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A fé vem pelo ouvir

Rota 66 Português – Hebreus 4b-5a | Luiz Sayão | IBNU

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Bem-vindo à Bíblia de estudo comentada
[música] em áudio.
Estudo [música] 175,
baseado em Hebreus, capítulo 4b [música]
e capítulo 5A.
Não se preocupe, meu querido ouvinte,
nós não estamos falando de internet nem
de banda larga. chegou o acesso direto,
porque conforme Hebreus vai nos mostrar
e revelar, Jesus é o nosso grande sumo
sacerdote que permite o acesso direto a
Deus. Na verdade, é necessário olhar um
pouquinho antes do capítulo 5, os
últimos três versículos do capítulo 4,
para poder estudar de maneira adequada o
tema de hoje.
Portanto, visto que temos um grande
sacerdote que adentrou os céus, Jesus, o
filho de Deus, apeguemo-nos com toda a
firmeza à fé que professamos, pois não
temos um sumo sacerdote que não possa
compadecer-se das nossas fraquezas, mas
sim alguém que, como nós, passou por
todo tipo de tentação, porém sem pecado.
Assim, aproximemo-nos do trono da graça
com toda confiança, a fim de recebermos
misericórdia e encontrarmos graça que
nos ajude no momento da necessidade.
Texto da nova versão internacional da
Bíblia.
Conforme pudemos
observar aqui no texto que lemos, a
Bíblia na carta aos Hebreus deixa claro
que Jesus é o grande sumo sacerdote. O
sacerdote é aquele indivíduo especial
sobre o qual nós estudamos bastante,
tanto no Êxodo como também no livro de
Levítico, que apresentava o homem a
Deus. Esse distanciamento entre o homem
e Deus era mediado pelo sacerdote, que
através dos rituais de ofertas e
sacrifício possibilitava esta
aproximação entre Deus e o homem. E o
sumo sacerdote, que era o sacerdote da
tribo de Levi e da família de Arão, ele
entrava uma vez por ano lá no Santo dos
Santos. Pois Jesus após a sua morte e
adentrou céus, sendo, portanto, pleno
sumo sacerdote, como nós vamos observar
um pouco mais adiante. Mas a questão
importantíssima ligado ao sacerdócio de
Cristo é que Cristo, a semelhança do
sacerdote do Antigo Testamento,
ele podia também, ele pode também
compadecer-se das nossas fraquezas,
porque ele experimentou
aquilo que acontece conosco. Aí está a
grande importância e especial relevância
da encarnação de Jesus como Deus homem.
Jesus quando se manifestou entre nós,
ele se manifestou plenamente como
verdadeiro ser humano. Jesus não era uma
miragem. Jesus não era um fantasma.
Jesus não adotou um corpo humano de uma
outra pessoa. Jesus sim é Deus encarnado
e sofreu todo tipo de tentação, conforme
diz o versículo 15, mas absolutamente
sem pecado. Como Cristo pode
identificar-se conosco por ter passado
pelo mesmo tipo de experiência, ele tem
plena condição de ser nosso sumo
sacerdote. diante de tal realidade, do
da sua obra ser plena, completa, por ele
ter adentrado os céus e por poder
identificar-se conosco, nós podemos
chegar a Deus plenamente ao trono da
graça, confiantes de receber
misericórdia com toda completa e total
confiança. E o texto do capítulo 5 vai
prosseguir informando mais claramente o
que realmente está por trás desta função
especial de Cristo. Ele diz: "Todo sumo
sacerdote é escolhido dentre os homens e
designado para representá-los
em questões relacionadas com Deus e
apresentar ofertas e sacrifícios pelos
pecados. Ele é capaz de se compadecer
dos que não têm conhecimento e se
desviam, visto que ele próprio está
sujeito à fraqueza. Por isso, ele
precisa oferecer sacrifício poros seus
próprios pecados, bem como pelos pecados
do povo. Vimos como Jesus é superior aos
anjos, Jesus é superior a Moisés e Jesus
como sumo sacerdote é superior ao sumo
sacerdote aarônico ou levítico.
Ele está numa posição diferenciada.
Aqui o texto relaciona claramente a
necessidade
de expiação, de perdão do pecado que o
sumo sacerdote tinha a função de fazer,
mas ele estava numa situação de
desvantagem porque precisava de fazer
isso em favor de si mesmo. Ninguém toma
esta honra para si mesmo, mas deve ser
chamado por Deus como foi de fato Arão.
