Semana de Oração Jovem: Culto de Encerramento | HOJE 16h
26/07/2026
Semana de Oração Jovem: Culto de Encerramento | HOJE 16h
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Fonte: IASD Vila Olímpia
Legendas automáticas:
Boa tarde, pessoal. [risadas] >> Tudo bom? É um prazer tê-los aqui. Esperamos que vocês aproveitem essa programação na mesma, no mesmo nível e na mesma intensidade que levou pra gente organizar. Foi organizada com muito carinho e a gente espera realmente que vocês aproveitem esse momento. E o tema será >> do telespectador, a protagonista do nosso roteiro original. Exatamente. Então eles prepararam isso com muito amor. Foram os nossos adolescentes muito em breve jovens para fechar a semana jovem com chave de ouro. E eu não podia começar essa essa programação sem antes agradecer as pessoas que de fato fizeram isso acontecer. Então, a Bel se dedicou incansavelmente, a Marina tá ensaiando até agora porque ela não aceita nada menos que o perfeito, o Ian, o Isaac, os meninos que estão na câmera. De fato, isso aqui tá sendo construído por mão de pelas mãos de adolescentes e de jovens. A Fernandinha, que incansavelmente trabalhou essa semana para que a gente pudesse ter o lanche, pipoca. lá fora. >> Então assim, me enche de orgulho poder acompanhar eles a maneira como eles estão se desenvolvendo como futuros líderes dessa igreja, porque eles são, né, esse futuro, não é um futuro, eles são o presente dessa igreja. Então me enche de orgulho ver a maneira como eles estão se desenvolvendo. E claro, eu não podia deixar de agradecer o Dinho, o Rafa, todos os adultos também que nos ajudaram nessa operação. >> E a gente quer agradecer também as igrejas que estão aqui, estão aqui com a gente. É um prazer ter vocês aqui. A gente espera inclusive que vocês se sintam amados, vocês se sintam parte da vila olímpia, vocês façam parte da vila e que a gente possa talvez fazer um intercâmbio por aí entre igrejas, que vocês possam voltar aqui em outras oportunidades, em outros eventos >> como esse. >> Exatamente. E pra gente começar da maneira como deve começar um evento, eu queria te pedir para fazer uma oração. >> Oremos. Senhor Deus que estás nos céus, muito obrigado por esta oportunidade que o Senhor nos concedeu de estarmos aqui louvando e engrandecendo teu santo nome. Nós sabemos que só tu és santo e a sua misericórdia dura para sempre. E pedimos para que o Espírito Santo esteja aqui conosco, para que possamos sentir o calor do Espírito Santo conosco e que seja o Espírito a nos guiar aqui, que possamos ser apenas instrumentos nas suas mãos e que a mensagem seja passada de acordo com a tua santa e bendita vontade. Também pedimos que o Senhor abençoe e guarde cada família aqui representada, que nada de mal nos aconteça. É o que pedimos e agradecemos, não porque somos merecedores, mas em nome do teu filho amado, Cristo Jesus. Amém. >> Amém. e agradecer também o Dani e a Laral que estão lá em cima trabalhando um montão. Bom, pessoal, desejo a todos uma excelente programação. M. Oi, gente. Eh, como vocês viram no vídeo, quem que a gente seria, né? O protagonista, espectador, figurante, mas antes disso, a gente tem que saber quem a gente é. E durante semana jovem a gente falou muito sobre identidade também. Então, quem nós somos como cristãos, qual que é o nosso caráter? Porque principalmente nessa fase de adolescência e nesse período jovem, a gente fica com essa dúvida, quem nós somos? E quando a gente busca formar o nosso caráter e formar nossa identidade em Cristo, a gente descobre quem a gente é, que a gente é filho de Deus. E a gente também começa a descobrir quem Deus é pra gente. E o primeiro louvor que a gente vai cantar é exatamente sobre isso. Eu sei quem eu sou. É um louvor bem animado. Então convido vocês a ficarem de pé e cantar com a gente. >> Sei quem eu [canto] sou. >> Eu sei quem eu sou. >> Eu sou. >> Eu sei quem eu sou. Eu sei quem [canto] eu sou. Eu sei quem eu sou. Isaac, volta pra gente, por favor. Deixa alto pra gente escutar. [música] Uhum. Eu sei quem [canto] eu sou. Eu sei quem eu sou. Eu sei quem [canto] eu sou. Eu sou teu. Eu sou teu. [canto] Eu sei quem eu sou. Eu sei quem eu sou. [canto][música] Eu sei quem eu sou. Eu sou [canto] teu. Eu sou teu e tu [música] és meu. [canto] Cristo, tu és meu. Tu [música] és meu. Cristo, tu [canto] és meu. Quando em fuga me encontraste, [música] [canto] quando cego me fizeste ver. Em mim colocaste. >> [canto] >> E um louvor. Oh, [canto] quebrantado, me curaste, perturbado, me trouxeste à [canto] luz. Cristo és minha identidade. Eu sei, eu sei, eu sei [canto] quem eu sou. Eu sei quem eu sou. [canto] Eu sei quem eu sou. Eu sou teu. [música] Eu sou [canto] teu. Eu sei quem [música] eu sou. Eu sei [canto] quem eu sou. [música] Eu sei quem eu sou. Eu sou teu. Eu sou [música][canto] teu e tu és meu. Cristo, [canto] tu és meu. Tu és meu. Cristo, [canto] tu [música] és meu. Quando em fuga me encontraste, quando cego [música] me fizeste [canto] ver. Em mim colocaste um louvor. [música][canto] Oh, quebrantado, me curaste, perturbado me trouxeste a luz. [música] Cristo és minha identidade. [canto] [música] >> Eu sei, eu sei, [canto] eu sei, eu sei [canto] quem eu sou. Eu sei quem [música] eu sou. Eu sei [canto] quem eu sou. Eu sou teu. [música] Eu sou teu. Eu sei quem [canto] eu sou. Eu sei quem eu sou. [música] >> Eu sei quem [canto] eu sou. Eu sou teu. Eu sou teu. [canto] E tu [música] és meu, Cristo. Tu [canto] és meu. Tu és meu. Cristo, tu [canto] és meu. [música] Sou perdoado. Sou filho [canto] teu >> e sou aceito. Eu sei quem eu sou. Sei quem eu [canto] sou, >> seguro estou, >> pois hoje sei [canto] que amado sou. Eu sei quem eu sou. >> Eu sei [canto][música] quem eu sou >> e me estou. >> Liberto, [música] sim. >> Liberto, [canto] sim. >> Pertenço a Deus. >> E Deus [canto] pertence a mim. Eu [canto] sei quem eu sou. Eu sei quem eu [canto][música] sou. Eu sei quem eu sou. Eu [canto][música] sou teu. Eu sou teu. Eu sei quem [música] eu sou. >> Eu sei [canto] quem eu sou. Eu sei [música] quem eu sou. Eu sou teu. Eu sou teu. [canto] Eu sei quem eu sou. Eu sei [canto] quem eu sou. Eu sei quem eu sou. Eu sou [canto] teu. Eu sou teu. [música] Eu sei quem [canto] eu sou. >> Eu sei quem [música] eu sou. Eu sei [canto] quem eu sou. Eu sou teu. Eu sou teu e tu és meu. Cristo, [canto] tu és meu. Tu [música] és meu. Cristo, tu és meu. Tu [canto] és meu. Cristo, tu [música][canto] és meu. Tu és meu. Cristo, [canto][música] tu és meu. >> [música] >> Boa tarde. >> Vocês perceberam que os adolescentes aqui da vila são muito educados, né? Primeiro os mais velhos, depois os mais novos. Eu entendi porque vocês me colocaram primeiro. Tá bom, gente? Eu queria dentro dessa temática de espectadores a protagonistas trazer um pouquinho da minha experiência de vida. Eu tava sentada ali, eu falei: "Gente, ontem eu era adolescente, ontem eu tava fazendo essas coisas, agora eu já sou mãe de dois quase, né?" E aí eu queria compartilhar com vocês uma coisa que sempre me incomodou, eh, quando eu tava mais jovem, que era o quê? Eu participava da igreja, eu cresci na igreja, desde os meus 4 anos eu tô na igreja. E aí uma coisa me incomodava, que todo sábado eu tava lá na igreja, tava participando, tava fazendo coisa do clube, tava isso, aquilo, outro e aí parava por aí. E aí em 2014, o fatídico ano de 2014 para alguns, né, quando a gente fala dessa data, dá um gatilho na gente, né, brasileiro. Mas em 2014, eh, uns amigos falaram assim: "Bru, vamos participar da missão Calebe". Eu não ia fazer nada das minhas férias. Falei: "Bora, vamos paraa Missão Calebe". Arrumei a mala, fui parar em São Miguel Arcanjo, até hoje eu não sei nem como é que chega lá, mas eu fui parar em São Miguel Arcanjo, interior de São Paulo. E a gente começou a fazer a missão Calebe. Um dia vai pro faz escolação de férias, outro dia faz outra coisa e tals. E aí um belo dia uma amiga minha falou assim: "Bru, vamos comigo dar o estudo porque para você me ajudar?" Falei: "Vamos, vamos embora, vamos dar o estudo." Até hoje eu não sei dar estudo bíblico, mas eu fui com ela. Quando a gente chegou na casa que ia dar o estudo, a gente percebeu que assim tava um clima meio esquisito e no dia anterior tinha acontecido um acidente bem grave ali na cidade com algumas pessoas e a gente não tinha noção. Quando a gente entrou na casa, a gente começou a conversar e a gente descobriu que um dos envolvidos nesse acidente morava naquela casa. Ele tava dirigindo o carro com a namorada e um grupo de amigos e a namorada dele faleceu nesse acidente. E aí a casa tava naquele clima e a gente ali uma olhou pra cara da outra e agora o que a gente faz? A gente dá o estudo, a gente ouve e a gente começou ali conversar com ela. E de repente eu comecei a sentir um incômodo muito grande no meu coração. Ficava assim: "Canta tal música, canta tal música, canta tal música". que eu vou cantar não. Eu dentro da minha cabeça tava assim, não vou cantar não. E ela falou para mim que eu ficava, que ela olhava para mim, eu tava assim balançando a cabeça, tipo, hum, hum. Aí chegou uma hora que eu falei assim: "Olha, moça, vou fazer um negócio, vou". Aí eu comecei a cantar. Quando eu comecei a cantar, a gente vive uma porta abrindo assim bem devagarinho. Aí eu eu cantei. Quando eu terminei de cantar, saiu um rapaz do quarto e aí ele falou assim: "Olha, eu não sei o que vocês vieram fazer na minha casa hoje, mas eu acordei decidido que eu ia tirar a minha vida. E eu tava no meu quarto pensando como é que eu ia fazer isso. E eu falei que se Deus tinha alguma ideia, algum propósito do que ele poderia fazer, que ele fizesse muito rápido, porque eu ia tirar minha vida hoje. E aí de repente vocês começaram a cantar. Aí uma olhou pra cara da outra e a gente falou: "Meu Deus, foi por isso que a gente veio aqui". E aonde eu quero chegar com isso? As experiências que a gente vive, elas nos preparam para a gente ocupar esse lugar de espectador. Ninguém nasce, é de espectador, não, de protagonista. Ninguém nasce um protagonista. A gente precisa ser preparado para ser um protagonista. A minha experiência na missão Calebe, além de ter tido essa situação, me preparou para anos depois, na verdade, meses depois, me tornar líder de pequenos grupos na cidade de Diadema. A gente mobilizou aí mais de 10, 20 pequenos grupos ao mesmo tempo acontecendo ali. Eh, deu treinamento. Mas por quê? Porque um dia eu levantei da minha da minha cama, fiz minha mala, fui para uma missão que eu nem sabia exatamente o que era, o que ia fazer, como ia ser e me coloquei nas mãos de Deus. Então, a gente só se torna um protagonista se a gente primeiro aceitar as pequenas oportunidades