Tomé pediu provas e encontrou Deus | Matheus Bessa | Noite de Domingo 14 de Junho de 2026
15/06/2026
Tomé pediu provas e encontrou Deus | Matheus Bessa | Noite de Domingo 14 de Junho de 2026
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Fonte: Josemar Bessa
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Irmãos, bom, eu gostaria de começar essa mensagem hoje, que é de uma sequência que eu tenho feito. A última vez que a gente falou foi sobre a humanidade de Cristo. E eu gostaria que cada um respondesse aí, no seu lugar, mentalmente, uma pergunta simples: Quem é Jesus? Se alguém chegasse para você hoje e perguntasse quem é Jesus, o que é que você responderia? Muitas vezes as respostas que as pessoas falam, geralmente é, geralmente é um lugar seguro para ela, confortável e sem muito compromisso. Elas dizem, por exemplo, que Jesus foi um grande mestre. E, de fato, temos que concordar, ninguém ensinou como ele. Dizem que ele foi, talvez, um exemplo moral. E, de fato, ninguém viveu com a pureza como ele viveu. Dizem que ele é um profeta, como diziam já na época. E, de fato, ele falou palavra de Deus com uma autoridade perfeita ali. Dizem que ele foi um revolucionário do amor, um defensor dos pobres, o consolador dos aflitos e o homem incomparável. Esse daqui as pessoas de hoje em dia adoram falar. E a verdade é reconhecer a beleza da sua vida humana, como nós vimos anteriormente. Mas os evangelhos não nos deixam parar no ponto que nós paramos na última mensagem. A Bíblia não nos apresenta um Jesus como alguém que simplesmente veio falar sobre Deus. Ele nos apresenta Jesus como aquele que é, como aquele em que Deus veio até nós. Ele não é apenas uma janela do céu mostrando o que é que é, o céu está querendo. Ele é o próprio Senhor da glória entrando na nossa história. Ele é, não é apenas alguém que está apontando o caminho. Ele diz assim, em João 14:6: "Eu sou o caminho, a verdade e a vida. Ninguém vem ao Pai a não ser por mim. Ele não é apenas alguém que ensina sobre a ressurreição. Ele diz em João 11:25: "Eu sou a ressurreição e a vida". Ele não é apenas alguém que fala de luz. Ele diz o que em João 8:12: "Eu sou a luz do mundo". Perceba aí o peso disso. Jesus não cabe em categoria de um mero conselheiro espiritual para nós. Ele não cabe na categoria de apenas um mestre admirável. Ele não cabe na categoria apenas de um líder religioso entre outros líderes religiosos que existem. Ele fala, ele age, ele perdoa, ele julga, ele salva, ele recebe adoração e reivindica para si aquilo que pertence unicamente a Deus. Por isso, a pergunta não é se nós é gostamos de Jesus. A pergunta é se nós nos curvamos diante dele no final. Não é se achamos Jesus interessante para nós. A pergunta é: confessamos Jesus como nosso Senhor no fim? Não é se admiramos as suas palavras. A pergunta é se recebemos no final a sua identidade como a escritura revela a nós. E eu diria que talvez ninguém nos ajude tanto a entrar nessa questão aqui do que Tomé. Tomé era discípulo de Jesus. Ele havia caminhado com Jesus. Ele tinha ouvido todos os ensinamentos dele, visto os milagres, presenciado sua compaixão, conhecia a sua autoridade. Tomé não era um estranho a Jesus. Ele não era um cético distante fazendo críticas de fora ali. Ele era um homem que havia deixado tudo, todas as suas coisas para seguir Jesus. Mas então veio o dia da cruz. E a cruz despedaçou simplesmente todas as expectativas de Tomé. Nós às vezes lemos os discípulos, quando nós estamos vendo essa parte, com uma pré, com um pouco de pressa demais. Esquecemos que eles não assistiram a crucificação como alguém que já sabia de tudo o que viria depois. Eles não estavam sentados confortavelmente dizendo assim: "Pode ficar tranquilo, no domingo ele volta". Eles viram o seu mestre ser preso, humilhado, espancado e pregado numa cruz. Eles viram a aparente derrota daquele em quem eles tinham colocado toda a sua esperança. E quando a dor bate na porta, nem sempre a teologia do crente fica organizada dentro dos crentes. Tomé não estava com os outros quando Jesus apareceu ressuscitado. Quando os discípulos disseram a ele: "Vimos o Senhor", o que que ele responde? João 20:25. "Se eu não vir as marcas dos pregos nas suas mãos, não colocar o meu dedo onde estavam os pregos e não puser a minha mão no seu lado, não crerei". É uma frase dura aqui que ele está falando. Mas vamos admitir, é uma frase extremamente humana dele. Tomé está dizendo: "Eu não consigo crer apenas porque vocês estão dizendo. Eu não consigo construir a minha