Missão na Íntegra está ao vivo!
27/07/2026
Missão na Íntegra está ao vivo!
Fonte: Missão na Íntegra
Legendas automáticas:
Sim, amados, permanecei deste modo firmes no Senhor. Amém. >> Amém. >> Portanto, meus irmãos amados e muit saudosos, minha alegria e coroa. Sim, amados, permanecei deste modo firmes no Senhor. >> Amém. Bom, havia no coração do Império Romano uma pequena comunidade em Filipos. Vista de fora, não tinha nada de especial. Eram pessoas comuns, costureiras, comerciantes, escravos libertos, soldados aposentados, mães, pais, crianças. Andavam pelas mesmas ruas de pedra que todos. Compraam pão nos mesmos mercados, pagavam os mesmos impostos ao mesmo César. Mas quem chegava perto percebia algo estranho. Aquele povo ria. Ra em meio a lágrimas. cantava quando deveria estar silente. Repartia o pão quando deveria estar guardando. Perdoava quando o mundo esperava vingança. E o mais desconcertante de tudo, quanto mais o sofrimento apertava, mais firme parecia a alegria deles. Quando o vizinho perdi o emprego, o encorajavam e lutavam com e por ele, o ajudando a adorar com alegria em meio à luta. Quando um irmão era arrastado para a prisão por causa da fé, os outros oravam sorrindo com lágrimas nos olhos, enquanto lutavam por justiça, mas com uma paz que assustava os guardas. Quando a escassez batia a porta e a mesa esvaziava, sentavam-se e agradeciam. E misteriosamente alguém sempre aparecia com o que faltava. Os romanos observavam de longe e não entendiam. "Que loucura é essa?", murmuravam. "Como podem estar felizes assim, se têm tão pouco? Como podem amar assim se são tão perseguidos? Não entendiam porque olhavam paraas circunstâncias e faziam a conta errada. Sim, os romanos não entendiam porque olhavam paraas circunstâncias e faziam a conta errada. Pouco pão e muita alegria não fecha em nenhuma aritmética humana. Pouco pão e muita alegria não fecha e nenhuma aritmética humana. É verdade. Havia um segredo e o segredo era este. Aquela comunidade respirava outro ar. Aquela comunidade respirava outro ar ao redor deles, envolvendo cada pessoa, adentrando em cada casa, preenchendo cada reunião, havia uma atmosfera, não era ar comum, era uma presença. >> Glória. E essa presença tinha vontade, tinha voz, tinha ternura. Ela soprava sobre um coração ferido e o ferido sorria. Tocava um coração ansioso e o ansioso descansava. Envolvia um faminto e o faminto se sentia farto por dentro, mesmo antes do pão chegar. Essa atmosfera era uma pessoa e essa pessoa tinha um nome, Espírito Santo, Arruakad, a figura materna na trindade, não era uma força vaga, não era uma energia difusa, era alguém, o próprio Deus soprando dentro daquele aquela comunidade, fazendo dela um corpo vivo, imenso, palpitante, unido, não pela geografia, mas pelo mesmo sopro divino. Enquanto o resto de Filipos respirava o ar do império pesado, cheio de medo, de competição, de idolatria, de desespero disfarçado de prazer, aquela pequena comunidade inspirava e expirava outro ar, um ar que só se encontra em Cristo, um ar que é o próprio Santo Espírito. Dois povos da mesma cidade, andando pelas mesmas ruas, mas respirando coisas completamente diferentes. Por fora ninguém notava a diferença. Por dentro a diferença era tudo. Por isso riam entre lágrimas. Por isso permaneciam firmes, por isso amavam sem parar. Mas o mundo ao redor não parava de sussurrar. Vocês são estranhos, vocês são fracos. Vocês respiram o mesmo lugar que todo mundo. Parem com essa ilusão. Adorem os deuses de Roma. Sirvam a César. Vivam como todos vivem. E os sussurros iam ficando mais altos, os olhares mais duros, as perseguições mais reais. Alguns então começaram a se perguntar: "E se eles tiverem razão? [roncando] E se estivermos apenas nos enganando? E se o ar que respiramos for igual ao ar que eles respiram?" começaram a se perguntar se inclusive não estavam faltando com