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A fé vem pelo ouvir

Quando pensamos ser mais fortes do que somos – Culto Noturno – AO VIVO | 14/06/26 | 18h

Quando pensamos ser mais fortes do que somos – Culto Noturno – AO VIVO | 14/06/26 | 18h

Quando pensamos ser mais fortes do que somos – Culto Noturno – AO VIVO | 14/06/26 | 18h

Acompanhe a transmissão ao vivo do Culto Dominical Noturno da Primeira Igreja Presbiteriana de Goiânia com exposição fiel das Escrituras e ênfase na teologia reformada. Momento de edificação na palavra, louvor e comunhão. Acompanhe conosco!

Primeira Igreja Presbiteriana de Goiânia
+55 (62) 3213-3320 ou 98113-0461‬ (WhatsApp)
Rua 68 c/ Rua 71, St. Central, Goiânia-GO

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Legendas automáticas:

Boa noite, igreja.
Vamos iniciar nosso culto, momento agora
de prelúdio, onde você vai curtivar sua
cabeça, orar a Deus, se preparar para
esse momento agora que o culto que vamos
prestar a ele. Coloque o seu celular no
silencioso
ou desligue seu celular.
E vamos ter um momento agora, cântico do
Madrigal, pra gente eh nos prepararmos
para para esse culto que vamos prestar
ao nosso Deus.
>> [música]
[música]
>> Jesus amigo temos [música]
chegaros
[música]
e nos manda que revemos [música]
a Deus e coração.
[música]
Que pazemos.
Que pazemos
[música]
de coração
porque nós não levamos
[música]
como a Deus em oração.
>> [música]
[música]
>> Temos [música]
vidas e pensaras
[canto] e pensar que
a tentação. [música]
Não [canto] ficamos em conforto.
[música]
Cristo [canto] em coração [música]
palmerá [canto]
um outro amigo [música]
[canto] de tão grande [música]
compaixão.
ouvindo Jesus Cristo
[música] sempre
deção.
>> [música]
>> Se nósemos
Cristo [música]
estendeos a mão,
pois [música] é sempre a nossa
e [música] refúe em oração. [canto]
Se este [música]
mundo nos despreza.
>> [música]
>> Cristo é nosso
braços [música][canto]
nos amar
e nos da [canto] consolação.
[música]
em seus braços nos acolhe
e nos [música] dáção.
[música][canto]
Amém.
[música]
Convido à igreja, mesmo assentados,
façamos a leitura do texto
de Mateus, capítulo 16,
versículos de 13 a 20.
Mateus 16,
versículos de 13 a 20. Leitura
alternada. Eu lerei o versículo 13, a
igreja 14 e assim vamos ao versículo 20.
Indo Jesus para as bandas de Cesareia,
de Felipe, perguntou aos seus
discípulos:
"Quem diz o povo ser o filho do homem?
disse:
"Vouas
e outros."
>> Mas vós, continuou ele, quem dizeis que
eu sou?
Simão Pedro disse: "Tu és Cristo, o
filho do Deus vivo". Então Jesus lhe
afirmou: "Bem-aventurado és, Simão
Bajonas, porque não foi carne sangue que
tu revelaram, mas meu Pai que está nos
céus.
As portas do inferno não
terra.
Darie ei as chaves do reino dos céus. O
que ligares na terra terá sido ligado
nos céus e o que desligares na terra
terá sido desligado nos céus.
>> Vamos ter um período de oração agora.
Cubre a sua cabeça. Vamos orar ao nosso
Deus.
Pai, queremos agradecer por mais uma vez
termos o privilégio de estarmos reunidos
como povo teu, tu igreja comprada com
sangue do de Cristo ali na cruz.
Podermos nos reunir, ó Deus, para
prestar o culto que só o Senhor é
devido.
Que o Senhor possa abençoar, ó Deus,
esse momento aqui, trazendo edificação à
tua igreja.
Que todos os atos deste culto, ó Deus,
sejam para louvor do teu nome. Ó Pai,
fala aos corações aqui na exposição da
tua palavra, nos cânticos.
Que tudo seja, ó Deus, útil conforme a
necessidade de cada um aqui que o Senhor
conhece. Bem,
obrigado ó Deus porque o Senhor tem
abençoado essa igreja há tantos anos,
sustentado, ó Deus, e rogamos que o
Senhor continue fazendo dessa igreja uma
igreja viva, uma igreja fiel à tua
palavra, uma igreja que não tolera o
pecado, uma igreja missionária, uma
igreja que ame ao Senhor. Ó Pai, abençoe
nossa igreja, o nosso pedido, nos
abençoe nesse culto, em nome de Jesus
que oremos. Amém.
Convido a igreja ficar em pé. Vamos
cantar juntos
o hino de número 49. Vencendo veng
sempre vencendo.
Momento de
consagração de dízimos e ofertas.
Se você veio preparado, pode colocar
seus dízimos nos gasofilácios.
No envelope aí tem os dados para fazer o
Pix. Quem tiver em casa também tem os
dados no monitor. E o dízimo, meus
irmãos, é uma responsabilidade
dos membros da igreja. A obra de Deus
precisa de recursos.
Então, todos nós temos essa
responsabilidade.
Não tem, não devemos ser negligentes
para com isso. E além de um dever, uma
responsabilidade, o dízimo é uma
adoração.
Se você quer adorar a seu Deus, uma das
maneiras de você adorar é dando dízimo,
é dando uma parte daquilo que Deus te
dá, na confiança de que é ele que cuida
de você.
Então, se você veio preparado, faça
desse momento agora um momento de você
consagrar os seus dízimos e ofertas.
>> [música]
>> Vencendo
[música] m vitorioso
Cristo Jesus, o Senhor
é soberano,
chefement bendito.
>> [música]
>> E tudo ele é vencedor.
[música] Ele supremo
guiando
com seu imenso [música]
poder.
Todos salvantes,
bons crentes,
todos lutar e vencer. [música]
Não é dos fortes
a vitória, [canto]
nem dos [música] que correm
melhor,
mas os felizes
sinceros
que seguem junto ao Senhor. [música]
Vemcendo
vitorioso
Cristo Jesus, [música] o Senhor.
Eu sou asesumeráveis,
seu grande império e fugor.
Em seu [música][canto] governo
demonstra,
cuida de amor sem [música] igual.
sempre nos ama e protege
com seu poder
eternal. [música]
Não é dos fortes
a vitória,
nem dos que [música] correm
melhor,
mas [música] os felizes
sinceros
que seguem [música] junto ao Senhor,
sempre vencendo
[música]
vitorioso
Cristo Jesus, o Senhor.
Vasalos,
servos e [música] chefes,
querem também seu favor.
Senhor, desejo e [música] te imploro
que me permitas
lutar. [música]
Senhor,
>> até meus dias
vindar. [música]
>> [canto]
>> Não é dos fortes
a vitória,
nem dos que [música] correm
melhor,
mas dos [música] felizes
sinceros
que seguem [música] junto ao Senhor.
[canto]
Mesmo em pé, agora vamos fazer a
leitura.
da carta de Primeira Pedro,
capítulo 1,
versículos de 13 a 16.
Primeira Pedro, capítulo 1, versículos
de 13 a 16.
Vamos fazer a leitura responsiva
novamente.
Por isso, cingindo o vosso entendimento,
sede sóbrios e esperai inteiramente na
graça que vos está sendo trazida na
revelação de Jesus Cristo.
obediência. Não vos as paixões
da vossa.
>> Pelo contrário, segundo é santo aquele
que vos chamou, tornai-vos santos também
vós mesmos em todo o vosso procedimento.
Sej santos porque eu sou santo.
>> Amém. A igreja pode se assentar.
Teremos agora um momento de contrição,
de confissão de pecados.
Momento que você pode orar e confessar a
Deus,
as suas faltas, suas negligências.
E após alguns instantes, reverendo Edgar
fará uma oração para nós.
>> [música]
[música]
[sino]
[música]
>> Senhor Deus, neste momento de contrição,
nós oramos em nome de Cristo, pedindo
perdão pelos nossos pecados.
Ou vez, ó Deus, nós falhamos
em omissão, em atitudes, com pensamentos
que são desagradáveis ao Senhor. Por
vezes, ó Deus, nós agimos em
desconformidade com a tua palavra. Mas
agora, Deus, com coração contrito, por
meio de Cristo Jesus, nós queremos pedir
perdão pelos nossos pecados. Que o
Senhor nos fortaleça no processo de
santificação.
Que nós estejamos, ó Deus, atentos à tua
palavra para que vivamos de acordo com
aquilo que o Senhor nos ensina. Vivamos
do modo como o Senhor quer que cada um
de nós viva, Pai. que o Senhor nos
fortaleça, perdoa os nossos pecados,
receba, ó Deus, a nossa confissão. Nós
fazemos isso, ó Deus, confiados na obra
de Cristo. Nós sabemos, ó Deus, que em
Cristo Jesus, o Senhor age com
misericórdia. O Senhor perdoa os nossos
pecados. E é por isso, ó Deus, que nós
te pedimos perdão. O nome de Jesus nós
oramos. Amém.
Boa noite, querida igreja. Para nós é
uma grande alegria e um privilégio que o
Senhor nos concede nessa noite de no dia
dele, no dia do Senhor, nos reunirmos
com o seu povo e adorarmos ao teu, ao
seu santo e precioso nome. Palavra do
Senhor nos diz no Salmo 118
verso 14 o seguinte: "O Senhor é a minha
força e o meu cântico, porque ele me
salvou". Caminhada cristã não é fácil.
Ela é cheia de dificuldades, cheia de
lutas, de enfrentamentos dos mais
diversos. Por vezes, nós nos sentimos
desanimados, tristes e, por vezes, até
pensamos em desistir, mas nós precisamos
sempre nos lembrar de que o Senhor é a
nossa força e a nossa salvação, porque
ele é a alegria do nosso coração, a
fonte da verdadeira alegria. Vamos nos
colocar de pé e vamos cantar assim ao
nosso Deus.
