🔴AULIVE, GUSTAVO MACHADO E HERIBALDO MAIA ABRINDO CAMINHO PARA UM DEBATE FUNDAMENTAL
16/07/2026
🔴AULIVE, GUSTAVO MACHADO E HERIBALDO MAIA ABRINDO CAMINHO PARA UM DEBATE FUNDAMENTAL
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Fonte: Bruno Reikdal
Legendas automáticas:
[música] Minha gente, tudo bem com vocês? Como é que vocês estão? [música] Excelente dia. >> Totalmente excelente. [música] Bom dia. Bom dia. Bom dia. Baixar um pouquinho aqui. Começa aquele susto e baixa o volume. Tudo bom? Como é que você som? Tá bom? Som tá bom. Bora lá para mais conteúdo totalmente excelente aqui no nosso canalzinho. Seja muito bem-vindo, muito bem-vinda, muito bem-vindo. Se você não é inscrito, não esqueça de curtir esse vídeo aqui, comentar para engajar, espalhar a palavra por aí, considerar ser membro, membro, membro, membresia aqui do nosso canal, porque é isso que sustenta o nosso trabalhinho aqui. Nós somos um grupo pequeno, mas fiel e resistente de uma comunidade muito gentil e engajada que tem facilitado aí as possibilidades da gente desenvolver um tipo de conteúdo que articula discussões acadêmicas com certa qualidade e um pouco de entretenimento com humor completamente quebrado e um pouco sem noção ou com graça para poucos. Mas o que importa não é humor, o que importa é conteúdo e teoria. Então, minha gente, chega aí com a gente, tudo bem? Se você se torna membro, membra, membre, membrezinha aqui do canal, você ainda pode participar do nosso grupo do Zap. Sim, é um grupo exclusivo para todas as pessoas que são membros aqui do canal, então exclusivo para você e para todas as outras, obviamente. Você pode ter acesso quando se torna membro ou membro, membro, membresia aqui do nosso canal, além do grupo do Zap, você pode também ver os cursos que a gente tem ofertado, Marx e Religião, evangélico e política no Brasil, como fazer seu projeto de pesquisa, eh, ética da libertação. A gente tem bastante coisa interessante aí. Então chega com a gente além de outros conteúdos, vídeos, discussões, reflexões, a nossa rádio crític crente, é coisa para caramba. Então vale a pena e custa aí um café expresso de qualidade. Beleza? Chega com a gente porque é isso que nos mantém de pé nessa brincadeira. Tamo junto. Valeu. Eu acho que eu não esqueci nada. Então não esquece de curtir esse vídeo aqui, espalhar pro pessoal compartilhar, etc, etc, etc, porque nos ajuda. Beleza? Além de participar aqui no chat, é um chat gentil, um chat agradável, que goste de trocar ideia. sempre muito respeitoso e a gente se ajuda, se facilita no nosso canalzinho pequenino, irrelevante, mas fiel e resistente. Bom dia, minha gente. Tudo bem com vocês? Estou animado hoje. Estou animado. Estou animado. Coisas aconteceram. Bom dia, querido William. Tudo bem? Você estava aguardando, mas não está mais. Seja bem-vindo. Começamos. Bom dia, meu bom. >> [risadas] >> Bom dia, querido Borduna, que também estava ali preparando o seu acampamento, eh, pra gente poder começar a live. Começamos, começamos. E desborduna. Aê a au. Bom dia, bom dia, querida Jéssica. Tudo bem com você? Espero e desejo que sim. Que bom que você tá aqui com a gente mais uma vez. E bom dia, nosso querido templário. Primeiro templário comunista radicalizado que nós temos aqui. Nosso templário disse: "Bom dia, bom Bruno Radical". Ouço o Charlie Brown e ando de skate radical. Bom dia, meu bom. Piquer do Borduradamente manda bom dia, boa tarde, boa noite por enquanto, né? Porque pode ser uma pessoa esteja assistido posteriormente. Você tem toda a razão, mas nós não. Nós nos encontramos às quartas-feiras de madrugada aqui, né? E diz: "Querida Jéssica, Espanha só no Toc toc ou tic taca mandou França para casa". É, eu estava pessoalmente torcendo pra Espanha para ela ir pra final para nós para termos aí finalmente a finalíssima que foi cancelado, né? por motivos geopolíticos, né, recentemente. E aí a gente não teve a disputa entre o melhor europeu contra o melhor latino-americano, de acordo com os campeões de suas respectivas copas, né, Copa América, Copa Europeia. E aí eu espero que nós tenhamos a finalíssima, né? Então tô torcendo aí que tenhamos Espanha e Argentina na final. A Espanha ganha na final, o Messi bate todos os recordes possíveis da história da terra. Todo mundo fica feliz. É o cenário, o cenário da paz mundial seria esse diz querido fazer o bom dia meus materialistas. Materiais com ideias idealistas. É aqui nós estamos nesse pique. Bom dia, querido. E diz bom dia, querido Gabriel que diz bom dia pós Eureca. Exatamente. A luzinha finalmente pôde ser acesa. Ontem eu consegui no dia 14 de julho do ano da graça de 2026 formalizar a minha teoria social com método próprio. 8 anos de trabalho se foram e conseguimos. Conseguimos. Vitória, vitória, vitória. Mas é isso, é isso, é isso. Ai, ai, que bom. Pergunta fazer o watch, não é Gabriela Silva? Ah, eu já não sei mais. Eu já não sei mais. Existem muitas possibilidades fazer o watch. Existem muita possibilidades. Fazer o quê? que é sempre fazer o what que disse parabéns por muito obrigado. Eu agradeço. [risadas] Diz templário Messi faz 47, mas Lamini faz 48 gols no último minuto da prorrogação. É, não. Espero que quebrem todos os recordes da história [música] da Terra. Ia ser legal. Bom dia, querido Felipe. Felipe, primeira pessoa beatificada em vida aqui pro nosso canalzinho, pra nossa igreja barista. Seja muito bem-vindo, querido Felipe. Obrigado por sempre estar conosco, nos apoiando. E diz Gabriela Silva, é Gabri Silva, ou seja, tem um L sobrando no nome dele. Nem L tem, mas é Gabriel. A gente sempre chama de Gabriel, mas é Gabriel. [risadas] Pergunta que do Templário. Gente, é o G, não é? Não é a Gabriela Silva, é o G. Exatamente. Para quem não sabe, é G. É o G, porque é o apelido carinhoso que Gabriel tem em nosso grupo do WhatsApp, exclusivo para membresia do canal. Então é ele mesmo, é o G. Exato. G. Ah, minha gente, hoje temos temas interessantes, temas quentes, temas bons, debates bons, conversas boas. Gabri Gabri La Silva. Exatamente. É Grabi. Lalala Silva. É o nome dele. É que não cabia o lalá, né? Aí nisso ai ai. O papo vai ser bom hoje, viu? Tô animado, tô feliz. Ah, e vamos para o um papo bacana. Tô animado, tô feliz. Nós vamos aqui colocar autores contra autores, intelectuais contra intelectuais, youtubers contra youtubers e seremos felizes. Exatamente. Diz querido Felipe com dois L que poderiam chamar de Fedipe. Meu nome roubou o L do do Gabri. Exatamente. Temos então agora o Gabri e o Fedipe, né? São, é, exatamente, são nomes finos. Nomes finos. Gabri parece o nome de queijo, né? Um um queijo Gabri. Sou sofisticado. [risadas] [suspirando] Ai, ai, ai. Um queijo Gabri. Ah, vamos lá, vamos lá, vamos lá. Hoje a gente tem vídeo para ver, tem coisa para bagunçar, tem treta para arranjar, mas obviamente que as nossas tretas aqui nunca são desagradáveis, nem sem educação. Somos gentis e buscamos aqui fazer pontes, pontes das inimizades, mas pontes. Deixa eu só ajeitar aqui esse trem aqui que eu tô apanhando. Pergunta, querido Gorduna. Hoje tem rinha de autores. Boa, Bruno Bet. Tá pago bem. Vejam as ordes de pau de fisher, né? Não. E não é só isso. Hoje nós vamos colocar as mãos em uma colmeia que tem um mel gostoso, mas abelhas totalmente violentas e agressivas. Nós vamos discutir com Gustavo Machado, o que não é uma novidade, né? Eu, aliás, eu tenho que fazer isso. Pera aí, pera aí, eu vou Ai, eu sou muito cabeção mesmo. Deixa eu pegar um trem aqui, mostrar para vocês. Porque tem tem algumas pessoas não acreditam que a o mundo, eu tenho uma história, uma reflexão para contar para vocês. O mundo, o mundo ele é ele é um ovo. Ele é um ovo. Ovo é um ovo, é pequeno, né? O mundo é um ovo, é pequeno. O mundo é um ovo e muito mal frequentado. Então eu vou provar para vocês que o mundo é um ovo e muito mal frequentado, pessimamente frequentado. A gente se organiza muito mal nessa vida e aí acontecem umas coisas que você fala: "Não, não é possível". É possível. Acho que é possível. Mostrar um trem para vocês aqui. Ah, o mundo é um ovo e mal frequentado. Então, nesse mundo que é um ovo e mal frequentado, né, muito pequeno, muito pequeno, não dá. O mundo é um ovo muito mal frequentado, muito pequenininho. Todo mundo acaba se trombando, se conhecendo nessa vida, de repente, quando você faz um esforço, é por isso que a tática mineira de reconhecimento de pessoas é tão funcional, né? Não sei se vocês conhecem a tática mineira de reconhecimento de pessoas, como um mineiro eh naturalizado que sou que acontece em Minas, se você vai em Minas, vai visitar alguém e aí a pessoa te diz assim: "Eh, ah, você vai lá encontrar alguém, visitar alguém." Aí a pessoa te apresenta pro vizinho, chega, te apresenta pro vizinho. Esse aqui é o o Bruno veio visitar a gente. Esse aqui é o Bruno. Ele veio visitar a gente. Aí o que que o mineiro faz? Você é filho de quem? Aí você fala o nome do seu pai, da sua mãe, né? De PR. Ele não conhece nem reconhece essas pessoas. Mas você tá onde? E mas é primo não sei quem. Ah, ele vai começar a buscar sua árvore genealógica até encontrar alguém que seja parente de alguma maneira encontre uma conexão afetiva ou próxima e fala: "Nós é primo". Em última instância vai ser isso. O mineiro, ele sempre você é filho de quem? E começa a caçar qual é a sua genealogia para poder te entender dentro de uma estrutura em que você seja primo de alguma maneira dessa pessoa, o que é incrível. Eu acho incrível. Então funciona esse método porque o mundo é um ovo muito mal frequentado. Então de alguma maneira as pessoas se conhecem, elas se trombam, elas existem entre umas e outras, tá? Então é isso. Deixa eu ajeitar o trem aqui. Bom dia, querido Ryan Augusto ou Rana Augusto ou Riana Augusto. Riana Augusto. Riana Augusto. Um nome legal, hein? Nome de artista. Bom dia. Tudo bem, cara? Como é que você tá aí? De boa, Ryan, querido Templário diz: "Construindo pontes ponteosas com cheiro e gosto de ponte". Exato, são pontes pontíferas, querido Ravi Oliveira. Ravi Oliveira, Ravi Oliva, como é que tá? Ravi, tudo bem, cara? Espero e desejo que sim, cara. Ravio, Ravi também é um nome legal. Raviot com o Gabri, com o Fedipe. Já somos três aqui com nomes sofisticados. Quido fazer watch? Não seja que nem o Pedro Ivo, The Breer Burner. [risadas] São táticas diferentes, né? Métodos diferentes de trabalhar. O dele é mais eficaz, né? O canal dele tá tá tá paga as contas. O meu não paga. Descida Jéssica, acho interessante que o Mineiro brigando parece que estão conversando normal. Agora o carioca brigando parece que tá no FC. Não, o carioca dando bom dia, né? Ele ele você pergunta como é que tá o dia, você já começa a ser ofendido gratuitamente. O mineiro não. O mineiro ele te assalta com carinho. O almoço, você pode passar sua carteira, por favor. Aí você fala: "Claro, como é que você vai negar?" Entrega a carteira pra pessoa. "Moço senso, você pode passar o seu celular para mim?" Aí pronto, agradecido, tá tudo certo. Aí você pá e você assaltado agradecendo a pessoa que te assaltou. Borduna está olhando alguém. Bom, mas é o seguinte, o mundo ele é pequeno, é um ovo, né? O mundo é pequeno e mal frequentado. Aí o pessoal vai falar aqui: "Ah, você está querendo surfar no hype do Gustavo Machado de orientação marxista? Porque vocês aí, youtubers vivem de treta. vocês youtubers, né? vocês aí que ficam fazendo essas coisas de YouTube. Ah, pelo menos uns 10 ou 11 anos, isto aconteceu na história. Reconhecem estas pessoas? Este aqui eu não faço ideia quem seja, mas esse aqui é o Gustavo Machado. Esse é o Machado. Gustavo Machado sem cabelos brancos, com entradas já, né? já tá aqui com M forte, um M considerável, mas cabelos ainda não grisalhos e magrinho. Eu magrinho também, quer dizer, essa pessoa aqui magrinha também com esse cabelo de Lego, né, de Playmobil que você consegue retirar e colocar novamente, tá? Este encontro aconteceu num lugar interessantíssimo, conhecido como fora da internet. fora da internet. Estamos completamente fora da internet. Isso é um encontro fortuito num debate na Universidade Federal de Minas Gerais, no encontro de pós-graduação em filosofia. Eu estava apresentando meu trabalho e o Gustavo foi convidado especialmente pelo nosso querido Luiz que está aqui, Luís, incrível Luiz, convidado para ser o debatedor. E aí ele era o meu debatedor e eu apresentando o trabalho e aqui nós nos conhecemos. Então aqui estamos num papo amistoso e gentil. É, meus amigos, [risadas] diz que do Ravi, do lado do homem eu não conseguiria conter emoção. Aí a gente tem duas dúvidas, de qual dos três homens que ele tá falando e a segunda que caso seja do Gustavo, nem canal ele tinha nessa época, nem eu, né? O meu canal é mais novo, é recente. O do Gustavo já tem o canal há há um tempinho, mas aqui não existia esse negócio. A gente nem estava nesse mundo aí, né? Não, não estávamos nesse universo ainda. Não estávamos nesse universo. V de Vegeta. >> [risadas] >> Dou de Vegeta. É, é. Coitado do Machado. [risadas] Nossa, Vegeta diz que fazer. Como assim fora da internet? Sim, sim, existe vida fora da internet. Talvez as pessoas não saibam disso. Templário comenta: "Não sei onde é esse fora da internet". É, ela ela roubou um pouco o mundo, né? Rav é, eu já li do Ravi quer Guiden. Guiden ou Guaden Guaden Guaden parece até uma palavra aí em holandês. Guardaden, mas é olha aí incubadora de comunistas. Você ver, né? A universidade tá cheia de comunistas. Exatido Borduna no mundo analógico dos antigos ititas. Exatamente. Ai, mas lá estávamos. Não lembro que ano foi isso aqui. Eu acho que foi 