empatia. Foi nesse momento, nesse exato momento de dúvida silenciosa que uma carta chegou. Veio de longe de Roma, atravessando o mar. Foi entregue por Epafrodito, um irmão que quase morrera na viagem. estava enrolada, marcadas pelas mãos de um homem preso. E aquela carta trazia o nome dele, Paulo. A comunidade se reuniu, alguém desenrolou o pergaminho e na luz baixa das lamparinas, com o coração apertado e cheio de esperança, começaram a ler. E o que aquela carta fez foi extraordinário. Ela explicou para eles o ar que eles respiravam. Paulo escrevia como quem sopra vento no fogo. Sabe como você pro fogo crescer? Meus amados, minha alegria e minha coroa. Já nas primeiras linhas, ele começou a nomear o que eles sentiam, mas não sabiam explicar. Vocês vivem em Cristo. Vocês vivem em Cristo, dizia a carta. Vocês estão mergulhados em uma atmosfera que o mundo ao redor não enxerga. Não, vocês não estão loucos. Vocês não estão sozinhos e vocês não estão se enganando. O ar que vocês respiram é real e é o próprio espírito de Deus. Não se constranjam de ser assim. A comunidade ouvia, alguns choravam, outros riam baixinho, aliviados. Era como se alguém finalmente colocasse palavras sobre a experiência que viviam todos os dias, mas que ninguém sabia descrever. Tipo, por que eu tô alegre? Da onde tá vindo esse sorriso? Por que que eu tô em paz? A dúvida que os sossorros tinham plantado começou começou a murchar. Não porque alguém provou algo, mas porque alguém que estava preso e, portanto, não tinha nenhum motivo circunstancial para estar bem, escrevia com uma alegria que eles reconheciam como a própria alegria deles. Vocês respiram outro ar, dizia Paulo entre as linhas, continuem respirando, não parem. Então Paulo começou a descrever o que acontece quando essa atmosfera, essa pessoa preenche uma comunidade sem impedimentos. E aí ele disse: "Alegrai-vos sempre no Senhor, outra vez os vos digo, alegrai-vos". Em outras palavras, não se envergonhem de estarem sempre alegres no Senhor. Não se envergonhem de estarem sempre alegres no Senhor. Não é alienação, é atmosférico. É o ar que vocês respiram. alegria constante, não fabricada, não forçada, não dependente de circunstâncias, é o riso que brota naturalmente de quem respira o Espírito Santo. É alegria dos que ainda choram, mas cujo choro nunca é a última palavra. Nunca é a última palavra. Aleluia. >> Tá certo. É a alegria dos que ainda choram, mas cujo choro nunca é a última palavra. Ele continua: "Vossa moderação seja conhecida de todos os homens. Ou não se envergonhem de não ser dominados pela ira, mesmo sob indignação legítima". Uma gentileza que os vizinhos notam, uma equidade que os inimigos comentam. Isso não é esforço, é perfume. Não é esforço, é perfume. Perfume que o espírito exala por meio de quem o respira. >> Glória a Deus. Glória a Deus. >> Perfume que o Espírito Santo exhala por meio de quem o respira. Não andeis ansiosos por coisa alguma. Ou não pensem que essa falta de ansiedade seja indiferença para com a vida ou irresponsabilidade ou a chamada falta de ambição humana. Não. Ansiedade não tem espaço no coração pleno do Espírito Santo. Onde ele sopra a paz? Aquela paz que excede todo entendimento, que se instala como sentinela eficaz, vigiando o coração e a mente. Não, não estranhem. É o ar que vocês respiram. É o ar que está por dentro e por fora. Não estranhe. E aí ele continua: "Tudo que é verdadeiro, responsável, justo, puro, amável, nisso pensai. Ou não estranhe essa consciência aguçada que você tem. Não estranhe essa consciência que diz para você: "Não, não, não, não pensa isso, não, não reaja assim. Não, não, isso não tá certo. Não, não, não, não vou participar disso. >> Não vou. >> É verdade. >> É essa consciência. Consciência é uma coisa muito forte. A gente viu isso na Copa do Mundo quando os argentinos viraram as costas pros espanhóis