não
acreditava em Cristo, mas eles queriam
misturar Sara e H. Paulo diz: "Isso não
existe."
Você está debaixo da lei ou debaixo da
Você é legalista ou é salvo pela graça?
Você
pode, a lei, né, o homem natural, ele
tolera Cristo como exemplo, mestre,
inspiração, auxílio, ele faz uma parte,
eu faço a outra. Ou complemento
da vida, mas se irrita profundamente
diante de Cristo como salvador absoluto,
um sóos Cristos, Cristo exclusivo,
Cristo suficiente, Cristo que não divide
a glória, Cristo que não entra no
projeto humano para completar o que o
humano não poôde fazer. Cristo que salva
do começo ao fim.
Cristo que começa e termina. Cristo que
é o alfa e o ômega da salvação. Não
tolera.
Isso fere o homem religioso. Ele queria
contribuir, ele queria ser reconhecido.
Ele queria dizer que de alguma forma ele
é foi melhor do que outros homens. Ele
queria que Deus notasse a sua diferença.
Deus viu alguma diferença em mim? Deus
viu alguma coisa em mim? Queria que sua
disciplina pesasse na balança. O quê?
todo aquele momento de oração, aqueles
ah, meu joelho ficou preto de tanto que
eu isso não adiantou, isso não
acrescentou nada não, não, não
acrescentou. Queria que sua sinceridade
fosse aceita como uma moeda. Eu não
obedecia, mas eu era sincero. Queria que
sua obediência imperfeita ao menos fosse
tratada como parte do pagamento. Quer
dizer, quer dizer que que minha
obediência não é tratada como parte do
pagamento. Não é nada. Não é nada. Não é
que a 99 obediência de Cristo tem 1% da
minha. Não, não, não tem nada da sua.
Mas a graça responde: não. Não por obras
de justiça praticada por nós, não por
mérito, não por vontade humana, não por
corrida humana, não porque eh eh eh eh
eh não por sangue, né? Não por carne,
não por vontade da carne, nem pela
vontade do homem, mas pela misericórdia
de Deus.
Tito, Paulo diz assim, Tito: "Não por
causa de atos de justiça por nós
praticados, mas devido à sua
misericórdia, ele nos salvou pelo lavar
regenerador e renovador do Espírito
Santo, não por causa dos nossos atos de
justiça." Paulo tá dizendo, "Não coloque
nenhuma obediência sua na balança.
Ou você é mero legalista. O legalista
tenta reconstruí-lo imediatamente,
pergunta:
"Mas eu não sou tão bom quanto aquele
lá.
Eu não fiz mais. Eu não fui alguém mais
sério. Não evitei pecados que outros
cometeram.
Não sou digno de um pouquinho de
aceitação mais do que aquele lá. fez
muito menos que eu. A graça responde:
"Dignidade não é fundamento. Cristo é
Paulo escreve: "Terei misericórdia de
quem eu quiser ter misericórdia e terei
compaixão de quem eu quiser ter
compaixão." Portanto, isso não depende
do desejo do esforço humano, mas da
misericórdia de Deus. Isso não depende
que frase ofensiva para a carne, para o
legalismo, para o homem natural, não
depende do desejo humano, não depende do
esforço humano, não depende do seu
currículo de oração, currículo de
leitura bíblica, não depende. Não
depende da intensidade emocional, não
depende da superioridade moral, depende
da misericórdia de Deus.
O coração que ainda deseja controlar a
própria salvação range os dentes quando
ouve isso.
Ismael debocha de Isaque,
diz: "Isso é injusto, o que mostra que
ele não é um filho da graça.
A graça não é injustiça, a graça é
misericórdia livre.
Injustiça seria Deus condenar um
inocente, seria alguém viver, nascer e
em pensamentos, sentimentos, viver como
Cristo e no final Deus dizer: "Eu não
vou te salvar não,
porque eu não quero". Aí Deus seria
injusto. Aquele homem cumpriu a lei.
Como assim? A lei não condena. Quem a
cumpre?
Isso seria injustiça
se Deus negar, não é? Mas não há quem
seja justo. Não há um justo sequer.
Ninguém merece a salvação. Portanto,
Deus não pode ser injusto em condenar um
pecador.
Não pode.
