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A fé vem pelo ouvir

Uma liberdade irrevogável – Rev. Lucas Previde

Uma liberdade irrevogável – Rev. Lucas Previde

Uma liberdade irrevogável – Rev. Lucas Previde

O que significa viver a verdadeira liberdade cristã?

Nesta exposição de Gálatas 5:1–12, aprendemos que a liberdade conquistada por Cristo na cruz não é apenas um benefício adicional da salvação, mas a própria realidade que define a vida do cristão.

O apóstolo Paulo combate o falso ensino dos judaizantes, que insistiam em acrescentar a circuncisão e outras práticas da lei como requisitos para a salvação. Sua resposta é clara: Cristo é plenamente suficiente. Qualquer tentativa de acrescentar algo à obra da cruz diminui, para nós, o valor daquilo que Jesus realizou.

Nesta mensagem, somos desafiados a refletir sobre o que realmente ocupa o centro da nossa fé. Será que estamos descansando totalmente em Cristo ou depositando nossa confiança em tradições, obras, ritos religiosos ou em nossa própria capacidade?

Uma exposição profunda sobre a suficiência de Cristo, a liberdade cristã, a ação do Espírito Santo e o verdadeiro valor da cruz.

INFORMAÇÕES:
Pastor: Lucas Previde
Passagem: Gálatas 5.1-12
Série: A Justiça da Fé

#ipsantoamaro #presbiteriana

CAPÍTULOS:
00:00 – Introdução à série: A Justiça da Fé
00:16 – Leitura de Gálatas 5:1–12
02:22 – Oração inicial
02:58 – O contexto da carta aos Gálatas
03:18 – A ameaça dos judaizantes
04:32 – A suficiência da obra de Cristo
04:50 – Escravidão da lei versus liberdade em Cristo
05:54 – A liberdade em Cristo é irrevogável
06:20 – A liberdade passa a definir nossa existência
06:49 – “Para a liberdade foi que Cristo nos libertou”
07:13 – Libertos da condenação, do pecado e do poder do mundo
08:24 – O perigo de tratar Cristo como um complemento
09:21 – Práticas religiosas que negam a suficiência de Cristo
10:04 – Permaneçam firmes na liberdade
10:41 – Conhecer Cristo e permanecer em Cristo
11:00 – A diferença entre seguir Jesus e realmente crer nele
12:18 – Não retornem ao jugo da escravidão
13:11 – Qualquer coisa além de Cristo é escravidão
13:32 – A ilustração da criança que volta ao erro
14:20 – A liberdade expressa o valor da obra de Cristo
14:54 – Se Cristo não for suficiente, perde seu valor para nós
15:24 – O perigo dos acréscimos ao evangelho
15:55 – Ritos, tradições e práticas que competem com Cristo
16:36 – Até a frequência na igreja pode ocupar o lugar errado
17:15 – Cristo deve ocupar o centro absoluto da fé
17:51 – Jesus nunca ofereceu um meio-termo
18:42 – Quando definimos liberdade sem Deus, tudo dá errado
19:28 – O testemunho pessoal do apóstolo Paulo
20:06 – Qual é o valor da cruz para você?
21:06 – Nossa vida expressa o valor da cruz?
22:06 – Quem busca a lei permanece escravo
23:00 – Ninguém consegue cumprir a lei perfeitamente
24:07 – O significado de “cair da graça”
24:45 – O perigo de retornar constantemente à escravidão
25:17 – A liberdade produz participação na vida de Deus
25:46 – Experimentando a nova natureza em Cristo
26:17 – Cristo como refúgio nos dias difíceis
27:15 – Quando Cristo não é suficiente
28:00 – A liberdade que ninguém pode retirar
28:28 – A liberdade é assegurada pelo Espírito Santo
28:39 – A esperança da justiça pela fé
29:13 – O Espírito Santo como garantia da salvação
29:41 – Dependência diária do Espírito de Deus
30:24 – A suficiência de Cristo transforma nossos dias
31:24 – Alimentando a esperança em tempos difíceis
31:57 – Nem circuncisão nem incircuncisão têm valor
32:28 – O que importa é quem somos em Cristo
33:17 – Qual é o valor da cruz em sua vida?
33:45 – Primeira aplicação: o que está impedindo você?
34:21 – Obstáculos à satisfação em Cristo
35:18 – Um pouco de fermento leveda toda a massa
35:40 – Segunda aplicação: cuidado com quem você ouve
36:02 – O que é liberdade para você?
36:42 – Mentiras travestidas de verdade
37:20 – Terceira aplicação: confie no Senhor
37:52 – A importância das doutrinas bíblicas
38:32 – A liberdade definida por Deus e não por nós
38:48 – Paulo responde às acusações contra seu ministério
39:58 – O perigo dos falsos mestres
40:23 – A severidade de Paulo contra os que distorcem o evangelho
41:14 – Amor pela igreja e defesa da verdade
41:32 – “Como eu amo a mensagem da cruz”
41:51 – O que está impedindo sua satisfação em Cristo?
42:20 – Oração final
42:54 – A cruz como nosso maior tesouro

