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Rota 66 Português – Levítico 13-14 | Luiz Sayão | IBNU

Rota 66 Português – Levítico 13-14 | Luiz Sayão | IBNU

Rota 66 Português – Levítico 13-14 | Luiz Sayão | IBNU

Levítico 13 e 14 tratam das leis sobre impureza cerimonial, especialmente relacionadas às doenças de pele e ao mofo em roupas e casas. O objetivo não era apenas médico, mas espiritual e comunitário: ensinar ao povo a santidade de Deus e a necessidade de pureza para viver em comunhão com Ele. Os sacerdotes examinavam sinais na pele, isolavam pessoas por períodos e avaliavam se havia risco de contaminação. A palavra traduzida por “lepra” abrangia várias doenças de pele, não apenas a hanseníase.

Também havia orientações sobre manchas de mofo em tecidos e casas. Se o problema persistisse, roupas eram queimadas e casas podiam até ser demolidas, mostrando como a impureza e a destruição precisavam ser levadas a sério.

O estudo destaca que essas leis protegiam a comunidade e simbolizavam o impacto do pecado, que se espalha como uma doença corrosiva. No Novo Testamento, Jesus cura leprosos e restaura os excluídos, mostrando o poder de Deus para vencer aquilo que separa o ser humano da comunhão divina.

A principal lição é vigiar o mal antes que ele cresça e destrua a vida, buscando purificação, sabedoria e aproximação de Deus.

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em áudio.
[música]
Estudo [música] 66, baseado em Levítico
13 a 14.
Como [música] podemos observar a
preocupação dos capítulos 11 a 15 do
livro de Levítico? É com a purificação
cerimonial. Como era possível
aproximar-se do Senhor para cultuá-lo do
Deus totalmente santo diante das
impurezas
ligadas ao corpo humano, quer sejam por
enfermidade, quer sejam por outras
razões que tornariam o homem ou a mulher
impuros para cultuar, para se aproximar
de Deus. O que deveria, o que poderia
ser feito? Como poderia se entender a
fragilidade humana diante da santidade
de Deus? Um dos temas ligados a isso
está relacionado com as doenças que
apareciam na pele. Lendo a NVI,
já no capítulo 13, nós encontramos o
seguinte: Disse o Senhor a Moisés e
Arão: "Quando alguém tiver um inchaço,
uma erupção ou uma mancha brilhante na
pele que possa ser sinal de lepra, será
levado ao sacerdote Arão ou a um dos
seus filhos que seja sacerdote.
Este examinará a parte afetada da pele.
E se naquela parte o pelo tiver se
tornado branco e o lugar parecer mais
profundo do que a pele, é sinal de
lepra. Depois de examiná-lo, o sacerdote
o declarará impuro. Se a mancha na pele
for branca, mas não parecer mais
profunda do que a pele, sobre ela o pelo
não tiver se tornado branco, o sacerdote
o porá em isolamento por sete dias.
No sétimo dia, o sacerdote o examinará.
E se verificar que a parte afetada não
se alterou, nem se espalhou pela pele, o
manterá em isolamento por mais sete
dias. Ao sétimo dia, o sacerdote
examinará de novo. E se a parte afetada
diminuiu e não se espalhou pela pele, o
sacerdote o declarará puro. É apenas uma
erupção. Então ele lavará suas roupas e
estará puro. Mas se depois que se
apresentou o sacerdote para ser
declarado puro a erupção se espalhar
pela pele, ele terá que se apresentar
novamente ao sacerdote.
O sacerdote o examinará. Se a erupção
espalhou-se pela pele, ele o declarará
impuro. Trata-se de lepra.
