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A fé vem pelo ouvir

🔴 Culto Matutino | 17/05/2026 (9h) – Rev. Allen Porto

🔴 Culto Matutino | 17/05/2026 (9h) – Rev. Allen Porto

🔴 Culto Matutino | 17/05/2026 (9h) – Rev. Allen Porto

MAIS INFORMAÇÕES
Mídias Sociais: https://linktr.ee/ipsantoamaro
Website: http://www.ipsantoamaro.com.br

Sobre a música de abertura
Música: Louvai a Deus, soberano Senhor (Hinário Novo Cântico nº16). Título original em português: Louvor a Deus
Compositor: Stralsund Gesangbuch (1665), Joachim Neander (1680)

Ficha Técnica
Arranjos e produção musical: Samuel Cintra Santos
Gravação, mixagem e masterização: SCS Produções
Produção: Igreja Presbiteriana de Santo Amaro
ISRC: BR-075-22-00001

Legendas automáticas:

Ah!
>> [música]
[música]
>> Ah!
Ah!
>> [música]
>> Ah!
Ah!
>> [música]
>> Ah!
Ah!
>> [música]
>> Ah!
Ah!
>> [música]
>> Ah!
Ah!
>> [música]
>> Ah!
Ah!
>> [música]
>> Ah!
Ah!
>> [música]
>> Ah!
Ah!
>> [música]
>> Ah!
Ah!
>> [música]
>> Ah!
Ah!
>> [música]
>> Ah!
Ah!
>> [música]
>> Ah!
Ah!
>> [música]
>> Ah!
Ah!
>> [música]
>> Ah!
Ah!
>> [música]
>> Ah!
Ah!
>> [música]
>> Ah!
Ah!
>> [música]
>> Ah!
Ah!
>> [música]
[música]
>> Bom dia meus irmãos, sejam bem-vindos a
mais um culto
da Igreja Presbiteriana de Santo Amaro.
É bom estar na casa de Deus, é bom estar
em paz com Deus, nem todos que estão na
casa de Deus estão em paz com Deus
por diversas razões
mas acima de tudo é importante sermos
lembrados do motivo porque estamos aqui
do motivo porque Deus nos quer aqui.
Vejam só as palavras do Salmo 135
e eu convido os irmãos para que leiam de
forma responsiva comigo
eu lerei os versículos ímpares e na
sequência os irmãos lerão
os versículos pares. Diz assim a palavra
de Deus: Aleluia!
Louvem o nome do Senhor.
Louvem-no vocês servos do Senhor.
Louvem o Senhor porque o Senhor é bom.
Cantem louvores ao seu nome, porque é
agradável.
De fato,
eu sei que o Senhor é grande e que o
nosso Deus está acima de todos os
deuses.
Faz subir as nuvens dos confins da
terra, faz os relâmpagos da chuva,
faz sair o vento dos seus reservatórios.
É isso que o Senhor faz e tem feito ao
longo dos séculos, por isso ele é digno
da nossa adoração. Coloquemo-nos de pé
então, meus irmãos, e louvemos esse Deus
que tem cuidado de nós e é digno da
nossa adoração.
Cantai ao Senhor [canto]
um cântico [música]
novo,
cantai [canto]
ao Senhor
todas as [canto] terras, cantai
ao Senhor, [música]
bendizei
o seu [canto] nome,
proclamai
a sua salvação,
>> [música]
>> anunciai entre as nações [música][canto]
a
sua glória,
entre [canto] todos os povos, as suas
maravilhas.
>> [música][canto]
>> Porque grande é o Senhor e muito digno
de ser [música][canto] louvado,
mais temível do que falsos
[música][canto] deuses.
Glória e majestade
estão diante dele, [música]
força e formosura
[canto] no seu santuário. [música]
Glória e majestade
estão diante [canto]
dele,
força e
>> [música]
>> formosura
no seu
santuário.
>> [música]
[música]
>> Cantai [canto] ao Senhor
um cântico novo, [música]
cantai [canto]
ao Senhor
todas [música]
as terras,
cantai
>> [canto]
>> ao Senhor,
bem dizei
o seu nome,
>> [música]
>> proclamai a [canto] sua salvação.
Anunciai entre as nações
>> [música]
>> a sua glória,
entre todos os povos, as suas [música]
maravilhas.
Porque grande é o Senhor
e muito digno de ser louvado,
>> [música]
>> mais temível do que falsos
deuses.
Glória e majestade
>> [música]
[canto]
[música]
[canto]
[música]
[canto]
>> Ó Deus bendito,
o Senhor é quem nos faz cantarmos um
cântico novo a cada manhã,
porque o Senhor renova as tuas
misericórdias
e o fato de estarmos aqui nesta manhã é
fruto da tua misericórdia, da tua
bondade.
O Senhor nos concede vida,
o Senhor nos guia em teus caminhos,
o Senhor também nos repreende quando
afastamo-nos dos teus caminhos,
o Senhor nos sustenta, o Senhor nos
perdoa
e tudo isso, ó Deus, não somente
conosco.
A tua palavra nos mostra que o Senhor
tem feito isso com o teu povo ao ao
longo dos séculos
e a história também tem nos mostrado que
o Senhor tem feito grandes coisas ao
longo dos nossos dias. Portanto, hoje
pela manhã,
quando nos reunimos aqui como povo teu,
queremos que a nossa adoração chegue até
a tua presença, ó Deus, como um motivo
genuíno da do nosso reconhecimento de
quem tu és, daquilo que o Senhor faz e
acima de tudo por aquilo que o Senhor
teu filho fez e é por meio daquilo que
ele fez que temos acesso a ti, temos paz
contigo, ó pai.
Portanto, ajude-nos a neste momento de
culto sermos transformados pela tua
palavra, por tudo o que faremos e
falaremos aqui nesta manhã.
Nós oramos e fazemos todas essas coisas
em nome do teu filho Jesus. Amém. Os
irmãos podem se assentar.
Meus irmãos, a palavra de Deus diz que,
de forma inequívoca, todos nós somos
pecadores.
E não pecamos assim apenas de um modo
pontual, casual.
À luz da interpretação mais profunda que
é oferecida pelo Catecismo Maior de
Westminster,
nós podemos perceber que quebramos
todos, absolutamente todos os
mandamentos da lei de Deus. Justamente
porque pecamos por pensamentos,
palavras, ações, omissões, intenções.
E para ilustrar isso, a pergunta 119 do
nosso Catecismo traz uma referência ao
quarto mandamento do Decálogo
e diz: "Quais são os pecados cometidos,
proibidos
no quarto mandamento? Quais são os
pecados proibidos no quarto mandamento?"
E a resposta que nos é oferecida ali,
vejam bem, é:
"Os pecados proibidos no quarto
mandamento são:
toda omissão dos deveres exigidos.
Toda realização descuidosa, negligente e
sem proveito. E o ficar cansado deles.
Toda profanação desse dia por ociosidade
e por fazer aquilo que é em si
pecaminoso.
E por todas as obras, palavras e
pensamentos desnecessários
acerca de nossas ocupações e recreios
seculares.
E só para deixar claro a
aos termos desse mandamento que se
refere o catecismo, Êxodo capítulo 20,
do verso 8 ao verso 11, traz então:
"Lembre-se do dia de sábado para o
santificar.
Seis dias você trabalhará e fará toda
sua obra, mas o sétimo dia é o sábado
dedicado ao Senhor seu Deus.
Não faça nenhum trabalho nesse dia, nem
você, nem o seu filho, nem a sua filha,
nem o seu servo, nem a sua serva, nem o
seu animal, nem o estrangeiro das suas
portas para dentro.
Porque em seis dias o Senhor fez os céus
e a terra, o mar e tudo que neles há. E
ao sétimo dia descansou.
Por isso o Senhor abençoou o dia de
sábado e o santificou. Nada mais
apropriado do que trazermos esta
lembrança no dia do Senhor, no domingo,
em que nós somos chamados, convidados a
descansar em Deus, em Cristo. E agora,
meus irmãos, nós também teremos a
oportunidade de confessar as nossas
faltas, as nossas transgressões diante
Deus, recebendo o seu cuidado
restaurador.
Convido os irmãos então para que façamos
orações eh silenciosas. No devido
momento eu também quebrarei o silêncio.
Oremos.
Senhor, a tua palavra nos informa que tu
és o grande Deus sobre a face da terra,
o Senhor todo-poderoso,
santo, perfeito, que nos concede tudo o
que é necessário.
