Sermões Online

A fé vem pelo ouvir

Conexão: Filhos, Família e Deus. – Sharah Lyn – 17/06/2026

Conexão: Filhos, Família e Deus.  – Sharah Lyn – 17/06/2026

Conexão: Filhos, Família e Deus. – Sharah Lyn – 17/06/2026

Legendas automáticas:

Olá,
boa noite a todos. Deus seja louvado por
mais uma oportunidade
de nos unirmos em oração, né? De
intercedermos um pelo outro
e também de, obviamente, ouvirmos a
palavra de Deus, que será compartilhada
eh, a pou, em em poucos momentos aqui
eh, com a nossa irmã Sara, tá bom?
Eh,
nós estamos no mês de junho, mês da
família.
Tem sido um mês muito abençoado, nós
temos falado de conexão.
Já falamos sobre eu e Deus, o casal e
Deus.
Sábado que vem agora falaremos sobre os
filhos
e Deus. E no último da série falaremos
sobre a comunidade, a missão, né?
E Deus. Nessa conexão que envolve tudo
isso aí de forma sistêmica, tá ok?
Então, eu convido você, inclusive, para
estar conosco no próximo sábado
não só de manhã, mas à tarde, às 17:00
nós teremos um culto muito especial
com uma confraternização logo em
seguida, nesse friozinho ali, vai ter,
enfim, um momento muito legal
para família e
eu espero
poder abraçar você lá ou até mesmo te
conhecer pessoalmente, se você aí ainda
não nos visitou aqui na nossa comunidade
de Vila Olímpia, tá ok?
Eu sou, antes de fazer a oração e
anunciar a música inicial
eu vou
fazer assim um resumo de dois textos
que eu li do livro
eh,
de, do Tim Keller
Caminhando
ah, Desvendando o Casal.
Bom, eu, se eu lembrar o nome aqui eu
falo.
Tá ok? Eu lembro que um era deuses
falsos e esse está me falhando a
memória, caminhada com Deus, tá? Tim
Keller.
Eu vou fazer um resumo de dois textos
que eu acho que resume bem
todo o mês de junho e todo esse foco de
conexão e família.
A família, eh, não é o lugar onde
encontramos pessoas perfeitas.
É o lugar onde aprendemos a amar pessoas
imperfeitas com a mesma graça que Deus
derrama sobre nós mesmos
todos os dias.
Isso aqui, isso aqui é sensacional.
E o outro texto fala assim, ó:
"O evangelho transforma a família porque
nos lembra que cada membro da casa é
ao mesmo tempo mais pecador do que
imagina e mais amado por Deus do que
ousa sonhar".
Isso aqui
resume o que nós
falamos no último sábado e eu acho que é
um,
tem toda uma conexão com tudo que a
gente vai falar aqui ao, no mês de junho
voltado para toda a família
e tem sido uma bênção pelo feedback que
eu tenho recebido,
né? Da, o retorno assim das famílias,
dos casais,
pessoas que assistem o sermão depois.
Então, a família é,
é precioso demais, né? Eu tenho um, um
sermão que eu falo de prioridades.
E a prioridade número um é o Senhor
Jesus quem fala,
buscar em primeiro lugar o reino de Deus
e a sua justiça, enfim, vocês conhecem o
texto.
E a segunda prioridade, nessa ordem de
importância para mim, é família.
E é, eu não vou pregar esse sermão agora
que eu estou fazendo apenas uma
abertura.
Família é importantíssima e a gente tem
que investir pesado
nessa instituição que é sagrada. Que
Deus abençoe a sua família
e que esse culto seja uma bênção para o
seu lar no dia de hoje. Eu vou fazer uma
oração, se vocês me permitirem, e logo
em seguida nós vamos ouvir uma linda
música.
Deus todo-poderoso,
abençoa-nos com a sua santa presença e
aceita esse culto.
E que tudo aqui seja para para a honra e
glória do seu santo nome.
Oramos em nome de Jesus.
Amém, Senhor. Amém.
>> [música]
[música]
>> Eu te agradeço,
[música]
Senhor,
>> [canto]
>> pelo carinho,
>> [música][canto]
>> pelo
amor,
pelo [música][canto] cuidado
que tens por [música][canto] mim.
>> [música]
>> Toma minha vida [canto]
em tuas mãos.
Meu [música][canto] coração
vem transformar
em Cristo [música][canto] um novo ser,
>> [música]
>> cada [canto] vez mais.
Eu te agradeço, [música][canto]
Senhor,
pelo [música][canto] carinho,
pelo
amor,
pelo [música] cuidado
>> [música]
>> que tens [canto] por mim.
Toma [música] a minha vida
>> [canto]
>> em tuas mãos,
meu coração [música]
vem transformar
em Cristo
um novo
>> [música]
>> ser.
Cada vez [música][canto] mais.
Quanta esperança,
>> [música]
>> santa [canto] harmonia.
>> [música]
>> Ouço [música] uma
voz me chamar,
voz [música][canto] de perdão,
>> [música]
>> brilho celeste,
então.
