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A fé vem pelo ouvir

A graça que passa pelas mãos!

A graça que passa pelas mãos!

A graça que passa pelas mãos!

2 Coríntios capítulos 8 e 9

Legendas automáticas:

Coríntios 8:2 que diz:
"Porque no meio de muita prova prova de
tribulação
manifestaram abundância de alegria
e a profunda pobreza deles superabundou
em grande riqueza da sua generosidade."
E o outro texto, como eu disse, o texto
duplo é também em Coríntios, segunda
Coríntios, capítulo 9, versículo 7, que
diz: "Cada um contribua segundo tiver
proposto no coração, não com tristeza ou
por necessidade,
porque Deus ama a quem dá
>> alegria,
>> com alegria."
>> Amém.
Amém.
>> Muito bem. Hoje eu vou
usar esse texto que vocês já ouviram n
vezes em n igrejas
para dizer que lamentavelmente
todas as vezes que vocês ouviram estava
errado. Meu Deus. De novo,
>> de novo. [risadas]
Não era sobre o que vocês pensaram que
era.
>> Então eu quero contar a você uma
história que começou há coisas quase
2000 anos numa carta. Essa carta de
Coríntios.
Esses dois versículos inspiram muita
coisa. Aliás, ah,
eu enviei para todos vocês, imaginam,
paraa maioria, um texto falando sobre a
alegria,
que é baseado nesses dois capítulos
também, mas eu achei que era melhor
enviá-los antes e depois deixar esse
essa abordagem paraa mensagem.
Então, não era uma carta comum, a carta
de aos Coríntios era uma carta escrita
com lágrimas e com fogo, escrita por um
ser humano que tinha o coração dividido
entre duas cidades distantes.
Uma cidade rica
de um lado, do outro lado do mar, uma
cidade pobre, faminda,
esquecida
no coração da Judeia.
O homem se chamava Paulo e o que ele
tinha nas mãos não era apenas tinta e
papel, era um pedido.
Um pedido que à primeira vista parecia
ser sobre dinheiro,
mas que no fundo era sobre algo maior.
Era sobre o que faz uma igreja ser
igreja.
Era
sobre o que faz o amor deixar de ser
palavra e virar pão na mão de quem tem
fome.
Imagine a cena. Lá na Judeia havia
irmãos passando necessidade,
gente que tinha crido em Cristo e que
agora enfrentava a fome, a escassez,
o apego. E lá em Corinto, do outro lado,
havia uma igreja vibrante, cheia de
dons, cheia de palavras, cheia de
discussões sobre quem era mais
espiritual.
Paulo olha para essas duas cidades e faz
uma pergunta que atravessa os séculos e
chega até cada um de nós.
Como pode haver mesa faça de um lado,
estômago vazio do outro dentro do mesmo
corpo de Cristo? Como?
Como?
Essa é a pergunta que está por detrás
destes dois textos.
Mas antes de pedir qualquer coisa aos
Coríntios, o Paulo faz algo curioso. Ele
conta outra história. [roncando]
A história de uns cristãos lá do norte,
na Macedônia.
E é aqui que a coisa fica surpreendente.
Os macedônios eram pobres.
pobres de verdade.
Paulo usa uma expressão forte,
a profunda pobreza deles.
Eram gente que sofria,
que passava por tribulação,
que tinha todos os motivos do mundo para
dizer:
"Agora não posso.
Agora é a minha vez de receber".
E no entanto,
quando ouviram que havia irmãos passando
necessidade,
aconteceu algo que ninguém esperava.
Da pobreza deles transbordou riqueza,
da falta deles brotou generosidade.
E repare bem, da dor deles nasceu
alegria.
E essa é a primeira surpresa da história
e talvez a mais importante, porque a
gente normalmente pensa que a alegria
vem primeiro e a partilha depois.
Quando você tá bem, sobra-lhe um pouco
de bem-estar para repartir.
Mas com os macedônios, a ordem se
inverteu.
Foi no ato de repartir que a alegria
explodiu.
Eles não doaram porque estavam alegres.
Eles ficaram repletos de alegria porque
doaram.
A partilha não foi o que sobrou. da
felicidade deles.
Foi o nascedouro da alegria deles.
E veja como o círculo se fecha. Essa
mesma alegria, depois de nascer da
partilha, voltava a empurrá-los a
partilhar ainda mais.
Quem prova essa alegria de partilhar?
não consegue mais ficar parado.
Por isso os macedônios imploravam, sim,
os macedônios imploravam
para participar da ajuda aos santos.
Ninguém precisou pressioná-los. Eles
pediram,
pediram o privilégio de doar.
A alegria que a partilha gerou se tornou
a fonte de uma nova partilha. E assim o
círculo girava.
Doar produzia alegria
e a alegria produzia o desejo de doar de
novo.
Aqui está o coração da história.
Paulo revela de onde veio aquilo tudo.
Antes de darem qualquer moeda, os
macedônios fizeram outra coisa.
Primeiro,
deram-se a si mesmos ao Senhor.
Deram-se a si mesmos ao Senhor.
Essa é a raiz. Antes da oferta, a
entrega, antes do recurso nas mãos de
Paulo, a vida nas mãos de Deus.