>> [música]
>> Podem bater palmas.
Seja o nosso louvor. [canto]
Cada dia que vivemos
[música] sob tua direção,
seja o nosso viver,
[música]
ouvir a tua voz
e te obedecer. [música]
E mesmo quando nos sentimos [música]
fracos, tristes e sem direção,
[música] o Senhor é a nossa força
e a nossa salvação.
Tu serás [música][canto] a alegria
do nosso coração.
O Senhor é a nossa força
[música] e a nossa salvação.
Ele é a alegria
[música] do nosso coração.
Seja o nosso [música]
louvor. [canto]
Cada dia que vivemos
sobão [música]
seja o nosso viver.
[música]
Ouvir a tua voz
e te obedecer.
>> [música]
>> E mesmo quando nos sentimos fracos,
tristes e sem direção,
[música]
tu serás a nossa força
[música] e a nossa salvação.
Tu serás a alegria
do nosso [música][canto] coração.
O Senhor é a nossa força [música]
e a nossa salvação.
Ele [música]
é a alegria
do nosso coração.
[música]
>> Aleluia. Louvado seja o nosso Deus.
Esse próximo cântico diz que é bom eh
poder aos pés da cruz depositar as
nossas ansiedades, os nossos temores,
porque o Senhor vem em nosso socorro e
no nosso auxílio.
[música]
Ah.
Como [música] é com o poder
aos pés da cruz [música]
depositar
[música]
este meu fardo [música]
pesado e arduo
de carregar. [música]
E não ter que andar ansioso [música] de
nada.
>> A Deus tudo levar em grata e [música]
súplice oração.
>> E a paz de Deus [música] então
mente e coração guardará.
>> [música]
>> Em Cristo Jesus há
como é bom poder [música]
aos pés da cruz
[música]
depositar.
[canto]
[música]
Este meu fardo
pesado e [música] ardu.
[canto]
E não ter que andar [música] ansioso de
nada.
[música]
>> Sobre ele lançar cada problema, cada
[música]
>> e a paz de Deus então
mente e coração [música]
guardará.
Em Cristo Jesus [música] há
como é bom poder,
como é bom [música]
saber. [canto]
[música]
Esse último cântico fala da soberania do
Senhor. Não importa às vezes as
dificuldades que enfrentamos. Não
importa as lutas que vivemos, precisamos
crer nessa verdade. O Senhor é soberano
para fazer aquilo que bem lhe apraz. Ele
governa a nossa vida, governa a
história, governa o universo. Vamos
cantar assim esse último cântico ao
nosso Deus.
Os homens iniciam.
Reina [música][canto] o Senhor
todo poderoso.
A ele o domínio,
a honra e o louvor. [canto]
Ele é soberano,
dirige [música]
nossas [canto] vidas,
pois tudo ele [música]
faz
para o bem dos [canto] que o amam.
[música]
A ti, Senhor.
>> Rendemos glória,
>> o poder,
>> a majestade,
[música] o louvor.
>> Nós te adoramos.
Em [música] espírito, em [canto] verdade
a ti, Senhor.
Temos [música] glória,
o poder,
>> a majestade.
Louvamos. [música][canto]
Nós te adoramos
em espírito, em verdade. [música]
[música]
Reina o Senhor
todo poderoso. [música][canto]
Ele o domínio,
a honra [música] e o louvor.
Ele é [música] soberano,
dirige nossas vidas,
pois [música] tudo ele faz
para o bem [música] dos que o amam. A
ti, Senhor,
>> rendemos glória, [música]
>> o poder,
>> a majestade
e o louvor. [música]
>> Pois te adoramos [canto]
em espírito, em verdade.
A ti, Senhor,
>> rendemos glória, [música][canto]
o poder,
>> a majestade
>> e o [música][canto] louvor,
>> pois te adoramos.
Em [música][canto] espírito, em verdade.
Aleluia.
Reina [canto] o Senhor. [música]
Aleluia.
Reina o [música][canto] Senhor.
Aleluia. [canto]
>> [música]
>> Reina o Senhor.
Aleluia. [música]
Reina o Senhor.
Reina [música][canto] o Senhor.
[música]
Aleluia. Pai, porque o Senhor reina, o
Senhor governa toda a história, o Senhor
governa o universo, o Senhor governa as
nossas vidas, o Senhor as dirige, ó
Deus, de acordo com a Tua soberana
vontade. Por isso, ó Deus, nós nos
prostramos, nós nos rendemos aos teus
pés. E por mais que às vezes seja
difícil, ó Pai, para nós, ajuda-nos a
descansar em ti e na soberania do
Senhor. Queremos, por tantas vezes, de
tantas maneiras, assumir o controle
daquilo que não devemos controlar. E é
por isso que nós queremos descansar em
ti. Ajuda-nos, ó Deus. Alivia-nos o
fardo. Nós queremos colocar as nossas
vidas assim diante do Senhor. No nome do
teu filho Jesus Cristo. Amém. Os irmãos
podem se assentar.
>> [música]
[música]
>> Senhor, Senhor,
>> Senhor,
tem conceder [música] aos Deus.
Crescer, crescer,
>> crescer [música]
na luta contra
[música]
nós estende em teu favor, [música]
pois assim
podemos desistir.
Outras [música][canto]
trevas contra o mar, contra as tentações
[música][canto] fatais.
Senhor [música]
vigor [canto] aos filhos.
>> [música][canto]
>> cá
pod
que [música]
ser
[música]
grande sua proteção [canto]
>> [música]
>> o
[canto]
[música]
e glória a Deus de Jeová
sejam [música][canto] dadas sem cessar
e [música] para salvação
Cristo [música] aos homens eu.
>> [canto]
>> da terre real. [música] Glória [canto] a
Sus Jesus dará.
Vida eterna [música]
luz do celestial.
>> [música]
>> Senhor, Senhor, Senhor,
vem [música] conceder [canto]
aos Deus.
>> Vencer,
>> vencer,
>> vencer [música]
na luta contra
o [canto]
mar. [música]
Queria convidar as crianças
até 8 anos de idade que venham aqui à
frente para orarmos.
As crianças até 2 anos de idade vão se
dirigir ao bersário e de 2 a 8 a o IP
pro seu momento de
palavra especialmente dirigida a elas.
Som. Som.
Conv nosso irmão Marcelo que vem orar
com as crianças. Som.
Vamos ficar quietinhos, todo mundo em
silêncio. Vamos fazer papai do céu.
Vamos orar papai do céu.
Deus, obrigado, Senhor, pela vida dessas
crianças, meu Pai. Que o Senhor continua
dando a eles, meu Pai. sabedoria, dando
a eles discernimento, principalmente aos
seus pais nos lares, meu Pai, para que
eles conduzam no caminho do Senhor,
Deus, os fortalecendo cada dia mais na
tua palavra. E agora que eles irão ali
para o IP, paraas suas escolinhas, meu
Pai, para ser passado a eles, meu Pai, o
Teu ensinamento na língua adequada a
eles, meu Pai, que eles venham entender,
que o Senhor dê sabedoria, discernimento
aos professores ali também. capacitando
cada dia mais na obra do Senhor Deus,
para que traga a eles o entendimento e
que eles venham praticar na sua idade
maior, meu Pai, que eles não venham se
desviar da tua palavra, nem para a
direita, nem para a esquerda, meu Pai,
mas sim que ele siga o alvo, a cruz do
Senhor Deus, o Senhor os abençoa nesse
restante de semana, conduzindo eles cada
dia mais na tua palavra. E assim oramos
em nome de Jesus. Amém.
[música]
Graça e paz a todos.
Vamos abrir a palavra de Deus em João,
capítulo 13, Evangelho de Jesus, segundo
escreveu João. Nós vamos ler do verso 36
ao verso 38 do capítulo 13.
Nós temos aprendido
acerca do nosso Senhor e que nós estamos
cerca de 24 horas antes da crucificação
do nosso Senhor. E ele então tá
instruindo os seus discípulos nesses
últimos momentos acerca da vida, acerca
de como eles deveriam ser conhecidos
e que nós vamos ver um pouco como que
Jesus conhece a nossa fraqueza. Mas
apesar da nossa fraqueza, ele ainda
continua nos amando. João 13, do verso
36 ao verso 38, diz assim a palavra do
Senhor. Perguntou-lhe Simão Pedro:
"Senhor, para onde vais?" Respondeu
Jesus: "Para onde eu vou, não pode
seguir agora. Mais tarde, porém, me
seguirá."
replicou Pedro, Senhor, por que não
posso seguir-te agora? Por te darei a
própria vida? Respondeu-lhe Jerus, darás
a vida por mim?
Em verdade, em verdade te digo que
jamais cantará o galo antes que me negue
três vezes. Pai, nós damos graças
ao Senhor pela tua palavra e rogamos a
ti, ó Pai, que discurtine os nossos
ouvidos, que prepare o solo do nosso
coração, que ilumine a nossa mente e que
possamos entender além da mera letra,
que a tua palavra possa perpassar o
nosso coração e a nossa mente, possa
gerar em nós vida, possa transformar o
nosso coração
e faça Faça reconhecer a condição que
estamos e a necessidade que temos, ó
Pai, de Ti, de uma vida condizente,
de uma dependência,
de maturidade e de crescimento no
Senhor. Queremos tão somente ouvir a tua
voz.
Então, fale ao nosso coração
que ninguém saia nessa noite da maneira
como chegou, mas que seja edificado,
seja fortalecido,
seja instruído pela tua palavra. Usa teu
servo com poder e graça, e que as
palavras e o meditado do coração dele
seja agradável a ti, ó Senhor, rocha
minha e redentor meu. Assim nós oramos
em nome de Jesus. Amém. Meus irmãos,
você já fez alguma promessa que você não
conseguiu cumprir? Você já fez aquela
promessa que você fez com toda a
convicção do seu coração, mas que no
momento crítico, no momento em que você
deveria cumpri-la, você simplesmente não
cumpriu.
