🔴 Culto Matutino | 10/05/2026 (9h) – Rev. Marcos Rogério
11/05/2026
🔴 Culto Matutino | 10/05/2026 (9h) – Rev. Marcos Rogério
MAIS INFORMAÇÕES
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Sobre a música de abertura
Música: Louvai a Deus, soberano Senhor (Hinário Novo Cântico nº16). TÃtulo original em português: Louvor a Deus
Compositor: Stralsund Gesangbuch (1665), Joachim Neander (1680)
Ficha Técnica
Arranjos e produção musical: Samuel Cintra Santos
Gravação, mixagem e masterização: SCS Produções
Produção: Igreja Presbiteriana de Santo Amaro
ISRC: BR-075-22-00001
Legendas automáticas:
[música] เฮ [música] [música] >> [música] [música] >> Bom dia, meus irmãos. Sejam bem-vindos a mais um culto na Igreja Presbiteriana de Santo Amaro. É sempre bom quando nós chegamos na casa de alguém. É importante as palavras com as quais nós saudamos as pessoas na casa de quem visitamos. Quando nós nos achegamos à casa de Deus, quais são as palavras que você dirigiria ao Deus, Senhor dos céus e da terra? Eis aqui um exemplo que o salmista nos dá no Salmo 23. Ele nos diz: "O Senhor é o meu pastor e nada me faltará. Ele me faz repousar em pastos verdejantes. Leva-me para junto das águas de descanso, refrigera minha alma. Guia-me pelas veredas da justiça, por amor do seu nome. Ainda que eu ande pelo vale da sombra da morte, não temerei mal nenhum. Porque tu estás comigo, o teu bordão e o teu cajado me consolam. Preparas-me uma mesa na presença dos meus adversários e unges a minha cabeça com óleo e o meu cálice transborda. Vamos ler junto o último versÃculo desse salmo. Bondade e misericórdia certamente me seguirão todos os dias da minha vida e habitarei na casa do Senhor para todo sempre. Essa é a expectativa que temos. Isso é verdadeiro nos dias de Davi e ainda mais nos dias de hoje. Coloquem-nos de pé, então, e louvemos esse Deus que é o nosso pastor e tem cuidado de nós. [música] em Deus Pai [canto] todo [música] poderoso, Deus que criou [música][canto] o céu, criador da terra [música] e de todas as coisas visÃveis, [canto] invisÃveis. Pela fé somos feitos [música][canto] teus filhos, povo santo do Senhor. Sem a fé [música] não há como [canto] alcançar. Paz com nosso [música] criador. Desconhece [música][canto] o povo caÃdo, revelando [música] o teu [canto] amor. Este fé ao [música] homem pecador. Cremos [música] em [canto] Jesus, poderoso Cristo, [música] filho de [canto] Deus Pai. Esse peregrino [música] habitou [canto] entre nós e nos deu a própria vida. [música][canto] Pela fé somos feitos teus filhos, povo santo do [música] Senhor. Sem a [música] fé não há [canto] como alcançar. Faz com nosso [música] criador. Desconhece um povo caÃdo, [música][canto] revelando o seu amor. [música] fé ao [canto] homem pecador. [música] Temos no [música][canto] santo espÃrito divino. [música][canto] Sua essência vem [música][canto] do pai do filho. A igreja [música] do Deus verdadeiro [canto] congregamos pela fé. [música] Somos feitos [canto] teus filhos, povo santo do Senhor. [música] Sem a fé não há [canto] como alcançar, [música] mas com nosso criador escolheste o [música] povo caÃdo, [canto] revelando o seu [música] amor. ao [canto] homem pecador. [música] Pai celeste, tu és de fato o nosso pastor, é aquele que nos guia, tem guiado desde os tempos mais remotos, os quais a tua palavra nos faz conhecer. e pela experiência que temos, não só lendo a tua palavra, mas aquilo que o Senhor continua fazendo em nossos dias, nós cantamos e nós reafirmamos aquilo que a tua palavra nos diz, que o Senhor é o nosso pastor e que certamente, ó Deus, temos visto a bondade e a misericórdia tua nos seguindo e nos levando até a morada celestial. Obrigado por isso, a Deus. E hoje é mais um desses dias que o Senhor usa para poder nos preparar, não apenas para viver a nossa vida e a nossa lida diária, mas acima de tudo preparar-nos espiritualmente para vivermos contigo para sempre. Portanto, agradecemos pelo privilégio e pedimos que o Senhor use este dia, esta manhã, em tudo o que faremos aqui para moldar-nos, ó Deus, conforme a tua boa vontade. Oramos em nome do teu filho Jesus. Amém. Os irmãos podem se assentar. Meus irmãos, acredito que todos nós aqui concordamos que somos privilegiados. Que grande bênção que é nós estarmos diante de Deus para lhe prestar culto, ouvirmos a sua palavra, sermos edificados. Mas a vida cristã também é feita de responsabilidades e de compromisso. Nesse sentido, qual seria o dever que nós temos diante de Deus? Qual é o dever que Deus requer do homem? Essa foi a pergunta feita pelos teólogos de Westminster, que oferecem como resposta no catecismo maior, que o dever que Deus requer do homem é obediência à sua vontade revelada. Obediência. E ao mesmo tempo, as escrituras Sagradas também nos exortam com muitos textos, trazendo uma série de exortações de eh o que nós devemos fazer, o que Deus requer nós. Primeira Tessalonicenses, capÃtulo 5, nos diz: "Também exortamos vocês, irmãos, a que admoestem os que vivem de forma desordenada, consolem os desanimados, amparem os fracos e sejam pacientes com todos. Tenham cuidado para que ninguém retribua aos outros mal por mal. Pelo contrário, procurem sempre o bem uns dos outros e o bem de todos. Estejam sempre alegres, orem sem cessar. Em tudo deem graças, porque esta é a vontade de Deus para vocês em Cristo Jesus. Não apaguem o EspÃrito, não desprezem as profecias, examinem todas as coisas, retenham o que é bom. Abstenham-se de toda forma de mal, o mesmo Deus da paz o santifique em tudo. E que o espÃrito, a alma e o corpo de vocês sejam conservados Ãntegros e irrepreensÃveis na vinda de nosso Senhor Jesus Cristo. Fiel aquele que o chama, o qual também o fará. Nós entendemos que tudo começa e tudo termina em Deus. Mesmo que sejamos apresentados a uma série de responsabilidades que precisamos assumir e não conseguimos fazer estas coisas sozinhos, confiamos na graça daquele que nos chamou e daquele que tem nos sustentado. Por isso, quero convidar os irmãos para que façamos todos uma oração silenciosa, confessando a Deus o nosso pecado e entendendo que nele está o nosso perdão, a nossa restauração. Oremos, meus irmãos. Pai amado, a tua palavra nos diz que nós fomos escolhidos não porque nós somos bons, não porque nós somos perfeitos, não porque nós não temos erros e obedecemos de maneira plena a tua vontade, mas fomos escolhidos porque o Senhor, pela tua graça, pelo teu plano eterno, nos amou. mesmo nós sendo tão a quem daquilo que tu desejas, Pai. Por isso, o nosso coração se alegra e se tranquiliza no fato de que nós estamos com o Senhor, não por aquilo que somos, mas por aquilo que tu és, não por aquilo que nós fizemos, mas por aquilo que o Senhor fez. O Senhor, nosso Deus, enviou o seu filho amado a este mundo para morrer em nosso lugar, para derramar o seu sangue precioso e nos perdoar os pecados. O Senhor, pela tua graça, entrou em uma aliança eterna conosco. Não porque nós somos capazes de cumprir nossa parte, mas porque o Senhor é capaz de permanecer nesta aliança e levá-la a cabo. Por isso, Pai, nós queremos louvar ao Senhor em primeiro lugar. Queremos engrandecer o teu nome, a tua graça, a tua firmeza, a tua fidelidade, a tua aliança. Queremos louvar ao Senhor porque o Senhor é perfeito, o Senhor é bom, o Senhor é gracioso. E porque o Senhor é tudo isso, nós queremos neste momento pedir perdão pelos nossos pecados. O Senhor é fiel e justo para perdoar os pecados que nós colocamos diante do Senhor. Nós confessamos aqui, Pai, que nós temos falhado. Confessamos que o nosso coração muitas vezes deseja coisas que não são tuas, que não são do Senhor. Muitas vezes, Pai, nós queremos fazer aquilo que desagrada a ti. Muitas vezes, nossos pensamentos vão para longe do Senhor. E por isso, Pai, nós queremos rogar ao Senhor: perdoa os nossos pecados. Purifica-nos, Pai, de nossas impurezas e dê-nos a graça, Pai, de sermos cada vez mais parecidos com o teu filho Jesus. A verdade, Pai, é que nós somos falhos, mas nosso desejo, Pai, enquanto cristãos, é sermos cada vez mais santificados e purificados, aperfeiçoados por ti. Então, trabalha, Pai, em nossas vidas, dê-nos a graça de sermos parecidos com Jesus. é o que nós pedimos, confiando não nos nossos méritos, mas na tua mão graciosa, a tua mão de amor que trabalha em nossas vidas. Isso tudo nós fazemos no nome do Senhor Jesus. Amém. Queridos, nós somos perdoados pelos pecados que nós cometemos. Isso não vem de nós. Isso tudo é dom de Deus, assim como a fé que nós temos. Por isso, nos coloquemos de pé e adoremos ao nosso Deus, aquele que nos perdoa, apesar de quem nós somos. >> [música] [música] >> Enquanto eu [canto] calei o meu [música] pecado, [canto] envelhece, [música] [canto] eu sei, de tão [música] cansado, porque [música] a [canto] sua mã Ex [canto] mim e o [música] meu vigor [canto] chegou ao fim. >> [música] >> O [canto] meu pecado então [música] eu não mais [canto] ocupo [música] [canto] Senhor e [música] Rei. >> [música] >> Assim eu confessei [música][canto] o meu [música][canto] pecado e pelo sangue de Jesus. Eu [música] fui lavado, [música] porque a sua mão [música] pesada [canto] sobre mim. [música] E o meu vigor [canto] chegou ao fim. >> [música] >> O meu pecado então eu não mais [música] do teu senhor [música] e rei. >> [música] [música] >> Nunca meus [canto] lábios cessarã, [música] ó Cristo, de bendizer-te, [música][canto] de cantar-te glória, pois guardo [música][canto] na alma, teu amor imenso. >> [música] >> memória [canto] [música] quando perdido [canto] aflito [música] em [canto] dessas trevas meu anda seguir. >> [música] [canto] >> Tu me buscaste [música] lá [canto] dos céus mandando dos que me guia. [música] Quando oprimido [canto] por mundano [música] julgo, em [música] maus [canto] caminhos, eu me angustiava, [música] [canto] eu me descanso, tua [canto] voz [música] tão terna e me chamava. [música] [canto] Aos [música] fortes [canto] braços eu [música] corri [canto] confiante. Bro bondoso, [música][canto] não me recusaste em [música] teu imenso. amor tão puro [música] que [canto] alha ó [música] nunca, nunca [canto] cessarão [cantoria] meus lábios de [música] bendizerte. de cantar-te [canto] a glória, pois em minha alma, [canto] [cantoria] tu és sempre, ó Cristo, grada [canto] [música] memória. [canto] [música] Amém. >> [música] >> Os irmãos podem se assentar. Nós teremos agora um batismo. Queria convidar o José Wesley e a Laura para que tragam o pequeno José Pedro Jean Muniz. Nessa ocasião ah convidamos, né, [roncando] o reverendo Jean, que ele é pastor na Igreja Presbiteriana, a segunda presbiteriana de Interlagos. Ele é o pai da Laura e ele é quem ministrará o batismo. Então, seja bem-vindo, reverendo Jean. Deus abençoe. O microfone desse. Bom dia a todos. Parabéns à s mães e [roncando] agora minha filhota batizando, apresentando seu filho ao batismo, comemorando seu primeiro dia das mães. Obrigado, reverendo Daniel, por essa oportunidade muito importante na nossa famÃlia. Eu, primeiro convertido de uma famÃlia de umbandistas no Rio de Janeiro, trouxe com a graça de Deus meus filhos ao conhecimento do Senhor, a fé. E agora minha filha trazendo o seu filho, o meu primeiro neto, Jean Pedro, José Pedro Jean Muniz. grande sabedoria de vocês darem esse nome a ele. Eu quero usar o nosso manual litúrgico porque aqui tem uma instrução muito bonita que eu não teria capacidade de memorizar. diz que a aliança contraÃda entre vocês e Deus pelo batismo compreende também a posteridade e concede a vocês o privilégio de trazer ao Senhor seus filhos. Nosso Senhor Jesus Cristo instituiu este sacramento para ser o rito de iniciação na sua igreja. E ele significa para nós que nascendo como nascem todos os homens em pecado, necessitamos ser purificados pelo seu sangue e pelo poder do EspÃrito Santo. Mas o fato de vocês dedicarem seus filhos a Deus envolve também o reconhecimento de certos deveres para com ele e para com a igreja em referência a esta criança. O que vocês, pais, devem responder com sinceridade as seguintes perguntas que lhes farei: Prometem que se Deus conservar a vida desta criança até a idade própria, vocês a educarão na crença do Pai, do Filho e do EspÃrito Santo e na fé cristã, como é ensinada nas Escrituras do Antigo e Novo Testamento. prometem encaminhá-la pela santa vereda da cruz, servir vocês mesmos de exemplo de piedade e fazer todos os esforços para livrá-las das más companhias e de maus exemplos. Ensinar-lhes a BÃblia e trazê-las com vocês à igreja regularmente. Ensiná-las a adorar o Senhor com reverência e a estimar como irmão os demais membros da igreja. prometem orar com ela e por ela, dar a ela ou providenciar que alguém dê a instrução e a educação que vocês puderem, criando-a na disciplina e na correção do Senhor. prometem fazer com que José Pedro, Jean, ande sempre pelas veredas do Senhor e pelo caminho direito e da direita. A BÃblia sempre fala de dois caminhos e o caminho da direita é sempre o caminho mais correto. Que Zézinho, Pedrinho, O Jeanzinho e carinhosamente por nós lá em casa, Tiquinho, seja batizado nessa manhã, apresentando ele ao Senhor por meio do batismo. Eu, como ministro do Evangelho e o seu avô, privilégio a mim dado nessa manhã, eu te batizo em nome do Pai, do Filho e do EspÃrito Santo de Deus, para que você cresça nos caminhos do Senhor e entre na aliança dada a nós pela minha vida, através da minha vida e agora dos seus pais, em nome de Jesus. Amém. Que Deus os abençoe e que essa criança, meu neto, cresça nos caminhos do Senhor e saiba que vovô estará sempre aqui para apresentar o Senhor a você, se assim não for possÃvel pelos seus pais, mas eu creio que será, porque vocês conhecem o caminho do Senhor. Muito bem, Deus abençoe. >> Te abençoa. Glória a Deus. >> Obrigado, reverendo. Ações. Obrigado. >> Deus abençoe essa igreja mais e mais. >> Obrigado, reverendo. Irmãos, está também conosco o reverendo Marcos Rogério. Ele é professor lá no seminário de Teresina, o seminário presbiteriano em Teresina. e ele já foi meu aluno aqui no JMC e já teve oportunidade de caminhar juntos em outras ocasiões. E ele está conosco hoje aqui. É um prazer recebê-lo, reverendo Marcos. E ele será o pregador desta manhã. Que Deus use a sua vida para tanto. >> Amém. >> Você vai usar isso aqui. Amados irmãos, para mim é uma alegria imensa estar aqui para servir os irmãos no ministério da palavra. uma alegria por poder servir nesta igreja em que o meu mestre, tanto do perÃodo do seminário quanto da pós-graduação, né, que ensinou tantas coisas boas a respeito da verdade da escritura e do ensino dela, mas eu confesso que também é uma grande responsabilidade, uma alegria, mas também um grande peso por ser este então o meu mestre, o meu professor de exegese e de hermenêutica. Eu escapo só da omilética, mas talvez não por muito. De fato, irmãos, é um privilégio fazer isso, estar aqui adorando o Senhor com os irmãos. E para isto, então, eu gostaria de convidar os amados irmãos que abrissem as Escrituras Sagradas na primeira carta que o apóstolo Paulo escreveu à igreja de Tessalônica. Eu vou ler com os irmãos o capÃtulo 2, apenas os 12 primeiros versÃculos deste texto. Diz assim então a palavra do Senhor nosso Deus em Primeira Tessalonicenses, capÃtulo 2, versos 1 a 12. Irmãos, vocês sabem muito bem que a nossa chegada no meio de vocês não foi em vão. Pelo contrário, apesar de maltratados e insultados em Filipos, como vocês sabem, tivemos ousada confiança em nosso Deus para anunciar a vocês o evangelho de Deus em meio a muita luta. Pois a nossa exortação não procede de erro ou de intenção, de intenções impuras, nem se baseia no engano. Pelo contrário, visto que fomos aprovados por Deus a ponto de ele nos confiar o evangelho, assim falamos, não para agradar as pessoas, e sim para agradar a Deus que prova o nosso coração. A verdade, como vocês sabem, é que nunca usamos de linguagem de bajulação, nem de pretextos gananciosos. Deus é testemunha disso. Também jamais andamos buscando elogios das pessoas, nem de vocês, nem de outros. Embora como apóstolos de Cristo pudéssemos ter feito exigências, preferimos ser carinhosos quando estivemos aà com vocês. Assim como uma mãe que acarecia os próprios filhos, assim, com muito afeto, estávamos prontos a lhe oferecer não somente o evangelho de Deus, mas até mesmo a própria vida. Porque vocês se tornaram muito amados de nós, pois vocês com certeza se lembram, irmãos, do nosso esforço e fadiga e de como trabalhando de noite e de dia, para não vivermos à custa de nenhum de vocês, proclamamos a vocês o evangelho de Deus. Vocês e Deus são testemunhas de como nos portamos de maneira piedosa, justa e irrepreensÃvel em relação a vocês, os que creem. E vocês sabem muito bem que tratamos cada um de vocês como um pai trata seus filhos, exortando, consolando e admoestando vocês a viverem de uma maneira digna de Deus que os chama para o seu reino e para a sua glória. Vamos orar mais uma vez, amados irmãos, ao Senhor. Ó Pai bendito, muito obrigado pelo privilégio gracioso que nós temos. de receber a palavra do Senhor, sermos graciosamente convocados para esta santa adoração, onde já cantamos louvores, oramos, confessamos o nosso pecado, presenciamos e participamos do sacramento. E agora Deus, na continuidade deste culto, com toda a devoção da nossa mente e coração, vamos ouvir a instrução da palavra do Senhor, a fior e verdadeira palavra do Senhor que o Senhor nos deu para conhecer o Senhor e andarmos nos teus caminhos pela tua graça. O teu servo que irá pregar a tua palavra nesta noite, tenha compaixão da igreja