Da mesma forma, Cristo não tomou para si
a glória de se tornar sumo sacerdote,
mas Deus lhe disse: "Tu és meu filho,
hoje te gerei." E diz no outro lugar:
"Tu és sacerdote para sempre, segundo a
ordem de Melquizedequ". Então, Cristo,
como sumo sacerdote, que faz a sua obra
completa, aliás, o texto anterior mostra
que havia a expiação pelo pecado que
tinha sido feito de propósito ou por
ignorância. Por isso, versículo dois
fala os que não têm conhecimento. Fala a
dos sacrifícios aqui que está em vista
são as ofertas e sacrifícios que aparece
de Levítico capítulo 1 até capítulo 7. E
Cristo está numa situação muito
extraordinária, como o sumo sacerdote,
porque a semelhança de Arão, ele foi
chamado por Deus para fazer isso. Ele é
filho de Deus no sentido de ter a mesma
natureza de Deus. E, portanto, a sua
função é especialmente diferenciada e
ele pertence a uma ordem diferenciada e
superior. Essa ordem é a ordem de
Melquizedec. Melquizedec, uma figura
especialmente importante que aparece lá
em Gênesis 14 e depois é mencionada
aqui. Ah, aqui a citação é do Salmo 110,
versículo 4. E nós vamos ver com atenção
o que significa isso quando chegarmos ao
capítulo 7. O sacerdócio de da ordem de
Melquizedec é superior ao sacerdócio a
arônico, porque esse sacerdócio é
chamado de um sacerdócio eterno e não
limitado temporalmente.
O texto prossegue dizendo no versículo
7: "Durante os dias de sua vida na
terra, Jesus ofereceu orações e súplicas
em alta voz e com lágrimas aquele que o
podia salvar da morte, sendo ouvido por
causa da sua reverente submissão."
A semelhança do salmista que clamava a
Deus e era atendido. Jesus também clamou
da mesma forma e foi atendido. E a
pergunta é: como é que Jesus foi
atendido? Foi salvo da morte se ele veio
a morrer de fato? A resposta está no
fato da grande vitória da ressurreição.
Jesus venceu a morte através da sua
ressurreição. E versículo 8 nos diz na
NVI: "Embora sendo filho, ele aprendeu a
obedecer por meio daquilo que sofreu e
uma vez aperfeiçoado,
tornou-se a fonte da salvação eterna
para todos os que lhe obedecem, sendo
designado por Deus sumo sacerdote
segundo a ordem de Melquizedec".
O texto então nos apresenta a realidade
que Cristo aprendeu a obedecer por meio
daquilo que sofreu. A finalidade desse
texto é mostrar para nós a realidade
do sofrimento e da experiência de
Cristo. Cristo, de fato, sofreu
corporalmente. Isso mostra que o seu
sacrifício como oferta perfeita,
absoluta do nosso sumo sacerdote, que
também é oferecido a Deus como oferta, é
absolutamente aceitável e real, porque
ele sofreu de fato. Se Cristo não
tivesse sofrido corporal e fisicamente
como sofreu, na verdade tudo que ele
passou teria sido apenas uma experiência
fictícia, mas isso não é verdade. E uma
vez aperfeiçoado, como assim
aperfeiçoado? Como é que Cristo, sendo
Deus homem pode ter sido aperfeiçoado? O
sentido é que ele cumpriu até o fim a
sua tarefa. chegou de fato ondeia devia
chegar e portanto como cumpriu como
sacrifício perfeito, como adentrou os
céus, como pode identificar-se conosco,
ele tornou-se a fonte de salvação eterna
para todos que lhe obedecem, no sentido
de ouvir esta palavra e de crer que o
seu sacerdócio é absolutamente aceitável
perante Deus e que ele é aquele que
deveria trazer a salvação, a vida
eterna. no caminho de volta para Deus.
E, portanto, sendo assim, ele é
designado sacerdote segundo a ordem de
Melquizedec, o que nos apresenta a
realidade de que esta ordem é superior à
ordem temporária levítica, aarônica e
conforme mencionamos vai ser discutido
com bastante detalhe no capítulo de
número sete, a grande alegria e
felicidade que estes cristãos hebreus
estão ouvindo neste momento é a
realidade que por Cristo é este sumo
sacerdote absoluto, chegou o acesso
direto a Deus sem intermediação. Nós não
precisamos de religiosos, nós não
precisamos de outra figura humana para
nos aproximar de Deus. Cristo está
presente no meio do seu povo, por meio
do seu espírito. Todos agora temos a
condição de ser a casa de Deus como
igreja. E mais do que isso, agora,
entendendo a realidade do Antigo
Testamento, podemos ver que não é
necessário mais ficar do lado de fora do
tabernáculo, não é necessário mais pedir
nada para o sacerdote, não é necessário
mais ficar de fora da tenda do encontro
ou da revelação. Nós não precisamos
temer atravessar o Santo dos Santos com
o véu, com os querubins bordados que nos
impedem de chegar ao lugar santíssimo.
