Por Que Você Não Consegue Descansar em Cristo? | Josemar Bessa | Domingo 26 de Julho de 2026
26/07/2026
Por Que Você Não Consegue Descansar em Cristo? | Josemar Bessa | Domingo 26 de Julho de 2026
QUERO SER MANTENEDOR DESTE MINISTÉRIO:
Pix 21 999811424
Pix [email protected]
Pix 011.737.737.62
PayPal – [email protected]
Caixa Econômica Federal
Agência 4087
Operação 013
Conta 51850-3
Banco Inter ( Beleto bancário )
Agência 0001
C/ C 60240490
CPF 011.737.737.62
Claudia Vidal Bessa
Banco do Brasil
Agência 4315-x
Conta poupança 14957-8
Operação 051
Claudia Vidal Bessa
REDES SOCIAIS:
💻 Site: http://www.josemarbessa.com/
🐦 Twitter: https://twitter.com/JosemarBessa
📷 Instagram: http://www.instagram.com/josemarbessa
💎 Facebook: https://www.facebook.com/josemarbessa
💎 Facebook Page: https://www.facebook.com/pastorjosemarbessa
💌 Email: [email protected]
🎬 Youtube – Josemar Bessa – https://www.youtube.com/user/JosemarBessa
🎬 Youtube – ReformedSound – https://www.youtube.com/user/reformedSound
🎬 Youtube – SpurgeonTv – https://www.youtube.com/user/spurgeontv
Fonte: Josemar Bessa
Legendas automáticas:
As pessoas me dizem, eh, eu gostaria de ter uma vida espiritual mais homogênea, mais que crescesse de uma maneira mais contínua, sem altos e baixos. Eu queria ser mais maduro. E quando você vai conversar com a pessoa um pouco mais sobre aquilo, você percebe que ela não queria ser mais madura, é, ela queria ser menos madura. Ela queria, na verdade, eh, algo oposto ao que é realmente, eh, o crescimento. Em Mateus 17:8, a gente tem uma luz enorme a respeito disso, porque diz assim: "E erguendo eles os olhos, não viram ninguém, senão Jesus. Somente Jesus, né? Parece o brado da reforma, né? Somente Cristo, só os Cristos. Então, há momentos em que Deus nos leva ao alto do monte, queridos. A luz eh daquilo que a gente vê eh sobre ele, sobre a verdade, parece mais clara, a presença de Deus parece mais próxima, não é? E a verdade parece tocar de fato a nossa própria pele. Os discípulos viram então o rosto de Jesus resplandecendo como sol. Imagine, eles já estavam convivendo com Jesus há muito tempo, mas eles viram Jesus como eles nunca tinham visto antes. E a sua roupa eh brilhou como a nenhuma poderosa luz e o seu rosto brilhou mais do que o sol do meio-dia. Então teve algo incrível porque apareceu Moisés, apareceu Elias, ou seja, ali estava aquele que representa toda a lei e ali estava aquele que representa os profetas, a lei e os profetas, ou seja, toda a revelação bíblica que a gente separa em leis e profetas reunida diante dos olhos. Então pense no que Pedro, João, Tiago estavam vendo. Toda a lei, todos os profetas e o objetivo, o propósito da lei e dos profetas ali eh eh eh brilhando. E Pedro ficou totalmente maravilhado, não era para menos. E ele disse: "Senhor, é bom estarmos aqui". E era bom, era ótimo, né? Não sei se a palavra bom eh eh engloba tudo aqui. Então, há experiências que Deus concede de misericórdias extraordinárias, não é? A a nossa vida, a percepção nossa eh eh da da das glórias de Deus no evangelho, elas não são exatamente lineares, elas elas têm dias desse clarão e há períodos em que a palavra arde com a doçura em comum. Cada verso da Bíblia entra em nossa alma de uma maneira em comum. E há momentos em que sentimos que poderemos construir tendas e nunca mais sair dali, nunca mais descer. Há momentos de culto que a gente poderia ficar para sempre cantando, exaltando, eh aprendendo. Mas a vida cristã não é isso, não é? Não é uma vida de cume, porque não é a razão simples da qual a gente está aqui. Os discípulos tem que descer a uma multidão para ser eh pregada. Eh, há pessoas para serem libertas, há vidas para que as vidas deles toquem. E para isso você precisa caminhar na vida comum. Você precisa estar eh na na na vida comum, não é, do do homem, trabalho, lar, eh estudo, tocando o mundo todo. Você precisa acordar todas as manhãs em que não há nenhum brilho eh inacreditável e precisa obedecer quando não há nenhuma emoção. Você acorda e você sabe que tem que estar diante de Deus em oração. Você não precisa de nenhuma emoção especial, algo incrível acontecendo. Você precisa crer que e e quando o o a aquele brilho do monte parece longe, parece distante, isso não é verdade. Apesar de eu não estar sentindo essas coisas. Por isso, depois daquela nuvem, depois da voz do pai que disse: "Esse é meu filho amado." Aí ele ouvi. Depois do temor que todos eles caíram no chão com o rosto em terra, os discípulos ergueram os olhos porque Jesus tocou neles, não é? E quando eles abriram os olhos, Moisés tinha desaparecido e Elias também tinha desaparecido. E aquela, aquele brilho extraordinário que eles viram, aquele brilho cegante, também não estava mais ali. Mas Jesus estava ali. Jesus somente. É isso que o texto diz, um só os Cristos. Ele não tinha nenhuma daquelas manifestações incríveis. tinham Cristo e não Jesus que o seu rosto brilhava como um sol, não é? E suas vestes eh brilhando. Não. Jesus diante de quem? Pedro quando olhou para ele, para Moisés e Elias, falou: "Vamos construir tendas. É bom a gente ficar aqui, nunca mais descer daqui". O que eles viram foi o carpinteiro de Nazaré, o Jesus de todos os dias. O Jesus que eles tomavam café, que eles almoçavam. o Jesus que eh eh parecia muito mais comum. E agora eles iam descer o monte com aquele Jesus que não estava transfigurado diante deles. E eles iam juntos descer, iam para Jerusalém, o cordeiro seria entregue e Cristo que eh eh eh brilhou naquele dia ali, logo eles veriam ele preso numa cruz. Então essa é a lição decisiva para quando a pessoa diz: "Eu queria crescer mais, eu queria ser mais". Norm, porque a pessoa tá dizendo o seguinte: "Eu queria viver naquele clima do monte ali." Eh, a lição é que as as os a nossa percepção pode diminuir, as nossas emoções podem diminuir, as vozes que nos ajudaram em determinada momento a ver Jesus melhor, eh, podem se silenciar, mas Cristo permanece. E é isso que é uma vida cada vez mais madura, cada vez menos dependente de nada incrível para o seu dia ser centrado em Cristo. A femadura não é aquela que precisa repetir para sempre um momento de êxtase, que ora quando está sentindo alguma coisa especial, que lê a Bíblia quando parece que tudo está brilhando. É aquele que aprende que o Cristo ordinário não é menor. Aquele que eles estavam vendo, aquele Jesus, o homem de Nazaré, então era o mesmo que estava brilhando como o sol. Era o mesmo. Apesar de eles não estar vendo mais o brilho, não estarem vendo mais aquela coisa que fez eles cair no chão como morto. Não era um Jesus menor, não era um Jesus eh menos digno, não era um Jesus menos belo. O Jesus que caminha conosco no vale é tão glorioso quanto o Jesus que resplandece no monte. O Jesus do cotidiano, do trabalho, do ônibus, do trem, do trânsito, eh do lar, da do cuidar dos filhos. A diferença está em nossos olhos. Em Jesus mesmo não há diferença nenhuma. Ele não é maior, mais brilhante, mais belo em determinados momentos em que minhas percepções são mais tocadas do que em outros momentos. embaixo, ele estava coberto pelas roupas comuns da encarnação, mas embaixo disso estava aquela mesma glória, o mesmo Deus, o mesmo filho, o mesmo salvador, a mesma insuficiência, o mesmo Jesus brilhando como o sol, que dissesse sem mim nada podesse fazer. Então, quando ele era só o Jesus com uma roupa simples de carpinteiro, sem nenhum brilho, ainda era o Jesus que dizia: "Sem mim nada podesse fazer". Então, nós queremos Jesus em uma experiência. Nós achamos que nossa vida de oração seria maior se nós tivéssemos Jesus em determinada experiência. Nossa vida de oração, ela é porque nós temos Jesus somente. A experiência de vê-lo brilhando no alto do monte ou caminhar com ele na estrada comum do dia a dia, não é? Indo pescar, eh, não é menor. Então, a gente normalmente não quer Jesus somente, não quer um só os Cristos, a gente quer a obra de Cristo, mais algo que a gente faça para a gente ter uma certa empolgação, né? A gente quer Jesus, mais uma técnica. Jesus é a certeza de que tudo dará certo. Eu quero Jesus e e quero a certeza de que nada vai não vai não haver nenhum problema na minha vida profissional, na minha vida com meus filhos, que na minha vida no casamento. Eu quero Jesus e mais isso, porque Jesus só isso vai perder o brilho. Jesus é alguma coisa que pareça completar aquilo que nós julgamos que é insuficiente no próprio Jesus. Não existia menos luz no Jesus do dia a dia dos apóstolos, dos discípulos, do que Jesus que brilhou no monte. Então, o pai, quem fez a nuvem aparecer? Quem fez Moisés aparecer? Quem fez Elias aparecer? Quem fez tudo brilhar? O pai. Esse mesmo pai tirou essas coisas secundárias. É como se ele tivesse cumprindo aquilo que ele disse: "A ele eu vi". É ele, não é o brilho, não é o sentimento de vocês arrebatador, não é isso. O valor está nele. Ele é a luz. Quer vocês estejam vendo ou não, quando vocês descerem lá para baixo do monte, não vão ver ele brilhando, não vão ver o rosto brilhando, não vão ver as suas vestes como sol, mas ele é o meu filho amado. A ele eu vi. Este é o meu filho amado. Ouça-no. Então, a maturidade cristã começa quando aquilo que acompanha Cristo deixa de competir com Cristo. Para mim estar aos pés de Cristo em oração, não dependo que algo extraordinário esteja acontecendo. E uma sensação extraordinária, uma percepção maior da presença. Eu