Nós, entretanto, ó Pai, mesmo tendo sido
criados à imagem e semelhança do Senhor,
transgredimos a tua lei,
desobedecemos à tua vontade revelada,
sofremos, então, as consequências do
nosso próprio pecado
e somos conclamados pela tua palavra a
nos arrependermos e a colocarmos diante
do Senhor, não apenas, ó Pai, a sujeira
do nosso coração, mas também
expressarmos a confiança no caminho, na
solução que o Senhor nos apresenta, que
não são as nossas soluções.
Nós cremos, ó Pai, que em Cristo Jesus
podemos e temos sido perdoados pelo
Senhor. Em Cristo Jesus temos recebido a
tua misericórdia, o toque transformador
que, de fato modifica o nosso caráter, a
nossa cosmovisão, a nossa vida.
Nós pedimos que o senhor manifeste a tua
graça nesse momento sobre cada servo teu
que aqui se encontra. Que o senhor ouça
as nossas orações, as nossas súplicas.
Que o senhor nos atenda, estenda a tua
mão bondosa e nos santifique, nos faça
andar no caminho da retidão, nos faça
dizer não ao pecado, ó pai, em meio às
tentações que nós sofremos.
E que nós sejamos livres, inclusive da
tentação de buscar solução em nós
mesmos.
Que nós venhamos a entender, ó pai, que
somente em Jesus Cristo temos o nosso
descanso perfeito. Que assim, ó pai,
então entreguemos as nossas vidas aos
teus cuidados.
Com a esperança de que o senhor faz tudo
aquilo que nós não podemos por nós
mesmos realizar. Obrigado pelo
privilégio de estar na tua casa.
Obrigado pelo pelo privilégio de guardar
o domingo do senhor, de nos reunir como
povo teu em torno da tua palavra, de
sermos edificados pelo senhor.
Certamente o senhor haverá de fazer isso
mais uma vez. Por isso nós agradecemos e
oramos em nome e para glória de Jesus
Cristo, nosso único e suficiente senhor,
salvador e mediador diante do pai.
Amém.
Vamos ficar de pé, irmãos. Vamos
continuar
louvando o senhor e agora já com a
certeza do seu perdão.
>> [música]
[música]
>> Firme
>> [música]
>> seja
minha alma
e [música][canto] sem
temor,
ainda que haja
>> [música][canto]
>> ventos amanhã.
Deus
contigo está [música][canto]
e toda
>> [música]
>> lágrima
>> [canto]
>> se tornará mais bela em
seu
>> [música]
>> lugar.
Deus,
tu
és [música] meu Deus
e certo estou de encontrar
>> [canto]
>> nos [música] braços
teus.
Dá-me
>> [música][canto]
>> tua paz
>> [canto]
>> e o meu
espírito
descansará
>> [música]
>> somente [música][canto] em ti.
>> [música]
[música]
>> Vem
>> [música]
>> semear
>> [canto]
>> minha alma
e
não te negues
>> [música]
>> a dor [canto] que ainda
possa
acontecer.
Enche
>> [música]
>> de esperança,
amor
e fé [música]
a habitação
de um coração vazio.
>> [música]
>> Deus,
tu
>> [canto]
>> és meu Deus
>> [música]
>> e certo
estou de
encontrar [canto]
nos
>> [música]
>> braços
teus,
>> [música]
>> dá-me
tua paz
>> [música]
>> e o meu
>> [canto]
>> espírito
descansará.
Somente [música][canto]
em ti.
Firme
>> [música]
>> em minha [canto] alma
e sem deixar
o ensino [música][canto] dos caminhos
do Senhor,
dá-me
>> [música]
>> a esperança
em
seu amor.
Enfim,
minha
vida sem o meu
Jesus.
>> [música]
>> Tu és meu Deus
e certo
>> [música]
>> estou
de me encontrar
nos braços
>> [música][canto]
>> teus,
dá-me
>> [música]
>> tua
paz
e o meu [canto]
espírito
descansará.
>> [música]
>> Deus,
>> [canto]
>> tu és meu Deus
e certo
estou
de [canto] me encontrar
nos braços
>> [música]
>> teus,
dá-me
>> [canto]
>> tua
paz
>> [música]
>> e o meu espírito
descansará. [canto]
>> [música]
>> Somente em ti.
>> [música]
[música]
>> Um pendão [canto]
real vos entregou o rei, a
vós soldados
seus.
Corajosos, [música][canto]
pois em
tudo defender, marchando
>> [música][canto]
>> para
os céus.
Com valor,
sem temor,
por [música] Cristo prontos [canto] a
sofrer.
Vede ao guerreiro
seu pendão,
firme
>> [canto][música]
>> sempre até morrer.
Espalmados
a [música][canto]
ferir e desatar nós do grande
usurpador.
Revelai-vos [música][canto]
hoje grandes
campeões, avante
>> [canto]
>> sem temor.
Com valor,
sem [música][canto] temor,
por Cristo
prontos a sofrer.
Vede
>> [música][canto]
>> ao guerreiro
seu pendão,
firme sempre até [música][canto] morrer.
Quem receio sente
no seu coração, que
fraco
>> [música]
>> se mostrar,
não receberá
o eterno galardão que
Cristo
tem
que dar.
>> [música]
>> Com valor, [canto]
sem temor,
>> [música]
[canto]
[música][canto]
[música]
[canto]
[música]
[canto]
[música]
[canto]
[música]
[canto]
[música]
>> Amém. Os irmãos podem se assentar.
Está conosco hoje, irmãos, o reverendo
Allen Porto.
Ele falou
para a mocidade ontem. Allen é um grande
amigo e eu estive na igreja dele em
Barretos
ainda esse semestre, né? Foi esse
semestre, né?
Ah, e ele é colega no lá no centro de
pós-graduação Andrew Jumper lá no
Mackenzie. Eu já conheço o Allen desde
quando ele morava ainda em São Luís do
Maranhão.
É um prazer tê-lo conosco aqui e que
Deus abençoe, Allen, a sua palavra aqui
entre nós.
Bom dia, irmãos.
Deixa eu ver se está tudo ligado aqui.
Acredito que sim.
Quero convidar vocês a abrir a palavra
do Senhor
em Gênesis, capítulo 2.
>> [roncando]
>> Enquanto você abre,
eu quero agradecer
o convite e a oportunidade de estar aqui
com vocês. Para mim é uma honra,
reverenda, a podermos
desfrutar desse tempo juntos na adoração
ao nosso Deus e meditando na palavra do
Senhor.
Nós vamos ler Gênesis, eh,
capítulo 2 do versículo 1º até o
versículo 3.
E a palavra do Senhor nos diz assim,
Gênesis 2,
do verso 1º até o verso 3.
Assim, pois, foram acabados os céus e a
terra e todo o seu exército.
E havendo Deus terminado no dia 7º a sua
obra que fizera,
descansou nesse dia de toda a sua obra
que tinha feito.
E abençoou Deus o dia 7º e o santificou,
porque nele descansou de toda a obra
que, como criador, fizera.
Essa é a palavra do Senhor. Vamos orar?
Ó Deus bendito, te agradecemos porque
na tua infinita bondade o Senhor nos
permite
ser reunidos e congregados como teu povo
para responder à tua santa convocação
e nesse dia ouvirmos a tua palavra, a
tua voz
e vermos a aliança renovada
diante de nós.
Senhor,
agora com a tua palavra aberta diante de
nós, suplicamos graça
para que não apenas a tua palavra esteja
aberta, mas o nosso coração também.
E para que assim, ó Deus, sejamos
tratados e pastoreados pelo Senhor.
Fala conosco por amor do teu nome.
Edifica-nos, transforma-nos,
direciona-nos, reorienta os nossos
desejos e a nossa direção
e assim glorifica o teu nome no meio do
teu povo.
Nós pedimos em nome de Jesus. Amém.
Quando foi a última vez que você
verdadeiramente
descansou?
Não estou falando aqui de simplesmente
parar um pouquinho, 5 minutinhos para
respirar ali enquanto você está
aguardando o metrô ou
o o elevador.
E nem estou falando daquela
ocasião em que você senta no sofá, ah,
abre o celular e fica girando a tela,
eh,
para cima.
Estou falando de uma experiência de
descanso real,
coração quieto, sem culpa,
sem uma lista mental de pendências
e sem aquela sensação opressora de você
tinha que estar
fazendo alguma outra coisa.
Quando foi a última vez que você
experimentou isso?
Para muita gente essa é uma pergunta
difícil de responder.
Nós estamos em uma cultura que confunde
produção com valor,
performance com identidade.
E assim, se você não está ocupado com
alguma coisa, você está errado.