esperança em cima da empolgação de vocês. Eu vi a morte, eu preciso ver a vida. Eu vi as feridas, eu preciso tocar as feridas. Eu vi o fim, eu preciso atravessar o fim por mim". Então, uma semana depois, Jesus aparece. As portas estavam trancadas, os discípulos estavam reunidos e Cristo se coloca no meio deles. Ele não precisa que alguém abra a porta. Ele não pede licença ao medo que eles estavam passando ali. Ele entra no ambiente fechado que eles estavam e diz: "Paz seja com vocês". Aqui já é uma mensagem para a nossa alma. Cristo ressuscitado entra onde o medo trancou a porta. Ele vem ao encontro de discípulos frágeis que estavam com medo e de portas trancadas. Ele não volta para se vingar por conta da fraqueza deles de terem abandonado ele. Ele volta anunciando paz. Então, Jesus se dirige diretamente a Tomé. Ele conhecia exatamente as palavras que Tomé havia dito. Ele sabia da exigência de Tomé, sabia da sua resistência, sabia da ferida por trás da dúvida dele. E ele diz assim, João 20:27: "Coloque o seu dedo aqui, veja as minhas mãos, estenda a mão e coloque-a no meu lado. Para de duvidar e creia". Se você vê aqui, Jesus não trata Tomé com desprezo, mas também não deixa ele confortável na incredulidade dele. Ele não diz: "Tomé, tá tudo bem. Continue duvidando sempre, mas eu te provo que eu estava certo". Ele vem com misericórdia para Tomé, mas sua misericórdia chama a fé. Ele mostra as feridas, mas também confronta o coração de Tomé. Então, Tomé responde com uma das maiores confissões de toda a Bíblia. João 20:28 diz assim: "Senhor meu e Deus meu". Pare aqui por um instante. Pense. Tomé não diz apenas "Meu Deus, você ressuscitou". Ele não diz só "Agora eu acredito que você está vivo". Ele não diz "Meu mestre voltou". O que ele diz é "Senhor meu e Deus meu". O crucificado ressuscitado é confessado aqui como Deus. E Jesus não corrige Tomé por ele ter falado como se ele fosse Deus. Jesus não diz "Cuidado, Tomé. Você está exagerando". Jesus não diz "Não me chame assim. Adore somente a Deus". Ele recebe essa confissão de Tomé. E isso é decisivo aqui. Quando homens de Deus nas escrituras são tratados como se fossem dignos de adoração, eles sempre recusam. Quando os anjos são tratados como se fossem dignos de adoração, eles também recusam. Mas Jesus recebe aquela adoração. Porque ele não é uma criatura apontando para Deus como todos os outros eram. Ele é o Deus vindo até a nós em carne humana. Essa é a verdade que sustenta todo o nosso estudo hoje. Jesus Cristo é o verdadeiro Deus e verdadeiro homem. Ele é filho eterno que assumiu a nossa humanidade sem deixar de ser Deus. Ele é Deus conosco. Ele é o verbo que foi feito carne. Ele é o Senhor da aliança visitando o seu povo. Ele é o salvador que tem poder infinito para redimir pecadores. A fé cristã vive aqui ou morre aqui. Se Jesus não é Deus, o cristianismo desmoronou. Se Jesus não é Deus, a sua morte não tem um valor infinito. E se Jesus não é Deus, ele não pode, é, revelar perfeitamente o Pai e a vontade do pai. Se Jesus não é Deus, ele não pode carregar sobre si a culpa de uma multidão incontável que é culpada. Se Jesus não é Deus, adorá-lo seria idolatria ali. Mas se Jesus é Deus, então ignorar ele é loucura. Rejeitar ele é perdição certa e diminuí-lo é blasfêmia. Adorá-lo então tem que ser o centro da nossa vida. E o evangelho de João começa exatamente neste lugar, antes de falar de Belém, manjedoura, Maria, José, pastores, magos, João nos leva para antes do tempo. Ele diz João 1: "No princípio era aquele que é a palavra. Ele estava com Deus e era Deus". Essas palavras parecem simples escutando, mas elas são profundas como um oceano para nós. No princípio nos leva a antes de tudo. Mas João diz que quando tudo começou, a palavra já era. Ele não diz: "No princípio a palavra passou a existir". Ele diz: "No princípio era". Antes da criação, antes do tempo, o universo, anjos, matéria, história, o filho já existia eternamente. E depois João diz: "Ele estava com Deus", o que mostra uma distinção dele do pai, mostrando que o filho não é o pai. Ele está com Deus. Há uma comunhão eterna, uma relação eterna, amor eterno entre filho e pai. Mas ele continua: "E era Deus". Isso mostra plenamente a divindade de Cristo. O filho é distinto do pai, mas ele não é inferior ao pai. Ele é Deus. E aqui nós temos que caminhar eh é cuidado, apesar de que a gente estudou isso na escola dominical o mês passado inteiro sobre isso, a fé cristã não ensina que existe três deuses. A fé cristã também não ensina que Deus