Sermões Online

A fé vem pelo ouvir

Inteligência Artificial revela NOVAS EVIDÊNCIAS sobre o Livro de Daniel com Rodrigo Silva

Inteligência Artificial revela NOVAS EVIDÊNCIAS sobre o Livro de Daniel com Rodrigo Silva

Inteligência Artificial revela NOVAS EVIDÊNCIAS sobre o Livro de Daniel com Rodrigo Silva

O Livro de Daniel sempre despertou debates entre estudiosos da Bíblia e da História. Neste vídeo, analiso uma das perguntas mais importantes sobre o tema: Daniel previu o futuro ou tudo foi escrito depois?

A partir das principais críticas acadêmicas, das descobertas dos Manuscritos do Mar Morto, da datação por Carbono-14 e de pesquisas com Inteligência Artificial, compartilho evidências que ajudam a entender por que esse livro continua sendo um dos mais fascinantes das Escrituras. Se você se interessou pelo tema "Inteligência Artificial revela NOVAS EVIDÊNCIAS sobre o Livro de Daniel", este vídeo foi preparado para aprofundar essa discussão de forma séria e baseada em pesquisa.

Durante o vídeo, apresento também os principais pontos do artigo científico que publiquei sobre essas novas evidências e explico o que elas podem significar para a compreensão histórica e profética do Livro de Daniel.

Se você quiser conhecer a pesquisa completa, clique no link e leia o artigo na íntegra: https://revistas.est.edu.br/PR/article/view/4250/3988

Compartilhe também sua opinião nos comentários. Será uma alegria continuar essa conversa com você!

⏱️ Capítulos do Vídeo
00:00 A grande polêmica sobre o Livro de Daniel
07:33 O que é Vaticinium ex Eventu? (A teoria dos críticos)
13:00 O erro de lógica da crítica acadêmica
31:02 A Arqueologia provou que Rei Belsazar existiu?
38:32 As palavras em grego provam que Daniel é uma fraude?
43:02 O Aramaico de Daniel e os Papiros de Elefantina
49:20 Meu artigo científico: IA e Carbono-14 em Daniel
56:23 Como a Inteligência Artificial consegue datar a Bíblia?
01:09:22 Os Manuscritos de Qumran refutam a datação tardia?

📖 GLOSSÁRIO TÉCNICO
Vaticinium ex eventu: Expressão latina para "profecia após o evento".
Paleografia: Estudo de escritas antigas para determinar a datação e origem de documentos através da forma das letras.
Manuscritos do Mar Morto: Mais de 900 rolos antigos encontrados em Qumran que contêm as cópias bíblicas mais antigas do mundo.
Carbono-14: Método de datação radiométrica para medir a idade de materiais orgânicos.
Anacronismo: Erro cronológico de atribuir um elemento ou fato à época errada.

Vamos juntos desvendar a Bíblia mais a fundo?

📲 Assine a plataforma A Bíblia Comentada:
🟢https://www.rodrigosilva.site/bibliacomentada-oficial-yt 🟢

⚠️ Se precisar de ajuda, em qualquer momento, você pode entrar em contato com o nosso suporte:
Email: atendimento@rodrigosilvaoficial.com.br
Whatsapp: https://www.abibliacomentadaoficial.com.br/suporte

📲 Aproveite para acompanhar A Bíblia Comentada nas redes sociais:
Youtube: https://youtube.com/@abibliacomentadaoficial
Instagram: https://www.instagram.com/abibliacomentadaoficial

Meu nome é Rodrigo Silva, sou cristão e casado com a Laura. Aqui eu compartilho um pouco das histórias da minha vida dedicada à Bíblia Sagrada, Estudo Bíblico e a Arqueologia. Desde tenra idade, fui fascinado pelo passado e pelas histórias que os artefatos e ruínas antigas podem contar. Minha jornada na arqueologia tem sido repleta de aventuras, descobertas emocionantes e uma profunda conexão com o passado. A cada escavação, a cada artefato encontrado, sinto-me mais grato por ter escolhido seguir essa paixão. Agradeço por me acompanhar nesta viagem!

#ExclusivoRodrigoSilva #rodrigosilva #rodrigosilvaarqueologia

Legendas automáticas:

Olá,
você que me segue no Rodrigo Silva
Arqueologia. Estamos aqui de volta com
nosso bate-papo sobre teologia,
religião, arqueologia. Aliás, eu acabei
de chegar de Israel semana passada, né?
Cheguei de viagem depois de um bom tempo
no Oriente Médio escavando, encontrando
coisas muito interessantes na cidade de
Laquis. Em momento apropriado, eu vou
contar para você como é que está sendo a
nossa escavação no Oriente Médio, em
Israel, as coisas que estamos
descobrindo, tá certo? Muita coisa
legal. Mas hoje eu quero falar sobre o
livro de Daniel. Eu já tenho falado
sobre Daniel alguns vídeos passados,
você tem tem percebido e eu tenho
colocado muita atenção na vida do
profeta Daniel e nas suas profecias por
várias razões. Daniel é um um dos livros
proféticos mais importantes de toda a
Bíblia. Eu já mencionei anteriormente
noutra ocasião e vou repetir agora.
Isaac Newton, o grande Isaac Newton, que
é mais conhecido pela lei da gravidade,
né, por ter descoberto a lei da
gravidade, a teoria gravitacional. Ah, o
grande Isaac Newton escreveu muito mais
sobre teologia e Bíblia do que sobre
ciências e física. Isso é curioso de
imaginar. E mesmo sobre Bíblia, a ênfase
dele maior foi sobre as profecias de
Daniel. Pouca gente sabe disso. Então,
se você é alguém que tá assistindo esse
vídeo, mas já é alguém que gosta de
ciência, não é muito ligado a coisa de
religião, saiba que alguém de um grande
prestígio científico, Sir Isaac Newton,
levou a sério as profecias bíblicas e
ele não era o idiota, pelo contrário,
alguém de um calibre intelectual
elevadíssimo. Então, será que eu também
não posso crer na historicidade da
Bíblia, na assertividade das suas
profecias, mesmo sendo alguém acadêmico?
Porque hoje criou-se uma cultura em
muitos ambientes, eh, perdão, ambientes
acadêmicos em que racionalismo ou razão,
racionalismo é diferente de de razão,
né, de racional, se razão e fé não podem
estar juntas, ciência e religião não
podem caminhar juntas. Então, o sujeito
não pode ler a Bíblia de maneira
acadêmica e ao mesmo tempo encontrar
nela o sentido mais profundo da palavra
de Deus. Ele tem que dividir as duas
coisas. Será que isso é verdade? Hoje
vamos falar sobre como a inteligência
artificial
foi um instrumento de grande auxílio
para compreender o livro de Daniel, a
inteligência artificial e o carbono 14.
E eu publiquei isso num artigo
científico e eu quero apresentar para
vocês o nosso bate-papo de hoje. Então,
está na hora de você chamar sua mãe, seu
pai, seu vizinho, colocar no no WhatsApp
da família ali no grupo da família.
Olha, vamos assistir já pega o seu
caderninho, anota, porque eu tenho muita
coisa legal para você falar para você.
Aliás, o que eu vou apresentar hoje,
inclusive é um resumo de um artigo
científico que eu acabei de publicar. Eu
vou explicar o que que é o artigo
científico, como é que a gente publica e
com isso eu consigo consolidar perante
vocês o meu compromisso com a academia e
com a fé, com a divulgação científica e
a pregação da palavra de Deus. Sem viés.
Muita gente fala isso. Ele é uma pessoa
de viés. Primeiro temos que ver viés é
uma palavra muito feia. Viés é uma
palavra muito feia. Mas vamos falar de
cosmovisão.
Eu reconheço que eu tenho a minha
cosmovisão, uma cosmovisão bíblica, mas
o ateu, o agnóstico também tem a
cosmovisão dele. Então, se eu excluir do
mundo acadêmico todos aqueles que
possuem uma cosmovisão,
então eu tenho que excluir praticamente
99,9%
dos acadêmicos senão todos, tá certo? A
questão não é se você tem uma
cosmovisão, é se ela é viciada, aí sim o
viés, ou se ela é autêntica com aquilo
que eu estou descobrindo e a maneira
honesta com a qual eu estou
interpretando os dados, os elementos, as
evidências que chegam à minha mão. E é
isso que eu quero apresentar para você
nesse momento. Bom, como eu falei,
Daniel é um livro que ele ele é muito
importante do ponto de vista bíblico, é
o apocalipse do Antigo Testamento.
poderia dizer assim, ele fala de muitas
profecias assertivas em relação ao
futuro, porém em que pese a fé que
muitos cristãos e judeus mais
comprometidos com a religião depositam
no livro de Daniel, hoje existe uma leva
muito grande de eruditos da área de
teologia, tanto judeus como cristãos. E
dentro dos cristãos, tanto católicos
como protestantes
ou ortodoxos de outras linhas
anglicanos, que dizem que Daniel não foi
um livro verdadeiramente histórico, como
a Bíblia apresenta. Mas vamos com calma.
Do ponto de vista bíblico, eu acho que
seria redundante resumir para vocês, mas
para benefício daqueles que talvez estão
me assistindo e não conheçam Daniel, eu
vou, em poucas palavras sumarizar o
livro de acordo com o que a Bíblia
apresenta. Com relação à sua história, a
palavra de Deus diz que Daniel foi um
jovem hebreu que, juntamente com três
companheiros, foram como cativos do rei
da Babilônia para o reino da Babilônia.
Naboca do Nozô fez duas ou pelo menos
três incursões militares em Jerusalém.
Eh, nem todas, pessoalmente. Ele enviou
exércitos. E numa dessas incursões, ele
destruiu o templo de Jerusalém, 586 anes
de. Crist. Noutra dessas incursões, ele
levou vários jovens de da nobreza de
Judá para serem a funcionários do seu
palácio na Babilônia. Eles eram
prisioneiros de guerra, mas trabalhariam
como ministros do rei. Uma tática eh
comum naquele tempo. E nessa leva foram
Daniel e seus três companheiros. Eh,
quando Daniel chegou na Babilônia,
Daniel logo se destacou com seus
companheiros, foi fiel a Deus, foi fiel
ao judaísmo que ele professava. E ele
começou a receber profecias e profecias
tão acertadas a respeito eh do que iria
acontecer nos seus dias, imediatamente
depois dos seus dias e em dias muito
distantes que alguns falam assim: "Uau!"
Talvez é o livro de profecias e
cumprimentos mais claro que nós temos em
toda a Bíblia. Mas aí vem uma questão.
Se tudo isso que a Bíblia apresenta for
verdadeiro, Daniel viveu por volta do
sexto século antes de Cristo, no
finalzinho do so século, início do sexto
século antes de Cristo. Porque Nabucudo
nozouro, a primeira vinda a Jerusalém
foi entre 605, 600, 606 e 605 anes de.
Cristo. Nessa leva, Daniel teria sido
levado para lá. Finalzinho do século VI,
aí começa o século VI. Então, Daniel
viveu a sob a corte de na boca do Nozor,
os seus sucessores, e depois, na época
que os medopersas atacaram a Babilônia,
conquistaram a Babilônia, a Babilônia, e
dominaram o mundo na época dos grandes
reis da Pérsia e morreu já idoso, talvez
uns 80, 90 anos ali naquele contexto
agora medopea. Tudo bem até aí? Só que
os críticos da Bíblia dizem assim: "Essa
foi a visão bíblica, agora vem a visão
dos críticos da Bíblia". Olha, essa
história tá muito bonita para ser
verdadeira.
As profecias se acertam de maneira muito
clara. Então isso aí não aconteceu de
verdade. Não sabe qual que é o nome que
eles dão para para essas profecias de
Daniel? Eu vou ligar para você aqui, ó.
Esse nome mágico aqui, Vaticinium Ex
event Evento, que eu já falei em
ocasiões anteriores. Vaticinio ex
evento, literalmente seria profecia
após o evento. Eu posso fazer uma uma
tradução livre do latim assim, é uma
profecia após o evento. O que que seria
então uma profecia após o evento? Eu vou
colocar para você como é que seria.
Eles acreditam que na época da guerra
dos Macabeus,
o povo judeu precisava de um herói.
Os Macabeus coincidem como a época em
que os celeçdas estavam dominando o
território dos judeus. E um homem
específico chamado Antíoco Epifânio IV,
ele foi terrível, ele foi quase que eh
um dos maiores algozes do da história do
judaísmo. Ele invadiu Jerusalém, ele
profanou o templo de Jerusalém, eh
mandou que sacrificassem um porco. Você
sabe que judeu não come carne de porco
de maneira nenhuma. Ele mandou
sacrificar um porco no templo de
Jerusalém, dessacralizou o templo de
Jerusalém de maneira assim terrível. Eh,
e houve até uma revolta judaica em
virtude disso aí, na época dos asmoneus,
dos Macabeus, toda essa batalha é para
expulsar justamente os celeustas dali. E
nessa época de opressão de um inimigo
sobre os hebreus, eh, e isso aconteceu
entre 167, 160 anes de. Cristo,
aproximadamente,
muito depois da época da Babilônia, os
judeus precisavam de um herói. Então, um
ou mais autores criaram um herói para os
judeus.
Esse herói chamava-se Daniel.
E eles artificialmente, literariamente
ambientam esse herói lá atrás na corte
do rei Nabuca do Nozor.
E lá atrás, nessa história fictícia,
esse Daniel tinha profecias sobre o que
estava acontecendo naquele momento.
Perceberam? E essas profecias dariam
alento ao povo. Só que na verdade não
teve nenhum Daniel lá atrás, não teve
nenhuma profecia, foram apenas coisas
que estavam acontecendo que eles
escreviam e atribuíam artificialmente
isso a um profeta que teria vivido na
época de Nabuco do Nzor. Seria a mesma
coisa que hoje eh nós estamos vivendo
num período de grande de grande
conflito. Aliás, vou dar um exemplo
histórico porque é mais fácil. Na época
da Segunda Guerra Mundial, pós- Segunda
Guerra Mundial e período da Guerra Fria,
os Estados Unidos estavam vivendo grande
tensão. Muitas pessoas ainda estavam
assim assustadas com a com a descoberta
do que foi a Segunda Guerra Mundial.
Muitos americanos morreram em batalha e
pouco depois da guerra da Segunda Guerra
Mundial começou a Guerra Fria entre
Estados Unidos e União Soviética.
Então naquela época o povo precisava de
um alento. Então o que que o DC Comics e
o Marvel fizeram? começaram a criar
