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Entre a Dor e a Bondade de Deus | Josemar Bessa | Manhã de Domingo 14 de Junho de 2026

Entre a Dor e a Bondade de Deus | Josemar Bessa | Manhã de Domingo 14 de Junho de 2026

Entre a Dor e a Bondade de Deus | Josemar Bessa | Manhã de Domingo 14 de Junho de 2026

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Legendas automáticas:

Às vezes,
às vezes as pessoas, mesmo aquelas que
conhecem eh o evangelho verdadeiro, o
evangelho da graça soberana de Deus,
ainda não compreende
o coração do Deus da graça. Então eles
pensam na graça de Deus de uma maneira
menor, apesar de ver ela como soberana
e
tem uma dificuldade em ver a beleza de
Deus
em todos os seus as cores desse prisma,
não é? Há pessoas que dizem: "Ah, eu
gosto de mensagem que vai lá". E o que
ele tá dizendo é que ele não compreende
muito quem Deus é. E ele acha que
realmente para se diferir, não é, da
diluição
da verdade dos nossos dias, [roncando]
ele, sei lá, gosta de uma pregação eh
ferro e fogo, não é? Isso não muda muito
ele, mas ele acha que pelo menos está
ouvindo algo, algo confrontador
simplesmente.
Mas nós precisamos conhecer Deus,
queridos, de forma eh total.
para realmente contemplarmos ele na face
de Cristo de verdade. Contemplar Deus na
face de Cristo é ver Deus em tudo que
Cristo é. A revelação perfeita.
Um texto famoso, o Salmo 236, diz:
"Porque a bondade e a misericórdia me
seguirão todos os dias da minha vida".
Agora, nós eh compreendemos o que é a
bondade e a misericórdia nos seguindo
todos os dias da nossa vida. ou pensamos
em Deus de uma maneira um pouco um pouco
diferente
dessa realidade. É sobre isso que nós
queremos falar. Eu queria meditar em
Jeremias, capítulo 32, versículo 40 e
41, que diz algo maravilhoso. Diz assim:
"E farei com eles uma aliança eterna. É
a aliança da graça. E farei com eles uma
aliança eterna de não me desviar, de
fazer-lhes
o bem.
E porei o meu temor nos seus corações,
para que nunca se apartem de mim.
Alegrar-me ei deles, fazendo-lhes o bem,
e plantá-los ei nesta terra firmemente
com todo o meu coração e com toda a
minha alma. Olha, é difícil você
encontrar um texto mais eh
transformador,
maravilhoso, com uma visão mais profunda
de Deus do que esse. Então, há uma
diferença imensa entre um Deus que faz o
bem e um Deus que ama fazer o bem.
Há um diferença entre um Deus que sempre
faz o bem e um Deus que se deleita
completamente em fazer isso. E muitas
vezes as pessoas não vem a diferença. O
escândalo da graça não é apenas que o
Senhor socorre pecadores indignos,
merecedores do inferno.
Não é só o escândalo da graça que ele
preserve pecadores, sustente pecadores e
derrame benefícios sem fim sobre
pecadores. O escândalo da graça é que
ele sente alegria nisso. Ele sente
prazer,
ele se deleita em fazer isso. Não um
prazer distante, não uma benevolência
burocrática. Isso é o certo a ser feito.
Não uma bondade sem calor. Deus tem um
prazer santo,
intenso, pessoal. Isso muda tudo porque
significa que o povo de Deus não vive
apenas de atos corretos divinos. Deus
fazendo o correto, Deus fazendo,
o povo de Deus vive do coração de Deus.
E há promessas bíblicas que parecem
grandes demais para serem lidas numa
vida como a nossa, tão curta, ou seja,
grande demais para ser lida com pressa.
Jeremias 32 é uma dessas. O Senhor diz:
"Farei com eles uma aliança eterna.
Jamais pense nisso. Pense em quem está
falando isso. Jamais deixarei de lhes
fazer o bem. Eu vou fazer o bem a eles o
tempo todo.
Nessa aliança eterna
terei alegria em fazer-lhes o bem. Será
o meu deleite. Essa frase não tem nada
de superficial. Ela não é um enfeite
devocional. Jeremias nada chegado a
isso, né? Ela é uma janela aberta para o
próprio coração pactual de Deus. E isso
é compreender a aliança da graça.
Jamais deixarei de fazer-lhes o bem.
Pense no peso disso. Deus não diz apenas
que fará o bem por um tempo. Farei um
bem por uma vou fazer pelo máximo de
tempo possível o bem para eles. Não diz
que fará o bem enquanto o seu povo
estiver emocionalmente forte.
Deus não disse que fará o bem enquanto a
resposta humana for correta,
suficientemente bonita para ele se
animar de continuar fazendo o bem. Ele
disse: "Jamais deixarei de fazer o bem.
Jamais no pior dia, no dia que eles
forem piores.
Isso é é perseverança divina.
Isso é muito pouco visto. Por isso que
talvez bondade e misericórdia me
seguirão todos os dias. Não, não é o que
as é a poesia, mas não é eh o cerne da
vida com Deus que muitas pessoas dizem
ou vem, falam da graça, mas estão sempre
pensando em Deus, eh, tendo que fazer
essas coisas boas, porque é um,
é o certo a ser feito. [roncando]
Isso é bondade com nervo, é com
continuidade, é bondade com
estabilidade, bondade com e e
irrevogabilidade. Ele tá dizendo assim:
"Eu nunca vou revogar
a aliança de que eu vou fazer bem a
eles. Não importa o que acontecer, não
importa o que eles fizerem, não importa.
Nós, queridos, nos cansamos. a gente faz
o bem para outro, mas nós nos cansamos
muito rápido. Essa é a verdade. Nossa
disposição falha, nosso amor oscila.
Nosso ânimo sofre erosão, as pessoas nos
decepcionam
e mesmo quando elas não decepcionam, tem
dia que a gente não tá muito bem, né?
Nossa constância quebra sobre o peso do
tempo.
E mas Deus não sofre desgaste moral, que
a Bíblia diz. Ele não perde o fôlego em
sua bondade, ele não se cansa. Ah, já
cansei.
Cansei de Pedro, cansei do Josemar,
cansei.
Quantas vezes ele voltou para esse lugar
aí? Tô cansado de fazer o bem para ele.
Ele não acorda um dia menos generoso do
que ontem.
Ele não entra em exaustão afetiva. Tô
cansado de dar tanto e receber tão
pouco. Ele não suspende seu cuidado
porque a história ficou muito difícil.
Ele não é bom quando nossa resposta é
maravilhosa. Ele não se desvia de fazer
o bem nunca. Isso significa que a
bondade de Deus não é episódica,
não depende do nosso dia, do dia do seu
povo. Ela não aparece em surtos em que
você sabe quando você acorda bem
disposto, está paciente com todo mundo,
fazendo bem o máximo de pessoas, tem dia
que você acorda diferente? Então, não
funciona em ciclos emocionais
variáveis, não depende da meteorologia,
das circunstâncias que ficam mudando e
eu mudo junto. Ele é pactual. Farei com
eles uma aliança eterna. Ele é
perseverante. Ele faz isso de maneira
invencível.
E isso precisa ser dito com sobriedade,
porque muitos crentes interpretam as
providências apenas pelo tato imediato
da dor. Se dói, eles concluem que Deus
recuou. Deus hoje tá tá bravo, né? Hoje
ele acho que ele tá cansado. Se a noite
se prolonga, suspeitam que o pai se
afastou. Se a porta fecha, pensam que a
bondade naquele dia meio que se sua. Não
conseguem ver. Mas Jeremias 32 desmonta
essa leitura infantil
da vida. Se Deus disse que jamais
deixará de fazer o bem, então a dor do
santo não pode significar suspensão da
sua bondade.
Pode significar pó da disciplina, demora
providencial, demora sábia. Sabe quando
Jesus chegou, dizia: "Não chegou a minha
hora". Então, eh, demora sábia de Deus
pode significar travessia escura, pode
significar Deus quebrando ídolos na
minha vida, pode significar condução por
um caminho que o coração natural jamais
escolheria.
Como ele falou para Pedro, um dia te
levarão para onde você não quer ir, mas
não pode significar abandono ou falta de
derramar da bondade.
A providência pode ferir sem deixar de
ser boa, pode apertar sem deixar de
amar, pode desmontar sem deixar de
edificar, o que é estranho, né? Pode
esvaziar a mão da gente para libertar
nosso coração. Pode matar nossas ilusões
porque quer ressuscitar nossa fé. Então
mata para ressuscitar. Pode fechar
fontes falsas para levar a gente para o
manancial de águas vivas.
O santo nem sempre consegue interpretar
imediatamente o que Deus está fazendo.
Se tem alguém que passou por todo tipo
de sofrimento, é Jeremias, não é? mesmo
quando ele estava ali obedecendo. Essa é
uma das grandes guerras da fé,
crer na bondade de Deus quando a estrada
não coopera com os nossos sentidos, com
nossos órgãos semivos
do que está acontecendo. Crer na
fidelidade do Pai quando a alma ainda
não entende o desenho todo, o propósito.
crer que por trás da providência severa
há um coração, há um coração que diz:
"Eu jamais vou deixar de fazer-lhes o
bem". Porque crentes, o o crente não
está nunca no dia mais escuro, mais
claro, menos debaixo da bondade de Deus,
nem entregue a forças cegas. Ele está
nas mãos de um Deus que jurou: "Eu nunca
vou deixar de fazer-lhes o bem". Então,
a mão que fere o santo é a mesma que
jurou que nunca fará algo que não seja
bom, que não seja o bem para ele. Talvez
alguém ouça tudo isso e ainda pense de
forma reduzida. E eu penso que grande
parte de nós pensa de forma reduzida.
