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A fé vem pelo ouvir

Culto – Noite de Domingo 07 de Junho de 2026 em Jardim da Luz

Culto – Noite de Domingo 07 de Junho de 2026 em Jardim da Luz

Culto – Noite de Domingo 07 de Junho de 2026 em Jardim da Luz

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Legendas automáticas:

para o custo, igual o mundo.
Cristo olha para o amor daquela mulher.
Os discípulos enxergam perda. Cristo
enxerga entrega. Aqui os discípulos
ainda iam experimentar uma transformação
mais profunda.
Paulo disse assim: "Eu perdi tudo por
alguma coisa, eu quebrei o vaso todo e
para mim isso foi lucro". Então, mas
nessa época Paulo ainda discípulos, eles
não gostaram. O problema não é a razão.
A fé cristã nunca nos chamou para
desligar nossa inteligência. Deus
santifica a nossa mente. A sabedoria é
um dom de Deus. O problema é quando o
teu pensamento se torna servo do teu
egoísmo,
servo do eu, do do do egocentris, quando
a razão se torna advogada da
autopreservação, do cálculo, quando
Jesus quando a a sabedoria começa a
colocar Jesus na planilha de despesa
da vida, o que que eu tô perdendo?
Quando a prudência vira uma desculpa
elegante para você esconder que você não
ama muito, não ama muito, há uma razão
santificada e há uma razão que só tá
vestida
de de de religiosidade. A razão
santificada pergunta: "Como posso honrar
Cristo da melhor maneira possível? Como
posso exaltá-lo da melhor forma
possível?
Como posso demonstrar meu amor da
maneira mais incrível? Impossível. A
razão caída, ela pergunta: "Como posso
entregar menos sem parecer infiel? O que
eu devo fazer apenas para ir para o céu?
O que devo fazer apenas para Deus no
final do mês não achar que eu sou
ingrato?" A razão santificada, ela está
sempre organizando, mas não a planilha,
ela está organizando o amor. Como eu vou
demonstrar o meu amor? A razão caída
sufoca o amor. Nós conhecemos bem essa
segunda razão. Ela fala baixo, ela fala
com aparência de maturidade, diz que há
tempo. Tá bom, você quer fazer esse
negócio do vaso aí, mas espera um pouco.
Vamos com calma.
A razão não santificada diz que não é
necessário tanto, que essas coisas não
fazem diferença. Ah, diz que já fizemos
o suficiente. A razão não santificada
diz que Deus entende. Deus entende. E
muitas vezes chamamos isso de
equilíbrio. E é apenas o ponto exato em
que nosso amor deixa de custar alguma
coisa. O nosso amor por Deus não nos
custa nada.
E é aqui que aquela mulher nos confronta
todo dia. Por isso que isso ficou ali
onde o evangelho for pregado, vai ter
que ver ela pregando para nós. Essa
mulher, ela não pergunta pelo mínimo.
Ela não tenta descobrir a menor medida
de perfume que já seria bom. Ela não
derrama algumas gotas. Ela não vem com
contagotas, enfia no vaso e tu 10.
11 não, porque também já é um pouco
demais.
Sabe, uma vez eu vi alguém falando
assim, tava tomando chá
e tem as pedrinhas de açúcar, né? Aí a e
a pessoa pensou: "Eu quero duas pedras e
meia". Aí o cara que tava servindo ficou
assim. Era como se alguém pedisse: "Eu
quero cinco gotas e meia de adoçante".
Que cara chato, né? Você calculista você
seis e estragar. E ela não faz isso, ela
não preserva a metade, ela quebra. Esse
é um verbo pesado, porque ela podia até
derramar, mas ela quebrou. Não vai
sobrar nada aqui, vai cair tudo. Quebrar
é atravessar o ponto de retorno, que
porque é você pode começar a derramar
algo e de repente resolver parar
no meio do processo. Ah, já derramei
bastante, mas se tu quebrar não tem
volta. Quebrou. Quando os espanhóis
chegaram na América, o capitão lá do
navio, não é? mandou queimar os navios
porque ia ser terrível a luta, a batalha
e ele não queria que eles tivessem navio
para desistir.
Que meus navios agora vocês vão lutar ou
vão morrer? Lutem.
Ela quebrou o vaso, acabou. Não dá para
colar.
Quebrar é encerrar.
É, é, é, é encerrar as negociações
internas. O que eu faço, o que eu não
faço, tal, tal. Quebrou, acabou.
Não tem mais negociação. Quebrar é
tornar uma entrega irreversível. Não tem
mais vaso, não posso guardar mais nada.
Enquanto o vaso está inteiro, ainda há
possibilidade de recol. Você ainda está
controlando ali quanto cai, quanto não
cai. Ainda há uma reserva, ainda há uma
parte de nós dizendo: "Até aqui tá bom,
não valeem, não precisa, sabe?" Mas ela
quebrou. E talvez isso seja o que nos
assuste tanto.
Não gostamos de derramar. Nós gostamos
de derramar sem quebrar. Paulo diz: "Eu
quebrei,
perdi tudo." Nós não gostamos disso. Nós
gostamos de controlar as perdas. Então,
se você manter o vaso inteiro, você pode
fazer isso. Gostamos de oferecer, mas
sem perder o controle.
Ah, não gostamos muito dessa coisa. a
vida que agora tenho viva pela fé no
filho de Deus. Isso parte. Gostamos de
servir sem nos expor. Gostamos de
consagrar sem que algo em nós fique
indisponível para o velho uso se nós
resolvermos voltar atrás.
Mas o amor santo sempre quebra alguma
coisa.
Quebra o orgulho,
quebra a reserva, quebra a necessidade
de aprovação do mundo e das pessoas,
quebra a falsa prudência, o falso
equilíbrio, quebra a ilusão de que nós
pertencemos a nós mesmos. Por isso,
Romanos 12:1 não nos chama a oferecer
uma parte decorativa da sua vida, o que
sobra depois de você guardar o que vai
precisar disso. Portanto, irmãos,
rogo-lhes pelas misericórdias de Deus
que se ofereçam
em sacrifício vivo, santo e agradável a
Deus. Este é o culto racional de
sacrifício vivo. Isso é quase que dizer
uma coisa impossível, porque o
sacrifício era morto.
Não é uma visita, não é um gesto
simbólico, não tem sobra, é um
sacrifício. O cara não levava nada do
animal de volta.
A vida inteira era colocada diante de
Deus. O corpo, o tempo. A Bíblia diz que
esse é o sacrifício. O corpo, o tempo, a
mente, os afetos, os dons, os recursos,
as ambições, as relações, o futuro, a
reputação. Paulo colocou tudo. Perdeu
amigos, perdeu o nome, perdeu, perdeu
tudo.
Não tinha nada que ele fala: "Não, isso
aqui não. Tudo tem um limite. Ele
quebrou
tudo." Mas observem a ordem pelas
misericórdias de Deus. Não é para Deus
ter misericórdia, mas é por causa das
misericórdias.
Como eu disse, o amor, o amor no coração
regenerado é um eco do amor.
A consagração verdadeira não é uma
tentativa de comprar misericórdia de
Deus. É o é o reconhecimento do da sua
misericórdia, do seu amor, da sua
bondade, da sua glória. É resposta de
quem já foi alcançada. A mulher não
derramou perfume para fazer Cristo
amá-la.
Ela derrama porque já foi vencida por
algo. Ele foi vencida pela beleza de
Cristo. Ela foi vencida. O amor dela não
é uma moeda,
não é um negócio, é fruto, não é
pagamento, é uma resposta. Ela não está
barganhando
para ganhar alguma coisa. É adoração. E
adoração é diferente de barganha.
A adoração não quer nada. Ela quer
desfrutar a grandeza daquilo que ela
adora.
Paulo diz: "Pois o amor de Cristo nos
constrange". Tá vendo? É isso. Porque
estamos convencidos, não estamos sendo
convencidos. Estamos convencidos de que
o morreu por todos, logo todos morreram
e ele morreu por todos para que aqueles
que vivem já não vivam mais para si
mesmos, mas por aquele que por eles
morreu e ressuscitou. O amor de Cristo
nos constrange. É por isso que essa
mulher não fez consultas, perguntas,
aconselhamentos. não apenas nos informa,
constrange. O amor de Deus não é uma
informação, é um constrangimento em
nossa alma.
aperta por dentro a imagem de um torno
que que vai apertando. Então, o amor
dele faz isso. E ao fazer isso, o amor
dele então destrona o eu, rompe nossa
neutralidade, rompe nossos cálculos, faz
a alma perceber
que continuar vivendo para si mesma
depois da cruz é uma contradição
monstruosa. Ele viveu por mim, ele
morreu por mim, ele ressuscitou por mim.
