Culto – Manhã de Domingo 02 de Agosto de 2026 em Jardim da Luz
02/08/2026
Culto – Manhã de Domingo 02 de Agosto de 2026 em Jardim da Luz
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Fonte: Josemar Bessa
Legendas automáticas:
Amém, queridos. Amém. Há uma semana atrás ou duas, não me recordo bem, eu fiz um vídeo sobre gula e falei que ia ser quatro vídeos, né, de uma hora e pouca para olhar direito assim, né? E então eu nem coloquei o segundo ainda, vai demorar. E uma pessoa me perguntou por a preguiça está entre os sete pecados capitais. Nós sabemos que a lista dos sete pecados capitais não é uma lista bíblica de sete pecados, mas é que pegou o pecado capital é de cabeça, né? De fonte. É aqueles pecados que são a raiz, a nascente de todos os outros pecados, ou seja, deles saem todos os outros. Então, se fizer essa lista aí, ela é muito muito bem elaborada, não é? por causa disso, tendo como raiz fundamental o orgulho, não é? Que é da onde sai os pecados capitais, da onde sai todos os outros. É só isso, não é? E a pessoa talvez meio apressada, né? Ainda falta três sobre gula lá e depois tem todos os outros. me perguntou por está. Normalmente a gente pensa essas coisas assim, porque nós olhamos para pecado de uma maneira muito superficial, né? Quando pecado é uma coisa profunda, espiritual e as coisas externas, como a gente pensa logo quando pensa em preguiça, eh, são as coisas mais visíveis, mas mais superficiais. Então, às vezes não percebemos. E um texto que eu acho para nós eh bem claro e ao mesmo tempo pega todos nós a respeito disso, não é? Da preguiça. É Hebreus 6 11 12. Você sabe que o contexto de Hebreus é pessoas sofrendo, sendo mortas, perseguidas, perdendo bens, perdendo amigos, parentes e um sofrimento muito grande. Então, mais do que você poderia alegar, não é? Eh, talvez se devesse ser mais condescendente no momento de tão grande aflição com o que a gente vai ver. Mas você vai ver que a Bíblia não é condescendente, não é? Então, Hebreus 6 11 e 12, se essas pessoas não tinham desculpa, nós não temos nenhuma. >> [roncando] >> diz assim: "Desejamos, porém, continue cada um de vocês mostrando até o fim a mesma diligência para a plena certeza da esperança, para que não se tornem indolentes, preguiço, preguiçosos, né? se tornem indolentes, mas imitadores daqueles que pela fé e pela paciência herdam as promessas. Então, quando ouvimos a palavra preguiça e a pessoa queria saber por que estava, né, capital, não é a pena capital é a pena mortal. Por quê? Porque a cabeça se vai, né? Então, quando ouvimos a palavra preguiça, quase sempre imaginamos um corpo parado, uma sala escura, uma televisão ligada, um homem, uma pessoa afundada no sofá, cercado por quê? Por por, sei lá, por restos de comida, né? prato sem lavar alguma coisa, adiando pela décima vez as tarefas mais simples da vida, que é manter o ambiente, eh, né, eh, cuidado, né, ou pensamos no preguiçoso de Provérbios, que é um livro que fala muito a respeito disso, se virando na cama, como uma porta gira nas dobradiças, como o o livro de de Provérbios traz essa imagem. E essa imagem é verdadeira, mas ela é totalmente incompleta. E talvez por isso nós achemos que quando lá foram fal quando se fala sobre o pecado capital, a preguiça é uma coisinha, é uma coisinha só. E há pessoas que, queridos, vivem uma vida diferente dessa que descrevemos. Elas acordam cedo, trabalham 12 horas por dia, respondem mensagens enquanto estão almoçando, administram empresas, criam projetos ou estão envolvidos no seu trabalho, atravessam a cidade, andam eh eh eh eh longas distâncias, suas agendas são cheias e chegam no fim do dia, elas estão exaustas e ainda assim são profundamente preguiçosas diante de Deus. Isso é o primeiro golpe contra nossas caricaturas. Quando pensamos nisso, a preguiça eh é pecado, porque ela tem todo pecado tem a raiz, a sua raiz profunda espiritual, né? É na relação do homem com Deus. Então, ela eh eh eh ela possui mais de um rosto, como quase todos os pecados fazem. Às vezes ela aparece como