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Sobre a música de abertura
Música: Louvai a Deus, soberano Senhor (Hinário Novo Cântico nº16). Título original em português: Louvor a Deus
Compositor: Stralsund Gesangbuch (1665), Joachim Neander (1680)

Ficha Técnica
Arranjos e produção musical: Samuel Cintra Santos
Gravação, mixagem e masterização: SCS Produções
Produção: Igreja Presbiteriana de Santo Amaro
ISRC: BR-075-22-00001

Legendas automáticas:

Nessa noite, daremos continuidade
à exposição da palavra de Deus na carta
de Paulo aos Gálatas, na série
intitulada A justiça da fé, na qual
temos trabalhado e chegamos ao capítulo
5, aonde leremos essa noite os versos de
1 a 12.
Gálatas capítulo 5 versos de 1 a 12.
Acompanhem comigo atentamente e com
reverência a palavra do nosso Deus.
Assim diz a palavra de Deus.
Para a liberdade foi que Cristo nos
libertou. Por isso, permaneçam firmes e
não submetam de novo ao julgo da de
escravidão.
Eu, Paulo, lhes digo que se vocês se
deixarem circuncidar,
Cristo não terá valor nenhum para vocês.
De novo, testifico a todo homem que se
deixa circuncidar que o mesmo está
obrigado a aguardar toda a lei. Vocês
que procuram justificar-se pela lei
estão separados de Cristo. Vocês caíram
da graça de Deus porque nós pelo
Espírito aguardamos a esperança da
justiça que provém da fé. Porque em
Cristo Jesus nem a circuncisão, nem a
incircuncisão tem valor algum, mas a fé
que atua pelo amor. Vocês vinham
correndo bem. Quem foi que os impediu de
continuar a obedecer a verdade?
Esta persuasão não vem daquele que os
chamou. Um pouco de fermento leveda toda
a massa. Tenho confiança no Senhor de
que vocês não mudarão a sua forma de
pensar.
Mas aquele que está perturbando vocês,
seja ele quem for, sofrerá a condenação.
Mas, irmãos, se ainda prego à
circuncisão, por que continuo sendo
perseguido? Nesse caso, estaria desfeito
o escândalo da cruz. Quem dera até se
mutilassem aqueles que estão perturbando
vocês. Até aqui a palavra do nosso Deus.
Vamos orar.
Ó Senhor, nos colocamos diante de ti,
pois [roncando] não temos condição, ó
Pai, de compreender a tua vontade, a não
ser que ela seja revelada por ti e
aplicada aos nossos corações pelo seu
Santo Espírito. Pedimos que isso
aconteça neste momento, Senhor. Que teu
Santo Espírito nos conduza à tua palavra
e que molde o nosso coração e o nosso
entendimento. Esta é a nossa oração em
nome de Jesus. Amém.
Recordando um pouco do que já temos
visto na carta de Paulo aos Gálatas,
isso é muito importante para compreensão
do contexto da passagem de hoje. Devemos
lembrar que Paulo escreve as igrejas da
Galácia com um propósito definido,
que é defender o evangelho por ele
pregado contra distorções que estavam
acontecendo por um grupo de judaisantes.
Judaisantes são aqueles que se diziam
cristãos, mas que ainda estavam apegados
aos ritos judaicos como necessário para
se obter a salvação.
Em outras palavras, eles diziam que
apenas Cristo não era suficiente
e principalmente pregavam a circuncisão
como obrigatório a continuidade,
Cristo mais a circuncisão.
Provavelmente a igreja da Galácia foi
uma das primeiras igrejas visitadas por
Paulo. Ou quando ele retorna da sua
viagem, logo recebe notícias do que está
acontecendo, de que não só a sua palavra
estava sendo desacreditada, como
principalmente o evangelho por ele
pregado estava sendo desqualificado. E
essa era a maior preocupação do apóstolo
Paulo. Nós vimos que Paulo não estava
tão preocupado com o que as pessoas
achavam dele, mas o que estavam
respondendo ao evangelho por ele
pregado.
Paulo então defende a suficiência da
obra de Cristo. Esse é o tema da carta
aos Gálatas. Cristo é plenamente
suficiente para a salvação e tudo que
decorre dela está em Cristo Jesus.
Nós vimos que Paulo faz o contraste
entre a escravidão pela lei e a
liberdade em Cristo Jesus. Quando ele
compara, por exemplo, Agar e Sara, nós
vimos isso na nossa última exposição que
está disponível em nosso canal do
YouTube, na da igreja, aonde ele coloca
que aqueles que ainda estão apegados aos
ritos nada mais vivem que uma vida de
escravidão, mas que em Cristo Jesus
agora nós estamos libertos deste peso da
lei, pois a lei tinha como principal
objetivo nos acusar do nosso pecado em
dizer que não tínhamos capacidade de
estar com Deus, mas em Cristo Jesus isso
se finda. A lei tinha este propósito,