apenas aparece de três modos diferentes, como se o pai virasse o filho depois virasse o espírito dependendo da situação. A Bíblia revela que há um só Deus, eterno, infinito, perfeito, que subsiste em três pessoas: pai, filho e Espírito Santo. O filho é plenamente Deus, assim como o pai é plenamente Deus e o espírito é plenamente Deus. Não há competição na Trindade, não há divisão da essência divina, não há hierarquia de valor, glória ou natureza. Então, vem a notícia que simplesmente muda tudo. João 1:14: "Aquele que é a palavra tornou-se carne e viveu entre nós". O Deus eterno entrou na nossa condição. Aquele que não teve começo assumiu uma vida humana no tempo. Aquele que sustenta todas as coisas foi carregado nos braços de uma mãe. Aquele que criou a boca humana aprendeu a falar como uma criança. Aquele que dá pão às criaturas sentiu fome aqui. Aquele que é a fonte da água da vida sentiu sede aqui. Aquele que é vida chorou diante de um túmulo de um amigo. E isso não significa que Deus deixou de ser Deus para isso, significa que o filho eterno assumiu a verdadeira humanidade. Ele não fingiu ser um homem, ele não vestiu um disfarce humano, ele não apareceu como uma visão aqui, ele se fez carne, carne real como cada um de nós, uma alma humana real, emoções humanas reais, um cansaço real, lágrimas reais, sangue real e ainda assim mesmo entrando na nossa condição sem pecado. A encarnação é um milagre divino aqui. Deus não nos salva gritando dos céus. Deus não nos salva enviando apenas instruções do céu. Deus não nos salva entregando apenas uma filosofia e fala: "Sigam ela". O filho vem, ele entra na criação e ele mesmo faz o que nós deveríamos fazer. Ele assume a natureza humana daquele que veio redimir cada um de nós. Ele se aproxima tanto de nós que pode ser tocado, ouvido, visto, ferido e por fim crucificado. Mas nunca deixa de ser quem ele é. Por isso, João continua mostrando que ao longo do evangelho, que Jesus age com autoridade divina ali. Em João 5, Jesus cura um homem no sábado. E a discussão ali cresce, porque ele chama Deus de seu próprio pai de uma maneira singular ali, a ponto das pessoas que estão ao redor entenderem o que ele estava dizendo. O texto diz que os judeus procuravam ainda mais matá-lo. Pois, diz assim João 5:18: "Estava dizendo que Deus era seu próprio pai igualando-se a Deus". Eles entenderam qual era a reivindicação de Jesus. Jesus não estava apenas dizendo que Deus era pai num sentido geral. Ele estava falando de uma relação única, eterna, incomparável. Em João 10, Jesus diz assim no versículo 30: "Eu e o pai somos um". Novamente, seus ouvintes pegam pedra para pelejá-lo quando escutam isso. Por que que eles faziam isso? Porque eles percebem que ele estava reivindicando uma unidade com Deus que nenhum mero homem pode reivindicar. Jesus não estava apenas dizendo: "Eu e Deus temos os mesmos planos". Ele estava afirmando uma unidade profunda, essencial e divina com o pai. Então, chegamos de novo a Tomé, onde ele diz, João 20:28: "Senhor meu e Deus meu". O evangelho começa dizendo que o verbo era Deus. O evangelho termina conduzindo um discípulo a confessar que Jesus era Deus. João está nos mostrando o caminho da fé. A doutrina não fica apenas pendurada no ar. Ela termina na boca do homem que é rendido a Deus. O que João afirma no início, Tomé está confessando no fim. E é isso que a sã doutrina faz conosco. Ela não apenas organiza as nossas ideias, ela nos leva, por fim, à adoração. Uma doutrina eh de Cristo que não termina em adoração a a ali, ela não foi corretamente compreendida. Se estudarmos a divindade de Jesus e ficarmos apenas nos argumentos, falando com as pessoas, mas sem reverência, tem algo errado ali. Se defendermos as verdades sobre Cristo, mas não nos curvamos diante dele, ainda estamos distantes do ponto central. A verdade sobre Jesus não é um troféu intelectual para vencermos debates no mundo. Ela é a luz para os nossos olhos, um alimento para nossa alma e um fogo santo para o nosso coração. Mas a Bíblia vai além de afirmações diretas. Ela também identifica Jesus como o próprio Senhor revelado no Antigo Testamento. Em João 8, Jesus está discutindo com os líderes religiosos e que se orgulhavam de serem descendentes de Abraão. Eles olham para Jesus e veem apenas um homem jovem diante deles. Então, ali, Jesus diz algo impressionante em João 8:58: "Eu lhes afirmo que antes de Abraão nascer eu sou". Ele não diz apenas: "Antes de Abraão eu existia". Não é isso que ele está dizendo. Ele diz algo muito mais