Como eu vou viver para mim mesmo?
É uma contradição monstruosa.
Cristo morreu, ressuscitou, ele me
comprou.
Cristo nos tirou de nós mesmos. Logo, os
que vivem não vivam mais para si mesmos.
Ele nos fez isso com amor, derramando
tudo, quebrando o vaso, o quebrando o
seu próprio corpo. Essa é a morte da da
religião, do cristianismo, da planilha.
Jesus como uma despesa. Quanto isso vai
entrar? Qual vai ser o lucro que isso
aqui vai dar? Quanto é de prejuízo?
Quanto é de lucro? Qual o resultado
desse investimento? Essa religião, esse
cristianismo de planilha acabou. Acabou.
Amor de Cristo me constrange.
Uma parte, um horário, um gesto, uma
obediência limitada. Quanto mais eu
tenho que fazer para cumprir a minha
parte? Mas o evangelho diz outra coisa.
Você não é de si mesmo mais.
Seu corpo não é mais seu. Seu tempo não
é mais para você mesmo. O seu dinheiro
não é para si mesmo. Seu sexo não é para
você mesmo. Sua história não é sobre
você mesmo. Você foi comprado. O amor
nos constrange, você foi comprado por
sangue.
Então a pergunta muda. Não é mais quanto
eu preciso dar?
Eh, como assim eu estou retendo tanto?
Eu falei que essa é a única frustração
verdadeira. É a frustração que eu vi,
por exemplo, na lista de Schindler,
filmaço, né? História real, história
triste. Ele ali explorando os judeus,
né, durante a guerra, mas depois ele vai
se arrependendo, vai se arrependendo e
eles resolve tudo que tinha ganho com
aquela coisa horrorosa, ele resolve
salvar judeus.
Então, a lista é enorme, não é?
Mas uma das últimas cenas é incrível,
porque eles estão entrando no carro para
ir embora depois de ter salvado os seus
judeus, né, como ele chamou, gastando
tudo. Mas quando ele vai entrar no
carro, ele olha pro dedo e tem um anel,
um anel, e ele pensa: "Quantos mais eu
poderia ter salvado." O anel valia algo,
valia uma um tinha um valor. E quando
ele olhou pro anel, deu a ele uma
frustração.
Que esse anel tá fazendo aqui? Quantos
mais eu teria salvado se eu tivesse dado
esse anel? Essa é uma frustração
verdadeira. Você vê, porque ele fez tudo
que podia
antes dele morrer, né? E e sem saber,
convidaram ele para uma cerimônia. Ele
foi pra cerimônia e o lugar tava lotado
de gente assim, gente nova, gente jovem,
tal. E só no meio da cerimônia foi
falado que todas aquelas pessoas eram
descendentes daqueles judeus que ele
salvou.
Ele disse que nunca poderia ter se
alegrado mais.
Então aquela cena que ele olha pro anel
e diz: "Quantos mais?
Se eu tivesse começado a salvar antes,
quantos mais eu teria salvo?" Você vê
que há uma frustração, mas é uma
frustração de uma maneira oposta. Não é
assim, gastei para caramba, né, para
salvar essas pessoas. Ele tá pensando,
cara, que eu podia ter feito mais.
Então,
é como eu posso reter tanto, não é mais
qual é o mínimo aceitável?
É que amor é esse que ainda negocia
diante de um como que eu posso ir diante
de Cristo crucificado com as suas
marcas, com o seu sangue e fica
negociando com ele? O que que eu vou
negociar com ele?
Muitos cristãos não pecam apenas por
fazer mal, pecam por nunca fazer nada
grande por Cristo. E grande por Cristo,
você vê, não é grande para o mundo.
Essas mulheres estão fazendo coisas
grandes.
Jesus disse, ela nunca vai ser
esquecida.
Mas ela não fez nada grande para as
pessoas que as pessoas tinham achado.
Nada,
sabe? Eh, então você vê que o pecado não
é atrair abertamente, mas também é não
entregar profundamente. É, não é negar a
doutrina, mas viver como se a doutrina
não tivesse incendiado o seu coração.
Cristo, eu só prego. Cristo este
crucificado. Agora a questão é, Cristo
este crucificado encendeia meu coração
ou eu fico negociando? Vou lá pra cruz e
falo para ele assim: "O que que eu tenho
que dar? Quanto eu tenho que dar para
você ficar satisfeito?"
com ele lá morrendo, com ele lá bebendo
o cálice da ira infinita. E eu tô
falando qual quanto tem que para mim
ficar certo contigo, o que que eu tenho
que dar? Até quando eu tenho que minha
vida tem que te servir, o que sobra para
mim mesmo? Como alguém pode aos pés do
Calvário ficar conversando?
Isso é uma ofensa pior do que a multidão
que estava xingando ele. Ir lá negociar
com ele?
É pior que o ladrão que estava ofendendo
ele e lá fazer um negócio aí.
Enquanto você não morre aí pendurado na
cruz, enquanto o cálice não acaba, vamos
ver aqui o que que tem que dar. Sabe,
essa é uma miséria terrível.
Acostumar-se com a cruz, fazer dela algo
pequeno. Ela é a maior coisa que existe.
Ela é a única coisa que pregamos Cristo
e este crucificado. Fazer disso menor do
que é terrível. ouvir sobre o filho de
Deus ferido, moído, traspassado,
abandonado, e ainda assim sair
perguntando quanto de perfume isso vale?
Quanto de perfume vale isso tudo que ele
fez para mim não acabar dando mais do
que eu devo dar?
Há algo profundamente doente em nós
quando a cruz não quebra os nossos
vasos.
Deus quebrou o seu próprio corpo.
Não falo de fazer coisas estranhas, não
é para porque eu quero ser radical,
quero parecer radical para as pessoas.
Falo de um coração que não suporta
continuar inteiro diante de Cristo. Tem
que quebrar-se.
Falo de uma vida que começa a perguntar:
"Senhor, o que está sendo retido na
minha vida para ti? No meu casamento? O
que é retido na minha vida? de família o
que é retido. Meu trabalho, o que é
retido para ti? O que não é para sua
glória de verdade?
O que ainda estou protegendo,
eu estou derramando. Por que que eu não
quebrei o vaso? Eu sabe o que ainda está
escondido atrás da palavra prudência. A
mulher não sabia que sua ação seria
lembrada. Ela não pensou: "Eu vou fazer
isso, eu vou entrar lá, vou derramar
esse perfume caríssimo". E todo mundo
vai falar disso de mim. E daqui a 1000
anos, 2000 anos, lá em Jardim da Luz
vamos estar falando disso. Vai ser
incrível. Ela não pensou nas
consequências, o que iam dizer,
negativo, positivo. Ela não fez para ser
um memorial, ela fez para Cristo.
Só isso.
Esse é o ponto. O amor verdadeiro não
tenta construir um legado, uma história.
O amor verdadeiro tenta honrar o Senhor.
Por isso que Paulo disse: "Quer eu viva,
quer eu morra". Ah, mas se você viver,
você vai fazer grandes coisas, vai
pregar, quem sabe escrever mais umas
cartas. Se eu vivo é para o Senhor. Se
eu morro é para o Senhor. De tal maneira
que quer eu viva, que eu morra, eu sou
do Senhor. Você vê é isso. A grandeza vi
porque ela não buscou grandeza. Se você
busca grandeza fazendo algo para Deus,
você não está buscando Deus.
Se você busca um resultado para si
mesmo, não está buscando Deus. A memória
permaneceu porque ela não entrou lá
querendo que a sua memória permanecesse,
ser notada, reconhecida. Cristo exaltou
porque ela se esqueceu dela mesma diante
dele. É esse. São esses que Cristo ama
exaltar, aqueles que olharam para ele de
tal maneira que se esqueceram de si
mesmos. Não vivemos mais para nós
mesmos. A religião formal quer saber
onde está a linha.
Deus nunca pergunta para você onde eu
devo traçar a linha. Deus pergunta para
você em tudo que você faz, onde está meu
filho?
Onde está Cristo? No que você está
fazendo?
A religião formal quer saber o que é
permitido.
O amor pergunta: "Isso aqui é
permitido". Mas é belo diante dele? É
belo.
A religião formal teme ser chamada de
exagerada. O amor teme amar pouco.