Pare e pense nisso.
A generosidade deles não começou na
carteira, começou no altar.
Quando você se entrega de verdade a
Deus, alguma coisa muda dentro de você.
Seus bens deixam de ser muralha de
segurança e viram instrumento do reino
de Deus.
Sua casa deixa de ser apenas espaço
privativo
e vira lugar de hospitalidade.
Sua mesa deixa de ser conforto guardado
só para você e vira sinal de partilha.
O dinheiro que antes era ídolo. E o Alex
falou aqui do maior idólatra do mundo.
O dinheiro que antes era ídolo vira
ferramenta de amor.
E a gente descobre que repartir não dói
como a gente teme,
ao contrário, gera alegria.
Por isso a história dos macedônios
incomoda,
porque ela tira da gente a maior de
todas as desculpas.
A gente gosta de dizer: "Quando eu tiver
mais, eu faço mais.
Primeiro eu preciso cuidar de mim.
é que a necessidade é muito grande
e o que eu tenho é muito pouco.
Mas os macedônios chegam pobres como
eram e desmontam cada uma dessas frases,
porque a generosidade deles não nasceu
da sobra,
nasceu da graça
e se desembocou em alegria.
E é exatamente quando a gente está
pensando nisso que Paulo eleva a
história para outro patamar. Ele diz pra
gente
que já conhece a graça de nosso Senhor
Jesus Cristo,
ele diz: "Vocês, vocês já conhecem a
graça de nosso Senhor Jesus Cristo?"
Então ele conta a maior história de
todas em uma só frase.
E qual é a maior história que ele conta
em uma só frase? Cristo sendo [roncando]
rico, por amor da gente, por amor de
cada um de nós, se fez pobre
para que pela riqueza dele a gente
ficasse rico.
Aqui a história chega no centro, porque
toda generosidade humana é apenas eco da
generosidade infinita.
Então imagine a cena a maior do
universo.
Havia alguém que era rico de verdade.
Não rico de dinheiro,
não. Rico de glória,
rico de honra,
rico de majestade,
rico de comunhão eterna com o Pai.
Alguém que não devia nada a ninguém,
não precisava de nada para si,
não dependia da resposta de ninguém.
tava completo, pleno, glorioso e mesmo
assim ele desceu.
Ele não ajudou a gente de longe,
mandando socorro pelo correio do céu.
Ele desceu,
entrou na nossa humanidade,
vestiu a nossa fragilidade,
nasceu pequeno, viveu entre os humildes,
andou pelo pó das estradas,
aproximou-se dos rejeitados,
tocou os doentes que ninguém tocava,
sentou-se à mesa com os pecadores que
todos evitavam.
alimentou os famintos com as próprias
mãos
e no fim não deu apenas algo ou alguma
coisa, ele deu-se a si mesmo por inteiro
na cruz.
E a gente não pode perder o detalhe mais
importante. Ele fez isso pela alegria
que lhe estava proposta.
Ele suportou a cruz
pela alegria que lhe estava proposta.
Até no maior dos sacrifícios foi a
alegria que sustentou a entregue. Esse é
o nosso Senhor.
E é por isso que a história
não o deixa em paz.
Por quê?
Se foi assim que ele amou você,
me amou, se foi assim que ele amou cada
um de nós,
como a gente pode adorar aquele que se
fez pobre por amor e ao mesmo tempo
virar o rosto para o pobre ao nosso
lado?
e fanar
da posse dessa ignomínia
que nós que o Alex nos contou desse
homem que sozinho tem mais tem mais
dinheiro do que muitos países.
Como celebrar a graça que a gente
recebeu e negar a graça a quem está com
fome na rua que a gente mora?
A contemplação de Cristo quebra a dureza
do coração.
O evangelho consola sim, mas o evangelho
também desinstala.
Tira a gente do lugar, tira a gente da
poltrona e coloca a gente na estrada
em direção a quem sofre.
E Paulo continua a construir a história
agora com um fio antigo. Ele volta lá
atrás no deserto, no templo do maná.
O povo de Israel andando pelo deserto e
do céu caindo aquele pão estranho todas
as manhãs.
E havia uma regra curiosa.
Cada um recolhia e quando media
acontecia o milagre.
O que muito colheu não teve de mais
e o que pouco colheu não teve de medo.
Ninguém acumulava.
Ninguém acumulava
>> e a ninguém faltava nada.
Deus ensinava o povo a viver na medida
da partilha. Deus ensinava o povo a
viver na medida da partilha.
Paulo pega essa imagem do deserto e
coloca diante da igreja.
O alvo, diz ele, é igualdade.
Não a igualdade que empobrece todo
mundo, nem a caridade vaidosa que só
alivia a consciência de quem tem muito,
mas a comunhão da suficiência
que a abundância de uns supra a falta de
outros para que ninguém padeça sozinho,
enquanto o outro retém tudo para si sem
amor.
Essa é a ideia.
Comunhão da suficiência.
Que a abundância de uns supra de outros,
para que ninguém padeça sozinho,
enquanto o outro retém para si tudo sem
nenhum amor.
