Sermões Online

A fé vem pelo ouvir

A graça soberana de Deus alcança os mais improváveis – Culto Noturno – AO VIVO | 12/07 | 18h

A graça soberana de Deus alcança os mais improváveis – Culto Noturno – AO VIVO | 12/07 | 18h

A graça soberana de Deus alcança os mais improváveis – Culto Noturno – AO VIVO | 12/07 | 18h

Acompanhe a transmissão ao vivo do Culto Dominical Noturno da Primeira Igreja Presbiteriana de Goiânia com exposição fiel das Escrituras e ênfase na teologia reformada. Momento de edificação na palavra, louvor e comunhão. Acompanhe conosco!

Primeira Igreja Presbiteriana de Goiânia
+55 (62) 3213-3320 ou 98113-0461‬ (WhatsApp)
Rua 68 c/ Rua 71, St. Central, Goiânia-GO

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Legendas automáticas:

[música]
Boa noite, querida igreja. É uma grande
alegria e um grande privilégio que o
Senhor nos concede de nesse domingo, dia
santo, dia separado para o Senhor, para
nós o adorarmos, prestar-lhe culto. E é
nesse sentido que eu quero convidar a
igreja que nesse momento se prepare para
que possamos ah cultuar ao nosso Deus.
Nesse momento de prelúdio, nós oraremos
e invocaremos a santa e doce presença do
nosso Deus no nosso meio. Prelúdio e
póslúdio não é um tipo de ah código de
que o culto está encerrando e o culto
está terminando. Prelúdio significa que
até que nós entremos aqui e cultuemos ao
nosso Deus, Deus já vem sendo adorado.
Póslúdio é a mesma coisa. Quando nós
sairmos daqui após o encerramento do
nosso culto, o nosso Deus continuará
sendo adorado. Nós oremos assim ao nosso
Deus nesse momento.
>> [música]
[música]
>> Abramos as nossas Bíblias no Salmo de
número 33.
Nós faremos a leitura responsiva do
primeiro verso até o verso de número 17.
Salmo de número 33.
Faremos a leitura responsiva do primeiro
verso ao verso 17. Eu leio os versos
ímpares e os irmãos os versos pares.
Leiamos assim a palavra do Senhor.
Exultai, ó justos no Senhor. Aos retos
fica bem louvá-lo.
Senhor comai.
Entoai-lhe novo cântico, tangei com arte
e com júbilo.
A palavra do Senhor é todo seu
>> Ele ama a justiça e o direito. A terra
está cheia da bondade do Senhor.
Palavras que fizeram e sobre a sua boca
o exército dele. Ele ajunta em montão as
águas do mar e em reservatório encerra
as grandes vagas.
Ó Senhor, toda a terra, tenham todos os
habitantes do mundo.
>> Pois ele falou e tudo se fez. Ele
ordenou e tudo passou a existir.
>> Senhor des nações
dos povos. O conselho do Senhor dura
para sempre. Os desígnios do seu coração
por todas as gerações.
A nação de Deus é o Senhor e o povo que
escolheu para sua herança.
>> O Senhor olha dos céus, vê todos os
filhos dos homens.
Todos os moradores da terra.
Ele que forma o coração de todos eles,
que contempla todas as suas obras.
Não se salve com o poder dos seus
exércitos, nem possuome muitas forças
que
>> o cavalo não garante vitória. A despeito
de sua grande força, a ninguém pode
livrar. Vamos orar ao Senhor nesse
momento. Curve a sua cabeça e oremos ao
nosso Deus.
Senhor, nós queremos colocar as nossas
vidas diante do Senhor, conscientes, ó
Pai, de que somos pecadores, sim,
graciosamente livres da culpa do pecado,
pela tua graça, pela maravilhosa obra de
Cristo Jesus na cruz do Calvário, mas
ainda pecadores, por vezes nos ah
fazemos coisas, nós fazemos coisas que
não agrada ao Senhor, mas o Senhor ainda
assim nos permite nos achegar na tua
santa e doce presença. E é isso que
queremos fazer nesta noite, ó Deus,
estar diante de ti, adorá-lo,
bendizê-lo, prestar o culto que só ao
Senhor é devido. Pedimos, ó Deus, que o
Senhor [limpando a garganta]
seja conosco aqui, que o Senhor fale ao
nosso coração, que a tua palavra, ó
Deus, aqui exposta com zelo e com
fidelidade possa alcançar a nossa mente,
o nosso coração, e que possa também, ó
Deus, transformar a nossa vida como lhe
apraz. Ajuda-nos, ó Deus, a sermos
servos fiéis ao Senhor. Esteja com
aqueles que ainda estão a caminho. Que o
Senhor os guarde, os proteja. esteja com
cada um de nós que estamos aqui e que
possamos, ó Deus, ter um tempo de
adoração agradável ao Senhor. Nós oramos
assim agradecidos no nome de Jesus.
Amém. Sob a orientação da regência, nós
entoaremos o hino de número 47,
Louvor e Glória. Nesse momento, aqueles
irmãos que vieram preparados poderão
depositar nos gasofilácios aqui à frente
ou ao fundo a seus dízimos e as suas
ofertas. Os irmãos que nos assistem de
casa poderão fazer também a sua oferta e
o seu dízimo por meio das contas da
igreja que aparecem no seu televisor.
Cantemos assim ao nosso Deus.
Colocar em pé.
>> [música]
>> Louvamos, [música][canto]
ó Deus, pelo dom de Jesus, [canto]
que por nós pecadores
[canto] morreu [música]
sobre a cruz.
Aleluia! [canto]
Toda glória te rendemos, [música]
Senhor.
Aleluia. [canto]
Tua graça [música]
imploramos.
[canto]
Amém.
Louvamos,
ó [canto] Deus, [música] pois
a luz que brilhando nas [canto] trevas a
[música] Cristo conduz.
Aleluia!
Toda glória te [música][canto] reinemos,
Senhor.
Aleluia!
Tua [música] graça
imploramos.
Amém. [canto]
Louvamos, [música]
ó Deus, por teu filho Jesus,
que foi morto, [música]
mas vive [canto]
no reino [música] da luz.
Aleluia!
Toda glória te rendemos, [música][canto]
Senhor.
Aleluia!
Tua [música] graça
imploramos. [canto]
Amém.
Louvamos, [música]
ó Deus, [canto]
e rogamos,
Senhor,
dá-nos [canto] sempre sentir [música]
teu poder, teu amor.
Aleluia.
Toda glória te rendemos, [música]
[canto] Senhor.
Aleluia. A tua graça
imploramos. [música]
[canto]
Amém.
De pé como estamos. Eh, continuemos a
leitura do salmo de número 33.
Nós faremos a leitura dos versos 18 ao
22. Nós faremos essa leitura a uma só
voz.
Salmo de número 33. versos 18 a 22.
Leiamos: Eis que os olhos do Senhor
estão sobre os que o temem, sobre os que
esperam na sua misericórdia,
para livrar-lhes a alma da morte e, no
tempo da fome conservar-lhes a vida.
Nossa alma espera no Senhor, nosso
auxílio e escudo. Nele o nosso coração
se alegra, pois confiamos no seu santo
nome. Seja sobre nós, Senhor, a tua
misericórdia.
Como de ti esperamos. Amém. Os irmãos
podem se assentar.
Ah, alguns anos nós tivemos o privilégio
do SENIR, eu e os meninos, de fazer ou
de participar de uma exposição em
Brasília, no Palácio do Planalto, ah, de
uma obra de um pintor barroco chamado
Caravad. Eu espero não estar errando o
estilo aqui, que a minha esposa como
conhecedora de história da arte vai me
puxar a orelha depois, né?
>> [roncando]
>> Mas naquele naquele ambiente, para além
da beleza da tela, da beleza da pintura,
da característica do autor marcante e
presente ali, toda a sala, a o ambiente,
a iluminação, a própria moldura, ela
tinha como propósito destacar ainda mais
a obra do autor. Nos livros poéticos eh
da Bíblia, por vezes, nós encontramos
esse tipo de estrutura. Nós vemos
particularmente aqui no salmo de número
33
algo parecido com isso, em que nós temos
quatro partes em que as duas centrais,
as três, as duas centrais mais
importantes eh são estão presentes ali,
mas as duas extremas do início e do
final destacam aquilo que o texto quer
dizer. Na primeira sessão, do verso 3,
aliás, do verso de número 4 até o verso
de número 12, ressalta a respeito do
Deus criador, do Deus todo- poderoso.
Na a partir do verso de número 12 até o
verso de número 19, fala sobre a
soberania de Deus na eleição e na
escolha de um povo para si. E diante
desse Deus maravilhoso, todo- poderoso,
que é destacado aqui e que nos elege
apesar dos nossos pecados, nos escolhe
para si, nós temos pelo menos algumas
atitudes diante desse Deus. A primeira
tá descrita ali logo no início, é
exultar de alegria e de júbilo e louvar
ao nosso Deus.