e o Flaco Lopes ficou ficou contra toda a sua equipe, toda. Ficou olhando e assistindo os espanhóis serem consagrados porque venceram o jogo. Agora, que que é de anormal nisso? Nada. Era o que se esperava de todo mundo, que é assim que é o futebol. Uns ganham, outros perdem. Só que ele tá sozinho. Todos os companheiros dele estão de costas. Da onde esse cara buscou essa força? para se tornar persona não grata dentro da sua própria equipe e talvez dentro da sua própria nação. Da onde esse cara tirou essa força? Isso chama-se consciência. E talvez você saiba da onde ele tirou essa força, quando todas as vezes que ele festeja um gol, ele levanta as mãos pro alto e entrega para Deus. >> E aí você descobre, esse cara também respira um outro ar. Ele vive noutra atmosfera, uma atmosfera tão densa, tão forte, tão espetacular, que o fez ficar contra toda a sua equipe, inclusive com craques renomados no mundo todo. A mente de quem respira o espírito é filtrada por ele. Não, >> glória a Deus. >> Não é uma força, não é uma disciplina, não é o cumprimento de uma lei, é o ar que você respira. O Espírito Santo filtra a sua mente. >> Aleluia! Glória a Deus! Por isso os pensamentos se voltam naturalmente para o que é belo, para o que é belo. Não porque a pessoa se esforça, mas porque é assim que que se pensa quando você respira esse ar. Você tá respirando esse ar que é essa terceira pessoa maravilhosa da trindade santa. Você tá em outra atmosfera, >> outra dimensão. >> É outra dimensão. E a comunidade ouvia. E sabe o que mais? A comunidade se reconhecia e chorava de alívio. Era como se Paulo estivesse dizendo: "Vocês vêm, isso tudo é o espírito em vocês. Isso tudo é o espírito em vocês. Continuem respirando. Continuem respirando." Então Paulo escreveu algo que fez a comunidade silenciar. Aprendi a viver contente em toda e qualquer situação. Sei estar humilhado e sei também ter abundância. Estou interado tanto em ter fartura como em ter fome, tanto em ter abundância como em padecer necessidade. E veio a frase que ecoaria por 20 séculos e quem sabe ecoará muito mais. Tudo posso >> naquele que me fortalece. Glória a Deus. >> Aleluia. >> A comunidade parou. ouviram de novo? Não, Paulo não tava falando de super poder não. Nem tava prometendo conquista. Tava dizendo algo muito mais radical. Eu sou livre. Eu sou independente. >> Eu sou independente do dinheiro que tenho ou não tenho. É verdade. >> Independente do César que me condenou. independente da corrente no meu pulso, independente do prato cheio ou vazio, >> independente das ameaças, das perseguições, das parentes, das aparentes limitações, porque em mim sopra aquele que é maior que todas as restrições aparentes. E enquanto eles soprar em mim, nenhum poder político, nenhuma escassez econômica, nenhuma perseguição religiosa, >> pode me militar. >> Aleluia! Glória a Deus! Glória a Deus! Vocês também podem, dizia a carta, vocês também podem. Enquanto continuarem respirando esse ar, nada do que o império faz alcança o lugar mais profundo de vocês. Nada, nada. Eu me lembro quando o meu cunhado chegou em casa, ele não tava bem mesmo. Eu nunca tinha nunca o tinha visto daquele jeito. Ele não tava nada bem. É você. O único cunhado que eu o único cunhado que eu tenho é você agora. Ele não tava nada bem, caramba, >> mas ele não perdeu alegria nenhum dia. E eu ficava olhando para aquilo e dizendo, eu sempre achei esse cara estranho, mas ele é muito estranho mesmo. Ele não perdeu alegria nenhum dia. Ele levantava com a gente sem saber se ele ia conseguir continuar de pé. Mas era como se não tivesse acontecendo nada. >> É, não é, >> é o ar que a gente respira. >> É, Senhor. >> É o ar que a gente respira. >> Graças a Deus. Enquanto continuarem respirando esse ar, nada do que um império faz alcança o lugar mais profundo de vocês. E o império continua aqui. Esse sistema diabólico