Amigas da SAF – Clube do Livro: "Um extraordinário dia comum" [Cap 10-12] por Aletea Hoffmeister
05/06/2026
Amigas da SAF – Clube do Livro: "Um extraordinário dia comum" [Cap 10-12] por Aletea Hoffmeister
O Amigas da SAF é um clube do livro com reflexão bíblica sob a perspectiva reformada e acolhe mulheres de todas as idades!
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a todos. Eh, nós somos a SAF, a Sociedade Auxiliadora Feminina da Primeira Igreja Presbiteriana e damos boas-vindas, damos boas-vindas a vocês que estão aqui presencialmente e aqueles que nos assistem à distância. Eh, mensalmente nesse projeto Amigas da SAF, que é um clube do livro de reflexão bíblica, eh, com perspectiva reformada. E o Amigas da SAF, ele é um ministério eh, da SAF, é um [música] projeto da SAF. e acolhe mulheres eh desta igreja, mulheres de todas as idades e não só desta denominação, de todas as denominações. E é uma satisfação, é uma alegria estarmos mensalmente juntos aqui com essa proposta. Eh, hoje, particularmente, o nosso último encontro do semestre, onde nós vamos compartilhar a última parte desse livro que nós estamos lendo, que nós lemos ao longo desse semestre, um extraordinário dia comum, eh, onde Fabiane Mendes e Aleteia Mates eh discorrem sobre, eh, o cotidiano feminino. Inclusive, a Leteia esteve conosco em uma oportunidade aqui e foi uma forma muito prazerosa de eh lermos e refletirmos este livro. Na segundo momento do nosso encontro, nós vamos ter o pré-lançamento de Pássaros de Jatinga do reverendo Ruben Cirqueira, o pastor efetivo da PPG. Eh, então, sendo assim, eu gostaria de convidá-los a curvar a sua fronte, fechar os seus olhos para que nós pudéssemos fazer uma oração e suplicar ao Senhor a sua bênção para esses momentos que nós vamos passar aqui. Senhor Deus amado, pai querido, sabemos que foste tu, Senhor, que nos trouxeste aqui nesta manhã, guardados por ti e pedimos, Senhor, que o Teu Santo Espírito esteje com a mente, com a boca de cada um de nós, Senhor, e mesmo daqueles que participarão no chat, que terão essa oportunidade, ó Senhor amado, que tudo ocorra de forma ordeira, calma, que o Teu Santo Espírito, Senhor, nos edifique para que possamos, Senhor, te honrar e te dar glória. E é em nome de Jesus que nós oramos. Amém, Senhor. Amém. Muito bem. Um extraordinário dia comum, mulheres encontrando o Senhor no cotidiano. Eh, nesse livro as autoras nos convidaram a refletir biblicamente sobre temas comuns da vida feminina, tais como dias de rotina, dias de imprevisto, dias de se olhar no espelho, eh dias super atarefados. E hoje que nós estamos encerrando, nós vamos ver os dois últimos capítulos onde as autoras nos convidam a refletir sobre dias para serem esquecidos e dias para serem lembrados. E eu quero ressaltar dois aspectos trazidos em dias para serem esquecidos. dois aspectos. O primeiro, tudo o que acontece ou que já aconteceu para cada um de nós esteve sob domínio de Deus e faz parte da história planejada por ele. História é essa planejada com bons propósitos. Não sou eu que estou afirmando. A palavra fala: "Os teus olhos viram a minha substância ainda em forme e no teu livro foram escritos todos os meus dias." cada um deles escrito e determinado quando nenhum deles ainda existia. dias para serem esquecidos, mas lembrando que o Senhor na sua soberania estava presente. Foi uma história planejada por ele. E o segundo aspecto que eu gostaria de trazer em dias para serem esquecidos é que podemos viver sem amargura. Isso por meio da perspectiva bíblica. Quando nós utilizamos as memórias para motivar o nosso presente, mesmo em meio a lembranças dolorosas, nós precisamos trazer à memória aquilo que serve para renovar a nossa esperança e glorificar a Deus. O profeta Jeremias nos diz: "Minha alma continuamente se lembra disso e se abate dentro de mim. Ele não desconhece as experiências, os momentos dolorosos. Aqui no caso da história do povo de Israel, ele diz, repetindo, a minha alma continuamente se lembra disso e se abate dentro de mim. Mas o profeta nos diz, quero trazer à memória o que pode me dar esperança. E o que que pode me dar esperança? Ele responde: "As misericórdias do Senhor são a causa de não sermos consumidos, porque as suas misericórdias não tem fim." Lamentações 3 de 20 a 22. Capítulo 11, dias para serem lembrados. Aqui a autora, Aleteia, ela começa com uma afirmação que a história reconhece acerca da natureza humana. A nossa natureza humana é propensa a recordar os dias difíceis, a noticiar, a comentar e a compartilhar as tragédias com muito mais ênfase do que as alegrias. E a autora aqui, ela nos relembra que um dos intuitos deste livro é olharmos com contentamento para os dias comuns e que podemos sim atribuir valor aos dias comuns. Pois o que faz uma vida ter significado, propósito, é compreender que o que tem valor eterno permeia todos os momentos do nosso dia, do acordar ao anoitecer, ao adormecer. Então, com esse entendimento, nós percebemos a importância de como conduzimos a nossa vida de pensamento, de forma então que somos recomendadas. A autora nos dá três recomendações em dias para serem lembrados. Quais? Primeira, lembre-se do que é bom. Vamos à palavra novamente. Jeremias. Todavia, lembro-me também do que pode me dar esperança. Graças ao grande amor do Senhor. Então, lembrem lá atrás, nós lemos que o que que pode me dar esperança? As misericórdias. E aqui ele fala o grande amor do Senhor. Nós, por vezes, parecemos que esquecemos que o amor de Deus foi derramado no nosso coração. O Santo Espírito, o espírito de Deus habita e nós muitas vezes andamos cabis baixos. Não que eh seja anormal, mas nós temos que resgatar, nós temos que nos lembrar que a nossa esperança está na sua misericórdia, que a nossa esperança é os lembrar que o seu grande amor habita em nós. E por isso nós não somos consumidos, porque as suas misericórdias são inesgotáveis. renovam-se. O profeta continua cada manhã e ele diz: "Avança grande é a sua fidelidade." Então, três palavras importantes que ele disse: Misericórdia do Senhor, o grande amor do Senhor. E terceiro, a sua fidelidade. A sua fidelidade. Sim, eu posso caminhar, eu posso seguir adiante a despeito da situação que eu estou vivendo. E aí ele fala, o profeta digo a mim mesmo, a minha porção é o Senhor. A minha porção é o Senhor. Não é o que eu perdi ou não é o que eu alguma coisa material. ou mesmo até algum relacionamento. Não, a minha porção é o Senhor. Portanto, nele porei a minha esperança. Nele, nele porei a minha esperança. Lamentações 3 de 21 a 24. Dias para serem lembrados. Primeira recomendação, lembre-se do que