As outras estão lá no final, na outra
ponta da moldura, quando no verso 20 diz
que a nossa alma espera no Senhor. O
Senhor, sim, deve ser a nossa esperança,
como tá descrito no verso 20. Ele deve
ser a nossa alegria, como tá descrito no
verso 21. E no Senhor nós alcançamos
misericórdia, como tá descrito no verso
22. É nesse sentido de buscar a
misericórdia do Senhor, porque nós somos
pecadores ainda. Por vezes nós eh
deixamos de cumprir aquilo que Deus
determina para nós na sua palavra. É
nesse sentido que nós faremos agora uma
oração de confissão. Nós teremos um
tempo individualmente, cada um de nós,
para orar, para confessar o próprio
pecado diante de Deus. E logo após
alguns instantes de [música] oração
silenciosa, eu convido ao nosso irmão
Wendel, que tá lá no fundo, peço à junta
diaconal para que leve a ele o
microfone, eh, para que nós, eh, oremos
e ele quebre esse silêncio com uma
oração audível. Antes disso, nós
entoaremos o hino de número 67,
coração quebrantado.
Nós vamos nos colocar em pé.
>> [música]
>> Solme,
ó [canto] Deus,
pois vês meu [música] coração.
Prova-me,
[canto][música]
ó Pai,
te
peço em oração [canto]
[música]
de
todo o mal. [música][canto]
Liberta-me,
Senhor,
[música]
[canto]
até da transgressão [música]
que oculta
[canto]
for,
vem [canto][música] me lavar
dos [música][canto]
pecados.
dos Deus,
[música]
conforme
prometeste [canto]
[música]
meu bom Deus,
[canto]
faz-me [música]
arder
[canto]
e consumir
[música] de amor.
Pois
quero [canto]
te magnificar,
[música]
Senhor.
>> [música]
>> O meu [canto] ser
não [música] considero
meu.
[música]
Quero
[canto] gastá-lo
no [música][canto]
serviço
teu.
Minhas [música]
paixões,
[canto]
tu podes
dominar, [música]
pois [música][canto]
o Senhor
vieste [música] em mim
morar
lá [música][canto]
do alto.
céu,
o avivamento
[música] vem
e que [canto]
comece
em mim, seguindo [música]
[canto] além
o [música]
teu poder. [canto]
As bênçãos,
teu [canto]
valor. [música]
Concede [canto]
aos que são Deus, [música]
ó pai
de amor. [música]
[música]
Amém.
A igreja pode se assentar.
Oremos silenciosamente. E após alguns
instantes a oração, ah, o silêncio será
quebrado por uma oração audível.
>> [música]
[música]
>> Senhor nosso Deus, nós nos colocamos
humildemente
diante da tua presença essa noite,
reconhecendo a falência dos nossos
corações, a depravação da nossa alma e
alegramo-nos por saber que confiamos no
sacrifício do seu filho Jesus.
Que essa noite, Deus, o Senhor possa vir
ao encontro dos nossos corações e
transformarmos, Senhor, mais e mais
parecidos com seu filho, pelo poder do
teu Espírito Santo. Que as nossas almas,
Senhor, possam se achegar a ti e que a
nossa alegria seja tão somente na tua
presença. Assim nós te agradecemos em
nome de Jesus. Amém.
Continuemos a adorar ao Senhor por meio
dos cânticos.
>> Boa noite, igreja. Vamos nos colocar de
pé em espírito de adoração. Ne.
[música]
Razão da minha adoração.
Ó Jesus,
és [música] tu única esperança que a de
ver, ó Jesus,
porém te fui ajudado, [música]
tua salvação tem me alegrado. [canto]
[música]
meu coração.
Quando eu canto, te louvarei.
[música][canto]
Eu te louvarei,
te [música] glorificarei.
Eu te louvarei,
meu bom Jesus.
Eu
te louvarei,
te glorificarei.
[música]
Eu te louvarei,
[música] meu bom Jesus.
[música]
És [música] tu única razão doração,
ó Jesus. [música]
É tu [canto] única esperança que anelo
de ó Jesus.
Por [música]
te fui ajudado, [canto]
tua salvação tem me alegrado. [música]
Hoje a gozo [canto]
em meu coração,
meu canto, [música] te louvarei.
Vem, eu te louvarei,
te [música] glorificarei.
Eu te [música] louvarei,
meu bom Jesus. Eu
te louvarei,
te glorificarei
[música]
e eu te louvarei,
meu bom Jesus.
[música]
>> [música]
[música]
>> Em [música] todo tempo te louvarei.
[canto]
Em [música]
[canto] todo o tempo te adorarei.
Em todo tempo te louvarei.
Em todo [música] tempo te adorarei.
Eu te [música] louvarei,
te glorificarei.
[música]
Eu te louvarei,
teu bom Jesus.
Eu te louvarei,
te glorificarei. [música]
Eu te louvarei,
meu bom Jesus.
>> [música]
[música]
>> Glória a Deus.
Uma coisa, nós temos que ter convicção e
plena certeza de que o amor de Deus ele
não falha e que nós devemos depositar
essa confiança em Cristo Jesus.
Aspet. [música]
>> [música]
>> Ah.
[música]
Nada vai me separar.
Mesmo [música] se eu me abalar, [canto]
teu amor não falha.
[música]
>> [música]
>> Mesmo [canto] sem merecer,
tu a graça se derrama [música] sobre
mim. [canto]
Teu amor não falha.
[música]
Tu és o mesmo para sempre.
[música]
Teu amor não muda.
Se o choro dura uma noite, alegria
[música][canto] vem pela manhã.
[música] Se o mar se enfurecer, [canto]
eu não tenho que temer. [música]
Porque eu sei que me amas. [canto]
Teu amor [música]
não falha. Ah.
[música]
Forte [música] e profundo o mar.
Tua presença vem me amparar.
Teu [música] amor [canto]
não falha.
Difícil [música] é [canto] o caminhar.
Nunca pensei que eu [música] fosse
[canto] alcançar, mas teu amor não
falha. [música]
[música]
Tu és o mesmo para sempre. [música]
Meu amor não [canto] volta.
Se o choro dura [música] uma noite,
alegria vem pela manhã.
Se eu mar [música]
sem enfurecer,
eu não tenho [canto]
que temer.
Porque eu [música] sei que me amas.
Meu amor não [música] falha.
Faz de tudo confere para o meu
[música][canto] bem.
Tu fazes que tudo confere
[música][canto] para o meu bem.
Tu fazes que tudo coopere
[música][canto] para o meu bem.
Tu fazes [música]
que tudoere
para o meu bem. [música]
Tu és o mesmo para sempre. [música]
Teu amor não [canto] muda.
Se o sono [música] dura uma noite,
alegria vem pela manhã.
Seu mar [música][canto] sem enfurecer,
eu não tenho o que temer.
Porque eu sei que me amas.
[música][canto]
Teu amor não falha.
>> [música]
>> Meu [canto] amor não falha.
[música]
>> Glória a Deus. Nessa terceira canção, no
último cântico, nós iremos declarar que
o amor de Deus é infinito. Ele é tão
grande que nós não conseguimos, nós não
conseguimos mensurar. Vamos declarar
isso no próximo cântico.
[música]
Quão grande [música]
é o [canto] meu Deus.
Cantarei quão grande
é o meu Deus.
E todos [música] não [canto] de ver.
Quão grande [música]
é o [canto] meu Deus.
O esplendor [música]
[canto]
de um rei
[música]
em majestade [canto]
e luz,
faz a terra se alegrar.
Faz a terra [música] se alegrar. [canto]
Ele é [música]
a própria
luz
e as trevas [música]
vão fugir. [canto]
Tremer com sua voz. [música]
Tremer com sua voz. [canto]
Quão [música] grande
é [canto] o meu Deus.
Cantarei [música]
quão grande
é o meu Deus.
E todos de ver [música]
quão grande
é [música] o meu Deus.
>> [música]
>> gerações.
Eli é
o [música] templo está [canto] em tuas
mãos.
O começo e o fim.
O começo e o fim. [música]
Três são somente [canto]
um.
[música]
Filho, espírito e [canto] pai,
cordeiro e leão. [música] Cordeiro e
leão.
Quão grande [música]
é o meu Deus.
Cantarei [música][canto]
quão grande
é o meu Deus.
E [música] todos hão de ver.
Quão grande
[música]
é o meu Deus.
Sobre todo nome [música]
é o seu.
Tu és digno de louvor. [canto]
[música]
Eu cantarei.
Quão [canto] grande
é o meu [música] Deus. Deus
é o meu Deus.
[música] Quão grande
é o meu Deus.
Eu cantarei [canto] quão grande [música]
é o meu Deus.
E todos hão [canto] de ver.
[música]
Quão grande
é o [canto] meu Deus.
Quão grande
[música] é o meu [canto] Deus.
Cantarei quão grande
é o meu Deus.
Todos vão te ver.
Quão grandee [música]
é o meu Deus.
Deus.
as crianças de zero até 8 anos para que
venham à frente. Nós vamos orar com elas
e orar por elas. Enquanto as crianças se
deslocam até aqui, eu quero dar avisos
aos pais. O primeiro é de que as
crianças de zero até 1 ano e 11 meses,
elas ficarão no bersário aqui ao final
da rampa, só que com um pequeno detalhe.