acusar-nos do pecado e nos conduzir até
Cristo Jesus para então desfrutarmos
dessa liberdade em Cristo Jesus. E nessa
noite, então, eu gostaria que à luz das
escrituras nós relembrássemos o que ela
nos ensina, que esta liberdade em Cristo
Jesus é uma liberdade irrevogável.
Ela não pode ser retirada,
pois ela é um efeito concreto da obra de
Cristo Jesus em nossa vida. Por isso, o
primeiro ponto dessa noite é que a nossa
liberdade em Cristo é algo que não pode
ser alterado, anulado ou desfeito, mas
que passa a definir a nossa existência.
A nossa liberdade em Cristo,
ela não pode ser retirada, mas ela
começa a dar o tom ou a nortear a nossa
própria existência.
A partir disso, a partir de Cristo, a
minha vida recebe uma nova perspectiva.
O verso primeiro, logo no seu início,
Paulo diz: "Para a liberdade foi que
Cristo nos libertou".
Há um propósito na ação de Cristo na
cruz.
Há um propósito definido de que agora
nós estamos livres da nossa condenação,
de que agora em Cristo nós estamos
livres das amarras do diabo, do inimigo,
que agora em Cristo nós estamos livres
dos poderes e intentos deste mundo,
de que em Cristo nós estamos livres de
nós mesmos.
de que em Cristo agora não se trata mais
de mim mesmo. Como Paulo escreve aos
Coríntios,
que a nossa salvação nos foi dada não
para que vivamos por nós mesmos, mas
para Cristo, por Cristo.
[limpando a garganta] Por isso Paulo
deixa claro a estes irmãos neste
contexto em que eles estavam deixando se
levar pela distorção. Muitos estavam
cedendo a circuncisão, muitos estavam
cedendo a observância da lei como
critério para a sua salvação.
Muitos ainda achavam que tinham a
condição de definir como o seu
relacionamento com Deus seria
estabelecido.
E nós, nos dias de hoje corremos este
mesmo risco de achar que a obra de
Cristo está para nós como algo para
compor, somar a nossa vida e não para
defini-la.
Muitas vezes, mesmo sem dizer, a forma
com que vivemos, trata a obra de Cristo
como um aditivo, como um anexo, como
mais uma coisa que compõe a nossa vida.
Quando ela deveria chegar para definir
quem nós somos? Pois por meio da obra de
Cristo recebemos a liberdade que não
tínhamos e não poderíamos alcançar.
escravos dos nossos delitos e pecados.
Sem a obra de Cristo não há nada que
poderíamos fazer para nos achegar a
Deus. E muitas vezes nos dias de hoje,
trazendo paraa nossa realidade, igrejas
pregam algo completamente diferente.
Trazem artifícios ou trazem práticas do
Antigo Testamento para o culto solene,
descaracterizando completamente a
suficiência da obra de Cristo. Homens
tomam para si o poder de serem chamados
de apóstolos, de definirem o que é a
verdade. E nós já vimos o apóstolo Paulo
dizendo que isso não existe, porque em
Cristo tudo é suficiente e por Cristo
recebemos uma liberdade que é
irrevogável.
Então, dando esse tom na conversa, o
apóstolo Paulo continua dizendo na parte
segunda do verso ainda, por isso, ou
seja, porque Cristo libertou vocês para
que vocês vivessem essa nova vida. Por
isso, permaneçam firmes e não se
submetam de novo ao julgo da escravidão.
Não se submetam.
Pela fé na obra de Cristo,
experimentamos uma condição genuína de
liberdade,
uma condição que agora podemos
permanecer firmes na suficiência de
Cristo, não só conhecê-la, mas
permanecer nela. Há uma grande diferença
entre você conhecer
e experimentar.
Eu já disse isso em outras passagens.
Toda vez que o Novo Testamento apresenta
multidões seguindo a Cristo, logo em
seguida você vai encontrar um ponto de
distinção dentro dessa multidão.
Todas as vezes nos Evangelhos que você
olhar para que uma multidão seguia a
Cristo, logo em seguida ou no contexto
virá um texto mostrando a distinção
dentro dessa multidão. Quando nosso
Senhor Jesus Cristo foi, realizou
milagres em Jerusalém por conta da sua
chegada, o texto de João diz que muitos
criam em Jesus por conta dos seus
milagres. E logo em seguida o texto diz
que Jesus não se deixava ser crido, pois
conhecia o coração do homem. Quando uma
multidão seguia Jesus e ele fez o
milagre da multiplicação dos pães e
peixes, logo em seguida essa multidão
chegou a seguir a Cristo. Ele disse:
"Vocês estão aqui porque querem encher a
sua barriga". A grande questão é que
agora esta liberdade nos foi dada para
desfrutarmos da suficiência de Cristo,
para permanecer, não somente conhecer a
Cristo, mas permanecer em Cristo,