e do teu servo, ó Deus, para que todos nós, pela compaixão e graça do Senhor, sejamos edificados e nutridos, fortalecidos na fé para viver para o Senhor e desfrutar da graça da vida na tua presença. No nome de Jesus, assim oramos. Amém. Amados irmãos, existe uma crise generalizada de autoridade no cenário evangélico dos nossos dias. E dentre tantos motivos que levam a isso, nós podemos considerar alguns. É innegável que péssimos exemplos públicos de pastores estão aà a toda hora. Isso é inegável. É visÃvel também, irmãos, que o padrão de referência para se estabelecer liderança evangélica tem sido deplorável em nosso tempo. Crianças excêntricas são chamadas de pastores. Pior ainda, homens que são que são notoriamente imorais seguem no ministério pastoral. É fato ainda, irmãos, que nós vivemos um tempo de desprezo generalizado por autoridade constituÃda. Isso envolve as coisas que eu já falei, mas é fato que o quinto mandamento perdeu o valor para nós em grande medida. é próprio do nosso tempo. Mas ainda, irmãos, há um fator que nós não deverÃamos jamais descartar. Se nós quisermos então avaliar esta crise no nosso tempo, que é este: servos fiéis de Cristo, servos dedicados ao ministério, sofrem duras perseguições dos Ãmpios e do próprio Satanás. E quais são os efeitos então, amados irmãos, desta realidade na nossa vida como igreja? Um deles, os crentes perderam de vista que pastores fiéis são uma dádiva de Deus, uma provisão graciosa do Senhor para o cuidado da sua igreja. Eles perderam ou t perdido de vista que o Senhor concede pastores fiéis para apentar seu rebanho. Outro efeito, os crentes não valorizam nem honram o ministério de tais homens fiéis, como é biblicamente devido. Outro ainda, irmãos, inconsequente disso, por fim, é os crentes não usufruÃrem desta provisão graciosa, deixando de contar com o auxÃlio de pastores para a sua caminhada cristã, difÃcil caminhada cristã. Que que eu posso dizer isso com clareza? Vocês conhecem os desigrejados? [roncando] Não nasceram hoje. É um fenômeno antigo, mas eles são uma prova disso. Nós não precisamos de pastores para nos ajudar na nossa caminhada. Ou seja, meus irmãos, o Senhor concede como uma provisão graciosa pastores fiéis para apacentar seu rebanho. Todavia, a igreja de Cristo está em franco risco de não reconhecer, honrar e usufruir desta dádiva graciosa. Por que que eu estou dizendo isso? Porque a passagem que eu li para os irmãos agora a pouco que lemos de Primeira Tessalonicenses, capÃtulo 2, versos 1 a 12, nos ajuda a refletir seriamente sobre esta questão. É uma passagem que está instruindo, corrigindo e fortalecendo, então, o povo de Deus no entendimento da graça de Deus que concede pastores fiéis para apacentar seu rebanho. Nos ajuda a entender isso e como lidar com isso com clareza. Há pouco. É verdade que eu mencionei que péssimos exemplos e padrão baixo de referência são uma realidade do nosso tempo, mas não exclusivamente. Isto é verdade. Paulo já tem que lidar com isso no contexto da plantação da igreja em Tessalônica. E uma das coisas que eu gostaria de ajudar os irmãos a consolidar na compreensão é que por vezes nós temos uma visão do ministério missionário dos apóstolos e particularmente do apóstolo Paulo, como se o cenário fosse fácil para realizar este ministério e que no máximo tinha as perseguições ali por onde passavam. Mas não é conhecido, irmãos, na história fora das Escrituras, péssimos exemplos daqueles que são chamados de pregadores ou os filósofos itinerantes dos dias de Paulo. Sabe, irmãos, sair com uma comitiva, entrar numa cidade e levar uma nova mensagem não é algo exclusivo do cristianismo daqueles dias. Muitos faziam a mesma coisa, só que o faziam de uma maneira absolutamente deplorável. Um filósofo do primeiro século chamado Dio Crisóstomo ou Dio da Prussa, que viveu aà em torno do ano 40, 120, em torno então do perÃodo paulino, é alguém que que criticamente que eh severamente critica os seus pares, vários dos grupos, mas especialmente um deles, que eram os conhecidos filósofos cÃnicos itinerantes, que iam de cidade em cidade, então pregando suas fantasias ilusórias, enganando as pessoas. pessoas. Eu vou ler as palavras do Dióstomo para este quadro difÃcil. Ele diz que os cÃnicos itinerantes eram homens bastardos e nóis, por assim dizer, sem conhecimento, mas necessitado de pão. Ele se reúne nas esquinas das praças ou nas esquinas das ruas, nos becos e nos portões dos templos, enganando garotos, marinheiros e uma multidão desse tipo, ao juntar zombarias, inúmeras conversas inúteis e respostas triviais de mercado. No entanto, diz Crisóstomo, não produzem bem algum, mas o mal mais evidente. Qual é o mal mais evidente? Acostumando-os os ignorantes a ridicularizar os filósofos, assim como alguém habituaria criança a desprezarem os mestres. Veja só qual era a imagem de alguém que ia de cidade em cidade pregando uma nova mensagem por conta desta situação generalizada dos itinerantes cÃnicos, que de maneira deplorável então desprezava os verdadeiros mestres. Isso é um pagão falando. Agora, é claro, né? As escrituras também nos deixa evidente, irmãos, que as coisas não eram boa mesmo. Inclusive dentro da igreja, da esfera cristã, Jesus diz que a a respeito dos fariseus que eles iam longe para fazer prosélitos, fazendo os filhos do inferno duas vezes mais. Também Pedro vai dizer que surgiriam falsos mestres, muitos seguiriam suas práticas libertinas. E eles, diz Pedro no capÃtulo, na segunda epÃstola, no capÃtulo 2, verso 3, movidos por avareza, explorariam as pessoas com palavras fictÃcias. João não fica em silêncio e diz: "Muitos profetas têm saÃdo pelo mundo aa". E o próprio Paulo, escrevendo para Tito, no capÃtulo 1, verso 10 e 11, lembra que existem muitos que enganam as pessoas. Eles andam pervertendo casas inteiras. E observemos, né, com a intenção vergonhosa de ganhar dinheiro. Irmãos, foi nesse contexto que Paulo se dispôs a sair de cidade em cidade pregando o evangelho. É com essa imagem então de alguém que tem uma notÃcia nova para levar, que o apóstolo com a sua comitiva empreendeu a sua obra. E Lucas nos conta então isso em Atos 16, que Paulo na sua segunda viagem missionária, depois de ter sido preso e sofrido humilhação, sofrimento em Filipos, chega com seus companheiros na cidade de Tessalônica, prega naquela igreja por um perÃodo curto, menor que um mês, três sábados de uma sinagoga, mas um perÃodo curto. sofre perseguição ali junto com os recém-convertidos daquela cidade, tanto dos judeus como dos seus compatriotas. E especialmente Paulo precisa deixar aquela cidade rapidamente. Um novo mensageiro que chega, prega uma mensagem e diante da primeira oposição precisa ir embora rapidamente. É assim que ele foi visto por alguns pelos inimigos do evangelho. É claro que Paulo, assim que recebe a notÃcia da situação daquela nova igreja por meio de Timóteo, quando está em CorÃntios, escreve esta carta para tratar das necessidades daquela daquela igreja nova, daqueles irmãos recém-convertidos. E uma destas necessidades destacadas aqui nesse texto é que a igreja de Tessalônica estava sendo atacada pelos inimigos do evangelho, que estão buscando desqualificar o ministério do apóstolo Paulo e de seus companheiros ali com uma intenção especÃfica, desacreditar a mensagem do evangelho proclamada por eles e com isso enfraquecer ou destruir a fé daqueles irmãos. Então, vejam, Paulo foi pregou, rapidamente, surgiu uma perseguição. Com pouco tempo ele foi embora. E os inimigos do evangelho que ficaram ali estavam dizendo aqueles novos crentes, mais um pregador, charlatão, itinerante, que trouxe mais uma mensagem nova e fantasiosa e na primeira oposição foi embora. Ele veio aqui pegar o dinheiro de vocês. O caráter dele é reprovado. O que eles vieram fazer aqui não tem fruto nenhum. Tanto é que já foram embora. E adiante então desta acusação severa feita pelos inimigos do evangelho, com o propósito de então desqualificando o ministério de Paulo e os seus companheiros de missão, tendo êxito nisso, eles desqualificariam aquela nova mensagem que chegou ali, atingiu o coração dos irmãos. E tendo êxito nisso, então o evangelho mesmo seria dissipado, destruÃdo naquele lugar. Este era o plano satânico. Por isso, então, irmãos, Paulo tratando de várias necessidades da igreja, particularmente essa no capÃtulo dois, faz uma defesa do seu ministério apostólico. Ele defende, se defende das acusações que recebeu e demonstra então para aquela igreja, não pros inimigos, ele não fala com os inimigos, ele fala com a igreja que está sendo atacada pelos inimigos, que de maneira nenhuma o trabalho que ele realizou ali foi infrutÃfero, não foi. Nós vemos isso no verso 1 e dois, que o apelo dele, à exortação, aquilo que ele os chamou a viver à luz do evangelho foi