Sermões Online

A fé vem pelo ouvir

EP2 – Integre Comenta – Fruto do Bem: Amor

EP2 – Integre Comenta – Fruto do Bem: Amor

EP2 – Integre Comenta – Fruto do Bem: Amor

Vivemos em uma época em que o amor é frequentemente confundido com interesse, troca e conveniência. Ao refletirmos sobre o fruto do Espírito em Gálatas 5, somos desafiados a compreender o verdadeiro significado do amor que nasce da ação de Deus em nossa vida e transborda em favor do próximo.

Quando tentamos viver apenas pela nossa própria força, produzimos relacionamentos marcados por conflitos, egoísmo e decepções. Mas o Espírito Santo nos conduz a uma realidade diferente: um amor genuíno, capaz de servir, cuidar, ouvir e agir sem buscar reconhecimento ou recompensa.

Nesta reflexão, exploramos como o amor é a base de toda a vida cristã, a principal evidência da transformação operada por Deus e a marca daqueles que seguem a Cristo. A partir dos ensinamentos de Paulo e do exemplo supremo de Jesus, entendemos que amar vai muito além de sentimentos; é uma decisão prática que impacta pessoas, fortalece relacionamentos e revela o caráter de Deus ao mundo.

Uma mensagem essencial para quem deseja crescer espiritualmente, experimentar relacionamentos saudáveis e viver de forma autêntica o fruto do Espírito.

Comunidade Saudável. Cidade melhor!

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Legendas automáticas:

Olá para você, tudo bom contigo? É bom
saber que você tá aí porque a gente tá
aqui agora num novo formato Mais mais
legal. No mesmo sábado, mesmo sábado
animado como sempre, a gente vai bater
esse papo agora um pouco mais achegado,
né?
>> [risadas]
[suspirando]
>> E olha só, mas a coisa mas a coisa é a
mesma. A gente vai bater um papo
contigo, a gente vai conversar sobre o
fruto do espírito que é a série que a
gente tá fazendo que é muito bacana. Ai
que é muito bom, né? Começar
especificamente sobre isso, a gente já
viu Gálatas inteiro e agora a gente no
tema do fruto do espírito que é muito
legal. Hoje a gente vai aprofundar mais
ainda um pouquinho. Mas aliás, galera, é
o seguinte, se você não assistiu a nossa
série completa de Gálatas, galera, foi
do primeiro versículo ao último
versículo, todinho comentado, vale a
pena você fazer o quê?
Você reservar aí, guarda, tá? Para você
não perder o nosso vídeo aqui agora.
Você vai fazer o quê? Anota em algum
lugar assistir a série de Gálatas
completa. Nós ah Fizemos um comentário
em cima do livro de Gálatas, obviamente,
usando o livro Timothy Keller Gálatas
para você. Olha, tá aí ó, na sua mão.
Muito bom. É isso aí. E nós fizemos
então todo esse comentário e na semana
passada nós já soltamos para vocês uma
um um um um um um um um um um um um um
um um um um um um um um um um
>> vai, um comecinho, uma entrada. É a a
entradinha foi boa.
Aliás, tem uma entradinha
enfim.
>> [risadas]
>> Ah, mas
>> né? Afinal de contas, é fruto. Mas o
fruto não era sobremesa? Mas enfim, isso
aí é é outro assunto. Mas a gente vai
então conversar um pouquinho sobre o
fruto do espírito e lembrar um pouco
sobre o que que ele é de fato. Então o
fruto do espírito nada mais é do que
essa a essa característica do Espírito
Santo que agora age em nós. Paulo vai
dar algumas diretrizes importantes.
Primeira diretriz importante é a
seguinte, preste atenção.
Não se coloque novamente em escravidão.