extraordinário. Ele diz: "Eu sou". Essa linguagem nos leva de volta ao que Deus, ao Deus se revelando a Moisés. O Deus da aliança, o Deus eterno, o Deus que existe em si mesmo, o Deus que não depende de ninguém, um Deus que não teve começo e não terá fim. A reação dos ouvintes confirma o peso da afirmação de Jesus. Que que eles fazem de novo? Eles pegam pedras. Eles não pensaram que Jesus estava apenas fazendo uma poesia ali. Eles entenderam que ele estava reivindicando para si uma identidade divina. E aqui a igreja precisa recuperar o espanto. Jesus não é um personagem do, é, religioso domesticado que nós podemos ter. Ele é o grande Eu sou. Antes de Abraão, ele é. Antes de Moisés, ele é. Antes de Davi, ele é. Antes de Maria segurar ele no colo, ele é. Antes de qualquer estrela no céu brilhar, ele é. Ele não é apenas antigo. Ele é eterno. Ele não é apenas poderoso. ele é auto existente. Ele não recebe a vida, ele tem a vida em si mesmo. E esse senhor eterno é o mesmo que se aproxima de Tomé e mostra as feridas. E isso deve quebrar as nossas eh durezas e tristezas muitas vezes que a gente carrega aqui nesse mundo. O eu sou tem cicatrizes. O senhor da glória carrega marcas da crucificação. Aquele que não pode ser vencido pela morte entrou voluntariamente na morte. Aquele que é adorado no céu foi rejeitado na terra. Aquele do qual de quem os serafins cobrem o rosto permitiu que pecadores cuspissem no seu rosto. Há uma beleza santa aqui que nenhuma outra mensagem do mundo consegue oferecer. O Deus cristão não é distante, ele não é frio e não é indiferente. Ele é transcendente, sim, soberano também, santo, sim, mas em Cristo ele se aproxima. Não para negociar com o pecado, não para fingir que a nossa culpa não existe, ele se aproxima para carregar em seu próprio corpo aquilo que condenava cada um de nós. Os evangelhos também mostram que essa identidade divina de Jesus quando aplicam a as promessas do Antigo Testamento sobre a vinda do Senhor. João Batista vem preparar o caminho. Mas preparar o caminho de quem? A linguagem bíblica aponta para o Senhor visitando o seu povo. E quando João Batista aponta, ele não aponta para um templo, um sistema, um movimento ou uma ideia. Ele aponta para Jesus e diz assim em João 1:29: "Vejam, é o cordeiro de Deus que tira o pecado do mundo. O Senhor vem e ele vem como um cordeiro e isso é surpreendente. Nós esperaríamos, talvez, apenas uma majestade visível, fogo, trovões, juízo imediato. Mas ele vem em humanidade, como nós vimos na outra mensagem. Vem para ser oferecido, vem para tomar sobre si a culpa que não era dele. Vem para fazer aquilo que nenhum sacerdote, nenhum rei, nenhum profeta, nenhum sacrifício animal poderia fazer de modo definitivo. A divindade de Cristo não diminui a sua mansidão. A sua majestade não elimina a sua compaixão e a sua soberania não impede a sua ternura. Nele agora infinita e a humildade profunda conseguem se encontrar. O mesmo Cristo que sustenta o universo se inclina para tocar o leproso. O mesmo Cristo que conhece todos os corações conversa com uma mulher samaritana à beira de um poço. O mesmo Cristo que é o Senhor dos anjos permite que crianças se aproximem dele. O mesmo Cristo que julgará os vivos e mortos chora diante do túmulo de Lázaro. Essa combinação é incomparável. Entre nós o poder costuma normalmente afastar, dê poder para uma pessoa que você começa a ver ela se afastar. Quanto mais poder alguém tem mais inacessível ele se torna. Quanto mais status, mais distância. Quanto mais glória humana, mais protocolos é para chegar naquela pessoa. Mas em Jesus, nós vemos o quê? O contrário. A glória infinita se aproxima nos impuros. A santidade perfeita toca os quebrantados. A autoridade absoluta lava os pés dos discípulos. E você poderia perguntar: "E por que que isso importa"? Porque nós não precisamos apenas de um Deus grande o suficiente para governar o universo. Nós precisamos de um salvador gracioso o suficiente para nos receber. E em Cristo, nós temos os dois. Ele é grande demais para falhar e manso demais para rejeitar quem vem a ele quebrantado. Os evangelhos continuam dando evidências dessa divindade. Uma das mais claras aparece quando Jesus perdoa pecados. Em Marcos 2, um paralítico é levado até ele. Os amigos abrem o teto e descem o homem diante de Jesus. Todos esperam ali uma cura física. Mas Jesus olha para aquele homem e diz o quê? Marcos 2:5. "Filho, os seus pecados estão perdoados". Os mestres da leis, da lei que estavam ali, se incomodam e pensam: "Quem pode perdoar pecados