permanecer nesta liberdade.
Estamos pronto para não nos submetermos
mais à nossa condição de escravos. Paulo
deixa muito claro isso. Permaneçam
firmes nesta fé
e não voltem ou não se submetam de novo
ao julgo da escravidão, de novo
submissos.
E vejam que aqui a igreja da Galácia não
era uma igreja judaica ou de judeus.
Eles não tinham menor lastro histórico
com a cultura judaica. Por isso, de
certa forma, foi fácil para os
judaisantes impor esse tipo de preceito
a eles, um novo conceito de
religiosidade.
Mas o que o apóstolo Paulo está dizendo
é que tanto para aqueles que tinham a
cultura judaica no seu histórico, como
os pagãos que adoravam outros deuses,
qualquer coisa que não seja a
suficiência de Cristo é um retorno à
escravidão. Seja a escravidão da lei
judaica ou a escravidão aos falsos
ídolos e deuses que os gentios poderiam
a seguir. Qualquer coisa que não seja a
suficiência em Cristo é um retorno à
escravidão.
Você já viu uma criança pequena quando
tá fazendo alguma coisa errada e você
pega a abençoada, tira ela do local,
quando você coloca ela no chão, a
primeira coisa que ela faz é retornar
correndo para fazer a coisa errada. Até
que você a discipline de uma forma mais
incisiva, mas ela o testa.
Isso acontece conosco quando Cristo não
é suficiente
em nossa vida prática cotidiana,
quando constantemente Cristo não é
suficiente, nós retornamos
à condição de escravos ou pelo menos a
experimentar os efeitos disso. Por isso,
se o primeiro ponto que Paulo nos traz
aqui é que a nossa liberdade foi dada em
Cristo Jesus para permanecermos nela e
sermos definidos por ela. O segundo
ponto é que a nossa liberdade em Cristo
expressa o valor da sua obra em nossa
vida. A liberdade que recebemos em
Cristo deve ser expressa por nós para
que demonstremos o valor que ela tem em
nossa vida.
Qual o valor da obra de Cristo em nossa
vida ou para nós?
Paulo chega a esta conclusão no verso 2.
Acompanhe quando ele diz: "Eu, Paulo,
lhes digo, se vocês deixarem se
circuncidar, Cristo não terá valor
nenhum para vocês." É o apóstolo Paulo
diz: "Olha, se vocês se apegarem
a ritos, se Cristo não for suficiente,
ele não tem valor nenhum.
Pode parecer que não há mal nenhum a
aderir a certas práticas.
Os o os irmãos da galácia podiam dizer:
"Não, mas não faz mal nenhum.
É só a circuncisão ou é só alguma coisa
a mais? Não tem problema, mal não vai
fazer.
Seja a circuncisão,
seja o copo d'água do lado da TV,
seja a penitência,
seja a indulgência,
seja qualquer outra coisa que não a
suficiência de Cristo, retira
completamente o valor da sua obra na
cruz.
Quantas vezes, mesmo sem pensar, nós
temos feito isso em nossa vida, não de
uma forma declarada, mas de alguma forma
dando um valor a outras coisas que não a
suficiência de Cristo, a repetição de
orações.
Certa vez um irmão disse para mim que a
um membro da sua família estava passando
por dificuldade e deram a ele para
repetir várias vezes o mesmo a a mesma
oração.
Quantas vezes sem perceber nós fazemos
isso, achamos naquilo que está mais
próximo da nossa mão,
aquilo que nós conseguimos garantir o
êxito. Até o frequentar uma igreja pode
estar tirando o valor da obra de Cristo
quando depositamos nisso
a suficiência, quando depositamos nisso
a nossa segurança ou quando
estabelecemos nisso o nosso
relacionamento com Deus. Ah, eu faço
parte de uma igreja, vou todo domingo,
eu faço parte da sociedade interna.
Mas se isso de alguma forma
habita o seu coração como um como um
aditivo,
como uma segunda opção,
a obra de Cristo não tem valor. Ou
Cristo ocupa o centro da nossa fé como o
único e suficiente Salvador, redentor e
senhor, ou ele não é nada. Eu sei que as
palavras são duras, mas graças a Deus
foi Paulo que disse,
instruído, inspirado pelo Espírito
Santo,
se vocês se deixarem circuncidar ou se
vocês se deixarem levar por qualquer
outra coisa que não há Cristo, Cristo
não terá valor nenhum a vocês.
Jesus nunca ofereceu meio termo
ou uma autoridade compartilhada quando
se trata da liberdade que ele conquistou
na cruz. Jesus nunca ofereceu uma
segunda opção, um plus. Jesus nunca
ensinou que há uma outra possibilidade
que não a sua morte na cruz para nos dar
liberdade.
Nós que buscamos ocupar um espaço que
não nos pertence.
Nós que muitas vezes buscamos
definir como essa liberdade será
usufruída.
Desde Adão e Eva, quando nós tentamos
dizer o que é liberdade, afastados