sei que quando eu tenho uma percepção maior da presença, ele não está mais presente do que quando eu não tenho essa percepção. Então, eh, a lei encontrou seus cumprimentos em Cristo, em Moisés, né? A preparação e encontrou a chegada nele. Tudo que a lei, tudo que a lei veio fazer, ela fez para que o pecado abundasse, para nos apontar não para ela. A lei não é um plano de salvação, não é? Não é que é muito difícil ser salvo para a lei, é que a lei não é um plano de salvação. A lei não tem nada sobre salvação. A lei ela é o padrão moral infinito de Deus que nos condena. Só nos condena. Não tem na própria lei nada salvador. Só tem algo que te coloca diante da luz de Deus e diz destituído. Você está da glória, né, de Deus. Então, a culpa encontra expiação em Cristo. Eh, todas as revelações dos profetas, não estamos muito interessados em revelações em si, mas para que elas apontavam? Nós já temos para que elas apontavam. Não precisamos de Jesus acrescentado de nenhum Salvador, nem de Moisés, nem de Elias, nem de nenhuma sensação, nem de nenhuma experiência. Precisamos que todos os outros salvadores desapareçam diante de Jesus e de que todas as necessidades de luzes extraordinárias e experiências extraordinárias. E precisamos entender que o pai que tirou aquelas manifestações diz: "Esse é o meu filho amado. Ouçam ele". Então, eh às vezes a gente fica numa numa preparação interminável. Eu quero ter uma vida de coração incrível. Mas o que essa pessoa está dizendo que é incrível era simplesmente ter percepções e sensações que não são o próprio Cristo. Cristo é incrível. Ele era incrível brilhando e é incrível quando parou de brilhar. Não era menos amável, menos deleitável. Talvez você possa depender de sensações, circunstâncias, as circunstâncias que eu, ah, eu estou muito assim com Deus, com o evangelho, com Cristo. Certamente então era em Cristo e mais em alguma coisa, não é? Então, nós temos que continuar ouvindo Jesus depois que a nuvem parou de nos envolver, depois do brilho, depois da experiência. Nadaquilo é Jesus. H, não como desprezo por tudo aquilo que Deus usa nos momentos em que eh as os nossos afetos são mais arrebatados, mas como confissão de que tudo que é verdadeiro, santo, amável, belo, de boa fama, se há algum louvor, se há virtude, encontra a sua plenitude em Cristo. Quer eu perceba, quer não. Quer eu veja, quer não. Quer eu sinta, quer não. Ele é digno do mesmo louvor, do mesmo tempo em oração, da mesma meditação apaixonada nas suas palavras. Deus não disse: "Ouçam ele quando ele tiver brilhando. Ouçam ele quando o rosto dele tiver brilhando como sol e suas roupas brancas como" não. Ele disse: "Esse é meu filho amado. Ouçam ele. Ouçam ele quando ele tiver em cima do barquinho e falando ali na Galileia. Ouçam ele quando estiver carregando a cruz. Ouçam ele orando na cruz. Será um dia horrível. Ouçam ele. Isso é crescer. Quando resta apenas Jesus e mais nada, não falta nada. Porque Jesus e mais nada é tudo. Todas as outras coisas são nada, não é? Então você continua tendo tudo. Então Pedro, ele desejou nunca mais descer do monte, nunca mais deixar de estar com Elias, Moisés, luz brilhando. Mas isso era a negação do plano de Deus. Se nós quiséssemos ficar em êxtases juntos o dia inteiro, a semana toda, seria seria totalmente fora do que Deus quer para nós. Deus quer que você veja Cristo e o ouça amanhã no trânsito e no trabalho, trocando uma fralda. Isso é crescer. Cristo brilhava. Moisés e Elias conversavam com ele. O céu parecia ter descido pra terra. E quando o coração prova algo assim, você quer transformar um instante aquela experiência numa morada. Você quer morar ali, você quer morar na experiência, você quer morar na sensação, quer construir tendas, quer impedir que a luz diminua. Mas Deus não permitiu. Deus tirou a nuvem, veio, ele falou, o medo derrubou eles no chão e o momento terminou. experiências aquecedoras de coração e extraordinárias são maravilhosas, mas elas são dádivas, não são Cristo. Não são Cristo, não são nosso fundamento. Nós não oramos porque estamos sentindo algo extraordinário. Oramos porque Cristo é extraordinário. Não meditamos na palavra porque estamos sentindo coisas extraordinárias, mas porque a palavra de Cristo é extraordinária. Então, nada disso foi dado para ser objeto da nossa fé, objeto da nossa busca. Nós buscamos Cristo, a face de Cristo, de Cristo brilhando no monte e de Cristo suando no Jetsemani. O problema começa quando passamos a medir a presença de Cristo pelo grau da intensidade em que nós sentimos alguma coisa. Então, quando a emoção diminui, nós concluímos, estou frio. Ah, não consigo orar. Por quê? Porque eu estou frio. Não consigo meditar porque estou frio. Se eu tivesse na no monte, eu ia conseguir orar, mas agora não tô no monte. Eu não tá posso orar, não consigo. Quando a palavra exige atenção paciente, em vez de provocar impacto imediato, perdemos o interesse. Queríamos ler, nós estamos meditando num texto que às vezes será definitivo para algo que nós vamos enfrentar daqui a 10 anos, mas nós queremos estar sentindo uma coisa agora. E a alma se torna dependente de uma excitação contínua, precisa de novidades constantes. Mas os discípulos não deviam viver assim. Eles iam viver, iam pregar, iam ser assassinados. Não seria emoção sobre emoção, seria sobre Cristo. A fé não é um vício em experiências religiosas. E não estamos nem falando dessas loucuras. Só falando da verdade, isso aqui é exatamente uma experiência verdadeira. O coração pode estar logo numa manhã e pesado à noite. O dia pode estar muito cheio de luz e alegria de manhã e a noite pode estar cheio de e notícias tristes. Mas Jesus não mudou. Se eu dependesse daquela sensação do monte, ia parecer que ele está mais longe, mais distante. Eh, Cristo é o mesmo. É isso. O cristão maduro aprende a agradecer pelos cumes e também pela beleza de Cristo nos vales, nos vales escuros da vida. Recebe consolação quando ela vem, mas não transforma a consolação em seu Deus. Ainda que eu tenho que esperar pela consolação, espera aos pés de Cristo, espera olhando para Cristo. Ele é a consolação de Israel. Então, quando Deus torna a sua presença muito sensível, devemos agradecer. Foi o que ele fez ali, fez brilhar a face do seu filho, mostrando algo da sua glória. Elias, Moisés. Mas quando aquilo acabou, quando a transfiguração passou, quando o rosto de Jesus não brilhava mais, quando Moisés e desapareceu, Jesus não perdeu nada da sua glória, da sua beleza. Não perdeu-se nada da palavra do Pai a ele ouvir. No dia que eu não tô sentindo nada, o que Jesus disse é isso. Ele está aqui. Ele está falando. Não há nenhuma difer, não há nenhuma distância maior, porque eu não tô sentindo nenhum êxtase. Eu devo ouvi-lo. Eu devo ouvi-lo. Eu devo estar aos seus pés. Eu devo estar em oração. Eu devo meditar na sua palavra. Não é porque eu estou sentindo algo, mas porque a ele eu vi. Então, terminou porque os discípulos precisavam aprender a reconhecer a mesma glória na forma de um servo sofredor. Ah, nós queremos fugir da eh sofrimento, dor, mas ali estava um homem de dores. E quando ele parecia diante dele só como um homem de dores, só como servo sofredor, ele era o rei da glória. E quando ele apareceu no no monte brilhando como o sol, ele era o rei da glória. Ele sentado em seu trono à direita do Pai é o Rei da Glória. Ele, na minha experiência cotidiana, comum, sem êxtase, é o rei da glória. É isso que é crescer. Deus não pretende nos manter permanentemente estasiados. se a nossa vida espiritual, se a nossa meditação, se a nossa oração, se o nosso deleite em Cristo depende disso, então não estamos querendo crescer, queridos, estamos querendo ser infantis, cada vez mais infantis, não é? Eh, Deus está trabalhando em que nós sejamos fiéis ao seu filho. Ele me chamou para orar, ele me chamou para me alegrar. Então, com êxtas não, com coisas assim, eu não. É o direcionamento da minha vida. No monte Pedro viu uma luz que não conseguiria produzir no vale. Ele ia precisar confiar na luz que ele viu e não estava vendo. No dia que ele foi preso, no dia que foram matá-lo, ele precisava confiar na luz que ele não estava vendo naquele dia escuro. Essa é é a passagem da emoção paraa maturidade. Se eu leio a Bíblia só quando eu sinto algum êxtase, se eu medito nela, se eu quero que o espírito sonde o meu coração quando estou sentindo algum êxtase, sou completamente infantil. Então, do brilho para obediência, do momento extraordinário para Cristo permanente. Então, a fé, a fé não prova a sua força quando está no monte da transfiguração, mas quando continua obedecendo Cristo, quando não está sentindo nada, quando não está vendo nada. quando está andando, como Davi diz, ainda que eu ande na escuridão, eu nele confiarei. Essa é a fé que cresceu. Quando os discípulos levantaram os olhos, não viram eh eh eh eh eh Jesus vestido de luz. Moisés e Elias não estavam mais lá. Nada essencial havia mudado. Jesus não era menos amor, não era menos filho de Deus, não era menos a imagem de Deus, não era menos todo poderoso. Porque Jesus e o meu êxtase não são a mesma coisa. Ah, nada essencial diminuiu em sua glória, grandeza, beleza. O Cristo da estrada, que eles iam continuar caminhando e caminharam anos na estrada empoerada. Eh, era o mesmo do monte, o mesmo brilhando. O homem que desceria com eles eh eh eh era o filho amado. Quando Deus