que nos preparam para este palco, para este momento. Então, quando a gente olha pro que os apóstolos viveram, porque tá relatado no livro de Atos, a gente vai entender que pra gente viver o que aconteceu em Atos, às vezes só nos faltam Atos também. >> [música] >> Oi, gente. Voltei. Cá estou eu de novo. Eh, e eu vim contar um pouco do meu testemunho de quando foi o meu protagonismo com a minha vida, da minha vida com Deus. Eu ano era 2024, eu tinha 14 anos. E eu sabe quando tá no começo do ano e você faz as metas, você decide que você vai mudar sua vida, eu decidi que aquele ia ser o meu ano. E eu falei: "Não, eu quero começar a ir pra igreja, quero começar a ler a Bíblia, quero começar a ter um relacionamento com Deus, então é isso que eu vou fazer". E a minha irmã já era daqui da vila e ela falou: "Por que não? Por que você não vai lá, né?" Aí eu fui, conheci meus amigos, conheci o clube dos bravadores, conheci os adolescentes, o louvor dessa igreja, tudo nessa igreja me apaixonou e falei: "Eu quero ficar aqui e eu quero começar a ter um relacionamento mais íntimo com Deus". E aí, mais ou menos em abril, no começo de abril, eu decidi que eu queria começar a fazer estudo bíblico com meu cunhado, mais conhecido como John Batista, e a minha irmã, mais conhecida como Vick. E aí durante o período que eu estava fazendo estudo bíblico, aconteceu uma tragédia comigo, porque eu jogava vôlei. Eu eu jogava vôlei desde 20 e eu era apaixonada por esse esporte. Eu gostava muito, muito, muito. E eu nunca tinha me lesionado no vôlei até então. Mas para tudo tem sua primeira vez. E minha primeira vez, digamos que ela foi meio turbulenta, ela foi um pouquinho radical até, que eu rompi dois ligamentos, eu rompi o LCA e o outro que eu não sei o nome. E sabe quando você quebra um prato, um um copo de vidro no chão e fica só o estilhaço assim do vidro no chão, era a patela do meu joelho. Era basicamente a patela do meu joelho, só que tava dentro da minha perna. Foi assim que meu joelho ficou. E aí tudo mudou na minha vida, porque eu fiquei três meses sem conseguir andar direito. Eu sva com a muleta, né? E aí o meu médico falava assim: "Você jogar vôlei e você fazer esporte de novo, menina, não dá. Se você virar errado, você vai romper esse ligamento de novo." E eu falei: "Meu Deus". E aí eu eu gosto muito de esporte, então tipo, na escola eu vi meus amigos se divertindo e eu lá sentadinha no banco, na educação física, era tão triste. E eu lembro que durante um estudo bíblico, a gente lêu uma passagem que é essa passagem aqui. Qual homem do meio de vocês, se o filho pedir pão, lhe dará uma pedra? Ou se pedir peixe, lhe dará uma cobra? Portanto, se vocês, apesar de serem maus, sabem dar boas coisas aos seus filhos, quanto mais o seu pai que está no céu, dará boas coisas aos que lhe pedirem. E eu falei: "Mas Jo, eu pedi para Deus para não me machucar. Eu pedi para Deus, tipo, ah, tá bom, uma semaninha ali, depois de uma semana tô zerada". Por que que ele não deixou isso acontecer? E aí o Jo falou assim: "Bel, nem sempre Deus faz o que a gente quer." Sabe quando você pede paraos seus pais alguma coisa, ele fala: "Não, aí você fala tipo: "Nossa, por que não? Eu só tô pedindo isso". Ele fala: "No futuro você me agradece. É a mesma coisa com Deus." E eu não entendia. E o dia eu falava: "Calma, no futuro você vai agradecer a Deus. No futuro você vai entender qual que é o propósito de Deus com isso na sua vida." Eu ficava pensando: "Meu Deus, que propósito é esse de me deixar três meses manca?" Mas tá bom. Eu fiquei com isso na cabeça e eu falei: "Vou continuar aqui meu relacionamento com Deus, vou tentar me aproximar cada vez mais". E eu lembro que nesse período todo dia eu chegava da escola e aí tava era o verão, era primavera, né? Então tinha um solzinho gostoso. Eu falava: "Por que não ficar na calçada de casa tomando sol e lendo a Bíblia?" E para mim aquele era um momento muito prazeroso. Eu ficava uma hora, 2 horas ali e eu sentia que se teve um momento que eu tava próxima de Deus, foi durante aquele momento. E aí quando eu tirei a tala, eu falei: "Agora minha vida vai, né? Agora ninguém me para". Eu fui até pro campuri, eu não sabia nem andar direito. Eu tava, eu tinha feito duas semanas que eu tinha tirado a muleta. Eu não tava, eu tava aprendendo a andar de novo e até pro Campuri eu fui. Então, se tinha uma oportunidade de eu me machucar de novo, era no Campuri. E sabe onde eu me machuquei de novo? Na igreja. Eu tropecei no meu tênis e eu quebrei o mindinho do meu pé. Foi uma fratura abençoada, eu diria. E eu falei: "Não é possível que isso tá acontecendo de novo". E detalhe, um dia antes dos meus amigos irem pro Hop Harry, tá? Eu vi, eu vi as fotos dele lá, eu no pronto socorro eles lá no Hopar. Eu falei: "Não, não é possível que isso esteja acontecendo de novo". E aí eu lembro que eu fiquei muito chateada com Deus, que eu falei: "Poxa, Deus, eu achei que agora ia ser a hora que você falava: "Não, menina, agora vai, agora sua vida vai andar". E aí você fez eu quebrar meu pé para eu ficar sem andar de novo? E aí, eh, foi uma coisa muito inesperada aconteceu, porque eu cheguei no pronto socorro e eu olhei pro médico, eu falei assim: "Médico, não precisa nem fazer raio X, tá? Eu tenho certeza que quebrou". Abre um parênteses. Desde pequena eu me machuco muito. Eu quebrei o meu mindinho com dois anos porque pisaram no meu no meu dedo, quebrei. Então assim, se eu caísse na rua, eu ia quebrar. E eu sempre vivia quebrada. Só que a gente achou que era porque eu era uma criança que não gostava de comer feijão. Meus pais sempre falam, todos os pais falam, tem que comer feijão para ficar forte. Mas os meus falavam e para mim isso era não ia fazer diferença. Então eu achava, a gente achava que era falta de feijão. E aí eu fiquei 5 anos sem me machucar. Então a gente falou: "Passou". Só que aí voltou a acontecer isso duas lesões seguidas. E aí eu falei pro médico: "Não precisa nem fazer raio X, que eu tenho certeza que quebrou". Eu fiz o Rio X. Ele falou assim: "Olha, deu uma trincada, realmente você vai ter que usar táa por um mês e tals, mas me conta mais sobre essas suas fraturas". E aí um médico de pronto socorro, que não tinha obrigação nenhuma de fazer isso, que a gente não esperava, ele virou para mim e falou assim: "Olha, sua esclera, que é a parte branca do olho, é azulada". E isso é um das uma das coisas que a gente usa para fechar diagnóstico de osteogênese imperfeita, que é basicamente quando a pessoa é frágil demais. E eu falei: "Meu Deus, já quebrei minha perna uma vez, quebrei o pé outra vez, agora eu vim com essa de diagnóstico, que que Deus quer com isso na minha vida?" E aí, tá bom? a gente começou a investigar, eu comecei a passar no reumatologista e aí o reumatologista eu fiz exame de DNA e realmente vi que eu tinha oogênese imperfeita, mas eu tinha o tipo um e o reumatologista falou que eu era um milagre porque todas as pessoas que tem tem do tipo dois para cima. Então tem criança que nem nasce por conta disso e se nasce nasce deformada. Então nasce com a arcada dentária toda errada, o crânio, os ossos, a coluna, tudo, tudo deformado. E ele falou assim: "Sabe por não demoraram para fechar esse diagnóstico para você? Porque você não tem nenhum traço disso. Você é uma menina perfeita e você é mais rara ainda, porque eu só tenho isso do lado direito. É como se metade do meu corpo não quisesse aderir isso e o lado direito que é defeituoso. E [risadas] e aí eu comecei a entender, eu fiquei, meu, sou um milagre. E aí eu comecei a entender qual que é o propósito, porque eu acho que se Deus fez isso acontecer na minha vida, primeiro, hoje em dia eu sou grata por ter quebrado meu pé, porque eu nunca teria descobrido que eu tenho osteogênese imperfeita se eu não tivesse quebrado. E eu acho que se Deus deixou tudo isso acontecer na minha vida e ele deixou eu ser um milagre, é para eu espalhar pros outros como Deus é grande. E que mais que isso, às vezes a gente coloca o problema no centro da nossa vida. E nesse momento eu queria chamar o Taltinho já para ir se posicionando aqui. E a gente coloca eh nossos problemas, nossos orgulhos, nossas dúvidas no centro da nossa vida e a gente questiona muito a Deus. Só que a gente tem que lembrar que Deus é o centro. Cristo é o centro da nossa vida. Cristo é a razão de eu est aqui viva e a razão de tudo isso existir. E a música que a gente vai cantar agora também é sobre isso, que é Cristal Centro. Eu convido você de novo a ficar de pé porque no começo ela parece tá animada, mas depois ela fica animada. Posso, prometo para vocês. É a razão do existir. Cristo é a razão [canto] do existir. Do princípio até o fim, ele foi e sempre há de ser Cristo. Cristo, Cristo é a [canto] razão do existir. Cristão [canto] do existir. >> Do princípio [música][canto] até o fim. Ele foi sempre [canto] há de ser Cristo. >> Cristo. [canto] [música] Cristo é o centro. Nada [música][canto] tem maior valor. Todo o [canto] universo gira em torno de sua luz, [música] de sua luz. >> [canto] >> A razão do existir, [música] [canto] razão do existir. [música] O centro da minha vida [canto] é Jesus. O centro da minha [canto] vida é Jesus. Do princípio [canto] até o fim, ele foi sempre há [canto][música] de ser Cristo. Cristo, [canto] Cristo é um centro. >> [canto] >> Nada [música] tem maior valor. [canto] [música] Todo o universo gira em torno [canto] de sua luz, de sua [canto] luz. Cristo é o [canto] centro. Nada [música] tem maior [canto] valor. [música] Todo [canto] o universo [música] gira em torno de [canto] sua luz. De sua luz. Desde o chão as [canto] alturas. Cristo é o centro. A razão do [canto] existe. A razão do existe. Desde o chão as alturas. Cristo é [canto] o centro. A razão do existe. [música] A razão [canto] do existe desde [música] o chão às alturas. [canto] Cristo é o centro. A razão do existe. A razão [canto] do existe desde o chão as [música][canto] alturas. Cristo é o centro. A razão [canto] do existe. [música] A razão do existe. [canto][música] Cristo é a razão deste lugar. Cristo é a razão [canto] deste lugar. Todo o joelho [canto] dobrará, declarando que seu nome é Cristo. [canto] [música] Cristo, [canto] Cristo, [música] Cristo, [canto] Cristo, [música] Cristo, [canto] Cristo, Cristo, [canto] desde o chão as alturas. Cristo [canto] é o centro. A razão do existe. A razão do [canto] existe desde o chão às alturas. [música] Cristo é o centro. [canto] A razão do [música] existe. A razão [canto] do existe. Desde o chão às [música][canto] alturas. Cristo é o centro. [canto] A razão do existe. [música] A razão [canto] existe. Desde o chão às [canto][música] alturas. Cristo é o