Todos os pecadores
merecem ser condenados. Portanto, Deus
só seria injusto se ele fizesse algo que
a lei dissesse justo. Está consumada e
Deus dissesse: "Não, mesmo Cristo tendo
cumprido tudo, eu não vou aceitar". Isso
era injustiça.
Nenhum ser humano é tratado com
injustiça por Deus. Não há quem mereça a
salvação. Em Cristo, Deus permanece
justo e justificador.
Porque o pecado, a lei foi satisfeita. A
cruz não é Deus ignorando a justiça, é
Deus satisfazendo a justiça para
derramar misericórdia
sobre quem ele quiser.
Sobre os injustos.
O justo pelos injustos.
Por isso a graça não diminui a santidade
de Deus. Revela sua santidade. Revela
que o pecado é tão grave que só Deus
morrendo poderia pagar um único pecado.
Seu esforço de oração poderia ajudar
nisso.
Revela que a lei é tão santa que não
pode ser simplesmente descartada pelo
amor para que Deus salvasse passando por
cima da lei, que é o seu próprio
caráter.
revela que a justiça divina é tão
inflexível que a culpa precisou ser
carregada pelo substituto e realmente
foi carregada e a ira foi realmente
derramada. revela que a misericórdia é
tão profunda que Deus entregou o próprio
filho para salvar, que ele não podia
fazer nada sobre sua salvação.
A graça não é Deus fazendo vista grossa,
é Deus salvando com seu sangue.
Mas a carne continua zombando. Ela diz:
"Por que um pecador que confia somente
em Cristo seria recebido enquanto um
homem moral que confia em Cristo e mais
em alguma coisa o rejeitou?" A resposta
é simples e terrível.
Porque o primeiro veio a Deus pelo
mediador, por Cristo,
na qual a lei foi satisfeita. O segundo
veio por si mesmo com suas obras de
justiça,
misturando.
O primeiro confessou sua incapacidade,
sua pobreza,
sua depravação.
O segundo apresentou moeda falsa de
certa justiça, certa obediência,
certa coisa que fez. O primeiro disse:
"Tem misericórdia de mim, pecador". O
segundo disse: "Graças te dou porque eu
não sou como os outros homens. Não sou
ruim como eles. Não sou tão pecador
quanto eles."
O segundo disse: "Graças te dou porque
não sou como os demais. Que demais? Os
que vão para o inferno, porque não não
usaram seu livre arbítrio como eu, não
fizeram. E Deus não recebe justiça
própria como substituto de Cristo. Nunca
recebeu, nunca vai receber.
Pelo contrário, desmerecer a obra do seu
filho é a coisa mais pecaminosa que
alguém pode fazer. A graça soberana
sempre provoca o coração que existe
algum controle. Ela diz: "Deus salva".
Como Deus salva? Deus salva quem quer,
quando quer, como quer, por meio de
Cristo, para a glória de Cristo, sem
nunca pedir autorização da carne. Deus
nunca vai perguntar Saulo ou de Tarso
pedir sua autorização.
E a carne chama isso de perigoso, chama
isso de injusto, porque ele acha que o
homem merece alguma coisa não ser a
condenação. Chama de doutrina que
destrói a santidade. Mas isso é mentira.
Isso é Ismael debochando de Isaque. A
graça não destrói a santidade, destrói a
vanglória humana.
A graça não produz indiferença, produz
gratidão, nova vida, novo coração, novos
afetos.
A graça não ensina o salvo a pecar
livremente, ensina o salvo a odiar o
pecado, porque custou o sangue do seu
amado.
A graça não quebra a lei para libertar o
homem. A graça cumpre a lei
perfeitamente.
A lei cumprida perfeitamente por outro.
A graça não diz o pecado é pequeno. A
graça diz comer o fruto vai condenar
você, Adão. Não existe pecados que não
te condenem.
Portanto, quando alguém diz que a graça
soberana torna o homem descuidado,
nunca entendeu a graça.
Nunca entendeu que ninguém vai ser
justificado pelas obras da lei, que o
legalista está condenado.
Porque a graça verdadeira não apenas
perdoa, ela ressuscita, não só absolve
da culpa, ela transforma. Não apenas
tira a culpa, ela arranca o coração de
pedra, ela arranca o homem da escravidão
e o faz livre.
Paulo diz: "Deus escolheu as coisas
loucas do mundo para envergonhar os
sábios. Escolheu as coisas fracas do
mundo para envergonhar as fortes. Ele
escolheu as coisas insignificantes do
mundo, as desprezadas e as que nada são
para reduzir a nada as que são para quê?