personagens fictícios dos superheróis
Marvel e do DC Comics, Super Homem,
Homem-Aranha, Capitão América, Mulher
Maravilha, para de certa forma levar
pros jovens, através dos gibis um certo
nacionalismo. Eles iam ler os heróis,
iam se apaixonar pelos heróis, iam pegar
aquele nacionalismo. Assim foi criada
essa essa cultura dos dos das histórias
em quadrinhos. Tanto é que os
superheróis que eu mencionei, eles têm
as cores da bandeira americana
originalmente. Pode olhar o Capitão
América, Capitão América, o nome já diz
tudo, a Mulher Maravilha, o Superman, o
Homem-Aranha, todos eles tinham cores
predominantemente, azul, vermelho,
branco e alguns até com as estrelinhas
brancas ali, como o Capitão América e a
Mulher Maravilha originalmente que tinha
estrelinhas brancas no short dela. era
uma maneira de colocar o nacionalismo
americano acima de tudo.
Assim teria sido feito o profeta Daniel
foi criado por ah agentes literários, se
eu posso usar essa expressão tanto
anacrônica, na época dos Macabeus e
criaram esse personagem e o entregaram
ao povo por volta de 160 anes de.
Cristo. OK? Muito bem. Sendo assim,
aquelas profecias de Daniel eram apenas
coisas que fizeram depois. Um exemplo
claro de Vaticino Ex Evento. Imagine que
eu crie agora um personagem chamado João
Apocalipse
e eu ambiento esse personagem no Brasil
ah dos anos 1890.
Aí eu coloco ele lá no Brasil 1890 e
tudo mais. E eu falo que esse João
Apocalipse teve visões. E numa das
visões, João Apocalipse escreveu que ele
viu dois pássaros de ferro batendo em
duas torres enormes que ficariam na
cidade de Nova York, nos Estados Unidos.
E isso traria grande medo nas pessoas.
Ora, eh, muito interessante, porque isso
parece muito com o ataque das Torres
Gêmeas
e seria uma profecia, sim.
Só que não existiu nenhum João
Apocalipse e nenhuma profecia de dois
pássaros de ferro atacando torres. Eu
criei isso posterior ao ataque das
torres, atribuir a um personagem do
passado e cri artificialmente eh uma uma
profecia que nunca existiu. Assim é o
livro de Daniel na visão desses
críticos. Entenderam o que que é o
vaticino exevento? Só que o meu primeiro
problema com vaticino exevento é que ele
é um argumento circular,
tá certo? Matthel Conor e Peter Theed,
que foram autores do livro I Witness to
Jesus, Testemunhos Oculares de Jesus,
eles colocaram um raciocínio muito
interessante sobre o vacín ex Evevento,
porque os eruditos, quem diz isso não é
gente
provinciana, não, são eruditos com PhD,
professores em Harvard, Iale, Princeton,
eh em grandes seminários da Europa, do
Brasil, tanto de linha protestante como
católico, como falei anglicano,
São muito, muitos acadêmicos que dizem
justamente essa história de que Daniel é
apenas um, uma história fictícia
ambientada na corte de Nabuco do Nzor,
mas realmente produzida na época dos
Macabeus. Então, o meu meu desafio aqui
é, em primeiro lugar responder a esses
eruditos que dizem essas coisas de
maneira precisa e acadêmica,
sem usar de, como eu diria para vocês,
sem usar de argumento adomen, sem ficar
chamando paraa briga. Vocês entenderam
como muitas apologias que tem,
apologéticas que tem na internet. É
muito triste quando a pessoa vai
discutir a ideia com o outro sem
aprender as regras de discordar com
classe e educação e nobreza. Eu acho que
etiqueta não é algo só paraa mesa do
jantar diante da rainha da Inglaterra ou
ou quem sabe do do presidente de um
país. Etiqueta é algo que eu tenho que
ter durante a minha vida como um todo.
Ser educado com as pessoas em todo
sentido, inclusive na hora de debater
uma ideia da qual eu discordo. Eu não
quero ser melhor do que ninguém, longe
disso, mas é triste como a internet
virou agora uma rinha de de galos,
principalmente quando a temática
religiosa. E as e os crentes também não
ajudam, porque eles ficam aplaudindo de
um lado pro outro. Tem tem aqueles que
torcem pelo campeão A, os que torcem pro
campeão B e um cada um quer ver mais
sangue, como se fosse uma luta de box,
você entendeu? E se eu tô torcendo no
lutador A, quando ele arrebenta com a
cara do lutador B, eu comemoro, eu fico
feliz, eu aposto nele. E não é bem
assim. Eu acho que palavra de Deus deve
ser falada com mais classe, mesmo que
seja para discordar do meu do daquele
que está apresentando uma ideia
diferente da minha. Então, ainda que
seja um erudito
progressista, do qual discorde
peremptoriamente, eu tenho que ter
classe na hora de apresentar a minha
refutação que ele está dizendo. Esse é o
primeiro ponto. Sem querer desmerecer o
trabalho dele ou achar que eu sei mais
do que ele. Pelo contrário, os que estão
apresentando essas ideias sobre Daniel,
das quais eu discordo e talvez você
também, se for um crente conservador,
são pessoas que têm PhD, são pessoas
formadas, professores das mais renomadas
universidades ao redor do mundo. Então,
não tô falando de gente provinciana. Em
segundo lugar, eu tenho que explicar
também de uma maneira que quem não é da
área possa entender, divulgação
científica. E eu tenho que ser honesto
com os limites também da minha
argumentação. E por fim, mostrar para
você de uma maneira muito clara,
intelectual, que a despeito da erudição
daquele que nega a Bíblia, você pode sim
continuar confiando na palavra de Deus.
Não precisa ter medo disso, tá certo?
Hoje criou-se a a o artifício de dizer
que intelectuais de prestígio são
pessoas que não creem na Bíblia de
maneira de maneira fundamentalista, como
eles dizem. Que até a palavra
fundamentalista que tem um sentido tão
bonito na sua na sua base eh de
dicionário, a palavra fundamentalista
agora virou sinônimo de louco, fanático,
pessoa que não pensa. Ele é
fundamentalista, é uma visão
fundamentalista. Eu acho que não é bem
por aí, tá certo? Eu acho que não é bem
por aí. Então vamos lá com calma. Eu já
apresentei para você sobre a questão do
vacino ex evento. Pois é. Agora eu vou
voltar ao argumento do Peter Ted e do
Matthew the Con. Inclusive o Peter Ted
era papirólogo, falecido alemão. E o
Matthew de Conor, ele era inclusive ele
foi formado por Oxford. O que que eles
dizem? Esse vacino exevento é um
argumento circular e eu concordo com
isso.
O que apresenta esse argumento sobre
Daniel diz assim: Ele parte do
pressuposto que profecias reais não
existem. Ninguém pode prever o futuro,
nem inspirado por Deus. Se profecias
reais não existem e Daniel apresenta uma
profecia assertiva, logo Daniel foi
escrito depois que aqueles eventos
aconteceram.
Mas isso é é, como eu falei, é um
argumento em círculos.
Profecias reais não existem.
Jesus eh fez uma profecia, então essa
profecia foi escrita depois que
aconteceu. Por quê? Porque profecias
reais não existem.
Não faz sentido isso. Não faz sentido
isso. É como se eu dissesse
para você, eh, não pode, não pode haver
eh, vou dar um criar uma história, uma
coisa bem absurda. É como se eu falasse
com vocês assim: "Não existem eh ursos
no Canadá".
Aí você fala: "Mas eu vi um urso no
Canadá". Aí eu respondo: "Alguém levou
esse urso artificialmente para lá". Por
quê? Porque não existem ursos no Canadá.
É um argumento em círculos. Eu não, eu
não tô provando a minha ideia. Eu só
estou reafirmando o meu pressuposto não
comprovado. E vou mais além. Antes que
alguém fale assim: "É, Rodrigo, mas você
é crente? Você acredita na Bíblia que
você é crente?" Não. Mesmo que eu fosse
um ateu, um agnóstico, eu seria obrigado
a admitir que, pelo menos por
coincidência
alguns prognósticos se cumprem, né?
Veja, Júlio Verne, leia a história lá do
capitão Nemo, do submarino. Júlio Verne
falava de submarino com detalhes assim
impressionantes acerca de um
instrumento, de um veículo que só seria
criado ou inventado depois da morte de
Júlio Verne. Como é que Júlio Então eu
vou agora também falar que Júlio Verne
quando ele falou do Nutilus,
como é que Júlio Verne podia falar do
Nutilus antes de existir o primeiro
submarino humano? o primeiro submarino
criado por seres humanos. Como é, que
que eu faço com um romance? Eu tô
tentando lembrar o nome dele agora. Se
eu não me engano, é o afundamento do
titã. É a história de um navio chamado
Titã. Perceba o nome, titã. Um navio
enorme, colossal.
E esse navio tinha pessoas ricas e
pobres dentro dele. E esse navio bateu
contra o iceberg e afundou porque ele
não atendeu aos aos aos as questões de
de aos alarmes, aos aos alertas. Ele
bateu contra um iceberg e afundou,
matando várias pessoas e poucas
sobrevivendo.
Curioso que a história do naufrágio do
titã que bateu sobre um iceberg foi
escrita antes do naufrágio do Titanic,
que também bateu contra o iceberg por
não atender aos avisos de alerta. Aí eu
vou falar, imagina que há 200 anos, 300
anos, alguém pegar a história do Titã e
falar: "Não, essa história foi escrita
depois, acho que 1912, se não me engano,
o Titanic, ela foi escrita depois do
Titanic, porque ela acerta tanto que é
impossível que ela fosse escrita antes."
Imagine alguém pegar a história ah das
20.000 no Legoas Submarinas de Júlio
Verne falar: "Não, isso aqui foi escrito
depois da invenção do submarino, porque
seria impossível alguém falar sobre
antes de ver pessoalmente um submarino
inventado.
Não faz sentido." Então, mesmo que você
não acredite no sobrenatural, na
inspiração divina, a história mostra
que, pelo menos por coincidência, alguns
casos aconteceram. Então, atribuir
Daniel a uma época posterior a Daniel
apenas por causa da ideia do fadin
exevento é um argumento em ciclos. Eles