é bom. Segundo, segunda recomendação que ela nos dá, torne os dias significativos. E ela explica, precisamos trabalhar intencionalmente para que nossos dias não passem em vão. Ou seja, precisamos nos dedicar. Nós precisamos dedicar esforços intencionais. Para quê? para celebrar o que tem valor eterno. Ela está nos convidando para uma celebração para o que tem valor eterno. que isto independe de como o nosso dia se apresenta, que nós lembremos que o dia de hoje é um presente de Deus, um presente do Deus soberano, uma oportunidade de comunhão, como nós tivemos em oração com ele, uma oportunidade de comunhão com o seu povo, com os amigos, uma oportunidade de serviço, uma oportunidade de testemunho. E o que faz os dias serem memoráveis é vivê-los considerando que tem valor eterno. E aí o profeta Isaías nos lembra mais o al um elemento mais eh algo valioso que nós temos, que o Senhor nos deu enquanto estivermos aqui a sua palavra. E ele diz: "Seca-se a erva, cai a flor, mas a palavra do nosso Deus permanece eternamente. Seca-se a erva, cai a flor, mas a palavra do nosso Deus permanece eternamente." Isaías 40, versículo 8. E terminando em dias para serem lembrados, primeira coisa que ela falou é lembre-se do que é bom. A segunda, torne os dias significativos. E o a terceira recomendação que ela nos dá, alegre-se com o dia do Senhor. Alegre-se com o dia do Senhor. E nessa parte do livro, ela transcreve eh dias para serem esquecidos aqui, dias para serem lembrados. No final do capítulo, ela transcreve uma porção do livro de Ainda Melhor que o Éden de Nancy Guterry. Eh, e eu vou ler uma porção desse livro. Quanto ao dia do Senhor, Deus nos deu um dia como presente, um dia diferente de todos os demais dias da semana, para nos afastarmos da mesa deste mundo que nos farta com os seus entretenimentos e tecnologias, nos sobrecarrega com as suas expectativas e compromissos. Esse presente nos convida, em vez disso, a tomarmos assento à mesa na qual o próprio Deus quer nos encher de si mesmo e tomar sobre si tudo aquilo que nos sobrecarrega. É o dia do Senhor. O dia do Senhor. Assim, domingo, o santo dia do Senhor é dia de festa da alma, aonde a gente se afasta da mesa deste mundo. O mundo tem entretenimentos, tem tecnologias. O mundo nos sobrecarregas com o compromisso, com as expectativas. E Deus na sua criação, nós vemos na palavra, ele o dia do descanso, eh, físico, só do trabalho. Mas vejam a riqueza. Deus, ele toma, nós sentamos com ele nessa mesa e ele nos enche de si mesmo. Ele toma sobre si tudo aquilo que nos sobrecarrega. Então, é realmente como ela coloca, dias para serem lembrados. Dias para serem lembrados. dia que nós vamos nos alegrar a nossa alma. Eh, esse livro nós tivemos oportunidade de ler no Clube do Livro, que é outro projeto da SAF, o Caminhando junto com as esposas, com as esposas dos seminaristas. Ele tem ali na PAB, na nossa livraria, ainda melhor que o Éden. Muito bem, chegamos no capítulo 12, no 12º capítulo, onde a autora intitulou como ou as autoras, deixa eu ver, eh, ambas, né? Eh, ambas, a Leteia e a Fabiane. O ordinário é realmente extraordinário. O o comum, a rotina é realmente extraordinário. No início do livro elas explicam que o extraordinário não é uma formatura, uma compra, uma casa, uma viagem. Isso nos traz alegria, mas os nossos dias comuns, ordinários, na nossa rotina, nós podemos ter alegria e eles serem extraordinários, porque neles permeia o eterno. E aí elas encerram: "Nada haverá de mais extraordinário que a realidade do nosso relacionamento diário, pessoal. profundo com o nosso Deus e Pai em Cristo Jesus. E assim então nós terminamos a leitura, reflexão proposta desse semestre com muita alegria. Eh, como eu disse, uma das autoras teve conosco e também participou no nosso grupo do Zap colocando incentivos. Então, foi eh realmente um semestre de grande alegria no Clube do Livro Amigas da SAF. Nós agora vamos passar para um outro momento eh do nosso encontro. Eu disse que o segundo momento, o pré-lançamento eh do livro Pássaros de Jatinga. Por que essa expressão eh pré-lançamento? Como o próprio nome tá dizendo, pré é antes. É a fase pré-lançamento. É a fase que antecede o lançamento oficial. E nós aqui nessa manhã teremos um momento diferenciado. Eh, após a breve apresentação do livro feito pelo autor, nós teremos uma oportunidade de interação com o pastor Rubens, eh, tanto os presentes como os que se encontram eh à distância pelo chat. Eh, e eu gostaria então nesse momento de introduzir o pastor Rubens, o pastor Rubens. Nós vamos dividir aqui, pastor. Então, >> tudo bem. Que Deus nos abençoe. O pastor Rubens, eh, ele é pastor da Igreja Presbiteriana do Brasil, IPB, há 24 anos. Ele é casado com a Sônia, Sônia Regina, e eles têm uma filha, a Ana Luía. Eh, na formação do pastor Rubens, eh o primeiro ponto que eu quero ressaltar é o seminário Presbiteriano Brasil Central, SPBC. E eu gosto muito, uma ocasião eu vi o reverendo Saulo falar, casa de profetas, o seminário. E aí depois eh profeta porque anuncia o evangelho, anuncia a palavra. Então, é uma casa aonde há esse preparo. E o pastor Rubens começou lá essa trajetória dos seus eh antes, né, porque pastor da IPB é 24 anos. Então, antes disso, seguido disso, ele fez especialização em direitos humanos da criança e do adolescente em outra instituição, eh, também estimada do nosso estado, do Brasil, a UFG. e também na área da educação, eh, numa, ele também teve, eh, uma especialização, o pastor Rubens é mestre em aconselhamento pelo Mander Jamp Maquense, São Paulo e atualmente no doutorado em aconselhamento. que inicialmente eu tinha dito, né, pastor e efetivo da PIPG e ele é o nosso conselheiro desse clube do livro, não posso deixar de dizer, esse é o nosso conselheiro. Eh, e lá no seminário, o pastor Rubes ainda continua como na área pastoral, coordenando, ministrando disciplinas. E uma delas eu li aqui e gostei muito. Eu vou querer saber alguma coisa mais. A história do pensamento cristão. Achei linda o nome dessa disciplina. Então, pastor, o seu livro Pássaros de Jatinga tem no subtítulo, tem no subtítulo o tema do livro. Do que que se trata o livro? suicídio, uma palavra que carrega consigo muita informação, informação prévia, e coloca o assunto entre os temas mais difíceis da atual e realidade sociocultural brasileira. Isso porque esse tema ele é ácido, ele é delicado, ele muitas vezes doloroso e é um tema de profunda complexidade, como diz aqui na apresentação, feita por Alexandre Antunes Pereira Santos. E o subtítulo avança, pássaros de jatinga. O o título, o subtítulo, suicídio. E aí já no subtítulo ele abarca