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A fé vem pelo ouvir

Amigas da SAF – Clube do Livro: "Um extraordinário dia comum" [Cap 10-12] por Aletea Hoffmeister

Amigas da SAF – Clube do Livro: "Um extraordinário dia comum" [Cap 10-12] por Aletea Hoffmeister

Amigas da SAF – Clube do Livro: "Um extraordinário dia comum" [Cap 10-12] por Aletea Hoffmeister

O Amigas da SAF é um clube do livro com reflexão bíblica sob a perspectiva reformada e acolhe mulheres de todas as idades!

Primeira Igreja Presbiteriana de Goiânia
+55 (62) 3213-3320 ou 98113-0461‬ (WhatsApp)
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Legendas automáticas:

a todos.
Eh, nós somos a SAF, a Sociedade
Auxiliadora Feminina da Primeira Igreja
Presbiteriana
e damos boas-vindas,
damos boas-vindas a vocês que estão aqui
presencialmente
e aqueles que nos assistem à distância.
Eh, mensalmente nesse projeto
Amigas da SAF, que é um clube do livro
de reflexão bíblica,
eh, com perspectiva
reformada.
E o Amigas da SAF, ele é um ministério
eh, da SAF, é um [música] projeto da
SAF.
e acolhe mulheres
eh desta igreja,
mulheres de todas as idades
e não só
desta denominação, de todas as
denominações.
E é uma satisfação, é uma alegria
estarmos mensalmente juntos aqui com
essa proposta.
Eh, hoje, particularmente, o nosso
último encontro do semestre, onde nós
vamos compartilhar a última parte desse
livro que nós estamos lendo, que nós
lemos ao longo desse semestre, um
extraordinário
dia comum, eh, onde Fabiane Mendes e
Aleteia Mates eh discorrem sobre, eh, o
cotidiano feminino. Inclusive, a Leteia
esteve conosco em uma oportunidade aqui
e foi uma forma muito prazerosa de eh
lermos e refletirmos
este livro.
Na segundo momento do nosso encontro,
nós vamos ter o pré-lançamento
de Pássaros de Jatinga do reverendo
Ruben Cirqueira, o pastor efetivo da
PPG.
Eh,
então, sendo assim, eu gostaria de
convidá-los
a curvar a sua fronte,
fechar os seus olhos para que nós
pudéssemos fazer uma oração e suplicar
ao Senhor a sua bênção para esses
momentos que nós vamos passar aqui.
Senhor Deus amado, pai querido,
sabemos que foste tu, Senhor, que nos
trouxeste aqui nesta manhã, guardados
por ti e pedimos, Senhor, que o Teu
Santo Espírito
esteje com a mente, com a boca de cada
um de nós, Senhor,
e mesmo daqueles que participarão
no chat, que terão essa oportunidade,
ó Senhor amado, que tudo ocorra de forma
ordeira, calma, que o Teu Santo
Espírito, Senhor, nos edifique para que
possamos, Senhor, te honrar e te dar
glória. E é em nome de Jesus que nós
oramos. Amém, Senhor. Amém. Muito bem.
Um extraordinário
dia comum, mulheres
encontrando o Senhor no cotidiano.
Eh,
nesse livro
as autoras nos convidaram a refletir
biblicamente
sobre temas comuns da vida feminina,
tais como dias de rotina, dias de
imprevisto, dias de se olhar no espelho,
eh dias super atarefados. E hoje que nós
estamos encerrando, nós vamos ver os
dois últimos capítulos onde as autoras
nos convidam a refletir sobre dias para
serem esquecidos e dias para serem
lembrados.
E eu quero ressaltar dois aspectos
trazidos
em dias para serem esquecidos.
dois aspectos. O primeiro,
tudo o que acontece
ou que já aconteceu para cada um de nós
esteve sob domínio de Deus e faz parte
da história planejada
por ele. História é essa planejada com
bons propósitos.
Não sou eu que estou afirmando.
A palavra
fala:
"Os teus olhos viram a minha substância
ainda em forme e no teu livro
foram escritos
todos os meus dias."
cada um deles
escrito e determinado
quando nenhum deles ainda existia.
dias para serem esquecidos,
mas lembrando
que o Senhor na sua soberania
estava presente.
Foi uma história planejada por ele. E o
segundo aspecto que eu gostaria de
trazer
em dias para serem esquecidos
é que podemos viver sem amargura.
Isso
por meio da perspectiva bíblica.
Quando nós utilizamos as memórias para
motivar o nosso presente, mesmo em meio
a lembranças dolorosas, nós precisamos
trazer à memória
aquilo que serve para renovar a nossa
esperança e glorificar a Deus.
O profeta Jeremias
nos diz:
"Minha alma
continuamente se lembra disso e se abate
dentro de mim.
Ele não desconhece
as experiências, os momentos dolorosos.
Aqui no caso da história do povo de
Israel, ele diz, repetindo, a minha alma
continuamente se lembra disso e se abate
dentro de mim. Mas o profeta nos diz,
quero trazer à memória o que pode me dar
esperança.
E o que que pode me dar esperança?
Ele responde: "As misericórdias do
Senhor são a causa de não sermos
consumidos, porque as suas misericórdias
não tem fim." Lamentações 3 de 20 a 22.
Capítulo 11,
dias para serem lembrados.
Aqui a autora, Aleteia,
ela
começa com uma afirmação que a história
reconhece acerca da natureza humana. A
nossa natureza humana é propensa a
recordar os dias difíceis, a noticiar,
a comentar e a compartilhar as tragédias
com muito mais ênfase do que as
alegrias.
E a autora aqui, ela nos relembra que um
dos intuitos deste livro é olharmos com
contentamento
para os dias comuns
e que podemos sim atribuir valor aos
dias comuns. Pois o que faz uma vida ter
significado, propósito, é compreender
que o que tem valor eterno permeia todos
os momentos do nosso dia, do acordar ao
anoitecer, ao adormecer. Então, com esse
entendimento,
nós percebemos a importância de como
conduzimos a nossa vida de pensamento,
de forma então que somos recomendadas. A
autora nos dá três recomendações
em dias para serem lembrados. Quais?
Primeira, lembre-se do que é bom.
Vamos à palavra
novamente. Jeremias.
Todavia,
lembro-me também do que pode me dar
esperança.
Graças
ao grande amor do Senhor. Então, lembrem
lá atrás, nós lemos que o que que pode
me dar esperança? As misericórdias. E
aqui ele fala o grande amor do Senhor.
Nós, por vezes, parecemos que esquecemos
que o amor de Deus
foi derramado
no nosso coração.
O Santo Espírito, o espírito de Deus
habita e nós muitas vezes andamos cabis
baixos. Não que eh seja anormal, mas nós
temos que resgatar, nós temos que nos
lembrar que a nossa esperança
está na sua misericórdia, que a nossa
esperança
é os lembrar que o seu grande amor
habita
em nós. E por isso nós não somos
consumidos, porque as suas misericórdias
são inesgotáveis.
renovam-se. O profeta continua cada
manhã e ele diz: "Avança grande é a sua
fidelidade." Então, três palavras
importantes que ele disse: Misericórdia
do Senhor,
o grande amor do Senhor.
E terceiro, a sua fidelidade.
A sua fidelidade. Sim, eu posso
caminhar, eu posso seguir adiante
a despeito da situação que eu estou
vivendo. E aí ele fala, o profeta digo a
mim mesmo, a minha porção é o Senhor. A
minha porção é o Senhor. Não é o que eu
perdi ou não é o que eu alguma coisa
material.
ou mesmo até algum relacionamento.
