NOVO CASAMENTO É PECADO? FALAR PALAVRÃO PRA ELOGIO É ERRADO? MULHER PODE BATIZAR?
14/07/2026
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Fonte: Dois Dedos de Teologia
Legendas automáticas:
Depois que o Brasil perdeu a Copa, só tem notícia ruim. El que aconteceu, macho? Eu vi o seguinte. Mídia internacional comentando os roubos pra Argentina. É, rapaz, está a olhos vistos. Se eu acha que é verdade que roubo pra Argentina? Macho, eu tenho dois olhos, né? Claramente existe uma uma inclinação pró Argentina no no nos últimos jogos. E digo assim, qual foram os últimos jogos da Argentina que não houve uma grande polêmica de arbitragem, entendeu? É, isso é absurdo. Mas acha muita polêmica de arbitragem, mano, para um time só. A impressão que dá, obviamente, é que existe um uma inclinação pró Argentina, porque certamente você vai ter mais mídia, né, em cima da da Copa do Mundo, se você tem Argentina jogando e não o Cabo Verde. Marrocos, cara, foi muito roubado assim, assim, a o Iago chora mais, está em choro, chora mais. Infelizmente eu preciso assumir que a seleção argentina está muito melhor do que a nossa. Não é só ótima, é melhor do que a nossa. A Argentina joga melhor do que a gente. E é muito doloroso dizer isso. Chegamos a este momento de de tristeza. A Argentina joga melhor que a gente, é claro. Caraca, meu irmão, que foi aquela aquela aquele 3 a do ali, aquele 3 a 2 ali, meu irmão, tava perdendo. Nossa! E virou foi aquele ali, foi inacreditável. A raça que nossos jogadores não tm. Terrível. Mas que eles têm um 12º jogador chamado juiz. Eles têm o juiz, meu irmão. O juiz ali joga por eles, viu? Também é ruim você querer gostar de futebol desse jeito quando muito claramente, mas irmão, eu não sei como é que, eu não sei como é que alguém pode negar isso. Muito claramente as decisões dos juízes são tomadas com padrão duplo, né? Coisas que contra a Argentina é falta, contra outra seleção não é falta. É sempre um desculpa para tentar ajudar a Argentina. Se a Argentina não fosse ajudada, ela teria ganhado aquele jogo? Eu acho que não. Não teria ganhado aquele jogo se não fosse a ajuda do juiz. Mas aí, quem sou eu? Quem sou eu? Sou especialista em futebol? Não. Tenho uma vasta experiência avaliando futebol? Não. Tô formado em futebol? Não. Eu tenho dois olhos. E é isso. Eu estou aqui opinando com uma pessoa que tem dois olhos, que assistiu vários jogos da Copa e que percebe que existe claramente um padrão duplo nas decisões do juiz ali. Isso é um direcionamento do presidente da FIFA, eu sei lá. Isso é porque eles pagaram os juízes, eu sei lá. Mas essa teoria da conspiração eu escolhi, eu escolhi para mim. Eu não tenho nenhuma, eu não acredito em nenhuma teoria da conspiração, mano. Eu tenho que acreditar em alguma. Agora eu escolhi acreditar de que existe uma algum tipo de esquema aí escondido para que a Argentina seja beneficiada na Copa. Essa essa é minha teoria da conspiração. Mas vamos que é bom. Vamos pro que é bom. Vamos para Pergunte ao pastor. É, este é o programa em que eu vou responder as perguntas que vocês deixaram nos comentários do último pergunta ao pastor. Então, ó, você que deixou seu comentário, fez sua perguntinha teológica, eu estou abrindo aqui o último pergunta, pastor. Não li ali assim, eu leio os comentários assim por cima, né? Eu leio todos os comentários, mas eu vou lendo rapidinho, né? É muito comentário. Então, eu não avaliei as perguntas teológicas que foram feitas. Eu vou entrar aqui no velho improviso, clicar em ordenar por principais e aí vou responder as principais que aparece o que que é a IA, que é inteligência artificial do YouTube julgar que são as principais que geralmente elas tiveram mais comentário, mais curtidas e e mais interação e coisas assim, certo? Se você não me conhece, sou o pastor Iago Martins, doutorando em teologia, pastor batista aqui no Ceará e seu terceiro ou quarto teólogo favorito da internet. Top cinco. Tud no top cinco, né? Eu certamente não tô abs de alguém. [risadas] E este programa é o Pergunto ao Pastor, é o programa de respostas rápidas para perguntas curtas hoje de vocês que são inscritos aqui no canal. Se você gosta de aprender teologia de forma fácil e simplificada, se inscreve no canal e acina as notificações para ficar sabendo sempre que houver vídeo novo e clica em gostei. Se você não interagir com os vídeos, o YouTube para de te mandar, tá? Então, ó, se você não clicar, se você fica um tempo sem assistir, você não clica em gostei, coisa assim, o YouTube não vai te notificar de nada. Então, lembre, ó, todo dia tem vídeo nesse canal. Segunda a sexta-feira tem vídeo. No na semana ruim a gente não posta lá na quinta-feira vídeo. Ficou um dia sem