esse contexto que eu falei da dor quando a que ela está presente. E o livro fala no subtítulo quando a dor fala. Mas o subtítulo ele avança de uma forma esplendorosa. A cruz responde. Quando a dor fala, a cruz responde. Ou seja, que há uma resposta, há uma esperança que está em Cristo e na sua cruz. Pastor, antes de passar a palavra, eu gostaria de fazer três perguntas. Por quê? O porquê de trazer essa ilustração, essa metáfora dos pássaros de jatinga para tratar esse tema. Qual é o mistério, pastor, desses pássaros? Gente, bom dia. >> Bom dia. >> Vamos lá. Até alguns estão trocando o nome aí, mas eh ao longo de acho que mais de 10 anos, né, depois que uma das da do tema de dissertação do mestrado foi sobre suicídio, mas era o suicídio assistido, né, de pessoas em cuidados paliativos, pacientes terminais, mas aí isso tangenciou o tema e por causa da pesquisa eu comecei a ficar tá incomodado com isso e comecei a dar algumas palestras eh pelas igrejas falando sobre o papel da igreja no combate à ideação e no combate ao suicídio, né? E assim foi nascendo o livro. E um belo dia estava lendo uma revista, eh, eu acho que era dessas revistas antigas aí, super interessante. E contando a história dessa vila de Jatinga, né, que é uma vila na Índia e que ficou famosa porque os as pessoas entendiam que os pássaros ali naquela ilha, numa época do ano, elas cometiam suicídio, né? Então, a ideia para muitos é que a a essa questão do suicídio que vem de a gente vê relatos desde a literatura lá antes de Cristo, né? eh a ideia de que isso normalmente talvez estivesse eh fosse algo natural do ser humano, como a busca natural, assim como até os pássaros, né, cometem suicídio. Mas eh a história e aí depois eu vou apresentar para vocês aqui, que na verdade não era isso, era um processo de desorientação que acontecia. E a partir daí eu comecei a pensar a respeito do fenômeno suicídio, que na verdade eh não passa de uma desorientação, né, da própria vida. E, portanto, eh, é algo quase que sem pensar muito a respeito, né? as pessoas elas buscam, né, essa alternativa, assim como os pássaros, na verdade descobriram que esses pássaros eles não cometiam suicídio. Eles ficaram desorientados por causa da eh de luz, do tempo da subida da maré e uma série de coisas que aconteciam naquela vila. Daí vem o nome pássaros de jatinga. >> Muito bonita essa quando a gente entende essa metáfora, eh, essa abordagem hábil e amorosa desse tema, como eu diz, pesado e ácido. E o senhor quase já respondeu, acho que a minha segunda pergunta, qual é o nascedouro deste livro? Então, parte o senhor já disse, >> exatamente, foi a partir da de um trabalho, né? Ele desviou para outros aspectos, falando de aspectos técnicos e de uma eh de algo crescente no Brasil, que que a gente caminha para isso, né? Para aprovação, como outros países já fizeram, de antecipação de morte em pacientes eh terminais, né? Então, a crítica minha era que muito antes de se estabelecer eh cuidados paliativos no Brasil, o Brasil já estava caminhando para para outra parte, né, pulando, ao invés de investir em cuidados paliativos, eh estava mudando, está, na verdade, modificando as leis para, eh, aprovar a antecipação da morte no Brasil. Então, a partir disso também acaba que entrava num num tema maior que era o tema do suicídio. >> A última pergunta, pastor. E aí eu passo a palavra pro senhor fazer uma breve apresentação e uma explanação do livro. Como é que o livro tá dividido? >> Aí, pegando a ideia dos pássaros, né? O livro foi dividido em capítulos assim, pássaros feridos. Eh, falando a respeito dessas feridas, dando alguns exemplos por faixa etárias, eh, que são normalmente mais vulneráveis, né? Um dado estranho que a partir de 2010 a faixa etária de eh dos 14 aos 19 anos que elas eh ela se se equiparou com a terceira idade, né, que normalmente eram altas as taxas, né? Então, falando a respeito de desses pássaros feridos, depois de pássaros restaurados, as histórias de alguns que fizeram tentativas, mas sobreviveram e hoje eles lutam, né, contra isso e andam pelo mundo falando a respeito da sua experiência. Depois os pássaros que voam, né, depois de restaurados pássaros que voam, abordagem bíblica. Eh, falando a respeito de alguns salmos que também eh me normalmente sempre me intrigaram, porque há uma expressão dizendo, eh, ilumina meus olhos para que eu não durma o sono da morte. No salmo de número 13, porque que a palavra de Deus fala em números na bênção. Olha que o Senhor levante sobre ti o rosto e te dê a paz. Por que que a palavra de Deus fala que lâmpada para os meus pés é a tua palavra e luz para meus caminhos? Mostrando que há uma forma de orientação e essa orientação permite o voo correto, né? O voo para pra nossa vida. E por último é uma tentativa de ajudar pessoas que ajudam pessoas, né, que tiveram ideações suicidas, né? Então é pássaros eh que cuidam, tá? Então essa é a divisão do livro. >> Bom, após essa então eh introdução, eh o pastor Rubens vai ter a oportunidade de explanar, porque eu tenho certeza que a nossa atenção está totalmente voltada. para esse assunto a partir de agora. Palavra sua. >> Obrigado. Primeiro eu quero agradecer muito o carinho, né, e da eh da SAF e de tudo aquilo que, né, tem promovido, né? Eu sei que não mereço nem 1% disso, né? Mas eu agradeço a Deus pela vida de vocês, né? e o carinho sempre para com a gente e assim, eh, de fato, aquilo que a esse é um tema que normalmente a gente não gosta de falar, eu com muito temor e tremor que assim que eh ao escrever e e colocar isso para publicação, mas é exatamente com desejo de ajudar, né, muitas pessoas e o o meu interesse, né, e oração diante de Deus é que isso aconteça, né? Então, a gente normalmente a sociedade ela caminha para eh não vamos falar sobre isso, vamos esquecer tudo isso, achando que vai dar resultado. E a gente vê que isso não traz resultado. Nós precisamos falar, mas nós precisamos nos ancorar, né? É um assunto complicado. Portanto, nós precisamos nos ancorar nas escrituras, né? para que a gente não perca essa referência. Se tiver como soltar aqui o a a apresentação de do Nutelão de cá. Isso. Então, como eu falei e aqui agora falando especificamente, eh esse era um vilarejo extremamente pacato em um fenômeno global aqui, uma um lugar de 2.500 habitantes, como eu falei, na Índia, tá? Então o período sempre é esse setembro a outubro que era o final aqui das moções, né, da dessas migrações de aves. E é engraçado que eles começaram a perceber que isso acontecia entre as 18 21:30. Era um horário que na verdade as aves deveriam estar dormindo, tá? Elas chegavam e se empoleravam