Para que ninguém se glorie diante dele.
No evangelho não há espaço para eu me
gloriar numa oração.
Para eu atribuir algo que Deus fez por
mim por uma única obediência minha. Não
há espaço
para que ninguém se glorie. Esse é o
ponto. A graça fecha a boca do orgulho e
o filho da carne odeia.
O homem gostaria de dizer: "Eu entendi
melhor do que os outros. Eu escolhi
melhor. Eu respondi melhor. Eu fui mais
sensível. Usei melhor as oportunidades.
Mas o céu responde: "Não, aqueles que se
gloria, glorie no Senhor."
E isso consola os filhos da promessa.
Quando acusam você de descansar demais
em Cristo, descanse mais ainda.
Quando dizem que deveria trazer algum
mérito, agarre-se à cruz, querido.
Quando zombam da sua esperança,
lembre-se,
Ismael sempre zombou de Isaque.
Não se espante. A carne não entende a
promessa. O mérito não entende o dom, o
presente soberano. A escravidão não
entende a liberdade, mas o filho da
promessa não precisa vencer pela força
do argumento carnal, precisa permanecer
em Cristo. Isaque não tinha que fazer
nada, tinha que ficar na casa do seu
pai.
Sua segurança não está em parecer
superior, não está em ganhar uma
discussão, não está em provar que você
merece, pelo contrário, não está em
responder a zombaria com vanglória.
Sua segurança está em Deus que prometeu.
A graça parece injusta apenas para quem
ainda acha que Deus lhe deve algo.
Qualquer homem que foi levado pela graça
através da lei a ver que ele não merece
nada, nunca vai achar Deus injusto ao
condenar ninguém.
Quando o pecador vê sua culpa, a graça
deixa de ofender.
Quando o pecador vê sua culpa, a graça
começa a maravilhar. A gente cantou um
hino antes, imenso amor, que doce som
que alcançou.
Perdido andei, mas achado fui.
Graça maravilhosa. Então, quem nasceu de
novo quando olha para graça, soberança e
maravilha. Quem é filho da carne na
casa, como Isaque, como Ismael estava
ali no mesmo ambiente, se ofende.
E para encerrarmos, né,
em Gálatas 4:30, 31 diz assim: "Mas o
que diz a escritura? Mande embora a
escrava e o seu filho".
Não, queridos, o legalismo.
Sem as doutrinas da graça não há
salvação.
Mande embora a escrava e o seu filho,
porque o filho da escrava jamais vai ser
herdeiro com o filho da promessa.
O filho da escrava jamais será herdeiro
com o filho da livre. Portanto, irmãos,
não somos filhos da escrava, mas da
livre.
Eles não vão herdar a mesma coisa. Deus
falou: "Mande embora H. O filho da
escrava não vai herdar com Isaque. Não
vai herdar. Os dois não vão herdar a
mesma coisa. A ideia de que você pode
crer no evangelho da graça soberana e em
outro evangelho e os dois herdarem
é falsa.
Mande embora a escrava e o seu filho,
porque o filho da escrava jamais será
herdeiro com o filho da promessa.
Portanto, irmãos, não somos filhos da
escravas, mas no fim a casa não ficará
dividida para sempre. Não haverá
cristãos nominais.
A escrava será expulsa. O filho da carne
será lançado fora. O filho da promessa
herdará sozinho. A graça soberana
salvará e mais nada.
Todo o resto tem mandado embora. Essa é
a palavra final da alegoria. Não apenas
diferença,
que é ruim, mas tudo bem. Não apenas
tensão, não apenas contraste
doutrinário. Paulo tá dizendo destino.
Destino. O destino de Isaque não vai ser
o destino de Ismael.
O destino do legalismo não vai ser o
destino dos filhos da graça. Não vai
ser.
Mande embora,
saia.
Uma aliança gera escravos, gera filhos
da carne.
A outra gera filhos, uma termina fora, a
outra permanece em casa, uma recebe
alguma coisa. No tempo, no tempo ali
Isaque, Ismael recebeu, comeu, viveu,
mas o outro recebe a herança sozinho.
Ismael podia ter força, presença,
aparência de direito, podia ser o irmão
mais velho.