O descanso virou ou um luxo
ou uma fraqueza
ou um privilégio para poucos.
E quando nós finalmente paramos, nós não
sabemos muito bem
o que fazer
e nem sabemos como responder a isso.
No entanto, Gênesis, capítulo 2,
especialmente nesse trechinho que nós
lemos,
nos leva a uma descoberta e uma
percepção surpreendente em vários
sentidos.
Antes de qualquer lei, antes do Sinai,
antes dos mandamentos,
antes de tudo isso, Deus fez algo que a
nossa cultura mal consegue
imitar.
O nosso Deus
descansou.
E ele não apenas descansou, como
abençoou esse descanso e o declarou como
um descanso santo.
Mas o que é que isso significa?
O que é que Deus está dizendo para nós
aqui? E de que formas essas verdades
tocam o nosso coração e reorientam a
nossa vida e as nossas escolhas no dia a
dia?
Nós vamos descobrir aqui que esse texto
não é uma mera nota de rodapé no final
de semana da criação.
É uma chave para entender o próprio
plano de Deus para o seu povo, para a
vida humana.
E para entender como é que o próprio
Deus define trabalho, tempo, adoração e
o descanso que o nosso coração tanto
busca.
Mas para você entender bem o que está
acontecendo aqui, você precisa lembrar
qual é o contexto.
Gênesis 2, de 1 a 3, está trazendo para
a gente uma espécie de cena final no
relato da criação que inicia no capítulo
primeiro.
E nós vimos ali
como é que o Senhor
estrutura a realidade
e
preenche a realidade
com a sua graça, com a sua glória
e com a sua beleza.
Deus prepara os ambientes nos dias 1, 2
e 3 e Deus preenche os ambientes nos
dias 4, 5 e 6.
E algo interessante de perceber no
relato ah desta criação é que o Senhor
Deus estabelece um ritmo próprio e uma
postura própria diante do seu trabalho.
Ao final de cada dia, com exceção do
segundo dia, nós temos a descrição e viu
o Deus que era bom.
Interessante notar isso.
Após um dia de trabalho, o Senhor Deus
para,
contempla
e desfruta.
Essa já é uma
primeira pista e um primeiro desafio
para nós,
que muitas vezes não conseguimos
simplesmente parar,
contemplar e desfrutar.
Tem sempre um novo projeto, uma nova
demanda, uma nova crítica e mais alguma
coisa para fazer.
Deus cria o mundo com sabedoria, com
beleza,
com criatividade, com graça.
Mas ao final desse relato, agora
entrando no sétimo dia,
o texto nos diz
que o Senhor Deus
contemplou que tudo que havia feito era
muito bom
e entrando no sétimo dia, ele descansa
da sua obra
e abençoa o sétimo dia e santifica.
A descrição do que Deus faz agora no
sétimo dia
não é uma descrição aleatória para dizer
simplesmente acabou.
O modo como Moisés registra e nos
apresenta a decisão de Deus ao final do
seu movimento criacional
é também um ensino teológico precioso
que eu e você precisamos
entender, assimilar
e modelar em muitos sentidos.
Se você deseja resumir o ensino desse
texto em uma frase, a gente pode resumir
da seguinte forma:
Ao descansar no sétimo dia,
Deus nos ensina a estrutura,
o modelo
e o propósito
do nosso próprio descanso.
Ao descansar no sétimo dia,
Deus nos ensina a estrutura, o modelo e
o propósito do nosso próprio descanso.
E em tudo isso, ele está apontando para
nós o fato de que o descanso maior só
pode ser encontrado nele.
Mas eu quero trabalhar com vocês, então,
essa estrutura, eh, nesses três blocos.
Quando Deus descansa no sétimo dia, ele
nos ensina a estrutura, modelo e
propósito para o nosso descanso.
Eu quero olhar com vocês, então, o
sábado como estrutura, o sábado como
modelo e o sábado como um chamado ou
como uma, como uma vocação
que nós devemos atender.
Observe comigo, então, esses três
pontos. Primeiramente, o sábado como
estrutura.
Gênesis 2, 1 e 2 nos diz:
"Assim, pois,
foram acabados os céus e a terra
e todo o seu exército.
E havendo Deus terminado no sétimo dia
sua obra que fizera,
descansou nesse dia de toda a sua obra
que tinha feito".
O sábado apresenta aqui uma consagração
do modo como Deus estruturou o tempo e o
trabalho.
Se você olha esse relato criacional,
você vai perceber
que Deus está estruturando o tempo e
estruturando o trabalho em
ciclos.
O tempo é dinâmico, ele não é estático.
E ele foi planejado por Deus para compor
períodos distintos que demandam
respostas distintas.
Observe, por exemplo, as estações do
ano.
O Senhor Deus estabelece o verão.
E o verão traz o calor.
E ele traz certas demandas e certas
respostas adequadas para esse momento
específico.
O inverno traz o frio.
E traz
outras respostas. Roupas, ah,
mais grossas e
uma espécie de proteção necessária para
a temperatura à nossa volta.
Deus estrutura as estações do ano para
que elas aconteçam
coordenadamente.
Não só isso, Deus estrutura dia e noite.
O próprio Deus trabalha durante o dia,
mas à noite nós temos a descrição do
encerramento do trabalho diário.
Por isso, cada sessão no relato
criacional termina com "houve tarde e
manhã". O primeiro dia, o segundo dia, o
terceiro dia e assim por diante.
E a palavra que é traduzida na Almeida
Revista e Atualizada para tarde
pode ser traduzida como noite.
Anoitecer.
Deus estrutura o tempo.
Estações do ano.
O dia.
Mas o sábado,
aqui com o nosso foco,
apresenta para a gente uma estrutura
máxima dessa dinâmica do ciclo trabalho
e pausa, trabalho e descanso.
Após seis dias de trabalho, o nosso Deus
descansa.
E daí nós temos essa palavrinha que já
passou a ser um pouco mais comum no
nosso círculo cristão, não é?
O shabbat.
Deus estruturou o mundo em ciclos
distintos. E esses ciclos envolvem a
variação
entre trabalho e descanso.
E eu e você precisamos contemplar a obra
criacional de Deus, identificar essa
estrutura, o modo como Deus estrutura a
realidade, para que nós abracemos
e aceitemos o modo como Deus configurou
o mundo, a vida, o trabalho e o tempo.
Porque sempre que nós lutamos contra as
estruturas de Deus ou tentamos
rompê-las,
nós sofremos as consequências disso.
Essa estrutura, por exemplo, é
acompanhada de outras manifestações na
criação.
Os estudiosos da área da saúde, por
exemplo, falam do ritmo circadiano do
corpo.
Ou o que é comumente chamado de relógio
biológico.
Você já parou para pensar
que a estrutura que Deus deu para a
realidade, para o tempo e para o
trabalho envolve o seu próprio corpo?
Por exemplo,
no nosso ritmo circadiano,
o nosso corpo, durante o dia ou pela
manhã,
produz uma substância chamada cortisol.
E o cortisol, de certa forma, é aquilo
responsável por nos dar um ritmo de, ah,
engajamento, aceleração, intensidade,
preparação para o trabalho que será
desempenhado.
Você não escolheu produzir cortisol.
O modo como Deus configurou a realidade
direciona o seu corpo,
conectado ao tempo, para que durante o
dia o seu corpo responda, a fim de que
você se dedique aos estudos, ao
trabalho, ao cuidado da casa ou a outros
chamados que Deus concedeu a você.
Mas quando a noite se aproxima,
o dia para o trabalho, a noite é para o
descanso.
Deus estruturou a realidade e o seu
corpo responde produzindo outra
substância que em vez de engajar você,
vai relaxar você e prepará-lo para o
sono.
O seu corpo produz melatonina.
Interessante perceber,
Deus estruturou leis.
Ou a palavra de Deus governa a realidade
de uma forma tal que o seu corpo
responde ao tempo e responde ao trabalho
de acordo com a estruturação
desenhada pelo Senhor.
O problema é que nós queremos romper
isso, não é?
E aí pesquisas em psicologia do trabalho
tem demonstrado que os trabalhadores que
não respeitam o ritmo de descanso tem
uma queda significativa de
produtividade, uma queda significativa
de criatividade, uma queda importante de
saúde emocional após esses períodos
prolongados de trabalho contínuo.
O nosso país
é o segundo país
em uma escala mundial
ah, em taxas de burnout,
de esgotamento.
A gente só perde para o Japão.
Mas é curioso pensar
que aquilo que a ciência está
descobrindo aí com alguma dificuldade,
Deus já havia instalado na criação
desde o princípio.