centro. [canto] A razão do existe. [música] A razão [canto] do existir. >> [música] [música] >> Feliz sábado. >> Então, eu vim contar como que eu conheci essa igreja maravilhosa e que eu tanto amo. Bom, eu antes, eu nem sabia que que era adventista. Eu comecei pela escola. Aí por meio da escola eu fui conhecendo amigos que vieram me chamaram pra igreja. A Biel foi uma dessas pessoas que me convidou pra igreja. E quando ela me convidou, eu demorei um pouco para aceitar, mas quando eu aceitei, eu vim, adorei o louvor daqui. Eu sempre falei para Bel que eu sempre gostei do louvor. E hoje eu só vivi tantos milagres por meio dessas pessoas que me trouxeram cada vez mais para perto de Cristo e onde Abel, o Joe cada vez me deixou mais próximo. Eh, hoje eu só sou cuportor por causa da B. Eu só sou desbravador por causa do Joe, ou seja, só tenho agradecer por essas pessoas. E eu quero ser que nem essas pessoas, quero ser usada por Deus para espalhar mais da palavra dele. E hoje eu tô comportando e tô batendo de casa em casa, falando um pouco sobre a palavra de Deus, deixando um pouco da história dele. E esses dias me aconteceu algo que, tipo, eu tenho certeza que Deus me usou. Eu fui numa casa, bati lá. Eh, tem um limite pra gente bater na porta, né? três vezes e três palmas. Aí eu bati a terceira vez, ninguém me atendeu. Só que eu senti algo de bater a quarta vez. Fui lá, bati a quarta vez, bati a quarta palma, aí ninguém me atendeu. Aí eu fui indo embora, fui indo embora. Aí eu ouvi o barulho de uma porta. Aí eu fiz: "Opa, calma aí." Voltei, olhei assim para cima, aí eu vi uma moça descendo as escadas. Aí eu falei: "Olá, tudo bem, moça? Prazer. Eu me chamo Isaac, sou pré pré-estudante universitário da UNASP e eu tô aqui no seu bairro fazendo um projeto sobre a saúde. E eu gostaria de conversar um pouco com a senhora ou falar um pouco sobre prevenção de doenças, só que quando ela foi descendo as escadas, foi chegando mais para próximo, eu vi que ela tava chorando. Aí eu pensei, mano, aconteceu alguma coisa muito séria com ela e eu devo orar por ela? Aí ela desceu, eu vi que ela tava chorando bastante, eu falei: "Ah, não vou passar oferta com ela chorando, né?" Falei: "Moça, tá tudo bem? Aconteceu alguma coisa?" Ela falou: "Não, tá tudo bem, só coisas pessoais". Falei: "Putz, entendo." Mas eh eu tô aqui para conversar. Eu falo sobre a saúde. A saúde também entrar na parte mental, onde aí ela ela se abriu para mim, conversou, falou, falou e ela tava com uns problemas bem sérios. A fé dela tava fraca, vamos se dizer. Mas eu senti de falar para ela sobre Mateus 11:28, que diz assim: "Vinde a mim aqueles que estão cansados e sobrecarregados e eu vos aliviarei". Eu quando eu contei isso para ela, eu também contei da parábola de Pedro, onde o pastor Delmiro, ele falou que ele ele anda de moto, né? Ele falou que no esporte, quando você vai fazer uma curva muito brusca, você tem que olhar pro cone e não pode tirar os cone, o óleo do cone, senão você vai cair. E a mesma coisa com Cristo. Eh, a gente não pode tirar os olhos do cone, porque se a gente tirar, a gente vai cair assim como Pedro afundou sobre as águas. Ele tirou os olhos de Cristo e afundou. Mas de uma coisa eu sei, Cristo sempre vai estar lá para nos puxar de volta. Aí eu falei tudo isso para ela, aí eu orei por ela, orei, orei. Aí depois eu passei a oferta, aí ela ficou com vida de Jesus, com é um livro maravilhoso que eu gosto bastante. Como eu quero fazer teologia e é o meu livro favorito que eu mais apresento. E depois que eu apresentei, ela falou: "Ah, eu não tenho muito dinheiro para te ajudar, mas eu falei: "Não, não precisa de dinheiro não. Eu vou te dar o vida de Jesus e pode ficar. Eu pago, eu pago. Pode ficar tranquila. Aí ela falou: "Não, não precisa". Aí ela conseguiu um dinheiro. Aí depois quando ela pagou eu tirei uma foto com ela, falei um pouco mais sobre Deus para ela e ela virou para mim e falou assim: "Olha, vou ser bem sincera com você. 5 minutos antes de você bater na minha porta, eu tava orando para Deus pedindo uma resposta, porque minha vida tava muito difícil e eu não sabia mais o que fazia. Eu tava querendo desistir da minha vida, mas você veio aqui na minha porta e falou de Deus para mim. Você foi um anjo do céu que veio e falou comigo. Ou seja, eu eu tenho certeza que naquele momento Cristo me usou. E no domingo, domingo agora que passou, eh eu também acho que eu fui usado eu passei na casa do Sérgio. Ele tem uma doença que, infelizmente ele tá muito mal, muito mal. Aí eu também senti de orar por ele. Orei por ele. Aí ele disse que no momento ele se sentiu bem melhor. Aí a gente ficou 1 hora e meia conversando em pé. Antes ele não tava nem conseguindo ficar em pé. Aí a gente ficou 1 hora e meia conversando em pé. Aí ele falou assim: "Cara, você é um anjo que bateu na minha porta também". Aí eu falei: "Nossa, por que você acha isso?" Ele falou: "Porque eu tô com muita dor e depois que você orou por mim, essa dor parecia que tinha sumido." Eu falei: "Ah, eu não fiz nada, fui o Espírito Santo, né?" Porque na coportagem a gente costuma dizer que 50% trabalho humano e 50% trabalho divino. Só que naquele momento eu tenho a certeza que foi 100% do trabalho divino, porque Deus me usou, Jesus, Jesus Cristo me usou. E antes de eu bater ele nas portas, eu sempre oro na frente da porta e falo: "Senhor, peço que o Senhor me use, eh, porque não, eu não quero que seja eu que vai que venha falar aqui, mas sim o Senhor, porque sem o Senhor eu não sou nada. E eu tô, eu sou muito tímido. E para vocês terem ideia, na minha primeira casa, eu fui na casa com a mente assim: "Pai, por favor, peço que você não abra a porta, não, por favor". Mas aí já no terceiro dia, eu falei: "Pai, por favor, abre a porta. Abre a porta. Abre a porta. Aí ultimamente tá dando tudo certo. Eu tô, eu tenho uma conexão a mais com Deus. É na comportagem você, você ora bastante. A cada porta, a cada rua, a cada casa, a cada pessoa. Eh, às vezes você não bate nem numa casa, mas você vê uma pessoa triste, você vai orar por ela. Teve um dia que eu dei zero ofertas e sete orações. O pessoal da campanha perguntou: "Oxe, como que você fez isso?" Aí eu falei: "Ah, Deus, Deus fez tudo isso por mim. E eu só tenho agradecer e eu quero ser que nem a Bel que me us que foram usados e me mandaram pra igreja. Eu quero fazer com que as pessoas venham mais pra igreja. Bom, é isso. [aplausos] [música] Som. Som. Uma boa tarde, bom sábado a você que está vindo aqui, você que está nos assistindo, você que está aqui assentado. Eh, meu nome é Ian, eu sou um membro da igreja adventista e hoje eu vim dar o meu testemunho de como eu passei de espectador a protagonista do roteiro original. Bom, creio que a maioria de vocês aqui já devem ter passado por aquele momento que a gente se sente desamparado, que a gente se sente que a gente se questiona por que que isso tá acontecendo comigo? Porque agora porque comigo. Então, todos nós já, eu creio que a maioria de vocês já devem ter passado por um momento e o meu testemunho fala muito sobre isso, sobre eu ter me questionado muito. Eh, a história se passa há uns anos atrás, do qual eu era um estudante qualquer, eu estudava numa escola padrão e por motivos pessoais eu acabei tendo que mudar de escola. Só que por algum motivo misterioso, creio eu, que isso tenha feito parte do propósito de Deus na minha vida, eu acabei conseguindo ir pra escola da qual eu desejava e também não fi perdi a vaga da qual eu estava. Então, eu fiquei basicamente solitário. Eu eu fui conversar com meus pais e meus pais falaram: "Olha, filho, enquanto a gente não achar uma escola para você, você fica em casa". Eu, como qualquer adolescente, falei: "Maravilha, férias, né? vou ficar em casa, vou ter que fazer minhas obrigações, mas não tendo, não tendo que ir pra escola, tá tudo ótimo, né? E só que o problema é que com o passar do tempo as consequências foram vindo e eu fui percebendo que não era bem isso que eu queria, porque eu sempre fui um garoto que não era de muito frequentar muitos lugares. Eu prova muito a escola. Minha rotina basicamente era escola, casa, casa, escola. Então, e também eu era um garoto que fazia muitas amizades. Eu era, eu sempre fui uma pessoa de, de ter muitas pessoas ao redor de mim e nunca fui muito de ficar sozinho. E esse ano, com o passar do tempo, eu fui percebendo que as amizades foram desvinculando, fui perdendo muitas amizades. Chegou num momento do ano que eu falei: "Cara, eu não tenho nenhum amigo, eu tô completamente solitário". E é sobre isso que eu queria retratar com vocês do começo, porque eu cheguei numa parte da minha vida da qual eu me questionava. Eu era cristão, mas não frequentava igreja. Então eu ficava me perguntando por que que isso tá acontecendo comigo? Se Deus é tão bom, por que que ele deixa isso acontecer comigo? E nós, nós seres humanos falhos, a gente tende a se questionar em algum momento das vezes, a gente tende a questionar, questionar Deus, questionar nós mesmos. E a minha história trata sobre isso. Bom, mesmo emburrado ainda mais porque como eu perdi um ano, eu acabei repetindo, então vem muita coisa na nossa cabeça. A gente pensa que a gente é o fracassado ou algo do tipo, mas mesmo emburrado eu acabei seguindo em frente, né, com qualquer ser humano. E nesse meio termo eu consegui um ano depois consegui entrar na escola da qual eu desejava e encontrei algumas amizades. Fiz, fiz muitas amizades lá, mas um em específico, creio eu, que foi a maior ponte para eu conhecer verdadeiramente a Deus. Eh, é uma daquelas amizades que eu digo que a maioria de vocês devem ter, que é uma em milhão, daquela que a gente pode ligar de madrugada e realmente pode contar com ela sempre. E um dia aleatório da semana, ele chegou em mim e falou: "Cara, ele já tinha me falado sobre o Ministério dos Bravadores, já tinha me falado também sobre o evento que acontece um ano, que é o Campuri. E ele falou: "Cara, vai ter um acampar dentro lá na minha igreja. O pessoal lá é muito gente boa, né? Eu, como sou uma pessoa que gosta de fazer amigos, né? Conhecia uma parte do pessoal, falei: "Pô, por que não, né? Por que não por não ir? Por que não socializar, né?" E acabou que com o passar do tempo eu fui conhecendo as pessoas. me aproximando aqui da igreja da vida Olímpia e chegou num ponto do qual eu consegui olhar para trás e falar: "Deus tinha um propósito para minha vida". E a gente vê que a gente consegue entender o propósito de Deus na nossa vida quando a gente olha para trás e a gente entende. Eu, se eu pudesse voltar, eu passaria por tudo de novo, porque Deus faz valer a pena. Porque o propósito de Deus faz valer a pena. Não importa o