Não, a minha porção é o Senhor.
Portanto, nele porei a minha esperança.
Nele, nele porei a minha esperança.
Lamentações 3 de 21 a 24. Dias para
serem lembrados. Primeira recomendação,
lembre-se do que é bom. Segundo,
segunda recomendação que ela nos dá,
torne os dias significativos.
E ela explica, precisamos
trabalhar
intencionalmente
para que nossos dias não passem em vão.
Ou seja,
precisamos nos dedicar. Nós precisamos
dedicar esforços intencionais. Para quê?
para celebrar
o que tem valor eterno. Ela está nos
convidando para uma celebração para o
que tem valor eterno. que isto independe
de como o nosso dia se apresenta,
que nós lembremos que o dia de hoje é um
presente de Deus, um presente do Deus
soberano, uma oportunidade
de comunhão, como nós tivemos em oração
com ele, uma oportunidade de comunhão
com o seu povo, com os amigos, uma
oportunidade
de serviço,
uma oportunidade de testemunho.
E o que faz os dias serem memoráveis
é vivê-los
considerando que tem valor eterno.
E aí o profeta Isaías
nos lembra mais o al um elemento mais eh
algo valioso que nós temos, que o Senhor
nos deu
enquanto estivermos aqui
a sua palavra. E ele diz: "Seca-se a
erva,
cai a flor, mas a palavra do nosso Deus
permanece
eternamente.
Seca-se a erva, cai a flor, mas a
palavra do nosso Deus permanece
eternamente." Isaías 40, versículo 8. E
terminando em dias para serem lembrados,
primeira coisa que ela falou é lembre-se
do que é bom. A segunda, torne os dias
significativos.
E o a terceira recomendação que ela nos
dá, alegre-se
com o dia do Senhor.
Alegre-se com o dia do Senhor. E nessa
parte do livro, ela transcreve
eh
dias para serem esquecidos
aqui, dias para serem lembrados.
No final do capítulo, ela transcreve
uma porção
do livro
de Ainda Melhor que o Éden
de Nancy Guterry.
Eh, e eu vou ler
uma porção desse livro.
Quanto ao dia do Senhor,
Deus
nos deu um dia como presente, um dia
diferente de todos os demais dias da
semana,
para nos afastarmos
da mesa deste mundo que nos farta com os
seus entretenimentos e tecnologias,
nos sobrecarrega
com as suas expectativas e compromissos.
Esse presente
nos convida, em vez disso, a tomarmos
assento à mesa na qual o próprio Deus
quer nos encher de si mesmo e tomar
sobre si tudo aquilo que nos
sobrecarrega.
É o dia do Senhor. O dia do Senhor.
Assim, domingo,
o santo dia do Senhor é dia de festa da
alma,
aonde a gente se afasta da mesa deste
mundo. O mundo tem entretenimentos, tem
tecnologias. O mundo nos sobrecarregas
com o compromisso, com as expectativas.
E Deus
na sua criação, nós vemos na palavra,
ele o dia
do descanso,
eh, físico, só do trabalho.
Mas vejam a riqueza.
Deus,
ele toma, nós sentamos com ele nessa
mesa e ele nos enche de si mesmo. Ele
toma sobre si tudo aquilo que nos
sobrecarrega.
Então,
é realmente como ela coloca, dias para
serem lembrados.
Dias para serem lembrados.
dia que nós vamos nos alegrar a nossa
alma.
Eh, esse livro nós tivemos oportunidade
de ler no Clube do Livro, que é outro
projeto da SAF, o Caminhando junto com
as esposas, com as esposas dos
seminaristas.
Ele tem ali na PAB, na nossa livraria,
ainda melhor que o Éden.
Muito bem, chegamos no capítulo 12, no
12º capítulo, onde a autora
intitulou como ou as autoras, deixa eu
ver, eh, ambas, né?
Eh,
ambas, a Leteia e a Fabiane.
O ordinário é realmente extraordinário.
O o comum, a rotina
é realmente extraordinário.
No início do livro elas explicam que o
extraordinário não é uma formatura, uma
compra, uma casa, uma viagem. Isso nos
traz alegria, mas os nossos dias comuns,
ordinários, na nossa rotina, nós podemos
ter alegria e eles serem
extraordinários, porque neles permeia o
eterno. E aí elas encerram:
"Nada haverá de mais extraordinário
que a realidade
do nosso relacionamento diário,
pessoal.
profundo
com o nosso Deus e Pai
em
Cristo Jesus.
E assim então nós terminamos
a leitura, reflexão proposta
desse semestre
com muita alegria.
Eh, como eu disse, uma das autoras teve
conosco
e também participou no nosso grupo do
Zap colocando incentivos.
Então, foi eh realmente
um semestre de grande alegria no Clube
do Livro Amigas da SAF.
Nós agora
vamos passar para um outro momento eh do
nosso encontro. Eu disse que o segundo
momento, o pré-lançamento
eh
do livro
Pássaros de Jatinga. Por que essa
expressão
eh pré-lançamento?
Como o próprio nome tá dizendo, pré é
antes. É a fase pré-lançamento.
É a fase que antecede
o lançamento oficial. E nós aqui nessa
manhã teremos um momento diferenciado.
Eh,
após a breve apresentação do livro
feito pelo autor, nós teremos uma
oportunidade de interação com o pastor
Rubens, eh, tanto os presentes como os
que se encontram eh à distância pelo
chat.
Eh, e eu gostaria então nesse momento de
introduzir o pastor Rubens,
o pastor Rubens.
Nós vamos dividir aqui, pastor.
Então,
>> tudo bem. Que Deus nos abençoe. O pastor
Rubens, eh,
ele é pastor da Igreja Presbiteriana do
Brasil, IPB, há 24 anos. Ele é casado
com a Sônia, Sônia Regina, e eles têm
uma filha, a Ana Luía. Eh, na formação
do pastor Rubens, eh o primeiro ponto
que eu quero ressaltar é o seminário
Presbiteriano Brasil Central, SPBC.
E eu gosto muito, uma ocasião eu vi o
reverendo Saulo falar, casa de profetas,
o seminário. E aí depois eh profeta
porque anuncia o evangelho, anuncia a
palavra. Então, é uma casa aonde há esse
preparo. E o pastor Rubens começou lá
essa trajetória dos seus eh antes, né,
porque pastor da IPB é 24 anos. Então,
antes disso, seguido disso, ele fez
especialização
em direitos humanos da criança e do
adolescente em outra instituição, eh,
também estimada do nosso estado, do
Brasil, a UFG.
e também na área da educação, eh, numa,
ele também teve, eh, uma especialização,
o pastor Rubens é mestre em
aconselhamento pelo Mander Jamp
Maquense, São Paulo e atualmente no
doutorado em aconselhamento.
que inicialmente eu tinha dito, né,
pastor e efetivo da PIPG
e ele é o nosso conselheiro
desse clube do livro, não posso deixar
de dizer, esse é o nosso conselheiro.
Eh, e lá no seminário,
o pastor Rubes ainda continua como na
área pastoral, coordenando,
ministrando disciplinas. E uma delas eu
li aqui e gostei muito. Eu vou querer
saber alguma coisa mais. A história do
pensamento cristão. Achei linda o nome
dessa disciplina. Então, pastor, o seu
livro
Pássaros de Jatinga
tem no subtítulo,
tem no subtítulo o tema
do livro. Do que que se trata o livro?
suicídio,
uma palavra que carrega consigo
muita informação,
informação prévia, e coloca o assunto
entre os temas mais difíceis da atual e
realidade
sociocultural brasileira.
Isso porque esse tema ele é ácido,
ele é delicado,
ele muitas vezes doloroso e é um tema de
profunda complexidade, como diz aqui na
apresentação,
feita por Alexandre Antunes Pereira
Santos.
E o subtítulo avança,
pássaros de jatinga.
O o título, o subtítulo,
suicídio.
E aí já no subtítulo ele abarca esse
contexto que eu falei da dor
quando a que ela está presente. E o
livro fala no subtítulo quando a dor
fala. Mas o subtítulo ele avança de uma
forma esplendorosa.
A cruz responde. Quando a dor fala,
a cruz responde. Ou seja, que há uma
resposta, há uma esperança que está em
Cristo e na sua cruz. Pastor, antes de
passar a palavra, eu gostaria de fazer
três perguntas.
Por quê? O porquê de trazer essa
ilustração,
essa metáfora
dos pássaros de jatinga para tratar esse
tema. Qual é o mistério, pastor, desses
pássaros?
Gente, bom dia.
>> Bom dia.
>> Vamos lá. Até alguns estão trocando o
nome aí, mas
eh ao longo de acho que mais de 10 anos,
né, depois que uma das da do tema de
dissertação do mestrado foi sobre
suicídio, mas era o suicídio assistido,
né, de pessoas em cuidados paliativos,
pacientes terminais, mas aí isso
tangenciou o tema e por causa da
pesquisa eu comecei a ficar tá
incomodado com isso e comecei a dar
algumas palestras eh pelas igrejas
falando sobre o papel da igreja no
combate à ideação e no combate ao
suicídio, né? E assim foi nascendo o
livro. E um belo dia estava lendo uma
revista, eh, eu acho que era dessas
revistas antigas aí, super interessante.
E contando a história dessa vila de
Jatinga, né, que é uma vila na Índia e
que ficou famosa porque os as pessoas
entendiam que os pássaros ali naquela
ilha, numa época do ano, elas cometiam
suicídio, né? Então, a ideia para muitos
é que a a essa questão do suicídio que
vem de a gente vê relatos desde a
literatura lá antes de Cristo, né? eh a
ideia de que isso normalmente talvez
estivesse eh fosse algo natural do ser
humano, como a busca natural, assim como
até os pássaros, né, cometem suicídio.
Mas eh a história e aí depois eu vou
apresentar para vocês aqui, que na
verdade não era isso, era um processo de
desorientação que acontecia. E a partir
daí eu comecei a pensar a respeito do
fenômeno suicídio, que na verdade eh não
passa de uma desorientação,
né, da própria vida. E, portanto, eh, é
algo quase que sem pensar muito a
respeito, né? as pessoas elas buscam,
né, essa alternativa, assim como os
pássaros, na verdade descobriram que
esses pássaros eles não cometiam
suicídio. Eles ficaram desorientados por
causa da eh de luz, do tempo da subida
da maré e uma série de coisas que
aconteciam naquela vila.
Daí vem o nome pássaros de jatinga.
>> Muito bonita essa quando a gente entende
essa metáfora, eh, essa abordagem hábil
e amorosa desse tema, como eu diz,
pesado e ácido. E o senhor quase já
respondeu, acho que a minha segunda
pergunta, qual é o nascedouro
deste livro?
Então, parte o senhor já disse,
>> exatamente, foi a partir da de um
trabalho, né? Ele desviou para outros
aspectos, falando de aspectos técnicos e
de uma eh de algo crescente no Brasil,
que que a gente caminha para isso, né?
Para aprovação, como outros países já
fizeram, de antecipação de morte em
pacientes eh terminais, né? Então, a
crítica minha era que muito antes de se
estabelecer eh cuidados paliativos no
Brasil, o Brasil já estava caminhando
para para outra parte, né, pulando, ao
invés de investir em cuidados
paliativos, eh estava mudando, está, na
verdade, modificando as leis para, eh,
aprovar a antecipação da morte no
Brasil. Então, a partir disso também
acaba que entrava num num tema maior que
era o tema do suicídio.
>> A última pergunta, pastor. E aí eu passo
a palavra pro senhor fazer uma breve
apresentação e uma explanação do livro.
Como é que o livro tá dividido?
>> Aí, pegando a ideia dos pássaros, né? O
livro foi dividido em capítulos assim,
pássaros feridos. Eh, falando a respeito
dessas feridas, dando alguns exemplos
por faixa etárias, eh, que são
normalmente mais vulneráveis, né? Um
dado estranho que a partir de 2010
a faixa etária de eh dos 14 aos 19 anos
que elas eh ela se se equiparou com a
terceira idade, né, que normalmente eram
altas as taxas, né? Então, falando a
respeito de desses pássaros feridos,
depois de pássaros restaurados, as
histórias de alguns que fizeram
tentativas, mas sobreviveram e hoje eles
lutam, né, contra isso e andam pelo
mundo falando a respeito da sua
experiência. Depois os pássaros que
voam, né, depois de restaurados pássaros
que voam, abordagem bíblica. Eh, falando
a respeito de alguns salmos que também
eh me normalmente sempre me intrigaram,
porque há uma expressão dizendo, eh,
ilumina meus olhos para que eu não durma
o sono da morte. No salmo de número 13,
porque que a palavra de Deus fala em
números na bênção. Olha que o Senhor
levante sobre ti o rosto e te dê a paz.
Por que que a palavra de Deus fala que
lâmpada para os meus pés é a tua palavra
e luz para meus caminhos? Mostrando que
há uma forma de orientação
e essa orientação permite o voo correto,
né? O voo para pra nossa vida. E por
último é uma tentativa de ajudar pessoas
que ajudam pessoas, né, que tiveram
ideações suicidas, né? Então é pássaros
eh que cuidam, tá? Então essa é a
divisão do livro.
>> Bom, após essa então eh introdução,
eh o pastor Rubens vai ter a
oportunidade de explanar, porque eu
tenho certeza que a nossa atenção está
totalmente voltada.
para esse assunto a partir de agora.
Palavra sua.
>> Obrigado. Primeiro eu quero agradecer
muito o carinho, né, e da eh da SAF e de
tudo aquilo que, né, tem promovido, né?
Eu sei que não mereço nem 1% disso, né?
Mas eu agradeço a Deus pela vida de
vocês, né? e o carinho sempre para com a
gente e
assim, eh, de fato, aquilo que a esse é
um tema que normalmente a gente não
gosta de falar, eu com muito temor e
tremor que assim que eh ao escrever e e
colocar isso para publicação, mas é
exatamente com desejo de ajudar, né,
muitas pessoas e o o meu interesse, né,
e oração diante de Deus é que isso
aconteça, né? Então, a gente normalmente
a sociedade ela caminha para eh não
vamos falar sobre isso, vamos esquecer
tudo isso, achando que vai dar
resultado. E a gente vê que isso não
traz resultado. Nós precisamos falar,
mas nós precisamos nos ancorar, né? É um
assunto complicado. Portanto, nós
precisamos nos ancorar nas escrituras,
né? para que a gente não perca essa
referência. Se tiver como soltar aqui o
a a apresentação de
do
Nutelão de cá.
Isso.
Então, como eu falei e aqui agora
falando especificamente,
eh esse era um vilarejo extremamente
pacato em um fenômeno global aqui, uma
um lugar de 2.500 habitantes, como eu
falei, na Índia, tá? Então o período
sempre é esse setembro a outubro que era
o final aqui das moções, né, da dessas
migrações de aves. E é engraçado que
eles começaram a perceber que isso
acontecia entre as 18
21:30.
Era um horário que na verdade as aves
deveriam estar dormindo, tá? Elas
chegavam e se empoleravam nas árvores e
elas deveriam estar dormindo, dormindo e
elas começam a alçar voo fora de hora,
tá? Então, no meio do céu escuro, vários
pássaros, na verdade não eram eh o
pássaro não é uma, vamos dizer assim,
uma espécie chamada pássaro de jatinga,
mas na verdade eram vários pássaros que
eh migravam pra ilha por causa da subida
ali da maré. Só que os moradores
começaram a perceber nesses pássaros mal
presságio, eh, medo do sobrenatural e
achavam que esse era um momento estranho
na ilha, né, que acontecia alguma coisa
eh mais esquisita. E por verem esses
pássaros desorientados, os próprios
moradores, eles começaram a matar esses
pássaros, porque eles achavam que eles
traziam junto com eles essa ideia de
morte. né? Porque isso acontecia e eles
estavam eh visualizando esse fenômeno
até que vai eh o estudioso ali, né, um
ornitólogo, né, para estudar a respeito
desses eh pássaros e por que isso estava
acontecendo, né? Então, ele descobriu
algo interessante, que aves elas não
buscam a própria morte. Isso não existe.
Na verdade, ele percebeu que acontecia
algo na ilha que fazia com que as aves
ficassem desorientadas. Elas perdiam a o
horário de se de de levantar voo, que
seria pela manhã.
Elas perdiam o rumo porque a ilha nessa
época era uma penumbra. Ficavam por
causa de penumbras ali. E elas perdiam o
sentido de voar. ao invés de voar para
cima, muitos delas voavam para baixo e
batia no chão. Por isso que eles achavam
que a ave conscientemente ela voava, se
jogava no chão para morrer, mas a
verdade era causada por uma
desorientação. Perceberam também que o
tipo de luz que colocaram na ilha e
faziam com que elas ficassem também
desorientadas. era o tipo de lâmpada que
eles colocaram pela ilha, que também
fazia com que elas perdessem o centro de
direção, de horário, tudo isso que eh
como ah Deus criou, né, cada uma dessas
aves. Então, no meio disso, a geografia,
que era a inundação, o clima, que era as
noites sem luas, com neblina, né? E aqui
as ações humanas, que eram luzes
artificiais brilhando ali na escuridão,
tá? Então, daqui também vem a metáfora,
né? Luzes artificiais não produzem
direção, somente a luz correta. E a luz
correta é da palavra de Deus. Então,
luzes artificiais produzem desorientação
e o mundo vive com essas luzes
artificiais, né? E aqui havia armadilha
fatal. Então, esses pássaros desalojados
pela água, o vento, neblina espessa, eh
havia então um colapso de tudo isso e e
eles começaram a morrer. Então, eh, por
ver às vezes essas lâmpadas dessa dessa
forma aqui, eles iam em direção a elas
também, em meio a esse caos, mergulhava
em direção à luz, porque eles entendiam
que, eh, na luz da aurora, né, o dia
nascendo, para o entendimento dos
pássaros, era para aquela direção.
Normalmente ele batiam nessas luzes e
postes e também eh morria. Quando eles
entenderam isso, os próprios moradores
da ilha começaram a serem guardiões
desses pássaros, né? Passaram do medo
aqui e abate dessas v aves, né, para eh
começar a ter compaixão e resgatar essas
aves, né? Então eles começaram a vê-las
como criaturas vulneráveis e perdidas.
Eles passam pro outro lado, os moradores
da ilha. Então o que acontece é que há
um ritual de resgate, então captura
cuidadosa. Aí eles colocava esses
pássaros no abrigo seguro para que eles
não voassem na hora errada. E aí a
soltura orientada no momento certo, né?
Se a gente fizer essa comparação com a
nossa própria vida e aquilo que a
sociedade vive, é exatamente isso que
nós precisamos. As pessoas precisam
disso. E normalmente numa sociedade cada
vez mais individualizada, cada um
olhando para si não olha pro outro, né?
E esse cuidado ele é necessário, por
isso que a igreja é extremamente
necessária na nossa vida.
É um dos aspectos. Portanto, nessa
reflexão é o que faria para ajudar uma
criatura desorientada pela luz. lembra
que a luz, mas é uma luz artificial, né,
que produz desorientação e pela própria
escuridão. Então, diante disso, o
fenômeno é esse que é extremamente
preocupante. Isso aqui são dados normais
aí pelo mundo, porque a cada 40
segundos, segundo os dados, é uma pessoa
no mundo tira a própria vida. Só que
quando a gente olha o fenômeno mesmo, a
gente vai perceber que é algo muito mais
profundo, tá? quando diz respeito ao à
questão do pensamento
aqui eh do plano da tentativa e dos
atendimentos, eh a gente vai ver que a
cada 100 habitantes, esse é o dado que
se coloca e a cada 100 habitantes. Então
esse é o funil da própria ideação.
Lembrando que a palavra de Deus ela fala
a respeito de de questões de de morte.
Eh, muitas pessoas eh ansiaram pela
morte, mas uma das coisas que eles
fizeram sempre era entender que a vida
está nas mãos de Deus. A gente vê Jonas
pedindo a morte, a gente vê Jeremias
querendo morrer, a gente vê Elias
também, a gente vê Jó amaldiçoando o dia
do seu nascimento, mas eles não saem da
presença de Deus. Os outros dados que a
gente vê praticamente que a palavra de
Deus fala de suicídios na palavra de
Deus, ela não traz ali nenhum incentivo,
ela só descreve eh narrativas. A gente
vai ver Sansão, mesmo que seja
altruísta, é, a gente vê Abimelec também
no livro de Juízes, né? Quando cai uma
mulher, joga uma pedra de moinho na
cabeça dele, ele também pede, ele eh ali
é um caso também depois de suicídio, né?
A gente vê um rei eh eh em Israel, né?
Eh também colocando fogo na casa, né? No
palácio, né? E morrendo lá em Reis, né?
Nos fala a respeito disso, né? Mas a
palavra de Deus, ela ela coloca todos
esses casos, mas ela não faz um
comentário. É uma narrativa, tá? Uma
narrativa. Mas o princípio maior está
ainda dentro da lei moral. Quando fala
não matarás, a questão ela não se aplica
apenas a
ao outro. Tanto é que a palavra
suicídio, ela vem de 1780.
Antes era chamado de homicídio de si
mesmo, né? homicídio de si mesmo. Então,
a o princípio, fundamento é esse. A vida
pertence ao Senhor. Os fatores aqui são
individuais, são multifatoriais, né?
Psicológicos, sociais, tá? não é evento
isolado, a gente sabe disso. Aqui é uma
das coisas do que acontece na sociedade
de tempos em tempos esse efeito verter,
né, que que normalmente é aquilo que se
chama de algo romantizado. Os irmãos
lembram que até pouco tempo atrás teve
esse fenômeno com baleia azul
entre os adolescentes, né? Então, jogos
e RPG e uma série de coisas aí que de
tempos em tempos induz a sociedade.
Então isso é chamado efeito eh verter,
né? Então essa romantização, né,
cultural, ela vai legitimar a morte
muitas vezes como solução.
Aqui esse contágio normalmente é mítico,
né? A falsa crença de que o suicídio
deriva exclusivamente de doenças mentais
intratáveis, narrativa midiática, eh,
normalmente irresponsável causa morte
por imitação. Sei que tudo isso, mesmo
dentro desses efeitos de romantização,
eh, mesmo assim há muita questão eh
mítica no meio, muita coisa que que
realmente não condiz com aquilo que é a
realidade, tá?
A cultura de prevenção aqui é um caso
clássico da Áustria, quando eles
começaram, na verdade, ao invés de fazer
o que normalmente a sociedade faz de
esconder, eles começaram a falar a
respeito, tratar a respeito, né? E e uma
das coisas que aconteceram é que 80%
eh de mortes elas eh na verdade caíram,
né, de por suicídio ali na Áustria, mas
o o dado era lá em cima também, tá?
Então a impulsividade aqui normalmente
quase 30% decidem tirar a vida em menos
de 5 minutos, 70 toma decisão em menos
de 1 hora, né? Então a gente vê que
normalmente é algo impulsivo por causa
da desorientação
por alguma situação. Por isso que no
livro eu falo a respeito de culturas,
né? culturas que trabalham medo, culpa,
medo e vergonha, que é aqueles motores
do pecado. Quando há a queda do homem, a
gente vê lá em Gênesis que aquilo que
produziu foi culpa, medo e pecado.
Perceba que eh em meio à morte por
suicídio, normalmente os motores estão
aí culpa por medo de alguma coisa ou
por, aliás, eh, vergonha, culpa, medo e
vergonha,
né? Então isso trabalha nas culturas
quando a gente vê orientais, por
exemplo, eh por causa da vergonha e
honra, né? Se acontecer alguma coisa,
eh, que possa deshonrar minha família, é
melhor a morte. A nossa cultura eh
normalmente essa essa eh cultura também
da às vezes da do medo, né? e uma série
de coisas misturadas ou culturas animas,
né, de de espíritos e algumas coisas
trabalham essa muito essa questão do
medo também que leva pra morte. Por isso
que a palavra de Deus é tão rica ao
mostrar que em Jesus
culpa, vergonha e medo. A gente vê isso
literalmente falando que Jesus veio para
eh reverter isso. Quando ele fala que
ele levou a nossa vergonha sobre ele,
levou para fora do arraial, nosso
vitupério lá em Hebreus fala isso. Eh,
quando fala de Jesus, falando de Jesus,
olha, o perfeito amor lança fora o medo,
né?
Eh, eh, tudo isso se resolve, né, em
Cristo Jesus. E a palavra de Deus nos
fala que ele levou sobre ele todas as
nossas culpas, né? Então, a solução
sempre vai ser Cristo. Aqui é o caso da
Golden Gate, que é famosa no mundo das
pessoas irem lá. E um dos casos que eu
conto é exatamente de alguém que
sobreviveu a pular dessa ponte. E e aí
ele fala, né, o Kevin Haines aqui, meu
Deus, ninguém vai saber que eu não
queria morrer. Ele disse que pensa isso
quando ele saltou. E aí ele ele diz que
grita pedindo a Deus que o livrasse, né?
Ele bate na água que lá normalmente não
escapa, né?
Mas ia passando um barqueiro, consegue
resgatá-lo, mas muito ferido e ele
sobreviveu. Hoje essa ponte tem redes,
né? Ela tem rede, tem guardas em toda a
ponte, mas ela tem rede. Quem pula cai
dentro da rede, né? Por causa da é um
lugar emblemático ali nos Estados
Unidos.
Então, normalmente, eh, os autores e
alguns estudiosos vão mostrar que
erosões de estruturas familiares,
exclusão secular, eh, normalmente
produzem isso, né? Então, desde lá
Durkaime, [roncando] Durkaim, mesmo
sendo um filósofo eh não cristão, ele dá
o braço a torcer que comunidades de fé,
aonde eh pessoas que vivem em comunidade
de fé eh tem menos propensão ao
suicídio. E ele diz algo interessante
também, pessoas que oram mais t menos
probabilidade para isso, né? Eh, a
oração é algo que que protege, né? É um
autor não cristão,
é um filósofo não cristão. Então, diante
disso, esse fator individual,
psicológico, social, né, aqui nós temos
esse um escudo, né, comunitário,
indivíduos com fortes vínculos
religiosos de fé possuem taxas
exponencialmente menores, né, histórico
de tentativa. Esse é o princípio, então,
que a vida pertence a Deus. né? Graça
não é licença aqui. Então não presuma a
graça de Deus para continuar em dor ou
pecado, como Romanos 6 fala, mas deixa a
graça levar a esperança que existe em
Cristo. Quando a palavra de Deus fala
ali a de graça super abundante, né? Nós
precisamos experimentar isso. E o amor
da cruz, lembre-se do enorme, merecido
amor demonstrado na cruz para validar e
garantir a importância absoluta da sua
existência. Então, é esse o sentido de
nós como igreja, e essa é a é assim o
desejo, né, ao escrever esse livro, né,
é de sermos mãos que que segurem outras
mãos e puxem, fala, vamos, calma, vamos,
né, vamos continuar seguindo em frente.
Então, não silencie diante dos sinais de
alerta, diante da dor insuportável de
outro. A melhor intervenção imediata não
é o julgamento, é a presença inabalável.
E a igreja é esse lugar. Diante disso,
a aquilo que eu eu citei, né, do Salmo
13, quando o salmista ele falando: "Até
quando, Senhor, esquece-te de mim para
sempre? Até quando vou andar chorando?"
Ele fala por quatro vezes isso. Aí ele
diz: "Olha, ilumina, então atenta para
mim." Ele fala: "Olha para mim,
responde-me, Senhor." Então ele diz, "Il
meus olhos para que eu não durma". o
sono da morte. Então essa eh esse é o
objetivo de que ao falar a respeito
daquilo que a palavra de Deus nos
mostra, né, que isso lance a luz correta
nos olhos, né, das pessoas para que elas
escolham a vida e a vida em Cristo
Jesus. Por maiores que sejam as lutas,
eu sei que cada um tem as suas dores,
cada um tem as su os seus eh às vezes as
suas frustrações, traumas e tantas
coisas nessa realidade caída
ou na realidade vivida debaixo do sol.
Mas a nossa perspectiva não é essa, né?
A nossa perspectiva é de saber que nós
fomos feitos, né, para outra realidade.
Aqui é exílio, como Calvino diz, o tempo
nosso de terra é exílio. A nossa pátria
está nos céus. Lá sim, nós não teremos
nenhuma dessas frustrações, nenhum
desses problemas. Enquanto isso, o
Senhor nos chama sempre a olhar para
Cristo. Olhe para Cristo, né? Então,
esse é o desejo ao escrever esse livro,
que as pessoas elas eh possam olhar para
Cristo eh antes de olhar para tantas
coisas que podem desorientar a sua
própria vida. É isso.
>> Obrigada, pastor Gas. Obrigada.
Eh,
na consideração final que eu tenho para
fazer, após essa explanação do pastor
Rubens,
os meus votos
acerca do tema que ouvimos,
que nos sensibilize
e nos mov
oferecer este livro de presente a alguém
que sabemos que precisa de uma palavra
de orientação para vencer essa mazela da
nossa geração. Pois essa leitura,
pastor Rubens,
eh
poderá ser um divisor na vida de quem
precisa se reencontrar com a verdadeira
esperança
que está em Cristo e na sua cruz.
A forma
amorosa, hábel que o Senhor tratou desse
livro, nesse tema tão
pesado, tão triste, tão duro, tão
doloroso
que, como o Senhor disse, nós muitas
vezes não temos, não queremos falar, não
queremos ouvir.
Mas muito obrigada. E eu queria repetir
na
na apresentação
do seu livro,
eh um pastor colocou a coragem que o
senhor teve de publicar
esse livro com esse tema. Muito
obrigada.
E agora então o nesse eh
momento, nós estamos no pré-lançamento.
Tivemos a oportunidade de ouvir
o pastor Rubens
e agora nós teremos a oportunidade de
interagir com ele. Então fiquem à
vontade. Alguma colocação, alguma
consideração,
alguma pergunta.
tanto os presentes como eh pelo chat que
a Anelisa está aqui. Se tiver alguma
consideração, a Anelisa tem e vai passar
primeiro eh
do chat ou os presentes.
Então vem, Anelisa. Anelisa vai colocar.
Olá,
pastor. Nossa, que tema, né? Um tema
necessário.
Bom, tem perguntas aqui, ó. Ah, colocou
a nossa irmã Leolair. Poderia afirmar
que uma pessoa que comete suicídio
além da sua própria dor é o ápice do
egoísmo?
é uma uma das linhas de que comenta a
respeito do suicídio, fala do suicídio
altruísta, né, do anômico e daquilo que
seria o egoísta, né? Mas isso vai muito
quando se fala disso, possivelmente a a
pessoa já leu alguma coisa a respeito,
né? Porque essa é uma classificação lá
do Durkaim, né? Eh, e que e que isso
vem, na verdade, desde filósofos como
Platão. Platão e entender que alguém que
comete suicídio na pólis, né, dentro da
cidade, eh, era egoísta porque era menos
um trabalhador para eh fazer com que a
cidade fosse construída, né? Então aí
causava um prejuízo paraa cidade,
portanto ele seria egoísta, né, desse
aspecto.
Claro que que de alguma maneira a pessoa
assim, ela está pensando muito no eh
nela, mas a gente não tem uma uma linha
para que a gente distinga, por exemplo,
em culturas que alguns então vão
celebrar. por exemplo, esquimós, eh, os
mais velhos chegam a certa idade, eles
eh se distanciam da da sua eh do lugar
onde moram para morrer longe, para
sobrar mais comida pros mais jovens. Aí
fala: "Não, isso é altruísmo, né?" Então
assim, eh essas linhas normalmente foram
traçadas por por Durkaime, né? Egoísta,
anômico, né? E e altruísta,
né? E assim, eu acho que é muito mais
profundo do que isso de que taxar a
pessoa como eh puramente falando que ela
seria egoísta, né?
>> Bom, a outra aqui, eutanásia,
praticamente a nos países da Europa é um
pecado diante de Deus?
>> Ah, biblicamente, sim. Aquilo que a
palavra de Deus nos mostra é que a vida
tá nas mãos de Deus, né? Eu sei que eh a
as dores, como eu falei, né, nós temos
nessa sintonia fina caminha para aquilo
que hoje é o suicídio assistido, né?
Então, nós temos visto que a sociedade
tem caminhado tanto a passos largos, num
desencanto tão grande a esse lado, que
há duas semanas atrás a primeira pessoa
eh que sem doença nenhuma, sem problema
nenhum, sem nada que pudesse justificar,
ela conseguiu a o, vamos dizer, a
chancela para morrer, né, na Suíça,
porque para ela, ela, eu acho que, se
não me engano, a história é dolorosa.
Ela perdeu um filho, sim, mas ela não
tinha nenhuma doença, nem nada. Então
ela falou: "Olha, sem meu filho eu não
quero viver". E ela entrou na justiça,
ela pagou caro para isso, né? Para para
morrer, se me engano, 60.000.
Eh, e ela conseguiu, né? Então assim,
esses limites hoje eles têm sido de
alguma maneira eh eh de certa forma
derrubados, né, algumas coisas. Então,
limite entre eutanásia, e autanás ativa,
passiva, suicídio e assicídio, de certa
maneira se tem se juntado, né? Eh, mas a
gente vê que é o porquê de tudo isso. E
assim, o que me me às vezes eh dói o
coração é que nós temos segmentos hoje
de igrejas pelo mundo também assinando
embaixo. Se você puder para eles eh
antecipar a morte,
eh que mal tem isso, né? Então isso é um
é fora de um princípio bíblico que a
vida pertence a Deus, né? Isso é algo
fundamental que a palavra de Deus
mostra.
>> A Patrícia, ela é de Tocantins, né? Tá
sempre participando conosco. Perguntou:
"Como é vista a luz da Bíblia caso uma
pessoa esteja em depressão
e comete o suicídio? Como fica diante de
Deus?"
Essa,
essa é a vocês vão ter que ler o livro,
mas deixa eu só falar aqui rapidamente
da história que eu tentei resumir no
livro porque eu não queria um livro
grande, foi proposital para que tivesse
leitura mais fácil, né? Então não, eu
não coloquei muita coisa técnica porque
poderia perder o sentido, né? Mas eh a
ide essa ideia também de novo, ela vem,
como eu falei, da filosofia. Aí lá na
frente, para punir pessoas que morriam,
que cometiam suicídio, eles eh tiravam o
direito de serem enterrado no campo
santo, que era o cemitério dentro da
cidade, que era uma honra. Logo a
seguir, eles começaram a gerar um
problema, então, eh, decidiram tirar
partes da pessoa, tá? Então, tirava um
braço e jogava fora. Falava: "Isso era
como punição, só outra parte vai pro pro
cemitério".
Eh, como punição. E também era uma
ameaça que você vai perder todos os seus
bens. Seus bens não vão paraos seus
parentes, você vai perder todos os seus
bens. Foi caminhando na história. Então,
numa tentativa de barrar esse fenômeno
que sempre aconteceu na humanidade,
isso sempre esteve no imaginário das
pessoas. eh foram gerando eh novas
teorias. Então, aquilo que normalmente
eu não estou dizendo eh e a gente
precisa entender bem, tá? Deixar bem
claro aqui a ideia de que todo suicida
vai pro inferno é uma teologia católica.
Então ela foi estabelecida lá um tal de
São Bruno. Ele para tentar ajudar, ele
criou uma teoria sem base bíblica
falando que todos suicidas são os
mártires de Satã. E aí a partir daí a
igreja estabeleceu isso, né? E a chega
na reforma não há muita às vezes você é
difícil você achar algum autor
comentando a respeito disso. Eh, mas aí
no imaginário das pessoas ficaram isso e
de uma forma de até ameaçar alguém,
falar: "Cuidado, você vai para o
inferno", né? Eh, por que que é difícil
falar isso? Porque assim, eh, a nós não
é dado o direito de falar, eh, para
ninguém que você foi pro inferno, né?
Eh, a única coisa que a gente precisa
lembrar é que eh a nossa vida está nas
mãos de Deus. Aquele que tem livre
acesso à presença de Deus, ele não pode
chegar a um desespero tamanho, eh, de
não ter ajuda, porque ele tem acesso
direto. Uma das da das aplicações que eu
faço, os irmãos lembram que no Antigo
Testamento, quando Deus fala pro sumo
sacerdote quando um filho morria, lembra
da história de Nadab Abiu? E aí ele
chega e fala, né, que que o sum o pai
Arã não podia eh não podia se rasgar as
vestes, nem jogar terra na cabeça e nem
se desesperar. A gente pensa que aquilo
é uma crueldade de Deus falar assim, ó,
Deus não tá permitindo o sumo sacerdote
nem sofrer a sua própria dor, não.
Aquilo é um pano de fundo aplicando algo
maior. Porque a ideia é que o sumo
sacerdote era o único que tinha acesso
direto à presença de Deus.
Agora, em Cristo, todos nós fomos feitos
sacerdócio, sacerdócio real. Nós temos
esse livre acesso à presença de Deus em
Cristo Jesus. Portanto, a ideia é que
nenhum desespero é maior do que a
presença de Cristo Jesus,
tá? Nenhum desespero maior. Então, a
resposta ela não é assim, sim ou não,
não é faixa assim, ou eu falar: "Ah,
quem cometeu suicídio foi pro inferno,
quem cometeu suicídio foi pro céu". A
resposta não é esta. Não tem como. Mas a
o fundamento é
nenhum desespero é maior do que a graça
de Deus em Cristo Jesus. E lembrar paraa
mente, pensar correto. Se eu tenho
acesso à presença do Deus criador de
todas as coisas,
por que que eu vou me desesperar a tal
ponto, né?
Bom, tem outra aqui. O cristão deve
procurar ajuda psicológica para tratar
os traumas do coração?
Ou a palavra de Deus é única e
suficiente eficaz para mudar os caminhos
de qualquer pessoa em um sofrimento tão
grande? Vocês têm o dia todo para ficar
aqui e vamos lá
de novo. É algo bem profundo. Eu sei
assim que
nós nós temos uma sala tratando sobre
isso aqui na Escola Dominical. Então nós
precisamos só diferenciar
graça comum, tá? Nós precisamos
diferenciar essa graça comum daquilo que
é revelação geral. Revelação geral é
normativo, portanto, é verdade de Deus e
absoluta. Nenhuma ciência humana está
debaixo daqui dessa revelação geral.
Revelação geral foi dada por Deus e
aponta unicamente para Cristo Jesus de
maneira direta. A graça comum é aquilo
que alcança a todos pecadores e não
pecadores. [roncando]
Então, pessoas, elas podem sim descobrir
boas coisas a respeito do ser humano.
Elas podem dar alguma ajuda de maneira
superficial
eh naquilo que pode ajudar alguém a
mudar a maneira de pensar, a maneira de
agir, uma série de coisas. Mas o que nós
estamos falando é de algo mais profundo.
E redenção só acontece por meio do
evangelho. Redentivo mesmo é só o
evangelho. Nenhuma ciência humana é
redentiva. Todos os processos que se
arvoram o direito de falar: "Olha, aqui
a redenção e aqui nós vamos transformar
a sua vida". Isso é mentira, tá? Isso é
antagônico ao evangelho. Porque
redentivo somente o evangelho de Cristo
Jesus. Por isso que nós temos assim, nós
não estamos falando que há separação
completa e que não ajuda nada, mas nós
estamos falando que há algo muito mais
profundo a ser transformado, não apenas
algo superficial e comportamental. E aí
do profundo, que é como eu penso, como
eu vejo as minhas crenças, tudo isso é
lá dentro do coração. Aí isso é só se
acessa e se transforma por meio do
evangelho de Cristo Jesus.
>> Alguém quer perguntar aqui?
>> Fazer uma pergunta fácil. Por que que a
capa é amarela?
[risadas]
>> Reverendo Rubens. Eh, nós acompanhamos
aí recentemente aquela moça lá na
Espanha
que era portadora daquela pior dor do
mundo, né, a neurologia do trigmeo.
E ela lutou por 2 anos para conquistar o
direito de eh morrer.
E na semana que isso foi acontecer,
é, teve todo um preparo da família,
despedidas e tudo mais.
E é que me o que me intriga é essa é uma
questão patológica, né? o corpo adoeceu.
Eh,
não há não há hoje na medicina
eh algo capaz de retirar, né, de
extinguir totalmente essa patologia.
Como que nós como cristãos, por meio do
evangelho, podemos impedir
eh que isso aconteça na vida de uma
pessoa assim, eh sabendo que não
poderemos fazer nada para mudar
>> a questão da da doença em si.
É, eh, como eu falei, a gente sabe que
há situações que acometem o ser humano
que, de fato, a gente não pode negar,
são dores terríveis. Há dores físicas e
dores na alma que a gente também não vê,
que também são dores profundas na vida
do ser humano. Nós não podemos negar
isso. Por isso que a gente, eh, como eu
falei, aquilo que nós podemos fazer é
aproximar, dar a mãos, ajudar e
sustentar. Mas volto a frisar, por isso
que o evangelho transforma. Deixa eu
contar duas histórias rápidas aqui. Eh,
uma história da Johnny, Johnny
Arexontada. Eh, a Johnny, ela se tornou
tetraplégica, com 17 anos de idade. Ela
era atleta e ela pula num lugar com os
amigos no Rio e ela eh quebrou e ficou
um tempão. Ela há pouco, eu tava lendo
um livro dela, tô lendo, na verdade,
falando a respeito disso também.
E ela trata diretamente a respeito
dessas questões. Ela luta eh indo atrás
das pessoas que desejam morrer. E ela
fala do seu sofrimento, das feridas que
ela tem, um monte de coisa.
E e ela diz algo que num dos livros dela
que ela fala sobre o céu, falando do
céu, ela diz assim: "Olha, eh, quando eu
estou em imensas dores, dificuldades,
eh
eu tento manter a minha mente naquilo
que é verdadeiro." Que Filipenses fala:
"Tudo que é verdadeiro seja o que ocupe
o vosso pensamento." Ela diz que a as
dores dela dão para disso, porque ela
fica lembrando e até imaginando que
agora a primeira vez que ela andar de
novo vai ser para correr e abraçar
Jesus.
Ela fala: "A primeira vez que eu andar
de novo não vai ser por qualquer coisa.
Eu não quero jogar bola, não quero, não
quero, né, outra coisa". Mas ela fala
assim, a imagem que me vem é que a
próxima vez que eu andar vai ser para ir
em direção a Jesus. A mesma coisa fala
Fanny Crosby. Fanny é a que escreveu um
monte de hinos do nosso inário e por
causa de uma dessas manobras mal feitas
pela mãe, ela tinha um problema na visão
e eles puseram pimenta no olho dela para
curar, né? Minha mãe fala disso que
puser pimenta no olho da mãe dela, da
minha avó, no caso, disse que naquela
época era o tratamento e ela fala que
eles ficaram o dia inteiro jogando água
na no rosto dela e ela gritando, né? Mas
ela acabou que ela não ficou cega, mas
Fanny Crossby ficou com, se não me
engano, 5 anos de idade. Ela se torna
uma das maiores autoras de livro, de
hinos, né? E ela ela eh em algumas
campanhas evangelísticas, ela escrevia
os hinos para isso. Só basta você abrir
o hinagem, você vai ver que um monte de
hino foi ela que fez. Um deles é aquele
que segurança tenho em Jesus. Ou aquele
que ela fala salva além do rio é porque
para um cego a coisa mais desesperadora
é você atravessar um rio sem ver e ela
fala que ela estará no dia salva além do
rio. Aí ela fala a mesma coisa.
Quando os terrores me assaltam e de
tudo de não ver, ela diz assim: "Aquilo
que me vem no coração é que a próxima
vez que eu abrir meus olhos, eu vou ver
Jesus na minha frente, né? É a próxima
vez". Então ela disse assim: "Eu não
quero ver mais nada nesse mundo porque
eu sei que o que está reservado para mim
é muito maior. Próxima vez que meus
olhos verem, eu vou ver Jesus, né? Isso.
A palavra de Deus é a única que é capaz
de levar uma pessoa a este lugar, tá?
Então não é assim qualquer ajuda. Às
vezes essas coisas são eh superficiais,
mas por isso que eu tô falando, é a
palavra de Deus que corrige isso.
>> Mais alguém com pergunta?
>> Olha lá, hein? Não dei sua nota ainda
não.
Bem, bem tranquilo, bem tranquilo. Ah,
voltando um pouquinho lá sobre a
eutanásia, em casos que é decretado
morte cerebral, tem algum posicionamento
em relação a isso? Tanto do senhor
quanto de outros outros pastores, assim,
a morte cerebral seria equiparada a uma
eutanásia ou não? ali é, já morreu
mesmo.
>> Não, isso aí já parte aspectos técnicos,
né, de uma série de fatores que que tem
que uma coisa se ligar a outra e tudo,
né? Então assim, já é algo bem mais
profundo. Aí já você já está no
processo, né? já tenho algo eh aí já
entra em outra discussão. Eh é eh você
não é na verdade eh preservar a vida, é
você estender a morte, né? Aí já entre
outros aspectos da discutidos na
bioética, né? Aí você eh estender a
morte e não preservar a vida.
>> Mais alguém?
Não.
>> Ufa, acabou.
Então, que nós tivemos nesse
pré-lançamento é essa oportunidade
única, porque
eh no lançamento não terá isso. Então,
essa oportunidade única da apresentação,
da explanação e essa oportunidade de
interação. Muito obrigada, pastor. muito
obrigada por ter estado conosco
e nos ter esclarecido.
Eh,
nós, então, no dia 21
teremos o lançamento
oficial do livro Pássaros de Jatinga, no
domingo
após o culto matutino e vespertino.
e os autógrafos pela manhã no IP após a
Escola Bíblica Dominical e à noite após
o culto. E quanto à aquisição dos livros
na nossa livraria PAB aqui na frente da
igreja, dentro do colégio centro e a
partir já deste domingo. E também o
livro poderá ser adquirido pelo site da
editora Palavra www.
editorapalavrtudojunto.com.
Eh, partimos então agora pro nosso
último momento.
Estamos no nosso horário.
Eh,
gostaria de anunciar a leitura
do próximo
eh semestre. Gratidão.
Nós vamos ler nesse livro As raízes
teológicas da gratidão ao nosso Senhor.
Identificar, tratar algumas das coisas
que pedem o desenvolvimento da gratidão
em nossas vidas. Esse livro se propõe a
encorajar e auxiliar ao redescobrimento
da alegria de um coração eh
verdadeiramente
grato. Eh, queria eh chamar
a Hilda.
Ah, sim. O o nome para Anelisa. Quem não
deu o nome paraa Anelisa, por favor, ela
vai passar agora.
E aí, enquanto isso, Ailda vem aqui.
A Ilda vai falar acerca do nosso bazar.
>> Bom dia, queridos. Que alegria a gente
estar juntos para aprender mais.
Gostaria de falar um pouco sobre o
bazar. Essa fala era da Ângela, mas como
ela está um pouco afônica, ela pediu
para eu falar. O bazar da safe, oficina
Dorcas, é um lugar onde as artesãs, onde
as mulheres, a quem Deus deu um dom, o
dom de bordar,
o dom de costurar, de fazer crochê ou
outros trabalhos manuais a quem Deus
abençoa as mãos. acontece toda
terça-feira
na casa ali da igreja, na casa
administrativa, das 14 às 17 horas.
Então ali as irmãs se reúnem para fazer
os trabalhos manuais. E esses trabalhos
eles são depois expostos no bazar. Esse
bazar acontece duas vezes ao ano e o
próximo bazar será no sábado que vem
aqui no IP do centro das 9 até às 17
horas, onde vocês terão a oportunidade
de observar, de conhecer e de ver aquilo
que as mulheres artesãs têm feito ali e
também para adquirir as peças, porque
com o dinheiro dali é que a SAF compra
os os que é necessário para fazer. fazer
os trabalhos, linhas, tecidos e outras
coisas. E também elas ajudam, né, paraa
assistência social, ajudam as pessoas
que são necessitadas. E ali no bazar
também, no oficina docas também nós
temos um momento de uma devocional, onde
as irmãs param seus trabalhos, as suas
atividades e ali nós temos as
devocionais com os pastores, a maioria
deles, pastor Rubens, que é o
conselheiro, que traz, nós temos ali,
oramos umas pelas outras, cada uma
escreve seu motivo de oração, oramos,
depois nós colocamos na no grupo para
que durante toda a semana as irmãs e
irmãos podem orar por aqueles motivos e
ali nós louvamos a Deus e somos
edificados na palavra. Então, são tardes
maravilhosas, como o livro diz,
transformando o dia comum em um dia
especial, porque Deus dá oportunidade às
irmãs de trabalhar com os dons que Deus
concedeu e dá também a oportunidade de
sermos instruídas na palavra, de orar
umas pelas outras, de sentir a dor umas
das outras e nos alegrarmos com alegria
dos outros também. Então vocês estão
convidados que ainda não faz parte,
vocês podem a partir de agosto, creio
que é a primeira semana de agosto, que
vocês podem estar ali através da das dos
dons, dos talentos que Deus concedeu a
vocês, de estar usando isso para honra e
para a glória do Senhor. Obrigado.
Então agora, eh, nós vamos nos despedir
como oração com o pastor Rubens, por
favor.
>> Eu vou ter quear o óculos.
Vamos orar
>> aqui, pastor.
>> Tem que ser lá.
>> Senhor nosso Deus, nós queremos bendizer
o teu nome, te agradecer, ó Deus, pelas
tuas bênçãos e o cuidado do Senhor. Que
o Senhor nos fortaleça sempre, ó Deus.
que nós possamos, ó Pai, compreender, ó
Deus, eh os benefícios que o Senhor nos
dá na comunhão dos santos, ó Deus, na em
viver, ó Deus, eh estando sempre, ó Pai,
em contato com a tua palavra, recebendo
dela a instrução, ó Deus, sendo eh
confrontados, mas também, ó Deus, sendo
animados pelo Senhor, consolados pelo
Teu Espírito, ó Deus, que nada disso, ó
Deus, venha a ser algo menor na nossa
vida. Que nós possamos olhar para tudo
isso com gratidão de saber que mesmo, ó
Deus, em meio às lutas, dificuldades, o
Senhor, ó Deus, tem nos guardado, o
Senhor tem nos abençoado e nos
sustentado. Portanto, ó Deus, que o
Senhor continue nos abençoando,
abençoando as atividades, ó Deus, da SF,
as mulheres, ó Deus, da tua igreja. Que
o Senhor, ó Deus, esteja dando sempre
alegria em servir ao Senhor como tem
sido feito. Ó Pai, fica conosco, ó Deus,
nos abençoe. É a nossa oração em nome de
Jesus. Amém.
Né? agradecer a Jorge, a Ana Faria que
participou, a Cleides, a Carmen, a
Ielda, ã, deixa eu ver, a Suelma,
a Maria das Graças,
>> a Marine, tudo online, maioria
>> não. Patrícia que o seestre todo, né, de
Palmas, Tocantins, que organiza as
mulheres lá para assistir online
conosco, né, Patrícia? A gente tá com as
imagens, mas em agosto a gente passa. E
eu agradeço, nós da SAF, amigas,
agradecemos porque você tem nos
acompanhado todo semestre.
Eh, deixa eu ver quem mais. A Maria
Patrícia.
E é isso. Obrigada. pela presença de
todas, de todos, né? Aguardamos pro
próximo encontro em agosto. E e agora
vocês vão ter a oportunidade de tirar
uma foto ali no painel com pastor Rubens
e que Deus abençoe. Amém.
O sorteio mais

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