2016, 2015, 2016, sei lá. Mas foi legal. Eu acho que foi 2016, porque foi no mesmo ano que eu fui, que eu encontrei o Dussell, o Henrique Del. Depois a gente teve um papo interessantíssimo no almoço. Mas é, é isso aí, é isso [música] aí, é isso aí. Você vê, né? Você vê como o mundo é. Nós somos amiguinhos. Diz querido Cléber Lauer. Bom dia. Bom dia, Cléber. Chegou. Que p acabei de mostrar aqui uma uma foto que comprova que existe mundo fora da internet. Vocês ver, né? Ah, Bruno, você quer surfar no hype do Não, mano. Nós já tem um papo faz um tempo. Você estão chegando atrasado aí, descobriram, Gustavo. Ontem a gente já tava debatendo. [risadas] Ai ai. Mas o Gustavo é muito muito bom, cara. Foi muito legal que o eu lembro quando a gente foi quando teve esse debate, né? Eu mandei o trabalho lá pra UFMG para esse evento que ia ter. E aí o o e aí eu vi que tipo, ah, eles tinham escolhido o debatedor e me informaram pra gente, o debatedor e tal, eu falei, mas quem não conhece esse mano, mano lá de Minas, pá, Gustavo Machado. Aí eu fui fuçar o, né? Quem que é esse mano? Aí, aí eu comecei a ler os textos, falei: "Caraca, que trampo [ __ ] ele bom para caramba, né? Já tinha muito artigo publicado, muito conteúdo, muita coisa do do Gustavo, mas não em vídeo, né? Ainda não tinha o canal". Eu falei, achei bom para caramba, falei, "Pô, vai ser um debate massa." E a gente teve uma troca legal de ideia legal. Só que o o o Gustavo foi convidado para papear porque ninguém era leitor de Dussel, ninguém conhecia o Dúciel. E o meu trabalho lá que tinha apresentado tava fortemente baseado numa teoria doceliana, porque ainda tava no mestrado, tal. e aproveitei uma parte da minha pesquisa e ele tinha lido o Dúciel porque eu le conheceu a teoria do Dúciel como intérprete de Marx, né, como marxólogo. E aí tem uma galera lá em Minas que estuda Marx de maneira adequada e lia o Dúciel como marxólogo, né, da de uma outra vez que eu fui lá para para esse encontro, né, teve umas eu fui mais umas duas vezes para esse encontro de po lá em Minas. Aí tive uma outra vez que eu fui convidado como debatedor, daí ao contrário, né? Tava então como debatedor, não lembro quando foi. E aí eu ia apresentar trabalho no dia, ia ser debatedor numa mesa no outro dia. Então acabamos uma ligação muito legal, assim, eu gosto muito desse evento que eles, não sei se ainda tem esse evento, mas se tiver, o modelo era muito legal, dois trabalhos por mesa e um ou dois debatedores convidados para discutir com as pessoas que estavam nessas mesas. Então você não aprovava tudo quanto é trabalho que o pessoal manda, né? Tinha um critério legal, bem bom. Eu achava muito bom esse modelo, modelo de ter um debatedor. E aí, beleza. E aí uma outra vez eu fui e fiquei e aí os caras me convidaram para ser debatedor, então ia ficar mais do que um dia lá em Minas. E aí os caras falou: "Pô, a gente, você teria crise de ficar na casa de alguém, pá? A gente arranja aqui um um uma estadia para você na casa de alguém e tal". Falei: "Não, bora, pô, bora". Aí foi para CA de um ano que era do mesmo núcleo que o Gustavo, do núcleo do PSTU, que estudava Marx na na OFMG também e também tinha ali do Dúel como marxólogo. Então a gente acabou trocando uma ideia muito massa. Foi muito legal, muito legal. Gostei para caramba. Gostava desse evento. Então a gente tem uma galera lá que estudava e conhecia Dúcio como marxólogo e por isso Gustavo estava como debatedor pra gente poder discutir Henrique Dusel. E foi bem legal, foi bem legal, bem legal, bem legal. Foi, foi muito massa, muito massa. Aí teve uma outra oportunidade que teve um debate na durante a pandemia, nesse nesse mesmo evento, só que era online, só que eu não consegui participar direito desse debate, né? Tem tava eu e o Gustavo, por minha filha tinha acabado de nascer fazia não muito tempo, tava de manhã, minha criança chorando, eu querendo acudir minha companheira, o evento rolando, a minha cabeça ficava dividida em três, quatro coisas ao mesmo tempo. Aí queria pegar aquelesqui, queria ajeitar lá, queria debater, queria fazer tudo ao mesmo tempo, não dava certo a minha cabeça, não ficou legal, não foi tão bom, não foi tão produtivo, mas rolou bastante vezes. Então encontrei o Gustavo mais outra vez também. E é isso, mas cá estamos, né? Diz que do Ravi, os três homens. O Luiz também parece legal. O Luiz é incrível. Luiz que organizava o evento. Luiz é um cara muito organizado e um trabalho muito bom. Templário é a água parada de comunistas. Daí vai ser um maniada. É perigoso, né? Não pode deixar água parada não. Da dengue X ping. Que bosta, né? Que piada dis querido bom dia todos os baristas e não barista. Bom dia, querido Thago. Tudo bem com você? Espero dese que sim. Diz que Borduna. Aliás, Machado fez um vídeo descascando ponto a ponto o livro do Braguinha, desmontando a bibliografia. Nós vamos comentar sobre isso. Vamos comentar. Não será esse o tema que nós vamos discutir com Gustavo, mas nós vamos comentar isso. Bom dia, querido Juan. Igor Juan diz: "Bom dia. Pegue seu bombojaco e sua touca". Só faltou a touca, mas o bombojaco tá aqui. A a tive que botar um cachicolzinho e eu estou ao lado da estrada de Tapsirica, que hoje pela manhã já está agora saindo a neblina, mas de madrugada tava com neblina. A neblina desce aqui mesmo, velho. No inverno, doideira, doideira. Então, bom dia. Pega seu bombojaco e vem aqui prestar Tapicirica. Cola aqui em casa pegar passar um frio. [risadas] Ai ai. Gabriel Silva diz: "Não fale da loirinha chinesa". Ô, respeito ao deng, eu tenho aqui, olha, eu ainda tenho que estudar mais, mas eu acho que o pessoal é muito sacana com nosso querido dengue. Mas também o cara te chama dengue é complicado, né? Não pega bem. Quando você for escolher um nome, escolhe um nome melhor. Mas ó, vamos lá. Seguinte, eu acho que eu vou deixar o Gustavo paraqui a pouquinho. Ou vou primeiro no Gustavo? Hum, não, acho que eu vou primeiro. É, não sei. Talvez sim, talvez não. Não, vou deixar o Gustavo para daqui a pouco. Vamos deixar o Gustavo para daqui uns minutinhos. Antes de Gustavo, antes de Gustavo, mas já mostramos o Gustavo aqui conosco. Vou comentar rapidinho sobre um outro trem, nosso querido Eribaldo. Vou juntar os dois papos em um só. querido Enibal do Baia, que mencionou o nosso canalzinho recentemente. Mencionou o nosso canalzinho recentemente. Eu acho que vou começar pelo Eli e depois vou para Gustavo. E aí quando a gente for falar sobre Gustavo, a gente vai falar sobre esse vídeo que ele fez sobre Thiago Braga, mas o nosso foco é sobre o vídeo dele da metafísica. Não sei quem assistiu, mas da metafísica. Da metafísica. E por que que a gente vai falar sobre a metafísica? Porque ali tem um probleminha de método que eu quero discutir com vocês, que o tema da nossa live é parece loucura, mas é método. E aí não é uma zoeira. Não tô querendo ofender o Gustavo, nem o o Eribaldo. Eu vou querer discutir um pouco método. Método mesmo. Filosofia para mim é método. Eu sou muito influenciado pelos pragmáticos. E o elemento fundamental da filosofia ou de uma filosofia é o método e de própria organização do pensamento, né? O método é algo que a gente às vezes não não considera como deveria. A gente valoriza mais os conceitos e não o processo de produção de conceitos. Então, eu valorizo mais os processos de produção de conceitos e acho que faz mais sentido discutir isso, entender como um pensamento funciona, uma interpretação de mundo, uma teoria em seu conjunto. E aí eu vou primeiro discutir o método com Eri e depois eu vou discutir o método com Gustavo. Deixa eu pausar aqui e já colocar que acontece. Eribaldo, nosso querido Eribaldo Maia, fez um um vídeo intitulado Destruir a natureza. Ponto de interrogação, a provocação de Mark Fisher sobre comunismo de luxo e e crise climática. E ele fez um vídeo interessante para poder discutir com a galera que faz críticas ao Mark Fischer, ao aceleracionismo de esquerda e ao tal do comunismo luxurioso, não sei o quê, não sei o quê, não sei o quê. É um nome muito grande, eu nunca decoro e eu discuto esse trem faz um tempo já, mas tudo bem. E aí foi legal. Por quê? Porque eu eu vi a tamb e falei: "Pô, interessante, porque esse é um tema que eu estou discutindo, eu tenho discutido esse tema eh fora da internet, né? Eu novamente, fora da internet existe vida e eu respeito muito a vida fora da internet. E aí, fora do âmbito da internet, eu tenho discutido com especialmente com uma professora que é muito amiga minha, a gente se tornou amigo, que é a professora Suzi Pisa. E a gente tem discutido por quê? Porque ela leu o Mark Fisher. tem lido Mark Fisher, tem discutido e tem se interessado por muitos pontos que realmente são provocações importantes, são relevantes, né, e que são fruto do nosso tempo e das contradições do nosso tempo, né, antecipam uma série de problemas, inclusive. E aí eu tenho discutido muito com a com a SU esse lance do Mark Fisher, porque eu falo: "Ó, eu acho massa como diagnóstico, acho problemático como prognóstico e efeitos desse movimento no qual ele tá inserido são bem complicados também, bem complicados, especialmente esté do aceleracionismo, essa parada toda, e o comunismo luxuriante, luxurioso, luxuriado." E aí o e eu tenho discutido bastante com ela, então assim, tá presente esse debate já há um tempo que a gente tem carregado fora do âmbito da internet. E aí foi massa porque o via daí que apareceu para mim esse vídeo do Mark Fisher que na verdade o Eri comentando, Eribaldo comentando Mark Fisher. E aí eu falei: "Pô, massa, vou ver no que eu tô vendo, o cara citou o nosso canalzinho logo no início, citou o nosso canalzinho indicando aqueles que estão fazendo alguma discussão, alguma crítica ao Mark Fisher, ao aceleracionismo de esquerda, essa coisa toda. E fomos aí citados, mencionados como quem tem feito isso, que me deixou muito satisfeito. Fiquei feliz porque então podemos aí continuar esse tipo de debate. Parece que tá sendo salutar. Então vamos ver aqui, vou compartilhar com vocês não o vídeo inteiro do Eri, mas a nossa participação, ou seja, a nossa menção, menção honrosa. Por quê? Porque daí a gente vai discutir um outro trem. Pá, cola aí. Abriu então, querido Herribal do Maia, deixa eu ajeitar aqui para que tá muito grande. Aqui 1 2 3 Valendo. Eu acho que vale a pena a gente mergulhar para talvez, né, se deu tanto ruído assim, ou talvez tivessem sido só discordâncias e tá tudo bem também, enfim, sem problema nenhum. É, é sobre isso os debates. Caba uma melhor articulação num vídeo das ideias que eu tava colocando ali também. Mas aí, ó, o seguinte, ele não tá falando do nosso vídeo nesse momento, tá falando que ele em algum lugar, eu acho que foi no Farol Brasil ou em algum outro lugar, já não lembro, ele trouxe o tema e rolou o debate. Rolou o debate por quê? Porque a galera que tá preocupado com a crise climática fala: "Por que que a gente vai acelerar os bagulhos? Vai dar ruim, né?" Me parece um pouco sensato. Então, não dá para sair acelerado, vai destruir as coisas, o planeta é finito, etc, etc, etc. E aí ele falou: "Ó, a partir desse debate, né? Então vou tentar esclarecer algumas ideias que eu estava trazendo. Massa. Então vamos continuar essas ideias. O Bruno Requidal, que é um cara que tenho acompanhado o trabalho dele, conheci recentemente e gosto muito. Acho que ele tem uma honestidade intelectual muito grande. >> Aí ó, vou vamos ouvir de novo, porque raro a gente ser elogiado. Então quando a gente é elogiado, tem que aproveitar. >> Falho dele. Conheci recentemente. Caba uma melhor articulação num vídeo das ideias que eu tava colocando ali também. O Bruno Requdal, que é um cara que tenho acompanhado o trabalho dele, conheci recentemente e gosto muito. Acho que ele tem uma honestidade intelectual muito grande, bom humor para colocar suas críticas muito boas >> aí, ó. Bom humor para colocar as críticas. É humor bom, não, mas ele é um bom humor, que é diferente. Se você tem bom humor, significa que você é uma pessoa leve, uma pessoa, né, que tenta levar as coisas numa boa. Se você tem um humor bom, significa que você é engraçado. Eu não sou engraçado, eu tenho um humor leve. e que colocou num dos seus conteúdos um debate sobre esse elemento do aceleracionismo, do comunismo de luxo e o quanto ele seria problemático, porque existe um limite da produção humana que tá dado pela própria crise ambiental e assim por diante. Ou seja, a ideia de ficha de que um comunismo de luxo, ele esbarraria necessariamente, seria uma ideia suicida, por assim dizer, porque esbarraria de certa maneira numa lógica de que olha, o mundo é finito, não dá pra gente sair produzindo tudo toda hora, a qualquer momento. E, portanto, essa ideia de luxo generalizado é um problema absurdo. >> É, então assim, obrigado. O Eri conseguiu resumir de maneira muito clara, então me parece que já está resolvido, né? Já está resolvido o problema. Acho que não tem mais o que discutir, mas tem sim. Vou deixar rolar mais um pouquinho. >> Eu considero essa uma crítica muito interessante, porém não é exatamente isso que Fer tá falando. E é isso que a gente vai falar aqui para tentar entender melhor o que Ficher compreende nesse debate sobre os desejos, sobre o comunismo de luxo, sobre o que é aceleracionismo e sobre o que ele pensa em relação a tudo isso e a crise ambiental. Então, antes de mais nada, curte, comenta, compartilha, se inscreve, ativa o sininho, chegue junto, né, nas membresias que estão meio paradas, então chegue junto, por favor, vai ajudar demais. E vamos bora pro vídeo. Sem mais delongas, solta