a não ser somente Deus"? E não se engane. A pergunta deles estava correta. Pecado é, antes de tudo, contra Deus. Todo pecado fere as pessoas, desorganiza relações, destrói a alma, mas em sua raiz é uma rebelião contra Deus. Portanto, somente Deus tem autoridade final de perdoar os pecados. O erro dos escribas não estava na doutrina na doutrina de que só Deus perdoa. O erro estava em não reconhecer que Deus estava diante deles em Cristo. Então Jesus cura o homem para mostrar que a autoridade na terra que ele tem ali autoridade na terra para perdoar pecados. A cura visível confirma a autoridade invisível que ele tinha. O paralítico se levanta, mas um milagre maior já tinha acontecido. Seus pecados foram perdoados pela palavra de Cristo. Veja como isso fala com cada um de nós. Muitas vezes chegamos a Jesus com problemas reais, dores reais, necessidades reais que nós temos e ele se importa com o corpo, com a família, com o pão, com a lágrima e com o sofrimento. Mas ele sabe que a nossa necessidade mais profunda não é nada disso. É a nossa reconciliação com Deus. O maior problema do ser humano não é a sua falta de autoestima, a sua falta de oportunidade nesse mundo, a falta de conforto que ele tem ou a falta de reconhecimento das pessoas à sua volta. O maior problema é que ele é culpado diante de um Deus santo. E se Jesus perdoa pecados, então Jesus trata a raiz da nossa miséria. Outra evidência é que Jesus recebe adoração. Depois de andar sobre as águas e acalmar o medo dos discípulos, os que estavam no barco o adoram dizendo assim: "Verdadeiramente tu és o filho de Deus". Após a ressurreição, as mulheres se aproximam, abraçam seus pés e o adoram. Os discípulos o adoram. Tomé o chama de Deus. Isso seria escandaloso se Jesus fosse apenas uma criatura. A Bíblia é ferozmente clara. Somente Deus deve ser adorado. Quando Satanás tenta Jesus oferecendo os reinos do mundo em troca de adoração, o que é que Jesus responde a ele? Mateus 4:10: "Adore o Senhor, o seu Deus, e só a ele preste culto". E esse mesmo Jesus recebe adoração sem repreender os adoradores. Por que ele faz isso? Porque a adoração a Cristo não rouba a glória de Deus. Ela honra o filho e honrar o filho é honrar o pai. Também vemos a sua divindade na autoridade sobre a criação que ele tem. Ele transforma água em vinho. Ele multiplica pães. Ele acalma a tempestade. Ele anda sobre o mar. Esses milagres não são truques para impressionar as multidões. Eles são sinais sobre Jesus. Eles apontam para a identidade que ele tem. Quando Jesus repreende o vento e o mar, os discípulos perguntam em Marcos 4:41: "Quem é este que até o vento e o mar lhe obedecem?" Essa é a pergunta certa que nós temos que ter. Milagre não é apenas sobre o que aconteceu. É sobre quem está ali. O mar obedece porque reconhece a voz do criador. O vento se aquieta porque está diante daquele por meio de quem todas as coisas foram feitas. João 1, versículo 3, diz o seguinte: "Todas as coisas foram feitas por intermédio dele. Sem ele, nada do que existe teria sido feito". E isso significa que Jesus não pertence à categoria das coisas criadas. Tudo o que foi criado foi feito por meio dele. Ele está do lado do criador, não da criatura. Ele não é o primeiro ser criado, como você poderia gostar de falar, se você pensasse um pouco mais. Ele é aquele por meio de quem todos os outros seres passaram a existir. Essa verdade limpa a nossa mente de confusões perigosas para nós. Jesus não é um anjo mais elevado. Ele não é um ser intermediário entre Deus e a criação. Ele não é uma criatura mais próxima de Deus do que nós. Ele é o criador encarnado. E quando o criador entra na criação, a criação responde à palavra dele. Mas talvez a evidência mais comovente seja a sua autoridade sobre a morte. Diante do túmulo de Lázaro, Jesus diz o quê? João 11:25: "Eu sou a ressurreição e a vida". Ele não diz aqui: "Olha, eu ensino sobre a ressurreição". Ele não diz apenas: "Se eu pedir a Deus, ele ressuscita um homem". Ele diz: "Eu sou". A ressurreição não é apenas um evento futuro. Ela é uma pessoa. A vida não é apenas uma benção, ela é Cristo. Então, o que é que ele faz? Ele chama. João 11:43: "Lázaro, venha para fora". E o morto sai. Pense nisso por um instante. Um cadáver ouve a voz de Jesus. A decomposição que estava acontecendo no corpo dele recua completamente. A morte solta a sua presa e o túmulo entregam o homem de volta. Por que que isso acontece? Porque a voz que chamou Lázaro é a voz do próprio autor da vida. E essa mesma voz, um dia, chamará a