Aquele que entregou tudo,
Cristo. A religião formal preserva o
vaso. O amor quebra o vaso. Não tem
volta, acabou. Não tem nada para ser
guardado. Eu não tenho mais o
recipiente.
Nada dado a Cristo é perda. Tempo dado a
Cristo não é perda. Dinheiro dado a
Cristo não é perda. Força, saúde dada a
Cristo não é perda. Juventude dada a
Cristo não é perda.
Ah, querido, o grande padre dos puritos
morreram com 29 anos, 26 anos, 20. Não é
perda, não é perda. Conforto renunciado
por Cristo, como Paulo disse, eu vou, eu
recebi tantas chibatadas, tantos
naufragos, tanto, quanto conforto ele
perdeu. Não é perda. Vida derramada para
Cristo não é perda. Perda é preservar o
vaso e perder o perfume.
Perda é manter a aparência e perder o
seu amor.
Perda é ser considerado sensato pelos
homens, mas Deus te achar frio.
Cristo não nos comprou para uma vida
administrada, com pequenas concessões
daquilo que é possível
para que ele não fique aborrecido. Ele
nos comprou para Deus.
Quem foi comprado por sangue não pode
viver como se a consagração da sua vida
fosse uma gorgeta. Você foi comprado com
o sangue de Deus.
Ora, o que é a gorgeta perto disso? O
amor que só entrega o obrigatório ainda
não entendeu a cruz. Jesus não era
obrigado a entregar nada.
O que eu tenho que entregar vou pai
ficar satisfeito, mas não não ir tão
longe. Não, não, não, não. Quem foi
comprado por sangue não vive, queridos,
esperando quanto vai ser o troco? O
troco que volta
é um tipo de de serviço assim
que parece grande por fora, mas perdeu
todo o seu o seu centro.
Pode ter movimento, agenda, doutrina,
zelo, pode até produzir algum bem real
aos homens e ainda assim não ser para
Cristo.
Isso é terrível, porque o coração humano
consegue fazer coisas santas por motivos
tortos, consegue fazer coisas santas por
motivos pecaminosos,
consegue pregar para ser admirado,
servir para compensar a culpa,
trabalhar para construir sua identidade,
sua aceitação diante das pessoas,
defender a verdade porque quer vencer as
discussões, ajudar as os pobres para se
sentir mais justo.
E isso tudo, tudo isso Cristo pode ser,
está sendo mencionado, mas ele não está
sendo amado. Não está sendo amado,
citado, mas ele não é buscado. Ele está
sendo colocado lá, mas não é adorado.
Essa é uma das doenças mais profundas
da religião.
Ela pode manter o vocabulário e perder
Cristo.
pode falar do evangelho e usar o
evangelho como instrumento da sua
própria reputação ou então fica
frustrado.
Pode falar da graça e transformar a
graça em um ornamento, numa vida
centrada em nós mesmos, que está sempre
preocupada com todos os trocos e todos
os limites da minha planilha. Pode falar
que está em missão, mas fazendo missão a
sua própria agenda. Mas aquela mulher
fez algo diferente. Ela não divide o
perfume.
Ela não administra
em pequenas parcelas. Ela não o converte
numa moeda de reputação. Se for os
pouquinhos, as pessoas vão ver mais. Ela
não derrama sobre a sala para
impressionar a sala. Vou derramar na
cabeça de todo mundo.
Ela vai a Cristo. O perfume vai sobre
Cristo. A entrega é para Cristo. O gesto
todo tem uma só direção. Eu vou botar um
pouquinho na cabeça de cada discípulo
também para eles também se sentirem
homenageados.
Ela tem um alvo, ela tem um centro. É
para ele, para Cristo, somente para
Cristo. Isso é o que a beleza é, né?
Essa é o fluir da beleza nessa cena. Não
apenas o preço do perfume, não apenas o
rompimento do vaso, mas o destino do
amor. Todo o outro amor que cairia sobre
os outros seria só transbordando de
Cristo.
O centro é Cristo. Aqui precisamos
colocar a pergunta diante da alma.
Quando e quanto do que fazemos na vida
espiritual é realmente para Cristo? Não
é para o outro, não é para o homem? Não
é porque o homem precisa para Cristo,
não para manter uma imagem, não para
cumprir uma função, não para sermos
vistos como pessoas sérias, piedosas e
espirituais para Cristo.
Essa pergunta ela ela divide, ela corta,
porque nem todo serviço cristão nasce de
uma devoção cristocêntrica.
Nem todo culto nasce de uma
devoção. Crist às vezes nasce do medo de
ser inútil, nasce da pressão dos homens,
do hábito, da vaidade refinada, nasce da
culpa, nasce do medo de Deus não me
abençoar.
E Cristo não é honrado quando usamos o
serviço a ele para fugir dele.
Podemos estar ocupado demais com as
coisas cristãs para perceber que o
coração já não está sendo movido por
Cristo e para Cristo.
Podemos defender muito e adorar pouco.
Podemos trabalhar muito e depender
pouco. Podemos servir,
mas não vê a beleza.
Servir é belo. Misericórdia é eh eh eh
é mandamento. A a igreja precisa ser
edificada, a verdade precisa ser
ensinada, os necessitados, a igreja
precisa eh de sustento, tudo isso é
verdade. Mas existe algo que não pode
ser perdido em tudo isso. Cristo não é
apenas a razão indireta do nosso
trabalho.
Ele é o alvo. Ele é o alvo, o centro, o
alvo do nosso amor. Todas as coisas que
você faz é por isso. Se servimos, eh,
ajudamos as outras pessoas, deve ser por
causa de Cristo.
Você viu o homem, porque o homem é muito
importante, porque é muito digno, isso é
humanismo.
Se ensinamos, deve ser por causa de
Cristo.
Se pregamos deve ser por causa de
Cristo. Se contribuímos financeiramente
deve ser por causa de Cristo.
Se permanecemos fiéis quando ninguém vê
o que estamos fazendo, dando, deve ser
por causa de Cristo. Tudo o que fizerem,
façam de todo coração. Paulo diz, como
para o Senhor e não para os homens.
Tudo, tudo é por causa dele. Essa
palavra é uma espada como para o Senhor,
não para uma plateia, não para o
reconhecimento, não para a reputação,
para o Senhor. Façam para ele. Façam
como aquela mulher. Tudo que você vai
fazer amanhã, faça como derramando na
cabeça dele. Se não é digno de ser
derramado na cabeça dele, então não
faça. A mulher entendeu isso sem
precisar explicar.
Seu gesto era cheio de grande e boa
teologia. E talvez ela nunca tenha
escutado um sermão como você, como eu.
Não é teologia escrita simplesmente é
uma teologia. Ela nos ensina a teologia
derramada em perfume,
teologia quebrada em alabastro, teologia
encarnada entrega. Ela estava dizendo
com aquele vaso, aquilo que muitos dizem
apenas com os lábios. Cristo, tu és
digno.
Eu não sei o que fazer para mostrar quão
digno tu és.
Como eu te amo, como tu é o centro da
minha vida.
Digno do que custa, digno do que é
precioso. Tu é digno da minha vida,
digno de entregar tudo sem volta,
quebrar. Digno de uma entrega
irreversível. Isso nos confronta porque
somos especialistas em oferecer a Cristo
aquilo que não ameaça o nosso centro.
>> Ele é digno, mas não de tudo, né?
Damos tempo, desde que não desorganize
demais nossas vidas. Damos dinheiro
desde que não interfira na nossa
segurança. E damos palavras desde que
não nos custem vergonha diante do mundo.
Depende da onde eu tô.
Dependendo da onde eu tô, não dou
palavras. Ele não é digno da minha
palavra porque vai criar problemas para
mim.
ou vai me envergonhar.
Damos obediência desde que não preciso
quebrar o vaso, eu posso voltar atrás,
não é? Mas Cristo não nos amou assim,
queridos. Ele não nos deu a sobra da sua
vida. Ele nos deu a sua vida.
Ele não nos amou com amor administrado.
Não, não. Eu amo até aqui. Tudo tem um
limite. Qual é a pior coisa que existe?
A ira infinita do pai. Não, até aí não.
Você ser muito caro. Ah.
Ele não nos redimiu com cálculos.
Ele não se entregou simbolicamente
com palavras.
Ele não colocou apenas algumas gotas,
furou com uma agulha o dedo e pingou
três gotas de sangue. Disse: "Isso é
muito mass."
E era mesmo
os uma gota do sangue de Cristo vale
mais que o universo.