a vinheta. >> Excelente. Vamos fazer a mesma coisa. Então, vocês façam isso que o Iri comentou. Curte, comenta, clica no sininho, se torne membro que tá parado a membresia, ajuda a gente. E não temos vinheta, mas a gente tem música. Deixa eu colocar o áudio de fundo aqui. Não, deus entra. Mas é o seguinte, vamos lá, vamos lá, vamos lá, vamos lá, que o papo é bom. Que acontece, não vou aqui colocar todo o conteúdo porque o vídeo do do Eri tem 41 minutos e aí vai me quebrar inteiro. Não tenho todo esse tempo. Se eu tivesse, eu faria. Faria minuto a minuto, tempo a tempo. Então, não vai rolar fazer como eu gostaria o vídeo todo. Mas eu vou resumir um pouco a argumentação do Eli. Se eu tiver incorreto, o debate segue depois. Ou se eu esqueci alguma coisa. Assim funciona uma conversa, né? Tem tem um trocadilho que eu gosto como crente, né? Como religioso que sou, tem um um trocadilho que eu gosto muito de um padre chamado Carlos Mests, né? Um frei que ele fala: "O que é conversão se não uma conversa longa? Ele é gringo e aí ele veio pro Brasil e aprendeu esse trocadilho brasileiro, conversão, a conversa comprida. uma conversa grande. Então vamos para essa conversão aqui, né? Uma conversa grande que eu imagino que vai alterar um pouco o debate ou vai melhorar aqui algumas discussões, tensionar um pouco mais. Mas o ponto seguinte, se deu para sacar, né, o que que o o Eri comentou? falou: "Ó, interessante essa crítica aí ao aceleracionismo, ao Mark Fisher, ao comunismo luxurioso, luxuriante, luxuriado, eh, de trabalhar com os desejos e de que a galera poder consumir o que quer, ou melhor, ter acessos, né, melhores a condições de vida, os desejos da imaginação para além do capitalismo, umas coisas assim. Já já a gente fala com cuidado desses pontos. O, a ideia é, mas qual o problema? Diz críticas, inclusive a do Bruno, que seria eu no caso, sobre os limites, né? Você não consegue sair produzindo infinito, você não consegue fazer as paradas sem sem pausa, sem Se você for desenvolvendo, desenvolvendo, desenvolvendo, produzindo, produzindo, produzindo, você bate num limite que é destruir as condições de reprodução da vida. Aí ele comentou: "É um suicídio, né? Um suicídio coletivo, intencional ou não intencional. Você destrói as condições de reprodução do dia seguinte. Ele fala: "Ó, muito boa essa crítica. Interessante, porque é assim que a gente começa quando a gente vai humilhar o coleguinha no momento seguinte. Você, né, passa um pano, dá um abraço, oferece [risadas] chocolates e flores e depois lasca. E aí o seguinte, tá legal, mas não é isso que Fisher diz. E aí vem o ponto. Aí vem o meu ponto. Aí vem o meu ponto. Que que o Eri vai fazer nesse vídeo? Ele vai tentar destrinchar elementos da teoria do Fisher. E aí ele vai começar a apresentar e discutir o que Fisher quis dizer, ou melhor, o que Fisher disse de maneira mais precisa, com respeito aos desejos, com respeito ao que seria você trabalhar nesse desenvolvimento de acumulação paraa superação do capitalismo, que não é dentro da lógica capitalista, mas imaginar para além do capitalismo e tal, ele vai ele vai fazer uma defesa não aos efeitos, né? não não ao implicação prática e política de determinadas ideias. Ele vai fazer uma defesa do que Fisher disse. E tudo bem. Aí eu acho interessante porque aí o debate, na verdade, ele vai ficar na precisão conceitual ou terminológica. Eu acho que ele tá fazendo isso, mas com o outro debate que ele comentou, né, que ele participou, que eu não vi esse outro debate. Então assim, fico aqui na a cegas e apenas supondo que ele que lá ele deve ter proposto, alguém rebateu, ele tentou explicar o que que Fisher quis dizer e deve ter, né, saído do controle, todo mundo saído na mão e no soco teórico e tal. Então ele veio aqui precisar e apresentar de maneira mais articulada a teoria do Fisher. Então, uma defesa de autor e aí ele vai para um método, famoso, método, né, mais hermenêutico e exegético de você apresentar o que o autor disse. E essa seria a solução, não é uma discussão daí sobre os efeitos práticos e resultados potenciais da discussão ou do conteúdo ou das ideias que estão contidas numa ideia de aceleracionismo, de desenvolvimento tecnológico, etc, etc, etc. é precisar o que o autor quis dizer para entregar pra gente um conteúdo que seja mais acurado e adequado de acordo com o autor e sua teoria. Eu acho válido, interessante e importante que o façamos, especialmente quando a gente quer defender a teoria de alguém ou trabalhar apresentando de maneira adequada a teoria de alguém. Mas não é esse o âmbito no qual me interessa a discussão com Fisher, com aceleracionismo ou com comunismo luxuriante, luxurioso, luxuriado. Não é bem o que o autor quis dizer, não é bem o que seria um desejo ou não desejo, o que seria um desejo que você vai tentar expandi-lo para além do capitalismo e a gente começar a desejar uma imagina a partir de uma imaginação alternativa que supere as condições do capis. Não, não. Para mim isso, inclusive fica um debate muito abstrato, muito distante, válido, diagnóstico bom, prognóstico horrível, porque o que me interessa é olhar os efeitos práticos, como uma teoria prática, ver os efeitos nas condições de produção e reprodução da vida dos seres humanos. E aí os efeitos são bem bem tranquilos da gente conversar. Por exemplo, ó, a gente precisa desejar, né? Não não dá pra gente parar no tempo e voltar para trás no desenvolvimento das forças produtivas. Não dá para parar a tecnologia. Não dá para voltar para trás, vamos seguir adiante. Beleza? Então a gente tem que automatizar ainda mais o trabalho para diminuir o esforço do trabalho humano, OK? Nós temos que desejar ter um uma acumulação de riqueza que seja coletiva, não individual e privada, como o capitalismo nos impõe. Pode ser coletiva, pode ser individual, pouco importa para mim. Por quê? Porque recursos são finitos. >> [risadas] >> Porque freios precisam ser puxados por uma questão de inevitabilidade de material. E aí é você olhar, por exemplo, ah, vamos desenvolver tecnologia pra gente diminuir o nosso trabalho, robótica, não sei o quê, não sei o quê, não sei o quê. Bora, estamos junto. [ __ ] ideia, né? Ótimo. Quando você desenvolve, e prestem atenção, tá? Importante quando você desenvolve uma nova tecnologia que aumenta sua produtividade, que torna obsoleta uma tecnologia anterior, o que que você faz com a tecnologia anterior? Que que você faz com ela? Você descarta para onde? Todo o trabalho socialmente acumulado, desenvolvido, gasto, consumido pro desenvolvimento de uma tecnologia X, Y, Z. que vai ser colocada numa fábrica, ela vai ter que substituir todo o aparato produtivo da fábrica que utilizava outro, né? O anterior. Você faz o quê? Com todo toda a estrutura maquinário, esse bagulho todo da, digamos assim, antiquadro? Você põe ele onde? Você joga ele para onde? Entendeu? você vai ter que substituir tudo, cara. Então, é um problema de limitação mesmo. Você não não tem como sair acelerando, porque toda a produção e desenvolvimento tecnológico, desenvolvimento de forças produtivas, ele implica na substituição de toda a força produtiva anterior do ponto de vista do capital, como é que fala? capital fixo. Toda a fábrica, todo maquinário, tudo que você tem, ele vai ter que ser, vai ter que ser substituído. E você faz o que contigo? Você bota onde? Joga fora, descarta, aonde você descarta. [risadas] Então assim, é uma questão de de de quando a gente coloca esse essa questão do limite, né? E eu nem sou propriamente um ecossocialista, sei lá, como é que o pessoal chama disso, eu sou uma pessoa só calculando o seguinte: "Cara, os recursos são finitos, a gente não tem como ir para além disso. A gente tem que aceitar essa finitude, tem que entender que os processos de planejamento tem que considerar essa limitação, mesmo pro desenvolvimento de forças produtivas, mesmo pro desenvolvimento aí de uma tecnologia mais avançada. Eu tenho que ver quão viável ela é. viável no ponto de vista, não só de, ah, vamos diminuir o trabalho, não, diminuir o trabalho, já dá para fazer isso com a tecnologia que a gente tem, as coisas que a gente já dá. Então, uma hora tem que perceber que o problema não é desenvolver mais as forças produtivas, desenvolver a tecnologia, mudar nosso sistema de acumulação para uma acumulação coletiva que não seja individual. Não, não. A gente tem um problema sério, sério, de que a manutenção desse modo de produção destrói as condições de reprodução da vida. Um outro modo de produção que mantém a dinâmica de aceleração do desenvolvimento tecnológico também destrói as condições de produção, reprodução da vida. Então eu tenho que ter esse critério material para esse tipo de limite, velho. Entendeu? Esse tipo de limite ele é importante. Então, eh qualquer ideia próxima de aceleracionismo ou do comunismo luxuriante, luxurioso, não sei o que, eu falo: "Não, para, para, para, para, ouve o que você tá falando". Porque isso fazia sentido quando você desliga da ideia desse sistema de um, como diz o a, a frase do Franz, eu acho ela muito explícita, assim, nós descobrimos que a Terra é redonda mesmo. Ela é um globo fechado, um sistema fechado. Você não tem para onde jogar fora as coisas. O que você jogar fora vai volta para você. Fumaça não respeita a fronteira. Essa aí já é minha. Ou eu vi em algum lugar e achei que é minha. Fumaça não respeita a fronteira. Desenvolvimento tecnológico implica em obsolescência de outra tecnologia que você tinha até então. Essa obsolescência, você faz o que com esse maquinário? Você faz o que com esse investimento social que durou anos, recurso até umas horas? Você descarta, bota onde? No espaço, [risadas] tá ligado? Assisti o desenho do OL, tá ligado? É melhor a gente sair do planeta. Desculpo, Thiago, já trabalhei em uma indústria multinacional. As linhas de produção que foram desativadas só ficavam lá, coisa de 10 anos paradas. E a questão era justamente essa, o que fazer com tudo aquele maquinário? Não tem o que fazer. Você vai exportar para um país ou para um território mais empobrecido que vai tentar utilizar aquele maquinário já gasto. Não vai, velho. E tinha muita máquina parada, mas muita mesmo. É exatamente isso. Você faz o que com isso, pô? Por isso as ideias de crescimento de de crescimento negativo, né, que o pessoal fala hoje em dia, o decrescimento, né, você não ter de um desenvolvimento que não considere a necessidade de você ir ampliando a acumulação, mas reordenando ela, são interessantes. Não é que eles são realizáveis amanhã, eles dependem de muita coisa que não vai ser simples, mas porém contudo, todavia indicam pontos importantes pra gente fazer esse tipo de reflexão. É um uma reflexão séria. Que que você faz com um maquinário novo? com maquinário velho, depois dele ser substituído por uma nova tecnologia, você descarta ele onde? O recurso gasto para isso, o grau de investimento, [ __ ] velho. Não, não, não, não, não, não. Diz que doido Ryan Mark Fisher tem um artigo legal em que ele fala sobre o sample no rap. De resto eu não gosto muito. Eu acho que faz bom diagnósticos. Gosto mesmo. Diagnóstico, está correto. A frase é mais fácil imaginar o fim do mundo do que o fim do capitalismo. Ela é um diagnóstico explícito, muito bom, muito bom. Prognósticos terríveis, porque ele vai trabalhar com imaginário, com desejos, com coisas que nos são impossibilitadas pela realidade material. E aí eu já vou falar sobre esse ponto daqui a pouco. Bom dia, querida Jeseli. Tudo bem com você? Espero e desejo que sim. Um bom dia, minha querida. Bom dia. Bom dia. Bom dia. Que bom que você está aqui com a gente mais uma vez, querido Igor Juan. Reikidalismo bem humorado. Eu fui, eu tava. [risadas] A gente faz aqui um um humor quebrado. Diz que doido Ravi. O que sabe sobre a ideia de sociedade moderadamente próspera na China? Parece relevante para o assunto. Eu não sou capaz de opinar. Não sou capaz de opinar, mas estou lentamente caminhando em meus estudos de China para quem sabe daqui uns 10 anos seja capaz de opinar. [risadas] Bom dia, querido Gabriel Marxismos, que nos diz: "Ao longo do tempo, ela vai sendo descartada, superada". Exatamente. A tecnologia vai sendo destroçada. "Bom dia, querido esquerdos autorais, como você está?" E ele diz: "Bom dia, emos". Bom dia, meu querido emo. Como você está, meu eminho? Bom dia, querido Kevin. Kevin, como é que você tá, meu bom? Tudo bem? Bom dia. E Kevin diz: "Bom dia, irmanos. Afinal, hoje é dia de Messi contra a Inglaterra. Argentina não tem um time, a Argentina tem Messi. E diz que do Vinícius, bom dia. Bom dia, Vinícius, tudo bem com você? Espero desejo que sim. E Ryan diz, mas essa é uma questão que é difícil analisar em abstrato, porque seria preciso delimitar qual tecnologia seria desenvolvida além da finalidade específica que ela teria que atender. Exatamente. E é por isso que eu gosto do trabalho do Fran junto com Juan com Henry Moura Jimenez, que é assim na economia para la vida. Lá eles fazem um um modelo inicial, porque eu acho que ele ainda tem que ser aperfeiçoado e criticado, mas um modelo inicial interessantíssimo para estabelecer critérios paraa tomada de decisão no desenvolvimento das forças produtivas. É muito bom. É muito bom. Uma vez eu trouxe ele aqui no canal, esse esse modelo. Eu vou ver se eu acho aqui enquanto a gente vai desenvolvendo. Só não vou prometer por causa do tempo. Eu vou ver se eu acho aqui e se vai dar tempo da gente apresentar ele. Mas é um modelo interessantíssimo porque você começa a ter critérios e fazer um cálculo sobre onde aportar o recurso e esse