Talvez imagine a bondade divina como uma
função, uma uma uma operação, sabe? Um
dever. Deus cumpre o seu dever. Sabe
quando você faz aquilo que é certo? Mas
só porque é certo,
é porque você tem que fazer aquilo é o
que você tem que fazer. Muitos cristãos
pensam em Deus assim, porém você faz
aquilo certo porque é certo, mas teu
coração não está cheio de felicidade em
fazer aquilo. Mas a escritura não deixa
você pensar em Deus dessa forma.
Jeremia 32 não diz apenas que Deus fará
o bem, diz, diz que ele terá alegria em
fazer o bem ao seu povo. Ele se deleita
em fazer o bem. Ele não disse: "Caramba,
vou ter que perdoar o pecado desse cara
de novo". Não, não. Ele se deleita em
perdoar.
Não é relutante. Sabe quando as pessoas
dizem: "Vou ter que perdoar aquela
pessoa". Ter que perdoar porque Deus
fala que tem que perdoar. Mas você vê
que a luta da pessoa é exatamente porque
ela não quer, ela não tem prazer no que
ela vai fazer. É um dever.
É estranho.
Isso nunca acontece com Deus.
Essa palavra muda o clima inteiro da
doutrina porque ela nos obriga a sair de
uma visão mecânica de Deus. Deus faz as
coisas porque ele tem que fazer, porque
ele tem que fazer tudo que é certo. Deus
não faz o bem como um funcionário
cósmico, cumprindo um código. Tem que
perdoar o outro. Ah, mas essa pessoa
chata. Ou então ela ela ela ela está
sempre fazendo as mesmas coisas. Vou ter
que perdoar ela de novo. Me ajuda. É
horrível, mas eu vou ter que perdoar.
Deus não perdoa assim.
Ele não age como quem responde. É uma
obrigação, um livro, alguém que tá
dizendo a ele que ele tem que fazer, que
aquilo é certo.
Não é pressionado por uma lei. Ele não é
coagido por uma carência.
Ser um perdoado. Não vou ser perdoado.
Não é forçado
por uma expectativa alheia de que ele
sempre faça o certo. Ele é obrigado a
fazer o certo. Nada fora de Deus move.
contra a sua vontade. Deus nunca faz
algo porque ele tem que fazer.
Ele nunca faz algo tendo vontade de
fazer outra.
Ele nunca faz algo tendo vontade de
fazer outra, mas tendo que fazer o que é
certo.
Ele faz o bem porque ele quer. Ele faz o
bem porque ele se alegra.
Isso é santo demais para simplesmente
passar batida na nossa vida, mas passa.
Muitos conseguemar um Deus poderoso,
imaginam um Deus justo, muitos conseguem
imaginar um Deus que salva, mas muito
poucos para para contemplar isso com
temor. Deus se alegra em abençoar os
seus. Eu me alegro. A gente pensa pro
Israel, olha o que Israel está fazendo
depois de 40 anos. estão fazendo isso de
novo. Deus já não deve suportar mais.
Ele se alegra em perdoar Israel, se
alegra em levá-los para a terra. Isso é
incrível.
Muitas pessoas quando falam: "Ah, eu
gosto de bem sermões só como eh
pecadores nas mãos de um Deus ir de
Jonath Edwards." Mas o sermão mais
maravilhoso Jonath Erd é: "O céu é o
mundo de amor." É porque as pessoas às
vezes só conhecem aquele sermão, aí
pensam que aquilo era o que ele pregava.
Tem gente que é assim, né? Só prega
pecadores das mãos de um Deus irado. Ele
não apenas tolera a misericórdia.
Deus não diz: "Vou ter que usar de
misericórdia de novo".
Ele ama a misericórdia. Isso é
maravilhoso. Não apenas concede graça,
ele se inclina com prazer. Ele sente o
prazer imenso em derramar sua graça.
Não é incrível? Você pode, eu vou ter
que agir de maneira graciosa. Mas que
luta, hein? Que sentimentos contrários.
ele
recebe, né, eh,
e faz todas as coisas como expressão do
seu próprio coração glorioso. Isso nos
protege de um erro comum, o erro de
imaginar o Pai como menos gracioso,
por exemplo, do que o Filho,
como se Cristo precisasse arrancar do
pai alguma benevolência escondida. O pai
não queria, mas o filho fez todas essas
coisas por amor. Então, eh eh eh ao
filho, ele vai ter que fazer coisas que
ele não faria,
como se Cristo precisasse arrancar, como
se Jesus fosse a face amável de um Deus
relutante,
como se a cruz tivesse transformado o
Pai em alguém mais disposto.
Não, a cruz não criou a bondade de Deus,
nem sua misericórdia. nem sua graça. O
filho não, a obra do filho não convence
o pai a amar. O filho foi enviado porque
o pai amou. Em amor ele nos predestinou.
A cruz é fruto do amor de Deus. A a cruz
não capacita Deus a ter misericórdia e
amor. A a cruz é o fruto do seu amor e
misericórdia.
Quando Deus faz bem ao seu povo, esse
bem não jorra de um reservatório frio,
como Deus eu faço coisas certas. jorra
do seu próprio coração. Cada
misericórdia de Deus jorra da sua
liberdade soberana,
da sua beleza, da sua plenitude, da sua
disposição eterna de ser Deus para o seu
povo. Isso também significa que a graça
não é distribuída com uma vontade. Deus
nunca diz: "Vou ter que vou ter que dar
graça de novo. Vou ter que ser gracioso
com com aquemar
novamente. Ah, vou ter que usar de
misericórdia. Já usei de misericórdia 1
milhão de vezes, mas vou ter que usar de
novo. Nunca, nunca. Deus nunca perdoa
resmungando. Sabe as pessoas que
perdoam? Ah, eu perdoei. Mas, mas isso,
mas aquilo, mas aquilo? Deus nunca
perdoa resmungando.
Deus nunca resmunga a quantidade de
vezes que ele te perdoou. Nunca.
Deus
não sustenta
em eh eh em seu tom cansaço,
não carrega eh eh eh eh eh nos carrega
com quem diz: "Mais uma vez, vou ter que
ajudá-los novamente sobre o mesmo
assunto.
Vou ter que falar a mesma coisa. Deus
nunca se irrita com a necessidade dos
redimidos como um benfeitor humano fica
irritado com a dependência pronal. Eu
ajudei esse cara ano passado, mas agora
esse ano tem que ajudar de novo.
Eu ajudo ele há 10 anos, ele nunca sai
disso. Eu sempre preciso ajudar ele de
novo. Deus nunca, Deus nunca fica
irritado com a prolongada dependência da
sua ajuda. A necessidade do seu povo não
esgota o coração de Deus,
não pega ele num dia e que ele não se
deleita tanto nisso. Quanto mais
entendemos isso, mais a vida cristã muda
de tom.
Mas realmente o evangelho nos
transforma. Porque deixamos de correr
para Deus como quem invade um ambiente
hostil e começamos correr para ele como
filhos ao Pai. Não pensamos: "Ah, vou
ter que pedir perdão a Deus de novo. Que
situação!
Deus deve tá não suporta mais eu chegar
com essa história lá, né?
Não, um pai indulgente, não é isso no
sentido fraco, mas um pai cuja santidade
nunca elimina a sua ternura.
É incrível isso. E cuja majestade não
congela o seu afeto. Nunca há distância
em sua majestade. Isso cura o coração,
cura a confiança, cura a adoração, cura
o nosso arrependimento. Nós já sabemos
que vamos a um Pai que está disposto.
Porque o pecador quebrantado não volta
para um Deus que distribui graça, porque
ele é obrigado,
que é misericordioso, porque tem um
livro que diz que ele tem que ser.
volta para um Deus que se alegra em
mostrar misericórdia, se deleita
com base na obra perfeita de Cristo.
Deus não faz o bem, nunca com mão
pesada. Deus sempre faz o bem ao seu
povo com alegria santa em seu coração.
Quando a escritura fala da bondade de
Deus, ela nunca trata isso como algo
passivo,
como uma atmosfera vaga. Ele é bom.
Então, a bondade vai saindo como uma
construção teológica parada no ar. A
bondade divina se move, ela busca, ela
cerca, ela sustenta, ela guarda.
A bondade de Deus nos acompanha com
intenção,
nos acompanha de perto. Por isso Davi
diz: "Porque eu sei que a bondade e a
misericórdia me acompanharão todos os
dias da minha vida". Não é Davi que está
acompanhando a bondade de Deus e a
misericórdia. é a bondade e a
misericórdia que tá acompanhando ele.
Mas o sentido aqui é ainda mais forte,
porque a bondade e misericórdia não
simplesmente me acompanham, ou seja, vai
junto comigo, ela me persegue. É o que
ele tá dizendo. Virão atrás, seguirão de
perto, como os cães pastores fazem com
as ovelhas,
não como uma ameaça, mas como uma
insistência de aliança. Deus nunca cansa
da sua aliança. Essa é uma das imagens
mais belas da segurança do crente. A
bondade de Deus não fica esperando que o
santo alcance. Agora eu vou esperar que
ele faça isso e que ele faça aquilo
outro para que minha bondade chegue até
ele, para que minha misericórdia chegue
lá. A bondade é que nos persegue com
misericórdia e graça. Todo dia
ele vai atrás. Isso confronta a nossa
leitura natural da vida, porque nós
tendemos a pensar a existência cristã
como um esforço exaustivo
para que Deus
eh
eh não perder Deus. Parece que a vida é
uma tentativa contínua de fazer coisas
para não perder Deus. Porque se a gente
não correr atrás, se a gente não corre
atrás, não vai, não vai, a gente perde
Deus, porque Deus tá meio que escapando
assim. Tem gente que falando que tá eh
querendo descobrir a vontade de Deus há
20 anos. Pois é, a vontade de Deus tá
tão escondida, essa pessoa tá caçando em
todo lugar, ela nem acha.