ainda continuam com outra argumentação.
Eles dizem assim: "As profecias de
Daniel, elas tornam-se extremamente
precisas até falar de antíco epifo 4,
mas elas falham depois."
Eh, eles querem dizer o seguinte, quando
você pega Daniel capítulo 11, que
realmente é um capítulo muito complicado
da Bíblia, eles interpretam que Daniel
vai falando sobre a Antíoco Epifânio.
E por que que eles lemo Epifânio aqui?
Por causa do livro de Macabeus. Primeiro
e segundo Macabeus descrevem as atitudes
de Antioco Epifânio numa linguagem muito
parecida com a de Daniel. Então, o
raciocínio deles é o seguinte: primeiro
e segundo Macabeus.
fizeram a descrição histórica de Antíoco
e Daniel seria a descrição profética.
Então, Daniel foi escrito na mesma época
de Macabeus, por volta de 160 anes de
Cristo. É isso que eles dizem, tá bom? E
eles falam, veja bem, Daniel vai
acertando sobre antíco epifânio até
chegar aqui mais ou menos Daniel
capítulo 11 versículo 40. Depois do
verso 40 até o 45 ele erra porque não
foi assim o fim de Antioco Epifânia.
Ora, nós temos que entender duas coisas.
Letra A. Se você olhar o livro de
Daniel, não faz sentido atribuir tudo
antíco epifâneo.
Porque os que pegam isso aqui vão agora
ler antigo epifânio em tudo de Daniel.
Por exemplo, quando Daniel capítulo 78
falando de um pequeno chifre que luta
contra o santuário de Deus e deita por
terra a verdade e persegue o povo de
Deus e quebra a lei de Deus e enfrenta
os que estão no céu. Eles fala: "Antico
epifâneo, antigo epifânio, antigo
epifâneo." Só que quando você vê o todo
do livro, não faz sentido isso. E vou
até mais além. O fato do capítulo 11
versos 40 a 45 serem completamente
discordantes com relação ao antigo
epifânio, por exemplo, que aqui fala que
esse ser, esse rei que fala aqui, o rei
do sul, é, o rei do norte, que seria
antigo epifâneo, fala que ele iria
invadir o Egito. E antigo Epifânio não
invadiu o Egito depois de ter atacado,
antes de atacar Jerusalém. Depois ele
também invadiria a terra prometida, a
terra gloriosa. E fala aqui, ó, armará
suas tendas palacianas entre o mar, mar
Mediterrâneo, e o glorioso monte santo,
o monte Sião. Então, entre Jerusalém e o
mar Mediterrâneo, que isso não
aconteceu. Claro. Por que que então, ao
invés de eu dizer, significa que o que
estava antes não era anticipâneo?
E tem mais, quando você vê Daniel como
um todo, você vê que não há espaço para
Antioca Epifânia aqui, porque Daniel
capítulo 2 fala de uma estátua
representando vários reinos que haveria
no mundo e fala de quatro grandes reinos
e um último que seria um reino dividido.
O primeiro, Babilônia, depois
Medopérsia, Grécia e Roma e o quinto
Roma dividido. Quando você vai para
Daniel capítulo 7, de novo você tem os
quatro reinos. O leão, Babilônia, o
urso, Medopérsia, o leopardo, Grécia
e obviamente o que vem em seguida é
Roma, animal terrível espantoso, não
epifnio. Se vai pro capítulo 8 de
Daniel, a mesma coisa. Tem um carneiro
representando a medopérsia, depois um
bode representando a Grécia e depois o
pequeno chifre, que obviamente só pode
ser Roma porque vem na sequência. Não
faz sentido ver ali antíco epifânio.
Então eles jogam como sendo antíco
epifânio por uma questão de pressuposto,
não porque realmente foi assim. E vou
mais além. Quem me diz que Macabeus
de fato está apresentando a história de
Antío Epifân de maneira real ou Macabeus
adequou a história de Antío Epifânio a
uma profecia antiga dos judeus só para
dizer que foi daquele jeito? É uma
possibilidade. Eu não posso provar esse
pressuposto, mas ele está em pé de
igualdade com o outro. que eles dizem
assim: "As semelhanças entre Macabeus e
Daniel significa que os dois foram
escritos na mesma época. Isso é o
primeiro pressuposto deles. As
semelhanças entre Macabeus e Daniel
significa que os dois foram escritos na
mesma época.
Como é que você prova isso? Eu posso
fazer um sermão aqui com elementos muito
parecidos com João Calvino.
Eu posso pegar vários trechos de João
Calvino e elaborar um sermão e pregar
aqui no NASP. Aí no futuro, alguns vão
pegar o meu sermão, se ele ficar famoso,
e vão pegar a semelhança entre meu
sermão e as institutas de Calvino, e vão
dizer: "Olha, João Calvino não existiu
no século X. As institutas foram foram
escritas em 2026, porque Rodrigo, no seu
sermão tem muito paralelo com as
institutas de Calvino, logo elas foram
escritas mais ou menos na época de
Rodrigo Silva. Não faz sentido isso. Eu
posso escrever hoje
aludindo a coisas que vieram no passado.
Segundo o pressuposto,
as semelhanças entre o chifre pequeno de
Daniel e o rei do norte de Daniel. E
como Macabeus descreve a história de
Antioco me faz supor que o chifre
pequeno de Daniel era Antíoco. Não, eu
posso ter outra entendimento. Eu posso
entender que o autor ou autores de
Macabeus interpretaram assim Daniel e
não que Daniel em pessoa teria
profetizado até o o Antiguo Epifânio.
Entendeu? Aliás, para aqueles que
aceitam Jesus como como uma referência
básica, estou dizendo isso que há muitos
cristãos também que defendem comentários
bíblicos os mais diversos. Eu tenho
vários aqui sobre Daniel, que o chifre
pequeno, que o rei do norte, que tudo
era antiúo epifâneo, que viveu mais ou
menos 167 anos antes de Cristo. OK? Tudo
bem? Só que quando eu vou para Mateus
capítulo 24 verso 15, Jesus diz assim:
"Quando, pois vocês virem situado no
lugar santo o abominável da desolação de
que falou o profeta Daniel,
quem lê entenda". Então, os que
estiverem na Judeia fujam para os
montes, e quem estiver no terraço não
deixa para tirar da casa coisa alguma. E
quem estiver no campo, não volte para
buscar a sua capa. Jesus está falando da
destruição de Jerusalém no ano 70. E
quando você vai para eh o abominável da
desolação, que que diz aqui o o profeta
Daniel, você tem Daniel 9:27, por
exemplo, que fala a respeito disso. E
Daniel 8 também. Daniel 9:27.
Vou ler para vocês aqui. Olha, Daniel
capítulo 9
versículo 27
diz assim: "Olha, hã,
ele, esse ser contrário, inimigo do povo
de Deus, ele fará aliança, aliança com
muitos por uma semana. Na metade da
semana fará cessar o sacrifício a oferta
de cereais. Sobre asas da abominação
virá aquele que causa desolação.
Jesus
pegou essa profecia e atribuiu pro
futuro.
Então, como é que poderia ser Antioco
Epifo?
Jesus disse que essa profecia
iria se cumprir depois dele.
Então, não pode ser antigo epifo que
viveu 167 anos antes de Jesus. Jesus tá
aqui, olha, antigo epifânio, tá aqui
atrás, 167 anos antes de Jesus. Jesus
falou que essa profecia de Daniel de se
cumprir depois dele, como de fato se
cumpriu no ano 70. Estaria Jesus errado?
E mesmo para quem não acredita em Jesus
como Messias, como autoridade divina,
ainda assim o argumento é válido, porque
me mostra que na época do do segundo
templo, do primeiro século de nossa era,
havia judeus, Jesus, que acreditavam que
aquela profecia de Daniel era para
tempos vindouros. E não somente isso, eu
tenho outros documentos judaicos, como o
quarto livro de Esdra, de Esdras, o
segundo baru, que são do final do
primeiro século. Esses livros mostram
que Daniel era um uma um evento de
consumação futura ainda. E Flávio Josefo
tem hora que coloca que Daniel estaria
falando de Antigo Epifo e noutros
momentos ele diz que Daniel estava
falando do império romano. Ou seja,
Flávio José me mostra que havia pelo
menos duas correntes no judaísmo. Uma
interpretando Daniel como aludindo ao
período dos Macabeus. Outro Daniel
aludindo como a Roma imperial. E o livro
dos Macabeus talvez seja dessa corrente
que interpretou Daniel como nos seus
tempos. Já ouviu falar da da festa do
Hanucá que nós temos até hoje em Israel
feliz Hanucá que alguns até confundem
com o Natal cristão que é próximo uma da
outra. Pois é, o Hanucá tem a ver com a
festa dos Macabeus, com a rebelião dos
Macabeus, com a época que o templo foi
purificado.
Então, não é uma
um consenso eh que nós tínhamos na época
que todo mundo interpretava Daniel como
sendo automaticamente algo
aludido à época dos Macabeus. Agora, que
eu já falei para vocês também, Daniel,
como sendo a hipótese, né? E eu quero
agora pegar com vocês isso aqui, ó. Isso
aqui me chama atenção.
Daniel, de acordo com esses críticos da
Bíblia, conhecia perfeitamente o segundo
século, porque foi escrito para alguém
que vivia no segundo século, mas ele
apresenta dificuldades quanto ao século
6 anes de. Cristo. O que que eles estão
dizendo aqui? que como quem escreveu
Daniel vivia na época dos Macabeus, ele
conhecia pouco da da Babilônia antiga.
Então ele cometeu erros de coisas que
não havia na Babilônia. Eh, a primeira
coisa que me chama atenção é a
arrogância de alguns historiadores
modernos que querem saber mais a
respeito do passado do que aqueles que
viveram mais próximos dele.
Você tá entendendo? Por exemplo, eh tem
alguém que não que eu não possa corrigir
nada dos autores passados, por exemplo,
Heródoto exagerou muito com relação à
muralhas da Babilônia. E por que que eu
sei disso? Porque a arqueologia já viu
que as muralhas eram bem menores do que
Heródoto coloca, apresenta. Mas a partir
daí eu dizer que eu sei mais sobre
Alexandre o Grande do que Plutarco, que
viveu mais próximo de Alexandro Grande
do que eu. Ele estava séculos depois,
porém estava mais próximo do que eu.
Queria dizer que eu sei mais sobre ah
Nero do que Suetônio, que viveu na época
dos dos césares ou o ou tácito, autores
romanos. É, eh lembrando que a história