Como podemos observar, nós estamos
diante de um procedimento quase que
médico. Uma pessoa tinha qualquer tipo
de problema na pele. Esse problema
poderia ser grave, poderia se espalhar
pela comunidade, contaminar
a toda a a o povo de Israel. E ele então
tinha a responsabilidade
de apresentar-se perante o sacerdote
para uma espécie de exame. Então se
verificava se havia mudança de coloração
na pele, se verificava se havia mudança
de cor no pelo, se a parte da pele
estava mais funda, verificava-se se
estava abrindo uma ferida e então havia
uma espécie de um tipo de quarentena,
sete dias, a pessoa ficava isolada e
depois voltava para ser examinada
novamente pelo sacerdote, caso ele
tivesse sarado. ele poderia voltar ao
convívio normal. Caso isso não tivesse
acontecido, a pessoa tinha que ser
afastado da comunidade.
É importante ah dizer aqui que
geralmente quando ouvimos a palavra
lepra, nós associamos diretamente com a
ranceníase, que é uma doença bastante
conhecida e que é a lepra assim
conhecida. No entanto, a palavra
hebraica, tsarat, a palavra que aparece
no livro de Levítico, ela não significa
apenas lépara, é que tradicionalmente
essa palavra acabou tendo essa tradução
e isso ficou marcado na história. Mas na
verdade a designação é se referia a todo
tipo de doença da pele que aparecia e
que poderia ter hoje pela medicina mais
detalhada, diagnóstico diferente. Então,
uma pessoa poderia ter simplesmente um
eczema, uma pessoa podia ter a lepra
propriamente dita ou psoríase, uma
espécie de câncer de pele ou qualquer
coisa assim. Isso era chamado, vamos
dizer, genericamente de lepra. E,
portanto, a pessoa tinha que passar por
esse exame para constatar a sua condição
de pureza. Observem que a pureza em
relação a ao aspecto cerimonial, em
relação ao aspecto cútico, acabava
também preservando a saúde da
comunidade. E o detalhe era tão
interessante que quando nós lemos no
versículo 12, o texto nos diz assim:
"Se a doença se alastrar e cobrir toda a
pele da pessoa infectada da cabeça aos
pés, até onde é possível ao sacerdote
verificar, este a examinará. E se
observar que a lepra cobriu todo o
corpo, ele a declarará pura.
Ah, visto que tudo ficou branco, ela
está pura. Mas quando nela aparecer
carne viva, ficará impura. Quando o
sacerdote vira a carne viva, ele a
declarará impura. A carne viva é impura,
trata-se de lepra. Se a carne viva
retroceder e a pele se tornar branca, a
pessoa voltará ao sacerdote, este a
examinará. E se a parte afetada se
tornou branca, o sacerdote declarará
pura pessoa infectada, a qual então
estará pura. havia uma separação entre
uma espécie de eh problema de pele
simples eh que talvez pudesse até ser
relacionado com o tipo de vitiligo ou
coisa assim, ah, que não deixava a
pessoa numa condição de impureza. E
quando aquilo realmente se tornasse uma
espécie de doença infecciosa, ah, quando
saísse pus ou quando virasse, como nós
dizemos, carne viva, a coisa era muito
séria e, portanto, a pessoa era afastada
ah do ah envolvimento direto com a
comunidade.
O texto faz questão de ah detalhar
outras coisas que poderiam acontecer com
a pessoa. Por exemplo, fala sobre a
calva. Uma pessoa que começa a perder os
cabelos, diz o texto, essa pessoa não
está impura. Quando um homem ou uma
mulher tiver manchas brancas na pele, o
sacerdote examinará as manchas. Se forem
brancas, sem brilha, é um eczema que se
se alastrou. Essa pessoa está pura.