disse assim: "Este é o meu filho amado, então aquele homem comum que ia descer com eles na montanha era o filho amado de Deus. Não era menos a glória não havia sido perdido. Nada em Cristo é perdido. Apenas voltou a está velada. E Deus usa exatamente isso, ah, revelações mais intensas e velar, porque o o que ele quer que a gente perceba é que é Jesus que é o valor infinito. Não são nossas sensações, nossas percepções. Não, não, não. Temos a tendência de chamar de espiritual apenas aquilo que é intenso. Há uma oração espiritual é intensa. Então, se eu não tenho essa coisa dessa intensidade, então minha oração perde. Como assim? Era como se Pedro dissesse: "Eu só consigo orar se você for transfigurar". Não vai transfigurar hoje? Eu vou ficar vendo só esse carpinteiro isso não me inspira. É porque óbvio que ele não estava arrebatado por Cristo, mas por uma experiência. Ah, então na abertura da escritura, quando a mente tá cansada, no pedido de perdão dentro de casa, na fidelidade a à promessa que fizemos ao nosso cônjuge, na maneira que criamos nossos filhos, estamos desfrutando de tudo que Cristo é. Parece algo comum no cuidado de alguém que não pode me retribuir, na perseverança que não vai produzir histórias. As pessoas querem ter uma história impressionante para contar sobre sua vida de oração, uma história impressionante sobre a sua última meditação, uma história impressionante sobre a sua conversão. Mas o Jesus dos dias comuns não é um Jesus reduzido. O Jesus, o Deus de Moisés que abriu o Mar Vermelho, é o mesmo Deus eh de eh Isaque cego, morrendo. Não é menor. Ele continua sendo o verbo eterno. Ele continua sendo o autor da vida. Ele continua sendo a imagem do pai. Ah, hoje eu não tô sentindo nenhum arrebatamento. Então isso não mudou nada em Cristo. Continua presente dentro de nós pelo seu espírito. O fato de não vermos nenhum brilho não significa que a glória diminuiu. A encarnação de Cristo, ela inteira ensina essa mesma coisa de novo e de novo. Aquele que chorou diante do túmulo era o Jesus da transfiguração. que olhasse para aquele homem no enterro chorando, podia pensar, isso não é muito inspirador, não tá parecendo o rei da glória, não tá parecendo brilhante como eh na transfiguração? Então era o mesmo, mesma glória. Aquele que foi preso ainda era o juiz de todos, que foi cuspido. Deus gosta de esconder a majestade em formas que o orgulho não a reconhece. Se para nós reconhecermos o valor de Cristo, precisamos de algo extraordinário, estamos mais interessados em algo extraordinário do que em Cristo extraordinário. Para o pai, o filho amado, não é o filho amado na cruz, é o filho amado, não é menos o filho amado, pelo contrário, isso está brilhando de uma maneira incrível. Então, uma obediência silenciosa, não ah, minha vida espiritual, ah, eu queria fazer coisas do reino de Deus, eu queria ser usado, né, sei lá, como Martim Lutero, como Paulo, tudo isso é infantil. O Jesus do dia a dia, do acordar, orar, meditar, trabalhar é o mesmo. Então, nunca despreze o ordinário, porque isso é o que você vai ter a maior parte do tempo. E se sua vida espiritual e se seu deleite em Cristo depende não de Cristo, mas de algo que você sinta, então você é infantil. E se o que você busca é mais disso, você está buscando ser mais infantil e não mais maduro e mais espiritual, como a pessoa estava falando. Enquanto isso, ele está lá do seu lado descendo o monte. Não está mais brilhando, não está mais com luz resplandescente nas vestes, está na palavra que você já conhece, está num texto, como nós nós lemos, mas vale um cão vivo do que um leão morto. Ah, ensinos eh eh profundos sobre Cristo, que é a vida. Então é uma longa caminhada com a pessoa cuja glória permanece a mesma quando meus olhos não percebem. Esse é que vai nos dar o senso de santidade para o dia comum. Eu tô no trânsito, então não estou tendo experiências nem êxtases, mas Cristo está lá, precisa ser adorado por mim. A maneira com que eu me eu ajo ali, eu devo perceber que estou agindo diante de Cristo. Isso também muda a nossa leitura da providência de Deus. Nos dias extraordinários você diz: "Ah, que dia maravilhoso! Que aconteceu aconteceu algo maravilhoso? Que aconteceu? Ai, a pessoa conta o que aconteceu. Aconteceu algo. Eu tava andando, um caminhão capotou, caiu de cima de um viadulto, quase caiu em mim, mas não caiu em mim, ficou a 1 cm de mim. Foi um dia extraordinário, mas porque abriu uma porta, né? Uma porta que estava esperando há anos, mas nos dias comuns a mão divina parece menos visível. Não aconteceu nada demais hoje. Não percebi que corri grande risco. Não se abriu nenhuma grande porta. Não tive nenhuma grande experiência arrebatadora no meu momento de oração e meditação. Ainda assim, Cristo governou aquele dia. Deus tirou brilhos e deixou só Cristo. Basta. Apenas Cristo basta. Ou só os Cristos é um uma boa frase em latim pra reforma. Ele está presente quando demora, ele está presente quando disciplina. Ele está presente em anos que parece que a oração não tem resposta. Ele está no presente, no limite que te protegeu. às vezes nas portas fechadas, na repetição, porque a repetição contínua, minha vida de oração, independente de o que que eu tô sentindo, a minha meditação, independente de algo arrebatador, está me formando um caráter que não precisa dessas coisas arrebatadoras, mas de um Cristo arrebatador em si mesmo, na frustração. Cristo está presente na frustração que expõe seu ídolo. Sabe naquele dia que ver que você tá mais arrasado porque o dia tá horrível. Então Cristo está presente só expondo. Tá vendo como você é um ídolo na sua vida? Tá vendo como teu dia foi estragado? Não porque eu mudei, mas porque isso aí não está como você. Você perdeu isso ou isso não aconteceu como você queria? Na rotina em que a santidade é praticada sem plateia. Queridos, a vida de santidade é uma coisa que na maior parte do tempo acontece na vida ordinária, no comum, em como eu estou atendendo o cliente que está na minha frente. Se eu tô com a cara feia, se eu tô eh azedo, né? Amanhã é segunda-feira. O mesmo Senhor que resplandeceu sobre o monte dirige cada passo meu até o céu. Nenhum passo é comum. Os passos que Pedro estava dando com ele naqueles 3 anos não eram menos extraordinários do que a transfiguração no monte. E pelo contrário, você vê, se você for comparar a quantidade, ele passou muito mais tempo andando com Jesus, comendo coisas ordinárias que não eram extraordinárias do que no extraordinário. A cozinha, o escritório, o trânsito, a enfermaria, a sala de aula, o quarto silencioso. Tudo isso está sendo governado pelo filho amado. Tudo isso está sendo operado para o de para Deus pela nossa conformação com o seu filho. Reconhecer isso é uma forma de adoração. é adorar o de verdade. Não é adorar uma sensação, nem uma experiência. é adorá-lo. É dizer que sua presença não depende da nossa sensação. Meu desejo de te obedecer, Cristo, não depende de arrebatamentos, de arroubos, de sensação. O teu senhorio não começa apenas quando eu toco algo que parece extraordinário. Teu senhorio sobre a minha vida, tua beleza, tua glória. Então, Cristo que caminhava eh eh a que caminha ao seu lado na terça-feira e com Pedro comum, é tão glorioso como o Cristo que resplandeceu eh diante dos discípulos. É tão glorioso como Cristo que está sentado à destra de Deus. Ah, mas minha segunda-feira foi um dia tão comum. Foi comum nada. Se a visão tivesse desaparecido por completo, os discípulos tivessem ficado sozinhos. Aí sim. Seria uma desgraça, não é? E eles teriam visto a glória, teriam ouvido a voz, teriam provado um momento celestial. Mas imagine se quando eles abrem os olhos, Jesus não estivesse lá, então tudo aquilo não teria tido valor nenhum. Porque o que vale mesmo não é aquela experiência, é Cristo. A grande bênção é que quando eles abriram os olhos e não tinha mais brilho, nem Moisés, nem Elias, nem uma voz que eles ouviam do céu, ainda assim Cristo estava lá. Tudo que nós precisamos é isso. Tudo que minha vida de oração precisa amanhã é que Cristo esteja lá. Tudo que minha vida de meditação precisa é que Cristo esteja lá. Tudo que a minha alegria em Deus precisa é que Cristo esteja lá. Não brilhando como sol, não em sensações. Porque se eles tivessem descido, tivessem tido aquela experiência por mais tempo, mas descido sem Cristo, então nada. E eles precisavam de Cristo exatamente naquela, naquela relação cotidiana com aquele mundo difícil, sabe? Precisavam de Jesus eh eh respondendo aos escribas e fariseus. Precisavam de Jesus entrando no templo e derrubando as mesas. Precisavam de Jesus eh vendo a mulher beijar seus pés com lágrimas, ainda que fossem pés comuns e empoerados. Eles precisavam do perdão diário. Você diz que um dia não é extraordinário, mas você está sendo perdoado em Cristo naquele dia. Está sendo aceito pelo Pai. Sabe? Eh, o relato de Moisés e Elias. Se você pudesse ver Moisés e Elias falando com você todo dia, isso não perdoaria seus pecados, não te deixaria nem um pouco mais próximo de Deus. O passado extraordinário não substitui a presença viva de Cristo continuamente. A experiência no monte não substitui Jesus no barquinho da Galileia pregando um sermão ou num monte pregando. Muitos vivem de lembranças, de histórias, de testemunhos, de coisas incríveis que aconteceram no passado. Recordam um determinado culto, uma temporada de