EP2 – Integre Comenta – Fruto do Bem: Amor
20/06/2026
EP2 – Integre Comenta – Fruto do Bem: Amor
Vivemos em uma época em que o amor é frequentemente confundido com interesse, troca e conveniência. Ao refletirmos sobre o fruto do Espírito em Gálatas 5, somos desafiados a compreender o verdadeiro significado do amor que nasce da ação de Deus em nossa vida e transborda em favor do próximo.
Quando tentamos viver apenas pela nossa própria força, produzimos relacionamentos marcados por conflitos, egoísmo e decepções. Mas o Espírito Santo nos conduz a uma realidade diferente: um amor genuíno, capaz de servir, cuidar, ouvir e agir sem buscar reconhecimento ou recompensa.
Nesta reflexão, exploramos como o amor é a base de toda a vida cristã, a principal evidência da transformação operada por Deus e a marca daqueles que seguem a Cristo. A partir dos ensinamentos de Paulo e do exemplo supremo de Jesus, entendemos que amar vai muito além de sentimentos; é uma decisão prática que impacta pessoas, fortalece relacionamentos e revela o caráter de Deus ao mundo.
Uma mensagem essencial para quem deseja crescer espiritualmente, experimentar relacionamentos saudáveis e viver de forma autêntica o fruto do Espírito.
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Fonte: Com IBNU
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Olá para você, tudo bom contigo? É bom saber que você tá aí porque a gente tá aqui agora num novo formato Mais mais legal. No mesmo sábado, mesmo sábado animado como sempre, a gente vai bater esse papo agora um pouco mais achegado, né? >> [risadas] [suspirando] >> E olha só, mas a coisa mas a coisa é a mesma. A gente vai bater um papo contigo, a gente vai conversar sobre o fruto do espírito que é a série que a gente tá fazendo que é muito bacana. Ai que é muito bom, né? Começar especificamente sobre isso, a gente já viu Gálatas inteiro e agora a gente no tema do fruto do espírito que é muito legal. Hoje a gente vai aprofundar mais ainda um pouquinho. Mas aliás, galera, é o seguinte, se você não assistiu a nossa série completa de Gálatas, galera, foi do primeiro versículo ao último versículo, todinho comentado, vale a pena você fazer o quê? Você reservar aí, guarda, tá? Para você não perder o nosso vídeo aqui agora. Você vai fazer o quê? Anota em algum lugar assistir a série de Gálatas completa. Nós ah Fizemos um comentário em cima do livro de Gálatas, obviamente, usando o livro Timothy Keller Gálatas para você. Olha, tá aí ó, na sua mão. Muito bom. É isso aí. E nós fizemos então todo esse comentário e na semana passada nós já soltamos para vocês uma um um um um um um um um um um um um um um um um um um um um um um um >> vai, um comecinho, uma entrada. É a a entradinha foi boa. Aliás, tem uma entradinha enfim. >> [risadas] >> Ah, mas >> né? Afinal de contas, é fruto. Mas o fruto não era sobremesa? Mas enfim, isso aí é é outro assunto. Mas a gente vai então conversar um pouquinho sobre o fruto do espírito e lembrar um pouco sobre o que que ele é de fato. Então o fruto do espírito nada mais é do que essa a essa característica do Espírito Santo que agora age em nós. Paulo vai dar algumas diretrizes importantes. Primeira diretriz importante é a seguinte, preste atenção. Não se coloque novamente em escravidão. Cristo nos libertou, Carol. E esse é o ponto que que que Paulo tá, vamos assim, extremamente ao mesmo tempo que parece que ele está vibrante e feliz, preocupado. Sim. Porque parece que a pessoa, mesmo depois de ah receber a graça, de receber a libertação que o espírito dá, ela acaba voltando a práticas antigas, voltando a viver de uma forma que não é condizente com essa liberdade que ela recebeu. Como se a gente tivesse que se esforçar, né, Diogo? Como se o sacrifício de Cristo não tivesse sido suficiente. Aí Paulo gasta essa carta de Gálatas inteira explicando isso, né? Que foi suficiente o que o Cristo fez, então a gente recebe essa graça e a partir de agora a gente só precisa ir se deixar sendo enchido pelo espírito para poder agir de acordo, né, conforme o espírito flui na gente. E aí a coisa vai ficando cada vez mais séria, por quê? Porque olha que interessante, e talvez você aí