O sábado é uma estrutura dada por Deus
para o tempo.
E aí você deveríamos contemplar o relato
criacional,
perceber essa estrutura
e e
e abraçá-la intencionalmente.
Nós vivemos em uma cultura que descansa
ou que olha o descanso como um problema,
como um inimigo.
O lema das pessoas à nossa volta é:
"Trabalhe enquanto eles dormem".
Quem descansa à toa é preguiçoso, quem
para é fraco. Quem tira folga precisa se
justificar.
Mas o texto nos aponta uma realidade
diferente.
Ignorar o ritmo que Deus nos deu,
o ritmo que Deus instalou,
configurou na realidade, não é heroísmo,
é desobediência.
Tentar viver sem dormir,
que você não tem tempo para isso, que
dormir é um luxo,
é uma tentativa de romper
as estruturas
providenciadas por Deus.
E o seu corpo
sofre, a sua alma sofre.
Por isso nós precisamos aprender
a considerar a estrutura, respeitar a
estrutura e nos adequar à estrutura.
Trabalho é bom e honroso, mas o descanso
também é.
Eu e você deveríamos caminhar assim.
Sábado é uma estrutura dada por Deus,
mas o sábado também é um modelo
providenciado por Deus.
Gênesis 2:1-2: "Assim, pois, foram
acabados os céus e a terra e todo o seu
exército.
E havendo Deus terminado no sétimo dia
sua obra que fizera, descansou nesse dia
de toda a sua obra que tinha feito".
Relato da criação não apenas apresenta
uma configuração que Deus estabeleceu
para a realidade,
mas revela também um modelo
praticado pelo próprio Senhor.
Talvez eu e você conseguíssemos perceber
a estrutura.
Olhando para o nosso corpo, mais
energizado pela manhã e mais cansado à
noite.
Talvez olhando para nossa experiência ao
final de uma semana inteira de trabalho
e a gente se sentindo, não é, mais, ah,
mais cansado.
Talvez a gente conseguisse perceber que
existe uma lógica no mundo, segundo a
qual ciclos de trabalho devem ser
intercalados por ciclos de descanso.
Mas des- Deus decidiu fazer mais do que
apenas estruturar o tempo e o trabalho.
Deus decidiu providenciar para nós um
modelo visível, palpável, um modelo
real.
E assim o próprio Deus, tendo concluído
o seu trabalho ao final do sexto dia,
para
no sétimo.
Curioso pensar sobre isso, não é?
Deus
parando.
E isso primeiramente apresenta para a
gente um modelo
deixado para seguirmos.
Antes que a lei fosse promulgada lá em
Êxodo, capítulo 20, nós já temos a
realidade do descanso apresentada pelo
exemplo do nosso Deus.
Certamente eu e você não temos mais
energia, mais força e nem mais
capacidade do que o nosso criador.
E por isso eu e você devemos seguir o
seu modelo.
Mas lembre-se,
Deus não descansou porque ele estava
cansado ao final de uma semana intensa.
Deus não se cansa como nós.
Deus poderia continuar trabalhando.
Aqui ele está anunciando que a sua obra
está completa.
Ele está demonstrando que o descanso não
está condicionado à falta, ah, de
trabalho, porque em um sentido, nosso
Deus depois continuou trabalhando, não
é? Jesus nos diz em João 5:17: "Meu pai
trabalha até agora e eu trabalho
também".
Deus ainda veria de sustentar o mundo
pela palavra do seu poder,
governar as coisas pela sua providência.
Mas ele decide
descansar e deixar para mim e para você
um modelo.
Pense em um arquiteto
que projeta um edifício durante meses.
E aí finalmente, quando a obra tá
concluída,
o último cômodo está pintado, o último
parafuso foi apertado,
ele não vai embora
ou envergonhado, ou consumido já pelo
próximo projeto que ele precisa
realizar.
Ele para,
recua um pouco,
olha
o edifício
e ele consegue dizer:
"Tá pronto".
Existe um prazer legítimo na conclusão,
um desfrute daquilo que ele realizou.
E foi algo parecido que o nosso Deus
fez.
Nosso Deus parou.
E ele nos modela, ou ele nos apresenta o
modelo para isso.
Mas aqui novamente nós encontramos uma
dificuldade.
Porque nós vivemos com a sensação de que
>> [roncando]
>> a gente nunca terminou o trabalho, não
é?
Cuidado dos filhos nunca tá pronto,
o projeto que você entrega nunca tá
pronto,
tem sempre um novo concurso para fazer,
uma nova prova,
uma nova posição no serviço para galgar.
Ou mesmo quando você conclui alguma
coisa, ela sempre vem acompanhada de
críticas e críticas e reavaliações
constantes de como você deveria fazer
diferente.
Há em nós então uma incapacidade
ou uma indisposição em muitos sentidos
de simplesmente entregar
e de seguir o modelo do nosso criador.
Uma indisposição de parar e dizer: "Tá
feito".
Uma recusa de seguir o modelo divino.
E essa é uma forma de ansiedade
disfarçada de responsabilidade.
Eu só quero fazer o melhor.
Eu só quero que saia perfeito. Eu só
quero que saia bem executado.
Nosso Deus
parou.
E ele modelou para nós uma postura
em que nós realizamos um trabalho
mas nós aprendemos a pausar também.
Trabalho não é algo que fazemos quando
nós não temos mais nada para fazer,
irmãos.
Trabalho não é algo que a gente faz
quando sobra tempo.
Trabalho é uma disciplina que nós
seguimos de acordo com o modelo do nosso
Deus.
Sempre haverá demandas. Sempre haverá
trabalho.
Mas a pausa
é uma obediência
àquilo que o nosso Deus apresentou para
nós.
Tem uma dimensão espiritual do que a
gente precisa perceber aqui também.
Porque quando eu e você não paramos, não
descansamos, não pausamos
de certa forma nós estamos assumindo uma
crença
ou anunciando, ainda que não verbalmente
que nós somos indispensáveis.
Nós dizemos: "Se nós pararmos, o mundo
para".
O pastor que não consegue
pausar no dia de folga
e justifica dizendo:
"A obra do Senhor não pode parar".
Está crendo que ele é essencial e que a
igreja não pode funcionar sem ele.
A dona de casa ou mãe de família
que diz: "Eu não posso parar em momento
nenhum".
"Porque senão a casa fica de cabeça para
baixo".
Está dizendo que
sem ela, a casa não existe.
O chefe de família, o pai
que não pausa porque diz: "Se eu pausar,
eu corro o risco de perder a posição no
trabalho ou de desagradar o meu chefe,
não ter o salário, não sustentar a minha
casa".
Está afirmando uma crença
não explicitamente verbalizada
de que sem ele
a sua família não pode
ah subsistir.
Isso pode ser bem intencionado.
Mas isso é um orgulho velado.
O descanso é um ato de humildade.
Nós reconhecemos que quem governa e
sustenta o mundo é o nosso Deus e não
nós.
O sábado é uma estrutura providenciada
pelo nosso Senhor.
O tempo foi formatado e o trabalho foi
desenhado por ele em ciclos.
Ciclos de trabalho, ciclos de repouso.
Manhã
e noite. Seis dias e um dia.
O sábado é uma é um ah
modelo apresentado pelo nosso Senhor.
O O Deus que não precisava descansar
parou ao sétimo dia.
Ele que não estava cansado, parou ao
sétimo dia.
Isso nos ensina
que há um modelo a ser seguido em que eu
e você
podemos e devemos pausar,
aprender a descansar,
para perceber que o mundo gira quando
nós paramos, para perceber que quem
sustenta a realidade é o nosso Deus e
não nós.
Entender que o descanso não é um luxo
ou ah aquilo que nós fazemos com o que
sobra de tempo, mas é uma disciplina
para o nosso coração.
Mas tem um terceiro elemento para nós
percebermos aqui.
E um elemento do qual todos os outros
decorrem,
que é a percepção do sábado como uma
vocação.
O sábado é um chamado.
Gênesis 2, versículo 3, nos diz assim:
"E abençoou Deus o dia sétimo
e o santificou,
porque nele descansou de toda obra que
como criador fizera".
Esse último aspecto
é observar o sábado como um chamado do
Senhor.
Ele é estrutura, ele é modelo, mas ele é
um chamado também.
Alguns autores, como Peter Leithart,
observam o relato da criação como
a preparação do reino para a habitação
do rei.
Toda a sequência dos dias e obras indica
essa dinâmica, segundo ele.
No primeiro dia Deus prepara o ambiente
de luz e trevas e no quarto dia Deus
preenche esse ambiente com aqueles que
vão reinar sobre as luzes e as trevas,
as luzes e as trevas, os astros.