avivamento pessoal. um momento da igreja. O problema não é recordar, não é? Não é recordar. A memória pode ser uma misericórdia. O problema é quando você vive no museu e você fica querendo voltar para lá. Ah, eu quero que minha vida de oração aconteça aquilo que aconteceu naquela vez em que eu estava naquele momento. Tudo no museu está preservado, né? Se a gente vai no museu, tá tudo lá, tudo atrás de um vidro, tudo morto, tudo do passado. Ah, isso aqui é tudo Tancamão. Ele foi um grande rei. Ah, tá legal. Mas ele é uma múmia. É o passado. É o passado. Está, não está vivo. Não há alguém que permanece. Seu evangelho não nos oferece apenas recordações de Jesus, recordações de dias incríveis, recordações de cultos maravilhosos, recordações de momentos eh eh inebriantes, momentos arrebatadores. O evangelho não nos oferece isso. O evangelho nos oferece Cristo somente. Ele não é um herói morto, cuja vida me inspira, cujas experiências passadas me inspiram. Ele é o Cristo que anda comigo na terça-feira no meu trabalho, quando só está eu e Cláudia. Eu ainda sou um marido diante de Cristo, uma esposa diante de Cristo. Não deixou eh eh eh eh esse Cristo apenas ensinamentos, inspirações passadas. Ele deixou o espírito. O espírito não está atuando em mim em momentos extraordinários. Ele está atuando em mim instante após instante para me conformar à imagem de Cristo. Sabe, ele disse: "Eu estarei convosco todos os dias até a consumação dos". Sabe o dia que você disse que foi tedioso, que a sua oração foi difícil, que o dia foi difícil. Então ele estava lá. Estarei convosco todos os dias, todos os momentos, não quando tudo tiver arrebatador. Prometeu estar conosco. Significa que nós jamais não vamos viver num monte, não vamos viver num culto. Há pessoas que acham que vida espiritual vigorosa é 10 cultos. Não vamos viver num culto, nós vamos descer do monte. Ah, mas nunca vamos descer sozinhos. Nós vamos amanhã, segunda-feira estar uns na vida do Brasil, outros indo para outro lugar, uns em carro, outros em ônibus, outros em trens, mas não estaremos sozinhos. Não estará com menos Jesus do que hoje aqui, agora quando os amigos nos compreendem, está tudo ótimo. Então ele está lá. Mas quando eles não nos compreendem, também está. Quando casamos e quando enterramos o nosso cônjuge, quando a saúde muda, ele continua. Descemos do monte da saúde e daí Jesus desceu conosco. Está lá. Quando o coração sente pouco, ele continua. Quando a morte se aproxima, ele continua. Quando eu estava cheio de vida pregando, ele estava lá. Mas ele não está menos lá agora que minha voz não funciona mais. Meu corpo está, como Paulo diz, eh, está se deteriorando a cada dia. A pergunta decisiva não é: consigo reproduzir o que eu senti na oração da semana passada, que foi incrível? A a questão não é essa. A questão é Cristo está aqui agora que eu estou orando? Melhor um vale escuro com Cristo que um monte luminoso se eu tivesse só com Moisés e Elias, porque não seria salvo nem pela lei e nem pelos profetas. Melhor a presença silenciosa de Jesus do que todas as experiências que terminassem com Jesus não está mais lá. Aquela experiência foi maravilhosa e tudo continuou maravilhoso quando toda a luz passou, quando Moisés e Elias não estavam mais lá, porque Cristo ainda estava lá. E é por isso que Deus falou a ele, eu vi. Então é melhor o Cristo vivo em vestes comuns do que lembranças de momentos arrebatadores. O que você precisa, o que eu preciso todo dia é de Jesus com suas vestes comuns, do cordeiro que andou pelas ruas poerentas do nosso mundo, do que grandes experiências que estão no passado, que ficaram ficaram para trás. Então, qual era a segurança do discípulo? Não era a segurança deles, não era tendas para ficar lá no monte com Jesus brilhando. Moisés e Elias era descobrir que aquele Deus que se transfigurou estava descendo com eles. Para quê? Para as acusações dos fariseus, para a dureza do coração dos homens, para a a incredulidade de Israel. para carregar o vitupério de Cristo, para sofrer eh com ele. Então, pegue-se em outras possibilidades que não fosse isso. Havia uma possibilidade terrível. Os discípulos poderiam ter levantado os olhos e não visto ninguém, nenhum Jesus. A brilho continuasse, alguma sensação, mas nada de Jesus, isso seria o quê? Estéril. A maioria das experiências que as pessoas dizem que tem é totalmente estéril. Não teve abundância de Jesus no momento e nem tem Jesus depois. Não tem. Há pessoas que vivem assim diante do evangelho, reconhecem a beleza, admiram a história, falam sobre a santidade, a soberania. Estão vendo o brilho, né, de Deus, mas não tem Jesus nenhum no no cotidiano. Aquela grande coisa sobre a soberania de Deus não lida com os problemas da vida. Talvez até defenda a importância, não é, eh, dessas doutrinas, mas terminada a reunião nada aparece na na nada permanece. Ah, o sermão, caramba, falou, mas é como um brilho, eh, eh, é um brilho fato no monte aquele grande sermão, porque quando ele descer dali, Jesus não vai estar com ele. Aquele sermão não faz diferença nenhuma, porque não há um encontro com o Deus vivo. Esse eh não é um perigo só fora da igreja. Existe muito na igreja. Podemos passar anos frequentando cultos. E ainda tratar Cristo como uma experiência. Ah, hoje eu não tô sentindo assim, minha vida de oração tá muito difícil hoje, porque eu não tô sentindo aquela experiência. Podemos cantar sobre a sua presença, mas não viver amanhã como se estivéssemos na presença dele. Podemos ouvir promessas e quando vamos enfrentar uma promessa, é maravilhoso. Tu não nos A gente cantou hoje, não é? Eh, nem a morte, nem a vida, nem as aflições me separarão do amor de A gente cantou isso hoje. Então, mas aí podemos ouvir essas promessas e amanhã quando chegar a ansiedade, não temos recurso nessas promessas. Ficou lá no monte, ficou só naquele momento que para nós era meio que extraordinário, né? Podemos afirmar que ele governa e reagir cada perda como se o diabo tivesse dirigindo o mundo. Ou acaso podemos falar da ressurreição e temermos a morte como se o túmulo fosse a palavra final sobre a morte. Ele disse: "Como eu vivo, vós vivereis". Então, podemos celebrar isso como uma luz gloriosa, né? como no monte aqui agora, mas amanhã estávamos tanto medo da morte como quem não sabe nada a respeito disso. Então a religiosidade se torna um albo de momentos. Sabe aquele sabe que você abria assim, ficava passando, vendo? Ah, isso aqui foi, poxa, que legal isso. Um encontro, esses dias me mostraram uma foto de um encontro de família onde eu devia ter uns 6 anos de idade. Mas eu lembro daquele dia, quando eu li a foto, lembrei do dia, lembrei do que aconteceu. Então, mas a vida espiritual não é um álbum de fotos, de sensações, experiências que foram no passado. Cristo não permanece no passado. Cristo não vai ficar confinado ao domingo. Se eu esquecer quando chegar em casa hoje na relação com a minha esposa, meus com meu esposo, com meus filhos na segunda, na terça, se eu esquecer, ah, se eu pensar que Cristo ficou confinado a um momento de culto, onde eu tava tão espiritual, então eu não entendia, não estou querendo, ah, eu quero ficar com aquela sensação o tempo todo, como se fosse aquele culto e aí sim eu ser espiritual, você não, não. Você ser infantil, ele vive. Sua obra não é uma peça encerrada. Sua cruz continua sendo a minha absolvição. Ela não foi. Ela é. Sua cruz não foi minha justiça. Ela é minha justiça. Sua cruz não foi minha aceitação. Ela é cada oração, cada momento diante de Deus é por causa da cruz. continua presente, o seu sacerdócio continua operando. Ele continua intercedendo por mim dia e noite, não em momentos especiais de êxtase. Sua palavra continua chamando mortos à vida, sua presença continua real, mesmo sem ser visível, mesmo quando ele eh ascendeu ao céu e Pedro nunca mais o viu, ele não era menos presente. O mundo pode ver Jesus como uma relíquia. Nós podemos contar a data como ele passou pelo mundo, 2026, mas a igreja não. Jesus não está confinado ao momento de de de transfiguração. É o cabeça viva do corpo. Ele diz: "Não vos deixarei órfãos. Minha vida vai estar em vocês e meu espírito vai estar em você". A pergunta é simples e grave. Depois de tudo que você ouviu, o que permaneceu, aquela experiência só tinha valor se aquilo que o pai falou naquela hora. Esse é meu filho amado, a ele ouvi. Eles não precisavam continuar ouvindo a voz do pai falando. Eles não precisavam continuar vendo Moisés, Elias e um brilho. Eles precisavam todo dia, em qualquer situação, lembrar: "Esse é meu filho amado. A ele eu vi." Quando você estiver sentindo coisas grandes e quando não tiver, quando tiver com uma experiência que te empurra para oração correndo, mas no dia que você deve orar sem essas coisas, esse é meu filho amado, é ele ouvir. Medite na palavra, não quando você tiver sentindo um aquecimento, você precisa ouvir ele todo dia, todo o tempo. E uma experiência é é que termina sem uma comunhão contínua ou um culto que termina sem adentrar segunda, terça, quarta-feira, porque na no trânsito eu não tenho as mesmas e sentimentos e emoções do do momento do culto. Então, eh faz de Jesus uma lembrança vazia que de vez em quando eu trago daquele meu álbum. Os discípulos poderiam ter levantado os olhos e não ter visto Jesus e nada. Vamos que depois daquilo tudo, aquela coisa, aquela experiência maravilhosa, eles