passada é feita feita de fragmentos e os
fragmentos são cada vez menores quanto
mais distante estamos dos acontecimentos
que eles se referem. Então esse é um
primeiro problema. Segundo, será que a
Bíblia errou mesmo? Eu vou dar só um
exemplo para vocês aqui.
Eles falam que Daniel errou quando ele
fala no capítulo 5 verso 1 que Belsar
era rei da Babilônia. De fato, Daniel
chama Belsazar de rei. Daniel capítulo 5
versículo 1. O rei Belsazar deu um
grande banquete. Quando você vai também
a Daniel capítulo 7 verso 1, diz: "No
ano primeiro do reinado de Belsazar".
Quando você vai Daniel capítulo 8 verso
1, no terceiro ano do reinado do rei
Belsar. Então Belsazar não era rei,
dizem os críticos da Bíblia. Belsazar
era apenas um um
príncipe irregente. Quando Daniel o
chama de rei, está cometendo um erro, um
anacronismo.
Deixe me contar essa história melhor
para você. Hoje a crítica que eles fazem
à Bíblia é que Belsazar não era rei, mas
um príncipe regente. Sabe qual que era a
crítica feita no passado? Que Belsar não
existiu.
Porque quando eles pegavam a lista dos
reis da Babilônia, que foram traduzidos
a partir dos escritos comiformes
acadianos que estavam lá no depósito do
do Museu Britânico, ali tinha a lista
dos reis da Babilônia. E o último rei da
Babilônia, e logo depois disso foi o
ataque dos peças, não tem outro rei, foi
o rei Nabonido.
Vou mostrar para vocês uma imagem de
Nabonido. Essa imagem que está aqui à
direita da tela, que você vê um homem
com estandarte na mão diante da lua.
Esse é o reino abonido, o último rei da
Babilônia. E quando você pega a lista
dos reis da Babilônia, não havia nenhum
chamado Belsazar
e não poderia ter nenhum depois de
Nabonido, porque ele foi o último. Logo,
a Bíblia estava errada. A Bíblia mentiu
e essa era uma assertiva de muitos
acadêmicos, especialmente na Alemanha e
na Inglaterra.
Até que William Tboltigas
caixas de madeira que até hoje ele tem
muitos materiais não traduzidos ainda
nos porões do Museu Britânico e ele
achou esse tablete com escrita comforme
que está aí no meio da tela. Tão vendo?
Esta é a crônica de Nabonido. E em duas
ou três ocasiões das suas crônicas,
tanto das suas crônicas como da oração
de Nabonido, você tem o nome de Belsazar
como sendo o filho de Nabonido que
governava Babilônia na ausência do rei.
Inclusive, de uma das traduções feitas,
diz assim: "Ele, Nabonido, confiou o
reinado a ele, a Belazar, Belchau, Bel
Urucha, como diz em acadiano, e o nome
aparece ali." Então, a primeira coisa é
que existiu sim um Belazar na Babilônia.
Existiu. E de fato ele era príncipe
regente, mas não era errado chamá-lo de
rei. Por quê? Nós temos casos na
história, por exemplo, a Menenhhat e
Cesósteris teve uma época de corregência
deles, o pai e o filho. E tanto a
Menenhat nessa época de corregência era
chamado de faraó do Egito, como
Tesósteris também era chamado de faraó
do Egito. A mesma coisa na época de
Tutmoses I e Hatsut.
Os dois estavam reinando em corregência
no mesma época. Hatchepsut era madrasta
de tutimos. Perdão. Eh, Ratut era
madrasta de Tutis i os dois seram
chamados de faraó ao mesmo tempo em
documentos egípcios. Hamsés II e
Merempt, pai e filho. E os dois tiveram
uma corregência e ambos eram chamados de
faraó. Não era faraó pai e faraó
regente. E você tem também na Assíria o
mesmo fenômeno. Essahardon governou
durante um tempo em corregência com a
Surbanipal. E Esaron era chamado de de
rei. A Surbanipo era chamado de rei ao
mesmo tempo. E na Bíblia nós também
temos o mesmo exemplo em Primeiro Reis
capítulo 1. Salomão é ungido rei de
Israel enquanto Davi ainda estava vivo.
Davi estava na cama. E Salomão, a partir
do dia que foi ungido, já era chamado
rei, mesmo que tecnicamente ele fosse um
rei corregente ou um príncipe regente,
porque Davimba estava vivo. Mas essa
distinção que nós temos hoje de maneira
tão clara, não era tão nítida nos
documentos antigos. Então, não constitui
erro da Bíblia chamar Belsazar de rei.
Aliás, uma coisa que me chama atenção é
justamente o que eu sinalizei aí.
Quando o rei Belsar promete a Daniel eh
prêmios, se ele decifrasse aquela
estranha escrita na parede, ele disse a
Daniel: "Serás o terceiro governante do
reino".
Olha a precisão do texto bíblico. Serás
o terceiro governante do reino. Por que
que isso me chama atenção? Porque quando
o rei da do Egito deu a a José o cargo
de de governador do Egito, ele falou:
"Você será o segundo".
Por que que aqui então Belsazar oferece
para Daniel o terceiro lugar? Muito
simples, porque ele mesmo era o segundo
em poder. Logo, ele só poderia ofertar
ao profeta o terceiro lugar, não o
segundo, porque ele era o segundo. O
primeiro era Nabonido, que ele estava
vivo.
E de fato, outros textos dizem que
textos fora da Bíblia, que o príncipe, o
filho de Nabonido, morreu no palácio. E
Nabonido não estava em Babilônia quando
a cidade foi atacada, cumprindo
exatamente, confirmando exatamente o que
diz Daniel, capítulo 5, ao falar do rei
na eh Belsazar, diz: "Naquela mesma
noite, Belsazar, rei dos caldeus, foi
morto
e Dari Medo, se apoderou do reino quando
tinha mais ou menos 62 anos. Então, a
Bíblia é muito precisa ao dizer
exatamente o que aconteceu. Então, não
há anacronismo em Daniel como como as
pessoas apresentam. Tem uma outra coisa
que eu quero apresentar para vocês aqui,
é que eles batem muito na tecla sobre um
debate acadêmico de Daniel. Eles dizem
assim: "Olha, Daniel tem palavras gregas
que não são da época de Daniel. Por
exemplo, a palavra gaiteros, que é arpa,
a palavra psalterin, que é saltério, e a
palavra sinfoneia, que a gente traduz
como gaita de flição horrível, né?
Porque fala gaita de fes, eu penso penso
em algo escocês né? Eh, seria o
justamente a sintoneia.
Esses instrumentos são mencionados em
Daniel capítulo 3, quando Dabuco Donzor
fala dos músicos que estavam ali e eles
tinham que tocar seus instrumentos para
que ao som desses instrumentos todos
pudessem se prostrar.
O problema é que antes falava-se de
seis, sete palavras gregas no livro de
Daniel e para eles isso já é um
argumento que Daniel é posterior,
raciocina. Se essas são palavras gregas
próprias da época de Antioco Epifânio,
então logicamente Daniel não pode ter
sido escrito na época porque ele não
teria essas palavras. Vou explicar de
uma maneira simples, você vai entender.
É como se eu encontrasse nas cartas de
Camões
as palavras download,
ah, WhatsApp,
Instagram e YouTube. Se essas palavras
aparecessem algum trecho da carta de
Camões, eu já diria: "É impossível que
Camões tenha escrito isso, porque essas
palavras são próprias do século XX". Não
havia essas palavras na época de Camões.
Então, o fato de encontrar o nome grego
desses instrumentos em Daniel levou
muitos a dizerem: "Ora, isso aqui prova
que Daniel é da época grega". Bom, a
primeira dificuldade, se Daniel é da
época grega, porque que ele não foi
escrito em grego como muitos livros
deuterocanônicos que foram escritos em
grego? Por que que ele foi escrito em
hebraico e aramaico? Em segundo lugar,
eh, se o livro de Daniel é da época dos
Macabeus, ele deveria estar repleto de
termos gregos,
como está repleto o livro de Macabeus.
Ele deveria espelhar o estilo de
Macabeus,
mas hoje, reconhecidamente, só há três
palavras gregas em todo o livro de
Daniel. É muito pouco. Daquelas cinco,
seis ou sete. Depois viram que aquela
palavra não era tão grega assim. Aquela
também não era tão grega. Hoje só tem
três que eles falam que realmente era
palavras gregas em Daniel. Mas eu
pergunto, se Daniel é da época dos
Macabeus, ele deveria ter tantos, tantas
expressões helenísticas e tantas
palavras gregas como Macabeus e não
apenas três.
E vou mais além. Como é que a gente pode
explicar esses termos gregos em Daniel?
Simples. A cultura entre os gregos e a
Babilônia é mais antigo do que você
imagina. Olha, vou mostrar para você uma
coisa aqui. Pena que hoje o museu
Pérgamo está fechado. Eu estive no
Pérgamo, museum lá de de Berlim e lá foi
construída a porta de estar da
Babilônia. E de um lado e de outro eles
construíram essa parede. Você tá vendo
no centro aí a porta de estar e ali na
parede um pedaço da parede do palácio do
trono de Nabuco do Nozor, da área
externa da sala do trono. E o que chamou
atenção de muitos eruditos é que aqueles
aqueles emblemas no lápis lazuli da
parede de Nabucodonzor chamados de volut
são o mesmo símbolo do grego clássico,
só que adaptado à Babilônia. você tem
essa forma assim mais arredondada das
folhas e é exatamente o que encontramos
no mundo grego. E a compreensão que
alguns têm, por exemplo, do próprio
Lloyd, que era arqueólogo britânico, ele
escreveu justamente isso quando ele
analisou esses panéis. Um painel alto
recuperado de uma parede fora da sala do
trono de Nabuco do Nozor é de interesse
especial em que motivos clássicos são
adaptados ao design, sugerindo que algum
contato já existia entre Babilônia e
Grécia.
Então, o próprio artefato que está no
museu Pérgamo desmente essa essa
impossibilidade que alguns vem de Daniel
ter sido escrito na época do do na época
de Nabuco do Nozô, porque tem três
palavras gregas ali. Essas palavras
poderiam já estar em uso na época de
Daniel. E vou mais além. E vou mais
além. Durante muito tempo eles diziam
que o aramaico de Daniel era um aramaico
tardio na época do quarto século. Não
era o estilo de aramaico usado na
Babilônia no sexto século antes de
Cristo. seria mais ou menos assim, é
como se eu escrevesse