daquilo que Deus diz, a coisa dá errada.
O que restou a Adão e Eva foi suor,
tristeza,
distanciamento.
Quando nós tomamos o lugar para definir
o que é liberdade e não a liberdade que
nos foi dada em Cristo, a obra de Cristo
perde o seu valor, não pelo que ela é,
mas pelo que ela representa para nós. A
obra de Cristo nunca vai perder o seu
valor.
Mas sim deixamos de usufruir deste valor
quando negamos a sua suficiência.
Paulo é alguém que pode dizer isso com
toda a certeza e a afirmação. E ele diz:
"Eu, Paulo, lhes digo isso. Palavras de
alguém que viveu sobre o julgo da lei,
palavras de alguém que viveu sobre os
ritos judaicos com todo fervor". Em
determinada passagem, ele diz isso.
Olha, se há alguém que poderia se
orgulhar de ser judeu, esse seria eu,
o mais zeloso dos zelosos,
o mais estudioso.
Mas em Cristo eu considero tudo isso
como nada para achar tudo em Cristo.
A grande pergunta que devemos fazer é se
nós temos proclamado o poder, glória e
valor da liberdade de Cristo a começar
pela nossa vida.
Será que realmente compreendemos o preço
que foi pago?
Será que quando dizemos que somos livres
em Cristo compreendemos
o peso e a glória?
a pena paga por Cristo e ao mesmo tempo
a glória concedida a nós.
Ou achamos que fazer parte de uma
igreja, frequentar a sala de
catecúminos, realizar a pública
profissão de fé e batismo,
mas não ter Cristo como único e
suficiente Salvador para nossa vida,
de nada vale, de nada serve, pois tudo,
tudo o que lhe foi dado para
experimentar de sua liberdade retorna
para a centralidade de Cristo.
Nós precisamos responder a esta pergunta
que a palavra de Deus nos faz. Qual é o
valor da cruz para nós?
Há um hino muito conhecido que diz: "Eu
amo a mensagem da cruz".
Amamos a mensagem da cruz.
Amamos. Amamos sim, pastor. A sua vida
expressa isso.
Você pode se autoavaliar. Não, homens,
nós já vimos isso em outras passagens,
não estamos preocupados com a nossa
condição diante de homens, mas de Deus.
Pois aqueles que assim não fazem,
aqueles que preferem definir como o seu
relacionamento com Deus será conduzido,
não conseguem expressar desta forma, mas
continuam
continuam escravos, escravos da sua
condição. O apóstolo Paulo chega a essa
conclusão, dizendo no verso 3: "De novo
testifico
a todo homem que se deixa circuncidar
que o mesmo está obrigado a guardar toda
a lei." Nós vimos isso, que o caráter da
lei, como eu já disse, era apontar a
nossa incapacidade
e ao fazer isso, nos pegar pela mão e
levar até Cristo.
Aqueles que continuam
achando que tem condições de definir a
sua relação com Deus ou definir a sua
própria liberdade pela sua própria
opinião e não a de Deus, são esses
que ficam somente com a parte de a da
lei apontando a sua incapacidade,
mas não se deixam conduzir para Cristo.
Obrigado a guardar toda a lei, um fardo
que não se pode carregar.
A palavra nos ensina que ninguém
conseguiu cumprir a lei, pois o mínimo
pensar nós já transgredimos essa lei.
Você e eu não temos capacidade de
estabelecer comunhão com Deus se não for
por meio de Cristo.
Eu sei que muitas vezes nós não dizemos
isso, mas por muitas vezes nós vivemos
esta mentira
de achar que podemos
ou que temos alguma condição de
estabelecer comunhão com Deus por meio
da nossa percepção de mundo,
por meio de ritos, por meio simplesmente
de tarefas. E Paulo está dizendo: "Olha,
não faça isso, porque fazendo isso você
continua sendo aquele que está debaixo
da lei
e de alguma forma se satisfazendo com a
condição de escravo,
retornando a essa condição."
E aí Paulo então introduz algo que pode
ser um pouco complexo a o primeiro olhar
no verso 4, quando diz que vocês que
procuram justificar-se pela lei estão
separados de Cristo. Vocês caíram da
graça de Deus. Aqui Paulo não está
tratando da hipótese da perda da
salvação,
mas da realidade de que ao manifestarmos
a nossa fé em Cristo Jesus como único e
suficiente autor e consumador, a nossa
liberdade
expressa a nossa condição em Cristo. Ele
não está falando aqui de perder a
salvação. Ele está dizendo que essa
manifestação
de retorno constante à condição de
escravos, de retorno constante a fazer
aquilo que a liberdade não quer mais que
façamos ou que não precisamos mais estar
sujeitos. Quando temos essa vida
constante de retorno e retorno e
retorno,
a verdade é que nós ainda estamos
separados da liberdade de Cristo
e de certa forma não estamos