Ele se deu, se deu inteiro, até a carne
ferida, até o sangue derramado, até a
vergonha, até a cruz, até a maldição
infinita, até o fim. Paulo entendeu isso
quando disse: "Fui crucificado com
Cristo. Assim já não sou eu quem vive,
mas Cristo vive em mim. A vida que agora
vivo no corpo, viva pela fé no filho de
Deus que me amou e se entregou por mim.
Tem cálculo aqui?
Se entregou.
Que frase que me amou e se você só
guardar essa frase todo dia, ele me amou
e se entregou por mim. Sempre que você
vier com um cálculo na tua mente, se
vale a pena, você pensa: "Ele me amou e
se entregou por mim". Não preciso
perguntar ninguém. Não preciso perguntar
ninguém se isso aqui é muito, qual o
limite mínimo. Ele me amou e se entregou
por mim. Ele não só me ensinou, ele se
entregou por mim. Ele não só me deu um
exemplo, ele se entregou por mim. Isso
mata toda a religião centrada no eu.
Mata meus cálculos do que eu recebo em
troca. Porque se ele se entregou por
mim, já não posso viver como se eu
pertencesse a mim.
Ele se entregou por mim, não posso
tratar minha vida. como uma propriedade
particular.
Se ele se entregou por mim, minha vida
inteira ficou debaixo da sua posta. Ele
entregou tudo por mim. Ele tem que ter
tudo.
Não sou eu quem vive. É a conclusão
óbvia do apóstolo Paulo. Essa é a morte
do centro antigo do ego, né? Cristo vive
em mim. Essa é a vida do novo centro. A
vida que agora eu vivo na carne agora,
não é no céu. Vivo pela fé no filho de
Deus. E quando Cristo se torna o centro,
tudo muda de direção, queridos. O
trabalho muda, a generosidade muda, a
oração muda, a renúncia muda, a
obediência muda. Não porque tudo fica
fácil, não fica, mas porque tudo passa a
ter um alvo maior do que nós mesmos.
A pergunta deixa de ser: o que isso fará
por mim?
A pergunta é: Cristo será honrado, será
glorificado, quer pela minha vida e
também quer pela minha morte? Então tá
bom. A questão é se ele vai ser honrado
e passa a ser isso. Se ele vai ser
honrado, a questão deixa de ser, quem
vai ver? Ninguém estava quando Paulo foi
decaptado. Teve uma plateia. O grande
herói cristão agora morre para assinar.
Ele morreu sem ninguém ver.
Como João Batista, sabe? Alguém vai lá
na cela e cortou a cabeça do cara
e passa a ser, ele receberá. Deixa de
ser quanto eu perderei e passa a ser,
ele é digno de todas essas coisas. Ele é
digno? E essa pergunta que uma igreja
fria evita.
Ele é digno?
Não em tese, não no nosso cântico, não
no credo, mas na vida. Ele é digno do
seu tempo. Ah, eu tenho que fazer tempo.
Minha vidaada. Ele é digno. Ele é digno
da sua força. É digno da sua juventude.
Deus é digno. Cristo é digno do seu
dinheiro.
É digno da sua casa, da sua reputação.
É digno das decisões que você ainda
tenta manter fora
do sacrifício vivo. O sacrifício vivo é
teu mesmo. Tá tudo incluído, não é? Se
eu sou o sacrifício vivo, meu casamento
tá incluído, eh, minha casa tá incluída,
minha família tá incluída, meu dinheiro
tem, tá tudo incluído. É eu que sou o
sacrifício.
Todos nós dizemos que ele é digno. Quem
aqui diria que ele não é digno?
Quem teria coragem de falar? Eu não acho
ele digno, não.
Mas o vaso mostra quando acreditamos
nisso. O vaso quebrado, o perfume é que
mostra. A entrega mostra. Aquela mulher
estava ali quebrando e mostrando o que
fazemos quando ninguém aplaude. Mostra.
Sempre haverá alguém para chamar amor de
desperdício, queridos, por não amar.
A gente acha estranho o que as pessoas
amam, que elas fazem. Eu falei há pouco
tempo que eu escutei mil pod escuto
sobre alpinista deverest eh eh K2, né?
Comecei a ficar especialista nisso.
Todos os feras morrem. Hã.
E você fica pensando, gente, por que que
as pessoas fazem isso? O lugar é alto
demais, é frio demais, o vento é vento
de furacão.
Lá não tem ar para respirar, as pessoas
morrem porque elas ficam meio loucas.
Tem gente que anda e pula anda pro
abismo, porque só com 30
e 3% de ar, que é o que tem lá lá em
cima, né, na zona da morte, o cérebro
entra em colapso ou você está morrendo.
O nome do lugar é a zona da morte. Ou
seja, o seguinte, você tem que subir lá,
continuar subindo depois dos 7000 e
poucos metros, ir rápido no topo, ficar
10 minutos e descer rápido. Quase todo
mundo morre na descida. Por quê? Porque
o cara já tá num bagaça, ele fica muito
contente porque já atingiu o topo, faz
comemoração, tira foto, manda pra rede
social, todo mundo aplaude o cara e o
cara vai morrer. Todo mundo quase morre
na descida porque ele gastou tudo
subindo. Só que descer é difícil. Você
está sem ar, você está sem saúde, você
está na zona da morte. E a questão lá de
zona da morte não é porque você talvez
morra. Se você passar mais de ter tantas
horas lá, você vai morrer. Você já está
morrendo lá não tem coisas suficientes
para manter a vida. O corpo começou a
morrer quando você entrou na zona da
morte. Então, a questão é o seguinte:
suba rápido e desça rápido. Se começar
uma tempestade, se tiver neve, se tiver
um problema e você não puder descer,
mesmo que você fique paradinho com teu
casaco, você morre. Agora você pergunta,
então por que que as pessoas vão depois
que elas sobem? Elas querem subir os 14
picos acima de 8.000 que existe no
mundo. E elas fazem isso, elas morrem
vez antes de 14. Por que que elas estão
fazendo isso? Todo mundo sabe depois que
tu vai lá, quantas pessoas vocês
conhecem que fizeram isso?
Ninguém. Então, para que que elas
fizeram da a vida delas, o amor delas,
uma coisa tão, tão louca, um lugar
desconfortável, 70º abaixo de zero ou
50º abaixo de zero, vento de furacão,
tudo pode dar errado, quase tudo dá
errado,
mas as pessoas vão, o amor sempre que
você fizer algo, porque você ama algo,
né? Isso aí é qualquer coisa, né? Não
estamos dizendo se a coisa amada é boa
ou ruim. Sempre alguém vai ver como
desperdício se ela não amar a mesma
coisa. Quem ama montanha entende. Eu
entendo.
Quem ama subir montanha deve achar,
cara, que incrível, maravilhoso. Cara,
subind na montanha. Eu penso que
loucura. Eu fico vendo aqui na tela,
isso é tudo bom, né? Na tela.
Eu eu sempre falo isso. Adoro natureza.
Na tela não tem mosquito,
não tem. Porque a natureza mesmo quando
tu tá lá, vamos complicar. Vamos, vamos,
vamos dizer querido, esse mundo caído é
espincardo mesmo. É natureza te machuca,
ter carrapato. É complicado. Mas na
tela, hum, na tela ainda mais hoje em
dia, né? 4K assim, que natureza linda.
Tudo tudo é tudo é lindo.
Mas sempre quem não ama vai achar
desperdício, vai dizer que você gasta
demais, entrega demais, zelo demais,
renuncia demais. Isso aí é dedicação
demais. É porque ele não ama. Se ele
amasse, não é? Então ele ia se dedicar,
ele ia ficar eh fica meses subindo uma
montanha, porque você não pode subir
não, porque se tu subir rápido, tu
morre. Tu tem que subir, ficar lá,
descer.
Aí depois subir mais, fica lá, descer.
Leva meses, às vezes dois meses, porque
o teu corpo tem que se aclimatar. Mesmo
assim, se tu não for rápido, morre. Mas
você tem que, o corpo tem que, você vai
até 6.000, fica em 6.000, aí desce para
4.000 de novo. Aí depois tu vai até
7.000, aí desce para 3.000 de novo. Até
o teu corpo se acostumando. Por quê?
Porque o coração tem que bater mais
rápido, porque o tem pouco oxigênio e
seu sangue fica grosso e o seu corpo se
não acostumasse, você vai morrer.
Então leva muito tempo. Mas as pessoas
vão dizer isso, é tempo demais. perder
dois dois meses de passar com a família
para ficar no morro, só tem neve lá.