Podia olhar para Isaque e dizer: "Eu
cheguei antes. Você é um moleque."
Podia zombar.
Ismael podia parecer mais vigoroso, mas
Deus diz: "Mande embora. Ele não vai
herdar com o filho da promessa, o filho
da carne". E Abraão orou: "Ô Deus, que a
tua bção esteja sobre Ismael também. O
filho da escrava não vai herdar com o
filho da promessa.
Não ore contra a graça de Deus."
Deus tá dizendo, Abraão. [roncando]
Essa é uma palavra terrível para toda
religião, todo cristianismo construído
sobre a carne.
Pode haver bênçãos temporais. O
legalista pode receber respeito,
admiração, reputação limpa, benefícios
morais, uma casa organizada. Já à medida
que ele coloca lá coisas, a o lar fica
melhor. Aplauso da sociedade, pode ser
chamado de justo, pode até ser exemplo
de disciplina externa, mas sem Cristo
não há herança. Sem somente Cristo não
há herança. Sem Cristo a casa fecha. Sem
Cristo, a promessa não pertence a ele.
Não pertence.
O filho da escrava vai embora, expulsa
ela. Sem Cristo, a obediência vira
documento inútil diante do tribunal de
Deus. Sem Cristo, a moralidade é uma
roupa bonita sobre um cadáver. Sem
Cristo, você está tentando botar remendo
velho em tecido novo,
sem Cristo.
Toda religião é uma lâmpada sem óleo,
sem gás, sem eletricidade, sem Cristo. O
mérito é palha diante do fogo consumidor
da santidade divina.
Esse é o erro, esse é o terror do
legalismo. No final, não é que olha,
você entendeu tão mal, perdeu tantas
boas coisas, não. Ao contrário, Ismael
teve algumas coisas boas por viver perto
de Abraão.
No final ele é expulso.
Não vai herdar. Não vai herdar.
[roncando]
Parece forte enquanto a consciência está
anestesiada,
porque a lei não fez o seu trabalho ali,
né? parece suficiente enquanto Deus
ainda não abriu os livros, mas no juízo
tudo muda. Isaques e Ismaelis não vão
ficar juntos.
Não, mas nós éramos filhos de Abraão,
não vão ficar juntos.
Mas eu era filho de H. Não vai ficar
junto.
A lei não perguntará se você foi melhor
que outros. Perguntará: "Você foi
perfeito?
Você foi perfeito aos olhos de Deus?
Aí não perguntará se você foi sincero,
perguntará: "Você amou Deus todo tempo,
de todo coração, alma, vontade e força e
o próximo como a ti mesmo". Como eu
disse, muita gente diz: "Ah, agora eu
entendi o evangelho". O evangelho é amar
Deus sobre todas as coisas e o próximo
como a si mesmo. Mas isso é a lei,
escondendo a todo mundo. Ninguém nunca
amou Deus assim e nunca amou o próximo
dessa forma, porque isso seria ter
cumprido perfeitamente toda a lei de
Deus. Esse é o resumo da lei.
Não perguntará se você foi sincero,
sabe? Mas se você amou a Deus com toda a
sua força, sem interrupção em nenhum
segundo em sua vida, sem nenhuma frieza,
sem nenhuma idolatria, sem nenhum
orgulho, sem desvio, sem mancha, Thago
diz: "Pois quem obedece toda lei, mas
tropeça em apenas um ponto, torna-se
culpado de quebrar toda ela.
Um ponto em um instante, em toda a vida.
Isso não existe, né, queridos? Quem
quebra um ponto uma única vez em toda a
vida? Mas ainda assim, uma rachadura
basta para mostrar que o vaso não está
mais inteiro. [roncando]
Um pecado basta para derrubar a tua
pretensão de que Deus deve te aceitar
por alguma razão. Um único pecado, não.
Essa quantidade enorme. Um pecado basta
para derrubar tua pretensão. Uma
transgressão basta para transformar o
teu discurso de mérito em sentença de
morte.
A alma que pecar, essa morrerá. Você já
pecou? Já. Então morreu.
Essa é a lei. A lei não fala sobre
melhorar amanhã, fazer melhor,
consertar. A lei diz: "Pecou, morreu.
Pecou, morreu." É a lei. Por isso que
Paulo está dizendo, "Ninguém jamais foi
justificado pela lei. A lei condena.