Eh, esse bersário hoje excepcionalmente
funcionará apenas como uma sala de
apoio. E por esse motivo, um dos pais,
ou pai ou a mãe, tem que ficar lá com
seu filho pequeno de zero a 1 ano e 11
meses. As crianças de 2 a 8 anos se
deslocarão lá para o IP, onde poderão
dar continuidade ao seu culto.
Vamos orar. O tio fala e vocês repetem.
Pode ser? Pode. Vamos lá. Papai do céu,
Papai do Céu,
>> muito obrigado.
>> Muito obrigado
>> por esse dia,
>> por esse dia
>> em que podemos
>> adorar ao Senhor.
>> Obrigado.
>> Porque o Senhor nos ama. O Senhor nos
ama.
>> E porque o Senhor fala conosco.
>> Nos ajude
>> nos ajude
>> a ouvir o Senhor.
>> A ouvir o Senhor.
>> E a obedecê-lo.
>> Obedeco.
>> Em nome de Jesus.
Amém. Podem sair com calma, sem correr.
Meus irmãos, graça e paz a todos.
Hoje nós daremos continuidade à nossa
série de exposição no texto de Jonas. A
gente já passou por dois capítulos deste
livro, são quatro capítulos. E hoje nós
vamos então para o terceiro.
Jonas capítulo 3. Eu vou ler todo o
capítulo, versículos de 1 a 10.
Para você localizá-lo de maneira mais
fácil, abra em Mateus e aí retroceda
alguns poucos livros e você vai chegar
ao livro de Jonas. faz parte dos
profetas menores.
Jonas capítulo 3,
versículos de 1 a 10,
diz assim a palavra do Senhor.
Veio a palavra do Senhor
segunda vez a Jonas, dizendo:
"Dispõe-te, vai à grande cidade de
Nínive e proclama contra ela a mensagem
em que eu te digo."
Levantou-se, pois, Jonas e foi a Nínive,
segundo a palavra do Senhor. Ora, Nínive
era a cidade muit importante diante de
Deus e de três dias para percorrê-la.
Começou Jonas a percorrer a cidade
caminho de um dia, e pregava e dizia:
"Ainda 40 dias e Nínive será
subvertida".
Os ninivitas creram em Deus e
proclamaram um jejum e vestiram-se de
panos de saco, desde o maior até o
menor. Chegou essa notícia ao rei de
Nínive. Ele levantou-se do seu trono,
tirou de si as vestes reais, cobriu-se
de pano de saco e assentou-se sobre
cinza. E fez-se proclamar e divulgar em
Nínive o mandado do rei e seus grandes.
Nem homens, nem animais, nem bois, nem
ovelhas provem coisa alguma, nem os
levem ao pasto, nem bebam água, mas
sejam cobertos de pano de saco, tanto os
homens como os animais, e clamarão
fortemente a Deus, e se converterão cada
um do seu mau caminho e da violência que
há nas suas mãos.
Quem sabe se voltará Deus e se
arrependerá e se apartará do furor da
sua ira, de sorte que não pereçamos. Viu
Deus o que fizeram, como se converteram
do seu mau caminho, e Deus se arrependeu
do mal que tinha dito lhes faria e não o
fez. Vamos orar mais uma vez, agora
pedindo a bênção do Senhor, para que nós
tenhamos entendimento da Sua palavra,
nós sejamos alimentados, edificados por
ela. Senhor Deus, nós somos gratos pela
oportunidade que o Senhor nos dá
estarmos aqui reunidos como igreja, como
povo do Senhor. Obrigado, ó Deus, por
tudo que já foi realizado até aqui neste
momento de culto. E agora, Deus, porque
nós temos o privilégio de abrir a tua
palavra. de juntos, ó Deus, meditarmos,
refletirmos, sermos instruídos,
exortados pela Tua bendita palavra. Que
o teu Santo Espírito, o mesmo quem a
inspirou, vem agora, ó Deus, nos dar a
iluminação, o entendimento, abrir os
nossos olhos, os nossos ouvidos para que
possamos receber a palavra do Senhor.
Que o nosso coração, ó Deus, esteja
preparado para recebê-la. E assim, ó
Deus, que nós sejamos estimulados pelo
Espírito Santo, movidos por ele para
colocá-la em prática no decorrer da
nossa vida. O Senhor fale conosco, ó
Deus, por graça e por misericórdia. É no
nome de Cristo que nós oramos e pedimos.
Amém.
Meus irmãos, existem situações, lugares
e pessoas que aos olhos humanos parecem
completamente irrecuperáveis.
Pense em uma cidade, mas não pense em
uma cidade bem arrumada, em uma cidade
boa. Pense em uma cidade dominada pela
violência, pela corrupção, pela
imoralidade e pela idolatria. Será que é
possível haver esperança de mudança, de
recuperação para uma cidade como esta?
Agora pense em pessoas e mais uma vez
faça o exercício de não pensar em
pessoas assim moralmente boas, mas pense
em pessoas cujo coração foi endurecido
pelo pecado, que parecem ter
ultrapassado todos os limites da
rebeldia contra Deus. Será que ainda
existe esperança para essas pessoas?
Será que a graça de Deus pode alcançar
pecadores que nos parecem endurecidos
demais para se arrepender?
Mas e quando somos nós os que
fracassamos? Quando desobedecemos
deliberadamente a vontade de Deus?
Quando nós fugimos do seu chamado e
sofremos as consequências do nosso
pecado? Será que o Senhor ainda pode nos
restaurar e nos tornar úteis para sua
obra? Meus irmãos, essas perguntas nos
conduzem ao coração da mensagem de
Jonas. Nós estamos diante do capítulo
que marca a grande virada do livro de
Jonas. Se Jonas 1 revelou para nós a
fuga do profeta e Jonas 2 registrou a
sua disciplina e restauração no ventre
de um grande peixe, Jonas 3 nos mostra
que Deus restaura o seu servo e ele
demonstra sua misericórdia para com a
cidade que ninguém imaginaria poder ser
alcançada pela graça desse mesmo Deus.
Tudo isso, irmãos, é maravilhoso por
demais. Não se esqueça que na época de
Jonas, Nívi era o retrato da
perversidade humana. Nós estamos falando
da pior cidade daquela época. Ela era a
capital do poderoso império assírio e
Nínive era conhecida em todo o mundo
antigo por sua crueldade,
violência e arrogância. Os assírios
conquistavam nações
espalhando terror por onde eles
passavam. Os seus próprios registros
históricos descrevem com orgulho
torturas brutais, deportações em massa,
cidades destruídas, inimigos empalados,
decapitados e até esfolados vivos. Era
assim que essa cidade agia. Ela era
cruel. A violência não era apenas uma
prática militar para conquistar outras
nações, era motivo de exaltação
nacional. Essa cidade se orgulhava de
ser dessa forma. Por isso, Nínive havia
se tornado um símbolo da maldade humana.
É por isso que quando Jonas recebe uma
comissão de Deus para pregar a esta
cidade, Jonas não quis ir. Ele conhecia
muito bem como era a cidade de Nínive.
Humanamente falando, meus irmãos, era o
último lugar para onde um profeta de
Deus desejaria ir e era o último povo
que alguém esperaria ver, arrependido,
transformado pela graça de Deus.
Contudo, meus irmãos, o livro de Jonas
não apresenta apenas uma cidade em
profunda rebelião contra Deus. Essa,
esse livro também apresenta para nós um
profeta rebelde. Jonas também é
apresentado como um problema nesse
livro. Jonas era um homem de grande
determinação.
Se tem uma coisa que nós não podemos
tirar de Jonas, é o fato de que ele era
muito determinado. Mas qual que era o
problema? Toda sua determinação foi
empregada para desobedecer ao Senhor,
fugir da sua presença. Ele foi
determinado em fugir do Senhor, em
desobedecer a voz clara, direta do
Senhor para ele. Enquanto Deus dizia:
"Levanta-te e vai a Nínive", Jonas se
levantava para ir na direção oposta.
Enquanto Deus dizia: "Olha, para você ir
para Nínive". Jonas se direcionava para
Tarces. Ele estava determinado em
desobedecer ao Senhor. Os capítulos 1 e
dois deixam isso muito evidente para
nós. Jonas resistiu ao chamado de Deus.
Com isso, ele colocou outras pessoas em
perigo. Ele preferiu ser lançado ao mar
ao obedecer ao Senhor. E somente foi
interrompido em sua fuga porque Deus
soberanamente interveio e então
restaurou, buscou esse homem.
Humanamente falando, ele também parecia
um homem irrecuperável e inutilizável
para o ministério. É assim, meus irmãos,
que nós chegamos então ao capítulo três
do livro de Jonas. E nele nós
encontramos então dois casos
aparentemente sem solução. Quais são os
casos? Nínive, por um lado, e o outro
lado a gente tem Jonas. Uma cidade
afundada na perversidade e um profeta
marcado pela desobediência. Se
dependesse da avaliação humana, será que
nós diríamos que há futuro para esses
dois? Para Nínive e para Jonas? Bom,
Jonas 3 nos apresenta e ensina uma das
mais belas verdades das Escrituras.