o preguiçoso conhecido mesmo, né? assim da da caricatura, mãos paradas, deveres abandonados, casa desordenada, promessas continuamente adiadas, mas às vezes, como vimos, ela também veste terno, abre agendas antes do amanhecer e trabalham eh até o fim do dia e é o trabalhador compulsivo que parece diligente, mas usa a produtividade para construir um nome. e proteger o controle e evitar as exigências eh do amor. Jesus subiu o monte, então isso era uma exigência do amor em seu coração. E ainda assim há um terceiro rosto que alguns e a gente podia usar a figura de um zumbi espiritual. Ele cumpre suficientemente para que a vida não desmorone totalmente, mas ele atravessa reuniões, culto, refeições e conversas, momentos como esse, mas ele não ele não sente o peso da eternidade em nada disso. Ah, então se você olhar para essas três imagens, você vê que um não quer levantar, o outro não sabe parar. parece muito agitado, até o contrário do da da caricatura da preguiça. E o terceiro já não sabe despertar mais, mas os três vivem ao redor do mesmo eixo. É a vida ao redor do eu, do ego. E qualquer coisa que se interpõe a isso é muito difícil, é muito cansativo, é exaustivo. Então o preguiçoso ele protege o seu conforto. O trabalhador compulsivo protege a sua importância e o zumbi protege sua própria anestesia. Nenhum deles deseja ser interrompido por Deus pelo que devia fazer em relação ao mundo que ele vive, como Deus nos chamou a fazer, ou pela glória de Deus. A preguiça então não é medida pela quantidade de movimento do corpo. Você vê que o autor de Hebreus está falando que eles não deviam se tornar indolentes. E não está falando da agitação, é revelada pelo destino do coração. Então o corpo se move, mas a alma dessa pessoa se move com muita dificuldade, muito cansativo. As mãos produzem até lá durante o dia porque é obrigado, mas o coração tá sempre em recusa. A agenda está cheia, mas a obediência sempre é adiada. A pessoa pode correr o dia inteiro para não ter de parar diante de Deus, diante da palavra de Deus. A gente acabou de cantar um hino que diz: "Eu só quero estar contigo e não há outro lugar onde eu desejo estar". Então a essência da preguiça não não deseja estar aí. Então você pode transformar tudo em esconderío, até aquela aparente correria da produtividade. Pode usar o trabalho, estudos, ministério e até serviço para evitar aquilo que o Senhor está exigindo no lugar mais secreto. Ali tudo é cansativo, tudo é muito trabalhoso. E então, eh, isso se espalha pela vida. Há uma conversa que você que precisa acontecer. Há um pecado que precisa ser confessado. Há uma reconciliação que precisa ser buscada. Há uma disciplina que precisa ser retomada. Há uma promessa que você deve crer nela. E há uma ordem clara que exige uma resposta, mas a alma diz depois. Agora não. Ah, eu estou estou cansado, não quero. Então a preguiça espiritual não é apenas a recusa de fazer coisas, é uma recusa contínua de responder a Deus. Sempre espera e amanhã, não é? Então é possível estar ocupado demais para obedecer. É possível cansar o corpo para manter o coração intocado. É, é possível produzir muito fruto visível, né, muita atividade e ao mesmo tempo deixar o campo interior coberto de espinhos. O pecado da preguiça é mais profundo que falta de energia. E a gente vai atribuir a falta de energia. É uma vontade que foi envenenada. E a alma é aquela alma que conhece o bem, percebe o chamado, nem discorda dele, ouve o sino da responsabilidade, mas por dentro permanece imóvel. Ele não precisa dizer: "Olha, eu eu não não me interesso por Deus ou eu eh tô cansado de Deus. Basta tratar ao Deus alguém como alguém que pode esperar. Deus pode esperar minha vida de oração mais uma semana. Deus pode esperar que eu faça isso depois. Deus pode esperar. Deus pode esperar. Basta tratar a Deus como quem pode esperar. Não precisa abandonar eh a igreja. Basta ouvir sem nunca responder. Não precisa negar a verdade. Basta adiar de maneira indefinida aquilo que a verdade exige para nós quando meditamos, quando