vídeo. Na semana que meu Deus, o Iago morreu. O Iago está de férias. O Tuller tá desempregado, perdeu tudo. Gabriel Tuller perdeu tudo, morando de aluguel. A gente posta três vídeos na semana, entendeu? Segunda, quarta, sexta tem vídeo. A semana ruim. Então, ó, pode voltar aqui que sempre tem vídeo. Quase toda semana segunda a sexta-feira vídeo nesse canal. Mesmo você não recebe nenhuma notificação, sou seu companheiro do almoço. Certo? Dito isso, simbora pro vídeo de hoje. Pulou tudo aqui na pessoal reclama que essa mesa é vagabunda. Ó, essa mesa é meu vagabundo. Eu fico mexendo aqui, ó. Eu fico assim, ó. O pessoal reclamar, a mesa fica balançando, fica balançando. Aí é uma mesinha pequena, a gente tem mesas mais robustas, mas como sou eu sozinho, a gente bota essa mesinha fácil aqui para ter menos trabalho, [risadas] porque desculpa aí, vai ter menos trabalho também, né? Bota essa mesinha qualquer aqui, pronto. Vou tentar balançar menos. Se eu não conseguir ficar balançando menos a mesa, aí eu vou ter que dar trabalho pro Elias. Ele vai ter colocar a mesa mais a mesa mais parruda Elias. Tem muitos comentários que não são perguntas, eu tô baixando aqui por isso, mas tem uma pergunta que diz assim, Não é exatamente a pergunta, mas assim, o que seria? Acho que seria bom fazer um vídeo especificamente sobre o segundo casamento. Os vídeos falaram mais sobre divórcio, mas não fala especificamente sobre o segundo casamento. E pelos comentários vemos que tem bastante dúvidas. Eu percebi que no último vídeo que eu comentei sobre divórcio, segundo casamento, muitas pessoas ficaram com um problema com a ideia de que você pode casar de novo. E essa é uma coisa que eu acho que é isso que muitas vezes é é um debate problemático dentro das conversas sobre divórcio, novo casamento, dentro da teologia. Nós acreditamos que você pode divorciar por qualquer motivo, não, certo? Não pode. Você pode divorciar em circunstâncias específicas, não é? Adultério, violência, abandono, cenários, sei lá, de crime, coisas que tornam o relacionamento inviável, razoavelmente impossível. Nos nossos vídeos a gente discute muito sobre isso e eu falo muito sobre esses casos específicos de divórcio no nosso segundo vídeo sobre divórcio, em que eu aprofundo mais essa questão de Primeira Coríntios 7. A questão é que algumas pessoas não entendem o que é divórcio segundo a escritura, né? Segundo a escritura, a carta de divórcio, e isso e esse é o texto que tá sendo discutido por Jesus lá no Evangelho de Mateus, é a ideia de poder casar de novo, o que é uma carta de divórcio no Antigo Testamento, é o direito de casar novamente. Essa é a carta de divórcio. É isso que é discutido no texto de Deuteronômio. Quando os fariseus chegam até Jesus e dizem: "Moisés mandou dar carta de divórcio". Jesus diz: "Sim, porque o coração humano é duro". E porque o coração é duro, isso foi concedido como a possibilidade, não como o melhor. Então, perdoar e continuar no casamento é geralmente preferível, certo? geralmente é preferível, mas divorciar em situações específicas não é proibido, é permitido. Qual é a questão? É que muita gente acredita que esse divórcio não permite um novo casamento e isso não existe. A carta de divórcio de Deuteronômio era o direito de ter um novo casamento. A questão que e aí é a questão que vai se aprofundando e eu vi isso pelos comentários que eu lio, mas é a pessoa casa de novo, ela está em adultério quando ela casa de novo a partir de um divórcio que não foi um divórcio legal, permitido, o que quer que seja. gente, criou-se uma categoria de pecado contínuo, não é que não existe no Novo Tchamento, de que se eu rompi meu antigo casamento em pecado, então eu me divorciei, não é? Larguei minha esposa, larguei meu marido sem ser por um motivo bíblico. Eu pequei em fazer isso, eu pequei em fazer isso. E aí eu me caso com outra pessoa, eu pequei em fazer isso, eu pequei em fazer isso. Mas aí neste processo, eu me arrependo, entendo que pequei, procuro o Senhor em arrependimento e reconciliação. O que é que acontece depois disso? Muita gente acredita que eu tenho que romper esse segundo casamento para voltar pro primeiro, para voltar pro casamento anterior. Esse é o grande ponto. Isso não existe, cara. E o texto bíblico que fala disso não fala de um estado contínuo de pecado. Fala do ato que foi cometido de pecado. Você pecou por ter casado de novo. Você não deveria ter casado de novo. Você deveria ter voltado pro seu antigo casamento. Mas uma vez você casou de novo, agora você está em um estado contínuo e eterno de pecado. Não. Esse isso não é uma categoria bíblica. E as pessoas criaram isso por uma por um tipo de tradição muito comum na literatura evangélica, que