quanto você tenha se machucado ou pelo que você tenha passado, Deus sempre faz valer a pena, independente do que aconteça, o que tem acontecido. E chegou num ponto que eu falei: "Cara, poxa, eu tenho que deixar de ser preguiçoso. Não só eu, mas como todos nós aqui, temos que deixar às vezes de ser preguiçoso e parar de reclamar, porque quando a gente olha pra Bíblia, a gente vê que Deus dá uma palavra de de segurança pra gente. E agora eu queria pedir para vocês para que vocês abrissem em Mateus 11:28 na na Bíblia de vocês. Para concluir meu raciocínio, eu vou ler do verso 28 até o 30, tá? Venham a mim todos os que estão cansados e sobrecarregados, e eu darei descanso a vocês. Tomem sobre vocês o meu julgam e apreido de mim, porque sou manso e humilde de coração. E vocês encontrarão descanso para a alma, pois o meu jgo é suave e o meu fardo é leve. Aqui Deus fala aqui, filho, independente do que tem acontecido com você, eu te darei descanso e eu te aliviarei. Eu tenho uma interpretação desse texto, é o meu verso favorito no livro de Mateus, que Deus fala assim pra gente: "Olha, filho, para de olhar para trás e olha pra frente, porque quando você chegar onde eu quero que você esteja, você vai olhar para trás de novo e vai me agradecer, porque a porta do reino de Deus é estreita, independente vai ter, vai ter espinhos. A gente vai passar espinhos, mas Deus ele é tão incrível na glória dele que ele faz valer a pena cada espinho que você tenha pisado. Porque quando você chega no propósito, você vê que cada espinho que eu pisei valeu a pena. Deus é tão maravilhoso que ele ele consegue fazer a gente ter essa percepção, essa de olhar para trás e falar: "Cara, poxa, porque nós seres humanos somos muito falhos. Nós gostamos de reclamar, nós gostamos de de nós não cons nós gostamos de estagnar num problema e não conseguir ter a atitude de seguir em frente. E quando a gente, infelizmente, a gente só consegue entender o propósito de Deus quando a gente chega lá, chega lá na na onde a gente quer que ele esteja, a gente só consegue entender o propósito de Deus quando a gente vê a maravilha que ele faz. E eu posso dizer com tranquilidade que depois de tudo que eu passei, todos esse ano que eu fiquei solitário, que eu perdi os meus amigos, eu creio que valeu a pena, porque pelas experiências que eu tive, pelos amigos que eu fiz nessa caminhada cristã, eu posso dizer que valeu a pena e eu tô na minha consciência porque tenho certeza que Deus trabalhou na minha vida. E bom, a minha intenção desse testemunho é que vocês vejam um reflexo, porque se alguém aqui tiver passando por uma situação parecida com a minha, eu espero que vocês possam ver um reflexo do que eu passei e que isso possa o Espírito Santo possa tocar no coração de vocês para que se alguém aqui tiver passando por algum momento ruim, algum momento do qual você se sinta, sinta desconectado de Deus, sinta que Deus não tá trabalhando na sua vida, sinta sinta que você tá totalmente perdido, que não tem salvação. Eu espero que você possa ver esse testemunho e possa tocar no seu coração para que você entenda que Deus sempre tem um propósito. Independente do que aconteça, Deus sempre tem um propósito. E esse é o meu testemunho de como eu passei de espectador a protagonista do roteiro original. Muito obrigado. Agora com o tal. Bom, e o louvor que a gente vai cantar agora, ele também tem um pouquinho a ver com o testemunho do Ian, que ele escolheu a boa parte, ele escolheu começar a vir pra igreja, assim como todos os outros testemunhos também. Então, que hoje a gente possa escolher a boa parte. Precioso [canto] Jesus, aos teus aos teus pés aqui estou. [canto] que eu poderia te [canto] oferecer por tudo [canto] que tu és. >> Tudo que tenho eu derramo [canto] aos teus pés. [música] Não [canto] importa o quanto custou, [música] Jesus, [canto] teu valor é maior. [música] [canto] >> Eu encontrei o meu tesouro. [canto] Eu encontrei o bem [música] mais precioso. Eu [canto] encontrei o meu tesouro. [música] Eu [canto] encontrei o bem mais precioso. [canto] [música] >> Precioso Jesus, [canto] eu amo o som da tua voz. [música] Suas palavras são mais [canto] desejáveis que o mais doce [canto] mel. [música] Tudo [canto] que tenho eu derramo [canto] aos teus pés. Não [canto] importa o quanto custou, Jesus, teu valor [canto] é maior. [música] Jesus, teu valor é maior. [canto] Eu encontrei o meu tesouro. [canto] Eu encontrei [música] o bem mais precioso. Eu [canto] encontrei o meu [música] tesouro. Eu [canto] encontrei [música] o bem mais precioso. A igreja pode ficar de pé para cantar com a gente. Como Maria [canto] estava a seus pés e dissestes [música] a ela esta é a boa parte que nunca nunca será [canto] tirada como Maria que estava aos [canto] teus pés e dissestes a ela esta é a boa parte que nunca [canto] nunca será tirada como Maria [música] que estava seus pés e dissestes a ela: [canto] "Esa é a boa parte [música] que nunca nunca [canto] será tirada como Maria que [música] estava aos seus pés e dissestes [canto] a ela essa é a boa parte que nunca [música] que nunca será tirada. [canto] Eu encontrei [música] o meu tesouro. Eu [canto] encontrei [música] o bem mais precioso. Eu [canto] encontrei o meu tesouro. [canto] Eu encontrei o bem mais precioso, como Maria [canto] estava aos seus pés e dissestes a ela [canto] essa é a boa parte que nunca nunca [música] será tirada [canto] como Maria que estava aos teus pés e dissestes a ela essa é a boa parte que nunca nunca Nunca [canto] será tirada como Maria [música] que estava a seus pés e dissestes [canto] a ela essa [música] é a boa parte que nunca nunca [canto] será [música] tirada como Maria que estava aos seus pés e dissestes a ela [canto] essa é a boa parte que nunca nunca [música] será tirada. Eu [canto] encontrei o meu tesouro. [canto] >> Eu encontrei o bem [música] mais precioso. [canto] Eu encontrei o meu tesouro. [canto] Eu [música] encontrei o bem mais precioso. [canto] [música] >> Eu queria chamar à frente a Ana, nossa líder, e o pastor também, por favor. puder iluminar todo mundo aqui. Aí depois você foca aqui, por favor. Pessoal, eh, a gente tá aqui principalmente para agradecer vocês por estarem aqui. É muito bom a gente ter os nossos líderes aqui, né? Porque não é não é fácil trabalhar, mas quando a gente sabe que a gente tem uma referência, é muito bom ter isso. E aí a gente, a ideia foi do pastor, tá, Ana? Pedir para você e do pastor Davique pedir para você orar pela Marina que vai pregar agora. Pessoal, essa aqui é a Marina. Oi, Marina. >> Ela é a menina que chora quando não faz uma fogueira, mas é a menina que é usada pelo Espírito Santo. E como todo o culto ah jovem adolescente, eu acho que tem que ser muito espiritual, eu queria, eu não vou falar isso com você, mas eu queria que enquanto você orasse o pastor fizesse uma imposição de mãos, se for possível. Claro, meio que joguei na roda assim, mas feliz sábado, igreja. É muito gostoso estar num culto dirigido por adolescentes, jovens e escutar testemunhos deles da do evangelho real que eles vivem. E é interessante ouvi-los. E eu não sei se você prestou atenção no discurso da maioria deles, quando um disse assim: "Olha, eu queria ser como Joe e a Bel que me levou para Jesus. Eu quero ser como fulano. Você teria coragem, adulto, de dizer que você queria ser como eu ou como o pastor ou como alguém que te levou a Jesus? Para nós adultos parece ser mais estranho falar isso, né? E eles têm isso no coração, porque eles se espelham. E tem um texto bíblico, bíblico e era só para eu orar, né? Mas eu vou falar esse texto aqui antes de orarmos. Um texto bíblico que eu quero dizer para os adolescentes e jovens dessa igreja que tá lá em primeiro Timóteo 4:12. Quando você vai ser espectador por muito tempo ainda, adolescente, jovem, adultos também, mas muitas vezes Deus nos coloca num cenário de protagonistas para testemunharmos dele, porque na verdade quem tem que aparecer é ele, né? A nossa vida é somente é um instrumento para ser usado e falar dele. E esse texto de primeiro Timóteo 4 verso 12 diz assim: "Ó ninguém despreze por você ser jovem. Pelo contrário, seja um exemplo para os fiéis na palavra, na conduta, no amor, na fé e na pureza. Vocês são protagonistas, mas para serem, olha, sejam fiéis, seja um exemplo para os fiéis na palavra, na conduta, no amor, na fé e na pureza. E assim vocês vão testemunhar dele e para ele, para honra e glória dele. Vamos orar. Querido Senhor, muito obrigada porque enquanto o mundo lá fora faz muitas coisas, esses meninos e meninas estão aqui adorando o teu nome. Obrigada porque o Senhor recebe o louvor, a adoração. Obrigada porque o Senhor, através deles, conta o evangelho real que eles experimentam e vivem. Senhor, ajude para que essa igreja, esses jovens adolescentes sejam um exemplo na palavra, na conduta, na fé, na pureza, para que eles testemunhem do amor de Jesus. Agora nós vamos ouvir uma jovem pregar e nós queremos pedir que o teu Espírito Santo possa falar usando a vida dela, o corpo dela, mas que seja a tua palavra que seja pregada. Assim, Senhor, que seja com todos os outros que estão aqui, ao falarem no dia a dia, na sua vida, em tudo que eles forem fazer, que as suas vozes sejam caladas, mas que o Espírito Santo falem através deles. Nós vamos viver muito em breve, Senhor, aquela promessa, aquela eh aquela profecia de Joel 2:28, onde nossos jovens profetizarão. Isso já está acontecendo. Por isso, Senhor, nós nos colocamos em Tuas mãos e colocamos agora também esses jovens adolescentes para que eles possam ser a tua voz a esse mundo em trevas. Abençoe a pregadora, use-a mais uma vez. O pastor está colocando as suas mãos impostas. Não que vai cair, Senhor, aqui algo especial, mas como ministro do seu evangelho, ele coloca suas mãos sobre a pregadora e nós temos a certeza que o Espírito Santo vai falar através dela. E nós oramos em nome de Jesus. Amém. Boa tarde, pessoal. Eu também não posso deixar de agradecer aqui a a pro eh, ela é líder do departamento infantil do adolescente e ela vira aqui para nós é muito importante. Apesar que eu fiquei sabendo que você e o Kate são de casa aqui, né? Então, sempre por aqui. Então, tá bom. Muito obrigado, viu, pro E para ajudar a Marina, eu perguntei para ela: "Você quer ser como eu?" Aí ela olhou para mim e falou: "Claro que quero, você é maior legal, mas eu quero preservar os meus cabelos, né?" Isso é bullying, viu, Marina? Não faça isso mais, tá? >> Gente, boa tarde. Desculpa vocês já conhecerem essa minha versão. Não era para vocês ficarem sabendo disso, era para ficar em segredo. Mas tá bom. Para continuar quebrando esse gelo, eu queria começar de um jeito um pouquinho