Sempre haverá quem diga que você poderia
ter usado melhor a sua vida, poderia ter
pensado mais em si, poderia ter
preservado vaso, mas o problema não está
no excesso do amor verdadeiro. A Bíblia
nunca vai dizer assim: "Olha, cuidado
com o amor, hein? Amar a Deus demais é
problemático. Você pode passar dos
limites. Problema está na pobreza da
visão de quem não enxerga a dignidade de
Deus, a dignidade de Cristo. Quando
Cristo é pequeno, aos olhos da alma,
qualquer entrega é grande demais, dói
demais. Tem que ser muito cálculo.
Quando Cristo é um acessório religioso,
todo perfume derramado parece um
desperdício. Toda a vida parece está
sendo desperdiçada. Mas quando Cristo é
visto como ele é, nada dado parece
grande o suficiente. Paulo diz assim:
"Mas o que para mim era lucro passei a
considerar perda por causa de Cristo.
Mais do que isso, considero tudo como
perda comparada a suprema grandeza do
conhecimento de Cristo Jesus, meu
Senhor,
por quem eu perdi tudo, eu as considero
como esterco para que possa ganhar
Cristo." Isso não é poesia, querido.
Isso é uma nova contabilidade
espiritual,
sabe?
Antes de lucro, agora, antes era lucro,
agora é perda. Tudo que era lucro é
perda. Antes era troféu, agora é esterco
para mim. Agora você vê que são trocas
muito radicais, o que para mim era um
troféu, a coisa mais importante. Agora
para mim é esterco. Que quem gosta de
esterco? Mosca.
Mas nada, né? Mas ninguém. Antes era
minha identidade. Eu era hebreu dos
hebreus. Eu, segundo a lei, fui fariseu.
Sou da tribo de Benjamim. A identidade
dele antes era isso. Agora nada diante
de Cristo. Eu sou o lixo do mundo. Paulo
não perdeu a razão. Ele ganhou uma visão
de Cristo. Ele realmente viu Cristo. Ele
realmente contemplou a beleza da glória
de Cristo. As antigas credenciais
perderam peso. As antigas glórias caíram
do trono. E é isso que falta a
cristianismo
nominal. Não falta apenas atividade,
falta uma visão de Cristo.
Porque ninguém precisa empurrar uma alma
fascinada por Cristo. Aquilo que mesmo
coisas estranhas como essas montanhas,
ninguém empurra as pessoas para lá, vão
porque elas querem, elas querem.
E eu vi um dizendo assim: "Ele acabou
morrendo e não, quando eu vou paraa
montanha eu já sei que eu posso morrer,
mas então eu já botei isso no cálculo.
O problema não é que Cristo exige
demais, o problema é que nós vemos muito
pouco de Cristo.
Ele não parece uma pérola de grande
valor. Vemos pouco da santidade de
Cristo, vemos pouco da sua glória, vemos
pouco da sua majestade, pouco do seu
sangue, vemos pouco do seu amor. Tudo é
pouco para nós.
E porque vemos pouco, entregamos pouco.
Não perdemos tudo porque não vemos tudo.
Talvez não eh eh aquela mulher, se você
falasse com ela, ela ela viu o
suficiente para quebrar o vaso.
Talvez ela não soubesse explicar o que
você explica sobre Cristo.
Talvez ela não tivesse todos os termos,
mas sabia quem estava diante dela. Isso
bastava. Cristo estava diante dela. E se
Cristo estava ali, então todo o perfume
dela tinha um destino, Cristo. O vaso
tinha um propósito. A perda não era sem
sentido. Ela havia todo sentido. A
crítica podia vir e ela não se
importava. Há uma pureza nisso que quase
perdemos fazer algo para Cristo
simplesmente porque ele é digno,
sem transformar o ato no nosso
currículo, sem calcular qualquer tipo de
custo ou sem calcular qualquer retorno,
sem usar qualquer entrega como moeda na
próxima oração.
Somente para ele. Para ele. Essa é a
liberdade da adoração verdadeira, a
liberdade da verdadeira devoção.
Ela é livre, ela não é escrava de uma
plateia. Ela não é escrava de
reconhecimento.
Ela não é escrava da comparação. Ela não
é escrava do medo. Ela não olha pro lado
e eu vou fazer o que alguém já fez. Isso
que deu errado na análise da safira.
Eles só estavam querendo fazer o que o
outro tinha feito para também aparecer.
Eles não estavam fazendo por causa de
Cristo.
Ela é governada pela dignidade de
Cristo. E a dignidade de Cristo não é
que ela é grande. A dignidade de Cristo
é infinita. Uma vida finita não pode ser
digna, mesmo quando totalmente derramada
dele. Por isso, nada entregue a ele é um
desperdício. Mesmo que ninguém entenda,
mesmo que ninguém aprove,
mesmo que ninguém registre, mesmo que
pareça pequeno, mesmo que Judas começa a
fazer as contas de quantos pobres iam
ser alimentados.
Cristo sabe receber o que é feito para
ele. Isso basta. Cristo sabe que aquilo
foi feito totalmente para ele. Isso
basta. No fim, a pergunta permanece
sobre nós. Isso é para ele?
Sua doutrina é para ele. Seu trabalho é
para ele. Seu ministério é para ele. Seu
dinheiro é para ele. Sua casa é para
ele. Seu casamento é para ele.
Sua voz é para ele. Seu silêncio é para
ele, sua obediência é para ele. Ou
Cristo se tornou apenas um nome santo
que colocamos sobre uma vida ainda
centrada em si mesmo? sempre alguém
pronto a contabilizar o perfume dos
outros. Porque as pessoas não gostam só
de contabilizar os seus perfumes, não.
Elas querem também contabilizar dos
outros. Você vai dar isso? Você não
devia fazer isso não. Porque é assim que
todo mundo na sala começou a agir.
Alguém que não quebrou o próprio vaso, é
óbvio que vai dizer que todo mundo que
quebra o vaso tá fazendo algo demais.
Então ela começa a avaliar o vaso dos
outros. Alguém que não derramou nada
sabe calcular o que que o outro tá
derramando. Alguém que permanece frio
ainda encontra coragem para repreender o
coração que se expôs.
A cena
muda. O perfume ainda está no ar. O vaso
está sendo quebrado. Cristo está ali. É
algo que Cristo diz: "Ninguém jamais
deve esquecer. A mulher ainda está
diante dele." Mas já começou a
murmuração, queridos. Começou as pessoas
por quê? Olha a pergunta, por que esse
desperdício?
Que ofensa a Cristo, né? Enquanto alguém
está homenageando Cristo da maneira mais
sublime, eh, começaram a ofender Cristo.
A pergunta parece sensata, parece até
madura, mas há perguntas que não nascem
da sabedoria, nascem da frieza, da
carnalidade.
Há perguntas que parecem defender os
pobres, mas estão incomodadas porque
alguém amou Cristo de uma maneira muito
livre,
de uma maneira que ela acha que não
vale. Nem toda crítica religiosa é zelo
pela verdade, nem toda prudência e a
sabedoria. Às vezes a causa nobre é
apenas uma máscara. Uma máscara.
Às vezes a indignação moral é inveja
diante da devoção alheia. Judas começou
a fazer contas.
O perfume tinha um preço. A mulher não
pensou nisso, mas ele pensou.
O gesto tinha um custo. A mulher não
pensou no custo, mas ele pensou.
E Judas sabia fazer conta,
mas havia algo que Judas não sabia
fazer.
amar Cristo. Isso Judas nunca soube.
É por isso que ele foi capaz de dar um
beijo para traí-lo.
Ele sabia o preço do nardo, mas não
conhecia o valor de Cristo. Tem gente
que sabe o preço da sua vida, o preço da
sua felicidade, o preço da da sua do seu
conforto, mas não conhece o valor de
Cristo. Ele sabe avaliar o valor de
tudo, menos o valor de Cristo. E Judas
não sabia avaliar o valor de Cristo.
avaliou um dia em 30 moedas.
Eh,
ele não sabia avaliar o valor de Cristo,
mas ele sabia avaliar tudo. Essa é a
tragédia possível dentro do
cristianismo. Sabia avaliar as coisas e
não saber adorar. Saber administrar
recursos, mas não saber derramar o
coração. Saber falar dos pobres só para
desculpar o fato de que eu amo o
dinheiro.
A desculpa era bonita. Olha o que ela
foi dito. Este perfume poderia ter sido
vendido por um alto preço e o dinheiro
podia ter sido dado aos pobres. Bonito,
né? Você até para abrir uma ong com essa
com essa coisa aqui. Mas a beleza da
frase não purifica a corrupção do
coração que não ama Cristo.