Talvez possa ter sido uma promessa feita
a si mesmo, em que você disse que nunca
mais iria fazer aquilo.
Ou talvez uma promessa que você tenha
feito alguém que você ama, em que você
disse que poderia contar com ele ou com
ela sempre que precisar. Ou até mesmo
diante de Deus que você olhou paraa sua
própria vida e disse: "Senhor, eu vou
mudar. Eu preciso mudar. Senhor, eu não
quero mais continuar assim".
Mas ao longo da caminhada, ao longo da
vida, você tenha percebido que não foi
capaz de cumprir, não foi capaz de
realmente fazer aquilo que havia
prometido. E a sua vontade que você
pensou que era tão forte assim quanto
você pensava que era, você não deu conta
de realizar.
Absolutamente, meus irmãos, alguma coisa
que nós reconhecemos aqui em Pedro, ele
é um homem que tem convicção absoluta,
que promete e que promete com toda a
força da sua alma. é aquele tipo de
pessoa que você queria ter do seu lado
no momento de crise, no momento de
perigo. Mas há um perigo grande aqui, o
perigo de confundir a confiança a si
mesmo com a confiança em Deus. É o
perigo de pensar que a nossa força é
suficiente e que nós somos capazes de
cumprir.
Na realidade, todos nós somos aqui como
Pedro também. Todos nós já depositamos a
nossa confiança em algo que muitas vezes
nós prometemos e que nós não fomos
capazes de cumprir. E nessa noite nós
veremos através de Pedro o que que
acontece quando nós pensamos ser mais
fortes do que realmente somos. Veremos
que a verdadeira segurança não está na
nossa fidelidade para com Deus, mas na
fidelidade do Senhor para conosco. Nós
estamos aqui no cenáculo, um clima de
despedida, um clima de tensão. É
quinta-feira à noite, Cristo celebrou a
Páscoa com seus discípulos. Ele
relembrou a libertação do Egito. Aquela
festa que celebrava a redenção, agora
apontava para o cordeiro. O cordeiro que
seria sacrificado para promover a
redenção final. Jesus acabou de fazer
algo extraordinário, algo fabuloso. Ele
lavou os pés dos seus discípulos,
incluindo os pés de Judas. Era um
trabalho de escravo, era um trabalho de
grande humilhação. Mas o Senhor Jesus
fez isso com propósito. Ele tava
ensinando que a verdadeira grandeza no
reino não se mede por status, mas se
mede por serviço e que a verdadeira
autoridade está em servir e não ser
servido. Ele então indica o traidor e
Judas sai para cumprir o propósito que
Deus havia prédeterminado. E Jesus então
agora começa a falar de glória, mas de
uma glória que passa pela cruz, pela
glória que passa pelo sofrimento.
Tamanha demonstração de amor, de
cuidado, de afeto, de entrega pelos seus
discípulos. E ele fala então de um novo
mandamento. Ele diz: "Agora vocês devem
amar assim como eu vos amei, assim como
Cristo nos amou. E essa tem que ser a
marca indelével que vai distinguir nós
dos outros, dos verdadeiros discípulos,
dos falsos discípulos. E é nesse
ambiente de glória, da cruz, de amor, de
cuidado, que Pedro vai então interromper
o ensino de Jesus. Ele agora quer saber
para onde Jesus vai e por que ele não
pode seguir. Pedro tá cheio de
autoconfiança, de autoentrega, de
promessas que ele vai fazer e que ele
não é capaz de cumprir. Ele pensa que
pode fazer qualquer coisa por Jesus, mas
Jesus sabe muito bem que horas depois
Pedro vai negar. Nós veremos, portanto,
em resumo, que Jesus conhece as nossas
fraquezas melhor do que nós mesmos. E a
nossa segurança está na graça de Deus e
não nas nossas forças. Nós vamos ver
isso em três lições que Pedro precisava
aprender. Pedro precisava aprender, em
primeiro lugar, aceitar as suas
limitações. Ele precisava aceitar o
ensino do Senhor acerca das limitações
do próprio Pedro. Olha o que que diz o
verso de número 36. Perguntou-lhe Simão
Pedro: "Senhor, para onde vais?"
Respondeu Jesus: "Para onde eu vou, não
pode ir agora, mas tarde, porém, me
seguirá". Jesus acabou de falar com seus
discípulos no verso 33 de que eles não
poderia ir aonde Jesus vai, os
discípulos não poderiam caminhar, mas
Pedro vai ignorar tudo aquilo que o
Senhor disse acerca do caminho, acerca
do mandamento novo, acerca do seu amor e
vai interromper com essa declaração,
dizendo: "Senhor, então para onde o
senhor vai?" Ele já havia dito isso no
capítulo 12 aos gregos e aos judeus. Ele
já havia dito isso aos seus discípulos
no capítulo 13 verso 33 e 34. E agora
Pedro vai argui-lo novamente acerca
disso.
O que fica na cabeça de Pedro é aonde o
Senhor vai que eu não posso ir. É isso
que está no coração dele. Ou seja, o
desejo ardente de Pedro é estar aonde o
seu mestre estiver. Esse é o desejo
desse homem. E ele não pode, ele não
quer renunciar em momento algum à
presença do Senhor ao seu lado. E como
que isso afeta o seu coração? A ausência
do Salvador afeta Pedro de tamanha
grandeza que ele quer estar aonde Cristo
estaria. E quando nós vamos observar
esse texto e compará-los com as
narrativas em outro evangelho, nós vamos
notar a insistência de Pedro em estar na
companhia de Jesus. É um desejo que
pulsa o seu coração. É algo que arde na
sua alma a ponto dele esquecer as
instruções do Senhor e voltar-se para
Cristo focado tão somente na ausência do
Salvador, focado tão somente na presença
de Jesus no seu meio, ao seu lado. Será
que nós, meus irmãos, nessa noite temos
esse mesmo interesse pela presença de
Jesus nas nossas vidas? Será que nós, eu
e você, durante toda a nossa semana,
vivendo a nossa rotina do dia a dia,
será que nós temos tamanho interesse
pela presença do Senhor nas nossas
rotinas? e chegarmos aqui no dia do
Senhor e nos encontrar com ele, em nos
ouvir a ele, em escutar a ele, como
Pedro aqui tem, nós precisamos ser
caracterizados por esse desejo ardente
que Pedro tem de estar na presença do
Senhor. Jesus havia falado claramente
acerca da sua partida, mas Pedro não
entende. Pedro tá dizendo: "Senhor, como
após a sua partida nós não podemos te
seguir?" Jesus já havia dito para eles:
"Olha, eu vou partir, mas vocês devem
ser caracterizados pelo amor." E qual
amor? Aquele amor que eu os amei. O amor
que lavou os pés, inclusive do traidor.
O amor daquele que inclusive vai ser
esbofeteado, daquele que vai ser
crucificado. Esse é o amor que vocês têm
que demonstrar. Mas Pedro nega
absolutamente tudo isso.
Ele não para para perguntar: "Senhor, já
que então eu não posso te seguir, já que
então eu não posso ir aonde o Senhor
vai, me capacite para amar esse povo. Me
capacite amar aqueles que vão me
perseguir. Me capacite amar aqueles como
o Senhor amou. Me ensina a amar dessa
forma." Mas não é isso que Pedro vê.
Pedro tá vendo não somente para aquilo
que vai acontecer.
O seu coração está ardente pelo Senhor,
mas ao mesmo tempo que arde por um
desejo na presença de Deus, algo
pecaminoso no seu coração. E perceba,
meus queridos, que o Senhor não responde
a Pedro da maneira como ele queria, mas
da maneira como Pedro precisava.
Olha o que que o texto diz. Para onde eu
vou, vós não podeis me seguir agora,
mais tarde, porém, me seguirá. Jesus tá
dizendo, você não pode agora. Ele não
disse em momento algum que Pedro nunca
vai segui-lo, mas que naquele momento,
naquela circunstância, ele não poderia.
E por que que ele não poderia? Porque
havia um propósito bem estabelecido, um
foco bem definido para Cristo. O que
Jesus faria, Pedro não poderia fazer.
Mas o que nós temos aqui é uma promessa
de futuro, mas ao mesmo tempo uma
limitação presente, dizendo: "Olha, tu
não podes agora".
Não é que Jesus está rejeitando Pedro.
Na verdade, Jesus está revelando uma
verdade que Pedro ainda não compreende.
Há um caminho, Pedro, que eu vou e que
você não pode trilhar. Jesus vai passar
pela morte, Jesus vai passar pela cruz,
vai ao sacrifício supremo e somente
Jesus pode percorrer. Pedro, você não
pode me acompanhar? Não agora, não com
essa natureza, não com a sua força de
vontade agora não, Pedro. Mas depois
sim. Olha como que esse redentor mostra
para Pedro a obra exclusiva. A obra
redentora não é questão de vontade, é
questão de capacidade. Pedro não podia
fazer nada acerca da sua própria vida.
Além disso, o que nós vemos aqui é que
Pedro não estava preparado
espiritualmente. Pedro não estava
pronto. Jesus tá olhando para Pedro e
conhecendo as limitações desse
discípulo. Jesus conhece esse homem tão
intrépito, tão valente, tão audacioso,
tão destremido. E sabe muito bem que
quando a corda vai apertar, quando a
circunstância começar, a pressão surgir,
Pedro vai negá-lo. Meus irmãos, que
Salvador maravilhoso.