sincero. Versos 3 e 4. Que a motivação genuÃna e amorosa deles era algo evidente. E ele prova isso nos versos 5 a 8. E que o comportamento deles era um comportamento piedoso. O restante do texto, dos versos 9 a 12 nos mostra isso, irmãos. Nossa defesa, então, como palavra de Deus paraa igreja de Cristo de todas as épocas, estabelece um ensino importante para nós que estamos aqui hoje, a saber que o Senhor Deus concede pastores fiéis para apacentar o seu rebanho. E a igreja do Senhor, portanto, deve reconhecer o trabalho frutÃfero desses servos do Senhor. Deve reconhecer também que o apelo deles é um apelo sincero. deve reconhecer neles uma motivação genuÃna e amorosa pelo rebanho e bem como o comportamento piedoso que eles têm contra todo esse quadro dramático e generalizado da desvalorização do ministério pastoral por conta daquilo que eu já apresentei para os irmãos no inÃcio. Irmãos, é isso que nós vamos ver nesse texto com isso em mente, é compreender como Paulo faz essa defesa, que é um paradigma, é uma defesa paradigmática para todos aqueles que estão no ministério e pra igreja do Senhor compreender isso. Veja que então o Senhor concede pastores fiéis para apentar seu rebanho. Portanto, nós devemos reconhecer seu trabalho frutÃfero. versos 1 e do Paulo diz aà nesse texto que ele fazendo sua primeira defesa, então contra as acusações de que a entrada deles em Tessalônica tinha sido infrutÃfera, ele demonstra que ao contrário disso, eles tiverem tiveram coragem em Deus para pregar o evangelho, ainda que em meio a muito sofrimento. Veja, irmãos, que Paulo começa lembrando aquela igreja que existe um testemunho incontestável. Se vocês observarem comigo no texto, e eu peço que façam isso por gentileza, ao longo de todos esses 12 versÃculos, nós encontramos seis ocasiões em que o apóstolo Paulo apela para o testemunho pessoal daqueles irmãos em relação ao caráter e o ministério apostólico. Veja que no verso um, a igreja de Tessalônica sabia que a entrada dos missionários não tinha sido em vão ou em frutÃfera. Nos versos dois, nós lemos, no verso dois nós lemos que a igreja sabia do sofrimento que eles tinham experimentado para chegar até ali, mas mesmo assim tinha ido. Nossa, a igreja sabia no verso 5 que eles não eram bajuladores de ninguém. Sabia também e por isso se lembrava, este é o verbo, do trabalho ádo que eles realizaram ali. Verso 9. sabia como testemunhas pessoais que estes eram homens piedosos. Verso 10. E sabia aquela igreja do cuidado amoroso de Paulo e seus companheiros para com aqueles irmãos. Verso 11. Veja então que a nossa tradução Nova Almeida Atualizada interpreta esse versÃculo quando o traduz e diz assim: "Irmãos, vocês sabem muito bem". A nossa antiga revista atualizada dizia: "Irmãos, vocês sabem ou vós sabeis pessoalmente?" A ideia aqui, de fato, é que há na igreja um testemunho pessoal contra as acusações dos inimigos de que a vida daqueles irmãos e o ministério deles, então, no caso aqui particularmente não tinha sido em frutÃfero. E de fato, a ideia aà de eh uma entrada ou uma chegada em Tessalônica, que não foi em vão ou não foi em frutÃfera eh combina muito bem com o contexto do primeiro século. Um comentarista bÃblico vai dizer assim que em uma época em que filósofos, itinerantes e oradores frequentemente chegavam a uma cidade com pompa extravagante e motivos egoÃstas para obter o louvor e o dinheiro dos seus cidadãos, as pessoas por toda a Macedônia e acaia e até a lei reconheceram que a visita da missão fundadora de Paula Tessalônica, não exibiu nenhuma dessas práticas vãs e desonestas. Era mais ou menos assim. Quando charlatães iam chegar numa nova cidade, eles criavam todo um cenário, mandava os seus pupilos, contratava gente da cidade e preparava todo um público que não era legÃtimo, mas um público preparava toda a entrada cerimonial deles para quando eles chegassem naquela nova cidade, é como se tivesse chegando alguém importante. Esse é um termo, então, que é comumente usado na literatura do primeiro século, mesmo entre os pagãos, para se referir a isso. Só que quando eles entravam na cidade, o resultado do que eles ofereciam era nada, porque não tinha nada para apresentar. Logo, isso jamais geraria qualquer resultado na vida da igreja. Eu fiquei feliz quando eu li a Nova Almeida Atualizada, que corrigiu a revista atualizada aqui trocando o termo estada por entrada, porque exatamente isso que Paulo está dizendo, então que a nossa entrada na cidade para levar a mensagem do evangelho não foi em vão. vão aqui, compreendo eu, tem mais a ver não com uma mensagem que é vazia, mas com um resultado, podendo então ser entendido como a nossa entrada aà não foi sem frutos ou não foi infrutÃfera. Porque no capÃtulo um, quando Paulo dá graças a Deus pela vida daquela igreja, um dos elementos da gratidão que ele apresenta naquela igreja é exatamente o evangelho produziu fruto, está frutificando no meio de vocês. Então a nossa entrada não foi vão, pelo contrário, diz ele, apesar de todo o sofrimento que nós experimentamos previamente, maltratados e insultados, nós tivemos ousada confiança em nosso Deus para pregar o evangelho em meio a muitas lutas. Uma caracterÃstica dos falsos mestres, tanto dos falsos eh mestres no contexto pagão da filosofia, como nos falsos mestres no contexto da igreja, é que eles jamais iam sofrer por aquilo que eles não acreditavam. Então, diante das primeiras adversidades que enfrentavam no seu caminho, eles simplesmente mudavam a direção, porque não vale sofrer por aquilo que você finalmente não acredita, mas só usa como benefÃcio próprio. E Paulo então toma conta disso e diz: "Nós não fomos aà à toa porque nós tÃnhamos motivos para deixar o caminho. O sofrimento foi duro." Lembra o que acontece em Filipos? Mas nós fomos mesmo assim e tivemos ousadia, coragem, intrepidez para, apesar das perseguições, anunciar para vocês o evangelho de Deus, ainda que em meio de grande sofrimento, coragem de pregar o evangelho de Deus. Irmãos, o Senhor concede pastores fiéis para cuidar do seu rebanho e o ministério deles é frutÃfero. Esta é uma verdade importante aqui para nós. Paulo quando escreve aos Colossenses faz um elogio devido a Epáfras, o pastor daquela igreja, quando diz para aqueles irmãos: "O evangelho está produzindo fruto e crescendo no meio de vocês". E aà Paulo acrescenta desde que vocês ouviram a graça da verdade e conclui então: "Segundo fostes instruÃdos por Epáfras". A pergunta para nós aqui, irmãos, é se em meio a tudo isso, nós que somos eh ensinados pela pregação fiel, aconselhados, corrigidos, exortados, repreendidos, consolados em outros momentos, segundo as escrituras, por pastores fiéis, se nós estamos enxergando o quanto isso é frutÃfero na nossa vida, Nós corremos o risco, irmãos, de nos acostumar com o que é bom. E ao fazer isso distraÃdamente, nós perdemos a o nÃvel de atenção para com aquilo que de bom nós temos. Saia para jantar e coma um prato especial um dia. Agora saia para comer aquele mesmo prato especial. Daqui a pouco ele se torna comum para você. E ao fazer isso, nós corremos o risco de usufruir deste ensino verdadeiro e entender que ele está nos sendo oferecido pela graça de Deus para o nosso crescimento espiritual. Então, a pergunta aqui para todos nós é: nós que temos pastores fiéis, que pregam fielmente a escritura, nos ensina aquilo que gera fruto. Esse fruto tem sido percebido na sua vida? A sua esposa percebe esse fruto na sua vida? Os seus pais percebem e em vocês esse fruto? A sua mulher quando olha para você, homem, depois de um domingo de culto, na segunda-feira, vê que um coração adubado pelo evangelho está dando frutos novos. Porque esse deveria ser, deveria ser a maneira pela qual nós usufruÃmos de pastores fiéis dado pelo Senhor para nos ensinar a palavra frutÃfera de Deus. Irmãos, em segundo lugar, esse texto nos ensina que pastores fiéis do rebanho, que Deus concede pastores fiéis para apentar seu rebanho e que nós devemos perceber neles um apelo sincero. a nossa tradução eh coloca aà exortação. E eu chamei de apelo porque aqui imediatamente não é o contexto de exortação no sentido pastoral, de chamar um crente e seja para consolá-lo, para adverti-lo, para ensiná-lo, pastorear o seu coração como um aconselhamento pastoral. Imediatamente no contexto, a palavra aqui, que embora possa ser traduzida por exortação, tem a ver com aquele apelo a fé em Cristo, a pelo abandono do caminho mal e o chamado a voltar-se então dos Ãdolos para Deus, que eh chama os seus servos, então, chama aqueles seus escolhidos ali em Tessalônica para uma nova vida. que Paulo está dizendo, então, nesse caso é que este esta mensagem, esta exortação, podemos chamar assim, mas este apelo que nós fizemos aà para vocês em relação a Deus, não é um apelo que tem