Cristo nos libertou, Carol. E esse é o
ponto que que que Paulo tá, vamos assim,
extremamente ao mesmo tempo que parece
que ele está vibrante e feliz,
preocupado. Sim. Porque parece que a
pessoa, mesmo depois de ah receber a
graça, de receber a libertação que o
espírito dá, ela acaba voltando a
práticas antigas, voltando a viver de
uma forma que não é condizente com essa
liberdade que ela recebeu. Como se a
gente tivesse que se esforçar, né,
Diogo? Como se o sacrifício de Cristo
não tivesse sido suficiente. Aí Paulo
gasta essa carta de Gálatas inteira
explicando isso, né? Que foi suficiente
o que o Cristo fez, então a gente recebe
essa graça e a partir de agora a gente
só precisa ir se deixar sendo enchido
pelo espírito para poder agir de acordo,
né, conforme o espírito flui na gente. E
aí a coisa vai ficando cada vez mais
séria, por quê? Porque olha que
interessante, e talvez você aí vai meio
que se
Talvez até se encaixar, vai falar assim,
poxa, ou já vivi isso na minha
experiência ou de repente vejo pessoas
assim. Porque parece que a pessoa ela é
é ela tem uma tendência de diminuir a
liberdade por entender que a liberdade é
na verdade aquilo que Paulo chama no
capítulo 5 de Gálatas de libertinagem.
Uhum. A liberdade ela não passa a ser a
ação sobrenatural de Deus sobre a nossa
vida. A libertinagem ela é é ela é o
desejo de ação para eu fazer aquilo que
eu quero do jeito que eu quero, quando
eu quero. E olha, isso de certa forma,
vamos ser sinceros aí, você que tá me
acompanhando, mas de certa forma meio
que parece que a ideologia que tão
querendo ah transmitir para a gente Que
a gente pode fazer o que a gente quiser,
do jeito que a gente quiser e isso sim
seria liberdade, né? E Paulo não
concorda com isso. Paulo vai dizer que
isso é viver numa libertinagem. E essa
vida dentro dessa libertinagem é
novamente nos colocar num jugo de
escravidão, num numa posição contrária à
liberdade que nós recebemos em Cristo
Jesus. E é por isso que Paulo tá
preocupado com os Gálatas, tá preocupado
comigo, contigo, Carol. A gente recebeu
essa caixa também. Exatamente, para que
a gente não viva nessa forma. E aí então
ele vai falar, olha,
para deixar claro como a coisa funciona
eu vou falar para vocês aquilo que são
as obras da carne. E aí ele começa e a
partir do artigo 16 e é complicado. Mas
olha,
vamos ser honestos. Agora que pensa,
almoço de família.
>> [risadas]
>> Olha. Aquele almoço de família com o teu
tio do pavê. Olha. [risadas]
Já que ele está falando de fruto. É
então. E aí você tem exatamente muitas
vezes aquilo que Paulo tá falando sobre
discussões Sim. sobre um querer achar
que tem a a razão quando em relação ao
outro. E por que que acontece isso,
Diogo? Porque a gente liberta, a gente
quer libertar aquilo que tá dentro da
gente. E é a carne.
Que é justamente essa aquela lista toda
que é aquilo que a gente acha que a
gente tem que fazer com a nossa própria
força,
sem permitir que o espírito aja, sem
abrir espaço para que o espírito de Deus
aja e produza o fruto do espírito.
Exato. Na verdade, quando a gente tenta
fazer as coisas da nossa própria
maneira, quando a gente quer, por
exemplo, convencer alguém com o nosso
próprio discurso, com as nossas próprias
ideias, dá tudo errado. Mas dá tudo
errado. A lista é negra.
>> [risadas]
>> E aí a coisa vai ficar meio assim, por
quê? Porque Paulo daí vai falar assim,
olha, o contrário de viver dessa forma,
dentro dessa libertinagem, que é uma
proposta de liberdade que mais nos
escraviza, é viver através do fruto do
espírito, que é esse fruto que é
singular porque é o espírito é o único,
mas ele se manifesta na nossa vida. E
olha só que interessante, agora eu vou
vamos assim
é o spoiler que ao mesmo tempo ele é a a
espinha dorsal Mas manda spoiler, a
gente gosta. De toda a realidade.
O fruto do espírito é a vida pelo
espírito através ou ou para alcançar o
outro.