vai meio que se Talvez até se encaixar, vai falar assim, poxa, ou já vivi isso na minha experiência ou de repente vejo pessoas assim. Porque parece que a pessoa ela é é ela tem uma tendência de diminuir a liberdade por entender que a liberdade é na verdade aquilo que Paulo chama no capítulo 5 de Gálatas de libertinagem. Uhum. A liberdade ela não passa a ser a ação sobrenatural de Deus sobre a nossa vida. A libertinagem ela é é ela é o desejo de ação para eu fazer aquilo que eu quero do jeito que eu quero, quando eu quero. E olha, isso de certa forma, vamos ser sinceros aí, você que tá me acompanhando, mas de certa forma meio que parece que a ideologia que tão querendo ah transmitir para a gente Que a gente pode fazer o que a gente quiser, do jeito que a gente quiser e isso sim seria liberdade, né? E Paulo não concorda com isso. Paulo vai dizer que isso é viver numa libertinagem. E essa vida dentro dessa libertinagem é novamente nos colocar num jugo de escravidão, num numa posição contrária à liberdade que nós recebemos em Cristo Jesus. E é por isso que Paulo tá preocupado com os Gálatas, tá preocupado comigo, contigo, Carol. A gente recebeu essa caixa também. Exatamente, para que a gente não viva nessa forma. E aí então ele vai falar, olha, para deixar claro como a coisa funciona eu vou falar para vocês aquilo que são as obras da carne. E aí ele começa e a partir do artigo 16 e é complicado. Mas olha, vamos ser honestos. Agora que pensa, almoço de família. >> [risadas] >> Olha. Aquele almoço de família com o teu tio do pavê. Olha. [risadas] Já que ele está falando de fruto. É então. E aí você tem exatamente muitas vezes aquilo que Paulo tá falando sobre discussões Sim. sobre um querer achar que tem a a razão quando em relação ao outro. E por que que acontece isso, Diogo? Porque a gente liberta, a gente quer libertar aquilo que tá dentro da gente. E é a carne. Que é justamente essa aquela lista toda que é aquilo que a gente acha que a gente tem que fazer com a nossa própria força, sem permitir que o espírito aja, sem abrir espaço para que o espírito de Deus aja e produza o fruto do espírito. Exato. Na verdade, quando a gente tenta fazer as coisas da nossa própria maneira, quando a gente quer, por exemplo, convencer alguém com o nosso próprio discurso, com as nossas próprias ideias, dá tudo errado. Mas dá tudo errado. A lista é negra. >> [risadas] >> E aí a coisa vai ficar meio assim, por quê? Porque Paulo daí vai falar assim, olha, o contrário de viver dessa forma, dentro dessa libertinagem, que é uma proposta de liberdade que mais nos escraviza, é viver através do fruto do espírito, que é esse fruto que é singular porque é o espírito é o único, mas ele se manifesta na nossa vida. E olha só que interessante, agora eu vou vamos assim é o spoiler que ao mesmo tempo ele é a a espinha dorsal Mas manda spoiler, a gente gosta. De toda a realidade. O fruto do espírito é a vida pelo espírito através ou ou para alcançar o outro. Porque quando a gente pensa sobre o fruto, amor, paz, longanimidade, bom, eu tenho paz. Tá, eu tenho paz interior, tenho paz comigo mesmo, mas a paz é para ser vivida exatamente nesse relacionamento. Entende? O amor é para eu tenho eu tenho que me amar a mim mesmo? Mas o amor é para ser vivido Sim. no coletivo. É para eu amar você, você me amar, é para a gente é é é para a gente experimentar essa realidade nesse nosso >> parece que é uma coisa assim, todas essas características que a gente vai ver daqui para frente agora de maneira específica nunca é para mim, por mim, em mim, só Deus trabalhando na minha vida, mas isso transborda, isso vai para fora a ponto de que as pessoas ao nosso redor percebem. E assim vamos falar que a gente vai começar do amor agora, que é a base de todas as coisas, né? Exato. E aí eu eu me sempre me lembro de uma uma fala muito legal, Diogo, quando Jesus diz para que os discípulos dele vão ser conhecidos no mundo quando amarem uns aos outros. Exato. Então parece que é uma coisa parece que é de fato o começo, parece que é o básico, parece que é o é o princípio de todas as coisas é amor porque Deus é amor, né? Aí chegou o ponto. Então >> [risadas] >> ah aí