não é o que está escrito nos textos bíblicos. Eu acho que esses assuntos já estão muito bem restabelecidos nossos vídeos anteriores sobre divórcio. Se você assistir o primeiro e o segundo, essa dia de vídeos, eu acho que já resolve essas questões de forma muito clara. Eu acho que os comentários que ficaram no vídeo passado, eles não estão dialogando diretamente com os outros vídeos que já foram gravados, que explicam isso com clareza. Aí eu digo, aí você deixa o comentário aqui, esses dois outros vídeos não explicam isso com clareza? Vocês acham que isso precisa ser um segundo ponto a ser tratado em um terceiro vídeo sobre casamento? Aí vocês me dizem aí nos comentários que eu gostaria de ler a opinião de vocês nesse sentido, se precisa de um terceiro vídeo, mas aí só responda se você assistir os outros dois, certo? Pelo menos recentemente, né? Para você lembrar dele. Rafael perguntou aqui, ó. Iago Maquita, é a terceira vez que eu faço essa pergunta aguardando a sua resposta. Qual a sua opinião sobre palavrão? Palavras torpes são realmente palavrões. Quando os palavrões são bem intencionados, como o elogio, por exemplo, e a questão de regionalismos, do que é o palavrão em lugar e não é em outro, gostaria que você respondesse e aprofundasse um pouco essa questão. Vou responder nesse vídeo, mas eu quero que você saiba que já tem um vídeo inteiro sobre palavrão nesse canal, certo? Uma teologia dos palavrões já foi feita nesse canal. Tem um vídeo inteiro aqui, você pode assistir se quiser, tá aí na tela, título e miniatura do vídeo. Tem um capítulo inteiro sobre palavrões lá no livro Pecados Aceitáveis. Eu sei, não foi impresso de novo ainda, mas você consegue ler pra Kindle. Tem pra Kindle aí, acho que deve tá até no Kindle Limited. Se novidade. Você consegue ler lá na Amazon. Se você assina o Limited, você não gasta mais nada para ler ele. Então, já tá respondido lá no grande iceberg do de teologia. Bota aí do teologia mais tema e você provavelmente vai ter um vídeo a respeito. São 12 anos produzindo conteúdo aqui. Mas eu vou lidar diretamente com as perguntas nesse vídeo aqui também, ó. Qual a sua opinião sobre palavrão? É pecado. Certo. Bom, palavras torpes são realmente palavrões. Sim. Nos textos bíblicos que falam sobre palavras torpes são geralmente textos que condenam o uso de promiscuidade. Eu prefiro usar o termo promiscuidade do que o termo palavrão. Justamente pela questão dos regionalismos, chego já lá. Mas o que é um palavrão? Geralmente é um termo promisco. Se você pensar em todos os palavrões que você conhece, será que é pecado fazer isso? Não sei. Mas todos os palavrões que você conhece são sexuais. Geralmente manda a pessoa fazer alguma coisa com anos. geramente fala sobre a sexualidade da mãe da pessoa, geralmente envolve o órgão sexual, os palavrões geralmente são atrelados à sexualidade. Então é uma promiscuidade. Você tá usando a linguagem promíscua, não é para ofender uma pessoa. Isso é o palavrão. Ah, no sentido mais bíblico, assim, a palavra torpe que a escritura condena. Falar promiscuidades, não é? Falar e palavrões nesse sentido, é pecado. É pecado. Quando é bem intencionado, continua sendo pecado. Ah, meu irmão, tu é um cara, não sei o quê, é do caramba. Sabe o quando você usa a palavra que é que é certo? Você sabe qual é a palavra? É pecado. Você tá usando linguagem promiscua, mesmo que seja para intensificar positivamente uma coisa. Ainda linguagem promíscoa. Você não usa essa linguagem se você não quer usar palavras carregadas de torpeza. E a questão de regionalismos, o que é palavrão em um lugar e não é no outro. E aí para mim já entra numa questão. Existem palavrões regionais. palavrões regionais que são palavrões de uma região e não são em outro que não são porcuidade. Então, por exemplo, tem lugares que desgraça é palavrão e outros lugares não e não é em quase nenhum lugar, mas desgraça é uma palavra bíblica, inclusive tem a graça e a desgraça. Tem também miséria. Não, não, não é miséria, é miséria. Se for miséria é palavrão. For miséria, não é. Se eu entendi bem, é, tem estados ou cidades do país que tem isso. Eu acho que desgraça é palavrão em Goiás. Eu acho que miséria é palavrão em Pernambuco. Eu bom, me desculpem aí. Eu eu tô falando essas palavras aqui publicamente porque não tem nada a ver, entendeu? Não é palavra não é promiscuidade, não é nada promisco, então não tem nada na escritura que conde. Mas é uma linguagem que se eu tiver no seu estado, na sua casa, eu não vou ficar usando, né? Obviamente, porque eu não sou, não quero ser maior educado. Se dentro de um contexto social aquela linguagem, né, é uma linguagem que vai gerar desconforto, é percebida socialmente com uma