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A fé vem pelo ouvir

A Guerra Espiritual Não É Como Você Imagina | Josemar Bessa

A Guerra Espiritual Não É Como Você Imagina | Josemar Bessa

A Guerra Espiritual Não É Como Você Imagina | Josemar Bessa

Você sabe contra quem realmente está lutando?

Em Efésios 6, Paulo revela uma realidade que muitas vezes esquecemos: a guerra espiritual é real, mas nossa luta não é contra carne e sangue. Por trás de muitas batalhas visíveis existe uma guerra mais profunda — envolvendo Satanás, o pecado, a carne, a tentação, a mentira e o coração humano.

“Pois a nossa luta não é contra carne e sangue, mas contra os poderes e autoridades, contra os dominadores deste mundo de trevas, contra as forças espirituais do mal nas regiões celestiais.” — Efésios 6.12

A batalha espiritual não acontece apenas em momentos extraordinários.

Ela aparece quando uma mentira começa a parecer razoável.

Quando o orgulho parece dignidade.

Quando a vingança parece justiça.

Quando a incredulidade parece prudência.

Quando o pecado encontra dentro de nós uma porta que estamos dispostos a abrir.

Nesta mensagem, veremos por que o cristão precisa compreender não apenas o inimigo que está do lado de fora, mas também a corrupção que ainda luta dentro do coração. Veremos a diferença entre tentação e consentimento, entre convicção e acusação, entre lutar pela verdade e usar a própria verdade para alimentar orgulho.

Também veremos por que guerra espiritual não é uma técnica, um ritual ou um espetáculo religioso.

Nossa força não está em nós mesmos.

Está no Senhor.

A verdadeira batalha envolve fé, Palavra, oração, santificação, mortificação do pecado, comunhão da Igreja e dependência contínua de Cristo.

E acima de toda essa guerra existe uma verdade ainda maior:

Cristo venceu.

Na cruz, aquilo que parecia a vitória das trevas tornou-se sua derrota. O acusador ainda pode apontar nossos pecados, mas o Evangelho aponta para um Salvador cuja justiça é perfeita e cujo sangue é suficiente.

Satanás pode acusar.

Pode tentar.

Pode rugir.

Mas não terá a palavra final.

O Leão da tribo de Judá venceu.

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📖 Texto principal: Efésios 6.12

Temas abordados:
Guerra espiritual, batalha espiritual, Efésios 6, armadura de Deus, Satanás, tentação, pecado, carne e espírito, santificação, mortificação do pecado, soberania de Deus, perseverança dos santos, acusação de Satanás, vitória de Cristo, cruz de Cristo e vida cristã.

#GuerraEspiritual #Efesios6 #JesusCristo #VidaCrista #Pregacao

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Legendas automáticas:

Pois a nossa luta não é contra carne e
sangue, mas contra os poderes e
autoridades, contra os dominadores deste
mundo de trevas, contra as forças
espirituais do mal nas regiões
celestiais. Efésios 6 12.
>> [roncando]
>> Há guerras que podem ser observadas de
longe. O homem acompanha, ouve notícias,
vê mapas, calcula perdas, conhece nomes,
mas não sente a poeira no rosto, não
escuta a respiração do adversário, não
precisa proteger o peito, não teme ser
agarrado.
Efésios 6 não descreve essa espécie de
guerra. Paulo não diz existe uma
batalha, ele diz nossa luta, nossa, não
somente dos apóstolos, não apenas dos
missionários, não apenas dos cristãos
perseguidos, não apenas
dos que vivem situações extraordinárias,
nossa, a igreja inteira está incluída. o
velho crente, o recém-convertido, o
pastor, a criança que começa a conhecer
Cristo, o homem que atravessa
prosperidade, a mulher que atravessa
luto, a família, a congregação, o
cristão sozinho num quarto, quando
ninguém sabe o que está acontecendo
dentro dele. Nossa luta. A palavra
escolhida por Paulo carrega
proximidade. Não é apenas batalha, é
combate, corpo a corpo. O adversário se
aproxima, a distância desaparece, o
homem sente peso contra peso, braço
contra braço. É como se Paulo retirasse
de nós a ilusão confortável de que o mal
sempre mora longe. Gostamos do pecado
quando ele possui o nome dos outros. É
fácil condenar a soberba quando veste o
rosto de alguém que não amamos. Fácil
falar sobre avareza quando pensamos no
homem rico que nunca vimos. Fácil pregar
contra a sensualidade quando a tentação
não atravessa nossa própria imaginação.
Fácil falar sobre Satanás como categoria
doutrinária, um tópico, uma palavra numa
confissão de fé, uma figura dentro de um
sistema. Paulo aproxima, a luta chega
perto, perto demais, para ser tratado
apenas como um assunto, para ser
conversado, debatido,
eh, para um um uma terapia. Ela entra na
segunda-feira, no casamento, no medo, na
lembrança, na irritação, na espera, na
solidão, na maneira como interpretamos
uma palavra, na reação a uma crítica, na
tela que também está
vendo, no desejo que sabemos nomear, mas
preferimos chamar por outro nome. A
guerra espiritual não começa quando
alguma coisa extraordinária acontece. Já
está acontecendo quando uma mentira
parece razoável, quando orgulho parece
dignidade, quando vingança parece
justiça, quando incredulidade parece
prudência, quando preguiça parece
necessidade de descanso, quando covardia
aparece equilíbrio, quando avareza
aparece responsabilidade.
É aí que a batalha chega perto demais. E
talvez
uma das primeiras obras da graça seja
esta, fazer o homem parar de olhar
apenas para os campos distantes e
perguntar onde a guerra está acontecendo
em mim agora. Então, eh, existe uma
tentação que conhece o seu endereço.
Satanás não é onisciente. A escritura
nunca lhe entrega um atributo que
pertence somente ao criador. Ele não
conhece o coração como Deus conhece. não
lê o interior humano com a perfeição
daquele que formou o espírito do homem.
Mas ele observa e observa há muito
tempo. Ele vê padrões, hábitos, reações,
portas que abrimos, portas que fechamos,
momentos em que ficamos cansados,
momentos em que uma palavra de elogio
muda a nossa postura, momentos em que
uma perda faz a nossa teologia parecer
menos convincente.
Momentos em que a humilhação abre espaço
para ressentimento. Momentos em que a
prosperidade nos faz esquecer que ainda
dependemos totalmente de Deus. A
tentação, por isso, não precisa usar a
mesma isca para todos. Um pescador
experiente não lança a mesma coisa em
todas as águas. Conhece o que procura.
Há homens que quase não são atraídos
pelo dinheiro, mas morreriam pelo
reconhecimento. Outros não precisam ser
reconhecidos, desde que possam controlar
a quem resista a prazeres grosseiros e
seja dominado pela necessidade de
parecer correto. A quem despreze posição
pública e se orgulhe de ser o homem que
não deseja posição pública. A carne, ela
é engenhosa e o tentador trabalha sobre
matéria que encontra. Thago não permite
que coloquemos toda a culpa do lado de
fora, ou na verdade coloquemos a culpa
do lado de fora, né? Cada um, porém, é
tentado pelo próprio mal desejo ou
concupiscência, ou seja, o estado que
nós nascemos em Adão, sendo por este
arrastado e seduzido por si mesmo, não
é? Tiago 1:14.
Há pescador, há anzol, mas existe também
apetite. O inimigo oferece, a carne
responde. A mentira encontra algum
desejo que gostaria que a mentira fosse
verdadeira. Você merece. Algo dentro
responde, talvez
Deus está retendo alguma coisa boa. Algo
dentro. Lembra o Éden? Você precisa da
aprovação dessa pessoa. E um coração que
deveria descansar no Pai começa a
construir um altar humano. Por isso,
vigilância precisa abandonar a
generalidade.
Todos somos pecadores, verdade. Mas qual
pecado costuma encontrar o seu coração
com a porta destrancada?
Todos precisamos de graça, verdade? Mas
em que área você continua agindo? Como
se não precisasse da graça ou como se a
graça não fosse suficiente?
Todos somos fracos, sim. Mas qual
fraqueza você já conhece e continua
tratando como se fosse surpresa ou
temperamento ou a química do cérebro?
Davi não diz apenas existe pecado, diz:
"Pois eu mesmo reconheço as minhas
transgressões e o meu pecado sempre está
diante de mim ou sempre me persegue."
Salmo 51:3. Meu pecado não para
abraçá-lo, mas para trazê-lo à luz. A
confissão fica poderosa quando deixa de
ser espécie e ganha nome. Não apenas
Senhor perdoa meu orgulho, mas perdoa a
minha necessidade de vencer todas as
conversas,
todos os diálogos, não apenas minha
impureza, mas esse hábito, este horário,
esta imagem, esta porta. Não apenas a
minha ira, não, mas esta lembrança que
alimento
com ressentimento, porque gosto de me
sentir ofendido. Não apenas meu medo,
mas esta pessoa cuja aprovação tomou o
lugar da tua voz.
A carne odeia precisão. A graça traz
luz.
E nós sabemos que a conversão não
encerra a batalha. Antes de Cristo, o
pecado reinava.
pode ter encontrado restrições,
vergonha, educação, reputação, medo,
consequências,
pressões sociais, a nossa consciência
natural, um desejo impedindo outro,
um desejo centrado no ego impedido outro
desejo centrado no ego. Mas não havia
aquela nova inimizade contra o pecado
que nasce do espírito. O bêbado pode
deixar a bebida porque começou a
destruir sua carreira. Isso pode ser bom
pra sua família, bom para seu corpo, bom
pra sociedade, mas ainda não sabemos se
houve nada de realmente diferente no
homem natural. Não é santificação.
Talvez um ídolo tenha expulsado outro
ídolo. O homem abandonou algo para
preservar a reputação. Uma paixão venceu
outra paixão. Ladrões podem brigar por
causa da divisão do roubo. Continuam
ladrões. A conversão faz algo mais
profundo. Ela muda o lado da guerra. O
coração que antes podia conviver com o
pecado, agora descobre uma oposição que
não existia dentro. Pois a carne deseja
o que é contrário ao espírito e o
espírito o que é contrário à carne. Eles
estão em conflito um com o outro.
Gálatas 5:17. Conflito não paz. A
presença da luta, portanto, não é a
prova automática de que a graça está
ausente. Em certas situações, é
exatamente o contrário, né? O morto não
luta contra o túmulo. O escravo que ama
as correntes não passa a noite tentando
quebrá-las.
Mas quando o filho liberta, aquilo que
antes parecia a nossa casa, começa a
parecer nossa prisão. O pecado antigo
continua falando, mas agora há outra voz
mais doce. A carne ainda deseja, mas
algo dentro responde: "Não, não quero
viver assim. Não quero ferir o Senhor
que me amou. Não quero voltar para a
casa da qual fui liberto, tirado. O
crente pode cair, pode descobrir com
vergonha que a corrupção é mais profunda
do que ele imaginava, pode fazer o que
jurou que nunca faria. Pedro fez, mas há
diferença entre cair no território
inimigo e pertencer ao exército inimigo.
Pedro negou, mas não construiu uma casa
na negação, nem tentou justificar
aquilo eh com o seu temperamento,
com é porque ele estava um pouco
deprimido. Ele chorou, ele voltou.
Cristo foi buscá-lo. A graça não
permitiu que sua pior noite se tornasse
sua nova lealdade.
É por isso que o cristão não deve
perguntar apenas: "Ainda existe pecado
em mim?" Se essa for a única pergunta,
todos se desesperarão.
Pergunte também: Ele reina sem
resistência? Eu o amo
quando caio. Quero permanecer no chão. O
pecado que me feriu se tornou mais
precioso ou mais odioso. Corro de Cristo
ou corro para Cristo? A carne continua
até a morte, mas perdeu o direito
legítimo ao trono. Pode produzir motins,
não possui mais a escritura da casa. A
graça é mais nova, mas é herdeira. A
carne é antiga, mas está condenada. A
guerra começou porque outro rei chegou e
tomou o lugar. Uma o mais forte tomou o
lugar daquele que tinha o domínio e
nenhum endereço remove o coração. Há
momentos em que precisamos fugir. A
Bíblia não chama toda a permanência de
coragem. José não ficou no quarto de
Potifar provando maturidade. Fugiu.
Paulo saiu de cidades. Davi fugiu de
Saul. Jesus retirou-se quando sua hora
ainda não havia chegado. Há ambientes
que devem ser abandonados,
acessos que precisam ser fechados,
conversas que precisam terminar,
companhias que alimentam aquilo que
devemos matar. Isso é sabedoria. Mas
existe outra fantasia. Imaginar que
santidade vira automaticamente se
mudarmos toda a geografia ao nosso
redor.
Outra igreja, outra cidade, outro
emprego, outra família, outro casamento,
outro corpo, outra história, então
finalmente seríamos mais santos.
Talvez algumas circunstâncias realmente
precisem mudar, mas nenhum avião deixa a
carne no aeroporto. Você cruza o oceano,
ela desembarca junto com você onde você
for. Muda de igreja, seu orgulho
encontra novas pessoas com defeitos
contra quem eh se medir e pessoas com
talentos contra quem se media. Muda de
trabalho, mas sua cobiça aprende o outro
vocabulário. Sai de um relacionamento. A
necessidade de ser adorado procura outro
rosto. L saiu de Sodoma, mas a lógica de
Sodoma havia penetrado sua casa, seu
lar. O problema do coração não pode ser
tratado apenas com quilômetros. Jesus
diz: "Pois do coração saem os maus
pensamentos, os homicídios, os
adultérios, as imoralidades sexuais, os
roubos, os falsos testemunhos e as
calúnias." Mateus 15:19 do coração. Isso
não significa que o ambiente seja
irrelevante, significa que ele não é
salvador. Você pode retirar o homem da
ocasião, ainda precisa que Deus trate o
desejo. Pode bloquear a imagem, ainda
precisa que Cristo se torne mais belo,
mais desejável do que aquilo. Pode
evitar a pessoa. Ainda precisa que a
amargura e o ressentimento morra. pode
reduzir o acesso ao dinheiro, ainda
precisa que a cobiça perca o trono. A
santificação não é apenas mudança de
cenário, é mudança de senhorio. A alma
aprende a dizer: "Não quero apenas uma
vida na qual seja difícil pecar. Quero
um coração que ame obedecer". Esse
desejo já é guerra, já é a batalha, é a
nossa luta, como Paulo começou a dizer.
E ele exige algo maior que geografia.
exige Cristo
e nem toda
resistência
é fidelidade. A palavra luta pode nos
entusiasmar. Parece coragem, firmeza,
resistência, mas nem todo homem que
resiste está do lado certo. Existe
firmeza que nasce da fé e existe
obstinação que veste a mesma aparência.
O homem pode chamar de convicção aquilo
que Deus chama de dureza. Pode imaginar
que está defendendo sua liberdade quando
está resistindo ao próprio libertador.
Isaías, ele ele diz: "Ai daquele que
contende com o seu criador". Emésco
45:9,
a imagem é quase absurda. Barro
processando o olheiro, palha desafiando
fogo, uma gota convocando o oceano para
prestar contas. A criatura pode resistir
a Deus moralmente, pode pecar, pode se
endurecer, pode atrasar obediência, pode
acumular juízo, mas jamais transforma
essa rebelião
em realmente uma luta, não é? Em que
possa vencer. Deus não perde nada. Deus
não perde força porque o pecador cerrou
os punhos. O homem apenas descobre que
estava socando uma rocha e a rocha não
sangra. Talvez essa seja uma das
tragédias do pecado, gastar toda a força
contra aquele que é a única fonte de
vida. Então, há pessoas que falam de
batalha espiritual, enquanto a maior
batalha que travam é contra a palavra
que as chama ao arrependimento.
O sermão toca na ferida, elas discutem
com o pregador, ficam ressentidas, dizem
que o pregador estava falando com elas.
A providência fecha uma porta, elas
acusam Deus. A consciência é despertada,
elas procuram uma distração ou então o
humanismo secular para acalmar a mente.
O espírito mostra um ídolo. Elas mudam o
nome do ídolo. Chamam controle de
responsabilidade, dependência emocional
de amor, orgulho de dignidade,
incredulidade de realismo. E continuam
lutando. Mas contra quem? Essa pergunta
precisa vir antes da pergunta sobre
força. Não basta ser um combatente
determinado. A determinação de Faraó não
era virtude. A firmeza de Saul
perseguindo Davi não era fidelidade. O
zelo de Saulo contra a igreja não era
santidade.
Ele próprio diria mais tarde que agiu em
ignorância e incredulidade.
Zelo.
Zelo pode ter combustível e direção
errada. A grande pergunta não é: "Eu sou
firme, a pergunta é: a minha firmeza
está submetida ao rei". Então, quando a
palavra fala, o vaso não possui eh
autoridade.
Deus gosta de colocar tesouros em vasos
de barro. Isso humilha o mensageiro
e testa o ouvinte. O pregador pode ser
fraco, sua voz pode não impressionar,
sua personalidade pode não agradar. Pode
haver limitações reais. Nenhum ministro
fiel se torna infalível. Tudo precisa
ser examinado pela escritura. Mas quando
a palavra é aberta fielmente, a
fragilidade do vaso não anula a
autoridade do texto. Cristo disse: "Quem
ouve vocês, ouve a mim. Quem rejeita
vocês, rejeita a mim". Lucas 10:16.
Ou seja, encontrar falhas naquele que
prega fielmente não transformará a
verdade em menos verdade.
Não porque cada palavra humana seja a
palavra de Cristo, mas porque o rei
escolheu usar mensageiros para proclamar
sua mensagem.
Há um modo de criticar o vaso que serve
apenas para escapar do tesouro.
O sermão toca no pecado. Então lembramos
uma imperfeição do pregador. A exortação
é precisa. Mas a introdução não foi boa.
A escritura fecha a porta, mas
descobrimos uma frase que poderia ter
sido mais elegante. E assim, o coração
usa discernimento como abrigo contra a
obediência.
Isso é perigoso. Os brianos examinaram
Paulo, excelente, mas examinaram para
saber se aquilo estava na palavra ou
não. Não para descobrir uma desculpa
para nunca obedecer a verdade de Deus.
Há pessoas que ficaram tão
especializadas em avaliar mensagens que
já não permitem que mensagem alguma
avalie elas. O culto termina. Sabem
dizer se a exposição foi boa ou não, se
foi precisa ou não, se os pontos foram
bons, se a aplicação foi forte, mas não
sabem responder o que Deus me chamou a
abandonar.
A palavra se tornou objeto, não espada.
A pessoa não está usando a armadura. E
um dia o homem pode descobrir que as
palavras que esqueceu não foram
esquecidas por Deus. Advertências,
convites, promessas, chamados. Hoje, se
vocês ouvirem a sua voz, não endureçam o
coração. Hebreus 3:15. Hoje a
misericórdia fala no tempo. Não trate
cada convicção como se você controlasse
quando ela voltará. O sermão pode ser
esquecido na segunda-feira. Deus não
perde o registro da luz que foi
recebida. Por isso, quando a palavra
ferir corretamente, não fuja por causa
do instrumento. Se estiver errada,
rejeite-a pela palavra. Se estiver
certa, curve-se diante do rei.
E depois, a palavra depois é sempre uma
palavra perigosa. A consciência pode ser
visitada por momentos de extraordinária
clareza. O pecado que ontem parecia
pequeno, de repente mostra os dentes. A
morte
antes uma doutrina fica próxima.
O juízo ganha peso. A pessoa percebe,
não posso continuar assim. E nesse mesmo
lugar o evangelho abre uma janela.
Cristo, sangue, perdão, reconciliação.
Uma porta que não pode ser comprada. O
espírito não mostra a ferida porque
possui prazer em causar terror. Mostra o
câncer para conduzir ao médico. Mas o
homem pode resistir.
Não precisa gritar contra Deus. A maior
parte das resistências são muito mais
educadas. Estou pensando um dia, ainda
não. Preciso resolver algumas coisas
primeiro.
Quando estiver mais preparado, quando
minha vida estiver mais organizada
depois, o inferno não precisa que todos
digam nunca. Muitas vezes depois é o
suficiente, faz o mesmo trabalho porque
depois preserva o pecado. Hoje o pecador
imagina que controla o relógio da graça
como se não fosse graça, fosse mérito.