Quando a graça soberana de Deus entra em
cena, nem o pecador mais endurecido, nem
o servo mais fracassado estão além do
alcance da sua misericórdia. O Deus que
restaura Jonas é o mesmo que será
apresentado aqui no capítulo 3,
transformando e restaurando Nínive. Por
mais longe que eles foram em seus
pecados, a graça de Deus os alcançou,
pois a sua graça soberana alcança até
mesmo os mais improváveis. E essa é uma
verdade que nós precisamos aprender
nessa noite. Esse é o resumo, irmão, do
que nós iremos ver, então, e refletir à
luz do texto que nós temos diante de
nós. Faremos isso em algumas partes
aqui, caminhando no decorrer de todo o
capítulo. Primeiro, nós temos aí nos
versículos de 1 a tr, Deus manifestando
a sua graça ao renovar a comissão que
ele dá a Jonas. Olha o que a gente tem
aí nesses três versículos iniciais. Veio
a palavra do Senhor segunda vez a Jonas,
dizendo: "Dispõe-te, vai à grande cidade
de Nínive e proclama contra ela a
mensagem que eu te digo." Levantou-se,
pois, Jonas e foi a Nínive, segundo a
palavra do Senhor. Ora, Nínive era
cidade muit importante diante de Deus e
de três dias para percorrê-la. Meus
irmãos, esses dois versos iniciais do
capítulo 3 relatam para nós o que
aconteceu com Jonas depois que Deus
ordenou ao grande peixe que o vomitasse
em terra seca. Muito provavelmente isso
ocorreu nas proximidades de Jope, o
mesmo local onde Jonas chegou, encontrou
um navio, zarpou com esse navio e estava
então se direcionando para Tarces.
Provavelmente a ordem de Deus era para
que o peixe vomitasse esse profeta no
mesmo local onde foi o ponto inicial da
sua fuga. Naturalmente, nós poderíamos
esperar que Jonas fosse vomitado, então
morto em terra seca. Não se esqueça que
ele passou três dias e três noites
dentro desse grande peixe lá. Ele orou
ao Senhor. Ele fez uma belíssima oração
de arrependimento ao Senhor. Mas nós não
somos informados no capítulo dois que
ele permaneceu com vida. Não somos
informados nem em que dia ele fez a
oração, se foi no primeiro, no segundo
ou no terceiro. Portanto, em uma leitura
natural, o que se espera é que agora o
profeta tenha sido então vomitado,
morto. Mas para o nosso espanto, o
capítulo 3 traz a informação de que não
foi assim que Jonas foi vomitado. Pelo
contrário, meus irmãos, nós estamos
diante da realidade de um homem que foi
vomitado, que passou três dias dentro do
estômago desse grande peixe, mas ele foi
vomitado com vida e ele saiu arrependido
dessa situação. Tanto é que esses dois
versículos iniciais destacam que a
palavra do Senhor veio a ele pela uma
segunda vez e ela veio com objetivo
claro, renovando o chamado e
comissionando novamente para que ele
fosse até Nínive e para que ele
proclamasse a palavra de Deus para esta
cidade. Meus irmãos, aqui de início nós
temos uma apresentação clara para nós da
graça de Deus que será exposta no
decorrer de todo este capítulo. Não se
esqueça que diante do primeiro
comissionamento de Deus a esse homem
registrado no capítulo um, ele preferiu
desobedecer e fugir. Mas agora o que a
gente tem é a realidade de um Deus
gracioso que oferece uma segunda
oportunidade para esse homem. É claro
que poderia ter sido mais fácil se Jonas
tivesse obedecido da primeira vez, se
Jonas tivesse entendido que não
adiantaria lutar contra Deus. Nessa
luta, ele não sairia como vitorioso.
Se ele tivesse entendido que era melhor
obedecer do que se sacrificar na sua
fuga, as coisas talvez teriam sido
diferentes para ele. Todavia, mesmo em
fuga, mesmo desobedecendo ao Senhor, o
que o capítulo 3 nos mostra nos versos
iniciais é que esse homem contou com um
Deus gracioso que o buscou, o
disciplinou e o salvou de si mesmo e
agora lhe dá uma segunda chance.
Queridos, isso é graça de Deus, é
favorerecido de Deus para com esse
homem. É importante, queridos, destacar
essa verdade, porque ao desobedecer
deliberadamente ao Senhor e tentar fugir
da sua presença, o que Jonas merecia
para si? Ele merecia o juízo de Deus, o
justo juízo de Deus sobre ele. No
mínimo, ele poderia ter sido entregue às
consequências do seu próprio pecado.
Deus poderia tê-lo entregado a si mesmo.
Deus poderia então deixar, Jonas, você
quer viver por conta própria? Você acha
que você é senhor da sua vida e você
acha que você vai conseguir sobreviver
dessa maneira? OK, eu vou cruzar os meus
braços, eu vou te entregar. Viva desse
jeito. Qual seria o resultado? A
destruição desse homem. Inevitavelmente
isso o levaria à destruição. Mas qual
que é o ponto, irmãos? Deus não o
abandonou. Em sua misericórdia, Deus
restaurou esse profeta e ele reconduziu
ao serviço. Queridos, essa é uma marca
constante da ação graciosa de Deus para
com seus servos. E a gente não pode
esquecer disso. Toda a história da
redenção está repleta de homens que
fracassaram em algum momento da
caminhada. E a grande história da
redenção continua tendo pessoas que
fracassam no decorrer da caminhada. Você
quer alguns exemplos? Abraão. Abraão
fracassou, irmãos. Ele não foi perfeito.
Moisés também fracassou. Davi, o homem
segundo o coração de Deus, fracassou.
Pedro fracassou.
Mas lá estava Deus, irmãos, oferecendo a
sua graça, a sua misericórdia, a sua
restauração para esses homens. Ainda
assim, meus irmãos, Deus não desistiu
deles. Em sua graça soberana, ele
restaurou, ele continuou a usar esses
homens para cumprir os seus propósitos.
Não porque eles fossem dignos, irmãos,
disso, mas porque Deus é perseverante em
sua graça e ele é fiel à aliança que ele
tem com seu povo. Ele está sendo fiel à
aliança que ele tem com Jonas, que fazia
parte do povo da antiga aliança. Deus
está sendo fiel com seu profeta.
Queridos, eu pergunto para nós nessa
noite, quantos de nós estaríamos vivos
hoje? Quantos faríamos parte da família
de Deus? Quantos estaríamos agora com os
ouvidos abertos e o coração inclinado
para sua bendita palavra se nós não
tivéssemos um Deus perseverante em sua
graça sobre as nossas vidas? Quem
estaria aqui hoje para adorar esse Deus?
Quem? A verdade é que hoje nós olhamos
para a igreja de Cristo e nós a vemos
composta por pecadores redimidos,
irmãos. Homens e mulheres que outrora
estavam destroçados pelo pecado, eram
desobedientes, fugitivos da vontade de
Deus, mas que em Jesus Cristo receberam
uma nova oportunidade.
Foi nele, irmãos, que nós alcançamos,
nós fomos alcançados, melhor dizendo,
pela graça e pela misericórdia de Deus.
Se Deus, irmãos, não fosse perseverante
em sua graça, é certo que nenhum de nós
estaria aqui hoje. Nós não serviríamos,
nós não adoraríamos e nós não nos
importaríamos com a sua palavra e nem
queríamos estar aqui para ouvi-la neste
momento. Se nós permanecermos firmes, é
porque Deus graciosamente
foi muito maior do que os nossos
pecados. A graça desse Deus foi muito
maior do que os nossos pecados. A
misericórdia desse Deus foi muito maior
do que os nossos pecados. E triunfou
sobre as nossas quedas, irmãos. Triunfou
sobre as nossas vidas. A pergunta agora
que naturalmente surge é: como Jonas
responde ao chamado desse Deus que o
reconvoca mais uma vez? Qual que é a
resposta que esse homem agora vai dar ao
Senhor? Essa pergunta é importante
porque, como nós vimos no capítulo um,
quando Deus o chamou pela primeira vez,
em vez de obedecer, ele desobedece.
Em vez de se manter na presença do
Senhor, cumprir o propósito do Senhor,
ele tenta fugir. Mas, queridos, o
capítulo 3 vem e nos diz que a resposta
dele agora é totalmente diferente.
Conforme a parte a do versículo 3, nós
somos informados que Jonas levantou-se e
ele foi a Nínive, segundo a palavra do
Senhor. Olha que maravilha. Nós temos
agora um homem mudado. Nós temos um
homem agora que não resiste mais à
vontade do Senhor para sua vida. Muito
provavelmente Jonas, por ter sido
vomitado em Jope, ele teve que caminhar
cerca de 900 km para chegar até Nínive.
E aí os estudiosos calculam que se ele
caminhasse ali 30 km por dia, todos os
dias, cerca de um mês para chegar até
essa cidade. Ele teve tempo suficiente,
meus irmãos, para desistir da palavra de
Deus, do comissionamento de Deus,
desistir daquilo que Deus colocou para
ele mais uma vez. Mas dessa vez nós não
encontramos ele resistente. Nós dessa
vez nós encontramos ele obedecendo ao
Senhor. O versículo 3 também ressalta a
grandeza e a importância de Nínive
diante de Deus, dizendo que era
necessários três dias para percorrer
essa cidade. Era uma missão longa,
difícil e humanamente, irmãos,
indesejável. Mas o que que a gente tem
aqui? Ainda assim, nós temos um profeta
que se dispõe agora a cumprir a vontade
de Deus e anunciar a sua palavra. Esse
trecho, meus irmãos, nos ensina uma
importante lição sobre a disciplina de
Deus. O que aconteceu com esse profeta
quando ele foi lançado nas águas, quando
ele foi então ali pego por um peixe e
ali dentro daquele peixe ele se viu como
alguém que dependia da graça de Deus.