Porque quando a gente pensa sobre o
fruto, amor, paz, longanimidade, bom, eu
tenho paz. Tá, eu tenho paz interior,
tenho paz comigo mesmo, mas a paz é para
ser vivida exatamente nesse
relacionamento. Entende? O amor é para
eu tenho eu tenho que me amar a mim
mesmo?
Mas o amor é para ser vivido Sim. no
coletivo. É para eu amar você, você me
amar, é para a gente é é é para a gente
experimentar essa realidade nesse nosso
>> parece que é uma coisa assim, todas
essas características que a gente vai
ver daqui para frente agora de maneira
específica nunca é para mim, por mim, em
mim, só Deus trabalhando na minha vida,
mas isso transborda, isso vai para fora
a ponto de que as pessoas ao nosso redor
percebem. E assim vamos falar que a
gente vai começar do amor agora, que é a
base de todas as coisas, né? Exato. E aí
eu eu me sempre me lembro de uma uma
fala muito legal, Diogo, quando Jesus
diz para que
os discípulos dele vão ser conhecidos no
mundo quando amarem uns aos outros.
Exato. Então parece que é uma coisa
parece que é de fato o começo, parece
que é o básico, parece que é o é o
princípio de todas as coisas é amor
porque Deus é amor, né? Aí chegou o
ponto. Então
>> [risadas]
>> ah aí né, aí a gente chegou na sua
essência da coisa.
>> a gente começou pelo fim.
>> [risadas]
>> A gente tinha começado lá
voltou para o começo, de volta para o
começo. Por que por que
a aquela lista das obras da carne, elas
são manifestas até nessa expressão.
Quando como você estava falando, ah,
Jesus falou que as pessoas vão saber que
nós pertencemos a ele quando nós amarmos
uns aos outros.
Mas as pessoas querem acham que vão
ah comunicar Deus através do quê?
Através de vencer debate, através
entendeu? Através de manipular a cabeça
do outro, através de fazer o mal de
certa forma com o outro.
>> né? Você acha que dominando o outro e
tentando incutir alguma coisa você vai
convencer? Não. Não não é.
E essa questão, pessoal, não é só uma
questão, vamos dizer assim, ah ah porque
é uma coisa do cristianismo ou é uma
coisa tipo, ah, de quem é é religioso,
não. Se a gente pensar na questão do
amor
a a gente vai ver que uma boa parte dos
filmes que que são produzidos, tá, você
tem aquele filme de de guerra, filme de
violência, alguma coisa assim.
Exatamente, mas tem ali algum ponto
primeiro e e até em histórias
extremamente dessas como por exemplo,
até o último homem, que é um filme de
guerra, mas você tem o quê? Alguém que
ama e que vai dedicar a sua vida ao amor
ao próximo em resgatar aqueles que estão
ah ah ali, que foram baleados, que tão
numa guerra, que que de alguma forma
foram alvejados, que não conseguem lidar
mais com a realidade sozinho e que
precisam de alguém que vai lá e pegue,
coloque nas costas e carregue. E para
mim a expressão geral de como o amor
envolve isso, agora a gente vai falar um
pouco sobre umas coisas mais elevadas,
né? A gente vai falar sobre Senhor dos
Anéis. Olha. Por que o Tolkien é
maravilhoso. Por que como que acontece
toda a história? Frodo tá lá, não, o
anel é meu, sou eu que tenho que
carregar esse fardo e não sei o quê. Aí
você tem aquela ó ó, já tá toda
arrepiada. Que é quando chega ali eles
estão perto da montanha e e e aí o Sam
vai falar, tudo bem, eu não vou carregar
o anel, mas eu posso carregar você. Com
você. Entende? Eu vou e aí coloca o
Frodo no no no na na cacunda
>> [risadas]
>> e sobe a montanha carregando o Frodo.
Cara, o amor ele tá ali expresso. E não
só nisso, músicas. Acho impressionante.
>> a gente, né, Diogo? Exato. Como isso
toca. Na verdade, a gente tem essa
necessidade, parece que a gente tem essa
necessidade de assistir esse tipo de
coisa, a gente tem a necessidade de se
relacionar e saber que alguém ao nosso
redor ama a gente, a gente tem
necessidade de amar e ser amado. Uhum.