aproveitando
ou ainda não pertencemos à graça de
Deus.
Sim, a nossa fé, dizer que cremos em
Cristo Jesus, compreendermos a liberdade
que nos foi dada em Cristo Jesus para
sermos agora escravos e servos de Deus e
não de nós mesmos, produz isso. Produz
participação.
Participação.
A segunda carta do apóstolo Pedro diz
que todas as coisas nos foram dadas para
termos uma vida de piedade. E ao
andarmos nisso, experimentarmos
da natureza divina. Você já parou para
pensar isso? que em Cristo Jesus você
recebeu a liberdade para experimentar da
natureza divina
em ser feito nova criatura, estar
debaixo de uma nova condição e tudo isso
ser expresso dia após dia, segunda,
quarta, quinta, terça noite, sábado de
manhã, constantemente experimentado por
você e visto por outros
de que Cristo é suficiente para você. a
sua maior alegria. É nele que você
deposita a sua alegria, a sua fé em dias
difíceis, nublados de angústia, de medo,
de dor. Você chorar, você se angustiar,
você se deprimir, mas saber para onde
pode correr e correr para lá,
correr para a cruz de Cristo, pois ela
define quem você é. E aí você entende o
valor que ela tem para você. E o mundo
pertence a esse mundo caído. Esse mundo
caído pertence ao maligno, como Efésios
nos lembra. Mas nós estamos aqui para
mostrar que há um reino diferente.
Vejam quanta coisa o apóstolo Paulo está
colocando para esses irmãos que
receberam o seu evangelho,
mas que por algum motivo estão se
apartando disso.
Cristo não é suficiente. Logo, você será
separado ou estará separado dos efeitos
disso.
Se Cristo não é suficiente na sua
essência, você não experimentará desta
realidade nos momentos difíceis
ou nos momentos de alegria. Se antes ele
não é a base, você não terá para onde
correr.
Se você acaba achando que pode definir o
que é liberdade, você vai ficar como
cachorro correndo atrás do rabo quando a
coisa ficar difícil, sem saber para onde
ir, perdido como cego,
ou deixando se guiar por outros cegos.
Portanto, nós devemos firmar a nossa
condição nisso, de que a liberdade de
Cristo nos foi dada e não será tirada
por ninguém. Ela nos liberta de nós
mesmos.
que ela
é o tesouro da nossa vida e que devemos,
por meio do que [roncando] fazemos,
falamos, pensamos e agimos, expressarmos
o seu valor. E ela é revogável, pois ela
é aplicada pelo Espírito Santo. E este é
o terceiro ponto que o apóstolo Paulo
nos diz aqui. A nossa liberdade é
assegurada pelo Espírito de Deus que
habita em nós. No verso 5, ele diz:
"Porque nós, pelo espírito, aguardamos a
esperança da justiça que provém da fé.
pelo espírito que nos foi dado em Cristo
Jesus, pelo poder do Espírito Santo,
nossa esperança é constituída pela fé na
suficiência da obra de Cristo, mantida
constantemente pelo seu espírito que
habita em nós.
Muitas vezes nós negligenciamos o papel
do Espírito Santo em nossa vida.
Muitas vezes nós nos esquecemos do que o
apóstolo Paulo chama de penhor, ou seja,
a garantia
da nossa salvação em Cristo Jesus. É
pelo poder do Espírito Santo de Deus que
nos mantemos firmes.
Não caia na ilusão de que você, pela sua
própria força, conseguirá se manter
firme. Veja como isso influencia até a
forma com que oramos ou nos dirigimos a
Deus.
Quantas vezes na sua oração você diz:
"Senhor, eu não consigo
Senhor, neste ponto eu sou fraco,
frágil, frouxo.
Por isso, eu creio em Teu Santo Espírito
e peço que o Senhor me guie nisso,
pois eu creio que no teu Santo Espírito
eu vou conseguir.
Dá-me, Senhor, aquilo que me pede.
Conceda-me, Senhor, capacidade. Busque
constantemente. Se alimente da palavra,
se alegre na palavra,
exercite a sua satisfação em Cristo.
Quantas vezes pela manhã poderíamos
fazer o nosso dia completamente
diferente ao lembrarmos a nossa
suficiência ou da suficiência de Cristo
em nossa vida?
ou da nossa satisfação em Cristo, pelo
poder do Espírito Santo, a sua
instrução, somos lembrados disso. Paulo
diz: "Porque nós, pelo espírito, pelo
espírito, Paulo diz anteriormente,
fiquem firmes". Agora ele diz, "Pelo
espírito, guardem, guardemos a esperança
da justiça que provém da fé.
É no poder do espírito que podemos nos
apropriar dessa liberdade que o mundo
não conhece.
Uma liberdade satisfatória mesmo em dias
difíceis.
É no poder do Espírito Santo ou por meio
do Espírito Santo que podemos descansar
na justiça da fé.
Nós precisamos responder para nós
mesmos: os dias são caóticos.