Onde a mesa farda e estômago vazio lado
a lado,
a fé precisa se levantar e virar pão.
Onde há mesa farta,
estômago vazio, lado a lado,
a fé precisa se levantar e virar.
E é aqui que Paulo entrega a nós, a cada
um de nós, a chave do coração de quem
doa, porque tem um jeito
certo e um jeito errado de doar.
Ele diz: "Cada um contribua conforme
propôs no coração,
não com tristeza, nem por obrigação,
porque Deus ama quem dá com alegria."
Lembra?
O Paulo não tá falando de gasofilá.
O Paulo não tá falando da hora dos
dízimos e ofertas.
O Paulo está falando de compaixão com os
necessitados,
compaixão com os pobres, compaixão com
os famintos,
compaixão com os carentes, porque é
dessa doação que Deus fala.
Não é a doação para construir
prédios, mansões,
púlpitos de mármore, cadeiras estofadas.
Não,
>> isso não tem nada a ver com a trindade,
não.
Ele diz: "Cada um contribui conforme
propôs no coração, não com tristeza, nem
por obrigação, porque Deus ama quem dá
com alegria, a quem doa com alegria a
quem?"
ao necessitado.
Porque eu vou dizer uma coisa, doar no
gasofilácio é fantástico,
principalmente porque você vira estrela.
É verdade. Eu já vi gente que ia doar no
gasofilástico e tinha trazido tanto
dinheiro que tinha de abrir o gasofilá
porque não passava no o dinheiro não
passava naquela abertura natural do
gasofilá.
Então tinha de um diácono lá
e abriu a tampa do gasofilácio porque o
irmão trouxe tanto dinheiro que não
passava no vão.
E aí entra e pedir pro irmão separar
montinho por mantinho de acordo com a
abertura natural e todo mundo vê. O
diácono ia lá e todo mundo via do mesmo
jeito. Quer dizer, isso é,
não dá para mencionar
não. Não é disso que o apóstolo Paulo
tava falando.
Não era disso.
Não é desse estrelismo.
É do que os macedônios fizeram.
Tem alguém com fome?
Tem alguém com necessidade?
Tem alguém que não vai dormir debaixo de
um teto nessa noite?
Tem uma criança que não vai ser
alimentada?
Tem um genocídio acontecendo.
Nós não podemos viver como se o mundo, a
nossa volta não tivesse nada a ver
conosco.
Nós não podemos viver com os gritos das
crianças de Gaza, como se isso não nos
deixasse acordados de noite.
Nós não podemos viver com o genocídio
que o Estado de Israel está cometendo,
como se essa gente fosse menos gente do
que nós.
Gente,
>> nós não podemos como povo de Deus, como
nação do reino de Deus,
nós não podemos fazer de conta que a
gente não tá vendo esse absurdo
que enquanto isso um homem sozinho
>> Uhum. amealha
muito mais do que nações inteiras jamais
conseguiramar.
Isso faz-nos lembrar a palavra de de do
Senhor Jesus
no Apocalipse dizendo a João que viria
julgar o império romano.
Isso é assustador.
Assustador.
A última vez que nós lemos sobre alguém
que amealhou tanto, nós lemos nas
escrituras sagradas.
E Jesus disse para esse amealhador
louco,
>> Uhum.
>> Esta noite
>> eu vou pedir a sua.
O que é que você tem para mostrar?
Louco,
nós estamos num mundo que elogia
aqueles que o Senhor chama de louco,
aqueles que têm a alma vazia.
Então,
a alegria volta ao centro do mandamento.
Deus não quer ofertas arrancadas pela
culpa.
Deus não Deus não quer mãos abertas por
pressão ou por medo.
Ele não está atrás do dinheiro de
ninguém.
Ele está atrás do coração de cada um de
nós.
Ele está atrás do coração de cada um de
nós.
E quando o coração entende a beleza de
participar da obra de Deus,
>> a doação deixa de ser perda e vira
festa.
>> Amém.
Quando
Deus
consegue semear em nós esse sentimento,
a gente se torna parceiro de Deus.
A doação deixa de ser perda e vira
festa. E aí o círculo volta a funcionar.
A alegria não é só o estado de ânimo que
Deus pede da gente na hora de doar. é
também o fruto que a doação devolve pra
gente depois que a gente doa.
Porque o doar para nós cristãos não é ir
até o gasofila botar dinheiro,
o lugar das ofertas
no coração.
A doação para nós é ir até onde está a
pessoa,
olhar no olho dela e dizer: "Jesus ama
você
e me mandou aqui."
>> Amém. Amém.
>> Jesus ama você e me mandou vir aqui
cuidar de você.
Esse é o nosso testemunho.
Então,
a alegria
é um estado de ânimo que Deus pede
quando a gente vai doar ao ser humano.
Não é aquele montão de ritual que a
gente faz e o pastor ora por quem
recebeu, deu, doou oferta e se for o
dizimista maior, então tem oração
especial, vem todos os diáconos, os
obreiros, impõe as mãos sobre ele e
Jesus Cristo diz: "Eu tô amaldiçoando
você
porque essas mãos são malditas.
Elas amam o dinheiro e o amor ao
dinheiro é raiz de todos os males.