palavra baixa, eu não vou ficar usando. Por quê? Porque se entende como um palavrão, mas é um pecado. Eu tô falando aqui, não tô nem aí, porque não é uma promiscuidade, não é exatamente um palavrão. E você da da sua cidade aí, do seu regionalismo, você tem que ter maturidade para entender que quem não é da sua cidade não vai se incomodar de usar essas palavras, porque são palavras normais do uso é do vocabulário brasileiro, que não tem nenhum sentido de palavrão pra maioria das pessoas, certo? Eu vou pro contrário, tá? Eu vou no caminão, no caminho contrário. Existem palavras que são palavrão que em certas regiões eles não consideram. O Rio de Janeiro cá entre nós, é o local onde mais se usa palavrões, né? de palavras de baixo calão, como se fossem palavras normais. Eles não percebem como palavrão, mas continuam sendo palavras promiscuas. Eu já fui pregar no Rio de Janeiro em igrejas que os pastores falavam palavrões. Eram palavras promíscuas, palavras de baixo calão, palavras dotadas de sexualidade, muito comuns no Rio de Janeiro, que as pessoas retiraram o caráter de sexualidade, fazem uso completamente diferente, mas ainda é o que aquela palavra significa para qualquer outra pessoa em volta ali. Isso significa que aquela palavra pode ser usada com tranquilidade, não significa que eu tenho mais paciência quando o crente é do Rio de Janeiro, eles se converte. Entendeu? Eu tenho um pouco mais de paciência assim de cara, o cara do Rio de Janeiro, tá para eles é é eles é tão comum o uso dessas palavras como se não fosse palavrão que talvez ele nem perceba que não é palavrão. Mas na minha opinião existe um, tem que existir um esforço de mudança da linguagem quando você se converte. É isso. Tem mais alguma pergunta nesse sentido? Tem uma pergunta que sempre me fazem, é a pergunta que mais aconteceu, que mais acontece recentemente, que é, Iago, mas e na intimidade sexual pode usar palavrão, né, digamos assim? Geralmente digo o seguinte: o que é que torna a palavra torpe torpe, não é? é você trazer a sexualidade para lugar errado. É você usar uma linguagem sexual fora do ambiente sexual. Se você está dentro de um ambiente sexual e você usa uma linguagem sexual, eu não acho que isso seja pecado. Claro que existe um nível de bom senso a se ter, né, no que você vai falar também, mas eu acho que um ambiente sexual é o lugar das palavras sexuais, da linguagem sexual, certo? E aí vai muito do modo como cada casal vive a sua a sua intimidade e não é dar conta de ninguém as expressões que vocês usam dentro da intimidade de vocês tendo bom senso, obviamente, né? Nada como, nada como bom senso e alguma boa dose de privacidade na vida de vocês, certo? Vamos paraa próxima. Eixa pai, então parece piada. Tem um comentário da Insider no meu vídeo. Quando a roupa resolve várias ocasiões, a viagem fica mais leve. Comentário da Não estou brincando. Não pedi pra Insider fazer isso. Está aqui. Esse vídeo ia ser até de outro patrocinador. Agora eu vou mudar só por isso. Esse vídeo agora é patrocinado pela Insider. a Insider, ó, que é nossa queridinha, nossa amiga aqui desse canal, que apoia a produção de conteúdo teológico. Tem vídeo aqui quase todo dia por causa da Insider, que a Insider apoia, pega o dinheiro que a galera usa para comprar suas roupas e, ó, passa a parte para cá pra gente pagar o quê? O Elias, não é, Elias? >> É sim. >> Pra gente pagar a luz, pagar os equipamentos, as câmeras, cara, que tem aqui 6K. También essa câmera filme 6K. Gosto doido, viu? Câmera de cinema, tem filme gravado com essa câmera aqui, meu irmão. Tratamento acústico, tudo isso aqui, tudo isso aqui é graças às empresas que patrocinam esse canal. Então quando você fica, quando você comenta assim, ó: "Ah, não, mais uma pub da Insider". Dê, graças a Deus, obrigado, meu pai, mais uma puble da Insider. A os canais que eu assisto, conteúdo teológico bom de graça, estão aí, ó, produzindo este tipo de conteúdo. Se não tivesse a Insider, teria vídeo todo dia? Provavelmente não. Aí eu ia gravar um vídeo aqui, eu ia continuar gravando, porque sempre gravei quando ganhava nada, mas essa frequência de conteúdo certamente não seria tão grande. Ia ter um vídeo por semana, entendeu? Se eu que eu conseguisse editar, não ia ter a maravilhosa edição de Gabriel Tuller, que não ia poder pagar o Gabriel Tuller, entendeu? Então o momento que da pública aqui, ó, fiquem, fiquem, agradeça. Obrigado, sa. Tem que obrigado você que nunca comprou na insider, você tem que agradecer também. Obrigado Inside Story, porque vocês aí estão jogando dinheiro na teologia. Agora você que já compra da Insider Store e usa o cupom teologia, você aproveita promoções muito especiais quando usa o nosso