Ali ele foi disciplinado, corrigido por
Deus. Aqui nós temos uma importante
lição sobre a o benefício de Deus nos
disciplinar quando nós tentamos fugir da
sua vontade, quando nós vivemos em
desobediência a ele. O Senhor, meus
irmãos, ele disciplina aqueles que ele
ama, não para destruí-los, mas para
corrigi-los, para restaurá-los, para
conduzi-los novamente ao caminho da
obediência. Esse o caminho que Deus quer
que nós trilhemos. A disciplina produz
então em nós fruto da submissão. E ela
nos convence, irmãos, que obedecer ao
Senhor é sempre o melhor caminho. Jonas
aprendeu essa lição, ainda que de
maneira muito dura, irmãos. Depois de
tentar fugir da vontade de Deus, ele
agora descobre que não há lugar mais
seguro, mais sábio e mais feliz do que
viver no centro da vontade de Deus para
sua vida. Queridos, que nós aprendamos
isso na caminhada, que nós aprendamos
isso no nosso relacionamento com o
Senhor. Não há lugar mais seguro e feliz
para nós do que vivermos no centro da
vontade de Deus. Ainda que a vontade de
Deus seja difícil para nós, ainda que
colocá-la em prática custe algo de nós e
por vezes vai custar muitas coisas de
nós. Ainda assim, meus irmãos, viver em
obediência ao Senhor é o lugar mais
feliz. é o melhor lugar para se estar.
Bom, no primeiro momento aqui, então, a
gente tem um Deus gracioso que
transforma um homem pecador, um homem
desobediente, um homem que parecia ser
irrecuperável e mais um homem que não
parecia mais ser útil,
que não parecia mais ser útil. Será que
nós, no lugar de Deus, nós aceitaríamos
Jonas de volta para o trabalho? Será que
nós o chutaríamos? Diria: "Olha, aqui
você não vem mais, nós não te queremos
mais". Mas Deus recebe esse homem, Deus
o comissiona novamente, dá para ele a
comissão e diz: "Vá, vá lá, você ainda é
útil para esta missão". Agora, a
pergunta é: o que aconteceu com Nínive?
A gente tem então uma primeira solução
aqui. Bom, os versículos de 4 a 9 vão
mostrar para nós Deus agora manifestando
a sua graça na proclamação da palavra de
Jonas e no arrependimento que foi
produzido no coração dos ninivitas. Olha
o que a gente tem aí logo no versículo
4. Começou Jonas a percorrer a cidade
caminho de um dia, e pregava e dizia:
"Ainda 40 dias em Nínive será
subvertida".
Olha só, Jonas chegou em Nínive,
caminhou por muitos dias, talvez chegou
esgotado, cansado, mas lá estava Jonas.
Ele chegou até essa cidade, entrou na
cidade cujos habitantes eram perversos.
e violentos. Jonas passou os seus muros
e era como se ele estivesse entrando na
cova dos leões.
Ele era um israelita, fazia parte de uma
nação inimiga. E lá estava esse homem
sozinho,
cansado, entrando naquela cidade. E aí o
texto nos diz que ele começou a
percorrer aquela cidade no caminho de um
dia. E ele dizia as seguintes palavras:
"Ainda 40 dias e Nínive será subvertida.
Esse homem foi corajoso, irmãos. Esse
homem foi corajoso. Às vezes a gente
critica Jonas por não ter obedecido. A
gente acha que ele fez errado, mas olha
a coragem desse homem entrar numa cidade
como essa, terrível como era esta. E
agora ele está dizendo: "Ainda 40 dias e
Nínive será subvertida".
Ou seja, ela será destruída, ela será
virada de cabeça para baixo. Em 40 dias
isso vai acontecer. A palavra subvertida
aqui, meus irmãos, ela é usada também lá
em Gênesis 19 para descrever o
julgamento que Deus havia direcionado
contra Sodoma e Gomorra.
Isso indica que o que estava para
acontecer com Nínive era o mesmo que
tinha acontecido com aquelas duas
cidades. Nínive se tornaria uma pilha de
entulhos e fumaça. E Jonas que era o
encarregado de anunciar isso. Por isso,
irmãos, eu chamo a atenção de vocês para
alguns elementos nessas palavras de
Jonas aqui, nessa pequena mensagem de
Jonas. Primeiro aqui, o que se destaca
de modo inicial nessa pregação do
profeta é a simplicidade da mensagem.
Ela possuía poucas palavras. Do ponto de
vista humano, se fôssemos analisar como
sermão, nós poderíamos até dizer que ela
foi um fracasso.
Por que que ela foi um fracasso? Não
tinha introdução, não tinha explicação,
não tinha uma ilustração para trazer luz
e clareza para aquilo que estava sendo
dito. Será que Jonas estava falando com
vontade ou não?
Ou seja, do ponto de vista humano,
fracasso na exposição da mensagem. Jonas
não era um bom orador. Jonas não estava
como um bom orador aqui. Segundo,
irmãos, era uma mensagem de juízo, de um
Deus irado, pronto para punir o pecado
desse povo, pronto para destruir esta
cidade. E aí, no primeiro momento,
parece até que essa mensagem tinha um
caráter incondicional.
Porém, quando a gente olha mais
detidamente paraas palavras de Jonas, há
uma referência que diz ainda 40 dias.
Isso sugere, meus irmãos, uma
oportunidade para Nínive se arrepender e
ser poupada.
Isso expõe para nós, irmãos, a graça de
Deus na sua mensagem. Ele poderia ter
destruído Nínive sem enviar um profeta
lá, não poderia? Ele conhecia a situação
dessa cidade. Ele anunciou para Jonas
que o pecado dessa cidade chegou até
ele. Ou seja, ele tinha conhecimento.
Ele sabia, ele conhecia o coração dos
ninivitas. Ele conhecia a prática
pecaminosa desse povo. Deus poderia
muito bem ter destruído a cidade sem
mandar um profeta para lá. No entanto,
assim como Jonas tinha recebido uma
segunda chance, uma possibilidade de
recomeço, Deus agora está proporcionando
isso para Nínive. Por isso que ele diz:
"Olha, em 40 dias
Nínive será destruído." Nínive foi
colocado então no corredor da morte, mas
havia uma possibilidade de suspensão da
sentença. Qual que é o nome disso,
irmãos? É graça, é misericórdia de Deus.
É Deus deixar de dar o que eles
mereciam. Deus envia primeiro um
profeta. Deus envia a sua palavra. Deus
está agindo graciosamente para com os
ninivitas. Terceiro, será que Jonas
queria mesmo que o povo da cidade se
arrependesse?
Deus transformou Jonas, restaurou Jonas,
mas Jonas ainda não era assim um produto
acabado, pronto e perfeito, irmãos.
Assim como nós não somos, Deus ainda
estava trabalhando neste homem. E a
gente vai ver lá no capítulo 4ro que,
infelizmente, não era bem o que o Jonas
queria. Ele não queria que essa cidade
fosse poupada. Então, em um certo
sentido, parece que Jonas pregou com
prazer.
Olha, 40 dias vocês serão destruídos.
Vocês podem até me matar aqui por causa
dessa mensagem,
mas vocês vão matar aquele que anunciou
a queda de vocês. O Tin Keller,
comentando esse texto no seu maravilhoso
livro, O profeta pródigo, ele afirma
que, apesar de Jonas ter deixado os
ninivitas conscientes de que o perdão
era possível, essa não era a força
propulsora. da sua pregação. O resumo
que o texto nos dá do seu sermão não é:
"Em 40 dias, Nínive pode vir a ser
destruída, mas sim em 40 dias Nínive
será destruída". Era isso que Jonas
entusiasticamente desejava e
profetizava. Ele sentia, meus irmãos,
prazer em pregar a ira de Deus sobre
essa cidade. E ele o fez com satisfação,
não com lágrimas, pois mal podia esperar
para ver o flagelo dessa cidade. No
capítulo 4ro, ele vai fazer isso.
>> Ele vai arrumar um camarote para ver a
destruição dessa cidade. Queridos, outro
elemento que a gente tem aqui é que
dificilmente poderíamos esperar uma
reação dos nenevitas que não fosse a
rejeição. A fama dessa cidade era pior
possível, se orgulhava da sua crueldade.
Jonas seria mais um alvo da sua
crueldade. Jonas veio com uma mensagem
de destruição.
Levanta-se o exército de Nínive e
destrói esse homem. corta o em
pedacinho, se preciso for, para que essa
mensagem seja anunciada às demais
nações, para que fique claro que nenhum
profeta, nenhum homem pode chegar aqui e
ousar falar que essa cidade um dia será
destruída. O que nós poderíamos esperar,
então é zombaria e até mesmo perseguição
e a morte desse profeta, porque nós
sabemos da fama de crueldade que ela
tinha.
Mas o que que acontece em seguida?