Não.
O estado de ânimo que Deus pede que a
gente tenha na hora de doar é a
capacidade de olhar no olho do
necessitado e ver alguém igual a nós,
não alguém inferior
igual a nós.
E aí a gente olha e diz: Deus em Cristo
Jesus ama você.
e me mandou aqui para você saber o
quanto você é importante para ele.
>> Amém.
>> É verdade.
>> E aí esse esse ânimo é também o fruto
que a doação devolve pra gente depois
que a gente doa.
Então a gente doa com alegria
ao necessitado, ao carente, que pode ser
alguém do nosso lado, da nossa família,
da nossa rua. de outra cidade,
como foi Jerusalém
para os irmãos da Macedônia e agora de
Corinto,
não importa,
a gente doa com alegria e colhe mais
alegria ainda. E esse é o segredo que o
avarento nunca descobre,
nunca, porque ele retém tudo para si.
E ele fica fora dessa alegria.
E ele fica fora da alegria que ele mais
gostaria de sentir.
Porque essa gente não tem alegria, tem
medo,
tem pavor.
[roncando]
Esse é o fato.
Agora, a gente não pode se enganar.
Alegria não quer dizer ausência de
sacrifício.
Não.
A gente tá doando pros irmãos, a gente
tá repartindo para os irmãos, a gente tá
correndo atrás dos necessitados. Tira a
gente do conforto.
Tira a gente do conforto. [roncando]
Eu lembro que eu dava um estudo bíblico
na casa de um moço e um dia eu tava
falando a Bíblia e já fazia tempo que eu
tava lá. E um dia eu falei, quando eu
terminei de falar uma fala desse tipo,
ele gritou assim: "Você tira a Ferrari
da minha mão?" Eu falei: "Eu não,
mas eu sei quem tá tirando".
E agora você tá perdido,
>> porque agora você tem que responder para
ele.
Agora ele mandou cobrar de você a sua
Ferrari.
O que é que você vai fazer?
Ele falou: "Não pode não. Agora essa
parte já passou.
Essa parte já passou. Jesus já para
você.
Agora você fala com ele, não é comigo.
Eu não tenho nada com isso. Eu só tô
lendo o texto
que diga-se de passagem foi escrito
antes que eu sonhasse existir.
Então, a a alegria não é ausência de
sacrifício. Os macedônios deram em meio
à pobreza.
Cristo se entregou em meio ao
sofrimento.
A a alegria da Bíblia não é nem leve nem
superficial,
não. É a alegria profunda de quem
descobre que as suas mãos podem aliviar
a dor de alguém.
Pensa nisso. A alegria profunda de quem
descobre que suas mãos podem aliviar a
dor de alguém.
Isso não tem preço, irmãos.
Isso não tem preço.
É alegria de saber que uma criança vai
comer hoje,
que um idoso vai ser cuidado,
que uma viúva não vai ficar desamparada,
que um irmão em crise não vai caminhar
sozinho.
Existe uma bem-aventurança escondida no
ato de repartir
e só a descobre quem reparte.
Então Paulo encerra a história com a
imagem mais bonita de todas, a imagem da
semente.
Pense no no semeo.
Ele segura a semente na mão e no momento
em que lança a semente na terra, parece
que ele perdeu a semente. Tava na mão
dele, não tá mais.
A semente some,
desaparece no escuro do sol.
Por um tempo nada acontece. Parece o
quê? desperdício.
Mas o semeiador sabe de um segredo.
Aquilo que parece perdido está apenas
escondido.
Tá trabalhando, tá crescendo e no tempo
certo a terra devolve em fruto muito
mais do que foi entregue a ela. Além do
>> aquilo que a gente entrega em amor não
se perde diante de Deus.
Some das mãos, sim, mas reaparece como
suprimento na vida de alguém, como
gratidão subindo aos céus, como justiça
plantada na terra, como louvor ao nome
do nosso Senhor.
>> E sabe mais uma coisa, reaparece também
como alegria dentro do nosso próprio
passente
ao semeador. Sim. E ele que é poderoso
para suprir a gente de novo.
>> Para o quê?
>> Suprir a gente de novo.
>> Simples assim. Eu lembro que uma vez eu
tava na América Central, tinha viido um
terremoto
na Nicaragua
e
e a
o ditador daquele país na época, isso
foi idos, eu tinha 25 anos, 26, então
você vê que já faz tempo, né?
Eh, o ditador da época recebeu dinheiro
para recuperar
recuperar as os prédios que o que o o
terremoto abalou,
mas ele tinha umas outras
eh tinha outras prioridades e o dinheiro
sumiu
e os prédios ficaram lá. E aí quem é que
foi morar nos prédios? dos crentes
que eram escorraçados, foram morar nos
prédios. Então eu eu tava estudando na
Costa Rica e um grupo de pessoas
foi paraa Nicarágua para ver o que tava
acontecendo. Então vieram irmãos de
vários lugares e aí o irmão que tava me
hospedando foi e disse: "Você não quer
ir comigo?" por favor. Vou sim, claro.