>> [música]
>> Toca a minha face [música][canto]
com ternura,
"Meu
filho,
descanso [música]
e paz
em
>> [música][canto]
>> mim vais achar".
>> [música]
>> Cristo, [canto] te amo.
Tu és minha luz.
>> [canto][música]
>> Eu te agradeço,
>> [música]
[música]
>> Boa noite, pessoal.
Espero que estejam todos bem.
Que quem veio do trabalho já tenha
chegado em casa,
já esteja com as suas famílias.
E espero que quem esteja no caminho, que
também chegue em segurança.
E que nesse momento aí de trânsito que
tiver, que esse culto possa trazer paz e
possa trazer segurança nesse caminho de
volta para casa.
É, agora é o nosso momento de oração.
Temos aqui alguns pedidos.
Hoje nós temos bastante pedidos.
Então,
a gente não vai citar cada pedido aqui,
né, dentro dos seus detalhes.
Mas eu vou citar o nome de todas as
pessoas.
E eu vou encaminhar depois
todos os pedidos aqui, um resumo de
todos, no nosso grupo de oração.
E para que não só eu aqui ore, mas para
que quem se sentir tocado possa orar por
cada um desses pedidos também depois da
sua casa, na semana, para que eles não
fiquem só nesse espaço aqui.
E então, sendo assim, a gente se une
agora em oração. Peço que você feche
seus olhos
e entre em espírito de oração comigo
aqui. Vamos falar com o nosso Deus.
Pai querido, nosso Senhor,
pedimos aqui
a tua
atenção aos pedidos desses teus filhos,
Senhor.
Temos aqui, Senhor, pedidos
da Eliane, da Camila, da Bete, da Cleis,
da Sol.
Temos pedidos da Jude, da Cirlene e da
Ellen, senhor.
O senhor sabe cada pedido desses.
O senhor já tem, com certeza, escutado o
clamor dos teus filhos sobre esses
pedidos mais de uma vez.
E eu peço aqui, senhor, que volte teus
ouvidos para essas orações mais uma vez.
Nós oraremos também por esses pedidos,
nós particular, na nossa casa, com a
nossa família.
Mas eu peço uma atenção, senhor,
especial.
E a tua misericórdia para que esses
pedidos, se for da tua vontade, possam
ser atendidos, recebidos por ti,
como um cheiro suave, senhor.
Essa semana é uma semana importante que
estamos falando da conexão de nossos
filhos.
Nossos filhos contigo, senhor.
Algo tão importante, a missão tão
solene.
Para a qual pedimos a tua sabedoria.
O teu ânimo, perseverança.
Que possamos ter calma, paz, possamos
ter mansidão, amor.
Para que possamos ajudar
esses que são pequeninos ou os que já
estão mais velhos também.
Ajudá-los a
se conectar a ti.
Possamos aconselhá-los, guiá-los.
Sempre com muito amor, com muito
carinho.
Eu peço que dê essa sabedoria, senhor,
a cada pai aqui.
Que se há culpa por não estar fazendo um
trabalho como acha que devia.
Eu sei que a paternidade e maternidade é
algo que muitas vezes carrega muita
culpa, mas se há alguma culpa, senhor,
alivie esse peso no coração desse pai,
dessa mãe.
Mas restaura a energia, o vigor, o
ânimo.
Para que eles saibam que sempre há um
momento de fazer o certo e o momento é
sempre o agora e o daqui para frente.
Peço Senhor que perdoe os pecados dessa
tua comunidade, da tua igreja.
Que volte seus ouvidos para nós, tua
misericórdia sobre nós, Senhor, para que
mais ainda nossas orações subam ao teu
altar, estejam agradáveis a ti, Senhor.
É pela tua misericórdia
e no doce nome de Cristo que eu peço
essas coisas.
Amém.
>> Olá, boa noite, tudo bem?
Eu sou Sara ou Xara, não é que os meus
alunos normalmente me chamam,
e eu sou mãe de duas filhas, Lara e
Ilana, e também sou professora de
inglês.
Então, todo dia eu tenho muito contato
com
crianças e jovens, né? Então eu tenho
experiência de dar aula
para as crianças desde três anos até 18
anos, então desde pequenininho no no
maternal, jardim,
até a ensino médio.
E hoje à noite gostaria de perguntar
para vocês
quem tem filhos, quantos filhos você
tem, coloca lá no chat. Se vocês não tem
filhos, quantos sobrinhos, sobrinhas,
primos que você tem mais, ah, assim,
assim, que você são mais chegados, né?
Pode colocar lá no no chat para eu ver
quantos filhos,
ah, quantos pais, mães, tias, tios, vovó
por aqui neste,
ah, hoje à noite.
Então, eh,
quando eu estava estava preparando para
falar hoje à noite, eu pensei, nossa, a
gente vai falar sobre filhos, né? Porque
e
filhos,
eh, pode ser de zero
até adulto, são filhos.