Não, porque Cristo, nosso sumo sacerdote
nos aproxima plenamente de Deus. E o
resumo de tudo aquilo que estamos
falando neste dia sobre este assunto é:
"Aproximemo-nos do trono da graça com
toda confiança, a fim de recebermos
misericórdia e encontrarmos graça que
nos ajude no momento da necessidade.
Graças a Deus, podemos chegar
diretamente a ele, porque Jesus, nosso
grande sumo sacerdote, nos trouxe o
acesso direto.
Hebreus [música] capítulo 5, lá no
versículo 1, já começa a complicar. Na
minha Bíblia aqui fala, tem uma frase
que fala [música] sobre dons com
sacrifícios. Como eu posso entender e
relacionar dons com sacrifícios pelos
pecados? Saão?
>> Muito bem, pastor Alberto. É, de fato,
essa pergunta é importante e aí a
tradução fica um pouco difícil. Acho que
os nossos leitores sabem que nós temos
hoje várias traduções, versões da Bíblia
em português.
Ah, algumas delas antigas. Nós temos
mais ou menos nove versões diferentes da
Bíblia de Almeida.
E a nova versão internacional, que uma
tradução mais recente, mais exata,
traduz essa palavra dons de maneira mais
correta, que é a palavra ofertas, porque
dom é aquilo que se dá, que se entrega.
Você pode traduzir isso por dom, por
dádiva ou por oferta, que nesse contexto
a tradução mais correta é ofertas e
sacrifícios. Por que que ele menciona
ofertas e sacrifícios pelo pelos
pecados? Essa é uma referência
ao que nós encontramos no livro de
Levítico. Nós temos lá as cinco grandes
ofertas e sacrifícios que eram
apresentadas
ao Senhor. Nós vimos lá a oferta pela
culpa, a oferta pelo pecado. Vimos lá a
oferta ah de cereal, né, que era chamado
também oferta ah de manjares, né, nas
traduções eh antigas. Então, todas as
ofertas que aparecem lá são eh
englobadas aqui, resumidas nessa frase
de ofertas e sacrifícios pelos pecados,
mostrando que o sumo sacerdote, né,
fazia esse papel de apresentá-las aqui.
Então, a referência é isso, né? Porque
Hebreus, como nós mencionamos, é uma
espécie de comentário em grande parte do
que aparece em Levítico. E aqui,
especialmente referência do aos sete
primeiros capítulos do livro de
Levítico.
>> Tá certo? Eh, Saão, o foco do capítulo 5
de Hebreus é a pessoa de Jesus. E o que
dominou o assunto aqui são as tentações
de Jesus, tudo aquilo que ele padeceu
por nós, a sua identificação com o ser
humano, com o homem.
As tentações de Cristo foram aquelas que
estão registradas em Mateus capítulo 4
ou Lucas 4. Em tudo ele foi tentado. Não
é um exagero nisso. Em tudo ele
experimentou. em tudo. Ele vivenciou
aquilo que a a raça humana, o homem eh
tem praticado, tem abusado.
Pois é, Alberto, isso é muito
importante, né? O foco do capítulo é
mostrar a plena humanidade de Cristo no
seu sofrimento e na experiência
das tentações. Mas, ah, é importante
destacar a a diferença entre dois
aspectos que precisam ser mencionados
aqui. Cristo era plenamente humano, mas
Cristo, Jesus não tinha natureza
pecaminosa.
Ele não veio com a natureza decaída.
Tanto é que ele é concebido pelo
Espírito Santo. Nasceu da Virgem Maria.
Portanto, Cristo não se encontrava na
mesma posição de um ser humano que já
nasce ah corrompido pelo pecado, já com
o pecado original. Cristo estava numa
posição semelhante a de Adão antes da
queda. Então, ah, é diferente, eh,
vermos a situação dele e de um ser
humano comum nos dias de hoje. Mas, ao
mesmo tempo, Cristo era plenamente
humano no sentido físico do termo e
passou por todo tipo de tentação. Todo
tipo de tentação é uma frase genérica.
Significa que Cristo sofreu a todo tipo
de tentação que um ser humano passa, mas
fica bem claro aqui que Cristo não passa
por tentações que nós poderíamos chamar
assim absurdas, né? O que significa
isso? Significa que uma pessoa para ter
determinados tipos de tentação de
tentação, essa pessoa precisa passar por
um processo de decadência pessoal muito
aprofundado. Então, por exemplo, é claro
que nós temos experiência de canibalismo
na raça humana. Talvez alguém aí num
grupo aí de algum lugar do mundo que
praticou o canibalismo tem a tentação.
Jesus não teve esse tipo de tentação,
né? Ah, existem pessoas com problemas
profundos de personalidade que são
pedófilos. É absurdo dizer que Jesus,
né, sofreu tentação de pedofilia ou
qualquer tipo de, eu diria nem de
pecado, de abominação absurda. Cristo
sofreu o impacto, né, de estar no corpo
humano e da tentação de fraquejar em
relação à obra de Deus, ao sofrimento
que ele passou, mas não que Cristo
tivesse passado pelas experiências no
sentido bem concreto e prático das
atrocidades, né? Cristo não teve vontade
de virar Hitler quando ele estava aqui.