Os dias são cada vez mais difíceis e
continuarão sendo.
Precisamos alimentar a nossa esperança
das verdades que Deus revela a nós.
Era isso que Paulo estava falando a
esses irmãos. Nós vimos em exposições
anteriores dizendo: "Olha, esse é o
evangelho que eu preguei para vocês e
vocês estão olhando para outras coisas
que não apontam para Cristo".
Porque em Cristo, ele diz, em Cristo
Jesus, no verso 6, nem a circuncisão,
nem a nem a circuncisão ou incircuncisão
tem valor algum, mas a fé. Paulo está
lembrando que aqueles que aquelas
igrejas compostas de gentis que não
tinham o histórico judaico em nada
tinham a ver com o passado ou a lei.
Mas os judaisantes também não importa
sua condição antes de Cristo.
O que importa agora é quem você é em
Cristo.
Como você define a sua vida em Cristo? a
forma com que você desfruta da sua
liberdade em Cristo, não mais voltando
para práticas da escravidão, mas se
satisfazendo em fazer a vontade.
É esta fé que nos é aplicada pelo
Espírito Santo, que opera em amor, amor
da parte de Deus por nós, da parte de
Cristo por nós, para que nós pudéssemos
amar a Cristo. Nós não conseguimos amar
a Deus e a Cristo antes do seu amor se
achegar até nós.
Nós apresentamos o evangelho porque
amamos
aqueles a quem proclamamos esta palavra.
Qual tem sido o valor do evangelho à
nossa vida? Ou qual tem sido o valor da
cruz de Cristo? Ela tem nos definido,
conseguimos experimentar nas nossas
atitudes, pensamentos, conversas o valor
e a suficiência da obra de Cristo.
Paulo vai fazer essa essa primeira
aplicação e eu gostaria de trazer nesta
noite a estes irmãos.
No verso 7, ele diz: "O que te impede de
continuar? Vocês
vinham correndo bem.
Quem foi que os impediu de continuar a
obedecer a verdade? E essa é a primeira
aplicação que nós deveríamos buscar
nessa noite. O que tem te impedido
de se satisfazer na cruz de Cristo?
O que tem te impedido de descansar
completamente
em quem Cristo é? O que tem te impedido?
É a conta bancária, são os boletos para
pagar,
é uma condição de enfermidade sua ou de
alguém na sua família? É o cenário
político
do nosso país? É a violência? É a falta
de educação?
O que tem te impedido de descansar na
cruz de Cristo?
ou que tem te impedido
de desfrutar dela da forma com que ela
foi nos dada. Será que não é o seu
egoísmo?
Será que não é o meu senso de que eu não
sou tão mal assim? Ou de que há algo em
mim que me faça valer diante de Deus? O
meu orgulho, a minha prepotência, a
minha arrogância?
O que tem impedido?
o que tem nos impedido de corrermos bem.
Mas também Paulo nos lembra do cuidado
que devemos ter quando diz que um pouco
de fermento leveda toda a massa.
Quando ele nos lembra que um pouquinho
de fermento é o suficiente para fazer
acontecer,
um pouco de fermento leveda toda a
massa.
A segunda aplicação é essa. Cuidado
a quem você tem dado ouvidos.
Com quem você tem se aconselhado?
Qual tem sido a sua fonte de respostas
para questões primordiais da sua vida?
Do que você tem se alimentado?
O que você chama ou busca como
liberdade? Responda isso. O que é
liberdade para você?
É não ter que dar satisfação a ninguém.
Esse é um conceito mundano muito óbvio.
Se você perguntar para alguém, o que é
liberdade? É não ter que dar satisfação
a ninguém. O que é liberdade? Eu poder
fazer aquilo que me satisfaz.
O que é liberdade?
É o poder ir e vir.
Mas a liberdade em Cristo é muito maior
do que isso. Ela trata da nossa condição
eterna. Ela trata da nossa condição além
deste mundo, além desses governos, além
dos boletos a pagar, além da enfermidade
que pode nos circundar. Mas cuidado,
pois
mentiras [roncando] são travestidas
de verdades suavemente
dentro do nosso meio, dentro da sua
própria vida.
Cuidado com que você se alimenta, do que
você se alimenta espiritualmente.
Cuidado a quem você dá ouvidos.
Cuidado
na forma com que você estabelece o que é
liberdade.
O terceiro ponto é aplicação, na verdade
que Paulo nos traz é: confie no Senhor.
No verso 10, ele nos lembra: "Tenho
confiança no Senhor de que vocês não
mudarão o coração de vocês."
Confie no Senhor.
Confie que aquilo que ele lhe deu é o
suficiente para você caminhar com ele.
Peça ao Senhor e confie para que o seu
coração permaneça firme.
Não tenha medo. A confiança de que a sua
palavra trará luz e discernimento à sua
vida. Este é o valor que damos às
doutrinas. Por isso que é tão importante