Como se a salvação dependesse no final
da estabilidade da nossa resposta.
Quando na verdade
eh não é nada assim que as coisas
funcionam, como se tudo estivesse
suspenso sobre alguma firmeza de nossas
mãos, mas a verdade é muito mais
profunda. O crente persevera, sim, o
verdadeiro filho de Deus persevera, mas
persevera porque ele é perseguido pela
bondade de Deus. Se a bondade de Deus
deixasse de perseguir ele, ele logo
estava perdido.
Ele é guardado pela fidelidade de Deus.
Ele é cercado pela misericórdia de Deus.
A bondade e a misericórdia perseguem
ele. Ele é sustentado pela intercessão
contínua de Cristo. Agora ele é
preservado porque o espírito de Deus
habita nele.
A segurança dos santos não repousa em
seu em sua temperatura eh espiritual ou
sua temperatura emocional,
nem sua disciplina. Ah, esse cara
percevar a perseverança dos santos é
porque eles são disciplinados. Não. Ou
nem sua lucidez ininterrupta. Ninguém na
Bíblia tem lucidez ininterrupta. Nenhum,
nenhuma história,
nem sua capacidade de manter a alma
organizada o tempo todo.
Se dependesse disso, ninguém chegaria ao
fim. Ninguém. Nem eu, nem vocês, nem
ninguém. Nossa esperança repousa
na persistência da bondade de Deus. Eu
nunca vou me cansar. de lhes fazer o
bem.
Na aliança que Deus não quebra, é por
isso que essa aliança nos salva. Ele
nunca quebra. Na promessa que Deus não
esquece, ele disse: "Eu nunca deixarei
de lhes fazer o bem".
Ah, mas e agora Davi fez isso? Eu nunca
vou deixar de fazer o bem a ele.
Na mão
que Deus não abre para nos deixar cair
nunca. Nossas mãos fecham, abrem,
fecham, cansam. A mão de Deus não. Na
misericórdia que se renova a cada manhã,
não é que Deus levanta de mã e pensa:
"Vou ter que ser misericordioso hoje".
na fidelidade que não envelhece, na
graça que corre atrás do cansado. A
graça e a bondade, a misericórdia corre
atrás do confuso, do ferido, do crente
que tropeça.
Mas essa bondade pertence ao pastor.
Aquelas ovelhas pertencem ao pastor, eu
nunca cansarei de lhes fazer o bem. Isso
não encoraja a frostidão. Isso encanta
nossa obediência.
Como Davi está encantado, a bondade e a
misericórdia me seguirão todos os dias
da minha vida. Porque quem entende que
vive debaixo dessa persegição santa
da bondade de Deus, não usa isso para
brincar e ofender Deus. Fica
amaravilhado.
Não usa isso. Ele usa isso para adorar
com lágrimas. A adoração já não é um
dever. Ó, temos que adorar a Deus. Essa
pessoa está vendo esse Deus que diz: "Eu
não canso de perdoar você. Eu não canso
de ter misericórdia. E isso, isso
constrange o coração
para odiar o mal que ainda carrega, que
sabe que é contra Deus que disse: "Eu
nunca vou deixar de fazer o bem, nem
quando você está fazendo o mal contra
mim,
para voltar correndo ao Deus que nunca
desiste, nunca cansa, nunca vai dizer:
"Agora já foi demais".
A bondade divina nos alcança na
conversão. A bondade divina nos sustenta
na peregrinação. A bondade divina nos
corrige na rebeldia. A bondade divina
nos consola em nosso sofrimento, em
nossa dor. E a bondade divina nos
disciplina em amor, nos livra dos
perigos visíveis. E a bondade divina nos
livra de mil perigos invisíveis que
nunca vimos. E finalmente nos leva a
todos para casa. A bondade de Deus. O
crente não é alguém que um dia encontrou
a graça e depois teve que seguir. A
graça continua perseguindo ele. A
misericórdia.
Deus, o coração de Deus nunca cansou de
lhe fazer o bem. é alguém que continua
sendo seguido pela graça. Não é que a
graça me elegeu na eternidade, me chamou
no tempo. A cada vale a graça está me
seguindo. A cada noite, a cada prova, a
cada fraqueza, a cada batalha interna, a
cada ameaça externa, a cada queda,
essa perseguição da bondade divina não
falha porque não nasceu no homem. Você
vê, nós nos cansamos, nós mudamos, nós
não somos constantes,
mas o problema é que a bondade de Deus
nasce de Deus. Eu nunca vou me cansar de
lhes fazer o bem. E é por isso que o
povo de Deus pode atravessar a história
sem desespero final.
Não porque nós sejamos naturalmente
fortes ou tenham qualquer força, mas
porque está cercado para uma bondade que
não é só uma bondade vaga, é uma bondade
ativa, perseguidora,
incansável.
E quando chegar o último dia, o santo
verá que nunca caminhou num terreno sem
num terreno neutro, que a bondade estava
sempre lá, a misericórdia também.
sempre caminhou seguido pela bondade,
pela fidelidade de Deus. O crente chega
ao fim, não porque segurou Deus o
bastante, mas porque Deus nunca cansou
de lhes fazer o bem. Deus nunca
resmungou por lhes perdoar mais uma vez.
Deus nunca se cansou de lhes livrar da
sua insensatez.
E esse ponto de partida que nós
precisamos ter, o Deus da aliança não
apenas faz o bem, não apenas faz o bem a
você, nunca faz o bem a quem lhe
escolheu, dizendo: "Vou ter que fazer de
novo, vou ter que perdoar de novo, vou
ter que ter paciência de novo". Ele se
alegra em ter paciência, ele se alegra
em fazer o bem, ele se alegra em
perdoar, ele se alegra em term as
misericórdia de Deus se renovam a cada
dia como se fosse uma renovação difícil.
Eles se alegra em derramar novas
misericórdias. Isso é incrível.
Isso muda a leitura da vida inteira.
Muda a forma de sofrer,
muda a forma de orar, muda a forma de
esperar, muda a forma de cair e
levantar. Porque no fim o povo de Deus
não vive apenas de de de
sob promessas verdadeiras. Ele sabe que
Deus não está fazendo só porque
prometeu. Sabe quando você prometeu algo
e você já não tava com vontade de fazer?
Mas eu prometi, né? Tem que cumprir.
Fiz uma promessa.
Bem que eu queria não ter feito. Não,
não, não. O povo de Deus não vive apenas
sobre promessa verdadeira. Ele vive
sobre o prazer santo do pai que se
alegra em cumprir a promessa,
se alegra em perdoar, se alegra em ter
nova misericórdia. se alegra em ter
paciência, se alegra em começar de novo.
Ele tem prazer.
A grande crise da fé quase nunca começa
quando Deus nos dá, começa quando Deus
tira, né? Quando ele toca no que
sustenta nosso imaginário, no que
organiza os nossos afetos, no que
parecia indispensável. A alma é levada
ao lugar onde não pode mais viver de de
slogans. Deus é soberano,
mas viver com medo, não é? E aí que a
pergunta aparece com força real. Deus
continua sendo bom mesmo agora?
Essa é uma das guerras mais profundas da
vida cristã. Porque é fácil falar da
bondade divina quando a mesa está posta,
quando as coisas funcionam.
Uma das mentiras mais cruéis que o
coração caído acredita é esta: se dói, a
bondade de Deus não está atuando. Deus
tá furioso.
É só isso. Eu vou ter que eh resolver
isso. Se a perda entrou, é porque a
bondade saiu. Se a lágrima veio, o amor
recuou. Se a providência ficou amarga, a
aliança foi suspensa. Mas a escritura
não permite interpretar assim: "O povo
de Deus pode atravessar vales escuros
sem sair 1 mm da fidelidade divina que
diz: "Eu me alegro em te fazer o bem.
Eu estou te fazendo o bem.
pode andar nas noites escuras, pode
sofrer aflições profundas sem que isso
nunca
seja um tenha o significado de que Deus
está cansado.
Aliança de Deus não é frágil quanto a
nossa leitura emocional da vida. E nós
costumamos ler a vida com a nossa
leitura emocional, né? Ele não desfaz é
o primeiro golpe, não enfraquece porque
os sentidos se confundiram, não evapora
porque a providência se tornou difícil
de decifrar. E quase sempre a
providência de Deus é difícil de
decifrar. O problema é que nós quase
sempre julgamos o amor de Deus pelo
imediato da circunstância.
E aí parece quando você vê a vida de
todos os personagens bíblicoso
em ser misericordioso,
mas ele está sendo. Há aflições
eh eh que
são poda, não é? Num não é abandono. Há
perdas que não é rejeição, são
purificação. É a bondade agindo. Há
fechamentos de portas que não é
crueldade, são livramentos.
Há noites escuras
que são sinal não do esquecimento,
mas é a oficina santa de Deus. A Bíblia
diz que Jesus aprendeu obediência por
aquilo que sofreu.
O Pai não desperdiça nenhum dos nossos
sofrimentos. Ele é tão bom que ele
decidiu que nenhuma lágrima nossa
será só uma um sofrimento em si mesmo,
sem propósito. Eh,
ele governa elas. Eh,
ele não se deleita na dor em si, mas no
que ele está fazendo.
E a bondade eh eh se manifesta assim,
expõe ídolos escondidos, arranca
autossuficiência, purifica amores
desordenados,
ensina uma dependência maior dele.