que quer destruir a esperança dos pobres continua aqui. Mas nunca vão poder atingir o âmago de nós mesmos. É o Paulo e o Silas dizendo pro para todo mundo enquanto cantavam na prisão ensanguentados. Tem um lugar dentro de nós que chicote nenhum alcâncer. Tem um lugar dentro de nós que chicote nenhum fere. Portanto, nada vai nos impedir de cantar ao Deus cujo ar respiramos. foi como uma coisa extraordinária acontecendo. Então, o que o império faz não tem como alcançar o lugar mais profundo de vocês, dizia Paulo. Foi como se naquela noite em Filipos a comunidade inteira respirasse fundo. Imagina, nós estamos aqui ouvindo que o Espírito Santo, a terceira pessoa, não é uma força, não é um uma, sei lá, um poderzinho mágico, sei lá, uma bobagem, bobagem dessa. É uma pessoa, a pessoa do Espírito Santo nos envolveu por dentro e por fora e se tornou o ar que a gente respira. Sim. >> Então, quando a igreja de de Filipos ouviu isso, ela respirou fundo. Imagina que agora a gente aprenda a respirar fundo. Você já imaginou quando vierem as notícias, você simplesmente Aleluia. Esse é o ar que eu respiro. >> Quando chegarem as piores notícias, [roncando] aleluia, eu há que eu respiro. Respirem, dizia o apóstolo Paulo. E a atmosfera se adçou e foram libertos do constrangimento de sempre desfrutar daquela alegria. É porque fica constrangedor. [roncando] Você tá sempre alegre, sempre alegre, sempre alegre. Que que é isso? Você não sofre? Não acontece nada na sua vida, você não tem do que reclamar. Que que foi? Não é o ar que eu respiro. No ar que eu respiro não tem outro jeito senão ser alegre. >> Não tem outro jeito. É o ar. É o ar. >> [roncando] >> Quando eu tô começando a ficar triste, eu faço [suspirando] ele tá aqui e eu estou respirando. Pronto. Eu assisti uma vez um filme em que o camarada tava construindo um gás para pôr numa nave. E aí ele trouxe um, os associados dele trouxeram crianças que teriam se meses de vida, iam morrer em seis meses. E elas entraram na nave. E quando elas entraram na nave e respiraram aquele ar, todas ficaram curadas. Aleluia! >> O Espírito Santo é a atmosfera que cura, >> cura o coração, cura as feridas da alma e muitas vezes cura até as enfermidades físicas. [roncando] >> Liberta dos vícios, liberta da morte. ressuscita. O Espírito Santo ressuscita a todos aqueles que respiram ele. >> Então, não importa o que aconteça, [roncando] o Espírito Santo sustenta. Então, a comunidade respirou fundo e a atmosfera se adençou. e foram libertos do constrangimento de sempre ser alegre, de sempre ter paz, apesar das lutas, [roncando] parece chato, tá todo mundo desesperado e o sujeito não tá. [roncando] Não é porque o sujeito não tá vendo a situação, é porque ele tá respirando outro ar. É isso que o Paulo tá dizendo. Vocês respiram outro ar. Quando os seus entes amados chegarem carregados de angústia, [roncando] antes de falar com eles, respire. Respire. Quando você chegar em ambientes que você sabe que lá você vai ser pressionado, antes de entrar, respire. >> [roncando] >> Aleluia! >> Respire o ar, o ar que cerca você por dentro e por fora, porque isso é o batismo com o Espírito Santo. Glória a Deus. >> A palavra batismo é mergulho. >> O Senhor Jesus Cristo mergulhou a gente no Espírito Santo. E quando ele mergulhou a gente no Espírito Santo, ele disse: "Abre a tua boca que eu vou enchê-la". desse mesmo espírito. Abra a tua boca. E aí quando nós abrimos a boca, o espírito que estava sobre nós passou a estar em nós. >> Amém. Aleluia. Glória a Deus. >> É essa a ideia. E foram libertos do constrangimento. E a coragem voltou e o riso entre lágrimas voltou. >> [limpando a garganta] >> O Paulo continuava: "Fizestes bem tomar parte na minha aflição". Ele lembrou a comunidade que mesmo distantes o espírito os havia movido a enviar sustento para ele na prisão. E isso era mais do que ajuda material, era