A APOSTASIA disfarçada de RELIGIOSIDADE
31/07/2026
A APOSTASIA disfarçada de RELIGIOSIDADE
Neste vídeo, analiso como a arqueologia revela a "apostasia silenciosa" dos judeus no cativeiro babilônico. Entenda como a prosperidade e a assimilação cultural quase apagaram a fé do povo, e reflita sobre o desafio de manter a pureza espiritual hoje. Veja o vídeo completo no link!
Meu nome é Rodrigo Silva, sou cristão e casado com a Laura. Aqui eu compartilho um pouco das histórias da minha vida dedicada à Bíblia Sagrada, Estudo Bíblico e a Arqueologia. Desde tenra idade, fui fascinado pelo passado e pelas histórias que os artefatos e ruínas antigas podem contar. Minha jornada na arqueologia tem sido repleta de aventuras, descobertas emocionantes e uma profunda conexão com o passado. A cada escavação, a cada artefato encontrado, sinto-me mais grato por ter escolhido seguir essa paixão. Agradeço por me acompanhar nesta viagem!
Fonte: Rodrigo Silva Arqueologia
Legendas automáticas:
Deus falou, eu quero que vocês cresçam na Babilônia para voltar. Eles não quiseram voltar. Havia gerações de judeus morando na Babilônia, que os judeus ali chegaram a constituir banco de empréstimos, foram prósperos, começaram a colocar nomes babilônicos nos filhos, começaram a ter nomes pagãos no nome dos filhos e que depois da chegada dos persas para libertar o povo, muitos não quiseram voltar para casa porque era muito boa a vida na Babilônia. Você sabe que a Babilônia foi tão proeminente que mesmo quando os persas dominaram a cidade, ela continuou funcionando como importante polo do período persa. Lembra que eu falei com vocês que o o Ciro o grande que vem libertar o povo, ele também se tinha se convertido ao Deus Marduk? Então mesmo com o fim da Babilônia, o culto a Marduk continuou próspero, mas aí que é o o lance desses tabletes. Eles não renunciaram a sua identidade judaica. Eles não deixaram de ser judeus. Eles misturaram a identidade judaica com uma nova [música] identidade babilônica. Eram pessoas mescladas, que por um lado não eram puramente babilônicos, mas já não eram mais puramente judeus. A gente pensa a apostasia só assim, rompeu. Não, não. Tem aquela apostasia mais significante que é aquela que ela não rompe, ela permanece de um jeito modificado. Não dá certo.