A causa nobre, né, mostra algo terrível.
Pecado sabe usar coisas bonitas para
desvalorizar Cristo.
O pecado sabe falar de justiça,
equilíbrio, responsabilidade,
sabe falar até de compaixão para com os
outros,
mas por baixo muitas vezes quer apenas
preservar aquilo que mais ama. É assim
que Judas está falando.
Há quem não entregue nada a Cristo e
diga que está apenas sendo responsável.
Há quem não evangeliza e diga que não
quer ser inconveniente. Olha só, são
palavras bonitas. Não ser inconveniente.
Quem quer ser inconveniente, não é? Há
quem não sirva e diga que precisa se
preservar. Há quem critique o zelo dos
outros, porque o zelo dos outros
denuncia a sua própria alma. Quase todo
mundo diz isso. Ah, eu não posso
contribuir porque eu ten que ajudar os
pobres. Pergunta quantos pobres a pessoa
ajudou.
A gente que usa intensidade como teatro,
mas essa não é um ponto aqui. Há uma
mulher que ama, uma mulher que entrega e
há homens religiosos que murmuram.
Murmuram, murmuram não com a entrega
deles, mas com a entrega do outro.
Imagina com a deles.
Então Cristo fala, sabe quando vozes
assim falam? Você tem que ouvir Cristo.
Ele diz assim: "Por que vocês estão
perturbando essa mulher?
Ela praticou uma boa ação para comigo.
Por que isso incomodou vocês?
Por que vocês estão se disfarçando isso
em bondade com os pobres? Por essa é a
primeira defesa. Ninguém ali, todo mundo
criticou ela. Só Cristo defendeu. Ela
praticou isso para mim. Foi a devoção
dela, foi o amor dela. Como vocês podem
se incomodar? Essas palavras p Jesus não
diz apenas ela teve uma boa intenção.
Ele não diz apenas, não sejam duro
demais, ela é infantil.
E Deus tá o seguinte: o que o homem faz
não é medido só pelo benefício que os
outros homens têm.
A medida de que o homem faz tem a ver
como ele fez isso para mim.
Ainda que você ache que isso não
beneficiou nenhum ser humano, os seres
humanos não são centro da vida, do
mundo.
Ela fez isso para mim.
Isso confronta a nossa maneira
empobrecida de avaliar o serviço
espiritual. Nós queremos medir tudo pela
utilidade
imediata,
por números, resultados, aprovação
pública, impacto nas pessoas.
Mas há atos que são belos simplesmente
porque são para Cristo.
Há uma oração que ninguém ouve, uma
renúncia que ninguém registrou, uma
oferta que ninguém notou, uma fidelidade
escondida. Os homens talvez perguntem:
"Que diferença isso fez?" Não fez
diferença nenhuma.
Que diferença isso fez? Nada. Eu fiz
para Cristo. Eu não queria fazer nenhuma
diferença no mundo, na vida, nas
pessoas. Eu só queria fazer algo para
Cristo.
Cristo pergunta: "Foi para mim?" Ela fez
para mim. E se foi para ele, não é
inútil.
Portanto, meus amados irmãos,
mantenham-se firmes e que nada os
abalhe. Sejam sempre dedicados à obra do
Senhor, pois vocês sabem que no Senhor o
vosso trabalho não é inútil. Tudo que
você faz para o Senhor é útil. Por quê?
Porque foi para ele.
No Senhor, essa expressão salva o
trabalho da vaidade e do desespero. Fora
do Senhor, até grandes obras são apenas
fumaça que eh eh eh polui no Senhor. Até
atos escondidos que ninguém vê são úteis
porque foram para ele. Cristo viu,
Cristo recebeu, Cristo nomeou, Cristo
defendeu. A segunda defesa vem logo
depois. Pois os pobres vocês têm sempre
com vocês, mas a mim não. Por que que as
pessoas sempre fazem isso? Ah, não, Deus
não. O pobre p uma coisa ou outra. Por
que que você não você só pode fazer para
o pobre se você
tiver alguma coisa que Deus não não
recebe? Jesus tá dizendo os pobres,
vocês sentem. Por que que vocês não
estão dando coisa para os pobres? Não é
por causa do que ela está fazendo para
mim. Não é. Essa frase tem sido mal
compreendida, né, por corações duros.
Jesus é obrei não despreza os pobres.
Ele amou os pobres marginalizados,
enfermos. Ele é generoso e nos faz
generosos. Ele não está colocando
adoração contra a misericórdia e nem
autorizando egoísmo. Não é? Ele está
desmascarando uma falsa oposição.
Amor a Cristo e fazer outras coisas não
são incompatíveis.
O amor a Cristo dos faz mais generosos e
não menos
livres
e não presos. Mas usar os pobres como
desculpa para não entregar nada a Cristo
é perversão espiritual,
é encobrir o pecado, tentar fazer dele
algo belo. A mulher não estava negando
misericórdia.
Judas estava usando a linguagem da
misericórdia para atacar o amor dela por
Cristo.
Isso ainda acontece. O coração frio
adora e eh eh adora criar falsas
escolhas. Ou você faz isso para Deus ou
para os Não dá para fazer os dois.
Então eu tenho que sempre escolher.
É tipo assim, ou eu amo a Deus ou amo a
minha esposa. Eu não posso amar fazer as
duas coisas. como se o amor a Deus não
fosse ser derramado em amor pela esposa,
pelo esposo ou pelas pessoas. Essas são
falsas escolhas. Ou Cristo ou os pobres,
ou a palavra de Cristo ou eu e eh eh
ajuda a proclamar o evangelho, ajuda os
pobres. As duas coisas não posso fazer,
né, na vida. Então vou ter que escolher
o que é mais importante. Mas o evangelho
não aceita essas mutilações. Quem vê
Cristo corretamente aprende a amar a
Cristo
e o que Cristo ama. Quem derrama o
perfume sobre Cristo não passa a
desprezar o faminto, mas ele não usa o
faminto como desculpa.
O problema não é amar o famino, o
problema é fingir amor a eles para
justificar a nossa falta de amor a
Cristo, ao evangelho.
Jesus disse que sempre haverá ocasião de
fazer essas coisas.
E essa frase também nos acusa, porque
muitos que criticam a entrega alheia
como dessa mulher não fazem nada.
Jesus disse: "Quem impediu você de fazer
o que você tá falando, Judas?" Você, né?
Você rouba o dinheiro.
Então ele não podia dizer: "Não derrame
o perfume, ajude os pobres". E Jesus tá
dizendo, "Quem disse que ela para
derramar o perfume não pode mais fazer
nada?
apenas
criticam quem serve. Cristo não deixa se
enganar por esse tipo de nobreza verbal.
Ele vê o coração. Então vem a terceira
defesa e a mais profunda. Quando ela
derramou esse perfume sobre o meu corpo,
ela fez a mim, ela ela ela o fez a mim
para me preparar para o meu
sepultamento.
Estava poucos dias dele morrer.
Aqui a cena se abre. O gesto dela era
maior do que ela sabia. Quando você faz
algo realmente para Deus, você está
fazendo sempre algo maior do que você
acha que você está fazendo. Ela não
falou isso. Vou ungir ele para o seu
sepultamento. Ela não pensou isso. Era
só adoração. Mas ela acabou fazendo
algo, Jesus tá dizendo maior do que ela
mesmo podia imaginar.
Cristo viu a sombra da cruz. Ela não
podia ver, mas ele estava vendo sobre
ele. Ele pensou está, ela pensou está
entregando apenas uma devoção. Cristo
diz, há uma profecia no que ela está
fazendo.
Talvez ela não compreendesse,
certamente, mas Cristo compreendia. Isso
é precioso. Muitas vezes nossos atos de
obediência carregam mais significado do
que nós percebemos.
Nós vemos apenas o o gesto imediato.
Cristo vê a trama inteira. Nós vemos uma
oferta.
Cristo vê a obra sustentada. Nós vemos
uma palavra, vê uma geração tocada,
vê gente sendo salva. Ele vê o que a
gente não vê.
Não sabemos tudo que Cristo faz com
aquilo que entregamos a ele. Não
sabemos.
Esses dias quem tá conversando comigo,
eh, eu vi um se no no no YouTube e eu
estava decidido naquele dia a me matar.
E a minha vida mudou completamente.
Você vê quando você bota esse celular,
você não imagina, você não sabe o que
vai acontecer, você não sabe, você não
sabe. Mas Cristo sabe. Aquela mulher
ungiu seus pés, ela não sabia, era só
devoção. Mas ele disse, ela está me
preparando para sepultura.