nas árvores e elas deveriam estar dormindo, dormindo e elas começam a alçar voo fora de hora, tá? Então, no meio do céu escuro, vários pássaros, na verdade não eram eh o pássaro não é uma, vamos dizer assim, uma espécie chamada pássaro de jatinga, mas na verdade eram vários pássaros que eh migravam pra ilha por causa da subida ali da maré. Só que os moradores começaram a perceber nesses pássaros mal presságio, eh, medo do sobrenatural e achavam que esse era um momento estranho na ilha, né, que acontecia alguma coisa eh mais esquisita. E por verem esses pássaros desorientados, os próprios moradores, eles começaram a matar esses pássaros, porque eles achavam que eles traziam junto com eles essa ideia de morte. né? Porque isso acontecia e eles estavam eh visualizando esse fenômeno até que vai eh o estudioso ali, né, um ornitólogo, né, para estudar a respeito desses eh pássaros e por que isso estava acontecendo, né? Então, ele descobriu algo interessante, que aves elas não buscam a própria morte. Isso não existe. Na verdade, ele percebeu que acontecia algo na ilha que fazia com que as aves ficassem desorientadas. Elas perdiam a o horário de se de de levantar voo, que seria pela manhã. Elas perdiam o rumo porque a ilha nessa época era uma penumbra. Ficavam por causa de penumbras ali. E elas perdiam o sentido de voar. ao invés de voar para cima, muitos delas voavam para baixo e batia no chão. Por isso que eles achavam que a ave conscientemente ela voava, se jogava no chão para morrer, mas a verdade era causada por uma desorientação. Perceberam também que o tipo de luz que colocaram na ilha e faziam com que elas ficassem também desorientadas. era o tipo de lâmpada que eles colocaram pela ilha, que também fazia com que elas perdessem o centro de direção, de horário, tudo isso que eh como ah Deus criou, né, cada uma dessas aves. Então, no meio disso, a geografia, que era a inundação, o clima, que era as noites sem luas, com neblina, né? E aqui as ações humanas, que eram luzes artificiais brilhando ali na escuridão, tá? Então, daqui também vem a metáfora, né? Luzes artificiais não produzem direção, somente a luz correta. E a luz correta é da palavra de Deus. Então, luzes artificiais produzem desorientação e o mundo vive com essas luzes artificiais, né? E aqui havia armadilha fatal. Então, esses pássaros desalojados pela água, o vento, neblina espessa, eh havia então um colapso de tudo isso e e eles começaram a morrer. Então, eh, por ver às vezes essas lâmpadas dessa dessa forma aqui, eles iam em direção a elas também, em meio a esse caos, mergulhava em direção à luz, porque eles entendiam que, eh, na luz da aurora, né, o dia nascendo, para o entendimento dos pássaros, era para aquela direção. Normalmente ele batiam nessas luzes e postes e também eh morria. Quando eles entenderam isso, os próprios moradores da ilha começaram a serem guardiões desses pássaros, né? Passaram do medo aqui e abate dessas v aves, né, para eh começar a ter compaixão e resgatar essas aves, né? Então eles começaram a vê-las como criaturas vulneráveis e perdidas. Eles passam pro outro lado, os moradores da ilha. Então o que acontece é que há um ritual de resgate, então captura cuidadosa. Aí eles colocava esses pássaros no abrigo seguro para que eles não voassem na hora errada. E aí a soltura orientada no momento certo, né? Se a gente fizer essa comparação com a nossa própria vida e aquilo que a sociedade vive, é exatamente isso que nós precisamos. As pessoas precisam disso. E normalmente numa sociedade cada vez mais individualizada, cada um olhando para si não olha pro outro, né? E esse cuidado ele é necessário, por isso que a igreja é extremamente necessária na nossa vida. É um dos aspectos. Portanto, nessa reflexão é o que faria para ajudar uma criatura desorientada pela luz. lembra que a luz, mas é uma luz artificial, né, que produz desorientação e pela própria escuridão. Então, diante disso, o fenômeno é esse que é extremamente preocupante. Isso aqui são dados normais aí pelo mundo, porque a cada 40 segundos, segundo os dados, é uma pessoa no mundo tira a própria vida. Só que quando a gente olha o fenômeno mesmo, a gente vai perceber que é algo muito mais profundo, tá? quando diz respeito ao à questão do pensamento aqui eh do plano da tentativa e dos atendimentos, eh a gente vai ver que a cada 100 habitantes, esse é o dado que se coloca e a cada 100 habitantes. Então esse é o funil da própria ideação. Lembrando que a palavra de Deus ela fala a respeito de de questões de de morte. Eh, muitas pessoas eh ansiaram pela morte, mas uma das coisas que eles fizeram sempre era entender que a vida está nas mãos de Deus. A gente vê Jonas pedindo a morte, a gente vê Jeremias querendo morrer, a gente vê Elias também, a gente vê Jó amaldiçoando o dia do seu nascimento, mas eles não saem da presença de Deus. Os outros dados que a gente vê praticamente que a palavra de Deus fala de suicídios na palavra de Deus, ela não traz ali nenhum incentivo, ela só descreve eh narrativas. A gente vai ver Sansão, mesmo que seja altruísta, é, a gente vê Abimelec também no livro de Juízes, né? Quando cai uma mulher, joga uma pedra de moinho na cabeça dele, ele também pede, ele eh ali é um caso também depois de suicídio, né? A gente vê um rei eh eh em Israel, né? Eh também colocando fogo na casa, né? No palácio, né? E morrendo lá em Reis, né? Nos fala a respeito disso, né? Mas a palavra de Deus, ela ela coloca todos esses casos, mas ela não faz um comentário. É uma narrativa, tá? Uma narrativa. Mas o princípio maior está ainda dentro da lei moral. Quando fala não matarás, a questão ela não se aplica apenas a ao outro. Tanto é que a palavra suicídio, ela vem de 1780. Antes era chamado de homicídio de si mesmo, né? homicídio de si mesmo. Então, a o princípio, fundamento é esse. A vida pertence ao Senhor. Os fatores aqui são individuais, são multifatoriais, né? Psicológicos, sociais, tá? não é evento isolado, a gente sabe disso. Aqui é uma das coisas do que acontece na sociedade de tempos em tempos esse efeito verter, né, que que normalmente é aquilo que se chama de algo romantizado. Os irmãos lembram que até pouco tempo atrás teve esse fenômeno com baleia azul entre os adolescentes, né? Então, jogos e RPG e uma série de coisas aí que de tempos em tempos induz a sociedade. Então isso é chamado efeito eh verter, né? Então essa romantização, né, cultural, ela vai legitimar a morte muitas vezes como solução. Aqui esse contágio normalmente é mítico, né? A falsa crença de que o suicídio deriva exclusivamente de doenças mentais intratáveis, narrativa