Um salvador que conhece muito bem a
nossa estrutura, um salvador que conhece
os nossos limites, de que nós não somos
provados além das nossas forças. O
Senhor conhece quem nós somos e até
mesmo aquilo que nós não conseguimos
fazer. Que misericórdia, que
longaminidade, que paciência do nosso
Senhor sobre as nossas vidas. Ele
conhece a vida de Pedro e prepara Pedro
para seguir lá no futuro, se necessário,
até a morte. Jesus usa o depois nesse
sentido, dizendo: "Olha, Pedro, agora
não, mas depois, lá no futuro, você vai
me seguir e vai me seguir até a morte
como um mártir". A gente vê isso em João
capítulo 21, quando depois de arguir
Pedro acerca do seu amor, o Senhor diz
para Pedro: "Pedro, agora você vai ser
entregue e os outros vão te levar." E o
texto, inclusive, de João, vai dizer:
"Se referindo ao gênero de morte que
Pedro morreria". E a tradição cristã
mostra que Pedro morreu igual seu
mestre, mas não satisfeito com tal
altitude, ele preferiu ser crucificado
de cabeça para baixo. Mas primeiro Pedro
precisava ver o seu senhor morrendo.
Pedro precisava compreender que não
tinha força, que não era capaz, mas
Jesus promete restaurar o próprio Pedro.
É claro, é claro, meus queridos, que
quando você olha pro texto, há um
detalhe muito interessante. Pedro sabe o
que ele tá falando aqui. Isso é provado.
Nós vamos ver no versículo posterior,
onde que Pedro, inclusive sabe que Jesus
vai morrer. Ele tá a ponto de dar sua
própria vida, inclusive pelo Senhor. Ele
sabe que Jesus tá falando da sua morte,
da sua crucificação, mas parece que
Pedro não consegue discernir o ensino de
Jesus. E nós precisamos lembrar daqui no
contexto, lembrar-se que a expectativa
messiânica no meio judaico estava muito
associada à ideia de um Messias que veio
libertar o povo no meio de um julgo dos
povos estrangeiros. Então, era difícil
para Pedro enxergar o Messias que tinha
que morrer, o Messias que deveria ser
entregue. Aqui nós vemos então tamanha
dureza do coração de Pedro em acatar os
ensinos do Senhor. Ele queria agora, ele
queria naquele momento pela sua força de
vontade, mas Jesus vai apontar para o
depois como ação da sua graça, do seu
amor e do seu cuidado. Até o nosso
seguir, meus queridos, muitas vezes é
dom de Deus. Porque nós não somos
capazes de um esforço heróico. O que
Jesus tá ensinando para nós é: você tem
limites. Há coisas, meus irmãos, que nós
não podemos fazer. Há caminhos que nós
não podemos trilhar. Há atitudes, meus
queridos, que nós não podemos fazer.
Isso não é derrota, isso é realidade. É
demonstração clara de quem nós somos
diante de um Deus tão grande. E você,
você tem acatado os ensinos de Jesus? Ou
será que você tem sido como Pedro? Que
você sabe que tem que perdoar, mas não
perdoa? que você sabe que precisa
mortificar o seu pecado, mas continua
pecando, continua guardando mágoa,
persistindo numa vida de devastidão e de
lacívia, usando inclusive a sua máscara
de crente todo domingo. E Jesus te diz:
"Abrace o ensino do Senhor." Jesus tá
ensinando para nós humildade, meus
queridos, ensinando que o discípulo
jamais é maior do que o seu mestre.
Pedro precisava aprender isso. Nós
precisamos aprender isso. Há coisas que
nós não podemos fazer. Há caminhos que
nós não podemos trilhar sozinho. Isso
não é fraqueza. Isso é realidade. É
demonstração da nossa condição humana. E
quando Pedro aceitar essas suas
limitações, quando ele reconhecer que
seguir a Jesus não é a sua força, mas é
ação da graça, ele está preste a
entender o que de fato é evangelho.
Quando a gente aceita as nossas
limitações,
nós estamos prontos a receber a graça do
Senhor. Quando a gente reconhece quem
nós somos, diante quem nós estamos, nós
sabemos que carecemos do Senhor. E aqui
Pedro vai nos mostrar para nós que o
Senhor conhece muito bem as nossas
limitações. Mas o mais belo de tudo isso
é que o Senhor não nos deixa na nossa
limitação. Ele nos faz vencê-la para que
nós sigamos a ele. Ele é capaz de nos
capacitar até as últimas consequências,
até sermos cada vez mais parecido com o
Senhor. Então, aceitar as limitações é o
primeiro passo para que experimentemos o
poder de Deus. Pedro precisava aprender
a aceitar as suas limitações e abraçar o
ensino do Senhor. Mas há uma segunda
lição que Pedro precisava aprender, a
necessidade de reconhecer as suas
fraquezas. Ou seja, depois de escutar
que ele não pode seguir a Jesus, Pedro
continua insistendo, insistindo na sua
autossuficiência, na sua arrogância. Ele
não pede ajuda. Ao invés de Pedro dizer:
"Senhor, já que eu não posso te seguir
agora, como o Senhor acabou de dizer,
então é verdade. Sustenta minha fé, me
fortaleça, me capacite." Não, não é
dessa forma. Ele vai responder com uma
presunção. Mais ainda. Olha o que que o
verso 37 diz.
Replicou-lhe Pedro: "Senhor, por que não
posso seguir-te agora? Por ti darei a
própria vida". Pedro continua não
aceitando o ensino do Senhor. E agora
Pedro vai questionar o plano redentor.
Ele protesta contra o próprio veredito
do Senhor. E quantas vezes, meus
queridos, nós também protestamos contra
aquilo que Deus nos revela na sua
palavra. Quantas vezes nós protestamos
contra aquilo que nós sabemos que
devemos fazer e nós não fazemos?
Porque aquilo que nós devemos praticar e
nós não praticamos. Quantas vezes nós
reclamamos com Deus parecendo que aquilo
que ele nos dá não tem sido tão
assertivo quanto assim nós queríamos?
Ah, meus irmãos, nós precisamos ser
submissos ao Senhor, porque ele sabe
mais sobre você mesmo do que você
imagina. Mas, porém, veja por trás o que
que está diante do protesto de Pedro. A
questão de Pedro, por que não agora? Ou
seja, isso não fazia sentido, não era
entendido na sua mente. Ele tá
superestimando a sua vontade,
superestimando o seu coração. Pedro
acredita que o seu amor, a sua entrega é
o combustível suficiente para ele
continuar obedecendo ao Senhor. Ele
achava que a sua determinação era como
se fosse uma rocha bem sustentável, bem
firme, quando na realidade parecia mais
como um monte de areia. Porque a visão
de Pedro até aqui estava distorcida,
meus irmãos. A sua compreensão era que o
Messias viria, mas um Messias que era
capaz de guerrear contra os romanos, que
era capaz de libertá-lo do poder
estrangeiro. Tanto isso é fato, que ele
está disposto, inclusive a entrar no
campo de batalha e morrer pelo próprio
Senhor. Mas por detrás disso, irmãos, ao
invés de se submeter ao mestre, ao invés
de se render ao mestre, Pedro diz que
acha que está pronto para aquilo que ele
sabe muito bem que não está.
Pedro tem uma visão elevada de si mesmo,
como muitas vezes nós também temos.
Pedro não questiona sua fraqueza. Não há
nenhum autoexame do seu coração. Ele não
consegue enxergar as profundezas do seu
coração. Ele não faz uma autoanálise.
Ele apenas tem o desejo de morrer pelo
Senhor. Nós estamos aqui, meus queridos,
diante de um dos principais efeitos do
legalismo. O legalismo acha e faz com
que você se ache muito bom no que você
faz. Ele mostra para nós que as nossas
obras, que aquilo que nós podemos fazer,
o fato de estarmos no domingo na igreja,
o fato de estarmos celebrando ao Senhor,
o fato de nós praticarmos boas obras, o
fato de nós fazermos isso e aquilo outro
é suficiente para nossa salvação.
E como que o legalismo, meus queridos, é
terrível. Como que o legalismo faz que a
gente eh não perceba esse autocuidado,
essa autoavaliação do nosso coração faz
com que a gente subestime,
inclusive o velo o velho homem que vive
dentro de nós, que a gente subestime as
nossas próprias debilidades.
A autoconfiança faz isso, meus queridos.
Faz com que eu e você sejamos ratos em
condenar os outros. faz com que a gente
olhe pro cisco do olho do outro, mas não
é capaz de olhar a trave que está dentro
de nós. E é o que Pedro tá fazendo.
Senhor, por ti darei a própria vida. E é
interessante, a palavra original ouvida
aqui é a mesma expressão usada por Jesus
em João 10 verso 10, que diz que o bom
pastor dá vida pelas suas ovelhas. Há
uma profunda ironia que no texto Pedro
promete dar a vida pelo seu Senhor, mas
em poucas horas Pedro vai negá-lo.
Isso não vai durar muito tempo. Ele
negará até mesmo a sua relação. Pedro
fala com uma certeza inabalável, como
uma verdade absoluta, como algo que ele
é capaz de fazer. Mas quando a corda
apertar, quando as pessoas vierem, Pedro
vai negar com profundidade que não
conhece o seu salvador. O que Pedro faz
aqui nada mais é do que aquilo que a
gente vê no nosso contexto moderno. Ele
inverte o evangelho. O evangelho para
Pedro é dar a vida por Jesus e não Jesus
dá a vida por Pedro. O evangelho não é
algo que eu e você façamos para ele, meu
irmão. O evangelho é aquilo que Cristo
fez por nós. O evangelho é a graça do
Senhor. Não é as suas obras, não é o que
você é capaz de fazer. O evangelho é o
que o Senhor Jesus fez.
Mas olha como que esse texto, à luz dos
outros textos correlacionados, nos traz
algo tão precioso. Lá em Mateus, nós
vemos esse mesmo texto, mas com mais
detalhes. Lá no capítulo 26, verso 33
diz assim: "Ainda que venha ser tropeço
para todos, nunca o será para mim".