A lei não negocia. A lei não aceita
sentimentos, sinceridades.
Não aceita obediência sincera como
substituta para obediência perfeita. Ali
só entende uma coisa. Obediência
perfeita. Deus tem que olhar no final e
dizer: "Perfeito,
não há manchas em ti." Ou então a lei
condena. A lei não aceita boas intenções
como pagamento da sua culpa. Porque sua
culpa não é intencional, não é só uma
intenção. A tua culpa é real.
Não aceita lágrimas tardias com justiça,
porque lágrimas não te fazem justo.
A lei não aceita comparações com homens
piores, não aceita uma vida religiosa
quase limpa
ou mesmo que, vamos imaginar limpa, mas
que não podia lidar com todos os pecados
que já ocorreram. A lei exige mãos
cheias de perfeição.
Quem já foi assim, a não ser o único?
O moralista não virá, o religioso não
virá, o disciplinado não virá, o homem
decente não virá, o teólogo não virá, o
pregador não virá, o fariseu não virá.
Todos pecaram e todos pecaram e carecem
da glória de Deus. Todos não, mas todos
não, mas eu oro muito. Todos.
Mas eu leio a Bíblia todo dia. Todos.
Eu lei meu livi meu livro. Todos. Todos.
Todos pecaram. Todos estão destituídos.
O que você tem com a palavra todos que
você não entende?
Por isso, se alguém tenta aparecer
diante de Deus com qualquer fundamento,
a não ser só com Cristo,
é Ismael.
Mande a escrava embora com seu filho,
porque ele não vai herdar com o filho da
promessa.
Mas o legalismo é teimoso, queridos.
Mesmo aqueles que dizem acreditar
no evangelho, nas doutrinas da graça,
quando descobre que não pode apresentar
perfeição, tenta trazer Cristo como
complemento. Não. Cristo não aceita ser
o complemento da justiça própria. Ele
não é um contrapeso na balança do
médico, porque o pecado tava pesando
muito. Colocamos um pouco de peso de
Cristo do outro lado para ajudar.
Ele não é remendo
novo sobre vestes velhas. Não é
assistente de pecadores que ainda querem
ter sua dignidade salva no processo.
Cristo é salvador. Salvador completo.
Quando ele assume a salvação, ele assume
tudo. Tudo. Toda obediência,
toda expiação, toda propiciação, toda
justificação,
toda maldição. Ele assume a obediência e
a culpa, a pena e a maldição,
a dívida e a morte, a ressurreição, a
intercessão, a preservação do salvo e a
glorificação.
Ele garante tudo. Ele não começa uma
obra que a carne termina. Paulo está
dizendo para eles, vocês começaram pelo
espírito e vão terminar na carne, então
vocês não vão herdar, porque vocês são
filhos, vocês são filhos de Agar e o
filho da da da escrava não vai herdar
com o filho da promessa.
Ele não começa com obra para que a carne
termine, não derrama sangue para que o
mérito humano seja comparado ao seu
sangue para colocar junto dele.
Deus disse: "Não darei a minha glória a
nenhum outro. [roncando]
Não darei a glória do meu filho a
ninguém,
nenhum,
nem ao ídolo grosseiro,
nem a sua vida supostamente piedosa,
nem a justiça própria, nem a sinceridade
colocada como fundamento da minha
aceitação, nem a tradição, nem o rito,
nem a disciplina, nem a minha descência.
nem ao homem. A glória da salvação
pertence a Deus em Cristo, toda a ela
e somente a ele. Romanos declara
novamente: "E se é pela graça,
já não é pelas obras. Se fosse a graça,
já não seria a graça. O filho da escrava
tem que ser expulso, não vai herdar
junto. Se é pela graça, não é pelas
obras. Se fosse pelas obras, já não era
pela graça. Você ou está em Asgar ou em
Sara. É o que Paulo está ensinando a
eles. Você não pode estar com um pé em
cada lugar. Se você é filho de H, você é
expulso.
Se é graça, não é obras. Se é obras, não
é graça. Nunca misture
graça e a lei. Você será apenas um
legalista. Você será apenas um filho da
carne. Você não vai herdar com Isaques.
Fogo e água não fazem aliança. Luz e
trevas não dividem o mesmo trono. Vida e
morte não se abraçam. Mérito e graça
nunca se reconciliam
como fundamento da salvação. Misture as
duas e você estragou tudo.