midiática, eh, normalmente irresponsável causa morte por imitação. Sei que tudo isso, mesmo dentro desses efeitos de romantização, eh, mesmo assim há muita questão eh mítica no meio, muita coisa que que realmente não condiz com aquilo que é a realidade, tá? A cultura de prevenção aqui é um caso clássico da Áustria, quando eles começaram, na verdade, ao invés de fazer o que normalmente a sociedade faz de esconder, eles começaram a falar a respeito, tratar a respeito, né? E e uma das coisas que aconteceram é que 80% eh de mortes elas eh na verdade caíram, né, de por suicídio ali na Áustria, mas o o dado era lá em cima também, tá? Então a impulsividade aqui normalmente quase 30% decidem tirar a vida em menos de 5 minutos, 70 toma decisão em menos de 1 hora, né? Então a gente vê que normalmente é algo impulsivo por causa da desorientação por alguma situação. Por isso que no livro eu falo a respeito de culturas, né? culturas que trabalham medo, culpa, medo e vergonha, que é aqueles motores do pecado. Quando há a queda do homem, a gente vê lá em Gênesis que aquilo que produziu foi culpa, medo e pecado. Perceba que eh em meio à morte por suicídio, normalmente os motores estão aí culpa por medo de alguma coisa ou por, aliás, eh, vergonha, culpa, medo e vergonha, né? Então isso trabalha nas culturas quando a gente vê orientais, por exemplo, eh por causa da vergonha e honra, né? Se acontecer alguma coisa, eh, que possa deshonrar minha família, é melhor a morte. A nossa cultura eh normalmente essa essa eh cultura também da às vezes da do medo, né? e uma série de coisas misturadas ou culturas animas, né, de de espíritos e algumas coisas trabalham essa muito essa questão do medo também que leva pra morte. Por isso que a palavra de Deus é tão rica ao mostrar que em Jesus culpa, vergonha e medo. A gente vê isso literalmente falando que Jesus veio para eh reverter isso. Quando ele fala que ele levou a nossa vergonha sobre ele, levou para fora do arraial, nosso vitupério lá em Hebreus fala isso. Eh, quando fala de Jesus, falando de Jesus, olha, o perfeito amor lança fora o medo, né? Eh, eh, tudo isso se resolve, né, em Cristo Jesus. E a palavra de Deus nos fala que ele levou sobre ele todas as nossas culpas, né? Então, a solução sempre vai ser Cristo. Aqui é o caso da Golden Gate, que é famosa no mundo das pessoas irem lá. E um dos casos que eu conto é exatamente de alguém que sobreviveu a pular dessa ponte. E e aí ele fala, né, o Kevin Haines aqui, meu Deus, ninguém vai saber que eu não queria morrer. Ele disse que pensa isso quando ele saltou. E aí ele ele diz que grita pedindo a Deus que o livrasse, né? Ele bate na água que lá normalmente não escapa, né? Mas ia passando um barqueiro, consegue resgatá-lo, mas muito ferido e ele sobreviveu. Hoje essa ponte tem redes, né? Ela tem rede, tem guardas em toda a ponte, mas ela tem rede. Quem pula cai dentro da rede, né? Por causa da é um lugar emblemático ali nos Estados Unidos. Então, normalmente, eh, os autores e alguns estudiosos vão mostrar que erosões de estruturas familiares, exclusão secular, eh, normalmente produzem isso, né? Então, desde lá Durkaime, [roncando] Durkaim, mesmo sendo um filósofo eh não cristão, ele dá o braço a torcer que comunidades de fé, aonde eh pessoas que vivem em comunidade de fé eh tem menos propensão ao suicídio. E ele diz algo interessante também, pessoas que oram mais t menos probabilidade para isso, né? Eh, a oração é algo que que protege, né? É um autor não cristão, é um filósofo não cristão. Então, diante disso, esse fator individual, psicológico, social, né, aqui nós temos esse um escudo, né, comunitário, indivíduos com fortes vínculos religiosos de fé possuem taxas exponencialmente menores, né, histórico de tentativa. Esse é o princípio, então, que a vida pertence a Deus. né? Graça não é licença aqui. Então não presuma a graça de Deus para continuar em dor ou pecado, como Romanos 6 fala, mas deixa a graça levar a esperança que existe em Cristo. Quando a palavra de Deus fala ali a de graça super abundante, né? Nós precisamos experimentar isso. E o amor da cruz, lembre-se do enorme, merecido amor demonstrado na cruz para validar e garantir a importância absoluta da sua existência. Então, é esse o sentido de nós como igreja, e essa é a é assim o desejo, né, ao escrever esse livro, né, é de sermos mãos que que segurem outras mãos e puxem, fala, vamos, calma, vamos, né, vamos continuar seguindo em frente. Então, não silencie diante dos sinais de alerta, diante da dor insuportável de outro. A melhor intervenção imediata não é o julgamento, é a presença inabalável. E a igreja é esse lugar. Diante disso, a aquilo que eu eu citei, né, do Salmo 13, quando o salmista ele falando: "Até quando, Senhor, esquece-te de mim para sempre? Até quando vou andar chorando?" Ele fala por quatro vezes isso. Aí ele diz: "Olha, ilumina, então atenta para mim." Ele fala: "Olha para mim, responde-me, Senhor." Então ele diz, "Il meus olhos para que eu não durma". o sono da morte. Então essa eh esse é o objetivo de que ao falar a respeito daquilo que a palavra de Deus nos mostra, né, que isso lance a luz correta nos olhos, né, das pessoas para que elas escolham a vida e a vida em Cristo Jesus. Por maiores que sejam as lutas, eu sei que cada um tem as suas dores, cada um tem as su os seus eh às vezes as suas frustrações, traumas e tantas coisas nessa realidade caída ou na realidade vivida debaixo do sol. Mas a nossa perspectiva não é essa, né? A nossa perspectiva é de saber que nós fomos feitos, né, para outra realidade. Aqui é exílio, como Calvino diz, o tempo nosso de terra é exílio. A nossa pátria está nos céus. Lá sim, nós não teremos nenhuma dessas frustrações, nenhum desses problemas. Enquanto isso, o Senhor nos chama sempre a olhar para Cristo. Olhe para Cristo, né? Então, esse é o desejo ao escrever esse livro, que as pessoas elas eh possam olhar para Cristo eh antes de olhar para tantas coisas que podem desorientar a sua própria vida. É isso. >> Obrigada, pastor Gas. Obrigada. Eh, na consideração final que eu tenho para fazer, após essa explanação do pastor Rubens, os meus votos acerca do tema que ouvimos, que nos sensibilize e nos mov oferecer este livro de presente a alguém que sabemos que precisa de uma palavra de orientação para vencer essa mazela da nossa geração. Pois essa leitura, pastor Rubens, eh poderá ser um divisor na vida de quem precisa se reencontrar com a verdadeira esperança que está em Cristo e na sua cruz. A forma amorosa, hábel que o Senhor tratou desse livro, nesse tema tão pesado, tão triste, tão duro, tão doloroso que, como o Senhor disse, nós