Sermões Online

A fé vem pelo ouvir

Por que você deve confiar em Deus? – Sem. Sérgio Ferreira

Por que você deve confiar em Deus? – Sem. Sérgio Ferreira

Por que você deve confiar em Deus? – Sem. Sérgio Ferreira

Por que você deve confiar em Deus?

Nesta exposição de Isaías 8:19–9:7, somos conduzidos de uma das passagens mais conhecidas do Antigo Testamento a uma das mais profundas promessas acerca de Cristo. Em um contexto de medo, incredulidade e trevas espirituais, Isaías mostra que a única fonte segura de esperança é o Deus que se revelou por meio de sua Palavra.

O sermão destaca três grandes razões para confiar no Senhor. Primeiro, Deus se revelou nas Escrituras e não devemos buscar direção em falsas fontes de sabedoria. Segundo, Ele fez resplandecer uma grande luz sobre um povo que vivia em trevas, cumprindo sua promessa na vinda de Jesus Cristo. Finalmente, Deus nos deu um Filho cujo reino jamais terá fim, o Maravilhoso Conselheiro, Deus Forte, Pai da Eternidade e Príncipe da Paz.

Ao longo da mensagem, vemos que toda a esperança anunciada por Isaías encontra seu cumprimento em Cristo. Aquele que venceu o pecado, derrotou a morte e reconciliou pecadores com Deus continua governando soberanamente seu povo e garante paz eterna a todos os que nele confiam.

Uma mensagem sobre a suficiência das Escrituras, a glória de Cristo e a certeza de que a luz de Deus triunfa sobre todas as trevas.

INFORMAÇÕES:
Seminarista: Sérgio Ferreira
Passagem: Isaías 8.19-9.7

#ipsantoamaro #presbiteriana

CAPÍTULOS:
00:00 – Leitura de Isaías 8:19–9:7
03:37 – Por Que Você Deve Confiar em Deus?
05:21 – O Contexto da Profecia de Isaías
07:20 – Deus se Revelou em Sua Palavra
08:58 – O Perigo de Buscar Respostas nas Trevas
11:21 – À Lei e ao Testemunho
13:46 – Rejeitar a Palavra Produz Escuridão
16:37 – A Luz Resplandece nas Trevas
17:46 – Zebulom, Naftali e a Galileia dos Gentios
19:37 – Cristo, a Grande Luz Prometida
22:18 – A Alegria da Salvação
25:04 – O Jugo Quebrado pela Graça de Deus
27:01 – A Paz Conquistada por Cristo
28:13 – Um Filho nos Foi Dado
30:25 – A Promessa do Descendente da Mulher
31:14 – O Maravilhoso Conselheiro
32:51 – O Deus Forte que Vence os Inimigos
34:03 – O Pai da Eternidade
35:06 – O Príncipe da Paz
36:50 – Um Reino de Justiça para Sempre
38:23 – O Zelo do Senhor Cumprirá Sua Promessa
39:31 – A História da Menina e do Menino Mais Forte
41:37 – A Luz que Nunca se Apagará
42:22 – Confiem em Deus
42:47 – Oração Final

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Sobre a música de abertura
Música: Louvai a Deus, soberano Senhor (Hinário Novo Cântico nº16). Título original em português: Louvor a Deus
Compositor: Stralsund Gesangbuch (1665), Joachim Neander (1680)

Ficha Técnica
Arranjos e produção musical: Samuel Cintra Santos
Gravação, mixagem e masterização: SCS Produções
Produção: Igreja Presbiteriana de Santo Amaro
ISRC: BR-075-22-00001

Legendas automáticas:

Profeta Isaías,
capítulo 8.
Nós começaremos a leitura no versículo
19.
Livro do profeta Isaías, capítulo 8,
versículo 19.
Nós leremos até
o capítulo 9,
versículo 7. Eu farei a leitura, peço
que os irmãos acompanhem
atenciosamente a palavra do nosso Deus.
Assim diz a santa e inerrante palavra de
Deus.
Quando disserem a vocês: "Consultem os
médiuns e os adivinhos que sussurram e
murmuram,
será que um povo não deveria consultar o
seu Deus? A favor dos vivos se
consultarão os mortos?
À lei e ao testemunho. Se eles não
falarem segundo esta palavra, jamais
verão a luz do alvorecer.
Passarão pela terra duramente oprimidos
e famintos. E quando tiverem fome,
enfurecendo-se, amaldiçoarão o seu rei e
o seu Deus olhando para cima.
Olharão para a terra e eis aí angústia,
escuridão e sombras de ansiedade e serão
lançados em densas trevas. Mas, para a
terra que estava aflita, não continuará
a escuridão.
Deus, nos primeiros tempos, tornou
desprezível a terra de Zebulom e a terra
de Naftali.
Mas, nos últimos tempos, tornará
glorioso o caminho do mar, além do
Jordão, Galileia dos gentios.
>> [roncando]
>> O povo que andava em trevas viu grande
luz e aos que viviam na região da sombra
da morte, resplandeceu-lhes a luz.
Tu, Senhor, tens multiplicado este povo
e aumentaste a sua alegria. Eles se
alegram diante de ti como se alegram no
tempo da colheita e como exultam quando
repartem os despojos.
Porque tu quebraste o jugo que pesava
sobre eles, a vara que lhes feria os
ombros e o cetro do seu opressor, como
no dia da vitória sobre os midianitas.
Porque toda bota com que o guerreiro
anda no tumulto da batalha e toda roupa
revolvida em sangue serão queimadas,
servirão de pasto ao fogo.
Porque um menino nos nasceu, um filho se
nos deu.
O governo está sobre os seus ombros e o
seu nome será
maravilhoso conselheiro, Deus forte, pai
da eternidade, príncipe da paz.
Ele estenderá o seu governo e haverá paz
sem fim
sobre o trono de Davi e sobre o seu
reino,
para o estabelecer e para o firmar com
juízo e com justiça desde agora e para
sempre. O zelo do Senhor dos exércitos
fará isto.
Vamos orar, meus irmãos.
Pai,
a tua palavra foi lida
e agora
será exposta.
Dá-nos
ouvidos para te ouvir.
Dá-nos um coração transformável.
Por favor, [roncando] não permita que
saiamos daqui assim como entramos.
Nós queremos sair daqui
mais parecidos com teu filho Jesus.
Para a tua honra e para a tua glória,
faz isso.
Nós te pedimos no maravilhoso nome de
Jesus. Amém.
Meus irmãos, o tema do sermão de hoje e
a pergunta que o texto vai responder é:
por que você deve confiar em Deus?
Por que você deve confiar em Deus?
Durante a reforma protestante, um lema
ficou famoso na cidade de Genebra e se
espalhou por toda a Europa. Esse lema
era: "Das trevas
à luz".
Das trevas à luz.
A cidade de Genebra, por exemplo,
era uma cidade
que vivia em densas trevas morais
e espirituais. Para vocês entenderem
como era aquela cidade antes da chegada
de Calvino lá,
existia uma lei
que dizia que um homem poderia ter
apenas uma amante.
Duas seria crime, mas uma estava dentro
da lei.
Mas com a chegada da palavra de Deus,
a luz chegou naquele lugar.
E aquela cidade se tornou até exemplo
para muitos.
Contudo, o mundo de hoje em que vivemos
é muito diferente daquela Genebra e
muito diferente ainda do tempo em que
Isaías escreveu e pregou isso aqui.
Tanto culturalmente, principalmente
tecnologicamente,
mas existem coisas que
que não mudam.
O nosso Deus não muda.
O pecado que aflige o homem não muda. E
a palavra de Deus também não muda.
Assim, Isaías,
nesse texto, vai nos mostrar por que nós
devemos e podemos
confiar em Deus. Confiar em Deus.
Contudo, Isaías não escreveu essas
palavras por acaso.
O contexto aqui é importantíssimo para
que entendamos o que Isaías quer nos
passar.
No capítulo seis, o rei Uzias morreu.
Então, Isaías tem uma visão de Deus no
seu trono reinando.
No meio daquela visão, os lábios de
Isaías são purificados.
E o Senhor do trono pergunta:
"Quem enviarei?"
Isaías imediatamente diz: "Eu, envia-me
a mim".
Só que ele recebe uma notícia não muito
boa.
Ele ouve do Senhor:
"As pessoas não acreditarão na sua
mensagem".
"A sua mensagem gerará
endurecimento de coração.
Elas não vão se arrepender com a sua
mensagem".
Isso porque aquela geração
seria um modelo do castigo de Deus para
gerações futuras.
No capítulo sete,
o rei era Acaz.
E ele estava com medo, pois os reis da