Vamos lá, vamos ver o que que tá
acontecendo. Chegamos lá, eles tinham
trazido gente de várias partes da igreja
eh latino-americana
para ajudar os irmãos que não tinham
onde morar,
que o prédio ia arrebentar e tal. E aí
começaram a contar a história e tal, uma
história muito triste, angustiante e
tal. Aí eu eh conheci um grupo de irmãos
que tinha vindo de um dos países da
América Central
e eles eh já tinham vindo para construir
casas. Eles já vinham prontos para
construir casa. Aí eu fui falar com um
deles e eu disse:
"Ah, vocês vocês já vieram prontos para
construir casa pros irmãos?" Ele falou:
"É, já viemos". Então, logo a gente
soube que o que é que tava acontecendo.
A gente juntou todo o dinheiro possível
e veio aqui construir casa. E aí eu
falei: "Ah, vamos vocês tinham dinheiro
em caixa?" Aí eles falaram: "Não, não,
não tinha dinheiro em caixa nenhum".
"Ué, mas como vocês conseguiram
construir dinheiro para construir tantas
casas?" Eles construir muitas casas.
Aí ele falou para mim: "Ué, nós pegamos
o dinheiro de Jesus e trouxemos".
Aí eu falei: "Como assim um dinheiro de
Jesus?" Falou: "Dinheiro de Jesus".
Falei: "Desculpa, eh, não entendi
o que que é o dinheiro de Jesus".
Aí o irmão falou assim, ó: "Tá vendo
aquele irmão lá? Ele tava administrando
uma fazenda para Jesus.
Quando ele soube do do que tava
acontecendo aqui, ele falou com Jesus e
Jesus disse: "Vende a minha fazenda, vai
lá e constrói casa pros irmãos".
Aí tá vendo aquele aquele outro moço lá?
Ele era dono de um de uma concessionária
de carros para Jesus.
Quando ele ficou sabendo, ele falou com
Jesus, Jesus disse: "Vende a minha
concessionária e vai lá construir carro
com os irmãos".
E assim, vários de nós, uns venderam
carro, outros venderam apartamento, que
era de Jesus. Jesus disse para vender,
vendi aí, claro, eu 25, 26 anos como bom
brasileiro,
evangelizado pelos gringos,
virei para ele e fiz a pergunta mais
estúpida que eu podia ter feito, mas eu
fiz. Eu disse: "E quando vocês voltarem,
como é que vai ser?"
>> Ele virou para mim e disse:
"Você não acredita que Jesus Cristo é o
Senhor, né?" Eu
falei: "Pronto,
era tudo que eu precisava ouvir hoje."
Falei: "Claro que eu acredito que Jesus
é o senhor, irmão".
Ele falou: "Então,
se o senhor decidir que o irmão vai
cuidar de outra fazenda dele,
ele vai cuidar de outra fazenda dele. Se
Jesus decidir que o irmão vai ter outro
carro para cuidar para ele, ele vai
ter."
O irmão ainda não entendeu que Jesus
Cristo é o Senhor.
Ele não é
um ídolo.
Ele não é uma estátua.
Ele não é um sujeito assentado
num trono distante.
Presta atenção, irmão.
Ele é o Senhor. Ou seja,
ele é o dono de mim,
ele é o dono de você,
ele é o dono de tudo que os seus olhos
alcançam e de tudo que os seus olhos
jamais verão.
Você entendeu, irmão?
Jesus Cristo é o Senhor.
>> Você é dele, eu sou dele.
>> Amém. Tudo que nós estamos
pondo a mão é dele. O lugar onde a gente
dorme é dele. O lugar onde a gente
acorda é dele. A rua onde a gente anda é
dele.
>> O carro que a gente dirige é dele.
>> Jesus Cristo, irmão, é o Senhor.
>> Amém.
>> O irmão nunca tinha pensado nisso. Aí eu
tinha de ficar quieto que eu merecia,
né? ouvi aquilo tudo. Depois de ter
feito a pergunta idiota que eu fiz, eu
tenho mais que ficar apanhar calado. Tem
ficar quieto. Panha calado, fica quieto,
porque você vai lembrar disso pro resto
da vida.
E nunca esqueci mesmo.
Deus,
>> irmão, você prestou atenção? Jesus
Cristo é o Senhor. Senhor em Jesus
Cristo não é um título,
nem é um pronome de tratamento.
Entendeu, irmão?
Entendeu? Não é assim, a gente chega lá
diante de Jesus, não sabe como falar com
ele, fala: "Senhor Jesus", não, não,
não é, não, não é pronome de tratamento.
Quem inventou que Senhor Jesus era
pronome de tratamento era o apóstolo
Pedro. Mas ele se arrependeu,
não é? que o Pedro não tava lá orando. O
Espírito Santo mandou eh deu a visão
para ele dos animais impuros. E aí o
Senhor Espírito Santo disse para ele:
"Vai lá, mata e come". E ele disse:
"Não, Senhor. Você não pode dizer não e
chamar o e chamar o o dito cujo de
Senhor. Não dá, né? Senhor, você não diz
não.
Foi o Pedro que inventou o Senhor como
tratamento, pronome de tratamento para
Jesus.