No segundo dia Deus prepara o ambiente
do firmamento e as águas de cima e de
baixo.
E no quinto dia Deus preenche esse
ambiente
com aqueles que reinarão sobre águas e
céus, animais aquáticos e aves.
No terceiro dia Deus prepara o ambiente
da terra e do mar junto às plantas.
E no sexto dia Deus preenche esse
ambiente com aqueles que vão reinar
sobre esse cenário.
Os animais terrestres.
Mas o sexto dia traz ainda uma habitação
especial.
Porque Deus preenche todo o ambiente da
criação com aquele que carrega a sua
imagem
e aquele que dominará sobre a criação, o
homem.
Agora nós temos o universo preparado.
Toda obra tá concluída
e então chega o sétimo dia.
Quando o verdadeiro e último rei
se assenta sobre o trono da sua criação.
E esse assentar
é um descanso.
Nele nós temos não apenas um modelo,
como nós vimos anteriormente, mas nós
temos também uma vocação.
O texto bíblico aponta para nós o fato
de que Deus abençoou o sétimo dia e Deus
santificou
o sétimo dia.
Já parou para pensar sobre o que que
significa isso?
O dia santificado é um dia
separado.
Isso aponta para o fato de que esse dia
é diferente de todos os outros.
Esse dia representa
conclusão.
Representa também celebração.
Representa governo e domínio.
Deus o santifica porque ele é um dia
próprio, um dia separado.
Mas a realidade de abençoar e santificar
também dão a esse dia um caráter
teológico próprio,
Ainda mais significativo,
autores como o O. Palmer Robertson
destacam para a gente
que essa é a aliança de Deus com o
homem.
Então, talvez você já tenha ouvido falar
em como nós, na tradição reformada,
identificamos
no pacto que Deus estabelece com o homem
na criação,
três mandatos criacionais.
Nós temos um mandato chamado cultural.
É o mandato pelo qual Deus cria o homem
para dominar a terra.
Ou Gênesis 2:15 nos diz, Deus coloca o
homem no jardim para o cultivar e
guardar.
E o Palmer Robertson diz para a gente
que esse
mandato,
ele é plasmado, não é? Ele fica
concretizado na figura do trabalho.
Nós temos também um mandato social.
Deus cria o homem para que ele seja um
ser relacional, comunitário.
E isso fica plasmado, segundo o Palmer
Robertson, ah,
na figura do casamento.
Deus cria Adão, cria Eva, estabelece o
casamento entre eles.
Mas nós temos também aqui um mandato
chamado de mandato espiritual.
O homem foi criado para se relacionar
com o seu criador.
Isso já está presente no fato do homem
ter sido criado à imagem e semelhança do
seu criador.
Mas isso se torna concretizado e
plasmado, segundo o Palmer Robertson, na
figura do sábado.
O sábado é um símbolo e uma manifestação
concreta da direção espiritual que o
homem segue ou que foi criado para
seguir.
O sábado é um símbolo do mandato
de que o homem se relacione com o seu
criador.
Significa então, irmãos,
que a natureza do sábado é uma natureza
doxológica.
O foco desse dia é comunhão com Deus.
O foco desse dia é descanso em Deus.
E o foco desse dia é adoração a Deus.
O sábado é um chamado para nós
contemplarmos o Senhor, descansarmos o
Senhor e adorarmos ao Senhor.
O rei preparou todo o universo,
se assentou sobre o trono
do universo e agora, nesse dia, o homem
o contempla, o adora e dele desfruta.
Isso também revela algo importante sobre
a nossa própria experiência de descanso.
Foi Agostinho que disse que
nós fomos criados para Deus
e o nosso coração não encontrará
descanso
enquanto não estiver em Deus.
O sábado aponta para essa realidade.
Descanso nenhum
sem adoração
conseguirá trazer aquela paz
verdadeira
ao nosso coração.
Às vezes você acha que descanso é pura e
simplesmente
deitar na rede
ou no sofá,
abrir o Netflix
ou alguma coisa parecida ou talvez fazer
uma viagem até o litoral e conseguir
colocar o pé na areia.
E veja, todas essas coisas são ótimas e
são bênçãos de Deus.
Mas existe uma
dimensão do descanso
que só pode ser obtida quando nós
estamos
diante do nosso criador.
Talvez todos vocês já tenham
experimentado algo nesse sentido.
Você está muito cansado de
um ano inteiro de trabalho e você diz:
"Eu preciso tirar férias".
E então você planeja uma viagem de
férias com a sua família.
Vocês vão para o litoral, sei lá,
Ubatuba,
Praia Grande, aquilo que funciona melhor
para você, Riviera, né?
Ah.
E então organiza toda a família e vai
todo mundo e vocês conseguem passar
alguns dias lá.
Mas o que você esperava como a sua
grande fonte de descanso
não sai exatamente como esperado.
Porque você retorna com a sua família e
parece que você está mais cansado do que
quando você saiu.
E aí você retorna de férias precisando
tirar férias das férias.
Mães e pais de filhos pequenos sabem que
férias, férias, nesse sentido completo,
você não tem, não é?
É que o nosso descanso não está
simplesmente
em conseguir
esticar as pernas.
Tem algo conectado ao nosso coração
que diz respeito a esse chamado do
sábado
que aponta
para um descanso mais profundo
quando nós desfrutamos do nosso criador.
Aliás, é aqui que nós precisamos fazer
uma conexão teológica importante na
lógica e na história da redenção.
Os adventistas, por exemplo, insistem
que o dia de descanso obrigatório é o
sábado.
Eles confundem o termo shabbat
com o nome do dia.
Eles estão presos ao nome do dia e assim
eles perdem a lógica na história da
redenção.
Na antiga ordem,
nós trabalhávamos seis dias
esperando pelo dia de descanso.
Então, talvez, se você quiser colocar
nos termos da discussão contemporânea,
a lógica da antiga aliança era a escala
seis por um.
Seis dias de trabalho para um dia de
descanso.
Mas então chegou a plenitude dos tempos.
Na plenitude dos tempos, nós temos a
obra da redenção.
Ou a recriação estabelecida pelo nosso
Deus por meio de Cristo Jesus.
Jesus realiza a obra perfeita no lugar
do seu povo.
Jesus afirma: "Está consumado".
E agora com a conclusão da sua obra
perfeita,
Jesus nos faz entrar no descanso do seu
pai,
como Hebreus 4 nos ensina.
Cristo ressuscita no primeiro dia da
semana.
E agora esse dia passa a ser
o dia
separado
para comunhão, desfrute, celebração
e descanso no Senhor.
O povo de Deus passa a se reunir no
primeiro dia da semana, é o que a Bíblia
nos diz em Atos capítulo 20 versículo 7
ou em 1 Coríntios capítulo 16 versículo
2.
E agora a lógica muda.
A nossa escala de trabalho,
teologicamente falando, não é mais seis
por um, agora nossa escala é um para
seis.
Nós entramos no descanso providenciado
pelo nosso Salvador.
E agora nós somos chamados para seis
dias
servindo a Deus a partir daquilo que
recebemos dele em sua graça bendita.
Mas o ponto fundamental aqui, irmãos,
é que o centro do dia do Senhor é o
descanso em Cristo.
E o centro desse descanso em Cristo é a
adoração
ao Senhor.
Imagina que você foi convidado para um
banquete.
Você chega no lugar da festa, a mesa tá
preparada,
o anfitrião está presente,
a comida é farta.
Mas enquanto estão todos ali em torno da
mesa desfrutando
daquele banquete, você pega um pratinho,
prepara ali a sua comida,
e você vai para um corredor
isolado.
Você vai comer ali pensando nas reuniões
da segunda-feira, nos boletos que você
tem que pagar na terça, nos e-mails que
você tem que responder, nos projetos que
você tem que a encaminhar e tocar.
Você está tecnicamente presente na
festa,
mas você não tá realmente presente ali.
Você não está desfrutando, você não está
em comunhão, você não está em celebração
real.
E muitas vezes, irmãos, é isso que nós
fazemos no dia do Senhor.
Nós estamos aqui,
tecnicamente presentes,
mas a nossa mente está em outro lugar.
Tá no boleto, no projeto, no e-mail,
no Enem,
no concurso.
O culto vira uma obrigação cumprida,
mas deixa de ser um banquete desfrutado.
E infelizmente, nós saímos tão exaustos
quanto entramos,
porque nós não desfrutamos do descanso
preparado por Deus para nós.