levantassem os olhos e vissem Moisés somente. Não, Jesus. Tivesse ficado só Moisés, teria sido bom. Não seria uma companhia aprasível. Moisés estava ali representando a lei. Você queria experimentar a lei sem Cristo? Você queria realmente conviver? Você acha que seria bom conviver com a lei de Deus sem Cristo? Nome disso é inferno. Não seria aprasível. Ah, a história de Moisés carrega o peso santo da lei de Deus, mas essa lei nos esmaga. Moisés não era Jesus. Ele refletiu a beleza de Cristo, né? Como a lua reflete o sol, a lei não substituiu o Salvador. Você não pode sair do Salvador para a lei, porque a lei ainda te condena se você não tivesse só Jesus. Pode revelar pureza. A lei pode dizer que Deus é santo, santo, santo, mas não pode fazer você amar essa santidade. Não pode criar um coração puro. Não pode fazer você realmente ser ouvido pelo pai. A lei é maravilhosa, mas paraa lei você é um maldito, a não ser que você esteja em Cristo. Ela pode e ela faz apontar para o sacrifício. Então o que a lei faz? Aponta para Cristo. No final eu preciso abrir os olhos e ver somente Cristo. Não, Cristo e a lei. Cristo e a lei não me salva. É Cristo sozinho que me salva. Ver Moisés somente é viver diante dos mandamentos sem chamar jamais chegar ao cumprimento do propósito de Deus. Tem gente que nunca vê Jesus sozinho. Para sempre ele é um legalista. Para sempre ele acha que está somando coisas ao que Cristo fez. Ele não abre os olhos e vê Jesus somente. Ele vê Jesus e Moisés. E ele acha que isso é importante. Ele não consegue compreender que Moisés só apontava para Cristo, que a lei só dizia assim: "Você é maldito e não há nenhuma esperança para você. Sua justiça é um trapo imundo. Não chegue diante de mim pela lei, porque pela lei você está debaixo da minha ira. Não pense que acrescentar lei ao meu filho vai fazer você mais aceitar. Mas pelo contrário, é ler a Bíblia, a lei é você ler a Bíblia e encontrar apenas cobrança. Seja santo como eu sou santo. Seja perfeito. Jamais peque seje para você e ainda assim você não ia poder remir os pecados passados. Há pessoas que transformam cada promessa numa ameaça. Porque ele tá sempre vendo Moisés. O texto diz: "Ven a mim". E eles ouvem: "Venha a mim. se torne digno, eh, faça que que se torne aceitável. Então, eles estão vendo Jesus e mata alguma coisa, a lei. O texto diz: "Quem crê em mim tem a vida eterna". E eles ouvem: "Quem vem a mim tem uma fé perfeita, tem a vida eterna". Mas não é isso que ele disse. Eu tava falando no início hoje, eh, um suspiro de um homem vivo vale mais do que os arroubos de um homem morto espiritualmente. É melhor ser um homem com a menor fé no reino de Deus do que não estar vivo. O texto diz: "Não há condenação para aqueles que contemplam a lei". Diz: "Nenhuma condenação há para os que estão em Cristo Jesus. Cristo Jesus não transfigurado, Cristo Jesus andando nas ruas de Nazaré, da Galileia, de de Jerusalém. O Cristo comum, o Cristo sem experiências arrebatadoras e não há condenação. Essa é uma promessa incrível, mas tem gente que diz assim: "Talvez isso valha para os outros, mas para mim eu ainda tenho que fazer isso e aquilo". Então, ele não entendeu. Moisés somente e eh eh eh aparece quando o cristianismo é reduzido a formas exteriores. A lei não pode fazer nada dentro de mim. Eu posso, se além disse louvar ao Senhor, eu posso louvar, mas o meu coração pode estar longe. A única maneira do meu coração estar vivo para Deus é o espírito de Cristo. E essas bênçãos espirituais compradas operando em mim, tudo pode possuir valor em seu lugar se aponta para Cristo. Se a lei não aponta para Cristo para uma pessoa, a lei faz dele um maldito. Ele pode achar, mas eu acho a lei tão linda, tão perfeita. Então, exatamente esse é o seu problema. Você não é lindo nem perfeito. E ela é. O coração adora sistemas porque sistemas parecem incontroláveis, mas Jesus não veio para nos devolver as sombras. Imagine a lei aponta para Jesus. Imagine se Jesus chegasse e apontasse para a lei, a gente ia pensar como assim? A lei apontava para ele. Agora nós chegamos a ele, ele disse: "Agora você cumpre a lei". Ué, mas aí eu vou lá paraa lei. A lei vai dizer: "Olha, eu aponto para Cristo". E aí você ficaria: "Mas porque o fim da lei é Cristo pra justiça de todo que crê?" Depois que a lei foi usada para mostrar sua falência e você foi mandado a Cristo, você precisa de Cristo no extraordinário, no comum, no domingo e na segunda, eh, tratando a sua esposa, tratando seus filhos, tratando o seu patrão, tratando seus empregados, tratando seu cônjuge. É assim, Jesus não veio para nos devolver as sombras. Ele é para onde as sombras apontavam. O problema não é a lei, queridos. A lei é santa. O problema é usá-la como parte da salvação. Quando eles abriram os olhos, Deus tirou a lei ali, tirou Moisés, tirou Elias, tirou o brilho e disse: "Ainda estava valendo. Esse é o meu filho. Tudo que vocês têm é nele. Quando estão sentindo e quando não estão sentindo, quando está extraordinário e quando não está extraordinário. Isso é isso é crescimento espiritual, queridos. Quando paramos na lei, então tudo que você vai ver de Deus é o quê, queridos? O que o Sinai mostrou, fogo, trovões e distância. Ninguém toca o monte, porque se tocar irá morrer. Você vai ver pessoas dizendo: "Por favor, Deus não fale mais conosco". Você vai ver que Moisés tremia de medo. É isso. Quando você permanece no Sinai, é isso que você tem. E se você não percebe isso, é porque você está morto, está sem percepção. Nós chegamos ao sangue que fala melhor do que o sangue dos sacrifícios. Ele não nos manda de volta para as sombras. A lei diz: "Faça e viva. Obedeça e viva. Seja perfeita e viva." O evangelho diz: Cristo fez tudo e está terminado. É muito diferente. Cristo morreu, agora você vive, você recebe. Moisés foi um servo, mas Jesus é o senhor da casa. E se ele é assim, ele é assim na segunda, na terça, não em momentos arrebatadores. Moisés pode nos fazer tremer, mas somente Jesus pode fazer o que ele fez com os discípulos. Eles quando viram algo da glória, da beleza, eles caíram como mortos lá de bruço. O que que Jesus fez, queridos? Jesus tocou eles e disse: "Não tenha medo. Não tenha medo. Estou aqui em mim. Vocês não têm que ter medo. O pai ama vocês no amado. Vocês estão seguros. Eu sou a apropriação de vocês. A a propiciação de vocês. Eu sou a a expiação de vocês. Não tenho medo. Mas quando estava os trovões no Sinai, raio, que que Moisés fez pro povo? Não tenha medo. Eu estou aqui. Não há nenhum perigo. Porque eu, Moisés, estou aqui. Não, Moisés ficou com medo também. A lei é uma serva fiel quando nos conduz a Cristo. Quando não faz isso, queridos, ela só consegue revelar nossa miséria, nossa maldição. E ninguém que está debaixo da lei, ou seja, ninguém que a lei mostra a sua maldição está em outro lugar, a não ser de maldito. É o único lugar que a lei pode nos deixar perdidos debaixo da ira infinita. A lei só pode nos dar um inferno. E [roncando] os discípulos também poderiam ter visto, eu falei a respeito disso num num vídeo lá na internet, né, com com mais tempo. Os discípulos também poderiam ter, quando tudo passou, abriu os olhos em vez de ver Jesus ou Moisés, vissem Elias. A presença de Elias traz muitas coisas pra gente. Urgência, arrependimento, preparação. Você vê João Batista era o o era o outro Elias. Que que ele falava? Ah, arrependei-vos. O machado está posto a raiz da árvore. Mas imagina se isso fosse tudo que fosse dito para nós. Hã? João Batista era só a preparação do caminho do Senhor. Ele não era o caminho. Não havia salvação em João Batista. Havia o terror da verdade. Tudo isso é necessário. Mas apenas para uma coisa, Elias não era o cordeiro. João Batista era o cordeiro. A primeira palavra de João ao ver Jesus é qual? Eis o cordeiro de Deus que tira o pecado do mundo. Ele não disse: "Sigam o que eu estou falando aqui no deserto para vocês não terem pecado". Aquilo não tirava ninguém do pecado. Ele estava dizendo, "Aquilo tudo era verdade sobre vocês. Agora eis o cordeiro que tira o pecado do mundo. Vocês não ajudam ele a tirar, ele vai tirar sozinho. Ele vai carregar tudo. Almas que vivem permanentemente na preparação, queridos. no terror da lei, sempre se preparando. Ele sempre acha que tem que fazer algo mais para ter uma vida de oração, para ser uma coisa mais intensa, para ser uma coisa mais assim. Eles querem aquelas experiências. Então, como normalmente a nossa vida ordinária é uma vida comum, nós somos pessoas comuns, então elas acham, elas estão continuamente esperando eh sensações maravilhosas, mas apenas sensações. Cristo somente não basta. Estou sempre quase chegando, sempre esperando sentir mais. Por quê? Se eu senti isso ontem, amanhã eu ten que sentir uma coisa maior, uma maior grande parte das maluquícias que as pessoas inventam vem exatamente disso. Não quero em Cristo, não Cristo somente. E um aproveitador, então aproveita isso, não é? Dizem: "Eu quero Cristo". Mas às vezes diz: "Mas eu preciso estar pronto". Você, você não tá pronto, por isso que você precisa de Cristo. Você nunca vai ficar pronto sem Cristo. É o que ele está fazendo. Você nunca vai vai ficar pronto nesse mundo. Se você esperar ter uma vida de oração quando estiver pronto, então você não vai estar pronto nunca. A graça é para quem conhece que não consegue se preparar. Só Cristo pode me preparar. Só