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A fé vem pelo ouvir

Vai-te em paz (1 Samuel 1.9-18) | Rev. Alexander Lemos

Vai-te em paz (1 Samuel 1.9-18) | Rev. Alexander Lemos

Vai-te em paz (1 Samuel 1.9-18) | Rev. Alexander Lemos

Primeira Igreja Presbiteriana de Goiânia
+55 (62) 3213-3320 ou 98113-0461‬ (WhatsApp)
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Legendas automáticas:

A graça e a paz do nosso único e
suficiente Salvador Jesus Cristo.
Abra a sua Bíblia. Primeiro livro de
Samuel, capítulo 1,
versículo 19.
Primeiro livro de Samuel, capítulo 1,
versículo 19.
Diz assim a palavra do Senhor:
"Levantaram-se de madrugada
e adoraram perante o Senhor e voltaram e
chegaram em sua casa a Ramá eucana
desculpe versículo 9, não é o 19.
Esse é outro sermão.
Então, volte aí pro versículo 9. Após
terem comido e bebido em Siló, estando
Eli, o sacerdote, assentado numa cadeira
junto a um pilar do templo do Senhor,
levantou-se Ana e com amargura de alma
orou ao Senhor e chorou
abundantemente. Até aqui por enquanto,
vamos orar mais uma vez.
Senhor dos exércitos,
se benignamente olhares, ó Deus, para o
teu servo e para o teu povo que está
aqui hoje,
fale, ó Deus, a nosso coração através da
tua palavra com poder e graça, em nome
de Jesus. Amém. [roncando] Amém. Os
irmãos, a maioria dos irmãos aqui
conhecem essa essa história que primeiro
livro de Samuel vai começar narrando o
nascimento como Samuel nasceu.
Personagem bíblico tão importante que
ele está localizado aqui na transição,
saindo do tempo dos juízes. E esse tempo
dos juízes está se encerrando e
encerrará com Samuel.
E um fato novo, histórico na vida
daquele povo mudará. Antes eles eram
tribos que às vezes se reuniam, uma
brigava com a outra, haviam problemas de
pecado, idolatria, era um povo, mas um
povo dividido em tribos.
E esse tempo estava acabando e estava
para iniciar um novo tempo na história
de Israel, de um reino unificado e um
rei.
E esse é um ponto fundamental na
história de Israel e em toda a narrativa
bíblica. Então é um fato extremamente
importante.
E vocês sabem que naqueles dias eles
tinham que se locomover
até o sumo sacerdote, onde estava o
templo, o tabernáculo, para pelo menos
uma vez por ano para oferecerem
sacrifícios
e e ali estarem diante do Senhor, diante
do sumo sacerdote e essa família aqui
reunida que é Eucana, que é o o homem,
Penina e Ana Eles foram então para o
tabernáculo
e essa família era uma família um pouco
complicada. Primeiro porque Ocana tinha
duas esposas, uma Penina, ela tinha
filhos, já Ana não os tinha.
Mas só que a questão não era só essa,
não era só a tristeza de Ana de não
poder ter filhos.
Naqueles tempos, vocês sabem, meus
irmãos, que uma mulher se casar e ela
não ter filhos era terrível,
era uma inutilidade total. Ela convivia
com essa tristeza de não poder dar
filhos. Isso era terrível.
Mas o problema não era só esse, não era
só o coração de Ana. O problema era
Penina.
Porque o texto diz que Penina a irritava
constantemente.
Eucana amava a Ana, mas Penina a amolava
e perturbava, a humilhava
constantemente.
Por isso que a situação era mais grave
ainda.
Então, o texto que nós lemos diz que
após terem comido e bebido em Siló,
estando ali Eli e o sacerdote assentado
numa cadeira junto a um pilar do templo
do Senhor, levantou-se Ana e com
amargura de alma orou ao Senhor. Chorou
abundantemente.
Diante desse clima todo, o que foi que
Ana fez? Ela se levantou, saiu daquele
lugar e mesmo com amargura de alma, com
coração amargurado, ela se levantou e
foi orar ao Senhor. E ela chorou
abundantemente.