Síria se juntaram com o rei de Israel
para atacar Jerusalém.
O profeta Isaías vai falar com ele
e diz: "Não temam,
nada irá lhes acontecer. Mas tanto o rei
quanto o povo não creem em Deus".
Deus diz então para o rei Acaz: "Peça um
sinal e eu lhe darei".
Em sua incredulidade, o rei diz: "Não
vou pedir".
Então rei, Deus dá um sinal mesmo assim
e diz: "A virgem dará à luz a um menino
que será chamado
Emanuel".
Ainda assim o povo e o rei
não creem em Deus, eles estão com medo.
Então Deus diz: "A Síria invadirá vocês
por causa da sua incredulidade".
Mas Isaías no capítulo oito diz:
"Eu esperarei no Senhor".
E assim nós chegamos no nosso texto.
Lembre-se, a pergunta que o texto vai
responder é:
"Por que você deve crer
em Deus? Por que confiar em Deus"?
Assim, a primeira verdade que o texto
nos aponta é: "Você deve confiar em Deus
porque ele se revelou em sua palavra".
"Você deve confiar em Deus porque ele se
revelou em sua palavra". Veja comigo o
versículo 19 do capítulo oito.
Diz assim:
"Quando disserem a vocês:
consultem os médiuns e os adivinhos, que
sussurram e murmuram,
será que um povo não deveria consultar o
seu Deus? A favor dos vivos consultarão
os mortos?"
Esse versículo por si só já mostra o
tamanho do pecado espiritual que aquele
povo vivia.
Isaías os usa "quando perguntarem a
você", ou seja, mais cedo ou mais tarde
perguntariam a você, falariam para você:
"Consulte os médiuns e os adivinhos".
Contudo, o verbo consultar aqui que
Isaías usa não é apenas
ouvir o que eles estão dizendo de
passagem.
Significa buscar intensamente o que
esses médiuns e adivinhos estão falando.
Eu [roncando] me lembro
anos atrás eu tinha uma vizinha
que ela
ia à igreja com certa regularidade.
Na casa dela, se você entrasse, a Bíblia
estava aberta no Salmo 91.
Ela orava.
Até que
certa vez o seu joelho começou a doer
muito.
Muito. E os médicos não conseguiam
resolver. Na igreja estavam orando por
ela, mas a dor não passava.
Até que um amigo dela disse:
"Por que você não procura um centro
espírita?
Com certeza eles vão poder te ajudar".
E essa minha vizinha,
em casa, abriu o seu computador e
começou a procurar e pesquisar centros
espíritas que ela, na sua cabeça, achava
ser confiável. Então ela, que morava
aqui na zona sul, toda semana passou a
atravessar a cidade e ir até Guarulhos
num centro espírita.
É isso que o texto nos diz com buscar,
consultar médiuns. É buscar com vontade.
Buscar com vontade. Contudo,
Talvez você esteja pensando, eu nunca
fiz isso. Eu nunca fui num centro
espírita, eu
sou crente.
Mas às vezes
nós buscamos respostas em outros lugares
que não na palavra de Deus.
Às vezes um vídeo
os nossos próprios sentimentos,
em frases motivacionais,
talvez horóscopos.
Meus irmãos, o princípio que Isaías nos
mostra é muito claro.
Buscar luz onde não há luz.
Buscar luz onde Deus não prometeu dar
luz. Isso é tão sem sentido para Isaías
que ele chega a zombar desses médiuns e
adivinhos. Quando ele diz que eles
que eles sussurram e murmuram. Isso eram
os sons repetidos por esses médiuns que
Isaías está falando, isso aí não não irá
ajudar vocês.
E se essa sugestão era um absurdo para o
profeta, deveria ser um absurdo também
para o povo. Afinal,
esse era o povo de Deus
>> [roncando]
>> na terra que Deus lhes deu
e alguém estava chegando e falando,
consultem os médiuns e adivinhos.
Esse é o povo cujo Deus deu a lei em
Levítico 19 e disse, não se voltem para
os necromantes nem para os adivinhos.
Não os procurem pois pois vocês se
contaminarão com eles.
Eu sou o Senhor, o Deus de vocês.
E ainda assim o povo buscava essas
pessoas. Isaías se mostra surpreso. Ele
diz, buscarão os mortos a favor dos
vivos?
Veja qual deveria ser a resposta do povo
no versículo 20.
>> [roncando]
>> O versículo 20 diz assim
A lei e ao testemunho. Se eles não
falarem segundo esta palavra, jamais
verão a luz do alvorecer.
Isaías [roncando] deixa muito claro onde
e quem consultar, onde e quem buscar
intensamente.
Deus
em sua palavra
sempre.
Pense nisso. Deus poderia muito bem
ter-nos criado e nos deixado.
Existe até uma teoria, a do relojoeiro,
aquele que cria um relógio, dá corda e
solta e as coisas só acontecem. Deus
poderia ter feito isso conosco.
Mas ele, em sua maravilhosa graça, cria
tudo e resolve se mostrar
para sua criação, se revelar na sua
criação. Por isso Isaías diz: "Vocês vão
aos mortos? Não, não, não, não.
Vocês vão à lei e ao testemunho". A lei