Amanhã eu vou aproveitar a graça. Pensa
que o espírito é funcionário, que
poderia ser chamado quando finalmente eu
decidir usar seus serviços como se ele
fosse o meu garçom.
Mas Jesus diz, "O vento sopra onde
quer". João 3:8. A soberania não
pertence ao morto,
nem ao vento da regeneração.
Não há promessa de que a mesma convicção
voltará com a mesma intensidade.
O coração aprende, aprende santidade e
aprende resistência também. Uma mentira
repetida se torna mais fácil. Uma
consciência silenciada pode falar mais
baixo na próxima vez, não porque o
pecado ficou menor, mas porque o homem
ficou mais duro.
Esse é um juízo terrível. Romanos 1
repete uma frase: Deus os entregou. Há
momentos em que o juízo não é novador. É
Deus permitir que o homem siga o caminho
que insiste em amar.
Deus os entrega ao seu próprio coração
caído. Você vê, não basta o homem dizer
que amanhã ele vai querer. Isso deveria
nos fazer tratar a convicção como
misericórdia. Se Deus está mostrando o
pecado, agradeça. Se está ferindo a
consciência, não peça anestesia, peça
cura. se chama venha. O melhor momento
para obedecer a Deus é aquele em que
Deus está ordenando.
E
é relativamente simples
dizer Deus é soberano as palavras cabem
numa linha Deus é soberano. O problema
começa quando a soberania entra no
calendário, no corpo, na família, nos
planos, na reputação, na carreira, na
perda, na espera, no que não queríamos
ouvir. Então, descobrimos se adorávamos
realmente uma doutrina ou o Deus da
doutrina. O coração descontente não
apenas sente, pode acusar. Existe
diferença entre lamento e murmuração. A
Bíblia está cheia de lágrimas. Até
quando, Senhor? Isso está nos Salmos. Jó
geme. Jeremias chora, Abacu pergunta.
Jesus no Getseman diz: "Se possível,
afasta de mim este cálice. A fé não
precisa fingir que dor é prazer. Mas
observe o final. Contudo, não seja como
eu quero, mas sim como tu queres."
Mateus 26:39.
Lamento leva a ferida para Deus.
Murmuração usa a ferida contra Deus.
Lamento eh, não compreendo, mas venho.
Murmuração é: "Não compreendo, portanto
tá tudo errado. Meu coração está frio,
não consigo." Lamento chora aos pés do
trono. Murmuração tenta subir no trono
para mudar as coisas.
Jó precisou aprender essa diferença.
Deus não explicou todos os bastidores,
não contou sobre a conversa do capítulo
um, não apresentou um tratado com todas
as causas. Perguntou: "Quem é esse que
obscurece o meu conselho com palavras
sem conhecimento?" Jó 38:2. E
finalmente, você vai pôr em dúvida a
minha justiça, vai me condenar para
justificar-se?
Jó 40 verso 8. Essa é a questão. A dor
de Jó era real, mas dor real não torna a
criatura infalível.
Ele coloca a mão sobre a boca. Não
porque a ferida desapareceu, porque Deus
voltou a ocupar o lugar certo. E
[roncando] quando Deus ocupa o lugar
certo, nós colocamos a mão na boca. É
possível dizer amém com lágrimas. Talvez
a voz quase não saia. Ainda assim, amém.
não teria escolhido este caminho, mas tu
és Deus e eu não vou usar minha dor como
prova de que deixaste de ser bom ou de
que eu seja sábio. Isso é guerra
espiritual. Talvez
uma das batalhas mais profundas, não
contra uma tentação visivelmente
escandalosa,
contra o impulso de colocar o criador no
banco dos réus.
E
a guerra de fora encontra uma facção
dentro. Esse é o grande problema. Uma
cidade pode resistir a um exército do
lado de fora. A situação muda quando
alguém abre os portões por dentro. Essa
é a gravidade da corrupção remanescente
em nós. Satanás trabalha do lado de
fora. A carne já conhece a casa, se
sente em casa. Um observa padrões, a
outra conhece desejos.
Um aproxima a chama, a outra carrega a
pólvora.
Um lança a flecha,
a outra sussurra abaixe o escudo para
você. Isso não divide a responsabilidade
até
você não ser o responsável e culpado. A
Bíblia mantém as coisas juntas. Satanás
tenta, o mundo oferece, a carne deseja,
o homem peca. Thiago não diz: "O diabo
me levou". Diz: "Cada um é arrastado
pelo próprio desejo." Ao mesmo tempo,
Pedro diz: "O diabo, o inimigo de vocês,
anda ao redor como um leão rudindo e
procurando a quem possa devorar".
Primeira Pedro 5:8. Desejo dentro, leão
fora. Vigie ambos. Se culparmos somente
Satanás, nunca confessaremos: "Eu quis e
cada pecado eu quis".
Se reduzirmos tudo ao desejo interno,
esqueceremos a inteligência espiritual
que explora a corrupção. Então, a
escritura não nos dá uma explicação
simplista, nos dá uma guerra completa. O
pecado não entrou em Adão como pó
acidental sobre uma natureza neutra que
permaneceu fundamentalmente intacta. A
queda atingiu profundamente a mente, os
afetos,
a vontade, o corpo. Quem nasce da carne
é carne. João 3:6. Adão gerou filhos à
sua semelhança, a culpa de sua aliança,
a corrupção, a morte. Mesmo os filhos
dos pais piadosos precisam nascer do
alto. Graça não corre pelas veias como
herança genética. Um homem regenerado
gera um filho que também precisa da
regeneração. O melhor lar não cria um
novo coração. Pode ensinar, disciplinar,
orar, exemplificar, mas somente Deus
diz: "Viva". Isso significa
que a raiz da guerra é mais profunda que
comportamento. Não precisamos apenas de
melhor estratégia, precisamos de nova
natureza. E depois que essa natureza é
criada, precisamos mortificar o que
restou da antiga rebelião.
E a mente pode ser brilhante e ainda
assim continuar escura. Nicodemos não
era ignorante. "Você é mestre em
Israel", disse Jesus. Conhecia texto,
tradição, lei, linguagem religiosa. Mas
quando Jesus fala, "É necessário que
vocês nasçam de novo". Nicodemos
pergunta como um homem poderia entrar
novamente no ventre materno? Não faltava
inteligência geral, faltava luz
espiritual. Isso destrói uma fantasia
moderna.
A ideia de que o problema fundamental do
homem é informação insuficiente.
Se soubesse mais, seria melhor, seria
mais santo. Não, conhecimento importa.
Deus usa a verdade, mas a mente pode
compreender uma proposição sem amar o
Deus que ela revela. pode explicar
expiação substitutiva e continuar sem se
prostrar diante do cordeiro, como aquela
mulher que beijou os pés de Jesus e
chorou e enxugou os pés deles, os pés
dele com lágrimas. Pode defender
soberania da graça e odiar depender da
graça ou que essa soberania não salve
quem ela queria que salvasse. Pode
estudar a depravação humana e ficar
ofendido quando alguém sugere que sua
própria interpretação foi contaminada
pelo orgulho. Pode ensinar sobre
idolatria e construir uma identidade em
torno de ser um excelente professor
sobre idolatria. O que é idolatria?
A luz comum mostra objetos. A graça faz
a alma ver beleza. Paulo diz: "O Deus
desta era cegou o entendimento dos
descrentes para que não vejam a luz do
evangelho da glória de Cristo." Segunda
Coríntios 4:4.
Então observe, não é apenas o evangelho,
é a glória do evangelho. Cristo como
precioso, o homem natural pode ouvir as
palavras e não enxergar a beleza. Como
alguém que possui descrição técnica de
um pôr do sol, mas nunca viu a cor. Por
isso, a regeneração é mais que
esclarecimento. Deus que disse das
trevas, resplandeça a luz. Ele mesmo
brilhou em nosso coração. Segunda
Coríntios 4:6. Criação, luz, glória. A
guerra da mente precisa, portanto, de
mais do que argumentos. Precisa de
argumentos também, mas também do
espírito, abrindo os olhos do coração. É
por isso que oramos quando ensinamos.
Não porque a verdade seja fraca,
porque o coração é completamente cego. O
coração quer os presentes de Deus.
sem querer Deus, como Deus. O homem
natural pode querer ir para o céu, até
um demônio pode não quer ir para o
inferno. Quem não gostaria de evitar o
inferno pode querer proteção, saúde, paz
familiar, prosperidade, alívio da culpa.
Pode até desejar uma forma de
experiência espiritual, mas desejar
coisas que Deus dá não é o mesmo que
desejar Deus.
Israel queria o pão. Muitas vezes não
queria o Deus do pão. Multidões seguiam
Jesus depois da multiplicação. Jesus
disse: "Vocês estão me procurando não
porque viram os sinais milagrosos, ou
seja, os sinais que apontam que eu sou o
Messias, mas porque comeram os pães e
ficaram satisfeitos."
João 6:26, né?
queriam a dádiva, não a realidade pela
qual a dádiva apontava, para qual a
dádiva apontava, para Jesus como
Messias. O coração caído quer herança
sem pai, perdão sem seorio, coroa sem
rei, proteção sem obediência, céu sem
santidade, Cristo como salvador de
consequências do pecado, mas não como
senhor dos desejos. Essa é a razão pela
qual moralidade não consegue produzir
regeneração. Pode podar a árvore, não
muda a espécie. Medo pode conter a nossa
mão, mas não faz o coração amar a
santidade. Pressão social pode impedir
escândalo, não cria temor do Senhor.
Educação pode ensinar consequências, não
ressuscita um morto. O homem precisa de
uma nova afeição. Thomas Kmers expressou
bem uma realidade bíblica. Um amor
precisa ser expulso por outro amor mais
poderoso. Não há nenhuma outra maneira
de um amor ser expulso. Então, a
linguagem pode ser de outra época. A
verdade está em toda parte na Escritura.
Cristo não apenas ordena: "Pare de amar
seus ídolos". Ele se apresenta como
tesouro. Quem ama seu pai ou sua mãe
mais do que a mim não é digno de mim.
Mas o problema é de amores. O nosso
problema são nossos amores. Quando
Cristo se torna precioso, o pecado perde
parte da magia. Não porque deixou de
tentar, mas porque a alma descobriu algo
melhor. O pecado dizia: "Eu sou vida".
Aproveite a vida. Agora o homem viu vida
num rosto.
Dizia: "Eu sou liberdade". Agora ele
conhece o filho que liberta. dizia: "Eu
sou prazer. Agora aprendeu na tua
presença a plenitude de alegria, como o
Salmo 16:11 diz. Então, mortificação sem
nova afeição vira vazio. É horrível. O
evangelho não deixa o trono vazio.
Cristo o ocupa, não é?
Então, mortificar não é educar o inimigo
para morar conosco e ficar lá educado
morando conosco. Paulo usa a linguagem
severa. Façam morrer, portanto, tudo que
pertence à natureza terrena de vocês.
Colossenses 3:5. fazer morrer. Ou seja,
não negocie,
não domestique,
não colocar o pecado num quarto menor,
sem importância, não alimentá-lo em
porções controladas, colocar ele de
regime. A carne não é discípula que
precisa de instrução para se tornar mais
santa. Ela precisa ser mortificada. Isso
não é ódio ao corpo.
O corpo é criação de Deus, será
ressuscitado. Olhos não são maus, mas
podem servir a cobiça.
Carne é tudo que um homem não regenerado
é. Não é a matéria, não é a boca, não é
má. Pode servir a mentira. Sexualidade
não é má, é criação de Deus, mas pode
ser recrutada pela impureza. Força não é
má. Mas pode virar domínio. Descanso não
é pecado, mas pode virar preguiça. A
mortificação não destrói a criação,
liberta a criação da tirania
do pecado. Devolve cada capacidade ao
criador. Por isso, a luta precisa ficar
concreta.
Que uso meus olhos estão fazendo? Que
tipo de fantasia
recebe abrigo na minha mente? Que
conversas minha boca gosta de repetir?
Por que quero essa posição?
Por que quero esse lugar? Por que quero
essa posição no trabalho? Essa posição?
Porque quero esse ministério? Porque
preciso que aquela pessoa pense bem de
mim. O que o dinheiro promete que
deveria ser recebido de Deus?
Que sofrimento eu considero inaceitável
porque algum ídolo precisa ser
preservado? Mortificação vai à raiz.
Não se satisfaz em fazer o pecado ficar
socialmente elegante. O orgulho pode
trocar gritos por silêncio manipulador.
Continua o orgulho. A cobiça pode
abandonar luxo e virar obsessão por
segurança. Continua cobiça. A
sensualidade pode desaparecer do corpo e
viver na imaginação. Continua impureza.
A ira pode deixar de bater portas e
passar a punir com distância emocional.
Continua a ira. Mortificação pergunta:
Quem está sendo servido? Que Senhor
recebe esta capacidade?
O corpo é para o Senhor. A mente é para
o Senhor, o dinheiro, o tempo, a força,
o afeto, tudo. Vocês foram comprados por
alto preço. Portanto, glorifiquem a Deus
com o seu próprio corpo. Primeira
Coríntios 6:20. Comprados.
Essa é a base. Não matamos o pecado para
nos comprarmos. Matamos porque fomos
comprados.
E o pecado ele prefere permanecer
genérico.
Devemos ter nessa luta, nossa luta, não
é?
Atenção a isso. O pecado prefere
nomes genéricos. Sou pecador.
Genérico, uma frase verdadeira pode
funcionar como esconderijo, porque
ninguém precisa mudar nada depois dela.
Todos somos pecadores. Fim. Mas o
espírito é mais específico. Natã diz a
Davi: "Reis às vezes cometem equívocos".
Não
diz você é esse homem. Segunda Samuel
12:7.
Pedro não diz a Simão, todos temos áreas
de crescimento. Diz: "Arrependa-se dessa
maldade". Atos 8:22. Jesus fala ao jovem
rico sobre aquilo que ocupava seu trono.
A precisão é misericórdia. Um médico que
apenas diz: "Há alguma doença?" Não
terminou o diagnóstico. Onde? Que
doença? Que tratamento? A carne gosta de
confissões que não atingem nenhuma
artéria.
Sou orgulhoso. Como tenho problemas com
ira? Com quem? Luto com impureza. Onde
começa?
Sou ansioso. O que você acha que perderá
se Deus não fizer o que você espera?
A pergunta específica não existe para
alimentar obsessão psicológica, existe
para levar a palavra ao lugar onde o
pecado está se escondendo.
Às vezes homem pergunta: "Por que
continuo caindo?"
Mas já sabe que toda a queda é é é é é
precedida
pelo mesmo caminho, o mesmo horário, a
mesma conversa, o mesmo acesso, a mesma
solidão não confessada, a mesma tela, a
mesma justificativa. Então, talvez a
resposta não seja uma nova emoção
espiritual, é obedecer a luz já
recebida. Não façam provisão para a
carne, a fim de satisfazerem os seus
desejos. Romanos 13:1.
Não faça provisão. Não alimente o cerco
que depois pedirá que Deus disfaça.
Há humildade em reconhecer: "Eu não sou
forte perto desta ocasião." O orgulho
diz: "Posso ficar?" A sabedoria diz:
"Por que preciso provar isso?" José
deixou a capa. Melhor perder a roupa que
a consciência. Há coisas que precisam
ser desligadas.
bloqueadas,
entregues, confessadas, retiradas, não
porque um objeto tenha poder mágico,
porque você conhece a direção pela qual
sua carne costuma correr ou correu
várias vezes. Isso não é falta de fé, é
acreditar que a guerra é real.
A tentação não é a mesma coisa que
consentimenta essa distinção. Salva
muitos corações sensíveis do desespero.
Eh,
a tentação flui do mundo, eh, flui e eh
do diabo. Ah,
em nós há um aspecto único da tentação.
Ela vem de dentro de nós. essa salvação,
essa tentação já é fruto do pecado, né,
da queda. Quando a Bíblia diz que Jesus
em tudo foi tentado como nós, com tudo
sem pecado, né, em Hebreus 4:15, é óbvio
que ele nunca foi tentado pela sua
própria concupiscência. Aquela descrição
de Thago só é possível num coração caído
que valorize mais qualquer coisa do que
a Deus por causa da sua queda. Ou seja,
está avaliando se
algo que eu faça ou algo que eu tenha ou
algum relacionamento é melhor do que
estar na perfeita comunhão com Deus.
Jesus era um homem como nós, mas ele não
era um homem caído, ele era o homem
perfeito. Porque desejar coisas
pecaminosas é pecado. Quando isso vem de
fora,
não é, eh, do [limpando a garganta]
mundo do Satanás, então não é pecado,
não é? Mas quando nós tentamos a nós
mesmos, já é o pecado em nós nos levando
ao pecado, não é? Então,
apesar disso, uma ideia pode aparecer,
uma imagem pode atravessar a mente, uma
possibilidade pode ser apresentada pelo
mundo, pela eh pelo diabo, pela
situação. O escudo pode receber uma
flecha sem que o portão tenha sido
aberto por nós. O problema muda quando a
alma
recolhe a flecha, examina, guarda,
admira ou estabelece toda uma um uma
filosofia para justificar,
começa a conversar,
cobiça é pecado.
E se talvez
só uma vez, eu mereço, ninguém
sabedoria, depois eu resolvo. A serpente
recebeu uma cadeira. Thago descreve um
processo, desejo, sedução, concepção,
pecado, morte. O pecado, o ato externo,
eh, não é onde o pecado realmente foi
concebido. A concepção é interna,
não é como um bebê. Quando ele é
concebido,
a vida já existe, não é? Não é quando
ele nasce, ele é um ser humano no
ventre, na concepção.
Isso acontece dentro de nós. Então há
desenvolvimento. Por isso, vigilância
age cedo. A pequena raposa não precisa
destruir toda a vinha para ser perigosa.
Basta começar. O pensamento que não for
ou que não foi convidado não precisa ser
transformado em sessão de julgamento
contra
a a nossa regeneração. Leve-o a Cristo.
A tentação diz: "Você precisa disso para
viver". A fé diz: "Minha vida está
escondida com Cristo em Deus". Se essa
pessoa for embora, acabou. Você
responde: "O Senhor é a minha porção.
Você nunca vai mudar", diz. Você
responde: "Aquele que começou a boa obra