Ela está fazendo mais do que ela
imagina.
A nossa parte é obedecer. O que Deus faz
com essa obediência é problema dele.
A nossa parte é amar. A nossa parte é
fazer para ele. A interpretação final
pertence a ele mesmo.
Isso consola quem se sente pequeno. Você
talvez não saiba o peso da sua
fidelidade. Você não precisa saber. Não
sabe o alcance da sua oração. Não sabe o
fruto da sua renúncia. Não sabe o que
Cristo fará com aquilo que hoje parece
simples. Mas ele sabe o que vai fazer.
Ele sabe que aquela mulher está fazendo,
que nem ela sabe. E isso confronta quem
despreza a entrega alheia. Cuidado, você
pode estar chamando de desperdício
aquilo que Cristo ligou ao seu propósito
eterno.
Quem achava esse Saulo tá desperdiçando
a vida então estava contra o propósito
eterno de Deus, o que Deus decretou para
glorificar Cristo na vida de Paulo. Os
discípulos viram perfume derramado.
Cristo viu seu sepultamento.
Os discípulos viram perda. Cristo viu
uma preparação.
Os discípulos viram excesso porque não
foi só Judas, não foi todo mundo. Cristo
viu o amor no lugar certo e agora ele
defende a mulher. Ela não fala nada, ela
não argumenta, ela não tenta se defender
das críticas,
ela não justifica o gesto dela. Cristo
responde por ela e isso é suficiente
para nós, que Cristo responda por nós.
Há momentos em que o amor verdadeiro não
precisa vencer uma discussão. Hum.
Precisa apenas permanecer diante de
Cristo. Foi o que aquela mulher fez.
vem do Senhor que sabe o que foi feito
para ele. Isso não significa que todos
os nossos atos eh estão certos só porque
alguém criticou, porque às vezes a gente
tinha criticado porque fez as coisas
erradas mesmo, né? Não significa que
teimosia fidelidade, mas significa que
quando algo é feito por amor a Cristo,
com o coração rendido e submissão a sua
glória,
a palavra final não pertence aos
murmuradores,
nem que eles sejam discípulos de Cristo.
Pertence a Cristo. Quando Cristo chama
algo de belo, nada mais pode chamar de
feio sem ser pecado. Jesus disse: "O que
ela fez é maravilhoso".
Porque o perfume dela pertence a mim,
ela entregou para mim e a defesa dela
também. Então, a memória daquela mulher
não foi guardada apenas para ser
admirada, queridos. Como eu disse,
não está ali como uma história bonita e
distante. Vai ser a história da nossa
vida ou não. Deus nos livre. Que não
seja
uma pergunta que atravessa a sala,
atravessa os séculos, atravessa a
igreja. atravessa a minha e a sua
desculpa, atravessa a nossa teologia
correta e chega ao coração: "O que
fazemos é por Cristo."
Não é o que você sabe sobre Cristo,
canta sobre Cristo, defende o que você
faz, tudo é por ele.
Essa pergunta pesa e deve. Cristo não
está distante de nós como mendigo de
atenção. Ele não precisa de um perfume
derramado na sua cabeça.
Ele não suplica por migalhas de devoção
como se dependesse de nós. Ele é o
Senhor, é o cordeiro, é o Rei, é o Deus
eterno, aquele diante de quem todo o
joelho se dobrará.
Mas esse Senhor comprou o seu povo com
seu sangue.
E aí que a pergunta se torna
insuportável. Imagine o crucificado
diante da consciência, não como uma
imagem eh fria,
um símbolo religioso, alguém distante.
Ele mostra suas mãos para nós.
Mãos rasgadas, mãos que tocaram
leprosos, mãos que partiram pão, mãos
abertas.
O seu coração foi furado por uma lança.
O lado aberto ele mostra a cruz. Não a
cruz como enfeite, não a cruz como
conceito, não a cruz como juízo, não a
cruz como nossa maldição, mas como a sua
maldição,
onde o justo sofreu pelos injustos.
Então a pergunta vem: "O que você faz é
para mim?"
Não porque sua resposta possa ser salvar
você. A tua resposta não pode te salvar.
Não porque sua entrega possa apagar seus
pecados, derramar todos os perfumes que
existem no mundo a um custo infinito,
não pagaria um pecado seu.
Não porque seu serviço acrescente algo à
suficiência do sangue dele. Não, não
acrescenta nada.
Não acrescenta, mas porque quem foi
alcançado por tamanho amor não pode
continuar vivendo para si mesmo. É isso.
Essa é a questão. O evangelho não diz
apenas você foi perdoado. Diz também
você foi comprado. Não diz apenas você
escapou da condenação do inferno. Diz
você não pertence mais a si mesmo. Esse
é o mesmo evangelho.
Não diz apenas eh Cristo morreu por
você. Ele morreu, ressuscitou, está
vivo.
E agora a vida que você vive, você vive
pela fé no filho de Deus. Pois o amor de
Cristo nos constrange. É isso aí. Está.
O amor de Cristo nos constrange não
apenas, ah, eu queria ser consolado pelo
amor, então tá bom. É, a gente é
consolado. Não apenas informa. O amor
dele nos constrange
se ele nos consola, aperta a
consciência, quebra a neutralidade. Se
ele morreu por nós, então nós morremos
com ele.
Morremos para antiga posse. Morremos
para o eu. Morremos para a fantasia de
que Cristo pode receber apenas sobras da
nossa vida. Morremos e, no entanto,
olhamos para trás com honestidade.
Quantos anos de fé e tão pouco perfume
na nossa vida. Quantos cultos a gente
foi com pouca entrega. Quantas orações e
quão e quanta reserva para nós mesmos
ainda. Quantas doutrinas certas e com
pouco o coração quebrado. Quantas vezes
Deus sustentou quando tudo poderia ter
desabado. Quantas vezes Cristos foi
paciente com a nossa lentidão, com a
nossa lerdeza espiritual. Quantas vezes
a palavra nos feriu e nós cobrimos a
ferida com remédio mundano para não doer
tanto.
Nós recebemos muito, muito. Graça sobre
graça. Da sua plenitude temos recebido
graça sobre graça. Perdão. Ah, se Deus
tivesse nos perdoado uma única vez seria
incrível, mas seria totalmente inútil.
Nós recebemos perdão sobre perdão sobre
perdão, paciência sobre paciência,
livramento sobre livramento.
Entregamos tão pouco. Essa devia ser
nossa única frustração. Não, quanto eu
devo entregar? Será que eu tô dando
muito? seria a nossa força dev recebo
tanto.
Mesmo quando entregamos muito, ainda é
pouco.
Mesmo quando trabalhamos, ainda há tanta
mistura no nosso trabalho, há tanta
mistura na nossa oração, há tanta
mistura na nossa entrega. Mesmo quando
obedecemos, ainda há tanta demora. Tem
pessoas que pensam que demorar não é
desobedecer.
Ah, não sei que Deus quer isso, mas eu
eu estou esperando um tempo. Eu estou
esperando isso acontecer. Estou
esperando aquilo acontecer. Essa pessoa
está desobedecendo, não tá esperando
nada. Imagina se você falasse pro teu
filho assim: "Filho, vem cá, vai na
padaria e compra pão". Aí o filho
responde assim: "Pai, eu vou na semana
que vem. Você achar que ele te obedeceu?
Que isso, moleque? História é essa? Vai
na semana que vem. Você vai para agora?
As pessoas fazem isso com Deus. Não, eu
sinto, mas daqui um tempo eu tô tô me
preparando. Como se preparando?
Esse isso que a pessoa tá dizendo que tá
se preparando, tá tá desobedecendo.
Meu filho não me obedece quando faz o
que eu falei para ele fazer daqui a um
mês. Ele só me obedece se fizer agora na
hora que eu estou falando. Arruma o seu
quarto. Ah, mês que vem eu vou arrumar.
Como assim mês que vem você vai arrumar?
Não tá obedecendo não. Que eu preciso de
um tempo para me preparar para preparar.
Você precisa ir pro quarto e arrumar
ele. Tá bom. Uma bagunça. Isso é
obediência. Não deixar para amanhã não é
obedecer, não é adiar obediência, é
desobedecer.
Essa é talvez uma das maiores tragédias
da vida, sabe? Acostumar-se com tudo que
Deus é, com a cruz e achar que realmente
pode fazer essas coisas.