né, aí a gente chegou na sua essência da coisa. >> a gente começou pelo fim. >> [risadas] >> A gente tinha começado lá voltou para o começo, de volta para o começo. Por que por que a aquela lista das obras da carne, elas são manifestas até nessa expressão. Quando como você estava falando, ah, Jesus falou que as pessoas vão saber que nós pertencemos a ele quando nós amarmos uns aos outros. Mas as pessoas querem acham que vão ah comunicar Deus através do quê? Através de vencer debate, através entendeu? Através de manipular a cabeça do outro, através de fazer o mal de certa forma com o outro. >> né? Você acha que dominando o outro e tentando incutir alguma coisa você vai convencer? Não. Não não é. E essa questão, pessoal, não é só uma questão, vamos dizer assim, ah ah porque é uma coisa do cristianismo ou é uma coisa tipo, ah, de quem é é religioso, não. Se a gente pensar na questão do amor a a gente vai ver que uma boa parte dos filmes que que são produzidos, tá, você tem aquele filme de de guerra, filme de violência, alguma coisa assim. Exatamente, mas tem ali algum ponto primeiro e e até em histórias extremamente dessas como por exemplo, até o último homem, que é um filme de guerra, mas você tem o quê? Alguém que ama e que vai dedicar a sua vida ao amor ao próximo em resgatar aqueles que estão ah ah ali, que foram baleados, que tão numa guerra, que que de alguma forma foram alvejados, que não conseguem lidar mais com a realidade sozinho e que precisam de alguém que vai lá e pegue, coloque nas costas e carregue. E para mim a expressão geral de como o amor envolve isso, agora a gente vai falar um pouco sobre umas coisas mais elevadas, né? A gente vai falar sobre Senhor dos Anéis. Olha. Por que o Tolkien é maravilhoso. Por que como que acontece toda a história? Frodo tá lá, não, o anel é meu, sou eu que tenho que carregar esse fardo e não sei o quê. Aí você tem aquela ó ó, já tá toda arrepiada. Que é quando chega ali eles estão perto da montanha e e e aí o Sam vai falar, tudo bem, eu não vou carregar o anel, mas eu posso carregar você. Com você. Entende? Eu vou e aí coloca o Frodo no no no na na cacunda >> [risadas] >> e sobe a montanha carregando o Frodo. Cara, o amor ele tá ali expresso. E não só nisso, músicas. Acho impressionante. >> a gente, né, Diogo? Exato. Como isso toca. Na verdade, a gente tem essa necessidade, parece que a gente tem essa necessidade de assistir esse tipo de coisa, a gente tem a necessidade de se relacionar e saber que alguém ao nosso redor ama a gente, a gente tem necessidade de amar e ser amado. Uhum. Né? O próprio criador ama a gente incondicionalmente, botou na gente essa necessidade de fazer isso uns pelos outros. Então todo você tá falando filme, streaming, música, tudo, parece que tudo gira em torno desse tema. E e a gente vê como até mesmo a questão da própria Bíblia é extremamente importante nisso, Carol. Porque uma das músicas mais cantadas de uma banda que não tem nada de questão religiosa cristã aqui ah nesse sentido, mas é um uma música composta em cima de 1ª Coríntios capítulo 13. Que é o clássico das características do amor. Você vê só, a gente tem o fruto e as características do fruto, mas uma das características do fruto tem um capítulo inteiro na Bíblia dedicado a isso. Uhum. E eu acho interessante, pessoal, que ah o amor ele é tão assim ah importante e característico, Carol, que há há uma tentativa humana de inclusive de mascarar o amor. Uhum. De tentar manipular o amor. Tanto que Paulo lá em Romanos capítulo 12, Uhum. no versículo 9, ele vai olhar para a gente e vai falar assim: "Olha, o amor ele tem que ser não fingido". Fingido. Cara, eu eu acho essa expressão de Paulo >> que é boa, que é produzida pelo Espírito, a gente tem como falsificar. E você tocou num ponto interessante, porque o Tim Keller fala isso no livro. Ele fala sobre as características do fruto e cada uma das características produzida pelo Espírito, a gente é capaz de falsificar, Diu. Isso é muito louco. E aí a gente vai agora fazer aquele up, vai chutar para cima. Sabe o que que é mais importante disso tudo, Carol? É porque a característica é a própria expressão, agora eu vou usar um