o seu espírito pode me santificar. Eu não posso estar preparado para o espírito. O espírito me prepara. Eu não posso estar preparado para Cristo. Eu não posso preparar meu coração para Cristo. Eu não posso preparar minha sensibilidade para Cristo. Eu não posso preparar minha minha vontade para oração. Ele é que pode preparar. A melhor preparação para Cristo é a consciência de que você não tem preparação nenhuma. Você não é digno dele. Você não pode fazer nada para ele ouvir suas orações. Desejar orar não é orar. Desejar ser salvo não é salvação. Lamentar seu pecado não é confi Tem pessoas que vivem lamentando seus pecados miserável, mas ele nunca vai a Cristo. Ele continua aí conta com ele semana que vem. Miserável nada. Cristo tá morto para ele. Não há nenhuma vida, não há nada acontecendo. Isso não é salvação, queridos. Isso pode ser João Batista dizendo para você que você é um miserável, porque você é mesmo, mas João Batista para aí. Ele não pode fazer mais do que isso por você. Ele diz: "Eu sou indigno." Parece reverente, mas contradiz o próprio convite. Se você é indigno, vá aos pés de Cristo. Se você é indigno, então, exatamente por isso, ah, vá orar, vá meditar na palavra, vá, vá ouvir quem Deus disse: "Esse é meu filho amado." Aí ele ouvir. Se eu ouvir para sempre que eu sou indigno e isso foi tudo que eu ouvi, isso não é o evangelho. O evangelho é exordeiro de Deus. Olhem, mantenham os olhos fixos no autor e consumador da fé. Quando você pensa que a sua indignidade é o impedimento de você ir a Cristo, você não se acha tão indigno assim. Você acha que poderia ter alguma dignidade para ser aceitável? A indignidade é exatamente porque eu preciso dele, porque não há nada bom em mim, é que eu preciso de tudo dele. Porque eu não controlo minhas afeições, é que eu dependo de estar em oração aos seus pés. Então, a pessoa permanece para sempre diante do de Elias ou de eh eh João Batista, mas a Bíblia diz: "Prepare o caminho do Senhor". Mas essas pessoas nunca nunca vão no caminho para o Senhor. Elas ficam ali com João mesmo, ficam ali com Elias mesmo. Talvez esteja tão concentrada em sentir sua culpa que nunca podem descansar no sangue. Isso não é confiar em Deus. Eu não posso confiar em Deus só quando ele fala sobre a minha miséria. Eu tenho que confiar em Deus quando ele diz que o sangue de Jesus me purifica de todo pecado. Senão eu não confio em Deus. Se eu confio em Deus que eu sou totalmente depravado, é, eh, esse é o caminho. Mas se isso faz, eu achar que então eu não sou digno do que Deus faz e por isso eu estou, a minha vida e se se arrasta, então eu não creio em Deus de verdade. Porque Deus disse que eu não sou nada em mim mesmo. Disse que minha justiça é um trápo, mas diz que a justiça do filho dele é suficiente. Talvez eu esteja esperando uma experiência de arrependimento tão completa, porque eu acho que é o meu arrependimento que é o mérito, que Deus olha pro meu arrependimento e diz: "Cara, esse arrependimento tão incrível que eu vou ter que perdoar ele, mas ele só me perdoa por causa de Cristo." Então, o meu perdão não vem do perfeito arrependimento, vem do perfeito sacrifício. Meu arrependimento nunca é perfeito. Eu vou ter sempre que me arrepender do meu arrependimento. Minhas orações não são perfeitas. Nada disso, nada disso coopera. E as pessoas pensam: "Ah, quando eu me humilhar bastante, Deus me aceitará?" Não. Deus me aceita por causa de Cristo. Se eu não consigo me humilhar mais, então eu preciso mais de Cristo, porque só ele pode me fazer me humilhar mais. Eu não posso fazer isso para ser aceitável. a ele. A humilhação verdadeira não compra a nossa aceitação. Não fomos salvos porque nos humilhamos. Elias prepara o caminho. João prepara, mas Jesus salva. Eles não salvam. Eles só apontam para quem salva. A lei não salva. João Batista aponta. Mas Jesus não aponta para o pecado. Se tudo que Jesus fizesse foi o que João fez, então você estava perdido. Jesus não aponta o pecado de José. Jesus carrega o meu pecado. João não. A consciência desperta. Que bom, né? A lei desperta. A consciência desperta, mas a consciência só faz isso. Portanto, se eu só tivesse uma consciência desperta, eu seria uma pessoa totalmente desesperada. Mas Jesus concede paz. Não só desperta. Não permaneça para sempre na porta. Não confunda proximidade com entrada. Não morra de fome ao lado do pão vivo. Não fique para sempre ouvindo e eh João falar que Jesus é o cordeiro, que ele é o pão, que ele faz isso e faz aquilo. Você precisa ir até lá. O chamado não é sinta-se pronto. Nunca vamos estar prontos neste mundo. O chamado é: é meu filho amado. A ele ouvir. Ouvi hoje, ouvi amanhã. Você nunca vai se estar bom. Você vai precisar ouvir ele sempre, continuamente, no seu melhor arrependimento. Ouça ele sobre arrependimento. Preparação não é Cristo. Convicção não é perdão. Tudo que Moisés e Elias podiam fazer, a lei os profetas é uma preparação. Não podem fazer nada do que Cristo fez. Nada. Absolutamente nada. Talvez alguém pense que a melhor cena seria os três. Abriu os olhos e tá lá Jesus, Moisés e Elites. Porque é isso que Pedro queria, três tendas. Ah, eu diria que há muitos cristãos de três tendas. Eles estão sempre com Jesus mais Moisés, Jesus mais Elias, Jesus mais a lei, Jesus mais os profetas. Eles não entendem que é Jesus somente. Lei, profecia e evangelho caminham lado a lado no sentido de que a lei e a profecia apontam para o evangelho. Mas só nesse sentido, parecem uma composição perfeita para muitos ficarem juntas. Mas o pai retirou o representante da lei, tirou o representante dos profetas, deixou só seu filho. É ele. Ele brilhando ou não brilhando? ele transfigurado ou ele andando comum, não porque a lei, os profetas fossem inúteis, mas porque elas encontravam uma um e eh um cumprimento. Qual o fim da lei? Qual o cumprimento da lei? É Cristo pra justiça. A lei mesmo não é uma justiça. Para que que os profetas profetizaram? Para apontar para Cristo. Moisés e Elias não foram desprezados. Eles foram absorvidos pela plenitude de Cristo. Uma placa apontou para lugar. Você chegou no lugar. A lei está em Cristo, ou seja, a perfeição que o Pai aceita, a profecia todas se comprem nele. A justiça exigida pela lei, você só encontra em Cristo. Paulo disse: "Tendo em mim a justiça, não que vem pela lei, mas somente a que vem por Cristo." A nova aliança é a nova aliança do seu sangue. Ele diz: "Vocês ganharão um novo coração para me amarem. A presença de Deus está em Cristo. A presença de Deus não está na sensação qualquer uma que você possa me contar. Se eu estou em Cristo orando sensações sem sensações, experiência, experiência, eu estou em Cristo. Minha oração não podia estar mais próxima do coração de Deus do que está, porque eu tivesse sentindo determinada coisa. Por isso, é melhor ver Moisés e Elias em Cristo do que junto com Cristo. É melhor sempre que você vê a lei, vê ela cumprida em Cristo, não ao lado de Jesus, como se tivesse trabalhando com ele. Quando você vê Elias, você vê os profetas, sempre é bom que você veja eles cumpridos em Cristo. Não ao lado de Cristo, ao lado. Eles são vistos pelas pessoas como suprimento. E se você a lei, vê a lei como suprimento para Cristo, Cristo e mais algo da lei, você perdeu o evangelho ao lado. A lei compete com Cristo, compete pela nossa atenção. Nós sempre vamos achar que vamos ser mais agradáveis a Deus por algo que a gente faça e não apenas pelo que Cristo fez e pelo que está sendo feito em nós e trazendo resultados para a glória de Deus. ao lado. Talvez você imagine que Jesus precise ser completado. Jesus pode salvar mais ele, mas a lei, né? Ele mais os profetas. Nele descobrimos que a lei os profetas encontraram seu ponto, encontraram para onde elas apontavam sua ausência. Eh, eh, eh, a ausência da das estrelas e da lua só contam para nós que algo mais brilhoso tomou conta do cenário, que é o sol. Quando a realidade chega, insistir no símbolo contra a realidade é perder aquilo que o símbolo prometia. Tudo que a lei queria era apontar para Cristo. Você chegou a Cristo, então a lei não tem mais nada para fazer por você. Isso vale para toda a vida cristã. Deus não só a lei e os profetas, Deus usa pregadores, mas a questão é Cristo. É Cristo. Ah, espel morreu. Ah, Calvino morreu. Lutério morreu. Não importa. Cristo não morreu. A igreja está segura. Quando Josué estava lá desesperado, porque Moisés morreu, era óbvio. Moisés foi o maior líder que nós podemos imaginar. O mar abriu nove pragas. A história é incrível. Imagina se você vai substituir ele, você pensa: "Como vou fazer? Nada jamais aconteceu igual". Aí Deus foi lá falar para Josué e disse: "Josué, eu vou eh se esforça porque você vai conseguir porque há algo em você que você não tá vendo ainda? Não. Ele não falou nada sobre Josué, sobre suas capacidades ou sobre se ele seria igual Moisés". Deus disse para Josué: "Assim como eu fui com Moisés, eu vou ser contigo." Não está nada morto. Quando Moisés morreu, nada em Deus morreu. Jesus sozinho. Deus eh usa disciplinas, usa igreja, mas quando os instrumentos se tornam o centro, até as coisas santas se tornam um obstáculo. Você deve amar estar com o povo de Deus, mas se você tiver que passar esses próximos anos preso numa cadeia como Paulo passava, você não tem desculpa para sua frieza e indiferença para com Deus. A maturidade nunca vai desprezar os meios, apenas