O que você está fazendo para derramar o
seu amor e eh eh aos pés de Cristo como
aquela mulher hoje? Não amanhã, não
semana que vem, hoje, não quando houver
mais tempo, não quando todos aprovarem,
não quando o teu medo diminuir, não
quando tua fé se tornar uma montanha,
não agora, enquanto ela é uma um grão de
mostarda,
que vaso ainda está na sua mão. Pode ser
seu conforto, reputação, dinheiro, seu
tempo, sabe, né? Qualquer coisa não,
amanhã, depois da amanhã, isso é
desobedecer. Amanhã, amanhã é
desobediência.
Não pergunte: "Eu sou obrigado". Essa
pergunta já é uma ofensa para Deus. Eu
sou obrigado a amar a Deus.
Pergunte: Cristo é digno? E ele é digno.
E essa pergunta também deve cair sobre a
igreja, porque somos uma igreja com
muitos eh eh eh eh
recursos nos nossos dias e pouco sangue,
poucos, sabe, pouco ardor.
Nunca uma geração foi tão informada como
a nossa. Eh, muita análise, muito tudo.
Sabemos organizar, planejar, debater,
corrigir, sabemos defender tradições,
criticar quem está e derramando muito e
aquele zelo que não vive esperando com
condições peras. Se você esperasse
condições perfeitas para obedecer a
Deus, sabe quando você vai obedecer?
Nunca. Se você esperar que seu casamento
fique perfeito para obedecer, vai
obedecer ele nunca. Se obedecer, esperar
que a sua vida esteja perfeita para
obedecer, não vai obedecer ele nunca.
Você tem que obedecer agora. Obediência
é sempre agora.
A igreja não precisa de menos verdade,
mas ela também precisa da verdade
incendiando o coração.
Só mais verdade não basta. Precisamos de
uma visão mais alta de quem, queridos?
De Cristo.
O céu canta diante de quem? E eles se
prostraram diante de Cristo. Cantaram
diante. É isso que você faz. Você vive
diante de Cristo. Tu és digno. Digno
porque foste morto. Você vê eh eh as as
razões que eles estão dando quando estão
cantando. Tu és digno porque foste morto
e com teu sangue compraste homens de
todas as tribos, línguas e nações. É por
isso que tu és digno. Tu és digno. Esse
é o cântico do céu. Não vai ser o nosso.
Tu és digno. Digno quando obedecer custa
muito. Digno quando ninguém vê. Tu é
digno quando criticam. Tu é digno quando
o vaso é precioso, digno quando a
entrega aparece uma perda aos olhos do
mundo, digno quando só tu entende,
ninguém mais entende. Todo mundo só
critica.
Mas o feixo não é a culpa seca, é graça.
Sempre graça, porque nosso amor nunca
nasce do nada. Olho nasce da cruz, olho
não nasce.
E a mulher quebrou
porque Cristo quebrou-se na morte. Ela
derramou o perfume porque ele derramou o
sangue. Ela deu o que tinha de precioso.
Cristo deu a si mesmo. Nada é
comparável. Ela foi defendida por ele.
Nós somos salvos por ele. Quem vai
testemunhar nosso favor no céu como
testemunhar a favor dela é ele. Não
porque mereçamos, mas porque ele pagou.
Por isso, não entregue por medo.
Não entregue por cálculo.
Não sirva para comprar favor. Não quebre
o vaso para ser visto, mas porque ele é
digno. Não pergunta qual o mínimo que
você deve fazer. Ele não é digno disso.
Agora a pergunta fica diante de nós. Não
diante de outra geração, não diante de
outra igreja, não diante de cristãos
mais fortes.
Ainda tem vasos inteiros demais na nossa
vida, queridos. E nós devemos
quebrá-los. Não amanhã, não daqui a um
mês, não quando estivermos prontos
agora. Qualquer coisa sem o agora é
desobediência. é dizer agora ele não é
digno.
E isso é dizer que ele é indigno daquilo
que devíamos estar derramando aos seus
pés. Vamos ficar de pé. Obrigado, Deus
por esta noite. Obrigado por esta manhã
que estivemos juntos. Leve-nos na tua
paz. nos dê a graça, Senhor Pai, de ter
um coração assim como dessa mulher,
como daquela outra mulher também na casa
de Simão, que tudo que também quebrou um
vaso nos seus pés e molhou o seu o seu
os seus pés com lágrimas, enxugou com
seus cabelos. Tu disse que ela muito
amava porque muito tinha sido perdoada.
Que nós sejamos assim, Deus, que tudo em
nós seja muito, porque muito fomos
amados, perdoados,
muito temos recebido de uma visão cada
vez maior de Cristo. Que essa seja a
única razão e que essa seja a única
razão suficiente para mover tudo em
nossa vida. Em nome de Jesus. Amém.
Vamos cantar encerrando esse momento de
culto.
Se Deus aceita todas as minhas toas como
uma adoração. Então, ele foi muito
adorado essa semana.
Vamos cantar.
Estáis aqui.
Enche este lugar.
Adoro a ti.
Estás aqui.
Faz o teu querer.
Adoro a ti.
Estás aqui.
Enche este lugar.
Adoro a ti.
Estás aqui.
Faz o teu querer.
Adoro a ti.
Tu és verdade, Deus de promessa.
Poderoso, luz em minhas trevas, meu
Deus, este é quem tu és.
Tu és verdade, Deus de promessas,
poderoso,
luz e minhas trevas, meu Deus, este é
quem tu és.
Estás aqui
tocando corações.
Adoro a ti.
Estás aqui.
Tua cura sobre
nós.
Adoro a ti.
Estás aqui.
Tu podes transformar.
Adoro a ti,
adora
ti.
Estois aqui
e novo eu serei.
Adoro a ti,
adora.
Tu és verdade, Deus de promessa,
poderoso,
luz em minhas trevas, meu Deus, este é
quem tu és.
Verdade, Deus de promessa, poderoso,
luz em trevas. Meu Deus, este é quem tu
és.
Verdade. Deus de promessa, poderoso,
luz em minhas trevas. Meu Deus, este é
quem tu és.
Verdade, Deus de promessas poderoso
nos trebas. Meu Deus, este é quem tu és.
Este é quem tu és.
És tu és verdade. Fe promessa, poderoso
luz em minhas trevas. Meu Deus, este é
quem tu és.
>> Tu és verdade, Deus de promessa,
poderoso,
luz trevas, meu Deus. Este é quem tu és.
Se não vejo, eu sei, Deus trabalha. Se
não sinto, eu sei, Deus opera. Nunca
falhou, meu Deus já falha. Nunca falhou,
meu Deus falha. Se não vejo, eu sei,
Deus trabalha.
Se não sinto, eu sei, Deus opera. Nunca
falhou, meu Deus, jamais falha. Nunca
falhou, meu Deus já falha. Se não vejo,
eu sei, Deus trabalha.
Se não sinto, eu sei, Deus opera. Nunca
falhou, meu Deus já falha. Nunca falhou,
meu Deus já falha. Se não vejo, eu sei,
Deus trabalha.
Se não sinto, eu sei, Deus opera. Nunca
falhou, meu Deus, jamais falha. Nunca
falhou, Deus jamais falhar. Verdade,
Deus de promessa, poderoso
nos
meu Deus, este é quem tu és.
Verdade, Deus de promessa, poderoso,
cruz e meus trevas, meu Deus. Este é
quem tu és.
Este é quem tu és.
Este é quem tu és. Quem tu é quem tu és.
Este é quem tu és. Este é quem tu és.
Este é quem tu és.
Verdade, Deus de promessa, poderoso,
luz em minhas trevas, meu Deus, este é
quem tu és.
>> Verdade, Deus de promessa, poderoso
em minhas trevas, meu Deus, este é quem
tu és.
para que nosso amor, Deus cresça.
Ah, Deus, olhando pra dignidade do teu
filho amado,
tira todo o cálculo das nossas vidas.
Quem tu és?
Este é quem tu és.
>> Este é quem tu és.
Este é quem tu és.
>> Aleluia.
Deus que jamais mente, Deus que não
muda. O profeta disse:
"Porque eu, o Senhor não mudo vós, ó
filhos de Jacó, não são destruídos. Ó
Deus, nós te adoramos. Leve-nos, Pai, e
faça nossos olhos, Senhor Deus, te
enxergarem de maneira mais profunda na
pessoa de Cristo. Que o teu espírito aja
cada dia assim em nós, Senhor Pai, para
nosso amor ser dilatado e vivermos para
tua glória, em nome de Jesus. Amém. Que
Deus nos guie
alegria, em nome de Jesus. Amém,
queridos. Amém.

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