aqui e o testemunho mostram a revelação
de Deus em sua palavra. A lei, naquela
época, era instrução de Deus. O
testemunho, a palavra do próprio
profeta.
Assim, Deus havia acabado de dizer a
mesma coisa para Isaías. Veja comigo no
versículo 16 do capítulo 8.
Diz assim: "Guarde bem o testemunho e
sele a lei
entre os meus discípulos". E Isaías diz
no versículo 17:
"Esperarei no Senhor".
O povo não espera.
O povo não espera em Deus. O povo busca
outras fontes
para confiar. Isaías diz: "Não".
Isaías diz: "Não".
Lembre-se de quando Jesus
contou uma parábola
sobre Lázaro e o rico.
Os dois morrem. Lázaro vai para o seio
de Abraão. O rico vai para o inferno.
Do inferno, o rico, uma hora, diz assim:
"Mande Lázaro
se mostrar para minha família, para os
meus irmãos, para que eles não venham
parar onde eu estou.
E a resposta que ele ouve é:
Eles têm
Moisés e os profetas.
Ouçam-nos. A lei e o testemunho. O
objetivo final é sempre buscar a Deus em
sua palavra. E deixe-me ser muito
honesto com vocês, irmãos.
Se você não está buscando a Deus em sua
palavra diligentemente, continuamente,
isso não te deixa em um lugar neutro.
Isso não te deixa em um lugar neutro. O
resultado de não buscar a Deus em sua
palavra
sempre será
trevas e escuridão.
Sempre será trevas e escuridão.
Veja comigo o versículo 21.
O versículo 21 diz assim:
"Passarão pela terra duramente oprimidos
e famintos. E quando tiverem fome,
enfurecendo-se,
amaldiçoarão o seu rei
e o seu Deus, olhando para cima."
O resultado de rejeitar a Deus
é trevas, angústia, fome, revolta
e blasfêmia.
O profeta já havia falado que a Síria
invadiria esse lugar.
Agora,
esse sofrimento no povo não gera
humildade,
não gera arrependimento. Pelo contrário,
eles até olham para cima,
mas com o dedo apontando para Deus,
blasfemando contra ele.
E após blasfemar contra Deus, após
culpar a Deus,
veja o que acontece no versículo 22.
"Olhando para a terra,
eis aí angústia, escuridão,
sombras de ansiedade. E serão lançados
em densas trevas."
Isaías mostra dois olhares do povo, um
para cima e um para terra, só que esses
olhares são completamente diferentes.
Eles olham para cima para acusar a Deus.
>> [roncando]
>> Eles olham para terra então buscando
alguma coisa para os para que eles
possam ser ajudados e o que eles
encontram
não é nada bom.
Porque abandonar a Deus
sempre gerará trevas,
mas eu quero chamar a sua atenção para
uma coisa.
No final do versículo 22 diz: "E serão
lançados em densas trevas". E a pergunta
que fica para nós é:
"Quem os lançará
em densas trevas?"
E a resposta é uma:
Deus. O próprio Deus
>> [roncando]
>> os lança em densas trevas.
Isso é o óbvio. Pense em um Deus que
cria todo o universo, se revela a esse
povo
e esse povo diz: "Não, nós não queremos
o Senhor.
Nós preferimos os mortos.
>> [roncando]
>> Nós preferimos os mortos".
Então o resultado é trevas.
>> [roncando]
>> Por isso confie em Deus.
Confie em Deus e o primeiro motivo que
você tem para confiar nele é:
Ele se revelou em sua palavra.
Contudo o texto não acaba aí. O segundo
motivo para você confiar em Deus é:
Ele fez resplandecer luz
em meio às trevas.
Ele fez resplandecer luz em meio às
trevas. Veja o versículo 1 do capítulo
9. Mas
para a terra que estava aflita
não continuará a escuridão.
Deus [roncando] nos primeiros tempos
tornou desprezível
a terra de Zebulom e a terra de Naftali.
Mas nos últimos tempos tornará glorioso
o caminho do mar, além do Jordão,
Galileia dos gentios.
O capítulo 8 termina em trevas,
escuridão, opressão.
O povo buscando tudo ao seu redor menos
o Deus que o salva.
O capítulo 9 começa com uma palavra
muito boa. Se você é daqueles que gosta
de marcar palavras importantes na sua
Bíblia, marque essa. Mas.
Mas.
O capítulo 8 termina em disciplina.
O capítulo 9 começa com misericórdia,
o oposto do que esse povo merecia.
E Zebulom e Naftali, que o texto cita,
iriam de obscuridade
para algo glorioso, de desprezível
para glorioso.
E por que citar Zebulom e Naftali?
Por que chamar
a terra do povo de Deus de Galileia
[roncando]
dos gentios?
Essas duas tribos ficavam ao norte do
povo de Israel. É por elas que uma rota
comercial passava, ou seja, grande
número de gentios passavam ali.
Invasões, todas elas aconteciam por ali.
Esse povo do norte de Israel sofria
grande influência gentílica, tanto
cultural
quanto religiosa.
A ponto [roncando] de quando nosso
Senhor Jesus veio,
ele teve que ouvir alguém falar assim:
"De Nazaré pode sair alguma coisa boa?"
"Daquele região
pode sair alguma coisa boa?"
Mas Isaías diz que nos primeiros tempos
essa terra seria desprezível, no tempo
de Isaías, mas nos últimos, no futuro,
não, ela seria gloriosa. Veja o que
acontece no versículo 2.
O povo que andava em trevas
viu grande luz
e aos que viviam na região da sombra da
morte resplandeceu-lhes
a luz.
Das trevas
>> [roncando]
>> à luz.
Pense comigo, esse povo não merecia essa
luz.
Esse povo rejeitou a Deus e a sua
palavra, a sua revelação.
Então eles mereciam trevas
e eles receberam
luz.
Hoje,
em 2026, nós sabemos quem quem é essa
luz. Não o quê, mas quem
é essa luz, o nosso Senhor Jesus Cristo.
E se você ainda tem alguma dúvida,
o próprio evangelista Mateus
deixa isso muito claro.
No capítulo 4 ele diz assim: "Ao ouvir
que João, o Batista, tinha sido preso,
Jesus voltou para a Galileia e deixando
Nazaré foi morar em Cafarnaum, situada à
beira-mar, na região de Zebulom e
Naftali".
E se Mateus tivesse parado de escrever
aqui, nós pensaríamos que Jesus foi para
aquela região simplesmente para fugir de
perseguição. Prenderam João Batista,
então Jesus correu.
Mas Mateus não parou aqui o texto dele.
Mateus escreveu assim: "Isso aconteceu
para se cumprir o que tinha sido dito
por meio do profeta Isaías:
Terra de Zebulom, terra de Naftali,
caminho do mar além do Jordão, Galileia
dos gentios, o povo que vivia em trevas
viu grande luz
e os que viviam na região da sombra da
morte resplandeceu-lhes a luz".
E daí em diante Jesus começou a pregar e
dizer: "Arrependam-se".
Essa é
a luz que brilhou para aquele povo.
E a luz [roncando] veio porque Deus é
misericordioso e gracioso. A luz não
veio primeiramente em Jerusalém, no
centro religioso e político daquela
nação. A luz apareceu numa periferia,
onde todos achavam que as coisas loucas,
fracas, humildes e desprezadas,
desprezadas estavam.
E meus irmãos,
nós sabemos muito bem disso, não?
Afinal,
Deus foi
nos buscar em meio a trevas gigantescas,
não foi?
Se você está aqui hoje,
eu espero que você saiba que não é
porque você é bom.
É porque Deus foi te buscar em meio a
densas trevas.
Não é à toa que Paulo,
no Novo Testamento, utiliza a mesma
palavrinha de Isaías, mas
ele diz: "Vocês estavam mortos por causa
dos seus delitos e pecados. Nós éramos
merecedores da ira,
filhos da ira como os demais".
Mas
Deus,
sendo rico em misericórdia, com grande
amor com que nos amou, nos deu vida
juntamente com Cristo Jesus. Pela graça
vocês são salvos.
Essa é a grande luz.
Mas veja o versículo três. Veja o que
Isaías vai dizer no versículo três.
"Tu, Senhor, tens multiplicado este povo
e aumentaste a sua alegria. Eles se
alegram diante de ti como se alegram no
tempo da colheita e como exultam quando
repartem os despojos".
Somente nesse versículo, a palavra
alegria aparece três vezes.
Isaías parece não se conter
ao falar sobre uma luz brilhando em
trevas. O resultado disso tem que ser
alegria.
E ele quer explicar isso tanto para
aquele povo que ele usa duas ilustrações
que talvez para nós, em 2026, se percam.
Mas ele diz que o tamanho da alegria é
como no dia da colheita.
Para a gente seria o tamanho da alegria
é como no dia que cai o salário.
Quando você percebe que vai ter dinheiro
para pagar o supermercado.
Imagine um povo passando fome.
Quando ele olha e vê:
"Temos colheita. O inverno, nós vamos
conseguir sobreviver o inverno".
A outra ilustração de Isaías é numa
vitória de guerra.
Quando você consegue os despojos, agora
acabou a opressão.
Agora esse povo vai ser multiplicado.
Esse povo que diminuía por causa de seus
inimigos, agora vai ser multiplicado.
Pense na história desse mesmo povo.
Pouco tempo depois esse povo foi levado
para a Babilônia.
E lá na Babilônia, o Salmo 137 nos diz
que perguntaram para os israelitas,
falaram assim: "Cantem para nós uma
canção alegre do Deus de vocês".
E a resposta deles foi:
"Como poderíamos entoar um cântico ao
Senhor em terra estranha"?
Ou seja, estamos em meio em a trevas.
Como que eu posso me alegrar em meio a
trevas?
Só que o Senhor Jesus veio, né?
Ele viveu, morreu, ressuscitou e subiu
aos céus. Então, em Atos, capítulo 5, os
apóstolos são presos.
E dizem assim para eles: "Parem de
ensinar em nome de Jesus".
A resposta deles foi: "Como"?
Depois de viver tudo o que nós vivemos,
como que nós não vamos ensinar?
Então batem neles, mas muito.
E o texto nos diz que eles saem de lá
alegres.
Porque a luz veio.
As circunstâncias já não importa tanto
mais assim.
A luz veio. Isaías parece não conseguir
se conter, ele quer explicar mais pro
povo.
Então veja o versículo 4 que ele diz:
"Porque tu quebraste o jugo que pesava
sobre eles, a vara que lhes feriu os
ombros e o cetro do seu opressor como no
dia da vitória sobre os midianitas".
Agora um domínio foi quebrado e o
exemplo que Isaías dá aqui é da vitória
sobre os midianitas.
Vocês se lembram dessa história?
Quando Gideão reuniu um exército pra
lutar contra os midianitas e Deus disse:
"Não, esse exército tá muito grande.
Diminui.
Diminui mais até sobrar apenas
300".
Enquanto o exército de dos midianitas é
descrito como uma multidão de
gafanhotos.
E eles vão pra batalha,
mas quem vence a batalha é Deus.
Deus vence a batalha. Então,
o que Isaías tá tentando mostrar pra
esse povo é:
vocês não fizeram nada pra receber essa
luz.
Essa luz veio por pura misericórdia.
E nós tínhamos um jugo também, não
tínhamos?
>> [roncando]
>> O do pecado sobre os nossos ombros.
Afinal, Jesus disse que todo o que
comete pecado é escravo do pecado, não
é?
Contudo, o mesmo Jesus disse:
"Venham a mim.
Tomem sobre mim o meu jugo.
Porque o meu jugo é suave e o meu fardo
é leve".
E eu quero te convidar a relembrar da
sua conversão agora.
Você consegue se lembrar
o tamanho da alegria que você sentiu
quando o jugo do pecado foi tirado dos
seus ombros
e o jugo que é leve, o fardo que é suave
foi colocado sobre você?
É disso que Isaías está falando.
Do da alegria que nós sentimos
>> [roncando]
>> no momento da nossa conversão.
Mas Isaías parece ainda não se conter. E
no versículo cinco, veja comigo, ele
diz:
Mais um porquê, mais uma explicação.
Porque toda bota com que o guerreiro
anda no tumulto da batalha
e toda roupa revolvida em sangue serão
queimadas, servirão de pasto
ao fogo. O primeiro motivo que ele dá é
o livramento. Agora o segundo motivo que
ele dá é a
paz.
Os instrumentos de guerra
não servem mais para nada depois que a
luz vem.
Agora esses instrumentos de guerra vão
vão ser queimados. Nós não precisamos
mais deles.
E a pergunta que eu faço é:
Como não se alegrar
com tamanha vitória e paz conquistada
por nós?
Como
ver isso
e achar, "É, OK.
Mais um dia, mais um domingo".
Lembre-se,
a luz resplandeceu em trevas.
Isso é mais um motivo para você confiar
em Deus. Primeiro,
porque ele se revelou. Segundo, porque
ele fez resplandecer luz em trevas.
Em terceiro lugar, confie em Deus porque
ele deu um filho que governa para
sempre.
Veja comigo o versículo
seis.
Diz assim:
"Porque um menino nos nasceu, um filho
se nos deu. O governo está sobre os seus
ombros.
E o seu nome será: Maravilhoso
Conselheiro, Deus Forte, Pai da
Eternidade,
Príncipe da Paz".
Logo por esse tempo, um menino nasceu
naquela época.
O rei Ezequias.
E esse rei foi muito bom para o povo de
Israel.
Mas ele não conseguiu cumprir toda essa
profecia. Afinal só outro menino poderia
cumprir, né? Nós sabemos disso, o Senhor
Jesus.
Mas aqui Isaías está mostrando uma
mudança de governo.
O povo que estava oprimido
agora tem um novo governo e um novo
governante. Mas eu quero chamar sua
atenção, porque esse menino
claramente viria para a glória de Deus.
Mas a ênfase que Isaías dá
é que esse menino veio para nós.
Porque um menino nos nasceu. [roncando]
Um filho se nos deu.
É claro que esse menino
seria [roncando] para para a glória de
Deus, mas ele veio para nós.
E esse, meus irmãos, de todos os motivos
que Isaías dá para nossa alegria, esse é
o maior.
Esse é o maior motivo da nossa alegria.
Mas pense comigo, um povo que estava em
opressão em meio a guerras.
Por que Isaías não prometeu um
guerreiro?
Por que a a a mensagem não foi um
guerreiro nos foi dado?
Afinal é isso que o povo queria.
O povo queria
ser liberto.
E nós sabemos que esse menino é o Senhor
Jesus, mas eles não.
Eles não sabiam.
Isso aqui é com essa profecia de 700
anos
antes de Jesus nascer.
Mas lembre comigo lá de Gênesis 3,
quando o pecado entra no mundo,
Deus diz assim:
O descendente da mulher
viria, esmagaria
as a cabeça da serpente.
Desde então, as mulheres do povo de Deus
esperavam um menino.
Sempre um menino era prometido.
Para Davi, o filho de Davi reinará para
sempre.
Todas as mulheres do povo de Israel
queriam ter um menino por causa daquela
profecia. Então Isaías diz:
Um menino nasceu.
E quando ele diz que o nome dele será,
ele quer dizer claramente
que ele será conhecido por
E esse menino será conhecido por
maravilhoso [roncando]
conselheiro. Maravilhoso conselheiro.
Eu quero chamar sua atenção porque a
palavra maravilhoso aqui tem o sentido
de milagroso, de grandes feitos que
seriam
feitos por esse menino.
E conselheiro? A ideia de conselheiro
aqui não é simplesmente de falar coisas
boas, mas é de um estrategista militar.
Um estrategista militar que faria
grandes feitos.
Agora sim.
Para um para um povo oprimido
um maravilhoso conselheiro faz todo o
sentido.
Faz todo o sentido. Deus se revela
e através do maravilhoso conselheiro nos
mostra quem nós somos, quem ele é e como
nós devemos viver.
Sem conselheiro, sem o maravilhoso
conselheiro, o resultado não pode ser
outro a não ser trevas de novo.
O rei Acazias, a Bíblia deixa muito
claro que o rei Acazias seguiu os
conselhos de sua mãe
e dos conselheiros do seu pai
para a sua perdição.
O povo nessa época estava buscando
conselhos de adivinhos e médiuns com os
mortos.
Então Deus diz: Eu vou enviar um menino
que será um maravilhoso conselheiro.
Deixa eu perguntar para você:
Quem tem dado a última palavra na sua
vida?
Seus sentimentos?
A culpa?
seus amigos,
algum influencer na internet
ou
o maravilhoso
conselheiro.
O maravilhoso conselheiro.
A segunda característica desse
governante, desse menino seria Deus
forte.
Agora sim, Deus forte, o próprio Deus
deveria se encarnar. Durante a
[roncando] história, várias crianças se
tornaram reis.
Somente uma vez
>> [roncando]
>> o rei dos reis
se tornou uma criança.
Um menino para vir nos salvar. As nossas
trevas não eram superficiais, a nossa
opressão não era rasa, um homem não
poderia nos salvar.
Se Deus criasse outro Adão,
não seria suficiente para nos salvar.
Somente o próprio Deus.
E a palavra Deus forte, essa palavra
forte sim, significa guerreiro. Aquele
que tem habilidade e coragem para lutar
contra os inimigos.
Que inimigos ele viria enfrentar senão o
pecado que habita em nós?
Senão o próprio Satanás e a morte.
>> [roncando]
>> E ele venceu todos eles.
Todos eles.
Terceira característica desse menino,
pai da eternidade. E aqui pode soar
estranho, porque nós sabemos que esse
menino é Jesus. Contudo ele é chamado de
pai da eternidade.
Mas nós sabemos que Deus pai, Deus filho
e Deus Espírito Santo. Então por que ele
é chamado de o pai da eternidade?
Por dois motivos. Pai é aquele que
cuida, que protege e Jesus Cristo faz
isso com nós.
E pai porque ele nos
a eternidade. O próprio Isaías, no
capítulo 53,
diz que esse salvador teria uma
descendência.
Ele diz assim: "Todavia ao Senhor
agradou moê-lo fazendo enfermar. Quando
der ele a sua alma como oferta ao
pecado, verá a sua
posteridade".
Verá os seus descendentes e aqui estamos
nós.
E aqui estamos nós. Ele nos garantiu a
eternidade.
O pai da eternidade. E por último, o
príncipe da paz. Príncipe é a ideia de
líder,
capitão.
Só que esse príncipe não é um príncipe
que
fique em seus aposentos enquanto o povo
está em guerra. Não.
Ele é um líder. Ele vai à frente
guerrear por nós.
>> [roncando]
>> E qual o resultado disso?
Paz.
Não a paz que o mundo diz por aí,
irmãos. Eu sei que nós precisamos de
paz, porque nós brigamos uns com os
outros.
>> [roncando]
>> Eu sei que nós precisamos de paz, porque
o mundo está em guerra.
Mas a paz que esse menino veio
conquistar para nós é muito mais
importante, maior.
É a paz com o próprio Deus.
>> [roncando]
>> É a paz
que Paulo consegue dizer assim:
"Justificados, pois, mediante a fé,
temos paz com Deus por meio do nosso
Senhor Jesus Cristo".
Deixa eu te perguntar:
Você tem vivido como alguém que já tem
paz com Deus? Ou você ainda vive
tentando conquistar essa paz?
Porque um menino já conquistou ela para
você.
E o nosso privilégio
é que nós sabemos o nome desse menino:
Jesus
Cristo. Aquele que garante paz com Deus.
>> [roncando]
>> E que garante paz uns com os outros.
Olha o seu redor, quantas pessoas
diferentes ao seu redor.
E se não fosse por pelo Senhor Jesus
Cristo, provavelmente você nunca estaria
ao lado dessa pessoa.
Esse menino garantiu isso para nós.
Contudo, veja o versículo sete.
Ele estenderá o seu governo
e haverá paz sem fim sobre o trono de
Davi sobre o seu reino.
Para o estabelecer e para o firmar com
juízo e com justiça desde agora e para
sempre.
O zelo do Senhor dos exércitos fará
isso.
Qual [roncando] seria o objetivo desse
governo?
Expansão
e paz. Enquanto o rei Acaz
estava se fechando em seu palácio com
medo da Síria,
esse [roncando] menino viria para
expandir o seu governo
e expandir a paz com ele. Como ele faria
isso?
Juízo
e justiça.
Juízo porque ele é o único
que consegue distinguir perfeitamente
entre o certo e o errado.
E juízo porque ele é o único que
consegue julgar
corretamente.
Deus acusou o povo de fazer exatamente o
oposto disso.
E deixa eu te falar, o fato desse menino
conseguir fazer isso é uma ótima
notícia.
Porque eu e você não conseguimos.
>> [roncando]
>> Eu e você não conseguimos,
mas esse menino já veio
e a gente pode olhar para ele com fé e
confiança e crer nele.
Afinal, o texto termina: "O zelo do
Senhor
fará isto".
E maior certeza não existe.
Essa aqui é a assinatura de Deus
falando: "Eu vou cumprir o que eu estou
falando".
O zelo do Senhor dos exércitos fará
isso.
Acaz, para tentar se proteger, estava
confiando em alianças políticas.
O povo de Israel estava confiando na
palavra de médiuns e adivinhos.
Nós, crentes,
confiamos no Senhor dos exércitos.
No Senhor dos exércitos, ele garante a
nossa vitória.
Por isso, Paulo consegue escrever algo
do tipo:
"Se Deus é por nós, quem será [roncando]
contra nós"?
Aquele que não poupou o seu próprio
filho, antes o entregou por todos nós,
será que não nos dará,
graciosamente com ele, todas as coisas?
Esse menino veio
e ele garantiu tudo isso.
Por isso, por que você deve
confiar em Deus?
Porque ele revelou em sua palavra.
Ele fez resplandecer luz nas trevas
e ele deu um filho
que governa para todo sempre. Para
concluir, [roncando]
eu queria
contar uma história fictícia, mas que
revela muito bem
o que nós queremos.
>> [roncando]
>> Certa vez, uma menininha
viu um furacão passando na sua cidade
e aquele furacão levou casas, carro,
tudo.
E ela ficou com muito medo.
E ela pensou: "Eu preciso me proteger,
eu preciso de alguém forte". Então, ela
correu atrás do vento.
Quando ela encontrou o vento, ela
perguntou: "Vento, você é o mais forte
de todos"?
>> [roncando]
>> "Afinal, eu vi você carregando casas,
carros".
O vento disse: "Não, eu não sou o mais
forte de todos.
Está vendo aquela montanha ali?
Por mais forte que eu sopre, ela nem se
move".
A menininha foi até a montanha e disse:
"Montanha, você deve ser a mais forte de
todas, não?"
A montanha disse:
"Por mais firme que eu esteja aqui,
quando o homem vem com as suas máquinas,
ele consegue me tirar daqui".
Então a menininha foi até o homem e
disse: "Homem,
você é o mais forte de todos".
O homem disse:
"A morte chega para todos.
A morte alcança a nós todos".
A menininha foi então até a morte
e perguntou: "Morte, você que leva todo
mundo, ninguém escapa,
você é a mais forte de todas"? Então a
morte disse:
"Eu achava que eu era
até que certa vez um menino nasceu
e eu pensei:
mais cedo ou mais tarde eu vou levá-lo,
assim como levei todos.
Quando ele cresceu, certa vez eu vi uma
multidão pedindo para crucificarem ele.
E foi o que aconteceu
e eu o levei.
Mas três dias depois,
ele recuperou a vida como se eu fosse
nada.
Eu não tive nenhum poder sobre ele".
A menininha com os olhos desse tamanho
pergunta: "Qual o nome dele"?
E a morte diz: "Jesus Cristo.
Ele é o mais forte de todos.
Ele [roncando] é o mais poderoso de
todos.
Ele é a luz que brilha na escuridão.
E ele já veio.
Mas deixa eu te falar,
a nossa vida ainda tem muitos problemas,
né?
Nós passamos por várias coisas aqui.
Parece às vezes que as trevas nos
rodeiam.
Mas ele garantiu que isso vai acabar.
No último capítulo do Apocalipse,
capítulo 22,
está escrito assim:
"Então,
já não haverá noite, nem [roncando]
precisarão de luz de lamparina, nem da
luz do sol,
porque o Senhor Deus brilhará sobre eles
e reinarão para sempre.
Meus irmãos,
confiem em Deus.
Não consultem as trevas, não coloquem a
esperança de vocês nesse mundo. Não
vivam como se as trevas tivessem a
última
palavra.
O filho nasceu, o filho foi dado e ele
governa para todo o sempre.
Que Deus abençoe essa igreja
para que continue confiando nessas
verdades. Vamos orar?
Pai nosso, a tua palavra foi lida
e foi exposta.
Que o teu Espírito Santo aja no nosso
coração para crermos verdadeiramente
nisso.
Para que, durante a semana,
possamos agir conforme a tua palavra.
E nós possamos te buscar cada vez mais.
Mais, mais. Afinal, o Senhor se revelou
na tua palavra.
Fica com a tua igreja. É o nosso pedido
no maravilhoso nome de Jesus. Amém.

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