ouvimos um sermão. Então, a preguiça mais perigosa não dorme no sofá, ela se senta no banco da igreja. A preguiça mais perigosa, ela abre a Bíblia, concorda com o sermão e continua na outra semana exatamente parado aonde estava, se tornou indolente. Você vê, é óbvio que eh eh esse pecado, o pecado espiritual, ele atinge a aquilo mais visível, né? O cara sentado, a casa desordenada, as coisas, mas ele sempre continua onde estava. um mês de sermão, um ano de sermão e ele está onde? Onde estava? Ele concorda com tanto que ele não tem que fazer nada. É por isso que esse pecado está ali. Ele é a fonte de uma quantidade enorme de pecados. Então, os antigos usavam uma palavra para esse pecado, assídia, não é? em português, ela pode ser falada de várias séda, como tá no latim. Então, a palavra carrega a ideia de ausência, de de cuidado, de um desânimo, uma apatia, uma falta de de de juntar, igual a a Bíblia diz, eh vocês devem cingir os lombros, estar prontos. Então é falta disso. Não significa apenas estar cansado, significa deixar de se importar com aquilo que devia incendiar nosso coração. Ali a gente está sempre cansado. A glória de Deus não pesa, a santidade não atrai, o pecado não assusta, a promessa não desperta. Você vê a apatia, a cansaço, essas coisas não movem. A alma entra numa néva moral em que tudo parece exigir esforço demais. e valer de menos. A vida de oração parece exigir demais e ter valor de menos. Então, tô cansado, estou cansado. Não há necessariamente uma rebelião barulhenta. Esse é o grande problema da assídia, do pecado, da preguiça. É uma coisa mais silenciosa, um encolher de ombros diante das coisas eternas. Eu sei. Um dia, não agora. Não faz tanta diferença se for essa semana ou se for na próxima. Então, a síd é a frieza que responde ao chamado de Deus com uma indiferença educada. Nunca diga: "Ah, isso aí é ruim. Ah, isso aí tá falando, mas não, não, pelo contrário, é o pecado que não precisa destruir a verdade. Ele só precisa tirar toda a urgência da verdade. O homem continua acreditando que a oração importa, que a oração é uma das coisas mais importantes, mas ele não ora. Ele continua dizendo que a escritura é o alimento da alma, mas ele só come migalhas a cada dia. Ele continua afirmando que Deus quer a comunhão dos santos, mas ele nunca tem, sabe? Se no final de semana ele não consegue estar com os santos. O perigo e aquele não afirma esse negócio de comunhão dos santos não não é necessário. É o meio de graça que Deus criou, mas não precisamos dele. Você vai ver que isso acontecia aqui com os hebreus. Ah, também ele continua declarando que Cristo é tudo, mas ele organiza sua vida inteira como se outras coisas fossem mais imediatas, mais importantes, mais concretas e mais dignas da sua energia do que Cristo. Esse pecado possui então uma estranha capacidade de tornar o eterno distante e o trivial próximo. Tudo que é trivial e é mais e eh tem mais urgência do que o que é eterno. Uma hora diante de uma tela voa. 10 minutos de oração parece tá subindo um monte Evereste. Acídia, entende? Uma conversa inútil flui sem esforço. Uma confissão sincera perante Deus parece difícil. Parece aí sim subir uma montanha. Então, a alma deixou de desejar aquilo que devia botar a alma em movimento, a vida em movimento e tudo ser sobre Deus, até o cuidado das coisas, não é? Como a gente acaba identificando a preguiça, por isso a preguiça não é neutralidade, ela é uma forma de amor, um amor baixo, um amor sem vigor, um amor sem energia e um amor voltado para o conforto. O conforto de não ser perturbado. Eu admito que oração é uma coisa incrível, mas ai oração é tão difícil, eu fico assim, eu fico assado. O preguioso espiritual ama a paz falsa de permanecer como ele está e não querer que nada perturbe ele, que a vida dê certo para que ele fique lá. Ele ama nunca ser exigido. Amo o direito de não ter que responder. Ele ouve um sermão, não se sente obrigado a responder aquilo. Ama a vida em que Deus oferece consolo, mas a vida com Deus nunca é uma ordem de