Aí sou uma filha também, né? Então eu
tava pensando, nossa, em
em qual faixa etária que eu eu vou falar
pra pra quem, né? Pra mais de ah pra
pras famílias com crianças menores ou
pros adolescente ou ou pra adultos.
Enfim, aí eu pensei assim, nossa, deixa
eu fazer umas umas pesquisa pra ver qual
que a gente tem
que que todos tem em comum.
Aí quando eu fiz as minhas pesquisas
o que que todos tem em comum? É que é
todos estão aqui dentro dessa geração
digital. Então
de desde bebês, antes que nasceu, já tem
esse contato digital.
Depois que nasceu tem mais esse contato
digital. E aí depois a crescendo,
adolescentes, nós somos adultos também,
todos tem esse contato digital.
Então ah
o foco dessa dessa fala dessa desse
sermão de hoje à noite é
ah
como exibir amor relacional de Deus,
modelar a fé e resiliência de nossos
filhos nessa era digital.
Então ah eu vou dividir a minha fala
hoje à noite
com três grandes tópicos.
Vou falar um pouquinho sobre esse
propósito divino de de conexão, né, da
nós como
pais e as famílias
com os filhos
e também nessa vez de parentalidade de
hoje
e depois
vou falar sobre sete passos práticos pra
nutrir relacionamentos.
Então
vamos para o próximo tópico. E cada
tópico, depois que eu falo, eu vou
colocar uma situação e uma pergunta pra
a refletir, né?
Ah, com cada um aqui de nós. Então eu tô
vendo aqui na, no chat do, do YouTube,
eh,
tem duas filhas, três filhos, três, três
sobrinhos.
Então, a gente sabe que os filhos
são bênçãos, né? Então, quando
eh, eu tava
com o Tony, meu marido, a gente
quis o primeiro filho, a gente demorou
um pouquinho, um ano para ter.
Aí aí, o segundo demorou muito mais. A
gente esperou quatro anos para a Lana
nasceu, para a Lana nascer. Então, eh,
quando ela nasceu, né, tanto Lara como
Lana,
foram bem, bem-vindas assim, porque elas
foram
planejadas, a gente quis mesmo. E aí,
depois que elas nasceram, vieram os
desafios da vida como mãe, como pai,
ah, para criar os filhos. E aí, o
desafio maior ainda, como criar filhos
nesse mundo digital, né? Porque você
sabe, os, os menores, as crianças
pequenas, os bebês, você não precisa nem
ensinar eles o que que é celular, eles
já percebem, pegam o celular, já
colocam, né? Você sabe o que tem que
fazer assim, ou já colocam no, no, no,
na orelha, no ouvido para, para falar
com alguém, ou fazem assim, porque o
vídeo, né? Ah, para conversar com outras
pessoas.
Então, eh,
antes de falar sobre esse desafio, vamos
voltar para o propósito divino dessa
conexão das famílias com os filhos. Você
sabe que hoje em dia, hoje em dia, eh,
difícil, ah, a gente competir, né? Com o
TikTok,
>> [risadas]
>> com Instagram, com influencers por aí.
E às vezes a gente fica meio, ah, será,
o que, como eu vou, o que que eu vou
falar ouvintes, como que eu vou,
acompanha tudo que ele tá, tá, tá
passando, né, com a, a mídia,
com a tecnologia.
Então, é,
pra compreendermos o tamanho do desafio
atual,
precisamos voltar ao plano original.
Fomos criados por um Deus essencialmente
relacional,
à sua imagem e semelhança, ah, e
semelhança.
Ah, como a gente sabe, em, em Gênesis,
que nós,
nós fomos criados à semelhança a Deus,
né? Então, e ele cria uma relação
harmoniosa
entre o pai, o filho e o Espírito Santo.
Então, o pai, o filho e o Espírito Santo
desfrutam de um relacionamento
harmonioso, amoroso e perfeitamente
sintonizado.
E Deus
projetou a família
humana pra esperar essa mesma comunhão.
Então, a Bíblia nos mostra em
Deuteronômio 6, versos 6 e 7, eu vou ler
aqui, vou pegar minha Bíblia.
Fala assim: "Que todas essas palavras
que hoje lhe ordeno estejam em seu
coração.
Ensine-as com persistência a seus
filhos. Converse sobre elas quando
estiver sentado em casa,
quando estiver andando pelo caminho,
quando se deitar e quando se levantar.
Amarre-as como um sinal nos braços e
prenda-as na testa. Escreva-as nos
batentes das portas de sua casa e,
em, seus portões".
Então,
como o Deus
não, não nos chamou pra uma parentela de
distantes
ou de momentos isolados. Na verdade, ele
nos chamar como a
é uma parentalidade ativa.
Né? Então, ele fala aqui na na
Deuteronômio
que tem ensinamento,
tem conversa
e ele não fala só só sentado. Ele fala
assim, em qualquer momento, quando a
gente tá andando, quando a gente tá
caminhando, é quando a gente levantar.