Eh, isso não torna nossa dor mais leve,
não é? E de forma nenhuma. Não
romantiza, não chama o mal na nossa vida
de bem, mas afirma algo profundo.
Eu nunca deixo de te fazer o bem. Eu
nunca estou de mau humor.
Eu nunca estou cansado de lhe fazer o
bem.
Nunca pense em mim como alguém que não
está com um coração totalmente alegre em
derramar misericórdia e te perdoar de
novo e de novo e de novo. O crente não
honra a Deus fingindo que não sofre.
Honra a Deus recusando concluir no meio
do sofrimento que Deus deixou de ser
quem ele é.
A aflição pode escurecer o caminho, mas
não cancela essa realidade.
Ah, aqui a fé é provada de verdade.
Não quando Deus entrega exatamente o que
queríamos, mas quando a providência
coincide com nossos desejos, nós
tendemos a achar que Deus tá mais
satisfeito.
Não quando o céu parece eh assinar, tem
planos que a gente faz, que é o que Deus
quer. Então a gente parece que o céu tá
assinando simplesmente,
mas quando a vontade de Deus atravessa a
vontade da carne, contradiz o que nós
queríamos, achávamos. Nesse ponto, o
coração precisa decidir
o que ele chama de bom,
como ele vê Deus. Um dia com a testa
franzida, um dia, como são nossos
arrobos emocionais. A carne chama de
bom. O que conforta, o que preserva, o
que faz, eh, o que responde rápido e não
fica 20, 30 anos como Abraão. Às vezes
você vai esperando, o que mantém
controle, o que poupa a estrutura do
nosso eu, mas a fé aponta para outro
vocabulário. Isso não é estoicismo, não
é frieza religiosa, não é resignação
vazia.
A fé bíblica é mais profunda, ela
confia. Deus disse: "Eu nunca, eu tenho
prazer em fazer bem a você. Eu tenho
prazer em te perdoar. Eu tenho prazer em
usar de misericórdia.
Eh,
esse é o ponto mais difícil da rendição
cristã. Aceitar que a vontade de Deus é
melhor do que a nossa. Não só quando
coincide com a nossa ou supera além do
que podemos imaginar, não é? Mas
especialmente quando ela nos
contradiz.
Jó conheceu essa guerra,
não é, de como ver que Deus se alegra em
fazer o bem a ele o tempo todo, em todas
as suas circunstâncias. O próprio
Cristo, em sua perfeita humanidade
entrou nessas na na e eh nesse vale, não
é? Meu pai, se possível, afasta de mim
este cálice. Contudo, não seja como eu
quero. A fé madura cresce justamente
aqui
quando para de exigir que Deus explique
tudo antes de poder sentir sua bondade,
quando para de fazer da compreensão
total, a base da confiança.
Quando deixa de medir o amor de Deus
pelo conforto do momento, o teste mais
profundo da fé não é louvar e ser grato
quando recebemos. Não ser grato é
trágico,
mas é continuar se curvando quando
perde, continuar dizendo: "Tu és bom. Tu
és bom. Tu disseste que nunca se
cansaria de me fazer o bem. Isso me
firma, isso me consola na noite escura.
Eu sinto tua bondade.
Eu provei e sinto sua bondade. Isso não
é uma fé teatral. Você vê, é uma fé
crucificada.
É uma fé que não que não eh eh eh que
não acha que Deus é comandado pela minha
crença. A minha crença é comandada pelo
caráter bom de Deus. O grande problema
do nosso coração é que quase sempre
definimos o bem de uma maneira muito
rasa. Chamamos bem num alívio que
preserva da estabilidade. Chamamos que
alguém achamos que alguém nos ama,
nossos pais, muitos filhos. Ah, meu pai
não me ama porque certamente não fez o
que ele quis. Porque essa é uma
definição caída de bondade, não é? O que
não nos empurra para dependência. Em
outras palavras, muitas vezes chamamos
de bem aquilo que protege o nosso
conforto, não aquilo que serve ao
propósito eterno de Deus. Mas Deus não
administra a vida dos seus com essa
superficialidade. Ele realmente vai
fazer o bem a você. Ele realmente se
alegra em perdoar. Ele se alegra em ter
misericórdia. Ele se alegra em
santificar. Sabe, Romanos 8:28 não diz
que todas as coisas serão imediatamente
agradáveis, mas que ele vai agir todas
elas para o bem.
Ele está dizendo: "Essa é a minha
aliança eterna. Eu nunca vou deixar de
lhes fazer o bem." O alvo é a semelhança
com Cristo, não é alívio. Nós pensamos
que servir a Deus, o alvo de Deus é nos
aliviar das coisas. O alvo dele é fazer
o bem. O bem. O bem é nós sermos a
imagem do seu filho. Isso reorganiza
tudo. Se a glória de Deus é o bem
supremo, e se ser conformado a Cristo é
o grande bem, é o maior bem que ele
podia nos fazer, nos colocar em seu
filho, nos fazer como seu filho. Então,
lágrimas podem servir profundamente a
esse amor de Deus. Esperas longas pode
ser como nós vamos ser pacientes como
Cristo.
Perdas reais podem servir o amor de
Deus. Frustrações podem servir, não
porque o sofrimento seja bom, mas porque
Deus é bom e toma essas coisas em suas
mãos para fazer o bem a nós. A carne
quer conforto imediato e eh Deus quer
santidade real. E santidade real é nos
fazer o bem. Conforto imediato não é. A
carne quer explicações rápidas. Deus
quer formar Cristo em nós, que confiou o
Pai
estando debaixo da sua ira.
Deus quer uma alma que
veja ele como um tesouro.
E aqui está uma das verdades mais
difíceis de engolir. Se a glória de Deus
é conformidade do santo a Cristo, ou
seja, de cada um de nós exigirem
lágrimas, então a bondade de Deus nos dá
lágrimas.
Se nossa transformação exigir noites,
as noites saem da sua graça e da sua
bondade, não da sua falta de humor,
não da sua irritação,
mas da sua alegria,
do seu prazer em nos fazer o bem.
Nós ainda lemos mal muitas coisas.
Chamamos de crueldade o que depois
veremos ser misericórdia severa.
Chamamos de silêncio que depois veremos
ser paciência de Deus. A misericórdia
paciente de Deus chamamos de perda o que
depois veremos ser libertação. O céu
interpretará corretamente dores que nós
não sabemos ler. Não tá na língua que
nós entendemos. Na presença de Deus,
veremos quantas lágrimas estavam a
serviço da glória, quantas não foram
formas de cuidado e como Deus estava
sendo totalmente bom e como Deus estava
se alegrando em ser bom na nossa vida.
E não, olha, Deus agora está furioso.
O bem de Deus é mais profundo do que
nosso diagnóstico,
mais santo que nossa definição emocional
de cuidado. Nossas definições emocionais
são péssimas.
E bendito seja Deus por isso, porque se
o bem que ele nos desse fosse apenas
conforto,
nós viveríamos para os nossos ídolos.
E Deus não promete mimar os seus, mas
promete glória, promete bondade, promete
alegria em perdoá-los, promete nunca
mesmo murmurar, né? Diz eh eh ele nunca
murmura por perdoar mais uma vez e mais
uma vez e mais uma vez. Então há homens
que parecem grandes porque conseguem
meter medo.
É assim quase sempre que o homem parece
grande. Há poderes que impressionam
porque esmagam. anronos que sustentam,
humilhando os fracos para mostrar e sua
força, mas Deus não revela sua grandeza
dessa forma. Sua majestade não se torna
menor quando ele se inclina.
[roncando] Sua glória não perde altura
quando ele sustenta o indigno.
Ele se alegra em fazer isso. Sua
supremacia não enfraquece quando ele faz
o bem. Ao contrário, é justamente onde
ela resplandece mais.
Sua graça,
sua prontidão a perdoar de novo não
diminui.
Ele gosta de mostrar a glória da sua
graça.
Isso é maravilhoso. O mundo caído tem
uma definição doentia de grandeza. para
os poderes da terra ser grande quase
sempre significa impor, subjulgar,
eh cobrar reverência pela força. Os
reinos humanos gostam de produzir uma
certa distância
para eh evocar importância.
É assim, entre reis, impérios, sistemas.
O escritório do se vai ser a última
coisa lá no prédio. Quase ninguém vai
chegar lá. Uma distância. É assim muitas
vezes nos pequenos tronos cotidianos,
mas Deus não é assim. A grandeza de Deus
não aparece esmagando o fraco para
provar que é forte. Ela aparece
derramando sua misericórdia.
Ela parece levantando quem não conseguia
ficar de pé. Por isso ele faz isso. Ele
diz: "Eh, Deus escolheu os fracos, os
que nada são." Aparece sendo refúgio,
rocha, pastor, escudo, torre forte. Esse
é um dos contrastes mais belos da
revelação bíblica.
Essa visão de um Deus sempre aborrecido,
ah,
com o seu povo, eh, suportando.
O Altíssimo não humilha o quebrado para
exibir seu poder. O santo não usa a
miséria humana como palco para
crueldade. Por isso, a glória de Deus
brilha de modo tão singular na cruz.
Porque ao salvar, ele não apenas
demonstra que pode destruir seus
inimigos. Ele podia simplesmente mostrar
o seu poder de destruir seus inimigos. E
não pense em Satanás,
pense em você que nasceu inimigo de
Deus.
Ele demonstra algo mais belo que pode
transformar inimigo em filhos, culpado
em justificados, imundos em puros,
fracos, em pessoas sustentadas pela sua
destra, caídos e restaurados. A
majestade divina aparece com força
terrível no juízo, mas ela aparece com
beleza irresistível na graça. Por isso
diz: "Eu mostrarei a glória da minha
graça." O plano final dele é mostrar
essa beleza irresistível.