desenvolvimento. Ele não resolve o problema de imediato, obviamente, porque teria que ser aplicado, teria que não sei o que lá, mas auxilia a gente a entender a viabilidade de você limitar o acelerado desenvolvimento de forças produtivas e do planejamento econômico daí, portanto, né, que é interessante. E aí tem um outro autor que é o Wind Dirksens, que eu acho que deve se deve ser lido com moderação, né, especialmente porque ele cai constantemente quando faz análises muito grandes em teorias da conspiração. Mas quando ele faz análises econômicas é interessante. Então assim, leia mas com a moderação, porque ele corre um risco de teoria da conspiração. Mas o do ponto de vista de economista é muito bom. Eh, ele tem uma proposta de de de planejamento econômico, é de revitalização da economia. E o que ele chama de revitalização da economia implica num planejamento de decrescimento com desenvolvimento. E é muito interessante também, muito interessante, muito, muito, muito interessante. E todos esses autores que eu tô comentando são aqueles que tomaram um choque de realidade de que o mundo acaba, né, que as coisas são destroçáveis, de que a gente não consegue salvar o planeta. E aí cada dizinho que passa, que eu vejo que as pessoas não se dão conta disso e a gente continua fingindo que tá tudo bem e vamos discutir desejos e não limitação das condições materiais, como Mark Mark Mark Mark Mark Mark Mark Fisher faz, né? Eh, que a solução pro Fisher vai est no âmbito do desejo, da imaginação, de você conseguir imaginar e produzir desejos para além do capitalismo, que para mim não tem qualquer sentido, mas eu não vou discutir esse elemento agora, mas a ao invés de cair nesse nesse ponto, né, materialmente falando, cada vez que a gente fica discutindo desejo em abstrato e não vai paraas relações de produção, não vem para essas dinâmicas de planejamento da organização das forças produtivas, da coordenação da divisão social, do trabalho, um superinho surge, né? Então, tô passando um frio desgraçado agora. Chuva em tudo canto é canto, temporal que vai bater em tudo, em vários cantos aqui no Brasil, só falando do Brasil. Daqui a pouco começa o período de queimadas, tá? Vai vir um calor do inferno, vai botar fogo aqui no interior de São Paulo, no Centro-Oeste, o norte do país. E a gente, mas é uma questão do imaginário, do Não, não é do imaginário do desejo, não, meus amigos. [risadas] Não mesmo. A questão de coordenação da divisão social do trabalho. E o que a gente tem que se dar conta não é o que a gente deseja, é o que a gente necessita. A necessidade, ela tem que ser o o crio fundamental, a necessidade, esse elemento aí que tem que ajudar a gente, criar consciência sobre a necessidade. Isso é muito importante. E aí esse trabalho do Win, né, do Win Dirks, sobre a revitalização da economia, muito interessante. O próprio Franco que eu comentei, o Henry Moura Jimenez. E tem mais a galera aí que daria pra gente puxar para poder fazer esse papo, mas eu não vou pegar esses modelos nesse momento. Mas você tem toda a razão no no apontamento, Ran, que é, pô, como é que eu vou ter critério para saber qual é a tecnologia que tem tem que ser desenvolvida? Dá para ter aí que tá, dá para ter, entendeu? Dá para ter critério, dá para ter modelo, dá hoje, inclusive tem que ser um tipo de planejamento que freia esse desenvolvimento acelerado de forças produtivas, assim, freia mesmo, independentemente de quem seja, seja o chinês, seja o o centro do mundo, né, com com imperialista, tanto tanto faz. tem que frear o processo de acelerar desenvolvimento de forças produtivas. Inclusive, porque assim, para você produzir hoje uma tecnologia nova, você faz um gasto bizarro de recursos durante um longo período para obter um novo aspecto da produção. Então, você tem um gasto muito grande pro desenvolvimento de uma força, de uma tecnologia nova, um gasto muito grande e é um gasto social, lembra, lembremos disso, é gasto socialmente. Gasto social, trabalho social, combinado, gasto, eh, para desenvolver alguma coisa nova numa tecnologia, gasto bizarro. E ao alcançar esse novo aparato tecnológico, mesmo seja um detalhe, que aumenta a produtividade, ele torna obsoleto toda a produção anterior. Então você tem esse gasto bizarro e agora você tem o gastos que é o capital morto, que tá ali crustrado e fixado em em tecnologia, que você vai ter que jogar ele fora. Você não tem o que fazer com ele. Você teve dois gastos bizarros. Esse cálculo ele tem que estar no jogo. Por isso que não dá para trocar ideia sobre eh alteração do desejo, alteração do imag. Cara, o momento é puxar o freio. É a famosa frase de puxar o o freio do trem. Não tem como. Puxa o freio do trem. Esse trem tem que parar. Se ele não para, independentemente qual seja o nosso desejo, nosso sonho, nossa alternativa de sociedade, se você não parar esse trem, seremos falecidos, né? É basicamente isso. É um terror mesmo. Diz que templário. Já falei que os britânicos vão invocar a Tier para fazer frente contra o Argentino Messi. É, vai ter que invocar bastante coisa para fazer frente ao Argentino Messi. O bicho é maluco, né, mano? Mas é isso, mas é isso, minha gente. Então, assim, esse é o ponto que eu gostaria de discutir metodologicamente com o nosso querido Eri, né, falando aqui não do do não propriamente do que Fisher quis dizer, qual o conceito do desejo, qual o conceito de luxo, que o luxo não seria eh individual, capitalista, mas coletivo, pô, massa, mas pouco importa nesse momento [risadas] da realidade, assim, pouco importa, pouco importa mesmo. E aí vem um último pontinho, esqueci, já tava, já tava falhando como que a gente produz, que essa é uma grande questão, né? Como você produz novas imaginações de mundo, né? Como que você produz um mundo que se perceba coletivo, comunitário, não individualista? Como você produz eh um desejo, imaginação que supere as relações impostas pelo capitalismo, tendo experiências alternativas? Só assim? E aí eu vou me apegar num debate muito massa que eu não vou desenvolver aqui, que eu acho que recuperar o o pensamento epistemologia moderna é importante para compreender. Gente, só dá para pensar aquilo que a gente tá vivendo, tá? A experiência do sensível, ela limita consideravelmente as possibilidades do imaginável. o sensível limita consideravelmente. Então, dito isso, dito isso, tem que ter o investimento não no nos desejos e na imaginação alternativa, mas em experiências comunitárias ou coletivas que te viabilizem modos de vida, de organização de vida que superem relações individualistas e etc, etc. Então, a destru, inclusive algo que Marx comenta que é muito bacana, né? Na verdade não é nem que ele comenta, a gente dos escritos de Marx, especialmente os escritos antropológicos, o seguinte: o capitalismo só avança destruindo os laços comunitários. Ele avança. Para o avanço do capitalismo, você precisa destruir os laços comunitários, as organizações, as formas de vida tradicionais. E aí tradicional, não tô falando só sobre povo originário, quilombola, não sei o quê, não. Formas de vida tradicional de organizações comunitárias, elas têm que ser destroçadas, tem que ser destruídas. E aí é uma não é uma destruição no imaginário, é uma destruição prática, né? Então é o camarada que trabalhava no campo, numa no seu lotezinho familiar lá na produção. E aí por causa do desenvolvimento da tecnologia do campo e do avanço do capitalismo na modernização, ele é expulso progressivamente, porque o cara tem quatro filhos, manda o primeiro para ir pra cidade para ver se consegue uma grana trabalhar. Ele Então o cara trabalha na cidade, manda uma grana pros pais, daqui a pouco tem que mandar mais outros dois filhos. Então, cada um vai voltar pra cidade em vez de morar no mesmo terreno, o mesmo próximo, trabalhando junto. Cada um trabalha numa firma diferente. Cada um corre atrás de seu próprio trampo com a pastinha debaixo do braço, manda o dinheiro à distância pr familiares, daqui a pouco vem a família toda pra cidade, cada um mora numa casa, cada um tá fazendo o seu processo, cada um tá fazendo sua correria, não se encontra. Você destruiu uma organização que era familiar para ter indivíduos que correm cada um atrás do seu. Isso não é uma ideia, isso não é um valor abstrato, isso é na prática. prática, a vida urbana, a vida urbana ela separa a gente uns dos outros, porque nesse mundo liberal, capitalista, você tem que correr atrás do seu. É individualmente você vendendo sua força de trabalho. Então, toda a mediação da vida tá te separando dos demais. Então não é, e aí o seu imaginário vai se limitando, obviamente, porque é incapaz, você nasce no mundo assim, você é incapaz de pensar ou de viver outra coisa que não seja isso. Então é difícil até de você resistir porque você não teve essa outra experiência. é um mundo desconhecido. Então, a necessidade de construir relações comunitárias, coletivas efetivas, que não tem a ver com desejos ou construção de desejo, tem a ver com vida, vida mesmo comunitária, coletiva, organizada, de laço de fraternidade e de solidariedade, porque você não vai criar laço de fraternidade, solidariedade separado dos outros. Tem que tá comendo junto, tem que tá na mesma mesa. E não é tá junto no mesmo ambiente, né? Você entra num buzão aqui, cada um bota seu fone, cada um bot, pega seu livro, seu celular, ninguém tem vida ali. Ali a vida tá todo mundo acumulado, mas cada um no seu canto. Ninguém tá vivendo comunitariamente nada. Então é coisas aí a se discutir. Diz querido Vinícius. Bruno, como você vê a postura neoludista em relação às e generativas? Concordo com o freio de desenvolvimento das produtivas, mas as discussões têm caído em moralismo individual. Concordo com o problema de individualismo, com moralismo individual. Tô plenamente de acordo. O que eu sou capaz de falar com posturas neoludistas em relação à eerativas? Não sou capaz de opinar. Não sou capaz de opinar. O que eu sou capaz de discutir é em relações estruturais, mas é isso. E largas, né? Então é isso. Não sou capaz de virar diz que fazer o ótimo. O Bruno usa e bastante. Uso mesmo. Não para fazer pesquisa, é para fazer tamb de vídeo. Uso e músicas alternativas de zoeira para membresia do canal. [risadas] Diz Gabriel. Diz Gabriel. Peço desculpas imediatamente. Perdão. Perdão por usar. >> [roncando] >> diz que Jéssica, a galera devia estar focada em regulamentar as IAS, não em quem usa isso sim, regulamentar IA, planejar o uso de A, eu também. Aí eu acho que faz sentido, mas aí em qualquer coisa, né? A internet tinha que ser regulamentada, tinha que ser limitada. O o acesso à internet tinha que ser limitado. Sou a favor disso, assim, plenamente. Nossa. Ai, consumiu mais de 1 hora e meia de seguida, bloqueado. Você você não tem mais acesso à internet. Agora você vai usar só daqui a x horas. Sou muito a favor disso. Nossa, desborduna. Isso quando comunitário não cai como uma ideia suspeita. É, pode cair, mas a ideia não é criar seita, né? Criar comunidade, fraternidade. Outra coisa. [risadas] Diz que do Gaian. Sua torcida vai para quem hoje? Argentina do Dúciel ou a Inglaterra do Fisher? Ah, bom ponto, querido. Mas é Argentina, obviamente, né? Eu sou messiânico, eu sou um aficcionado em Messi, velho. Eu não dá. Eu sou um fã muito enveterado do Messi, totalmente messiânico. Então, inclusive, a conversa que eu tive com o Henrique Dúciel, eu conto essa história aqui, a conversa que eu tive com o Henrique Dúciel eh, em 2016, que a gente foi almoçar e essa parada toda, nossa conversa era se Messi ou Maradona, quem era melhor. E eu defendi que era Messi e o Dussel também. Só que as outras pessoas que estavam na nossa mesa defenderam que era o Maradona. E aí eu falei: "Aí ó, eu e Dúcio estamos do mesmo lado da trincheira. Messi é maior, Messi é melhor. E é isso que a história nos provou corretos." Diz querido Gabriel, o fator mor dessa treta é a questão de qual sociedade avançada, acelerada ou conscientiza essa, abre aspas destruição para garantir avanços tecnológicos. Acelera ou conscientiza. Ah, boa, boa, boa. Isso. Ou acelera ou conscientiza. Agora entendi. Perdão. Diz querido Gabriel. Gosto do Messi, mas V Argentina não tá dando. Ih, aí ó. Ó a teoria da conspiração. Ó as antenas Harp atuando. [risadas] Tá dando não. Tô torcendo para Harry Kane. Potter. É furacão Kane. O furacão Kane. Provou. Quem provou? Não sei o que. Quem provou? Quem provou o quê? O que que tá acontecendo? Mas é isso, vamos pro Gustavo. Vamos pro Gustavo Machado. Meu tempo tá encurtando. Vamos pro nosso querido Gustavo, né? Depois aqui de fazer esse pequeno comentariozinho sobre Fisher Eri. Limitação das do desenvolvimento das forças produtivas. Sim, temos que limitar, não há o que fazer. Bem-vindos à realidade. Vamos aqui pro Gu, Gu, Gugu, Gustavo, Gustavinho, Machadinho. Vamos aqui conversar com Gustavo Machado. Que acontece, gente? Vocês viram o vídeo? Não sei se vocês viram, são, o Gustavo faz vídeos muito longos, né? Então a gente não dá. Eh, pera aí, pera aí, pera aí, pera aí. Pegar aqui só. Pronto. O Gustavo fez um vídeo sobre metafísica. Vocês viram esse vídeo? Vocês viram? Não sei se vocês viram o vídeo do Gustavo sobre metafísica. Ei, Metafísica, como você está? Vocês viram o vídeo dele sobre metafísica? E Gustavo que vai torcer pra Argentina também. Estamos juntos, Gustavo. Torça, torça paraa Argentina também. Hoje, hoje vocês viram o vídeo do Gustavo sobre metafísica? Ele gerou um certo bafafá zom z zum zum nos meios filosóficos da internet, o que significa que ninguém leu, né? Ninguém assistiu. Um grupo de sete pessoas, talvez