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A fé vem pelo ouvir

Tomando posse da herança – REV. LUCAS PREVIDE

Tomando posse da herança – REV. LUCAS PREVIDE

Tomando posse da herança – REV. LUCAS PREVIDE

Nesta mensagem baseada em Gálatas 4:1–11, somos conduzidos a uma das verdades mais profundas do evangelho: a nossa identidade como filhos de Deus.

O apóstolo Paulo confronta um falso evangelho baseado em obras, ritos e esforço humano, mostrando que a salvação não é conquistada — é recebida pela fé em Cristo Jesus.

Através de uma poderosa analogia entre escravidão e herança, aprendemos que antes éramos escravos do pecado, mas, na plenitude do tempo, Deus enviou seu Filho para nos resgatar e nos adotar como filhos.

O que significa, então, “tomar posse” das promessas de Deus? Não se trata de conquistas materiais, mas de viver com a certeza da nossa filiação, desfrutando da intimidade com o Pai e da segurança da salvação.

Uma mensagem essencial para quem deseja compreender o verdadeiro evangelho e viver com identidade, liberdade e esperança em Cristo.

INFORMAÇÕES:
Pastor: Lucas Previde
Passagem: Gálatas 4.1-11
Série: A Justiça da Fé
Pregação número: X de X

#ipsantoamaro #presbiteriana

CAPÍTULOS:
00:00 – Introdução: A justiça da fé (Gálatas 4)
00:34 – Leitura bíblica: Gálatas 4:1–11
02:37 – Oração e dependência do Espírito
03:17 – Contexto da carta aos Gálatas
03:56 – O problema dos judaizantes
05:01 – O papel da lei na salvação
06:05 – Justificação somente pela fé
07:09 – O coração humano buscando redenção
08:47 – Pergunta central da mensagem
09:53 – Herdeiros: reconhecer a condição de escravidão
10:24 – A analogia do herdeiro e do escravo
11:40 – Escravidão espiritual e incapacidade humana
12:50 – A lei revela o pecado
13:48 – Escravidão aos “rudimentos do mundo”
14:53 – O falso evangelho da dependência humana
15:52 – A realidade da escravidão espiritual hoje
17:02 – Aparência de fé sem transformação real
18:27 – Transição: da escravidão para a filiação
18:50 – Herdeiros: reconhecer os méritos da filiação
19:07 – A plenitude do tempo
20:01 – Revelação progressiva de Deus
21:44 – O contexto histórico da vinda de Cristo
22:57 – Cristo nascido de mulher e sob a lei
24:18 – A obra ativa e passiva de Cristo
25:22 – A finalidade: adoção como filhos
26:11 – O resgate: libertos da escravidão
27:16 – Salvação pela graça, não por mérito
28:08 – Nem todos são filhos de Deus
28:58 – Descansar na obra de Cristo
29:12 – João 1: o poder de se tornar filho de Deus
30:12 – A identidade do herdeiro
31:30 – Tomar posse da herança (significado bíblico)
32:01 – O Espírito Santo em nós
32:27 – “Aba Pai”: intimidade com Deus
33:45 – Tomar posse além do material
34:22 – A disciplina como parte da filiação
35:07 – A verdadeira herança espiritual
36:34 – A suficiência da obra de Cristo
37:14 – O perigo de voltar à escravidão
38:06 – Deus nos chama pelo nome
39:03 – Ouvir a voz do Pastor
39:33 – Segurança da filiação em qualquer circunstância
40:17 – Três aplicações práticas
41:25 – A ceia: privilégio dos filhos
41:54 – Chamado final: viver como filhos
42:16 – Oração final

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Sobre a música de abertura
Música: Louvai a Deus, soberano Senhor (Hinário Novo Cântico nº16). Título original em português: Louvor a Deus
Compositor: Stralsund Gesangbuch (1665), Joachim Neander (1680)

Ficha Técnica
Arranjos e produção musical: Samuel Cintra Santos
Gravação, mixagem e masterização: SCS Produções
Produção: Igreja Presbiteriana de Santo Amaro
ISRC: BR-075-22-00001

Legendas automáticas:

Convido você a abrir a sua Bíblia na
carta de Paulo aos Gálatas para darmos
continuidade à exposição das Escrituras
na nossa série intitulada A justiça da
Fé.
Nessa noite nos deteremos ao capítulo 4
versos de 1 a 11. A epístola de Paulo
aos Gálatas capítulo 4 versos de 1 a 11.
Se você tem o nosso guia de pregação,
esta mensagem está contida nele, na
série intitulada, como eu já disse, a
justiça da fé. Você está nos visitando,
ainda não tem o nosso guia de pregação.
Depois pode procurar os membros da junta
diaconal na página 303.
É a exposição, será a exposição desta
noite. Acompanhe atentamente e com fé. A
palavra do Senhor diz assim:
"Digo, porém, o seguinte: durante o
tempo em que o herdeiro é menor de
idade, em nada difere de um escravo,
mesmo sendo o senhor de tudo, mas está
sob tutores e curadores até o tempo
pré-determinado pelo Pai. Assim também
nós, quando éramos menores, estávamos
escravizados aos rudimentos do mundo.
Mas quando chegou a plenitude do tempo,
Deus enviou o seu filho, nascido de
mulher, nascido sob a lei, para resgatar
os que estavam sob a lei, a fim de que
recebêssemos a adoção de filhos. E por
você, e porque vocês são filhos, Deus
enviou o espírito de seu filho ao nosso
coração. E esse espírito clama: "Aba,
pai". Assim você já não é mais escravo,
porém filho. E sendo filho, também é
herdeiro por Deus. Mas no passado,
quando não conheciam a Deus, vocês eram
escravos de deuses que por natureza não
são deuses. Mas agora que vocês conhecem
a Deus, ou melhor, agora que vocês são
conhecidos por Deus, como é que estão
voltando outra vez aos rudimentos fracos
e pobres, aos quais de novo querem
servir como escravos? Vocês guardam
dias, meses, tempos e anos. receio que o
meu trabalho por vocês tenha sido em
vão. Até aqui a palavra do nosso Deus.
Vamos orar.
Ó Senhor, estamos diante da tua palavra
e cremos no poder dela para nossa vida.
Cremos também que o Senhor conhece os
nossos dias, os nossos pensamentos e
sentimentos.
Por isso pedimos que nesta noite o teu
Santo Espírito nos conduza, Senhor, para
aquilo que precisamos receber de ti.
Cremos que isso é possível porque Cristo
morreu, para que assim pudéssemos, ó
Pai, desfrutar da tua revelação e da tua
obra em nossa vida. Oramos no nome do
nosso Senhor Jesus Cristo, que vive e
reina eternamente. Amém.
Aqui estamos dando continuidade
à carta tão tensa ou a ácida do apóstolo
Paulo aos Gálatas. Se você já está
acompanhando conosco a exposição desta
carta, você vai lembrar que essa carta é
a única carta do apóstolo Paulo que ele
não começa com elogios à igreja a quem
ele está escrevendo.
Provavelmente essa tenha sido a primeira
carta escrita pelo apóstolo Paulo após
as suas viagens missionárias. E nós
vimos em nossas últimas exposições que
há na igreja da Galácia uma grande, uma
forte corrente de judaisantes
adentrando a essa igreja e pervertendo
ou corrompendo o evangelho que Paulo
havia pregado. Então Paulo escreve
primeiramente contra este falso
evangelho dos chamados judaizantes.
Lembrando que judaisantes eram judeus
que se diziam convertidos ao
cristianismo, mas não queriam abandonar
as práticas, os ritos religiosos como
meio de se alcançar a salvação.
Principalmente a discussão aqui estava
também em torno da circuncisão.
judaisantes, chegando à igreja da
Galácia, uma igreja de gentios, ou seja,
de pessoas que não vinham do judaísmo,
estavam recebendo ou sendo pressionadas
a não abandonar ou na verdade a adotar
práticas judaicas
como meio para sua salvação.
Paulo então irá argumentar com relação a
isso de que a lei não tinha este
propósito. No capítulo 3, nós vimos
Paulo lembrando que a lei foi escrita
muitos anos depois
da promessa feita a Abraão. E Abraão foi
justificado porque creu. Então Paulo
diz: "Não há cabimento da lei ser o meio
pelo qual irá conduzir vocês à
salvação".
Mas Paulo então oferece ou apresenta
qual é o papel da lei. E nós vimos que o
papel da lei na nossa última exposição é
caracterizar o nosso pecado,
caracterizar a nossa total falta de
capacidade de salvação, mas também nos
conduzir à salvação. Paulo utiliza a
expressão guardião. Então a lei tinha
estes dois papéis, dizer que você é um
pecador, que você não consegue alcançar
a sua salvação pelo seus próprios
méritos, mas que por meio da observância
da lei você seria conduzido à salvação
em Cristo Jesus pela fé. Salvação
mediante a fé. Este é o cerne da carta
de Paulo aos Gálatas. Somente pela fé em
Cristo Jesus somos salvos. No verso 24
do capítulo 3, Paulo conclui: "De
maneira que a lei se tornou nosso
guardião para nos conduzir a Cristo, a
fim de que fôssemos justificados pela
fé. Mas agora que veio a fé, já não
permanecemos subordinados a este
guardião. E por isso a nossa filiação em
Cristo Jesus se assemelha a Abraão.
Lembre-se que a igreja da Galácia era
uma igreja de gentios, ou sejam de
pessoas que não tinha o lastro
histórico, cultural e religioso do
judaísmo. Eram pessoas que não conheciam
a Torá ou que não conheciam os
mandamentos ou que não estavam apegados
aos ritos.
E Paulo, então diz: "Em Cristo Jesus
fomos feitos descendentes
de Abraão, quer judeu, quer gentil.
Mas e nos dias de hoje, o que isso
impacta?
Impacta que muitas pessoas querem se
aproximar do cristianismo,
querem se aproximar de Deus, estipulando
como esta relação se dará.
Muitas igrejas ou denominações que se
dizem evangélicas
continuam se apegando a ritos, a
ordenanças, a simples observação da lei
como forma de garantir a sua salvação ou
redenção.
Muitas pessoas apenas querem uma lista
do que precisam fazer para alcançar a
sua redenção. Eu preciso fazer parte de
uma igreja, OK? Eu preciso dar o dízimo,
OK? Eu preciso fazer parte de uma
sociedade interna, OK? É isso que eu
tenho que fazer? Então eu farei isso
para então conquistar a minha redenção.
E o coração humano vagueia por este
mundo perdido neste sentimento. Há
pessoas que encontram certa satisfação
ao fazer isso, pertencer a alguma
igreja, alguma seita, algum movimento
espiritual e acharem que nisso encontram
a sua redenção.
Outros estão perdidos tatiando este
mundo atrás do poder financeiro, do
status. O coração humano busca a sua
redenção, mas longe de Cristo Jesus
continuará assim como esses judais
antes, apenas vislumbrando, vislumbrando
o que é a redenção em Cristo Jesus. Por
isso, nessa noite, eu gostaria que
respondêssemos à luz das Escrituras uma
pergunta principal a respeito do que
Paulo diz. E essa pergunta é: Como
entender as consequências da afirmação
que somos filhos de Deus e herdeiros de
suas promessas? Como entender essa
afirmação que o apóstolo Paulo diz de
que somos filhos de Deus e herdeiros de
suas promessas?
Voltando ao contexto, é muito importante
lembrar do que estes irmãos da Galácia
estavam ouvindo e do que esses
judaisantes também estavam ouvindo.
Aqueles que não tinham lastro nenhum com
o judaísmo, aqueles que não tinham no
seu histórico familiar nenhum rito
judaico, estavam sendo chamados de
herdeiros, assim como Abraão.
E o contrário também os judaisantes que
estavam tentando pressionar essa igreja
estavam ouvindo que aqueles gentios não
precisavam mais da lei para serem
considerados herdeiros a semelhança de
Abraão. Então, como como compreendermos
essa afirmação de que somos filhos de
Deus e, por consequência herdeiros de
sua promessa? E o primeiro ponto é que
como herdeiros devemos reconhecer a
nossa condição de escravidão. Sim, como
herdeiros reconhecemos ou devemos
reconhecer a nossa condição de
escravidão. E Paulo vai utilizar a
analogia do da herança ou em se tornar
herdeiro quando ele diz: "Digo, porém, o
seguinte: durante o tempo em que o
herdeiro é menor de idade, em nada
difere de um escravo, mesmo sendo senhor
de tudo." O que Paulo está querendo
trazer aqui é a analogia de que quando
você é feito o herdeiro,
não foi você que conquistou aquilo que
você irá herdar. Alguém trabalhou,
alguém levantou cedo, alguém poupou para
que você pudesse desfrutar.
É algo que não foi conquistado por você,
algo que será dado a nós a despeito dos
nossos méritos, algo que nos pertence,
mas que só possuiremos em tempo
determinado.
Normalmente é assim, após a morte
daquele que possui, ou mesmo após a
morte, em determinado tempo, tem que
completar tantos anos, tem que fazer tal
coisa para receber.
Enquanto aguarda o herdeiro é como se
fosse um escravo. Paulo diz. Mas em que
em sentido? Em sentido de que ele não
está livre.
Ele não está livre para usufruir daquilo
que lhe foi dado. Enquanto aguarda o
período estabelecido, o herdeiro é
conduzido, é guardado, é tutelado.
Verso dois. está sob tutores e curadores
até o tempo predeterminado pelo Pai.
Sim, torna-se semelhante a um escravo no
sentido de estar preso a uma condição a
qual não importa o que ele faça, não
importa quem ele seja, ele não
conseguirá desfrutar. Mas Paulo no verso
3 nos dá a aplicação deste exemplo. Ele
diz que nós somos como escravos. Por
quê? Ele diz assim também nós o quê?
Quando éramos menores estávamos
escravizados aos rudimentos do mundo.
Essa é a nossa situação enquanto
estávamos debaixo da lei,
presos em nossa incapacidade de
cumpri-la. Na nossa exposição anterior,
nós dedicamos tempo a isso. A lei vinha
para mostrar que nós não conseguimos
cumpri-la e, por consequência, não há
justificativa. Todos pecaram e carecem
da glória de Deus.
Não há um ser só sequer que pode, pelos
seus próprios méritos, alcançar a
salvação. E a lei vinha como um outdoor,
um cartaz, um grande letreiro dizendo:
"Você não pode, você não consegue."
Mas Cristo veio e cumpriu a lei para que
pudéssemos usufruir dos benefícios da
nossa redenção. Paulo então usa essa
analogia dizendo: "Olha, quando nós
éramos ainda menores de idade ou quando
nós estávamos ainda sobre esse julgo da
lei, nós não podíamos cumpri-la". Assim
também nós, quando éramos menores,
estávamos escravizados
aos rudimentos do mundo. E aqui,
rudimentos do mundo, o que significa
essa expressão?
Ela tem como significado tanto a
imposição da lei aos judeus. A lei
impunha isso, uma escravidão de que ela,
eles estavam presos
à certeza de que eram pecadores, como os
gentios também estavam escravizados aos
rudimentos do mundo, enquanto serviam a
deuses falsos.
Rudimentos do mundo tem tudo. A sua
significância é toda encorpada com
aquilo que não é a salvação em Cristo
Jesus. rudimentos do mundo, a lei,
deuses, pagães, mas também os espíritos
malignos que constantemente tinham
autoridade e tem autoridade neste mundo
e que nos acusam do nosso pecado.
Sim, a lei acusava-nos dos nossos
pecados de uma forma correta, mas também
o inimigo nos acusa de nossos pecados
tentando nos distanciar de Deus. E
éramos escravos. Paulo reforça que o
outro evangelho que era pregado pelos
judaisantes estava extremamente
fidelizado a isto. Escravidão. Vocês são
completamente dependentes
daquilo que o mundo diz que você tem que
fazer para a salvação. E Paulo diz:
"Esse é um outro evangelho que eu não
preguei."
Como herdeiros, nós devemos reconhecer a
nossa condição de pecadores.
Nós devemos reconhecer a nossa condição
de incapacidade.
Aqueles que são apresentados ao
evangelho
devem ser apresentados a um evangelho
que traz esta realidade
da nossa condição
de filhos da ira de Deus,
da natureza pecaminosa, incapaz de
alcançar a redenção.
Muitos quando se convertem ou são
chamados de alguma forma esquecem o seu
histórico.
E não estou dizendo que nós devemos
ficar presos à nossa condição passada,
mas não podemos extingui-la da realidade
de que éramos escravos. Não conseguíamos
fazer a vontade de Deus.
Estávamos sujeitos aos nossos prazeres.
Quantos ainda vivem debaixo dessa
escravidão?
buscando sua redenção em lugares que não
encontrarão,
em denominações espiritualizadas,
em ritos, ou mesmo dentro de uma igreja
reformada, mas não compreendendo
a sua condição.
Quantos se aproximam da lei de Deus, mas
não conseguem ser conduzidos por ela.
O ministério de Jesus na Terra, nós
vimos constantemente Jesus sendo seguido
por multidões. E as multidões seguiam a
Jesus, mas nem todos reconheciam Jesus
como seu único e suficiente salvador.
Estavam ali no meio, estavam ali ouvindo
as palavras de Jesus, mas não se
deixavam ser conduzidos por aquilo que
Jesus ensinava.
Quantos se aproximam de Deus? Quantos se
sentam em bancos de igreja,
mas não são transformados
pelo evangelho
ou não se submetem ao evangelho. Aceita
Jesus até aonde não precisam abdicar sua
vontade.
Eu aceito estar com Jesus desde que não
precise fazer isso. Eu aceito Jesus, mas
não estou disposto a isso. Eu até vou à
igreja, mas não me peça para fazer isso.
Não compreenderam, não compreenderam a
sua condição de escravos.
continuam sendo escravos dos seus
próprios pecados e sujeitos à
condenação.
Quantos acham que estão bem, mas na
verdade estão presos e sujeitos aos
rudimentos deste mundo? Quantos estão
confortáveis apenas porque vem a sua
conta bancária com um saldo
satisfatório?
Quantos se sentem confortáveis porque
atingiram
certo nível em sua carreira?
Quantos se sentem confortáveis apenas
visitando uma igreja ou fazendo um
ritual espiritual?
Na verdade, continuam presos porque não
compreenderam a sua condição de
escravos.
Mas aqueles que compreendem
o seu tempo de escravidão,
como herdeiros, experimentam o que é ser
filho de Deus. Este é o nosso segundo
ponto. Se o primeiro ponto é que
herdeiros compreendem a sua condição de
escravos,
como herdeiros também reconhecemos os
méritos da nossa filiação.
Como herdeiros, nós conseguimos, por
meio da palavra de Deus conhecer aquilo
que nos foi dado, afiliação,
sermos filhos de Deus.
O texto nos diz que na plenitude do
tempo, no verso 4, mas quando chegou a
plenitude do tempo, Deus enviou o seu
filho.
Paulo fala sobre essa plenitude do tempo
como uma virada na nossa condição,
como uma mudança de perspectiva a
respeito da nossa condição diante de
Deus. Plenitude do tempo está atrelada à
vinda de Cristo ao mundo. Mas por que
este nome plenitude do tempo? Porque foi
por Deus escolhido desta forma que em
Cristo Jesus
a sua obra fosse plenamente revelada.
Nós lembramos do termo a revelação
progressiva.
É quando Deus se revela desde o Antigo
Testamento de forma progressiva,
em que Cristo Jesus todas as coisas se
tornam claras.
Então, se você está acostumado com essa
terminologia, mas nunca a compreendeu,
plenitude do tempo significa a revelação
completa de Deus aos homens em Cristo
Jesus. Foi o tempo que Deus escolheu em
sua soberania e propósito eterno para
consumar a adoção dos seus filhos em
Cristo Jesus.
foi consumada a nossa adoção como filhos
de Deus. Aprove a Deus que assim fosse.
Deus decidiu desta forma. Deus podia
muito bem decidir a consumação da nossa
filiação logo após a queda, três dias
após Adão pecar.
Mas ele não quis assim. Ele nos revelou
progressivamente
ao homem a sua obra, quem ele é, a sua
condição de santo, e ao mesmo tempo
apresentou-nos o pecado. Dentro do
propósito de Deus encontra-se o processo
escolhido por ele para nos demonstrar
isso. Revelação progressiva e
aprofundada. Aprendemos por meio da
palavra de Deus a criação,
como Deus criou tudo bom, perfeito.
Aprendemos qual é o protótipo,
aprendemos qual é a boa, perfeita e
agradável vontade de Deus. Aprendemos
também sobre a queda.
Aprendemos também sobre a nossa
incapacidade.
Mas na plenitude do tempo aprendemos
sobre a redenção em Cristo Jesus.
Vejam só que interessante. Dentro do
propósito de Deus, Deus escolheu em
Cristo Jesus apresentar-nos a nossa
redenção, porque somente Cristo poderia
nos conduzir a ela. Mas Deus também
planejou, arquitetou e executou para que
tudo convergisse para isso. Vejam só
questões seculares. Por exemplo, a
língua falada quando Cristo é encarnado,
grego conhecido por todo o mundo
conhecido,
para que o evangelho pudesse ser
transmitido
a diversos povos. Na plenitude do tempo,
havia uma única língua sendo falada ou
mundialmente conhecida. Você tinha
outras línguas, mas o grego era
conhecido por toda a extensão. Você
tinha a PX Romana, por exemplo, sob o
domínio do Império Romano, você tinha
acesso a todo o império.
Aqueles que pregavam o evangelho podiam
ser enviados. Nós vimos hoje pela manhã
o reverendo Daniel falando sobre o
envio.
Deus proporcionou em seu tempo, em sua
escolha, a plenitude da sua revelação.
Mas Paulo não para só por aí, dizendo
que em Cristo nós aprendemos sobre a
nossa filiação, mas ele nos dá o modo ou
os méritos pelo qual nós nos tornamos
filhos. Quando ele diz: "Deus enviou seu
filho nascido de mulher. Por que Paulo
precisou falar isso?
Por que
trazer o foco a isso? Deus enviou o seu
filho nascido de mulher. Uma referência
clara ao próevangelho de Gênesis 3:15.
Como sendo Cristo aquele que iria
cumprir a promessa de que o descendente
da mulher viria para salvar. Porém,
inimizade entre você e a mulher, diz
Gênesis 3:15, entre a sua descendência,
a descendência da serpente e a
descendência da mulher. Este lhe ferirá
a cabeça e você lhe ferirá o calcanhar.
Paulo está demonstrando como a nossa
filiação se deu. Como você pode dizer
que é filho de Deus por meio dos méritos
de Cristo único e exclusivamente.
Cristo se encarnou como homem
nascido de mulher, mas também nascido
sob a lei. Paulo lembra? Nascido sob a
lei. Cristo precisava nascer de uma
mulher para assumir a nossa natureza e
realizar aquilo que não conseguiríamos
realizar.
É dessa forma que você se torna filho de
Deus.
Não é pela sua filiação a uma família
que está muitos anos na igreja ou porque
você faz parte de uma igreja, mas por
conta de Cristo, que nasceu como homem
e pagou o preço que nós não
conseguiríamos pagar. Ele nos
representou
ao tornar-se como um de nós. Se fez
pecador sem ter pecado. Era necessário
que Cristo encarnasse como homem,
assumisse a natureza humana, sofresse as
dores sujeitas aos homens por conta do
pecado, mas sem pecar.
Mas não apenas de forma passiva, mas
agisse de forma ativa em relação à lei.
Cristo não somente esteve debaixo da
lei, como também buscou cumpri-la de
forma ativa em todos os aspectos, todas
as ordenanças. Portanto, Deus enviou o
seu filho para resgatar os que estavam
sob a lei. E aí Paulo então conclui:
"Com qual finalidade
a fim de que recebêssemos adoção
de filhos?" Final do verso 4. Qual a
finalidade da encarnação de Cristo? de
ele se sujeitar à lei, de lhe pagar o
preço pelos nossos pecados
com a finalidade de nos tornar filhos de
Deus,
nos resgatar, nos resgatar a fim de que
recebêssemos adoção de filhos. E porque
vocês são filhos, Deus enviou o espírito
de Deus ao nosso coração.
Resgatar. descrição prática aqui
do que naquele tempo era você comprar a
liberdade de um escravo.
Você comprar a liberdade de um escravo,
você resgatar o escravo da sua condição
de escravos.
No verso 4, ele diz: "Para resgatar os
que estavam debaixo da lei. Cristo nos
resgatou de nossa condenação.
Às vezes eu penso ou acho que isso se
distancia muito da nossa realidade
prática de comunhão com Deus. Nós nos
esquecemos dos detalhes ou do alicerce
pelo qual a nossa fé deveria ser
construída e na qual deveríamos viver.
em relembrarmos os aspectos principais
da nossa fé. É muito mais do que estar
um domingo numa igreja, fazer parte de
uma igreja, mas é constantemente trazer
a memória o que Paulo está fazendo aqui,
trazendo a memória à igreja da Galáia.
Quais são as bases
nas quais a nossa fé deve estar
construída? Resgatados como escravos da
lei e dos rodimentos desse mundo. Cristo
pagou o preço da nossa liberdade. Como?
Assumindo a nossa culpa. Não por
méritos, mas por graça. Não merecíamos.
É dom de Deus. É dádiva. Tome,
experimente.
Usando uma expressão tão depreciada dos
nossos dias. Receba.
Receba a salvação em Cristo Jesus
como aquilo que lhe é suficiente para
uma nova vida.
Seja filho de Deus, mas compreenda
como você se tornou o filho de Deus.
Não há expressão mais errada
a relação a este tópico do que o dito
popular. Todos são filhos de Deus.
Mentira.
Todos somos criados por Deus, criaturas
de Deus, mas nem todos são filhos de
Deus. Não há como sermos adotados como
filhos de Deus, senão por meio do eterno
filho de Deus. Não há como você ser um
filho de Deus se não for por meio
daquele que é o eterno filho de Deus.
Este evangelho é bem diferente do que
estava sendo pregado. E Paulo tem que
dizer isso. O que Paulo está
demonstrando é: "Olha, vocês receberam
um outro evangelho que não o que eu
preguei". E a diferença principal é
essa,
que o evangelho ao qual vocês estão
tendendo a aceitar é um evangelho que dá
a vocês o poder, que dá vocês a
autonomia, que dá vocês ao senso de que
vocês podem.
Mas o verdadeiro evangelho diz:
"Descanse". descanse em Cristo.
O evangelho de João nos lembra a
respeito disso no capítulo 1, a partir
do verso 10, quando diz: "O verbo estava
no mundo, o mundo foi feito por meio
dele, mas o mundo não o conheceu.
Veio para o que era seu, e os seus não o
receberam.
Mas a todos quanto o receberam, deu-lhes
o poder de serem feitos filhos de Deus,
a saber, aos que creem no seu nome, os
quais não nasceram do sangue, não
precisam ser da linhagem judaica, nem da
vontade da carne, nem da vontade do
homem, mas de Deus,
a todos que o receberam. Se você quer
usar essa expressão, receba, utilize
dessa forma. Receba a sua filiação
por meio de Cristo Jesus. Receba a sua
condição de herdeiro única e
exclusivamente por meio de Cristo Jesus.
Ser herdeiro é reconhecer a confirmação
da sua afiliação. Um herdeiro sabe que é
herdeiro.
Mesmo ainda não podendo desfrutar
plenamente da sua herança, ele vive como
um herdeiro. Ele é tutoriado como um
herdeiro. Ele é guardado como um
herdeiro. Ele sabe exatamente o que lhe
fez ser um herdeiro.
Ele sabe que esse título ou essa posição
ou esse status de herdeiro está
completamente atrelada ao seu pai, nesse
caso aqui expresso. Portanto, como
herdeiros, nós precisamos reconhecer
esta filiação ou os méritos desta
filiação. É ter a convicção do que lhe
foi dado por direito, não pelos seus
méritos, mas por algo que fora
conquistado por outro. Sim, por Cristo
Jesus. Portanto, ser herdeiro é
compreender o tempo que se passou da
nossa escravidão. Para então
reconhecermos os méritos da nossa
filiação. O que te faz ser um filho de
Deus? O que permite você dizer que você
é um filho de Deus é o quanto você
reconhece os méritos de Cristo neste
processo. E por último, o nosso terceiro
ponto. Como herdeiros, reconhecemos o
significado de tomar posse da nossa
herança. Aqui é um outro termo que,
infelizmente, foi tão descaracterizado
nos dias de hoje, tomar posse.
Mas é um termo que Paulo nos ensina
aqui. Se ele não utiliza essa expressão,
mas o seu princípio,
quando diz: "E por que vocês são
filhos?" Deus enviou o espírito de seu
filho em nosso coração.
Porque vocês são filhos? Deus enviou
este esse espírito. Por ser, por sermos
filhos, o mesmo espírito que habita em
Cristo habita em nós. Você já parou para
pensar nisso?
que o mesmo espírito que habita em
Cristo habita em você como filho de
Deus.
O mesmo espírito que habita em Cristo
habita nos filhos de Deus. Por meio
desse espírito podemos dizer abapai. E
esta é uma expressão que veio para mudar
completamente
no Novo Testamento a compreensão de
intimidade, de relacionamento com Deus.
Jesus Cristo utiliza por diversas vezes
esta passagem ou esta expressão aba pai.
Uma expressão que muitos a traduzem como
paizinho ou pai querido, mas eu prefiro
em ficarmos com o princípio dela, que é
um princípio de extrema intimidade.
O mundo até então conhecia a Deus como
aquele que cuida, que protege o seu
povo, mas por meio da plenitude da
revelação, por meio do filho que nos
pega pela mão e nos ensina agora como
podemos chamar o nosso pai que está nos
céus, pai querido, pai que cuida, pai
que ouve as nossas orações.
Essa é a certeza e a confiança que
recebemos como herdeiros de Cristo de
poder chamar Deus de pai,
de poder chamar Deus de pai e saber que
ele ouve os seus filhos, de experimentar
o amor, cuidado e atenção. Normalmente,
quando essa expressão toma posse da
bênção é utilizada, ela sempre está
atrelada ou geralmente atrelada a
conquistas materiais.
Há conquistas financeiras. Toma posse da
vitória, toma posse dos seus bens. Você
é um filho de Deus, toma posse. Mas
Paulo nos ensina aqui que tomar posse é
tomar posse da nossa filiação.
Tomar posse é descansar em nosso pai.
Tomar posse é saber que quando oramos o
nosso pai nos ouve. Tomar posse é saber
que a sua disciplina quando exercida é
para o nosso bem. Ninguém quer tomar
posse da disciplina, né? É interessante
isso,
mas é tomar posse disso. Senhor, se for
preciso, me discipline.
Se for preciso, para que eu tenha mais
comunhão com o Senhor, para que eu
esteja mais perto do Senhor.
Eu sei que é duro, mas me discipline,
Senhor.
Qual Pai que não disciplina o filho a
quem ama?
Tomar posse, tomar posse das bênçãos do
Senhor ou das promessas é saber que
agora podemos nos relacionar com Deus
como filhos, porque o filho assim nos
fez. É experimentar da certeza de que o
eterno filho deu a sua vida para que
agora fôssemos eternos filhos. Também
essa herança não foi dada àeles que não
nasceram de novo como filhos de Deus.
Novamente, nem todos são filhos de Deus.
Esse poder ou esse reconhecimento do
significado do que é tomar posse das
bênçãos e da herança, foram dados
somente aqueles que nasceram novamente
como filhos de Deus e não mais são
filhos da sua ira. Como Paulo escreve
aos Efésios no seu capítulo dois, esta é
a herança a qual devemos tomar posse.
Segurança da nossa salvação, repulsa e
arrependimento pelos pecados cometidos,
abrigo e consolo em tempos de
adversidade, louvor e honra àele que nos
fez filhos por meio do seu único filho.
Não se trata de conquistas terrenas, não
se trata de vitórias no tempo presente,
porque a vitória já nos foi dada em
Cristo Jesus.
Então, tome posse dessa bênção, tome
posse dessa promessa de ser filho de
Deus e receber a salvação, o consolo,
o arrependimento de pecados, a certeza
da salvação.
Concluindo
a carta do Paulo, apóstolo, aos Gálatas,
é um manifesto da suficiência da obra de
Cristo Jesus. E esta é a conclusão a
qual Paulo desejava chegar nessa parte
da carta, quando no verso 8 ele coloca:
"Mas no passado, quando não conheciam a
Deus, vocês eram escravos de deuses, por
natureza, não deuses." Paulo queria que
a igreja da Galácia reconhecesse o seu
estado, o seu estado de escravidão, que
viviam antes de serem feitos filhos de
Deus. Por isso que no verso 9 ele então
conclui dizendo: "Mas agora que vocês
conhecem a Deus, ou melhor, agora que
vocês são conhecidos por Deus, é que
Paulo faz um jogo de palavras no sentido
de agora que vocês se aproximaram de
Deus, quer dizer, agora no momento em
que Deus trouxe vocês como filhos,
como vocês devem viver agora que Deus
conheceu vocês, agora que Deus os fez
filhos, Vocês
estão voltando pros rudimentos.
Agora que Deus fez de vocês filhos,
agora que vocês reconheceram ser
herdeiros, vocês querem voltar para
aquilo que fazia vocês filhos da ira de
Deus?
Paulo então diz: "Não faz sentido
nenhum. Isso não é o verdadeiro
evangelho.
Vocês foram conhecidos, vocês foram
chamados pelo nome.
Isaías 43 nos lembra desta relação de
paternidade que Deus estabelece conosco.
No Isaías 43:1 nos lembra quando Deus
diz ao povo de Israel: "Não tenha medo,
porque eu o remi, eu o chamei pelo seu
nome. Você é meu."
É isso que Deus diz para aqueles que
creem em Cristo Jesus como seu único e
suficiente Salvador. Você é meu.
E aqui esses irmãos estavam querendo
sair completamente desta característica
em viver uma vida que não condiz com
você ser de Deus.
João nos lembra disso quando diz que as
ovelhas, no capítulo 10, as ovelhas
ouvem a voz do pastor. Eles a chama pelo
nome e elas obedecem a voz do seu
pastor.
João 10 de 3 a 5. Mas de modo nenhum
seguirão outro estranho, pelo contrário,
fugirão dele, porque conhecem a voz dos
estranhos e a voz do pastor. Você
conhece a voz do teu pai que está nos
céus? Você está ouvindo a voz do teu pai
que está nos céus.
Se você crê ser filho de Deus, você
compreende os méritos que lhe conduziu a
isso e você descansa nisso no tempo de
adversidade. Mesmo que a situação não se
resolva no tempo presente, você continua
se alegrando em saber que você é filho
de Deus.
Mesmo quando o mundo ou falsas religiões
dizem que o termômetro para você ser
filho de Deus é o quanto você tem, o
quanto você recebe, o quanto você
conquista nesse mundo. Mas quando
olhamos pra palavra de Deus, é
completamente ao contrário. A despeito
do que você conquista nesse mundo, a
despeito do que você consegue de vitória
nesse mundo, você continua sendo filho
de Deus por toda a eternidade, pois o
eterno filho assim o fez. Portanto, três
aplicações que eu gostaria que nós
conseguíssemos
ou pudéssemos refletir nessa noite.
Tomar posse da nossa herança passa pela
compreensão de nossa incapacidade de
conquistá-la.
Tomar posse da nossa herança é quando
conseguimos entender aonde estamos neste
processo,
incapazes de alcançá-la pelos nossos
próprios méritos, mas ao mesmo tempo é
reconhecer a legitimidade
da obra de Cristo neste processo. Eu não
sou capaz, mas em Cristo eu sou
completamente capacitado como herdeiro.
Eu não posso, mas em Cristo eu recebi.
Eu não conseguiria, mas em Cristo me foi
dado. E por último, desta forma,
conseguirmos desfrutar dos privilégios
da herança que nos foi dada em Cristo
Jesus. Ser herdeiro, ser filho de Deus é
algo que deveria nortear os nossos dias
enquanto aguardamos a bendita esperança
e o retorno
de Cristo Jesus para estarmos com nosso
Pai eterno. Nessa noite teremos a ceia
do Senhor, o momento que relembramos e
recebemos de forma sobrenatural esta
graça e essa certeza. Só senta à mesa
quem é filho.
Só senta à mesa aquele que o pai fez
filho por meio de Cristo Jesus. Que essa
seja a nossa alegria em sabermos que
somos filhos, mas como fomos tornados
filhos. Que esta seja a nossa pregação a
este mundo caído,
que Deus tem um povo e faz filhos por
meio de Cristo Jesus. Que o mundo
conheça a nossa filiação pelos méritos
que ela realmente se deu. Vamos orar.
Senhor, obrigado, ó Deus. Obrigado pelo
tempo que o Senhor nos dá. A tua palavra
nos ensina, Senhor, dos perigos que nos
rondam, dos perigos que podem brotar do
nosso próprio coração, Senhor.
Sonda-nos, Senhor. O Senhor conhece os
nossos dias. O Senhor conhece os nossos
pensamentos. E certamente o Senhor
conhece a forma como estamos lidando no
relacionamento contigo.
Pedimos que o teu Santo Espírito nos
mostre, Senhor, aonde temos errado.
Ou também, Senhor, que revigore, nos
fortaleça na certeza daquilo que temos
nos apropriado de forma correta.
Queremos, Senhor, sim, tomar posse das
nossas bênçãos que nada mais são,
Senhor, do que a nossa filiação a ti. E
depois disso, Senhor, nada mais nos
importa.
Como lemos nesta noite no Salmo 16, o
Senhor é a nossa porção. O Senhor é tudo
o que precisamos e em Cristo Jesus agora
temos.
Que o nosso coração seja preenchido
dessa alegria, que nos momentos de
fraqueza, de tristeza, de angústia, o
teu Santo Espírito nos lembre sobre a
nossa filiação e a certeza da nossa
herança. Esta é a nossa oração que
fazemos em nome de Cristo Jesus. Amém.
M.

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