como motivação enganar ninguém, não procede do erro, não tem como intenção impura, não está baseado em intenção impuras ou não tem como objetivo, né, não está motivado por intenção impuras, mas também não se baseia no engano ou no doolo. E aà o apóstolo vai afirmar depois disso que não é assim. E não é assim, irmãos, porque há um Deus que os chamou para esta missão. Ele diz: "Pelo contrário, visto que nós fomos aprovados por Deus, essa é uma linguagem bastante interessante usada por Paulo, onde ele diz que Deus e esse termo tem esse sentido de um exame bastante criterioso feito por Deus. e um exame bastante criterioso feito por Deus, que tem como resultado a aprovação. E esta aprovação da parte de Deus gerou em Deus a disposição de confiar a eles o evangelho de Deus. Veja, Deus chama os seus servos, os avalia criteriosamente, os aprova e depois de aprovados lhes confia o evangelho para eles pregarem no mundo. Como é que alguém que passa por isso diante de Deus pode então estar fazendo isso por motivações impuras, por motivações dolosas ou então e envolto em engano como faziam os falsos mestres? Não é também, irmãos, eles são confiados para pregar este evangelho e por isso eles não podem agradar os homens. Eles falam não para agradar os homens, diz a palavra do Senhor aqui nesse texto para nós. Nós não temos interesse em agradar pessoas, mas agradar quem? Ora, aquele que nos chamou, nos confiou o evangelho e nos deu a tarefa de pregar a sua palavra. É a esse que nós devemos prestar contas, portanto, agradá-lo. E de modo interessante ainda, irmãos, Paulo não se esquece de dizer que essa chancela para o chamado missionário, pregação da palavra, ministério da palavra, é um chamado que Deus dá e depois não pode ser de maneira nenhuma reavaliado, porque Paulo mesmo diz que o Deus que nos avaliou, nos considerou aprovados, nos confiou o evangelho, nos chamou a pregá-lo e também por isso nós somos chamados agradar a Deus e não as pessoas com a mensagem que pregamos. Ele termina dizendo que esse Deus continua, é a melhor maneira de traduzir isso aqui, continua provando os nossos corações. Isso aqui é bastante assustador para mim como pastor que já fui ordenado pelo meu presbitério, já tenho a minha carteira de ministro, já pastoreio, mas eu não posso me esquecer. O mesmo Deus que me ordenou é o Deus que continua julgando o meu ministério. Nesse sentido, irmãos, o julgamento que a igreja faz de um pastor é pequeno aos olhos do Senhor, porque a igreja vê a aparência, embora isso seja necessário avaliar, mas há um Deus que vê o profundo do coração dos seus servos e os avalia seriamente. Isso deveria dar uma tranquilidade para nós como igreja do Senhor, sabendo que os nossos pastores, nesse sentido, portanto, não estão livres, mas eles tem que agradar o Senhor. E é por isso que eles fazem isso contra toda vontade daqueles que querem ser agradados e bajulados por pastores, que Deus os chamou e continua chamando e positivamente continua aprovando ministérios fiéis. Vocês conhecem a história de Mica e os Ãdolos em juÃzes? Camarada, rouba a mãe, faz um Ãdolo, conta pra mãe, rouba a mãe, pega o dinheiro, conta pra mãe, a mãe consagra esse dinheiro, faz um Ãdolo, ele se torna Ãdolo. De repente vem um sacerdote, um levita, e ele diz: "Vem ser meu sacerdote". O levita gosta disso e vai ser sacerdote. Daà a pouco vem então os hã a a tribo de Dan e toma o levita para si junto com o Ãdolo. E a BÃblia não deixa de dizer que o levita fica contente com isso. [risadas] Veja, irmãos, sacerdotes particulares de rebanho particular apartado de Deus. É uma combinação trágica, mas não é isso que está acontecendo aqui e não é o que acontece na verdadeira igreja de Cristo. Por isso, irmãos, nós deverÃamos seriamente olhar para os pastores fiéis que Deus nos concede e entender que eles têm uma mensagem sincera para transmitir, porque esta mensagem pertence ao Deus que os chamou para fazer isso e há um Deus que os julga para fazer isso. a um Deus a quem eles querem agradar em tudo que falam, ainda que isso doa em nós, porque para nos tratar o coração precisa limpar as feridas por meio deste apelo, desta exortação da palavra de Deus. Em terceiro lugar, irmãos, este texto nos ensina que o Senhor concede pastores fiéis para apentar o seu rebanho. E estes devem reconhecer, então, nestes pastores uma motivação genuÃna e amorosa. Veja que Paulo aqui nesta passagem que vai dos versos 5, então a oito, diz que foi paraa Tessalônica e lá ele não usou de linguagem de bajulação. Ele estava sendo acusado disso. Ele não foi lá para ganhar dinheiro, não é isso que ele foi fazer e Deus era testemunha disso. Eles também não foram lá para ganhar elogio de ninguém. Verso 6 vai nos afirmar isso, de ninguém. E ele acrescenta dizendo, irmãos, que embora como apóstolos de Cristo, eles pudessem ter feito exigências ali naquela cidade como apóstolos de Cristo, eles preferiram então ser crianças quando estiveram com eles. Veja então que Paulo usa duas metáforas aqui para falar do seu ministério eh amoroso com aquela igreja, sua motivação então genuÃna e amorosa para com aquela igreja. A primeira imagem que ele usa no texto é a imagem de uma criança. Há uma questão aqui que evidentemente não é o lugar para tratarmos. eh que onde nós lemos na nossa BÃblia traduzido como eh carinhosos, a tradução mais especÃfica desse termo deveria ser crianças ou infantes. É uma questão de variante textual. Se você tem a sua BÃblia eh novamente atualizada com alguma nota, você vai encontrar escrito nela aà que eh alguns manuscritos trazem crianças. Talvez você encontre isso em uma BÃblia sua. E na verdade não são alguns manuscritos. O peso desses manuscritos é um peso bastante substancial e isso já é provado por eh estudiosos sobre o assunto. E eu assumo isso aqui pros irmãos, que a ideia que Paulo está trazendo aqui é que embora ele pudesse exigir daqueles irmãos o que é próprio da autoridade de um ministério, ele se comportou como se fosse criança no meio deles para provar o quanto então ele era alguém disposto a servir aquele rebanho. Jamais por motivações então enganosas e torpes. Mas para levar o verdadeiro evangelho. Assim, esta primeira parte desse capÃtulo, desse versÃculo 5 a oito, e Paulo está fazendo a seguinte afirmação. Ele nunca foi lá com linguagem de bajulação. A igreja testemunha. Verso 5 ainda. Eles não foram como pretexto de ganância, foram como objetivo de lucro. Deus é testemunha disso. No verso 6 agora ele vai dizer: "Nem fomos buscando glória de ninguém, embora nós pudéssemos exigir como apóstolos de Cristo." E aà ele conclui, então, pelo contrário, nós preferimos ser crianças no meio de vocês. Inclusive, a pontuação precisa ser aqui no texto, porque agora nós temos uma segunda metáfora, que é a metáfora do amor, onde Paulo vai mostrar aqui que ele amava tanto aquela igreja, assim como estava desprovido de motivações impuras, ele amava tanto aquela igreja que ele se compara como uma mãe que cuida dos seus próprios filhos, muito mais do que cuida de um filho de lei. Essa é a linguagem que Paulo usa. Então, final do verso 7, verso 8, nos diz assim: "Como uma mãe que acaricia os próprios filhos, assim com muito afeto, estávamos prontos a lhes oferecer não somente o evangelho, mas a própria vida, como vocês se tornaram muito amados de nós." A imagem é simples. As mães de leite do mundo antigo cuidavam dos seus pupilozinhos com muito amor. Tanto é que muitas inscrições antigas há tributos à amas de leite nas lápides dos, né, nobres, onde eles reconhecem então esse cuidado tão amoroso da parte delas, onde elas inclusive não apenas, né, os amamentavam, mas livrava das das dos excessos dos pais, protegia, cuidava, os amava profundamente. Só que a imagem que Paulo está usando não é de uma ama de leite para com os seus filhos. É mais ainda que em tese, se ela cuida tão bem de um filho que não é dela, em tese, cuidaria muito mais do seu. Percebe a imagem? Exatamente essa imagem que Paulo está apelando. Nós fomos assim. Nós somos então inocentes como criança, desprovido de malÃcia. E nós fomos então carinhosos com vocês, como uma ama que cuida dos seus filhos. Essa linguagem doméstica perpassa essa escritura. E nós veremos mais uma dela para terna. O ponto aqui, irmãos, é que servos do Senhor estão dispostos a sofrer por amor ao rebanho, sendo amável com esse rebanho, cuidando dele, embora tenham autoridade do ministério, verdadeiros servos do Senhor não eh vivem em função de se autenticar e exigir do seu rebanho aquilo que eles até tinham direito. Mas eles, sabendo da sua autoridade, da sua grande responsabilidade com o rebanho, se coloca então como crianças no meio deles, ou seja, inocentes, desprovidos de malÃcia. Não que criança não seja pecadora, mas é o que Paulo diz, que na malÃcia