todos os mortos. Uma Uns ressuscitarão para a vida, outros pro juízo. O destino eterno da humanidade está nas mãos de Cristo. O pai confiou o julgamento ao filho. E isso não é uma função pequena. E você pode até tentar, no final, adiar a resposta. Pode tentar manter Jesus como uma figura bonita na parede da cultura aqui. Pode tentar usar as suas palavras quando convém, ignorar a autoridade dele quando incomoda você. Mas um dia todo joelho se dobrará, toda a língua confessará que Jesus é o Senhor. Para a glória de Deus Pai. A questão é se essa confissão será feita agora, com fé e alegria, ou depois, no fim, com terror e o reconhecimento inevitável. A Bíblia também mostra que Jesus revela perfeitamente o pai. Filipe diz assim, em João 14:8: "Senhor, mostra-nos o pai e isso nos basta". Que que Jesus responde? "Quem me vê vê o pai". Isso não significa que o pai e o filho sejam a mesma pessoa. Significa que o filho revela perfeitamente a natureza, o caráter, a glória, a santidade, o amor e a verdade do pai. Querem saber como Deus é? Olhe para Cristo. Querem saber se Deus é santo? Olhe para Cristo denunciando a hipocrisia e chamando pecadores ao arrependimento. Queremos saber se Deus é misericordioso? Olhe para Cristo recebendo os quebrantados. Quer saber se Deus é justo? Olhe para Cristo indo para a cruz. Quer saber se Deus te ama? Olhe para o filho entregando a si mesmo por pessoas que eram suas inimigas. Aqui essa doutrina se torna um consolo para nós. Muita gente imagina Deus como uma força distante, um juiz irritado, uma energia impessoal ou um pai ausente. Mas Deus se deu a conhecer em Jesus. Cristo é revelação suprema de Deus. Não há Deus é escondido atrás de Jesus com outro coração, outra disposição, outra vontade. O filho revela o pai e o pai enviou o filho. A cruz não é o filho tentando convencer o pai a nos amar. Não é isso que está acontecendo ali. A cruz é o amor do pai entregando o filho e o amor do filho entregando a si mesmo no poder do espírito para redimir pecadores. E isso nos protege de uma religião fria que nós poderíamos ter. Deus não é apenas uma ideia correta que nós temos. Deus não é apenas um conceito teológico que serve só para vencer debates. Deus se revelou em uma pessoa e essa pessoa é Jesus Cristo. Mas precisamos falar aqui com clareza. Crer na divindade de Cristo não é apenas aceitar uma frase doutrinária. É receber o Cristo verdadeiro. Existe uma diferença entre usar o nome de Jesus e crer no nome de Jesus. É possível falar de Jesus e ainda assim reduzi-lo. É possível você cantar sobre Jesus e não se submeter a ele. É possível você admirar aspectos de Jesus e rejeitar a sua autoridade. O Jesus bíblico não nos permite selecionar partes que nós gostamos mais. Não podemos ficar com o amor dele e rejeitar a santidade. Não podemos escolher o seu perdão, mas rejeitar o senhorio dele. Não podemos ficar com a mansidão e rejeitar a sua majestade. Não podemos ficar com as suas bênçãos e rejeitar a sua pessoa. Tomé não diz: "Meu ajudador, meu conselheiro". Ele não diz isso. Embora Jesus seja ajudador e conselheiro de cada um de nós. Ele não diz: "Meu exemplo, meu mestre". Embora nós sabemos, Jesus é um exemplo mestre para nós. O que ele diz é: "Senhor meu, Deus meu". Há uma rendição pessoal aqui de Tomé. Ele diz: "Meu Senhor". Há uma adoração pessoal dele aqui: "Meu Deus". Essa pequena palavra aqui que ele diz: "Meu", importa muito. Tomé não está formulando uma tese distante dele. Ele está se entregando ali. A teologia ali chegou ao coração dele. A verdade se tornou confissão ali. A glória de Cristo venceu a resistência da alma. E esse é o alvo da pregação. Não é apenas que você saia dizendo por aí: "Agora entendi melhor a doutrina da divindade de Cristo". Isso é bom. É ótimo que você entenda melhor. Mas isso não é o suficiente para você. O alvo é que você olhe para Cristo e diga com fé, como Tomé: "Senhor meu e Deus meu". Meu Senhor não é apenas o Senhor dos outros. Meu Deus não é apenas uma doutrina da igreja. Ele é meu Salvador, minha vida, minha esperança, meu tesouro, minha justiça diante do Pai. E João nos diz o propósito do seu evangelho, no finzinho aqui em João 20:31. Estas estes foram escritos para que vocês creiam que Jesus é o Cristo, o filho de Deus e crendo tenham vida em seu nome. A Bíblia não revela a divindade de Cristo para satisfazer a nossa curiosidade. Ela revela para chamar pecadores para a vida. A vida está no meio dele. Não está na nossa moralidade. Não está na nossa tradição familiar. Não está na nossa