que se interessam por isso. [risadas] Sete pessoas e Gabriel foi uma delas, né, Gabriel? Gabriel dizer, eu vi, achei bom. Então é, entre as sete pessoas estou eu e o Gabriel, faltam cinco. Se a gente encontrar mais cinco pessoas, a gente descobriu. [risadas] Falta só cinco pessoas pra gente achar. Mas tá. Não, obviamente que não, né? Mas o Eu também achei bom. Achei muito legal o vídeo, muito legal o vídeo. Achei ele muito um conteúdo excelente. Eu concordo com o conteúdo do Gustavo. Concordo com a análise que ele fez das condições para o surgimento da metafísica. Concordo com o resultado que ele chega de que Marx superou a metafísica e não sobrou pedra sobre pedra. Concordo plenamente com esses pontos. Mas infelizmente o vídeo não é sobre o que é metafísica, não é? [risadas] E é isso que eu queria discutir. Tem um problema metodológico ali no vídeo. Primeiro que não é o que é metafísica. O Gustavo ele não apresentou o que é metafísica. Ele não discutiu que é metafísica. O vídeo é literalmente o que é metafísica. Mas ele não, o vídeo não trata disso, o conteúdo do vídeo não é esse, não é, não é. Então assim, eu gosto, eu concordo com o processo de análise, eu concordo com o resultado, mas o vídeo não tá tratando disso. Ele não discutiu o que é metafísica, ele não falou sobre o que é metafísica. Definitivamente não. E isso é o interessante. Essa é a parada interessante que eu quero discutir. Diz o querido Gabriel. Vi. Então, ó, já foi o outro Gabriel. Esse Gabriel somos dois e três comigo e o Ravit me assistiu. Eu assisti tudo. Pronto, faltam três pessoas, já somos quatro, mas três pessoas que assistiram. A gente tá todo mundo aqui reunido, por isso que a gente tá aqui hoje. [risadas] Então, já somos quatro, né? E já era, já era. Diz o querido Gabriel, eh, estamos a quem e não além. Não sobrou nada pra metafiziquinha. Eu também. Então, essa, aquela que o Gustavo discutiu ali. [roncando] Diz que do Borduna. Vou esperar para sair e a animação. É importante esperar a animação. Vai sair infográficos que explicam o que tava acontecendo. Os infográficos talvez ajudem a gente a ver. Diz Ryan, eu perdi a parte final do vídeo dele. É a melhor parte, os 15 minutos finais, que é o que ele queria dizer, né? Que que eu vou vou falar já já. Diz que doido Drumira. Fala, Drumera, como é que você tá? Drumera. Eu adoro essa discussão da metafísica. Li a tese de doutorado do Gustavo sobre o capital como crítica metafísica. Exato. Pronto. Vamos começar daí. Então, primeiro, o Gustavo não discutiu o que é metafísica no vídeo. Não, já vamos falar isso aí. Não, não, não discutiu. Não discutiu. Ele apresentou algo fundamental de sua tese do capital como crítica da metafísica. O que eu estou em plenamente, eu estou de acordo, plenamente de acordo, plenamente de acordo com Gustavo, plenamente de acordo com Gustavo. Na tese, estou plenamente de acordo com o conteúdo do vídeo. Estou em desacordo sobre o que ele propõe, porque o descompasso tá aí. O título do vídeo era o que é metafísica. Só que na hora de discutir e de apresentar o conteúdo, ele não discutiu o que é metafísica. Não era isso que ele tava fazendo. Não era. Ele discutiu outra coisa. O problema trabalhado era outro. E esse foi o descompasso que fez com que boa parte das pessoas que assistiram o vídeo se interessam, ou seja, as outras três que não estão aqui, que se interessam pelo conteúdo, falar: "Ei, esse cara não manja do que é metafísica" ou ele simplesmente está negando a história da filosofia. Ele está negando o que é metafísica e começa um debate sobre a insuficiência da discussão sobre metafísica. Porque ele não estava falando sobre o que é metafísica. Não era esse o problema do Gustavo. Havia um desacordo entre como o problema foi posto na tamb do vídeo, e eu não sei se isso foi proposital ou não, e o que é discutido como conteúdo do vídeo. Há um desacordo aí, há um descompasso, ele não está articulado ou adequado. O que me faz agora querer discutir, portanto, uma questão de método. Método não porque está errado o conteúdo e a articulação do Gustavo, já falei, não, eu estou de acordo com ela. Erro de método. E a gente aplicar o critério que o Gustavo utiliza para discutir um tema na historiografia, ao que ele tá fazendo na filosofia. E eu vou mostrar porque Gustavo, eu vou usar o Gustavo para dizer para o Gustavo o que que o Gustavo fez no vídeo da metafísica. Então, Gustavo, diga para Machado o que Machado fez [roncando] na metafísica. Beleza? Vocês entenderam o que eu vou fazer? Eu vou pegar uma coisa que o Gustavo disse, pelo que o Gustavo disse para que o Gustavo avise o Machado que Machado cometeu um equivo metodológico em sua apresentação. Então o Gustavo vai nos ajudar a discutir com o Machado. Então vamos lá, Gustavo. Diga pro Machado o que que aconteceu. Vai lá, querido Gustavo, >> que é a história com método da teoria da conspiração, que é o mesmo da ufologia, tá? >> Então, pronto. É isso que o o Machado acabou fazendo na hora de apresentar o que é metafísica. Uma história com método. [risadas] Este. Apresentação que é o mesmo da ufologia. É exatamente isso. Vai lá. Mesmo da ufologia, que é, eu tenho uma narrativa pronta e acabada. E agora eu vou o, por meio de viéses de confirmação, eu vou extrair todos os as fontes que eu consegui que confirmam essa essa essa narrativa que já tá pronta, né? E logo eu vou selecionar só essas informações e eu ainda vou interpretar as informações em sentido contrário, de modo a invalidá-la de algum modo. É exatamente isso que daí o o o Machado fez ao apresentar a metafísica. Ele tinha uma narrativa pronta que ia chegar no resultado que ele queria e essa narrativa confirma o resultado que já estava dado no início. E todas as fontes selecionadas foram funcionais para para que aquela narrativa que já estava pronta reforçasse o resultado e o resultado desse conta na hora que ele você olha para trás. Então assim, o resultado já tava pronto, o resultado já tava dado, mesmo método [risadas] da ufologia, de uma teoria de conspiração ali, porque eu já tenho a narrativa pronta e tudo vai se encaixar para que essa narrativa esteja estruturada e o resultado final seja colocado. Por que que eu tô dizendo isso? Porque o que o Gustavo fez ao apresentar o que seria a metafísica? Ele não diz o que é metafísica, ele apresentou a teoria que devém de Marx em sua crítica ao pensamento metafísico. Por isso que eu tô de acordo com o Gustavo, aliás, com o Machado. Estou de acordo com o Gustavo. Eu tô tô plenamente de acordo com o Machado. Marx superou a metafísica. Metafísica surge daqueles processos históricos, tudo certinho. Mas esses processos históricos, essa apresentação e tudo mais, é o que ocorre da própria teoria de Marx. Não é o que é metafísica. Aquela narrativa de como surge a metafísica, as condições para um tipo de pensamento metafísico, não sei o que, não sei o quê, não sei o quê, é o que Marx disse. E obviamente o resultado que vai chegar é que Marx superou essa metafísica que ele tá apresentando. É um pensamento fechado, circular, que se autoexplica e que impossibilita, portanto, discussão do que é metafísica, do que seria metafísica para além desse escopo. O que ele tá discutindo não é o que é metafísica, tá? discutindo a teoria de Marx sobre a metafísica, apresentando a teoria de Marx sobre a metafísica. E aí você nega toda a outra história da metafísica, todos os outros pensamentos alternativos, todos os outros autores, todos os outros processos, não sei o quê, porque tá fechado ali. É exatamente isso que Machado fez. E Gustavo tá aqui alertando o Machado que ele fez isso, pô. Tá? Então, eu vou falar até um pouquinho sobre isso aí no num vídeo à parte, que não é nem sobre o método historiográfico, nem daria para fazer em um vídeo, é sobre esse método conspirativo que domina essa historiografia eh totalitária, né, americana que passou. É o seguinte, o cara o chefe. Ah, já vou para chefe apareceu. Deixa sacou. Bom, então vamos esperar aí o próximo vídeo do Gustavo, que ele vai trazer provavelmente um tema a respeito disso, que eu acho que vai ser interessante e a gente pode seguir esse papo. Mas dito isso, que que acontece? Aquele ali é um trechinho que eu peguei da live que o Gustavio fez ontem, comentando a crítica que ele fez necessária e fundamental ao trabalho porco do Thiago Braga, né, do pilantra do Thiago Braga. Então o que que ele faz? Fal, ó, o Thiago o Thiago Braga, ele pilantra, né, pilantramente. Ele pegou uma teoria específica, que a teoria que o Gustavo Chamou ali, denominou como totalitária, que é essa galera que lê a União Soviética como se fosse já sobre essa teoria. esse marco totalitário que tem uma tese pronta e fechada, que pinça os elementos que reforçam essa própria tese e que resulta propriamente naquilo que já foi construído e pressuposto anteriormente, correto? E aí ele desmonta toda estrutura fechada, dogmática e cabaça do pro trabalho do Thiago Braga. Qual o problema? No vídeo sobre a metafísica? O Gustavo fez exatamente a mesma coisa, só que com Marx. A mesma coisa, só que com Marx. E eu concordo com o Gustavo, porque eu tô desse lado. Eu acho que Marcos superou a metafísica. As condições para surgimento do tipo de pensamento metafísico que hegemoniza estão ali dadas do jeito que ele apresentou, na na estrutura que ele apresentou, nas teses que estão colocadas ali. Mas isso é o quê? É uma história que vem da conclusão que ele quer apresentar. Porque o que que importa naquele vídeo? Os últimos 15 minutos, que é a tese de Mar, que Mark supera a metafísica. Mas Marcos supera a metafísica no sentido colocado em toda a história narrada anteriormente. E essa história narrada anteriormente só é visível a partir daquilo que Marx colocou. Ou seja, é um circuito fechado que impede que você tenha qualquer outro papo, fonte, estrutura para além dele. Ele [roncando] não tá falando sobre metafísica. Ele não explicou o que é metafísica. Ele não tá discutindo a disciplina da metafísica. Ele não tá discutindo a entidade metafísica, ele não tá discutindo esse tema metafísico. O que ele tá discutindo é um tipo de pensamento hegemônico, um modo de pensar hegemônico que se estabelece no Ocidente, que aí a gente pode chamar de um pensamento metafísico que Marx supera esse pensamento metafíico, mas supera sim, não deixa pedra sobre pedra, eu estou de acordo, mas isso não é o que é metafísica, não é esse o problema proposto. E na hora que ele apresenta o que seria a metafísica sobre esses marcos, ele faz esse pensamento circular. Só dá para arredondar que marcos supera metafísica e que o metafísica não serve para nada e que essa disciplina, essa coisa tá inútil. E aí, por isso vai dar um problema danado. E aí, por isso que eu tô dizendo, é um problema metodológico. E sem querer dá para utilizar, pô, a estrutura da crítica que o Gustavo fez ao Thiago Braga sobre a historiografia nessa crítica dele apresentando a a metafísica, entendeu? Eita, já a gente volta aí. Gabriel diz: "Para mim, ele é o marxista que mais entendeu a tese de Marx. Para mim, o Gustavo é um referência em marxismo. Assim, referência a referência. Ele é muito embaçado. Ao menos eh ao menos é que o livro dele apresenta Marx filosofia. Ele é muito bom mesmo. Diz Gabriel: "O pessoal da filosofia da mente vai querer refutar o que o Machado disse, pois para eles o entendimento do conceito é muito diferente. Acho que captei o que você está dizendo sobre o método." Não, cara, eu nem vou discutir sobre esse ponto porque acho que esse é um ponto que cai talvez numa discussão muito abstrata. Eu só quero discutir a metodologia mesmo de apresentação da própria da do próprio tema, porque o problema ali tá como ele apresenta o que é metafísica. Ele não apresentou o que é metafísica. Ele não discutiu a disciplina, não discutiu os autores, não discutiu a estrutura. Ele apresentou um modo de operar o pensamento, um modo de operar o pensamento que se hegemoniza no Ocidente e que é denominado, especialmente a partir do da crítica de Marx como um pensamento metafísico. E Marx supera esse pensamento metafísico, supera mesmo, mas ele não tá discutindo o que é a metafísica. Não tá discutindo a disciplina metafísica, a autoria dos metafísicos, o que eles discutem, quais são os seus tópicos. Não, não é nada, não tem nada disso ali. É as condições são dadas historicamente pro surgimento de um tipo de organização do pensamento, de um método de resolução de problemas, que é um método de resolução de problemas metafísicos, né, que opera de uma determinada maneira as condições para esse modo de organizar e que as formas sociais, organização social, modo de produção condiciona, determina, estrutura essa possibilidade de pensamento e que Marx, ao perceber isso, demole essa esse pensamento hegemonizado. e agora coloca novas bases paraa própria epistemologia, racionalidade, resolução de problemas, interpretação de mundo, esse bagulho todo. Verdade. Só que aí isso não é o que é metafísica de maneira nenhuma. E esse descompasso que faz com que haja esse problema. E aí, na verdade, o que o Gustavo queria não era discutir o que é metafísica, é apresentar a teoria de Marx. Aquele vídeo é uma apresentação da teoria de Marx. fazer o com certeza nós nos marxistas de internet, Gustavo foi o que mais leu em quantidade e qualidade as obras de Marx e comentadores, tá? Gustavo tem uma bibliografia auxiliar bizarra, bizarra, muito boa. Drobira diz: "Ele podia ter desfeito a confusão meta de metafísica como sendo algo transcendente e como sendo a própria estrutura fundamental da realidade." Mas ele, eu acho que