Havia uma preocupação bem detalhada e
surpreendente para a assim o que nós
esperamos daquela época. Versículo 29
tem uma consideração interessante que
merece atenção por causa da maneira como
NVI traduz. Quando um homem ou uma
mulher tiver uma ferida na cabeça ou no
queixo. Muitas versões antigas traduzem
a palavra queixo pela palavra barba,
quando a mulher tiver ferida na barba, o
que não faz sentido. Por isso,
acertadamente, NVI traduz o texto como a
mulher tendo ferida no queixo, que é
mais correto de acordo com o significado
exato da palavra nesse contexto. Então
eles também eram examinados diante do
sacerdote. Vemos a grande sabedoria de
Deus expressa aqui ah na avaliação do
que acontecia com o a pessoa que tinha
uma enfermidade na pele. É interessante
que a partir do versículo 47
aparece uma coisa estranha, o que é
chamado de lepra da roupa ou lepra da
casa. E novamente vamos aqui observar
que a palavra hebraica tem um
significado muito mais amplo. A ideia é
qualquer coisa infecciosa ou que se
alastra que pode ameaçar a vida da
comunidade, que também representa perigo
de morte. Por isso, corretamente, na
NVI, nós lemos que essa palavra é
traduzida por mofo. Então, observe bem o
que o texto nos diz. Quando aparecer
mancha de mofo em alguma roupa, seja de
lã, de linho ou em qualquer peça tecida
ou entrelaçada de linho ou de lã, ou em
algum pedaço ou objeto de couro, se a
mancha na roupa ou no pedaço de couro ou
na peça tecida ou entrelaçada ou em
qualquer objeto de couro for esverdeada
ou avermelhada, é mancha de mofo que
deverá ser mostrada ao sacerdote.
E a pessoa então ia ao sacerdote,
mostrava e o objeto era isolado por sete
dias. Depois o sacerdote voltava a
examinar e verificava.
E se aquilo tinha permanecido ou se
estendido, era chamado então de mofo
corrosivo. Versículo 51. Veja só, ele
teria que queimar a roupa ou a peça
tecida ou entrelaçada ou qualquer objeto
de couro, porque aquilo era considerado
mofo corrosivo.
Mas se a mancha não tivesse se
espalhado, então o objeto deveria ser
lavado e isolado. E depois, se não
tivesse alterado a sua cor, nem se
espalhado, a as coisas seriam vistas de
maneira diferente.
Apesar de lavado e passado por esse
teste, o texto nos diz: "Depois de
lavado, o objeto afetado o sacerdote
examinará. E se a mancha não tiver
alterado sua cor, ainda que não tenha se
espalhado, o objeto estará impuro.
Queime o com fogo. Quer o mofo corrosivo
tem afetado um lado, quer o outro do
objeto. Mas se a mancha tivesse
diminuído, o objeto depois de lavado
seria considerado
puro, porque não teria qualquer tipo de
problema.
Ah, então observe aí como isso é muito
surpreendente. A mesma coisa era
necessário quando se pensasse ah em uma
espécie de ah
lepra ou mofo corrosivo destruidor
atingisse a casa. capítulo 14 vai tratar
da purificação
eh necessária relativa a à lepra e ao
mofo. Com todos os rituais, era
necessário trazer oferta pelo pecado, se
fazer propiciação, conforme nós já temos
observado nos outros casos de impureza
cerimonial. Quando lemos a partir do
versículo 33, observe com atenção o que
aparece aqui. O Senhor disse a Moisés e
Arão, quando vocês entrarem na terra de
Canaã, que lhes dou como propriedade, e
eu puser mancha de mofo numa casa da
terra que lhes pertencem, o dono da casa
irá ao sacerdote e dirá: "Parece-me que
há mancha de mofo em minha casa". E
assim, então tudo ia ser examinado
e caso a aquilo fosse confirmado, a casa
tinha que ser ter as suas paredes
raspadas, teria que ficar fechada 7
dias, porque era uma espécie de mofo
perigoso para a própria comunidade. Se
caso nada disso resolvesse, a casa fosse
finalmente declarada impura, ela tinha
de ser demolida. Versículo 45. as
pedras, madeiras e todo o reboco da
casa, tudo seria levado para um local
impuro fora da cidade. Caso não tivesse
sido assim, a casa poderia ser
recuperada. E assim nós observamos assim
o desfecho regulamentação acerca da
lepra e do mofo. É surpreendente
observar aqui o cuidado de Deus para a
pureza cerimonial do povo e pureza que
acabava revertendo e também garantia de
saúde. e também observar como o poder
destruidor daquilo que contamina é
bastante observado e que era necessário
tomar uma atitude muito objetiva e
definida diante de tal realidade. Aqui
então hoje encerramos [música]
o nosso estudo sobre o famoso texto da
lepra em [música] Levítico, capítulo 13
e 14.