Né? O próprio criador ama a gente
incondicionalmente, botou na gente essa
necessidade de fazer isso uns pelos
outros. Então todo você tá falando
filme, streaming, música, tudo, parece
que tudo gira em torno desse tema. E e a
gente vê como até mesmo a questão da
própria Bíblia é extremamente importante
nisso, Carol. Porque uma das músicas
mais cantadas de uma banda que não tem
nada de questão religiosa cristã aqui ah
nesse sentido, mas é um uma música
composta em cima de 1ª Coríntios
capítulo 13. Que é o clássico das
características do amor. Você vê só, a
gente tem o fruto e as características
do fruto, mas uma das características do
fruto tem um capítulo inteiro na Bíblia
dedicado a isso. Uhum. E eu acho
interessante, pessoal,
que ah o amor ele é tão assim ah
importante e característico, Carol,
que
há há uma tentativa humana de inclusive
de mascarar o amor. Uhum. De tentar
manipular o amor. Tanto que Paulo lá em
Romanos capítulo 12, Uhum. no versículo
9, ele vai olhar para a gente e vai
falar assim: "Olha, o amor ele tem que
ser não fingido". Fingido.
Cara, eu eu acho essa expressão de Paulo
>> que é boa, que é produzida pelo
Espírito, a gente tem como falsificar. E
você tocou num ponto interessante,
porque o Tim Keller fala isso no livro.
Ele fala sobre as características do
fruto e cada uma das características
produzida pelo Espírito, a gente é capaz
de falsificar, Diu.
Isso é muito louco. E aí a gente vai
agora fazer aquele up, vai chutar para
cima.
Sabe o que que é mais importante disso
tudo, Carol? É porque a característica é
a própria expressão, agora eu vou usar
um termo mais teológico aqui, pessoal,
depois a Carol explica para vocês. É o
atributo comunicável de Deus.
Belíssimo. É aquilo que Deus consegue,
que Deus botou na gente.
>> Exato. Dele mesmo. Dele mesmo. Existem
as coisas que é lógico, ele é
onipotente, onisciente, isso a gente É.
Deus [limpando a garganta] colocou na
gente características E é o que a gente
queria ser. Isso que é maluco, não é?
Porque existe atributo comunicável,
pessoal, é aquilo que faz parte de Deus,
que é da essência dele e que ele
comunicou conosco, ou seja, ele
compartilhou conosco para que nós
pudéssemos também experimentar disso na
nossa vida cotidiana. O amor faz parte
disso. Agora, não é interessante que
muito daquilo que envolve a a percepção
do que nós gostaríamos de ser são os
atributos que não são comunicados como
por exemplo a onipresença. Queria poder
estar aqui
e em outro lugar ao mesmo tempo. Eu
queria a onipotência. A onisciência,
poder saber de absolutamente de tudo e
que não existe passado, presente, futuro
para mim. Diu, a gente não ia conseguir
controlar esse tipo de armamento, vai? A
gente não ia ter ter condição nenhuma de
controlar. Mas Deus deu para a gente
coisas que ele sabia que a gente ia
conseguir carregar. se desenvolver e que
a gente precisa colocar em prática de
verdade. E o amor é uma dessas. A gente
vai falar das outras, por isso que agora
a gente tá dando só assim, mas o amor é
essa primeira que a gente precisa
colocar em prática, mas que é muito
complicado. Eu acho que é muito
complicado até ah Carol, por causa das
situações que nós estamos vivendo. Não,
ah de repente você vê uma pessoa agindo
em amor por outra, já fica: "Pô, será
que tem um segundo interesse por trás?"
>> gente sempre acha que tem interesse. Não
tem. A gente começa a nossa cabeça, ela
já não consegue mais simplesmente
experimentar da dádiva divina. Sim.
Porque o nosso coração, agora o meu
aqui, é tão corrompido e tão já
mascarado com tanta coisa errada, que se
eu vejo uma pessoa fazendo o bem para
mim,
aí e ele fala assim: "Não, não, tô
fazendo isso aqui porque eu amo você".