Então, essa participação ativa, né,
entre as famílias, entre os pais,
ah, com os filhos.
E
ele nos chamou para compartilhar o
tempo, o espaço e a vida.
No entanto, quando falamos em estar
emocionalmente sintonizadas com os
nossos filhos,
abrimos espaço para
o que que um termo aqui em inglês, ah,
chama, é
ah,
traduzido para português, negligência
emocional na infância.
A negligência emocional é
necessariamente agressão física, o abuso
verbal.
Ela é um ato de omissão.
E a falha dos pais em perceber, atender
ou responder adequadamente às
necessidades emocionais
de uma criança.
Ah,
então, o que acontece é
às vezes, a gente gostaria de, ah, ter
nosso momento com família, como pai, e
essa, ah, né, a tela,
celular,
é muito fácil de entreter as crianças,
adolescentes, até adultos.
Você sabe quando, é, eles ficam, ah, a
tela, né? Tem, ah, na verdade, os
programas, os
os os vídeos, é tudo, já, já foi tudo
ah, feito para que prenda a,
prenda a atenção das pessoas que estão
ah, vendo o filme, o vídeo, ou, ou, ou
as danças do TikTok, já tá tudo
programado para fazer isso. Então,
muitas vezes a gente, talvez os pais
também tem tendência assim, ai,
tá dando muito barulhento, ai, tá me
perturbando demais, ah, tá me
perturbando, aí deixa a criança para
assistir por muito tempo. Então, isso
pode se tornar uma negle, negle, ah,
negligência emocional
para as crianças. Então, precisamos
ficar atenta com, como que a gente age
com ah, as crianças e esses jovens, né?
Então, ah,
Ellen White,
nos alerta em Lar Adventista, página
195,
fala assim,
"O coração do lar deve ser o amor. Onde
[limpando a garganta] amor não é
cultivado, ali se manifestam a desunião
e toda a sorte de males".
Então, ah, o cuidado que a gente precisa
começar a perceber, é, será que, o que
que eu estou fazendo,
estou fazendo essa negligência emocional
para meus filhos?
Será que o fato que quero que ele ficar
quieto,
quer ficar lá sentada e eu dou meu
celular, isso é uma coisa que eu acho
que vai ser bom para mim, mas como que
seria isso para os filhos, né?
E quando o adolescente,
ah,
parece que não dá trabalho,
só fica no quarto,
isolado,
será que ele realmente tá quieto porque
ele é quieto? Ou será que ele tá se
isolando? Tá sofrendo algo sozinho,
né? Então, eu gostaria de fazer essa
pergunta para o grupo.
Ou pensem na seguinte situação: um
adolescente passou o dia trancado no
quarto. Ele não quebra regras, tirando
as as etapas e não responde aos pais. Os
pais, sobrecarregados com o trabalho e
as tarefas da igreja, pensam:
"Graças a Deus, ele é um menino calmo e
não nos dá trabalho". No entanto, esse
jovem se sente invisível em suas lutas
internas.
E aí eu pergunto para o grupo:
"Olhando para o que a a Bíblia nos pede
em
Deuteronômio, de que forma o nosso
silêncio
ou a nossa distração diária
pode se transformar em negligência
emocional,
mesmo quando achamos que estamos
provendo tudo para os nossos filhos?
Como podemos confundir um filho que não
dá trabalho
com um filho que está sofrendo em
isolamento?"
Então, coloco essa pergunta para para a
gente ponderar.
E agora eu vou
a continuar com o o segundo tópico da
minha fala.
Eh, desafios da parentalidade hoje.
Hã
Como eu falei já no começo,
que a hoje em dia o desafio das das das
famílias
é competir com a tecnologia.
Né, a gente tem agora smartphones, o
Wi-Fi, eles se tornam as peças bem
importantes ah dentro de casa.
E aí, ah muitos pais concordam que
sentem que precisam competir com
tecnologia para conseguir algum tempo de
qualidade com seus filhos adolescentes.
E acredita acreditamos que hoje mais do
que nunca na história
vale a pena todo o esforço criativo que
um pai e uma mãe tem que fazer para
criar um relacionamento emocionalmente
sintonizado com seus filhos, ajudar a
protegê-los de experimentar
os debilitantes sintomas de saúde mental
que afligem tantos de seus colegas.
Eu vou compartilhar um pouquinho como
professora na na escola é, estou atuando
como professora de de ensino fundamental
dois e ensino médio
está crescente as questões de saúde
mental, né? Dessas faixetaria
bastante gente, eu vou ler alguns dados
que a Organização Mundial da Saúde
coletou
que uma em cada sete pessoas entre 10 e
19 anos apresenta um transtorno mental
representando os 15%
da carga global de doenças neste grupo
etário.
A depressão, a ansiedade e os
transtornos comportamentais estão entre
as principais causas de doença
e incapacidade entre os adolescentes.
O suicídio é a terceira principal causa
da morte entre jovens de 15
a 29 anos.