cupom. Você sabe, a Insider é o futuro da tecnologia do vestuário. Tô aqui usando aqui, ó, minha Tech Shirt, que é uma roupa leve, tranquila. Aqui, ó. Acabei de tirar da gaveta. Estava uma gaveta dobrada. Sabe quando você dobra a roupa? Aí eu tirei da gaveta. Fica aquela marquinha, né? A marquinha da roupa dobrada. Normal. Normal. Tava marquinha da roupa dobrada. Botei aqui nos couros, ó. Não tá, ó, sumiu. Não tá mais, ó. Cadê a marquinha? Não tá mais aqui. E eu moro há 3 minutos daqui do escritório. Então não foi cor de 15 minutos para sair aqui, ó. Hoje a marquinha da da roupa dobrada. Por que inside é isso, roupas que economizam o seu tempo, economiza sua água de ter que ter que lavar tanto, economiza sua energia elétrica, você não tem que ficar passando ferro em roupa o tempo todo, seu tempo, sua paciência. Sei que você odeia passar roupa, pessoal ficava comentando, temos normalizar a roupa amassada? Tem não, tem que normalizar a roupa que desamassa sozinha. Insider é a sua pedida. Roupas masculinas e femininas, roupas de inverno, roupas de verão, tem tudo. Basta ir lá no site da Insider e usar o cupom teologia pr aproveitar os descontos maravilhosos da Insider. Vai lá e aproveita. E tá aqui, viu? Eu tô não tá aqui o comentário da não fui eu que pedi. Quem quiser ir lá ver, não, não precisa não. O povo acredita em mim, pelo amor de Deus. Se o pessoal tiver aqui lá conferir para dizer que é mentira minha, aí eu também aí me mata. Meteram aqui um os calvos permanecerão calvos no céu. Eu acho que não. Assim, você a gente tem cabelo e aí o o o cabelo vai que é vai absorvendo, não é, o DHT, porque você tem a testosterona. Testosterona passa por um processo, não é, com enzima 5 alfa redutase que transforma em diidrotestoserona. Os cabelos aqui da frente e de cima tem sensibilidade a de hidroterona, coisa assim, e aí caem, né? Eu acho então que não seremos calvos no céu. Não vamos precisar de manual no céu. Não precisa de manual no céu, eu acho. Manual é só pra gente aqui na terra. Cupologia manual também, viu? Corre lá. Como explicar o no convertido que seus pais falecidos não estão observando ou guardando lá no céu? Guardando em que sentido? De a guardando ou guardando ele? Não é? A gente não tem na escritura nada que diga que nós somos guardados pelos que morreram, certo? Nós somos guardados por Deus e por seus anjos. Morreram est nos céus. A linguagem bíblica que nós temos sobre o quanto as pessoas nos céus entendem da terra é muito dúbia. É muito, é é muito pouco. Assim, a impressão que dá pelo livro do Apocalipse é que as pessoas nos céus têm alguma noção do plano macro histórico de Deus, né? Do que está acontecendo a no sentido cósmico, não é? O fim dos tempos está vindo, ah, vai vir a grande batalha do apocalipse, coisas assim. A redenção está se concretizando. Não parece que eles estão acessando cada pequeno detalhe da vida das pessoas. Até porque quem morre não vira onipresente nem onisciente. Pessoas que morrem não participam da onisciência divina nem da onipresença divina. Então eles não estão do nosso lado olhando pra gente ou algo assim. Eles não estão no céu olhando por uma janela, certo, pras nossas vidas. Isso não, isso não existe. Então é ensinar que eles estão descansando no Senhor, estão lá com Deus, estão lá louvando ao Senhor, estão esperando por nós e torcendo por nós, obviamente, mas eles não estão, né, observando a gente ou alguma coisa assim. O pergunta de lá de Clementino 4606. Ainda existe alguma importância onde seremos enterrados? Acho que nunca existiu. Ou onde sepultamos nossos ente queridos? Não. Em algumas passagens bíblicas, principalmente no velho Tchamento, havia a preocupação onde seriam enterrado. José mesmo pediu para ser disputado em Israel. Mande um abraço aqui para Goiás, Aparecida de Goiânia. Abraço, Aparecida de Goiânia. Abraço, Goiás. Não tem importância. Antigamente havia, claro, um interesse ser enterrado na sua terra. Era muito importante essa ideia de você estar na sua terra. E é um, e existe um peso cultural muito forte que eu até me importo. Eu quero ser enterrado aqui. Se eu morrer fora do Brasil, minta, diga que eu morri na Parangaba, certo? Eu quero ser enterrado no Brasil, no Ceará, em Fortaleza, que existe um, sabe, esse esse essa ligação com o seu lugar e é só isso mesmo. Existe um uma necessidade teológica de ser enterrado na sua terra. Agora, no Antigo Testamento, essas questões de terra e de lugar eram muito mais poderosas, né? Até que em João nós temos o famoso diálogo de que a adoração não depende mais de monte e de e de lugares desse daquele lugar. O local onde nós somos enterrados importa bem pouco comparado com a espiritualidade e a verdade que está relacionada