diferente. Não quero que vocês abram a Bíblia já de imediato. Eu quero fazer uma pergunta para vocês. E eu quero que vocês sejam sinceros, mas vocês não precisam responder, tá? Responde aí na sua cabeça, no seu coração. E eu queria saber, eu queria saber, não, eu tenho certeza que todo mundo aqui já ouviu alguém contar uma experiência linda que você vive, que essa pessoa viveu com Deus. E você ouvindo aquilo, você pensou: "Nossa, que lindo, eu queria viver isso também". Talvez tenha sido um testemunho de um amigo seu, do pastor aqui na igreja, do seu líder do seu ministério ou até dos seus pais. Talvez você ouviu alguém dizer: "Deus, que Deus respondeu minha oração, que eu ouvi a voz de Deus, Deus me usou naquele momento, como a gente ouviu Isaque falando. Deus transformou minha vida." E enquanto essa pessoa falava, você ficou pensando: "Nossa, eu queria sentir isso, eu queria viver isso". E mais uma pergunta, quem aqui já terminou um culto emocionado? Todo mundo aqui, né? Por favor, se quiserem levantar a mão, fiquem à vontade, tá? É bom para eu sentir que vocês estão entendendo o que eu tô ouvindo, o que eu tô falando para vocês. E depois daquele culto, você falou: "Nossa, eu vou orar mais, eu vou ler mais a Bíblia, eu vou buscar mais a Deus". Só que ao passar dos dias, a rotina foi voltando, o celular foi voltando, as obrigações, as distrações te enrolaram todo e aquele desejo foi ficando cada vez mais distante. E se isso aconteceu com você, pode ficar em paz, tá? Acontece com todo mundo. E é a vida, né? a gente passa por espinhos, como o meu amigo disse. E talvez isso seja um dos maiores desafios da nossa geração, porque a gente acompanha a experiência espiritual de todo mundo. A gente admira o nosso líder, a gente admira o nosso amigo, mas ao mesmo tempo a gente não consegue construir a nossa própria experiência com Deus. A gente vive numa geração extremamente conectada. Tudo tem que ser gravado, tudo tem que ser postado. A gente sabe o que os nossos amigos comeram, que série eles assistiram, qual é o cantor favorito deles naquele momento, se eles estão tristes, se eles estão namorando, se eles terminaram. A gente acaba sabendo sobre tudo. E ao mesmo tempo que a gente sabe tudo sobre todos, existe uma pergunta que fica meio encafefada, que surgiu na minha cabeça enquanto eu destrinchava o tema. Será que conhecer muitas pessoas, conviver com muitas pessoas significa que a gente sabe se relacionar? Pensa na pessoa mais importante da sua vida. Agora você não precisa dizer quem é, tá? Pensa nela. Agora responde aí na sua cabeça. Você sabe qual é a comida favorita dessa pessoa? Qual é a música que ela mais gosta? Eh, qual é o aniversário dela ou o sonho dela? Provavelmente sim. Agora vem umas perguntas um pouquinho mais difíceis. Você sabe qual foi a última oração que essa pessoa fez quando foi a última vez que ela chorou? Quais são as batalhas ou a luta espiritual que ela enfrenta sozinha no quarto dela? Vocês percebem que existe uma diferença enorme entre ter informações e realmente conhecer alguém? Porque relacionamento, relacionamento realidade de informações. Relacionamento é intimidade. E foi pensando nisso que eu comecei a refletir sobre o tema protagonistas do roteiro. Quando você ouve protagonista, você já pensa direto numa pessoa super importante que vai mudar a história, que vai mudar o roteiro todo. Só que quando a gente estuda a Bíblia, a gente entende algo muito interessante, que Deus, ele nunca chamou ninguém para ser protagonista aos olhos dos outros. Ele chamou, todos os que ele chamou, ele chamou para uma única coisa na decisão de viver um relacionamento verdadeiro com ele. Porque se existe uma coisa que ninguém pode fazer no seu lugar, é desenvolver esse relacionamento. Ninguém pode orar por você. Podem orar ao seu favor, mas nunca no seu lugar. Ninguém pode confiar em Deus por você. Ninguém pode permanecer fiel por você. Ninguém pode amar Jesus por você. Ninguém pode fazer isso. E se existe uma existe uma parte da história que só pode ser escrita por duas pessoas, você e Deus. E é por isso que o tema dessa noite não é sobre fama, não é liderança, não é sobre aparecer, é sobre relacionamento, porque ninguém se torna protagonista da própria caminhada experienciando a experiência de outra pessoa. E isso não é um problema só da nossa geração. Foi exatamente isso que aconteceu com um dos homens mais conhecidos da Bíblia. e que eu fiquei muito feliz que o pastor falou sobre isso hoje, que aí eu já fiquei mais calma, já sabia que eu ia tava falando certo. Foi exatamente isso que aconteceu com os homens mais conhecidos da Bíblia. Pedro, se eu perguntasse aqui para vocês quem foi o discípulo mais impulsivo da Bíblia, que que vocês iam responder? Quê? Toma vergonha, viu? Pedro, quem afundou tentando andar sobre as águas? Pedro, quem foi que cortou a orelha do soldado? Pedro. Quem foi que negou Jesus três vezes? Pedro. A gente conhece Pedro por conta dos erros dele, mas existe um detalhe que muitas vezes passa despercebido pela gente. Antes de negar Jesus, Pedro tinha todas as características de uma pessoa que tinha uma fé inabalável, que parecia possuir uma fé inabalável. Ele ele caminhava com Cristo todos os dias. Ele ouvia sermões que nós nunca vamos ouvir. Ele via curas, ele viu a multiplicação dos pães, ele tava no monte da transfiguração. E se existir alguém que podia dizer: "Eu conheço Jesus", esse era Pedro. Só que quando a gente abre em João 21, a gente encontra uma verdade que talvez seja um pouquinho desconfortável. A gente vê que é possível andar ao lado de Jesus e ainda assim não conhecer ele, porque a proximidade não é sinônimo de relacionamento. Eu posso até conhecer o Joe, mas eu não conheço as lutas dele, eu não conheço o que ele passa. E mesmo assim, pera aí, me perdi, gente, me perdoem, mas eu tô aprendendo ainda. A gente vê que proximidade não é sinônimo de relacionamento. Vamos usar exemplo, Judas. Judas caminhou com Jesus durante 3 anos, só que o coração dele nunca realmente pertenceu a Cristo. Os fariseus, eles sabiam o Antigo Testamento basicamente de cor, de cabo a rabo, mas não. Quando o Messias apareceu na frente deles, eles não conseguiram reconhecer, crucificaram ele. Então, surge uma pergunta meio que inevitável. Será que eu conheço Jesus ou eu apenas conheço as coisas sobre Jesus? Porque existe uma diferença muito grande nisso. Você pode conhecer todos os livros da Bíblia, saber todas as doutrinas, frequentar a igreja desde criança, eh saber responder todas as perguntas durante a escola sabatina, participar dos desbravadores, cantar louvor e ainda assim nunca ter encontrado Deus, nunca ter começado a construir um relacionamento verdadeiro com ele. E Jesus diz algo que meio que nos dá certeza disso em João 5:39. Examinais as Escrituras, porque julgais ter nela a vida eterna, e são elas mesmas que testificam de mim. Contudo, não quereis vir a mim para terdes eterna. Vamos perceber o que Jesus tá dizendo. Ele tá falando que o problema daqueles homens, o nosso problema hoje não é falta de conhecimento, era falta de relacionamento. Eles conheciam a palavra, mas eles não conheciam o próprio autor da palavra. Eles sabiam cantar sobre Jesus sem nunca ter conversado com Jesus. Eles sabiam orar, falar de oração sem nunca verdadeiramente conversar com ele. Eles sabiam apresentar testemunhos sem nunca realmente ter vivido aquilo. E é exatamente aqui que a história de Pedro começa a conversar com a nossa. Porque antes de João 21 houve Lucas 5. E agora eu queria que vocês abrissem a Bíblia comigo em Lucas capítulo 5. Porque pra gente compreender o que aconteceu em João 21, a gente precisa entender o que aconteceu aqui primeiro. Porque Pedro, ele não começou a caminhada negando Jesus. Pedro começou a caminhada sendo encontrado por Jesus. E isso faz toda a diferença. Então Lucas capítulo 5 do 1 ao 11. Se vocês quiserem ir lendo, eu vou destrinchando a história por aqui. Agora vamos, vamos lá. Às vezes a gente lê a Bíblia como se fossem várias histórias independentes, mas a gente tem que entender que tudo é muito conectado. Então, olhando para Lucas 5, a gente vê que Jesus estava diante do lago de Genesaré, mais conhecido como Mar Galileia. A multidão tava apertando ele. Então ele decide subir no barco de Simão Pedro. E isso chama muita atenção, porque Jesus ele podia ter permanecido na margem e ensinado por ali, mas ele escolhe entrar justamente no barco daquele pescador. E aqui mora uma verdade muito bonita, que Jesus ele nunca invade uma vida, mas quando ele encontra um coração disposto, ele entra. Talvez Pedro nem imaginasse naquela manhã para ele seria apenas mais um dia de trabalho, uma manhã comum, como todas as outras, em que ele se levantava e ia até o mar da Galileia. Só que o mais legal é que os encontros mais importantes, ironicamente acontecem quando a gente acha que é só mais um dia comum. Moisés, quando saiu para cuidar das ovelhas, teve um encontro com Cristo e recebeu a missão de tirar o povo de Israel do Egito. Davi, quando estava cuidando do rebanho, depois que voltou para casa, foi ungido como rei de Israel. Mateus, quando estava sentado na, ó, coleta, coletoria, tá certo? coletoria foi chamado para uma missão de espalhar o evangelho. Então, a gente percebe que quando Jesus entra na cena, o ordinário nunca mais permanece ordinário. E Lucas nos conta um detalhe muito importante. Pedro tinha passado a noite inteira pescando e não tinha pegado absolutamente nada. Talvez eu contando essa história para vocês ou vocês já tendo ouvido essa história, pareça que é só uma informação assim de tipo, é, não pegou nada. Mas, mas Pedro era um pescador profissional, ele fazia isso desde que ele se conhecia por gente. Então isso significava muito mais, porque pescar era a vida dele, era a profissão dele, o que ele sabia fazer de melhor, o que ele tinha, segurança e controle. E justamente ali ele fracassa. Vocês conseguem ver como Jesus trabalha? Ele, a gente pensa que Deus vai se manifestar só quando a gente tá forte, a gente tá em ascensão, a gente tá onde tá todo mundo nos olhando, mas muitas vezes ele só ele aparece justamente naquele momento em que a gente percebe que a gente não pode fazer mais nada, que as nossas forças acabaram, porque um coração cheio de autoconfiança nunca vai reconhecer que precisa de um salvador. E naquela noite Pedro tava lavando as redes. Então significava que ele tinha fechado o expediente. Ele tava, quando um pescador começava a lavar as redes, ele desistiu daquela noite, acabou, não tinha mais expectativa. Foi então que Jesus apareceu, fez, olhou para ele ali e fez um pedido estranho. Pedro, leva o barco para as águas mais