termo mais teológico aqui, pessoal, depois a Carol explica para vocês. É o atributo comunicável de Deus. Belíssimo. É aquilo que Deus consegue, que Deus botou na gente. >> Exato. Dele mesmo. Dele mesmo. Existem as coisas que é lógico, ele é onipotente, onisciente, isso a gente É. Deus [limpando a garganta] colocou na gente características E é o que a gente queria ser. Isso que é maluco, não é? Porque existe atributo comunicável, pessoal, é aquilo que faz parte de Deus, que é da essência dele e que ele comunicou conosco, ou seja, ele compartilhou conosco para que nós pudéssemos também experimentar disso na nossa vida cotidiana. O amor faz parte disso. Agora, não é interessante que muito daquilo que envolve a a percepção do que nós gostaríamos de ser são os atributos que não são comunicados como por exemplo a onipresença. Queria poder estar aqui e em outro lugar ao mesmo tempo. Eu queria a onipotência. A onisciência, poder saber de absolutamente de tudo e que não existe passado, presente, futuro para mim. Diu, a gente não ia conseguir controlar esse tipo de armamento, vai? A gente não ia ter ter condição nenhuma de controlar. Mas Deus deu para a gente coisas que ele sabia que a gente ia conseguir carregar. se desenvolver e que a gente precisa colocar em prática de verdade. E o amor é uma dessas. A gente vai falar das outras, por isso que agora a gente tá dando só assim, mas o amor é essa primeira que a gente precisa colocar em prática, mas que é muito complicado. Eu acho que é muito complicado até ah Carol, por causa das situações que nós estamos vivendo. Não, ah de repente você vê uma pessoa agindo em amor por outra, já fica: "Pô, será que tem um segundo interesse por trás?" >> gente sempre acha que tem interesse. Não tem. A gente começa a nossa cabeça, ela já não consegue mais simplesmente experimentar da dádiva divina. Sim. Porque o nosso coração, agora o meu aqui, é tão corrompido e tão já mascarado com tanta coisa errada, que se eu vejo uma pessoa fazendo o bem para mim, aí e ele fala assim: "Não, não, tô fazendo isso aqui porque eu amo você". >> desconfia. Já entra desconfia. Porque aí o o Tim Keller vai entrar nesse assunto. Ele fala que a gente consegue imitar, a gente consegue falsificar esse amor justamente com isso, ó, é produzindo um afeto egoísta. É justamente. Então, Diu, eu acho que como isso é muito interessante, como eu sou capaz de produzir um amor falsificado, eu também acho que as pessoas ao meu redor fazem a mesma coisa. Exato. Então a corrupção tá dentro de mim. Exato. E é isso que a gente precisa se arrepender e pedir a Deus que de fato produza em mim o verdadeiro fruto. Uhum. É o Espírito de de Deus que pode produzir isso, porque eu vou sempre falsificar. E aí entra esse ponto. Não há como viver nenhum fruto do Espírito, que é um só nome, mas nenhuma dessas características, nenhuma dessas da realização prática do fruto do Espírito através da minha própria força. É. É por isso que ele é o fruto do Espírito. É isso. Entende? Ah e aí quando eu quero fazer por mim, aí acaba criando isso aí. Não, isso é interesse. É. Isso é algum tipo de manipulação. >> uma recompensa com isso. Sim. Qualquer qualquer qualquer outra coisa. Porque até mesmo para receber a dádiva divina parece que há um certo tipo de bloqueio. É. A gente parece aí a gente volta no erro. Olha só como a gente é capaz de ser como os Gálatas. A gente volta naquela questão de: "Poxa, eu tô recebendo tanto, isso é uma dádiva tão grande, eu preciso fazer alguma coisa para merecer isso". E aí a gente quer se esforçar. E aí a gente perde a o benefício que é simplesmente receber por graça. Pela graça divina. O que é incrível e maravilhoso. É lendo essa parte do do do livro do Tim Keller sobre o amor, eu achei muito interessante que ele ele frisa bem, a gente às vezes tem um pouco de dificuldade de definir as coisas, né, Diu? Porque ah o que é exatamente esse amor, né? Como a gente expressa isso pelo outro. Mas é é servir alguém, não é não é necessariamente sentir alguma coisa boa. Eu não preciso sentir afeto pela pessoa para servir em amor. Então eu sirvo aquela pessoa para o benefício dela. Uhum. Porque a gente quando falsifica