ele até fez isso nos 15 minutos finais, quando ele apresenta como Marco supera metafísica. Ele faz, ele faz. Só que aí o que tá, não é o que é metafísica, não é disciplina da metafísica, não é o tema da metafísica, não é se metafísica existe ou não tem nada disso ali. Ali é uma outra discussão. Ele tá resolvendo outro problema. Oi chat. Oi Lis, tudo bem com você? Espero desejo que sim. Diz Gabriel. Só que a materialidade antecede a consciência. O próprio Gustavo vai discutir isso, tá? No próprio vídeo, que é um ponto que eu acho legal do vídeo do Gustavo nos últimos 15 minutos, né? Que eu acho que o conteúdo bom da assim, qual que é o que que o Gustavo queria fazer? Gustavo, queria apresentar o que tem nos últimos 15 minutos do vídeo. Todos uma hora e lavai pedrada que tem antes é toda uma construção narrativa, metodológica, que é resultado daquilo que tá nesses 15 minutos. Então ela é circular e autoexplicativa. Toda a parte anterior é simplesmente para justificar a tese que ele quer apresentar nos 15 minutos finais. Por isso que é um pensamento circular. Ele tá apresentando a tese de Marx. Ele não tá discutindo o que é metafísica para mostrar que Marx superou a metafísica. Não, acho que não. Então o problema tá aí. E aí, nesses 15 minutos finais, o Gustavo diz assim, ó, é até bobagem o que alguns marxistas falam, que o pensamento ele vem da materialidade, não tem como você separar essas coisas. O que Marx faz é só tem o pensamento, é um atributo. Essa a expressão do do Gustavo é um atributo do humano. Ele nem fala humano, ele fala homem. É um atributo do homem. Problemas de linguagem. Mas o ele fala é um atributo que eu utilizaria a expressão, a racionalidade, o modo de pensar, que a gente pode chamar de metafísica, consciência, o nome que você consciência, mente, sei lá o que, sei lá, o nome que você quiser dar para essa birosca. Isso aqui é um um recurso da do modo de realidade do vivente humano, do ser humano, do modo de realidade desse vivente, desse ser, que tem como recurso, né, como como ferramenta, um tipo de operação que ela não é separada da realidade, ela não é separada da materialidade, ela é constitutiva, constituinte e própria, ela tá em continuidade com o mundo. E esse é o ponto que o Gustavo quer chamar atenção. Então essa própria frase, a materialidade antecede a consciência, apesar dela ter todo sentido, inclusive até eco em Marx, Marx quer superar essa própria ideia de dualismo, de separação. O que nós chamamos de racionalidade, de mente, de consciência, ela é própria do modo de realidade do ser humano. E modo de realidade é uma expressão do Xavier Zubir, apropriada pelo Dussel e que tá em linha e adaptada ao Marx nesse momento. Então, só para explicar as fontes dessa breve frase. diz que do Gabriel, a metafísica vem depois, não antes. Aí sim o modo de pensar, que aí não é metafísica, um modo de resolução de problemas separa o mundo em dois âmbitos, que isso é o modo de resolução de problemas, é o modo de resolver, o modo de pensar. Isso vem depois, depois do quê? Do processo histórico, da forma social, da organização da vida, de o problemas que foram sendo resolvidos e que vão estabelecendo novos modos de pensar, que vão se tornando paradigmáticos. esse seoniza, que é o pensamento metafísico criticado pelo Marx e superado por ele. Mas e aí você e aí faz sentido, tem condições históricas verificáveis e processos específicos que viabilizam esse modo de resolver problemas. Então, nesse sentido, eu olho os problemas, a forma social, a organização da vida, o desenvolvimento da história humana para poder ver como esse pensamento vai alterando e mudando, como essas condições vão fazendo, criando novas possibilidades de organizar a racionalidade e resolver problemas. Correto? Tô com Gustavo nessa, tô com Marx nessa. Mas aí a discussão não é o que é metafísica. Percebe? Diz que do Ran. Eita, [risadas] eita. Faltou crítica imanente. Faltou crítica com certeza. Diz que do Borduna o chefe tá fazendo uns cortes. Espero que seja poupado. Que chefe, que cortes? Que poupado, sei lá. E desculpem, e o que é metafísica? Ah, eu já vou chegar aí. Pera aí que eu já vou chegar aí. do fabricante de vagões. Espero que os vagões que você tem feito sejam adequados pra gente poder puxar o freio e o trem não descarrilhar. Então tem que ser um vagão aí bem adequado pra gente poder puxar o freio e ele não descarrilhar. Ele discutiu a metafísica em Marx? Sim, ele discutiu como Marx supera a metafísica ou o pensamento metafísico hegemonizado. Concordo com ele. E eu concordo com ele. Diz que do Gabriel joga Lucax no lixo também. Aí bastante gente faz isso, né? Mas aí tudo bem. E bom, é da preferência do gosto de cada um. [risadas] De escrito de escrito esquerdos atrais. O pensamento é o atributo do homem, mas não. [risadas] Você é um canalha. Mas é, então o problema do de você não ajustar a linguagem é isso, né? Quando e o acho engraçado Gustavo Reforces, né? É um atributo do homem, então mas não é, creio eu, obviamente, não é de sacanagem, não é esse bagulho todo, obviamente que não, mas é um ponto legal da gente ajustar, né? Eu acho importante, acho importante, não por frescura para não dar esse tipo de de bobagem, né? Modo de realidade do ser humano é importante. Drumeira diz: "Todos deveriam valorizar a exposição dos pressupostos como você". É cada debate que a esquerda fica aceitando premissa proposta de maluco, ao invés de fazer o que você p fez com aquele debate louco lá. Mas é, cara, mas é aí que tá, cara. É aí que tá. É aí que tá. Por que que eu acho que eu eu me preocupo com isso, com esse ponto do dos pressupostos e tal? Nem nem sei se é do pressuposto, saca? Eu acho que o ponto que eu que me encana eh as começou a sair o sol aqui, deu uma esquentada. tirar esse cachcol. O ponto que me encana não é nem esse lance de qual pressuposto, mas o método de organização do pensamento, né? Ô, caraca, eu me preocupo muito em como você organiza o seu pensamento, como você eh analisa o que você tá fazendo, né, de maneira minimamente articulada para resolver um determinado problema. E isso eu sou muito pragmático no sentido de que eu fui influenciado pelo pragmatismo. Filosofia é método, método de resolução de problemas. Então, me interessa o caminho que as que os autores, que as autoras, que as pessoas fazem para resolver os problemas. Qual o caminho? Qual a organização mental, né? Qual a organização das ideias? Qual Qual é a estruturação dos recursos para resolução de problemas? É isso que me interessa. Então eu vou sempre buscar qual é o a metodologia que essa pessoa tá utilizando para resolver o problema e se ela é coerente, se ela é minimamente consistente e ela atinge o objetivo que ela quer fazer. Por que que eu percebi que o Gustavo tava equivocado no vídeo? não tá equivocado em conteúdo. O conteúdo tá correto. A inadequação está quando ele coloca: "Vou discutir o que é metafísica". Então, para você discutir o que é metafísica. Deixa eu ajeitar aqui. Para você discutir o que é metafísica, né? Então, vou discutir o que é metafísica. Para você poder fazer isso, você vai ter que entender que você vai dar uma identidade para esse conceito. Então, eu vou discutir o que é metafísica. Então, quais são os elementos fundamentais da metafísica? Qual a história dessa disciplina? Quais são os diferentes autores que definem ela de diferentes maneiras que se estabelecem? E você vai fazer recortes e critérios para dizer o que é metafísica. Então, quando o cara me diz o que é metafísica, eu vou esperar que ele me explique o que é metafísica. Vou lá direto pra explicação. Então, o método que vai ser descritivo e precisa descrever para mim. pressuponho que ele precisa me descrever, ele precisa apresentar os elementos fundamentais, ele precisa se ele tá discutindo metafísica como uma disciplina, se ele tá discutindo metafísica como um mundo transcendente, né, para além da realidade material, se ele tá, o que que ele tá chamando de metafísica? É a famosa história, por que que surgiu o tema metafísico, né, pelágil disk, não sei se é verdade, disk, né, método mineiro de de apresentação de fofoca. diz que fala, fala que que metafísica surgiu depois que Aristóteles foi organizando seus volumes ou alguém for organizar os volumes do Aristóteles, é política, economia, ética, física, o que tá para além da física. Disk, disque, disc. Mas mesmo que utilizasse essa esse adágio, essa anedota, isso é uma explicação do que ele vai chamar de metaf, vai dar o cabide geral para poder discutir o tema, a disciplina, algo assim. E ele não faz isso. Ele não, ele na hora que eu achei até interessante o que é metafísica. Eu falei: "Caraca, vou ver esse vídeo, né? Depois de você o Ed, culpa é do Ed, tudo culpa do Ed. Senhor Ed Cipriano é o a pessoa errada aqui que fala: "Bruno, vai reagir ao Gustavo". Não vou porque eu tô fugindo desse vídeo, mas vou ver um vídeo que é metafísica. Bora ver o que é metafísica. Aí ele não fala o que é metafísica. Aí eu falei: "Pô, tem um problema aqui". Aí eu comecei a avaliar o que ele tá fazendo e o que ele tava fazendo, apresentando dados históricos, arqueologia e não sei o quê e teoria do não sei o quê para dizer as condições para o surgimento de um tipo de pensamento denominado como metafísico, que é dualista, que separa dois âmbitos e tal. Isso não é o que é metafísica. E aí eu já sabia onde ele ia chegar. Na hora que ele começou a fazer todo aquele processo, falei: "Já sei onde ele vai chegar". Ele vai dizer no final que Marx superou a metafísica e vai apresentar teoria de Marx. Era isso que ele queria e não queria discutir o que é metafísica. Mas mas aí eu botei na velocidade 2.0 e fui acompanhando. Falei: "Era isso". Aí chegou os últimos 15 minutos, eu falei: "Ah, então era isso mesmo. É aqui que ele queria chegar porque o método não tava adequado com o problema que ele colocou". Então, para mim a questão é um método, não é bem o pressuposto, tá ligado? Ah, para mim é um método. Você colocou um problema, como você resolve ele? Então, aquele debate maluco lá dos, acho que você deve estar se referindo a isso, né, Dromeira? O debate maluco lá dos relativistas e universalistas, que nomes idiotas que relativistas e universalistas e não sei o quê. Eh, aquele debate, ele tinha um problema metodológico. Eles não conseguiam organizar as ideias minimamente, de maneira minimamente coerente, consistente para resolver os problemas que eles colocavam. Eles botavam o problema. Eu falou: "Para resolver esse problema, você precisa estruturar um método mínimo, coerente, consistente para resolver ele. Se você não tem esse método, você fica quieto. É um discute o tema". E aí eles não conseguiam estruturar um método minimamente organizado, minimamente assim, minimamente estruturado. Fala: "Ah, é aqui, esse é o caminho que eu tomo para resolver problema". Não era? E e aí os problemas que eles colocavam para resolver eram inadequados. Mas, digamos que um diz: "Não, o meu método é relativizar tudo, seja lá o que isso significa". É uma autocontradição, mas tudo bem. Meu método é relativizar tudo. O problema colocado não resolvia isso. Aí o outro universalista, não, meu método é que eu fixo em valores que tem que ser compartilhados e não sei o quê. Aí os problemas que eles colocavam não resolvia por isso. Eu falei: "Porra, velho, aí você não me ajuda?" Então, o que me interessa é isso. Como é que você resolve o problema? Qual o método que tá participando aí na resolução de problemas? O caminho que você toma para resolver problema. É isso. É isso. Bom dia, querido Jones Miguel. Tudo bem com você? Dizl. Polêmica, hein? Não sei qual a polêmica, mas peço perdão caso eu tenha cometido uma que seja criminosa. Desdromeira. Alguém faz uma proposta merda, expõe o cara. Então, pessoal, meu oponente parte daqui, dali, mas não, mas dá para ir por aqui. Ele está ignorando isso por aqui. É exatamente isso. A própria exposição encerraria vários debates. Exato. Aí você tem plena plena razão. É você acompanhar o movimento do maluco, ele tá errado. Para mim, por exemplo, uma pessoa extremamente difícil de debater, não porque seja inteligente, mas exatamente por ser uma metralhadora aleatória, um cara tipo miurim. Por que que é difícil conversar com o maluco? Porque ele, meu amigo, meu irmão, ele é uma frase insana, né? Ele vai metendo frases rebuscadas sem nenhuma organização. E aí parece que ele tá falando alguma coisa, mas não tá falando nada. E ó, fisiologia da fisionomia fisiocrata dos biólogos interlocutores da analogia crítica franciscana. Nada, um grande nada. >> [risadas] >> E aí é isso. O cara tem um um dicionário, né? É o aquela é aquela aquela redação que foi rejeitada na Fest. É isso. É o o cara decorou o dicionário, mas assim, você tem um vocabulário, não te faz organizando pensamento, né? [risadas] Diz que do Gabriel ignorou o objeto da própria pesquisa. Basicamente isso é exatamente isso, cara. você ignora o objeto e não organiza o método adequado, que é um problema inclusive que eu tenho com a o modo como a ciências humanas e sociais, né, ciências sociais adotou a estrutura de pesquisa das ciências chamadas, podemos chamar de empíricas, vamos dizer, né, que diminui consideravelmente o grau interpretativo eh paraa pesquisa na acadêmica. Então você começa apresentando seu método. Eu acho isso errado, completamente errado. Você pode ver estrutura de projeto de pesquisa, introdução, objetivos gerais, objetivos específicos, metodologia e aí você vai pro teu tema delimitação do objeto e problema. Tá errado. Tá errado. Tá errado. Tá errado. Você é responsável pela