Ele também mostrará a força terrível do
seu juízo. Mas eh
o plano final é mostrar a glória da sua
graça. Ele tem prazer.
Quando Deus levanta o abatido, o
universo não vê menos glória, vê mais.
Quando Deus fortalece o cansado, não há
diminuição eh do seu trono. Ah, vou de
novo ter que levantar esse cansado, esse
fraco, a revelação do seu coração.
Quando Deus se torna a beleza do seu
povo, ninguém pode dizer que isso o
diminuiu,
que a
que quagésima
misericórdia
o diminui, porque ele está porque
qualquer poder criado pode destruir
dentro de um certo nível.
Só a majestade infinita pode erguer
pecadores sem comprometer sua justiça,
sua santidade, sua bondade, sua alegria,
seu prazer.
Só a glória divina pode se inclinar sem
perder nada. Só é a única. Só Deus é tão
alto que pode descer até o pó e ser o
Altíssimo.
A graça de Deus nunca para no perdão
inicial.
O perdão inicial é o começo.
Muitos querem um evangelho que apenas
alivie culpa, que resolva a a
condenação, a calme a consciência e
depois deixa o homem basicamente como
tá. Mas esse não é o modo de Deus
salvar. Ele não sente alegria nisso. Ele
sente alegria em derramar sua graça até
fazer de alguém igual ao seu filho, ou
seja, de ser bom.
Deus não apenas livra da culpa, ele
transforma, adorna, embeleza, forma um
povo que passe a carregar
em medida
de criatura, não é? Que nós sempre
seremos os traços da sua beleza moral,
daquilo que é bom. Essa é uma verdade
poderosa demais para ser tratada de
forma rasa, porque significa que a
salvação não é mudança de status apenas.
Vai pro inferno, não vai pro inferno. É
também o início dessa dessa bondade sem
limites que não para enquanto o melhor
não é feito. A escritura fala disso com
imagem de adorno, pureza, formosura,
vestes limpas, noiva preparada, frutos
santos são metáforas.
Nada disso é acidental. Deus quer
mostrar a sua graça, não apenas no
decreto externo. Então, não vou levar
sua culpa em consideração. É uma ação
que invade a pessoa e começa a refazer
tudo que o pecado deformou, porque ele
não se cansa de fazer o bem. E enquanto
aquilo não tivesse exatamente
perfeito, faltaria bem ali.
O pecado desfigura, torce nossos afetos,
desordena todos os nossos amores,
embrutece a alma, deforma a imagem
moral, mas a graça ela vem e ela nunca
deixa de nos perseguir.
Ela não deixa
intactos, não nos deixa intactos da
nossa feiura.
pelo menos o destino deles não vai ser
terrível. Ela ela nos trabalha, nos
corrige, nos purifica, nos poda, nos
quebra.
Agora o espírito forma em nós um monte
de coisas assim:
alegria, a paz, paciência, bondade,
fidelidade, mansidão, domínio próprio.
Ah, queridos, todas essas coisas são
Deus não cansando de nos fazer o bem.
Não só vou perdoá-los, vou fazer
pacientes.
Não vou só perdoá-los, vou fazer
alegres. Não vou só perdoá-los, vou dar
eles a paz. Não vou só perdoá-los, vou
dar eles mansidão.
Vou dar eles domínio próprio. Essas
coisas não são enfeites.
São reflexos da beleza de Cristo. São a
bondade de Deus sendo derramada. Ele
sentir esse prazer e é mesmo isso
do começo ao fim. Você vê Deus quando
está me fazendo paciente, não está
dizendo: "Ah, ele é tão impaciente, não
suporta impaciência, agora vou ter que
de novo usar de paciência para tentar
levá-lo. Ele está se alegrando.
Nunca deixarei de lhes fazer o bem."
Tudo que o espírito opera agora em meio
à luta, a carne remanescente, as
lágrimas, as quedas
combatidas, a antecipação que um dia
será consumado.
Todas as belezas são belezas eh eh eh
como feto do que será um dia. Hoje a
beleza ainda floresce entre as
rachaduras. Hoje as santidades ainda
parecem misturada com a nossa fraqueza,
mas Deus não se cansa disso. Ah, tô
cansado da minha santidade misturado com
a fraqueza dele.
Já faz 20 anos.
Ele se alegra.
>> [roncando]
>> Hoje o santo ainda geme, ainda guerreia,
ainda se arrepende, ainda carrega marcas
da velha corrupção, mas Deus se alegra
num alvo muito maior.
Ele prepara um povo sem mancha, um povo
conformado ao filho, um povo cuja beleza
não virá de ornamentos terrenos, de
ornamentos externos. Isso significa que
a graça não está interessada em te
livrar apenas da ira. Ah, sim. A graça
nos livra da ira vindora. nos livra da
ira que nós merecíamos, mas a graça não
se satisfaz nisso.
Ah, gestão livre da ira. O que podia ser
melhor? Não é a graça está interessada
em nos tornar belos,
nos tornar lindos como o pai vê o filho.
Belos como a beleza da santidade. Por
isso o crente não pode tratar
santificação como um detalhe
ou como uma exigência de um Deus duro.
A santificação
é Deus dizendo: "Eu nunca vou deixar de
te fazer o bem. Nunca. Eu não, a
santificação não é uma exigência de um
Deus que perdeu a paciência,
eh, que tá cansado de ter que nos
perdoar e pelo menos quanto mais
santificado a gente for, menos ele vai
ter que nos perdoar.
O Deus que absolve é um Deus que
embeleza. Enquanto ele não embele, a
bondade dele quer nos embelezar, quer
nos fazer lindos. É isso. A bondade de
Deus não termina na sustentação do
caminho. [roncando] A bondade de Deus
avança até a consumação. A ideia de que
Deus salvou alguém e essa pessoa se
perde é uma ideia louca, né? Eu nunca
deixarei de lhes fazer o bem. Essa é a
aliança eterna que eu faço com eles.
Ele não apenas acompanha o santo na
peregrinação.
Ele conduz ao fim glorioso. É dele
o compromisso de nos levar à
glorificação. Não é? Eu te justifiquei
agora. Fique aí, hein? Eu tô cansado já.
Sem paciência. Se você não for o que
você deve ser, não vai ter glorificação
nenhuma. Essa é uma das verdades mais
consoladoras da fé cristã. Deus não está
nos levando apenas para um lugar melhor,
melhor que a terra, um lugar sem dor,
sem aflição. Está nos levando para um
estado final de plenitude.
Por quê? Porque ele nunca cansa de nos
fazer o bem. nos livrar da ira é nos
fazer o bem. Mas ele não tá cansado. Ah,
agora já fiz. Me pendurei numa cruz para
livrar eles da ira. Não, não.
Ele quer nos levar paraa perfeição da
redenção, para restauração completa,
para alegria ser rachadura. Isso não,
porque ele está de mau humor e fica
exigindo as coisas.
Hoje ainda lágrimas, ainda há luto,
ainda há guerra interior, ainda há
fraqueza, doença, perda, cansaço,
perplexidades, tentações, memória
ferida, corpo abatido, coração apertado.
Hoje ainda há pecados remanescentes.
Um mundo quebrado pressiona você por
todos os lados e principalmente por
dentro. Mas isso isso tá longe de ser:
"Ah, mas eu estou livre da ira". Deus
diz: "Não, não, não, não. Eu nunca me
canso de te fazer o bem. Não era só te
livrar da ira. Não, não. Haverá um dia
em que não haverá mais lágrima
e eh
nada. Não haverá uma, uma dor que a
gente vai pensar, não sei o que que Deus
está pretendendo fazer com isso, né?
Nenhum luto ficará de pé, nenhum defeito
moral sobreviverá, nenhum gemido
resterá. A bondade de Deus não
descansará
enquanto não chegar aí. e depois
continuará não descansando.
A bondade e a misericórdia nos seguirão
para sempre. Não é durante a vida, é por
toda a eternidade. Ele não nos deixará
parcialmente curados. O propósito divino
é inteiro, completo, final. Por isso, a
esperança cristã é tão robusta. Não tem
nada a ver conosco. Tem a ver com ele
dizendo: "Eu nunca vou me cansar de
fazer o bem a você, mesmo sendo quem
você é".
Nunca vou me cansar de te perdoar, de te
purificar, de usar da minha
misericórdia, de começar novamente. Ele
olha para um futuro em que a própria
estrutura da miséria será completamente
desmantelada. A morte é vencido, o
pecado erradicado, a vergonha
desaparecerá, não haverá mais separação.
Isso é o que nós falamos na metáfora de
que quando a noite terminar, não haverá
mais noite.
Quando a Bíblia diz que não haverá mais
noite, apenas dia. A noite é linda. A
noite foi criada por Deus, né? Está
falando sobre isso. E mais do que isso,
a alegria final dos redimidos não será
apenas ausência de sofrimento, será
participação na alegria perfeita de
Deus.
Será participação na própria alegria. O
pai verá o seu povo completo em Cristo,
sem mancha,
sem mácula. Que pensamento alto. O Deus
que hoje se alegra em nos fazer o bem,
um dia contemplará a obra terminada e
dizer: "Eu fiz o bem". Eu não só livrei
eles da ira, do inferno, do que eles
mereciam.
Eu diariamente,
minuto após minuto, lhes fiz o bem.
Minuto após minuto não tive
misericórdia. Eu me alegrei em ter
misericórdia. Eu me alegrei em usar da
minha graça. Nós veremos então que
nenhuma tribulação foi desperdiçada,
nenhuma poda foi arbitrária, nenhuma
disciplina foi excessiva, nenhum vale
era sem direção, porque simplesmente
estavam fora do caminho. Tudo estava
levando a esse fim. Deus não vai
descansar enquanto seu povo não estiver
completo. Não vai, não vai se cansar.