>> desconfia.
Já entra desconfia. Porque aí o o Tim
Keller vai entrar nesse assunto. Ele
fala que a gente consegue imitar, a
gente consegue falsificar esse amor
justamente com isso, ó, é produzindo um
afeto egoísta. É justamente. Então, Diu,
eu acho que como isso é muito
interessante, como eu sou capaz de
produzir um amor falsificado, eu também
acho que as pessoas ao meu redor fazem a
mesma coisa. Exato. Então a corrupção tá
dentro de mim. Exato. E é isso que a
gente precisa se arrepender e pedir a
Deus que de fato produza em mim o
verdadeiro fruto. Uhum. É o Espírito de
de Deus que pode produzir isso, porque
eu vou sempre falsificar.
E aí entra esse ponto.
Não há como viver nenhum fruto do
Espírito,
que é um só nome, mas nenhuma dessas
características, nenhuma dessas
da realização prática do fruto do
Espírito através da minha própria força.
É. É por isso que ele é o fruto do
Espírito. É isso. Entende? Ah e aí
quando eu quero fazer por mim, aí acaba
criando isso aí. Não, isso é interesse.
É. Isso é
algum tipo de manipulação.
>> uma recompensa com isso. Sim. Qualquer
qualquer qualquer outra coisa. Porque
até mesmo para receber a dádiva divina
parece que há um certo tipo de bloqueio.
É.
A gente parece aí a gente volta no erro.
Olha só como a gente é capaz de ser como
os Gálatas. A gente volta naquela
questão de: "Poxa, eu tô recebendo
tanto, isso é uma dádiva tão grande, eu
preciso fazer alguma coisa para merecer
isso".
E aí a gente quer se esforçar.
E aí a gente perde a o benefício que é
simplesmente receber por graça.
Pela graça divina. O que é incrível e
maravilhoso. É lendo essa parte do do do
livro do Tim Keller sobre o amor, eu
achei muito interessante que ele ele
frisa bem, a gente às vezes tem um pouco
de dificuldade de definir as coisas, né,
Diu? Porque ah o que é exatamente esse
amor, né? Como a gente expressa isso
pelo outro. Mas é é servir alguém, não é
não é necessariamente sentir alguma
coisa boa. Eu não preciso sentir afeto
pela pessoa para servir em amor. Então
eu sirvo aquela pessoa para o benefício
dela. Uhum. Porque a gente quando
falsifica o amor, a gente quer pelo meu
benefício. Exato. Né? É o meu interesse,
ou eu vou ser recompensado com isso, ou
no mínimo eu vou fazer as pessoas tão
vendo e eu vou, né, ganhar um status com
isso. Pessoal vai falar: "Nossa, que
cara bom, né?" Nossa, que legal, né? A
gente é legal, vai, mas
>> [risadas]
>> Mas tudo bem, todo mundo sabe disso, né?
Então a gente consegue eh falsificar
dessa maneira, porque
o amor é totalmente altruísta.
É em benefício da outra pessoa. Eu não
quero nada para mim. Eu não quero nada
que seja
eh que eu receba recompensa, mas eu tô
vendo alguém que precisa de alguma coisa
que eu sei que eu consigo fazer por ela
para o benefício dela.
Aliás, pessoal, isso aí, vamos dizer
assim, ele é um é uma frase clássica do
Keller, né? Ah tanto nesse livro quanto
na no ele escreveu um livro com a
esposa, né, sobre relacionamento
conjugal. Sim. Que é muito bom. Se você
de repente aí que tá nos assistindo é
casado e quer ler um bom livro sobre
relacionamento familiar,
procure o livro do Timothy Keller. Eu
não lembro o nome agora. Mas é o livro
dele sobre relacionamento sobre
casamento. Isso. E ele e ele logo no
começo do livro, ele fala sobre isso.
Ele Ele fala que um dos problemas que
nós temos
dentro do relacionamento conjugal,
que que é aplicado para vida,
é que o amor passa a ser um elemento de
troca e não do bem do próximo.