padronização das ciências sociais. Você é um humano incompetente por não estar entendendo isso aqui. Você tem que começar apresentando o seu objeto. O objeto que eu quero discutir é este. Este objeto tem determinadas características que aparecem como contraditórias e problemáticas e eu preciso resolvê-las. O método adequado para isso me parece ser tal, mas eu vou testar. Aí você testa método, método adequado paraa resolução daquele problema. Mas a gente faz o contrário, como se o método fosse anterior. Ai, é muita burrice. Ai, desculpa, eu fico com raiva. O objeto me diz o método adequado para resolver o problema, velho. Ai, que ótimo. Rubens diz: "No fim das contas, se você realmente quer expor seu pensamento de forma correta, é preciso colocar quais axiomas você está seguindo." Mais ou menos isso. E exibir os passos lógicos para a conclusão. Quais são os é quais são os problemas aqui? Resolve aqui, especialmente um problema lógico, né? de organização discursiva e argumentativa. Sim, se for no âmbito discursivo e argumentativo, diz que fazer watch, todo mal converge ao ED. Aí eu não sei, mas tem bastante mal no ED. Brincadeira sacanagem. Gabriel Bruno dando aula de MPC de forma indireta. O que é MPC? Metodologia, pesquisa científica. Perdão. É isso mesmo. Olha como eu sou [ __ ] Desculpa. Metodologia de pesquisa científica MPC. É óbvio que é isso. Ai, [ __ ] Dromer diz drumera ou Dromer. A Dromer A é um nome legal. Você organiza e expõe muito bem os pensamentos, os pressupostos. Fala isso. Falta isso, muito isso pra galera de esquerda da internet. Falta. Falta. Falta porque eles não pensam em método, eles pensam em resultados. Porque na internet o pessoal só quer expor o conteúdo, né? Nem só na internet, na verdade, várias vezes as pessoas só querem defender autor, expor o conteúdo, explicar como fulano de tal diz. Ah, mano, é legal, mas eu quero resolver problema. Quero resolver meus bo. Pensar e resolver problema, mano. Não tem como. Me vocês me desculpem, mas é isso. É isso. É que como o trabalho da internet muitas vezes é de divulgação, acontece isso. Eu tô fazer até aqui já um mercã. Eu [roncando] tô finalizando um artigo que a gente vai publicar na revista Zelota sobre eh eleições em 2026, né, os evangélicos e as eleições em 2026. 2018, eu publiquei um artigo chamado Fascismo como Religião e eleições em 2018, com hipóteses de pesquisa e de trabalho, que foi plageado, inclusive pessoas que me plageiaram, eu sei que vocês me plagiaram, eu encontrei semana passada o Plágio e eu vi que vocês publicaram como editora grande o Plágio. Aguardem. Eh, então em 2018 eu publiquei uma um artigo com algumas hipóteses de pesquisa em 2022. Aí eu publiquei um novo artigo pela revista Zelota, eleições, eh, fascismo como religião e eleições em 2022. entre um e outro, a gente publicou fascismo como religião, que é o livro com alguns artigos que tem uma hipótese de pesquisa minha lá no último capítulo, capítulo 13, é uma hipótese de pesquisa, que é um apêndice quase, que eu vale a pena depois dar uma olhada, porque ele tá dentro desse escopo de trabalho. E aí em 2022 escrevi esse daí antes das eleições. E aí pós eleições, eu retomo o que eu discuti nesse artigo 2022, que é uma ampliação das hipóteses de 2021 e de 2018. em 2022, com um artigo intitulado No Vale de Lágrimas entre a política e a religião, em que retomando que eu tinha discutido anteriormente, eu apresento agora pós-eleição com a vitória do Lula, pegando os dados eleitorais e fazendo uma análise do processo. Pronto, 2026, ou seja, nós aí já estamos há alguns anos nesse papo, vou publicar agora fascismo como religião e eleições em 2026, retomando, ampliando e agora de maneira bem organizada e estruturada aquilo que eu tô desenvolvendo ali desde 2018. Tudo isso para dizer, para eu apresentar a o balanço e um prognóstico das eleições dos evangélicos em 2026, num artigo que agora deve estar com 10 páginas de Word aqui no usando padrão ABNT, tá longo, portanto, eh, agora, depois de 10 páginas, eu cheguei no tema, porque as nove páginas anteriores é apresentando pressupostos, conceitos, o movimento analítico, do processo histórico que eu tô utilizando para que a o prognóstico que eu vou colocar ali tenha sentido. Para que você entenda o que eu quero falar, eu tenho que ter toda uma discussão anterior metodológica, de pressupostos, de exposição de quais são os elementos que nós estamos mobilizando, quais são as categorias, qual é o processo, qual é o movimento a ser considerado. Tudo isso para chegar, ó, dado isso aqui, dá pra gente falar isso aqui. [risadas] Isso é um artigo. E por que que que é importante fazer isso? Porque eu poderia simplesmente chegar e falar: "Gente, é o seguinte, ó. Em 2026, apesar de ter uma crise, pera aí, deixa eu colocar 2026, apesar de ter uma crise na representação política do movimento bolsonarista, isso não recrudeceu ou converte votos à esquerda. Ao contrário, isso faz com que sejam fortalecidos movimentos de lideranças locais ou próximos às comunidades já organizadas e mobilizadas dentro dos evangélicos no processo histórico analisado com a divisão de classes estabelecidas e a composição de reprodução social que nós discutimos no elemento anterior. Dado isso, há um consenso hegemonizado dentro dos evangélicos de um conservadorismo ou mesmo reacionarismo que se manterá, não será alterado e reproduzirá a mesma dinâmica de 2018, de 2022 e de 2026. sem grandes alterações, fazendo com que não haja um grande apoio necessário a uma única candidatura conservadora para o cargo de presidência, mas que não converte em votos à esquerda, muito menos num voto que seja menos conservador para o parlamento. Ao contrário, a tendência é que ele seja mais recrudecido e que vote mais forte em lideranças locais e próximas que vão se fortalecer nessas dinâmicas e vão então reforçar o parlamento com um movimento mais radicalizado. Tendencialmente nós teremos um parlamento mais conservador do ponto de vista do voto evangélico. Ponto. Poderia falar isso, poderia chegar nesse resultado, mas ele só tem sentido porque eu tenho que apresentar o que que eu fiz antes. Pô, eu não sou uma indiná, tem ciência social, pôra. [risadas] Tem trabalho que tem trabalho. Então assim, é, é isso. Poderia chegar e meter resultado, sair falando que eu acho que vai acontecer. Aí parece que eu tirei do do da orelha, né? Não, pô. tem processo, tem análise, tem estudo, tem referência, tem pesquisadores auxiliares, tem metodologia. Para poder chegar nesse resultado, as pessoas têm que entender como operar o pensamento para poder fazer isso, para entender o fenômeno, entender o objeto, entender o que tá acontecendo. Método. Método. Foquem no método. Método significa caminho. O método são os amigos que nós fazemos pelo caminho. Dias esquerdos, dias esquerdos atrás. Metralhadora tr. [risadas] Perdão. Diz fazer o what? Três oitão. Metralha analógica maluca também. Esse aí é do outro doido. Outro doido que não lé e o cré ali não conversa. Mas aí só você dá de maluco que você fica famoso na internet. Ah, agora eu entendi. Metralhador. Entendi. Agora entendi. Agora entendi. Agora entendi. Gabriel diz: "Se você não entendeu, ele te chama de símilo." É, pode chamar. Sou aparente. Dislo, gerador de lerolero na velocidade máxima. Tem muito por aí. Tem. Para mim é o o esse camarada aí é o o Malafa. Se o Malafa tivesse engolido um uma máquina de cortar grrama, acontece isso. Drumeira diz: "Tem cara que não dá para expor 3 oitão, monarque, marçal e companhia". Essa galera tá para além do razoável. É exatamente isso. Exatamente isso. Diz: "Querido Eitor, bom dia, querido Eitor. Como é que você tá?" Tudo bem, Eitor? Um prazer que você esteja aqui conosco. Meu sonho se realizou esse diálogo com Eri. Espero que você tenha curtido e espero que Eri passe bate o papo também, que a gente possa seguir esse papo. Eu achei massa ele ele tá acompanhando nós, a gente troca a ideia. Descrído esquerdo atrais. Vixe, eu comecei minha dissertação expondo o método. Vacilei, mas eu também, né? Mas aí diz, mas é a obrigatoriedade da academia, né? A universidade nos obriga a fazer isso. Mas dito isso, dito isso, nós somos obrigados a fazer isso. Como diria Marcos, o método da método da exposição é diferente do método de pesquisa. Então, o que que eu faço? E isso está no nosso curso de de de de facio o projeto de pesquisa, tá? No nosso curso de Fácil Projeto de Pesquisa para quem é membro do canal. Quando você for fazer a pesquisa, lembre-se que o método vai ser deduzido pelo objeto. Então, não comece preocupado na hora de escrever o projeto pelo método. Começa entendendo seu objeto, seu problema de pesquisa, o objeto delimitado. Encontrou o problema, delimitou o objeto, agora você vai pensar no método. Mas na hora de colocar no projeto, você vai inverter, você vai apresentar o método antes. O método de investigação, diria Marx, é diferente do método de exposição, diria Marx. Método de investigação é diferente do método de de exposição. Então, já que os caras obrigam a gente a expor dessa maneira, aí eu uso isso como minha muleta. Desquido, Gabriel, o objeto que determina o método. Exatamente. Descido, esquerdos autorais. Fui orientado a tirar a parte que tava e colocar na abertura. É, a gente é obrigado a fazer isso. Minha professora sempre falou isso, diz Gabriel. Sua professora é uma pessoa adequada, correta. Diz Ryan Augusto. Bruno, mas você fala que o método tava errado no sentido da pesquisa ou da exposição da argumentação. Não sei se entendi. Do Gustavo tava no sentido dele não ser adequado para resolver o problema que a TAMB promete. A TAMB diz o que é metafísica. O método utilizado não apresenta o que é metafísica, apresenta a tese de Marx sobre a metafísica o pensamento hegemonizado na metafísica e como Marx supera. Isso não é o problema que tá colocado. Então assim, se a gente fosse colocar de maneira adequada, não seria o que é metafísica, mas como Marcos supera o pensamento metafísico hegemonizado, que é esse o objetivo do vídeo, né? Não é metafísico, esse modo de pensar metafísico, né? É isso. É só porque uma coisa tá inadequada com a outra. Eu concordo, concordo com conteúdo, eu concordo com o método de disposição, eu concordo com a argumentação, eu concordo com o resultado, concordo com tudo. A ina adequação tá na promessa da TAMP e o caminho utilizado para resolver o problema. Porque não resolve? [risadas] É simples assim. Fazer o denúncia. Sim, fiz uma denúncia. Eu eu de verdade eu fiquei bem chateado. Semana passada que eu encontrei esse plágio, eu fiquei triste. Drumeira, a maioria dos debates esquerda versus direita, mesmo sabendo que o cara de esquerda ganhou nos argumentos, é a sensação de que o cara de direita venceu o debate. A gente aceita entrar no jogo e não expõe bem. É porque não é bem um debate. É, a gente uma vez discutiu isso aqui no canal, né? Eu tenho problema com isso aí, mas não vou me esticar muito porque eu tenho que terminar esse trem aqui logo logo. Perdão aí por quem está acompanhando. Esquerdos autorais diz: "Esse comentário sobre o método é muito bom. A obra Metamorfoses da dialética de Monique. Caraca, como é que fala esse nome, velho? Monique Dickout. Dixout. Monique diout. Caraca, que nome difícil, velho. Parece um jogo que eu tenho aqui, o Dixshit, né? Monique Dixit. Já começa apresentando como a dialética platônica vai assumindo novos métodos a depender do objeto. Pronto. Olha que interessante. Vivendo e aprendendo. Não sabia disso. Dis que Durrumeira, teve um debate com um redill que uma menina ignorou ele completamente, leu ele, as armas dele, acabou com o maluco, com o debate, só expondo o que ele é. Cara, ficou perdido. Depois procura esse vídeo. Vou procurar da menina que debateu completa, ignorou completamente o seu interlocutor. Vou vou ver. [risadas] O Gustavo faz isso várias vezes, né? E eu gosto do Gustavo em debate por causa disso. Ele respira, mantém aquela paz e serenidade, porque ele já sabe que isso daqui não vai chegar em lugar nenhum. Ele ignora completamente o que o outro disse e apresenta a tese dele sobre e tá tranquilo, tá em paz. e de com pensamento organizado, né? Ah, apresentar uma ideia com pensamento organizado é outra coisa. É outra coisa. É diferente. É diferente. Mas tá, tudo isso, minha gente, todo esse processo de discussão de método calhou inclusive. Por quê? E por que que eu encontrei inclusive esse plágio ao meu ao meu minha hipótese inicial em 2018? Porque eu consegui formalizar a minha teoria social. Ontem eu finalizei esse trem, 8 anos trabalhando para conseguir conseguir organizar uma teoria social com método próprio e eu finalizei vitória do trabalhador intelectual que não ganha nada com isso, né? Porque assim, não vou ganhar absolutamente nada com isso. Não sei nem como divulgar isso, não sei ainda como organizar a publicação disso, não sei o que eu vou fazer com isso. Praticamente por enquanto é um trabalho de mim para mim mesmo, né? Ninguém sabe o que eu tô fazendo. E isso já tá presente nessa análise sobre os evangélicos. Aí o que acontece, já vou comentar aqui, né? Não vou apresentar o método, mas e nem a teoria, mas o que acontece, todo esse desenvolvimento dessa teoria, ela surge e ela se organiza tendo como objeto o estudo dos evangélicos, né? Então, tô aí há um tempo estudando os evangélicos, botando minhas teses pro jogo, discutindo em diferentes ambientes, né? Eh, e aí, tipo, já o conteúdo, pá, discuto com a galera na universidade, fora da universidade, dando meus cursos. Inclusive em breve essa tese que eu tô apresentando será internacionalmente