Não vai cansar de perdoar, não vai
cansar de ter misericórdia.
Mas não é só que ele não se cansa, ele
vai se alegrar em cada passo, em cada
instante, em cada perdão, em cada
misericórdia, em cada graça.
Ele não faz isso porque ele tem que
fazer, porque um livro diz que um Deus
justo, correto e santo tem que fazer
isso. Não existe esse livro.
A bondade de Deus só termina sua obra
quando não houver nada em nós
que precise chorar ou nada em nós que
não esteja se deleitando plenamente. Ou
seja, isso vai começar e vai ser
realmente sem fim. Então, a promessa
agora sobe mais alto. Não basta dizer
que Deus faz o bem.
Não basta dizer que Deus se alegra em
fazer o bem.
Deus fazer o bem é maravilhoso. Agora,
pensar que Deus se alegra a cada perdão,
em vez de ser perdoar de novo, ele sente
um deleite.
A escritura vai além, ela nos coloca
diante de uma frase que quase parece
grande demais para ser suportada.
Hoje à noite nós vamos sear e eu espero
que você esteja aqui.
E essa celebração nos mostra isso de
maneira tão grande, né? Deus faz o bem
ao seu povo com todo o seu coração e com
toda a sua alma. A gente tá acostumado
com essa expressão, né? Amarás o Senhor
teu Deus com todo o seu coração, em toda
a sua alma. Mas aqui a graça deixa de
parecer apenas generosa, ela se torna
avaçaladora. Ele diz: "Eu vou fazer isso
de toda a alma e de todo coração". Ele
está falando sobre constituições que nós
temos para nós entendermos.
Então, Jeremias 32:41 não é um texto,
talvez seja um dos maiores textos,
é um abismo de consolo.
O Senhor diz: "Terei alegria em lhes
fazer o bem". Não só lhes farei o bem,
eu sinto prazer depois. E certamente os
plantarei nesta terra
como de todo o meu coração e de toda a
minha alma.
Essa linguagem é deliberadamente
intensa. Ela foi dada para esmagar
nossas suspeitas pequenas sobre Deus.
Deus nunca está eh nunca tem um
pensamento realmente pequeno sobre nos
fazer o bem. Sempre é de toda a sua
alma. Imagine de Deus. Nossa alma é uma
coisa pequena de criatura, queridos. Não
é? Aqui está falando sobre o coração de
Deus,
todo o meu coração. E vou fazer o bem a
eles de toda a minha alma. Deus quer que
o seu povo saiba que sua bondade não é
superficial. Eu não faço bondade para
você com o meu grande coração. Eu faço,
eu derramo minha bondade sobre você com
todo o meu coração. Imaginem, todo o
coração de Deus é infinito.
Toda a alma, ou seja, Deus tá dizendo,
não é protocolar. Eu não te perdoo mais
uma vez, um bilhão de vezes, porque eu
tenho que fazer isso. Eu faço isso com
todo o meu coração, com toda a minha
alma.
Não é fria, não é burocrática, não. Tem
que ser feito. Não é uma ação correta,
realizada sem envolvimento, porque
aquilo é correto, eu tenho que fazer.
Não é um movimento externo desconectado
do ser. Quando Deus faz o bem, ele nunca
faz, a não ser de todo o seu coração.
Quem dera nós pudéssemos dizer que
realmente louvamos Deus de todo o nosso
coração, toda a nossa alma, toda a nossa
força, toda a nossa mente.
Mas ele disse: "É assim que eu faço bem
a você. É assim que eu te perdoo. Eu não
te perdoo porque é uma coisa ai que eu
tenho que fazer.
Ele não faz. Deus tá dizendo o seguinte:
"Eu não tenho afeto dividido. Vocês
quando me louvam ainda, você diz: "Tu é
soberano, Deus. Amanhã vocês estão com
medo como se eu não tivesse dirigindo as
coisas.
Vocês dizem: "Tu és a rocha. Amanhã
vocês agem como se o mundo não tivesse
um chão para vocês pisar.
Eu não tenho afeto dividido.
Não faz. Eu nunca faço nada para vocês
com distância. Eu nunca oro. Sabe como
vocês oram para mim? Vazios com
distância. Então isso nunca acontece.
Minha bondade nunca é distante. Ele não
faz enquanto outra parte permanece
retraída.
Em nós. Isso acontece o tempo todo.
Fazemos coisas boas sem desejo inteiro.
É, nós temos que fazer determinadas
coisas, mas naquele dia a gente não tá
querendo fazer não.
Parte de nós não quer. Parte acha que
tem que fazer. Ajudamos, mas ficamos
cansados.
Servimos, mas também queremos ser
servidos.
Eh, damos, mas com um resto de
relutância.
Damos, mas pensamos, hum, será que não é
um pouco demais? Falamos palavras certas
com coração ausente. Às vezes falamos:
"Te amamos". Mas não é nosso ato e nosso
afeto raramente
andam perfeitamente juntos. Nossos
melhores atos muuit das vezes estão
um tanto que divorciados dos afetos.
>> [roncando]
>> Mas em Deus não há esse descompasso.
Nele, o que ele faz,
o que ele ama
é completo. Converge da sua alma, do seu
coração, da sua mente. O bem que ele
realiza vem carregado de um deleite, de
uma alegria. Não um pouco de alegria.
Vou sinto uma alegria em perdoá-los.
Sente toda a alegria.
Sua providência não corre na frente de
um coração atrasado. Sua aliança não é
sustentada por mera decisão. Não, eu
prometi, tem que cumprir.
Como se o afeto fosse um detalhe
dispensável. O importante é eu ser fiel.
Se eu tô sentindo alegria em perdoá-lo,
isso não é importante. Vou perdoá-lo
porque que ele quer mais. Não, não, não.
Quando Deus nos faz o bem, ele diz: "Eu
faço com toda a minha alma. Eu faço com
todo o meu coração quando eu tenho
misericórdia cada nova manhã. Eu faço
com toda a minha alma, com todo o meu
coração, com toda a minha alegria, com
todo o meu prazer. Essa verdade é quase
insuportavelmente doce, porque ela nos
diz que a bondade divina não sai de uma
zona periférica do ser de Deus. a sua
bondade para conosco. Sai do seu
coração, da sua mente, da sua alma, de
todo o coração. Sai do centro do
coração, da alma, da plenitude. Eu te eu
eu me alegro em te perdoar com todo o
meu coração.
Isso não significa mutabilidade
emocional, como se Deus fosse arrastado
por impulsos instáveis. Significa a
intensidade santa, inteireza perfeita do
seu ser, deleite indiviso, bondade
desenrachadura. O Senhor quer que o seu
povo saiba disso. Nunca venha me pedir
perdão achando que eu estou relutante.
Nunca se aproxime de mim eh eh clamando
por misericórdia, pensando depois de mil
vezes. Eu nunca estou cansado. Eu nunca.
Eu sempre te perdoo de todo o coração,
de toda a minha alma.
Isso é incrível.
Quer que os redimidos deixem de correr
para ele como quem se aproxima de uma
fonte que talvez esteja meio fechada
naquele dia. Quer que saibam, quando ele
ama, ele ama por inteiro, ele ama para
sempre. Por isso a aliança é eterna.
Quando faz o bem, ele faz com plenitude.
Quando planta, ele sustenta. Se ele não
fosse sustentar, ele não plantava.
Quando ele chama,
ele nunca mais, o amor dele nunca mais
larga aquela pessoa. Senão, ele não
chamava.
Quando ele disciplina, ele sempre
restaura. Não há outro propósito, não há
mau humor na disciplina.
Ele não está apenas sendo coerente.
Eu tenho que ser coerente. Eu sou Deus.
Eu tenho que ser coerente com o que eu
falei. Não, não. Ele está fazendo aquilo
com todo o seu coração, com toda a sua
alegria.
Isso muda a forma como o crente lê a
própria fraqueza. Porque quando o
coração acusa, quando a consciência
acusa, ela entende imaginar Deus numa
versão reduzida.
Um Deus de pouca disposição, um Deus que
talvez ajude, mas meio que desgostoso.
Perdoar, misericórdia, um Deus que
continua fiel. Mas sabe quando você é
fiel, mas já tá cansado? Então tem
crente que diminui Deus assim. Deus tá
sendo fiel. É só porque ele tá sendo
fiel. Ele se alegra em ser fiel.
>> [roncando]
>> Um Deus que cumpre o que prometeu,
as pessoas diminuem Deus, mas sem
prazer. Não, não, não, não. Jeremias 32
destrói essa caricatura. O Deus da
aliança não ama com meia medida. Ele não
salva pela metade. Ele não salva alguém
para essa pessoa no final acabar no
inferno. Ou salva essa pessoa, mas ela
só me deu desprazer. não sustenta com
metade do coração. Ele é inteiro em sua
bondade.
A outra imagem
que a escritura usa para nos libertar de
pensamentos estreitos sobre Deus.
Isaías 62 4 e5 diz: "Você já não será
chamada abandonada, mas será chamada
minha delícia, pois o Senhor terá prazer
em você." Assim como o noivo se alegra
com a noiva, assim o seu Deus se
alegrará com você. Essa é uma linguagem
ousada, belíssima, santa demais, eh,
para ser tratada sem reverência, porque
ele troca a imagem da mera absolvição. O
juiz que diz absolvido,
não vai ser castigado. Não é que a
absolvição desapareça, ela continua
essencial. É óbvio, não é? A culpa
precisa ser removida, a condenação
precisa cair. A justiça precisa dizer
satisfeita. A lei precisa dizer OK. Mas
Deus não quer que o seu povo pare aí.