ah, simulando Machado de Assis, mas
falando assim, Machado de Assis
escreveu: "Havia dois adolescentes na
cidade e um falou com outro assim: "Pô,
velho, que que nós vamos fazer hoje à
noite?"
Fechou aspas. Ora, na época de Machado
de Assis, ninguém usava esse linguajar,
pô, velho. Essa essa gía é posterior,
não é? o tipo de português que se usava
naquela época, concorda comigo? Eh, era
senhora. De repente o o o padre era mais
chamado de sacerdote de cura. Cura, eh,
era um outro tipo de de linguagem que se
usava. Você era vossa mê ou voz mê, não
era você que se usava. Então aqui a
gente consegue definir a diferença do
português de hoje pro português do
passado. Então eles pegavam o aramaico
de Daniel e falavam: "Esse aramaico é
muito tardio, muito posterior à época de
Daniel. Não é o tipo de linguagem que se
usava na época de Daniel. Só que nós
temos dois achados arqueológicos que
hoje eh nos ajudou a compreender que
eles estavam equivocados. é o achado
arqueológico encontrado em elefantina,
que é esse papiro que está à direita de
vocês, e também os manuscritos do Mar
Morto que estão do outro lado. Bom, eu
vou explicar para você o que que
aconteceu, por que que eles diziam,
deixa eu só chamar a Luna aqui que ela
tá querendo entrar aqui no Vou ter que
abrir para ela, senão ela não vai deixar
eu gravar para vocês. Vem. Pronto.
Agora ela vai ficar feliz. Quer
participar com todo mundo lá, lá, ó.
Então tá bom. Vamos participar lá
quietinho, tá bom?
Agora eu posso falar sobre Daniel para
eles. Então vamos lá. Então o que que
acontece? Opa, desculpa, perdão, perdão,
perdão. Vamos lá. Então, o argumento do
aramaico que eles usavam era justamente
esse aqui, ó. Eles diziam que eles
tinham encontrado alguns papiros do
quinto e do quto século escritos em
aramaico, tá bom? E eles então pegaram
esse papiro e compararam com o de
Daniel.
E perceberam que esses papiros pareciam
mais antigos que os de Daniel,
porque eh Daniel era diferente deles. E
depois eles encontraram também outros
textos em aramaico do período Nabateu e
de Palmira, que era uma cidade da Síria.
E perceberam também que era diferente.
Então eles criaram o seguinte cronograma
da evolução do aramaico. Existia o
aramaico oficial persa do e do quto
século.
Depois veio o de Daniel, que seria do
segundo século antes de Cristo, e depois
o o aramaico na bateu e palmirano que
seria do segundo século depois de
Cristo. Assim eles raciocinaram. Só que
quando foram encontrados esses dois
manuscritos aí, encontrado, o primeiro
que tá na direita de vocês foi
encontrado em Elefantina,
no Egito, e datado com certeza no sexto
século antes de Cristo.
E esse papiro está no aramaico idêntico
ao de Daniel. O outro texto, é o que
está à esquerda de vocês, é o Gênesis
apócrifo encontrado em Kumran.
E esse Gênesis apócrifo, ele também está
datado. Ele é aproximadamente do ano 250
de nossa era. E ele é muito diferente do
aramaico de Daniel.
O aramaico mais próximo que nós temos do
de Daniel não é o Gênesis apócrifo, que
é do ano 250, nem aquele de Palmira, nem
aquele dos Nabateus, nem aquele outro
aramaico tardio do período do quto
século. É justamente o aramaico
encontrado em Elefantina. Então isso
agora já está fazendo os eruditos
repensarem esse argumento de que o
aramaico de Daniel é uma é um aramaico
tardio para sua para sua época. Isso não
faz sentido.
Bom, com esses elementos, eu já queria
apresentar para vocês como é que nós
podemos ah responder ao que os críticos
de Daniel apresentam sobre a data dele.
Você vê que são argumentos eruditos, bem
colocados, mas não são argumentos que
estão isentos de serem refutados ou pelo
menos contraargumentados para ser mais
elegante. Agora nós temos um achado
arqueológico mais recente que eu
publiquei em forma de artigo e eu quero
apresentar para vocês aqui que é muito
importante para mim e eu vou resumir
esse artigo para você. Mas antes de
resumir esse artigo, eu quero saber se
você gosta das coisas que eu apresento
na internet, se você acha que é didático
o ensino que eu apresento, se é educada
a maneira como eu eu apresento a versão
bíblica e se está dando para você
argumentos suficientes para alicerçar
sua fé. Se você gosta de tudo isso,
então eu tenho um convite a fazer. Seja
meu aluno na plataforma Bíblia
comentada, porque tem muito mais
esperando por você nas aulas da Bíblia
comentada. Tudo que eu apresento aqui no
canal do Rodrigo Silva Arqueologia, eu
poderia dizer que é quase que uma
amostra do que você tem na Bíblia
comentada. E agora nós temos todos os
dias um estudo bíblico que cabe na palma
de sua mão e no seu tempo. São 8 minutos
de estudo bíblico diários. Então você
pode todos os dias ter um contato com a
palavra de Deus que vai fortalecer a sua
fé e além disso se aprofundar ainda mais
nas outras aulas que tem ali. E se você
já é aluno bíblico comentada, deixe seu
comentário aqui, deixa as pessoas
sabendo do seu testemunho, se ele tem
ajudado a sua vida, se você já assinou a
plataforma. E eu vou deixar também a na
descrição do vídeo o link para você
assinar a Bíblia comentada, tá bem? Você
pode assinar, pode se tornar meu aluno,
pode convidar outros também. E, aliás,
já que eu falei de deixar comentário, se
gostou do conteúdo, deixa o seu like,
deixe também aqui a a sua inscrição no
canal, isso é muito bem-vindo. Agora vou
mostrar para você um resumo de um artigo
que eu publiquei. Eu publiquei um artigo
acadêmico recentemente, saiu agora há
poucos meses, onde eu analiso eh esses
títulos grandões que você vê aí. Não se
assuste não, porque artigo acadêmico é a
si mesmo. Revisitando a datação do livro
de Daniel, uma abordagem integrada com
rádio carbono, linguística. e
inteligência artificial. Mas fica
tranquilo que eu vou resumir tudo isso
para você numa linguagem que você vai
entender. Primeiro lugar, deixe me
explicar o que que é um artigo
acadêmico, o que que é um artigo
publicado numa revista indexada. Quando
você está na academia, você faz um
mestrado, um doutorado, um pós-doutorado
e você está como pesquisador, professor
na academia, é muito importante que você
tenha publicações acadêmicas. Não é um
artigo publicado num blog, não é um
vídeo postado no YouTube, não. São
artigos que são referendados por pares
chamados de pareceristas cegos. A
revista tem vários níveis de revista
aqui no Brasil. Tem a revista Qualis A,
Qualis B. E essas revistas então elas
recebem o artigo. Inclusive essa está
numa das mais cotadas no ranking
nacional. Elas recebem um artigo, elas
mandam para especialistas da área sem
dizer o nome do autor, esses
especialistas leêem e eles dão a sua
posição. O artigo foi aceito com
observações, aceito sem observações ou
foi rejeitado, tá certo? E graças a Deus
esse artigo foi aceito sem observações.
E assim você vai sustentando aquilo que
nós chamamos de currículo látis no
Brasil. Então é muito importante alguém
que se diz acadêmico e que mas só vive
de internet. É importante você procurar
o currículo lápis para ver se o que
aquela pessoa tá falando também tem uma
base acadêmica ou se ela só está falando
de maneira leiga e às vezes até com a
forma meio arrogante de expor as coisas
dela. E hoje até quero pedir uma coisa
para vocês. Eh, antes era importante
apenas você ter artigos publicados em
revistas científicas, mas agora o Látis
mudou. O o látis não, o o governo mudou
os critérios de valorização de um artigo
acadêmico. Hoje, quanto mais o artigo
tem relevância, melhor é paraa pontuação
do acadêmico. Antes você tinha um artigo
publicado lá, não importa se cinco
pessoas leram ou 10 pessoas leram, o que
importa é que ele foi publicado. Então
você colocava lá, já tava feito. Hoje é
importante quantos links são dados
naquele artigo. Então vou pedir a você,
se você depois quiser visitar, eu vou
deixar também aqui na descrição do vídeo
o link desse artigo. Se você quiser dar
uma clicada lá e dá uma lida no artigo,
dá uma olhada nele, isso vai me ajudar
bastante, porque aí eles vão perceber a
os metadados eh do governo que o artigo
foi relevante, porque o que eu estou
fazendo aqui no YouTube é uma divulgação
científica que hoje tem peso na
academia. Nós estamos pegando o mundo
acadêmico, tirando da sala de aula e
levando esse mundo acadêmico para o
ambiente extramuros. Isso é muito
valorizado. Então, quanto mais pessoas
clicam nesses artigos acadêmicos que nós
publicamos e dão uma olhada nele lá,
melhor pro autor. Então, se você acha
que é importante o trabalho que eu faço,
que ele deva ser conhecido por mais
pessoas, então clique no link desse
artigo, dê uma olhada nele lá, deixe um
comentário, será muito bem-vindo, tá
bom? Eu vou resumi-lo para você aqui
para você ver o que te espera lá, mas
depois você pode até mostrar esse artigo
científico para um professor que duvida
de Daniel em sala de aula. Você faz uma
faculdade de história que um professor
fala: "Não, Daniel é um vacino pox eh
exevento". Você pode pegar? Não,
professor, tem autores, tem acadêmicos
que discordam disso aqui. Olha esse
artigo aqui. Ou um colega que às vezes
só ouviu o lado de lá da crítica Daniel,
mas não ouviu o lado da defesa da Bíblia
Sagrada, mostra esse artigo para ele, tá
bom? Então, que que eu disse aqui nesse
artigo? Primeiro, deixa eu mostrar para
você o como é que foi o estudo de
Daniel, ah, envolvendo inclusive carbono
14 e tudo mais. Nós não temos os
originais da Bíblia, nós só temos cópia
de cópia de cópia de cópia. E as cópias
mais antigas da Bíblia que nós temos