[música]
Primeira pergunta, talvez alguém
[música] percebeu, havia alguma técnica
medicinal para curar a lepra naquela
época? Olha, Alberto, é interessante
observar aqui com atenção que o o texto
de Levítico não tem a intenção
propriamente médica. É surpreendente que
ele tem técnicas que hoje, de certa
forma, a medicina usa, que é o
isolamento, a quarentena. Mas a ideia
não era assim curar a pessoa. A pessoa
poderia, vamos dizer assim, se
recuperar, sarar, né, independentemente
de qualquer tratamento. As únicas
referências de cura, de lepra, até no
próprio Antigo Testamento, é por uma
intervenção de Deus, assim como é o caso
de Namã, tal, lá com o profeta Eliseu.
Então, o foco não é propriamente
medicinal. O texto tá ensinando mais uma
vez a questão de como é que a gente vai
se aproximar do Deus santo diante das
impurezas que se manifestam. Então, eh,
por isso não aparece nada. se eles
faziam alguma coisa, se eles tinham
alguma
intenção de trpassar algum tipo de
produto ou de essência, a gente não tem
informação nesse aspecto. Eh, não
aparece nenhuma e técnica propriamente
terapêutica, simplesmente o isolamento.
Então você falou até em quarentena, né,
usamos esse termo. Por que deixar a
pessoa isolada num acampamento distante,
né? Já que ela tá precisa, quando uma
pessoa tá doente, ela precisa do carinho
da família, precisa da atenção das
pessoas. No caso, aquela é excluída,
expulsa.
>> Pois é. é uma questão assim um pouco
difícil, né, pra gente
entender, mas eh a gente compreende isso
quando a gente percebe que o que tá
sendo discutido aqui é o indivíduo
diante da sociedade. É a mesma razão,
por exemplo, porque nós, por exemplo, na
nossa sociedade,
eh nós
punimos, né, ou prendemos uma pessoa,
eh, que está prejudicando a sociedade.
Se uma pessoa, por exemplo, como
aconteceu esses dias, chega ah, com a
suspeita de gripe aviária, né? O carinho
de levar essa pessoa ah pro estádio do
Maracanã, do Morumbi cheio, né? Vai
trazer problemas muito graves. Então, o
raciocínio era semelhante, né? A pessoa
tinha um problema sério que de repente
poderia se tornar ameaçador para a
própria comunidade. Na verdade, o foco
era a relação dessa pessoa com a
santidade e a pureza de Deus. Mas vamos
dizer assim, né, na palavra mais popular
de quebra, né, de sobra ainda vinha o
fato de que o isolamento dessa pessoa
traria, mesmo que fosse difícil, que
fosse complicado, a pessoa ia pensar
sobre a sua vida, ia levar a sério um
monte de coisas que talvez não tivesse
pensado antes, mas ela ficaria isolada,
né, fora do acampamento, porque na no no
pensamento bíblico você tem os lugares
definidos por pelas suas santidade, né?
Fora do acampamento não tem nada de
santidade. Acampamento é onde mora a o
povo, né? Existe ali Deus está com eles.
Depois você tem a o tabernáculo, a parte
externa. Depois você tem a tenda do
encontro e depois finalmente o lugar
santíssimo dentro da tenda, né? E fora
ainda do do acampamento ainda tem o
lugar mais sério, perigoso, rejeitado,
que é o deserto, né? Então existe assim
uma espécie de ensinamento didático de
santidade. Por isso a pessoa é colocada
fora e também levando em consideração a
preservação da comunidade.
>> Todo esse ambiente então para mostrar ou
tipificar como é que é o relacionamento
de Deus com o povo, acampamento, a
região celestial, o pedacinho do céu.