Não é assim, irmãos, que os nenivitas
vão reagir. Vejamos o que a gente tem do
versículo 5 ao 9. Percebam como essa
cidade reagiu à mensagem do profeta. Os
ninivitas creram em Deus e proclamaram
um jejum e vestiram-se de panos de saco,
desde o maior até o menor. Chegou essa
notícia ao rei de Nínive. Ele
levantou-se do seu trono, tirou de si as
tirou de si as vestes reais. cobriu-se
de pano de saco e assentou-se sobre
cinza. E fez-se proclamar e divulgar em
Nínive, por mandado do rei seus grandes,
nem homens, nem animais, nem bois, nem
ovelhas, provem coisa alguma, nem os
levem ao pasto, nem bebam água, mas
sejam cobertos de pano de saco, tanto os
homens como os animais, e clamarão
fortemente a Deus, e se converterão cada
um do seu mau caminho e da violência que
há nas suas mãos. Quem sabe se voltará
Deus? e se arrependerá e se apartará do
furor da sua ira, de sorte que não
pereçamos.
Queridos, olha a reação dessa cidade. O
que aconteceu foi que as palavras de
Jonas se espalharam rapidamente por
todas as partes da cidade, dessa cidade
importante, grande. A palavra de Deus se
espalhou
e ela produziu a melhor reação, ela
produziu a melhor resposta. Os nenivitas
aceitaram a mensagem de Jonas, não como
sendo a mensagem dele, mas como sendo a
mensagem do Deus dele. E eles creram
nesse Deus. E mais, meus irmãos, eles
responderam com arrependimento imediato
e eles clamaram pela misericórdia deste
Deus. Olha a ação graciosa de Deus,
irmãos, aqui por meio da sua mensagem.
Enquanto o profeta anunciava destruição,
ironicamente o povo recebeu a mensagem
com arrependimento e com mudança de
conduta.
E aqui eu chamo a atenção de vocês para
a sequência da postura dos ninivitas.
Eles proclamaram um jejum. Eles
vestiram-se de panos de saco, que era
uma postura de alguém que estava
demonstrando contrição, arrependimento,
alguém que se humilhava. Vestiram-se de
panos de saco, todos do maior ao menor.
A cidade toda, irmãos.
Quantos missionário não gostariam de
presenciar isso? Jonas estava lá
presenciando com uma mensagem curtinha,
sem muita vontade.
O povo tá arrependido, humilhando.
A notícia chegou ao rei de Níve, que
também se humilhou, levantou-se do
trono, tirou suas vestes reais e ele
também cobriu-se de pano de saco,
assentou-se em cinzas, mais uma vez a
atitude de alguém que está arrependido e
humilhado. E não parou por aí, meus
irmãos. O rei ele fez proclamar e
divulgar em toda a cidade que todas as
pessoas deveriam vestir-se de pano de
saco, clamar a Deus. E o mais importante
de tudo, eles deveriam abandonar o
comportamento perverso que tinham.
A palavra chegou para fazer mudança. Uma
mudança na cidade toda, irmãos. Até
mesmo os animais deveriam fazer jejum.
Já viram isso?
Até mesmo os animais deveriam parar de
comer, de beber, deveriam fazer jejum.
Eles achavam, irmãos, que até mesmo os
animais poderiam ter ofendido o Deus de
Jonas.
Então, por dúvida ou não, eles então
colocaram até os animais para praticarem
isso. E aí, queridos, no verso 9 a gente
tem algo especial. O rei então ele
demonstra não saber ao certo se o
anúncio de juízo era incondicional ou
não, mas ele resolve que valia a pena
mudar a postura, pois dessa forma Deus
poderia mostrar misericórdia,
Deus poderia desistir de enviar o juízo.
Ele está expondo um coração arrependido
diante de Deus e ele crê que Deus
poderia agir com misericórdia. A
pergunta que a gente precisa fazer aqui
agora e responder é: de onde esse rei
tirou essa percepção? de que Deus
poderia agir com misericórdia para com
eles.
Se tão pecadores eles eram,
de onde eles tiraram essa percepção?
Será que eles conheciam esse Deus? Será
que eles tinham lido a Torá? Será que
eles sabiam sobre o Deus de Israel com
entendimento de que ele era um Deus de
misericórdia? De onde eles tiveram,
tiraram essa percepção?
Queridos, os estudiosos destacam que o
rei deve ter tido essa percepção de
esperança
e colocaram essa esperança na compaixão
de Deus, olhando para o profeta, aquele
que anunciava a mensagem.
Jonas não só proclamou a palavra de
Deus, irmãos, mas também ele
exemplificou
pela sua própria vida de que Deus é
misericordioso.
Não foi assim que Deus agiu para com
esse profeta? Não foi com misericórdia
que Deus agiu para com ele. O próprio
Jonas era um exemplo vivo de que Deus
poderia agir com misericórdia.
Jonas era um sinal visível da graça de
Deus. Ele fugiu da vontade, mas ele foi
resgatado por esse Deus e ele agora
servia de exemplo da sua própria
mensagem.
O próprio Jonas, irmãos, foi uma
mensagem de esperança para essa cidade.
Ele estava em Nínive, como alguém que
poderia dizer em alto e bom som. Olhem
para mim. Perdão e restauração são
possíveis até mesmo para aqueles que
desobedecem e fogem de Deus. Olhem para
mim. Meus irmãos, isso nos ensina
claramente que Deus usou até mesmo a
rebelião desse profeta
para trabalhar
esse profeta e através desse profeta.
Deus trabalhou em Jonas. Deus usou Jonas
para que ele fosse agora um instrumento
útil para pregar aos ninivitas. Talvez
se lá no primeiro momento Jonas tivesse
obedecido e levado a mensagem para essa
cidade,
talvez não teria gerado o fruto que
gerou agora, porque não foi o Jonas lá
do capítulo 1 que foi até Nínive, foi o
Jonas do capítulo dois que ficou dentro
de um grande peixe e lá reconheceu a
soberania do Senhor. Lá reconheceu a
graça do Senhor sobre a sua vida.
Queridos, há uma lição preciosa aqui
para nós. Todos, com exceção daqueles
que transformam a graça de Deus em
pretexto para continuar pecando, tem
esse mesmo princípio operacional de Deus
sobre as suas vidas. Todos os que
verdadeiramente são filhos de Deus em
Jesus Cristo podem declarar que todas as
coisas verdadeiramente cooperam para o
bem daqueles que amam a Deus, daqueles
que são chamados segundo o seu
propósito.
De fato, irmãos, a disciplina de Deus
sobre a vida desse profeta contribuiu
para o bem.
De fato, contribuiu. Cumpriu o propósito
de Deus para a vida desse profeta.
Deus trabalhou em Jonas e agora ele
estava trabalhando através de Jonas.
Queridos, Deus continua fazendo isso
ainda hoje. Ele está trabalhando em mim,
ele está trabalhando em vocês, ele está
trabalhando em nós e ele trabalha
através de nós. Nós não somos um
produtos pronto, perfeito, mas Deus
todos os dias paulatinamente trabalha em
mim, trabalha em vocês e trabalha
através de nós
para que as pessoas olhem para nós, pra
mensagem que nós proclamamos e vejam a
ação graciosa de Deus sobre a nossa
vida, a misericórdia de Deus sobre a
nossa vida. O projeto para a vida de
Jonas era que ele, alcançado por sua
graça persistente,
pudesse servir de instrumento para a
salvação dos pecadores
ninivitas.
Ainda uma questão aqui que precisa ser
apontada, irmãos. Existe um debate
quanto à reação dos ninivitas. Os
estudiosos debatem sobre a profundidade
e a duração do arrependimento desse
povo. Há debate sobre a conversão, se os
ninivitas se voltaram para o Deus de
Jonas como o único Deus ou não. Se eles
abandonaram a idolatria e se esses
efeitos ficaram restritos apenas àela
geração.
Porque quando a gente continua lendo a
história do povo de Israel, depois da
divisão dos reinos, a gente vai ter um
cativeiro para o reino do norte. E quem
vai levar cativo o reino do norte é a
Síria. Só que lá é uma geração
posterior. Parece que esse
arrependimento durou para essa geração.
Isso não foi passado para a próxima
geração.
Mas o que está claro aqui para nós, meus
irmãos, é que na época de Jonas e pela
instrumentalidade dele, houve recepção
da palavra de Deus. Houve crença,
contrição, arrependimento e
principalmente disposição para mudança
de conduta.
Agora, por que que Deus estava agindo
dessa forma? Porque tudo isso, irmãos,
era muito importante para gerar uma
mensagem e um contraste para os
israelitas que leriam o livro de Jonas.
Veja o contraste que a gente tem agora
depois desses ocorridos aqui. Enquanto
Jonas precisou ser disciplinado por Deus
para aprender a obedecer,
o povo de Israel foi confrontado por
inúmeros profetas que durante anos lhes
suplicavam para que se arrependesse.
Ainda assim, eles permaneceram com um
coração duro e não se voltaram para
Deus. Não era assim? A gente tem vários
livros dos profetas. A mensagem desses
profetas repetidas vezes foi levada ao
povo de Israel, ao povo de Judá. E o que
o povo fazia? Permanecia com coração
duro, não se arrependia e não se voltava
para o Senhor. Mas olha o contraste,
olha os ninivitas. Eles tiveram uma
reação completamente diferente.