O sábado é um chamado, é um convite do
nosso criador
para nós
contemplarmos a sua beleza, adorarmos o
seu santo nome
e termos o nosso coração descansado das
suas angústias e tensões
aos pés daquele
que realizou todas as coisas segundo a
sua bondade
e que nos livrou da condenação eterna.
O centro do descanso é adoração
e por isso nada é mais importante do que
o culto público.
Nenhum projeto, nenhum e-mail,
nenhuma tarefa adicional,
nenhum jogo de futebol, nenhuma soneca,
nenhum aniversário,
nada pode competir com a adoração ao rei
do universo.
E o dia do Senhor não é simplesmente ir
à igreja,
é um ritmo semanal de reorientação,
deixar o mundo de lado e lembrar quem
você é, de quem você é,
para onde você está indo.
O dia do Senhor e o descanso do Senhor
é um antídoto contra a correria que nos
consome.
Sábado é estrutura.
Sábado é modelo.
Sábado é vocação.
Gênesis 2 foi escrito para um mundo
que se cansava de uma forma diferente.
Trabalho era na terra e no gado.
Mas ele fala com igual clareza para o
nosso mundo.
O O que se cansa com e-mails, reuniões,
prazos, notificações,
performance constante.
O esgotamento na nossa época tem um nome
clínico, né? Burnout. Mas ele tem uma
causa mais antiga.
E essa recusa de viver dentro da
estrutura de Deus.
Quando nós
tratamos o tempo como tempo somente de
produção,
quando nós não pausamos,
quando nós
descansamos, ah, não
na realidade, mas apenas, é, fingindo
que descansamos, continuando
estimulando, ah, o nosso cérebro e a
nossa mente, nós
quebramos algo fundamental na ordem
estruturada por Deus.
Muitos de nós não conseguem descansar
porque no fundo não confiam.
Não confiam que Deus cuida.
Não confiam que o mundo funciona sem,
ah, nossa presença constante.
E assim vivemos de ansiedade em
ansiedade,
embora nós
tenhamos dado outro nome para isso,
responsabilidade,
perfeccionismo, preocupação ou algo
assim.
Mas o dia do Senhor
é um ato de fé semanal.
É dizer com corpo e com coração: "Eu
paro porque Deus continua. Eu descanso
porque Deus governa. Eu adoro porque
Deus é Senhor e Ele é digno".
Por isso eu quero desafiar você, irmão,
ah,
observando o relato da criação,
reconsiderar os seus caminhos
e pensar em algumas decisões práticas
para sua
semana.
Talvez você precise responder para si
mesmo.
Você tem descansado de verdade?
De verdade?
Não só dormido aqui e ali.
Mas você tem aprendido a parar?
Com o coração quieto, sem culpa, sem
lista mental.
Nós estamos em uma sociedade tão corrida
que hoje em dia a gente nem sabe mais
como é que se descansa.
Então se você deseja uma dica,
eu vou trazer para você algo que uma vez
eu ouvi o pastor Tim Keller falando e
achei muito interessante.
Ele diz o seguinte:
No nosso tempo de descanso,
pelo menos três coisas a gente poderia
fazer que vão
vão trazer bem a nossa alma.
A primeira delas é adoração.
Porque o significado último do descanso
é o nosso descanso em Cristo Jesus.
Então no seu dia de descanso e no seu
tempo de pausa,
separe um tempo para
estar na presença de Deus.
Levar a Deus o seu cansaço, levar a Deus
as suas preocupações, levar a Deus as
suas angústias.
Mas também agradecer a Deus por aquilo
que foi realizado.
Entregar a Deus o trabalho das suas
mãos.
E descansar em Deus, adorando ao Senhor,
porque ele sustenta o mundo quando você
para.
Mas além da adoração, Tim Keller diz:
Nós precisamos aprender a fazer
ah
fazer nada.
O termo que ele dá lá em inglês para
isso é inactive, né? É ficar é na
inação.
E muitas vezes, simplesmente
não ter agenda,
simplesmente esticar os pés, deitar numa
rede,
sentar na cadeira de praia,
sem agenda, sem projeto, sem cronômetro,
pode trazer um senso de calma e paz pro
seu coração.
Eu tenho que confessar o meu próprio
pecado, por vezes pra mim é muito
difícil
encarar isso como uma disciplina.
Adoração
e inação.
E um terceiro movimento que o Tim Keller
sugere e assim a gente também pode
combinar isso com algo que o que o
ah, David Murray fala pra gente,
é que
nós podemos fazer algo fora da nossa
vocação no nosso tempo de descanso.
O David Murray coloca nesses termos:
aqueles que trabalham
com a mente
podem descansar com o corpo.
E aqueles que trabalham com o corpo
podem descansar com a mente.
Então, se o seu trabalho é braçal
e aí durante a semana você faz um
trabalho intenso com o seu corpo,
talvez no seu dia de descanso
você possa pegar um livro pra ler
ou assistir um filme, ou ter algum outro
tipo de ah, desfrute nesse sentido,
dando o devido descanso pro seu corpo.
Se o seu trabalho é mental ao longo da
semana, lendo materiais, preparando
relatórios, participando de reuniões e
coisas assim,
então talvez no seu tempo de descanso
você possa
descansar com o corpo.
Homens podem brincar de marcenaria,
ah,
mulheres podem, ah,
desfrutar artes plásticas e outras
coisas assim, ah, exercícios em
culinária sempre podem ser feitos,
cuidar, eh, do seu jardim, ah, ou de
plantas, todas essas são atividades
braçais que podem trazer um descanso
para nossa mente.
Você tem descansado de verdade?
Não sei como descansar, tá aí uma dica
de três
movimentos possíveis.
Além disso, o dia do Senhor tem sido o
dia do Senhor para você?
Ou ele é só mais um dia
como todos os outros
para você realizar as coisas da sua vida
sem parar?
No máximo você vem até a igreja no
domingo pela manhã, bate o seu ponto e
aí quando você sai da igreja, você já
sai com uma lista de atividades para
realizar. Os mesmos e-mails que você
tinha que responder durante a semana, os
mesmos contatos profissionais, as as
mesmas atividades dentro da casa, as
mesmas demandas. O dia do Senhor é um
dia de deleite, de descanso, de
celebração, de comunhão e de pausa.
É dia do Senhor ou é seu dia?
Que que você precisa
reorganizar na sua semana
para honrar o ritmo que Deus criou?
Muitas vezes a nossa correria é
resultado da nossa falta de
planejamento.
Nós não conseguimos estabelecer tempos
sabáticos durante a semana e nem
conseguimos descansar no dia do Senhor
porque nós planejamos mal.
E assim acumulamos tarefas e vivemos
então apagando incêndios porque
assumimos mais coisas do que deveríamos
ter assumido ou porque não a organizamos
adequadamente o nosso tempo e porque
também ficamos nas redes sociais e
distrações quando deveríamos estar
trabalhando.
Talvez a reorganização
da sua rotina pode permitir que você
tenha os devidos ciclos respeitados,
trabalho e descanso.
Você consegue dizer
"Está feito"
"E isso é bom"
sobre o seu trabalho?
Ou a ansiedade prende você em um ciclo
constante de avaliação, crítica e uma
demanda constante que nunca permite que
você se desapegue daquilo que está
fazendo?
Finalmente, o culto
é para você um banquete
ou é uma obrigação?
E se é uma mera obrigação, o que é que
está faltando?
O que é que pode ser feito em termos de
preparação do seu coração, reorganização
do seu imaginário, para que você esteja
aqui no dia do Senhor, junto ao povo do
Senhor, entendendo que você está
desfrutando do banquete do cordeiro, do
descanso que Cristo providenciou,
entrando na semana, ah, habitando o
descanso conquistado por Jesus, para
então poder servir ao Senhor, não para
conquistar qualquer coisa, mas porque
ele foi oferecido por Deus essa
realidade.
Existe uma pergunta que esse texto
levanta.
Quando a gente contrasta isso com a
nossa vida.
Se o descanso é tão fundamental, por que
é que é difícil
encontrar e experimentar?
Isso está
entre o que aconteceu
de Gênesis 2 para Gênesis 3.
O homem foi criado para descansar em
Deus, mas ele escolheu se afastar do
Senhor.
E desde então o descanso verdadeiro
escapa de nós.
Nós buscamos essa plenitude, esse
descanso da alma em diversas coisas da
ordem criada.
Buscamos no trabalho, mas ele não é
suficiente. Buscamos nas férias e então
voltamos tão cansados quanto fomos. Nós
buscamos na diversão, nas redes sociais,
na acumulação, no sucesso, no dinheiro,
mas o coração continua irrequieto.