Podemos ver isso no no
>> Sim. é uma é uma espécie de de pedagogia
muito concreta pra pessoa realmente
entender a o que significa a santidade
de Deus, que sem isso não se entende a
grande maioria das outras doutrinas e
ensinamentos da Bíblia,
>> tá certo? No Novo Testamento a gente
encontra pessoas nessa situação,
leprosos chegando perto de Jesus ou
tentando chegar perto de Jesus, a cura e
etc. Como fica então a cura no Novo
Testamento diante destes textos, né,
nessa legislação que o sacerdote tinha
que olhar, cuidar e até o capítulo 14 é
estranho, né? A pessoa tinha que trazer
todo um arsenal, né, para conseguir a
sua purificação, né? E isso aqui é muito
interessante, porque eh aí nós vamos
entender, né, o Novo Testamento de
verdade, né, porque toda pessoa que
tinha um problema,
ah, toda pessoa que tava excluída da
comunidade, toda pessoa que era impura
como leproso, ele tinha, vamos dizer
assim, pouquíssima esperança. Quando
Jesus aparece e ele veio para libertar
os cativos e curar os enfermos, quando
ele aparece e ele começa a curar essas
pessoas, ele toca naquele que não pode
ser tocado. Então nós vamos ver que
Cristo de fato mostra para nós que Deus
está conosco.
Deus na sua, no seu poder de restauração
pleno de uma maneira muito
extraordinária.
Se nós entendermos Levítico, né, se nós
entendermos a lei e o Velho Testamento,
então ao lermos o Novo Testamento, a as
coisas vão ficar muito mais claras e
muito mais cheias de impacto, de
realidade, porque vamos observar que no
Novo Testamento há esperança de cura
real, né? No Novo Testamento nós vemos
Jesus eh, vamos dizer assim, vencendo
todas as barreiras que necessariamente
separavam o homem de Deus. Então isso é
muito especial, muito bonito e deve nos
dar um sentimento de gratidão muito
grande a Deus.
>> Não só quebrando barreiras de
preconceitos sociais, né, mas quebrando
outras barreiras, Jesus, né?
>> Sim. Tudo aquilo que separa o homem de
Deus e os homens dos próprios homens, as
barreiras. Por isso que quem ama Deus,
né, deve amar o seu irmão. A relação ela
é completa, é tanto horizontal como
vertical.
>> Muito bem. Obrigado, Saião, pela
explicação. E você que quer aprender um
pouco mais do Velho Testamento, fique
ligado. Venha aí a aplicação do estudo
de hoje.
[música]
Hoje aqui no Rota 66 nós estudamos
Levítico capítulo 13 e 14 e nós falamos
a respeito do tema Chamem o sacerdote a
ferida abril. Esse texto tem muitas
lições surpreendentes e maravilhosas que
falam da santidade de Deus, da
necessidade de purificação e de outros
temas dos quais nós já falamos. Mas o
que chama a nossa atenção de maneira
especial é a verdade de que o mal se
alastra com força. Por que que o pecado?
Por que que a impureza é levado tão a
sério pelas escrituras no mundo caído no
qual nós nos encontramos pelo seu poder
de propagação? Então, parece um pouco
assim cansativo e até mesmo eh talvez eh
um pouco chato de ficar eh lendo textos
como esses, mas eles nos mostram como o
mal, a doença, a enfermidade, a impureza
tinha um poder tremendo de ampliação, de
alastramento. E isso para nós é uma
lição muito importante, muito grande. De
certa forma, isso mostra para nós o
poder do impacto, poder impacto do mal e
do pecado na sociedade. E o que fica de
lição particular nós é como é que nós
temos
observado e vigiado a nossa própria
maldade, o nosso próprio [música]
pecado, a nossa própria fragilidade, a
nossa própria impureza. Será que nós
deixamos a [música] coisa correr sem
pensar ou sabiamente examinamos aquilo
com atenção? [música]
Verificamos para que o mal não se
alastre e não haja nenhum mofo
corrosivo, nenhuma [música] destruição
perigosa na nossa própria vida. Aprenda
[música] a sabedoria que vem desses
textos antigos da Bíblia e certamente
[música] a sua vida será mais abençoada.
[música]

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