Deus deve encantar seu coração pela sua
beleza. [roncando]
Ele não quer ser conhecido apenas como o
juiz que cancelou a sentença, o juiz que
teve misericórdia.
quer ser conhecido como o Deus que se
compra em seu povo, que sente alegria
nele. Às vezes as pessoas estão falando
tanto da igreja, da igreja, não é? Que
parece que a igreja é um fardo para
Deus,
que Deus pensa: "Tomara que essa
história acabe logo, não suporto mais a
igreja.
Tô cansado,
2000 anos e erros entram e desvios e que
canceira.
Por isso que as pessoas pensam que
mensagens maravilhosas são simplesmente
esses broncas de Deus quando tá
malumorado, né? Isso mexe profundamente
com a imaginação espiritual do crente,
porque muitos ainda vivem diante de Deus
como se tivessem apenas sendo tolerados
por Deus. Deus me tolera.
Sabe que às vezes a gente tá tolerando
pessoas, né? como se a salvação fosse
uma espécie de acordo jurídico frio,
necessário, correto. Como se depois de
resolvida a culpa, restasse apenas Deus
suportar a nossa presença inconveniente
e chata.
Mas Isaías destrói esse pensamento. Deus
não salva para te suportar. Deus te
salva para se alegrar em você.
A linguagem do noivo não é linguagem de
tolerância,
suportar. É linguagem de afeição, de
prazer, de deleite, de comunhão. Isso
não sentimentaliza Deus. Isso só exalta
a beleza da aliança.
Ele não fez nada disso, a não ser de
todo o seu coração, porque quis
soberanamente é nos trazer para a
comunhão da alegria do próprio Deus. É
isso que Jesus disse. A minha alegria
vai estar em vocês.
O céu não será apenas um tribunal onde
fomos inocentados. Um monte de inocentes
caminhando.
Será a casa de Deus, a casa do Deus que
se comprais de de eh eh de seu povo
purificado, belo, lindo em Cristo.
Veja a força disso. O Senhor tomou um
povo que merecia o nome de abandonada no
texto, repudiada e disse: "Seu nome será
minha delícia.
Não, simplesmente não mais abandonada.
Minha delícia! Tomo que era digno de
vergonha e envolve numa linguagem de
prazer. Tomo que foi rebelde, introduz
imagens de uma aliança jubilosa, de
alegria. Isso só é possível por causa da
obra de Cristo. Nunca por nada bom em
nós. Nunca por encantamento natural no
homem. Nunca por que a noiva tenha uma
beleza própria, natural.
O que há é graça soberana. Mas você vê,
é uma graça feliz.
>> [roncando]
>> A graça que perdoa. Podia ser a graça
que perdoa, mas cansada, não é? Não. A
graça que perdoa, ela lava, veste, a
adora com santidade. Então, cria aquilo
em que o próprio Deus se compra. A
alegria de Deus sobre o seu povo. Então,
não é uma alegria cega. Deus não está
não cansado com você, porque você Ele
não tá vendo
eh aquilo em você que não o glorifica.
Ainda ele não ignora a justiça, não
atropela a santidade. Isso significa que
o crente não vive apenas sobre sentença
cancelada. É isso. Não é só sobre a
dívida que foi riscada, que foi rasgada.
Não é assim que ele vive. vive sob um
deleite pactual,
não apenas sobre aceitação jurídica, mas
sobre comunhão,
alegria, prazer, não apenas como um réu
absolvido, mas como seu povo amado.
E entre nós, quase tudo sofre erosão.
O entusiasmo nosso varia, estamos
entusiasmados, que nós estamos mais. A
intensidade diminui. O afeta esfria,
encanto se desgasta. A repetição todo
dia das mesmas coisas cansa. A
convivência expõe limites.
A paciência falha tantas vezes na
convivência, a alegria perde o vigor.
Essa é uma marca da criatura caída.
Nós começamos fortes e muitas vezes
estamos esgotados. Tô esgotado. Aquilo
que era prazeroso me esgotou. Tô, tô
esgotado. Prometemos com fervor e depois
seguimos numa marcha sem fervor. Podemos
prosseguir, mas sem fervor. Amamos de
verdade, mas a gente tem que admitir que
nosso amor mais verdadeiro é cheio de
flutuações,
com fadiga, com interrupções. Mas em
Deus isso não existe. O céu não conhece
tédio. O amor de Deus nunca tá
entediado.
Ah, de novo. Vou ter que fazer essas
coisas de novo. Não conhece monotonia da
sua bondade. A bondade dele nunca é
monótona. não conhece desgaste, o amor
de Deus não envelhece.
Isso acontece porque Deus não sofre
perda. Sua plenitude não diminui. Ele
era o Deus bendito antes de nos criar.
Ele ainda é o Deus bendito. Sua glória
não entra em decadência.
Não existe queda de intensidade
na alegria dele em nos fazer o bem.
Essa é uma das implicações mais
preciosas dessa da perfeição divina.
Deus é infinitamente pleno. Ele não
precisa de nada.
Portanto, nada dele se gasta. Ele não
ama porque precisa ser completado. Ele
ama a partir da sua perfeição. Nós
amamos o outro. Estamos esperando que o
outro nos complete. O outro, coitado,
não é capaz de nos
completar.
Então nós começamos a declinar. O amor,
ele ama da abundância e não da falta,
não da necessidade. Ele ama da
plenitude. Por isso, o seu amor não
sofre nenhuma erosão. Não importa o que
aconteça. Essa verdade consola de modo
profundo, porque nós conhecemos neste
mundo a dor
do afeto humano falhar, do nosso afeto
falhar. Conhecemos relações em que o
entusiasmo virou apenas manutenção,
cansada. Mas isso não existe em Deus.
Ele não persevera conosco, porque ele
tem que fazer isso. Ele sempre está com
a mesma alegria no bilionésimo perdão,
na bilionésima graça e misericórdia que
ele está mostrando. Sua alegria sobre o
seu povo não sofre deteriorização
conforme foi a nossa semana. Isso
significa que a esperança do crente está
ancorada em algo muito mais sólido do
que sentimentos humanos.
repousa nessa constância eterna do
deleite de Deus, não do Deus fazer o que
é certo, mas dele se deleitar em fazer
essas coisas. A igreja não é sustentada
por amor divino que eh diminui, que está
em queda, é sustentado por um amor que
nunca sofre redução.
Deus não ama mais a igreja do século X,
17, 18,
século
ele ama a igreja.
E quando finalmente estivermos na
glória, não descobriremos um Deus
cansado
de ternos salvado.
Que luta salvar vocês, hein? Quanta
misericórdia, quanto pecado
vocês,
vocês me cansaram de fazer o bem.
>> [roncando]
>> Descobriremos um Deus eternamente
satisfeito em sua obra, um Deus
totalmente feliz no que fez, em cada
misericórdia, em cada perdão,
em cada vez que a bondade e a
misericórdia nos [roncando] agarrou.
E aqui a alma realmente treme. O Deus
infinito não ama em versão reduzida, não
se alegra nunca, sempre é de todo
coração, sempre é de toda a sua alma.
E a promessa é gloriosa, mas não é
genérica.
É assim que a gente quer terminar. Deus
não se deleita do mesmo modo em todos.
Ele não distribui seu prazer como se não
houvesse diferença entre fé e idolatria,
entre temor e autossuficiência. Há um
povo sobre quem Deus canta e só sobre
esse povo.
Esse povo é marcado por uma coisa.
Eles foram chamados por essa bondade
infinita e soberana. E esse povo então
espera nele,
não em si, não em seus recursos. Sempre
que há um ensino que supostamente é o
evangelho, em que o homem espera em si
mesmo conseguir ser de determinada
maneira para que Deus possa cumprir o
que a sua bondade determinou. Isso é um
falso evangelho. O Salmo 147 diz algo
que confronta diretamente o coração
humano. Não é a força do cavalo que lhe
dá satisfação, nem a agilidade do homem
que lhe agrada. O Senhor se agrada dos
que o temem, dos que colocam sua
esperança no seu amor leal. Deus faz o
seguinte: Ele se deleita em quem
realmente acredita no que ele é. Um Deus
que não se cansa de fazer o bem, que
nunca está indisposto, que nunca, esse
texto não está demonizando a força do
cavalo. Foi Deus que fez o cavalo forte.
Deus, um dos textos mais maravilhosos
assim sobre eh a criação é Deus falando
sobre o cavalo com Jó. Vê como ele
corre, vê a sua crina, vê como ele não
tem medo de nada. Você já viu o cavalo
Jó? Você viu como ele é maravilhoso? é
Deus falando sobre uma obra dele, eh,
mostrando assim, eh, a maravilha dela,
né? O problema não é a existência de
recursos, o problema é o lugar que damos
ali. O cavalo naquele mundo era símbolo
de poder, [roncando] de vantagem
militar, sabe? É como se você tivesse os
os melhores foguetes, os F35 de hoje,
tem os melhores cavalos. É a capacidade
de vencer, de controlar o cenário, de
impor um resultado com suas bombas. As
pernas falam da prontidão humana, da
velocidade, da competência, da força.
Deus diz: "Nada disso é neutro quando o
coração entra em cena". Porque o coração
humano sempre tenta converter meios em
deuses. E é aí que nasce a concorrência
espiritual. Não porque Deus esteja
disputando espaço com coisas, não é? Mas
porque o homem é tolo bastante para
misturar Deus e compará-lo
a coisas infinitamente menores.