foram aquelas encontradas ali eh em
1947, 48, no deserto da Judeia, em
Herbert Comeram, atual Israel, perto da
criação do Estado de Israel. Então,
1947, quando os primeiros textos foram
encontrados, eles foram analisados por
Sukik, que foi um pioneiro da
arqueologia israelense, e eles foram
datados no período do segundo templo, tá
bom? Ele ach o segundo templo seria
primeiro século de nossa era, um
pouquinho antes do do do primeiro século
de nossa era, a época que que teve o
segundo templo que Jesus conheceu, que
foi destruído no ano 70. Suen que dat
esses esses manuscritos são da época do
segundo templo e ele acertou que são
mesmo. Depois um consenso maior foi
estabelecido entre os manuscritos que
eles teriam sido copiados entre o fim do
primeiro, do segundo século antes de
Cristo e a Primeira Guerra Judaica que
vai até o ano 70 de nossa era. Alguns
colocam 73 porque manuscritos do Mar
Morto envolve mais do que os manuscritos
encontrados em Cumbran. Mas em 2025
houve um novo estudo envolvendo
inteligência artificial e carbono 14 que
nos deram mais detalhes sobre a data
desses manuscritos e descobrimos que
eles descobrimos que muitos deles são
mais antigos do que nós imaginávamos. O
sistema de de datação com inteligência
artificial recebeu o nome de Enoque.
Enoque é um dos manuscritos do Mar
Morto. Então, por isso que eles chamaram
o sistema Enoque de inteligência
artificial. O que que eles eh
descobriram com esse sistema?
Eles pegaram a forma como os manuscritos
eram datados e fizeram a mesma, só que
era uma forma mais no olhômetro. Eu vou
explicar daqui a pouquinho como ela era.
E fizeram esse mesmo sistema com o a
inteligência artificial. Um dos
pesquisadores que está por detrás de
toda essa investigação foi esse
indivíduo. Ele gosta de tirar fotos
assim em pos e mas ele é muito
respeitado na academia. É o Miladin
Popovit, que ele é da Universidade
Gruningen, dos Países Baixos. E ele usou
a, ele aperfeiçoou esse método de
inteligência artificial, treinou a
inteligência artificial para verificar o
formato das letras dos manuscritos do
Mar Morto a partir de fotografias em
alta resolução que eram fornecidas pelo
Museu de Jerusalém, onde a maior parte
dos manuscritos, museu de Israel,
corrigindo, onde a maior parte dos
manuscritos está guardada. Então, a
inteligência artificial começou a fazer
uma varredura em todas as fotografias
que tinha desses manuscritos para tentar
fazer uma datação deles. Mas como é que
faz isso, Rodrigo? Eu vou começar no
passado. Quando os manuscritos foram
encontrados,
havia um jovem, bem jovem ainda,
estudante de Harvard, que estava em
Israel. Eu tive o privilégio de conhecer
esse jovem quando evidentemente ele já
era bem velhinho. Hoje ele faleceu. O
seu nome Frank Cross, o maior professor
especialista em epigrafia da
Universidade de Harvard. E o Frank Ross,
ele fez um um sistema de análise das
letras hebraicas para perceber quando as
letras foram escritas. Eu vou explicar
isso para você. Eh, você sabe, quem
conhece bem a língua portuguesa percebe
que consegue ver a diferença de uma
carta escrita no Brasil dos anos 1920
para uma carta escrita hoje, quando a
gente usa tanto, tanto teclado que já
perdeu a capacidade de fazer uma
caligrafia bonita. Quem conhece muito o
alemão sabe perceber a diferença entre
uma letra gótica, um alemão gótico e um
alemão pré-gótico. Você falou: "Esse,
essa aqui foi escrito na época do alemão
gótico." Seria mais ou menos isso que
Frank Cross desenvolveu. Ele colocou
assim, vou mostrar para vocês, ele
começou a perceber vários manuscritos eh
hebraicos de várias épocas, de vários
lugares. por exemplo, o Estilo Oriental
sefaradita que veio da da Espanha, o
Asquenaz, o italiano, o bizantino, o do
Yemen, algumas cópias em hebraico do
Yemen. E ele começou a perceber
diferentes tipos de escrita, eh, escrita
semadrática,
uma escrita cursiva.
E a partir daí ele falou: "Será que isso
também não valeria para os manuscritos
do Mar Morto?"
Então ele começou a desenvolver
um estilo de escrita tudo feito à mão,
gente. Isso em 1950, quando ainda não
havia computador, IA, o homem era um
gênio. Ele começou a copiar e perceber
as diferenças entre as letras de vários
períodos. Então ele falou: "Olha, eh,
essas letras aqui parecem com um escrito
da época da pedra de Roseta".
Eh, e ele começou a perceber isso no
grego. Aí ele percebeu, olha, veja bem,
o grego, ao medida que o tempo vai
passando, ele vai mudando a letra. E
vários estudiosos de Novo Testamento
grego fazem isso com os manuscritos
gregos. Eles sabem a data do manuscrito
pelo estilo do alfa, do beta, do gama,
etc. Então, Frank Cross falou: "Isso
também deve ser verdade em relação ao
hebraico". E ele começou a perceber nos
manuscritos usando apenas lupa, lupa e
os textos originais, a diferença entre o
ALF, como é que o ALF era produzido no
terceiro século antes de Cristo, depois
no período Herodiano, depois no segundo
século da da era cristã, como é que o o
rei era feito, como é que as letras eram
produzidas. E ele começou a notar a
diferença entre as letras. Aí o que que
o sistema Enoque fez? Ele pegou toda a
teoria do Frank Cross e ele então
analisou as letras. Eles não mostraram a
teoria do Frank Cross pro sistema de IA.
Eles falaram o seguinte: "Com base na
tipologia das letras desses manuscritos
aqui, como é que você classificaria a
origem deles?"
Então, a inteligência artificial começou
a pegar as mesmas letras e começou a
pegar os mínimos detalhes, assim como
Frank Cross fez. Olha aqui, isso aqui já
é da do sistema do Enoc. Olha a letra
ALF, que está mais atrás e a letra bait
que tá mais aqui. Olha a diferença. Eu
sei, eu também não sou experto em
manuscritos antigos. Pra gente pode
parecer que são todas iguais, mas tem
diferença. Às vezes é uma é uma
franjinha mais, uma franjinha menos, é
uma uma se você olhar, por exemplo,
nessa parte em destaque, você vê que tem
às vezes uma uma escorregada de tinta
para um lado que antes não tinha e isso
é padronizável.
Então, a partir desse momento, eles
analisaram com o sistema Enoc e quando
ele deu a data dos manuscritos, em 79%
dos casos, a data que ele deu foi a
mesma data que Frank Cross havia dado, a
mesmíssima data.
Então isso aqui é muito importante
porque demonstra que Frank Cross
acertou,
mas e nas eh 21
eh 21% dos manuscritos em que o sistema
Enoc discordou do sistema de Frank
Cross, que que nós fazemos com ele? Bom,
vamos com calma. Em primeiro lugar, eh
vamos entender que se você tem um aluno,
tá certo? que você coloca ele em sala de
aula e você pede para ele calcular
calcular eh uma série de de ambientes.
Ele acerta em 79% dos cálculos dando a
mesmo resultado de um professor. Você
fala: "Esse é o bom aluno, tá aprovado.
Ele tirou 79 na prova e os 21 que ele
errou".
Nesse caso específico da comparação de
Frank Cross e do Eno quem errou foi
Frank Cross. Mas calma, não jogue pedras
no professor de Harvard. Eu vou explicar
em sentido que Frank Ross errou. Lembra
que ele dependia de uma lupa?
Ele dependia de uma lupa e de muitas
letras meio apagadas,
mas a Iá conseguia em alta resolução ver
traços de tinta que Frank Cross não
percebia a olho nu.
Então esses 21% de divergência são
interessantes para nós. Até aqui o que
que nós percebemos? E é isso que eu
coloco no meu artigo, que a IA validou o
método de comparação de letras de Frank
Cross para saber qual é o manuscrito
mais antigo, qual que é o mais novo. OK?
E nos 21% que a Iá discordou de Frank
Cross, na verdade ela não jogou fora a
hipótese dele, apenas corrigiu aquilo
onde ele errou dentro da sua própria
hipótese por depender apenas de lupa,
manuscritos meio apagados e um e um olho
humano nu. Só isso.
Agora, nesses 21% que a inteligência
artificial eh mostrou modificações, nós
temos algo muito relevante que foi a
pesquisa com carbono 14. Você sabe que o
carbono 14 ele é muito interessante para
datar elementos antigos. Ah, a natureza,
a atmosfera tem o carbono 14, que ele é
absorvido pelas plantas. A, o animal
come a planta, o ser humano come a
planta. E nós não pegamos o carbono 14
da atmosfera como as plantas, mas ao
comer as plantas, nós temos carbono 14
em nosso organismo e ele está eh em
equilíbrio com o carbono 12. Mas quando
nós morremos, o que que acontece? O
carbono 14 começa a diminuir. Na
verdade, para ser preciso com método, o
carbono 14 ele diminui todos os dias em
nosso organismo, tá certo? Todo dia vai
diminuindo, vai diminuindo em relação ao
carbono 12 que é estável. O 12 é
estável, o 14 não, ele vai diminuindo,
diminuindo, diminuindo. Mas quando você
faz a próxima refeição, eles igualam de
novo. Depois vai caindo, caindo, caindo,
igualam de novo. Só que o que que
acontece? Quando você morre, você para
de consumir alimentos. Então,
evidentemente que o decaimento do
carbono 14 é muito grande em relação ao
carbono 12. Eles fazem a a média dessa
distância e consegue fazer a datação da
morte de um elemento vivo. Então, o
carbono 14 pode ser usado para datar
árvores, ossos, material orgânico de uma
maneira geral. Um tecido feito, por
exemplo, de pele de animal, um papiro
porque foi feito de uma planta.
Só que aí você tem vários elementos que
não vou entrar aqui no mérito, que é a
questão da calibração do carbono 14, que
ele teve que ser calibrado, tem a curva,
mas seja como for, é um método muito bom
para datarmos materiais arqueológicos.
Eu sei que alguns devem estar
perguntando: "Tá, mas e os milhões de