há de completá-la. Deus não quer mais
você. Temos um advogado junto ao Pai.
Isso não é fórmula mágica. Palavras não
assustam demônios por serem sílabas
bíblicas. Os filhos de Seva aprenderam
que pronunciar o nome de Jesus sem
pertencer a Jesus não produz autoridade.
Cristo respondeu: "Está escrito porque a
palavra na boca estava unida, a
submissão no coração." A fé não usa
versículo como encantamento.
Recebe a verdade do rei contra a mentira
do tentador.
E como estávamos dizendo quando
estávamos falando de forma geral sobre a
armadura, uma pequena graça ainda é
vida. Há crentes que olham para o
conflito interior e concluem: "Nada
mudou". Vem desejos que ainda existem,
pensamentos que envergonham, distração
na oração, frieza em alguns dias,
orgulho misturado até em serviço. E a
conclusão parece inevitável. Se houvesse
graça, isso não estaria aqui. Mas
santificação não é glorificação. A
presença da corrupção remanescente é
séria, mas não significa que corrupção
esteja reinando. Seja rei. Pergunte
sobre direção. Pedro caiu, Judas também.
Há semelhanças externas. Ambos falharam
contra Cristo. Ambos sentiram alguma
forma de tristeza, mas a direção é
diferente. Pedro chora e é restaurado.
Judas se volta para a morte. Pedro não
consegue transformar negação em casa. Há
dentro dele um amor ferido.
A lágrima não compra o perdão. Não é
porque ele chorou amargamente que ele é
perdoado, mas mostra que o pecado não
possui seu amor final.
A graça fraca continua sendo graça. Uma
criança anda mal, uma estátua não anda.
Um homem enfermo pode dar dois passos,
um cadáver não dá passo nenhum. Não
despreze dois passos porque ainda não
são corrida, mas também não use a
infância como vocação permanente. A
criança viva cresce. A pequena fé diz:
"Eu creio. Ajuda-me na minha falta de
fé". Como em Marcos 9:24, né? Ela não
diz: "Minha falta de fé é confortável".
Ela clama, quer crescimento.
Isso distingue a fraqueza que sofre da
hipocrisia, que usa a fraqueza como
desculpa.
Cristo sabe a diferença. Ele viu os
discípulos dormindo, disse: "O espírito
está pronto, mas a carne é fraca".
Mateus 26:41.
não aprovou o sono. Ainda disse:
"Vigiem". Mas reconheceu uma disposição
que sua própria graça havia produzido.
Isso consola o crente fraco. O Senhor
não chama seu balbucio de rebelião só
porque a frase não saiu perfeita. Ele
não apaga o pavio que fumega. Ele sopra,
fortalece,
chama para crescer.
E Paulo diz, lutamos, né? Foi o que
olhamos até aqui. Depois ele disse, não
contra carne e sangue.
Não significa pessoas são irrelevantes.
Porque às vezes as pessoas
estão pensando isso. Elas elas ferem.
Palavras humanas podem destruir anos de
confiança. Decisões humanas podem
separar famílias. Governos podem
perseguir, falsos mestres podem
confundir igrejas inteiras.
Pais podem ferir filhos, filhos podem
partir corações. Amigos traem, irmãos
decepcionam. Caluniadores usam línguas
humanas.
Perseguidores assinam documentos,
arrostos, nomes,
responsabilidade. Paulo não está
ensinando ingenuidade. Não lutamos
contra carne e sangue. Ele não está
ensinando ingenuidade. A Bíblia não
absolve Judas porque Satanás estava
operando. Judas pecou, Herodes pecou,
Pilatos pecou, os líderes que entregaram
Cristo pecaram. Pedro diz aos ouvintes:
"Vocês, com a ajuda de homens perversos,
o mataram pregando na cruz." Em Atos
2:23,
responsabilidade humana permanece, mas a
mesma frase de Atos diz: "Jesus foi
entregue pelo propósito do determinado e
preconhecimento de Deus. Há mais que o
rosto." Efésios 6 nos impede de reduzir
a batalha inteira ao nível visível. Se o
homem diante de mim se torna um inimigo
absoluto, eu começo a lutar como se
destruí-lo fosse a vitória final. Então,
respondo ao ódio com ódio, a calúnia com
calúnia, a crueldade com desejo de
vingança. Posso vencer a discussão e
servir ao diabo no processo. Posso
defender uma doutrina verdadeira como a
paixão que não nasceu do Espírito Santo.
Posso derrubar um instrumento e deixar
intocado o reino que estava operando
através daquela situação e passou a
operar em mim também. Então, a guerra
espiritual nos ensina a olhar além sem
negar o que está diante.
A justiça humana a ser buscada, limites,
proteção, disciplina, sabe? Quando
necessário. Paulo apelou a César, não
disse? Como minha luta não é contra
carne e sangue, não importa o que as
autoridades façam. Importava, mas César
não era Deus. Essa distinção é decisiva.
Não minimize a ferida. Também não
divinize quem a causou
e nunca confie na carne.
Tô olhando aqui, tem um cronômetro aqui
para mim não,
nunca falando sem fim, né?
Não confie na carne.
Carne e sangue. A expressão reduz o
homem ao tamanho que realmente possui
diante do criador.
Pode usar coroa, carne. Pode comandar um
exército, sangue. Pode receber títulos,
carne. Pode ocupar um púlpito e ter
milhares ouvindo carne. Pode assinar uma
sentença com uma autoridade. Seu coração
não consegue ordenar nem a si mesmo.
Continue batendo para sempre. O homem
que parece controlar destinos não
controla o próprio próximo minuto.
Um vaso sanguíneo, uma célula, uma
febre, uma curva na providência e toda
grandeza humana é reinterpretada. Isso
não significa que o homem não possua
dignidade. Foi criado à imagem de Deus.
Justamente por isso, não pode agir como
se fosse Deus. Sua dignidade é recebida.
Sua vida é recebida. Seu intelecto, sua
força, seu tempo, tudo é recebido. A
grandeza da criatura consiste em
permanecer criatura, adorar, receber,
servir, depender.
Jeremias diz: "Maldito é o homem que
confia no homem, nos homens, que faz da
humanidade mortal a sua força, mas cujo
coração se afasta do Senhor." Jeremias
17:5. Não significa que amizade é
pecado. Confiar nas na na nas pessoas é
pecado. Ele tá falando eh aquele que põe
sua confiança eh no conselho humano, na
força humana, na capacidade humana, na
sabedoria humana.
Ele nos está dizendo nem que conselho
humano deve ser desprezado. Deus usa
pessoas, a igreja é corpo, mas nenhuma
criatura suporta o peso de confiança
final no sentido de ser meu sustentador,
meu eh fortalecedor,
nem seu cônjuge, nem pastor, nem líder,
nem pai, nem filho, nem especialista,
nem multidão, nem você, principalmente
você. Você não confia em você. Talvez
uma das formas mais sutis de confiar na
carne seja confiar na própria
interpretação, como se não pudesse ser
enganado.
Meu coração disse: "Seu coração é carne.
Tenho certeza. Sua certeza pode ser
sincera e errada.
A memória seleciona, o medo exagera, o
desejo argumenta, a experiência é
interpretada por alguém que ainda
precisa da palavra. Não confie na carne,
nem quando ela possui o seu próprio
rosto no espelho.
E a mesma expressão que humilha o
orgulho consola o perseguido. Se homens
são carne, não os transforme em
providência. Jesus diz: "Não tenham medo
dos que matam o corpo e depois nada mais
podem fazer". Lucas 12:4. Nada mais.
Não torna a morte pequena, não é? Eles
podem matar o corpo. Torna a autoridade
humana limitada. Podem tocar o corpo,
não na nossa justificação. Podem fechar
uma porta terrena, não podem fechar o
céu. Podem destruir uma reputação, não
apagar o nome escrito no livro da vida.
Podem retirar uma função, não desfazer a
adoção. Podem tirar a vida terrena de
quem já entregou a própria vida Cristo.
O medo do homem cresce quando os
tesouros que ele pode tocar se tornam
absolutos para nós. Se a aprovação é
vida, uma crítica parece morte. Se
patrimônio é segurança, qualquer ameaça
financeira ganha poder de Senhor.
Se o relacionamento é nossa identidade,
a possibilidade de perdê-lo governa a
nossa consciência.
A carne teme carne quando os seus
tesouros estão todos na mesma altura. A
fé eleva o coração. Vocês morreram e
agora a sua vida está escondida com
Cristo em Deus. Colossenses 3:3.
escondida. O inimigo não encontra o
centro da vida cristã no lugar onde ele
procura. Pode encontrar o corpo. Cristo
está com nossa vida em Deus. Isso não
produz insensibilidade.
O cristão ainda ama, ainda sofre, ainda
pode tremer. Coragem bíblica não é
ausência de reação humana. É temor do
Senhor tornando-se maior que o temor da
criatura.
Em Deus, cuja palavra eu louvo, em Deus
eu confio e não temerei. Que poderá me
fazer o simples mortal? Salmo 56:4. Davi
sabia o que simples mortais podiam
fazer. Por exemplo, estava caçando ele e
tentando matá-lo, mas viu uma realidade
maior.
E
o instrumento não é toda música nunca.
Os sabeus roubaram Jó, homens reais,
responsáveis, mas o livro abre a
cortina. Satanás estava por trás do
ataque. Em Apocalipse, Jesus diz: "O
diabo lançará alguns de vocês na
prisão". Apocalipses 2:10. Demônios não
precisam aparecer com correntes. Homens
farão a prisão. Mas Jesus enxerga a
guerra por trás de todos os agentes.
Judas beija a Cristo. Satanás entrou no
propósito. Pedro tenta impedir Jesus de
ir à cruz. Jesus responde: "Para trás de
mim, Satanás". Pedro não era o diabo,
era discípulo amado, mas sua fala
naquele momento servia a lógica do
tentador. Glória sem cruz
é perturbador. Satanás pode tentar usar
homens maus e homens bons, não como
marionetes inocentes. As pessoas
continuam responsáveis por suas
escolhas, palavras, mas a batalha possui
profundidade invisível. Isso deveria
mudar nosso modo de tratar o ofensor.
Não significa que não haverá lá as suas
consequências. Mas o cristão não deseja
apenas ver um instrumento destruído.
Deseja, se Deus conceder, que o
instrumento seja arrancado da mão que o
usa. Cristo na cruz, ele disse: "Pai,
perdoa-lhes não chamou a crucificação de
pequena. Seu corpo estava aberto, sangue
real, injustiça real, mas viu mais que
os algózes viam. Viu escravos que
precisavam de libertação. Estevão morre
e ora de maneira semelhante. Saulo
estava ali, respirava ameaças, guarda
suas roupas. Talvez ninguém naquele
momento imagine esse homem poderá ser
irmão. Cristo imaginava. Não, não
precisa imaginar. Ele sabia. Ele
decretou isso na eternidade. Pouco
depois, Saulo encontra o rei a quem
perseguia. A mão que servia ao reino das
trevas passa a escrever Efésios 6 para
nós. Que ironia da graça. É mais
glorioso ver um inimigo se tornar irmão
do que apenas vê-lo cair, não é?
Então, é possível vencer o irmão e
perder para o diabo. Dois cristãos
começam uma discussão legítima. Há uma
questão real. Talvez alguém esteja
errado. Talvez ambos tenham pontos que
precisam ser corrigidos. No começo
buscam verdade, então algo muda. A
ofensa ganha tamanho. A imaginação
entra. Cada frase é interpretada da pior
maneira. O desejo de esclarecer vira
desejo de vencer. A restauração deixa de
importar. Agora é preciso que o outro
seja humilhado e o diabo encontrou
lugar. Paulo já havia dito
antes aqui de Efésios 6, né? Em Efésios
4, não se ponham o sol enquanto vocês
ainda estiverem irados e não deem lugar
ao diabo. Efésios 4:26.
Lugar. Uma ofensa pode abrir território.
O inimigo sussurra aos dois lados. Para
um, se você ceder, você é um covarde.
Para o outro, pedir perdão é admitir que
perdeu. Chama orgulho de convicção,
dureza de fidelidade, suspeita de
discernimento, crueldade de coragem
profética. E ambos podem citar Bíblia.
Que tragédia. É possível defender uma
frase correta com um espírito
profundamente errado. A espada do
espírito não é a língua carnal.
A verdade não precisa do veneno do
inferno para continuar a verdade.
Isso não é apelo a uma falsa paz, a
lobos, erros, disciplina, confrontação.
Paulo confrontou Pedro. Jesus denunciou
os fariseus. Mas a pergunta não é
apenas: "Minha proposição está certa?"
Pergunte: "Meu método pertence a Cristo?
Meu alvo é restauração ou triunfo
pessoal? Estou sofrendo porque a verdade
foi ofendida ou porque minha imagem foi
ferida? Eu ficaria feliz se o outro se
arrependesse sem reconhecer que eu
estava certo em tudo?
Essa pergunta pode revelar quem começou
a lucrar com a discussão. O inferno não
precisa que você abandone a doutrina se
conseguir fazer você usar a doutrina
para alimentar a sua carne.
A verdade sem ternura, pode empurrar o
envergonhado para esconderijos. A
ternura sem verdade pode deixar a
infecção crescer até a morte. O
evangelho faz ambos, nomeia a ferida e
apresenta o curador. Gálatas 6 diz: "Se
alguém for surpreendido em algum pecado,
vocês que são espirituais deverão
restaurá-lo com mansidão.
Cuide-se, porém, cada um, para que
também não seja tentado." restaurar, não
celebrar a queda, não justificar o
pecado, não fingir que não houve, não
vir com o humanismo secular restaurar
e enquanto ajuda o outro, vigiar a si
mesmo. Porque a queda do irmão pode
produzir uma tentação nova em você,
orgulho. Eu nunca faria isso. Pedro
pensava algo parecido horas antes de
negar Cristo. Eu nunca faria isso. O
soldado ferido não demonstra coragem
escondendo o sangue até desmaiar. Ele
precisa aprender a chamar por ajuda. E o
exército precisa ser lugar onde ajuda
não significa permissividade,
mas também não execução. Confissão
precisa encontrar verdade e
misericórdia.
A igreja que não permite que ninguém
admita fraqueza, forma especialistas em
esconder. Depois se surpreende quando
pecados crescem lá no escuro. Isso não
significa que todo pecado deve ser
contado às pessoas.
Sabedoria
é necessário, mas ninguém deveria travar
todas as guerras completamente sozinho.
Nossa luta a plural no texto. Deus
preserva membros por meio do corpo. Uma
oração sustenta braço que está descendo
como de Moisés. Uma pergunta interrompe
racionalização. Uma repreensão fecha uma
porta. Um irmão lembra a promessa quando
sua mente está cheia de fumaça e não
está lembrando de uma das promessas. O
isolamento pode parecer proteção. Às
vezes é exatamente lugar onde o tentador
deseja que você esteja.
E carne, sangue. Paulo poderia ter usado
palavras impressionantes sobre inimigos
humanos. Escolhe as mais frágeis. Carne
murcha, sangue esfria. O rosto que
recebe aplauso envelhece enquanto ainda
está sendo admirado. O braço que levanta
uma espada cansa.
A voz que comanda milhares um dia pode
não conseguir pedir água. A mão que
assina destinos pode ficar imóvel sobre
um lençol. O coração que pensa ser
indispensável perde uma batida. O mundo
continua. A morte
é uma grande intérprete da criatura. Ela
não pergunta quantos títulos foram
acumulados, não lê nenhum currículo, não
se impressiona com seguidores, não
consulta patrimônio líquido, entra no
quarto do rei e no quarto do
desconhecido. Depois deixa dos corpos
pedindo a mesma terra. Todos vem do pó e
ao pó
retornam. Eclesios 3:20. Isso poderia
produzir niilismo, mas a escritura não
nos conduz para lá. A vida é preciosa
porque pertence a Deus. O corpo importa
porque Deus o fez. A dignidade humana é
real porque é imagem recebida. Mas
exatamente porque recebida não pode
servir como fundamento para a
divinização da criatura. Você é elevado
demais para tratar-se como animal sem
Deus e pequeno demais para tratar-se
como Deus. A verdadeira dignidade é
viver como criatura diante do criador.
Isso nos liberta da necessidade de ser
onipotentes.
Não somos e não precisamos ser porque o
Pai, o Pai é. A morte revela quão pouco
controle possuímos. Enquanto respiramos
sem pensar, parece que respirar é
propriedade,
até faltará. Enquanto o corpo responde,
imaginamos que a força é nossa, até uma
enfermidade mudar tudo. A criatura
possui capacidades reais. Deus nos chama
a agir, planejar, trabalhar,
administrar, mas todo poder humano é
derivado, pois nele vivemos, nos movemos
e existimos. Atos 17:28.
A luz aqui mudou porque a a a lâmpada da
frente maior, né, o foco maior mais
queimou, não é? Então ficou com menos
lugs. Até o [roncando] rebelde
usa a força emprestada de Deus para
erguer o punho contra Deus.
O pecador, os demônios. Que ironia.
Satanás também, não é? Ele existe porque
o Deus que ele odeia continua
sustentando sua existência. E todo o
poder que ele usa também pertence a
Deus. O homem orgulhoso faz exatamente o
mesmo. Pensa minha mente, minha força,
meu reino. E cada sílaba é pronunciada
com fôlego que ele não produziu. Isso
deveria mudar a forma como vivemos,
não para passividade, mas para gratidão.
Planeje, se o Senhor quiser, viveremos e
faremos isto ou aquilo. Como Tiago 4:15
diz, né? Trabalhe sabendo que capacidade
é dom. Construa sem imaginar que o
edifício segura o universo. A morte não
torna um trabalho inútil, o coloca no
lugar certo. Somos servos por algumas
horas, depois entregamos ferramentas. O
rei continua
e Jesus disse: "Seu pai também sabe que
você é carne". A expressão não humilha
apenas, consola, pois ele sabe de que
somos formados. Lembra-se de que somos
pó. Salmo 103 14, né? Acho que é. Ele
sabe.
Não descobre sua fragilidade quando você
falha. Não fica surpreso com cansaço.
Não administra aprovações como médico
que desconhece o paciente.
Conhece estrutura, história, maturidade,
limite, ferida. Sabe quanto pesa aquilo
que ninguém mais entende. Isso não
significa que todo sofrimento será
pequeno. Jó não recebeu pequena prova.
Paulo carregou aflições intensas, mas
nenhuma é caos soberano. Deus é fiel.
Ele não permitirá que vocês sejam
tentados além do que podem suportar.
Primeira Coríntios 10:13. A promessa não
é: você sempre se sentirá capaz.
Frequentemente não se sente. É.
Deus mede e prepara escape ou força para
suportar. O pai não entrega a receita
aos demônios e sai do consultório.
Homens e espíritos não decidem a dose
final. Podem desejar mais. Balaão quis
amaldiçoar. Não atravessou a palavra de
Deus. Satanás pediu Pedro encontrou a
oração de Cristo antes de encontrar a
fraqueza de Pedro. Isso impede dois
pecados. O forte não despreza o
cambaliante. Talvez não saiba quanto
peso o outro carrega. E o fraco não
precisa interpretar cada tremor como
abandono. Cristo conhece a diferença
entre hipocrisia,
que usa a fraqueza como desculpa, e
fraqueza real, que geme porque deseja
obedecer melhor.
A cana está rachada, ele não quebra. O
pavio quase apaga, fumega, ele não pisa.
Que pastor maravilhoso eh nós temos.
E a coragem nessa batalha
não é procurar sofrimento desnecessário.
Há uma caricatura de coragem cristã que
confunde fidelidade com imprudência.
Homem provoca, insulta, age sem
sabedoria, sofre reação, depois chama
perseguição. Não. Pedro diz que nenhum
de vocês sofra como assassino, ladrão,
criminoso ou como quem se intromete em
assuntos alheios. Isso aqui é não é bem
pegando todo mundo. Nunca sofra como
quem se intrometeu em assuntos alheios.
Contudo, se sofrer como cristão, ele
diz, não se envergonhe. Primeira Pedro
4:15, a causa importa. Deus não promete
abençoar orgulho só porque o orgulho
usou um vocabulário bíblico. Jesus fugiu
de determinados perigos antes de sua
hora. Paulo foi baixado num sexto,
apelou para direitos legais. Davi fugiu
de Saul. Coragem não é entregar-se a
todo risco possível. é não pecar para
escapar do risco que Deus não remove. Há
momentos de ficar, outros de sair,
momentos de falar, outros de silêncio.
Discernimento é parte da guerra,
não contra carne e sangue. Não é chamado
à irresponsabilidade diante dos homens.
É chamado a não lhes entregar o status
de soberanos. Se a lei pode protegê-lo
sem pecado, use-a. Se precisa fugir,
fuja. Se precisa denunciar algo que que
você presenciou, então denuncie, mas não
venda a consciência. Não minta para
salvar reputação. Não abandone Cristo
para preservar um lugar que Cristo pode
lhe pedir que você perca. Coragem é
saber que tudo o que realmente não pode
ser perdido está seguro eh em Cristo.
Então, Satanás eh possui uma espécie de
reino, mas não direito. Paulo fala de
principados, potestades, dominadores. A
Bíblia não trata Satanás como metáfora
para maldade humana.
Existe pessoa, inteligência, vontade,
rebelião. Cristo chama príncipe deste
mundo. Paulo chama ele de Deus desta
era. Apocalipse fala de trono de
Satanás, ou seja, há um domínio real,
mas não legítimo. Essa distinção é
fundamental. Um usurpador pode ocupar um
palácio sem se tornar rei verdadeiro. O
ladrão pode manter um objeto roubado por
décadas.
O tempo não converte o seu roubo em sua
propriedade. Satanás poderia tentar
argumentar: "Conquistei! Adão caiu, a
humanidade nasce em corrupção, mas
conquista injusta não cria direito.
Poderia dizer: "Os homens me escolheram
e há verdade terrível nisso. Jesus
disse, vocês pertencem ao pai de vocês,
o diabo, a e vocês querem realizar o
desejo dele, né? Em João 8:44.
Jesus também diz: "A luz veio ao mundo e
vocês amaram as trevas". O coração caído
ama a mentira
de da autonomia, mas criaturas não podem
votar para remover a autoridade do
criador. A rebelião faz o homem culpado,
não faz Deus deixar de ser rei por
nenhum instante. Poderia ainda dizer:
"Recebi domínio".
Satanás, né? Na tentação, Satanás fala
dos reinos como entregues a ele. Existe
permissão. Deus pode entregar pecadores
aos poderes que desejaram servir as
trevas à quais eles amam. Mas permissão
não é aprovação. Satanás não reina pela
graça de Deus, reina debaixo da corrente
de Deus. Seu trono é emprestado, seu
tempo é contado, seu território é
cercado, seus movimentos limitados.
Príncipe deste mundo, nunca rei. O
título não pertence a ele. O reino das
trevas
também possui liturgias.
O pecado não é apenas uma coleção de
atos desconectados.
Existe reino, lei, culto, doutrina. Há
mandamentos do mundo. Seja visto.
Proteja-se a qualquer custo. Não perdoe.
Não dependa. Seu desejo define quem você
é. Seu corpo é seu, seu tempo é seu,
você merece. Você está arretendo alguma
coisa. A antiga serpente não precisou
inventar uma nova religião. Continua
pregando o primeiro sermão que pregou no
Éden. Deus não é tão bom quanto diz.
Obediência impede sua realização ou seu
coração de ser realizado.
Rebelião lhe dará uma vida maior. Vocês
serão como Deus. A promessa continua. As
roupas mudam. O reino forma súditos.
Desejos viram hábitos. Hábitos viram
liturgias. Liturgias formam a
imaginação. O pecador passa a obedecer
sem perceber que chama de liberdade uma
obediência a outro Senhor. Eu faço o que
eu quero. Mas quem catequisou o querer?
Quem domina a vontade? Quem ensinou que
santidade é opressão? Quem ensinou que
dependência é fraqueza? Que perdoar é
perder? Que pureza é repressão? Que
sucesso é salvação?
Satanás governa de maneira especialmente
eficaz quando não precisa aparecer,
quando sua voz parece apenas o jeito
natural de pensar ou o meu jeito de
pensar. O reino das trevas não possui
apenas templos óbvios, pode possuir
liturgias cotidianas. O celular que
precisa ser consultado e a a cada
silêncio, não é? pode catequisar a alma
na incapacidade de ficar diante de Deus
em quietude.
A cultura da autopromoção pode ensinar o
coração a existir somente quando é visto
e reconhecido.
A pornografia ensina uma teologia do
corpo, o consumismo uma teologia da
satisfação, o ressentimento, uma
teologia da justiça. Tudo diz algo sobre
Deus, mesmo quando não usa seu nome.
É guerra de adoração. Nossa luta, nossa
guerra. Paulo diz, essa é uma guerra de
adoração. E o pecador paga tributo ao
reino que prometeu liberdade. No começo,
o preço parece pequeno, um prazer, uma
vantagem, uma vingança, uma mentira para
escapar, caluniar quem eu não gosto, uma
imagem, um segredo. Depois o ídolo cobra
manutenção, mas tempo, mais mentira.
mais rancor, mais energia, mais
ocultação, mais insensibilidade. O
pecado precisa proteger o pecado
anterior. A mentira gera outra mentira.
O caso secreto exige uma nova
arquitetura de falsidade. O amor ao
dinheiro exige preocupação contínua. O
orgulho precisa de comparação todo
tempo. A vingança precisa encontrar a
ferida para manter o ódio quente. Então
ela mesmo fica cavucando a ferida que
outro fez nela para continuar odiando o
outro. O usurpador cobra tributo, tempo,
corpo, dinheiro, imaginação,
consciência, relacionamentos e no final
não divide lucros
com o escravo, entrega apenas culpa.
Jesus disse: "Todo aquele que vive
pecando é escravo do pecado." João 8:34.
O pecado promete liberdade e entrega
servidão. Cristo pareceigir senhorio e
entrega liberdade. Que contraste, ó. O
falso príncipe manda súditos morrerem
para manter seu reino. O verdadeiro rei
morre para fazer súditos viverem.
Satanás esconde o custo até que o homem
esteja acorrentado. Cristo mostra a cruz
antes. Calcule o custo. O inimigo diz:
"Tudo será seu e toma tudo." Cristo diz:
"Negue-se e entrega uma herança que não
pode perecer". Qual rei é realmente
bondoso?
O Éden tentou responder errado. A cruz
respondeu para sempre.
E o império cabe dentro de um intervalo.
Satanás é príncipe deste mundo presente,
não
do mundo vindouro. Isso muda a escala.
Para nós, a história parece longa porque
vivíamos dentro do relógio. Para a
eternidade, o reino das trevas é uma
noite entre duas auroras.
Começa em rebelião, termina em juízo. Os
demônios sabem, perguntam a Jesus:
"Veste aqui para nos atormentar antes
da hora?"
Mateus 8:29. Antes do tempo, o inferno
possui escatologia,
sabe que a data. Tiago diz: "Os demônios
creem e tremem. Não esperam vitória
final, tremem". Apocalipse descreve o
diabo cheio de fúria porque sabe que lhe
resta pouco tempo. Apocalipse 12:1. Sua
intensidade não prova crescimento de
soberania, pode provar proximidade do
fim. O inimigo não está caminhando para
a coroação, mas para a execução. Haverá
última tentação, última acusação, último
márte, última lágrima, último funeral.
Depois, nenhuma tropa será reorganizada,
nenhuma serpente estará escondida perto
da árvore da vida. Nenhuma voz entrará
na nova Jerusalém para dizer: "Deus não
é bom". O universo será finalmente livre
da blasfêmia. Isso significa que a
guerra possui horizonte. O cristão não
foi chamado para combater por toda a
eternidade. A armadura é temporária, a
glória é para sempre, é permanente. Que
diferença isso faz numa noite longa? A
noite não deixa de ser noite, porque
sabemos que haverá manhã, mas não pode
mais fingir que é eterna para nós.
Quase tudo que realmente importa está
fora do alcance final do inimigo. Cristo
está no céu. Sua justiça não está
guardada num cofre terrestre. Tua
herança jamais poderá perecer,
macular-se ou perder seu valor. Herança
guardada nos céus. Primeira Pedro 1:4.
Seu nome está no céu. Seu sumo sacerdote
intercede no céu. Sua cidadan está no
céu. Seu tesouro pode ser transferido
para lá. Satanás pode atacar o viajante,
não pode invadir a pátria dele. Isso não
significa que coisas terrenas não
importam. importam, mas não carregam a
nossa segurança. A ovelha pode
atravessar um vale onde há lobos. O lobo
não consegue reformular o testamento do
Pai, não consegue anular a justiça de
Cristo, não consegue apagar o espírito
que selou, não consegue reescrever a
eleição eterna, não consegue fazer o
túmulo de Jesus voltar a ficar ocupado.
A segurança cristã é escandalosamente
fora do alcance da criatura. Quem nos
separará? do amor de Cristo. Romanos
8:35.
Tribulação, angústia, perseguição, fome,
nudez, perigo, espada. Paulo não
responde que essas coisas não existem.
Diz: "Em todas estas coisas somos mais
que vencedores
por meio daquele que nos amou". Nas
coisas, não sempre fora delas, o lobo
pode estar no vale. O pastor continua
dono da ovelha.
E Colossenses usa uma palavra, uma
palavra de de governo. Ele nos resgatou
do império das trevas e nos transportou
para o reino do seu filho amado.
Colossenses 1:13 transportou,
transferiu, não apenas ensinou novas
ideias,
novos métodos, não apenas melhorou o
nosso comportamento, não apenas ofereceu
terapia para o escravo, mudou o reino. O
cativo recebe nova cidadania, o antigo
senhor perde direito, o novo rei
legítimo. Essa transferência produz
efeitos. A lei que parecia opressiva
começa a parecer santa. O pecado que
parecia a casa vira uma prisão. A
vontade que nunca procurava Cristo
começa a perguntar: "Senhor, para quem
iremos nós?" O coração que não sentia a
gravidade da culpa passa a chorar.
Talvez não saiba a data exata de cada
mudança. Nem todo convertido conhece o
minuto da regeneração. Mas quando a
bandeira muda, a cidade começa a
perceber. Como saber quem governa? Não
apenas pela linguagem. Satanás tolera
vocabulário cristão religioso. Se a
lealdade não mudar. pode deixar o homem
admirar pregadores, frequentar culto,
debater teologia, desde que o trono
continua ocupado pelo ego, pelo eu.
Pergunte: quando Cristo e o pecado dão
ordens contrárias, qual Senhor você
chama de justo?
Não. Qual ordem você sempre cumpre
perfeitamente? O crente cai, mas qual
voz ele reconhece como legítima? Qual
reino lamenta ter servido?
Para onde volta? Pedro negou, não chamou
a negação de nova verdade. Judas sentiu
remorço, mas não correu ao rei. A
direção revela o governo. O súdito de
Cristo não pergunta quanto pecado posso
conservar e ainda ganhar o céu. Ele
pergunta: "Como viverei para aquele que
me tirou das trevas?
Comprados por preço. O sangue é resgate
e bandeira. E a salvação não poderia ser
confundida com reforma moral. Se o
domínio é tão profundo, a libertação
precisa ser mais que simples conselhos.
É por isso que a graça soberana brilha.
O prisioneiro não encontrou uma chave
escondida na própria cela.
não estava fundamentalmente neutro,
esperando informação. Sua vontade fazia
parte da escuridão, da escravidão. Não
há ninguém que busque Deus. Romanos
3:11. Então, Cristo entra na casa do
homem forte. Jesus diz: "Ninguém pode
entrar na casa do homem forte e levar
dali os seus bens que antes o amarre. Só
então poderá roubar a casa dele." Marcos
3:27. O mais forte chegou. A regeneração
é saque santo do reino usurpado. Cada
convertido é despojo tirado da fortaleza
do império das trevas. Isso humilha o
liberto. Ninguém entra no reino
balançando a chave e dizendo: "Descobri
como sair".
Chega com correntes quebradas nas mãos.
Eu estava morto. Ele me deu vida. Eu era
cego. Ele me fez luz. Eu amava a minha
prisão. Ele mudou meu coração.
O Salmo 110 diz: "Teu povo se
apresentará voluntariamente no dia do
teu poder
não competição. A graça não arrasta um
homem que continua odiando Cristo para
dentro do céu contra a sua vontade. A
graça muda a vontade, faz o escravo ver
o rei como belo. Então ele vem
livremente porque foi libertado para
querer. Isso torna a conversão um
milagre e não pequena melhora moral. Por
isso, essa verdade pode ser pregada a um
homem regenerado. A escritura não
diminui a força do inimigo.
Homem forte, Jesus diz, leão, dragão,
príncipe da potestade do ar. A Bíblia
não usa esses nomes para decorar uma
historinha infantil. Há poder. Realmente
Paulo diz poderes.
O adversário é mais antigo que nós, mais
experiente em tentar do que qualquer
homem em resistir. É espírito. A queda
destruiu santidade nele. Não removeu a
natureza angelical. Os anjos são
descritos como poderosos. Não sofrem da
mesma maneira nossas limitações
corporais. Não precisam dormir, não
envelhecem como nós. Isso significa
autoconfiança. É loucura. Você não vence
essa guerra com temperamento forte, nem
QI, nem disciplina natural, nem
experiência.
Pedro estava com Jesus por anos e caiu
em poucas horas. Adão não possuía
corrupção interna antes da queda e ainda
assim caiu.
Sem a graça não podemos ficar de pé.
como descendentes de Adão, poderiam
vencer por força natural um inimigo
diante do qual Adão caiu sem ter
concupiscência dentro de si. É
exatamente por isso que Paulo começou:
"Fortaleçam-se no Senhor e na força do
seu poder. Não em você, nunca em você. O
reconhecimento da força inimiga deveria
produzir dependência cada vez mais
crescente. Não fascinação, mas também
nem pânico, dependência.
E ferro não corta espírito. Por isso, as
armas não são físicas.
Objetos religiosos não fornecem proteção
automática. Uma bíblia fechada ao lado
da cama não é um amuleto.
Água não assusta o reino espiritual por
possuir uma fórmula humana sobre ela.
Uma cruz no pescoço não substitui estar
unido ao crucificado. Repetir o nome de
Jesus sem submissão a Jesus não cria
autoridade. Como eu disse, os filhos de
serva tentaram em nome de Jesus a quem
Paulo prega. O espírito maligno
responde: "Jesus, eu conheço, Paulo eu
sei quem é, mas vocês quem são?" Atos
19:15, né? Que cena. Conheciam a
fórmula, não pertenciam ao rei. Guerra
espiritual não é técnica,
é reino, verdade, justiça, fé, palavra,
oração, tudo ligado a Cristo somente. O
poder não está em nossa performance de
espiritualidade, está no Senhor. Por
isso, arma eficaz pode parecer simples.
Uma promessa recebida pela fé, uma
oração quase sem voz, uma confissão
honesta, um não dito a tentação, porque
Cristo é mais precioso. O inferno não
mede a arma pela teatralidade. O reino
não depende
de espetáculo.
E Paulo usa plurais, principados,
poderes, dominadores, forças.
Satanás não é onipresente, não pode
estar em todo lugar, mas não está
sozinho. A hostes. O evangelho mostra
uma legião ocupando um único homem. Isso
não foi dado para alimentar especulação
sobre números, hierarquias e mapas que
Deus não revelou. foi dado para retirar
nossa ingenuidade. A guerra não se
resume a encontros ocasionais com um
tentador isolado. O reino das trevas
atua em gerações, culturas, sistemas,
lares, igrejas, governos, pessoas, sem
nunca sair da providência e governo de
Deus. Há ainda algo perturbador,
unidade.
Isso realmente é estranho, não é?
Demônios não possuem amor, mas possuem
aliança de ódio. Jesus responde à
acusação de expulsar demônios por
Satanás. Se Satanás expulsa a Satanás,
está dividido contra si mesmo. Como
então seu reino poderá subsistir? Mateus
12:26. O inferno entende que divisão
enfraquece. A igreja possui o Espírito
Santo, um Senhor, uma fé, um batismo, um
Pai. o amor de Cristo e ainda assim
frequentemente oferece ao adversário o
espetáculo de irmãos destruindo irmãos.
Que vergonha!
Não acontece entre os demônios. O reino
sem amor coopera para destruir o reino
que recebeu amor. Isso não significa
unidade a qualquer preço, né, para nós,
principalmente ao preço da verdade,
porque verdade é a armadura. Lobos
existem, mas existe diferença entre
lutar pela verdade e usar a verdade para
alimentar o nosso orgulho. Satanás pode
tolerar que você vença uma controvérsia
se a vitória o tornar mais parecido com
ele.
O corpo pode ser caminho para atacar a
alma. Satanás não cria matéria, não cria
vento, não cria fogo, não cria corpo.
Mas quando Deus permite, pode usar
aquilo que existe. Jó, tempestade,
feridas, bens, filhos. O alvo, porém,
vai além da matéria. Nunca é a matéria.
O sofrimento pode ser usado como
argumento: Deus não é bom. A insônia
pode tornar a mente mais vulnerável. A
dor pode tentar transformar lamento em
murmuração. A prosperidade também pode
ser usada. Você não precisa mais
depender.
Ah, meu futuro está garantido.
A mesma coisa pode servir
intenções diferentes. O corpo ferido não
significa automaticamente ação demoníaca
específica. A Bíblia não nos dá licença
para atribuir cada enfermidade
diretamente
a demônios. Jesus distingue a doenças,
há eh opressões, há aflições com causas
diversas. Precisamos evitar superstição,
mas também não devemos materializar o
universo até fingir que realidade
espiritual não existe de maneira
contínua e real.
O ponto é, o inimigo pode explorar
qualquer circunstância para atacar a
nossa confiança em Deus. A resposta não
é procurar um demônio atrás de cada dor,
atrás de cada situação. É permanecer
sobre o senhorio de Cristo em cada dor,
em cada situação. Talvez você não saiba
qual agente secundário esteve envolvido,
mas pode ainda saber, Deus reina.
E
essa é
uma necessidade
eh termos uma medida correta.
Realmente esses poderes são grandes com
relação a nós, mas só são poderes
emprestados em relação a Deus. O poder
do inimigo é real e totalmente limitado,
malicioso e totalmente derivado. Na
verdade, da mesma maneira que o ar que
respiramos para pecar é de Deus, todos
os poderes do homem caído é de Deus. O
dos demônios também é. Não existe uma
única capacidade em Satanás que não
dependa do criador para continuar
existindo.
Até para ele continuar existindo. Ele
odeia Deus com força que Deus sustenta
como uma existência criada.
Não há independência metafísica,
nem no maior rebelde. Pilatos olha para
Jesus e diz: "Você não percebe que eu
tenho poder para libertá-lo e para
crucificá-lo?" Jesus responde: "Você não
teria nenhuma autoridade sobre mim se
esta não lhe fosse dada de cima". João
19:11. Nenhuma. O governador pensa estar
diante de um réu. O réu explica de onde
vem a autoridade do governador. Não é
fatalismo. Cristo está indo
voluntariamente para o altar. Pilatos
possui uma jurisdição temporária. O
cordeiro carrega um propósito eterno. É
por isso que ele está ali. O soldado
cristão precisa aprender a olhar para a
ordem por trás do carro
que vem dirigindo aquela aquelas
carroças com as com as eh com as grades,
não é?
ou depois que ele já está preso, ele
precisa olhar para a ordem por trás do
carcereiro.
Isso não absolve o carcereiro, nem
aquele que veio prender, mas impede que
ele se torne de Deus. Davi ouve Simei
amaldiçoar ele. Não diz que Simei é, sei
lá, inocente,
mas tarde haverá responsabilidade. Mas
naquele momento Davi reconhece a mão
humilhadora de Deus da providência.
Ali Jó vê diversos agentes e diz: "O
Senhor deu e o Senhor o levou". Louvado
seja o nome do Senhor. João 1:21. Ele
não sabia do conselho celestial, mas
sabia que Deus ocupava o trono.
Essa é fé. Não negar causas secundárias,
submetê-las à causa suprema. Não é a
corrente pode eh ser longa, mas ainda é
corrente. Imagine um cão furioso, dentes
reais, força real, ódio real, preso a
uma corrente. Quem está fora do alcance
não deveria colocar a mão perto da sua
boca para provar que não sente medo. A
corrente não transforma o cão em
brinquedo, mas o cão não decide o
cumprimento da corrente.
Esse é um modo útil de pensar sobre
Satanás. Perigoso, limitado. Ele deseja
mais do que consegue. Sua malícia não
conhece nenhuma moderação, nenhum
limite. Sua permissão, sim. Gostaria de
destruir o povo de Deus, não pode.
Gostaria de apagar os decretos de Deus?
Toda a tentativa termina servindo
ao que ele queria impedir. Faraó mata
meninos hebreus. Moisés é criado na casa
de Faraó. Herodes tenta matar o menino.
O Egito vira abrigo. Satanás entra em
Judas.
A traição leva Cristo ao altar, onde os
principados serão despojados.
O inferno sempre descobre tarde demais
que não existe fora da providência. Isso
não torna um pecado necessário, como se
devêsemos
celebrá-lo. Deus não precisa do mal. Ele
governa sobre o mal de modo tão absoluto
que o mal não consegue escapar a sua
sabedoria.
Então José disse: "Vocês planejaram o
mal contra mim, mas Deus o tornou em
bem." Em Gênesis 50:20, mesma história,
e intenções opostas. O pecado continua
pecado, Deus continua santo, mais
soberano.
E Satanás também erra. Ele não lê o
coração como Deus. Observa, infere,
testa.
E pode errar. Acusou Jó. Será que Jó não
tem razões para temer a Deus? Sua tese,
Jó ama presentes. Retire-os e ele
blasfemará. Jó sofreu, disse coisas que
precisaram de correção, mas Satanás não
conseguiu produzir o resultado que ele
anunciou.
Deus o desmentiu. O inimigo não conhece
o futuro como decreto. Pode conhecer
promessas bíblicas, pode inferir, pode
planejar, mas não possui a mente de
Deus. Isso significa que não precisamos
transformá-lo num estrategista
infalível. Ele é astuto, não absoluto,
poderoso, não onisciente, antigo, não
eterno. Seu conhecimento é um
conhecimento de criatura. Sua
inteligência é corrompida pela rebelião.
Todo pecado possui um elemento de
irracionalidade.
Satanás sabe que Deus é Deus e continua
se opondo. Nenhuma inteligência santa
faria isso. É brilhante
para destruir Satanás e infinitamente
tolo quanto ao bem. O cristão não deve
subestimá-lo, nem atribuir a ele a
perfeição que pertence a Deus. Então, o
inimigo não converte ninguém ao mal,
como Deus converte ao bem. Satanás pode
pressionar, seduzir, enganar, ameaçar,
criar ocasiões, aproveitar desejos. Mas
a escritura não apresenta o pecador como
alguém que amava a santidade e foi
mecanicamente forçado a escolher aquilo
que odiava. O pecado é voluntário, a
responsabilidade permanece. Isso importa
porque algumas pessoas usam guerra
espiritual para terceirizar
arrependimento. Foi Satanás. Talvez ele
tenha tentado, mas você quis. Todo
pecado. Você quis. Confesse seu querer.
Ao mesmo tempo, a conversão é descrita
de modo diferente. Deus não apenas
sugere o bem a um coração que continua
igualmente morto. Ele tira o coração de
pedra, dá coração de carne, abre o
coração de Lídia para atender a
mensagem, faz luz da vida. A graça
eficaz não é equivalente à sedução
diabólica em direção oposta. Deus não
peca contra a vontade. Ele liberta a
vontade da escravidão. Faz o cativo
querer o rei que antes não queria.
Satanás explora a corrupção. Deus cria
nova vida. Um deforma, o outro regenera.
Não há dualismo.
Se estamos preservados hoje, não é
porque o inimigo esqueceu o nosso
endereço. Talvez
uma frase precise ser lembrada. Você
chegou até aqui. Não porque Satanás se
tornou menos malicioso, não porque não
encontrou mais nada para explorar, não
porque sua disciplina o impressionou,
seu compromisso o impressionou. Não,
porque a carne deixou de existir. O
guardião de Israel não dorme. O guarda
de Israel não cochila. Ele não permitirá
que você tropece. O seu protetor se
manterá alerta. Sim. O protetor de
Israel não dormirá. Ele está sempre
alerta. Salmo 121 3 e 4. Você dorme,
Deus não. Você esquece algumas portas,
Deus conhece. Você percebe uma parte da
batalha, Deus vê tudo. Se sua atenção
dependesse da nossa atenção, ninguém
chegaria.
Perseverança não é prêmio pela
vigilância perfeita, é graça que produz
vigilância e preserva, apesar de sua
imperfeição. Cristo disse a Pedro: "Eu
orei por você para que a sua fé não
desfaleça." Lucas 22:32.
[roncando] A intercessão vem antes da
queda. Que esperança! Pedro vai
descobrir o tamanho da sua fraqueza.
Cristo já conhece o tamanho da fraqueza
de Pedro. Satanás quer transformar
peneira em apostasia. Cristo determina
que a peneira não possuirá a última
palavra. Quando você se converter,
fortaleça os seus irmãos. Quando o
Senhor já olha para o outro lado da
noite
e
poder ministerial, essa verdade é
estranha. Satanás não deseja servir a
Deus, mas Deus pode fazê-lo servir a
seus propósitos e faz.
O assírio em Isaías não pensa: "Sou o
instrumento de um Deus santo". Ele
pensa: "Vou destruir, vou roubar". Mas
Deus diz, é ele o cetro da minha ira.
Isaías 10:5. Depois julgo o orgulho do
instrumento. Uma intenção não cancela a
outra. Há um episódio ainda mais
perturbador, né? Em Primeira Coríntios
5, um homem é entregue a Satanás para
que o corpo seja destruído e seu
espírito seja salvo no dia do Senhor.
Primeira Coríntios 5:5. O inimigo deseja
destruir. Deus usa a própria severidade
como disciplina orientada à salvação.
Satanás não sabia transformar-se
em pastor. Deus o transforma em vara
involuntária. Jonas pensa que o peixe é
sepultura, o peixe vira transporte.
Aquilo que parecia engolio, o leva para
a praia, onde precisa obedecer. Isso não
torna a aflição desejável, né, por si
mesma. Não devemos procurar tentação
para amadurecer. Jesus nos ensinou a
pedir: "Não nos deixes cair em
tentação". Mas quando Deus permite a
batalha, podemos confiar que o inimigo
não recebeu a caneta final. A
autoconfiança cresce em tempos calmos.
Então, uma tentação expõe: "Eu não era
tão forte quanto pensava." Satanás
queria destruir fé. Deus destruiu a sua
presunção. O homem que julgava os caídos
passa a chorar por si mesmo. O homem que
falava de graça como sistema, passa a
precisar dela como pão. Quem ganhou?
Certamente
não o tentador. E a cruz é a
demonstração suprema. Nenhum texto sobre
providência deveria ser pensado longe do
Calvário. Heródes, Pilatos, Judas,
líderes religiosos, multidão, soldados,
Satanás,
diversas intenções, medo, covardia,
inveja, avareza, ódio, engano. diz: "De
fato, Herodes e Pôcio Pilatos
reuniram-se com os gentios e com o povo
de Israel nesta cidade para conspirar
contra o teu santo servo Jesus, a quem
ungiste. Fizeram o que o teu poder e a
tua vontade haviam decidido de antemão
que acontecesse."
Atos 4:27 28. Não existe texto mais
desconfortável para o dualismo, né? O
pior pecado da história não escapou ao
propósito decretivo de Deus, do Deus
santo. E Deus não se tornou pecador. As
mãos humanas continuam culpadas. Satanás
continua maligno. O cordeiro continua
voluntário. O pai continua santo e a
cruz continua decretada.
O príncipe das trevas acreditava estar
apagando o filho. Estava cooperando
involuntariamente com o golpe que
quebraria seu direito de acusar.
Colossenses 2
a diz: "Cristo despojou os poderes e as
autoridades, fez deles um espetáculo
público triunfando sobre eles na cruz,
no versículo 15, né? Na cruz, o lugar
que parecia triunfo das trevas era
derrota das trevas." Isso muda a forma
como olhamos para providências que ainda
não compreendemos. Não sabemos o que
Deus está escrevendo, mas vimos o
calvário. Sabemos que escuridão visível
não significa ausência do propósito
santo.
E devemos lembrar que o acusador pode
mostrar pecados reais. O advogado
mostra feridas reais também. Satanás não
precisa inventar todo material de
acusação. Nós pecamos. Há fatos
vergonhosos, palavras que não deveriam
ter sido ditas, desejos, quedas,
negligências. O acusador pode apontar
coisas reais, mas sua conclusão é falsa
quando diz ao crente, portanto, Cristo
não basta. Apocalipse chama Satanás o
acusador dos nossos irmãos, mas diz,
eles o venceram. Como? Se era uma
acusação,
uma acusação verdadeira, como poderia
alguém vencer uma acusação verdadeira
diante da santidade de Deus? Eles o
venceram pelo sangue do cordeiro, porque
o sangue justifica, o sangue pagou.
Apocalipse 12, 10 e 11. Sangue não pela
alegação da nossa inocência ou de uma
justificativa ou do humanismo secular.
Não vencemos o acusador dizendo: "Não
pequei". Foi os hormônios, foi você, foi
o mundo. Não, não, não vencemos o
acusador assim com racionalizações
humanistas.
Ele sabe que é mentira. Vencemos,
pequei, confessei, Cristo morreu. Minha
justiça não é minha.
Venceram pelo sangue do cordeiro.
Ele mostra cicatrizes vergonhosas. O
advogado mostra feridas salvadoras.
Ele diz: "Veja o que você fez." Cristo
diz: "Veja o que eu fiz". Ele diz: "Sua
obediência é imperfeita". E é verdade.
Cristo diz: "Minha obediência é
perfeita". Ele diz: "Você merece
condenação".
O evangelho, sim, mas não a condenação
para os que estão em Cristo Jesus. O
acusador não perde porque aprendemos a
falar melhor sobre nós
ou a nos defender.
Perde porque existe um cordeiro que
satisfez a justiça. Eles o venceram pelo
sangue do cordeiro. Venceram o acusador
de nossos irmãos.
E Satanás pode penerar Pedro, mas não
pode impedir sua volta. Essa frase
resume muito da perseverança
final dos santos. Satanás pode derrubar
não definitivamente aquele por quem
Cristo intercede. Pode lançar Paulo na
prisão, a prisão vira púlpito. Pode
matar Estevão, o sangue se torna
testemunho diante do homem que será
Paulo. Pode fechar uma porta, Deus abre
outra. Pode tirar conforto, Deus forma
dependência.
Pode aumentar a pressão, o Pai mede a
graça necessária. Isso não significa que
toda a história terrena terminará com
reversão visível. Nem todo Marte é
libertado da prisão. Hebreus 11 fala dos
que escaparam da espada e dos que foram
mortos pela espada. A mesma fé, a mesma
aprovação, vitórias diferentes aos olhos
da terra. O ponto não é Deus sempre
mudará a circunstância.
É, nenhuma circunstância mudará o
decreto de Deus sobre aqueles que ele
deu a Cristo. A morte pode parecer a
maior vitória do inimigo. Para o
cristão, é um momento em que todo poder
da carne remanescente termina.
O último pecado ficou para trás. A
última tentação, a última acusação.
A alma entra na presença do rei. O
inimigo matou. Não, a morte abriu a
porta que Cristo já havia transformado
em entrada. Para mim, o viverem Cristo e
o morrer é lucro. Filipenses 1:21.
Que inimigo consegue governar um homem
que pode dizer isso? Que inimigo
consegue governar um homem que pode
dizer: "Para mim, o viver é Cristo e o
morrer é lucro?"
Não conte os dentes do lobo mais do que
ouve a voz do pastor. Sabe, muitas
pessoas fazem isso. Conhecer a guerra é
necessário. Efésios 6 não nos permite
ignorância, mas existe um tipo de
interesse em Satanás que deixa de ser
vigilância e vira fascinação. Quer saber
nomes que a Bíblia não deu, hierarquias
que a Bíblia não explicou, mapas
invisíveis que Deus não revelou. A
intenção
da pessoa e a sua atenção sai de Cristo.
O lobo fica enorme, o pastor fica
pequeno. Isso também pode ser silada. A
segurança da ovelha não está em saber
quantos dentes o lobo possui, está em
pertencer ao pastor. Jesus diz: "As
minhas ovelhas ouvem a minha voz. Eu as
conheço e elas me seguem. Eu lhes dou a
vida eterna e elas jamais perecerão.
Ninguém as poderá arrancar da minha mão.
Jó 10 278.
Eu as conheço. Talvez essa seja uma das
frases mais fortes contra o medo. Não
elas conhecem cada estratégia do
inimigo. É ele dizendo: "Eu as conheço.
Ele nos conhece". O conhecimento
decisivo vem do pastor. Então, seja
sóbrio, conheça o que a Bíblia revela,
resista. Vista a armadura, mas não viva
com os olhos fixos na serpente. Não é de
Gênesis 3:15.
Não termina o nosso olhar com a
serpente, termina com
o olhar da cabeça da serpente esmagada.
Nossos olhos ficam fixos em Cristo, o
autor e consumador da nossa salvação.
Então, o leão ruge. O leão de Judá
venceu o leão que ruge. A escritura usa
imagem de leão para Satanás e usa uma
imagem maior. Não chore. Eis que o leão
da tribo de Judá, a raiz de Davi,
venceu. Apocalipse 5:5. venceu. João
olha e vê um cordeiro como tendo sido
morto. Leão, cordeiro. O poder de Cristo
é inseparável de sua obra sacrificial.
Ele vence morrendo, reina porque
obedeceu até a morte, ressuscita,