sinceridade religiosa. Não está no esforço que nós poderemos ter. Não está na nossa capacidade de melhorar. A vida está em Cristo. Porque Ele é Deus, Ele pode nos salvar. Porque Ele é homem, Ele pode nos representar. Porque Ele é Deus e homem, Ele é o único mediador possível entre Deus e os homens. E aqui está a beleza da salvação. Nós pecamos contra Deus. A nossa culpa é real. A nossa dívida é impagável por nós. Nenhum ser humano comum poderia carregar os pesos do pecado de outro. Muito menos uma multidão que ninguém pode contar no fim. Nenhuma criatura poderia oferecer a satisfação infinita à justiça divina. Nenhum homem, nenhum anjo poderia morrer como representante dos homens. Nenhum profeta poderia vencer a morte por seu próprio, eh, poder. Mas o filho eterno veio até nós. Ele assumiu a nossa natureza. Ele viveu a obediência que nós não vivemos. Amou o pai com todo o coração, toda a alma dele, todo o entendimento e toda a força. Cumpriu a lei, pe, eh, em perfeita justiça aqui. Resistiu à tentação sem pecado. Revelou o reino. Chamou pecadores. Tocou impuros. Confrontou os soberbos. Consolo os quebrantados e caminhou até a cruz. Não como uma vítima de um acidente. Não como alguém que foi surpreendido pelo mal. Não como um mártir impotente ali. Ele mesmo disse que ele dava a sua vida e que ninguém a tirava dele. O Senhor da glória se entregou voluntariamente. No Calvário, a divindade de Cristo não desaparece atrás do sofrimento. Ela dá ao sofrimento um significado infinito ali. Quem está pendurado naquela cruz não é um homem comum. É o filho eterno encarnado. É aquele por meio de quem todas as coisas foram criadas. Aquele que recebeu a adoração dos anjos. Aquele que disse: "Eu sou". Aquele que perdoou pecados. É aquele que chamou mortos à vida. Ele está ali. Ferido, exposto, moído, carregando a culpa que não era dele. A cruz revela a gravidade do nosso pecado. Se fosse possível nos salvar com conselhos, a cruz era desnecessária. Se fosse possível nos salvar por esforço moral, a cruz era um exagero do que tava acontecendo ali. Se fosse possível nos salvar por religião, Cristo não precisava morrer. Ele podia só subir aos céus. Mas o pecado é tão grave que exigiu o sangue dele. E o amor de Deus é tão profundo que o filho derramou o seu próprio sangue. No calvário, a justiça e a misericórdia se encontram. Deus não ignora o pecado. Ele julga o pecado. Deus não abandona o pecador eleito. Ele o resgata. A pena cai, mas cai sobre o substituto. A ira é satisfeita, mas satisfeita no cordeiro de Deus. A dívida é paga, mas paga por aquele que não devia nada ali. Porque aquele que morreu é o Deus encarnado e a sua obra é o suficiente. Não falta nada a partir dali. Não precisamos acrescentar 1 mm de mérito nosso. Não precisamos completar o sacrifício com penitências, desempenho, culpa eterna ou tentativas desesperadas de mostrar valor. Que que Cristo disse na cruz? João 19:30. Está consumado. A obra foi concluída. O preço estava pago. A redenção foi realizada, mas a história não termina na morte no túmulo. Ao terceiro dia, como vimos, ele ressuscitou. E ao que vai aparecer para Tomé. Ele não esconde as suas feridas. Ele apresenta as feridas. As marcas da cruz permanecem como testemunha eterna do amor redentor. Tomé olha para aquelas feridas e confessa a divindade de Cristo. E isso é maravilhoso. As feridas não impedem ele de ver Deus. As feridas revelam que Deus veio salvá-lo. Muitos pensam que a glória de Deus estaria apenas no brilho, no poder, no trono, no juízo e na majestade visível. Tudo isso pertence a Deus, mas no evangelho vemos a glória de Deus também resplandece nas feridas de Cristo. O amor santo de Deus brilha no sangue do cordeiro. A sabedoria de Deus brilha naquela cruz que o mundo chama de loucura. O poder de Deus brilha na aparente fraqueza do crucificado. Então a pergunta volta para nós, a pergunta lá do início: como você responderia agora? Quem é Jesus? Como eu disse, nunca responda depressa. Não responda apenas com palavras aprendidas que você tem que responder. Olhe para as escrituras. Veja o verbo eterno que era Deus. Veja o filho que se fez carne. Veja aquele que disse: "Eu sou". Veja aquele que perdoa pecados. Aquele que recebe adoração. Aquele que domina o vento e o mar. Que chama mortos para fora de túmulos. Aquele que revela o pai. Aquele que morre na cruz e aquele que ressuscita. Aquele que se aproxima de Tomé e transforma a dúvida de Tomé em adoração. Então responda, não com neutralidade, não com uma curiosidade distante, não com