Eu gostaria desse, desse breve sermão
que nós teremos hoje. Queria dividir em
três cenas. E essa é a primeira cena,
a cena
de uma mulher amargurada, mas que ela se
levanta para orar. Mas ela não se
levanta para orar de qualquer forma. Ela
não foi lá somente para despejar a sua
amargura
diante de Deus. Ela não foi reclamar com
Deus,
mas uma mulher que ela foi orar ao
Senhor com coração piedoso, humilde. Foi
assim que ela se chegou diante de Deus.
E aqui a gente pode tirar uma primeira
lição para nós.
Mesmo quando nós estamos sendo
humilhados, perseguidos,
nosso coração está angustiado, como ela
mesma diz aqui nesse texto, cheia de
ansiedade,
mesmo com o coração assim,
ela foi buscar o Senhor em oração.
Um coração amargurado, cheio de
amargura, ela orou e chorou
abundantemente diante do Senhor.
E no versículo 11, olha só as
características da oração de Ana.
E fez um voto dizendo: "Senhor, Senhor
dos Exércitos". É a primeira vez que
essa expressão aparece na Bíblia,
Senhor dos Exércitos.
Quando ela diz isso, ela está falando:
"Senhor, eu conheço o Senhor, eu sei
quem que o Senhor é. O Senhor é o Deus
todo- poderoso e Yahé, e o Senhor é o
Senhor dos Exércitos". maioria dos
comentaristas
afirmam que eh
quando se fala isso a respeito de Deus,
reconhece que ele é o Senhor dos
exércitos celestiais, que o Senhor
reina, que o Senhor tem poder e
autoridade sobre as miriíades celestiais
e que como ele tem esse poder sobre os
anjos do céu, ele não terá sobre todos
os exércitos da face da terra. Então
aqui quando ela diz isso, ela fala:
"Senhor, tu és o Deus todo poderoso e o
Senhor pode fazer qualquer coisa porque
o Senhor é o Senhor dos exércitos". É
assim que ela se aproxima diante de
Deus.
E olha só como o coração dela é piedoso.
Ela não é só sincera diante de Deus. Às
vezes nós erramos nas nossas orações
porque nós achamos que nós nós devemos
ser sinceros em nossas orações,
mas nós devemos nos aproximar de Deus
com temor,
com piedade, sabendo que ele é o Senhor
dos exércitos, o Deus todo- poderoso. É
assim que nós chegamos diante de Deus e
assim que nós aprendemos com Ana. Olha
só a oração dela. Diz assim: "Se
benignamente atentares para a aflição da
tua serva".
Olha só, ela clamou pela misericórdia de
Deus, pela bondade de Deus. Ele está
dizendo: "Senhor, eu o que eu vou pedir
pro Senhor, eu não mereço nada disso,
mas eu estou clamando pela sua
misericórdia, pela sua bondade. Senhor,
olha para mim, porque eu sou tua serva".
É com coração de servo que nós devemos
correr para Deus
nas nossas orações.
Oramos como servos e não como donos de
Deus,
não como autoridade diante de Deus.
Não com vitimismo diante de Deus. Ela
poderia ter orado assim: "Senhor, Senhor
está vendo tanto que eu estou sofrendo.
Todo mundo está judiando de mim. Ninguém
tem dó de mim. Olha só o que que tá
acontecendo aqui." Não. Ela se
apresentou diante de Deus como serva do
Senhor dos Exércitos. Com humildade ela
se aproximou diante de Deus.
Olha só.
E ela e ela ainda diz: "De mim te
lembrares e da tua serva não
esqueceres".
Engraçado, parece que ela ela ela está
repetindo, né, a mesma coisa. Mas aí ele
tem dois verbos aqui diferentes, que é
lembrar e não esquecer.
E maioria dos comentaristas afirmam que
ela ela está aqui
se apropriando do pacto, da fidelidade
pactual de Deus, daquilo que Deus fez no
passado e daquilo que Deus prometeu que
faria no futuro. D é um Deus que ele nos
abençoa, que está no controle do nosso
passado e do nosso futuro, porque é o
Deus da aliança e ele é fiel à sua
aliança. aliança que ele faz com o seu
povo.