A graça deixa de ser graça,
salvando soberanamente. E a lei deixa de
ser lei que mostra que você é totalmente
condenável e cala a sua boca. Cristo
deixa de ser confessado como suficiente.
A consciência deixa de descansar e a
alma volta para escravidão. Será que eu
fiz o suficiente hoje? Será que Deus tá
me aceitando hoje? Esses que eu fiz aqui
a estragou tudo. [roncando] Por isso a
escritura diz: "Expulse a escrava".
Então Deus diz para nós, não negocie a
graça com a lei. Expulse, expulse.
Por isso a escritura diz: "Expulse a
escrava, não negocie com ele. Não deixe
um quarto reservado para a lei lá no
cantinho da sua vida. Ela é tão boa. Vou
deixar ela num canto. Não deixe Abraão,
um quartinho para Ismael
expulse.
Não permita que eduque a consciência,
defina a sua paz. A lei nunca pode ser
quem define a sua paz. Ou interprete sua
aceitação de Deus. Justificados pela fé,
temos paz com Deus. A lei não me dá paz
nenhuma. A lei me condena.
Não permita que a lei sente a mesa como
senhora.
Expulse.
Você precisa de Cristo, não de Cristo
como auxiliar. Deus tá falando aos
Gálatas. Cristo total, Cristo inteiro,
Cristo como justiça, sacrifício,
mediador, fiador, sacerdote, herança,
tudo. Cristo.
Não compre,
não negocie.
Não complemente o que ele fez.
Não apresente seus recibos para ó que tu
me deve, Deus. Passei onde o dia todo
orando aqui o recibo. Tô com a minha
notinha.
Estou sendo fiel com o meu dinheiro para
tua causa. Aqui está a nota. Não traga
troféus para Deus. Não peça que Deus
admire sua trajetória, admire isso,
admire aquilo. Deus só admira o que ele
faz na sua vida pela graça.
Ele só admira a obra da graça.
Creia no Senhor Jesus eh com eh através
desse domana.
Então, venha vazio, venha pobre, venha
culpado, venha sem reivindicação, venha
sem defesa, venha sem ilusão de que há
algo em você que o torneceitável
e que possa te sustentar naquele dia
de pé. O filho de Agar será expulso.
Apartai-vos de mim.
Não, mas eu Apartai-vos. Eu morava na
casa de Abraão. Apartai-vos.
O filho da escrava não vai herdar com o
filho da promessa.
Essa é a marca vem agarrado somente a
cruz. Essa é a marca do chamado eficaz.
Hebreus diz que ele é capaz de salvar
definitivamente aqueles que por meio
dele aproximam-se de Deus, pois vive.
Por que que eles vão até o final? Porque
vive para interceder por eles
definitivamente. Não parcialmente, não
temporariamente, não pela metade, não
quando o homem conseguir complementar o
que ele fez. Definitivamente
ele salva os que se aproximam de Deus
por meio dele. Não por meio dele e das
obras. Não por meio dele e dos ritos,
não por meio deles e da disciplina. Não
por meio dele e das tradições, não por
meio dele e da sinceridade, por meio
dele, somente dele, ele salva
completamente os que se aproximam por
Deus, somente por ele. E aqui está o
consolo do filho da promessa. Talvez
você seja fraco, talvez trema, talvez
seja pobre, talvez seja zombado pelos
filhos da carne. Talvez olhe para sua
própria obediência e veja o que nela.
mistura, falha, lentidão e todo dia e
que deve viver necessidade de
arrependimento. Mas se você está em
Cristo, você herdará.
Você é Isaque, você é Jacó.
Não porque merece, mas porque Cristo
comprou herança. Não porque segurou a
promessa com as mãos fortes, mas porque
Deus só tem filhos da promessa.
Não porque sua fé é grande em si mesmo,
mas porque o Salvador em quem sua fé
repousa é grande. Não porque a sua
santidade sustenta a sua adoção, mas
porque a sua adoção sustenta a sua
santidade.
Você não é filho da escrava, é da livre.