nós devemos ser como crianças. E eles também são carinhosos com o rebanho, tratam como filhos amados e cuida deles com carinho. A pergunta é se você experimenta e percebe isso na vida, na sua vida. Você que tem pastores fiéis para cuidar de você ou nesse momento você tá aà achando que seu pastor é muito duro ou não te ama, [roncando] tá? Porque ele te chamou mesmo, né? Com a varinha, corrigiu você, João. Não tá bom. Como você tá tratando a sua esposa. Não sei se é você, João. Por favor, Maria, o João tá reclamando que o seu trato não tá adequado. Não é isso que a escritura ensina. Não sei se é você, Maria. André, o seu filho está excessivamente triste e eu conversei com ele. É a sua dureza. Não é isso que a escritura ensina para você. Talvez. E evidentemente que isso acontece e deve acontecer, mas isso tá gerando o quê em você? a compreensão de que este pastor fiel te ama e que é o seu bem e por isso te conduz o ensino da escritura ou agora ele se tornou um casco para você, alguém que é autoritário e é duro. Eu espero em Deus, irmãos, que de fato, tendo vocês pastores fiéis como tem, que vocês percebam isso. Por fim, nesse texto, o tempo avança. E eu quero terminar de maneira breve esta breve exposição, que o Senhor concede pastores fiéis para apentar seu rebanho e, portanto, nós deverem devemos reconhecer o comportamento piedoso deles. Essa era a quarta grande acusação que Paulo estava sofrendo. Vocês vieram aqui, mas foram imorais no meio desta igreja. Como eram então os falsos mestres, seja no contexto pagão ou mesmo no contexto da igreja, como Pedro, Judas, João condenam severamente. E nesta passagem, então, irmãos, o que nós encontramos é Paulo dizendo mais uma vez que vocês têm certeza que com certeza se lembram que nós não fomos aà para viver imoralmente. Pelo contrário, nós trabalhamos duro, dia e noite, para não vivermos à custas de nenhum de vocês. E vocês também são testemunhas da nossa vida piedosa. E vocês são testemunhas de como nós ensinamos a piedade para vocês. Esta esta era a acusação que eles estavam sofrendo de que eles foram lá, mas o comportamento deles não era piedoso. Foram lá para arrancar dinheiro e viveram dissolutamente, ensinando inclusive dissoluções à queles irmãos. Paulo diz: "Não, não é assim que nós vivemos entre vocês. Primeiro, vocês mesmos sabem que nós trabalhamos duro entre vocês, em labor e fadiga dia e noite, para não viver as custas de nenhum de vocês." O contexto aqui é importante, sim. É muito importante entender o contexto para não distorcer o texto. O que os filósofos itinerantes e os falsos mestres faziam quando iam à s igrejas? Buscar dinheiro. Buscar dinheiro. Iam, ensinavam fantasias. pegava o dinheiro das pessoas, vivia absolutamente entre eles e na primeira situação iam embora. Paulo, iluminado pelo Senhor, embora tivesse o direito de sustento, ele sabiamente, e um comentarista B vai dizer como Paulo foi sábio em ter a perspicácia de perceber isso, que era lÃcito, mas o contexto poderia permitir que isso fosse usada contra ele. Ele não aceitou um centavo daquela igreja que ele estava plantando, como nossos missionários fazem normalmente. Outras igrejas os ajudam. E quando Paulo escreve a Filipos, ele vai dizer que a igreja de Filipos enviou pelo menos duas vezes dinheiro para ele em Tessalônica. Então não é que os pastores não devem ter sustento, mas o contexto aqui é se Paulo aceitasse o recurso daquela igreja nascente que não estava solidificada e definida, isso seria então ruÃna para ele. E é provável aqui, irmãos, que alguma [limpando a garganta] coisa tenha acontecido, especialmente o recurso tenha acabado e Paulo teve que trabalhar com as próprias mãos para sustentar. Veja, ele tinha duas opções. Ou ele pedia dinheiro paraa igreja, o que era lÃcito, quero continuar pregando e preciso de liberdade para isso, ou ele ia trabalhar dioturnamente para conseguir recurso. A gente pensa que a o trabalho de artesanato, né, trabalho artesanal exercido por Paulo era muito lucrativo, mas não é não, porque se fosse tão lucrativo, ele não precisava de muito trabalho. Um pouco de trabalho fazia uma tenda, vendia por e R$ 20.000, R$ 1.000, né? E lá no Nordeste tem rede de R$ 300, mas tem rede de 2, 3, 4.000. Aà tem para todo gosto, né? O o trabalho de manual que Paulo fazia não era tão rentável, mas ele precisava sustentar ele e seus companheiros. Então ele trabalhava dia e noite, pregava na sinagoga, pregou por três semanas, mas trabalhava dia e noite. Enquanto ele trabalhava, ele pregava o evangelho. O ponto aqui é que ele está provando que não foi lá de maneira imoral. Porque o dinheiro não é o centro de um pastor fiel. Ainda que ele possa ter o direito, há ocasiões onde que ele abre mão disso para o seu próprio bem. Agora, prestem atenção, essa não é uma questão de pastores locais especificamente precisa ser sustentado pelo seu rebanho. Aqui é um contexto muito especÃfico e os irmãos entendem esta mensagem com clareza. Paulo também, irmãos, diz aqui no texto que tanto viveu como ensinou piedade. Tanto viveu como ensinou. É possÃvel que nós, como ovelhas, gostemos que os nossos pastores sejam homens ilibados, Ãntegros, fiéis, mas eles deixa a gente viver do nosso jeito, desde que eles sejam fiéis. Não é engraçado, né? Mas não é verdade. Por vezes, pelo menos, ou não? Infelizmente, posso pelo menos falar por mim. E Paulo diz: "Nós não fomos imorais, porque nós tanto vivemos a piedade como nós instamos vocês para uma vida piedosa." Está aà no seu texto. Vocês e Deus são testemunhas da maneira piedosa, justa e irrepreensivelmente a irrepreensÃvel em relação a vocês. Nós vivemos assim. A nossa vida diante de vocês e de Deus foi elibada. E nós ensinamos a piedade. Vocês sabem ainda, diz o verso 11, de que maneira como um pai a seus filhos, a cada um de vocês. A cada um de vocês é o pai que ensina filho por filho. Nós exortamos vocês, ou seja, apelamos para que vocês vivam piedosamente. Nós consolamos vocês, ou seja, fomos ao encontro de vocês nas suas aflições para suportarem a adversidade, se reanimarem no Senhor. E nós admoestamos vocês, fomos solenes em dizer para vocês qual é o padrão que Deus nos chama para viver de maneira digna dele, no seu reino, paraa sua glória, porque é para isso que ele nos chama. Irmãos, eu como professor do seminário, lido com muitos irmãos que eh deixam tudo, tudo deixam bons empregos, [roncando] profissões de valor econômico bastante significativo. jovens que embora não chegam muito jovens, mas jovens inteligentes que se seguem teria um futuro, né, próspero profissional e econômico muito bem sucedido. Seguramente aqueles que deixam a riqueza para ir pro ministério e lá tem vários, como tem no nosso seminário aqui, como talvez alguns dos irmãos pastores tiveram que fazer isso. Estes nunca mais vão ganhar como ganhavam, nunca mais vão galgar os caminhos que poderiam galgar no estado social, mesmo de maneira lista, como muitos irmãos fazem, porque abriram mão pelo evangelho. Eles não estão, irmãos, decididamente atrás de dinheiro. Os fiéis não, eles não estão atrás de tÃtulos e notoriedades. Eles abriram mão de tudo isso. Sabe para quê? para nos servir como igreja do Senhor. Eles abriram mão, inclusive assumindo uma grande demanda para sua alma, que é esmurrar o seu próprio corpo, lutar duramente contra o pecado, sim, para serem exemplo pros demais irmãos na vida piedosa, mas eles fizeram isso por amor ao Senhor. Homens piedosos do Senhor que for são um presente para a igreja de Cristo. Tanto, irmãos, uma vez que o Senhor concede pastores fiéis pro seu rebanho, a igreja deve reconhecer esses homens fiéis, devem perceber o trabalho deles frutÃfero na vida da igreja, deve aceitar o seu apelo sincero, a sua exortação, deve enxergar neles essa motivação genuÃna e amorosa e também ver o seu comportamento piedoso para ele e para você que é chamado por ele para seguir os caminhos do seu redentor que te conduz pro reino e glória. as palavras paraos pastores aqui. É claro que esse texto nos constrange, irmãos. É claro que nós somos fracos e falhos, como já confessamos aqui. Esse texto nos constrange, mas também nos anima. E se eu tivesse pregando no presbitério, inverteria as ênfases, mas aqui não é essa, porque há pastores fiéis aqui, homens de Deus, de Deus, dedicados ao ministério. E o apelo que esse texto faz para esses homens de Deus é: continuem cumprindo o chamado gracioso do Senhor pra vida de vocês contra tudo e todos. Sondando o coração de vocês, é fato, mas contra tudo e todos. Sigam fiéis. Suportem as aflições, façam o trabalho pastoral e descansem naquele que os chamou para o seu reino e glória, no supremo pastor Jesus, que os chamou para serem pastores auxiliares do rebanho dele e que quando voltar dará a vocês um prêmio gracioso, uma coroa