o amor, a gente quer pelo meu benefício. Exato. Né? É o meu interesse, ou eu vou ser recompensado com isso, ou no mínimo eu vou fazer as pessoas tão vendo e eu vou, né, ganhar um status com isso. Pessoal vai falar: "Nossa, que cara bom, né?" Nossa, que legal, né? A gente é legal, vai, mas >> [risadas] >> Mas tudo bem, todo mundo sabe disso, né? Então a gente consegue eh falsificar dessa maneira, porque o amor é totalmente altruísta. É em benefício da outra pessoa. Eu não quero nada para mim. Eu não quero nada que seja eh que eu receba recompensa, mas eu tô vendo alguém que precisa de alguma coisa que eu sei que eu consigo fazer por ela para o benefício dela. Aliás, pessoal, isso aí, vamos dizer assim, ele é um é uma frase clássica do Keller, né? Ah tanto nesse livro quanto na no ele escreveu um livro com a esposa, né, sobre relacionamento conjugal. Sim. Que é muito bom. Se você de repente aí que tá nos assistindo é casado e quer ler um bom livro sobre relacionamento familiar, procure o livro do Timothy Keller. Eu não lembro o nome agora. Mas é o livro dele sobre relacionamento sobre casamento. Isso. E ele e ele logo no começo do livro, ele fala sobre isso. Ele Ele fala que um dos problemas que nós temos dentro do relacionamento conjugal, que que é aplicado para vida, é que o amor passa a ser um elemento de troca e não do bem do próximo. E que o o dentro do casamento e agora eu tô expandindo isso para todos os relacionamentos, para nossa vida que é puro relacionamento, ah ah sempre que eu vou fazendo: "Bom, não, eu vou eu vou, pera aí, eu vou melhorar aqui o lugar que é da caneta da Carol, por quê? Porque eu quero depois que a Carol também pense o qual é a melhor posição aqui para o meu celular". Então assim, é é só por moeda de troca. Então eu não tenho interesse de fato na Carol nem naquilo que a Carol é, pensa, faz. É só no meu próprio interesse. E aí ele vai dizer que o amor envolve exatamente isso. O amor é uma ação em prol do próximo sem benefício próprio. Esse é de fato o amor. Quando a gente faz o contrário, Diu, quando a gente tenta falsificar o amor, a gente acaba se esvaziando. Porque a gente tá sempre vazio. A gente tá sempre querendo mais, querendo mais, querendo que o outro faça, querendo que o outro faça. O contrário não. Quando a gente tá cheio do Espírito Santo de Deus, aí a gente consegue produzir esse amor que transborda e que não precisa nada de volta. Não precisa nada de volta. E aí a expressão principal disso tudo, pessoal, é a pessoa de Jesus. Porque ele foi quem amou. E o que que ele teve de volta? A cruz. Foi isso. >> Nada. Não tinha nem como alguém retribuir nada. Exato. E e isso é tão claro, porque ah João fala isso lá no no seu capítulo 3 do Evangelho, né? Porque Deus amou o mundo que deu o seu filho. Ele não fala ó, ele deu o seu filho para que a gente pudesse então agora, sei lá, sabe? Agora depois a gente vai poder dar isso em troca, né? Porque ó, já que ele fez isso aqui agora, vocês têm essa obrigação. É. Não, não. Olha, porque Deus amou o mundo de tal maneira que deu o seu filho para que todo aquele que nele crê tenha vida eterna. Veja que tudo foi em em prol do próximo. Tudo foi em prol de nós aqui, porque o texto tá falando a respeito de Deus que fez algo para nós como seres humanos. Então não não não tinha outro benefício. Não, na verdade quando a gente depois vê a história, é Jesus sendo traído, humilhado, xingado, cuspido, maltratado e morto. Sim. E aí Paulo vai pegar tudo isso aqui, ainda vai jogar lá para frente, vai dizer assim, ó: "Porque Deus prova o seu amor para conosco quando Cristo morreu por nós sendo nós ainda pecadores. Pecadores. A gente não tinha nada para oferecer. A gente não tem nada para oferecer, Diu. Em momento nenhum. Mas a prova, então assim, é aí que é gostoso, porque esse amor que nós estamos falando então, ele não é um amor ah utópico. Entende? Ele ele é um Não, não, ele e ele é um amor palpável. Uhum. Entende? Ele ele é um amor que pode ser provado. Que é uma coisa eu falar assim: "Não, tá aqui, ah Carol, eu amo você". Tá bom, beleza. Isso pode primeiro eu passar assim: "Ah, beleza, simplesmente eu ouvi, não não dou bola, acabou", tal. Ah