recusa a dar a eles qualquer honra que pertence só a Cristo. Moisés, Elias são ótimos, mas quando você erguer os olhos, veja somente Cristo. A ele eu vi. Deus diz: "Tudo que Deus usa é bom quando te entrega a Cristo." Um pastor é bom se só te prega Cristo. Não importa quão sensacional seja o caráter, a amizade, companheirismo, ele aponta para algo que não é Cristo. Ele mistura humanismo secular com Cristo, não é bom. Mistura Moisés com Cristo, não é bom. Mistura Elias com Cristo, não é bom. Só é bom aquilo que diz Cristo. A lei diz isso, Cristo. Os profetas dizem isso, Cristo. Por isso que eles são bons, maravilhosos. Então, no início da caminhada, muitas coisas parecem enormes. Ah, o momento que fomos eh eh chamados por Deus eficazmente e começamos a entender as coisas, tudo é empolgante, tudo parece maior ao nosso horizonte, cada texto da Bíblia, cada doutrina que não entendíamos. E conforme o viajante vai se aproximando, quando você vê uma montanha enorme, outras parecem pequenas, mas se você continuar andando, você vai ver que outras às vezes são maiores do que aquelas que você viu. Questões que pareciam absolutas e enormes, vão tomando proporções menores. normal, não é? Crescimento espiritual, é que à medida que você eh eh eh Cristo cresce no teu horizonte, menos você precisa de sensações, arroubos ou como eu disse, a maior parte da vida de Pedro não vai ser a experiência. Ele chegou a dizer assim na sua carta: "Nós vimos ele ser transfigurado no monte". Foi uma visão maravilhosa da sua glória, mas muito mais confiável é o que a palavra diz sobre ele do que uma experiência, do que o que eu vi. É o que Deus disse sobre o seu filho. É isso. Isso. Isso é crescimento, sabe? Cristo cresce no nosso horizonte, se torna mais belo, mais decisivo, mais necessário. Cada vez você vê menos coisas junto com Cristo, né? Cristo mais minha vida de oração, Cristo mais minha isso, minha aquilo, Cristo mais o que eu fiz, o que eu sinto, o que eu experimento. Isso não produz indiferença doutrinária, indiferença espiritual. Ao contrário, quem ama a Cristo deseja conhecê-lo. É por isso que com sentimentos arrebatadores ou não, está com a sua palavra lá aberta, meditando sobre ele, ouvindo ele. Esse é meu filho, a ele ouvir. Isso não produz desprezo eh pela igreja, porque quem ama Cristo ama o seu corpo. É por causa de Cristo que alguém ama a igreja, mas deixa de exigir que uma comunidade humana seja impecável para que a sua fé sobreviva. A sua fé não vive vacilante porque a igreja é imperfeita. A, o evangelho nunca ensinou a perfeição da igreja neste mundo. Ah, minha fé tá assim porque a igreja foi assim, porque a igreja, essas pessoas não não estão vendo Cristo somente, isso não elimina essas bênçãos, mas elas são vistas por causa de Cristo. Podemos perder um instrumento. Você vê espja era instrumento de Deus. Era bom, maravilhoso. Mas podemos perder o instrumento. Mas a música é Cristo. O que fez aquele instrumento ser maravilhoso é que ele tocava Cristo. O som era Cristo. Os puritanos não existem mais há 500 anos. Não importa o som que eles tocaram a você não precisa de um puritano aqui. Não precisa de John Owen nem de de de Tomas Watson. Você precisa de Cristo e ele está aqui. Ele não estava mais no mundo. Eh, quando Paulo estava aqui ou quando Lutero estava aqui, ele está aqui, ele está fazendo a mesma coisa. Eles eram grandes instrumentos, mas Jesus é a música. E música não depende de um instrumento. A música pode ser tocada por uma quantidade infinita, vai ser tocada por instrumentos que não foram inventados ainda. Não é assim? Porque ele é a música. Então, crescer é aprender dizer. Esse mestre me ajudou. Mas Jesus é o mestre. Aquela experiência foi boa, mas não era Cristo. Não preciso dela. Preciso dela hoje, nem amanhã. Essa essas coisas me serviram, mas não são minha segurança. Minha saúde é boa, mas não é Cristo. Apenas as vemos na proporção correta, não é? Em nossas vidas. Então você vai ver que nem toda perda é empobrecimento. Algumas ausências anunciam exatamente o oposto, anunciam nossa maturidade em Cristo. O viajante perde vista as estrelas porque o dia amanheceu, mas isso não empobreceu a sua vida. Ah, Moisés e Elias desapareceram e Jesus permaneceu. Você não perde com esse desaparecimento. A lei não podia te salvar. Os profetas só apontavam para Cristo. Às vezes Deus remove aquilo que estávamos mais apoiados para nos mostrar que nosso apoio verdadeiro não estava em Cristo. É por isso que nem sempre nós temos as mesmas experiências e e sensações, porque é Deus te mostrando. Olha, você, a questão não é a sensação, é Cristo. Então, a igreja, Deus podia fazer gente como Paulo viver 1000 anos, mas ia aparecer que a igreja dependia de Paulo, mas a igreja depende de Cristo. Então, esses homens viveram como todos vivemos, 60, 70 ou menos. Uma uma amizade termina, uma capacidade diminui. A minha vista era boa, não é tão boa. Minha voz está funcionando, mas ela pode não funcionar. Toda a capacidade, um papel que me define pode não existir mais. Eu posso ser pai hoje e amanhã eu podia não ter filhos. Nossa primeira reação é dizer: "Perdo". Mas não é verdade. Ah, nós eh estávamos achando que a vida era sobre outras coisas. Talvez estejamos sendo conduzidos a ver que o que nunca poderia ser perdido. Poderia ser perdido. Há coisas que Deus nos dá por um tempo. São coisas boas, são reais, são meios de graça, mas não são eternas. Pense em todas as bênçãos que você ganhou neste mundo. Nenhuma delas é eterna. Você não devia estar com a sensação que está, porque elas são tiradas. Como se Deus tivesse prometido que seu casamento é para sempre, que seus filhos são para sempre, que você é para sempre, que a sua saúde é para sempre, que Deus nunca prometeu isso. São coisas boas, são coisas que eles que ele dá, mas não são coisas eternas. estão na providência e em seu amor, Deus permite que elas venham e que elas vão. Eles querem que tudo vá e fique só Cristo. Ele quer que quando você abre o olho um dia, só esteja Cristo. Deus tá dizendo para você, é suficiente a ele ouvir. Nele está a vida, nele está a paz, nele está a comunhão comigo, nele você sempre amado. Não é para nos deixar vazios, é para libertar nossos olhos. É como se Deus estivesse dizendo aos discípulos, Moisés e Elias maravilhosos, mas eles só apontavam para Cristo. Eles não têm em si mesmo. O que o Pai tá dizendo o seguinte para você e para mim, para Pedro, para João. Cristo basta. Não Cristo só com sensações arrebatadoras, brilhando como sol. Só Cristo, quer ele esteja brilhando como sol, quer ele esteja andando como um carpinteiro com a aparência de um carpinteiro. Cristo é o que você precisa, mas às vezes a gente acha que precisa de Cristo, mais nossa saúde. A gente precisa de Cristo e mais estabilidade. Cristo e mais reconhecimento do que a gente tá fazendo. A gente precisa de Cristo e mais um determinado futuro que nós sonhamos. Nós precisamos de Cristo, mas a permanência de certas pessoas. Então, uma dessas coisas é tocada por Deus, como foi tirado ali Moisés e Elias. E a alma entra em pânico porque descobre que, na verdade, Cristo não era tudo, que ele não bastava, que não era somente Cristo. Isso não significa que nós não choramos. As perdas, Jesus chorou no enterro. Não significa que as relações, os dons, as pessoas, os os amados, a família não são dádivas, mas nenhuma delas é Cristo. Ou seja, nenhum delas é o fundamento da vida, o fundamento da paz, o fundamento da comunhão com Deus. O fundamento precisa permanecer quando tudo treme. Tá na cara que aquelas coisas não eram fundamento, porque elas trem. Se o teu fundamento é uma pessoa e ela vai morrer e aí você vai ficar sem fundamento. Se teu fundamento é a sua saúde, você não pode falar como Davi, ainda que os montes se abalem, tu é a nossa rocha. Você tava achando que a rocha era aquilo. Então quando aquilo abala, teu mundo se abalou. Então, não minimize a dor, mas pergunte quem ainda ficou depois que aquelas coisas maravilhosas se foram, depois que foi o brilho ali para Pedro, João, Tiago, o brilho, a luz, eh, Moisés, eh, Elias, depois que tudo sumiu, o que ficou? ficou Cristo. Então Deus diz: "Então a ele euouv é suficiente. Você não precisa de Cristo mais Moisés, Cristo mais Elias, Cristo mais a experiência. A ausência pode ser a forma pela qual Deus está ampliando sua percepção da suficiência de Cristo. Pode estar ensinando que a vida eterna não consiste em conservar apoios temporários. São apoios enquanto Deus nos dá, maravilhoso, mas são apoios temporários. Você precisa ser ensinado que a vida está em seu filho. Ele é a vida eterna. Ele é a vida sem fim. Uma pena que o tempo está acabando. Os discípulos ficaram com o rosto em terra e o medo os dominou. A voz do Pai havia exposto a distância. Eles talvez não percebessem tão claramente a distância entre eles e a glória de Deus. E às vezes a gente perde isso, né? Aquele momento foi importante. Eles caíram, eles estavam lá porque eles estavam atemorizados. Imagine se só tivesse Moisés e Elias. Eles iam continuar atemorizados no fim. Mas Jesus se aproximou, colocou a mão sobre eles e disse: "Levantem-se, não tenham medo. Tudo que o coração aterrorizado precisa é de quê, queridos? Cristo. Hoje vão dizer: "Olha, infelizmente os crentes vão estar sem recursos como o mundo, porque nós acreditamos que só Cristo não lida com os medos, mas os piores