estabelecer a razão da nossa fé. Por
isso que é tão importante conhecer ao
Deus que servimos. Por isto que esta
igreja e qualquer igreja genuinamente
cristã, será uma igreja que defenda a
palavra de Deus acima de toda e qualquer
circunstância.
Será que esse tem sido o nosso modelo de
cristianismo?
Paulo está dizendo isso aos irmãos da
Galáia e a nós aqui em Santo Amaro.
Confie no Senhor. Não se trata da sua
opinião a respeito de quem Deus é. Não
se trata da sua opinião a respeito do
que é liberdade, mas se trata do que
Deus disse e do que ele realizou em
Cristo Jesus.
Paulo era condizente com o seu
evangelho,
mas ele deixou claro no verso 11, pois
talvez alguém queria atacá-lo quando ele
disse, mas irmãos, se ainda prego a
circuncisão,
por que continuo sendo perseguido? Aqui
muito provavelmente havia um burburinho,
uma um bafafá na igreja ah da Galácia de
que Paulo havia obrigado Timóteo a se
circuncidar. E realmente em Atos 16 você
vai ver que ele faz isso, pois Timóteo
era filho,
parte, né, pai, mãe, mãe judia e pai
grego. E Paulo, então, faz com que
Timóteo se circuncide
para se achegar ou se aproximar dos
judeus, mas isso não desqualificou a
mensagem de Paulo, pois o centro dela
era suficiente de Cristo. E ele termina
esse ponto dizendo: "Olha, aqueles que
querem contrapor isso, se eu fosse
defensor da circun da circuncisão,
porque eu estaria sendo perseguido ainda
nos dias de hoje". E a palavra de Deus,
o verdadeiro evangelho tem sido
distorcido
em verdades ou mentira, pois mentira é
mentira, assim como falsos mestres são
falsos mestres, têm adentrado
o meio cristão e plantado mentiras.
Paulo está falando aqui para uma igreja,
como está falando para nós que nos
dizemos cristãos.
Respondamos qual é o valor da cruz de
Cristo.
E Paulo não alivia, ele termina num tom
bem pesado,
desejando aqui uma oração imprecatória,
desejando que aqueles que estão
distorcendo o evangelho
sejam atingidos pelo seu próprio erro.
Eu não sei se chamou a sua atenção
quando foi lido. Quem dera até se
mutilassem aqueles que estão perturbando
vocês. Paulo está fazendo analogia aqui
com aqueles que estão obrigando
os gentios a fazerem a circuncisão. Ele
diz: "Olha, tomar eles
sofram o próprio dano daquilo que estão
impondo a vocês." Paulo não está dizendo
que esse é um modelo para tratar os
membros da igreja. Pelo contrário, a
carta de Paulo aos Gálatas é o manifesto
de amor pela Igreja, mas da compreensão
dos maus e dos perigos que a cercam.
Nós, como líderes, devemos ter essa
percepção e não aliviar, principalmente
quando a defesa é a mensagem da cruz.
Como eu amo a mensagem da cruz. Nela há
gozo e triunfo.
Como eu amo a mensagem da cruz, pois ela
é o que me deu liberdade.
Que esse seja o canto em nossa boca, dia
após dia, que respondamos às perguntas
que Paulo
ou Deus nos faz por meio do apóstolo
Paulo. O que nos impede? O que nos
impede de nos satisfazermos na cruz de
Cristo? Se você identificou o que está
te impedindo, tire isso. Não retorne à
condição. Não retorne à aquilo que lhe
fazia como um escravo, pois é para a
liberdade que Cristo o libertou. Vamos
orar.
Ó Senhor, diante de ti,
pedimos que o Senhor molde o nosso
coração. O Senhor conhece os nossos
dias, o Senhor conhece o que está
passando em nosso coração.
O Senhor conhece os nossos dilemas e
aquilo que temos colocado como obstáculo
para desfrutar do que a obra de Cristo
tem para nos dar.
Não estamos falando de perda da
salvação, mas estamos falando sim,
Senhor, de desfrutarmos daquilo que
Cristo nos deu.
Que a cruz de Cristo seja o nosso maior
tesouro.
Que a cruz de Cristo, Senhor, seja
aquilo que nos faz cantar nos dias da
adversidade, que nos faz, Senhor, termos
vigor em dias difíceis.
Que a cruz de Cristo seja a nossa
alegria para proclamarmos ela a todos
aqueles que estão à nossa volta. Que o
mundo veja, que o mundo perceba, que o
mundo seja ensinado por meio da nossa
vida, das nossas atitudes,
que a cruz de Cristo é o nosso maior
tesouro e é a nossa garantia. Que teu
Santo Espírito aplique isso em nosso
coração, que pelo poder do teu Santo
Espírito possamos experimentar.
Traga-nos a memória, ó Pai, as tuas
palavras. Traga-nos à memória e ao
coração, ó Pai, as tuas verdades. Este é
o nosso desejo. Esta é a nossa confiança
e esta é a nossa alegria. Em nome de
Cristo Jesus. Amém. M.

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