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A fé vem pelo ouvir

Por Que Você Não Consegue Descansar em Cristo? | Josemar Bessa | Domingo 26 de Julho de 2026

Por Que Você Não Consegue Descansar em Cristo? | Josemar Bessa | Domingo 26 de Julho de 2026

Por Que Você Não Consegue Descansar em Cristo? | Josemar Bessa | Domingo 26 de Julho de 2026

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Legendas automáticas:

As pessoas me dizem, eh, eu gostaria de
ter uma vida espiritual mais homogênea,
mais que crescesse de uma maneira mais
contínua, sem altos e baixos. Eu queria
ser mais maduro.
E quando você vai conversar com a pessoa
um pouco mais sobre aquilo, você percebe
que ela não queria ser mais madura, é,
ela queria ser menos madura. Ela queria,
na verdade, eh, algo oposto
ao que é realmente, eh, o crescimento.
Em Mateus 17:8,
a gente tem uma luz enorme a respeito
disso, porque diz assim: "E erguendo
eles os olhos, não viram ninguém,
senão Jesus. Somente Jesus, né? Parece o
brado da reforma, né? Somente Cristo, só
os Cristos. Então, há momentos em que
Deus nos leva ao alto do monte,
queridos.
A luz eh daquilo que a gente vê eh sobre
ele, sobre a verdade, parece mais clara,
a presença de Deus parece mais próxima,
não é? E a verdade parece tocar de fato
a nossa própria pele. Os discípulos
viram então o rosto de Jesus
resplandecendo como sol. Imagine, eles
já estavam convivendo com Jesus há muito
tempo, mas eles viram Jesus como eles
nunca tinham visto antes. E
a sua roupa eh brilhou como a nenhuma
poderosa luz e o seu rosto brilhou mais
do que o sol do meio-dia. Então teve
algo incrível porque apareceu Moisés,
apareceu Elias, ou seja, ali estava
aquele que representa toda a lei e ali
estava aquele que representa os
profetas, a lei e os profetas, ou seja,
toda a revelação bíblica que a gente
separa em leis e profetas
reunida diante dos olhos. Então pense no
que Pedro, João, Tiago estavam vendo.
Toda a lei, todos os profetas e o
objetivo, o propósito da lei e dos
profetas ali eh eh eh brilhando. E Pedro
ficou totalmente maravilhado, não era
para menos. E ele disse: "Senhor, é bom
estarmos aqui".
E era bom, era ótimo, né?
Não sei se a palavra bom eh eh engloba
tudo aqui. Então, há experiências que
Deus concede de misericórdias
extraordinárias, não é? A a nossa vida,
a percepção nossa eh eh da da das
glórias de Deus no evangelho, elas não
são exatamente lineares, elas elas têm
dias desse clarão e há períodos em que a
palavra arde com a doçura em comum. Cada
verso da Bíblia entra em nossa alma de
uma maneira em comum. E há momentos em
que sentimos que poderemos construir
tendas e nunca mais sair dali, nunca
mais descer. Há momentos de culto que a
gente poderia ficar para sempre
cantando, exaltando, eh aprendendo.
Mas a vida cristã não é isso, não é? Não
é uma vida de cume,
porque não é a razão simples da qual a
gente está aqui. Os discípulos tem que
descer a uma multidão para ser eh
pregada.
Eh, há pessoas para serem libertas,
há vidas para que as vidas deles toquem.
E para isso você precisa caminhar na
vida comum. Você precisa estar eh na na
na vida comum, não é, do do homem,
trabalho, lar, eh estudo, tocando o
mundo todo. Você precisa acordar todas
as manhãs em que não há nenhum brilho eh
inacreditável
e precisa obedecer quando não há nenhuma
emoção. Você acorda e você sabe que tem
que estar diante de Deus em oração. Você
não precisa de nenhuma emoção especial,
algo incrível acontecendo. Você precisa
crer que e e quando o o a aquele brilho
do monte parece longe, parece distante,
isso não é verdade. Apesar de eu não
estar sentindo essas coisas. Por isso,
depois daquela nuvem, depois da voz do
pai que disse: "Esse é meu filho amado."
Aí ele ouvi. Depois do temor que todos
eles caíram no chão com o rosto em
terra, os discípulos ergueram os olhos
porque Jesus tocou neles, não é? E
quando eles abriram os olhos, Moisés
tinha desaparecido e Elias também tinha
desaparecido. E aquela, aquele brilho
extraordinário que eles viram, aquele
brilho cegante, também não estava mais
ali. Mas Jesus estava ali.
Jesus somente. É isso que o texto diz,
um só os Cristos. Ele não tinha nenhuma
daquelas manifestações incríveis. tinham
Cristo e não Jesus que o seu rosto
brilhava como um sol, não é? E suas
vestes eh brilhando. Não. Jesus diante
de quem? Pedro quando olhou para ele,
para Moisés e Elias, falou: "Vamos
construir tendas. É bom a gente ficar
aqui, nunca mais descer daqui". O que
eles viram foi o carpinteiro de Nazaré,
o Jesus de todos os dias. O Jesus que
eles tomavam café, que eles almoçavam.
o Jesus que eh eh parecia muito mais
comum.
E
agora eles iam descer o monte com aquele
Jesus
que não estava transfigurado diante
deles. E eles iam juntos descer, iam
para Jerusalém, o cordeiro seria
entregue e Cristo que eh eh eh
brilhou naquele dia ali, logo eles
veriam ele preso numa cruz.
Então essa é a lição decisiva para
quando a pessoa diz: "Eu queria crescer
mais, eu queria ser mais". Norm, porque
a pessoa tá dizendo o seguinte: "Eu
queria viver naquele clima do monte
ali." Eh,
a lição é que as
as os a nossa percepção pode diminuir,
as nossas emoções podem diminuir,
as vozes que nos ajudaram em determinada
momento a ver Jesus melhor, eh, podem se
silenciar, mas Cristo permanece.
E é isso que é uma vida cada vez mais
madura,
cada vez menos dependente de nada
incrível para o seu dia ser centrado em
Cristo. A femadura não é aquela que
precisa repetir para sempre um momento
de êxtase, que ora quando está sentindo
alguma coisa especial, que lê a Bíblia
quando parece que tudo está brilhando. É
aquele que aprende que o Cristo
ordinário não é menor.
Aquele que eles estavam vendo, aquele
Jesus,
o homem de Nazaré, então era o mesmo que
estava brilhando como o sol. Era o
mesmo. Apesar de eles não estar vendo
mais o brilho, não estarem vendo mais
aquela coisa que fez eles cair no chão
como morto. Não era um Jesus menor, não
era um Jesus eh menos digno, não era um
Jesus menos belo.
O Jesus que caminha conosco no vale é
tão glorioso quanto o Jesus que
resplandece no monte. O Jesus do
cotidiano, do trabalho, do ônibus, do
trem, do trânsito, eh do lar, da do
cuidar dos filhos. A diferença está em
nossos olhos. Em Jesus mesmo não há
diferença nenhuma. Ele não é maior, mais
brilhante, mais belo em determinados
momentos em que minhas percepções são
mais tocadas do que em outros momentos.
embaixo,
ele estava coberto pelas roupas comuns
da encarnação, mas embaixo disso estava
aquela mesma glória, o mesmo Deus,
o mesmo filho, o mesmo salvador, a mesma
insuficiência, o mesmo Jesus brilhando
como o sol, que dissesse sem mim nada
podesse fazer. Então, quando ele era só
o Jesus com uma roupa simples de
carpinteiro, sem nenhum brilho, ainda
era o Jesus que dizia: "Sem mim nada
podesse fazer". Então, nós queremos
Jesus em uma experiência. Nós achamos
que nossa vida de oração seria maior se
nós tivéssemos Jesus em determinada
experiência. Nossa vida de oração, ela é
porque nós temos Jesus somente.
A experiência de vê-lo brilhando no alto
do monte ou caminhar com ele na estrada
comum do dia a dia, não é? Indo pescar,
eh,
não é menor. Então, a gente normalmente
não quer Jesus somente, não quer um só
os Cristos, a gente quer a obra de
Cristo, mais algo que a gente faça para
a gente ter uma certa empolgação, né?
A gente quer Jesus, mais uma técnica.
Jesus é a certeza de que tudo dará
certo. Eu quero Jesus e e quero a
certeza de que nada vai não vai não
haver nenhum problema na minha vida
profissional, na minha vida com meus
filhos, que na minha vida no casamento.
Eu quero Jesus e mais isso, porque Jesus
só isso vai perder o brilho. Jesus é
alguma coisa que pareça completar aquilo
que nós julgamos que é insuficiente no
próprio Jesus.
Não existia menos luz no Jesus do dia a
dia dos apóstolos, dos discípulos, do
que Jesus que brilhou no monte. Então, o
pai, quem fez a nuvem aparecer? Quem fez
Moisés aparecer? Quem fez Elias
aparecer? Quem fez tudo brilhar? O pai.
Esse mesmo pai tirou essas coisas
secundárias.
É como se ele tivesse cumprindo aquilo
que ele disse: "A ele eu vi". É ele, não
é o brilho, não é o sentimento de vocês
arrebatador, não é isso. O valor está
nele.
Ele é a luz. Quer vocês estejam vendo ou
não, quando vocês descerem lá para baixo
do monte, não vão ver ele brilhando, não
vão ver o rosto brilhando, não vão ver
as suas vestes como sol, mas ele é o meu
filho amado. A ele eu vi.
Este é o meu filho amado. Ouça-no.
Então, a maturidade cristã começa quando
aquilo que acompanha Cristo deixa de
competir com Cristo. Para mim estar aos
pés de Cristo em oração, não dependo que
algo extraordinário esteja acontecendo.
E uma sensação extraordinária, uma
percepção maior da presença.
Eu sei que quando eu tenho uma percepção
maior da presença, ele não está mais
presente do que quando eu não tenho essa
percepção. Então, eh, a lei encontrou
seus cumprimentos em Cristo, em Moisés,
né? A preparação e encontrou a chegada
nele. Tudo que a lei, tudo que a lei
veio fazer, ela fez
para que o pecado abundasse, para nos
apontar não para ela. A lei não é um
plano de salvação,
não é? Não é que é muito difícil ser
salvo para a lei, é que a lei não é um
plano de salvação. A lei não tem nada
sobre salvação.
A lei ela é o padrão moral infinito de
Deus que nos condena. Só nos condena.
Não tem na própria lei nada salvador.
Só tem algo que te coloca diante da luz
de Deus e diz destituído. Você está da
glória, né, de Deus.
Então,
a culpa encontra expiação em Cristo. Eh,
todas as revelações dos profetas, não
estamos muito interessados em revelações
em si, mas para que elas apontavam? Nós
já temos para que elas apontavam. Não
precisamos de Jesus acrescentado de
nenhum
Salvador,
nem de Moisés, nem de Elias, nem de
nenhuma sensação, nem de nenhuma
experiência.
Precisamos que todos os outros
salvadores desapareçam diante de Jesus e
de que todas as necessidades de luzes
extraordinárias e experiências
extraordinárias. E precisamos entender
que o pai que tirou aquelas
manifestações diz: "Esse é o meu filho
amado. Ouçam ele". Então, eh
às vezes a gente fica numa numa
preparação interminável. Eu quero ter
uma vida de coração incrível. Mas o que
essa pessoa está dizendo que é incrível
era simplesmente ter percepções e
sensações
que não são o próprio Cristo. Cristo é
incrível. Ele era incrível brilhando e é
incrível quando parou de brilhar. Não
era menos amável, menos deleitável.
Talvez você possa depender de sensações,
circunstâncias, as circunstâncias que
eu, ah, eu estou muito assim com Deus,
com o evangelho, com Cristo. Certamente
então era em Cristo e mais em alguma
coisa, não é? Então,
nós temos que continuar ouvindo Jesus
depois que a nuvem parou de nos
envolver, depois do brilho, depois da
experiência.
Nadaquilo é Jesus.
H,
não como desprezo por tudo aquilo que
Deus usa nos momentos em que eh as os
nossos afetos são mais arrebatados,
mas como confissão de que tudo que é
verdadeiro, santo, amável, belo, de boa
fama, se há algum louvor, se há virtude,
encontra a sua plenitude em Cristo. Quer
eu perceba, quer não. Quer eu veja, quer
não. Quer eu sinta, quer não. Ele é
digno do mesmo louvor, do mesmo tempo em
oração, da mesma meditação apaixonada
nas suas palavras. Deus não disse:
"Ouçam ele quando ele tiver brilhando.
Ouçam ele quando o rosto dele tiver
brilhando como sol e suas roupas brancas
como" não. Ele disse: "Esse é meu filho
amado. Ouçam ele. Ouçam ele quando ele
tiver em cima do barquinho e falando ali
na Galileia. Ouçam ele quando estiver
carregando a cruz. Ouçam ele orando na
cruz. Será um dia horrível. Ouçam ele.
Isso é crescer. Quando resta
apenas Jesus e mais nada,
não falta nada.
Porque Jesus e mais nada é tudo. Todas
as outras coisas são nada, não é? Então
você continua tendo tudo. Então Pedro,
ele desejou nunca mais descer do monte,
nunca mais deixar de estar com Elias,
Moisés, luz brilhando.
Mas isso era a negação do plano de Deus.
Se nós quiséssemos ficar em êxtases
juntos o dia inteiro, a semana toda,
seria
seria totalmente
fora do que Deus quer para nós. Deus
quer que você veja Cristo e o ouça
amanhã no trânsito e no trabalho,
trocando uma fralda.
Isso é crescer. Cristo brilhava. Moisés
e Elias conversavam com ele. O céu
parecia ter descido pra terra. E quando
o coração prova algo assim, você quer
transformar um instante
aquela experiência numa morada. Você
quer morar ali, você quer morar na
experiência, você quer morar na
sensação, quer construir tendas, quer
impedir que a luz diminua. Mas Deus não
permitiu.
Deus tirou a nuvem, veio, ele falou, o
medo derrubou eles no chão e o momento
terminou.
experiências
aquecedoras de coração e extraordinárias
são maravilhosas, mas elas são dádivas,
não são Cristo. Não são Cristo, não são
nosso fundamento. Nós não oramos porque
estamos sentindo algo extraordinário.
Oramos porque Cristo é extraordinário.
Não meditamos na palavra porque estamos
sentindo coisas extraordinárias, mas
porque a palavra de Cristo é
extraordinária.
Então, nada disso foi dado para ser
objeto da nossa fé, objeto da nossa
busca.
Nós buscamos Cristo, a face de Cristo,
de Cristo brilhando no monte e de Cristo
suando no Jetsemani.
O problema começa quando passamos a
medir a presença de Cristo pelo grau da
intensidade em que nós sentimos alguma
coisa.
Então, quando a emoção diminui, nós
concluímos, estou frio.
Ah, não consigo orar. Por quê? Porque eu
estou frio. Não consigo meditar porque
estou frio. Se eu tivesse na no monte,
eu ia conseguir orar, mas agora não tô
no monte. Eu não tá posso orar, não
consigo. Quando a palavra exige atenção
paciente,
em vez de provocar impacto imediato,
perdemos o interesse. Queríamos ler, nós
estamos meditando num texto que às vezes
será
definitivo para algo que nós vamos
enfrentar daqui a 10 anos, mas nós
queremos estar sentindo uma coisa agora.
E a alma se torna dependente de uma
excitação contínua, precisa de novidades
constantes.
Mas os discípulos não deviam viver
assim. Eles iam viver, iam pregar, iam
ser assassinados. Não seria emoção sobre
emoção,
seria sobre Cristo. A fé não é um vício
em experiências religiosas.
E não estamos nem falando dessas
loucuras. Só falando da verdade, isso
aqui
é exatamente uma experiência verdadeira.
O coração pode estar logo numa manhã e
pesado à noite. O dia pode estar muito
cheio de luz e alegria de manhã e a
noite pode estar cheio de e
notícias tristes. Mas Jesus não mudou.
Se eu dependesse daquela sensação do
monte, ia parecer que ele está mais
longe, mais distante. Eh, Cristo é o
mesmo. É isso. O cristão maduro aprende
a agradecer pelos cumes e também pela
beleza de Cristo nos vales, nos vales
escuros da vida. Recebe consolação
quando ela vem, mas não transforma a
consolação em seu Deus.
Ainda que eu tenho que esperar pela
consolação,
espera aos pés de Cristo, espera olhando
para Cristo. Ele é a consolação de
Israel.
Então, quando Deus torna a sua presença
muito sensível, devemos agradecer. Foi o
que ele fez ali, fez brilhar a face do
seu filho, mostrando algo da sua glória.
Elias, Moisés.
Mas
quando aquilo acabou,
quando a transfiguração passou, quando o
rosto de Jesus não brilhava mais, quando
Moisés e desapareceu,
Jesus não perdeu nada da sua glória, da
sua beleza. Não perdeu-se nada da
palavra do Pai a ele ouvir. No dia que
eu não tô sentindo nada, o que Jesus
disse é isso. Ele está aqui. Ele está
falando. Não há nenhuma difer, não há
nenhuma distância maior, porque eu não
tô sentindo nenhum êxtase. Eu devo
ouvi-lo. Eu devo ouvi-lo. Eu devo estar
aos seus pés.
Eu devo estar em oração. Eu devo meditar
na sua palavra. Não é porque eu estou
sentindo algo,
mas porque a ele eu vi. Então, terminou
porque os discípulos precisavam aprender
a reconhecer a mesma glória na forma de
um servo sofredor.
Ah, nós queremos fugir da eh sofrimento,
dor, mas ali estava um homem de dores. E
quando ele parecia diante dele só como
um homem de dores, só como servo
sofredor, ele era o rei da glória.
E quando ele apareceu no no monte
brilhando como o sol, ele era o rei da
glória. Ele sentado em seu trono à
direita do Pai é o Rei da Glória. Ele,
na minha experiência cotidiana,
comum, sem êxtase, é o rei da glória. É
isso que é crescer. Deus não pretende
nos manter permanentemente estasiados.
se a nossa vida espiritual, se a nossa
meditação, se a nossa oração, se o nosso
deleite em Cristo depende disso, então
não estamos querendo crescer, queridos,
estamos querendo ser infantis, cada vez
mais infantis, não é? Eh,
Deus está trabalhando em que nós sejamos
fiéis ao seu filho. Ele me chamou para
orar,
ele me chamou para me alegrar.
Então, com êxtas não, com coisas assim,
eu não.
É o direcionamento da minha vida. No
monte Pedro viu uma luz
que não conseguiria produzir no vale.
Ele ia precisar confiar na luz que ele
viu e não estava vendo.
No dia que ele foi preso, no dia que
foram matá-lo, ele precisava confiar na
luz que ele não estava vendo naquele dia
escuro. Essa é é a passagem da emoção
paraa maturidade.
Se eu leio a Bíblia só quando eu sinto
algum êxtase, se eu medito nela, se eu
quero que o espírito sonde o meu coração
quando estou sentindo algum êxtase, sou
completamente infantil.
Então, do brilho para obediência, do
momento extraordinário para Cristo
permanente.
Então, a fé, a fé não prova a sua força
quando está no monte da transfiguração,
mas quando continua obedecendo Cristo,
quando não está sentindo nada, quando
não está vendo nada.
quando está andando, como Davi diz,
ainda que eu ande na escuridão, eu nele
confiarei.
Essa é a fé que cresceu. Quando os
discípulos levantaram os olhos, não
viram eh eh eh eh eh Jesus vestido de
luz.
Moisés e Elias não estavam mais lá.
Nada
essencial havia mudado. Jesus não era
menos amor, não era menos filho de Deus,
não era menos a imagem de Deus, não era
menos todo poderoso.
Porque Jesus e o meu êxtase não são a
mesma coisa. Ah, nada essencial diminuiu
em sua glória, grandeza, beleza. O
Cristo da estrada, que eles iam
continuar caminhando e caminharam anos
na estrada empoerada.
Eh, era o mesmo do monte, o mesmo
brilhando. O homem que desceria com eles
eh eh eh era o filho amado. Quando Deus
disse assim: "Este é o meu filho amado,
então aquele homem comum que ia descer
com eles na montanha era o filho amado
de Deus. Não era menos a glória não
havia sido perdido. Nada em Cristo é
perdido.
Apenas voltou a está velada. E Deus usa
exatamente isso, ah, revelações mais
intensas e velar, porque o o que ele
quer que a gente perceba é que é Jesus
que é o valor infinito. Não são nossas
sensações, nossas percepções. Não, não,
não. Temos a tendência de chamar de
espiritual apenas aquilo que é intenso.
Há uma oração espiritual é intensa.
Então, se eu não tenho essa coisa dessa
intensidade, então minha oração perde.
Como assim? Era
como se Pedro dissesse: "Eu só consigo
orar se você for transfigurar". Não vai
transfigurar hoje?
Eu vou ficar vendo só esse
carpinteiro isso não me inspira. É
porque óbvio que ele não estava
arrebatado por Cristo, mas por uma
experiência.
Ah, então na abertura da escritura,
quando a mente tá cansada, no pedido de
perdão dentro de casa, na fidelidade
a à promessa que fizemos ao nosso
cônjuge, na maneira que criamos nossos
filhos, estamos desfrutando
de tudo que Cristo é. Parece algo comum
no cuidado de alguém que não pode me
retribuir,
na perseverança que não vai produzir
histórias.
As pessoas querem ter uma história
impressionante para contar sobre sua
vida de oração, uma história
impressionante sobre a sua última
meditação, uma história impressionante
sobre a sua conversão. Mas o Jesus dos
dias comuns não é um Jesus reduzido.
O Jesus, o Deus de Moisés que abriu o
Mar Vermelho, é o mesmo Deus eh de eh
Isaque cego, morrendo.
Não é menor. Ele continua sendo o verbo
eterno.
Ele continua sendo o autor da vida. Ele
continua sendo a imagem do pai. Ah, hoje
eu não tô sentindo nenhum arrebatamento.
Então isso não mudou nada em Cristo.
Continua presente dentro de nós pelo seu
espírito. O fato de não vermos nenhum
brilho não significa que a glória
diminuiu.
A encarnação de Cristo, ela inteira
ensina essa mesma coisa de novo e de
novo. Aquele que chorou diante do túmulo
era o Jesus da transfiguração. que
olhasse para aquele homem no enterro
chorando,
podia pensar, isso não é muito
inspirador, não tá parecendo o rei da
glória, não tá parecendo brilhante como
eh na transfiguração? Então era o mesmo,
mesma glória.
Aquele que foi preso ainda era o juiz de
todos, que foi cuspido.
Deus gosta de esconder a majestade em
formas que o orgulho não a reconhece. Se
para nós reconhecermos o valor de
Cristo, precisamos de algo
extraordinário, estamos mais
interessados em algo extraordinário do
que em Cristo extraordinário.
Para o pai, o filho amado, não é o filho
amado na cruz, é o filho amado, não é
menos o filho amado, pelo contrário,
isso está brilhando de uma maneira
incrível.
Então, uma obediência silenciosa, não
ah, minha vida espiritual, ah, eu queria
fazer coisas do reino de Deus, eu queria
ser usado, né, sei lá, como Martim
Lutero, como Paulo, tudo isso é
infantil.
O Jesus do dia a dia,
do acordar, orar, meditar, trabalhar
é o mesmo.
Então, nunca despreze o ordinário,
porque isso é o que você vai ter a maior
parte do tempo. E se sua vida espiritual
e se seu deleite em Cristo depende não
de Cristo, mas de algo que você sinta,
então você é infantil. E se o que você
busca é mais disso, você está buscando
ser mais infantil e não mais maduro e
mais espiritual, como a pessoa estava
falando. Enquanto isso,
ele está lá do seu lado descendo o
monte. Não está mais brilhando, não está
mais com luz resplandescente nas vestes,
está na palavra que você já conhece,
está num texto, como nós nós lemos, mas
vale um cão vivo do que um leão morto.
Ah, ensinos eh eh profundos sobre
Cristo, que é a vida.
Então é uma longa caminhada com a pessoa
cuja glória permanece a mesma quando
meus olhos não percebem.
Esse é que vai nos dar o senso de
santidade para o dia comum. Eu tô no
trânsito, então não estou tendo
experiências nem êxtases, mas Cristo
está lá, precisa ser adorado por mim. A
maneira com que eu me eu ajo ali, eu
devo perceber que estou agindo diante de
Cristo.
Isso também muda a nossa leitura da
providência de Deus. Nos dias
extraordinários
você diz: "Ah, que dia maravilhoso! Que
aconteceu aconteceu algo maravilhoso?
Que aconteceu? Ai, a pessoa conta o que
aconteceu. Aconteceu algo. Eu tava
andando, um caminhão capotou, caiu de
cima de um viadulto, quase caiu em mim,
mas não caiu em mim, ficou a 1 cm de
mim. Foi um dia extraordinário,
mas
porque abriu uma porta, né? Uma porta
que estava esperando há anos, mas nos
dias comuns
a mão divina parece menos visível. Não
aconteceu nada demais hoje. Não percebi
que corri grande risco. Não se abriu
nenhuma grande porta. Não tive nenhuma
grande experiência arrebatadora no meu
momento de oração e meditação. Ainda
assim, Cristo governou aquele dia. Deus
tirou brilhos e deixou só Cristo. Basta.
Apenas Cristo basta. Ou só os Cristos é
um uma boa frase em latim pra reforma.
Ele está presente quando demora, ele
está presente quando disciplina. Ele
está presente em anos que parece que a
oração não tem resposta. Ele está no
presente, no limite que te protegeu. às
vezes nas portas fechadas,
na repetição, porque a repetição
contínua, minha vida de oração,
independente de o que que eu tô
sentindo, a minha meditação,
independente de algo arrebatador, está
me formando um caráter que não precisa
dessas coisas arrebatadoras, mas de um
Cristo arrebatador em si mesmo,
na frustração.
Cristo está presente na frustração que
expõe seu ídolo. Sabe naquele dia que
ver que você tá mais arrasado porque o
dia tá horrível. Então Cristo está
presente só expondo. Tá vendo como você
é um ídolo na sua vida? Tá vendo como
teu dia foi estragado? Não porque eu
mudei, mas porque isso aí não está como
você. Você perdeu isso ou isso não
aconteceu como você queria? Na rotina em
que a santidade é praticada sem plateia.
Queridos, a vida de santidade
é uma coisa que na maior parte do tempo
acontece na vida ordinária,
no comum, em como eu estou atendendo o
cliente que está na minha frente. Se eu
tô com a cara feia, se eu tô eh azedo,
né? Amanhã é segunda-feira.
O mesmo Senhor que resplandeceu sobre o
monte dirige cada passo meu até o céu.
Nenhum passo é comum.
Os passos que Pedro estava dando com ele
naqueles 3 anos não eram menos
extraordinários do que a transfiguração
no monte. E pelo contrário, você vê, se
você for comparar a quantidade, ele
passou muito mais tempo andando com
Jesus, comendo coisas ordinárias que não
eram extraordinárias do que no
extraordinário. A cozinha, o escritório,
o trânsito, a enfermaria, a sala de
aula, o quarto silencioso.
Tudo isso está sendo governado pelo
filho amado. Tudo isso está sendo
operado para o de para Deus pela nossa
conformação com o seu filho. Reconhecer
isso é uma forma de adoração.
é adorar o de verdade. Não é adorar uma
sensação, nem uma experiência.
é adorá-lo. É dizer que sua presença não
depende da nossa sensação. Meu desejo de
te obedecer, Cristo, não depende de
arrebatamentos,
de arroubos, de sensação. O teu senhorio
não começa apenas quando eu toco algo
que parece extraordinário. Teu senhorio
sobre a minha vida, tua beleza, tua
glória. Então, Cristo que caminhava eh
eh a que caminha ao seu lado na
terça-feira e com Pedro comum, é tão
glorioso como o Cristo que resplandeceu
eh diante dos discípulos. É tão glorioso
como Cristo que está sentado à destra de
Deus. Ah, mas minha segunda-feira foi um
dia tão comum. Foi comum nada.
Se a visão tivesse desaparecido por
completo,
os discípulos tivessem ficado sozinhos.
Aí sim.
Seria uma desgraça, não é? E eles teriam
visto a glória, teriam ouvido a voz,
teriam provado um momento celestial.
Mas imagine se quando eles abrem os
olhos, Jesus não estivesse lá, então
tudo aquilo não teria tido valor nenhum.
Porque o que vale mesmo não é aquela
experiência, é Cristo.
A grande bênção é que quando eles
abriram os olhos e não tinha mais
brilho, nem Moisés,
nem Elias, nem uma voz que eles ouviam
do céu, ainda assim Cristo estava lá.
Tudo que nós precisamos é isso. Tudo que
minha vida de oração precisa amanhã é
que Cristo esteja lá. Tudo que minha
vida de meditação precisa é que Cristo
esteja lá. Tudo que a minha alegria em
Deus precisa é que Cristo esteja lá.
Não brilhando como sol, não em
sensações.
Porque se eles tivessem descido,
tivessem tido aquela experiência por
mais tempo, mas descido sem Cristo,
então nada.
E eles precisavam de Cristo exatamente
naquela, naquela relação cotidiana com
aquele mundo difícil, sabe? Precisavam
de Jesus eh eh respondendo aos escribas
e fariseus. Precisavam de Jesus entrando
no templo e derrubando as mesas.
Precisavam de Jesus eh vendo a mulher
beijar seus pés com lágrimas, ainda que
fossem pés comuns e empoerados.
Eles precisavam do perdão diário. Você
diz que um dia não é extraordinário, mas
você está sendo perdoado em Cristo
naquele dia. Está sendo aceito pelo Pai.
Sabe? Eh, o relato de Moisés e Elias. Se
você pudesse ver Moisés e Elias falando
com você todo dia, isso não perdoaria
seus pecados,
não te deixaria nem um pouco mais
próximo de Deus.
O passado extraordinário
não substitui a presença viva de Cristo
continuamente. A experiência no monte
não substitui Jesus no barquinho da
Galileia pregando um sermão ou num monte
pregando. Muitos vivem de lembranças, de
histórias, de testemunhos, de coisas
incríveis que aconteceram no passado.
Recordam um determinado culto, uma
temporada de avivamento pessoal.
um momento da igreja. O problema não é
recordar, não é? Não é recordar. A
memória pode ser uma misericórdia. O
problema é quando você vive no museu e
você fica querendo voltar para lá. Ah,
eu quero que minha vida de oração
aconteça aquilo que aconteceu naquela
vez em que eu estava naquele momento.
Tudo
no museu está preservado, né? Se a gente
vai no museu, tá tudo lá, tudo atrás de
um vidro, tudo morto, tudo do passado.
Ah, isso aqui é tudo Tancamão. Ele foi
um grande rei. Ah, tá legal. Mas ele é
uma múmia.
É o passado. É o passado. Está, não está
vivo.
Não há alguém que permanece. Seu
evangelho não nos oferece apenas
recordações de Jesus, recordações de
dias incríveis, recordações de cultos
maravilhosos, recordações de momentos eh
eh inebriantes, momentos arrebatadores.
O evangelho não nos oferece isso. O
evangelho nos oferece Cristo somente.
Ele não é um herói morto, cuja vida me
inspira, cujas experiências passadas me
inspiram. Ele é o Cristo que anda comigo
na terça-feira
no meu trabalho, quando só está eu e
Cláudia. Eu ainda sou um marido diante
de Cristo, uma esposa diante de Cristo.
Não deixou eh eh eh eh esse Cristo
apenas ensinamentos, inspirações
passadas. Ele deixou o espírito. O
espírito não está atuando em mim em
momentos extraordinários.
Ele está atuando em mim instante após
instante para me conformar à imagem de
Cristo.
Sabe, ele disse: "Eu estarei convosco
todos os dias até a consumação dos".
Sabe o dia que você disse que foi
tedioso, que a sua oração foi difícil,
que o dia foi difícil. Então ele estava
lá.
Estarei convosco todos os dias, todos os
momentos, não quando tudo tiver
arrebatador.
Prometeu estar conosco. Significa que
nós jamais não vamos viver num monte,
não vamos viver num culto. Há pessoas
que acham que vida espiritual vigorosa é
10 cultos. Não vamos viver num culto,
nós vamos descer do monte. Ah, mas nunca
vamos descer sozinhos. Nós vamos amanhã,
segunda-feira estar uns na vida do
Brasil, outros indo para outro lugar,
uns em carro, outros em ônibus, outros
em trens, mas não estaremos sozinhos.
Não estará com menos Jesus do que hoje
aqui, agora quando os amigos nos
compreendem,
está tudo ótimo. Então ele está lá. Mas
quando eles não nos compreendem, também
está.
Quando casamos e quando enterramos o
nosso cônjuge, quando a saúde muda, ele
continua. Descemos do monte da saúde e
daí
Jesus desceu conosco. Está lá. Quando o
coração sente pouco, ele continua.
Quando a morte se aproxima, ele
continua. Quando eu estava cheio de vida
pregando,
ele estava lá. Mas ele não está menos lá
agora que minha voz não funciona mais.
Meu corpo está, como Paulo diz, eh, está
se deteriorando a cada dia. A pergunta
decisiva não é: consigo reproduzir o que
eu senti na oração da semana passada,
que foi incrível? A a questão não é
essa. A questão é Cristo está aqui agora
que eu estou orando?
Melhor um vale escuro com Cristo que um
monte luminoso se eu tivesse só com
Moisés e Elias, porque não seria salvo
nem pela lei e nem pelos profetas.
Melhor a presença silenciosa de Jesus do
que todas as experiências que
terminassem com Jesus não está mais lá.
Aquela experiência foi maravilhosa e
tudo continuou maravilhoso quando toda a
luz passou, quando Moisés e Elias não
estavam mais lá, porque Cristo ainda
estava lá. E é por isso que Deus falou a
ele, eu vi. Então é melhor o Cristo vivo
em vestes comuns do que lembranças de
momentos arrebatadores. O que você
precisa, o que eu preciso todo dia é de
Jesus com suas vestes comuns, do
cordeiro que andou pelas ruas poerentas
do nosso mundo, do que grandes
experiências que estão no passado, que
ficaram ficaram para trás. Então, qual
era a segurança do discípulo?
Não era a segurança deles, não era
tendas para ficar lá no monte com Jesus
brilhando. Moisés e Elias era descobrir
que aquele Deus
que se transfigurou
estava descendo com eles. Para quê? Para
as acusações dos fariseus, para a dureza
do coração dos homens, para a a
incredulidade de Israel.
para carregar o vitupério de Cristo,
para sofrer
eh com ele. Então, pegue-se em outras
possibilidades que não fosse isso. Havia
uma possibilidade terrível. Os
discípulos poderiam ter levantado os
olhos e não visto ninguém, nenhum Jesus.
A brilho continuasse, alguma sensação,
mas nada de Jesus, isso seria o quê?
Estéril. A maioria das experiências que
as pessoas dizem que tem é totalmente
estéril. Não teve abundância de Jesus no
momento e nem tem Jesus depois. Não tem.
Há pessoas que vivem assim diante do
evangelho, reconhecem a beleza, admiram
a história, falam sobre a santidade, a
soberania. Estão vendo o brilho, né, de
Deus, mas não tem Jesus nenhum no no
cotidiano. Aquela grande coisa sobre a
soberania de Deus não lida com os
problemas da vida. Talvez até defenda a
importância, não é, eh, dessas
doutrinas, mas terminada a reunião nada
aparece na na nada permanece. Ah, o
sermão, caramba, falou, mas é como um
brilho, eh, eh, é um brilho fato no
monte aquele grande sermão, porque
quando ele descer dali, Jesus não vai
estar com ele. Aquele sermão não faz
diferença nenhuma, porque não há um
encontro com o Deus vivo. Esse eh não é
um perigo só fora da igreja. Existe
muito na igreja. Podemos passar anos
frequentando cultos.
E ainda tratar Cristo como uma
experiência. Ah, hoje eu não tô sentindo
assim, minha vida de oração tá muito
difícil hoje, porque eu não tô sentindo
aquela experiência.
Podemos cantar sobre a sua presença, mas
não viver amanhã como se estivéssemos na
presença dele.
Podemos ouvir promessas e quando vamos
enfrentar uma promessa, é maravilhoso.
Tu não nos A gente cantou hoje, não é?
Eh, nem a morte, nem a vida, nem as
aflições me separarão do amor de A gente
cantou isso hoje. Então, mas aí podemos
ouvir essas promessas e amanhã quando
chegar a ansiedade, não temos recurso
nessas promessas. Ficou lá no monte,
ficou só naquele momento que para nós
era meio que extraordinário, né? Podemos
afirmar que ele governa e reagir cada
perda como se o diabo tivesse dirigindo
o mundo. Ou acaso podemos falar da
ressurreição e temermos a morte como se
o túmulo fosse a palavra final sobre a
morte. Ele disse: "Como eu vivo, vós
vivereis". Então, podemos celebrar isso
como uma luz gloriosa, né? como no monte
aqui agora, mas amanhã estávamos tanto
medo da morte como quem não sabe nada a
respeito disso.
Então a religiosidade se torna um albo
de momentos. Sabe aquele sabe que você
abria assim, ficava passando, vendo? Ah,
isso aqui foi, poxa, que legal isso. Um
encontro, esses dias me mostraram uma
foto de um encontro de família onde eu
devia ter uns 6 anos de idade. Mas eu
lembro daquele dia, quando eu li a foto,
lembrei do dia, lembrei do que
aconteceu. Então, mas a vida espiritual
não é um álbum de fotos, de sensações,
experiências que foram no passado.
Cristo não permanece no passado. Cristo
não vai ficar confinado ao domingo.
Se eu esquecer quando chegar em casa
hoje na relação com a minha esposa, meus
com meu esposo, com meus filhos na
segunda, na terça, se eu esquecer, ah,
se eu pensar que Cristo ficou confinado
a um momento de culto, onde eu tava tão
espiritual, então eu não entendia, não
estou querendo, ah, eu quero ficar com
aquela sensação o tempo todo, como se
fosse aquele culto e aí sim eu ser
espiritual, você não, não. Você ser
infantil,
ele vive. Sua obra não é uma peça
encerrada. Sua cruz continua sendo a
minha absolvição. Ela não foi. Ela é.
Sua cruz não foi minha justiça. Ela é
minha justiça.
Sua cruz não foi minha aceitação. Ela é
cada oração, cada momento diante de Deus
é por causa da cruz. continua presente,
o seu sacerdócio continua operando. Ele
continua intercedendo por mim dia e
noite,
não em momentos especiais de êxtase. Sua
palavra continua chamando mortos à vida,
sua presença continua real, mesmo sem
ser visível,
mesmo quando ele eh ascendeu ao céu e
Pedro nunca mais o viu, ele não era
menos presente.
O mundo pode
ver Jesus como uma relíquia.
Nós podemos contar a data como ele
passou pelo mundo, 2026, mas a igreja
não. Jesus não está confinado ao momento
de de de transfiguração.
É o cabeça viva do corpo. Ele diz: "Não
vos deixarei órfãos. Minha vida vai
estar em vocês e meu espírito vai estar
em você". A pergunta é simples e grave.
Depois de tudo que você ouviu, o que
permaneceu,
aquela experiência só tinha valor se
aquilo que o pai falou naquela hora.
Esse é meu filho amado, a ele ouvi. Eles
não precisavam continuar ouvindo a voz
do pai falando. Eles não precisavam
continuar vendo Moisés, Elias e um
brilho. Eles precisavam
todo dia, em qualquer situação, lembrar:
"Esse é meu filho amado. A ele eu vi."
Quando você estiver sentindo coisas
grandes e quando não tiver, quando tiver
com uma experiência que te empurra para
oração correndo, mas no dia que você
deve orar sem essas coisas, esse é meu
filho amado, é ele ouvir.
Medite na palavra, não quando você tiver
sentindo um aquecimento, você precisa
ouvir ele todo dia, todo o tempo.
E uma experiência é é que termina sem
uma comunhão contínua ou um culto que
termina sem adentrar segunda, terça,
quarta-feira, porque na no trânsito eu
não tenho as mesmas e sentimentos e
emoções do do momento do culto. Então,
eh
faz de Jesus uma lembrança vazia que de
vez em quando eu trago daquele meu
álbum. Os discípulos poderiam ter
levantado os olhos e não ter visto Jesus
e nada. Vamos que depois daquilo tudo,
aquela coisa, aquela experiência
maravilhosa, eles levantassem os olhos e
vissem Moisés somente. Não, Jesus.
Tivesse ficado só Moisés, teria sido
bom.
Não seria uma companhia aprasível.
Moisés estava ali representando a lei.
Você queria experimentar a lei sem
Cristo? Você queria realmente conviver?
Você acha que seria bom conviver com a
lei de Deus sem Cristo? Nome disso é
inferno.
Não seria aprasível.
Ah, a história de Moisés carrega o peso
santo da lei de Deus, mas essa lei nos
esmaga.
Moisés não era Jesus.
Ele refletiu
a beleza de Cristo, né? Como a lua
reflete o sol, a lei não substituiu o
Salvador.
Você não pode sair do Salvador para a
lei, porque a lei ainda te condena se
você não tivesse só Jesus.
Pode revelar pureza. A lei pode dizer
que Deus é santo, santo, santo, mas não
pode fazer você amar essa santidade.
Não pode criar um coração puro. Não pode
fazer você realmente ser ouvido pelo
pai.
A lei é maravilhosa, mas paraa lei você
é um maldito, a não ser que você esteja
em Cristo.
Ela pode e ela faz apontar para o
sacrifício. Então o que a lei faz?
Aponta para Cristo. No final eu preciso
abrir os olhos e ver somente Cristo.
Não, Cristo e a lei. Cristo e a lei não
me salva. É Cristo sozinho que me salva.
Ver Moisés somente é viver diante dos
mandamentos sem chamar jamais chegar ao
cumprimento do propósito de Deus. Tem
gente que nunca vê Jesus sozinho. Para
sempre ele é um legalista. Para sempre
ele acha que está somando coisas ao que
Cristo fez. Ele não abre os olhos e vê
Jesus somente. Ele vê Jesus e Moisés. E
ele acha que isso é importante. Ele não
consegue compreender que Moisés só
apontava para Cristo, que a lei só dizia
assim: "Você é maldito
e não há nenhuma esperança para você.
Sua justiça é um trapo imundo. Não
chegue diante de mim pela lei, porque
pela lei você está debaixo da minha ira.
Não pense que acrescentar lei ao meu
filho vai fazer você mais aceitar. Mas
pelo contrário,
é ler a Bíblia, a lei é você ler a
Bíblia e encontrar apenas cobrança. Seja
santo como eu sou santo. Seja perfeito.
Jamais peque seje para você e ainda
assim você não ia poder remir os pecados
passados. Há pessoas que transformam
cada promessa numa ameaça. Porque ele tá
sempre vendo Moisés. O texto diz: "Ven a
mim". E eles ouvem: "Venha a mim. se
torne digno, eh, faça que que se torne
aceitável.
Então, eles estão vendo Jesus e mata
alguma coisa, a lei. O texto diz: "Quem
crê em mim tem a vida eterna".
E eles ouvem:
"Quem vem a mim tem uma fé perfeita, tem
a vida eterna". Mas não é isso que ele
disse. Eu tava falando no início hoje,
eh, um suspiro de um homem vivo vale
mais do que os arroubos de um homem
morto espiritualmente. É melhor ser um
homem com a menor fé no reino de Deus do
que não estar vivo.
O texto diz: "Não há condenação para
aqueles que contemplam a lei". Diz:
"Nenhuma condenação há para os que estão
em Cristo Jesus. Cristo Jesus não
transfigurado, Cristo Jesus andando nas
ruas de Nazaré, da Galileia, de de
Jerusalém. O Cristo comum, o Cristo sem
experiências arrebatadoras
e não há condenação. Essa é uma promessa
incrível, mas tem gente que diz assim:
"Talvez isso valha para os outros, mas
para mim eu ainda tenho que fazer isso e
aquilo". Então, ele não entendeu.
Moisés somente e eh eh eh aparece quando
o cristianismo é reduzido a formas
exteriores.
A lei não pode fazer nada dentro de mim.
Eu posso, se além disse louvar ao
Senhor, eu posso louvar, mas o meu
coração pode estar longe. A única
maneira do meu coração estar vivo para
Deus é o espírito de Cristo. E essas
bênçãos espirituais compradas operando
em mim, tudo pode possuir valor em seu
lugar se aponta para Cristo. Se a lei
não aponta para Cristo para uma pessoa,
a lei faz dele um maldito. Ele pode
achar, mas eu acho a lei tão linda, tão
perfeita. Então, exatamente esse é o seu
problema. Você não é lindo nem perfeito.
E ela é.
O coração adora sistemas porque sistemas
parecem incontroláveis, mas Jesus não
veio para nos devolver as sombras.
Imagine a lei aponta para Jesus. Imagine
se Jesus chegasse e apontasse para a
lei, a gente ia pensar como assim?
A lei apontava para ele. Agora nós
chegamos a ele, ele disse: "Agora você
cumpre a lei".
Ué, mas aí eu vou lá paraa lei. A lei
vai dizer: "Olha, eu aponto para
Cristo". E aí você ficaria:
"Mas porque o fim da lei é Cristo pra
justiça de todo que crê?"
Depois que a lei foi usada para mostrar
sua falência e você foi mandado a
Cristo, você precisa de Cristo no
extraordinário, no comum, no domingo e
na segunda, eh, tratando a sua esposa,
tratando seus filhos, tratando o seu
patrão, tratando seus empregados,
tratando seu cônjuge. É assim,
Jesus não veio para nos devolver as
sombras. Ele é para onde as sombras
apontavam.
O problema não é a lei, queridos. A lei
é santa. O problema é usá-la como parte
da salvação. Quando eles abriram os
olhos, Deus tirou a lei ali, tirou
Moisés, tirou Elias, tirou o brilho e
disse: "Ainda estava valendo. Esse é o
meu filho. Tudo que vocês têm é nele.
Quando estão sentindo e quando não estão
sentindo, quando está extraordinário e
quando não está extraordinário. Isso é
isso é crescimento espiritual, queridos.
Quando paramos na lei,
então tudo que você vai ver de Deus é o
quê, queridos? O que o Sinai mostrou,
fogo, trovões e distância. Ninguém toca
o monte, porque se tocar irá morrer.
Você vai ver pessoas dizendo: "Por
favor, Deus não fale mais conosco". Você
vai ver que Moisés tremia de medo. É
isso.
Quando você permanece no Sinai, é isso
que você tem. E se você não percebe
isso, é porque você está morto, está sem
percepção.
Nós chegamos ao sangue que fala melhor
do que o sangue dos sacrifícios. Ele não
nos manda de volta para as sombras. A
lei diz: "Faça e viva. Obedeça e viva.
Seja perfeita e viva." O evangelho diz:
Cristo fez tudo e está terminado.
É muito diferente. Cristo morreu,
agora você vive, você recebe. Moisés foi
um servo, mas Jesus é o senhor da casa.
E se ele é assim, ele é assim na
segunda, na terça, não em momentos
arrebatadores.
Moisés pode nos fazer tremer,
mas somente Jesus pode fazer o que ele
fez com os discípulos. Eles quando viram
algo da glória, da beleza, eles caíram
como mortos lá de bruço. O que que Jesus
fez, queridos?
Jesus tocou eles e disse: "Não tenha
medo.
Não tenha medo. Estou aqui
em mim. Vocês não têm que ter medo. O
pai ama vocês no amado. Vocês estão
seguros. Eu sou a apropriação de vocês.
A a propiciação de vocês. Eu sou a a
expiação de vocês. Não tenho medo. Mas
quando estava os trovões no Sinai, raio,
que que Moisés fez pro povo? Não tenha
medo. Eu estou aqui. Não há nenhum
perigo. Porque eu, Moisés, estou aqui.
Não, Moisés ficou com medo também.
A lei é uma serva fiel quando nos conduz
a Cristo. Quando não faz isso, queridos,
ela só consegue revelar nossa miséria,
nossa maldição. E ninguém que está
debaixo da lei, ou seja, ninguém que a
lei mostra a sua maldição está em outro
lugar, a não ser de maldito. É o único
lugar que a lei pode nos deixar perdidos
debaixo da ira infinita.
A lei só pode nos dar um inferno. E
[roncando] os discípulos também poderiam
ter visto, eu falei a respeito disso num
num vídeo lá na internet, né, com com
mais tempo. Os discípulos também
poderiam ter, quando tudo passou, abriu
os olhos em vez de ver Jesus
ou Moisés, vissem Elias.
A presença de Elias traz muitas coisas
pra gente. Urgência, arrependimento,
preparação. Você vê João Batista era o o
era o outro Elias. Que que ele falava?
Ah, arrependei-vos. O machado está posto
a raiz da árvore. Mas imagina se isso
fosse tudo que fosse dito para nós.
Hã?
João Batista era só a preparação do
caminho do Senhor. Ele não era o
caminho.
Não havia salvação em João Batista.
Havia o terror da verdade.
Tudo isso é necessário.
Mas apenas para uma coisa, Elias não era
o cordeiro. João Batista era o cordeiro.
A primeira palavra de João ao ver Jesus
é qual? Eis o cordeiro de Deus que tira
o pecado do mundo. Ele não disse: "Sigam
o que eu estou falando aqui no deserto
para vocês não terem pecado". Aquilo não
tirava ninguém do pecado.
Ele estava dizendo, "Aquilo tudo era
verdade sobre vocês. Agora eis o
cordeiro que tira o pecado do mundo.
Vocês não ajudam ele a tirar, ele vai
tirar sozinho. Ele vai carregar tudo.
Almas que vivem permanentemente na
preparação, queridos. no terror da lei,
sempre se preparando. Ele sempre acha
que tem que fazer algo mais para ter uma
vida de oração, para ser uma coisa mais
intensa, para ser uma coisa mais assim.
Eles querem aquelas experiências. Então,
como normalmente a nossa vida ordinária
é uma vida comum, nós somos pessoas
comuns,
então elas acham, elas estão
continuamente esperando
eh sensações maravilhosas,
mas apenas sensações. Cristo somente não
basta.
Estou sempre quase chegando, sempre
esperando sentir mais. Por quê? Se eu
senti isso ontem, amanhã eu ten que
sentir uma coisa maior, uma maior grande
parte das maluquícias que as pessoas
inventam vem exatamente disso.
Não quero em Cristo, não Cristo somente.
E um aproveitador, então aproveita isso,
não é? Dizem: "Eu quero Cristo".
Mas às vezes diz: "Mas eu preciso estar
pronto". Você, você não tá pronto, por
isso que você precisa de Cristo. Você
nunca vai ficar pronto sem Cristo. É o
que ele está fazendo. Você nunca vai vai
ficar pronto nesse mundo. Se você
esperar ter uma vida de oração quando
estiver pronto, então você não vai estar
pronto nunca.
A graça é para quem conhece que não
consegue se preparar. Só Cristo pode me
preparar. Só o seu espírito pode me
santificar. Eu não posso estar preparado
para o espírito. O espírito me prepara.
Eu não posso estar preparado para
Cristo. Eu não posso preparar meu
coração para Cristo. Eu não posso
preparar minha sensibilidade para
Cristo. Eu não posso preparar minha
minha vontade para oração. Ele é que
pode preparar. A melhor preparação para
Cristo é a consciência de que você não
tem preparação nenhuma. Você não é digno
dele. Você não pode fazer nada para ele
ouvir suas orações.
Desejar
orar não é orar. Desejar ser salvo não é
salvação. Lamentar seu pecado não é
confi Tem pessoas que vivem lamentando
seus pecados miserável, mas ele nunca
vai a Cristo. Ele continua aí conta com
ele semana que vem. Miserável
nada. Cristo tá morto para ele. Não há
nenhuma vida, não há nada acontecendo.
Isso não é salvação, queridos.
Isso pode ser João Batista dizendo para
você que você é um miserável, porque
você é mesmo, mas João Batista para aí.
Ele não pode fazer mais do que isso por
você.
Ele diz: "Eu sou indigno."
Parece reverente,
mas contradiz o próprio convite. Se você
é indigno, vá aos pés de Cristo. Se você
é indigno, então, exatamente por isso,
ah, vá orar, vá meditar na palavra, vá,
vá ouvir quem Deus disse: "Esse é meu
filho amado." Aí ele ouvir.
Se eu ouvir para sempre que eu sou
indigno e isso foi tudo que eu ouvi,
isso não é o evangelho.
O evangelho é exordeiro de Deus.
Olhem, mantenham os olhos fixos no autor
e consumador da fé.
Quando você pensa que a sua indignidade
é o impedimento de você ir a Cristo,
você não se acha tão indigno assim. Você
acha que poderia ter alguma dignidade
para ser aceitável? A indignidade é
exatamente porque eu preciso dele,
porque não há nada bom em mim, é que eu
preciso de tudo dele. Porque eu não
controlo minhas afeições, é que eu
dependo de estar em oração aos seus pés.
Então, a pessoa permanece para sempre
diante do de Elias ou de eh eh João
Batista, mas a Bíblia diz: "Prepare o
caminho do Senhor". Mas essas pessoas
nunca nunca vão no caminho para o
Senhor. Elas ficam ali com João mesmo,
ficam ali com Elias mesmo. Talvez esteja
tão concentrada em sentir sua culpa que
nunca podem descansar no sangue. Isso
não é confiar em Deus. Eu não posso
confiar em Deus só quando ele fala sobre
a minha miséria.
Eu tenho que confiar em Deus quando ele
diz que o sangue de Jesus me purifica de
todo pecado. Senão eu não confio em
Deus. Se eu confio em Deus que eu sou
totalmente depravado, é, eh, esse é o
caminho. Mas se isso faz, eu achar que
então eu não sou digno do que Deus faz e
por isso eu estou, a minha vida e se se
arrasta, então eu não creio em Deus de
verdade. Porque Deus disse que eu não
sou nada em mim mesmo.
Disse que minha justiça é um trápo, mas
diz que a justiça do filho dele é
suficiente.
Talvez eu esteja esperando uma
experiência de arrependimento tão
completa,
porque eu acho que é o meu
arrependimento que é o mérito, que Deus
olha pro meu arrependimento e diz:
"Cara, esse arrependimento tão incrível
que eu vou ter que perdoar ele, mas ele
só me perdoa por causa de Cristo."
Então, o meu perdão não vem do perfeito
arrependimento, vem do perfeito
sacrifício.
Meu arrependimento nunca é perfeito. Eu
vou ter sempre
que me arrepender do meu arrependimento.
Minhas orações não são perfeitas. Nada
disso, nada disso coopera.
E as pessoas pensam: "Ah, quando eu me
humilhar bastante, Deus me aceitará?"
Não. Deus me aceita por causa de Cristo.
Se eu não consigo me humilhar mais,
então eu preciso mais de Cristo, porque
só ele pode me fazer me humilhar mais.
Eu não posso fazer isso para ser
aceitável. a ele. A humilhação
verdadeira não compra a nossa aceitação.
Não fomos salvos porque nos humilhamos.
Elias prepara o caminho. João prepara,
mas Jesus salva.
Eles não salvam. Eles só apontam para
quem salva.
A lei não salva.
João Batista aponta. Mas Jesus não
aponta para o pecado. Se tudo que Jesus
fizesse foi o que João fez, então você
estava perdido. Jesus não aponta o
pecado de José. Jesus carrega o meu
pecado.
João não.
A consciência desperta.
Que bom, né? A lei desperta. A
consciência desperta, mas a consciência
só faz isso. Portanto, se eu só tivesse
uma consciência desperta, eu seria uma
pessoa totalmente desesperada. Mas Jesus
concede paz.
Não só desperta.
Não permaneça para sempre na porta. Não
confunda proximidade com entrada. Não
morra de fome ao lado do pão vivo.
Não fique para sempre ouvindo e eh João
falar que Jesus é o cordeiro, que ele é
o pão, que ele faz isso e faz aquilo.
Você precisa ir até lá. O chamado não é
sinta-se pronto. Nunca vamos estar
prontos neste mundo.
O chamado é: é meu filho amado. A ele
ouvir. Ouvi hoje, ouvi amanhã. Você
nunca vai se estar bom. Você vai
precisar ouvir ele sempre,
continuamente, no seu melhor
arrependimento. Ouça ele sobre
arrependimento.
Preparação não é Cristo. Convicção não é
perdão. Tudo que Moisés e Elias podiam
fazer, a lei os profetas é uma
preparação. Não podem fazer nada do que
Cristo fez.
Nada. Absolutamente nada. Talvez alguém
pense que a melhor cena seria os três.
Abriu os olhos e tá lá Jesus,
Moisés e Elites. Porque é isso que Pedro
queria, três tendas.
Ah, eu diria que há muitos cristãos de
três tendas. Eles estão sempre com Jesus
mais Moisés, Jesus mais Elias, Jesus
mais a lei, Jesus mais os profetas. Eles
não entendem que é Jesus somente. Lei,
profecia e evangelho caminham lado a
lado no sentido de que a lei e a
profecia apontam para o evangelho. Mas
só nesse sentido,
parecem
uma composição perfeita para muitos
ficarem juntas. Mas o pai retirou o
representante da lei, tirou o
representante dos profetas, deixou só
seu filho. É ele. Ele brilhando ou não
brilhando? ele transfigurado ou ele
andando comum, não porque a lei, os
profetas fossem inúteis, mas porque elas
encontravam uma um e eh um cumprimento.
Qual o fim da lei? Qual o cumprimento da
lei? É Cristo pra justiça. A lei mesmo
não é uma justiça.
Para que que os profetas profetizaram?
Para apontar para Cristo.
Moisés e Elias não foram desprezados.
Eles foram absorvidos pela plenitude de
Cristo. Uma placa apontou para lugar.
Você chegou no lugar.
A lei está em Cristo, ou seja, a
perfeição que o Pai aceita,
a profecia todas se comprem nele.
A justiça exigida pela lei, você só
encontra em Cristo. Paulo disse: "Tendo
em mim a justiça, não que vem pela lei,
mas somente a que vem por Cristo."
A nova aliança é a nova aliança do seu
sangue.
Ele diz: "Vocês ganharão um novo coração
para me amarem. A presença de Deus está
em Cristo. A presença de Deus não está
na sensação qualquer uma que você possa
me contar.
Se eu estou em Cristo orando sensações
sem sensações, experiência, experiência,
eu estou em Cristo.
Minha oração não podia estar mais
próxima do coração de Deus do que está,
porque eu tivesse sentindo determinada
coisa. Por isso, é melhor ver Moisés e
Elias em Cristo do que junto com Cristo.
É melhor sempre que você vê a lei, vê
ela cumprida em Cristo, não ao lado de
Jesus, como se tivesse trabalhando com
ele. Quando você vê Elias, você vê os
profetas, sempre é bom que você veja
eles cumpridos em Cristo. Não ao lado de
Cristo,
ao lado.
Eles são vistos pelas pessoas como
suprimento. E se você a lei, vê a lei
como suprimento para Cristo, Cristo e
mais algo da lei, você perdeu o
evangelho
ao lado. A lei compete com Cristo,
compete pela nossa atenção. Nós sempre
vamos achar que vamos ser mais
agradáveis a Deus por algo que a gente
faça e não apenas pelo que Cristo fez e
pelo que está sendo feito em nós e
trazendo resultados para a glória de
Deus. ao lado. Talvez você imagine que
Jesus precise ser completado. Jesus pode
salvar mais ele, mas a lei, né?
Ele mais os profetas.
Nele descobrimos que a lei os profetas
encontraram seu ponto, encontraram para
onde elas apontavam
sua ausência.
Eh, eh, eh, a ausência da das estrelas e
da lua só contam para nós que algo mais
brilhoso tomou conta do cenário, que é o
sol. Quando a realidade chega, insistir
no símbolo contra a realidade é perder
aquilo que o símbolo prometia. Tudo que
a lei queria era apontar para Cristo.
Você chegou a Cristo, então a lei não
tem mais nada para fazer por você.
Isso vale para toda a vida cristã. Deus
não só a lei e os profetas, Deus usa
pregadores, mas a questão é Cristo. É
Cristo. Ah, espel morreu. Ah, Calvino
morreu. Lutério morreu. Não importa.
Cristo não morreu.
A igreja está segura.
Quando Josué estava lá desesperado,
porque Moisés morreu, era óbvio. Moisés
foi o maior líder que nós podemos
imaginar. O mar abriu nove pragas. A
história é incrível. Imagina se você vai
substituir ele, você pensa: "Como vou
fazer?
Nada jamais aconteceu igual".
Aí Deus foi lá falar para Josué e disse:
"Josué, eu vou eh se esforça porque você
vai conseguir porque há algo em você que
você não tá vendo ainda? Não. Ele não
falou nada sobre Josué, sobre suas
capacidades ou sobre se ele seria igual
Moisés". Deus disse para Josué:
"Assim como eu fui com Moisés, eu vou
ser contigo."
Não está nada morto.
Quando Moisés morreu, nada em Deus
morreu.
Jesus sozinho. Deus eh usa disciplinas,
usa igreja, mas quando os instrumentos
se tornam o centro, até as coisas santas
se tornam um obstáculo. Você deve amar
estar com o povo de Deus, mas se você
tiver que passar esses próximos anos
preso numa cadeia como Paulo passava,
você não tem desculpa para sua frieza e
indiferença para com Deus.
A maturidade nunca vai desprezar os
meios, apenas recusa a dar a eles
qualquer honra que pertence só a Cristo.
Moisés, Elias
são ótimos, mas quando você erguer os
olhos, veja somente Cristo.
A ele eu vi. Deus diz: "Tudo que Deus
usa é bom quando te entrega a Cristo."
Um pastor é bom se só te prega Cristo.
Não importa quão sensacional seja o
caráter, a amizade, companheirismo, ele
aponta para algo que não é Cristo. Ele
mistura humanismo secular com Cristo,
não é bom. Mistura Moisés com Cristo,
não é bom. Mistura Elias com Cristo, não
é bom.
Só é bom aquilo que diz Cristo. A lei
diz isso, Cristo.
Os profetas dizem isso, Cristo. Por isso
que eles são bons, maravilhosos.
Então, no início da caminhada, muitas
coisas parecem enormes. Ah, o momento
que fomos eh eh
chamados por Deus eficazmente
e começamos a entender as coisas, tudo é
empolgante,
tudo parece maior ao nosso horizonte,
cada texto da Bíblia, cada doutrina que
não entendíamos. E
conforme o viajante vai se aproximando,
quando você vê uma montanha enorme,
outras parecem pequenas, mas se você
continuar andando, você vai ver que
outras às vezes são maiores do que
aquelas que você viu.
Questões que pareciam absolutas
e enormes, vão tomando proporções
menores.
normal, não é? Crescimento espiritual, é
que à medida que você
eh eh eh
Cristo cresce no teu horizonte, menos
você precisa de sensações, arroubos ou
como eu disse, a maior parte da vida de
Pedro não vai ser a experiência. Ele
chegou a dizer assim na sua carta: "Nós
vimos ele ser transfigurado no monte".
Foi uma visão maravilhosa da sua glória,
mas muito mais confiável é o que a
palavra diz sobre ele do que uma
experiência, do que o que eu vi. É o que
Deus disse sobre o seu filho.
É isso. Isso. Isso é crescimento,
sabe? Cristo cresce no nosso horizonte,
se torna mais belo, mais decisivo, mais
necessário. Cada vez você vê menos
coisas junto com Cristo, né? Cristo mais
minha vida de oração, Cristo mais minha
isso, minha aquilo, Cristo mais o que eu
fiz, o que eu sinto, o que eu
experimento.
Isso não produz indiferença doutrinária,
indiferença espiritual. Ao contrário,
quem ama a Cristo deseja conhecê-lo. É
por isso que com sentimentos
arrebatadores ou não, está com a sua
palavra lá aberta, meditando sobre ele,
ouvindo ele. Esse é meu filho, a ele
ouvir. Isso não produz desprezo eh pela
igreja, porque quem ama Cristo ama o seu
corpo. É por causa de Cristo que alguém
ama a igreja,
mas deixa de exigir que uma comunidade
humana seja impecável para que a sua fé
sobreviva. A sua fé não vive vacilante
porque a igreja é imperfeita. A, o
evangelho nunca ensinou a perfeição da
igreja neste mundo. Ah, minha fé tá
assim porque a igreja foi assim, porque
a igreja, essas pessoas não não estão
vendo Cristo somente,
isso não elimina
essas bênçãos, mas elas são vistas por
causa de Cristo. Podemos perder um
instrumento.
Você vê espja era instrumento de Deus.
Era bom, maravilhoso. Mas podemos perder
o instrumento. Mas a música é Cristo. O
que fez aquele instrumento ser
maravilhoso é que ele tocava Cristo. O
som era Cristo. Os puritanos não existem
mais há 500 anos. Não importa o som que
eles tocaram a você não precisa de um
puritano aqui. Não precisa de John Owen
nem de de de
Tomas Watson. Você precisa de Cristo e
ele está aqui. Ele não estava mais no
mundo. Eh, quando Paulo estava aqui ou
quando Lutero estava aqui, ele está
aqui, ele está fazendo a mesma coisa.
Eles eram grandes instrumentos, mas
Jesus é a música.
E música não depende de um instrumento.
A música pode ser tocada por uma
quantidade infinita, vai ser tocada por
instrumentos que não foram inventados
ainda. Não é assim? Porque ele é a
música. Então, crescer é aprender dizer.
Esse mestre me ajudou. Mas Jesus é o
mestre. Aquela experiência foi boa, mas
não era Cristo. Não preciso dela.
Preciso dela hoje, nem amanhã.
Essa essas coisas me serviram, mas não
são minha segurança. Minha saúde é boa,
mas não é Cristo.
Apenas as vemos na proporção correta,
não é? Em nossas vidas.
Então você vai ver que nem toda perda é
empobrecimento.
Algumas ausências anunciam exatamente o
oposto, anunciam nossa maturidade em
Cristo. O viajante perde vista as
estrelas porque o dia amanheceu, mas
isso não empobreceu a sua vida. Ah,
Moisés e Elias desapareceram
e Jesus permaneceu.
Você não perde com esse desaparecimento.
A lei não podia te salvar.
Os profetas só apontavam para Cristo. Às
vezes Deus remove aquilo que estávamos
mais apoiados para nos mostrar que nosso
apoio verdadeiro não estava em Cristo.
É por isso que nem sempre nós temos as
mesmas experiências e e sensações,
porque é Deus te mostrando. Olha, você,
a questão não é a sensação, é Cristo.
Então, a igreja, Deus podia fazer gente
como Paulo viver 1000 anos, mas ia
aparecer que a igreja dependia de Paulo,
mas a igreja depende de Cristo. Então,
esses homens viveram como todos vivemos,
60, 70 ou menos. Uma
uma amizade termina, uma capacidade
diminui. A minha vista era boa, não é
tão boa. Minha voz está funcionando, mas
ela pode não funcionar. Toda a
capacidade,
um papel que me define pode não existir
mais. Eu posso ser pai hoje e amanhã eu
podia não ter filhos.
Nossa primeira reação é dizer: "Perdo".
Mas não é verdade. Ah,
nós eh estávamos achando que a vida era
sobre outras coisas.
Talvez estejamos sendo conduzidos a ver
que o que nunca poderia ser perdido.
Poderia ser perdido.
Há coisas que Deus nos dá por um tempo.
São coisas boas, são reais, são meios de
graça, mas não são eternas. Pense em
todas as bênçãos que você ganhou neste
mundo. Nenhuma delas é eterna. Você não
devia estar
com a sensação que está, porque elas são
tiradas. Como se Deus tivesse prometido
que seu casamento é para sempre, que
seus filhos são para sempre, que você é
para sempre, que a sua saúde é para
sempre, que Deus nunca prometeu isso.
São coisas boas, são coisas que eles que
ele dá, mas não são coisas eternas.
estão na providência
e em seu amor, Deus permite que elas
venham e que elas vão. Eles querem que
tudo vá e fique só Cristo.
Ele quer que quando você abre o olho um
dia, só esteja Cristo. Deus tá dizendo
para você, é suficiente
a ele ouvir. Nele está a vida, nele está
a paz, nele está a comunhão comigo, nele
você sempre amado. Não é para nos deixar
vazios,
é para libertar nossos olhos. É como se
Deus estivesse dizendo aos discípulos,
Moisés e Elias maravilhosos, mas
eles só apontavam para Cristo. Eles não
têm em si mesmo.
O que o Pai tá dizendo o seguinte para
você e para mim, para Pedro, para João.
Cristo basta.
Não Cristo só com sensações
arrebatadoras, brilhando como sol. Só
Cristo, quer ele esteja brilhando como
sol, quer ele esteja andando como
um carpinteiro com a aparência de um
carpinteiro. Cristo
é o que você precisa, mas às vezes a
gente acha que precisa de Cristo, mais
nossa saúde.
A gente precisa de Cristo e mais
estabilidade. Cristo e mais
reconhecimento do que a gente tá
fazendo.
A gente precisa de Cristo e mais um
determinado futuro que nós sonhamos. Nós
precisamos de Cristo, mas a permanência
de certas pessoas.
Então, uma dessas coisas é tocada por
Deus, como foi tirado ali Moisés e
Elias. E a alma entra em pânico porque
descobre que, na verdade, Cristo não era
tudo, que ele não bastava, que não era
somente Cristo. Isso não significa que
nós não choramos.
As perdas, Jesus chorou no enterro. Não
significa que as relações, os dons, as
pessoas, os os amados, a família não são
dádivas,
mas nenhuma delas é Cristo. Ou seja,
nenhum delas é o fundamento da vida, o
fundamento da paz, o fundamento da
comunhão com Deus. O fundamento precisa
permanecer quando tudo treme.
Tá na cara que aquelas coisas não eram
fundamento, porque elas trem. Se o teu
fundamento é uma pessoa e ela vai morrer
e aí você vai ficar sem fundamento.
Se teu fundamento é a sua saúde,
você não pode falar como Davi, ainda que
os montes se abalem, tu é a nossa rocha.
Você tava achando que a rocha era
aquilo.
Então quando aquilo abala, teu mundo se
abalou.
Então, não minimize a dor, mas pergunte
quem ainda ficou
depois que aquelas coisas maravilhosas
se foram, depois que foi o brilho ali
para Pedro, João, Tiago, o brilho, a
luz, eh, Moisés,
eh, Elias, depois que tudo sumiu, o que
ficou? ficou Cristo.
Então Deus diz: "Então a ele euouv é
suficiente.
Você não precisa de Cristo mais Moisés,
Cristo mais Elias, Cristo mais a
experiência. A ausência pode ser a forma
pela qual Deus está ampliando sua
percepção
da suficiência de Cristo.
Pode estar ensinando que a vida eterna
não consiste em conservar apoios
temporários. São apoios enquanto Deus
nos dá, maravilhoso, mas são apoios
temporários. Você precisa ser ensinado
que a vida está em seu filho.
Ele é a vida eterna.
Ele é a vida
sem fim. Uma pena que o tempo está
acabando. Os discípulos ficaram com o
rosto em terra e o medo os dominou. A
voz do Pai havia exposto a distância.
Eles talvez não percebessem tão
claramente a distância entre eles e a
glória de Deus.
E às vezes a gente perde isso, né?
Aquele momento foi importante. Eles
caíram, eles estavam lá porque eles
estavam atemorizados.
Imagine se só tivesse
Moisés e Elias. Eles iam continuar
atemorizados no fim. Mas Jesus se
aproximou, colocou a mão sobre eles e
disse: "Levantem-se, não tenham medo.
Tudo que o coração aterrorizado precisa
é de quê, queridos? Cristo. Hoje vão
dizer: "Olha, infelizmente os crentes
vão estar sem recursos como o mundo,
porque nós acreditamos que só Cristo não
lida com os medos,
mas os piores medos, os mais
aterradores,
né? Os medos que fazem homens e demônios
tremerem. Então, só Jesus pode dizer:
"Não temas, eu estou aqui, está tudo
bem. Tudo que o coração aterrorizado
precisa e precisava naquele dia e
precisa é isso. A profecia pode
denunciar que todos vão ser julgados.
É o que a profecia, é o que Elias
simbolizava. Mas isso nunca tira o nosso
medo, não é? Apesar de ser verdade. Mas
no monte Cristo podia tocar o culpado,
podia culpar o miserável, podia tocar
aquele que a lei em Moisés condenva e
dizer: "Não tenha medo. Não tenha medo."
Ele pode dizer isso sem negar a
santidade de Deus. Porque você podia
dizer isso para alguém: "Não tenha
medo". Mas você só estaria sendo um
louco, dizendo para alguém: "Não temer o
fogo, não temer algo que vai
destruí-lo". Mas Jesus não tá dizendo
isso. Ah, deixa para lá. Não tenha medo.
Vamos fingir que nada acontece. Ele tá
dizendo, não tenha medo da santidade
infinita do meu pai. Em mim você pode
entrar em sua presença. Isso que ele
está dizendo. Ele próprio descerá aquele
monte em direção à cruz. É porque eu
tenho que descer. É porque a minha
glória não vai ser vista. É porque vocês
não vão ter uma sensação arrebatadora me
vendo ser crucificado. É que vocês podem
ter paz.
Não é a sensação de vocês que dá paz, é
o que eu faço.
E mesmo aquilo que eu faço pode parecer
o dia mais escuro, pode ser o pior dia a
olhar de vocês, mas ali vai estar só a
paz de vocês. Ali está a vitória sobre
medo.
Então
ele não não nos encoraja mostrando que o
perigo não é grande, que a santidade de
Deus não é grande, que o inferno não é o
que é. Ele nos tira o medo dizendo: "Eu
vou, eu vou no seu lugar".
Você
sabe coisas sobre si que ninguém mais
sabe.
Cristo sabe. O impulso natural então é
permanecer no chão. Ah, ou procurar
Moisés para ver se algumas regras e
algumas disciplinas fazem você se sentir
melhor, mais justo. Ou procurar Elias
que provoca mais temor, que fale mais
sobre a sua corrupção simplesmente, mas
a saída não está em aumentar.
indefinitivamente o senso de condenação,
o senso de inadequação, o centro de que
você, o senso de que você é um miserável
que merece a ira de Deus. Isso é
importante, mas aumentar esse senso
indefinidamente é um inferno.
Você tem que ouvir o filho. Ele não diz:
"Fingja que nada aconteceu. Finge que
meu que eu eu não sou santo. Finge que
não há ira." Ele diz: "Eu vou tomar o
cálice da ira".
Ele não diz: "Você merece levantar".
Não, não. Você vai levantar.
Vocês estão deitados, aterrorizados,
porque eu vou me deitar no mais profundo
da ira do meu pai. Vocês vão poder se
levantar sem medo. Ele não disse: "U
pecado não importa". Ele diz: "Importa.
Eu vou descer desse monte e vou para a
cruz." Por isso vocês podem se levantar.
A lei nunca pode dizer isso para você.
Nem os profetas. Há consolos que
dependem de circunstâncias, né,
queridos. Normalmente é assim que a
gente consola as pessoas. Ah, vai passar
essa tristeza, vai passar
é o tempo, você vai acabar conseguindo
outra emprego, ou então as coisas vão
diminuir. Ah, ou então a pessoa tá
arrasada lá porque alguma coisa
aconteceu, você diz: "Ah, daqui a pouco
as pessoas esquecem. Ah, tanta coisa
acontece no mundo. Nosso consolo é pobre
para caramba, né?
Ah, vai ficar bom. E não ficou bom. Ah,
mas tá num lugar melhor. A gente sempre
tem uma coisa assim que é fraco, né?
Fraco. Mas o consolo de Cristo é mais
profundo.
Ele disse: "Se você ficar doente, eu vou
ser sua paz.
Pedro, se você for assassinado por amor
de mim, vai estar tudo bem".
Outras pessoas não podem dizer: "Fica
tranquilo". Quando você está morrendo,
elas não podem estar contigo na sua
morte, mas Jesus diz: "Eu estou contigo
no vale da sombra da morte". Não precisa
temer. Então, mesmo que o coração ainda
trema,
a mão que foi perfurada por você toca
você e diz: "Não temas, não há razão.
Não importa o que você está sentindo.
Você é totalmente aceitável agora."
E Jesus somente é suficiente porque ele
não apenas fala sobre paz. Ah, queridos,
que cansaço de ver cristão ouvindo
coach, ouvindo pessoas falando como
manter a paz. Acorda de manhã, faz uma
meditação, se alimenta bem, faz isso
aqui, faz aquilo lá. Que que patético.
Essas pessoas não têm paz.
Essas coisas não dão paz.
Jesus não fala sobre paz. Ele disse: "Eu
sou a paz. Eu sou sua paz. Minha paz vos
dou." Você já viu alguém dizendo isso?
Por que que você deve ter paz? Minha paz
eu vou te dar. A pessoa nem tem paz. Ela
tem um monte de técnicas, não funciona.
Jesus não diz: "Vou te ensinar a ser uma
pessoa centrada, equilibrada e ter paz."
Ele diz: "Minha paz eu te dou. Eu dou.
A minha alegria vai estar em vocês. É
assim, quando Moisés e Elias
desapareceram, os discípulos não ficaram
sem direção. Aí agora como vamos viver?
O que vamos fazer? Jesus era um mestre
suficiente, não precisava de uma
liderança dividida. O pai havia dito:
"Ouçam-no, ouçam-no.
Sem Moisés e Elias, está tudo bem.
Deus pode
conceder pastores,
eh, mestres,
mas nenhum deles ressuscitou, nenhum
deles eh morreu pelos seus pecados.
Eles só apontaram para Cristo. Eles não
ensinam técnicas, técnicas de
respiração, técnicas disso, técnicas
daquilo para encontrar um descanso, uma
paz. Eles não ensinam isso. Os pastores
só apontam para Cristo,
o mestre e diz ele somente. Vocês não
precisam de mais nada. Não há técnicas
para fazer você se sentir melhor. Os
discípulos desceriam para uma situação
em que a própria força já se mostraram
incapaz. Eles sempre estavam tropeçando
e agora eles iam descer. E tinha uma
multidão raivosa, tinha uns fariseus.
Jesus estava indo para a cruz.
Eles não precisavam pedir fogo igual
Elias para queimar as pessoas, nem de
uma autoridade emprestada de Moisés.
precisavam da palavra de Cristo,
do evangelho.
Jesus
é motivo suficiente. A lei ameaça pela
sua própria santidade, por ela ser boa.
As profecias prometem
que uma resposta de Deus virá. É o tudo
que elas fazem. Elas não fazem nada. A
não se dizer, há uma promessa. Deus fará
algo a respeito. Ah, mas o filho que ele
não diz isso, ele disse: "Eu sou a
resposta, eu sou a justiça, eu sou
tudo." Então,
aquele rosto que brilhou como sol, os
discípulos logo veriam ele sendo
cuspido.
Ele não era menos santo, grande e
maravilhoso.
Eles ainda é, ele ainda era o filho
que o pai disse: "Esse é meu filho
amado. Ouvio, ouvi ele. Olhe ele orando
pelos seus inimigos. Olhe ele
conversando com um ladrão na cruz.
As roupas luminosas foram trocado por
nudez. Ele morreu nu. Não havia nenhuma
roupa brilhando
e ali estava a maior beleza do filho de
Deus.
Não, uma não era uma experiência
agradável e arrebatadora como no monte.
Veja o corpo diante do qual Moisés e
Elias conversaram. Agora ele estava
partido,
sangrando. Quando essa visão governa o
coração, o serviço eh eh deixa de ser
uma tentativa de comprar Deus ou de
chegar a Deus por Moisés ou por Elias,
se torna gratidão. Queridos, nós vemos o
cordeiro de Deus que foi morto. Nós
vemos o que ele fez. Nós vemos como ele
se tornou nossa paz. Nós não precisamos
de arrebatamentos para para ver a sua
beleza, para estar ouvindo ele. Cristo
capacita. Cristo constrange os nossos
corações.
A direção, a força, o motivo se encontra
nessa pessoa. Você não pode ter mais
força para amar a Deus pela lei, mas
olhando para Cristo, olhando, olhando
para ele, ouvindo, servimos ele porque
ele é digno, mesmo que ninguém veja.
Mesmo que o resultado pareça irrisório,
há pessoas que pregaram e foram presas,
ficaram presos e morreram. Parece que o
resultado foi irrisório na vida deles.
Não foi, foi para Cristo. O que mais
importa?
Mesmo que a obediência custe, Jesus
somente é motivo. Se você obedecer a
Deus e nada de bom acontecer,
obedecer a Deus por causa de Cristo é
suficiente,
é maravilhoso.
É a razão pela qual você foi feito.
Essa é a vida. E essa busca, essa
ansiedade por novidades
é quase como um dizer para Deus: "Cristo
não basta, não basta.
Jesus somente é a mensagem". Não porque
eh não existam outros temas, é porque
todos os outros temas na Bíblia, por
exemplo, são sobre ele e só tem
importância por causa dele.
Eu prego a lei porque por causa de
Cristo, queridos. Eu prego a lei porque
Cristo cumpriu a lei para salvar os
pecadores, porque senão era inútil
pregar a lei para eles. O que a lei é
fazer para eles? Ela já os condenou, ela
já deu se sua sentença.
Cristo então não é um assunto entre
outros. Quando a igreja troca Jesus por
qualquer coisa, isso não é avanço,
é uma deformidade.
Não há nada para ser melhorado no
evangelho, porque não há como Jesus ser
melhorado. Não há como sua perfeição ser
melhorada, sua paz ser melhorada, sua
alegria ser melhorada.
Tudo o resto deve sumir e ficar Cristo.
Mas não só o Cristo brilhando com o
rosto eh transfigurado. O Jesus que tudo
aquilo sumiu e desceu com eles o monte
para enfrentar ao pai com o menino
endemoniado,
para confrontar os fariseus,
para morrer na cruz.
Isso é crescer espiritualmente.
Como eu disse, a pessoa que falou que
queria mais, ela tava querendo não
crescer. Ela queria ficar para sempre no
monte, para sempre com Elias, Moisés.
Ela queria construir três tendas.
Ela não tinha entendido nada sobre a
verdadeira vida em Cristo e o verdadeiro
crescimento espiritual. Nós vivemos de
Cristo.
Há experiências, não há experiências. Há
arrebatamentos e não há arrebatamentos.
Há pessoas que Deus usa e não há pessoas
que Deus está usando. Nada disso
importa, finalmente.
Somente Cristo.

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