E que o o
dentro do casamento e agora eu tô
expandindo isso para todos os
relacionamentos, para nossa vida que é
puro relacionamento,
ah ah sempre que eu vou fazendo: "Bom,
não, eu vou eu vou, pera aí, eu vou
melhorar aqui o lugar que é da caneta da
Carol, por quê? Porque eu quero depois
que a Carol também pense o qual é a
melhor posição aqui para o meu celular".
Então assim, é é só por moeda de troca.
Então eu não tenho interesse de fato na
Carol nem naquilo que a Carol é, pensa,
faz.
É só no meu próprio interesse. E aí ele
vai dizer que o amor envolve exatamente
isso. O amor é uma ação em prol do
próximo sem benefício próprio. Esse é de
fato o amor. Quando a gente faz o
contrário, Diu, quando a gente tenta
falsificar o amor, a gente acaba se
esvaziando. Porque a gente tá sempre
vazio. A gente tá sempre querendo mais,
querendo mais, querendo que o outro
faça, querendo que o outro faça. O
contrário não. Quando a gente tá cheio
do Espírito Santo de Deus, aí a gente
consegue produzir esse amor que
transborda e que não precisa
nada de volta. Não precisa nada de
volta. E aí
a expressão principal disso tudo,
pessoal,
é a pessoa de Jesus. Porque ele foi quem
amou.
E o que que ele teve de volta? A cruz.
Foi isso.
>> Nada. Não tinha nem como alguém
retribuir nada. Exato. E e isso é tão
claro, porque ah João fala isso lá no no
seu capítulo 3 do Evangelho, né? Porque
Deus amou o mundo que deu o seu filho.
Ele não fala ó, ele deu o seu filho para
que a gente pudesse então agora, sei lá,
sabe? Agora depois a gente vai poder dar
isso em troca, né? Porque ó, já que ele
fez isso aqui agora, vocês têm essa
obrigação. É. Não, não. Olha,
porque Deus amou o mundo
de tal maneira que deu o seu filho
para que todo aquele que nele crê
tenha vida eterna. Veja que tudo foi em
em prol do próximo. Tudo foi em prol de
nós aqui, porque o texto tá falando a
respeito de Deus que fez algo para nós
como seres humanos.
Então não não não tinha outro benefício.
Não, na verdade quando a gente depois vê
a história, é Jesus sendo traído,
humilhado, xingado, cuspido, maltratado
e morto. Sim.
E aí Paulo vai pegar tudo isso aqui,
ainda vai jogar lá para frente, vai
dizer assim, ó: "Porque Deus
prova o seu amor para conosco quando
Cristo morreu por nós sendo nós ainda
pecadores. Pecadores. A gente não tinha
nada para oferecer. A gente não tem nada
para oferecer, Diu. Em momento nenhum.
Mas a prova, então assim, é aí que é
gostoso, porque esse amor que nós
estamos falando então, ele não é um amor
ah utópico.
Entende? Ele ele é um Não, não, ele e
ele é um amor palpável. Uhum. Entende?
Ele ele é um amor que pode ser provado.
Que é uma coisa eu falar assim: "Não, tá
aqui, ah Carol, eu amo você". Tá bom,
beleza.
Isso pode primeiro eu passar assim: "Ah,
beleza, simplesmente eu ouvi, não não
dou bola, acabou", tal.
Ah mas você tem como chegar e falar
assim: "Pera aí, já que você disse que
me ama, Uhum. Mostra. Mostra. É. E aí o
texto vai dizer que Deus fez isso antes
da gente perguntar.
A gente nem sabia. Exatamente.
E Deus já foi Deus se antecipou e foi
lá. Eu tava ouvindo uma uma
um podcast esses dias, Diu, que falou
uma coisa muito interessante e aí eu
peguei e associei isso com o amor
também. Tava falando sobre a coisas na
prática, né? E a gente não aprende a
nadar só lendo sobre isso, lendo sobre
como funciona a água, as propriedades e
os movimentos que você tem que fazer,
precisa mergulhar na piscina.
Uhum. E o amor é assim.