o corpo funcionando como corpo. Quando o espírito sopra sem impedimento numa comunidade, o amor circula naturalmente. Ninguém precisa mandar ninguém doar. Ninguém precisa forçar generosidade. Ela brota. Ela brota. Todo mundo entende que tem de participar. Eu tenho de abençoar. Eu tenho de cuidar. Brota. É o ar que a gente respira. Assim como o pulmão não precisa pensar para respirar. Nenhum de nós ia querer que o pulmão antes de respirar pensasse daquele tem uma ilucuração, pronto, já foi, [risadas] jáou se distrai. Sujeito se distrai. Diz, você ficou louco. [roncando] >> Respira, >> respira. >> Glória a Deus. Tá certo? A gente, graças a Deus, não é como o povo. O povo tem nove cérebros. Imagina os cérebros dele brigando. Nossa, um só já tá bom. É impressionante. Assim como o pulmão não precisa pensar para respirar, uma igreja plena do Espírito Santo, mergulhada no Espírito Santo, não precisa pensar para amar. Glória a Deus. É verdade. É esse >> ponto. >> Naturalmente, >> naturalmente. E Paulo lhes deixou uma promessa que só um homem respirando aquele ar poderia proferir. O meu Deus, segundo as suas riquezas em glória, há de suprir cada uma das vossas necessidades em Cristo Jesus. Não era otimismo, >> não era testemunho. >> Ele tinha visto acontecer isso na cela quando Afrodito chegou com que a comunidade havia enviado para ele. E eles tinham visto acontecer na mesa vazia, quando alguém aparecia com o que faltava, o corpo respirava e o corpo se sustentava. Quase no fim da carta, Paulo soltou uma surpresa. Todos os santos vos saúdam, especialmente os da casa de César. >> A comunidade se olhou atônita, os da casa de César. Sim. O mesmo ar que eles respiravam em Filipos, o mesmo espírito materno que envolvia aquela pequena comunidade perseguida, tinha atravessado os corredores do Palácio imperial, guardas, servos, funcionários, pessoas dentro do próprio coração do império estavam sendo alcançadas por aquela atmosfera. Aleluia! >> Nenhuma muralha detém o Espírito Santo. >> Nenhuma coroa impressiona o Espírito Santo. Nenhum trono intimida o Espírito Santo. O Espírito Santo sopra onde quer e estava soprando nesse momento dentro da casa do homem mais poderoso do mundo, daquele mundo conhecido. A comunidade em Filipo sorriu porque compreenderam, não estamos sozinhos, não somos os únicos loucos. Há outros respirando o mesmo ar em lugares que a gente nem imaginaria. A leitura terminou. O pergaminho foi enrolado com cuidado. As lamparinas ainda ardiam. aquela pequena comunidade cercada por um mundo que insistia em dizer, insistia em dizer que respirava o mesmo ar que todos. Agora sabia. Sim, a comunidade agora sabia. Eles respiravam outro ar era uma pessoa. Aleluia. >> E essa pessoa os amava. Então eles continuavam respirando, mesmo quando a perseguição apertasse, mesmo quando a escassez visitasse a mesa, mesmo quando os sussurros do mundo tentassem convencê-los do contrário, porque agora tinham a carta e a carta lhes lembraria sempre que a dúvida chegasse de quem eles eram e de quem os preenchia. >> Amém. >> E sabe de uma coisa? Por isso essa gente se recupera. [roncando] Mesmo quando eles erram, mesmo quando eles levam um tombo onde eles pensavam que nunca mais tropeçariam, o espírito diz para eles: "Respira de novo, >> respira. Não fica aí, não. Respira. Eu vou tirar você daqui. Respira, >> respira. Não, não tenta resolver o seu problema sozinho. Respira. Respira, porque eu estou em você. Eu vou trazer você de volta. Não tem poder no inferno que possa tirar você da minha mão. [roncando] Respira, só respira. E sabe o que é mais extraordinário? Essa carta nos lembra disso sempre que a dúvida chega, [roncando] de quem nós somos e de quem nos preenche. E essa carta, e isso é surpreendente, né? Ela continua chegando. Ela chega hoje, chega em cada geração, chega em cada comunidade do Espírito Santo que cercada