à nossa vida com Deus. Gente, tem umas perguntas muito grandes, vou pular as muito grandes, tá? Você gosta de Star Wars, pastor? [risadas] Eu gosto, eu já gostei mais. É muito triste, eu não consigo mais assistir nada, cara. Não tô assistindo mais nada, gente. Eu só faço estudar, brincar com meu filho, ficar com minha mulher, me exercitar. Eu virei uma pessoa, eu amo assistir coisas, mas eu não tô assistindo mais nada da minha vida. Tá muito difícil assistir. Eu gosto, mas eu faz muito tempo que eu não assisto nada. Não assisti Andor, por exemplo, talvez pessoal falando super bem e até agora não assisti, mas eu gosto, eu gosto sim de Star Wars, gosto dos desenhinhos, gosto das das coisas, mas sinto falta, sinto falta de ter tempo pr as coisas que eu gosto. Triste, né? Sinto falta, mas eu tô fazendo outras coisas que eu também gosto, entendeu? Eu gosto de correr, eu tô correndo, eu gosto de brigar com meus meninos, tô brigando com meus menino, eu gosto de ficar com minha esposa, tô com minha esposa, gosto de pastorear, tô pastoreando, gosto de pregar, tô pregando, gosto de estudar, tô estudando. Então, tô fazendo, tô gastando meu tempo com coisas mais valiosas [risadas] do que os entretenimentos que geralmente fazem mais parte da minha vida. Eu acho que quando meus meninos crescerem mais, provavelmente eu vou conseguir voltar a assistir mais seriado, alguma coisa assim. Mas com filho pequeno é é mais difícil. Talvez quando o Bernardo entrar em em idade escolar, aí talvez eu [risadas] passei um pouco mais de tempo também. Tavinho perguntou aqui, ó. Reconheceremos nossos parentes nos céus? Vamos lembrar deste período que vivemos na Terra? Sim. Existe nada que indique que a gente não vai lembrar mais dos nossos parentes, nem que a gente não vai lembrar da vida na terra. Se a gente esquecesse da vida na Terra, era pior, até a gente não ia ter nem como louvar a Deus, assim pelo que aconteceu, né? Como é que a gente vai saber? que a gente vai louvar a Deus pelo que ele fez na nossa vida se a gente não lembra do que aconteceu na nossa vida, entendeu? Pergunta do Charlie Herculano. Charl Charlã Charlin Herculano. Iago, o que você pensa sobre profissionais cristãos que usam sua influência na igreja para ficarem conhecidos na profissão e por essa fama cobram valores muitos al muito alto pelos seus serviços prestados? Nossa, mas a o cara é profissional, ele é cristão, é influente na igreja e divulga o seu trabalho usando a influência que tem na igreja. Eu não consigo visualizar isso muito não. O cara é um pastor, é um diácono. Ah, e aí tem uma empresa de engenharia e ele divulga a empresa dele no culto. É isso aí. Aí é ridículo, né? Ele só é uma pessoa que tem um capital social muito grande e acaba usando capital social para divulgar seu serviço e é um serviço que ele cobra alto. Eu eu eu não sei, eu não consigo visualizar exatamente do que você tá falando, entendeu? Não consigo imaginar, mas eu consigo pensar em formas boas e ruins disso acontecer, formas corretas, íntegras de isso acontecer. uma pessoa que tem um capital social ali na igreja, na comunidade dele, é a comunidade dele, ele tem uma empresa e aí ele divulga a empresa dele e tal, para as pessoas nas conversas informais, serviços e e é um profissional que faz um serviço que cobra caro para aquele serviço, porque é um serviço bem feito, sei lá, um profissional de conta. Existem formas boas de fazer isso. O ruim é se o cara condiciona certas certas coisas a ao serviço dele e mistura com a vida da igreja. Ou o cara usa o ambiente de igreja para divulgar, ou o cara usa a influência dele para tentar ser contratado pela igreja, entendeu? na nas coisas aí. Aí você começa a entrar num zona um pouco mais cinzenta de moralidade ou pode chegar logo na loucura mesmo. Quero ficar divulgando no culto, né? Usando o espaço no culto para divulgar o próprio serviço. Aí é realmente loucura. Mas não sei, existem formas corretas e formas ruins de disso acontecer. É pecado comprar camisa falsa do Brasil? O original não tá tendo condições. Gente, eu compro camisa falsa do Brasil, ó. Sinceramente, é pecado. Eu não sei não. É patenteada a camisa da Copa. Não pode. Eu tenho, tem irmão da minha igreja que vende camisa. Eu acho que eu comprei do irmão de Mig, não sei se comprei do irmão da Migre. Não sei se comprei. Tem mulher que apareceu com as camisas do Brasil, né? Foi R$ 20, eu acho, a camisa que eu comprei do do Brasil para para torcer na Copa. Só usei três vezes. Usei umas quatro que eu gravei vídeo com ela também, mas eu não sei. Eu acho que não é. É porque assim, uma coisa, imagina assim, ó, vou falsificar uma marca, vou falsificar uma camisa da Nike, vou falsificar uma camisa da