Pedro responde ao Senhor dizendo: "Para
mim, o Senhor nunca será tropeço. Eu
nunca vou negá-lo." Pedro tá se
colocando inclusive acima dos outros.
Tamanha arrogância, tamanha prepotência,
que ele diz: "Olha, a minha fé é mais
forte". Pedro tá tão seguro de si que
Lucas, no capítulo 22, verso 33, vai
dizer: "Senhor, eu estou pronta a ir
contigo, tanto para prisão quanto para
morte". É uma promessa solene, é uma
declaração de lealdade. É afirmação de
que Pedro está pronto, Senhor, seja para
ser preso, ou seja, para morrer se for o
necessário. E ele faz isso com vemência,
ele faz isso com insistência. A
autoconfiança de Pedro é o problema
aqui, meus queridos. Ele tá tão
confiante em si, em sua própria
capacidade, que ele não é capaz de
enxergar como que o pecado corrompe a
nossa natureza. Nós não podemos fazer
nada por nós mesmos. Nós somos o que
somos pela graça de Deus, pela
misericórdia do Senhor. Mas Pedro
promete dar a vida pelo Senhor. Mas em
poucas horas ele vai o negar. Não porque
Pedro é um homem mau, mas porque Pedro é
humano, meus queridos. Porque a sua
natureza está corrompida e distorcida
pelo pecado. Porque a sua força é
limitada. Por outro lado, a fé cristã
jamais e nunca será confiança em nós
mesmos. É confiança em Deus. é
reconhecer que de fato somos fracos,
débeis, carentes, necessitados,
reconhecidos da graça e da misericórdia
do Senhor.
Porque quando nós confiamos na nossa
própria força, nós já estamos um passo
da queda, meus queridos. Quando nós não
reconhecemos as nossas limitações, as
nossas fraquezas, quando nós confiamos
na força do nosso braço, quando nós
fazemos promessas que nós não podemos
cumprir, fazemos afirmações que nós não
conseguimos manter,
nós somos humilhados por nós mesmos. E
os benefícios, meus queridos, são
enormes quando a gente abandona o
orgulho e a presunção espiritual, quando
nós admitimos as nossas fraquezas,
porque isso não é fraqueza humana, meus
queridos. Isso é a realidade de quem nós
somos. Isso é demonstração realmente de
que nós carecemos do Senhor. Quando nós
reconhecemos as nossas fraquezas, nós
vamos até o Senhor pedindo socorro. E
Pedro em momento algum faz isso. Em
momento algum ele busca socorro no
Senhor.
Meus queridos, nós precisamos direcionar
as nossas orações muitas vezes acerca
das nossas fraquezas, acerca de quem de
fato nós somos. A olhar para nós, paraas
nossas atitudes, paraa nossa, o nosso
pensamento, pro nosso comportamento. Nós
precisamos voltar as nossas orações e
dizer: "Senhor, miserável homem que sou,
quem vai me livrar do corpo dessa morte?
Senhor, eu careço de ti, de ti careço,
da tua misericórdia, da tua graça,
porque sem ti nós não somos capazes.
É quando nós reconhecemos a nossa
fraqueza que nós vemos um Deus
misericordioso,
gracioso, meus queridos.
Mas o que é mais inadmissível, meus
queridos, é termos um coração insubmisso
que não reconhece as suas debilidades.
Porque um coração insubmisso que não
reconhece as suas fraquezas está pronto
e prestes a negar o seu salvador. Foi o
que aconteceu com Pedro e é o que pode
acontecer com você. Por isso, sonde o
seu coração. Busque nele as fraquezas
que faz você negar o seu salvador. Áreas
que precisam ser tratadas pelo espírito,
áreas que ele precisa ser moldado. Pedro
não compreende que a sua fraqueza vai
ser sua condenação.
Mas, meus queridos, a fraqueza de Pedro
vai ser o ponto da sua restauração.
A sua fraqueza é o lugar onde Deus vai
trabalhar e vai transformar a sua vida.
Então Pedro precisava primeiro aceitar
as suas limitações, abraçar o ensino do
Senhor. Pedro precisava reconhecer as
suas fraquezas, mas Pedro precisava
também aprender a se fortalecer contra
as tentações. Se ele precisava aceitar o
ensino do Senhor e abraçar o ensino do
Senhor acerca das suas limitações,
reconhecer sua fraqueza, ele precisava
se fortalecer contra as tentações.
Porque um coração que não se fortalece é
um coração capaz de negar o Salvador.
Veja o que o texto vai dizer no verso
32. Respondeu Jesus: "Darás a vida por
mim?
Em verdade, em verdade te digo que
jamais cantará o galo antes que me negue
três vezes. Jesus não responde aquilo
que Pedro promete com elogio, mas
observe a forma irônica do Senhor, de
como que o Senhor responde à presunção
de Pedro dizendo: "Vai dar a vida por
mim".
É isso que você acha? Pedro não tá aqui
focado no que Jesus vai fazer, mas
naquilo que ele pode fazer pelo
redentor. E Jesus então vai responder
com uma resposta devastadora. Jamais
cantará o galo antes que me negue. O
Senhor sabe algo que Pedro não sabia.
O Senhor não só conhece o futuro, mas
coordena todas as coisas paraa sua
glória. Ele conhece o interior de Pedro
melhor do que Pedro mesmo. Sabe que em
poucas horas Pedro vai negar, negará
conhecer o Senhor Jesus. Não só uma vez,
três vezes, negará tudo. Esse homem aqui
que era tão intrépito, tão corajoso, tão
ousado, não cantará o galo, Pedro, antes
que você me negue três vezes. Isso não é
ato falho de Jesus, é revelação profunda
da natureza humana, revelação de que o
homem não pode fazer nada por sua
própria força.
A fé cristã jamais, meus irmãos, é força
na nossa confiança. É confiança em
Cristo. É reconhecer que nós somos
fracos, débeis, carentes da graça do
Senhor e que nós precisamos de Cristo. E
é importante nós percebermos, Jesus
trata com a fraqueza e o problema de
Pedro, com a verdade nua e crua, meus
queridos. tão diferente da maneira como
nós resolvemos muitas vezes os nossos
problemas com as outras pessoas. Às
vezes a gente gosta de colocar panos
quentes, né, essa essa expressão e em
problemas para que eles desapareçam e
nós não tenhamos que enfrentá-los com
seriedade, sem ter que desnudar com a
verdade, sem ter que pôr o dedo na
ferida. E Jesus mostra o quanto nós
estamos longe do exemplo dele, de como
nós estamos longe de resolver os
conflitos e a dificuldades como nós
passamos com a verdade. Se nós
entendemos que o nosso Senhor Jesus é o
exemplo para nossa vida, nós precisamos
usar palavras verdadeiras, por mais
dolorosas, por mais difíceis que seja,
mas palavras que resolvem o problema e
que ajudam os outros irmãos. Não são
meias verdades, não são elas que vão
ajudar os outros, nem mesmo a falsidade
vai ajudá-la a sair desse problema.
Jesus aqui
questiona Pedro, mas questiona Pedro com
a própria verdade, como as coisas de
fato são. Ele faz dentro de uma questão
muito solene. Ele diz: "Em verdade, em
verdade te digo". E olha a intensidade
da palavra. Observe os detalhes do
texto. Ele diz jamais.
Não é uma mera possibilidade, não é uma
hipótese, é algo preciso. Pedro, não tem
como escapar. Você vai me negar. E
Mateus, inclusive, vai dizer: "Naquela
noite você vai me negar".
O galo que cantaria seria apenas um
despertador da dura realidade da alma de
Pedro. O símbolo claro da sua fraqueza,
da sua da sua pequenez, da graça do
Senhor em alcançar o seu coração. Pedro,
inclusive depois vai sair dali depois de
negar chorando amargamente.
Os olhos do Senhor vão fitar em Pedro e
Pedro vai sair dali reconhecendo e
sentindo o peso, o peso das promessas, o
peso das afirmações que ele disse e que
ele não foi capaz de cumprir. Pedro vai
sentir esse peso, meus queridos, para
aquele que realmente precisou agora
reconhecer a graça e não na força do seu
ego. E a resposta de Jesus enche o nosso
coração de esperança. Quanta esperança o
Senhor nos dá, meus queridos, sabendo
das nossas fraquezas.
Ele conhece as suas fraquezas, ele
conhece os seus momentos de provação.
Isso também não é um incentivo para você
continuar no pecado, mas ao pecar você
precisa lembrar que você tem um advogado
junto ao Pai e esse advogado é Cristo
Jesus. Você precisa lembrar que como
Pedro você também erra.
Mas Pedro vai continuar insistindo na
sua temosia. Você vai ver isso em Mateus
verso, capítulo 26 verso 35. Ele diz:
"Ainda que seja necessário morrer
contigo, de modo nenhum te negarei." E
todos os discípulos disseram o mesmo.
Pedro não pede por socorro. A presunção
de Pedro torna ele incapaz de se
fortalecer nas suas tentações. Ele está
diante daquele que conhece a sua vida, a
sua trajetória, mas ele não é capaz de
enxergar.
Mas interessante tudo isso, meus
queridos, é que Jesus jamais
abandona os seus filhos quando eles
falham. Lucas vai por detrás dessa cena,
Lucas vai demonstrar para nós como que
os bastidores funcionavam ali. Lá em
Lucas 22 verso 31 e 32, o texto diz:
"Simão, Simão, eis que Satanás vos
reclamou para vos pernear como trigo.
Eu, porém, roguei por ti para que a tua
fé não desfaleça" em momento algum.