Mas Jesus disse para ele, vai lá, mata
aqueles animais e comeu
a proeza de dizer: "Não, Senhor". Você
tem a decidir
se ele é o senhor, você não pode dizer
não para ele.
E se você disse não para ele, ele é tudo
menos o Senhor. Você tem que decidir.
>> Você tem de decidir,
ele é o Senhor ou não?
>> Isso que aquele irmão disse para mim.
Você, você não acredita que Jesus é o
Senhor? Não acredito. Então,
então você tá falando o quê?
Quando a gente voltar,
a gente vai
perguntar ao senhor se tem mais alguma
coisa dele que ele quer que a gente
cuide, senão a gente vai fazer outra
coisa que ele disser para fazer.
E aí ele disse o que acabou comigo.
Ele disse:
"Você
não tem mais poder de decisão". Alguém
explicou isso para você? Eu falei: "Como
assim?
Você pertence ao Senhor, você não decide
mais nada".
Ninguém te explicou isso?
Quando você entregou a sua vida, foi
arrebatado do inferno, você tava no
inferno.
Ninguém falou para você que de agora em
diante você não tem mais poder de
precisão.
Que você fala com o seu senhor e ele diz
para você o que fazer,
o que que ele quer que seja feito.
Ninguém te contou isso.
Você teve de vir do seu país até aqui
para ouvir isso de mim?
Então,
aos 26 anos,
eu ouvi isso
e tenho levado a vida toda para aprender
isso.
São quase 50 anos tentando aprenderem o
óbvio, o lulante.
Jesus Cristo é o Senhor de tudo que é
maravilhoso de dizer.
Mas sabe o que que não é maravilhoso de
dizer?
É isso significa que ele é o meu senhor.
O que ele disser é que é o que eu farei.
O que ele permitir,
eu faço. O que ele não permitir, eu não
faço.
É isso mesmo.
>> Então, dizer que Jesus é o Senhor de
tudo é fácil,
mas dizer Jesus Cristo é o Senhor.
Quando eu tenho de tratar com a minha
esposa,
com meu filho, com a minha filha.
Ah!
Mas o senhor, o senhor se mete até
nisso?
O senhor se mete até nisso.
Então,
tudo é doação.
Todo relacionamento
é doação
ou então é exploração.
É um negócio brabo esse negócio de
Jesus. É o Senhor. Não sei quem inventou
isso.
>> Então
o Senhor
dá semente ao semeador
e é poderoso para suprir o semeador de
novo.
Foi isso que aqueles irmãos me
ensinaram.
Pois um dia eu descobri que eles eram um
grupo que eram chamados de catacumbas.
E eles eram chamados de catacumbas
porque eles não tinham local de reunião.
Eles se reuniam na praça, eles se
reuniam nas casas e faziam uma grande
reunião semanal ou mensal, não sei, nas
praças.
E
e aí eu me lembro que que eu falei com
os irmãos que eh ajudavam a igreja
sofredora naquela época.
E eu perguntei para ele assim: "Escuta,
eu ouvi isso de um fulano tal. Você
conhece esse grupo?" O Camão falando:
"Ah, conheço, conheço.
São doidos, né?" Eu falei: "É, pareceu".
Aí eu falei,
o que ele falou para mim é verdade?
Ele falou: "Ah, eu não sei o que ele
fala para você, mas deu te dizer uma
coisa.
Quando a gente tem de ir buscar um irmão
nos lugares mais perigosos,
a gente liga para eles.
E aí a gente diz: "Pisamos de 10 jovens
para entrar na selva e buscar um irmão
que tá correndo risco de vida".
Aí eles dizem:
"Onde
e quando?
Em tal lugar, a tal hora, a gente se
encontra com eles. Quantos? 10. 10. Tá
bom.
No dia prasado, a gente chega lá, tem 10
caras com mochila nas costas dizendo
para onde nós vamos.
Eu falei: "Você tá brincando comigo?"
Ele falou: "Não tô não."
Quando a gente precisa de crente
para ir buscar aqueles que estão para
morrer,
a gente sabe para quem que a gente é.
Por quê?
Porque eles acreditavam nesse negócio.
Jesus Cristo
é o Senhor.
Bom,
é simples assim.
Então,
a gente precisa aprender uma coisa que a
gente nunca aprende.
Jesus não abençoa a gente paraa bênção
terminar na gente.
>> Amém.
Jesus não abençoa a gente paraa gente,
paraa bênção terminar na gente.
O Senhor nos preenche pra gente
transbordar.
Ele doa para que a gente possa doar.
E nesse doar a gente encontra alegria
que nenhum acúmulo
jamais
oferece. Glória.
>> Agora é complicado porque nós vivemos
num mundo que eu não preciso dizer pros
amados irmãos e irmãs,
[limpando a garganta] que é exatamente o
oposto disso tudo.
Todo dia nós somos eh encorajados a
acumular
todo dia.
Inclusive
esse mundo da meritoriedade, da
meritocracia, isso é um negócio
assustador,
porque o sujeito é medido pelos seus
méritos, entre grandes aspas,
quando o único mérito
que um ser humano tem de tem de ter
é de estar vivo,
que se não tiver vivo não dá para fazer
nada, certo? Pois é, esse mérito não é
pro ser humano,
esse
>> porque quem é que dá vida e quem é que
sustenta a vida e quem é que se quiser
tira a vida?