Adidas, falsificar uma camisa da Tommy Refiler. Ainda tem Tomy Ref ainda existe. É, se falsifica uma marca e vende uma marca sem ser aquela marca. Mesmo sem ser fraude. Se for fraude já é loucura. Já, já é claramente é pecado. Mas aí eu eu acho paia, entendeu? Eu acho paia. Vou dizer que é pecado. Eu não sei. Existe uma propriedade intelectual sobre aquela marca. Provavelmente existe, né? Não deveria. Certamente é um é uma prática muito normalizada, mas provavelmente é eu tô pensando enquanto respondo, tá? Mas provavelmente tá é errado. Agora quando você pega alguma coisa assim, uma camisa da seleção, é uma referência à seleção e tal, existe uma patente que que tem que ser respeitada? É a seleção, [risadas] entendeu? Acho que não. Eu acho que não tem problema. Comprei [roncando] que tô errado ter feito isso. Não sei agora. Agora eu tô agora. Não sei se é se eu não compraria uma camisa falsa de uma marca por aí, entendeu? Obviamente, mas é uma camisa de um time do da seleção, entendeu? Eu não sei se é uma camisa do Japão com bocado de anime era oficial essa camisa da galera que fez e aí é ruim. Acho que não é pecado não. Pois é, a pessoa que fez a camisa, vendeu muito aqui. É, eu acho que não é pecado não. Eu acho, eu compro, às vezes, compro a camisa não licenciada. Às vezes eu vou nas feirinhas e aí o cara tá vendendo uma camisa do Death Note, sei lá, do anime que eu gosto, e o cara fez lá na feirinha e tal, ele tá pagando pros japonês lá, não tá, entendeu? A camisa de 30 conos que eu comprei na praia. É pecado fazer isso? Eu acho que não. Entendeu? Cadê o pessoal, os advogados aí para me ajudarem? Porque é mais uma questão jurídica, eu acho, entendeu? Do que uma questão moral no sentido de ética religiosa. É uma questão meio jurídica, assim. É, é, é crime, é, é errado perante a lei. Existe um princípio de é um é um pequeno artesão que tá vendendo uma coisinha ali na praia para um valor irrisório, por um valor mais baixo, ou uma pessoa que tem uma grande empresa. A Piticas não vai vender uma roupa não licenciada, entendeu? Na na no num shopping. Mas o cara que tá na na feirinha da da beira vendendo a camiseta do Death Note, que que eu comprei com a cara do do L, entendeu? É. É, é pecado comprar ele fazer para vender? Eu eu acho que não, que não é, entendeu? Aí aí assim, teologia zero, é só eu pensando aqui, tentando tentando pensar. Comentem, eu quero comentar, eu quero a opinião de vocês sobre isso. Comentem aí embaixo o que é que vocês acham sobre isso. Me ajuda a formar uma posição, uma opinião mais forte sobre mais forte sobre esse tipo de de coisa aí. Qual sua opinião sobre pedir bênção aos pais? Eu acho bonito. Eu peço para meus pais, bção, pai, bença, mãe, bençã tia. Cresci pedindo a bção e eu acho legal pedindo a benção. Meus filhos são ensinados a pedir a bção. E aí eu peço: "Bção, mãe". A minha mãe diz: "Deus te abençoe, meu filho". Não é eu te abençoo, né? Eu te abençoo, não é? Deus te abençoe, meu filho. Eles estão pedindo para que Deus abençoe. É muito bonito. Igo, qual a sua opinião sobre protestantes que subescrevem os sete concílios ecumênicos que veneram santos e fazem distinção entre do Lia e Latria? Se você faz distinção entre do Lia e Latria, você provavelmente não é lá um bom protestante, tá? Você não tá seguindo muito, né, os ideais protestantes mais maduros que você pode seguir, não. Do lilatria é é claramente só um artifício católico para poder cometer idolatria em paz. Os sete auxílios ecumênicos são a são testemunhos históricos muito importantes na defesa da da trindade, na defesa da da cristologia. Se você pensar em Éfeso, Constantinopla, Niceia, Calcedônia, são concílios que a gente aceita integralmente. Os quatro primeiros concílios, eles são muito fáceis serem, eles são assim obrigatórios para todo protestante. Você negar os quatro primeiros concílios, tá negando textos muito centrais, não é, ao desenvolvimento histórico da fé cristã. O quinto e o sexto concílio, eles podem ser bem recebidos se a gente entender bem o que tá sendo discutido ali, tá? Que são o segundo e o terceiro concílio de Constantinopla. Agora o o segundo concílio de Niceia ali é século VIIV, eu acho, ele já é um pouquinho mais sensível para protestante. Se a gente não concede aos concílios, né, peso de escritura, a gente pode avaliar alguns deles também e entender o que tá sendo discutido quando a o segundo conselho de Niceia, que acho que é o oita o é o sétimo, né, o sétimo grande concílio, ele discute ali veneração e coisas assim, a gente já tem uma igreja muito mais afetada pelas novas doutrinas que foram sendo absorvidas, né, pela comunidade de fé. Importante mesmo é você saber o que é que você tá, no que é que você tá