Mesmo sabendo da falha de Pedro, da
fraqueza de Pedro, de que Pedro era
devagar para entender a carência, o
cuidado do Senhor, o Senhor deixou de
interceder por ele. Deus é quem vai
permitir a queda, mas a fé de Pedro vai
ser preservada pela própria intercessão
do Senhor. Pedro cairia, mas não seria
destruído, porque Jesus já havia
garantido a sua restauração. O Senhor
intercederia por ele. Pedro seria
responsável pela sua negação. Era o que
ele faria. Mas Deus usaria até essa
negação com um propósito específico,
transformar a vida de Pedro, humilhá-lo,
fazê-lo reconhecer tamanha necessidade
do Senhor. Olha o quanto nós precisamos,
meus queridos, desse Salvador.
A negação aqui de Pedro revela, meus
queridos, que o verdadeiro discípulo não
é aquele que nunca falha, mas é aquele
que mesmo que falha, Jesus é capaz de
restaurá-lo. Jesus é capaz de
transformá-lo. Isso é evangelho. Isso
aqui que é a boa notícia. A boa notícia
não é uma demonstração de condenação, é
uma demonstração de redenção, de
salvação, que mesmo quando nós falhamos,
Deus nos restaura.
Nós precisamos buscar por
fortalecimento, meus queridos. Você
também enfrenta tentações, você também
enfrenta dificuldades, você também
enfrenta lutas. Mas como Pedro, você
pode recorrer ao Senhor. Como Pedro,
você pode voltar-se para Jesus.
Isso aqui é tão interessante e tão belo
e lindo que esse mesmo Pedro que nega o
Senhor é depois questionado pelo próprio
Senhor acerca dos seus afetos. Em João
capítulo 21, nós vemos Jesus após a
ressurreição.
Os discípulos não conseguiram pegar
nada. Eles voltam para a praia, eles vê
o Senhor, mas eles não sabem que é o
Senhor. O Senhor manda eles lançarem a
rede, eles voltam. O João inclusive vai
dizer: "Olha, era o Senhor". Pedro sai
correndo pro encontro com o Senhor e ali
ele come primeiro. Jesus espera o
momento exato para depois questionar:
"Pedro,
Simão, você continua me amando mais do
que os outros?"
Senhor, tu sabes, Senhor, te amo.
Apacenta as minhas ovelhas. E você vê a
mesma pergunta sendo repetida por três
vezes. Só que Pedro se entristece com
aquilo na última pergunta, porque ele
reconhece a sua limitação, ele reconhece
a sua fraqueza, ele sabe que não foi
capaz de sustentar sua promessa, de que
ele não foi capaz de sustentar suas
afirmações. E ele diz: "O Senhor sabe. O
Senhor sabe que eu amo Senhor. Apesar de
ser quem eu sou, apesar das minhas
condutas, apesar das minhas escolhas, o
Senhor sabe muito bem que eu amo o
Senhor.
Como que você não buscaria refúgio
num Salvador como esse, que mesmo
sabendo que você é miserável,
continua te amando?
Como você não buscaria refúgio no
Senhor? que mesmo sabendo das nossas
debilidades, mesmo sabendo das nossas
fraquezas,
está disposto a estender suas mãos
poderosas e a interceder por nós diante
do Pai, para que os nossos pecados
sejam pagos por ele, para que a graça do
Senhor nos alcance.
Por fim, meus queridos, nós estamos aqui
diante de um contraste gritante.
De um lado, nós temos a fragilidade de
um homem que julga ser forte e do outro
nós temos a força de um Deus que se faz
fraco na cruz para nos sustentar. Pedro
promete morrer pelo Senhor, mas falha
miseravelmente.
Jesus não prometeu. Ele foi e morreu por
Pedro, por você, por mim e por nós. Nada
é mais perigoso, meus queridos, de que
um coração que se acha tão grande e não
é capaz de aceitar as suas limitações,
reconhecer as suas fraquezas e se
fortalecer contra as tentações. Nós
precisamos abraçar as nossas debilidades
e refugiar-se no Senhor, aprender mais
de Cristo, a se humilhar aos seus pés, a
reconhecer as nossas carências, a se
fortalecer no Senhor sobre a pena
de que se não fizermos isso, talvez mais
cedo ou mais tarde nós iremos também
negá-lo.
A queda de Pedro, meus queridos, não é
um fim em si mesmo, mas é um início de
uma vida totalmente transformada.
Pedro precisava ser peneirado. A sua fé
precisava ser lapidada. Esse é aquele
mesmo Pedro que lá na sua primeira carta
vai dizer: "Olha, Satanás é como um leão
que rug
e ele tá sempre preparado para pegar
você, a mim, a nós." É o mesmo. Cristo
continua sendo a única resposta, meus
queridos, que nunca falha, que nunca
nega e que cuja intercessão é eficaz. A
nossa segurança jamais está na nossa
fidelidade para com Deus.
mas na fidelidade do Senhor para
conosco. Algumas aplicações para nós.
Primeiro, cultive a humildade
espiritual.
Jamais diga que você não faz isso.
Palavra de Deus vai nos dizer: "Aquele
que, pois, que pensa que está de pé,
tome cuidado para que não caia". A nossa
condição é propícia a pecarmos e a
errarmos. Se não for a graça do Senhor
em nos retirar, nós podemos errar.
Desconfie, meu querido, da sua própria
força e dependa diariamente
do Senhor através de uma vida de oração
e de leitura da palavra. Segundo,
descanse na intercessão de Cristo.
Quando você falhar e você vai falhar,
lembre-se de que Jesus já intercedeu por
você.
A sua restauração não depende de você
levantar sozinho, mas da graça daquele
que o chama pelo nome, mesmo você tendo
negá-lo apóstolos segundos. e fará isso
com misericórdia e graça.
Compreenda a sua incapacidade e abrace o
ensino do Senhor. Volte-se para ele.
Terceiro, troque a sua autoconfiança
pelo amor dependente. O mandamento de
Jesus é que nós amemos uns aos outros.
Pedro se achou grande demais e fez
promessas que se achava heróico. Mas
Jesus mostra que o verdadeiro amor é
servir. O verdadeiro amor é reconhecer
que nós somos amados por aquele que já
nos amou primeiro. Isso muda tudo,
transforma tudo. Muda como que você
enfrenta dificuldade. que apesar de ser
quem você é, apesar de se achar tão
forte como você pensa que é, Cristo
continua te amando e te chamando cada
vez mais para perto dele, porque somente
ele é que pode sustentá-lo. Vamos orar.
Senhor, nós damos graças a Tiara
e rogamos a Ti, ó Pai, que faça-nos
enxergar
quão pequenos somos, quão falhos somos e
o quanto nós dependemos do Senhor e da
graça do Senhor. Sem Tios,
mas contigo, ó Deus, somos tudo. Porque
em Ti nós nos refugiamos, em ti nós
reconhecemos as nossas pequenez. Em ti,
ó Deus, nós somos salvos e
transformados. Dá-nos um coração igual
ao Senhor, Pai, e nos ajude a te amar,
Senhor, e a viver na total dependência e
carência do Senhor. Assim oramos em nome
de Jesus. Amém.
Cadê o reverendo Rubens?
Os irmãos. Que a graça e a paz do nosso
Senhor e Salvador Jesus Cristo esteja
com todos.
Nós estamos também nessa noite também é
um ato de culto
eh na instalação também na ordenação de
oficiais.
Lembrando a igreja que a primeira igreja
presbiteriana durante todo esse ano, nós
tivemos um processo eleitoral que foi
normatizado por um edital onde nós
tivemos eh o tempo de conhecimento das
normas para eleição de oficiais. Nós
tivemos o tempo de contestação desse
edital. Nós tivemos também o tempo de
instrução da igreja quanto ao
oficialato, bem como também um tempo de
indicação de nomes e avaliação por parte
do conselho da igreja. E chegamos no dia
da nossa assembleia geral
extraordinária, onde foram eleitos
oficiais e cremos que eh nessa ordem nós
cremos sempre na ação de Deus e na
bênção de Deus sobre a vida da sua
igreja. Portanto, pela ordem, eu
gostaria de convidar também aqui à
frente
de início, todos os presbíteros regentes
que se coloquem aqui à frente.
E é sempre importante lembrar aquilo que
é a nossa ordem, o nosso sistema de
governo e tudo aquilo que nós cremos que
tudo isso depende daquilo que nós
entendemos da própria palavra do Senhor.
Portanto, nosso Senhor Jesus Cristo,
rei, cabeça de sua Igreja, possuindo
todo poder no céu e na terra, deu a
igreja oficiais ou presbíteros para
governá-la em seu santo nome e de
conformidade com a sua palavra. Vê-se
também no Novo Testamento que o governo
da igreja cristã está divinamente eh
estabelecida na autoridade, portanto, de
Cristo Jesus. E esse também a essência
ao cargo aqui dos presbíteros. Destes,
então, uns são chamados presbíteros
docentes e outros são chamados
presbíteros regentes. Relativamente a
isso, lê-se em Primeira Timóteo, no
capítulo 5, verso 17, devem ser
considerados merecedores de dobrados
honorários os presbíteros que presidem
bem, com especialidade os que se
afadigam na palavra e no ensino. E em
Primeiro Coríntios, no capítulo 12, no
verso 28, especifica-se governos entre
os diversos ofícios eclesiásticos.
Portanto, os presbíteros regentes são
representantes eleitos imediatos do povo
e como tais os vemos exortados nas
Escrituras a velar por si, sobre si e
sobre o rebanho confiado ao seu
pastoreio, a fim de que não entre nele
qualquer corrupção de doutrina ou
costumes, como a palavra de Deus nos diz
em Atos, no capítulo 20, 17 a 18 verso
28 e também no verso de número 35. E os
encontramos em Jerusalém, sentados em
concílio com os apóstolos e outros
presbíteros, representando as igrejas
particulares, tomando parte nas
deliberações e chamados o os irmãos. O
decreto desse concílio começa, portanto,
assim lá em Atos, no capítulo 15, verso
23. os irmãos, tanto os apóstolos como
os presbíteros, aos irmãos de entre os
gentios em Antioquia, Síria, Silícia,
saudações. Assim pois, compete aos
presbíteros regentes tomar parte no
governo, na disciplina e na
superintendência das igrejas locais a
que pertencem e da igreja em geral,
quando para isso eleitos, conjuntamente
com os ministros da palavra, no
desempenho de seus deveres e ainda em
conjunção com os ministros, admitem à
comunhão os que creem em nosso Senhor
Jesus Cristo, estão arrependidos dos
seus pecados e velam com diligência
sobre a vida e a doutrina dos membros da
Igreja. Admoestos que se portam
desordenadamente,
impedem, quanto lhes é possível, a
profanação do sacramento da comunhão.