E olha só o pedido que ela faz e lhe
deres
um filho varão.
Ela não poderia ter pedido tantas outras
coisas.
Ela poderia ter pedido, Senhor, manda um
raio na cabeça de Penina.
Senhor, manda essa mulher para outra
cidade.
Senhor, eu quero ter muitos filhos. Eu
quero ter mais filhos do que Penina. Ela
não poderia ter orado assim,
porque eu quero ganhar dela.
Ela poderia ter orado tantas coisas, mas
sabe o que que ela pediu?
Senhor, Senhor dos Exércitos, se o
Senhor me der um filho varão,
era só o que ela queria. Ela já se
alegraria. Ela saberia que o Senhor a
ouviu, que o Senhor a abençoou.
E olha só o coração dessa mulher, tanto
que nós precisamos aprender.
O que ela faria se Deus lhe desse um
filho? O darei por todos os dias da sua
vida e sobre a sua cabeça não passará
navalha.
um filho que ela tanto queria, que ela
orou e de uma forma milagrosa,
se Deus desse esse filho a Ana,
sabe o que que ela faria? Devolveria o
Senhor
em adoração a Deus,
em gratidão. A gratidão dela seria tão
grande que ela daria o que ela teria de
melhor.
Sabe o que que ela tem de melhor? o
filho que Deus deu.
Gente, que coisa maravilhosa.
Nós somos tão apegados às bênçãos que
Deus nos dá.
Deus nos dá bênçãos. Muitas vezes eles
se tornam ídolos na nossa vida porque
nós não o consagramos.
Não consagramos essas bênçãos a Deus
para a glória de Deus. E é isso que nós
devemos fazer. Se a nossa vida é para a
glória de Deus, tudo que Deus nos dá é
para a glória dele. E nós devemos
consagrar isso para a glória de Deus. É
esse que é o voto de do nazireado aqui
que ela propôs a Deus.
Deus, eu não vou
ele, o o cabelo dele não vai ver
navalha.
Eu não posso ser nazireu.
Mas ela consagrou.
o seu filho, aquilo que Deus
poderia dar a ela, ela não ficaria com
ele, não. Você, meu filho, você Deus me
deu e agora você não sabe o que que ela
fez? Consagrou a bênção que ela recebeu
ao Senhor.
Você consegue fazer isso? [risadas]
Você que é mãe, você conseguiria fazer
isso,
mas nós podemos fazer.
apresentando os nossos filhos em oração,
trazendo-os à igreja, ensinando a
palavra de Deus,
sendo fala, sempre fala: "Meu filho, eu
estou criando você." É para o Senhor, é
para a glória dele.
Acho linda uma frase que tem ali no IP
que é educando filhos para
educando filhos para Cristo. É isso que
nós fazemos e esse que deve ser o
propósito da nossa vida. E esse que deve
ser o propósito final da nossa oração.
A maravilha da nossa oração de pedirmos
algo a Deus é a consciência de que nós
podemos receber algo do Senhor e aquilo
que nós recebemos, nós agora dedicamos a
ele. Você acha que é uma atitude fácil
essa que Ana teve? Não era. Ela veria
ele uma vez por ano,
mas ela fez isso. Então ela orou? Sim,
ela orou com amargura de alma. Sim,
mas vocês perceberam o conteúdo da
oração dela? Piedade, humildade
e adoração a Deus e gratidão.
Precisamos aprender muito com ela a
orar. Como nós devemos orar? Vamos
aprender então com Ana. E aí surge agora
uma segunda cena.
No versículo 12, vamos ler. Demorando-se
ela no orar perante o Senhor, passou Eli
a observar-lhe o movimento dos lábios.
Porquanto Ana só no coração falava, seus
lábios se moviam, porém não lhe ouvia
voz nenhuma. Por isso, Eli a teve por
embriagada e lhe disse: "Até quando
estarás tu embriagada? Aparta de ti esse
vinho." Gente, Eli, o sacerdote,
o pastor,
o responsável pela espiritualidade
daquelas pessoas que estavam ali,
ele estava sentado, né? algumas
traduções, não é só cadeira, é um trono,
era uma cadeira grande, porque Eli era
grande, ele era farto.