asende eh a ao céu. Então, eh Efésios 1,
não é? muito antes de chegar em Efésios
6, já colocou o Cristo muito acima de
todo governo e autoridade, poder e
domínio. Efésios 1:21. Antes de
chegarmos a Efésios 6, o resultado já
foi colocado no capítulo 1. Isso é
crucial. Não começamos a guerra no
capítulo 6 para chegar ao resultado e
esquecemos o trono do capítulo 1.
Satanás crescerá demais em nossa
imaginação. Se for assim, Paulo já disse
Cristo está muito acima. Depois diz: "Há
principados,
leia os principados debaixo do muito
acima. Há poderes de baixo, dominadores
de baixo, forças espirituais de baixo,
não inativas, não imaginárias, mas
debaixo. A igreja não luta para colocar
Jesus no trono, luta porque Jesus está
no trono.
E o trono de Satanás é emprestado, onde
Cristo é eterno. Tudo converge para essa
diferença. Satanás possui autoridade
concedida por Deus por um tempo. Cristo
possui toda a autoridade nos céus e na
terra. Mateus 28:18. Não recebida como
empréstimo de um soberano superior que
pode perdê-la, pertence ao mediador
exaltado por decreto eterno do Pai. O
inimigo reina por mentira, Cristo pela
verdade. O inimigo usa medo, Cristo faz
filhos clamarem: "A pai". O inimigo
promete liberdade e escraviza. Cristo
ordena submissão e liberta. O inimigo
acusa, Cristo justifica. O inimigo
devora seus súditos. Cristo dá sua carne
pela vida do mundo. O inimigo mantém-se
no trono exigindo sacrifícios. Cristo
sobe ao trono depois de se oferecer como
sacrifício.
Que reis diferentes.
Um príncipe usurpador, um rei
crucificado e ressuscitado. Não existe
simetria. Existe uma eternidade de
distância.
Existe o infinito do criador para
criatura.
Então, não fale do diabo menos do que a
Bíblia, mas também não fale mais do que
a Bíblia. Dois erros. Um transforma
Satanás em metáfora. Todo texto sobre
demônios vira apenas linguagem antiga
para processos humanos.
Todo mal humano não vem
quando tudo é humanismo, nem de dentro
do coração do homem. e nem
das potestades. Vem da nossa biologia
que não tá funcionando direito, né? A
guerra espiritual desaparece.
O outro erro atribui quase tudo
diretamente ao diabo. Um pneu fura,
Satanás. Um resfriado, Satanás. Uma
discussão, Satanás. Uma porta fechada,
Satanás. A Bíblia é mais sóbria. Há
mundo, carne, diabo, a providência, há
consequências naturais, a disciplina, a
escolhas humanas, há sofrimentos sem
explicação de agente secundário. Não
precisamos inventar.
A revelação é suficiente. Satanás é
real, criatura, poderosa, cruel,
inteligente, totalmente limitada,
condenada. Essa descrição é suficiente
para vigilância e insuficiente para
qualquer fascinação. O cristão não
precisa tornar o culto mais detalhado do
que Deus decidiu revelar. Sabe
o oculto que Deus deixou oculto? O
cristão não está interessado. Fé não
preenche silêncios bíblicos com sua
imaginação ou sua criatividade.
E a unidade da igreja é resistência
espiritual. Há uma ironia dolorosa.
Demônios não possuem amor, mas cooperam
em ódio. A igreja possui o amor de
Cristo, mas às vezes, como eu disse
antes, né, se divide para orgulho.
Satanás não se importa se nossas
controvérsias
usa palavras ortodoxas, se o espírito eh
da de controvérsia é carnal.
Pode perder um argumento e ganhar dois
irmãos amargurados. pode permitir que um
homem defenda corretamente a
justificação pela fé se esse homem
depois eh sai da confusão, da daquela
discussão justificando a si mesmo e
esquecendo a justificação pela fé, ou
pior, justificando a sua crueldade ou
seu orgulho.
Ele pode assistir à defesa da soberania
de Deus se ela produz soberba humana. O
inimigo conhece o valor estratégico da
divisão. Por isso, perdão é guerra.
Pedir perdão é guerra. Suportar
a falha dos nossos irmãos é guerra.
Recusar a interpretação mais maliciosa
da fala do irmão é guerra. Corrigir com
lágrimas é guerra. Manter verdade sem
saborear a destruição do outro é guerra.
A unidade não é decoração para igrejas
armaduras. É parte da armadura de um
povo que possui um só senhor.
Quem está lucrando com esta guerra?
Talvez essa pergunta precise entrar em
nossas discussões. Cristo está sendo
honrado. A verdade está ficando mais
clara. O pecador está sendo chamado ao
arrependimento. O fraco está sendo
protegido. A igreja ficará mais santa ou
existe dentro de mim uma satisfação
em ferir? Eu quero restauração ou apenas
a última palavra ou difamar.
Se o outro pedisse perdão sem reconhecer
todas as minhas
razões boas, eu o receberia?
Ou preciso vê-lo humilhado para sentir
que justiça foi feita? Essas perguntas
não substituem a análise da verdade
objetiva da palavra. Uma doutrina
continua falsa mesmo se seu defensor for
uma pessoa muito gentil. Uma doutrina
verdadeira continua verdadeira, mesmo se
alguém a defender
sem gentileza. Mas o cristão não quer
apenas estar certo, quer estar do lado
de Cristo enquanto está certo. É
possível ganhar do irmão e perder para o
diabo. O soldado disciplinado não
golpeia companheiros para demonstrar que
sabe usar uma espada. Então, permanecer
não significa que o adversário é
imaginário. Paulo não produz coragem
negando a guerra. produz, colocando-a na
escala correta. A carne é fraca, o
inimigo é poderoso, homens podem ferir,
a igreja pode se dividir. A igreja está
composta de homens pecadores e
imperfeitos. O coração pode enganar, a
noite pode ficar longa, mas
Jesus Cristo é Senhor. Não será depois
que terminarmos de ajudar a ele. Ele é.
O trono não depende do resultado da
próxima eleição, da próxima guerra, da
próxima geração, da próxima
controvérsia. Cristo reina. E porque
reina podemos obedecer sem pânico. A fé
não precisa fabricar um universo em que
o inimigo é fraco. Precisa enxergar o
universo em que Deus é Deus.
Isso é totalmente diferente.
Cristo não nos amou de longe. Há uma
imagem no próprio coração dessa guerra
que não pode ser esquecida. Cristo
entrou, não ficou atrás das muralhas
enviando instruções para os soldados que
morreriam por uma causa que ele próprio
não queria tocar.
Visto que os filhos são pessoas de carne
e sangue, ele também participou dessa
condição humana para que por sua morte
derrotasse aquele que tem o poder da
morte. Isto é, o diabo. Hebreus 2:14.
Carne e sangue, ele tomou sem pecado. O
texto de Hebreus liga diretamente
encarnação e derrota do diabo. O filho
entrou na condição humana, sentiu fome,
cansaço, dor, rejeição, conheceu a
aproximação do inimigo. No deserto,
Satanás oferece atalhos, pão sem
submissão, proteção transformada em
presunção, reino sem cruz. Cristo
resiste, está escrito. Depois,
Getsemman,
a taça, o cálice, não uma tentação para
o pecado
produzida no coração.
Ele não tinha corrupção, mas pressão
real externa.
Se possível, a obediência seja feita à
tua vontade. Depois, soldados, pregos,
trevas. O filho não recua. Cristo não
nos amou como espectador, entrou na
arena. Isso muda como tratamos o pecado.
Como acariciar aquilo que exigiu seu
sangue. Como chamar de pequeno inimigo
que o levou à cruz.
Não porque Satanás tenha dominado o
filho. Cristo se entregou, mas o pecado
que consideramos brincadeira é
exatamente aquilo que precisou ser
espiado com seu sangue. O amor não
apenas consola depois da nossa queda, o
amor arma antes do combate.
E o coração então precisa de um amor
maior. Resoluções ajudam, limites
ajudam, disciplina ajuda, temor das
consequências pode nos determinadas
ocasiões. Mas se o pecado continua sendo
o nosso maior tesouro, mais cedo ou mais
tarde, o coração procurará um caminho
para voltar. A santificação precisa
atingir as nossas afeições. Ele me amou
e se entregou por mim. Gálatas 2:20.
Essa frase precisa deixar de ser apenas
uma ideia correta.
Não sentimentalismo. Realidade. O filho
me amou conhecendo minha culpa,
conhecendo o preço. Não minimizou a
justiça, suportou-a em meu lugar,
ressuscitou, intercédio como usar a
liberdade comprada para voltar para
Correntes.
Como proteger o ídolo do qual o rei veio
me libertar? O pecado diz: "Eu amo
você". A cruz responde: "Veja como o
pecado trata aquilo que ama." Ele
devora. Cristo se entrega. O pecado
promete prazer e pede sangue do pecador.
Cristo dá o próprio sangue ao pecador
que nada podia pagar.
Quando essa beleza entra na imaginação,
a tentação perde
sua inocência, né? Parte da sua
inocência. A faca que feriu o amado não
parece mais um brinquedo para nós.
E a guerra espiritual precisa aprender
uma
assimetria
com pessoas misericórdia, com pecado,
severidade. Jesus manda amar inimigos.
Paulo manda mortificar o pecado. Nunca
inverta. Há cristãos severíssimos com
pessoas e delicados com seus próprios
ídolos.
Ferem irmãos, preservam a serpente. O
evangelho faz o contrário. Tenha
compaixão do ferido. Proteja, corrija o
errante. Se necessário, discipline, mas
não transforme o homem em inimigo
ontológico que precisa ser aniquilado.
Ao pecado, não ofereça cavalheirismo.
Não mantenha reserva. Não guarde um
caminho de volta. Não racionalize, não
deixe o número, a senha, a imagem, a
justificativa.
Não derrube a tentação hoje e a trate
amanhã como uma antiga amante com quem
teve uma discussão.
Paulo diz: "Não façam morrer algumas
manifestações. Não façam morrer. A causa
é a glória de Deus. O método é a graça.
O alvo é morte do pecado. Não apenas
melhor maquiagem.
Transforme cada convicção em decisão. Há
um momento em que saber não basta. Você
já sabe onde está a porta, então feche,
procure ajuda, confesse. Mude rotina,
corte a fonte. Talvez isso pareça pouco
espiritual. Queríamos uma experiência
que retirasse todo o desejo
instantaneamente. Às vezes Deus faz
libertações surpreendentes, mas
normalmente a santificação inclui
obediência muito concreta. Jesus diz:
"Se o seu olho direito o o fizer pecar,
arranqueou". Não é mutilação física, é
linguagem de radicalidade.
Não trate como indispensável aquilo que
arrasta a sua alma. Talvez o olho, entre
aspas, seja algo bom em si. E é ainda
assim, se virou ocasião repetida de
queda, precisa ser submetido. O orgulho
diz: "Eu deveria ser capaz de lidar com
isso." Mas a sabedoria diz: "Eu quero
chegar ao fim". Não é vergonha precisar
de ajuda. Vergonha maior é amar a
aparência de força mais do que a própria
santidade.
E é a oração que chama o céu para o
campo. A guerra é pessoal, a força não
é.
não é privada. Jacó precisa encontrar
Esaú antes fica sozinho com Deus. Davi
enfrenta o conselho de Aitofel. Ora, ó
Senhor, transforma em loucura os
conselhos de Aitofel. Segunda Samuel 15.
E Deus trabalha por meios. A oração não
informa o céu de uma emergência que Deus
desconhecia. É confissão de dependência.
Senhor, este desejo já me derrubou. Esta
crítica me torna outra pessoa. Este medo
fala alto. Esta perda está expondo um
ídolo. Eu conheço meu histórico. Não me
deixes entrar como se fosse forte.
Dependência não é covardia, é
inteligência de criatura. O soldado que
chama reforço divino não está
envergonhando
sua maturidade. Está demonstrando que
aprendeu a primeira lição de Efésios 6.
Fortaleçam-se
no Senhor. E a oração também é
comunitária, nossa luta, não apenas
minha luta.
Paulo terminará a armadura dizendo:
"Orem no espírito em todas as ocasiões
por todos os santos". Efésios 6:18.
Todos o exército ora pelo exército.
Talvez você esteja de pé hoje porque
alguém orou quando você nem sabia que
estava sob ataque. Talvez uma mãe, um
pastor, um amigo, uma igreja. A
providência possui fios que nós veremos
apenas na glória. Moisés levanta as
mãos, cansa, Arão e Ur sustentam. Israel
vencecem. Há batalhas nas quais Deus
decidiu mostrar que ninguém é
autossuficiente. Você precisa de irmãos
e irmãos precisam de você. Não para
substituir Cristo, para ser instrumento
de Cristo. O individualismo pode vestir
linguagem de espiritualidade. Eu e Deus
resolvemos.
Às vezes Deus responde: "Eu vou resolver
por meio do corpo que você está tentando
evitar.
E a guerra que termina um dia. A carne
não ajudará mais o tentador. Aqui o
inimigo de fora encontra corrupção
dentro. No céu não. Nenhuma inclinação
interna
responderá a nenhuma isca.
Nenhuma memória será usada para sedução.
A ideia de que você vai lembrar de
coisas daqui e você vai lembrar de tudo.
Isso te levará a qualquer coisa que seja
contrário a Deus. Eh,
completa eh
insanidade, não é? Nenhum medo abrirá
brecha, nenhuma feição abrirá algo
contra a justiça de Deus e a sua beleza.
Nenhum desejo chamará veneno de
alimento. Nenhuma imaginação construirá
um altar.
A santificação será completa. A morte,
por isso, não é vitória do pecado sobre
o crente. É o momento em que a presença
do pecado perde o último território que
possuía na nossa peregrinação. Assim
seremos para sempre com o Senhor.
Primeira Tessalonicenses 4:17. para
sempre, sem luta contra a carne. Que
descanso.
Uma última acusação, depois silêncio.
Imagine o dia em que Satanás não poderá
formular mais uma frase contra os
santos. Nenhum e si, nenhum você não é.
Nenhum lembre do que você fez. Nenhum
Deus abandonou. A sentença será pública.
O acusador é lançado fora. Os santos não
vencem pela excelência de sua biografia.
Eles vencem pelo sangue do cordeiro.
Então, a consciência nunca mais
precisará distinguir entre convicção e
condenação.
Não haverá pecado novo para confessar,
nem tentação para resistir, nem ferida
para esconder, nem irmão para perdoar
por nova ofensa. Tudo terá sido trazido
à luz, curado, purificado, consumado.
O inferno não terá tropas para
reorganizar. A guerra não é eterna.
Satanás não será um adversário paralelo.
Apocalipse 20 não deixa uma fantasia
sobreviver. O diabo é lançado no lago de
fogo, fim da sua atividade. Nenhum novo
plano, nenhuma nova cilada, nenhuma nova
acusação. A serpente que apareceu no
primeiro jardim não entra na cidade
final. A história vai do jardim invadido
a cidade impenetrável. da árvore onde a
mentira foi ouvida, a árvore da vida,
cujas folhas são para cura das nações,
do homem escondendo-se de Deus, a visão
do rosto de Deus, da face de Deus, isso
é redenção. A batalha atual está
caminhando para um universo sem batalha.
Até lá, não transforme o rugido em
profecia. O leão ruge. Alguns animais
mais fortes que um leão podem paralisar
diante do som. O rugido vence antes dos
dentes. Assim também o medo espiritual.
Você não resistirá. É impossível. Já
está derrotado. Seu pecado é diferente.
Sua igreja não sobreviverá. Seus filhos
estão perdidos. Seu futuro já terminou
rugido. A fé não precisa responder com
bravata. Não diz sou o mais forte que
você diz maior é aquele que está em nós
do que aquele que está no mundo. Como
diz primeira João 4:4. A comparação não
é eu contra Satanás, é Satanás contra
Cristo. Aí a escala muda infinitamente.
A segurança não está em conhecer cada
movimento do inimigo, está em ser
conhecido por Cristo. Podemos perder
essa simplicidade quando estudamos
guerra espiritual. Queremos dominar o
mapa, antecipar cada ataque, conhecer
cada mecanismo, mas não há quantidade de
informação que transforme um homem em
onisciente. Haverá sempre ângulos que
não vimos. A segurança precisa estar em
outro lugar. O Senhor conhece quem lhe
pertence. Segunda Timóteo 2:19. Ele
conhece meu nome, minha fraqueza, minha
pior porta, minha história, minha
tendência, minha aflição de manhã. O
ataque que ainda não imagino, ele
conhece. A graça que será necessária.
Ele conhece tudo. A ovelha não precisa
ser melhor estrategista que o lobo.
Precisa permanecer perto do pastor,
vivendo no chão da aliança.
Quando a luta chega perto, sentimos que
tudo está dependendo do próximo passo,
mas existe algo debaixo dos passos.
Aliança. O pai não está improvisando sua
relação com o filho a cada manhã. Cristo
não decide todos os dias se continuará
intercedendo. O espírito não abandona o
templo porque o crente acordou fraco. A
promessa não depende da temperatura
emocional. Eu lhes dou a vida eterna e
elas jamais perecerão. Jamais. Isso não
torna advertências inúteis. Elas são um
dos meios pelos quais o pastor preserva
as ovelhas. Quando Paulo diz: "Vigiem".
A eleição não foi esquecida. Quando diz,
Deus os escolheu antes da criação do
mundo, a vigilância não foi anulada. O
Deus que decreta o fim também decreta o
caminho. O chão é aliança. Por isso, o
soldado pode caminhar
firme, seguro, mesmo no dia mal. A causa
é a glória de Deus. Por que lutar? Não
apenas para ter uma vida melhor, não
apenas para evitar consequências, não
apenas para preservar família, saúde,
ministério, reputação. Estas coisas
podem ser preciosas, mas o centro não é
nada disso. É maior, o pecado deshonra
Deus. A santidade exibe a beleza do seu
governo, do seu caráter. O lutador
cristão começa a odiar o pecado porque