E as consequências de não tratar as
condições de saúde mental dos
adolescentes se estendem para a vida
adulta
prejudicando tanto a saúde física quanto
mental e limitando as oportunidades
de levar uma vida plena na vida adulta.
Hum
eu li um livro da
do autor ah de anxious generation, em
português é a geração ansiosa
Jonathan Haidt, né? Ele é um autor do
best-seller do New York Times com esse
livro.
Se vocês ainda não leram esse livro, eu
encorajo que
leiam. Acho que é muito importante para
entender o cenário do que que os jovens
estão passando hoje em dia.
Né? Então, os pais que têm filhos
pequenos, eu acho que é muito bom também
ler isso.
Na verdade, todo mundo. As tias, os
tios, os avós, as avós, os avós para ler
esse livro para realmente abrir um
pouquinho a nossa perspectiva de o que
que os jovens estão passando hoje em
dia, né? Para para ter essa consciência.
Então, o que que ele escreve?
Ele fala assim: "A minha principal
afirmação
neste livro é que essas duas ah que
essas duas tendências,
superproteção no mundo real e
subproteção no mundo virtual,
são as principais razões pelas quais as
crianças nascidas após
ah 1995
se tornam a geração ansiosa".
Então, é
é é muito interessante isso o que ele
falou.
E
ah um tempo atrás, em março, na minha
escola,
ah
a juíza Vanessa Cavalieri, eu não sei se
você já viu alguns vídeos dela. Ela é a
juíza da vara de infância e juventude do
Rio de Janeiro
e é especial especialista em ah crimes
digitais. Ela nos alertar sobre ah
o uso, né? Do ah a mídia e mundo digital
sem supervisão.
Porque ah ele ela falou que os casos de
violência estão aumentando na
nas classe média e média alta.
É muito interessante isso, né? E e aí
mais casos para adolescentes eh dessas
famílias que atuou a violência, vieram
das famílias que aparecem são famílias
bem estruturadas.
Então, é muito interessante essa essa
pesquisa que ela fez depois que ela ah
com os jovens é que passa ah
ah pelo
ah pelo varal.
Eh
o que que ela fala que
ah quando tem adolescentes que ataca as
escolas,
né?
Não acontece de uma hora para outra.
Já
aconteceram algumas coisas, alguns, pode
alguns anos antes.
Eh
aconteceu normalmente isolamento social
desse jovem.
Aí aí recebem bullying na escola e não
não é tratado, ninguém ninguém ajudou,
ninguém viu e aí começa a sofrer, tem
sofrimento psíquico que é ignorado pela
família.
Aí ah tem também família que são ah
disfuncional. Então,
aí aí o que acontece? Esse jovem
gostaria de ser pertencer a um grupo e
aí entra na mídia, entra no grupo de
chat das pessoas que também estão
sofrendo a mesma coisa.
E infelizmente tem os vários grupos que
eles contra, por exemplo, contra a
mulher.
Eh
e
e vai para a a violência e aí eles ah
até que eles falam: "Nossa, se você
consegue, né, atacar essa escola, pega a
arma, vai lá, entra".
E eles são aplaudidos.
E aí outra coisa, isso ah também
ah a questão de suicídio.
Tem os grupos para aí que encoraja para
que isso aconteça.
E também a violência doméstica.
Ah,
agora tem a tá aumentando a os números
de violência contra mulheres,
mães e os avós
dentro da igreja, dentro da das casas
pelos jovens.
Então, gente, então essa
esses dados que foram trazidos, né?
Isso, nossa, isso chamou muito a
atenção, né? Minha atenção, né? Essas
violências são sintomas.
E aí a nosso nosso papel na sociedade é
para a gente
prevenir.
E para
ah para que teremos relacionamentos
com as nossas crianças de verdade, tete
a tete, olho a olho, né? Não é só não é
só ah através da digital, mandando
mensagem para a minha filha, minha filha
para os outros, mas realmente tem essa
relação de presencial mesmo, né?
Ah, outra coisa que está acontecendo
agora que tá aumentan- tá está
aumentando as plataformas que se chamam
companheiros
de IA. O que que é isso? Eu não sei se
vocês já ouviram falar, ah
não ah
Replika ou Replika, nome,
character.ai,
Chai. O que que essas companheiros de IA
ah oferecem?
É
O que que eles oferecem? É
São disponibilidade
pela escuta.
Eles estão sempre disponíveis.
Eles estão disponíveis 24 ah 24 horas,
quando se quiserem,
os jovens, as crianças podem acessar,
podem conversar. São chatbots, né? Que a
gente não sei se você conhece o que é
chatbot. Igual chat GPT, mas o que tem
essa função de ajudar emocionalmente as
pessoas que estão lá dentro conversando.
Eles ouvem sem julgar.
E eles nunca rebatem.
Então, eles ouvem sem julgar, esses
companheiros de IA foram programados
para imitar a empatia e a preocupações
humanas. Os adolescentes relatam que se
sentem ouvidos e compreendidos
sem julgamento severo, algo que muitas
vezes falta em suas interações com pais
e ou outros adultos.