medos, os mais aterradores, né? Os medos que fazem homens e demônios tremerem. Então, só Jesus pode dizer: "Não temas, eu estou aqui, está tudo bem. Tudo que o coração aterrorizado precisa e precisava naquele dia e precisa é isso. A profecia pode denunciar que todos vão ser julgados. É o que a profecia, é o que Elias simbolizava. Mas isso nunca tira o nosso medo, não é? Apesar de ser verdade. Mas no monte Cristo podia tocar o culpado, podia culpar o miserável, podia tocar aquele que a lei em Moisés condenva e dizer: "Não tenha medo. Não tenha medo." Ele pode dizer isso sem negar a santidade de Deus. Porque você podia dizer isso para alguém: "Não tenha medo". Mas você só estaria sendo um louco, dizendo para alguém: "Não temer o fogo, não temer algo que vai destruí-lo". Mas Jesus não tá dizendo isso. Ah, deixa para lá. Não tenha medo. Vamos fingir que nada acontece. Ele tá dizendo, não tenha medo da santidade infinita do meu pai. Em mim você pode entrar em sua presença. Isso que ele está dizendo. Ele próprio descerá aquele monte em direção à cruz. É porque eu tenho que descer. É porque a minha glória não vai ser vista. É porque vocês não vão ter uma sensação arrebatadora me vendo ser crucificado. É que vocês podem ter paz. Não é a sensação de vocês que dá paz, é o que eu faço. E mesmo aquilo que eu faço pode parecer o dia mais escuro, pode ser o pior dia a olhar de vocês, mas ali vai estar só a paz de vocês. Ali está a vitória sobre medo. Então ele não não nos encoraja mostrando que o perigo não é grande, que a santidade de Deus não é grande, que o inferno não é o que é. Ele nos tira o medo dizendo: "Eu vou, eu vou no seu lugar". Você sabe coisas sobre si que ninguém mais sabe. Cristo sabe. O impulso natural então é permanecer no chão. Ah, ou procurar Moisés para ver se algumas regras e algumas disciplinas fazem você se sentir melhor, mais justo. Ou procurar Elias que provoca mais temor, que fale mais sobre a sua corrupção simplesmente, mas a saída não está em aumentar. indefinitivamente o senso de condenação, o senso de inadequação, o centro de que você, o senso de que você é um miserável que merece a ira de Deus. Isso é importante, mas aumentar esse senso indefinidamente é um inferno. Você tem que ouvir o filho. Ele não diz: "Fingja que nada aconteceu. Finge que meu que eu eu não sou santo. Finge que não há ira." Ele diz: "Eu vou tomar o cálice da ira". Ele não diz: "Você merece levantar". Não, não. Você vai levantar. Vocês estão deitados, aterrorizados, porque eu vou me deitar no mais profundo da ira do meu pai. Vocês vão poder se levantar sem medo. Ele não disse: "U pecado não importa". Ele diz: "Importa. Eu vou descer desse monte e vou para a cruz." Por isso vocês podem se levantar. A lei nunca pode dizer isso para você. Nem os profetas. Há consolos que dependem de circunstâncias, né, queridos. Normalmente é assim que a gente consola as pessoas. Ah, vai passar essa tristeza, vai passar é o tempo, você vai acabar conseguindo outra emprego, ou então as coisas vão diminuir. Ah, ou então a pessoa tá arrasada lá porque alguma coisa aconteceu, você diz: "Ah, daqui a pouco as pessoas esquecem. Ah, tanta coisa acontece no mundo. Nosso consolo é pobre para caramba, né? Ah, vai ficar bom. E não ficou bom. Ah, mas tá num lugar melhor. A gente sempre tem uma coisa assim que é fraco, né? Fraco. Mas o consolo de Cristo é mais profundo. Ele disse: "Se você ficar doente, eu vou ser sua paz. Pedro, se você for assassinado por amor de mim, vai estar tudo bem". Outras pessoas não podem dizer: "Fica tranquilo". Quando você está morrendo, elas não podem estar contigo na sua morte, mas Jesus diz: "Eu estou contigo no vale da sombra da morte". Não precisa temer. Então, mesmo que o coração ainda trema, a mão que foi perfurada por você toca você e diz: "Não temas, não há razão. Não importa o que você está sentindo. Você é totalmente aceitável agora." E Jesus somente é suficiente porque ele não apenas fala sobre paz. Ah, queridos, que cansaço de ver cristão ouvindo coach, ouvindo pessoas falando como manter a paz. Acorda de manhã, faz uma meditação, se alimenta bem, faz isso aqui, faz aquilo lá. Que que patético. Essas pessoas não têm paz. Essas coisas não dão paz. Jesus não fala sobre paz. Ele disse: "Eu sou a paz. Eu sou sua paz. Minha paz vos dou." Você já viu alguém dizendo isso? Por que que você deve ter paz? Minha paz eu vou te dar. A pessoa nem tem paz. Ela tem um monte de técnicas, não funciona. Jesus não diz: "Vou te ensinar a ser uma pessoa centrada, equilibrada e ter paz." Ele diz: "Minha paz eu te dou. Eu dou. A minha alegria vai estar em vocês. É assim, quando Moisés e Elias desapareceram, os discípulos não ficaram sem direção. Aí agora como vamos viver? O que vamos fazer? Jesus era um mestre suficiente, não precisava de uma liderança dividida. O pai havia dito: "Ouçam-no, ouçam-no. Sem Moisés e Elias, está tudo bem. Deus pode conceder pastores, eh, mestres, mas nenhum deles ressuscitou, nenhum deles eh morreu pelos seus pecados. Eles só apontaram para Cristo. Eles não ensinam técnicas, técnicas de respiração, técnicas disso, técnicas daquilo para encontrar um descanso, uma paz. Eles não ensinam isso. Os pastores só apontam para Cristo, o mestre e diz ele somente. Vocês não precisam de mais nada. Não há técnicas para fazer você se sentir melhor. Os discípulos desceriam para uma situação em que a própria força já se mostraram incapaz. Eles sempre estavam tropeçando e agora eles iam descer. E tinha uma multidão raivosa, tinha uns fariseus. Jesus estava indo para a cruz. Eles não precisavam pedir fogo igual Elias para queimar as pessoas, nem de uma autoridade emprestada de Moisés. precisavam da palavra de Cristo, do evangelho. Jesus é motivo suficiente. A lei ameaça pela sua própria santidade, por ela ser boa. As profecias prometem que uma resposta de Deus virá. É o tudo que elas fazem. Elas não fazem nada. A não se dizer, há uma promessa. Deus fará algo a respeito. Ah, mas o filho que ele não diz isso, ele disse: "Eu sou a resposta, eu sou a justiça, eu sou tudo." Então, aquele rosto que brilhou como sol, os discípulos logo veriam ele sendo cuspido. Ele não era menos santo, grande e maravilhoso. Eles ainda é, ele ainda era o filho que o pai disse: "Esse é meu filho amado. Ouvio, ouvi ele. Olhe ele orando pelos seus inimigos. Olhe ele conversando com um ladrão na cruz. As roupas luminosas foram trocado por nudez. Ele morreu nu. Não havia nenhuma roupa brilhando e ali estava a maior beleza do filho de Deus. Não, uma não era uma experiência agradável e arrebatadora como no monte. Veja o corpo diante do qual Moisés e Elias conversaram. Agora ele estava partido, sangrando. Quando essa visão governa o coração, o serviço eh eh deixa de ser uma tentativa de comprar Deus ou de chegar a Deus por Moisés ou por Elias, se torna gratidão. Queridos, nós vemos o cordeiro de Deus que foi morto. Nós vemos o que ele fez. Nós vemos como ele se tornou nossa paz. Nós não precisamos de arrebatamentos para para ver a sua beleza, para estar ouvindo ele. Cristo capacita. Cristo constrange os nossos corações. A direção, a força, o motivo se encontra nessa pessoa. Você não pode ter mais força para amar a Deus pela lei, mas olhando para Cristo, olhando, olhando para ele, ouvindo, servimos ele porque ele é digno, mesmo que ninguém veja. Mesmo que o resultado pareça irrisório, há pessoas que pregaram e foram presas, ficaram presos e morreram. Parece que o resultado foi irrisório na vida deles. Não foi, foi para Cristo. O que mais importa? Mesmo que a obediência custe, Jesus somente é motivo. Se você obedecer a Deus e nada de bom acontecer, obedecer a Deus por causa de Cristo é suficiente, é maravilhoso. É a razão pela qual você foi feito. Essa é a vida. E essa busca, essa ansiedade por novidades é quase como um dizer para Deus: "Cristo não basta, não basta. Jesus somente é a mensagem". Não porque eh não existam outros temas, é porque todos os outros temas na Bíblia, por exemplo, são sobre ele e só tem importância por causa dele. Eu prego a lei porque por causa de Cristo, queridos. Eu prego a lei porque Cristo cumpriu a lei para salvar os pecadores, porque senão era inútil pregar a lei para eles. O que a lei é fazer para eles? Ela já os condenou, ela já deu se sua sentença. Cristo então não é um assunto entre outros. Quando a igreja troca Jesus por qualquer coisa, isso não é avanço, é uma deformidade. Não há nada para ser melhorado no evangelho, porque não há como Jesus ser melhorado. Não há como sua perfeição ser melhorada, sua paz ser melhorada, sua alegria ser melhorada. Tudo o resto deve sumir e ficar Cristo. Mas não só o Cristo brilhando com o rosto eh transfigurado. O Jesus que tudo aquilo sumiu e desceu com eles o monte para enfrentar ao pai com o menino endemoniado, para confrontar os fariseus, para morrer na cruz. Isso é crescer espiritualmente. Como eu disse, a pessoa que falou que queria mais, ela tava querendo não crescer. Ela queria ficar para sempre no monte, para sempre com Elias, Moisés. Ela queria construir três tendas. Ela não tinha entendido nada sobre a verdadeira vida em Cristo e o verdadeiro crescimento espiritual. Nós vivemos de Cristo. Há experiências, não há experiências. Há arrebatamentos e não há arrebatamentos. Há pessoas que Deus usa e não há pessoas que Deus está usando. Nada disso importa, finalmente. Somente Cristo.