Eh, então isso tem que ser bem claro
para que a pessoa não passe a
compreender as coisas de maneira
indevida.
>> Ele não estava em estado de decadência
absoluta ou corrompção, né? Qualquer um
de nós tá livre de vários tipos de
tentação de tentação que são problema
para alguns
tipos de pessoas que tem um histórico
mais complicado.
>> Falando aí no verso oito sobre esse
mesmo assunto diz que Jesus foi
aperfeiçoado.
Então ele não era perfeito. Podemos
concluir assim lá no verso 8. Sa.
>> Pois é. Essa pergunta ela é muito
importante porque o texto diz que ele,
uma vez aperfeiçoado, tornou-se a fonte
da salvação eterna. O problema é o que
nós entendemos por perfeição, né? A
perfeição a às vezes ela é entendida
como alguém ah no sentido ético, né? se
a pessoa tem algum erro, alguma falha,
algum pecado, alguma fragilidade. O
sentido aqui não é esse. Por exemplo,
nós quando nós dizemos que um fruto está
perfeito, é que ele chegou ao seu grau
completo de maturidade. Jesus foi
aperfeiçoado no sentido teleológico, no
sentido de completar aquilo que lhe
estava proposto e não no sentido
ah que nós temos de que Cristo tinha
falhas, problemas, pecados e ele foi
consertando com o tempo. Então a
conotação na língua portuguesa da
palavra é que é a problemática, mas não
é de modo nenhum esse sentido,
>> tá certo? Agora, para terminar nossa
bateria aqui de perguntas, sacerdotes,
essa palavra que nós tanto mencionamos
na exposição desse estudo,
existe hoje sacerdote, eh, quem seriam
então estes sacerdotes hoje em dia? A
função deles? Dá para fazer esse
paralelo das escrituras?
Sem dúvida, Alberto. Aqui a questão é
muito importante e muito séria, porque
nós temos às vezes uma compreensão
inadequada disso. O sacerdote,
ele aproximava a pessoa de Deus no
Antigo Testamento. Quando nós temos a
revelação a de Cristo no Novo
Testamento, ele se torna o nosso sumo
sacerdote e nos aproxima diante de Deus
plenamente, completamente. Então, a
grande verdade, né, sei que muita gente
talvez vai até discordar, a grande
verdade é que nós não temos nem
precisamos de nenhum sacerdote humano
hoje, porque nós temos, conforme nós já
falamos no início do programa, livre
acesso a Deus. Quando eu peço para um
pastor ou para um líder religioso orar
por mim, interceder por mim, é mais na
condição de alguém que age
fraternalmente no corpo de Cristo. Não é
que ele tenha poder a mais um acesso a
Deus diferenciado. Existe aqui no Novo
Testamento a o sacerdócio universal de
todos os cristãos. Ou seja, todas as
barreiras foram tiradas e através de
Cristo, o único grande sumo sacerdote,
eu tenho acesso a Deus. Ninguém,
portanto, intercede no sentido de
mediador, né, por alguém aqui neste
mundo. Só Cristo é o grande mediador.
>> Nem anjo, nem outro ser angelical,
espiritual,
>> nem ser espiritual, nem líder
eclesiástico, nem qualquer pessoa ah
muito especialmente consagrada a Deus.
Cristo é suficiente. Sai, obrigado pela
explicação. Nosso tempo tá terminando,
mas ainda temos um minutinho para você.
[música]
A grande verdade descoberta no capítulo
5 do livro de Hebreus, quando falamos
sobre o tema chegou o acesso direto é
que acabou a burocracia.
Todo mundo sabe que uma das maiores
dificuldades da vida é enfrentar a
burocracia. Às vezes a pessoa precisa de
um documento, resolver um problema e ele
tem que fazer uma espécie de
peregrinação atrás de detalhes
insignificantes que complicam o
processo. Pois é, na vida espiritual a
coisa era mais ou menos assim. Para
chegar a Deus era necessário ritualismo,
é necessário passar pelo sacerdote
humano. E infelizmente em grande parte
da humanidade, muitas pessoas em
diversos grupos religiosos seguem
rituais, seguem pessoas, atravessam a
barreiras assim complicadas. Em Cristo
acabou a burocracia espiritual. Saiba
agora você onde você está, você tem
acesso direto a [música] Deus, porque
Cristo, sumo sacerdote nos leva de volta
à comunhão plena com o nosso criador.
Então, vamos comemorar e vamos [música]
nos aproximar de Deus, porque a
burocracia já não existe mais.

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