de glória para o deleite eterno do Senhor. Irmãos, eu deixo esta mensagem da palavra do Senhor para a igreja, rogando que, de fato, esta igreja ame seus pastores fiéis. Sirva-os, dediquem-se, submetam biblicamente a eles e usufruam sobretudo deste privilégio gracioso que é ter pastores fiéis diante de um cenário tão trágico do nosso tempo. E eu apelo então à luz desse texto aos pastores fiéis que perseverem suportando com alegria e suportando então esse ministério tão gracioso que Deus chamou para fazer. Amém. Reverendo Daniel, devolva a palavra. Os 15 minutos passados, irmãos, é culpa exclusivamente minha. Bom, vamos orar. Ó Deus bendito, dê graças a Deus a todos nós pastores e também a nós que somos ovelhas. E todos nós, ó Deus, em uma certa medida somos ovelhas do grande pastor. E obrigado porque o Senhor guia-nos >> por meio de pastores e por meio, ó Deus, de diversas formas que o Senhor usa para isso. Obrigado pela vida do teu servo, reverendo Marcos. abençoe ele e sua famÃlia em seu ministério e que possamos, ó Deus, ainda a olhar para ele e ver o bom fruto do resultado que o Senhor tem feito na vida dele. Oramos em nome de Jesus. Amém. Irmãos, coloquem-nos de pé e louvemos esse Deus. Essa é a oportunidade que nós teremos também para trazer a Deus os nossos dÃzimos e ofertas. E se você quiser fazer isso agora, você pode vir até aqui à frente. O gasofilácio estará aqui para que você faça isso. [música] Vem a Jesus, [canto] óito. [música] Vem [canto] abatido e provai. [música] Ne. Consolo [canto] o perfeito [música] amor. Vem descanse [canto] em sua paz. >> [música] >> A bondade, bondade [canto] de Cristo [música] satisfaz. Ele é tudo para mim. Aconteça [música] o que for, sempre vou descansar na bondade [música][canto] de Cristo. [música] Encontre [música][canto] plena alegria que jamais o [música] mundo dará. [música] Prov [canto] água viva, sede nunca mais. Vem descansem sua paz. [música] Ó bondade, bondade [música] de Cristo satisfaz. [música] Ele é tudo para mim. Aconteça [música][canto] o que for, sempre vou descansar na bondade [canto] de Cristo. [música] Tem pois em [música][canto] Jesus a esperança. Ele é tudo que nos prometeu. [música] Graça transbordante [canto] fui [música] do Salvador. Vem, descanse em [música][canto] sua paz. Ó bondade, [música] bondade [canto] de Cristo, santifaz. [música] Ele é tudo para mim. >> [música] >> Aconteça o que for, sempre [canto] cansar [música] na bondade de Cristo. A bondade, [música] bondade [canto] de Cristo satisfaz. [música] Ele é tudo para mim. Aonça [música] ao que for, sempre vou descansar na bondade de Cristo. [música] Contest for, sempre [música][canto] vou descansar na bondade de Cristo. >> Vamos orar, irmãos, dedicando a Deus os nossos dÃzimos e ofertas. Ó Deus bendito, aqui estão os dÃzimos e as ofertas do teu povo. Sabemos que o Senhor é o dono de todo ouro e de toda prata, e o Senhor não precisa de nada do que temos. Pelo contrário, somos nós quem precisamos de ti. Mas obrigado pelo privilégio de poder cooperar com aquilo que o Senhor mesmo faz. faria muito melhor sem a nossa ajuda. Mas porque o Senhor é bondoso, o Senhor nos dá o privilégio de participar desta obra que é grandiosa, que vai muito além daquilo que os nossos recursos podem proporcionar. Pedimos que o Senhor então consagre todos esses recursos para a expansão do teu reino e a manutenção da tua casa neste lugar. E agora, irmãos, que a graça do nosso Senhor Jesus Cristo, o amor de Deus, o Pai e a comunhão do EspÃrito Santo repouse sobre cada um de vós hoje e para todo sempre. Amém. Assentemonos-nos, irmãos, eamos o pós-lúdico. >> [música] [música] >> เ M. [música] เฮ [música] Meus irmãos, nós caminhamos para o fim, mas antes de nos movimentarmos, especialmente pessoal aà no salão social, vamos atentar aqui para alguns pedidos de oração. Olha, a dona Vanda, a mãe do Léo, ela voltou a ficar internada. Eh, a mãe também da Renata, ela mora em Goiânia, ela estava para fazer uma cirurgia de eh catarata, mas a teve uma uma pressão, subiu e ela não pôde fazer cirurgia. Vamos lembrar de orar por ela, dona Cleusa, também ao seu João Borges, a Keila Cout, eh, o se José Gomes e o Sir Lei. São pessoas que estão ou passando por cirurgia ou fizeram recente, estão recuperando. Vamos orar então por esses motivos. Ó Deus bendito, aqui estão alguns daqueles que precisam da tua da tua atenção. Sabemos, ó Deus, que o Senhor conhece todas as nossas necessidades, mais do que nós imaginamos. Porém, nós somos homens e mulheres falhos e limitados e nós nos angustiamos com essas coisas. E trazemos aqui diante de ti, não para lembrar-te, mas para que mostremos o nosso amor e o nosso empenho para com esses nossos irmãos, parentes e amigos. Tenha misericórdia de Deus deles e ajude-os neste momento. É a nossa oração em nome de Jesus. Amém. Irmãos, eu sei que tá cheio lá, mas hoje vai ter agora uma ah apresentação da do IPSA Kides. Eles vão fazer alguma coisas. Então, antes de movimentarmos muito a alguns avisos, [roncando] começando pelos nossos visitantes, está conosco a LÃdia Aleixo com o pai e a mãe, dona Vera e o seu Gilberto. Onde estão vocês aqui entre nós? Eh, eu não estou vendo. Será que eles já foram? OK. São bem-vindos por terem passado por aqui, mas eh não estão aqui. A Márcia também está com o filho Davi. Onde estão vocês? Ah, está ali a dona Márcia. Seja bem-vinda. Deus abençoe a sua vida. Temos também a Larissa Muniz. É, eu acho que é a irmã do Zé, né? Onde está você, Larissa? Ah, está lá atrás. Seja bem-vinda. Ah, Daniel. Ah, o o OK. O a Milton já cumprimentou ela aÃ, né? Temos também a o VÃctor Rosalém. Onde está você, VÃctor? Entre nós. Ah, está lá atrás também. Tá junto com a Laura, não, né? Sim. OK. Seja bem-vindo, Hilton. Muito obrigado. Ah, temos também a famÃlia do reverendo Jean. está com eles. Eles já estiveram aqui outras vezes, mas eu vou pedir que levante a famÃlia do reverendo Jean, a esposa, a filha e filho, filho Nora, né? Sejam bem-vindos também. A famÃlia, o pai e a mãe do Zé estão aqui. Por favor, se levantem para que a igreja possa saudá-los. Sejam bem-vindos. Vou pedir ali que os irmãos cumprimentem em meu nome. Eles vieram para o batismo. >> Deus. >> O irmão do Zé também. >> Ah, o irmão do Zé. [risadas] Ah, bom. Tá escondido aÃ, né? Seja bem-vindo. Deus abençoe a vida dos irmãos. OK, irmãos. O pastor Jean, ele é da da igreja lá de da segunda de Interlagos, ainda vai pregar lá, irmão. Se o irmão quiser, né, fica à vontade para vamos ter algumas atividades aqui, mas fica à vontade, tá bom? Ah, alguns avisos agora paraa nossa rotina. Hoje à noite nós temos a posse e a ordenação daqueles que foram eleitos há duas semanas atrás, diáconos e presbÃteros. PresbÃteros não teremos nenhum que será eh que será ordenado, já são todos presbÃteros, mas à noite então será a posse e ordenação de quem precisar, tá bom? Domingo, hoje à noite. Então, lembre-se disso. As nossas salas estão funcionando todas, como vocês estão vendo aÃ. Tá? Então, normalmente, se você está nos visitando, essas são as salas que nós temos aqui no templo. Funciona uma sala, no salão social, fecha a porta, tem uma outra sala e no primeiro andar temos sala para as crianças, que é o próximo slide. Então, eh, tem sala para todas as idades. Se você precisar de ajuda para saber em qual sala colocar o seu filho, temos monitores lá prontos para receber vocês com todas as informações, tá bom? Essa semana é a semana também que os homens se reúnem aqui a quinta-feira, 19:30, para o estudo que eles fazem. Então, você está convidadÃssimo, tá bom? participe. É um momento não só de estudo, mas tem a comunhão, tem a uma atividade depois. Então, venha, homens, e participem, né, desta reunião. Irmãos, sábado que vem, tá vendo aà esse eh Alen Porto estará na nossa igreja. Alen Porto. Ele é professor no Andrew Jumper e ele é muito conhecido. Ele já falou no Congresso da Fiel, ele estará conosco aqui no sábado à noite. Essa é uma programação voltada para quem tá nessa, como esse jovem diz, né, nessa vibe, né? Eu nem sei o que significa isso, mas eles falam muito isso. Jovens que estão em faculdade, que estão em eh no contexto, né? Então aqui ele vai usar a arte, né? Arte em geral para você comunicar o evangelho. Então a relação entre cristianismo com a arte, excelente oportunidade para você trazer pessoas, colegas ou de faculdade ou de trabalho para ouvir essa palestra. Então eu recomendo muitÃssimo, tá bom? Toda a igreja, se você tem filho, se você tem genro, né? Vá lá. Ele é uma pessoa que tem uma linguagem boa para comunicar-se com quem não é crente, tá bom? Então, esse é o é o momento, tá bom? E ele mesmo também pregará no dia no dia seguinte, no domingo pela manhã, no domingo que vem. Então, fique aà o convite, né? A programação da UMP no sábado à s 16:30 começa com algumas atividades e ele deve falar em algum momento aà depois desse horário, tá bom? E eu também vou falar nesse dia, né? Só que é mais cedo. Ah, eu vou falar eh na parte da manhã, né? É uma palestra sobre sabedoria bÃblica na gestão familiar. Então eu quero mostrar como usar o livro de Provérbios para resolver pipinos na vida familiar, não necessariamente conjugal, mas na vida familiar. Então essa é uma programação do Coisa Nossa, né? e tem inscrições porque envolve alimentação, envolve cuidado com crianças. Se você tem criança, você pode trazer, mas tem que planejar, senão não tem como a gente saber quantas crianças virão. Ah, será no domingo que vem à s 9, sábado que vem à s 9 horas. Eu vi que o Ah, ok. Se que vai falar, né? Junqueira entrou, mas saiu. É você, então, né, [risadas] >> meus irmãos? Eh, só então reforçando esse primeiro comunicado que o reverendo Daniel já deu sobre o Coisa Nossa. sábado que vem, à s 9 horas da manhã. Creio que todos aqueles que estiveram aqui na primeira palestra que foi oferecida para a igreja sobre discipulado familiar, sabem como é que funciona. Então, nós vamos ter um café da manhã à s 9 horas e depois teremos uma parte de reflexão muito importante. Eu não preciso me estender muito para dizer para os irmãos como que nós somos abençoados nas ministrações que o reverendo Daniel faz, conforme nós ouvimos hoje também na mensagem que foi pregada. Então, eh, falar sobre sabedoria familiar é algo muito importante para todas as famÃlias. Casais é uma programação completamente aberta, tá? Completamente aberta. Então, solteiros, pessoas que planejam casamento, pessoas que venham de fora, podem participar também, além, claro, das famÃlias, dos irmãos que já são membros da igreja de Santo Amaro. Eh, lá tem um Qcode. Se o Qcode falar, falhar, eh, nós enviamos o link, tá bom? Então, façam as inscrições o quanto antes, ao longo dessa semana, o quanto antes mesmo, para que a gente tenha melhores condições de preparo da atividade. Agora, falando sobre o encontro de casais, o acampamento de casais, não é, que acontece todo todos os anos, eh, será dessa vez, irmãos, do dia 11 ao dia 13 de setembro, portanto, sexta, sábado e domingo. Nós temos algumas informações preliminares. mais importante, concentre-se aà na data, tá? Já agende essa data. Eh, porque nós ainda não disponibilizamos QRC, nem link de inscrição, mas faremos isso ainda essa semana. Ainda essa semana isso será feito e aà já será divulgado nos grupos. É importante que aqueles que porventura tenham melhores condições já agilizem as suas inscrições, porque a igreja, os tesoureiros sempre nos ajudam antecipando alguns pagamentos. de sinal, inclusive, tá? Então, e depois isso vai sendo reposto pelo eh pela pelo parcelamento que os irmãos também terão acesso e será possÃvel pagar até o final do ano, tá bom? Então, até o mês de dezembro, pelo que nós já eh conversamos aÃ. Então, planejem essa data. Um detalhe, Hotel Fazenda Floresta Negra, Monte Verde, Minas Gerais. Monteverde é uma cidade muito agradável, né? O hotel não fica exatamente na cidade. Aliás, prestem bem atenção na palavra fazenda. É fazenda mesmo, é hotel fazenda, tá bom? Então, tem muito verde, é uma área muito bonita, mas não tem assim, vamos dizer, as facilidades eh com as quais nós estamos acostumados naqueles hotéis, né, que ficam mais no contexto urbano, tá bom? Então depois a gente vai detalhar um pouco melhor isso. Alguns valores já estão lá, porque há chalés e apartamentos que estão envolvidos nesse pacote. Ah, e existem condições diferentes para um e para outro, mas depois a gente vai informando para os irmãos. Eh, nesse ano estamos abrindo a possibilidade daqueles que têm crianças pequenas, crianças bem pequenas até 5 anos, se quiserem levarem eh os seus filhos. O ideal, isso foi pedido para que a gente reforçasse, é que você, se você tiver rede de apoio, possibilidade de deixar seus filhos com parentes, eh, é para isso que servem sogros e sogras e assim por diante, tá? Se você tiver condições, eh, deixem, eh, nas mãos de pessoas confiáveis, familiares, porque a a palavra e o momento é muito voltado para os casais. ão, diferente da palestra da semana que vem, que é totalmente aberta para todas as para as todos os os familiares, esse encontro de casais, esse acampamento é de fato voltado para os casais, para que eles tenham um momento e um perÃodo ali de reflexão, de conexão importante, tá bom? Então, se for possÃvel de por de preferência vá somente com o seu cônjuge, mas se não tiver condições, crianças até 5 anos de idade poderão ser também eh inscritas e levadas a ao acampamento. Creio que é isso. A comida é muito boa, já fui informado também, comida mineira muito boa, tá bom? Então não vai ter problema em relação a isso. Eh, e o espaço, a estrutura, a estrutura é muito boa também, tá, irmãos? O hotel é uma referência na região. Então, todas essas informações nós já temos, já colhemos e depois a gente vai especificando. Mas já salve a data, já vá se planejando. Deus abençoe. Eh, e também à noite reverendo Guilherme irá continuar a série dele, tá bom? Irmãos Ipsequides? Ah, mais um microfone. >> Bom dia, meus irmãos. Vem, Rafael. Eh, hoje é um dia muito especial, que é o dia das mães, né? E nós preparamos, o departamento infantil preparou um mimo para as mães para lembrá-las de como o amor materno é doce e acalenta as nossas crianças. é é tão importante para nós. Eu já quero chamar as crianças aqui à frente, ah, porque elas vão distribuir para vocês, as crianças podem vir e a Ana e o Rafael vão ler um texto para as mães. Eh, enquanto elas vêm, podem vir aqui à frente as crianças. Eh, nesse tempo, meus irmãos, em que a maternidade tem sido desconstruÃda na nossa sociedade, é muito importante que nós ensinemos as nossas crianças, pode ficar aqui embaixo, tá? Fica aqui embaixo. Ensinemos as nossas crianças que a maternidade é um privilégio que Deus deu a as mulheres, deu a elas essas essa habilidade e elas precisam valorizar isso e lembrar disso como uma bênção. Ah, e um tempo em que olha pra maternidade como um peso. Então, enquanto as crianças se posicionam aqui, a Ana e o Rafael vão ler Provérbios 31. Pode lender. >> Mulher virtuosa, quem a achará? O seu valor muito excede de finas joias. O coração do seu marido confia nela e não haverá falta de ganho. Ela lhe faz bem e não mal todos os dias da sua vida. Busca lã e linho e de bom grado trabalha com as mãos. É como navio mercante de longe traz o seu pão e ainda noite e ela já se levanta e dá mantimento à sua casa e tarefa a suas servas. Ela examina uma propriedade e adquirira, >> planta uma vinha com a renda do seu trabalho, cinge os lombos com a força e fortalece os seus braços. Ela ela percebe o seu ganho é bom. A sua lâmpada não se apaga de noite. Estende as mãos ao fuso, mãos que pegam na roca. Abre a mão aos aflitos e ainda estende aos necessitados. Quanto à sua casa, não teme a neve, pois todos andam vestido de lã escarlate. Faz para si cobertas, vestete de linho fino e de púrpura. Seu marido é estimado entre juÃzes quando se assenta aos anciãos da terra. Ela faz roupas de linho fino e as vende. Ela fornece cintas aos comerciantes. A força e a dignidade são seus vestidos e quanto ao dia de amanhã, não tem preocupações. Fala com sabedoria e a restão da bondade está na sua lÃngua. Cuida do bom andamento da sua casa e não come o pão da preguiça. Seus filhos se levantam e a chamam de bem-aventurada. Seu marido a louva, dizendo: "Muitas mulheres são virtuosas no que fazem, mas você supera todas elas. Enganosa é a graça e vã é a formosura, mas a mulher que teme ao Senhor, essa será louvada. De a ela o fruto das suas mãos e que dê público as suas obras a louvem." >> Então eu peço que todas as mães fiquem de pé. Ah, eu peço que o pastor Daniel faça uma oração pelas mães, por favor, e depois as mães de pé vão receber um presente de cada criança, tá? Então, todas as mães fiquem de pé, pastor Daniel vai orar por vocês. E aà depois, crianças, ó, todas as mães têm que receber um presente, tá bom? Vamos orar, então. Ó Deus bendito, quando o Senhor criou a mulher, o Senhor disse que o homem precisava de uma auxiliadora. E esse é o maior de todos e aquilo que sem a mulher é impossÃvel de acontecer, a maternidade. Obrigado porque o Senhor deu à s mulheres a esse grande privilégio e podemos ver nisso, ó Deus, a tua boa mão. E oramos pela vida de cada uma delas, rogando que o Senhor use essa bênção que é a maternidade, para que possa também com ela mostrar do teu amor, muitas vezes comparado nas Escrituras como o amor da mãe para com seus filhos. Oramos, ó Deus, assim pedindo que o Senhor abençoe, guarde e dirija cada uma dessas mães hoje aqui representadas. Oramos em nome de Jesus. Amém. Deus abençoe, irmãs.