Receberam apenas um profeta que, diga-se
de passagem, não era o mais obediente e
nem o mais motivado a ver aquela cidade
transformada. Eles receberam também uma
mensagem extremamente breve, resumida em
uma única frase que dizia: "Ainda 40
dias e Nínive será subvertida".
Em contraste com Israel, meus irmãos,
que receberam livros e livros dos
profetas, mensagens e mensagens dos
profetas, mas não se arrependiu.
Os ninivitans, irmãos, ouviram uma única
proclamação e imediatamente se
arrependeram. O livro de Jonas deveria
ser lido pelo reino do sul, pelo reino
do norte, para que eles pudessem
perceber
o quão pecadores eles estavam sendo
diante de Deus, o quão duro eles estavam
sendo diante de Deus.
Além disso, irmãos, dentro da grande
história da redenção, isso exemplifica
para nós o que Paulo vai dizer lá em
Romanos 3, que Deus não é apenas dos
judeus, mas ele também é dos gentios.
Ele alcança também os gentios. Queridos,
toda essa cena nos permite entendermos o
quanto é poderosa e valiosa a palavra de
Deus. Ele alcançou todos em Nínive, sem
acepção de pessoas. Ele alcançou pobres,
ricos, crianças e adultos. Até o rei se
curvou diante de Deus para ouvir
a palavra. E olha aqui, não foi uma
palavra fofinha, açucarada.
Jonas não chegou lá dizendo: "Olha,
vocês são o ponto fraco de Deus".
Jonas não chegou lá dizendo: "Lindos, eu
tenho uma mensagem para vocês. Foi uma
mensagem de juízo, não foi e nem
açucarada. Qual que foi o resultado,
irmãos? 100%.
100%.
Todo o povo se arrependeu a despeito das
intenções do profeta de ver a conversão
dos ninivitas. Agora, por que que Deus
fez assim, irmãos? Porque certamente ele
quis mostrar que a glória dele, o poder
é dele. Quem converte, quem converte a
ele não é o pregador, meus irmãos. Ele
faz isso por meio de quem ele quiser,
até mesmo por meio de Jonas. Ele pode
fazer com que essas coisas aconteçam.
Como bem descreveu Jonas no capítulo 2,
no versículo 9, a salvação pertence a
quem?
O Senhor. A salvação pertence ao Senhor
e não a Jonas. Isso nos ensina, meus
irmãos, que nós não temos motivo para
sentir vergonha da palavra de Deus, do
verdadeiro evangelho, e nem achar que a
palavra de Deus não é poderosa, porque
ela ela é poderosa. Irmãos, Charles
Spugon dizia que o evangelho ele é como
um leão enjaulado.
A nossa tarefa é abrir a porta da jaula,
irmãos. No mais, o evangelho é poderoso
por si só. O poder está no evangelho e
não em quem prega. Não é na nossa
oratória, mas na palavra recebida e
crida como palavra de Deus que ela é. O
poder está na palavra e no Deus que age
graciosamente por meio da sua palavra.
Se o evangelho for pregado genuinamente,
certamente pessoas serão salvas, irmãos,
e vidas serão mudadas. E nós somos
provas vivas disso. Não nos esqueçamos
disso.
Não nos esqueçamos disso, irmãos.
No verso 10, então, caminhando para o
final, nós temos a resposta mais
importante deste capítulo de Jonas. Nós
já tivemos duas, né? A primeira foi a de
Jonas, que respondeu com obediência
à comissão que Deus mais uma vez deu a
ele. A segunda resposta foi a dos
ninivitas,
que criou na mensagem e arrependeu.
Mas essas duas respostas não foram as
mais importantes do capítulo. A mais
importante está no capítulo, no
versículo 10, irmãos. É a resposta de
Deus agora que entra em ação. É o ápice
do capítulo 3. No versículo 10, nós
temos a resposta graciosa de Deus que
retira o juízo sobre os ninivitas. O
texto diz: "Viu Deus o que fizeram, como
se converteram do seu mau caminho, e
Deus se arrependeu do mal que tinha dito
lhes faria e não o fez".
Queridos, Deus viu a mudança de Nínive e
ele responde com compaixão, deixando de
enviar o juízo que ele havia anunciado.
E aqui aparece uma expressão que é
difícil no primeiro momento para ser
entendida, que é a expressão de que Deus
se arrepende,
se arrependeu. Isso aqui precisa ser bem
entendido, meus irmãos, porque aqui nós
temos o que os teólogos chamam de uma
linguagem de acomodação. Deus falou, se
revelou na língua dos homens. E a língua
dos homens tem limitações para comportar
a revelação de Deus, aquilo que Deus
expressa sobre si. Aqui a gente tem uma
linguagem que é considerada
antropopática.
Ela expõe sentimentos humanos que foram
colocados em Deus para tentar expressar
uma tentativa de expressão do que ele
fez diante da mudança de Níni. Mas essa
essa linguagem, irmãos, ela não
significa uma mudança em Deus, pois ele
é imutável. Na verdade, o que muda é a
relação da criatura com esse Deus que é
imutável. Quando o pecado permane,
quando o pecador permanece rebelde, ele
experimenta a ira de Deus. Mas quando
ele se arrepende, ele experimenta a
misericórdia desse Deus. E tudo isso,
irmãos, está previsto no decreto eterno
de Deus, de uma maneira que a gente nem
sempre consegue entender. Raras são as
vezes que a gente consegue entender
algumas coisinhas sobre isso. Portanto,
a mudança aqui, ela não acontece em
Deus, mas ela aconteceu em Nínive, que
creu, arrependeu-se dos seus pecados e
mudou de conduta. Mostrou um verdadeiro
arrependimento e mudança de conduta. Ao
crerem na palavra de Deus, eles então
foram foram contemplados com a graça e a
misericórdia de Deus e não com o seu
juízo.
Deus fala sobre isso lá em Jeremias 18,
no versículo 7 e 8, quando ele fala do
oleiro, do vaso, ele fala sobre isso.
Nesse texto, Deus diz, olha, no momento
em que eu falar acerca de uma nação ou
de um reino para o arrancar, derribar e
destruir, se tal nação se converter da
maldade contra a qual eu falei, também
eu me arrependerei. Olha novamente a
expressão do mal que pensava fazer-lhe.
O juízo de Deus é real, irmãos. E esses
textos deixam isso claro para nós. Mas a
sua misericórdia também é real. O
Senhor, ele não tem prazer na destruição
do pecador. Ele chama ao arrependimento.
E quando esse arrependimento é produzido
pela graça dele, pela ação eficaz dele,
então ele suspende o seu juízo sobre
essas pessoas. Mas então a gente tem um
problema aqui para resolver, irmãos.
Como que Deus pode perdoar uma cidade
tão má como Nínive?
Pare para pensar. Como Deus poôde
perdoar esse povo que causou tanto
sofrimento a tantas outras pessoas? Como
que Deus foi capaz de fazer isso,
queridos? Do mesmo jeito que ele pôde,
continua nos perdoar. Continua do mesmo
jeito. A resposta está onde?
A resposta está na cruz de Cristo. É lá,
meus irmãos, que Deus sofre literalmente
ao arrepender-se de condenar pecadores
pelos seus pecados. Na cruz, irmãos, é
colocado sobre Jesus o julgamento que
deveria cair sobre nós. Na cruz de
Cristo, sobre Cristo, Deus depositou
todo o mal daqueles que se voltam para
ele em arrependimento. É na cruz de
Cristo que Deus sofre sobre si a dor, o
peso do seu próprio arrependimento.
Usando a linguagem antropopática aqui, é
na cruz de Cristo.
Ele tirou o juízo de sobre Nínive. E ele
lança na cruz no seu filho. Ele tirou o
juízo sobre nós e ele lança na cruz
sobre o seu filho. Ele continua sendo
justo. Ele continua sendo aquele que age
com justiça, mas ele também continua
sendo misericordioso, gracioso,
alcançando
os piores pecadores.
É lá, irmãos, que tá o peso do
arrependimento desse Deus. Aplicações,
queridos.
Deus é gracioso para nos proporcionar
recomeços. Irmãos, o que aconteceu com
Jonas nos assegura que Deus pode
restaurar pessoas quebradas e
sustentá-las com a sua graça. Ele não
tem prazer em nos ver afundar até a
morte, ainda que ele use isso para nos
moldar. Deus nos leva ao verdadeiro
arrependimento, irmãos. Ele nos
proporciona recomeços.
Ele fez isso com Jonas e ele faz isso
conosco. Todas as vezes que nós pedimos
perdão a ele, novos começos são
oferecidos a nós.
Queridos, Deus também é soberano. Qual
foi a vontade que prevaleceu? A de Jonas
no capítulo 1 ou a de Deus?
É claro que foi a de Deus, não foi a de
Jonas.
Por fim, irmãos, não perca de vista a
grande história da redenção em que você
em Cristo Jesus está inserido. Por que
que eu falo sobre isso? Porque a
narrativa de Jonas 13, Jonas 3, perdão,
ela se aplica a nós porque o foco dessa
narrativa não é sobre um grande profeta
chamado Jonas, porque nem grande ele era
assim. Não é também sobre uma grande
cidade chamada Nínive. Olha que ela era
uma grande cidade.