uma admiração superficial. Responda com fé, com arrependimento, com adoração. Responda como Tomé naquele momento: "Senhor meu e Deus meu". Talvez você tenha chegado até aqui como Tomé, com portas fechadas dentro da sua alma. Talvez a dor tenha endurecido a sua fé. Talvez decepções tenham tornado você desconfiado. Talvez você conheça as palavras certas a serem ditas quando essa pergunta chega, mas seu coração talvez esteja frio. Talvez você tenha ouvido outros dizendo: "Vimos o Senhor", mas talvez você ainda se sinta distante. O Cristo ressuscitado não é frágil diante da dúvida, mas ele também não a trata como um lugar para você morar. Ele chame: "Pare de duvidar e creia". Talvez você tenha reduzido Jesus, um Jesus útil, mas não um, eh, um Jesus soberano. Um Jesus inspirador para você fazer as coisas, mas não um Senhor. Um Jesus que te consola, mas que você não aceita o governo. Um Jesus que perdoa, mas que não manda em nada. Esse Jesus reduzido não é o Cristo da Bíblia. O verdadeiro Cristo é paciente com os fracos, mas absoluto em autoridade. Ele acolhe pecadores, mas não negocia a sua glória. Ele salva gratuitamente, mas não divide o trono do coração com os ídolos que você possa ter. E talvez você precise hoje voltar ao centro. Cristianismo não é, eh, não é primeiro uma lista de tarefas que você tem que seguir. Não é primeiro uma cultura religiosa que você vai seguir. Não é primeiro um conjunto de hábitos familiares que você vai seguir. O cristianismo é Cristo. O filho de Deus encarnado, crucificado, ressuscitado, exaltado, voltando voltando em glória. Se você tem Cristo, então você tem sido vida. Se você não tem Cristo, você pode ter religião, linguagem bíblica, você pode ter uma tradição firme, uma moralidade que as pessoas olhem para você e fiquem impressionadas e ainda assim você está morto. Mas nele há vida. Vida para o culpado, vida para o cansado, vida para o quebrantado, vida para o pecador que não consegue salvar a si mesmo. Vida para quem para de se esconder e cai aos pés do Salvador. Vida em seu nome. Por isso, a conclusão da doutrina da divindade de Cristo não é apenas defenda essa verdade para os outros, e sim defenda essa verdade para os outros. Não apenas explique essa verdade, mas sim, explique ela. Não é apenas proteja a igreja contra os erros, mas sim, você deve proteger a igreja contra os erros. Mas antes e acima de tudo isso, adore a ele. Curve-se a ele, confie nele, entregue-se a ele. Porque no calvário, o Senhor da glória foi levantado numa cruz. Aquele que sustenta todas as coisas pelo poder da sua palavra, sustentou sobre si o peso da nossa culpa. Aquele diante de quem os céus se dobram, foi pregado por mãos humanas. Aquele que é fonte da vida, entrou na morte é para que os mortos espirituais pudessem viver. Aquele que não conheceu pecado, foi feito oferta pelo pecado para que recebêssemos justiça diante de Deus. E no terceiro dia ele ressuscitou. O túmulo vazio declara que o sacrifício de Jesus foi aceito. A morte vencida declara que Cristo é o Senhor. As feridas glorificadas declaram que o preço foi pago. E a confissão de Tomé ecoa como um chamado da fé verdadeira. Senhor meu e Deus meu. Que essa seja a confissão da igreja. Que essa seja a confissão na nossa casa. Que essa seja a confissão da nossa alma diante da cruz e do túmulo vazio. Jesus Cristo é Deus conosco, o Deus por nós, Deus sobre nós e Deus Salvador. E porque ele é quem ele é todos os que creem nele têm a vida em seu nome. Amém, irmãos. Deus, nós te agradecemos por esse dia poder estar aqui para adorar a ti escutar a sua palavra e meditar na sua doutrina. Que nós possamos ver quem Cristo era. Que isso não seja apenas um detalhe para nós, uma resposta rápida para nós. Quando perguntarem quem é Jesus que nós tenhamos perfeitamente quem ele é. Ele é o Deus meu e o meu Senhor. É isso que ele é, meu Deus. Que eu possa me voltar para ti a cada dia e ver isso sempre. Não deixa a minha fé ser fria e que eu possa sim ver o que ele fez por mim e que isso me leve a ele, que me leve a ver o sacrifício que ele fez, ver como ele recebeu tudo e que por isso agora eu posso ir a ti porque ele pagou o preço e que eu não posso fazer nada, Mas ele fez tudo para que eu pudesse ir a ti, meu Deus. Que nós possamos ver a divindade de Cristo e a humanidade de Cristo e ver como isso perfeitamente faz ele o perfeito representante da humanidade e perfeitamente quem poderia pagar o preço por nós. É isso que nós pedimos que venha para o nosso coração, meu Deus. Em nome de Jesus. Amém.