Agostinho sabia disso há séculos.
E talvez você saiba disso também.
Mas Gênesis 2 aponta para algo além de
si.
Aponta para alguém.
De certa forma, existe um outro sétimo
dia na Bíblia.
Não em Gênesis, mas nos evangelhos.
O dia em que Cristo, depois de ter
realizado a obra que o pai lhe dera,
depois de ter suportado a cruz,
depois de ter suportado o abandono,
depois de ter experimentado, eh, a
humilhação pública e agora, diante da
morte,
descansa no túmulo.
A obra estava concluída.
"Está consumado", foram suas últimas
palavras.
E então nós temos o silêncio do sábado.
Mas nós chegamos ao primeiro dia da
semana.
O dia que a tradição cristã chama de o
dia do Senhor. E no primeiro dia da
semana, Jesus ressuscita.
Com a sua redenção, ele inaugura um novo
começo e uma nova criação.
E ele nos convida para um descanso que
nenhum sábado de Gênesis poderia dar
plenamente.
O descanso do pecado que foi perdoado,
da morte que foi vencida,
o descanso do coração que é reconciliado
com Deus.
E agora é o Senhor Jesus quem nos
convida e diz: "Venham a mim todos vocês
que estão cansados e sobrecarregados e
eu vos aliviarei".
Esse é o convite do dia do Senhor,
irmãos.
Não é um convite simplesmente para você
cumprir meros
rituais e obrigações da religião.
É um convite para habitar o tempo com
intencionalidade
na presença do Senhor.
Descansar diante de Cristo.
Se você ainda não conhece esse descanso,
ele tá disponível.
Não pelo seu esforço.
Não pela sua correria ou pela sua
performance, mas pela obra completa de
Cristo.
Venha até Cristo.
Esse é o sábado que o coração humano
sempre
necessitou.
E para você que já conhece Jesus, esse é
um lembrete para que você considere o
fato de que você já foi comprado, já foi
liberto e você é chamado para descansar
no rei.
Esse é um convite
e uma antecipação do descanso eterno que
nos aguarda, quando finalmente na nova
criação o rei reinará sobre tudo e nós o
contemplaremos face a face, sem pressa,
sem ansiedade, sem lista de tarefas, sem
correria.
Até que esse dia chegue,
nós continuamos convidados a desfrutar
do descanso do Senhor
e trabalhar na obra do Senhor
para a glória do Senhor, com o coração
descansado e aliviado em Deus.
Que o Senhor Deus nos nos conceda esse
coração que aprendeu a pausar e
descansar nele. Vamos orar?
Ó Deus bendito, queremos te agradecer
porque
o Senhor providencia um dia
para que o teu povo tenha comunhão
contigo
e veja o pacto renovado.
Um dia que nos lembra, ó Deus, que não é
a nossa performance que garante
a nossa identidade, o nosso lugar, o
nosso sucesso, a nossa segurança.
Um dia que nós somos lembrados, ó pai,
que quando nós paramos,
o Senhor continua fazendo o mundo girar.
Um dia em que nós somos lembrados que o
propósito último da nossa existência não
é atingir o nosso sucesso ou viver para
nós mesmos, mas
glorificar ao Senhor.
E é assim que nós queremos
contemplar essas realidades
e pedir a tua graça
para entendermos, ó Deus, o sábado como
estrutura
e assim aceitarmos e abraçarmos essa
estrutura
com intencionalidade.
Entendermos o sábado como modelo
e assim olhando para o nosso criador,
nós também
aprendermos a pausar.
E acima de tudo,
olharmos para o dia do Senhor, olharmos
para o sábado
como um chamado.
Um chamado para vida contigo, para o
deleite no Senhor e para o descanso no
Senhor.
Ó Deus,
o Senhor sabe quantos aqui
tem uma rotina de vida e um coração que
anda esgotado, ansioso,
dominado pelas preocupações e pela
correria.
Quantas mães aqui estão
esgotadas e cansadas no cuidado dos seus
filhos e da sua família.
Quantos chefes de família e pais andam
preocupados e cansados porque
pensam que não podem parar senão a sua
família ficará
descoberta, desprovida.
Mas então nós contemplamos o Senhor,
o amado da nossa alma e o sustentador da
nossa vida.
E nós queremos pedir ao Senhor que se
revele a nós,
abrindo os olhos do nosso entendimento e
do nosso coração para percebermos que
existe paz na tua presença e que nós
podemos e devemos pausar diante do
Senhor, porque o Senhor cuida de nós.
Entendendo que a nossa identidade não
está na nossa performance, mas
no fato de termos sido amados pelo
Senhor
e chamados pelo Senhor de filhos.
Assim suplicamos ao Senhor, ó Deus,
reorienta o nosso senso de identidade e
o nosso senso de propósito.
E ao fazer isso, reorienta o nosso senso
de ritmo
para aprendermos a andar mais e correr
menos
e para aprendermos a
pausar,
especialmente
no dia do Senhor
para celebrarmos aos teus pés
e renovarmos o nosso coração na tua
presença.
Restaura-nos
a todos nós que andamos cansados e
esgotados
na certeza da tua salvação,
da tua justificação, da tua adoção.
E assim glorifico o teu nome
em permitir que vivamos com saúde e com
alegria
diante do Senhor, no meio do mundo. Nós
pedimos em nome de Jesus. Amém.
Meus irmãos, nós vamos agora
trazer os nossos dízimos e ofertas
enquanto cantamos esse cântico.
É, isso lembrando, esse cântico, né, que
é
hã,
primeira Crônicas 29. Eu já falei sobre
isso aqui,
mas eu queria falar sobre um outro
detalhe desse episódio. Já falei que
quando
esse cântico ou a letra desse cântico
foi composta por Davi,
o povo de Israel havia acabado de trazer
170
toneladas de ouro e 340 toneladas de
prata. Eles haviam colocado ali diante
do altar.
E aí no versículo nove, olha só o que
diz versículo nove. É dito que o povo se
alegrou
com tudo o que fez voluntariamente
porque de coração íntegro fizeram
ofertas voluntárias ao Senhor
também o rei Davi se alegrou
com grande júbilo. Acho interessante ao
relato bíblico falar isso, eles se
alegraram
porque fizeram isso de maneira
voluntária.
Às vezes eu vejo as crianças vindo aqui
ao gazofilácio e eu vejo a alegria delas
colocando a oferta aí e é, irmãos, de
fato, algo que devemos nos alegrar.
A oportunidade que Deus nos dá, as
condições que ele nos dá para
cooperarmos com aquilo que ele faz
e especialmente a saúde que ele nos dá
para trabalhar e cuidar da nossa própria
vida e também a honrar a ele com os
nossos dízimos e ofertas. Portanto,
coloquemo-nos de pé
e vamos louvar a Deus com esse cântico e
aqueles que vieram preparados para isso
vamos usar esse momento para, como diz o
texto, alegrarmo-nos
com o privilégio de poder a trazer ao
Senhor os nossos dízimos e ofertas.
>> [música]
>> Tua, [canto]
Senhor, [música]
é a
grandeza e o
poder. [música]
A honra, a vitória [música]
e
a majestade. [canto]
O que teu é [música] tudo
quanto há nos céus e na terra,
teu Senhor é [música] o reino e tu te
exaltaste
por
seres sobre [canto] tudo.
>> [música]
>> Tua,
Senhor, é a
>> [música]
>> grandeza e o [canto]
poder,
>> [música]
>> a honra, a
vitória [canto]
e
a majestade.
Porque
teu é tudo
>> [música]
>> quanto há no céu e na terra,
>> [música]
>> teu
Senhor é o reino
e tu te exaltaste [canto]
por
seres sobre tudo.
>> [música]
>> Riquezas
[canto]
e glórias vêm de ti,
>> [música]
>> tu
dominas sobre [canto] tudo,
da tua mão [música] a força e o poder,
contigo está
>> [música][canto]
>> o engrandecer
e a tudo
dá força.
>> [música]
>> Riquezas
[música][canto]
e glórias vêm de ti,
tu
dominas [música][canto] sobre tudo,
da
tua mão a força e poder.
>> [música]
>> Contigo está o engrandecer
>> [música]
>> e a tudo
dar força.
>> [canto]
>> Agora pois, [música]
ó
>> [canto]
>> nosso Deus, [música]
graças te damos
e louvamos [música][canto]
o teu
glorioso nome.
Graças
te damos
e louvamos [canto]
o teu
>> [música]
>> glorioso nome.
Vamos orar.