crendo quando você subscreve esses concílios. Pastor, uma mulher pode realizar o ato do batismo? Pode, pode sim. A pergunta é simples. Sempre que você fizer a pergunta assim, ó, uma mulher pode fazer tal coisa dentro do contexto de igreja, pergunte o seguinte: "Mem que não é pastor e que não está sendo treinado para o pastorado, pode fazer isso?" Se a resposta for sim, uma mulher pode fazer. Normalmente é isso. Nós que não acreditamos em pastorado feminino e acreditamos que a liderança da igreja é exclusivamente masculina, nós entendemos que existem certos atos que são próprios da autoridade pastoral e que muitas vezes participam pessoas que estão sendo preparadas para o pastorado. Então existem, por exemplo, certos ambientes de igreja em que só quem prega são pastores e pessoas que estão se preparando para o pastorado. Então são pastores, são seminaristas, são licenciados, né, como igrejas pregerianas. Agora existem outros atos que cristãos comuns participam. Então, quem é que prega num pequeno grupo na minha igreja? São apenas pastores e pessoas preparadas para pastorado. Não, são homens comuns. Logo, mulheres comuns também pregam. Quem é que batiza na minha igreja? São só os pastores? Não. Na minha igreja, cristãos comuns batizam. Então, os pais batizam os filhos, discipuladores batizam discipulandos, filhos batizam pais, não é? Quando se convertem, maridos batizam esposas, esposas batizam maridos, porque o batismo não é o exercício de autoridade do batizador, não é? O batismo faz parte da vida de uma comunidade. Eu tenho um livro chamado Faça Discípulos ou Morra Tentando. Na parte três desse livro eu discuto sobre batismo e tem um capítulo inteiro sobre quem pode batizar. É um dos meus primeiros livros, onde eu discuto que teologicamente o batismo não é um ato dos pastores. O batismo é um ato da igreja. É a igreja quem batiza. E no Novo Testamento nós temos várias evidências de que cristãos comuns batizavam outros cristãos comuns, seja em João 4, quando a narrativa evangélica deixa claro que quem batizava era os discípulos de Jesus e não Jesus. Quando Paulo deixa claro que não era ele que batizou em primeiro Coríntios, quem batizou foram outros, foram outras pessoas que batizavam, quando o texto da grande comissão ordena a igreja que batiz, grande comissão é uma mensagem para cristãos comuns e cristãos comuns participam do ato de batizar outros cristãos. Dizer que cristãos comuns que não são pastores não batizam é dizer que a grande comissão não é para toda a igreja. Grande comissão é só para parte da igreja. Agora, a gente entende que isso vai ser polêmico em outras comunidades. Então, o que que a gente faz para proteger os membros da nossa igreja de qualquer polêmica sobre o momento que é importante pra vida deles? De que, poxa, o cara saiu da nossa igreja e foi para outra igreja, ah, mas não foi o pastor que te batizou? Não valeu. Foi a mulher que te batizou, não valeu o teu batismo. O pastor sempre participa do batismo. Então, sempre tem o pastor do batismo. Não porque a gente acredita que é isso que valia do batismo, é porque a gente protege você de alguma polêmica na sua vida no ato do batismo. Então, eu sempre tô lá dentro da água, sempre sou eu segurando de um lado e a outra pessoa e um membro comum segurando do outro. Ou então, mesmo que eu não segure, que eu não bote dentro d'água, eu que tô coordenando ali o momento ou outro pastor da igreja. E quando uma mulher batiza, sempre vai ter um homem junto, o pastor junto. E aí quando você vai ir para outra comunidade, sair da igreja do pastor Igo, foi pra igreja do pastor Zezinho. Pastor Zezinho acha que só quem pode batizar batizar é o pastor, só quem pode batizar é homem. Ah, bom, o pastor tava lá batizando, então várias pessoas participaram juntos. Isso te protege, te dá paz e tranquilidade paraa sua vida no futuro. Então, sim, mulheres podem batizar, não tem problema nenhum com isso. Certo? Bom, este foi o pergunta pastor de hoje. Ah, minha pergunta não foi respondida. Pergunte aqui, pergunta nesse vídeo, quem sabe, certo? No próximo programa, no próximo pergunta: "Pastor, venho aqui, responda a sua pergunta. Vá nos comentários e dê clica em gostei no comentário que você mais quer que seja respondido. Deixa um comentário dizendo muito bom ya responde isso aqui que aí YouTube vai julgar que é um comentário importante. Vai colocar aqui em cima nas perguntas pro próximo Pergunte ao pastor. Vá no link da descrição e aproveita para usar o cupom teologia lá na Insider e aproveitar as promoções. E não deixa de clicar em gostei para que você possa, ó, limpar o seu feed de porcaria e ter mais teologia aí no seu YouTube. Um cheiro no seu cangote e até a próxima. Yeah.