mas você tem como chegar e falar assim: "Pera aí, já que você disse que me ama, Uhum. Mostra. Mostra. É. E aí o texto vai dizer que Deus fez isso antes da gente perguntar. A gente nem sabia. Exatamente. E Deus já foi Deus se antecipou e foi lá. Eu tava ouvindo uma uma um podcast esses dias, Diu, que falou uma coisa muito interessante e aí eu peguei e associei isso com o amor também. Tava falando sobre a coisas na prática, né? E a gente não aprende a nadar só lendo sobre isso, lendo sobre como funciona a água, as propriedades e os movimentos que você tem que fazer, precisa mergulhar na piscina. Uhum. E o amor é assim. Não dá pra gente ler sobre isso, a gente pode decorar 1 Coríntios 13, mas se a gente não se relacionar, se a gente não colocar isso em prática, se a gente não fizer pelo outro de maneira palpável, não, não é amor. E aí, pessoal, até nisso é possível ser ah usar de uma máscara. Porque você já viu, "Não, eu amo os cachorrinhos". Ah, beleza, como é que você prova o seu cachorrinho? Ah, eu vou dar um abraço numa árvore. Pera aí, uma coisa não tem nada a ver com a outra. Entende? É. Ah, e aí >> Dá pra você, dá pra você ser assim, né? Superficial. Mas é porque as pessoas sabem que o amor precisa de alguma prova. Só que em vez de então, bom, se eu tô dizendo aqui que eu amo a Carol, eu preciso fazer alguma coisa em prol da Carol. Eu tenho que aqui mostrar esse amor por ela. Ah, ou pela minha esposa Vânia, pelas minhas filhas, ou seja, por quem for. A questão é essa, e isso faz parte da nossa realidade. Quantos e quantos relacionamentos terminam exatamente por quê? Porque às vezes a até a pessoa diz que ama, mas as ações dela são totalmente contrárias àquilo que ela fala. A gente precisa ser coerente, né, Diu? E e aí que a gente vai ver. Bom, você diz que ama realmente, ama a Deus? Aí é abusado, porque a Bíblia vai nos falar sobre isso. Você diz que ama a Deus, então o que que você tem que fazer? Tá lá em 1 João. Vai lá e ama seu o seu irmão. Com, porque você não pode dizer que ama a Deus a quem você não vê, se você faz mal pro seu irmão que tá aqui na tua frente. Exatamente. Percebe como a coisa então vai se tornando cada vez mais palpável e o amor é isso. A gente não tem como fugir disso, tá tudo interligado. É, então, porque é muito fácil a gente ir lá na, no domingo, no, no salão, na igreja, lá onde o pessoal tá reunido, aí coloca umas músicas meio sentimentais, aí levanta a mão, chora, aquela coisa toda. Aí você terminou aquilo tudo aquilo, tem o teu irmão do lado ali que de repente tá olhando pra ver se vai sobrar alguma coisa na cantina pra ele. Sim. Às vezes a gente precisa de uma conversa, Diu. Alguém precisando de um, bater um papo, de desabafar. Você pode demonstrar amor. Inclusive a gente ouviu isso do Saion recentemente, né? Que a gente não tem ninguém que não tenha nada pra oferecer. Uhum. Pelo menos um ouvido. Uhum. A gente, todo mundo tem alguma coisa pra oferecer. Você consegue amar do jeito que, com as coisas que você tem. Uhum. Mesmo, não, não tem que, alguém que fale assim, "Ah, eu não tenho nada, não consigo oferecer nada". Consegue. Você consegue oferecer um abraço, você consegue oferecer um ouvido, você consegue oferecer teu tempo, atenção. Isso é amar, isso é amor. E aí então, é isso que a gente quer convocar, convidar você. Amar como Cristo amou. Isso aí. E dessa forma você vai experimentar a vida sendo vivida como fruto do Espírito. O desafio é grande, mas é possível. É possível, porque é um atributo comunicável e é algo que tem em você. Deus que faz. Se você ainda não aceitou Jesus, não experimentou esse amor grandioso e maravilhoso dele, experimente hoje. Fale com ele, fala, "Senhor, eu quero experimentar esse amor". E se for possível, se de repente você até mora aqui por São Paulo, vem se encontrar aqui com a gente, vem aqui na IBNU, vem bater um papo, a gente vai conversar com você. A gente vai poder ajudar você nesses passos, primeiros passos que você vai dar nessa vida de viver pelo amor fruto do Espírito na sua vida. Isso aí, o fruto do bem. Fruto do bem. Valeu, Carol. Boa. Valeu. Galera. Até a próxima, gente. Até sábado que vem. Estamos aí. Tchau.