exposta mais uma vez depois de eu ter apresentado em alguns países, um na Ásia [risadas] e alguns na América Latina. Este ano vamos para a Europa em breve, se nada der errado, vai apresentar essa mesma tese sobre essa análise dos evangélicos, mas agora de maneira mais organizada e sofisticada, muito mais consistente. E agora eu consegui formalizar. Eu utilizei os evangélicos como um dado da realidade social para trabalhar esse elemento, trabalhar esse dado, trabalhar esse esse fenômeno, né, como objeto e ir estruturando o meu modo, o meu método de trabalhar esse fenômeno e começar a avaliar se ele é aplicável em outros ambientes da realidade social. Então, a Igreja Evangélica virou meu grande objeto de pesquisa e eu ia trabalhando lá de diferentes maneiras para poder ver se fazia sentido o que eu tava organizando. Então, eu tinha hipóteses iniciais, fui aperfeiçoando essas hipóteses, tive, fui fazendo a pesquisa com bibliografia alternativa e análise de dados, né? análise de dados nas eleições, em pesquisas sobre evangélicos, pesquisas de opinião sobre evangélico, periri pororó, ver os dados quantitativos. E aí no meio desse caminho eu pude fazer uma pesquisa quali com evangélicos que foi publicada pelo o GC, no livro do GC Souza, né, o pobre de direita, eh, que é a pesquisa com os evangélicos Quali que eu pude fazer, fazendo entrevistas com a pancada de gente sobre esse tema, o que foi muito legal. porque aprendi muita coisa e vi como a pesquisa que eu já tava fazendo no Quant, né, e com e com bibliografia auxiliar, né, sempre utilizando service de outro, essa coisa toda. Na hora que eu ia pro quali, esses dados eles ganhavam subjetividade e se encaixavam muito bem com elementos da teoria que eu tava desenvolvendo e faziam eu corrigir alguns erros que eu tava cometendo, né? E aí teve interlocuções, né, discutindo com a galera ali na Zelota, com a galera em outros ambientes que também falam sobre o tema e a galera conservadora que discute, etc, etc, etc, etc. E aí, minha gente, foi muito massa, foi muito massa, foi muito massa, porque fazendo os processos e sem contar que eu já tinha certa familiaridade por ser crente. Então, me ajuda um pouquinho, apesar de, né, ter que tomar cuidados nesse processo para porque você sujeito implicado na pesquisa é complicado, mas se você fala: "Ah, mas você é evangélico estudando evangélico?" Sim, você é trabalhador estudando classe trabalhadora. Beleza, ótimo. OK. [ __ ] Ou você deixa de ser trabalhador quando faz a pesquisa. >> [risadas] >> Ah, vou fazer a pesquisa. Eu parei de ser trabalhador. Eu aí nesse momento eu sou só um observador. Falei: "Caralho, mas tudo bem". Aí tá. Enquanto tava fazendo a pesquisa sobre os evangélicos, eu fui estruturando metodologicamente o caminho que eu pegava. Opa, eu faço isso, eu analiso isso, eu formalizo dessa maneira, pô, esse caminho aqui tá errado. E e fui, né, pá, pá, puxando o trem, puxando o trem aqui, p tal tal tal tal tal tal tal. E beleza. Ontem, ontem, enquanto eu tava, enquanto eu tô finalizando o artigo sobre eh fascismo como religião e eleições 2026, eu consegui formalizar estruturadamente essa teoria que eu tô trabalhando há um tempo. E eu tô muito feliz com isso, muito feliz. Questão de método. Organizei um método. Ah, uma teoria inovadora, porque você criou novos conceitos. Não, eu tô nem aí para conceito. O que organização do pensamento é o método, como você dispõe o uso de categorias e dispõe o uso de conceitos e os referenciais. E aí eu tô muito satisfeito. Eu consegui criar e eu quero apresentar em breve, mas eu não sei como ainda, mas eu acho que eu vou vou me divertir bastante. Então é uma questão de método, quem sabe aí. E agora o desafio dois agora é aplicar essa teoria a outros objetos da realidade social que não sejam a igreja evangélica ou a religião evangélica e ver o que acontece para ver se ela se sustenta, quais são seus limites, se ela se reduz a uma discussão sobre religião ou se ela vai para além. E agora é o meu novo desafio, ampliar o meu programa de pesquisa. E bora ver o que acontece. Tô feliz para caramba, velho. Tô feliz para caramba nesse processo. Mas é isso. T questão de Parece loucura, mas uma questão de método. Parece loucura, mas é uma questão de método. Diz querido Eitor. Feliz demais de estar. Feliz demais de estar aqui. Bom dia, Bruno. Bom dia, Heitor. Bom dia, baristas. Bom dia, baristas. Geralmente vejo as lives gravadas, mas sempre tô por aqui. Agora como membro também. Seja bem-vindo, membro Eitor. Espero que você curta o papo, cara, e que o conteúdo ajude de alguma maneira também. Diz Ban, parabéns. Muito obrigado. Palmas. Palmas. Tquido Rubens. Qual o n dessa amostra aí? Cara, é engraçado. Tem uma parada que é que é legal que vem dessas pesquisas tipo Bier, essa galera toda, que é interessante porque assim, os servies e os e as pesquisas de massa, né, de que você vai fazendo os dados objetivos, eh, é menos quali mais quant, ela já a gente já tem muito sobre os evangélicos, mas muito mesmo assim, muito, muito, muito, muito, muito. Você é fácil de encontrar, tem muita pesquisa interessante. Qual que é o, qual que é o mais difícil que eu acho que é o trabalho que o GC faz muito bem, que, por exemplo, analisar os dados da população, pega lá o IBGE e dá al dar cara, voz, subjetividade, figuras, né, para essas pessoas é outra coisa. E é da hora porque o GC já trabalha fazendo essas pesquisas, essa parada há muito tempo. Se vocês pegarem, por exemplo, os batalhadores brasileiros, os batalhadores do Brasil, é um texto que o que nem é dos melhores do Gessé do ponto de vista de conteúdo de pesquisa e de impacto público, mas esse texto dos dos batalhadores já tem ali umas três sessões sobre os evangélicos, sobre a religião dos batalhadores, né? A religião dos batalhadores brasileiros. E aí ali já tava presente a questão dos evangélicos, do pentecostalismo, essa galera toda. Então já tinha esse serve pronto, já tinha um as uma porrada de pesquisa já tava constituída, você já tem um monte de pesquisa qu espalhada e quanti espalhada por aí, uma [ __ ] de coisa. Faltava um tipo de entrevista dirigida para resolver os problemas que a gente queria discutir. Então aí é você dar cara e dar voz para essa galera. Aí você começa a entrevistar uma porrada de gente, mas o objetivo não é ter uma quantidade bizarra, é você ter uma qualidade interessante das pesquisas. que e em boa parte essas as respostas das pessoas refletir aquilo que já tá nas pesquisas quântic que tem por aí, seja da Folha, seja Datafolha, seja IBGE, seja qualquer outra, CEST, não sei mais o quê. Você vai ver as respostas das entrevistas, elas estão alinhadas com aquilo que você já sabe, se a maioria dos evangélicos é a favor de arma ou não, se a maioria dos evangélicos é a favor de dos direitos LGBTQ, APN+ ou não, se isso já tá no na nos dados, você vai ver, bate, mas o que que não tem? A argumentação, a como a pessoa se apresenta, como ela organiza as ideias para dar essa resposta objetiva, que essa é a parte legal, essa é a parte que eu gosto para caramba de de ver. E aí você traz uma certa subjetividade para esses dados, entendeu? Essa essa parte é muito legal. É muito legal. Muito legal de fazer. Gosto para caramba. [ __ ] que coisa legal. É divertido. É entrar na casa da pessoa. Isso é muito legal também. Ah, eu vou entrevistar um cara, entrevistar uma mina. Vai até a casa da pessoa, você entra na casa, você vê a disposição dos móveis, você vê o que tem e o que não tem em relação ao padrão de classe média brasileira. Você vê o a dificuldade de chegar na casa da pessoa, a facilidade ou dificuldade, né? É fácil, é acessível, não é acessível? Quando eu chego aqui, que que tem? Que que tem no bairro? O que que tem aqui na casa? É, você entra na casa do maluco e tem uma Bíblia aberta ali na na porta da casa ou tem uma estantezinha com alguns livros. Aí você tá ali antes de conversar, passa, dar uma olhadinha nos livros. Aí você vê que tem uns 15 livros, 14 crente e um livro de autoajuda ou 10 livro crente e cinco de autoajuda. Então você começa, você vê uma outra parada, isso te te ajuda muito assim a interpretar as coisas de um outro jeito. É legal. Eu gosto desse tipo de pesquisa. É massa, pô. Gabriel, tem uma galera aí que diz que o método não vale nada. Vale. É. Aí é você pode estar errado, é seu direito. A pessoa pode tá errado. Diz querido Rubens, dá uma luz ao abre aspasos por escondido na pesquisa quantitativa. Curto também. Exato. Exato. Exato. E aí você tem que adequar o que a pessoa tá falando, né? que essa é a parte que eu acho que talvez eu consiga contribuir de alguma maneira na minha pesquisa, no meu método, ao que a pessoa tá falando com as dinâmicas estruturais, que eu acho que essa é a grande dificuldade, né? você não ficar nem preso ao âmbito objetivo explícito, nem ao subjetivo do ah, então veja que é que tá. Se olha um dado frio, um dado bruto, por exemplo, 70% dos evangélicos votam na extrema direita ou na direita extrema direita, 70%. Aí aparece e aí o pessoal fala: "Ah, o voto evangélico vai paraa extrema direita". Tá aí aparece a galera progressista, crente progressista ou que estuda evangélicos e não seja progressista, mas que quer fazer uma sofisticação. Veja, mas nem todo evangélico tem complexidades ou tem a palavra que eu odeio, tem nuances. OK? OK. Esse âmbito subjetivo te dá essa complexidade, essas nuances, só que aí você não pode se perder nela, né? fica tipo, ah, então nem todo, nem todo, nem todo e aí você não aceita a realidade de que existe um dado massificado de que 70% das pessoas evangélicas votam na direita cima direita. Eu tenho que explicar isso. Não adianta dizer que complexidades e nuances não me dá causa explicativa. Eu preciso de explicação, né? Então eu tenho que articular essas duas coisas. É o que eu tô tentando fazer. Diz querido gato com cirose, eu adoro seu nome. Adoro seu nome. Fala que você tem que se tratar adequadamente. Ó, tem um gatinho aqui, ó. Um gatinho aqui. Mas essa daqui não tem cirrose não. Ela tem outros problemas de saúde, mas não cirrose, né, Lionela? Eh, Lionela, inclusive, essa aqui é Leonela. Deixa eu ver se consigo pegar aqui para vocês. Essa aqui é a Lionela. Dá uma olhada aqui. Lionela, você consegue olhar para cá? Não, não vai olhar para cá. A Lionela, ela tem o nome dado em homenagem ao Messi, porque ela chegou aqui em casa com 10 dias de vida, resgatada de uma caixa na rua. E ela era Lionel, né? Chegou, a gente chamou ela de Lionel em homenagem ao Messi, mas no dia seguinte a gente descobriu que ela era fêmea, então virou Lionela. Então é Lionela. O gato Concose pergunta: "Bom dia, Bruno. Conhece a obra Red Theology do Roland Bower?" Se sim, o que acha? Acho excelente. É uma das grandes referências que eu tenho, esse camaradinha chamado Roland Bower, que inclusive tem uma, como é que é o nome da editora? esqueci o nome da editora. Tudo bem. O Bower tem cinco volumes on marks and Angels Theology. São cinco volumes dessa lapa. Cinco volumes. On marks ands theology. Cinco volumes que é uma coletânia da Brill. Brill. Brill. Brill. B R I L L L L L. Brill. Cinco volumes publicados pela Brill On Marks and Angel Theology, que são sensais, sensacionais, [roncando] diga-se de passagem. O Boer é uma referência que eu tenho, eu acho bom para caramba. Ela, ele me ajuda a não ficar preso nas amarras dos caras que estudam teologia da libertação aqui na América Latina, porque eles criam um fetiche da América Latina, como se só tivesse eh esquerda e religioso progressista ou religioso comunista aqui, né? O Boer mostra que não. Isso é um mito, o fetiche da da teologia da libertação. Prazer, Lionela. É, é Lionela. É Lionela. Ah, é isso aí. Ah, não. Tiro o prazer. Não sei o que que tira o prazer, mas perdão se eu tirei o prazer de alguém. Não era a minha intenção. Mas é isso, minha gente. Beleza? Hoje foi foi um papo intenso. Hoje a gente nem fez react de vídeo, nem de texto. Foi praticamente acompanhar comentários e fazer aí uma conversa com youtubers bacanas, camaradas, youtubers. Um beijo para Elibaldo, um beijo para Gustavo. Espero que a gente consiga debater adequadamente futuramente, tá bom? Mas nós tem que trabalhar, né? Então, minha gente, acho que foi isso. Acho que foi isso. Foi um prazer em breve, quem sabe eu consiga descobrir como tornar minha pesquisa mais viável, meu método mais interessante. Mas dito isso, praticamente semana encerrada, quarta-feira de madrugada, seguimos aqui animados para o jogo Argentina e Inglaterra, reproduzindo uma batalha simbólica [música] das malvilhas que não traz ajuda em absolutamente nada no jogo, nem na história, nem absolutamente nada de nada. Mas Lionel Messi [música] contra Inglaterra hoje. Já vou cravar aqui, hein? Vou cravar. Jogo duro, jogo difícil, jogo complicado. [música] Eu acho que a Inglaterra ganha, mas eu vou apostar todo o dinheiro que eu não tenho em Lionel Messi. 3 a 2 Argentina no sufoco. Gol de Messi. A gente vai seguir aqui. Seguimos animados, infelizmente vendo a Copa acabar, mas felizmente [música] vendo a Copa acabar sem o Brasil ser campeão. Bom, assim, pelo menos a gente vai parar de sofrer imaginando que nós poderíamos ter ganhado. E a gente segue por aqui. Seguimos cinos [música] por aqui. Seguimos trazendo a boa nova. Todo dia útil. >> Todo dia útil. >> A vitória final. [música] >> Seguimos trazendo boa nova todo dia útil >> até vitória final. >> É isso, minha gente. E seguimos aqui, né? Estamos aí. Em breve novas novidades surgirão. [música] E se são novas e novidades é porque não estavam aqui até. Co? [música]