profundas. Imagina essa cena. Jesus carpinteiro, Pedro pescador. Humanamente falando, quem é que conhecia onde tinha que pescar? Quem é que entendia de pesca? Pedro. Quem é que conhecia a hora para pescar? Pedro, onde tinha que pescar ou como? Pedro também. Inclusive, querem saber uma curiosidade, pelo menos eu descobri isso, eu espero que eu não esteja errado, que o horário certo de pescar normalmente é à noite, não de dia. Então, quando Jesus faz a e fala para Pedro, vai pescar, sinceramente eu não iria. Mas que bom que ele foi, né? Só que aí a gente começa a entender que o reino de Deus, a forma como Deus escreve o nosso roteiro, raramente funciona como a lógica humana. E eu queria fazer uma pausa bem aqui, porque talvez alguém, alguém tenha chegado aqui hoje, passado por aquelas cortinas, sentado aqui e seja exatamente como Pedro, cansado, frustrado, depois de tentar tantas vezes, você tentou vencer aquele pecado, tentou mudar aquele hábito, tentou reconstruir aquele relacionamento, tentou voltar a orar, tentou voltar a sentir Deus. E no fundo, no fundo, a sua alma começou a dizer para você o que provavelmente Pedro estava pensando naquele momento, que não adiantava mais, que não tinha mais o que fazer. Só que aí Jesus aparece justamente quando a gente pensa que não adianta mais, porque ele só chega quando a nossa autossuficiência termina. Então Pedro responde algo extraordinário: "Mestre, havendo trabalhado a noite toda, nada apanhamos, mas sobre a tua palavra lançarei as redes." Talvez essa seja uma das frases mais bonitas de Lucas, porque Pedro apresenta um argumento, nós trabalhamos, não deu certo. Depois ele apresenta um ato de fé, mas sobre a tua palavra. E eu gosto muito desse mais, porque ele separa duas formas de viver, duas formas de entender o mundo. De um lado tá a experiência humana e do outro lado tá a confiança na palavra de Deus. Pedro tava dizendo: "Tudo que eu sei, tudo que eu fiz até agora, tudo tava apontando pro pro fracasso. Mas agora com a tua palavra eu entendo que ela vale mais do que a minha experiência. Então acontece e essa é uma das maiores batalhas do conflito cósmico. Desde o Éden, a serpente perguntou: "Foi isso mesmo que Deus disse? A guerra sempre acontece em torno da palavra de Deus". Eva escolheu confiar na própria percepção, enquanto Pedro escolheu apostar toda a confiança dele na palavra. E o grande conflito sempre passa por essa pergunta: em quem eu vou acreditar? Naquilo que eu vejo ou naquilo que Deus disse? Quando Pedro lança aquelas redes, acontece algo impressionante, que todo mundo, provavelmente já sabe, todo mundo já ouve essa história. Os peixes aparecem, as redes parece que vão rasgar, o barco começa a afundar. E agora pensa comigo, Jesus podia ter chamado Pedro de várias maneiras. Podia simplesmente só chegar nele e falar: "Mano, segue-me". Mas não, Jesus, ele faz um milagre exatamente na área que Pedro acreditava que ele controlava, que ele acreditava conhecer mais do que ninguém. Porque antes de conquistar o coração de Pedro, Jesus precisava mostrar que ele também era senhor, que ele era senhor daquilo que Pedro julgava saber de tudo. E aqui existe uma aplicação bem mais profunda, já que todo mundo aqui, eu acredito, né, tenha uma área que a gente se sente suficiente, talvez seja na inteligência, no dinheiro, no que você trabalha, no que a gente gosta de estudar, no ministério ou até no conhecimento bíblico, quando a gente vai bem no bom de Bíblia, Pedro acreditava que confiava que a pesca ele acreditava que ele sabia de tudo na pesca até encontrar alguém que dombinava o mar melhor do que ele. que conhecia mais do que ele. E é somente depois do milagre que acontece a reação mais inesperada. Vamos ser sinceros. Se isso acontece na minha e na sua vida, eu vou falar por mim agora. Se Deus faz um milagre desse nível na minha vida, pois eu ia cair ali de joelhos e ia falar: "Pode dar mais, Senhor, pode derramar mais bênção, derrama. Pode vir, não tem problema". Só que Pedro faz uma coisa completamente diferente. Ele cai de joelhos e diz: "Afasta-se de mim, porque sou pecador". Vamos notar que o milagre não faz Pedro enxergar as bênçãos ou os peixes. Ele faz enxergar, ele faz Pedro enxergar o próprio coração. E tem um detalhe muito legal nisso, porque quanto mais perto de Cristo a gente tá, menos impressionado a gente fica consigo mesmo, com as nossas ações, com o que a gente consegue fazer. Quando Isaías viu a glória de Deus, ele disse: "Ai de mim!" Quando Jó encontrou a Deus, ele disse: "Eu me arrependo no pó e na cinza". Na a verdadeira santidade, ela não produz orgulho, ela produz humildade. Quanto mais Pedro conhece Jesus, mais ele percebe quem ele realmente é. E talvez essa seja a primeira marca de um de um real relacionamento com Jesus, que é entender que a gente não é melhor do que os outros. A gente depende da graça e unicamente dela. Mas quando Jesus respond, Jesus responde com umas palavras que mudam completamente o rumo da história. Não temas. De agora, de agora em diante tu serás pescador de homens. Vamos perceber uma ordem. Primeiro, Jesus chama Pedro para perto. Depois ele transforma Pedro. Só então Jesus entrega uma missão. Nunca foi o contrário. E muitas vezes a gente inverte essa lógica. A gente acha que a gente precisa est pronto para entrar na presença de Deus, para sermos aceitos por ele. Mas Jesus faz exatamente o oposto. Ele aceita Pedro, transforma Pedro e então confia uma missão a Pedro. E aqui mora uma das maiores lições desse sermão todo. Porque Jesus nunca olhou para Pedro e disse: "Quando você deixar de ser impulsivo, eu vou te chamar. quando você para de errar ou quando você achar que tá pronto. Não. Jesus olhou para ele, enxergou um homem imperfeito e o chamou mesmo assim, porque ele sabia que a caminhada ia transformar o coração de Pedro. Só que a história não termina aí, porque entre Lucas 5 e João 21 existe um caminho extremamente doloroso. Existe tempestade, existe um pátio onde acontece Pedro negar Jesus três vezes. Existe uma fogueira onde uma mulher pergunta a Pedro se ele era o discípulo de Jesus e ele nega. Existem lágrimas quando Pedro sai daquele pátio chorando amargamente. E existe uma cruz. Existe um discípulo que depois que prometeu morrer por Jesus, acaba dizendo três vezes que nunca conheceu ele. E a pergunta é: como é que esse homem que começou tão bem chegou a cair tão profundamente nesse abismo? E talvez a pergunta mais importante seja: "O que que esse conflito todo revela sobre o que acontece também no nosso coração?" Ali a gente descobre que o maior campo de batalha do que é apresentado no grande conflito nunca foi no céu, nunca foi na terra, mas no coração humano. E aqui existe uma das maiores belezas de todos os evangelhos. Jesus, ele não volta para Pedro porque Pedro porque Pedro conseguiu se consertar sozinho. Jesus volta para Pedro porque o amor de Cristo é maior do que qualquer fracasso um ano. Agora eu convido vocês a abrir em João 21 a 19. De novo, fiquem à vontades para acompanhar, mas eu vou destrinchando a história por aqui. Depois da cruz, depois da ressurreição, depois que tudo aquilo aconteceu de Pedro negar a Cristo e se sentir extremamente culpado, a gente encontra uma cena curiosa. João começa dizendo: "Depois disso, tornou-se Jesus a manifestar seus discípulos junto ao mar de Teberiades. Outro nome pro mar da Galileia. Descobri que são três. Essa frase, ela parece simples, mas ela carrega uma profundidade bem grande também. Jesus já tinha ressuscitado e ele já tinha aparecido pros discípulos. Ele já tinha provado que a morte não conseguia segurar ele. Ele já tinha provado de tudo que ele tinha contado pros discípulos antes da crucificação. Então fica uma pergunta: por que que Jesus apareceu de novo? Porque por que que João dedica um capítulo inteiro só para esse encontro? Por que que Porque Jesus, ele não tava apenas interessado em mostrar que ele tava vivo e mostrar que ele tinha vencido a morte? Jesus, ele queria mostrar que ele tava interessado em pessoas quebradas. E a ressurreição não é apenas a vitória sobre a morte, não é apenas o sacrifício, mas é também uma restauração de relacionamentos. Entre todos os discípulos havia um que precisava de encontro especial. E eu acho que vocês já sabem do que a gente tá falando. Pedro. Agora imagina essa cena, estavam todos os discípulos reunidos e então Pedro diz: "Eu vou pescar". Essa frase até parece normal, mas a gente precisa lembrar de um contexto. Pedro era pescador, era a profissão dele da vida antiga antes de Jesus chamar ele paraa missão. E alguns estudiosos entendem que essa frase revela mais do que apenas uma atividade. Pedro talvez tivesse tentando voltar para aquilo que ele conhecia porque ele tava carregando culpa. E muitas vezes quando a gente carrega culpa, a gente tenta voltar para aquilo que a gente era antes, antes do chamado, antes da entrega, antes da gente falhar. Talvez Pedro tivesse pensando: "Eu falei com Jesus, prometi que eu morreria por ele e neguei. Então eu vou voltar a fazer o que eu sabia fazer de melhor". E é engraçado a gente perceber que a culpa ela sempre tenta devolver a gente para versão menor de nós mesmos. O inimigo gosta de dizer pra gente que você errou, então acabou. Você caiu, então você não serve mais. Ou você falhou, então a sua história acabou aqui. Mas Deus, ele nunca olha para uma pessoa caída e enxerga apenas um capítulo de fracasso. Ele enxerga uma janela onde ele pode escrever uma história inteira de transformação em você. Então Pedro e os outros discípulos, eles entram no barco e acontece algo muito interessante. De novo, eles entram no barco, passam a noite inteira pescando e não pegam nada. João faz questão de repetir essa essa frase e colocar essa cena na exata mesma situação em que a gente leu em Lucas 5. A noite inteira, redes vazias, nenhum resultado, nenhum peixe, todo mundo bem frustrado. Parece que Jesus estava meio que mostrando ali, Pedro, você lembra daquele dia? Lembra quando você achou que você sabia de tudo? Lembra quando você notou que precisava de mim? Porque às vezes Deus permite que a gente volta para esses volte para esses lugares antigos, escuros, para que a gente perceba que a gente não é mais as mesmas pessoas que estavam ali. A gente pode estar nas mesmas redes, no mesmo mar, na mesma profissão, mas sermos um Pedro completamente diferente. Então, quando amanhece, Jesus aparece ali na praia, mas os discípulos não reconhecem ele. E isso é engraçado, porque eles estavam perto de Jesus o tempo todo, mas mesmo assim não perceberam que era Jesus. E isso faz a gente pensar, porque existe uma possibilidade espiritual muito séria aqui. A gente pode estar