Mas qual que é o foco do capítulo 3?
Em um grande Deus, irmãos. Um Deus que
graciosamente restaura servos
fracassados, envia a sua palavra com
poder, concede arrependimento e
demonstra misericórdia.
O foco é Deus. No capítulo 3, em todo o
livro, em toda a Bíblia. Por isso o
Jonas da narrativa do capítulo 3, dentro
da grande história da redenção,
conectando a grande história que está
sendo contada de Gênesis Apocalipse, ele
funciona apenas como sombra. Eu venho
dizendo, Jonas anunciava um profeta
maior que haveria de vir. Jonas, ele
está funcionando como sombra. Ele
aprontava, meus irmãos, para um profeta
muito maior que ele e que todos os
outros profetas. Toda a história de
Jonas aponta para aquele que pisaria
definitivamente na cidade dos homens
e traria, irmãos, salvação definitiva
para os homens. É claro, irmãos, que é
para Jesus Cristo que Jonas aponta.
Diferente de Jonas, meus irmãos, Jesus
não precisou de uma segunda chance. Ou
precisou, ele não precisou de uma
segunda chance. Por quê? Porque Jesus
falhou como Jonas falhou. Jesus não
apenas trouxe uma mensagem, ele encarnou
a própria mensagem.
Ele não só exemplificou, mas ele
encarnou. A palavra encarnada é Cristo.
Jesus não proclamou, meus irmãos, apenas
a chegada do juízo de Deus. O evangelho
traz o anúncio da chegada do juízo de
Deus. Mas Jesus assumiu sobre si o juízo
de Deus. Enquanto Jonas foi poupado da
morte, Cristo morreu pelos nossos
pecados. Ele desceu à sepultura por três
dias, mas de lá ele foi ressuscitado com
poder. Meus irmãos, Jesus não apenas
chamou pecadores ao arrependimento. Ele
deu a sua própria vida para que esse
arrependimento produzisse perdão e
reconciliação com o Pai. A voz desse
profeta Salvador maior do que Jonas,
irmãos, ressoa hoje por meio do
evangelho, chamando ao arrependimento,
oferecendo a graça e a misericórdia que
triunfam sobre o juízo para todos
aqueles que vem a ele por fé.
A voz desse profeta continua ressoando
por meio do evangelho.
Porém, irmãos, também é preciso lembrar
que aqueles que recusam a oferta
graciosa e misericordiosa de Deus para
salvá-los, não é só Jesus que irá
testificar contra eles no dia do juiz.
Pois o próprio Jesus disse, como regista
Lucas 11:32, prestem atenção,
que ninivitas,
o povo daqui do capítulo 3, ninvitas se
levantarão no juízo com esta geração e a
condenarão, porque se arrependeram com a
pregação de Jonas. E eis aqui quem está
maior do que Jonas, Jesus falando de si.
Os próprios ninivitas estarão lá.
Queridos, se Deus foi capaz de salvar a
grande e violenta níve, ele é capaz de
salvar quem você considera impossível.
Mais importante, ele é capaz de usar
você, apesar das suas falhas passadas,
para levar a mensagem da salvação. Ele
usou Jonas. Ele pode nos usar, irmãos.
Nós somos comissionados a anunciar com
fidelidade esse evangelho ao mundo,
crendo no poder da palavra, irmãos.
Vivamos a boa nova do evangelho todos os
dias e anunciemos a todos quanto
pudermos. Que Deus assim nos abençoe.
Vamos orar. Vamos nos colocar de pé,
fazer nossa última oração, encerrar
nosso momento de culto.
Senhor Deus, nós somos gratos pela tua
palavra. A tua palavra que é viva, é
poderosa. A tua palavra que nos ensina
sobre o Senhor, sobre como o Senhor age,
sobre a graça e a misericórdia do Senhor
que estão sobre as nossas vidas.
Obrigado, ó Deus, porque o Senhor agiu
graciosamente para com cada um de nós. O
Senhor deixou de nos dar aquilo que nós
tanto merecíamos, que é a condenação
eterna.
Pai bondoso, que nós possamos viver essa
boa nova, essa realidade nova todos os
dias, que nós sejamos instrumentos nas
mãos do Senhor para anunciar isso, as
pessoas que estão à nossa volta, que
elas ouçam a palavra poderosa do Senhor
e olhem para nós, ó Deus, vendo o que o
Senhor tem feito nas nossas vidas.
Continue, ó Deus, trabalhando em nós e
através de nós, assim como o Senhor fez
com Jonas. Continue abençoando a igreja
do Senhor para que ela continue agindo
como sal da terra. e luz para este
mundo. Que o Senhor nos conduza, ó Deus,
como o Senhor já tem feito com graça e
com muita misericórdia. Rogamos a Deus
pelo restante da nossa noite, pelo
restante da nossa semana. Pedimos a
bênção do Senhor, que o Senhor nos
direcione, que o Senhor nos acompanhe em
tudo aquilo que nós fomos fazer e que
nós vivamos mais uma semana na presença
do Senhor e para a glória do Senhor.
Receba, ó Deus, o nosso culto de
adoração ao Senhor prestado nessa noite.
Que o Senhor nos espce em paz, ó Deus. É
a nossa oração no nome de Cristo. Amém.
Meus irmãos, que a maravilhosa graça do
nosso Senhor e Salvador Jesus Cristo, o
amor de Deus Pai, a comunhão e a
consolação do Espírito Santo estejam com
todos aqui, com toda a igreja de Cristo
espalhada na face da terra, não só hoje,
mas para todo sempre. Amém.
[música]
[canto]
>> Amém.
>> [música]
>> Amém.
Amém.
[canto][música]
[música]
>> Podes sentar. Amos o pósludo.
>> [música]
[música]
>> Meus irmãos, o nosso culto ao Senhor, o
culto público está encerrado. Nós temos
agora alguns avisos. Antes eu quero uma
saudação aos visitantes, aqueles que nos
visitam pela primeira vez. Se não for o
constrangimento, puder ficar de pé para
que nós possamos conhecê-los.
Estamos aqui aqui à frente.
São bem-vindos. Deus abençoe vocês
sempre que puderem e quiserem estar
conosco. Muito bom ter vocês aqui com a
gente para adorar o Senhor. Vocês vão
receber uma lembrancinha em nome da
igreja, tá bom?
Meus irmãos, nós temos um aviso aqui
importante referente
à recepção de novos membros. Os
candidatos à membresia por pública
profissão de fé ou batismo deverão
observar as datas a seguir. 6/10,
entrevista. Haverá então avaliação e no
dia 13/12 nós teremos a pública
profissão de fé e o batismo ou batismo.
Há um convite aqui também para um feito
pelo Ministério de Famílias que é um
curso de noivos. Eh, se vocês tiverem
interesse, aqueles que tiverem interesse
de fazer esse curso de noivos, poderão
procurar o Gustavo, presbítero Gustavo.
Ele é um dos responsáveis por esse
trabalho. Reverendo Rubens, também podem
procurá-los. Queridos, nós teremos um
acampamento agora em setembro da UPJ e
da UPA. Acontece o acampamento em
parceria das duas sociedades internas da
igreja. Ele acontecia sempre em julho,
mas esse ano ele foi mudado para
setembro e ele vai acontecer nos dias 4
aos 7, 4 a 7 de setembro. Esse daí, eh,
as vagas estão abertas, você pode fazer
inscrição. Nós temos um limite de
inscrições, então não deixe para fazer
na última hora. O valor será R$ 340.
Nós estaremos aqui esses dias, então,
aqui no espaço Arvoredo, fica antes de
Nova Fátima, mas nós teremos ônibus que
sairão aqui na sexta-feira, no final do
dia. Passaremos sábado, domingo e
segunda. Nós teremos ali então um
momento de comunhão, momento de estudo
da palavra. será certamente um
acampamento abençoado. Nós teremos com a
gente a presença do Artur da Paz Bruno.
Ele faz parte do PV e ele será
responsável por trazer a mensagem para
os adolescentes e juniores deste
acampamento. Teremos também o MAC que v
os meninos ali vão dirigir as
atividades, tudo que será feito ali.
Vários conselheiros, eu, mas o pastor
Alisson, estaremos ali. Então não deixe
para fazer a inscrição na última hora,
tá bom? Nós teremos então esse
acampamento aí em setembro. Queridos, o
último aviso é sobre a 41ª reunião do
Supremo Conselho. Ela começou hoje, ela
vai até o dia 1eo de agosto. Então o
pedido que a gente faz era é para orar
em favor da nossa igreja, da IPB, de um
modo geral. Que Deus conduza aqueles que
estão ali para que as decisões sejam
tomadas debaixo da submissão, submissão
à palavra de Deus, debaixo da orientação
do Senhor. Que Deus possa conduzir
aqueles que estão ali tomando essas
decisões que envolvem a continuidade
doutrinária e de muitas áreas da nossa
igreja. Orem então pela 41ª reunião do
Supremo Concílio, tá bom? Que Deus
abençoe vocês, tenham todos um bom
restante noite, uma boa semana. Que Deus
conduza vocês aos vossos lares.
>> [música]
[música]

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