Então, a começar daí
do que é que nós estamos falando mesmo?
Então, o final mais surpreendente
dessa história é que ela termina em dois
lugares ao mesmo tempo.
Quando a igreja serve o pobre, o
necessitado, o carente, algo acontece na
terra.
Mas algo também acontece no céu.
Na terra, a fome é aliviada,
o frio é coberto,
a solidão é visitada,
o desespero é consolado.
E no coração de quem serviu brota
alegria. No céu, Deus recebe ações de
graças. O alimento que a gente entregou
vira louvor. A roupa que a gente doou
vira gratidão. A visita que a gente fez
em amor vira testemunho. A moeda que a
gente colocou a serviço da misericórdia
sobe transformada em glória diante da
majestade de Deus.
>> Glória a Deus. E assim a alegria fecha
seu circo.
Nasce da partilha,
retorna com nova partilha e desemboca
por fim a adoração.
Essa é a história.
Ela não foi escrita só para Corinto, ela
continua sendo escrita
e a próxima página
é de cada um de nós.
Porque ainda há pobres distantes,
mas também há necessidades perto
na nossa rua, no nosso bairro, na nossa
família,
às vezes dentro da própria comunidade.
Graças a Deus.
Nós temos comunidade.
>> É uma coisa impressionante. Você pode
não dar nenhum valor. Eu sei que você
dá, mas você poderia não dar nenhum
valor, mas você não consegue imaginar o
que é qualquer pessoa saber. Eu posso
falar com a minha comunidade.
>> Verdade.
>> Eu posso pedir ajuda.
>> Eu posso pedir visita, eu posso pedir
oração. Eu posso pedir dinheiro. Eu
posso pedir roupa, eu posso pedir
comida. Eu posso dizer paraa minha
comunidade, eu tô precisando.
>> Amém.
>> Assim como eu posso doar.
>> Amém. Glória a Deus.
>> Graças. Você não tem ideia do que o
senhor nos deu de presente.
>> Glória a Deus.
Às vezes
a gente encontra irmãos silenciosos que
têm vergonha de pedir e que estão
enfrentando o desemprego, a fome, o
abandono, a doença.
E isso eu espero que nunca tenha no
nosso meio,
porque nós somos o corpo de Cristo.
>> Amém.
Essa esse negócio da gente dizer que é o
corpo de Cristo é uma coisa que todo
mundo disse
porque é teologia, né? Tá na Bíblia,
mas ninguém imagina o que que é.
Ninguém pensa
do que que nós estamos falando.
Por exemplo, tem aqui o meu amigo Jon.
Ele é um sujeito extremamente
inteligente.
É, faz umas coisinas erradas, escolhe o
time errado, mas também todo mundo,
ninguém é perfeito. Ninguém é perfeito
também. Não adianta ficar achando. Agora
imagine que eu dissesse pro Jonathan o
seguinte: "Você empresta o seu cérebro
que eu vou levá-lo até o o o
um centro científico que eu conheço, que
eu quero que eles avaliem. o o seu
cérebro,
sabe qual o que ele iria me dizer? Mas
como é que eu faço isso?
Como é que eu faço isso?
Não faz, né?
Ou você vem ou você o seu cérebro não
vai. Tá certo?
Então, quando você diz que nós somos o
corpo de Cristo e Cristo é o cérebro da
igreja, onde é que Cristo vai? Onde
a igreja for,
>> onde é que Cristo estará?
>> Onde a igreja estiver?
Porque um cérebro que tá separado do
corpo tá morto.
Tá certo?
Simples assim.
Então não tem jeito
não. Claro que eu não tô cometendo a
heresia dizer que Jesus Cristo tá preso
à igreja. Não, eu só tô falando o que
Paulo falou, que o Pai deu Cristo à
igreja para ele ser senhor sobre todas
as coisas. Tá escrito ou não tá escrito
em Efésios 1 22 e 23? Tá ou não tá?
Ele deu,
>> eu não tô só repetindo o que tá escrito,
que ele deu a
>> que ele deu a igreja para que ele seja o
cabeça sobre todas as coisas. Então,
onde Cristo está, a igreja está também.
E onde a igreja estiver, quem está lá?
Cristo.
Por que que nós nos levantamos e oramos
e impomos as mãos?
É porque a gente eh eh tem poder?
>> Não.
Nem a Amadinha, nem o Osvaldo que são
cheios de dons conseguem fazer isso.
>> Esquece.
Tá certo?
Quem é o Senhor?
Quem é que doa a vida? Quem é que cura?
>> É ele.
>> Quem é que ressuscita?
Quem é que ama?
Quem é que abençoa?
Quem?
Jesus Cristo, o Senhor.
Bendito seja o nome do Senhor Jesus
Cristo,
>> de eternidade a eternidade.
>> Isso é claro para todos nós.
>> Amém.
>> Apado e engrandecido seja.
>> E toda a doação
da gente é doação do Senhor Jesus.
Certo? Tem uns caras que Jesus abusa,
mas não tem problema.