perto de Cristo, a gente pode estar embaixo do teto da igreja participando de todas as programações, mas nunca receber a presença dele. A gente pode estar tão preso nas nossas frustrações, nos nossos problemas, nas nossas expectativas, no que a gente acredita que é o caminho certo, que é o roteiro certo, que quando Jesus tá falando com a gente, parece que a gente tá surdo para o que ele tá falando, para o que ele tá apontando para nós. Foi assim que que aconteceu com os discípulos no caminho de Emaús, por exemplo. Jesus caminhava ao lado deles, falava com eles e mesmo assim eles não reconheceram. Porque às vezes Deus tá trabalhando de uma maneira diferente do que a gente pensa e faz a gente não enxergar. Mas aí a gente, eu vou voltar pra história, senão eu vou me perder. Então Jesus faz uma pergunta. Filhos, tendes aí alguma coisa de comer? Essa pergunta ela parece muito simples, mas existe algo mais, existe algo por baixo ali dessa frase. Jesus já sabia essa resposta. Ele sabia que eles não tinham pescado nada. Então, por que que ele perguntou? Porque muitas vezes Deus faz perguntas, não porque ele precisa da nossa resposta, ele quer levar a gente reconhecer a nossa realidade, reconhecer a nossa resposta. Quando Jesus perguntou para Adão no jardim do Éden: "Adão, onde você tá?" Ele já sabia onde Adão tava. Ele precisava que Adão reconhecesse onde ele estava, a situação que ele estava vivendo. E agora Jesus estava perguntando, "Tendes alguma coisa?" Porque Pedro precisava reconhecer. precisava reconhecer que não, Senhor, eu não tenho, porque sem ti as minhas redes continuam vazias. Então Jesus diz: "Lançai a rede à direita do barco e achareis." E eles lançaram. E de novo a rede se enche de peixes. Agora pensa comigo, vocês conseguem lembrar alguma vez que isso aconteceu? Sim. Lucas 5, a gente acabou de ler. O mesmo milagre, a mesma situação, o mesmo resultado. Mas existe uma diferença. Em Lucas 5, Pedro estava conhecendo Jesus. Em João 21, Pedro estava sendo restaurado por Jesus. Ele tá dizendo: "Pedro, eu ainda sou o mesmo, aquele que te chamou lá no começo, o mesmo que tá aqui, aqui para te levantar depois da queda". Então, João, o discípulo amado, diz algo, é o Senhor. E quando Pedro escuta isso, acontece uma das cenas mais bonitas da Bíblia. Ele coloca as roupas dele e pula na água. Ele vai nadando até a margem do mar da Galileia. E isso faz a gente pensar, porque naquela, naquela noite de negação, Pedro tava, ô, pera aí, pulei uma parte. Quando ele chega até a margem, encontra Jesus, Jesus já está lá com tudo pronto, com uma fogueira e com alimento pronto, como se tudo já tivesse preparado. E isso é curioso porque naquela noite da negação, a Bíblia faz questão de deixar bem claro que Pedro tava perto de uma fogueira quando tentou se afastar de Jesus. Guardem isso na cabeça de vocês aí rapidinho. E depois que eles vem que Jesus já prepararam tudo, já preparou tudo, ele João menciona um detalhe muito importante. Viram ali brasas e um peixe sobre elas e o pão. De novo, vou voltar para uma palavra, brasas, uma fogueira. A mesma, a palavra usada aqui é a mesma usada em João 18, quando é relatado Pedro negando Jesus três vezes. Só que essa é a única outra vez que essa palavra aparece no no Evangelho de João. Ou seja, a fogueira foi citada quando Pedro negou Jesus e agora quando Jesus reaparece para eles. João estava conectando essas duas cenas, porque a mesma fogueira que levou Pedro à negação agora era a mesma que ia levar ele a restauração, porque aquilo não era só uma simples refeição, um simples encontro, era cura, era Jesus tocando, jogando sal na ferida, porque Deus ele não tava ignorando nossa, ele não tava ignorando a dor de Pedro, ele tava entrando nela como se ele tivesse enfiando o dedo na ferida de Pedro e falando: "É aqui A gente vai mexer nisso daqui, vai doer, mas você vai ser curado. Agora imagina Pedro sentado naquela praia ao lado de Jesus, daquela fogueira, com os discípulos em volta. Jesus tá diante dele de novo. Todos os discípulos estão ali e existe um silêncio, uma história, uma tensão, uma lembrança de algo não muito legal que aconteceu. Então Jesus pergunta: "Simão, filho de João, me amas? Amas-me mais do que estes? Vamos perceber outra coisa. Jesus, ele não começa dizendo: "Simão, vamos conversar sobre aquela noite?" Ou por que que você me negou? Ou por que você prometeu e não cumpriu? Por que que você falhou? Ele não pergunta isso. Ele pergunta: "Você me ama? Porque antes de Jesus restaurar o ministério de Pedro, ele ele quer restaurar o coração de Pedro". E aqui mora a outra lição que eu queria que vocês, a outra não, são três. A segunda, a segunda lição do meu sermão. Nós queremos que Jesus restaure a nossa utilidade. Enquanto Jesus está querendo restaurar a nossa identidade. A gente fica pensando, Jesus, Senhor, me usa novamente, me dá mais uma oportunidade, deixa eu tentar fazer de novo, me deixa provar que eu consigo. Mas Jesus pergunta, antes de fazer algo por mim, você me ama? Porque a mesma pessoa, a pessoa, nós podemos fazer muitas coisas para Deus sem realmente conhecer Deus. Mas quando a gente ama Cristo verdadeiramente, as nossas ações começam a ser uma consequência desse relacionamento. Jesus pergunta três vezes se Pedro ama ele. E muitas pessoas podem achar que é uma simples repetição, mas Jesus faz exatamente isso porque Pedro negou Jesus três vezes. Então ele tava dando uma oportunidade a Pedro de declarar o seu amor três vezes. Não porque Jesus precisava ouvir, precisava que Pedro convencesse ele de que agora ele estava arrependido. Não, mas porque ele sabia que Pedro precisava experimentar que a mesma boca que negou agora iria confessar. A mesma vida restaurada que caiu agora ia ser A mesma vida que caiu agora ia ser restaurada. A mesma pessoa que achava que era forte aprende. Aprende que depende totalmente da graça. E então Jesus diz para Pedro: "Apacenta as minhas ovelhas". Olha que bonito. Jesus não diz: "Pedro, depois do que aconteceu, depois de você ter falhado no que você tinha prometido, você pode tentar uma coisa menor." Não. Jesus ainda confiou uma missão para Pedro, porque a graça de Deus, ela não, ela não só perdoa o passado, ela prepara você pro futuro. Pedro achou que a história tinha terminado naquele pátio, enquanto Jesus já estava escrevendo um novo capítulo da história dele naquela praia. E talvez hoje alguém precisa entender isso, porque a sua pior queda é não é maior do que a capacidade da restauração de Cristo na sua vida. O seu maior erro não é maior do que a graça. A sua culpa não é maior do que o amor de Deus. Porque a última palavra sobre a sua vida nunca vai ser dada por você ou pelo mundo ou pelo que os outros acham de você. Ela vai ser dada por Jesus. Então não há com o que se preocupar. Mas existe uma pergunta que João 21 deixa pra gente. Pedro teve que responder e a gente precisa responder também. Não é se ah, você sabe muitas coisas sobre mim ou você conhece história sobre mim. A pergunta que Jesus quer que você responda hoje, quer que você carregue, é: você me ama? Porque essa resposta define se você vai ser alguém que acompanha a história de Cristo ou alguém que permite que Cristo escreva sua história. Agora eu convido vocês a abrir em Atos 2, 14 a 41. Gente, desculpa, mas eu vou basear bastante, tá? A Bíblia, tá? Podem me abrindo aí para eu dar um tempinho pro beb. E existe uma cena que me impressiona muito mais, que é em Atos. Quando eu penso na história de Pedro, se a gente abrisse essa abrisse a Bíblia em Lucas 22, a gente encontrar um homem assustado, escondido, um homem que diante da pergunta simples de uma mulher negou conhecer a quem ele tinha prometido morrer. Mas quando a gente abre a Bíblia, algumas páginas depois em Atos 2, a gente encontra o mesmo Pedro, só que agora diante de uma multidão. Ele tava falando, ele tava anunciando o amor de Cristo. Ele não estava mais tentando esconder a sua relação com Jesus. Ele estava disposto a entregar a própria vida só para expor essa relação. E a pergunta é: o que que mudou Pedro? Será que ele fez um curso de liderança? Será que ele ficou um pouquinho mais confiante? Será que ele só decidiu ser uma pessoa melhor? Não, a única coisa que explica a transformação de Pedro é ele teve um encontro verdadeiro com Jesus. Porque o Pedro de Atos 2 não é um Pedro perfeito, é o mesmo Pedro que falhou, o mesmo Pedro que negou Jesus naquela noite. A diferença é que agora ele conhece a verdadeira graça. Antes Pedro dizia: "Ah, eu nunca vou abandonar Jesus". Agora ele diz: "Jesus nunca me abandonou". E existe uma diferença entre uma fé baseada em autoconfiança e uma fé baseada em relacionamento. E quando a gente olha pra história de Pedro, a gente consegue ver muito clara essa mudança. E é aqui que eu volto pro tema dessa noite. Protagonistas do roteiro. Durante muito tempo, Pedro foi espectador daquilo que Jesus fazia. Ele viu Jesus curar, ele viu Jesus ensinar, ele viu Jesus transformar vidas. Ele acompanhava a história de Cristo de pertinho, mas chegou um momento que Jesus precisava fazer algo dentro dele, porque Deus não chamou Pedro apenas para assistir a história da salvação. Deus chamou Pedro para participar ativamente dela. E existe uma diferença enorme entre um espectador e um protagonista. Eu acredito que todos vocês saibam, mas vamos destrinchar um pouquinho ela aqui. Um espectador observa enquanto um protagonista nessa relação, responde: "Um espectador acompanha de perto, mas o protagonista caminha ao lado, ao ponto de, se precisar, ele vai agir." Um espectador, ele conhece a história, só que um protagonista, um discípulo de Jesus, possui uma história com Deus. E talvez esse seja o maior desafio que eu tô apresentando aqui para vocês, porque a nossa geração é a que mais tem acesso a conteúdo espiritual do que qualquer outra. A gente tem mais acesso a sermões, músicas, estudos bíblicos, redes sociais, cheia de mensagens cristãs. A gente consegue ouvir as pessoas falando de sobre Deus, sobre as relaçã relações delas 24 horas por dia. Só que existe um perigo que espreita toda vez. por conta disso, porque a gente pode ficar tão acostumado a assistir a experiência dos outros com Deus que a gente esquece de viver a nossa própria experiência com Deus. A gente pode acompanhar a fé das outras pessoas, mas nunca construir a nossa própria caminhada. A gente consegue ver como Jesus trabalhou na vida de Abraão, Moisés, até de Pedro. Mas a pergunta que fica é: qual é a história que Deus tá escrevendo na sua e na minha vida? Porque Deus não quer que você conheça apenas essa história de conversão, que você me ouça falando por 2 horas sobre como a graça de Deus é super boa e no final