Então, permaneça firme. Gálatas diz:
"Foi paraa liberdade que Cristo nos
libertou. Portanto, permaneçam firmes e
não se deixem submeter novamente ao
julgo da escravidão, da lei do
legalismo. Não volte para gar, não volte
para a balança, não volte para o chicote
da condenação, não volte para a
tentativa de comprar o que Cristo
comprou com o seu sangue. Não volte para
a casa da servidão depois de ter sido
chamado filho. A liberdade cristã não é
permissão para pecar. A liberdade da
condenação para amar a Deus como um
filho
é a liberdade eh eh eh do mérito para
obedecer por gratidão, não por achar que
pode apresentar notas fiscais a Deus.
liberdade da justiça própria para se
gloriar apenas na justiça de Cristo, não
a justiça que vem da lei. Liberdade do
medo serviu para viver diante do Pai,
sem medo de voltar para debaixo da lei.
O filho da promessa obedece, mas como
dissemos, não para entrar em casa. Então
a palavra é expulse.
A ideia de que você pode conviver
tranquilamente com lei e evangelho é
falsa. expulse. Não dê a ela o trono,
mas não dê ela nem a mesa. Não dê a ela
nem uma última palavrinha.
Não permita que ela diga quem você é
diante de Deus. Expulse.
Cristo diz
que se Cristo o fez livre, você é
verdadeiramente livre. Então venha.
Venha sem obras como fundamento.
Venha sem ritos como garantia. venha
como sem reputação, não é? Eh, como
defesa, sem eh sinceridade como
justificação. Venha sem sinceridade como
moeda, venha sem justiça própria como
veste. Venha sem nada. E com Cristo
nada em minhas mãos trago. Simplesmente
a cruz me agarro. A lei exige as mãos
cheias de perfeição.
Ela só só se satisfez com Cristo
que trouxe as mãos cheias de perfeição.
A graça recebe mãos vazias agarradas à
cruz. A escrava não herda. O mérito não
entra. A carne não será coroada. Cristo
salva tudo ou a alma está perdida.
O filho da escrava não vai herdar com o
filho da promessa. Expulse-a. Vamos
ficar de pé. Santo Deus, [canto]
eu me aproximo sem defesa, sem razão.
Tu me vês nos detalhes, no segredo do
coração,
nos [música] pequenos pensamentos,
nas palavras que eu soltei.
[canto][música]
Teu espírito me chama,
confessa.
E eu confessei,
[música]
não [canto] escondo minha culpa,
não [música] maquio minha dor.
Contra ti eu pequei
contra [música] o [canto] teu santo
amor.
Mas que atos minha raiz,
um querer [música][canto] desalinhado.
Eu preciso de limpeza. Eu [música]
preciso ser
[canto] lavado.
[música]
Cordeiro, minha justiça,
fim do meu [canto][música] tribunal.
Eu largo a autojustiça,
me rendo ao teu final.
[canto] Jesus [música]
tem misericórdia.
Jesus, [música]
vem me purificar.
[canto]
Teu sangue fala mais alto que o meu
[música]
pecado a gritar.
Minha [música][canto] única defesa
é a cruz, é o teu favor. Eu adoro a tua
graça.
[canto]
[música]
Eu descanso no teu amor.
>> Tua misericórdia [música]
é melhor.
[música] Tua misericórdia [canto]
é meu lar.
>> Rei dos reis, eu me [música] prostro.
Tu és luz [canto] e eu sou pó.
Quando eu tento ser meu dono, [música]
eu no terco em mim só.
Autonomia é [canto] mentira,
autossuficiência [música]
também. [canto]
Tu és [música] fonte, tu és vida.
Sem ti nada me sustém. [música]
Eu
não venho com curríco, [canto][música]
venho com mãos sem ter. Não confio no
meu choro, [canto]
nem o meu vou vencer. [música]
Eu confio na firmeza [canto] do teu
pacto,
>> [música]
>> ó Senhor.
Tua aliança é selada no cordeiro
[canto] redentor.
[música]
Restaura [canto] minha alegria,
[música] tua salvação em mim.
Sustenta-me com espírito
[música][canto]
pronto até o fim.
[música] Jesus
tem misericórdia. [canto]
Jesus
vem [música] me purificar.
Teu sangue fula mais alto que [música] o
meu pecado a gritar.
A minha [música] única defesa
é a cruz, é o teu favor. Eu adoro a tua
graça.
[canto] Eu descanso no teu amor.
[música]
Inclina o [canto] meu coração,
ensina-me a obedecer. [música]
Dá-me um espírito [canto] pronto, mais
doce [música] do que o meu querer.

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