Ó Deus bendito, receba nossos dízimos e
ofertas, testemunho da nossa fidelidade
e também da nossa generosidade. Abençoe,
ó Deus, as mãos e as mentes que irão
administrar esses recursos
para que traga glória para o teu reino,
expansão para a tua causa aqui na terra.
E agora, irmãos, que a graça do nosso
Senhor Jesus Cristo, o amor de Deus o
Pai e a comunhão bendita do Espírito
Santo repouse sobre cada um de vós hoje
e para todo sempre. Amém.
Assentemo-nos, irmãos, vamos ouvir o
pós-lúdio.
Tá passando o tempo, né?
>> [música]
[música]
>> Bem, meus irmãos,
ah, sejam
todos, eh, bem-vindos a mais um dia. Ah,
nós temos agora a nossa Escola
Dominical. Os professores,
eh, já podem começar
a [limpando a garganta] seguir para lá.
Enquanto isso,
vamos
conhecer as pessoas que estão nos
visitando. Chegou ao meu conhecimento
aqui, a nossa equipe, eh,
identificou a Karina. Está nos visitando
hoje. Onde está você, Karina? Entre nós,
só para que nós, ah, ali está a Karina.
Seja bem-vinda, Karina. Receba os
cumprimentos aí, os nossos irmãos ao seu
lado.
Temos também o Marcos Vinícius
Brandão Bastos. Onde está o Marcos
Vinícius? Ah, está ali. Seja bem-vindo
Marcos. Deus abençoe a sua vida.
Receba os cumprimentos aí
dos irmãos que estão ao seu lado. Temos
o Pedro também.
Pedro, onde está você Pedro? Ah, está lá
o Pedro,
do lado aí do Igor.
Seja bem-vindo Pedro. E temos também a
Gláucia Barros.
A Gláucia Barros.
Ela está aqui ainda dentro ainda?
Ah, está ali.
Seja bem-vinda Gláucia. Atrás de você
Igor.
E temos também a Maria Tatiane
com o filho Miguel Santana. Onde estão
vocês entre nós aqui?
Ah, estão lá atrás. Sejam bem-vindos.
Deus abençoe e receba os cumprimentos aí
do presbítero Welly Eduardo.
>> [limpando a garganta]
>> Muito bem irmãos, alguns avisos
da do nosso expediente aqui. Então hoje
teremos todas as salas funcionando
normalmente. Você que está nos
visitando, ao sair daqui, saindo pela
direita, você sobe a escada, tem temos
todas essas salas aí. Então aqui no
templo funciona uma sala de Bíblia,
no salão social, sala modular, como
sempre acontece. E no segundo andar
temos essas salas aí
de sexto e sétimo anos, oitavo e nono.
Temos novos membros, ensino médio e os
jovens. Hoje o irmão Leandro Allen vai
falar na sala de jovens.
Então a quem quiser pode também
participar lá. Não sei se vai caber todo
mundo que quiser, né? Mas enfim, está
avisado.
No primeiro andar temos a sala das
crianças, né? O Ibsa Kids, com salas aí
para praticamente todas as idades a
partir de 7 anos.
Chegando lá você pode, nós temos
monitores que podem informar onde melhor
conduzir a sua criança, tá certo?
Ah, o PH, essa semana, eles vão fazer os
estudos, que é, acontece uma quinta sim,
uma quinta não.
E essa quinta
é a quinta
Ah, esse aqui não é na quinta-feira não,
esse aqui é no sábado.
Eu tô acostumado com o encontro da UPH
no, na quinta, mas esse aqui é um estudo
interativo com perguntas e reflexões,
será no sábado, dia 23, às 9:00
aqui na igreja, o presbítero Márcio é
quem vai falar.
Desculpe aí a,
eu já tô acostumado naquilo. Então,
dia 23, aqui na igreja. E a SAF também,
eh, lembra, né, as sócias
eh, da departamental que acontece nos
lares e nessa ocasião,
a dona Elizabeth Camargo,
ah, será no dia 23 também, 23 de maio,
às 15:00
na casa da dona Bete Camargo,
tá?
Irmãos, eh, o Ibsa Kids geralmente tem,
eh, esse expediente, né, pra,
preparando-se
para
a EBF que acontece no mês de julho.
Então, agora é o momento de recrutar
voluntários, tá?
Quem já participou sabe, aqui
voluntários passa de 100 pessoas, tá?
Quando as crianças estão aqui, dobra o
número, então, é isso aqui vira, né, um
santo caos aqui, né?
Então, eles precisam
de ajuda
e
a, a EBE, a escola bíblica acontecerá de
2 a 5 de julho,
mas agora você pode se inscrever,
tá? E a, esse
QR code aí é tanto pra inscrição, eu
imagino também para se inscrever as
crianças, tá bom? Mas eu queria desafiar
a igreja de Santo Amaro, você que
é está aqui na igreja há um bom tempo e
nunca se envolveu com nada. Olha, talvez
seja essa uma boa oportunidade, tá? Eu
acho que tem espaço para todos, até para
você ficar em pé só mostrando onde é o
banheiro, onde é para ir, para Então,
isso você pode fazer isso se você tiver
uma mão e conseguir levantá-la, né?
Pronto, então é a direção, tá?
Na rua eles inventaram aquele boneco
inflável que fica mexendo com a mão
agora, assim. Vocês viram aquilo?
Então,
nós não vamos contratar aquilo porque
aquilo tem que estar cheio de irmãos
aqui que podem fazer isso também, né?
Ficar lá falando: "Vamos entrar para cá,
vamos entrar para lá". Mas certamente
tem muitas coisas para serem feitas, tá
bom? Então, eu queria desafiar a igreja
a é envolver-se com esse trabalho para
que tenhamos voluntários suficientes aí
para esse projeto.
E o Encontro de Casais que será no
segundo semestre, mas já preparem-se,
né? Especialmente financeiramente, se
você vai precisar ajuda.
Então, é importante que você guarde a
data,
que você prepare-se, inscreva-se,
para que a partir disso, então, ah,
várias coisas aconteçam, tá bom?
É, só lembrando que Encontro de Casais
não é para casais que estão com
problema, em crise, prontos para
separar. Não, não.
O Encontro de Casais
é uma oportunidade para que você
aprenda, para que você é tenha comunhão
com o seu cônjuge. Isso aqui não é um
acampamento
onde dormem várias pessoas socadas em
cima de um beliche. Não, isso aqui cada
casal fica ou, vocês viram aí? Ou num
chalé
ou num apartamento, mas é só o casal em
cada local.
É, eu creio que é isso, né, Reverendo?
Tem mais alguma informação aí? Só um
detalhe adicional. Pastor Daniel já
falou tudo que é essencial. Irmão, só um
detalhe. É, tivemos um imprevisto e
ainda não disponibilizamos o link para
inscrição, tá? Então isso ainda não é
possível, mas nos próximos dias isso
será providenciado. Você já tem pelo
menos a possibilidade de se planejar em
termos logísticos, porque já temos a
data, vai ser em Monte Verde, Hotel
Fazenda Floresta Negra, em Minas Gerais,
e também você pode se planejar
financeiramente. Além da inscrição,
haverá a alternativa dos irmãos se se
inscreverem aqui na igreja, não é? Nas
nossas atividades aqui no pós-culto.
Então nós teremos irmãos que irão ajudar
você, se você também precisar,
utilizando as maquininhas e do jeito
mais tradicional, tá bom? Então é só
para fazer esse adendo. No resto, os
irmãos já conseguem aí se planejar.
Participe, vai ser com certeza uma
bênção. É um momento em que nós vamos
conviver de forma mais intensa e em que
temas muito apropriados para o seu
casamento e para sua família serão ali
abordados.
Isso.
É, não tem ainda uma divulgação, mas o
Pastor Gabriel pediu para lembrar que no
dia 30,
nós teremos o Day Camp com todos os PGs,
ah, então ele vai enviar o link para
inscrição
na no nos WhatsApp da da igreja. Ele já
anuncia aqui que será R$ 30 por pessoa e
50 por família. Isso envolve, irmãos, é
comida, né? Envolve despesa para Tem
muitas coisas acontecendo. É um um dia
inteiro, tem palestras e tem ah,
diversas atividades para os PGs que se
reúnem, tá bom? Então dia 30,
é, agora e
teremos o dia inteiro, né? Então esse é
o valor, tá bom? Ele vai mandar mais
informações no
WhatsApp. E hoje à noite é, nós teremos
aqui o pastor Previdi dando continuidade
à sua série. Eu estarei pregando na
congregação nossa no Grajaú, tá bom?
Irmãos, tenham todos uma boa escola
dominical e que Deus nos traga aqui logo
mais à noite.

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