você vai sair por aquela porta e vai chegar em casa e não vai ter a vontade de colocar o joelho no chão e falar: "Senhor, eu quero construir minha relação com você". E ele tá te dizendo essa noite, ele quer construir uma história de transformação em você, na sua vida. E olhando para Pedro, a gente vê que ele não se tornou testemunha porque ele recebeu uma informação. Ele se tornou testemunha porque ele recebeu uma transformação. E essa é a diferença. A informação muda o que a gente sabe, enquanto o encontro verdadeiro com Jesus muda quem nós somos. Pedro conhecia Jesus antes da cruz, mas depois da cruz ele conhecia Jesus de uma maneira completamente diferente. Antes ele seguia Jesus porque acreditava que Jesus podia construir um reino. E agora ele seguia Jesus porque ele descobriu que Jesus era o próprio reino. E aqui entra uma das declarações mais importantes do grande conflito. Apocalipse 12:11 diz: "Eles vencerão pelo sangue do cordeiro e pela palavra do seu testemunho". Vamos de novo olhar pra ordem dessa frase. Primeiro, o sangue do cordeiro, o sacrifício de Jesus na cruz. Depois o testemunho. Até porque ninguém possui um um testemunho verdadeiro sem antes ter conhecido, sem antes reconhecer o sacrifício que Deus fez por nós. O testemunho não nasce de uma pessoa que tá tentando só aparecer espiritual. Ela nasce de um de um encontro com Cristo. O relacionamento do Ian, do Isaque, tudo que eles passaram não aconteceu porque eles estavam só tentando aparecer aqui na frente, mostrar que eles eram meninos de Deus. Não, eles realmente colocaram o joelho no chão e se dedicaram a ter um relacionamento com o Senhor e por isso foram transformados. Por isso, Pedro, ele não pregava para mostrar que ele era forte, ele pregava para mostrar que Jesus era forte. E aqui a gente chega no último texto dessa mensagem toda. Mateus 5:16. Jesus disse: "Assim brilhe também a vossa luz diante dos homens, para que vejam as vossas obras e glorifiquem o vosso Pai que está no céu. A minha líder dos adolescentes vai distribuir um presentinho para vocês. Eu espero que vocês levem isso de coração e realmente toda vez que olharem para isso, lembrem dessa mensagem. Porque Jesus não disse pra gente produzir luz. Ele disse: "Brilhe a vossa luz". Existe uma diferença, porque a luz que o cristão carrega não nasce nele, ela vem de Cristo. Eu vou usar um exemplo para vocês. Nós não somos o sol, nós somos a lua que reflete a luz que o sol joga sobre ela. Quanto mais tempo ela permanece voltada pro Sol, mais ela consegue iluminar a noite. E é assim que funciona a vida espiritual. Porque a gente não brilha porque a gente é melhores, porque eu venho na igreja todo sábado ou porque você lê a Bíblia. Não, ela permanece, ela brilha porque a gente permanece perto da verdadeira luz. Porque não adianta abrir essa Bíblia aqui na frente, ler um versículo bonitinho e no final quando sair por aquela porta, chegar em casa ou quando você estiver com as pessoas, você não realmente demonstrar o caráter de Deus. Você tem que brilhar essa luz para as pessoas que estão à sua volta. Você tem que iluminar aqueles que estão na trea, nas trevas, assim como o amigo do Ianã iluminou a vida dele, porque ele refletia a luz que vinha de Cristo. Jesus disse: "Eu sou a luz do mundo". Então, a nossa missão não é para substituir Cristo, é para refletir ele. Talvez essa, talvez não, essa é a grande decisão dessa noite toda. Você pode continuar sendo espectador, pode continuar só assistindo as pessoas falando de Deus, continuar assistindo testemunhos, os cultos, assistindo todas as transformações. Ou você pode decidir entrar nessa história. Você decide entrar não para ocupar o lugar de Jesus, mas para permitir que Jesus ocupe um lugar na sua vida. Porque o verdadeiro protagonismo espiritual não é dizer olhem para mim, é viver de uma maneira que quando as pessoas olharem para você elas enxerguem Jesus. E Pedro aprendeu isso no começo da caminhada, Pedro queria ser visto. Ele queria provar que ele era forte, que ele sabia do que ele tava fazendo. Ele queria mostrar que ele nunca ia abandonar Jesus. Mas depois da restauração, Pedro não queria mais que as que as pessoas olhassem para ele. Ele queria que as pessoas olhassem para Cristo. E talvez essa seja a maior mudança que a gente consegue enxergar em alguém que realmente conhece Cristo. Porque a pergunta deixa ser de o que as pessoas vão pensar de mim e passa a ser: "O que que a minha vida revela sobre o caráter de Cristo?" E eu quero terminar fazendo uma pergunta. Não quero que vocês respondam de novo, respondam no seu coração. Só que essa pergunta não é para ser respondida pela sua boca, é para ela ser respondida com a sua vida. Se Jesus tivesse hoje diante de você, como esteve diante de Pedro naquela praia, depois de todas as suas vitórias, suas quedas, dos seus medos, nas suas tentativas de viver sozinho e ele olhasse para você e perguntasse: "Você me ama?" Qual que ia ser a sua resposta? Talvez você esteja aqui, você percebeu que você conhece muitas coisas sobre Deus, mas que você precisa realmente conhecer Deus. Talvez você tenha vivido a fé dos seus pais, dos seus amigos, da sua igreja, mas você nunca decidiu ter sua experiência própria com Cristo. E hoje Jesus tá fazendo o mesmo convite que ele fez para Pedro. Ele tá te convidando não para ser perfeito. É um convite para caminhar, não é um convite para nunca cair, para nunca pecar. É um convite para saber que ele vai estar lá quando você cair. Não é um convite para escrever sua história sozinho. É um convite para entregar a sua vida pro verdadeiro autor. Porque no final o maior privilégio da sua vida não vai ser ser conhecido pelas pessoas, vai ser ser reconhecido por Cristo. Não apenas diante dos homens, mas permanecer diante de Deus e ouvir servo bom e fiel. Não é ser protagonista da história, porque o verdadeiro protagonismo, o verdadeiro protagonista, ele escreve uma história através de você. E a gente entende aqui que o verdadeiro protagonista é Jesus. E quando isso acontece, uma pessoa deixa de apenas assistir Jesus de longe e começa a caminhar com ele de perto. Algo muda, uma luz começa a aparecer, as pessoas começam a perceber. Porque não porque aquela pessoa é extraordinária, mas porque ela tá refletindo alguém extraordinário. Então, quando a gente lê Mateus 5:16, a gente percebe que ele deixa de ser apenas um versículo bonito. Ele se torna uma realidade. Assim brilhe vossa luz diante dos homens para que suas vossas obras glorifiquem a o vosso Pai que está nos céus. que a nossa vida ela não seja uma história que a gente assiste de longe, que essa história seja vivida diariamente com Cristo, que a gente se deixe de ser espectadores da fé e que a gente se torne discípulos que caminham com Jesus. Porque quando Cristo escreve a nossa história, a nossa vida começa a contar a história dele. E hoje eu sei que deve ter demorado para vocês pegarem o que eu queria dizer. E se vocês tiverem qualquer dúvida, vocês podem falar comigo, tá? Eu eu tento explicar o que se vocês não entenderam. Mas eu espero que vocês tenham realmente entendido a mensagem que eu queria passar para vocês hoje, que vocês sejam como essa velhinha, que peguem um lugar escuro como esse e iluminem, que vocês levem a mensagem de Cristo de uma maneira tão genuína que faça os outros falarem o que que essa pessoa tem, o que que ela carrega, o que que ela tá refletindo para brilhar tanto desse jeito. Não porque você tem algo especial, mas porque Deus é especial e ele tá mostrando pros outros que o amor dele, a graça dele é muito maior do que qualquer coisa aqui nessa terra. E eu queria agradecer vocês por me ouvirem esse tanto, porque eu tava muito nervosa, mas que bom que deu tudo certo. Então, eu queria orar com vocês e eu espero que vocês realmente carreguem essa mensagem no coração de vocês e se quiserem deixar essa velinha perto da cama de vocês para sempre lembrarem disso, de que vocês têm que ser a luz nessa terra para refletir a luz de Cristo, para ser uma luz menor que aponta para uma luz muito maior. Então, que essa que esse seja o nosso desejo hoje e que vocês tenham entendido essa mensagem, que ela caia como uma semente no coração de vocês e brote pro para ter um verdadeiro relacionamento com Cristo para que vocês assumam esse protagonismo nessa relação. Oremos. Senhor Deus, muito obrigado, Pai, por me dar coragem de falar aqui hoje. Só o Senhor sabe o quanto eu tava desesperada para não fazer feio aqui na frente e não envergonhar minha igreja. Por favor, faça com que isso seja uma semente no coração desses jovens, desses adultos que me ouvem, dessas pessoas que me assistem. Por favor, faça com que essa mensagem reflita o seu amor, a sua luz, que eles sejam como essa vela e que eles iluminem os lugares que a gente acredita até que a gente não possa alcançar, mas que a gente entendeu muito bem com esse sermão, que a nossa lógica humana é falha e que a gente depende totalmente da sua graça, pai. continue abençoando não só essa igreja, mas todos aqui presentes nelas. Muito obrigado por nos darem a chance de fazer um evento que deu trabalho, mas foi muito legal de fazer. E por favor, cure e ilumine aquele aquele quarto escuro que mora no coração de algumas pessoas aqui. que você entre lá e você ilumine tudo, ajude a arrumar tudo, a resolver, mas que a gente entenda que a gente não vai viver uma vida fácil aqui nessa terra, mas que a gente tem a esperança de que tem alguém ali para nós, que quando nós estivermos quebrados, quando nós cairmos, vai ter alguém ali para nos levantar. E esse alguém é você, Senhor. Muito obrigada de novo por me ajudar e faça com que essas pessoas saiam desse culto mudadas em nome de Jesus. Amém. Calma aí. [risadas] Som tá muito alto. Foi, gente. Muito obrigada. Ma, você brilhou como sempre. Não tem não. Se você estava nervosa, não pareceu. A gente tem muito orgulho de você e de dos adolescentes que prepararam isso aqui, que estão fazendo isso aqui acontecer. Que vocês continuem a ser essa luz. Eu sou suspeita para dizer, eu não acho que ela é tão menor assim, porque eles brilham muito, mas que apontam para uma luz. infinita que é o nosso Deus. Então, quero agradecer a presença de todos vocês, os nossos convidados que tiraram o tempinho do sábado deles para estarem aqui, nos prestigiar. E lá embaixo agora a gente vai ter um lanche, comam à vontade, que isso aqui essa igreja sabe fazer bem. É um bom lanchinho. Fê, obrigada pelo apoio. Fernandinha também que é a nossa líder do ITM. Muito obrigada, gente, pela presença de vocês. Fui alcançado com teu amor. Sou testemunha por onde for. Em cada rua, a cada nação, levo tua graça, tua salvação. Oh oh oh oh.