E
eles também nunca rebatem. Então, os
companheiros de companheiros de IA
também são programados
para serem agradáveis e afirmativos, o
que é obviamente muito reconfortante
para os adolescentes
que estão passando por as emoções
intensas e dinâmicas sociais
complicadas. Então, no tanto, por outro
lado, eles também são programados para
desafiar pensamentos distorcidos ou
destrutivos.
Então, tem um caso, por exemplo, aqui
nos Estados Unidos,
ah, um jovem se chama
Suicide Setter.
Ele tinha 14 anos.
Ele cometeu, infelizmente, ele cometeu
suicídio após
um chatbot de IA
a qual ele havia desenvolvido uma
ligação emocional, supostamente,
incentivá-lo a tirar a própria vida.
Então, eu só estou trazendo o que que
está na realidade, gente. Aqui está o
que que os jovens têm de acesso, para a
gente ficar alerta, para tomar cuidado.
Ah, uma pergunta, você
você deixaria
seu filho de 7 anos,
8, 9, 10, 12, andar na, assim, ir para a
padaria para comprar pão, comprar pão
sozinhos. Você deixaria isso? Deixaria
eles fazerem isso?
Mas por que que você deixaria
seus filhos, talvez, que já tem acesso
no celular, 7, 8, 9, 10 anos, 12 anos,
sozinhos
olhando os vídeos no YouTube,
o TikTok da vida,
a Instagram?
Por que que a gente deixa eles ter
acesso sozinhos?
Se a gente não deixa eles andar na
padaria, você sabe por quê?
O perigo
dentro do celular, aqui,
quando eles acessam o YouTube,
é o mundo inteiro
entra dentro desse, ah, desse, desse
lugar.
E aí, gente, eu não sei se alguns pais
já perceberam, às vezes você assiste o
desenho Frozen.
Quando você assiste o desenho Frozen no
YouTube,
aparecem várias opções de outros vídeos.
E eu já peguei,
eu fiquei assim, nossa, que
interessante, tem esse outro Frozen com
a Anna, com Olaf, igualzinho o desenho.
Aí cliquei.
Sabe o que eu tava dentro desse vídeo?
Para a minha surpresa, que
eles estavam fazendo algumas, algumas
falas adultas.
Falando alguma coisa assim, para as
crianças não seriam adequadas, mas
usando as imagens da Anna, da Elsa, do
Olaf,
com as conversas adultas. Então,
eh, não, nunca é seguro, na verdade. Eh,
nunca é seguro. Aí não sei se você
também conhece o que que é deep web.
Deep web é um outro lugar que a gente
não vê,
que está dentro, aqui, deep, você sabe
como é que é, mais profundo ainda do que
a gente tá vendo,
que eles
que tem
coisas assim que a gente
ah
coisa horrorosa, gente, que eu vou
falar.
Ah, e aí
a gente não vê que essas coisas que eles
ah que a gente não tá vendo aparecem
pras nossas filhas, pros nossos jovens,
eh pra afetar, né, pra influenciar,
influenciar eles com com quando eles têm
acesso com as coisas que eles tão vendo.
Então, eh é muito importante nós, como
os adultos, acompanharmos o que está
acontecendo.
Às vezes a gente fala: "Ai, eu não
consigo, eu não entendo mais o que que
está acontecendo", mas acompanha.
É, porque é importante pra saber o que
que está ah porque tá tá o que tá tá lá
fora. Eh eu acho que eu estou ah
ah como eu sou professora, né, na na
escola e aí consigo
aprender as coisas que eles tão
ah fazendo, acompanhando os trends que
está tá lá borbulhando. Então, eh
felizmente estou nesse lugar que consigo
ver o que está acontecendo, mas eu acho
que os pais também têm que tá
bem, tem que assim com os os olhos
abertos, ouvidos, né,
realmente abertos pra conhecer o que que
está acontecendo agora ah dentro desse
mundo digital.
E aí, gente, com tudo isso,
eh
que que a gente faz?
O que que a gente faz com tudo isso?
Então,
então, agora que é o ponto que eu quero
chegar.
De
os alguns passos práticos, né, das
minhas pesquisas pesquisas que eu
ah recebi, que eu compilei ah compilei
aqui pra nós,
são as coisas que eu também eu preciso
aprender também, que eu preciso ah
pensar também. Então,
mas eu vou a
compartilhar aqui
Opa, aqui.
Alguns passos que a gente pode fazer.
Então, o primeiro que eu coloquei aqui
na tela
é busque estar emocionalmente
sintonizado com seu filho.
O que que é isso que dizer?
Isso quer dizer que é importante a gente
ajudar a nossos filhos a se sentir
seguro
protegido
e compreendido.
E que é vital para o desenvolvimento
saudável.
Exige que o pai esteja sintonizado com
suas próprias emoções primeiro.
Quando os pais estão sintonizados com
suas próprias emoções e gatilhos
emocionais, eles podem entender e se
conectar com mais sucesso as emoções e
experiências dos seus filhos.