anos? Carbono 14 não dá milhões de anos,
tá bom? Esquece isso. Eh, carbono 14 vai
chegar no máximo a 50.000 anos. Mas como
é que compara isso com a data da Terra?
Eu não vou entrar nesse mérito hoje por
causa do tema, mas se você quiser que eu
trate disso no futuro, é só você deixar
um comentário, Rodrigo, fale então sobre
método de datação e idade da Terra. Aí
eu falo disso num outro vídeo, tá bom? É
só você deixar no comentário aqui. Mas
por hora, basta dizer que carbono 14 é
um método muito válido na arqueologia,
ok? Aí acontece o seguinte. No passado
nós tínhamos vários problemas para datar
o carbono 14.
Primeiro, eh, você tinha que destruir um
grande pedaço do material, porque ele
destrutivo é uma técnica destrutiva.
Então, eu tinha que destruir quase que
um tamanho de uma folha como essa.
Imagina, eu eu destruí uma folha como
essa para poder obter carbono 14. Como é
que eu vou destruir um manuscrito
bíblico que eu só tenho um pedaço assim
ou menor ainda do que esse?
Você vai destruir isso para saber o
carbon 14? Impossível. Então, como é que
eles fizeram para datar as primeiras
amostras de carbono 14?
Eles pegaram aqui, deixa eu só voltar
aqui para você. Olha, eles pegaram onde
é que tá aqui
que eu peguei. Eu tinha aqui o o que que
eles fizeram para dar esse aqui, ó. Eles
pegaram esse pano, foi a primeira
medição de carbono 14, que estava
enrolando o rolo de Isaías.
O rolo de Isaías que foi encontrado em
Cumbran, ele estava eh involuncrado por
esse eh tecido de linho, como o linho
também é orgânico. Então eles pegaram,
destruíram uma parte desse tecido que
envolvia Isaías e dataram o tecido.
E a partir daí deram uma data de Isaías,
se não me engano, 160 ou 170 anos de
Cristo, uma coisa assim, com base no que
estava em volta. Porque penso, se o
tecido tinha a cidade, então obviamente
Isaías deveria ter. Depois disso, houve
nos anos 50 mais uma outra técnica ali
com algum alguns pedaços de manuscritos
em branco, mas ela também tinha um
problema porque ela tinha, vou mostrar
para vocês, eh
alguns manuscritos estavam com cola.
Então isso poderia prejudicar também as
datações. Até que agora, em 2025 houve
uma técnica mais refinada. E essa
técnica mais refinada, ela é importante
porque eu não preciso de grandes
quantidades de de material.
Hoje, se no passado eu precisava de uma
folha inteira dessa para datar um
manuscrito, eu tinha que destruir tudo
isso aqui, hoje
basta uma coisinha desse tamanho, ou
menos do que isso ainda e você já obtém
carbono. Então agora eu posso tirar um
fragmento muito pequeno do manuscrito e
datá-lo com menos material destrutivo e
maior eficácia eficácia.
E quando eles pegaram um conjunto de
textos manuscritos do Mar Morto e
fizeram a datação, descobriram uma coisa
interessantíssima.
Primeiro lugar, a data que o carbono 14
deu para aqueles manuscritos era mais
antiga do que as datas que Frank Cross
havia dado,
entendeu? Ou seja, os manuscritos do Mar
Morto, pelo menos aqueles que foram
datados recentemente por Cabo 14, são
mais antigos. do que Frank Cross
acreditava.
E em segundo lugar, alguns deles, não
todos, alguns davam na mesma data de
Frank Cross. Deixa me refinar aqui o
argumento. Alguns confirmaram a data de
Frank Cross, outros eram mais antigos do
que ele havia imaginado. E por
coincidência,
alguns daqueles que eram mais antigos do
que Frank Cross imaginava, foram também
os que haviam sido submetidos à técnica
de inteligência artificial do Eno que
também tinha dado uma data mais antiga
do que a Frino.
Ou seja, a data do Enoque, da
inteligência artificial, confirmou
alguns manuscritos de Frank Cross e
discordou de outros.
e alguns dos quais ele discordou.
O carbono 14 deu a data que a
inteligência artificial havia dado.
Legal, né? Mas onde é que entra o meu
artigo? É que entre os textos datados
estava esse fragmento aqui do livro de
Daniel.
E esse livro de Daniel foi datado entre
230
e 150
antes de Cristo.
Ou seja, vou botar num gráfico aqui,
vocês vão entender.
O carbão de 14, ele trabalha com a
margem de E, tá bom? Por isso que eles
dizem que esse esse manuscrito que eu
mostrei para vocês, ele foi escrito
entre 230 e 160 anes de. Cristo. Aí eu
tenho um problema, porque a linha
pontilhada é a época de Antioco
Epifâncabeus.
Aí muitos falam: "Não, não, esse
manuscrito de Daniel ele foi copiado
então na época que o original estava
sendo escrito." Hum. Mas por que a gente
já vai de cara trabalhar com a data de
160, sendo que há possibilidade que esse
texto foi copiado em 230 anes de.
Cristo?
O problema é que se esse texto foi
copiado em 230 anes de Cristo ou em
qualquer ano antes de 179 anes decoist,
definitivamente eu tenho uma cópia de
Daniel mais antiga do que a época dos
Macabeus. Se a cópia de Daniel é mais
antiga do que a época dos Macabeus, logo
não faz sentido dizer que Daniel é um
livro criado na época dos Macabeus. Os
críticos vão ter que refinar a hipótese
deles, porque Daniel pode ter sido
copiado antes, sido produzido antes. É
uma prova absoluta de que Daniel foi
escrito na época de Nabuco Donzor? Não,
mas é um argumento muito forte contra a
teoria majoritária de que Daniel seria
fruto da época dos Macabeus.
E vou mais além.
Ainda que essa cópia seja do ano 160, eu
tenho uma dificuldade também. Sabe por
quê?
Porque nessa época
Daniel estava sendo escrito,
segundo a teoria dos teólogos liberais.
OK? Daniel foi produzido na época dos
Macabeus, eu tenho que trabalhar com um
elemento diferente de hoje. Por quê? O
anacronismo é o seguinte: hoje eu,
Rodrigo, posso escrever um livro no mês
de janeiro
e em fevereiro ele estar já ele ser
editado, corrigido em fevereiro e em
abril ele já está na na nas livrarias
sendo vendido, encadernado. Com três 4
meses depois de corrigido, editado, ele
tá lá. Não tem dificuldade na época de
Daniel, na época do da Bíblia, não. Se
um livro é escrito hoje, para ter uma
cópia dele feita à mão, demorariam
meses.
Então, para alguém ter um livro em
autoestima a ponto de copiá-lo em várias
cópias e espalhá-lo, demoraria muito
tempo. Se Daniel foi produzido na época
dos Macabeus,
não tem como ter já uma cópia de Daniel
em Curan na época dos Macabeus. Não faz
sentido, porque para essa cópia chegar
ali, você teria que ter pelo menos
alguns anos de aceitação do livro, de
consolidação do livro, para que cópias
dele fossem feitas e espalhadas por
outros lugares. E mais, em Cumbran
encontraram oito cópias diferentes de
Daniel. Todos os capítulos de Daniel
você tem ali copiados só o capítulo 12
que não encontramos nenhum fragmento,
mas temos comentário de Daniel no
Florilégio de Kumran. Então eles
conheciam Daniel. Percebeu a questão?
Não faz sentido. Sem contar que eu posso
trabalhar razoavelmente com a hipótese
que esse que essa cópia de Daniel era de
até 230 anes de. Crist, muito anterior à
época dos Macabeus.
Esse é o artigo que eu escrevi. Então,
com isso, repito, nós temos uma maneira
também acadêmica, igualmente acadêmica.
É uma hipótese, é lógico, artigo
científico trabalha com hipótese, uma
hipótese razoável para afirmar que
Daniel não é da época dos Macabeus, é
anterior à época dos Macabeus. E se é
anterior à época dos Macabeus, então eu
tenho alguns desafios para os os
críticos de Daniel. Letra A, eles têm
que criar uma outra hipótese para
justificar que Daniel é da época dos
Macabeus. Não sei como. Talvez vão dizer
que uma parte de Daniel seria antiga,
outra parte mais recente. Não sei. Vão
ter que refinar a hipótese, assim como
mudaram a hipótese quando antes diziam
que Bels Cazzar não existiu, que era uma
invenção de Daniel. Aí depois
descobriram um achado arqueológico que
provava Belsar. Agora eles dizem: "Não,
Bel Sazar existiu, mas ele não era rei,
era o príncipe regente." Então, Daniel
continua errado. Ou seja, vão aparecer
novas ideias com o intuito de desmentir
Daniel. É curioso que geralmente alguns
acusam eh cristãos mais conservadores
como eu de ter uma visão enviezada da
arqueologia e da história. Ah, o Rodrigo
Silva tem viés. Eu já ouvi isso de
alguns. Ele tem viés por causa da
Bíblia. Viés é uma palavra muito feia.
Vamos trocar por cosmovisão.
Eu tenho uma cosmovisão, como o ateu
também tem a cosmovisão dele. O cético
também tem a cosmovisão dele. E a gente
costuma ler as coisas de acordo com a
nossa cosmovisão. Viés é o vício, é a
desonestidade intelectual.
Agora, quando você trabalha honestamente
com dados e chega a uma conclusão ainda
que diferente do outro, isso não é viés.
Isso é uma maneira honesta de lidar com
os dados. E na maneira honesta de lidar
com os dados, eu posso afirmar para você
que Daniel não era da época dos
Macabeus. Eu provei que é da época de
Nabuco Donzour, não, mas eu tirei muitos
dos argumentos que negam que Daniel
pudesse ser da época de Nabuco Donzor. E
esse é um elemento a mais. Leê o meu
artigo lá no site, clica nele. Ah, e se
gostar, deixa o seu comentário. Rodrigo,
eu li seu artigo, muito interessante. Se
discordar também, deixa a sua
discordância com equilíbrio educação, é
claro, e será muito bem-vindo o seu
comentário. Muito obrigado pelo carinho.
Espero que você tenha gostado desse
conteúdo. Não esqueça de deixar o seu
like se você gostou. Não deixe de se
inscrever no canal e também se inscrever
na Bíblia comentada e também para ler o
meu artigo lá. O artigo é simples, é só
clicar lá e você vai ver todo o seu
conteúdo. Um grande abraço, beijo no
coração, até o nosso próximo encontro.

Tags: