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A fé vem pelo ouvir

Semana de Oração Jovem: Culto de Encerramento | HOJE 16h

Semana de Oração Jovem: Culto de Encerramento | HOJE 16h

Semana de Oração Jovem: Culto de Encerramento | HOJE 16h

Instagram: @iasdvilaolimpia
https://www.instagram.com/iasdvilaolimpia/

Legendas automáticas:

Boa tarde, pessoal. [risadas]
>> Tudo bom?
É um prazer tê-los aqui. Esperamos que
vocês aproveitem essa programação na
mesma, no mesmo nível e na mesma
intensidade que levou pra gente
organizar. Foi organizada com muito
carinho e a gente espera realmente que
vocês aproveitem esse momento. E o tema
será
>> do telespectador, a protagonista do
nosso roteiro original. Exatamente.
Então eles prepararam isso com muito
amor. Foram os nossos adolescentes muito
em breve jovens para fechar a semana
jovem com chave de ouro. E eu não podia
começar essa essa programação sem antes
agradecer as pessoas que de fato fizeram
isso acontecer. Então, a Bel se dedicou
incansavelmente, a Marina tá ensaiando
até agora porque ela não aceita nada
menos que o perfeito, o Ian, o Isaac, os
meninos que estão na câmera. De fato,
isso aqui tá sendo construído por mão de
pelas mãos de adolescentes e de jovens.
A Fernandinha, que incansavelmente
trabalhou essa semana para que a gente
pudesse ter o lanche, pipoca. lá fora.
>> Então assim, me enche de orgulho poder
acompanhar eles a maneira como eles
estão se desenvolvendo como futuros
líderes dessa igreja, porque eles são,
né, esse futuro, não é um futuro, eles
são o presente dessa igreja. Então me
enche de orgulho ver a maneira como eles
estão se desenvolvendo. E claro, eu não
podia deixar de agradecer o Dinho, o
Rafa, todos os adultos também que nos
ajudaram nessa operação.
>> E a gente quer agradecer também as
igrejas que estão aqui, estão aqui com a
gente. É um prazer ter vocês aqui. A
gente espera inclusive que vocês se
sintam amados, vocês se sintam parte da
vila olímpia, vocês façam parte da vila
e que a gente possa talvez fazer um
intercâmbio por aí entre igrejas, que
vocês possam voltar aqui em outras
oportunidades, em outros eventos
>> como esse.
>> Exatamente. E pra gente começar da
maneira como deve começar um evento, eu
queria te pedir para fazer uma oração.
>> Oremos.
Senhor Deus que estás nos céus, muito
obrigado por esta oportunidade que o
Senhor nos concedeu de estarmos aqui
louvando e engrandecendo teu santo nome.
Nós sabemos que só tu és santo e a sua
misericórdia dura para sempre. E pedimos
para que o Espírito Santo esteja aqui
conosco, para que possamos sentir o
calor do Espírito Santo conosco e que
seja o Espírito a nos guiar aqui, que
possamos ser apenas instrumentos nas
suas mãos e que a mensagem seja passada
de acordo com a tua santa e bendita
vontade. Também pedimos que o Senhor
abençoe e guarde cada família aqui
representada, que nada de mal nos
aconteça. É o que pedimos e agradecemos,
não porque somos merecedores, mas em
nome do teu filho amado, Cristo Jesus.
Amém.
>> Amém. e agradecer também o Dani e a
Laral que estão lá em cima trabalhando
um montão. Bom, pessoal, desejo a todos
uma excelente programação. M.
Oi, gente.
Eh, como vocês viram no vídeo, quem que
a gente seria, né? O protagonista,
espectador, figurante, mas antes disso,
a gente tem que saber quem a gente é. E
durante semana jovem a gente falou muito
sobre identidade também. Então, quem nós
somos como cristãos, qual que é o nosso
caráter? Porque principalmente nessa
fase de adolescência e nesse período
jovem, a gente fica com essa dúvida,
quem nós somos?
E quando a gente busca formar o nosso
caráter e formar nossa identidade em
Cristo, a gente descobre quem a gente é,
que a gente é filho de Deus. E a gente
também começa a descobrir quem Deus é
pra gente. E o primeiro louvor que a
gente vai cantar é exatamente sobre
isso. Eu sei quem eu sou. É um louvor
bem animado. Então convido vocês a
ficarem de pé e cantar com a gente.
>> Sei quem eu [canto] sou.
>> Eu sei quem eu sou.
>> Eu sou.
>> Eu sei quem eu sou. Eu sei quem [canto]
eu sou.
Eu sei quem eu sou. Isaac, volta pra
gente, por favor. Deixa alto pra gente
escutar.
[música]
Uhum.
Eu
sei quem [canto] eu sou.
Eu sei quem eu sou.
Eu sei quem [canto] eu sou. Eu sou teu.
Eu sou teu. [canto]
Eu sei quem eu sou.
Eu sei quem eu sou. [canto][música]
Eu sei quem eu sou. Eu sou [canto] teu.
Eu sou teu e tu [música] és meu.
[canto] Cristo, tu és meu. Tu [música]
és meu.
Cristo, tu [canto] és meu.
Quando em fuga me encontraste, [música]
[canto]
quando cego me fizeste ver. Em mim
colocaste.
>> [canto]
>> E um louvor.
Oh, [canto]
quebrantado,
me curaste,
perturbado,
me trouxeste à [canto] luz. Cristo és
minha identidade.
Eu sei,
eu sei,
eu sei [canto] quem eu sou.
Eu sei quem eu sou. [canto] Eu sei quem
eu sou. Eu sou teu. [música]
Eu sou [canto] teu.
Eu sei quem [música] eu sou.
Eu sei [canto] quem eu sou. [música]
Eu sei quem eu sou. Eu sou teu. Eu sou
[música][canto] teu e tu és meu.
Cristo, [canto] tu és meu. Tu és meu.
Cristo, [canto] tu [música] és meu.
Quando em fuga me encontraste,
quando cego [música] me fizeste [canto]
ver. Em mim colocaste um louvor.
[música][canto]
Oh, quebrantado,
me curaste,
perturbado
me trouxeste a luz. [música] Cristo és
minha identidade. [canto]
[música]
>> Eu sei,
eu sei, [canto]
eu sei,
eu sei [canto] quem eu sou. Eu sei quem
[música] eu sou.
Eu sei [canto] quem eu sou. Eu sou teu.
[música] Eu sou teu.
Eu sei quem [canto] eu sou.
Eu sei quem eu sou. [música]
>> Eu sei quem [canto] eu sou. Eu sou teu.
Eu sou teu. [canto]
E tu [música] és meu,
Cristo. Tu [canto] és meu. Tu és meu.
Cristo, tu [canto] és meu. [música]
Sou perdoado.
Sou filho [canto] teu
>> e sou aceito.
Eu sei quem eu sou. Sei quem eu [canto]
sou,
>> seguro estou,
>> pois hoje sei [canto]
que amado sou.
Eu sei quem eu sou.
>> Eu sei [canto][música] quem eu sou
>> e me estou.
>> Liberto, [música] sim.
>> Liberto, [canto] sim.
>> Pertenço a Deus.
>> E Deus [canto] pertence a mim. Eu
[canto]
sei quem eu sou.
Eu sei quem eu [canto][música] sou.
Eu sei quem eu sou. Eu [canto][música]
sou teu. Eu sou teu.
Eu sei quem [música] eu sou.
>> Eu sei [canto] quem eu sou.
Eu sei [música] quem eu sou. Eu sou teu.
Eu sou teu. [canto]
Eu sei quem eu sou.
Eu sei [canto] quem eu sou.
Eu sei quem eu sou. Eu sou [canto] teu.
Eu sou teu. [música]
Eu sei quem [canto]
eu sou.
>> Eu sei quem [música] eu sou.
Eu sei [canto] quem eu sou. Eu sou teu.
Eu sou teu e tu és meu.
Cristo, [canto] tu és meu. Tu [música]
és meu.
Cristo, tu és meu. Tu [canto] és meu.
Cristo, tu [música][canto] és meu. Tu és
meu.
Cristo, [canto][música] tu és meu.
>> [música]
>> Boa tarde.
>> Vocês perceberam que os adolescentes
aqui da vila são muito educados, né?
Primeiro os mais velhos, depois os mais
novos. Eu entendi porque vocês me
colocaram primeiro. Tá bom, gente? Eu
queria dentro dessa temática de
espectadores
a protagonistas trazer um pouquinho da
minha experiência de vida. Eu tava
sentada ali, eu falei: "Gente, ontem eu
era adolescente, ontem eu tava fazendo
essas coisas, agora eu já sou mãe de
dois quase, né?" E aí eu queria
compartilhar com vocês uma coisa que
sempre me incomodou,
eh, quando eu tava mais jovem, que era o
quê? Eu participava da igreja, eu cresci
na igreja, desde os meus 4 anos eu tô na
igreja. E aí uma coisa me incomodava,
que todo sábado eu tava lá na igreja,
tava participando, tava fazendo coisa do
clube, tava isso, aquilo, outro e aí
parava por aí. E aí em 2014, o fatídico
ano de 2014 para alguns, né, quando a
gente fala dessa data, dá um gatilho na
gente, né, brasileiro. Mas em 2014,
eh, uns amigos falaram assim: "Bru,
vamos participar da missão Calebe".
Eu não ia fazer nada das minhas férias.
Falei: "Bora, vamos paraa Missão
Calebe". Arrumei a mala, fui parar em
São Miguel Arcanjo, até hoje eu não sei
nem como é que chega lá, mas eu fui
parar em São Miguel Arcanjo, interior de
São Paulo. E a gente começou a fazer a
missão Calebe. Um dia vai pro faz
escolação de férias, outro dia faz outra
coisa e tals. E aí um belo dia uma amiga
minha falou assim: "Bru, vamos comigo
dar o estudo porque para você me
ajudar?" Falei: "Vamos, vamos embora,
vamos dar o estudo." Até hoje eu não sei
dar estudo bíblico, mas eu fui com ela.
Quando a gente chegou na casa que ia dar
o estudo, a gente percebeu que assim
tava um clima meio esquisito e no dia
anterior tinha acontecido um acidente
bem grave ali na cidade com algumas
pessoas e a gente não tinha noção.
Quando a gente entrou na casa, a gente
começou a conversar e a gente descobriu
que um dos envolvidos nesse acidente
morava naquela casa.
Ele tava dirigindo o carro com a
namorada e um grupo de amigos e a
namorada dele faleceu nesse acidente.
E aí a casa tava naquele clima e a gente
ali uma olhou pra cara da outra e agora
o que a gente faz? A gente dá o estudo,
a gente ouve e a gente começou ali
conversar com ela. E de repente eu
comecei a sentir um incômodo muito
grande no meu coração. Ficava assim:
"Canta tal música, canta tal música,
canta tal música". que eu vou cantar
não. Eu dentro da minha cabeça tava
assim, não vou cantar não. E ela falou
para mim que eu ficava, que ela olhava
para mim, eu tava assim balançando a
cabeça, tipo, hum, hum. Aí chegou uma
hora que eu falei assim: "Olha, moça,
vou fazer um negócio, vou". Aí eu
comecei a cantar.
Quando eu comecei a cantar, a gente vive
uma porta abrindo assim bem devagarinho.
Aí eu eu cantei. Quando eu terminei de
cantar, saiu um rapaz do quarto e aí ele
falou assim:
"Olha, eu não sei o que vocês vieram
fazer na minha casa hoje,
mas eu acordei
decidido que eu ia tirar a minha vida. E
eu tava no meu quarto pensando como é
que eu ia fazer isso. E eu falei que se
Deus tinha alguma ideia, algum propósito
do que ele poderia fazer, que ele
fizesse muito rápido, porque eu ia tirar
minha vida hoje. E aí de repente vocês
começaram a cantar.
Aí uma olhou pra cara da outra e a gente
falou: "Meu Deus, foi por isso que a
gente veio aqui". E aonde eu quero
chegar com isso?
As experiências que a gente vive, elas
nos preparam para a gente ocupar esse
lugar de espectador. Ninguém nasce, é de
espectador, não, de protagonista.
Ninguém nasce um protagonista. A gente
precisa ser preparado para ser um
protagonista. A minha experiência na
missão Calebe, além de ter tido essa
situação, me preparou para anos depois,
na verdade, meses depois, me tornar
líder de pequenos grupos na cidade de
Diadema. A gente mobilizou aí mais de
10, 20 pequenos grupos ao mesmo tempo
acontecendo ali. Eh, deu treinamento.
Mas por quê? Porque um dia eu levantei
da minha da minha cama, fiz minha mala,
fui para uma missão que eu nem sabia
exatamente o que era, o que ia fazer,
como ia ser e me coloquei nas mãos de
Deus. Então, a gente só se torna um
protagonista
se a gente primeiro aceitar as pequenas
oportunidades que nos preparam para este
palco, para este momento. Então, quando
a gente olha pro que os apóstolos
viveram, porque tá relatado no livro de
Atos, a gente vai entender que pra gente
viver o que aconteceu em Atos, às vezes
só nos faltam Atos também.
>> [música]
>> Oi, gente. Voltei. Cá estou eu de novo.
Eh, e eu vim contar um pouco do meu
testemunho de quando foi o meu
protagonismo com a minha vida, da minha
vida com Deus. Eu ano era 2024, eu tinha
14 anos.
E eu sabe quando tá no começo do ano e
você faz as metas, você decide que você
vai mudar sua vida, eu decidi que aquele
ia ser o meu ano. E eu falei: "Não, eu
quero começar a ir pra igreja, quero
começar a ler a Bíblia, quero começar a
ter um relacionamento com Deus, então é
isso que eu vou fazer". E a minha irmã
já era daqui da vila e ela falou: "Por
que não? Por que você não vai lá, né?"
Aí eu fui, conheci meus amigos, conheci
o clube dos bravadores, conheci os
adolescentes, o louvor dessa igreja,
tudo nessa igreja me apaixonou e falei:
"Eu quero ficar aqui e eu quero começar
a ter um relacionamento mais íntimo com
Deus". E aí, mais ou menos em abril, no
começo de abril, eu decidi que eu queria
começar a fazer estudo bíblico com meu
cunhado, mais conhecido como John
Batista, e a minha irmã, mais conhecida
como Vick. E aí durante o período que eu
estava fazendo estudo bíblico, aconteceu
uma tragédia comigo, porque eu jogava
vôlei. Eu eu jogava vôlei desde 20 e eu
era apaixonada por esse esporte. Eu
gostava muito, muito, muito. E eu nunca
tinha me lesionado no vôlei até então.
Mas para tudo tem sua primeira vez. E
minha primeira vez, digamos que ela foi
meio turbulenta, ela foi um pouquinho
radical até, que eu rompi dois
ligamentos, eu rompi o LCA e o outro que
eu não sei o nome. E sabe quando você
quebra um prato, um um copo de vidro no
chão e fica só o estilhaço assim do
vidro no chão, era a patela do meu
joelho. Era basicamente a patela do meu
joelho, só que tava dentro da minha
perna. Foi assim que meu joelho ficou. E
aí tudo mudou na minha vida, porque eu
fiquei três meses sem conseguir andar
direito. Eu sva com a muleta, né? E aí o
meu médico falava assim: "Você jogar
vôlei e você fazer esporte de novo,
menina, não dá. Se você virar errado,
você vai romper esse ligamento de novo."
E eu falei: "Meu Deus". E aí eu eu gosto
muito de esporte, então tipo, na escola
eu vi meus amigos se divertindo e eu lá
sentadinha no banco, na educação física,
era tão triste. E eu lembro que durante
um estudo bíblico, a gente lêu uma
passagem que é essa passagem aqui. Qual
homem do meio de vocês, se o filho pedir
pão, lhe dará uma pedra? Ou se pedir
peixe, lhe dará uma cobra? Portanto, se
vocês, apesar de serem maus, sabem dar
boas coisas aos seus filhos, quanto mais
o seu pai que está no céu, dará boas
coisas aos que lhe pedirem. E eu falei:
"Mas Jo, eu pedi para Deus para não me
machucar. Eu pedi para Deus, tipo, ah,
tá bom, uma semaninha ali, depois de uma
semana tô zerada". Por que que ele não
deixou isso acontecer? E aí o Jo falou
assim: "Bel, nem sempre Deus faz o que a
gente quer." Sabe quando você pede
paraos seus pais alguma coisa, ele fala:
"Não, aí você fala tipo: "Nossa, por que
não? Eu só tô pedindo isso". Ele fala:
"No futuro você me agradece. É a mesma
coisa com Deus." E eu não entendia. E o
dia eu falava: "Calma, no futuro você
vai agradecer a Deus. No futuro você vai
entender qual que é o propósito de Deus
com isso na sua vida." Eu ficava
pensando: "Meu Deus, que propósito é
esse de me deixar três meses manca?" Mas
tá bom. Eu fiquei com isso na cabeça e
eu falei: "Vou continuar aqui meu
relacionamento com Deus, vou tentar me
aproximar cada vez mais". E eu lembro
que nesse período todo dia eu chegava da
escola e aí tava era o verão, era
primavera, né? Então tinha um solzinho
gostoso. Eu falava: "Por que não ficar
na calçada de casa tomando sol e lendo a
Bíblia?" E para mim aquele era um
momento muito prazeroso. Eu ficava uma
hora, 2 horas ali e eu sentia que se
teve um momento que eu tava próxima de
Deus, foi durante aquele momento. E aí
quando eu tirei a tala, eu falei: "Agora
minha vida vai, né? Agora ninguém me
para". Eu fui até pro campuri, eu não
sabia nem andar direito. Eu tava, eu
tinha feito duas semanas que eu tinha
tirado a
muleta. Eu não tava, eu tava aprendendo
a andar de novo e até pro Campuri eu
fui. Então, se tinha uma oportunidade de
eu me machucar de novo, era no Campuri.
E sabe onde eu me machuquei de novo? Na
igreja. Eu tropecei no meu tênis e eu
quebrei o mindinho do meu pé. Foi uma
fratura abençoada, eu diria. E eu falei:
"Não é possível que isso tá acontecendo
de novo". E detalhe, um dia antes dos
meus amigos irem pro Hop Harry, tá? Eu
vi, eu vi as fotos dele lá, eu no pronto
socorro eles lá no Hopar. Eu falei:
"Não, não é possível que isso esteja
acontecendo de novo".
E aí eu lembro que eu fiquei muito
chateada com Deus, que eu falei: "Poxa,
Deus, eu achei que agora ia ser a hora
que você falava: "Não, menina, agora
vai, agora sua vida vai andar". E aí
você fez eu quebrar meu pé para eu ficar
sem andar de novo? E aí,
eh, foi uma coisa muito inesperada
aconteceu, porque eu cheguei no pronto
socorro e eu olhei pro médico, eu falei
assim: "Médico, não precisa nem fazer
raio X, tá? Eu tenho certeza que
quebrou". Abre um parênteses. Desde
pequena eu me machuco muito. Eu quebrei
o meu mindinho com dois anos porque
pisaram no meu no meu dedo, quebrei.
Então assim, se eu caísse na rua, eu ia
quebrar. E eu sempre vivia quebrada. Só
que a gente achou que era porque eu era
uma criança que não gostava de comer
feijão. Meus pais sempre falam, todos os
pais falam, tem que comer feijão para
ficar forte. Mas os meus falavam e para
mim isso era não ia fazer diferença.
Então eu achava, a gente achava que era
falta de feijão. E aí eu fiquei 5 anos
sem me machucar. Então a gente falou:
"Passou". Só que aí voltou a acontecer
isso duas lesões seguidas. E aí eu falei
pro médico: "Não precisa nem fazer raio
X, que eu tenho certeza que quebrou". Eu
fiz o Rio X. Ele falou assim: "Olha, deu
uma trincada, realmente você vai ter que
usar táa por um mês e tals, mas me conta
mais sobre essas suas fraturas". E aí um
médico de pronto socorro, que não tinha
obrigação nenhuma de fazer isso, que a
gente não esperava, ele virou para mim e
falou assim: "Olha, sua esclera, que é a
parte branca do olho, é azulada". E isso
é um das uma das coisas que a gente usa
para fechar diagnóstico de osteogênese
imperfeita, que é basicamente quando a
pessoa é frágil demais. E eu falei: "Meu
Deus, já quebrei minha perna uma vez,
quebrei o pé outra vez, agora eu vim com
essa de diagnóstico, que que Deus quer
com isso na minha vida?" E aí, tá bom? a
gente começou a investigar, eu comecei a
passar no reumatologista
e aí o reumatologista eu fiz exame de
DNA e realmente vi que eu tinha oogênese
imperfeita, mas eu tinha o tipo um e o
reumatologista falou que eu era um
milagre porque todas as pessoas que tem
tem do tipo dois para cima. Então tem
criança que nem nasce por conta disso e
se nasce nasce deformada. Então nasce
com a arcada dentária toda errada, o
crânio, os ossos, a coluna, tudo, tudo
deformado. E ele falou assim: "Sabe por
não demoraram para fechar esse
diagnóstico para você? Porque você não
tem nenhum traço disso. Você é uma
menina perfeita e você é mais rara
ainda, porque eu só tenho isso do lado
direito. É como se metade do meu corpo
não quisesse aderir isso e o lado
direito que é defeituoso.
E [risadas]
e aí eu comecei a entender, eu fiquei,
meu, sou um milagre. E aí eu comecei a
entender qual que é o propósito, porque
eu acho que se Deus fez isso acontecer
na minha vida, primeiro, hoje em dia eu
sou grata por ter quebrado meu pé,
porque eu nunca teria descobrido que eu
tenho osteogênese imperfeita se eu não
tivesse quebrado. E eu acho que se Deus
deixou tudo isso acontecer na minha vida
e ele deixou eu ser um milagre, é para
eu espalhar pros outros como Deus é
grande. E que mais que isso, às vezes a
gente coloca o problema no centro da
nossa vida. E nesse momento eu queria
chamar o Taltinho já para ir se
posicionando aqui. E a gente coloca eh
nossos problemas, nossos orgulhos,
nossas dúvidas no centro da nossa vida e
a gente questiona muito a Deus. Só que a
gente tem que lembrar que Deus é o
centro. Cristo é o centro da nossa vida.
Cristo é a razão de eu est aqui viva e a
razão de tudo isso existir. E a música
que a gente vai cantar agora também é
sobre isso, que é Cristal Centro. Eu
convido você de novo a ficar de pé
porque no começo ela parece tá animada,
mas depois ela fica animada. Posso,
prometo para vocês.
É a razão do existir.
Cristo é a razão [canto] do existir.
Do princípio até o fim,
ele foi e sempre há de ser Cristo.
Cristo,
Cristo é a [canto]
razão do existir.
Cristão [canto]
do existir.
>> Do princípio [música][canto] até o fim.
Ele foi sempre [canto] há de ser Cristo.
>> Cristo. [canto]
[música] Cristo é o centro.
Nada [música][canto] tem maior valor.
Todo o [canto]
universo
gira em torno de sua luz, [música]
de sua luz.
>> [canto]
>> A razão do existir, [música]
[canto]
razão do existir.
[música]
O centro da minha vida [canto] é Jesus.
O centro da minha [canto] vida é Jesus.
Do princípio [canto] até o fim,
ele foi sempre há [canto][música] de ser
Cristo.
Cristo,
[canto] Cristo é um centro.
>> [canto]
>> Nada [música] tem maior valor.
[canto]
[música]
Todo o universo
gira em torno [canto]
de sua luz,
de sua [canto]
luz.
Cristo é o [canto] centro.
Nada [música] tem maior [canto] valor.
[música]
Todo [canto] o universo
[música]
gira em torno de [canto] sua luz.
De sua luz.
Desde o chão as [canto] alturas.
Cristo é o centro. A razão do [canto]
existe.
A razão do existe.
Desde o chão as alturas.
Cristo é [canto] o centro. A razão do
existe. [música]
A razão [canto] do existe
desde [música] o chão às alturas.
[canto]
Cristo é o centro. A razão do existe.
A razão [canto]
do existe
desde o chão as [música][canto] alturas.
Cristo é o centro. A razão [canto]
do existe. [música]
A razão do existe.
[canto][música]
Cristo é a razão deste lugar.
Cristo é a razão [canto] deste lugar.
Todo o joelho [canto] dobrará,
declarando que seu nome é Cristo.
[canto]
[música]
Cristo,
[canto]
Cristo,
[música] Cristo,
[canto]
Cristo, [música]
Cristo, [canto]
Cristo,
Cristo, [canto]
desde o chão as alturas.
Cristo [canto]
é o centro. A razão do existe.
A razão do [canto] existe
desde o chão às alturas. [música]
Cristo é o centro. [canto] A razão do
[música] existe.
A razão [canto]
do existe.
Desde o chão às [música][canto] alturas.
Cristo é o centro. [canto] A razão do
existe. [música]
A razão [canto]
existe.
Desde o chão às [canto][música] alturas.
Cristo é o centro. [canto]
A razão do existe. [música]
A razão [canto] do existir.
>> [música]
[música]
>> Feliz sábado.
>> Então, eu vim contar como que eu conheci
essa igreja maravilhosa e que eu tanto
amo. Bom, eu antes, eu nem sabia que que
era adventista. Eu comecei pela escola.
Aí por meio da escola eu fui conhecendo
amigos que vieram me chamaram pra
igreja. A Biel foi uma dessas pessoas
que me convidou pra igreja. E quando ela
me convidou, eu demorei um pouco para
aceitar, mas quando eu aceitei, eu vim,
adorei o louvor daqui. Eu sempre falei
para Bel que eu sempre gostei do louvor.
E hoje eu só vivi tantos milagres por
meio dessas pessoas que me trouxeram
cada vez mais para perto de Cristo e
onde Abel, o Joe cada vez me deixou mais
próximo. Eh, hoje eu só sou cuportor por
causa da B. Eu só sou desbravador por
causa do Joe, ou seja, só tenho
agradecer por essas pessoas. E eu quero
ser que nem essas pessoas, quero ser
usada por Deus para espalhar mais da
palavra dele. E hoje eu tô comportando e
tô batendo de casa em casa, falando um
pouco sobre a palavra de Deus, deixando
um pouco da história dele. E esses dias
me aconteceu algo que, tipo, eu tenho
certeza que Deus me usou. Eu fui numa
casa, bati lá. Eh, tem um limite pra
gente bater na porta, né? três vezes e
três palmas. Aí eu bati a terceira vez,
ninguém me atendeu. Só que eu senti algo
de bater a quarta vez. Fui lá, bati a
quarta vez, bati a quarta palma, aí
ninguém me atendeu. Aí eu fui indo
embora, fui indo embora. Aí eu ouvi o
barulho de uma porta. Aí eu fiz: "Opa,
calma aí." Voltei, olhei assim para
cima, aí eu vi uma moça descendo as
escadas. Aí eu falei: "Olá, tudo bem,
moça? Prazer. Eu me chamo Isaac, sou pré
pré-estudante universitário da UNASP e
eu tô aqui no seu bairro fazendo um
projeto sobre a saúde. E eu gostaria de
conversar um pouco com a senhora ou
falar um pouco sobre prevenção de
doenças, só que quando ela foi descendo
as escadas, foi chegando mais para
próximo, eu vi que ela tava chorando. Aí
eu pensei, mano, aconteceu alguma coisa
muito séria com ela e eu devo orar por
ela? Aí ela desceu, eu vi que ela tava
chorando bastante, eu falei: "Ah, não
vou passar oferta com ela chorando, né?"
Falei: "Moça, tá tudo bem? Aconteceu
alguma coisa?" Ela falou: "Não, tá tudo
bem, só coisas pessoais". Falei: "Putz,
entendo." Mas
eh eu tô aqui para conversar. Eu falo
sobre a saúde. A saúde também entrar na
parte mental, onde aí ela ela se abriu
para mim, conversou, falou, falou e ela
tava com uns problemas bem sérios. A fé
dela tava fraca, vamos se dizer. Mas eu
senti de falar para ela sobre Mateus
11:28, que diz assim: "Vinde a mim
aqueles que estão cansados e
sobrecarregados e eu vos aliviarei". Eu
quando eu contei isso para ela, eu
também contei da parábola de Pedro, onde
o pastor Delmiro, ele falou que ele ele
anda de moto, né? Ele falou que no
esporte, quando você vai fazer uma curva
muito brusca, você tem que olhar pro
cone e não pode tirar os cone, o óleo do
cone, senão você vai cair. E a mesma
coisa com Cristo. Eh, a gente não pode
tirar os olhos do cone, porque se a
gente tirar, a gente vai cair assim como
Pedro afundou sobre as águas. Ele tirou
os olhos de Cristo e afundou. Mas de uma
coisa eu sei, Cristo sempre vai estar lá
para nos puxar de volta. Aí eu falei
tudo isso para ela, aí eu orei por ela,
orei, orei. Aí depois eu passei a
oferta, aí ela ficou com vida de Jesus,
com é um livro maravilhoso que eu gosto
bastante. Como eu quero fazer teologia e
é o meu livro favorito que eu mais
apresento. E depois que eu apresentei,
ela falou: "Ah, eu não tenho muito
dinheiro para te ajudar, mas eu falei:
"Não, não precisa de dinheiro não. Eu
vou te dar o vida de Jesus e pode ficar.
Eu pago, eu pago. Pode ficar tranquila.
Aí ela falou: "Não, não precisa". Aí ela
conseguiu um dinheiro. Aí depois quando
ela pagou eu tirei uma foto com ela,
falei um pouco mais sobre Deus para ela
e ela virou para mim e falou assim:
"Olha, vou ser bem sincera com você. 5
minutos antes de você bater na minha
porta, eu tava orando para Deus pedindo
uma resposta, porque minha vida tava
muito difícil e eu não sabia mais o que
fazia. Eu tava querendo desistir da
minha vida, mas você veio aqui na minha
porta e falou de Deus para mim. Você foi
um anjo do céu que veio e falou comigo.
Ou seja, eu eu tenho certeza que naquele
momento Cristo me usou. E no domingo,
domingo agora que passou, eh eu também
acho que eu fui usado eu passei na casa
do Sérgio. Ele tem uma doença que,
infelizmente ele tá muito mal, muito
mal.
Aí eu também senti de orar por ele. Orei
por ele. Aí ele disse que no momento ele
se sentiu bem melhor. Aí a gente ficou 1
hora e meia conversando em pé. Antes ele
não tava nem conseguindo ficar em pé. Aí
a gente ficou 1 hora e meia conversando
em pé. Aí ele falou assim: "Cara, você é
um anjo que bateu na minha porta
também". Aí eu falei: "Nossa, por que
você acha isso?" Ele falou: "Porque eu
tô com muita dor e depois que você orou
por mim, essa dor parecia que tinha
sumido." Eu falei: "Ah, eu não fiz nada,
fui o Espírito Santo, né?" Porque na
coportagem a gente costuma dizer que 50%
trabalho humano e 50% trabalho divino.
Só que naquele momento eu tenho a
certeza que foi 100% do trabalho divino,
porque Deus me usou, Jesus, Jesus Cristo
me usou. E antes de eu bater ele nas
portas, eu sempre oro na frente da porta
e falo: "Senhor, peço que o Senhor me
use, eh, porque não, eu não quero que
seja eu que vai que venha falar aqui,
mas sim o Senhor, porque sem o Senhor eu
não sou nada. E eu tô, eu sou muito
tímido. E para vocês terem ideia, na
minha primeira casa, eu fui na casa com
a mente assim: "Pai, por favor, peço que
você não abra a porta, não, por favor".
Mas aí já no terceiro dia, eu falei:
"Pai, por favor, abre a porta. Abre a
porta. Abre a porta. Aí ultimamente tá
dando tudo certo. Eu tô, eu tenho uma
conexão a mais com Deus. É na
comportagem você, você ora bastante. A
cada porta, a cada rua, a cada casa, a
cada pessoa. Eh, às vezes você não bate
nem numa casa, mas você vê uma pessoa
triste, você vai orar por ela. Teve um
dia que eu dei zero ofertas e sete
orações. O pessoal da campanha
perguntou: "Oxe, como que você fez
isso?" Aí eu falei: "Ah, Deus, Deus fez
tudo isso por mim. E eu só tenho
agradecer e eu quero ser que nem a Bel
que me us que foram usados e
me mandaram pra igreja. Eu quero fazer
com que as pessoas venham mais pra
igreja. Bom, é isso.
[aplausos]
[música]
Som. Som. Uma boa tarde, bom sábado a
você que está vindo aqui, você que está
nos assistindo, você que está aqui
assentado. Eh, meu nome é Ian, eu sou um
membro da igreja adventista e hoje eu
vim dar o meu testemunho de como eu
passei de espectador a protagonista do
roteiro original. Bom, creio que a
maioria de vocês aqui já devem ter
passado por aquele momento que a gente
se sente desamparado, que a gente se
sente que a gente se questiona por que
que isso tá acontecendo comigo? Porque
agora porque comigo. Então, todos nós
já, eu creio que a maioria de vocês já
devem ter passado por um momento e o meu
testemunho fala muito sobre isso, sobre
eu ter me questionado muito. Eh, a
história se passa há uns anos atrás, do
qual eu era um estudante qualquer, eu
estudava numa escola padrão e por
motivos pessoais eu acabei tendo que
mudar de escola. Só que por algum motivo
misterioso, creio eu, que isso tenha
feito parte do propósito de Deus na
minha vida, eu acabei conseguindo ir pra
escola da qual eu desejava e também não
fi perdi a vaga da qual eu estava.
Então, eu fiquei basicamente solitário.
Eu eu fui conversar com meus pais e meus
pais falaram: "Olha, filho, enquanto a
gente não achar uma escola para você,
você fica em casa". Eu, como qualquer
adolescente, falei: "Maravilha, férias,
né? vou ficar em casa, vou ter que fazer
minhas obrigações, mas não tendo, não
tendo que ir pra escola, tá tudo ótimo,
né? E só que o problema é que com o
passar do tempo as consequências foram
vindo e eu fui percebendo que não era
bem isso que eu queria, porque eu sempre
fui um garoto que não era de muito
frequentar muitos lugares. Eu prova
muito a escola. Minha rotina basicamente
era escola, casa, casa, escola. Então, e
também eu era um garoto que fazia muitas
amizades. Eu era, eu sempre fui uma
pessoa de, de ter muitas pessoas ao
redor de mim e nunca fui muito de ficar
sozinho. E esse ano, com o passar do
tempo, eu fui percebendo que as amizades
foram desvinculando, fui perdendo muitas
amizades. Chegou num momento do ano que
eu falei: "Cara, eu não tenho nenhum
amigo, eu tô completamente solitário". E
é sobre isso que eu queria retratar com
vocês do começo, porque eu cheguei numa
parte da minha vida da qual eu me
questionava. Eu era cristão, mas não
frequentava igreja. Então eu ficava me
perguntando por que que isso tá
acontecendo comigo? Se Deus é tão bom,
por que que ele deixa isso acontecer
comigo? E nós, nós seres humanos falhos,
a gente tende a se questionar em algum
momento das vezes, a gente tende a
questionar, questionar Deus, questionar
nós mesmos. E a minha história trata
sobre isso. Bom, mesmo emburrado ainda
mais porque como eu perdi um ano, eu
acabei repetindo, então vem muita coisa
na nossa cabeça. A gente pensa que a
gente é o fracassado ou algo do tipo,
mas mesmo emburrado eu acabei seguindo
em frente, né, com qualquer ser humano.
E
nesse meio termo eu consegui um ano
depois consegui entrar na escola da qual
eu desejava e
encontrei algumas amizades. Fiz, fiz
muitas amizades lá, mas um em
específico, creio eu, que foi a maior
ponte para eu conhecer verdadeiramente a
Deus. Eh, é uma daquelas amizades que eu
digo que a maioria de vocês devem ter,
que é uma em milhão, daquela que a gente
pode ligar de madrugada e realmente pode
contar com ela sempre. E um dia
aleatório da semana, ele chegou em mim e
falou: "Cara, ele já tinha me falado
sobre o Ministério dos Bravadores, já
tinha me falado também sobre o evento
que acontece um ano, que é o Campuri. E
ele falou: "Cara, vai ter um acampar
dentro lá na minha igreja. O pessoal lá
é muito gente boa, né? Eu, como sou uma
pessoa que gosta de fazer amigos, né?
Conhecia uma parte do pessoal, falei:
"Pô, por que não, né? Por que não por
não ir? Por que não socializar, né?" E
acabou que com o passar do tempo eu fui
conhecendo as pessoas. me aproximando
aqui da igreja da vida Olímpia e chegou
num ponto do qual eu consegui olhar para
trás e falar: "Deus tinha um propósito
para minha vida". E a gente vê que a
gente consegue entender o propósito de
Deus na nossa vida quando a gente olha
para trás e a gente entende. Eu, se eu
pudesse voltar, eu passaria por tudo de
novo, porque Deus faz valer a pena.
Porque o propósito de Deus faz valer a
pena. Não importa o quanto você tenha se
machucado ou pelo que você tenha
passado, Deus sempre faz valer a pena,
independente do que aconteça, o que tem
acontecido.
E chegou num ponto que eu falei: "Cara,
poxa, eu tenho que deixar de ser
preguiçoso. Não só eu, mas como todos
nós aqui, temos que deixar às vezes de
ser preguiçoso e parar de reclamar,
porque quando a gente olha pra Bíblia, a
gente vê que Deus dá uma palavra de de
segurança pra gente. E agora eu queria
pedir para vocês para que vocês abrissem
em Mateus 11:28
na na Bíblia de vocês.
Para concluir meu raciocínio, eu vou ler
do verso 28 até o 30, tá?
Venham a mim todos os que estão cansados
e sobrecarregados, e eu darei descanso a
vocês. Tomem sobre vocês o meu julgam e
apreido de mim, porque sou manso e
humilde de coração. E vocês encontrarão
descanso para a alma, pois o meu jgo é
suave e o meu fardo é leve. Aqui Deus
fala aqui, filho, independente do que
tem acontecido com você, eu te darei
descanso e eu te aliviarei. Eu tenho uma
interpretação desse texto, é o meu verso
favorito no livro de Mateus, que Deus
fala assim pra gente: "Olha, filho, para
de olhar para trás e olha pra frente,
porque quando você chegar onde eu quero
que você esteja, você vai olhar para
trás de novo e vai me agradecer, porque
a porta do reino de Deus é estreita,
independente vai ter, vai ter espinhos.
A gente vai passar espinhos, mas Deus
ele é tão incrível na glória dele que
ele faz valer a pena cada espinho que
você tenha pisado. Porque quando você
chega no propósito,
você vê que cada espinho que eu pisei
valeu a pena. Deus é tão maravilhoso que
ele ele consegue fazer a gente ter essa
percepção, essa de olhar para trás e
falar: "Cara, poxa, porque nós seres
humanos somos muito falhos. Nós gostamos
de reclamar, nós gostamos de de nós não
cons nós gostamos de estagnar num
problema e não conseguir ter a atitude
de seguir em frente. E quando a gente,
infelizmente, a gente só consegue
entender o propósito de Deus quando a
gente chega lá, chega lá na na onde a
gente quer que ele esteja, a gente só
consegue entender o propósito de Deus
quando a gente vê a maravilha que ele
faz. E eu posso dizer com tranquilidade
que depois de tudo que eu passei, todos
esse ano que eu fiquei solitário, que eu
perdi os meus amigos, eu creio que valeu
a pena, porque pelas experiências que eu
tive, pelos amigos que eu fiz nessa
caminhada cristã, eu posso dizer que
valeu a pena e eu tô na minha
consciência porque tenho certeza que
Deus trabalhou na minha vida.
E bom, a minha intenção desse testemunho
é que vocês vejam um reflexo, porque se
alguém aqui tiver passando por uma
situação parecida com a minha, eu espero
que vocês possam ver um reflexo do que
eu passei e que isso possa o Espírito
Santo possa tocar no coração de vocês
para que se alguém aqui tiver passando
por algum momento ruim, algum momento do
qual você se sinta, sinta desconectado
de Deus, sinta que Deus não tá
trabalhando na sua vida, sinta sinta que
você tá totalmente perdido, que não tem
salvação. Eu espero que você possa ver
esse testemunho e possa tocar no seu
coração para que você entenda que Deus
sempre tem um propósito. Independente do
que aconteça, Deus sempre tem um
propósito. E esse é o meu testemunho de
como eu passei de espectador a
protagonista do roteiro original. Muito
obrigado. Agora com o tal.
Bom, e o louvor que a gente vai cantar
agora, ele também tem um pouquinho a ver
com o testemunho do Ian, que ele
escolheu a boa parte, ele escolheu
começar a vir pra igreja, assim como
todos os outros testemunhos também.
Então, que hoje a gente possa escolher a
boa parte.
Precioso [canto]
Jesus,
aos teus aos teus pés aqui estou.
[canto]
que eu poderia
te [canto] oferecer
por tudo [canto] que tu és.
>> Tudo
que tenho
eu derramo [canto] aos teus pés.
[música]
Não [canto]
importa
o quanto custou,
[música] Jesus, [canto] teu valor é
maior.
[música]
[canto]
>> Eu encontrei o meu tesouro.
[canto]
Eu encontrei o bem [música] mais
precioso.
Eu [canto] encontrei o meu tesouro.
[música]
Eu [canto] encontrei o bem mais
precioso.
[canto]
[música]
>> Precioso
Jesus, [canto]
eu amo o som da tua voz. [música]
Suas palavras
são mais [canto]
desejáveis
que o mais doce [canto]
mel. [música]
Tudo [canto]
que tenho
eu derramo [canto] aos teus pés.
Não [canto] importa
o quanto custou,
Jesus, teu valor [canto] é maior.
[música]
Jesus, teu valor é maior.
[canto]
Eu encontrei o meu tesouro.
[canto]
Eu encontrei [música]
o bem mais precioso.
Eu [canto] encontrei o meu [música]
tesouro.
Eu [canto] encontrei [música]
o bem mais precioso.
A igreja pode ficar de pé para cantar
com a gente.
Como Maria [canto]
estava a seus pés e dissestes [música] a
ela esta é a boa parte que nunca
nunca será [canto] tirada como Maria
que estava aos [canto] teus pés e
dissestes
a ela esta é a boa parte que nunca
[canto]
nunca será tirada como Maria [música]
que estava seus pés e dissestes
a ela: [canto] "Esa é a boa parte
[música]
que nunca
nunca [canto] será tirada como Maria
que [música] estava aos seus pés e
dissestes [canto] a ela essa é a boa
parte que nunca [música]
que nunca será tirada. [canto]
Eu
encontrei [música] o meu tesouro.
Eu [canto] encontrei [música] o bem mais
precioso.
Eu [canto] encontrei o meu tesouro.
[canto]
Eu encontrei o bem mais precioso,
como Maria [canto]
estava aos seus pés e dissestes
a ela [canto] essa é a boa parte que
nunca
nunca [música]
será tirada [canto]
como Maria
que estava aos teus pés e dissestes
a ela essa é a boa parte que nunca
nunca Nunca [canto] será tirada como
Maria [música]
que estava a seus pés e dissestes
[canto]
a ela essa [música] é a boa parte que
nunca
nunca [canto] será [música] tirada como
Maria
que estava aos seus pés e dissestes
a ela [canto] essa é a boa parte que
nunca
nunca [música] será tirada. Eu [canto]
encontrei o meu tesouro.
[canto]
>> Eu encontrei o bem [música] mais
precioso.
[canto]
Eu encontrei o meu tesouro.
[canto]
Eu [música] encontrei o bem mais
precioso.
[canto]
[música]
>> Eu queria chamar à frente a Ana, nossa
líder, e o pastor também, por favor.
puder iluminar todo mundo aqui. Aí
depois você foca aqui, por favor.
Pessoal, eh, a gente tá aqui
principalmente para agradecer vocês por
estarem aqui. É muito bom a gente ter os
nossos líderes aqui, né? Porque não é
não é fácil trabalhar, mas quando a
gente sabe que a gente tem uma
referência, é muito bom ter isso. E aí a
gente, a ideia foi do pastor, tá, Ana?
Pedir para você e do pastor Davique
pedir para você orar pela Marina que vai
pregar agora. Pessoal, essa aqui é a
Marina. Oi, Marina.
>> Ela é a menina que chora quando não faz
uma fogueira, mas é a menina que é usada
pelo Espírito Santo. E como todo o culto
ah jovem adolescente, eu acho que tem
que ser muito espiritual, eu queria, eu
não vou falar isso com você, mas eu
queria que enquanto você orasse o pastor
fizesse uma imposição de mãos, se for
possível. Claro, meio que joguei na roda
assim, mas
feliz sábado, igreja. É muito gostoso
estar num culto dirigido por
adolescentes, jovens e escutar
testemunhos deles da do evangelho real
que eles vivem. E é interessante
ouvi-los. E eu não sei se você prestou
atenção no discurso da maioria deles,
quando um disse assim: "Olha, eu queria
ser como Joe e a Bel que me levou para
Jesus. Eu quero ser como fulano. Você
teria coragem, adulto, de dizer que você
queria ser como eu ou como o pastor ou
como alguém que te levou a Jesus? Para
nós adultos parece ser mais estranho
falar isso, né? E eles têm isso no
coração, porque eles se espelham. E tem
um texto bíblico, bíblico e era só para
eu orar, né? Mas eu vou falar esse texto
aqui antes de orarmos. Um texto bíblico
que eu quero dizer para os adolescentes
e jovens dessa igreja que tá lá em
primeiro Timóteo 4:12.
Quando você vai ser espectador por muito
tempo ainda, adolescente, jovem, adultos
também, mas muitas vezes Deus nos coloca
num cenário de protagonistas
para testemunharmos dele,
porque na verdade quem tem que aparecer
é ele, né? A nossa vida é somente é um
instrumento para ser usado e falar dele.
E esse texto
de primeiro Timóteo 4 verso 12 diz
assim: "Ó ninguém despreze por você ser
jovem.
Pelo contrário, seja um exemplo para os
fiéis na palavra, na conduta, no amor,
na fé e na pureza. Vocês são
protagonistas,
mas para serem, olha, sejam fiéis,
seja um exemplo para os fiéis na
palavra,
na conduta, no amor, na fé e na pureza.
E assim vocês vão testemunhar
dele e para ele, para honra e glória
dele. Vamos orar.
Querido Senhor, muito obrigada porque
enquanto o mundo lá fora faz muitas
coisas, esses meninos e meninas estão
aqui adorando o teu nome. Obrigada
porque o Senhor recebe o louvor, a
adoração.
Obrigada porque o Senhor, através deles,
conta o evangelho real que eles
experimentam e vivem.
Senhor, ajude para que essa igreja,
esses jovens adolescentes
sejam um exemplo na palavra, na conduta,
na fé, na pureza, para que eles
testemunhem do amor de Jesus.
Agora nós vamos ouvir uma jovem pregar e
nós queremos pedir que o teu Espírito
Santo possa falar usando a vida dela, o
corpo dela, mas que seja a tua palavra
que seja pregada.
Assim, Senhor, que seja com todos os
outros que estão aqui, ao falarem no dia
a dia, na sua vida, em tudo que eles
forem fazer, que as suas vozes sejam
caladas, mas que o Espírito Santo falem
através deles. Nós vamos viver muito em
breve, Senhor, aquela promessa, aquela
eh aquela profecia de Joel 2:28, onde
nossos jovens profetizarão. Isso já está
acontecendo. Por isso, Senhor, nós nos
colocamos em Tuas mãos e colocamos agora
também esses jovens adolescentes para
que eles possam ser a tua voz a esse
mundo em trevas. Abençoe a pregadora,
use-a mais uma vez. O pastor está
colocando as suas mãos impostas. Não que
vai cair, Senhor, aqui algo especial,
mas como ministro do seu evangelho,
ele coloca suas mãos sobre a pregadora e
nós temos a certeza que o Espírito Santo
vai falar através dela. E nós oramos em
nome de Jesus. Amém.
Boa tarde, pessoal. Eu também não posso
deixar de agradecer aqui a a pro eh, ela
é líder do departamento infantil do
adolescente e ela vira aqui para nós é
muito importante. Apesar que eu fiquei
sabendo que você e o Kate são de casa
aqui, né? Então, sempre por aqui. Então,
tá bom. Muito obrigado, viu, pro E para
ajudar a Marina, eu perguntei para ela:
"Você quer ser como eu?" Aí ela olhou
para mim e falou: "Claro que quero, você
é maior legal, mas eu quero preservar os
meus cabelos, né?" Isso é bullying, viu,
Marina? Não faça isso mais, tá?
>> Gente, boa tarde. Desculpa vocês já
conhecerem essa minha versão. Não era
para vocês ficarem sabendo disso, era
para ficar em segredo. Mas tá bom. Para
continuar quebrando esse gelo, eu queria
começar de um jeito um pouquinho
diferente. Não quero que vocês abram a
Bíblia já de imediato. Eu quero fazer
uma pergunta para vocês. E eu quero que
vocês sejam sinceros, mas vocês não
precisam responder, tá? Responde aí na
sua cabeça, no seu coração. E eu queria
saber, eu queria saber, não, eu tenho
certeza que todo mundo aqui já ouviu
alguém contar uma experiência linda que
você vive, que essa pessoa viveu com
Deus. E você ouvindo aquilo, você
pensou: "Nossa, que lindo, eu queria
viver isso também". Talvez tenha sido um
testemunho de um amigo seu, do pastor
aqui na igreja, do seu líder do seu
ministério ou até dos seus pais. Talvez
você ouviu alguém dizer: "Deus, que Deus
respondeu minha oração, que eu ouvi a
voz de Deus, Deus me usou naquele
momento, como a gente ouviu Isaque
falando. Deus transformou minha vida." E
enquanto essa pessoa falava, você ficou
pensando: "Nossa, eu queria sentir isso,
eu queria viver isso".
E mais uma pergunta, quem aqui já
terminou um culto emocionado? Todo mundo
aqui, né? Por favor, se quiserem
levantar a mão, fiquem à vontade, tá? É
bom para eu sentir que vocês estão
entendendo o que eu tô ouvindo, o que eu
tô falando para vocês. E depois daquele
culto, você falou: "Nossa, eu vou orar
mais, eu vou ler mais a Bíblia, eu vou
buscar mais a Deus". Só que ao passar
dos dias, a rotina foi voltando, o
celular foi voltando, as obrigações, as
distrações
te enrolaram todo e aquele desejo foi
ficando cada vez mais distante. E se
isso aconteceu com você, pode ficar em
paz, tá? Acontece com todo mundo. E é a
vida, né? a gente passa por espinhos,
como o meu amigo disse. E talvez isso
seja um dos maiores desafios da nossa
geração, porque a gente acompanha a
experiência espiritual de todo mundo. A
gente admira o nosso líder, a gente
admira o nosso amigo, mas ao mesmo tempo
a gente não consegue construir a nossa
própria experiência com Deus. A gente
vive numa geração extremamente
conectada. Tudo tem que ser gravado,
tudo tem que ser postado. A gente sabe o
que os nossos amigos comeram, que série
eles assistiram, qual é o cantor
favorito deles naquele momento, se eles
estão tristes, se eles estão namorando,
se eles terminaram. A gente acaba
sabendo sobre tudo. E ao mesmo tempo que
a gente sabe tudo sobre todos, existe
uma pergunta que fica meio encafefada,
que surgiu na minha cabeça enquanto eu
destrinchava o tema.
Será que conhecer muitas pessoas,
conviver com muitas pessoas significa
que a gente sabe se relacionar? Pensa na
pessoa mais importante da sua vida.
Agora você não precisa dizer quem é, tá?
Pensa nela. Agora responde aí na sua
cabeça. Você sabe qual é a comida
favorita dessa pessoa? Qual é a música
que ela mais gosta? Eh, qual é o
aniversário dela ou o sonho dela?
Provavelmente sim. Agora vem umas
perguntas um pouquinho mais difíceis.
Você sabe qual foi a última oração que
essa pessoa fez quando foi a última vez
que ela chorou? Quais são as batalhas ou
a luta espiritual que ela enfrenta
sozinha no quarto dela? Vocês percebem
que existe uma diferença enorme entre
ter informações e realmente conhecer
alguém? Porque relacionamento,
relacionamento realidade de informações.
Relacionamento é intimidade. E foi
pensando nisso que eu comecei a refletir
sobre o tema protagonistas do roteiro.
Quando você ouve protagonista, você já
pensa direto numa pessoa super
importante que vai mudar a história, que
vai mudar o roteiro todo. Só que quando
a gente estuda a Bíblia, a gente entende
algo muito interessante, que Deus, ele
nunca chamou ninguém para ser
protagonista aos olhos dos outros. Ele
chamou, todos os que ele chamou, ele
chamou para uma única coisa na decisão
de viver um relacionamento verdadeiro
com ele. Porque se existe uma coisa que
ninguém pode fazer no seu lugar, é
desenvolver esse relacionamento. Ninguém
pode orar por você. Podem orar ao seu
favor, mas nunca no seu lugar. Ninguém
pode confiar em Deus por você. Ninguém
pode permanecer fiel por você. Ninguém
pode amar Jesus por você. Ninguém pode
fazer isso. E se existe uma existe uma
parte da história que só pode ser
escrita por duas pessoas, você e Deus. E
é por isso que o tema dessa noite não é
sobre fama, não é liderança, não é sobre
aparecer, é sobre relacionamento, porque
ninguém se torna protagonista da própria
caminhada experienciando a experiência
de outra pessoa. E isso não é um
problema só da nossa geração. Foi
exatamente isso que aconteceu com um dos
homens mais conhecidos da Bíblia. e que
eu fiquei muito feliz que o pastor falou
sobre isso hoje, que aí eu já fiquei
mais calma, já sabia que eu ia tava
falando certo. Foi exatamente isso que
aconteceu com os homens mais conhecidos
da Bíblia. Pedro, se eu perguntasse aqui
para vocês quem foi o discípulo mais
impulsivo da Bíblia, que que vocês iam
responder?
Quê? Toma vergonha, viu? Pedro, quem
afundou tentando andar sobre as águas?
Pedro, quem foi que cortou a orelha do
soldado? Pedro. Quem foi que negou Jesus
três vezes? Pedro. A gente conhece Pedro
por conta dos erros dele, mas existe um
detalhe que muitas vezes passa
despercebido pela gente.
Antes de negar Jesus, Pedro tinha todas
as características de uma pessoa que
tinha uma fé inabalável, que parecia
possuir uma fé inabalável. Ele ele
caminhava com Cristo todos os dias. Ele
ouvia sermões que nós nunca vamos ouvir.
Ele via curas, ele viu a multiplicação
dos pães, ele tava no monte da
transfiguração. E se existir alguém que
podia dizer: "Eu conheço Jesus", esse
era Pedro. Só que quando a gente abre em
João 21,
a gente encontra uma verdade que talvez
seja um pouquinho desconfortável.
A gente vê que é possível andar ao lado
de Jesus e ainda assim não conhecer ele,
porque a proximidade não é sinônimo de
relacionamento. Eu posso até conhecer o
Joe, mas eu não conheço as lutas dele,
eu não conheço o que ele passa. E mesmo
assim,
pera aí, me perdi, gente, me perdoem,
mas eu tô aprendendo ainda. A gente vê
que proximidade não é sinônimo de
relacionamento. Vamos usar exemplo,
Judas. Judas caminhou com Jesus durante
3 anos, só que o coração dele nunca
realmente pertenceu a Cristo. Os
fariseus, eles sabiam o Antigo
Testamento basicamente de cor, de cabo a
rabo, mas não. Quando o Messias apareceu
na frente deles, eles não conseguiram
reconhecer, crucificaram ele. Então,
surge uma pergunta meio que inevitável.
Será que eu conheço Jesus ou eu apenas
conheço as coisas sobre Jesus? Porque
existe uma diferença muito grande nisso.
Você pode conhecer todos os livros da
Bíblia, saber todas as doutrinas,
frequentar a igreja desde criança, eh
saber responder todas as perguntas
durante a escola sabatina, participar
dos desbravadores, cantar louvor e ainda
assim nunca ter encontrado Deus, nunca
ter começado a construir um
relacionamento verdadeiro com ele. E
Jesus diz algo que meio que nos dá
certeza disso em João 5:39. Examinais as
Escrituras, porque julgais ter nela a
vida eterna, e são elas mesmas que
testificam de mim. Contudo, não quereis
vir a mim para terdes eterna. Vamos
perceber o que Jesus tá dizendo. Ele tá
falando que o problema daqueles homens,
o nosso problema hoje não é falta de
conhecimento, era falta de
relacionamento. Eles conheciam a
palavra, mas eles não conheciam o
próprio autor da palavra. Eles sabiam
cantar sobre Jesus sem nunca ter
conversado
com Jesus. Eles sabiam orar, falar de
oração sem nunca verdadeiramente
conversar com ele. Eles sabiam
apresentar testemunhos sem nunca
realmente ter vivido aquilo. E é
exatamente aqui que a história de Pedro
começa a conversar com a nossa. Porque
antes de João 21 houve Lucas 5. E agora
eu queria que vocês abrissem a Bíblia
comigo em Lucas capítulo 5. Porque pra
gente compreender o que aconteceu em
João 21, a gente precisa entender o que
aconteceu aqui primeiro. Porque Pedro,
ele não começou a caminhada negando
Jesus. Pedro começou a caminhada sendo
encontrado por Jesus. E isso faz toda a
diferença. Então Lucas capítulo 5 do 1
ao 11. Se vocês quiserem ir lendo, eu
vou destrinchando a história por aqui.
Agora vamos, vamos lá.
Às vezes a gente lê a Bíblia como se
fossem várias histórias independentes,
mas a gente tem que entender que tudo é
muito conectado. Então, olhando para
Lucas 5, a gente vê que Jesus estava
diante do lago de Genesaré, mais
conhecido como Mar Galileia. A multidão
tava apertando ele. Então ele decide
subir no barco de Simão Pedro. E isso
chama muita atenção, porque Jesus ele
podia ter permanecido na margem e
ensinado por ali, mas ele escolhe entrar
justamente no barco daquele pescador. E
aqui mora uma verdade muito bonita, que
Jesus ele nunca invade uma vida, mas
quando ele encontra um coração disposto,
ele entra. Talvez Pedro nem imaginasse
naquela manhã para ele seria apenas mais
um dia de trabalho, uma manhã comum,
como todas as outras, em que ele se
levantava e ia até o mar da Galileia. Só
que o mais legal é que os encontros mais
importantes, ironicamente acontecem
quando a gente acha que é só mais um dia
comum. Moisés, quando saiu para cuidar
das ovelhas, teve um encontro com Cristo
e recebeu a missão de tirar o povo de
Israel do Egito. Davi, quando estava
cuidando do rebanho, depois que voltou
para casa, foi ungido como rei de
Israel. Mateus, quando estava sentado
na,
ó, coleta, coletoria, tá certo?
coletoria foi chamado para uma missão de
espalhar o evangelho. Então, a gente
percebe que quando Jesus entra na cena,
o ordinário nunca mais permanece
ordinário. E Lucas nos conta um detalhe
muito importante. Pedro tinha passado a
noite inteira pescando e não tinha
pegado absolutamente nada.
Talvez eu contando essa história para
vocês ou vocês já tendo ouvido essa
história, pareça que é só uma informação
assim de tipo, é, não pegou nada. Mas,
mas Pedro era um pescador profissional,
ele fazia isso desde que ele se conhecia
por gente. Então isso significava muito
mais, porque pescar era a vida dele, era
a profissão dele, o que ele sabia fazer
de melhor, o que ele tinha, segurança e
controle. E justamente ali ele fracassa.
Vocês conseguem ver como Jesus trabalha?
Ele,
a gente pensa que Deus vai se manifestar
só quando a gente tá forte, a gente tá
em ascensão, a gente tá onde tá todo
mundo nos olhando, mas muitas vezes ele
só ele aparece justamente naquele
momento em que a gente percebe que a
gente não pode fazer mais nada, que as
nossas forças acabaram, porque um
coração cheio de autoconfiança nunca vai
reconhecer que precisa de um salvador.
E naquela noite Pedro tava lavando as
redes. Então significava que ele tinha
fechado o expediente. Ele tava, quando
um pescador começava a lavar as redes,
ele desistiu daquela noite, acabou, não
tinha mais expectativa.
Foi então que Jesus apareceu, fez, olhou
para ele ali e fez um pedido estranho.
Pedro, leva o barco para as águas mais
profundas. Imagina essa cena. Jesus
carpinteiro, Pedro pescador. Humanamente
falando, quem é que conhecia onde tinha
que pescar? Quem é que entendia de
pesca? Pedro. Quem é que conhecia a hora
para pescar? Pedro, onde tinha que
pescar ou como? Pedro também. Inclusive,
querem saber uma curiosidade, pelo menos
eu descobri isso, eu espero que eu não
esteja errado, que o horário certo de
pescar normalmente é à noite, não de
dia. Então, quando Jesus faz a e fala
para Pedro, vai pescar,
sinceramente eu não iria. Mas que bom
que ele foi, né? Só que aí a gente
começa a entender que o reino de Deus, a
forma como Deus escreve o nosso roteiro,
raramente funciona como a lógica humana.
E eu queria fazer uma pausa bem aqui,
porque talvez alguém, alguém tenha
chegado aqui hoje, passado por aquelas
cortinas, sentado aqui e seja exatamente
como Pedro, cansado, frustrado, depois
de tentar tantas vezes, você tentou
vencer aquele pecado, tentou mudar
aquele hábito, tentou reconstruir aquele
relacionamento, tentou voltar a orar,
tentou voltar a sentir Deus. E no fundo,
no fundo, a sua alma começou a dizer
para você o que provavelmente Pedro
estava pensando naquele momento, que não
adiantava mais, que não tinha mais o que
fazer. Só que aí Jesus aparece
justamente quando a gente pensa que não
adianta mais, porque ele só chega quando
a nossa autossuficiência termina. Então
Pedro responde algo extraordinário:
"Mestre, havendo trabalhado a noite
toda, nada apanhamos, mas sobre a tua
palavra lançarei as redes." Talvez essa
seja uma das frases mais bonitas de
Lucas, porque Pedro apresenta um
argumento, nós trabalhamos, não deu
certo. Depois ele apresenta um ato de
fé, mas sobre a tua palavra. E eu gosto
muito desse mais, porque ele separa duas
formas de viver, duas formas de entender
o mundo. De um lado tá a experiência
humana e do outro lado tá a confiança na
palavra de Deus. Pedro tava dizendo:
"Tudo que eu sei, tudo que eu fiz até
agora, tudo tava apontando pro pro
fracasso. Mas agora com a tua palavra eu
entendo que ela vale mais do que a minha
experiência. Então acontece
e essa é uma das maiores batalhas do
conflito cósmico. Desde o Éden, a
serpente perguntou: "Foi isso mesmo que
Deus disse? A guerra sempre acontece em
torno da palavra de Deus". Eva escolheu
confiar na própria percepção, enquanto
Pedro escolheu apostar toda a confiança
dele na palavra. E o grande conflito
sempre passa por essa pergunta: em quem
eu vou acreditar? Naquilo que eu vejo ou
naquilo que Deus disse? Quando Pedro
lança aquelas redes, acontece algo
impressionante, que todo mundo,
provavelmente já sabe, todo mundo já
ouve essa história. Os peixes aparecem,
as redes parece que vão rasgar, o barco
começa a afundar. E agora pensa comigo,
Jesus podia ter chamado Pedro de várias
maneiras. Podia simplesmente só chegar
nele e falar: "Mano, segue-me". Mas não,
Jesus, ele faz um milagre exatamente na
área que Pedro acreditava que ele
controlava, que ele acreditava conhecer
mais do que ninguém. Porque antes de
conquistar o coração de Pedro, Jesus
precisava mostrar que ele também era
senhor, que ele era senhor daquilo que
Pedro julgava saber de tudo. E aqui
existe uma aplicação bem mais profunda,
já que todo mundo aqui, eu acredito, né,
tenha uma área que a gente se sente
suficiente, talvez seja na inteligência,
no dinheiro, no que você trabalha, no
que a gente gosta de estudar, no
ministério ou até no conhecimento
bíblico, quando a gente vai bem no bom
de Bíblia, Pedro acreditava que confiava
que a pesca
ele acreditava que ele sabia de tudo na
pesca até encontrar alguém que dombinava
o mar melhor do que ele. que conhecia
mais do que ele. E é somente depois do
milagre que acontece a reação mais
inesperada. Vamos ser sinceros. Se isso
acontece na minha e na sua vida, eu vou
falar por mim agora. Se Deus faz um
milagre desse nível na minha vida, pois
eu ia cair ali de joelhos e ia falar:
"Pode dar mais, Senhor, pode derramar
mais bênção, derrama. Pode vir, não tem
problema". Só que Pedro faz uma coisa
completamente diferente. Ele cai de
joelhos e diz: "Afasta-se de mim, porque
sou pecador".
Vamos notar que o milagre não faz Pedro
enxergar as bênçãos ou os peixes.
Ele faz enxergar, ele faz Pedro enxergar
o próprio coração. E tem um detalhe
muito legal nisso, porque quanto mais
perto de Cristo a gente tá, menos
impressionado a gente fica consigo
mesmo, com as nossas ações, com o que a
gente consegue fazer. Quando Isaías viu
a glória de Deus, ele disse: "Ai de
mim!" Quando Jó encontrou a Deus, ele
disse: "Eu me arrependo no pó e na
cinza". Na a verdadeira santidade, ela
não produz orgulho, ela produz
humildade. Quanto mais Pedro conhece
Jesus, mais ele percebe quem ele
realmente é. E talvez essa seja a
primeira marca de um de um real
relacionamento com Jesus, que é entender
que a gente não é melhor do que os
outros.
A gente depende da graça e unicamente
dela.
Mas quando Jesus respond, Jesus responde
com umas palavras que mudam
completamente o rumo da história. Não
temas. De agora, de agora em diante tu
serás pescador de homens. Vamos perceber
uma ordem. Primeiro, Jesus chama Pedro
para perto. Depois ele transforma Pedro.
Só então Jesus entrega uma missão. Nunca
foi o contrário. E muitas vezes a gente
inverte essa lógica. A gente acha que a
gente precisa est pronto para entrar na
presença de Deus, para sermos aceitos
por ele. Mas Jesus faz exatamente o
oposto. Ele aceita Pedro, transforma
Pedro e então confia uma missão a Pedro.
E
aqui mora uma das maiores lições desse
sermão todo. Porque Jesus nunca olhou
para Pedro e disse: "Quando você deixar
de ser impulsivo, eu vou te chamar.
quando você para de errar ou quando você
achar que tá pronto. Não. Jesus olhou
para ele, enxergou um homem imperfeito e
o chamou mesmo assim, porque ele sabia
que a caminhada ia transformar o coração
de Pedro. Só que a história não termina
aí, porque entre Lucas 5 e João 21
existe um caminho extremamente doloroso.
Existe tempestade, existe um pátio onde
acontece
Pedro negar Jesus três vezes. Existe uma
fogueira onde uma mulher pergunta a
Pedro se ele era o discípulo de Jesus e
ele nega. Existem lágrimas quando Pedro
sai daquele pátio chorando amargamente.
E existe uma cruz. Existe um discípulo
que depois que prometeu morrer por
Jesus, acaba dizendo três vezes que
nunca conheceu ele. E a pergunta é: como
é que esse homem que começou tão bem
chegou a cair tão profundamente nesse
abismo? E talvez a pergunta mais
importante seja: "O que que esse
conflito todo revela sobre o que
acontece também no nosso coração?"
Ali a gente descobre que o maior campo
de batalha do que é apresentado no
grande conflito nunca foi no céu, nunca
foi na terra, mas no coração humano. E
aqui existe uma das maiores belezas de
todos os evangelhos. Jesus, ele não
volta para Pedro porque Pedro porque
Pedro conseguiu se consertar sozinho.
Jesus volta para Pedro porque o amor de
Cristo é maior do que qualquer fracasso
um ano.
Agora eu convido vocês a abrir em João
21 a 19. De novo, fiquem à vontades para
acompanhar, mas eu vou destrinchando a
história por aqui. Depois da cruz,
depois da ressurreição, depois que tudo
aquilo aconteceu de Pedro negar a Cristo
e se sentir extremamente culpado, a
gente encontra uma cena curiosa. João
começa dizendo: "Depois disso, tornou-se
Jesus a manifestar seus discípulos junto
ao mar de Teberiades. Outro nome pro mar
da Galileia. Descobri que são três. Essa
frase, ela parece simples, mas ela
carrega uma profundidade bem grande
também. Jesus já tinha ressuscitado e
ele já tinha aparecido pros discípulos.
Ele já tinha provado que a morte não
conseguia segurar ele. Ele já tinha
provado de tudo que ele tinha contado
pros discípulos antes da crucificação.
Então fica uma pergunta: por que que
Jesus apareceu de novo?
Porque por que que João dedica um
capítulo inteiro só para esse encontro?
Por que que Porque Jesus, ele não tava
apenas interessado em mostrar que ele
tava vivo e mostrar que ele tinha
vencido a morte? Jesus, ele queria
mostrar que ele tava interessado em
pessoas quebradas. E a ressurreição não
é apenas a vitória sobre a morte, não é
apenas o sacrifício, mas é também uma
restauração de relacionamentos. Entre
todos os discípulos havia um que
precisava de encontro especial. E eu
acho que vocês já sabem do que a gente
tá falando. Pedro. Agora imagina essa
cena, estavam todos os discípulos
reunidos e então Pedro diz: "Eu vou
pescar". Essa frase até parece normal,
mas a gente precisa lembrar de um
contexto. Pedro era pescador, era a
profissão dele da vida antiga antes de
Jesus chamar ele paraa missão. E alguns
estudiosos entendem que essa frase
revela mais do que apenas uma atividade.
Pedro talvez tivesse tentando voltar
para aquilo que ele conhecia
porque ele tava carregando culpa. E
muitas vezes quando a gente carrega
culpa, a gente tenta voltar para aquilo
que a gente era antes, antes do chamado,
antes da entrega, antes da gente falhar.
Talvez Pedro tivesse pensando: "Eu falei
com Jesus, prometi que eu morreria por
ele e neguei. Então eu vou voltar a
fazer o que eu sabia fazer de melhor".
E é engraçado a gente perceber que a
culpa ela sempre tenta devolver a gente
para versão menor de nós mesmos. O
inimigo gosta de dizer pra gente que
você errou, então acabou. Você caiu,
então você não serve mais. Ou você
falhou, então a sua história acabou
aqui. Mas Deus, ele nunca olha para uma
pessoa caída e enxerga apenas um
capítulo de fracasso. Ele enxerga uma
janela onde ele pode escrever uma
história inteira de transformação em
você. Então Pedro e os outros
discípulos, eles entram no barco e
acontece algo muito interessante. De
novo, eles entram no barco, passam a
noite inteira pescando e não pegam nada.
João faz questão de repetir essa essa
frase e colocar essa cena na exata mesma
situação em que a gente leu em Lucas 5.
A noite inteira, redes vazias, nenhum
resultado, nenhum peixe, todo mundo bem
frustrado. Parece que Jesus estava meio
que mostrando ali, Pedro, você lembra
daquele dia? Lembra quando você achou
que você sabia de tudo? Lembra quando
você notou que precisava de mim? Porque
às vezes Deus permite que a gente volta
para esses volte para esses lugares
antigos, escuros, para que a gente
perceba que a gente não é mais as mesmas
pessoas que estavam ali. A gente pode
estar nas mesmas redes, no mesmo mar, na
mesma profissão, mas sermos um Pedro
completamente diferente. Então, quando
amanhece, Jesus aparece ali na praia,
mas os discípulos não reconhecem ele. E
isso é engraçado, porque eles estavam
perto de Jesus o tempo todo, mas mesmo
assim não perceberam que era Jesus. E
isso faz a gente pensar, porque existe
uma possibilidade espiritual muito séria
aqui. A gente pode estar perto de
Cristo, a gente pode estar embaixo do
teto da igreja participando de todas as
programações, mas nunca receber a
presença dele. A gente pode estar tão
preso nas nossas frustrações, nos nossos
problemas, nas nossas expectativas, no
que a gente acredita que é o caminho
certo, que é o roteiro certo, que quando
Jesus tá falando com a gente, parece que
a gente tá surdo para o que ele tá
falando, para o que ele tá apontando
para nós. Foi assim que que aconteceu
com os discípulos no caminho de Emaús,
por exemplo. Jesus caminhava ao lado
deles, falava com eles e mesmo assim
eles não reconheceram. Porque às vezes
Deus tá trabalhando de uma maneira
diferente do que a gente pensa e faz a
gente não enxergar.
Mas aí a gente, eu vou voltar pra
história, senão eu vou me perder. Então
Jesus faz uma pergunta. Filhos, tendes
aí alguma coisa de comer? Essa pergunta
ela parece muito simples, mas existe
algo mais, existe algo por baixo ali
dessa frase. Jesus já sabia essa
resposta. Ele sabia que eles não tinham
pescado nada. Então, por que que ele
perguntou? Porque muitas vezes Deus faz
perguntas, não porque ele precisa da
nossa resposta, ele quer levar a gente
reconhecer a nossa realidade, reconhecer
a nossa resposta. Quando Jesus perguntou
para Adão no jardim do Éden: "Adão, onde
você tá?" Ele já sabia onde Adão tava.
Ele precisava que Adão reconhecesse onde
ele estava, a situação que ele estava
vivendo. E agora Jesus estava
perguntando, "Tendes alguma coisa?"
Porque Pedro precisava reconhecer.
precisava reconhecer que não, Senhor, eu
não tenho, porque sem ti as minhas redes
continuam vazias. Então Jesus diz:
"Lançai a rede à direita do barco e
achareis." E eles lançaram. E de novo a
rede se enche de peixes. Agora pensa
comigo, vocês conseguem lembrar alguma
vez que isso aconteceu? Sim. Lucas 5, a
gente acabou de ler. O mesmo milagre, a
mesma situação, o mesmo resultado. Mas
existe uma diferença. Em Lucas 5, Pedro
estava conhecendo Jesus. Em João 21,
Pedro estava sendo restaurado por Jesus.
Ele tá dizendo: "Pedro, eu ainda sou o
mesmo, aquele que te chamou lá no
começo, o mesmo que tá aqui, aqui para
te levantar depois da queda". Então,
João, o discípulo amado, diz algo, é o
Senhor. E quando Pedro escuta isso,
acontece uma das cenas mais bonitas da
Bíblia. Ele coloca as roupas dele e pula
na água. Ele vai nadando até a margem do
mar da Galileia. E isso faz a gente
pensar, porque naquela, naquela noite de
negação, Pedro tava, ô, pera aí, pulei
uma parte. Quando ele chega até a
margem, encontra Jesus, Jesus já está lá
com tudo pronto, com uma fogueira e com
alimento pronto, como se tudo já tivesse
preparado. E isso é curioso porque
naquela noite da negação, a Bíblia faz
questão de deixar bem claro que Pedro
tava perto de uma fogueira quando tentou
se afastar de Jesus. Guardem isso na
cabeça de vocês aí rapidinho.
E depois que eles vem que Jesus já
prepararam tudo, já preparou tudo,
ele
João menciona um detalhe muito
importante. Viram ali brasas e um peixe
sobre elas e o pão. De novo, vou voltar
para uma palavra, brasas, uma fogueira.
A mesma, a palavra usada aqui é a mesma
usada em João 18, quando é relatado
Pedro negando Jesus três vezes. Só que
essa é a única outra vez que essa
palavra aparece no no Evangelho de João.
Ou seja, a fogueira foi citada quando
Pedro negou Jesus e agora quando Jesus
reaparece para eles. João estava
conectando essas duas cenas, porque a
mesma fogueira que levou Pedro à negação
agora era a mesma que ia levar ele a
restauração, porque aquilo não era só
uma simples refeição, um simples
encontro, era cura, era Jesus tocando,
jogando sal na ferida, porque Deus ele
não tava ignorando nossa, ele não tava
ignorando a dor de Pedro, ele tava
entrando nela como se ele tivesse
enfiando o dedo na ferida de Pedro e
falando: "É aqui A gente vai mexer nisso
daqui, vai doer, mas você vai ser
curado. Agora imagina Pedro sentado
naquela praia ao lado de Jesus, daquela
fogueira, com os discípulos em volta.
Jesus tá diante dele de novo. Todos os
discípulos estão ali e existe um
silêncio, uma história, uma tensão, uma
lembrança de algo não muito legal que
aconteceu. Então Jesus pergunta: "Simão,
filho de João, me amas? Amas-me mais do
que estes? Vamos perceber outra coisa.
Jesus, ele não começa dizendo: "Simão,
vamos conversar sobre aquela noite?" Ou
por que que você me negou? Ou por que
você prometeu e não cumpriu? Por que que
você falhou? Ele não pergunta isso. Ele
pergunta: "Você me ama? Porque antes de
Jesus restaurar o ministério de Pedro,
ele ele quer restaurar o coração de
Pedro". E aqui mora a outra lição que eu
queria que vocês, a outra não, são três.
A segunda,
a segunda lição do meu sermão. Nós
queremos que Jesus restaure a nossa
utilidade. Enquanto Jesus está querendo
restaurar a nossa identidade. A gente
fica pensando, Jesus, Senhor, me usa
novamente, me dá mais uma oportunidade,
deixa eu tentar fazer de novo, me deixa
provar que eu consigo. Mas Jesus
pergunta, antes de fazer algo por mim,
você me ama? Porque a mesma pessoa, a
pessoa, nós podemos fazer muitas coisas
para Deus sem realmente conhecer Deus.
Mas quando a gente ama Cristo
verdadeiramente, as nossas ações começam
a ser uma consequência desse
relacionamento. Jesus pergunta três
vezes se Pedro ama ele. E muitas pessoas
podem achar que é uma simples repetição,
mas Jesus faz exatamente isso porque
Pedro negou Jesus três vezes. Então ele
tava dando uma oportunidade a Pedro de
declarar o seu amor três vezes. Não
porque Jesus precisava ouvir, precisava
que Pedro convencesse ele de que agora
ele estava arrependido. Não, mas porque
ele sabia que Pedro precisava
experimentar que a mesma boca que negou
agora iria confessar. A mesma vida
restaurada que caiu agora ia ser A mesma
vida que caiu agora ia ser restaurada. A
mesma pessoa que achava que era forte
aprende. Aprende que depende totalmente
da graça.
E então Jesus diz para Pedro: "Apacenta
as minhas ovelhas". Olha que bonito.
Jesus não diz: "Pedro, depois do que
aconteceu, depois de você ter falhado no
que você tinha prometido, você pode
tentar uma coisa menor." Não. Jesus
ainda confiou uma missão para Pedro,
porque a graça de Deus, ela não, ela não
só perdoa o passado, ela prepara você
pro futuro.
Pedro achou que a história tinha
terminado naquele pátio, enquanto Jesus
já estava escrevendo um novo capítulo da
história dele naquela praia. E talvez
hoje alguém precisa entender isso,
porque a sua pior queda é não é maior do
que a capacidade da restauração de
Cristo na sua vida. O seu maior erro não
é maior do que a graça. A sua culpa não
é maior do que o amor de Deus. Porque a
última palavra sobre a sua vida nunca
vai ser dada por você ou pelo mundo ou
pelo que os outros acham de você. Ela
vai ser dada por Jesus. Então não há com
o que se preocupar.
Mas existe uma pergunta que João 21
deixa pra gente. Pedro teve que
responder e a gente precisa responder
também. Não é se ah, você sabe muitas
coisas sobre mim ou você conhece
história sobre mim. A pergunta que Jesus
quer que você responda hoje, quer que
você carregue, é: você me ama? Porque
essa resposta define se você vai ser
alguém que acompanha a história de
Cristo ou alguém que permite que Cristo
escreva sua história.
Agora eu convido vocês a abrir em Atos
2, 14 a 41.
Gente, desculpa, mas eu vou basear
bastante, tá? A Bíblia, tá? Podem me
abrindo aí para eu dar um tempinho pro
beb.
E existe uma cena que me impressiona
muito mais, que é em Atos.
Quando eu penso na história de Pedro, se
a gente abrisse essa abrisse a Bíblia em
Lucas 22, a gente encontrar um homem
assustado, escondido, um homem que
diante da pergunta simples de uma mulher
negou conhecer a quem ele tinha
prometido morrer.
Mas quando a gente abre a Bíblia,
algumas páginas depois em Atos 2, a
gente encontra o mesmo Pedro, só que
agora diante de uma multidão. Ele tava
falando, ele tava anunciando o amor de
Cristo. Ele não estava mais tentando
esconder a sua relação com Jesus. Ele
estava disposto a entregar a própria
vida só para expor essa relação. E a
pergunta é: o que que mudou Pedro? Será
que ele fez um curso de liderança? Será
que ele ficou um pouquinho mais
confiante? Será que ele só decidiu ser
uma pessoa melhor? Não, a única coisa
que explica a transformação de Pedro é
ele teve um encontro verdadeiro com
Jesus. Porque o Pedro de Atos 2 não é um
Pedro perfeito, é o mesmo Pedro que
falhou, o mesmo Pedro que negou Jesus
naquela noite. A diferença é que agora
ele conhece a verdadeira graça. Antes
Pedro dizia: "Ah, eu nunca vou abandonar
Jesus". Agora ele diz: "Jesus nunca me
abandonou". E existe uma diferença entre
uma fé baseada em autoconfiança e uma fé
baseada em relacionamento. E quando a
gente olha pra história de Pedro, a
gente consegue ver muito clara essa
mudança. E é aqui que eu volto pro tema
dessa noite. Protagonistas do roteiro.
Durante muito tempo, Pedro foi
espectador daquilo que Jesus fazia. Ele
viu Jesus curar, ele viu Jesus ensinar,
ele viu Jesus transformar vidas. Ele
acompanhava a história de Cristo de
pertinho, mas chegou um momento que
Jesus precisava fazer algo dentro dele,
porque Deus não chamou Pedro apenas para
assistir a história da salvação. Deus
chamou Pedro para participar ativamente
dela. E existe uma diferença enorme
entre um espectador e um protagonista.
Eu acredito que todos vocês saibam, mas
vamos destrinchar um pouquinho ela aqui.
Um espectador observa enquanto um
protagonista nessa relação, responde:
"Um espectador acompanha de perto, mas o
protagonista caminha ao lado, ao ponto
de, se precisar, ele vai agir." Um
espectador, ele conhece a história, só
que um protagonista, um discípulo de
Jesus, possui uma história com Deus. E
talvez esse seja o maior desafio que eu
tô apresentando aqui para vocês, porque
a nossa geração é a que mais tem acesso
a conteúdo espiritual do que qualquer
outra. A gente tem mais acesso a
sermões, músicas, estudos bíblicos,
redes sociais, cheia de mensagens
cristãs. A gente consegue ouvir as
pessoas falando de sobre Deus, sobre as
relaçã relações delas 24 horas por dia.
Só que existe um perigo que espreita
toda vez.
por conta disso, porque a gente pode
ficar tão acostumado a assistir a
experiência dos outros com Deus que a
gente esquece de viver a nossa própria
experiência com Deus. A gente pode
acompanhar a fé das outras pessoas, mas
nunca construir a nossa própria
caminhada. A gente consegue ver como
Jesus trabalhou na vida de Abraão,
Moisés, até de Pedro. Mas a pergunta que
fica é: qual é a história que Deus tá
escrevendo na sua e na minha vida?
Porque Deus não quer que você conheça
apenas essa história de conversão, que
você me ouça falando por 2 horas sobre
como a graça de Deus é super boa e no
final você vai sair por aquela porta e
vai chegar em casa e não vai ter a
vontade de colocar o joelho no chão e
falar: "Senhor, eu quero construir minha
relação com você". E ele tá te dizendo
essa noite, ele quer construir uma
história de transformação em você, na
sua vida.
E olhando para Pedro, a gente vê que ele
não se tornou testemunha porque ele
recebeu uma informação. Ele se tornou
testemunha porque ele recebeu uma
transformação. E essa é a diferença. A
informação muda o que a gente sabe,
enquanto o encontro verdadeiro com Jesus
muda quem nós somos. Pedro conhecia
Jesus antes da cruz, mas depois da cruz
ele conhecia Jesus de uma maneira
completamente diferente. Antes ele
seguia Jesus porque acreditava que Jesus
podia construir um reino. E agora ele
seguia Jesus porque ele descobriu que
Jesus era o próprio reino. E aqui entra
uma das declarações mais importantes do
grande conflito. Apocalipse 12:11 diz:
"Eles vencerão pelo sangue do cordeiro e
pela palavra do seu testemunho". Vamos
de novo olhar pra ordem dessa frase.
Primeiro, o sangue do cordeiro, o
sacrifício de Jesus na cruz. Depois o
testemunho. Até porque ninguém possui um
um testemunho verdadeiro sem antes ter
conhecido, sem antes reconhecer o
sacrifício que Deus fez por nós. O
testemunho não nasce de uma pessoa que
tá tentando só aparecer espiritual. Ela
nasce de um de um encontro com Cristo. O
relacionamento do Ian, do Isaque, tudo
que eles passaram não aconteceu porque
eles estavam só tentando aparecer aqui
na frente, mostrar que eles eram meninos
de Deus. Não, eles realmente colocaram o
joelho no chão e se dedicaram a ter um
relacionamento com o Senhor e por isso
foram transformados. Por isso, Pedro,
ele não pregava para mostrar que ele era
forte, ele pregava para mostrar que
Jesus era forte. E aqui a gente chega no
último texto dessa mensagem toda. Mateus
5:16.
Jesus disse: "Assim brilhe também a
vossa luz diante dos homens, para que
vejam as vossas obras e glorifiquem o
vosso Pai que está no céu. A minha líder
dos adolescentes vai distribuir um
presentinho para vocês. Eu espero que
vocês levem isso de coração e realmente
toda vez que olharem para isso, lembrem
dessa mensagem.
Porque Jesus não disse pra gente
produzir luz. Ele disse: "Brilhe a vossa
luz".
Existe uma diferença, porque a luz que o
cristão carrega não nasce nele, ela vem
de Cristo. Eu vou usar um exemplo para
vocês. Nós não somos o sol, nós somos a
lua que reflete a luz que o sol joga
sobre ela. Quanto mais tempo ela
permanece voltada pro Sol, mais ela
consegue iluminar a noite. E é assim que
funciona a vida espiritual. Porque a
gente não brilha porque a gente é
melhores, porque eu venho na igreja todo
sábado ou porque você lê a Bíblia. Não,
ela permanece, ela brilha porque a gente
permanece perto da verdadeira luz.
Porque não adianta abrir essa Bíblia
aqui na frente, ler um versículo
bonitinho e no final quando sair por
aquela porta, chegar em casa ou quando
você estiver com as pessoas, você não
realmente demonstrar o caráter de Deus.
Você tem que brilhar essa luz para as
pessoas que estão à sua volta. Você tem
que iluminar aqueles que estão na trea,
nas trevas, assim como o amigo do Ianã
iluminou a vida dele, porque ele
refletia a luz que vinha de Cristo.
Jesus disse: "Eu sou a luz do mundo".
Então, a nossa missão não é para
substituir Cristo, é para refletir ele.
Talvez essa, talvez não, essa é a grande
decisão dessa noite toda. Você pode
continuar sendo espectador, pode
continuar só assistindo as pessoas
falando de Deus, continuar assistindo
testemunhos, os cultos, assistindo todas
as transformações.
Ou você pode decidir entrar nessa
história. Você decide entrar não para
ocupar o lugar de Jesus, mas para
permitir que Jesus ocupe um lugar na sua
vida. Porque o verdadeiro protagonismo
espiritual não é dizer olhem para mim, é
viver de uma maneira que quando as
pessoas olharem para você elas enxerguem
Jesus. E Pedro aprendeu isso no começo
da caminhada, Pedro queria ser visto.
Ele queria provar que ele era forte, que
ele sabia do que ele tava fazendo. Ele
queria mostrar que ele nunca ia
abandonar Jesus. Mas depois da
restauração, Pedro não queria mais que
as que as pessoas olhassem para ele. Ele
queria que as pessoas olhassem para
Cristo. E talvez essa seja a maior
mudança que a gente consegue enxergar em
alguém que realmente conhece Cristo.
Porque a pergunta deixa ser de o que as
pessoas vão pensar de mim e passa a ser:
"O que que a minha vida revela sobre o
caráter de Cristo?" E eu quero terminar
fazendo uma pergunta. Não quero que
vocês respondam de novo, respondam no
seu coração. Só que essa pergunta não é
para ser respondida pela sua boca, é
para ela ser respondida com a sua vida.
Se Jesus tivesse hoje diante de você,
como esteve diante de Pedro naquela
praia, depois de todas as suas vitórias,
suas quedas, dos seus medos, nas suas
tentativas de viver sozinho e ele
olhasse para você e perguntasse: "Você
me ama?" Qual que ia ser a sua resposta?
Talvez você esteja aqui, você percebeu
que você conhece muitas coisas sobre
Deus, mas que você precisa realmente
conhecer Deus. Talvez você tenha vivido
a fé dos seus pais, dos seus amigos, da
sua igreja, mas você nunca decidiu ter
sua experiência própria com Cristo. E
hoje Jesus tá fazendo o mesmo convite
que ele fez para Pedro. Ele tá te
convidando não para ser perfeito. É um
convite para caminhar, não é um convite
para nunca cair, para nunca pecar. É um
convite para saber que ele vai estar lá
quando você cair. Não é um convite para
escrever sua história sozinho. É um
convite para entregar a sua vida pro
verdadeiro autor. Porque no final o
maior privilégio da sua vida não vai ser
ser conhecido pelas pessoas, vai ser ser
reconhecido por Cristo. Não apenas
diante dos homens, mas permanecer diante
de Deus e ouvir servo bom e fiel.
Não é ser protagonista da história,
porque o verdadeiro protagonismo, o
verdadeiro protagonista, ele escreve uma
história através de você. E a gente
entende aqui que o verdadeiro
protagonista é Jesus. E quando isso
acontece, uma pessoa deixa de apenas
assistir Jesus de longe e começa a
caminhar com ele de perto. Algo muda,
uma luz começa a aparecer, as pessoas
começam a perceber. Porque não porque
aquela pessoa é extraordinária, mas
porque ela tá refletindo alguém
extraordinário. Então, quando a gente lê
Mateus 5:16,
a gente percebe que ele deixa de ser
apenas um versículo bonito. Ele se torna
uma realidade. Assim brilhe vossa luz
diante dos homens para que suas vossas
obras glorifiquem a o vosso Pai que está
nos céus. que a nossa vida ela não seja
uma história que a gente assiste de
longe, que essa história seja vivida
diariamente com Cristo, que a gente se
deixe de ser espectadores da fé e que a
gente se torne discípulos que caminham
com Jesus. Porque quando Cristo escreve
a nossa história, a nossa vida começa a
contar a história dele.
E hoje eu sei que deve ter demorado para
vocês pegarem o que eu queria dizer. E
se vocês tiverem qualquer dúvida, vocês
podem falar comigo, tá? Eu eu tento
explicar o que se vocês não entenderam.
Mas eu espero que vocês tenham realmente
entendido a mensagem que eu queria
passar para vocês hoje, que vocês sejam
como essa velhinha, que peguem um lugar
escuro como esse e iluminem, que vocês
levem a mensagem de Cristo de uma
maneira tão genuína que faça os outros
falarem o que que essa pessoa tem, o que
que ela carrega, o que que ela tá
refletindo para brilhar tanto desse
jeito. Não porque você tem algo
especial, mas porque Deus é especial e
ele tá mostrando pros outros que o amor
dele, a graça dele é muito maior do que
qualquer coisa aqui nessa terra.
E eu queria agradecer vocês por me
ouvirem esse tanto, porque eu tava muito
nervosa, mas que bom que deu tudo certo.
Então, eu queria orar com vocês e eu
espero que vocês realmente carreguem
essa mensagem no coração de vocês e se
quiserem deixar essa velinha perto da
cama de vocês para sempre lembrarem
disso,
de que vocês têm que ser a luz nessa
terra para refletir a luz de Cristo,
para ser uma luz menor que aponta para
uma luz muito maior. Então, que essa que
esse seja o nosso desejo hoje e que
vocês tenham entendido essa mensagem,
que ela caia como uma semente no coração
de vocês e brote pro para ter um
verdadeiro relacionamento com Cristo
para que vocês assumam esse protagonismo
nessa relação.
Oremos. Senhor Deus, muito obrigado,
Pai, por me dar coragem de falar aqui
hoje. Só o Senhor sabe o quanto eu tava
desesperada para não fazer feio aqui na
frente e não envergonhar minha igreja.
Por favor, faça com que isso seja uma
semente no coração desses jovens, desses
adultos que me ouvem, dessas pessoas que
me assistem. Por favor, faça com que
essa mensagem reflita o seu amor, a sua
luz, que eles sejam como essa vela e que
eles iluminem os lugares que a gente
acredita até que a gente não possa
alcançar, mas que a gente entendeu muito
bem com esse sermão, que a nossa lógica
humana é falha e que a gente depende
totalmente da sua graça, pai.
continue abençoando não só essa igreja,
mas todos aqui presentes nelas. Muito
obrigado por nos darem a chance de fazer
um evento que deu trabalho, mas foi
muito legal de fazer. E por favor, cure
e ilumine aquele aquele quarto escuro
que mora no coração de algumas pessoas
aqui. que você entre lá e você ilumine
tudo, ajude a arrumar tudo, a resolver,
mas que a gente entenda que a gente não
vai viver uma vida fácil aqui nessa
terra, mas que a gente tem a esperança
de que tem alguém ali para nós, que
quando nós estivermos quebrados, quando
nós cairmos, vai ter alguém ali para nos
levantar. E esse alguém é você, Senhor.
Muito obrigada de novo por me ajudar e
faça com que essas pessoas saiam desse
culto mudadas em nome de Jesus. Amém.
Calma aí. [risadas]
Som tá muito alto. Foi, gente. Muito
obrigada. Ma, você brilhou como sempre.
Não tem não. Se você estava nervosa, não
pareceu. A gente tem muito orgulho de
você e de dos adolescentes que
prepararam isso aqui, que estão fazendo
isso aqui acontecer. Que vocês continuem
a ser essa luz. Eu sou suspeita para
dizer, eu não acho que ela é tão menor
assim, porque eles brilham muito, mas
que apontam para uma luz. infinita que é
o nosso Deus. Então, quero agradecer a
presença de todos vocês, os nossos
convidados que tiraram o tempinho do
sábado deles para estarem aqui, nos
prestigiar. E lá embaixo agora a gente
vai ter um lanche, comam à vontade, que
isso aqui essa igreja sabe fazer bem. É
um bom lanchinho. Fê, obrigada pelo
apoio. Fernandinha também que é a nossa
líder do ITM. Muito obrigada, gente,
pela presença de vocês.
Fui alcançado
com teu amor.
Sou testemunha
por onde for.
Em cada rua, a cada nação,
levo tua graça,
tua salvação. Oh oh oh oh.

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