muitas vezes não temos, não queremos falar, não queremos ouvir. Mas muito obrigada. E eu queria repetir na na apresentação do seu livro, eh um pastor colocou a coragem que o senhor teve de publicar esse livro com esse tema. Muito obrigada. E agora então o nesse eh momento, nós estamos no pré-lançamento. Tivemos a oportunidade de ouvir o pastor Rubens e agora nós teremos a oportunidade de interagir com ele. Então fiquem à vontade. Alguma colocação, alguma consideração, alguma pergunta. tanto os presentes como eh pelo chat que a Anelisa está aqui. Se tiver alguma consideração, a Anelisa tem e vai passar primeiro eh do chat ou os presentes. Então vem, Anelisa. Anelisa vai colocar. Olá, pastor. Nossa, que tema, né? Um tema necessário. Bom, tem perguntas aqui, ó. Ah, colocou a nossa irmã Leolair. Poderia afirmar que uma pessoa que comete suicídio além da sua própria dor é o ápice do egoísmo? é uma uma das linhas de que comenta a respeito do suicídio, fala do suicídio altruísta, né, do anômico e daquilo que seria o egoísta, né? Mas isso vai muito quando se fala disso, possivelmente a a pessoa já leu alguma coisa a respeito, né? Porque essa é uma classificação lá do Durkaim, né? Eh, e que e que isso vem, na verdade, desde filósofos como Platão. Platão e entender que alguém que comete suicídio na pólis, né, dentro da cidade, eh, era egoísta porque era menos um trabalhador para eh fazer com que a cidade fosse construída, né? Então aí causava um prejuízo paraa cidade, portanto ele seria egoísta, né, desse aspecto. Claro que que de alguma maneira a pessoa assim, ela está pensando muito no eh nela, mas a gente não tem uma uma linha para que a gente distinga, por exemplo, em culturas que alguns então vão celebrar. por exemplo, esquimós, eh, os mais velhos chegam a certa idade, eles eh se distanciam da da sua eh do lugar onde moram para morrer longe, para sobrar mais comida pros mais jovens. Aí fala: "Não, isso é altruísmo, né?" Então assim, eh essas linhas normalmente foram traçadas por por Durkaime, né? Egoísta, anômico, né? E e altruísta, né? E assim, eu acho que é muito mais profundo do que isso de que taxar a pessoa como eh puramente falando que ela seria egoísta, né? >> Bom, a outra aqui, eutanásia, praticamente a nos países da Europa é um pecado diante de Deus? >> Ah, biblicamente, sim. Aquilo que a palavra de Deus nos mostra é que a vida tá nas mãos de Deus, né? Eu sei que eh a as dores, como eu falei, né, nós temos nessa sintonia fina caminha para aquilo que hoje é o suicídio assistido, né? Então, nós temos visto que a sociedade tem caminhado tanto a passos largos, num desencanto tão grande a esse lado, que há duas semanas atrás a primeira pessoa eh que sem doença nenhuma, sem problema nenhum, sem nada que pudesse justificar, ela conseguiu a o, vamos dizer, a chancela para morrer, né, na Suíça, porque para ela, ela, eu acho que, se não me engano, a história é dolorosa. Ela perdeu um filho, sim, mas ela não tinha nenhuma doença, nem nada. Então ela falou: "Olha, sem meu filho eu não quero viver". E ela entrou na justiça, ela pagou caro para isso, né? Para para morrer, se me engano, 60.000. Eh, e ela conseguiu, né? Então assim, esses limites hoje eles têm sido de alguma maneira eh eh de certa forma derrubados, né, algumas coisas. Então, limite entre eutanásia, e autanás ativa, passiva, suicídio e assicídio, de certa maneira se tem se juntado, né? Eh, mas a gente vê que é o porquê de tudo isso. E assim, o que me me às vezes eh dói o coração é que nós temos segmentos hoje de igrejas pelo mundo também assinando embaixo. Se você puder para eles eh antecipar a morte, eh que mal tem isso, né? Então isso é um é fora de um princípio bíblico que a vida pertence a Deus, né? Isso é algo fundamental que a palavra de Deus mostra. >> A Patrícia, ela é de Tocantins, né? Tá sempre participando conosco. Perguntou: "Como é vista a luz da Bíblia caso uma pessoa esteja em depressão e comete o suicídio? Como fica diante de Deus?" Essa, essa é a vocês vão ter que ler o livro, mas deixa eu só falar aqui rapidamente da história que eu tentei resumir no livro porque eu não queria um livro grande, foi proposital para que tivesse leitura mais fácil, né? Então não, eu não coloquei muita coisa técnica porque poderia perder o sentido, né? Mas eh a ide essa ideia também de novo, ela vem, como eu falei, da filosofia. Aí lá na frente, para punir pessoas que morriam, que cometiam suicídio, eles eh tiravam o direito de serem enterrado no campo santo, que era o cemitério dentro da cidade, que era uma honra. Logo a seguir, eles começaram a gerar um problema, então, eh, decidiram tirar partes da pessoa, tá? Então, tirava um braço e jogava fora. Falava: "Isso era como punição, só outra parte vai pro pro cemitério". Eh, como punição. E também era uma ameaça que você vai perder todos os seus bens. Seus bens não vão paraos seus parentes, você vai perder todos os seus bens. Foi caminhando na história. Então, numa tentativa de barrar esse fenômeno que sempre aconteceu na humanidade, isso sempre esteve no imaginário das pessoas. eh foram gerando eh novas teorias. Então, aquilo que normalmente eu não estou dizendo eh e a gente precisa entender bem, tá? Deixar bem claro aqui a ideia de que todo suicida vai pro inferno é uma teologia católica. Então ela foi estabelecida lá um tal de São Bruno. Ele para tentar ajudar, ele criou uma teoria sem base bíblica falando que todos suicidas são os mártires de Satã. E aí a partir daí a igreja estabeleceu isso, né? E a chega na reforma não há muita às vezes você é difícil você achar algum autor comentando a respeito disso. Eh, mas aí no imaginário das pessoas ficaram isso e de uma forma de até ameaçar alguém, falar: "Cuidado, você vai para o inferno", né? Eh, por que que é difícil falar isso? Porque assim, eh, a nós não é dado o direito de falar, eh, para ninguém que você foi pro inferno, né? Eh, a única coisa que a gente precisa lembrar é que eh a nossa vida está nas mãos de Deus. Aquele que tem livre acesso à presença de Deus, ele não pode chegar a um desespero tamanho, eh, de não ter ajuda, porque ele tem acesso direto. Uma das da das aplicações que eu faço, os irmãos lembram que no Antigo Testamento, quando Deus fala pro sumo sacerdote quando um filho morria, lembra da história de Nadab Abiu? E aí ele chega e fala, né, que que o sum o pai Arã não podia eh não podia se rasgar as vestes, nem jogar terra na cabeça e nem se desesperar. A gente pensa que aquilo é uma crueldade de Deus falar assim, ó, Deus não tá permitindo o sumo sacerdote nem sofrer a sua própria dor, não. Aquilo é um pano de fundo aplicando