ele é inimigo do Deus amado. José diz:
"Como poderia eu então cometer algo tão
perverso e pecar contra Deus?" Gênesis
39:9. Contra Deus. Potifar importava a
mulher as consequências, mas a linha
final é vertical contra Deus. Davi,
depois de ferir Betseba, Urias, a
família, o reino diz: "Contra ti,
somente contra ti".
Salmo 514.
Não negando as vítimas humanas,
colocando o pecado na sua dimensão mais
profunda. Isso produz uma guerra que
continua mesmo quando ninguém
descobriria a transgressão.
Se o único problema fosse reputação, o
segredo resolveria. Mas Deus está
presente. A glória é a causa e o método
é a graça. Não autossuficiência, não
vergonha, não medo humano, não
penitência inventada.
Legalismo, não mera força de vontade,
graça. A graça não é passividade.
Fortaleçam-se
no Senhor.
Vistam, resistam, façam morrer.
Afastem-se. Fujam, atentem, ajam, mas
debaixo de todas as ordens, Deus é quem
efetua em vocês tanto querer quanto
realizar. Filipenses 2:13. Atividade
dependente. Essa expressão talvez resuma
a santificação. Agimos porque ele opera.
Não agimos para fazê-lo operar. Sua
graça gera movimento. A mão pega a
espada. O coração sabe quem deu a força.
O alvo é a morte do pecado, não a
preservação de uma imagem. Isso impede a
guerra teatral. Talvez você pareça mais
santo sem estar mais santo. Aprendeu o
vocabulário, a postura, as regras do
grupo, mas continua alimentando o
coração antigo em secreto. O evangelho
não veio produzir bons atores, que é
verdade no íntimo. Talvez a melhor prova
de progresso não seja que você eh parece
nunca cair. Pode ser que confesse mais
rapidamente.
Peça perdão com menos defesa. na
verdade, com defesa nenhuma. Reconheça
mais cedo a tentação. Pare de chamar um
pecado por nomes que o protegem. Pare de
usar o vocabulário do humanismo secular.
Santificação não precisa de palco,
precisa de luz. E
Satanás deseja
mais do que consegue. Lembre disso. Sua
malícia não conhece moderação. Se
pudesse apagar a igreja, apagaria. Se
pudesse arrancar cada eleito da mão de
Cristo, arrancaria. Se pudesse refazer o
decreto eterno de Deus, faria. Mas não
pode. A cruz não é reversível. A
ressurreição não é provisória. A
regeneração é como a semente
incorruptível. A exensção não é um
experimento. O espírito não é um hóspede
sem aliança. A eleição não é palpite. O
pai não se arrepende de ter dado um povo
ao filho. Isso não significa que sabemos
o limite exato de cada permissão antes
da prova. Jó não sabia. Mas limite
existia. O inimigo recebeu até aqui,
depois não além. Talvez a corrente
pareça longa, continua sendo uma
corrente. E a providência não é ausência
de conflito. Às vezes pensamos, se Deus
governa, porque a guerra é tão intensa?
Porque a soberania não significa que
Deus decidiu realizar seus propósitos
sem causas secundárias, sem oposição,
sem história. O êxodo teve Faraó, Davi
teve Saul, Neemias, Sambalete,
Estter, Amã, Cristo, Herodes, Pilatos,
Judas,
os fariseus e saduceus, a igreja,
séculos de oposição. Providência não
significa uma estrada sem inimigo,
significa que nenhum inimigo se torna o
autor do destino final. O mar pode estar
na frente, faraó atrás, Deus ainda
possui um caminho, talvez caminho que
não existia até a hora que ele abre. E o
sofrimento
não é caos soberano. Jó perde bens,
filhos, saúde, honra. Se disséssemos ali
naquele momento, não se preocupe,
Satanás é limitado, poderia soar quase
cruel. se significasse logo sua dor é
pequena. Não, o limite não fez a ferida
deixar de doer, fez a ferida deixar de
ser caos soberano. A diferença, o
cristão pode sofrer imensamente e ainda
dizer: "Há uma mão acima da mão que me
feriu". Não precisa saber por Jó não
sabia durante parte do livro. Fé não é
acesso antecipado ao roteiro, é
confiança no autor. E o cordeiro
possuiu sempre um propósito eterno.
Pilatos tinha autoridade, Herodes tinha
autoridade. Roma possuía armas, Satanás
possuía malícia, Cristo possuía o
propósito. Eu dou a minha vida. Ninguém
a tira de mim, mas eu a dou por minha
espontânea vontade. João 10:17. Isso
muda o calvário inteiro. Jesus não é um
mártir acidental que Deus transformou em
Salvador depois. É cordeiro morto desde
a criação do mundo. No propósito
redentor, ele estava morto antes da
fundação do mundo, no decreto de Deus.
Vai para Jerusalém sabendo, anuncia,
entrega-se. Quando dizem: "Se és filho
de Deus, desça da cruz". A velha voz do
deserto volta. Não é? Prove filiação,
evitando obediência. Ele fica não porque
os pregos eram fortes, mas porque o amor
pelo seu pai e o amor pelos seus era
infinitamente mais forte.
E a ressurreição interpreta a batalha.
Se parássemos na sexta-feira, o reino
das trevas pareceria ter vencido.
Silêncio, pedra, corpo, guardas,
domingo.
Interpreta a sexta. O tú vazia é a
resposta de Deus a todos os poderes. A
morte não conseguiu reter o santo. O
acusador não conseguiu fazer culpa
alguma aderir ao substituto, porque a
culpa que carregava era nossa e foi
paga. Cristo sai vivo. A partir daí toda
a batalha do cristão é pós ressurreição.
É a nossa batalha. Essa guerra que
estamos falando. Isso precisa entrar em
nossa imaginação. Não lutamos para
descobrir se Jesus vai vencer. Lutamos
dentro do mundo onde ele venceu. A
consumação ainda virá, mas o túmulo já
está vazio.
A ascensão dele coloca todos os poderes
na posição correta. Efésios 1 é um mapa
de Efésios 6. Deus colocou o Cristo
acima de todo governo e autoridade,
poder e domínio e de todo nome que se
possa mencionar, não apenas nesta era,
mas também na que há de vir. Efésios
1:21, né? tudo, não alguns, não apenas
governos humanos, todo principado, toda
autoridade, todo poder. Então Paulo
chega ao capítulo 6 e não precisa entrar
em pânico. O cristão lê os inimigos
debaixo do trono que já foi apresentado.
Se esquecermos Efésios 1, Efésios 6,
vira terror. Se lembrarmos, vira
sobriedade e esperança
invencível. A verdade pode ser defendida
carnalmente e nós temos que ter cuidado.
Isso é uma das tentações mais perigosas
para quem realmente ama a verdade de
Deus, porque o objeto da discussão é
santo. Então, imaginamos que tudo que
sentimos durante a defesa também é
santo. Não. Você pode defender a verdade
santa por orgulho profano. Pode estar
correto e invejoso, ortodoxo e cruel,
preciso e vaidoso. Satanás não precisa
transformar a doutrina em erro se ele
consegue transformar o defensor em
alguém que deshonra a própria verdade de
Deus. A verdade sobre graça defendida
sem graça. A doutrina da depravação
usada por alguém incapaz de admitir a
própria depravação. A soberania
proclamada por um homem que precisa
controlar cada discussão. A justificação
pela fé defendida enquanto ele se
justifica todo tempo. Que contradição!
A guerra está perto, muito perto. Então,
o perdão fecha portas que a ira deixa
aberta.
Não deem lugar ao diabo. O contexto é
ira. A ofensa pode ser real. Perdoar não
significa dizer que nada aconteceu,
nem eliminar toda a consequência. Perdão
é renunciar ao direito de alimentar
vingança pessoal como tesouro.
O coração que repete a ferida, lembra?
Todo dia, deixa o sol se pôr sobre
aquilo. Apenas para manter a raiva viva,
coloca a lenha num fogo que outro reino
sabe usar.
Cristo não nos perdoou porque o pecado
era pequeno. Perdoou pagando. A cruz é
prova de que perdão não minimiza
justiça. Exatamente porque fomos
perdoados, a amargura perde seu direito
ao trono. Perdoem como o Senhor lhes
perdoou. Colossenses 3:13. Como a medida
não está no tamanho da ofensa,
no tamanho da graça recebida é onde ela
está. E quando o soldado olha para si,
e você também é carne. Talvez os
inimigos externos assustem menos que
essa frase: você também é carne. Seu
julgamento não é infalível. Sua
experiência não é a escritura. Sua
memória não é câmera. Seu medo pode
alterar proporções. Seu desejo pode
construir argumentos inteligentes. Sua
dor pode fazer uma interpretação parecer
evidente apenas porque combina com a sua
ferida. Isso não significa que nunca
devemos confiar em percepção alguma.
Significa que toda percepção continua
debaixo da palavra de Deus. Quem confia
em si mesmo é insensato, mas quem anda
segundo a sabedoria não corre perigo.
Provérbios 28:26. O coração precisa
de uma autoridade fora de si. Ele não é
autoridade sobre si. Isso é libertador.
Você não precisa ser seu próprio Deus.
Deus
Deus não se assusta quando descobre que
a armadura ficou pesada. Há dias em que
fé parece pesada, a oração sai em
fragmentos, a mente não consegue
sustentar longas meditações, o corpo
está exausto, a dor ocupa espaço, o Pai
sabe. Não há mérito em fingir uma força
que não existe. Senhor, estou fraco.
Isso pode ser oração muito santa. Paulo
pediu que o espinho fosse retirado três
vezes. A resposta: "Minha graça é
suficiente para você, pois o meu poder
se aperfeiçoa na fraqueza". Segunda
Coríntios 12:9. Não descubra uma força
escondida, minha graça, meu poder. A
fraqueza não vira virtude em si, vira
palco onde a suficiência de outro é
conhecida.
E nós devemos lembrar que não existe
neutralidade. Quem recusa o pastor não
fica sozinho. Uma das mentiras mais
profundas da modernidade é neutralidade.
Não quero Deus, só quero ser eu. A
Bíblia responde: "O eu caído não é reino
neutro". Vocês estavam mortos em suas
transgressões e pecados, nos quais
costumavam viver quando seguiam a
presente ordem deste mundo e o príncipe
da potestade do ar. Efésios 2:1 e 2.
Mundo, príncipe, carne. Mais adiante,
todos nós também vivíamos entre eles,
satisfazendo as vontades da nossa carne.
Três inimigos aparecem juntos. O homem
que diz: "Só estou seguindo o meu
coração". Pode estar seguindo e está a
própria carne no mundo catequisado pelo
príncipe deste mundo. Não há
neutralidade, não há libertação, mas
Deus, sendo rico em misericórdia,
deu-nos vida. com Cristo é a única
saída.
Não uma posição equidesistante entre
dois reinos. Transferência.
Corra para o mais forte. O pecador não
consegue vencer Satanás pela própria
força. Não consegue aliar-se a Satanás e
vencer Deus. Está preso entre uma
tirania que não pode derrotar e um juiz
contra quem pecou. Qual a esperança?
Cristo. Cristo somente o mais forte.
Aquele que entra na casa, amarra o
valente, liberta cativos, paga a culpa,
dá nova vida, reveste de justiça,
concede seu espírito, adota, guarda. Não
é um curso de autodefesa espiritual, é
salvação. Quem está sem Cristo não
precisa primeiro aprender técnicas de
combate, precisa de novo Senhor. Se pois
o Filho vos libertar, vocês de fato
serão livres. João 8:36. De fato, o
cristão fraco continua resistindo
Satanás.
Satanás entende muito da natureza
humana, mas existe algo novo no santo
que ele não que não veio dessa velha
natureza que ele conhece, o espírito.
Por isso, o crente às vezes surpreende
até a si mesmo. Uma perda que imaginava
que destruiria sua fé o encontra
chorando, mas ainda orando. Uma tentação
antiga recebe um não que antes parecia
impossível. Uma pessoa que nunca
conseguiria perdoar é entregue à
misericórdia. O homem pensa: "De onde
veio isso? Graça. Não porque se tornou
naturalmente invulnerável, porque Deus
está operando o querer e o efetuar. A
força do cristão é estranha ao mundo.
Pode parecer fraco e continuar de pé.
Pode chorar e não negar. Pode perder e
ainda adorar. Pode morrer e vencer como
Cristo.
Toda tentação
está perguntando quem governa. No fundo,
cada tentação possui uma pergunta de
senhorio. Quem decide o que é bom? Quem
define sua identidade? Quem determina a
quanto sofrimento é aceitável? Quem tem
direito ao seu corpo? Seu dinheiro, seu
tempo, sua sexualidade, sua reputação,
sua resposta à ofensa? O pecado não quer
apenas um ato, quer legislação, quer
sentar-se no trono e declarar: "Eu
defino".
É, vocês serão como Deus, conhecedores
do bem e do mal, não apenas conhecer
informações, tomar para si o direito de
definir bem e mal. A santificação é
retorno ao governo do rei. Tu és Deus.
Portanto, tua palavra define isso. É
liberdade. A criatura volta ao lugar
para o qual foi feita. E
as trevas, né, o poder das trevas tem
uma fraqueza.
Ela precisa que os homens não enxerguem.
Paulo já nos conduziu até aqui. Luta,
carne, sangue, poderes, principados,
dominadores, forças espirituais, um
reino, um príncipe, uma autoridade
usurpada, uma força real, mas limitada.
Então, surge a palavra que começa a
explicar como esse reino se sustenta.
Trevas.
O diabo é chamado pai da mentira. Seu
poder não cria um universo novo.
Distorce o que Deus criou. não consegue
tornar pecado realmente belo, precisa
fazer o homem não enxergar sua feiura,
não consegue eh tornar Deus realmente
mal. Precisa escurecer a percepção da
sua bondade. Não consegue fazer as
correntes virarem liberdade. Precisa que
o escravo não veja os ferros.
não consegue retirar a glória do rosto
de Cristo. Paulo diz que ele cega para
que não vejam a luz do evangelho da
glória de Cristo. Para que não vejam a
guerra sempre foi também uma guerra de
visão. Eva olha para a árvore e agora a
vê pela interpretação da serpente.
Boa para alimento, agradável aos olhos,
desejável para sabedoria. A mesma
árvore, nova catequese. A mentira mudou
o modo de enxergar. E quando a visão
cai, o desejo segue. Trevas não precisam
destruir os objetos. Basta impedir que
sejam vistos corretamente. Uma pessoa
pode estar ao lado de um precipício e
caminhar com confiança se não consegue
vê-lo. Pode desprezar uma joia se pensa
que é uma pedra. Pode rejeitar o médico
se for convencida de que é um assassino.
Pode abraçar o carrasco se imagina que
ele é seu libertador. Esse é o reino das
trevas. Não reino onde Deus deixou de
existir. Um reino onde criaturas
não o enxergam como deveriam. O sol
continua, os olhos foram cegados. A
verdade continua sendo verdade, a mente
foi escurecida, a glória continua sobre
Cristo, o Deus. desta era trabalha para
que ela não seja vista. E talvez
a tragédia mais profunda das trevas seja
esta: o homem não sabe quando não
enxerga. O cego espiritual não está
simplesmente esperando alguém acender
uma lâmpada. Frequentemente pensa que já
vê. Chama escuridão de luz, chama luz de
escuridão, chama amargo de doce, doce de
amargo. O príncipe não precisa manter
correntes visíveis quando consegue
convencer o cativo de que não existe
cela. É por isso que o reino das trevas
é tão poderoso. É exatamente por isso
que sua derrota existe exige algo que
nenhum homem pode produzir por si mesmo.
Não apenas melhor comportamento, não
apenas mais força, não apenas mais
informação, luz.
Mas essa luz é o próximo horizonte. Por
enquanto Paulo nos deixa diante da
palavra trevas. A luta chegou perto.
Descobrimos o inimigo do lado de fora, a
carne do lado de dentro, os rostos que
não que que eh não são o inimigo final,
o príncipe que governa sem ser rei, a
força que é real sem ser soberana, a
corrente que permite movimento, mas não
liberdade absoluta, a cruz que
transformou o maior movimento das trevas
na ferida que esmagou a serpente. E
agora o apóstolo abre de nós a própria
atmosfera do império. Não apenas pecado,
não apenas poder, não apenas domínio,
trevas. O poder do príncipe depende de
os homens não enxergarem. Isso significa
que a próxima grande batalha será pela
luz. E é lá que nós vamos estar na
próxima vez que estivermos juntos
olhando para Efésios 6. Amém, queridos.
Amém.
>> Se o preço foi pago,
que posso eu pagar?
Se tudo está feito,
que posso acrescentar?
Nada além [grito]
de Cristo,
nada além da cruz.
Minha esperança [canto][música] tem o
nome Jesus.
Quando eu não tinha vida, sua vida me
alcançou. [música][canto]
Nada além de Cristo e o que ele
consumou.
A justiça não nasceu de mim, foi me dada
pelo Salvador. [música]
E a sentença [canto]
que exigiam fim foi cumprida [música]
por seu grande amor.
Eu morri com ele, nele vivo. Já não sou
escravo do temor. [música][canto]
Minha vida agora tem sentido me alegrar
em Cristo, meu Senhor.
Se a pedra [música] foi movida,
quem vai me condenar?
Se a morte está [música] vencida,
quem vai nos separar?
Nada além de Cristo,
nada além da cruz.
Minha esperança [canto]
[música] tem o nome Jesus.
Quando a morte ergueu sua voz, o
cordeiro a silenciou.
Nada além [música] de Cristo e o que ele
consumou.
Teu [música] espírito me guia. Tua
presença é meu lar. Quando as [música]
forças se esgotarem,
tua graça vai bastar.
Teu [música] espírito me guia. Tua
presença é meu lar.
Se a cruz disse [música] está consumado,
nada vou acrescentar. [música]
Cristo
basta,
Cristo [música]
basta
minha
vida.
Cristo
basta.
Cristo [música] basta.
Cristo
basta.
Minha glória, [grito]
Cristo
basta.

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