Semana Jovem – No Horizonte de Alguém – Marina
25/07/2026
Semana Jovem – No Horizonte de Alguém – Marina
Fonte: IASD Vila Olímpia
Legendas automáticas:
Oi, oi, oi. Boa noite para vocês que estão aí assistindo. Quem está no chat agora ao vivo, dá um like nesse vídeo. É, comentem, compartilha. Débora, feliz sábado para você também comentou aqui no chat. Vocês que estão chegando vão comentando e vamos fazer uma um uma dinâmica aqui agora rapidão. Eh, comentem no chat. Maranata. Tá bom? E a pessoa que for comentar depois do Maranata tem que responder: "O senhor logo vem". Combinado? Entenderam? Vocês vão seguindo. Feliz sábado, Edson. Fernanda, David Nunes. Deixa eu ver quem tá mais aqui. Adrielee. Nossa, o Tito tá aqui também. Beijo, Tito. Manda um beijo pra Tita e paraas suas titinhas também. Feliz sábado, galera. Comentem, Maranata, comentem o seu logo vem e a gente vai comentando durante todo toda a programação, combinado? Quanto mais comentários, mais curtidas. Compartilha. Ah, a Marina vai me matar, mas tudo bem. Clica na setinha de compartilhar, manda pros seus amigos, compartilha nos seus stories, enfim, compartilha esse vídeo e marca assim: vem ver a Marina pregar. Não me mata, má, te amo, viu? Mas com certeza ela vai ser usada pelo Espírito Santo. Tá bem? Convido vocês agora vamos fazer uma oração para começar. Antes de orarmos, eu quero dar um recado para vocês. Amanhã a equipe jovem, nosso Teams da Vila, estará preparando uma programação muito especial na parte da tarde, às 4 horas e todos vocês estão convidados, tá bom? Vamos orar. Fecha os seus olhos. Como eu faço com a minha filha? posição para oração. Querido Jesus, muito obrigado por esse dia. Muito obrigado por essa semana incrível que o Senhor nos deu. Obrigada porque o Senhor nos trouxe até aqui, nos sustentou, nos guardou, nos protegeu e nos abençoou. Abençoe, Pai, cada um que está assistindo essa live neste momento. Abençoe que eles possam sentir o seu amor e cuidado por nós. Abençoe a Marina que vai trazer a mensagem, que ela possa ser usada pelo teu espírito, que ela seja um canal de bênçãos para as pessoas que estão aqui assistindo, que elas estão preparadas para isso. Abençoa, Senhor, também a Marina para que ela não venha falar dela, que não seja da cabeça dela, mas que seja pelo poder do teu espírito. Pai, fale aos nossos corações, abra a nossa mente para que o seu espírito eh encha nosso coração e nossa mente com as tuas com a tua verdade, nos acompanhe hoje e sempre, nos abençoe em teu nome. Pedimos em tu em em teu nome pedimos e te agradecemos. Amém. Neste momento vamos [limpando a garganta] louvar, vamos cantar nossa música tema dessa semana, tá bom? Beijo, tchau, tchau. Daqui a pouco vocês fiquem com a Marina. [música] Fui [música] alcançado por teu [canto] amor. Sou testemunha [música] por onde for. [canto] Em cada [música] rua, cada nação, levo tua [canto] graça, tua salvação. [música] Oh, oh, oh, oh, oh, [canto] oh, oh, oh, oh. Onde houver trevas, [música] quero chegar com a palavra para libertar. Onde houver ódio, leve amor, [música][canto] sempre para ti, Senhor. O meu lugar no mundo [música] é te anunciar. É ser o sal da terra, teu [canto] nome exaltar. Tu és a minha vida, [música] a minha inspiração. Te revelar ao mundo [música] é minha missão. [canto] Oh, oh, oh, oh, oh, oh, oh, oh, [música][canto] oh. Fui alcançado por teu amor. Sou testemunha [música] por onde for, em cada rua. [música] cada nação levo tua graça, [música][canto] tua salvação. [música] Onde [canto] vai ser? Quero chegar, quero chegar a palavra, palavra para libertar [música][canto] libertar o veró de um veró. Que eu leve amor, que eu leve amor vivendo sempre para ti, [música] Senhor. O meu lugar no mundo é te anunciar, [música][canto] é ser o sal da terra, teu nome exaltar. Tu és a minha [música] vida, minha inspiração. Te revelar ao mundo é minha missão. [canto][música] Maranada, maranada. [música] Muito em Jesus [canto] voltará. Teu lugar no mundo [música] é te anunciar. Excel o da terra teu nome exaltar. Tu és a minha vida, [música] minha inspiração. Te revelar ao mundo é minha missão. O meu [música] lugar do mundo é te anunciar. [canto] É ser o [música] sal da terra, teu nome exaltar. Tu és [música][canto] a minha vida, minha inspiração. Te revelar [canto] ao mundo é minha missão. [música] Oh, oh, oh, oh, oh, [canto] oh, oh, oh, oh, [música] oh, oh, oh. [canto] Boa noite. Venho apresentar para vocês hoje aqui a pregadora da noite, Marina, minha filha, 16 anos, está no melhor lugar no do mundo agora, aos pés de Jesus. Que Deus te abençoe, minha filha, que você fale através do Espírito Santo. >> Então, gente, há poucos dias eu acho que todos nós estávamos voltados para telas, televisões, vendo a final da Copa do Mundo. Independente para qual time você tava torcendo, todo mundo tava compartilhando de um mesmo sentimento, aquela expectativa de ver uma final de Copa do Mundo. Durante os 90 minutos, a gente viu aqueles 22 jogadores jogando com tudo que eles tinham, porque passaram anos treinando, renunciando muitas coisas e sonhando com aquele momento. Alguns estavam carregando o sonho de uma nação toda e outros sabiam que aquela ia ser a última chance deles de jogar aquela Copa. Quando o árbitro apitou o final do jogo, a gente viu muitas cenas diferentes. A gente viu de um lado vários jogadores chorando de alegria, abraçando suas famílias, levantando aquela taça, com aquela felicidade, sendo fotografados pelo mundo todo. Só que, por outro lado, a gente viu outro tipo de reação. A gente viu atletas caídos no gramado, frustrados, tentando entender como que aquele sonho escapou das mãos deles por tão pouco. Enquanto eu estava assistindo esse essa final, uma pergunta veio no meu coração. Por que que esses momentos mexem tanto com a gente? Além da expectativa, claro, de ver uma final de Copa do Mundo, tem aquela deixa a gente triste quando a gente vê a reação de todos eles. E depois que eu parei um pouco para refletir, eu percebi que a resposta é muito simples, porque todos nós queremos encontrar o nosso lugar no mundo. E naquele momento aqueles jogadores espanhóis, eles se viam devidamente recompensados por todo o esforço que eles tiveram, sentindo que eles encontraram o lugar no mundo deles. Enquanto os argentinos, eles se viam perdendo o lugar que eles acreditavam já ser deles. Talvez nem eu nem você nunca jogue uma final de Copa do Mundo. Talvez o nosso nome nem seja conhecido. Mas no fundo, no fundo, a gente também carrega essa pergunta de qual é o meu lugar? E muitas muitos acreditam que o nosso, a gente encontra o nosso lugar quando a gente descobre uma profissão, quando a gente se casa, quando a gente compra uma casa ou conquista independência financeira ou é reconhecido por algo que a gente faz. E os jovens, principalmente da minha geração, mas eu acredito que todos vocês passaram por essa esse momento da vida, em que essas perguntas rodeiam a gente o tempo todo. Que faculdade eu tenho que fazer? Que carreira eu tenho que seguir? Será que Deus tem um propósito para mim? Será que um dia eu vou fazer diferença? Eu e você, nós vivemos numa geração que busca propósito. A gente sempre buscou e a gente sempre estava nessa busca. Só que normalmente na natureza humana a gente acaba procurando esse propósito nos lugares errados. a gente mede nosso valor por seguidores, por diplomas, por conquistas, pelo que as pessoas pensam da gente. E parece que o mundo todo dia só ensina pra gente que só tem valor quem chega no topo, quem é visto, quem é aplaudido. Só que quando a gente abre a Bíblia, quando a gente se volta pra palavra de Deus, a gente descobre que Jesus redefiniu completamente o significado de sucesso. Ele mostra pra gente que o lugar mais importante nem sempre é no palco, nem sempre é no centro das atenções, onde todo mundo tá olhando, onde todo mundo tá aplaudindo a gente. Às vezes o lugar mais importante do mundo é na beira da estrada, onde ninguém quer parar. E é exatamente isso que eu vou contar para vocês e que nós vamos ler em Lucas 10. Convido vocês a abrirem a Bíblia em Lucas 10:25. E eu vou contar aqui por cima, mas fiquem à vontade para ler a história e entender um pouco mais para quem não conhece. Jesus estava rodeado por uma multidão onde ele tava ensinando, como sempre fazia durante os 33 anos aqui da Terra que ele ficou, ele era rodeado por multidões, passando os ensinamentos dele, falando sobre a palavra de Cristo Jesus. E nesse dia em específico, ele estava rodeado por uma multidão. E um mestre da lei se levanta, se aproxima dele e pergunta: "Mestre, o que que eu tenho que fazer para herdar a vida eterna?" E Jesus, como ele fazia várias e várias vezes, como a gente lê a Bíblia e acaba percebendo que é meio que um padrão dele, ele devolve com uma pergunta pro mestre da lei. O que que tá escrito na lei? Como que você interpreta a lei de Moisés? Aquele homem, ele tava, ele pensou um pouquinho e respondeu: "Eh, amarás o Senhor de todo o teu coração, de toda a tua alma, de todas as tuas forças e todo o teu entendimento, e amarás o teu próximo como a ti mesmo". E Jesus disse para ele, você respondeu corretamente, faça isso e viverá. A conversa, ela podia ter terminado por ali, só que a gente percebe que Lucas conta uma história muito interessante para pra gente, apresenta o que Jesus falou pra gente de uma forma muito interessante. O texto diz que aquele mestre da lei, querendo meio que se justificar, vocês já vão entender o que eu quero dizer com isso, ele pergunta para Jesus: "Tá, e quem é o meu próximo?" Essa pergunta de primeira a gente pensa que não é tão profunda, mas ela revela muito mais do que parece, porque ele não tava buscando conhecer melhor a vontade de Deus. Ele tava meio que procurando um limite, queria saber até onde a obrigação dele. Ele queria saber, ele é como se ele perguntasse: "Jesus, quem realmente merece o meu amor? Quem é que entra na lista de pessoas que merecem esse meu amor? Tem alguém que eu posso ignorar sem me sentir tão culpado? E apesar da gente às vezes julgar muito esses personagens da Bíblia, a gente tem que sentar e olhar para nós mesmos e perceber que essa pergunta, apesar de ser feita, ter sido feita há séculos e séculos atrás, continua extremamente atual. Porque a gente também faz isso, nem sempre com essas mesmas palavras, mas a gente sempre se pergunta, tá? Até onde eu preciso ajudar? Até onde essa responsabilidade é minha? Será que essa pessoa não tá sofrendo dessa maneira porque fez as escolhas erradas? Será que ela merece mesmo a minha ajuda? E aí Jesus, quando ouve aquele mestre da lei perguntando para ele, percebe que aquele homem não precisava de uma definição, ele precisava de uma transformação do que ele acreditava. Então Jesus conta uma das histórias mais conhecidas de toda a Bíblia, só que uma das menos praticadas. Jesus começa dizendo que um homem tava descendo de Jerusalém para Jericó. Quem ouviu aquela, quem tava ouvindo essa história naquela multidão já sabe exatamente do que, já sabia exatamente do que Jesus estava falando. Porque Jerusalém, curiosidade aí, tá gente? Descobri estudando, achei ma legal. A gente vê que Jerusalém ficava aproximadamente 850 800 m acima do nível do mar, enquanto Jericó estava cerca de 250 m abaixo do nível do mar. Ou seja, era uma descida de quase 30 km por um caminho estreito, cheio de pedras. uma estrada terrível. E aquela estrada pelo povo de Jerusalém, o povo que tava ouvindo aquela história, já sabia que aquela estrada era conhecida por todos como um lugar extremamente perigoso. Ou seja, não era raro encontrar lá dois escondidos esperando para roubar quem passava por ali. E Jesus, ele não escolhe esse cenário por acaso, como muitas vezes a gente pensa. Ele escolheu aquele cenário em específico porque qualquer um que passasse por ali podia se tornar uma vítima. E foi exatamente isso que a gente vê durante a história. O texto diz que aquele homem que estava descendo de Jerusalém para Jericó caiu nas mãos de bandidos que roubaram tudo que ele tinha, bateram nele, arrancaram as roupas dele, deixaram ele sozinho, sem força, sem condições de ajudar, ou seja, dependendo da misericórdia de quem passasse por ali. Então Jesus apresenta o primeiro personagem da nossa história, além desse homem. Ah, então não é segundo, desculpa, o segundo personagem da nossa história, um sacerdote. Naquele momento, todo mundo que tava ouvindo aquilo pensou: "Nossa, agora esse homem tá salvo". Porque se existe alguém preparado para ajudar numa situação como aquela, era o sacerdote. Conhecia as escrituras, alguém que falava de Jesus, que cuidava do templo, respeitado pelo pelo povo. Só que Jesus surpreende quem tava ouvindo, porque ele fala que o sacerdote vê aquele homem caído, machucado, sozinho e passa, ignora, continua sua viagem. Ele já começou a criar um climinha de indignação ali naquela multidão. Vamos, vamos continuar. Logo depois dele apresentar o sacerdote, ele fala que passou um levita, outro homem ligado ao templo, outro conhecedor das escrituras, outro líder religioso. E ele diz que esse levita também vê, mas também passa, ignora aquele homem caído na estrada. A gente percebe que os dois viram a situação que tava passando por ali, só que o problema em si foi que ver aquela situação não produziu compaixão no coração deles. Talvez eles estivessem pressa, talvez eles estavam com medo de uma emboscada, ou talvez eles até pensassem que tocar naquele homem tornaria eles ritualmente impuros. Só que ou talvez eles só acreditassem que aquilo não era o problema deles. A gente nunca vai saber. Porque Jesus, ele não apresenta desculpas pelo para justificar a falta de compaixão daqueles homens. E isso é genial. Por quê? Lembra que eu falei que essa história continua extremamente atual, as dúvidas, as perguntas continuam extremamente atuais e de novo essa situação continua extremamente atual. Jesus não apresenta desculpas porque ele sabia que nós ao estudarmos essa história, nós estaríamos numa sociedade, num momento da nossa vida, em que a gente sempre encontra desculpas diferentes também. Ou eu não tenho tempo, eu não quero, eu não posso ajudar, eu não sei o que eu tenho que fazer, não quero me envolver, ou a responsabilidade não é minha. E a verdade é que a desculpa sempre muda. Em séculos e séculos, as desculpas sempre, sempre mudou. Só que a minha e a sua indiferença perante essas situações continua igualzinha a do sacerdote do Levita, que passaram por ali. E até aquele momento a história tava parecendo um pouco previsível. Afinal, dois duas pessoas que deveriam refletir o caráter de Deus eh haviam ignorado aquele homem, aquela situação toda. Então Jesus percebeu que ele já tinha criado um clima de indignação entre aquelas pessoas que estavam ouvindo. Afinal, ninguém esperava que um sacerdote, um levita agiriam daquela maneira. Mas o que acontece depois, o que Jesus conta depois surpreende ainda mais. Porque Jesus continua dizendo, Lucas 10:33, certo samaritano que seguia seu caminho passou-lhe perto e vendo compadeceu-se dele. Talvez a gente não sinta o impacto dessa frase como os ouvintes de Jesus sentiram naquele dia. Porque eu e você, acredito que todos nós já ouvimos a história do bom samaritano. A gente já conhece a expressão bom samaritano. Então é naturalmente a gente já liga o samaritanos a pessoas bondosas. Só que naquele tempo de Jesus, essas duas palavras nem podiam estar juntas, eram quase opostas, porque os judeus eles desprezavam profundamente os samaritanos. A rivalidade deles vinham de séculos. É tipo assim, tipo um torcedor do Corinthians e do Palmeiras não não conseguem conviver no mesmo espaço. Porque depois da divisão do reino de Israel e da invasão a Síria, outra curiosidade, gente, muito legal. Descobri muita coisa fazendo esse sermão. Depois da divisão do reino de Israel e da invasão assíria, muitos habitantes do norte, os samaritanos, se misturaram com outros povos. Então, pros judeus, o povo samaritano era um povo impuro, era um povo que tinha muitas diferenças religiosas, culturais, não frequentava o mesmo tempo, não compartilhava da das mesmos princípios. Então eles, nossa, se odiavam. Eles nem conversavam com outros. Se um samaritano tivesse desse lado da rua e um judeu passasse por ali, ele atravessaria. Porque não, ele era impuro, não era digno de estar no mesmo lugar que eu. Então, para um judeu, um samaritano era alguém que vocês podia esperar qualquer coisa, absolutamente qualquer coisa, menos compaixão. E foi por isso que Jesus escolheu justamente um samaritano para ser o herói dessa história toda. Enquanto aqueles que deveriam ser considerados dignos de admiração, refletores do caráter de Deus, o sacerdote, o levita, ignoraram aquele homem caído, o mais improvável deles decidiu parar. E aí aqui existe uma uma essa palavra muda toda a narrativa. Quando a gente vê pelo lado do samaritano, o texto diz que o samaritano viu, que o sacerdote também viu, que o levita também viu. Só que existe uma diferença enorme entre ver e enxergar. E só um dos três enxergou realmente. Enquanto os dois primeiros olharam o problema, o samaritano enxergou uma pessoa. Enquanto os dois primeiros viram um atraso na agenda, o samaritano viu uma uma vida que precisava ser salva. Enquanto os dois primeiros pensaram em si mesmo, o samaritano pensou no outro. E o texto diz que ele não apenas viu. Lucas descreve que ele foi descrevido, que ele foi movido por uma íntima compaixão. E essa expressão poucas vezes é usado nos evangelhos. E muitas dessas vezes ela descreve as próprias ações e o próprio caráter de Jesus. Quando Jesus vê a multidão e é movido pela compaixão. Quando Jesus encontra a viúva de Naim chorando pela morte do filho e é movido pela compaixão. Isso significa que aquele homem tava refletindo o próprio caráter de Deus. E aí a gente começa a entender algo um pouco mais profundo de que a espiritualidade verdadeira não começa nas mãos, ela começa no nosso coração, já que o coração só vai fazer aquilo ou as mãos só vão fazer aquilo que o coração acredita ser certo. E muitas vezes, me incluo nesse nesse grupo de pessoas, a gente pede que Deus use nossas mãos, pede que ele coloque pessoas no nosso caminho para que a gente seja as mãos dele aqui na terra, mas a gente esquece de pedir para que ele transforme o nosso coração, para que ele transforme o nosso coração de uma maneira de quando a gente se deparar com essas situações, a compaixão seja produzida nele. E aí a gente entende também a diferença entre compaixão e pena, já que a compaixão demonstrada pelo samaritano não era pena. Pena olha de longe enquanto a compaixão ela se aproxima. Enquanto a pena diz que situação triste a compaixão pergunta tá, o que que eu posso fazer para mudar essa situação? E o texto continua mostrando que o samaritano não ficou apenas emocionado, ele agiu. E Lucas descreve a a cada atitude daquele homem com muitos detalhes. Primeiro, ele se aproxima, o que pode parecer um detalhe bem pequenininho, mas é justamente aí que a gente começa a ver a misericórdia, já que é impossível cuidar de alguém permanecendo distante. A gente vive numa geração extremamente conectada. Nossa, tudo tem que ser online, tudo tem que ser postado, tudo tem que ser mostrado. Quando a gente não tá conectado, é desesperador. Inclu nisso também, porque, né, gente, 16 anos é é a geração jovem. Só que a gente também tá na geração que mais tem dificuldade em perceber a dor de quem tá do nosso lado. A gente sabe da de tudo da vida do outro pelas redes sociais, mas quase nada sobre a dor e das dificuldades que eles carregam e passam no dia a dia. A gente curte fotos, comenta em stories, manda mensagem uns pros outros, manda vídeo engraçado, mas poucas vezes a gente realmente se aproxima de verdade. Então é irônico dizer que na nossa geração é abundante a quantidade de pessoas que sorri em fotos, só que quando desliga a câmera chora sozinho no quarto. É abundante que, pelo menos na comunidade adventista de que tenham jovens que participem da da programação inteira todo sábado, só que quando volta para casa se sente completamente invisível. E a pergunta que tem que incomodar gente que fica aqui é quem vai se aproximar deles? Porque o bom samaritano fez exatamente isso. E voltando pro texto, a gente vê que ele atravessa a estrada, ele diminui a distância, ele rompe rompe a barreira que aqueles outros dois que ignoraram a situação haviam construído. Depois disso, Jesus diz que aquele homem começa a tratar a ferida daquele da do homem caído, derrama vinho para limpar, usa azeite para aliviador, começa a enfachar ele e então pega o judeu ferido e coloca sobre o próprio animal. Isso significa que o samaritano agora ia fazer o resto da viagem caminhando, ou seja, ele abriu mão do próprio conforto para aliviar o sofrimento do outro e ele não para por aí não. Ele leva o homem até uma hospedaria, passa a noite cuidando dele e no dia seguinte ele entrega dinheiro ao hospedeiro e diz: "Cuide dele quando eu voltar, eu pagarei tudo que você gastar além disso." A gente percebe, a gente começa a perceber como a misericórdia custa alguma coisa. sempre custa alguma coisa. E como custou nessa história? Custou dinheiro, tempo, energia, segurança e conforto? Porque amar de verdade nunca é conveniente. Eu e você, nossa geração, nossa sociedade vive numa ilusão de que o amor ideal não exige renúncia. Ele se adapta só, mas não, eu não vou renunciar a isso, porque se ele me ama, ele vai me aceitar do jeito que eu sou. Só que o amor real, quando a gente entende ele lendo a Bíblia, a gente vê que é completamente diferente, sempre envolve [limpando a garganta] sacrifício, já que foi exatamente isso que Cristo fez por nós. Talvez você, enquanto eu conto essa história para vocês, você esteja pensando: "Nossa, Marina, mas eu não tenho condições de de arrumar tudo no mundo. Não consigo resolver o problema de todo mundo." Isso é verdade. Não não tô dizendo que isso não é verdade. Só que eu tô dizendo que Jesus nunca pediu isso pra gente. O bom samaritano não salvou todos os viajantes daquela estrada, ele ajudou aquele, o único, que Deus colocou diante dele. E esse detalhe muda tudo, porque às vezes a gente pensa o que que a gente precisa mudar no mundo inteiro. Nossa, eu sou uma pessoa desesperada. Vou falar para vocês, se eu vejo uma coisa errada acontecendo, eu quero mudar tudo. É uma revolução. Eu quero resolver agora. Só que Deus, na verdade, só tá perguntando para você: você tá disposto a mudar o mundo de uma pessoa? Porque talvez você não consiga acabar com a fome do mundo, mas você consegue alimentar uma pessoa. Talvez você não consiga acabar com a depressão de alguém, mas você pode caminhar do lado da pessoa que tá lutando contra ela. Às vezes a gente espera oportun oportunidades extraordinárias para servir a Deus. Enquanto isso, a gente perde os pequenos milagres que Deus coloca diante de nós todos os dias. A grande maioria das pessoas que Jesus alcançou não estava nos templos, tava nas estradas, tava nas casas, nos barcos, nas ruas. Isso ensina uma verdade muito importante que eu espero que você reconheça hoje enquanto eu falo e que você leve no seu coração depois desse sermão de que o nosso lugar dificilmente vai ser encontrado quando a gente tá procurando destaque. O nosso lugar, o meu, o seu lugar só vai ser encontrado quando a gente começar a procurar pessoas. E é exatamente nesse momento que Jesus faz uma pergunta que muda o rumo da conversa e faz uma pergunta que também tem que mudar hoje a nossa maneira de enxergar a vida. Depois de contar essa parábola, Jesus vira pro homem e ele não responde a pergunta que o intérprete da lei tinha feito. Ele responde com outra pergunta. Ele olha pro homem e diz: "Qual desses três foi o próximo do homem que caiu nas mãos dos bandidos?" De primeira, a gente acha que é a mesma pergunta, que é uma pergunta rasa, leve, que é tipo uma lição de moral. Mas na verdade a gente percebe que enquanto o especialista da lei tava tentando descobrir quem ele deveria amar, o grupo específico que ele deveria amar, Jesus devolve a pergunta perguntando quem decidiu amar. Então, o intérprete da lei procurava um grupo limitado de pessoas enquanto Cristo estava preocupado com o tipo de pessoa que ele tava se tornando. E isso muda tudo, porque a pergunta que incomodava o mestre da lei, que nos incomoda também é: "Quem eu devo amar? Ou quem merece a minha ajuda?" Mas verdadeiramente a pergunta que deveria nos incomodar todos os dias é: Eu tenho me tornado alguém que ama assim como Deus ama? O mais interessante é que quando Jesus termina essa história toda, o intérprete da lei mal consegue pronunciar a palavra samaritana. Ele responde: "Aquele que usou de misericórdia para com ele." Já que era muito difícil pro mestre da lei admitir que aquele quem ele aprendeu a desprezar a vida toda havia sido o exemplo que Deus queria que ele segue. Então Jesus encerra a conversa dizendo cinco palavras: "Vá e faço o mesmo". Não foi um conselho, não foi uma sugestão, foi uma ordem direta e reta. Jesus não tava dizendo pra gente admirar o samaritano ou dizendo pro mestre da lei admirar o samaritano e reconhecer que ele tinha feito uma coisa boa. Não, de Jesus estava dizendo pra gente imitar o samaritano, que aquele mestre da lei deveria imitar aquele samaritano. E é exatamente aqui que a gente chega no tema do sermão, porque durante a vida toda a gente continua com a mesma pergunta sobre qual é o meu lugar no mundo. Talvez eh alguém tenha pensado em ministério, pensado em sucesso em algum relacionamento. Mas Jesus responde essa pergunta de uma forma que ninguém tava esperando. Jesus responde que o meu lugar no mundo não é onde eu recebo mais aplausos. Não é no palco, não é onde tá todo mundo me vendo. Jesus mostra que o meu lugar no mundo é onde Deus pode usar as minhas mãos para alcançar alguém. Talvez nem eu nem você vamos pregar para milhares de pessoas. Talvez a gente nunca grave um álbum e fique famoso. Ou talvez a gente nunca viaje o mundo todo como missionário. Ou talvez nem o meu, nem o seu nome seja conhecido. Mas existe uma coisa que todos nós podemos fazer. Todos nós podemos ser o próximo de alguém. E é ali que a gente entende que Deus preparou o nosso lugar. A gente entende que o meu lugar no mundo e o seu lugar do mundo tem que ser no horizonte de alguém. Eu gosto muito dessa expressão que eu acabei conhecendo enquanto eu estudava para fazer esse sermão sobre estar no horizonte de alguém. Já que quando a gente olha pro horizonte, a gente vê coisas tão grandes, pequenas, a gente vê algo que tá muito distante ainda. A gente vê pessoas caminhando pela vida sem imaginar que Deus já preparou alguém para encontrar elas. E talvez hoje Deus esteja preparando você para encontrar alguém. Porque enquanto você tá aí preocupado, tentando descobrir qual seu chamado, Deus tá colocando pessoas no seu caminho. No no seu caminho. Enquanto você pergunta: Deus, qual é o meu propósito? Deus responde: "Olha pro seu lado." Porque o propósito eh o nosso propósito não tá escondido no futuro. Talvez ele esteja sentado do seu lado na escola ou talvez dentro da sua casa, dentro da igreja. Todos os sábados, aquele amigo que você percebeu que começou a se afastar, ou aquela menina que você sabe que ela sorri, mas ela parece carregar algo muito pesado dentro de si. Ou aquele garoto que faz piadas o tempo todo só para esconder uma ansiedade, uma insegurança. Ou talvez aquelas pessoas que a gente nem percebe. E é aí que Deus tá virando para você e falando: "É aqui que eu quero te usar". Tá? O nosso desejo não tem que ser os holofotes ou aquele lugar que todo mundo vai reconhecer o quão bom a gente é. Deve ser que essa pessoa que precisa ser encontrada, que ela olhe pra frente, que ela olhe pro horizonte e veja você como um instrumento da graça de Deus. A gente vive numa geração obsecada por identidade. Todo mundo quer descobrir o que que eu sou no sucesso, o que você é no na aparência, o que você é nos relacionamentos ou até na opinião dos outros. Só que quando a gente abre a Bíblia, a gente vê que a nossa identidade não é revelada quando a gente tá em ascensão. A nossa identidade é revelada quando a gente vê alguém caído na estrada. Porque foi muito fácil descobrir quem era o sacerdote quando ele tava dentro do templo. Mas a verdadeira identidade dele só apareceu quando ele encontrou alguém necessitado. Foi muito fácil admirar o levita enquanto ele trabalhava no culto. Só que a verdadeira identidade dele só foi revelada quando ele quando ninguém tava olhando. Foi muito fácil. É muito fácil a gente ser aquela pessoa na igreja super sorridente, feliz, só que quando a gente sai dali, a gente não reflete o caráter de Deus. E da mesma forma, o samaritano não precisou dizer quem ele era. As atitudes dele falaram por ele. Isso me lembra quando Thago escreve sobre a fé. Se não tiver obras, é morta. E a gente começa a entender que a misericórdia não é um complemento da fé. Ela é uma evidência. Uma pessoa que foi alcançado pelo amor de Cristo, inevitavelmente vai começar a amar as pessoas de uma maneira mais profunda. Quem experimentou a misericórdia aprende a oferecer misericórdia, porque e talvez um dos maiores problemas da nossa geração seja essa solidão, porque a gente tá tão conectado, mas a gente tá tão igualmente sozinhos, a gente tá sempre rodeado de pessoas, mas a gente nunca se sente pertencente ali. E é só aí que a gente entende que o verdadeiro pertencimento só acontece quando a gente começa a amar como Cristo ama. Porque é impossível caminhar ao lado das pessoas amando dessa maneira e continuar vivendo sozinho. Quanto mais a gente se parece com Cristo, menos a gente vive para nós mesmos. Quanto mais a gente se amadurece espiritualmente, menos a nossa vida gira em torno dos nossos próprios problemas. E vamos perceber uma coisa. Quando a gente lê a parábola do pão samaritano, a gente consegue entender que o sacerdote, ele provavelmente tinha compromissos muito importantes. O levita certamente tinha algumas responsabilidades que eram um pouco mais importantes do que aquela situação para ele, mas o samaritano encontrou tempo para alguém. Isso significa que o amor real ele não aparece quando sobra tempo. O amor real cria tempo. E é aqui que eu chego no último eixo da nossa mensagem. E eu faço uma, eu vou fazer uma pergunta para vocês que muitas vezes eu me fiz durante pera aí, me perdi. [risadas] Eh, eu vou fazer uma pergunta para vocês que muitas vezes eu me fiz durante o meu tempo na igreja e eu acredito que todo mundo faça essa pergunta para si mesmo em algum momento. Qual que é a missão da igreja? Às vezes, quando a gente ouve essa pergunta, a gente ou a gente pensa direto em evangelizar. E sim, evangelizar é essencial. Não tô tirando a importância disso. Só que a gente começa a entender que o evangelho ele nunca foi só anunciado. O evangelho também foi demonstrado. E eu eu pego exatamente o exemplo de Jesus, porque enquanto ele pregava, ele também tocava em leprosos. Enquanto ele anunciava o reino, ele também enxugava lágrimas. E talvez a maior pregação que alguns dos seus amigos, que as pessoas à sua volta vão ouvir, nunca vai sair da sua boca. Ela vai ser vista nas suas atitudes, na maneira como você trata alguém que tá excluído, como você acolhe quem tá sozinho, como na paciência que você demonstra quando todo mundo já desistiu, na coragem de atravessar a rua quando tá todo mundo andando na mesma direção, porque no final das contas foi exatamente isso que Jesus fez com a gente. E existe um detalhe nessa parábola, nessa parábola que por muitos anos passou despercebido por mim. Eu sempre ouvi essa história e fiquei pensando que eu deveria ser o bom samaritano. Isso é verdade, óbvio. Mas, mas na antes da gente ser chamado para agir como samaritano, a gente precisa reconhecer quem nós somos nessa história. E antes da gente ser o samaritano, a gente era o homem caído na estrada. E a Bíblia diz que o pecado nos deixou assim, exatamente como os assaltantes deixaram aquele homem, sem forças, incapazes de salvar nós mesmos. e precisando depender da dependendo da misericórdia de quem vissa situação. E assim como aquele homem, nós somos roubados. O pecado roubou a nossa comunhão com Deus, roubou nossa identidade. E mesmo que a gente tente levantar sozinho, preencher esse vazio com tudo que o mundo oferece pra gente, a gente nunca consegue. Então aconteceu algo extraordinário. Jesus atravessou a estrada. Na verdade, ele atravessou uma distância muito maior. Ele atravessou, ele deixou a glória do céu, se vestiu com a nossa humanidade, entrou na nossa, na minha e na sua história. Enquanto todos diziam que não havia esperança, Cristo se aproximou. Ele não ficou observando a nossa dor de longe. Ele entrou nela. E Isaías diz que ele tomou sobre si as nossas dores, carregou nossas enfermidades, foi moído pelas nossas iniquidades. E nas feridas dele nós somos sarados. E existe um detalhe mais bonito ainda nessa parábola. O samaritano diz pro hospedeiro: "Quando eu voltar?" Porque ele aponta para uma promessa. O samaritano prometeu voltar para pagar as dívidas daquele homem. E Jesus também prometeu. Antes dele subir aos céus, ele disse: "Voltarei e vos receberei para mim mesmo". E a e a história ainda não terminou. O nosso Salvador ainda vai voltar. E quando ele voltar, toda a dor vai ter fim. E essa parábola fica mais profunda, ela toca mais no nosso coração quando a gente percebe que ela não fala apenas de um homem bondoso. Ela não tá ali para responder a pergunta só daquele mestre da lei. Ela aponta para um salvador extraordinário. E depois da gente ser alcançado por essa misericórdia, Jesus olha pra gente e repete as mesmas palavras que ele disse para aquele intérprete da lei. Vai e faça a mesma coisa. Primeiro a gente recebeu a misericórdia dele e agora a gente deve oferecer essa misericórdia. A gente não tem que ajudar porque a gente quer ser salvo. A gente tem que ajudar porque nós fomos salvos. E sabe qual é uma das maiores evidências da nossa maturidade espiritual? Não é o quanto de Bíblia você conhece, não é quão rápido você consegue achar o livro da Bíblia ou quantos cargos você tem na igreja ou eh quanto quanto você consegue eh falar de Jesus, mas é o quanto o seu coração se parece com o de Cristo. No início desta mensagem, a gente falou da final da Copa do Mundo, onde milhões de pessoas estavam sonhando em levantar aquela aquela taça. E não tem nada errado em sonhar, até porque Deus nos dá sonho, nos concede talento e nos chama excelência. Mas existe uma conquista muito maior do que levantar essa taça. É levantar uma pessoa. Existe um troféu muito maior do que o reconhecido, esse o reconhecimento do mundo. Eu ouvi um dia Jesus dizer: "Muito bem, servo bom e fiel, porque no fim da vida Deus não vai nos perguntar quantos seguidores a gente teve, não vai perguntar quanto dinheiro a gente ganhou, quantos títulos, diplomas a gente tem na nossa parede." Ele vai olhar pras marcas que a gente deixou na vida das pessoas. Ele vai olhar para aqueles que encontraram a gente, que encontraram a gente, encontraram a esperança que Deus apresentou para nós, porque Deus usou nossas mãos na vida daquela pessoa. Ele vai olhar para aqueles que permaneceram firmes porque alguém decidiu parar no caminho. E é por isso que hoje eu quero que você nunca mais esqueça dessa frase: "O meu lugar e o seu lugar é no horizonte de alguém". >> [limpando a garganta] >> Talvez a gente nunca seja reconhecido pelo mundo todo, mas se uma única pessoa olhar para trás e disser: "Foi naquele momento que Deus usou você para mudar a minha vida". Então você encontrou exatamente o lugar ao qual você foi criado por Deus para estar. Nessa noite eu não quero fazer um apelo para pessoas perfeitas, eu quero fazer um apelo para pessoas disponíveis. Eu quero que você hoje sinta o Espírito Santo tocar no seu coração. Talvez Deus tenha mostrado um rosto na sua mente durante essa mensagem. Eu eu enquanto você ouvia essa parábola, uma pessoa não saía do seu pensamento. Talvez seja alguém da sua escola, da sua família, do seu trabalho, da sua igreja. Ou talvez Deus tenha mostrado que o homem caído na beira da estrada hoje é você. E Deus tá dizendo hoje, eu atravessei a distância do céu e da terra por amor a você. E se você deseja agradecer essa misericórdia, você deve dizer: "Senhor, usa a minha vida. Eu quero atravessar a rua. Eu quero estar no horizonte de alguém. Eu quero que o meu lugar no mundo seja exatamente onde o Senhor pode me usar. Eu quero convidar você a abandonar a indiferença que foi apresentado nas atitudes do sacerdote, do levita. Eu quero que hoje você reconheça que você tem que atravessar a rua. Eu quero que hoje você diga: "Senhor, meu lugar no mundo não é viver para mim mesmo, mas sim viver paraa tua glória, sendo suas mãos e seus pés aqui na terra". Eu espero que essa mensagem tenha tocado o mais profundo do seu coração. Eu espero que hoje você entenda o que é o verdadeiro amor, o que é estar no horizonte de alguém. E eu espero que se você pensou em alguém, se você pensou numa pessoa, se alguém veio à sua mente enquanto você ouviu essa mensagem, que você enche o seu coração da gratidão pelo sacrifício de Jesus Cristo e atravesse a rua que você busque essa pessoa. E talvez, se você não conseguiu pensar em ninguém, talvez a pessoa na beira da estrada seja você. E eu quero que hoje você reconheça que você precisa de Cristo e que muitas pessoas mundo aa precisam conhecer ele, precisam conhecer esse amor, precisam conhecer o sacrifício que ele fez. E eu sei que é difícil, muito difícil. Inclusive é muito difícil estar aqui falando isso para vocês agora, porque exige coragem, exige eh, não só coragem, exige você se preparar. Só que Deus tá tocando no seu coração agora. Deus tá te mostrando que ao ouvir você ouvir eu falando isso para você, ele já te preparou. Ele só quer que você fala: Deus, transforma o meu coração e me usa agora para transformar a vida de alguém e que hoje o seu desejo não seja levantar um diploma ou uma taça da da final da Copa do Mundo, mas que seja levantar alguém, que seja ensinar o amor de Cristo para alguém, ensinar o que ele fez por todos nós. Vamos orar. Senhor Deus, muito obrigado por ter me dado a coragem de estar aqui hoje, Pai, e obrigado por me dar a chance de espalhar essa mensagem tão importante, Senhor. Obrigado por cada um que está aqui me ouvindo. O Senhor conhece o coração deles, as dificuldades deles. E, por favor, faça com que eles sintam no coração que eles têm que atravessar essa estrada, que eles têm que ajudar quem está caído ali ou que eles têm que reconhecer que eles são os o homem caído na estrada. E por favor, cuide de cada um aqui. Façam com que amanhã o culto dos adolescentes e o culto da manhã do sábado seja cheio da sua presença. Pai, por favor, me use como você me usou hoje. Eu que peço, por favor, que me use amanhã dessa mesma maneira. Abençoe todos que estão me ouvindo e faça com que eles criem essa coragem, Senhor, e que eles sejam enchidos pelo Espírito Santo e busquem pessoas em nome de Jesus. Amém. Muito obrigada, gente. Boa noite,