Eh,
felizmente a gente sabe que às vezes
nossa infância, né, ou nossa vida não
era a
foram uns desafios assim para a gente
aprender o que que a as questão de
emocional. E felizmente
pais que foram emocionalmente
negligenciados
podem curar-se
e aprender como se conectar e processar
suas emoções e gatilhos de maneira
saudável e responsável.
Né? Tem profissionais que a gente pode
procurar,
tem livros que nos pode ajudar
a
a e aí conversar. Eu acho que conversar
também com a os outras outras famílias
que a gente tem uma afinidade, né, para
compartilhar as nossas angústias. Acho
que isso é bem importante para
para ter uma comunidade que nos ajuda.
Então a segunda modelo é a abertura
emocional você mesmo.
Então é tudo bem, as nossas filhas podem
podem
podem podem ver que não nós somos pais
perfeitos, né? Ah, a gente se se sente
cansado, a gente também sente tristeza,
a gente também
fica angustiada, a gente também fica
feliz com as coisas. Então é tudo bem
para a gente falar o que que estamos
sentindo para os nossos filhos.
A terceiro, identifica e fale a a
principal linguagem do amor do seu
filho. Então é
é interessante acho que alguns ano
passado, se não me engano, o Fulvio, né,
e Dani trouxeram ah um casal que falou
sobre os cinco
cinco linguagens do amor.
E que são palavras de afirmação, tempo
de qualidade, receber presentes, atos de
serviço e toque físico. É um
um um meio para nós ah para a gente ver
como que
ah a gente consegue ah
ficar mais perto com os nossos filhos, o
que que eles gostam e o que a gente
gosta. Isso é também importante saber no
que que a gente gosta e também saber no
que que nossos filhos ah sente, como que
eles se sentem amados, né? O quem quem
ah escreveu sobre essas linguagens de
amor é Gary Chapman.
E ele ele sugere que a maioria de nós
tem uma ou duas linguagens primárias de
amor.
Embora alguns possam experimentar uma
sensação de serem amados em múltiplas
linguagens.
A quarta aqui, não desanime se seu filho
porque for quieto ou tímido.
>> [risadas]
>> Não todo mundo são extrovertidos, né?
Não todo mundo fala
facilmente sobre si mesmo. O que que é
importante? É momentos, momentos juntos,
momentos juntos durante o dia. Caminhar
juntos, desenhar, fazer coisas juntos,
ir de carro a algum lugar ou preparar
uma refeição juntos. Isso pode se
transformar em espaços de aproximação.
A próxima.
O quinto, né? Praticar a escuta ativa.
Gente, eu posso falar, a minha filha que
está aqui do lado.
>> [risadas]
>> Não toda vez eu escuto ela.
É, as vezes ela fala assim: "Ai, eu
disse que você dorme, mãe". Quando você
fala você dorme, sabe? De cansaço pega,
né, gente? Como mãe e pai, pai, você
sabe como que é isso, a gente trabalha o
dia inteiro quando chega em casa,
adolescente gostaria que quisesse
conversar e
eu sei que já peguei assim ela dormindo,
ela Lara fica assim: "Mãe, você está
dormindo, como que é isso?". Mas vamos
fazer esse esforço, gente, com essa
escuta ativa com as nossas filhas. O que
que isso significa? Então, quando eles
falam, a gente escuta.
Assim,
100%. Então, quando eu tenho a TV
ligada, você desliga.
Quando você tem o celular aqui do
celular, você desliga. Olha, eu coloco
de lado. É e é isso que eu estou fazendo
com a filha.
É, quando eu tenho música rolando, você
desliga a música também. E aí dá 100% de
de escuta, isso é muito muito
importante. Eu sei, eu posso falar isso
também por causa dos meus alunos na
escola, né? Quando eles vem até mim
e quer falar sobre alguma coisa, quer um
abraço, quer
Gente,
o computador fica de lado, o celular
fica de lado, o que que eu vejo somente
eles assim, fica um na frente do outro e
tem essa essa essa assim, eu eu sinto
sinto assim a troca de energia entre um
e outro. Acho que isso é muito
importante.
O sexto, reserve momentos em família sem
torno de tecnologia e cheios de
diversão.
Ah,
fica um desafio as vezes aqui em São
Paulo, né? O nossa, a nossa vida é um, é
corrida, gente, mas
é, a gente pode ver as trilhas, em, ao,
caminhar junto.
Fora, gente, assim, pelo bairro.
Ah, é bacana, preparar
a janta junto, né? Lava a louça junto.
Então, pensa um momento, você pode ser
mais simples pra gente, é, pode
pensar junto com as meninas, vai indo
nos parques, é, quando a gente pode até
se juntar com as outras famílias. Ah, eu
gosto bastante as minhas famílias da
igreja, né? No Roda do Berço, as mães,
às vezes fazem, "Gente, ah, vai ter
feriado, vamos no parque com os, nossos
filhos". Olha,
vai, topa, faz esse esforço, às vezes é
frio, às vezes, "Ai, eu tô muito
cansada", mas vamos fazer esse esforço
pra gente ter esse, mas cria momentos,
né? Momentos em conjunto, sem
tecnologia.