Exercem a disciplina entre os
impenitentes, readmitem os arrependidos
ao gozo de todos os privilégios da
Igreja Cristã.
Assim também representam a igreja, tanto
no presbitério quanto sínodo, bem como
ao Supremo Concílio da nossa igreja,
onde compete deliberar e votar sobre
questões juntamente com os outros
presbíteros ministros da palavra de
Deus. O cargo então de presbítero
regente é, portanto, de grande
importância e solene responsabilidade, e
todos os que o exercem deve buscar em
Jesus, de quem procede todo o poder e
autoridade a graça necessária para o
cumprimento de seus deveres. E os
membros da igreja devem sustentar os
braços desses eleitos, auxiliando-os e
orando por eles. Portanto, eu quero
convidar aqui à frente, nós já temos à
frente presbítero Jbert Amado Camelo,
que foi reeleito por essa igreja. e
também convidar aqui à frente eh o
presídito Ronaldo Alves.
Quero convidá-lo aqui à frente.
Lembrando a igreja que tanto o
presbítero Jbert já como reeleito, ele
já foi ordenado. Também lembra à igreja
que o presbítero Ronaldo, ele já é
presbítero e foi ordenado. Portanto,
nessa noite, nós faremos a investidura
nos cargos, a instalação no cargo de
presbítero. E para isso, como eles já
prometeram aquilo que é o cerne da nossa
doutrina, como eles já fizeram esse
compromisso diante de Deus e da Igreja
com respeito às escrituras, sendo
palavra de Deus, recebendo os nossos
símbolos de fé também como expressão
fiel da doutrina reformada. sustentando
também o governo da igreja local. Assim,
eles aceitaram serem presbíteros
regentes dessa igreja e, portanto, eh
eles já o fizeram diante de Deus e da
igreja um dia. Mas eu gostaria de
convidar a igreja nesse momento que se
coloque em pé e respondam em alto e bom
som
a duas perguntas que eu vou fazer à
igreja.
E a vocês, igrejas, membro desta igreja,
reconhecem e recebem estes nossos irmãos
como presbíteros regentes? Sim.
prometem tributar-lhes toda a honra,
animação e obediência no Senhor, a que,
segundo a palavra de Deus e a
constituição dessa igreja lhes dá
direito ao seu ofício.
Portanto, diante dessa promessa, nós
vamos orar ao nosso Deus, pedindo a
bênção do Senhor sobre nós, para que o
Senhor esteja abençoando a sua igreja
por meio desses homens que foram
separados por Deus e eleitos para a
igreja para governá-la. Vamos orar.
Nós temos ainda o presbítero Cleber, que
foi reeleito, mas como ele não está
presente, nós o faremos em outra
oportunidade. Vamos orar.
Senhor nosso Deus, nós estamos nessa
noite, ó Deus, cientes que aquilo que
nós estamos fazendo como igreja e como
povo do Senhor é aquilo, ó Deus, que nós
entendemos por meio da tua palavra. Ó
Deus, nós estamos aqui nessa noite como
igreja do Senhor, agradecendo a ti,
porque, ó Deus, aprove ao Senhor
levantar homens, ó Deus, para o governo
desta igreja. Portanto, ó Deus, nós
queremos rogar ao Senhor, que o Senhor,
ó Deus, esteja abençoando a vida de cada
um, para que a cada dia esses homens, ó
Deus, cheios do Espírito Santo do
Senhor, conhecendo cada vez mais a tua
palavra, possam, ó Deus, governar a tua
igreja e pastoreá-la de acordo, ó Deus,
com aquilo que a tua palavra nos diz.
Que eles sejam, ó Deus, exemplos, ó Pai,
paraa vida de cada um dos membros dessa
igreja. E assim, ó Deus, também que a
tua igreja possa velar por esses irmãos
em oração e como acabaram, ó Deus, de
prometer diante do Senhor,
sustentar-lhes, ó Deus, com oração, com
animação, ó Deus, sustentando os braços,
ó Pai, nessa obra que nós sabemos, ó
Deus, que está muito além da nossa
capacidade, mas nós cremos, ó Deus, que
nós o fazemos pelo poder do Senhor e em
Cristo Jesus. Portanto, ó Deus, reveste
esses homens com poder e graça, ó Deus,
e que assim a sua igreja, ó Deus, possa
ser abençoada. Nós oramos agradecidos em
nome de Cristo Jesus.
Diante dessa oração, inesse ato, nós
estendemos então a destra de comunhão
para que esses irmãos eh façam parte
também eh e continuem, né, nessa obra e
nesse ministério.
Assim nós cremos que diante de tudo que
aconteceu aqui, nós
rogando assim a bênção de nosso Deus,
Nós declaramos os irmãos instalados nos
seus ofícios em nome do Pai, do Filho e
do Espírito Santo.
Peço que continue aqui à frente,
convidando também o pastor Edgar aqui à
frente.
Nós também tivemos na última assembleia,
nós tivemos a eleição para o ofício do
diác de diáconos e da mesma maneira eu
gostaria de rapidamente relembrar aquilo
que a palavra de Deus nos fala a
respeito também deste
palavra do Senhor nos instrui que nosso
Senhor Jesus Cristo, como rei, cabeça de
sua igreja, permitiu que nela houvessem
socorros ou diác os que tivessem a seu
cargo especial socorro aos necessitados.
Vemos na Sagrada Escritura que a
princípio os mesmos apóstolos tinham o
seu cargo todos os negócios temporais da
igreja, visto que a seus pés se
depositava o preço do que se vendia com
o fim de esse produto ser empregado no
suprimento das necessidades individuais
dos cristãos, como nós lemos lá em Atos,
no capítulo 4, no verso 34 e 35. Nenhum
necessitado havia entre eles, de acordo
com a palavra de Deus, porquanto os que
possuíam terras ou casas, vendendo-as,
traziam os valores correspondentes e
depositavam aos pés dos apóstolos.
Então se distribuí a qualquer um à
medida que alguém tinha necessidade. Em
Atos, no capítulo 6, do verso 1 até o
verso 6, nós vemos, porém, que tendo
crescido o número de discípulos e
havendo suscitado a murmuração dos
helenistas contra os hebreus, porque as
viúvas desses estavam desprezadas no
serviço diário. Os 12 convocando a
multidão dos discípulos, os convidaram a
que escolhessem dentre eles sete varões
de boa reputação, cheios do Espírito
Santo e de sabedoria, a quem
constituíram sobre este negócio. Diz a
Bíblia que esse discurso agradou a toda
a multidão e que os eleitos, sete
varões, foram estes apresentados aos
apóstolos que, orando impuseram-lhes as
mãos. E assim foi a origem do diaconato
na igreja cristã. Compete, portanto, aos
diáconos receber e guardar fielmente as
ofertas da igreja para os pobres e para
outros fins piedosos. Distribuir essas
ofertas segundo o desígnio da Igreja, as
necessidades dos pobres. zelar pela boa
ordem no serviço divino e pela
descência, limpeza e ordem no templo e
suas dependências. No desempenho do seu
ofício, eles são sujeitos à direção do
conselho de sua igreja. Os diáconos,
portanto, são na igreja os ministros da
distribuição da caridade fraternal e da
ordem do culto. Então, nesse instante,
nós procederemos à ordenação dos irmãos
eleitos para o diaconato desta igreja. E
eu gostaria de chamá-los aqui à frente
também. Pela ordem, Thago Arantes
Pereira, que já são já é diácono nessa
igreja e foi reeleito. O nosso irmão
Braz Pereira Araújo, que também foi
reeleito nessa última assembleia,
convidar aqui à frente nosso irmão
Rinaldo de Souza Carneiro,
também Rogério Batista Silva Araújo
e Rodrigo de Castro Cardoso.
Esses somente nossos irmãos Rinaldo de
Souza Carneiro e Rogério Batista Silva,
eles passarão pela ordenação nesse dia.
Os demais
já foram ordenados. Portanto, lembro a
cada um deles que da mesma maneira, um
dia eles prometeram diante de Deus que
eles se submetiam e criam que a
escritura do do Antigo e do Novo
Testamento é a palavra de Deus
infalível. Também eles prometeram diante
da igreja que eh iriam receber e adotar
a confissão de fé de Westm e os
catecismos desta igreja como fiel
exposição do sistema de doutrina. Eles
sustentaram e aprovaram o governo da
Igreja Presbiteriana do Brasil e também
aceitaram este ofício da diaconato dessa
igreja, prometendo desempenhar fielmente
todos os deveres do cargo.
Assim, nós louvamos a Deus pela vida
desses irmãos que têm eh colocado a vida
diante do Senhor e foram reeleitos para
mais um mandato no ofício diaconal. Que
Deus continue sustentando a vida de cada
um de vocês. Mas eu gostaria de convidar
que se colocasse aqui à frente o nosso
irmão Rinaldo
e nosso irmão Rogério Batista Silva
Araújo.
Eu gostaria que vocês respondessem em
alto e bom som aquilo que eu vou
perguntar a vocês nesse momento.
Vocês creem que a escritura do antigo e
novo testamento são a palavra de Deus e
que essa palavra é a única regra
infalível de fé e prática?