por um mundo cético e apressado, começa a duvidar se respira mesmo outro ar ou pior, começa a resistir ao sopro. Não resista. E quando a carta é lida, quando Filipenses 4 é aberto em uma sala qualquer, em uma casa qualquer, num coração qualquer, o mesmo espírito que soprou em Filipos há 21 séculos sopra de novo. Tá soprando aqui agora. Amém. >> Tá dizendo para cada um de nós, respira, >> respira. [roncando] Vocês estão com uma coleção de angústias, problemas, dificuldades, lutas. Respira. Respira. Porque esse espírito ainda continua enchendo os pulmões da igreja. Esse espírito ainda sustenta a alegria, ainda produz o riso entre lágrimas. O que mudou em 20 séculos foram as roupas, as moedas, o nome eh do do de quem manda ou acha que manda. Os sussurros ainda são os mesmos. Eles dizem: "Vocês são estranhos, vocês são fracos, vocês respiram o mesmo ar que todo mundo". Mas a resposta continua sendo a mesma. Continue respirando, [roncando] porque o convite permanece. Continue respirando. Não tenha vergonha de ter essa reação diferente de todo mundo, [roncando] porque eles estão respirando esse peso maligno que tá nessa sociedade enlouquecida, trêsloucada, onde os seres humanos viraram objetos, onde todo mundo trata o outro como se fosse uma coisa. O Espírito Santo não deixa. >> O Espírito Santo não deixa. Me lembro de uma história que eu ouvi de um camarada que foi pregar numa igreja qualquer que eu não sei qual era. E quando ele terminou, um profeta veio falar com ele. [roncando] E o profeta disse: "Você é louco, né? E o pregador disse: "Eh, é você. Deus disse que você é louco. Por quê? Porque ele ele sabe o que você está fazendo com as filhas dele. >> E ele mandou dizer para você que isso acabou, que você não vai sobreviver a isso, porque ninguém toca nas filhas do Senhor e sai ileso. >> Isso acabou. Você tá louco? Não, não. Louco tá você. louco você. Você não sabe quem é esse ser cujo nome você citou enquanto pregava, mas você vai saber. Ele mandou dizer para você que você vai saber. Respire. >> [roncando] >> Respire esse ar, essa pessoa, e o convite permanece. Continua respirando. Você não respira o que essa sociedade maligna ou tomada pelo maligno. Respira. Há uma atmosfera, você sabe que há uma pessoa envolvendo você. Enquanto ele soprar em você, você pode, você pode dizer sim e dizer não. Não porque você é forte, mas porque ele é o ar que você respira em comunidade. Nunca se esqueça, é esse ar, essa atmosfera que faz da gente uma comunidade. Se você tivesse olhos espirituais para ver, você veria todos nós dentro de um grande invólucro reluzente, >> espargindo luz para todos os cantos. fazendo os demônios tremerem e dando a história, a profunda mensagem, não vai ficar desse jeito. Não vai ficar desse jeito, porque há uma fonte de luz irradiando luz para todos os cantos. >> Nós vamos buscar os prisioneiros. Nós vamos buscar os desesperados. >> Amém. >> Nós vamos buscar os avtados. Nós vamos levar luz nessas trevas densas, porque não importa quão densa as trevas pareçam, basta acender a luz. Basta acender a luz, porque as trevas não avançam, é a luz que recua. Portanto, continue respirando para que a luz avance. >> Basta acender a luz. Ponto. Amém. >> Amém. >> Então, respire, meu irmão. Respire, minha irmã. >> Respire, porque nós respiramos outro ar. Amém. Amém. >> Que a graça de nosso Senhor e Salvador Jesus Cristo, que a unidade da Trindade, que o cuidado, o amor, o carinho da Rua Cadoucho, o Espírito Santo, a figura materna da trindade, e que a cura de nosso Senhor e Salvador Jesus Cristo e o seu senhorio seja com cada um dos irmãos e irmãs, com todo o povo de Deus. Deus espalhado na terra e que alcance toda a humanidade, como Deus prometeu a Abraão. Amém. >> Amém. Glória a Deus. [aplausos] >> Tchau, gente, Jesus também tá aí. Tchau. [gemido] Licença. Você viu que eu não joguei o lenço fora?