E sétimo, conecte-se por meio de
atividades divertidas.
Se você não sabe o que fazer, gente, a
gente tem, tem bastante recurso, ah,
lá na internet mesmo, que a gente pode,
pode ver, pode ver o que que funciona, o
que já tá funciona, funcionando, né?
E, ah,
a gente também pode perguntar
pra os nossos amigos,
"O que que eu posso fazer"?
Conversa, conversa, isso que, isso que,
que é Deus que quer que a gente faça,
tenha esse relacionamento, assim,
presencialmente, né?
>> [limpando a garganta]
>> Olho no olho. Então, a gente não sabe o
que faz,
per, pergunta pra seus amigos, o que que
a gente pode fazer juntos. Eu acho que
isso, isso que, esse tema que estamos
trazendo agora na, hoje na igreja é esse
mês, essa conexão. Vamos criar essa
criar essas conexões. Por que a gente
tenta
né, a
a
ajuda também a comunidade nos ajuda
ajuda também com essas os nossos
esforços como pai. A gente
eu tô passando por algumas dificuldades,
claro com os nossos filhos e o que me
ajudou bastante ela era apoios de vários
círculos
de amizades ao nosso redor e também a
igreja Vila Olímpia. Eu vou te falar, a
gente a gente ficou nessa igreja porque
uma pessoa
que João ah era professor de da da da
Lara
falou que ela ele é membro da da igreja
de Olímpia adventista
e ele ela falou assim
olha, eu quero visitar sua igreja. E
quando ela chegou na igreja, gente
sabe quem ela encontrou?
O Guilherme. O Guilherme fez a escola
sabatina deu a lição da escola sabatina
e sabatina que eles fizeram debate, fala
sobre isso para aquilo lá. E alguma
coisa que assim
deixa a escola sabatina mais viva, né,
para ela, para a Lara na naquele
momento.
Ah e aí nós fomos acolhidos assim super
com as pessoas dentro da igreja. Por
isso estamos aqui.
Na igreja na na igreja Vila Olímpia.
E essas conexões que foram criadas me
ajudam também como mãe e ajuda também
também como pai para ajudar no criar os
nossos nossos filhos, né, dentro da
igreja. Então
com tudo isso que eu falei, nosso tempo
já tá acabando.
Ah gostaria de
fazer uma pergunta para o grupo e depois
vou concluir.
Ah, depois que a gente ouviu dos, ah,
os,
os passos cinco, seis, sete, né, escuta
ativa, momento sem tecnologia
e conexão divertida, qual é a mudança
mais urgente que você precisa fazer hoje
na rotina da sua casa para que o altar
familiar deixe de ser um ritual mecânico
e passe a ser um momento de sintonização
real com Deus e entre vocês?
É, deixa essa pergunta para vocês antes
que concluímos.
Ah,
então, meus amados, a tecnologia e os
companheiros digitais
foram programados estar disponíveis 24
horas por dia.
Eles não se cansam, não se estressam e
simulam uma empatia perfeita.
Mas você sabe, tem um caminho de 24
horas também, né, que a gente sempre
tem.
A gente com Deus. Voltamos no primeiro
tópico que a gente ativemos neste mês,
minha conexão com Deus primeiro.
Certo? Isso precisa cultivado.
E nós,
como seres humanos caídos, falhamos, nos
cansamos, erramos, mas nós temos algo
que nenhum algoritmo jamais terá,
né? Nós somos resgatados pelo sangue de
Jesus. Somos habitados pelo Espírito
Santo
e fomos chamados para para amar com amor
real,
sacrificial e transformador.
Não permitimos que os nossos filhos
máquinas acolhimento que deverão
encontrar em nossos abraços e nos nossos
corações, que nesta semana passamos
tomar a firme decisão de desligar os
aparelhos para ligar os corações.
E
só para finalizar aqui
que
o amor de Cristo curador
refletido
seja refletido na vida daqueles que
caminham com ele. Que isso é nossa
proposta aqui na terra.
Como que a gente pode refletir esse amor
de Cristo para os outros?
Através de mim
do meu cônjuge
dos meus filhos
da minha família.
E isso que é nosso legado aqui na terra.
Focar na missão que qualquer pai pode
decidir hoje legar aos seus filhos e
netos de geração
em geração.
Vamos fazer oração? Vamos orar?
Deus, muito obrigada pela pelo pela
oportunidade
que temos hoje
para conseguir falar sobre os nossos
filhos, para para conseguir falar sobre
o seu amor.
Por favor, nos ajuda, nos oriente
a
para conseguir ser
pais
famílias, tias, tios, avós, avôs,
educadores
para os nossos filhos.
Para que elas eles sigam a dentro de seu
caminho.
Muito obrigada
por nos ouvir. Em nome de Jesus,
amém.
Boa noite.

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