E ele ficou ali observando ela, orando
sozinha
e ela demorava. Outra coisa que nós
aprendemos com Ana, ela demorava
na sua oração e ele não entendia o que
ela estava falando porque ela só
balbuciava.
Que que foi que ele pensou?
É mais uma mulher embriagada aqui no
tabernáculo. Por que mais uma mulher
embriagada,
meus irmãos? Porque Deus nos chama para
a oração,
mesmo independente do contexto que nós
estamos, mesmo que o contexto seja uma
barreira.
E aqui é um contexto religioso,
tudo contribuía contra. Sabe por Eli
achou que ela estava embriagada? Porque
isso estava sendo comum ali. Porque os
seus filhos,
que eram também sacerdotes, eles andavam
longe de Deus e faziam coisas absurdas
ali no templo.
Não era estranho ter uma mulher
embriagada
ali no tabernáculo,
porque o contexto não era compatível com
o coração de Ana, mas mesmo assim ela
orou demoradamente buscando a Deus.
independente desse contexto,
independente da frieza e da
insensibilidade de Eli, independente
disso, ela continuou orando
e mesmo depois que Eli falou assim, ó,
até quando você vai ficar bebendo?
E mesmo diante dessa cena tão
insensível,
mesmo no contexto religioso, que nós
podemos experimentar isso também.
Agora entra uma outra cena. Olha só,
versículo 15, a resposta de Ana.
Porém Ana respondeu: "Não, Senhor meu,
eu sou mulher atribulada de espírito.
Não bebi nem vinho, nem bebida forte.
Bebida forte era uma bebida que ela era
eh e feita da fermentação de outras
frutas, algumas verduras de outras
outros cereais. Isso era uma bebida
forte. Ela não bebeu nada. Porém, venho
derramando a minha alma perante o
Senhor.
E olha só o que ela mais diz. Não
tenhas, pois, a tua serva por filha de
Belial,
porque pelo excesso da minha ansiedade e
da minha aflição, é que tenho falado até
agora. Olha só o que que Ana está
falando, falando assim: "Eli,
não me tenhas por filha de Belial. Eu
não faço turma do dos seus filhos.
Porque os filhos de Eli foram chamados
de filhos de Belial.
Depois continue a leitura, né, do texto
na sua casa. Ela falou: "Eu não faço
parte dessa turma. Sabe por que eu estou
aqui, Eli? Porque eu estou angustiada de
alma. Porque eu estou com extrema
ansiedade.
Mas sabe o que que eu fiz? Eu estou aqui
orando e buscando ao Senhor, derramando
a minha alma perante ele.
Olha a resposta que ela deu.
Independente do contexto dos filhos de
Belial, ela estava ali para buscar ao
Senhor e se derramar na presença dele.
Independe do contexto, meus irmãos.
O que importa é se nós vamos buscar a
Deus ou não em oração, com humildade,
com devoção,
com sinceridade também, mesmo com
coração amargurado, mas sabendo que nós
estamos orando para o Senhor dos
Exércitos. E agora entra uma terceira
cena, porque muda o clima. Se na segunda
cena tivesse uma música de fundo, a
gente poderia imaginar um drama, algo
pesado.
Mas agora muda, muda a cena, porque olha
só o que
versículo 17 nós lemos. Então lhe
respondeu Eli: "Vai-te em paz e o Deus
de Israel te conceda a petição que lhe
fizeste."
Sabe o que que aconteceu aqui? Ele
entendeu o papel dele naquele momento.
Ele acordou, ele falou assim: "Olha,
estou vendo uma mulher que está aqui com
coração sincero se derramando diante de
Deus e buscando o Senhor dos exércitos.
aquilo mexeu com ele, deixou
envergonhado, constrangido assim: "O que
que eu falei para essa mulher?"
E naquela hora ele lembrou
do seu papel como sumo sacerdote, como
sacerdote ali daquele lugar para
abençoar a vida das pessoas.