Recebem e adotam a confissão de fé de
Westminster e os catecismos dessa igreja
como fiel exposição do sistema de
doutrina ensinado nas santas escrituras.
Sustentam e aprovam o governo da Igreja
Presbiteriana do Brasil.
Aceitam o ofício do diaconato dessa
igreja e prometem desempenhar fielmente
todos os deveres deste cargo?
Prometem procurar manter e promover a
paz, a unidade, a edificação e a pureza
dessa igreja?
Quero também, da mesma forma convidar a
igreja que se coloque em pé
e respondam também a essas perguntas.
E vocês, membros dessa igreja,
reconhecem esses nossos irmãos como
diáconos?
prometem tributar-lhes toda honra e
animação e obediência no Senhor e que,
segundo a palavra de Deus e a
constituição dessa igreja lhes dá o
direito a seu ofício.
Gostaria então nesse momento que os
irmãos pudessem se ajoelhar aqui à
frente e todos os irmãos presbíteros,
regentes e docentes estendam as suas
mãos sobre a vida desses irmãos. E nós
vamos orar ao nosso Deus.
Senhor, nosso Deus e Pai, nós queremos
bendizer o teu nome, porque aprove ao
Senhor, ó Deus, levantar esses homens,
colocar no seu coração o desejo e, ó
Deus, fazer com que também a tua igreja
pudesse, ó Deus, através do voto,
escolhê-los, ó Pai, para que eles
pudessem desempenhar esse ofício na
igreja. Portanto, nós cremos, ó Deus,
que tudo foi direcionado pelo Senhor. E
nesse instante nós rogamos que o Senhor
os capacite, ó Deus, que da mesma forma,
ó Deus, como foi instituído os diáconos,
homens cheios do Espírito Santo do
Senhor, que o Senhor, ó Deus, revista
esses homens com poder e graça diante do
Senhor e diante da Tua igreja, para que
em todos os seus atos o nome de Cristo
Jesus seja, ó Deus, engrandecido e
glorificado. e que a sua igreja seja
edificada através da vida desses irmãos.
abençoe-os, ó Deus, e que a tua igreja,
ó Pai, possa eh entender, ó Deus, as
lutas, as dificuldades deste ofício e
assim, ó Deus, animá-los, ó Deus, com as
suas orações, ó Deus, com a sua ajuda, ó
Deus, que o Senhor assim, ó Deus, eh nos
abençoe como igreja para que nós
possamos caminhar, ó Deus, debaixo
daquilo que é a vontade do Senhor. Ó
Deus, é assim que nós te pedimos, em
nome de Cristo Jesus.
Assim, dessa forma também nós lhes damos
a destra, fazendo parte desse ofício.
E também nós declaramos então ordenados,
devidamente instalados em nome do Pai,
do Filho e do Espírito Santo. Que Deus
abençoe a vida de vocês.
Meus irmãos, vamos se colocar de pé para
encerrarmos. Se falta motivação para
você ser diácono, olhe pro braço, viu?
Apesar da idade, tá servindo ao Senhor e
com muito amor. Isso tem que ser
motivação pro nosso coração também.
Senhor, nós te damos graças e louvamos
ao Senhor por esse culto e pela tua
palavra, por esse momento de celebração
e de adoração ao Senhor. Agora que vamos
pedir para nossa casa, o Senhor nos
guarde, que o Senhor nos livre do mal.
Senhor, estenda a mão do Senhor sobre as
nossas vidas e que possamos viver para
honra e a glória do Senhor. Receba o
nosso culto de louvor e de adoração ao
Senhor. Que o teu nome seja engrandecido
e seja exaltado. Assim oramos em nome de
Jesus. Amém. Que a graça do nosso Senhor
Jesus, o amor de Deus, nosso eterno e
glorioso Pai, que as ternas, as
insondáveis consolações do Espírito
Santo de Deus repouse sobre vós, sobre
toda a igreja do Senhor espalhada pela
face da terra, não só hoje, mas para
todo sempre. Amém. Pode se assentar,
meus queridos.
Amém.
[música]
Amém. Ouçamos [música]
o póslúdio.
[música]
Aleluia.
Louvai a Deus,
ó Senhor santuar [música][canto]
no
seu poder. Aleluia [música][canto]
poder. Aleluia seu poder. Pelos seus
atos [música]
poderosos [canto]
e na sua grandeza.
>> [música]
>> a Deus [canto]
somos [música]
[canto]
[música]
de trita.
Aleluia [música][canto]
Deus. Louvai a Deus velho.
[música][canto]
Louvai a Deus.
Com salvio [música][canto]
e com armascar
a Deus. [música]
Oi oi oi.
Deus aleluia [canto]
Deus. [música] Louvai a Deus. Aleluia
Deus. Louvai [música][canto]
a Deus.
As eas
não vai. Aleluia.
[música][canto]
Concam-los a restaurantes
aleluia [música]
aleluia.
[canto]
[música]
[canto]
Aleluia. [música]
Aleluia.
Aleluia. [canto]
Aleluia.
[música][canto]
L
Senhor [música] louve [canto] Senhor
Deus quando ser louve ao Senhor.
Aleluia. [música] Aleluia. Aleluia.
Aleluia. Aleluia. Aleluia. Aleluia.
Aleluia! Alleluia! [música][canto]
Aleluia!
Aleluia! [canto]
Aleluia!
Aleluia! [música]
Aleluia!
[canto][música]
Meus irmãos, nós estamos chegando ao
final deste culto público nessa noite e
nós gostaríamos também de conhecer
aqueles que nos visitam pela primeira
vez. Se você está aqui pela primeira
vez, tanto aqui quanto na capela também,
se você puder ficar em pé, nós
gostaríamos de entregar uma lembrança em
nome da igreja.
Temos aqui dentro. Que Deus abençoe sua
vida. Seja muito bem-vindo no nosso
meio.
Deus abençoe vocês.
Quero também convidar, já convidando
aqui à frente, né, o Wagner, que dará um
aviso. Mas antes, eu quero relembrar aos
irmãos que no próximo sábado, dia 20,
nós teremos o bazar, que é realizado
pela nossos irmãs da SF, Oficina Dorcas.
Essa é a primeira edição, né, desse ano.
Então, durante todo o semestre, as
nossas irmãs, elas estiveram
trabalhando, né, com a Finco para
produzir essas peças. E lembra aos
irmãos que elas são vendidas aqui, mas
para que eh vários projetos sejam
sustentados. um deles eh também a ajuda,
né, de vários seminaristas e socorro
ali, eh, no seminário presbiteriano
Brasil Central, assim como outros
projetos que têm sido sustentados, né,
por esse trabalho das irmãs da Saf.
Então, vem e prestigiem, vai ser de 9
até às 17 horas no próximo sábado, tá?
Então, é realizado aqui no IP, então
todos os irmãos estão convidados,
convocados. tragam pessoas também de
fora para estarem participando, né, e
podendo também abençoar, né, a vida da
igreja. Quero passar a palavra,
>> meus irmãos, é com muita alegria também
que nós queremos convidar toda a igreja
para a capacitação de evangelismo que
teremos no dia 20. Vou deixar os irmãos
da mídia passarem, eh, prepararem um
vídeo. Esse vídeo é do reverendo Paulo
Passos. O reverendo Paulo Passos, ele é
coordenador da PECOM e ele que vai nos
ministrar essa capacitação. É um convite
de toda a igreja. Assim que o vídeo
tiver disponível, a gente vai passar
aqui no telão para vocês. Enquanto isso,
eu posso ir falando sobre a feira de
evangelismo, tá bom? Tá pronto o vídeo?
Pode passar então, por favor.
Olá, irmãos presbiterianos de Goiânia e
região. Eu sou Paulo de Tácio Passo,
coordenador de evangelização da APECON,
agência presbiteriana de Evangelização e
Comunicação. Passando aqui para lhe
fazer um convite muito especial. No
próximo dia 20 de junho, sábado,
estaremos juntos na capacitação para
evangelismo, promovido pelo projeto
Minha Cidade para Cristo na Primeira
Igreja Presbiteriana de Goiânia. A nossa
geração precisa urgentemente ouvir o
evangelho de Jesus. E para isso é
preciso que os membros das nossas
igrejas estejam preparados e equipados
para compartilharem a sua fé com
ousadia, com conhecimento, com graça.
Então, faça a sua inscrição, esteja
junto conosco. Será um tempo de grande
aprendizado, de encorajamento paraa sua
vida e também do fortalecimento de uma
cultura de evangelização na sua igreja
local. Convide os irmãos da sua igreja,
inscrevam-se e participe. Estaremos
juntos. Eu aguardo você até lá, dia 20
de junho, das 9 às 17, na Primeira
Igreja Presbiteriana de Goiânia.
>> Amém. E nós teremos também a nossa feira
de evangelismo que vai acontecer também
nesse final de semana, nesse próximo
final de semana. Então, no domingo, nós
teremos a ministração também pela manhã
do reverendo Paulo Passos e pela noite
nós teremos ali eh várias tendas ali com
material, com eventos de evangelismo que
nós iremos fazer também paraa igreja.
Então, fique atento, as inscrições vão
até essa semana. Você pode buscar a
secretaria, pode me buscar, pode buscar
também o presbítero Abrão também que
está por dentro para passar essas
informações. Deus abençoe.
>> Só também deixando registrado, nós
estamos hoje com os pastores.
Alex está em Edeia, ministrando a ceia e
pregando lá na nossa plantação de
igreja, projeto aqui da nossa igreja. E
também o reverendo Alisson está pregando
e ministrando a ceia em Trindade no
Samara, tá? Nós temos um tempo agora de
livraria, uma boa conversa também, um
café e nós convidamos a todos para
passarem ali e atravessem pela faixa, tá
bom? Que Deus os abençoe e nos dê uma
boa semana em nome de Jesus.
[música]
>> [música]
[música]

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