Faz o Alex sair de onde ele tiver para
ir aondde, levar não sei quem para
buscar não sei aonde.
Sorte do Alex.
Eu inclusive agradeço que essa minha
fase já passou e Jesus disse: "Não, não
precisa ter um Alex, ele vai".
>> Então fala: "Ah, legal, Jesus. Manda o
Alex mesmo que ele tem força, cara
batuta e tá sempre pronto. Manda o Alex,
manda. Eu oro por ele. Pronto, já tá bom
demais. Já tô orando, já tá bom demais.
Eu, isso é o corpo.
Isso é o corpo.
Nós somos juntos
porque nós estamos em Cristo e Cristo
está em
>> nós.
>> Nós.
Como eu posso tratar mal um sujeito em
quem Jesus Cristo pelo Espírito Santo
tá?
Eu
não tenho medo.
Jesus morre de amor pelo Denis, pelo
outro Denis. Por que que eu vou tratar
mal os caras só porque ele é santista?
Não, o Neymar já dá conta de fazer isso
sozinho. Não preciso de ajudar.
Primeiro jogador que eu veio jogar
[risadas] treinar. Tá certo. Eu não
preciso me preocupar com isso.
Entendeu?
>> Um dia nós vamos aprender isso, irmãos.
Esquece.
>> Um dia nós vamos aprender isso.
Jesus morre de amor por essa pessoa
aqui. Como é que eu vou tratá-la mal?
Dá que Jesus fica chateado.
Tem um sujeito no universo que eu não
quero ver chateado.
Então,
a pergunta de Paulo atravessa até hoje e
fica pairando no ar.
A gente está disposto a se entregar
primeiro ao Senhor?
que essa é a pergunta do Paulo.
Pergunta do Paulo não é sobre oferta de
dinheiro,
não é sobre eu filácio,
participar de campanha, ofertas alçadas
ou uns truques legais que o o Denis me
ensinou, mas eu nunca tive coragem de
fazer. Eu dentro de vez em quando ele
fica me dizendo, olha Alina onde eu tava
tinha uns jeitos que funcionava
[risadas]
e eu sempre digo
>> funciona até hoje lá
>> funciona, né? Eu não tenho coragem,
mano. Eu não tenho coragem de fazer
isso.
Então,
é disso que nós estamos falando.
A pergunta do Paulo para nós é: você tá
disposto a se entregar primeiro ao
Senhor
e depois ao serviço dos que sofrem?
Você
tá disposto, você tá disposto a
transformar conforto em compaixão.
Você tá disposto
a
transformar abundância
em suprimento?
Você
tá disposto a transformar privilégio em
responsabilidade?
Que esse é o ponto.
Essa é a pergunta que a a as escrituras
fazem. Você tá disposto a trocar a
tristeza de quem retém tudo para si pela
alegria de quem aprende a repartir?
Entender?
O King tava orando ao Senhor para que
ele viesse realmente ser o rei, que ele
recebesse o nosso louvor, a nossa
adoração. Pois pronto, tá aqui a
resposta da oração do do King.
Você tá disposto
a entregar-se ao Senhor
e depois a serviço dos que sofrem?
está disposto a transformar conforto em
compaixão, abundância em sofrimento,
privilégio em responsabilidade?
Você tá disposto a trocar tristeza, a
tristeza de quem retém tudo para si pela
alegria de quem aprende a repartir?
Que o Senhor nos perdoe pelas vezes em
que fomos indiferentes.
Que ele nos dê um coração parecido com o
de Cristo.
Porque Cristo, sendo rico, se fez pobre
por amor de cada um de nós, para que
pela pobreza dele a gente fosse para
sempre rico.
>> E a alegria que ele quer que a gente
tenha é a alegria de repartir.
>> Amém.
Amém, Jesus. e repartir
carinho, repartir amor, repartir
bondade, repartir educação, repartir
abraço, repartir atenção
o tempo todo.
Pois é, amados, que a alegria que nasce
da partilha torne a vida da gente
toda
numa fonte
que por repartir sempre nunca seca.
>> Aleluia.
>> Amém.
>> Glória.
>> Que a alegria que nasce da partíha torne
a vida da gente toda a nossa vidaó
>> numa fonte que por repartir
nunca cega. Amém.
>> Que todo dia a gente se levante, olhe do
lado e diga: "O que que eu posso
repartir com essa pessoa?"
>> Amém.
>> Amém. Amém. Glória a Deus.
>> Bom, irmãos, Jesus
nos deu o segredo da alegria.
Se a gente vai usar ou não, é outra
história.
Que o Senhor nos abençoe. Amém. que a
graça de nosso Senhor e Salvador Jesus
Cristo,
a unidade da Trindade,
a comunhão materna da rua Cadocho, o
Espírito Santo, a terceira pessoa,
que a cura que há nas pisaduras de nosso
Senhor Jesus Cristo, que a alegria da
triunidade santa seja com cada um dos
irmãos e irmãs e com toda a igreja do
Senhor espalhada por toda a terra
e que alcance toda a humanidade,
como o Senhor prometeu a Abraão.
Amém.
>> Amém.
Maravilhoso
é estarmos em tua presença.

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