Não dá pra gente ler sobre isso, a gente
pode
decorar 1 Coríntios 13, mas se a gente
não se relacionar, se a gente não
colocar isso em prática, se a gente não
fizer pelo outro de maneira palpável,
não, não é amor. E aí, pessoal, até
nisso é possível ser ah usar de uma
máscara. Porque você já viu, "Não, eu
amo os cachorrinhos". Ah, beleza, como é
que você prova o seu cachorrinho? Ah, eu
vou dar um abraço numa árvore. Pera aí,
uma coisa não tem nada a ver com a
outra. Entende? É. Ah, e aí
>> Dá pra você, dá pra você ser assim, né?
Superficial. Mas é porque as pessoas
sabem que o amor precisa de alguma
prova. Só que em vez de então, bom, se
eu tô dizendo aqui que eu amo a Carol,
eu preciso fazer alguma coisa em prol da
Carol. Eu tenho que aqui mostrar esse
amor por ela. Ah, ou pela minha esposa
Vânia, pelas minhas filhas, ou seja, por
quem for.
A questão é essa, e isso faz parte da
nossa realidade. Quantos e quantos
relacionamentos terminam exatamente por
quê? Porque às vezes a até a pessoa diz
que ama, mas as ações dela são
totalmente contrárias àquilo que ela
fala. A gente precisa ser coerente, né,
Diu? E e aí que a gente vai ver. Bom,
você diz que ama realmente, ama a Deus?
Aí é abusado, porque a Bíblia vai nos
falar sobre isso. Você diz que ama a
Deus, então o que que você tem que
fazer? Tá lá em 1 João.
Vai lá e ama seu o seu irmão.
Com, porque você não pode dizer que ama
a Deus a quem você não vê, se você faz
mal pro seu irmão que tá aqui na tua
frente. Exatamente. Percebe como a coisa
então vai se tornando cada vez mais
palpável e o amor é isso. A gente não
tem como fugir disso, tá tudo
interligado. É, então, porque é muito
fácil a gente ir lá na, no domingo, no,
no salão, na igreja, lá onde o pessoal
tá reunido, aí coloca umas músicas meio
sentimentais, aí levanta a mão, chora,
aquela coisa toda. Aí você terminou
aquilo tudo aquilo, tem o teu irmão do
lado ali que
de repente tá olhando
pra ver se vai sobrar alguma coisa na
cantina pra ele. Sim. Às vezes a gente
precisa de uma conversa, Diu. Alguém
precisando de um, bater um papo, de
desabafar. Você pode demonstrar amor.
Inclusive a gente ouviu isso do Saion
recentemente, né? Que a gente não tem
ninguém que não tenha nada pra oferecer.
Uhum. Pelo menos um ouvido. Uhum. A
gente, todo mundo tem alguma coisa pra
oferecer. Você consegue amar do jeito
que,
com as coisas que você tem. Uhum. Mesmo,
não, não tem que, alguém que fale assim,
"Ah, eu não tenho nada, não consigo
oferecer nada". Consegue. Você consegue
oferecer um abraço, você consegue
oferecer um ouvido, você consegue
oferecer teu tempo, atenção. Isso é
amar, isso é amor.
E aí então, é isso que a gente quer
convocar, convidar você.
Amar como Cristo amou. Isso aí. E dessa
forma você vai experimentar a vida sendo
vivida como fruto do Espírito. O desafio
é grande, mas é possível. É possível,
porque é um atributo comunicável e é
algo que tem em você. Deus que faz. Se
você ainda não aceitou Jesus, não
experimentou esse amor grandioso e
maravilhoso dele,
experimente hoje.
Fale com ele, fala, "Senhor, eu quero
experimentar esse amor".
E se for possível, se de repente você
até mora aqui por São Paulo, vem se
encontrar aqui com a gente, vem aqui na
IBNU, vem bater um papo, a gente vai
conversar com você. A gente vai poder
ajudar você nesses passos, primeiros
passos que você vai dar nessa vida de
viver pelo amor
fruto do Espírito na sua vida. Isso aí,
o fruto do bem. Fruto do bem. Valeu,
Carol. Boa. Valeu.
Galera. Até a próxima, gente. Até sábado
que vem.
Estamos aí. Tchau.

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