Quando o homem espera em recursos,
desempenho, poder, estrutura,
capacidade, reputação, inteligência,
currículo, influência, controle,
previsibilidade,
ele está só comparando Deus a criaturas.
Todas essas coisas fazem parte da
criação. Todas essas coisas quando o
homem compara a Deus está diminuindo.
Esse é o pecado da confiança
concorrente, que nem sempre é declarado,
mas se você sente mais tranquilidade
quando tem alguma coisa criada ao seu
lado, então você está exatamente aqui.
Os lábios ainda falam em Deus, mas o
coração repousa no cavalo, nas pernas do
homem. E é por isso que Deus não se
agrada da força do cavalo, nem da
agilidade das pernas, porque a confiança
nelas não é apenas um erro psicológico,
é uma desordem teológica final no
coração. Deus não divide com ídolos o
lugar da sua esperança.
Sua esperança não pode estar em nenhuma
das coisas que ele criou, por mais
maravilhosas que elas sejam. Somente ele
pode suportar o peso da esperança
humana. A esperança humana sempre será
um horror quando ela não está em Deus.
Só ele pode suportar o peso sem falhar,
semitir, sem envelhecer. O homem, porém,
insiste em construir seguranças
paralelas.
Confia no nome até que aquele nome seja
esquecido. Confia eh na técnica até que
aquela técnica encontre o seu limite.
Confia numa explicação da sua alma até
que outra pessoa crie outra teoria. E
toda vez isso acontece, Deus está nos
demonstrando com severa misericórdia que
a esperança em qualquer outra coisa que
não seja nele, que tem alegria e nos
fazer o bem, apodrece. O Senhor não se
agrada da confiança concorrente. É isso.
Depois de negar a falsa segurança, o
salmo mostra a marca do povo sobre quem
Deus toma prazer. O Senhor se agrada dos
que o temem, do que colocam sua
esperança no seu amor leal, ou seja, no
seu amor que nunca se cansa de fazer. eh
eh de de se alegrar em fazer o bem. Essa
frase é devastadora, linda e ao mesmo
tempo devastadora, porque mostra o tipo
de resposta que nossos corações podem
dar para honrar Deus.
E é devastador porque destrói nossa
autossuficiência
religiosa. Deus se agrada dos que o
temem, isto é, dos que reconhecem seu
peso, sua santidade, seu amor leal, sua
alegria em nos perdoar. em continuar nos
perdoando. Temor não é pânico, né? É a
alma finalmente colocada em ordem diante
de Deus.
Mas o texto continua: Deus se agrada dos
que esperam no seu amor leal. Aqui o
temor ganha força prática, né? É
refugiar-se na sua misericórdia que
nunca cansa,
na sua
alegria de fazer o bem. E não só fazer o
bem, porque esse é o certo. É depender.
A marca do povo de Deus não é
autossuficiência refinada, é uma
dependência. Eu sei que ele ama me fazer
o bem, ter misericórdia de mim. E sei
que ele está sempre fazendo isso. O
mundo admira quem parece bastar-se. A
carne admira quem consegue se manter de
pé. E a gente se alegra apenas em que
Deus faz o bem o tempo todo para nós e
faz isso com alegria, prazer,
invencível, interminável.
Então, eh, do coração que sabe que
precisa da misericórdia, mas que Deus
nunca
usa da misericórdia porque ele tem que
usar, mas ele usa porque tem um prazer
infinito em fazê-lo. Do coração que não
negocia com ídolos de segurança, do
coração que sempre foge para Deus porque
entendeu que nele há abrigo. E Deus não
nos abriga em nossa fraqueza, cansado da
nossa fraqueza. Não, não, não. Ele
espera, a Bíblia diz, no amor leal do
Senhor. É conhecer que tudo em nós é
insuficiente. Mas Deus não simplesmente
eh
suporta essa insuficiência. e se alegra
em suprir todas as coisas
que nossos melhores dias não consegue
sustentar nada, mas que ele se alegre
nos sustentar em vez de ficar cansado de
ter que fazer isso sempre. Aliança
estável, amor que não mente, bondade que
não se dissolve, fidelidade que não
falha. Esse é o tipo de resposta que
agrada a Deus. [roncando]
Mas um pecador reverente, com mãos
vazias, olhando para o Senhor e dizendo:
"Tu és o meu único socorro,
o teu amor leal. Eu sei que as tuas
misericórdias não se renovam. É porque e
é tu tens que fazer isso. É porque tu
tens um prazer enorme em fazer isso. Eh,
tu és minha única segurança e é tratá-lo
como Deus. E Deus não está nos salvando,
cansado,
aborrecido,
distante,
contando quantas vezes nos perdoou,
quantas vezes teve que usar de
misericórdia.
Não servimos um Deus bom, mas cansado,
que às vezes se esgota.
Esse povo pode ser fraco, pode estar em
lágrimas, pode não ter cavalo, pode não
ter pernas ágeis, pode atravessar dias
escuros. Mas há uma marca nele. Seu
coração corre
para Deus.
Queridos, Deus é essa beleza infinita.
Quando nós pensamos em Deus perdoando,
cansado,
irritado,
nós
sentimos dificuldades e pensamos que
sempre a nossa vida de santificação é
algo tentando eh fazer Deus eh se
alegrar e não ficar tão cansado com a
nossa vida. Não estamos entendendo e não
somos mudados porque não há beleza nos
encantando. Esperar no amor leal do
Senhor agora é esconder-se em Cristo.
É abandonar qualquer outro nome. É parar
de se apresentar diante de Deus com
qualquer currículo, como se isso fosse
agradá-lo, com a própria moralidade,
disciplina, piedade, história, força. É
deixar o seu próprio nome cair. Deus se
alegra em fazer o bem. Amém.
Ele não depende de nenhuma dessas
coisas. Perdão porque nele o pecado foi
carregado. Justiça porque nele a
obediência é perfeita. Reconciliação
porque nele a ira foi satisfeita. Mas
ele nunca para. Segurança porque a
aliança não falha. Se a aliança
falhasse, tudo isso não era, mas ela só
podia falhar se Deus cansasse de fazer o
bem. Mas ele não cansa. E então ele
canta sobre o seu povo, porque nele o
povo redimido se torna um povo sobre
quem Deus se alegra.
Deus não está cansado da igreja. Deus se
alegra na igreja. Deus se alegra em
salvar pessoas como nós. É isso que nos
leva à santificação.
É isso que nos encanta. É isso que nos
transforma de glória em glória. Em
Cristo o refúgio se torna a salvação. O
nome santo que antes nos expunha se
torna o nosso abrigo. Esse é o ponto
mais belo. Em Cristo, a glória de Deus e
o bem do pecador não competem mais.
Porque quanto mais Deus derrama o seu
bem, mais ele mostra a sua beleza. Ele
se alegra em fazer isso.
Para Deus é uma grande alegria salvar o
seu povo, uma grande alegria em
perdoá-lo, em ter misericórdia.
Ele foi pra cruz pela alegria que ele
estava proposta.
O nome de Deus é honrado e o pecador é
salvo. A justiça permanece inteira. A
santidade não recua e a graça nunca
falha. Por isso o coração que eh
percebe que Deus é gracioso, mas
cansado, é gracioso, mas está sempre
tentando eh compensar
porque pensa que Deus pode estar cansado
de de fazer essa obra contínua de graça
e misericórdia não se encanta e não é
mudado pelo evangelho. As pessoas
pensam, eh, eu gosto de ser irmãos que
só dão a ideia de que Deus está
aborrecido.
E finalmente encontra-se entre aqueles
que sobre quem o próprio Deus canta.
Isso é maravilhoso.
O Deus que ama seu nome, acima de tudo,
se alegra naqueles nos quais ele pôs o
seu nome, em seu filho. E em Cristo,
esse refúgio deixa de ser teoria e se
torna salvação, alegria e canto no
coração de Deus. Deus está cantando
sobre o seu povo, está cantando sobre a
igreja. Ele está dizendo: "A igreja é a
minha delícia". Nós temos que ter
cuidado, queridos, porque ao combatermos
o erro, nós começamos a achar que a
própria igreja, a existência dela é um
problema, é um cansaço,
que a própria existência da igreja, com
todos os seus problemas
é um desprazer para Deus, que nos salvar
é um cansaço para ele, que nos fazer
como seu filho é um grande esforço
cansativo e muitas vezes desagradável,
quando na verdade
Deus se deleita profundamente em nos
salvar, em nos perdoar, em ter
misericórdia,
em ter uma paciência sem fim, em ter um
amor que nunca se cansa. Eu nunca vou me
cansar de lhes fazer o bem. Nunca venham
a mim achando que eu estou cansado.
Nunca venham pedir misericórdia, achando
que eu estou cansado da igreja, cansado
do meu povo, cansado do meu corpo. Eu
nunca estou. Eu estou sempre alegre em
lhes fazer o bem pela milésima vez, por
bilhões de vezes.
Eu estou mostrando a glória da minha
graça.
Aqui a história termina como só a graça
poderia fazer terminar. pecado e o o o
pecador escondido em Jesus descobre que
Deus diante de quem ele tremia, não só o
salva, se alegra nele, tem prazer nele.
E é essa alegria, é essa misericórdia na
qual ele se deleita em fazer o bem, que
diz: "Nunca vai dar errado, porque eu me
alegro em ter misericórdia e nunca me
canso de lhes fazer o bem. Nunca me
busquem achando que eu estou cansado de
perdoá-los de novo, de ter misericórdia
de novo, de santificar-los de novo, de
purificá-los de novo. Eu estou sempre
alegre, feliz
em fazer isso. A igreja nunca é um
cansaço
para o meu coração. Vamos ficar de pé,
vamos cantar.
O que mais poderíamos fazer diante de um
Deus assim?

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