Então ele disse: "Vai-te em paz e o Deus
de Israel te conceda a petição que lhe
fizeste".
Olha o que que aconteceu agora nessa
cena. E disse a ela: "Acha tua serva
mercê diante de ti." Assim a mulher se
foi no seu caminho e comeu. E o seu
semblante já não era triste.
No hebraico, ele termina assim: "E o seu
semblante já não era,
não era mais do jeito que estava,
não era mais triste."
Olha o que que aconteceu aqui. a o papel
daquele sacerdote, o tanto que ele foi
importante na vida dela como resposta da
oração de Ana. Sabe por Deus estabeleceu
na sua, na sua aliança que ele sempre
usaria um mediador entre nós e Deus. E
aqui nós encontramos
E aqui nós encontramos
uma mulher clamando a Deus em oração e
um sacerdote que agora ele se colocou
como mediador entre ela e o Senhor e a
abençoou ali.
Meus irmãos, não podemos nos aproximar
de Deus sem o mediador. Todo ministério
sacerdotal, todo sacerdote aponta para
Cristo, o nosso sumo sacerdote. Nós
encontramos isso de uma forma perfeita
no livro de Hebreus.
Agora, e os sacerdotes, eles apontam
para Cristo, mas eles são tão
imperfeitos, eles cometem tantos erros,
tantos absurdos,
mas aponta para Cristo, mas aponta o
imperfeito apontando para o perfeito,
aquele que viria agora. E como lá em
Hebreus diz,
aquele que se compadece,
aquele que se compadece de nós,
porque ele passou por todas as nossas
aflições. Nós temos um sumo sacerdote
perfeito que intercede por nós, que é o
nosso mediador entre nós e Deus. E olha
só o que que aconteceu no coração de
Ana, que antes estava tomado pela
ansiedade,
pela depressão, que estava tomada por
sentimento de angústia, de amargura, ela
não conseguia comer.
Ela depois dessa bênção sacerdotal,
ela creu.
Ela creu e pela fé
a graça alcançou a graça. Porque Ana
significa graça,
mercou,
a graça de Deus entrou no seu coração e
ela creu.
Meus irmãos, não há como a ter paz sem
ter fé antes.
Ela creu que Deus a ouviria. Ela creu
que Deus daria um filho a ela.
Por isso que ela saiu em paz, alegre.
Seu rosto já não era triste.
Ela até chegou para cano, falou:
"Eucano, aquela comida que você guardava
para mim, você ainda tem aí? Eu tô com
fome agora. Eu quero comer porque Deus
me ouviu.
Deus atenderá a minha oração e o meu
clamor.
Nós vivemos um contexto assim
de pressões, ansiedade, medo e nós
adoecemos tanto por causa disso.
Mas o que nós aprendemos hoje aqui?
Nós temos que continuar orando. Temos
que orar da forma certa, nos aproximando
de Deus com humildade, com temor.
Temos que orar corretamente,
fazer com que o nosso pedido seja para a
glória dele e entregar a ele tudo aquilo
que nós recebemos dele.
Mas o ponto fundamental que mudou todo
esse contexto da cena dois para cena
três,
foi quando o mediador, o sacerdote
entrou em ação.
E assim é Cristo na nossa vida. Quando
Cristo nos abençoa, nós encontramos uma
paz que excede todo entendimento, porque
a paz que ele nos dá não é a paz que o
mundo pode nos dar.
E quando nós cremos, nós então podemos
descansar e ir em paz, assim como Eli
disse a ela, vai-te em paz.
É através de Jesus Cristo. Nenhum homem
na face da terra pode encontrar a
verdadeira paz
sem que o mediador supremo diga: "Vai-te
em paz".
Que você encontre paz hoje no seu
coração. Aqui nós lemos o exemplo de
Penina. Mas o que é que tem te deixado
angustiado, amargurado?
O que é que tem tirado o seu sono com
ansiedade?
Saiba que em Cristo Jesus você encontra
a verdadeira paz.
Continue em oração a despeito dos
contextos,
continue em oração,
porque Deus ele é fiel
para cuidar do seu povo.
Vamos orar.
>> [música]
>> เ

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