algo maior. Porque a ideia é que o sumo sacerdote era o único que tinha acesso direto à presença de Deus. Agora, em Cristo, todos nós fomos feitos sacerdócio, sacerdócio real. Nós temos esse livre acesso à presença de Deus em Cristo Jesus. Portanto, a ideia é que nenhum desespero é maior do que a presença de Cristo Jesus, tá? Nenhum desespero maior. Então, a resposta ela não é assim, sim ou não, não é faixa assim, ou eu falar: "Ah, quem cometeu suicídio foi pro inferno, quem cometeu suicídio foi pro céu". A resposta não é esta. Não tem como. Mas a o fundamento é nenhum desespero é maior do que a graça de Deus em Cristo Jesus. E lembrar paraa mente, pensar correto. Se eu tenho acesso à presença do Deus criador de todas as coisas, por que que eu vou me desesperar a tal ponto, né? Bom, tem outra aqui. O cristão deve procurar ajuda psicológica para tratar os traumas do coração? Ou a palavra de Deus é única e suficiente eficaz para mudar os caminhos de qualquer pessoa em um sofrimento tão grande? Vocês têm o dia todo para ficar aqui e vamos lá de novo. É algo bem profundo. Eu sei assim que nós nós temos uma sala tratando sobre isso aqui na Escola Dominical. Então nós precisamos só diferenciar graça comum, tá? Nós precisamos diferenciar essa graça comum daquilo que é revelação geral. Revelação geral é normativo, portanto, é verdade de Deus e absoluta. Nenhuma ciência humana está debaixo daqui dessa revelação geral. Revelação geral foi dada por Deus e aponta unicamente para Cristo Jesus de maneira direta. A graça comum é aquilo que alcança a todos pecadores e não pecadores. [roncando] Então, pessoas, elas podem sim descobrir boas coisas a respeito do ser humano. Elas podem dar alguma ajuda de maneira superficial eh naquilo que pode ajudar alguém a mudar a maneira de pensar, a maneira de agir, uma série de coisas. Mas o que nós estamos falando é de algo mais profundo. E redenção só acontece por meio do evangelho. Redentivo mesmo é só o evangelho. Nenhuma ciência humana é redentiva. Todos os processos que se arvoram o direito de falar: "Olha, aqui a redenção e aqui nós vamos transformar a sua vida". Isso é mentira, tá? Isso é antagônico ao evangelho. Porque redentivo somente o evangelho de Cristo Jesus. Por isso que nós temos assim, nós não estamos falando que há separação completa e que não ajuda nada, mas nós estamos falando que há algo muito mais profundo a ser transformado, não apenas algo superficial e comportamental. E aí do profundo, que é como eu penso, como eu vejo as minhas crenças, tudo isso é lá dentro do coração. Aí isso é só se acessa e se transforma por meio do evangelho de Cristo Jesus. >> Alguém quer perguntar aqui? >> Fazer uma pergunta fácil. Por que que a capa é amarela? [risadas] >> Reverendo Rubens. Eh, nós acompanhamos aí recentemente aquela moça lá na Espanha que era portadora daquela pior dor do mundo, né, a neurologia do trigmeo. E ela lutou por 2 anos para conquistar o direito de eh morrer. E na semana que isso foi acontecer, é, teve todo um preparo da família, despedidas e tudo mais. E é que me o que me intriga é essa é uma questão patológica, né? o corpo adoeceu. Eh, não há não há hoje na medicina eh algo capaz de retirar, né, de extinguir totalmente essa patologia. Como que nós como cristãos, por meio do evangelho, podemos impedir eh que isso aconteça na vida de uma pessoa assim, eh sabendo que não poderemos fazer nada para mudar >> a questão da da doença em si. É, eh, como eu falei, a gente sabe que há situações que acometem o ser humano que, de fato, a gente não pode negar, são dores terríveis. Há dores físicas e dores na alma que a gente também não vê, que também são dores profundas na vida do ser humano. Nós não podemos negar isso. Por isso que a gente, eh, como eu falei, aquilo que nós podemos fazer é aproximar, dar a mãos, ajudar e sustentar. Mas volto a frisar, por isso que o evangelho transforma. Deixa eu contar duas histórias rápidas aqui. Eh, uma história da Johnny, Johnny Arexontada. Eh, a Johnny, ela se tornou tetraplégica, com 17 anos de idade. Ela era atleta e ela pula num lugar com os amigos no Rio e ela eh quebrou e ficou um tempão. Ela há pouco, eu tava lendo um livro dela, tô lendo, na verdade, falando a respeito disso também. E ela trata diretamente a respeito dessas questões. Ela luta eh indo atrás das pessoas que desejam morrer. E ela fala do seu sofrimento, das feridas que ela tem, um monte de coisa. E e ela diz algo que num dos livros dela que ela fala sobre o céu, falando do céu, ela diz assim: "Olha, eh, quando eu estou em imensas dores, dificuldades, eh eu tento manter a minha mente naquilo que é verdadeiro." Que Filipenses fala: "Tudo que é verdadeiro seja o que ocupe o vosso pensamento." Ela diz que a as dores dela dão para disso, porque ela fica lembrando e até imaginando que agora a primeira vez que ela andar de novo vai ser para correr e abraçar Jesus. Ela fala: "A primeira vez que eu andar de novo não vai ser por qualquer coisa. Eu não quero jogar bola, não quero, não quero, né, outra coisa". Mas ela fala assim, a imagem que me vem é que a próxima vez que eu andar vai ser para ir em direção a Jesus. A mesma coisa fala Fanny Crosby. Fanny é a que escreveu um monte de hinos do nosso inário e por causa de uma dessas manobras mal feitas pela mãe, ela tinha um problema na visão e eles puseram pimenta no olho dela para curar, né? Minha mãe fala disso que puser pimenta no olho da mãe dela, da minha avó, no caso, disse que naquela época era o tratamento e ela fala que eles ficaram o dia inteiro jogando água na no rosto dela e ela gritando, né? Mas ela acabou que ela não ficou cega, mas Fanny Crossby ficou com, se não me engano, 5 anos de idade. Ela se torna uma das maiores autoras de livro, de hinos, né? E ela ela eh em algumas campanhas evangelísticas, ela escrevia os hinos para isso. Só basta você abrir o hinagem, você vai ver que um monte de hino foi ela que fez. Um deles é aquele que segurança tenho em Jesus. Ou aquele que ela fala salva além do rio é porque para um cego a coisa mais desesperadora é você atravessar um rio sem ver e ela fala que ela estará no dia salva além do rio. Aí ela fala a mesma coisa. Quando os terrores me assaltam e de tudo de não ver, ela diz assim: "Aquilo que me vem no coração é que a próxima vez que eu abrir meus olhos, eu vou ver Jesus na minha frente, né? É a próxima vez". Então ela disse assim: "Eu não quero ver mais nada nesse mundo porque eu sei que o que está reservado para mim é muito maior. Próxima vez que meus olhos verem, eu vou ver Jesus, né? Isso. A palavra de Deus é a única que é capaz de levar uma pessoa a este lugar, tá? Então não é assim qualquer ajuda. Às vezes essas coisas são eh superficiais, mas por isso que eu tô falando, é a palavra de Deus que corrige isso. >> Mais alguém com pergunta? >> Olha lá, hein? Não dei sua nota ainda não. Bem, bem tranquilo, bem tranquilo. Ah, voltando um pouquinho lá sobre a eutanásia, em casos que é decretado morte cerebral, tem algum posicionamento em relação a isso? Tanto do senhor quanto de outros outros pastores, assim, a morte cerebral seria equiparada a uma eutanásia ou não? ali é, já morreu mesmo. >> Não, isso aí já parte aspectos técnicos, né, de uma série de fatores que que tem que uma coisa se ligar a outra e tudo, né? Então assim, já é algo bem mais profundo. Aí já você já está no processo, né? já tenho algo eh aí já entra em outra discussão. Eh é eh você não é na verdade eh preservar a vida, é você estender a morte, né? Aí já entre outros aspectos da discutidos na bioética, né? Aí você eh estender a morte e não preservar a vida. >> Mais alguém? Não. >> Ufa, acabou. Então, que nós tivemos nesse pré-lançamento é essa oportunidade única, porque eh no lançamento não terá isso. Então, essa oportunidade única da apresentação, da explanação e essa oportunidade de interação. Muito obrigada, pastor. muito obrigada por ter estado conosco e nos ter esclarecido. Eh, nós, então, no dia 21 teremos o lançamento oficial do livro Pássaros de Jatinga, no domingo após o culto matutino e vespertino. e os autógrafos pela manhã no IP após a Escola Bíblica Dominical e à noite após o culto. E quanto à aquisição dos livros na nossa livraria PAB aqui na frente da igreja, dentro do colégio centro e a partir já deste domingo. E também o livro poderá ser adquirido pelo site da editora Palavra www. editorapalavrtudojunto.com. Eh, partimos então agora pro nosso último momento. Estamos no nosso horário. Eh, gostaria de anunciar a leitura do próximo eh semestre. Gratidão. Nós vamos ler nesse livro As raízes teológicas da gratidão ao nosso Senhor. Identificar, tratar algumas das coisas que pedem o desenvolvimento da gratidão em nossas vidas. Esse livro se propõe a encorajar e auxiliar ao redescobrimento da alegria de um coração eh verdadeiramente grato. Eh, queria eh chamar a Hilda. Ah, sim. O o nome para Anelisa. Quem não deu o nome paraa Anelisa, por favor, ela vai passar agora. E aí, enquanto isso, Ailda vem aqui. A Ilda vai falar acerca do nosso bazar. >> Bom dia, queridos. Que alegria a gente estar juntos para aprender mais. Gostaria de falar um pouco sobre o bazar. Essa fala era da Ângela, mas como ela está um pouco afônica, ela pediu para eu falar. O bazar da safe, oficina Dorcas, é um lugar onde as artesãs, onde as mulheres, a quem Deus deu um dom, o dom de bordar, o dom de costurar, de fazer crochê ou outros trabalhos manuais a quem Deus abençoa as mãos. acontece toda terça-feira na casa ali da igreja, na casa administrativa, das 14 às 17 horas. Então ali as irmãs se reúnem para fazer os trabalhos manuais. E esses trabalhos eles são depois expostos no bazar. Esse bazar acontece duas vezes ao ano e o próximo bazar será no sábado que vem aqui no IP do centro das 9 até às 17 horas, onde vocês terão a oportunidade de observar, de conhecer e de ver aquilo que as mulheres artesãs têm feito ali e também para adquirir as peças, porque com o dinheiro dali é que a SAF compra os os que é necessário para fazer. fazer os trabalhos, linhas, tecidos e outras coisas. E também elas ajudam, né, paraa assistência social, ajudam as pessoas que são necessitadas. E ali no bazar também, no oficina docas também nós temos um momento de uma devocional, onde as irmãs param seus trabalhos, as suas atividades e ali nós temos as devocionais com os pastores, a maioria deles, pastor Rubens, que é o conselheiro, que traz, nós temos ali, oramos umas pelas outras, cada uma escreve seu motivo de oração, oramos, depois nós colocamos na no grupo para que durante toda a semana as irmãs e irmãos podem orar por aqueles motivos e ali nós louvamos a Deus e somos edificados na palavra. Então, são tardes maravilhosas, como o livro diz, transformando o dia comum em um dia especial, porque Deus dá oportunidade às irmãs de trabalhar com os dons que Deus concedeu e dá também a oportunidade de sermos instruídas na palavra, de orar umas pelas outras, de sentir a dor umas das outras e nos alegrarmos com alegria dos outros também. Então vocês estão convidados que ainda não faz parte, vocês podem a partir de agosto, creio que é a primeira semana de agosto, que vocês podem estar ali através da das dos dons, dos talentos que Deus concedeu a vocês, de estar usando isso para honra e para a glória do Senhor. Obrigado. Então agora, eh, nós vamos nos despedir como oração com o pastor Rubens, por favor. >> Eu vou ter quear o óculos. Vamos orar >> aqui, pastor. >> Tem que ser lá. >> Senhor nosso Deus, nós queremos bendizer o teu nome, te agradecer, ó Deus, pelas tuas bênçãos e o cuidado do Senhor. Que o Senhor nos fortaleça sempre, ó Deus. que nós possamos, ó Pai, compreender, ó Deus, eh os benefícios que o Senhor nos dá na comunhão dos santos, ó Deus, na em viver, ó Deus, eh estando sempre, ó Pai, em contato com a tua palavra, recebendo dela a instrução, ó Deus, sendo eh confrontados, mas também, ó Deus, sendo animados pelo Senhor, consolados pelo Teu Espírito, ó Deus, que nada disso, ó Deus, venha a ser algo menor na nossa vida. Que nós possamos olhar para tudo isso com gratidão de saber que mesmo, ó Deus, em meio às lutas, dificuldades, o Senhor, ó Deus, tem nos guardado, o Senhor tem nos abençoado e nos sustentado. Portanto, ó Deus, que o Senhor continue nos abençoando, abençoando as atividades, ó Deus, da SF, as mulheres, ó Deus, da tua igreja. Que o Senhor, ó Deus, esteja dando sempre alegria em servir ao Senhor como tem sido feito. Ó Pai, fica conosco, ó Deus, nos abençoe. É a nossa oração em nome de Jesus. Amém. Né? agradecer a Jorge, a Ana Faria que participou, a Cleides, a Carmen, a Ielda, ã, deixa eu ver, a Suelma, a Maria das Graças, >> a Marine, tudo online, maioria >> não. Patrícia que o seestre todo, né, de Palmas, Tocantins, que organiza as mulheres lá para assistir online conosco, né, Patrícia? A gente tá com as imagens, mas em agosto a gente passa. E eu agradeço, nós da SAF, amigas, agradecemos porque você tem nos acompanhado todo semestre. Eh, deixa eu ver quem mais. A Maria Patrícia. E é isso. Obrigada. pela presença de todas, de todos, né? Aguardamos pro próximo encontro em agosto. E e agora vocês vão ter a oportunidade de tirar uma foto ali no painel com pastor Rubens e que Deus abençoe. Amém. O sorteio mais