marcha. Ele tá sempre no hospital de da da da para ele a igreja hospital e todo mundo de uma uma certa maneira é um enfermeiro para ele. Há al uma perde cuidado porque ela perdeu uma visão de valor. Quando o Cristo deixa de ser visto como um tesouro, toda a exigência, a gente podia falar do discipulado, parece difícil demais, pesada demais, cansativa demais. E então há uma definição que atravessa o coração desse pecado. Preguiça espiritual é a resistência a toda exigência do amor em todas as direções. O amor tem exigências e a assídia é uma resistência. O amor verdadeiro sempre chama você para fora. O amor verdadeiro nunca é voltado para dentro. de tal maneira que eh eh ele me faz me levantar, me aproximar, servir, eh deixar as coisas que ficaram para trás, prosseguir para o alvo. Você vê, ele está sempre voltado para algo fora. Faz perseverar quando o entusiasmo acabou. faz carregar o fardo, que não é só o seu fardo, e querer que todo mundo carregue o seu fardo. Faz manter a palavra eh dada, faz buscar eh alguém quando o orgulho preferia distância, faz abrir a boca quando a verdade precisa ser dita. Faz fechá-la quando a língua deseja ferir. Então, o amor não é apenas uma emoção agradável. Quando nós pensamos assim, nós eh perdemos o ponto. Ele é uma força santa que se move em direção ao bem do outro por causa de Deus e se move em direção a Deus. O amor nunca se volta para si mesmo. Se eu amo alguém, hoje em dia a gente chama de amor qualquer coisa, né? Eu quero ser servido, quero ser amado, quero que a pessoa me complete, quero que a pessoa faça isso, faça aquilo. E chamamos isso de amor. Na verdade, é o oposto do amor. O amor é voltado para fora e não para dentro. Ã, a sídia é voltado para dentro. Por isso a preguiça odeia isso. Não porque odeie necessariamente o amor no sentido de odiar o sentimento do amor. Ela odeia porque ela gosta de sentir, gosta de admirar e gosta de falar. Então isso parece que ela gosta. O que ela resiste é a exigência. Amo a ideia de servir, desde que o serviço não interrompa meu descanso. Amo meu cônjugo, amo meus filhos, amo o meu irmão, amo Deus, mas isso não pode eh perturbar o meu descanso. Você vê, então, na verdade, ela odeia o amor, porque o amor é voltado para fora, não é só sentimentos doces. Ela ama a ideia de perdoar, desde que ninguém a ofenda. Você vê, ela ama um sentimento, ama a ideia de santidade, desde que nenhum hábito tem que ser mortificado. Ela é ama a ideia de missão, desde que a vida permaneça organizada em torno das minhas conveniências. Então, a preguiça prefere virtudes contempladas. Ela adora contemplar o amor, eh contemplar o servir, mas ela eh eh eh não gosta de virtudes praticadas, ama a ideia da oração, ama a ideia da beleza de Deus, ama ama assim, mas ela prefere sermãos sobre oração do que momentos de oração. Ela está muito interessada sobre oração, mas ela não ora. Você vê, ela ama mais a a a as coisas do que realmente a prática das coisas. Ela ama a contemplação. Ela fala sobre casamento e amar e fala sobre isso e amar e a igreja e amar. Mas ela ela gosta da ideia, prefere livros sobre disciplina a uma amhã. É como se você gostasse de ler livros sobre exercício, mas não não não se exercita, mas acha eles incríveis. muito interessantes. Então você prefere uma emoção diante da cruz do que tomar a cruz. Tudo que fala sobre a cruz, contemplar a cruz é ótimo. Mas se eu tiver que tomar a cruz, aí eu já não acho ótimo. Isso é a Sídia. Ela transforma o cristianismo numa galeria. Sabe quando você vai numa galeria e a gente caminha entre aquelas aquelas obras? Então ele acha que o cristianismo, o evangelho, é uma galeria magnífica, verdades magníficas, soberania de Deus, decreto de Deus, eleição de Deus. E ele caminha entre essas verdades e admira como numa galeria cada quadro e você fala sobre aqueles quadros, sobre aquelas belezas e você sai e você esquece a galeria. Era só aquele momento. Então você sai sem obedecer a nenhuma delas, mas Cristo não chamou espectadores, ele chamou discípulos. O autor de Hebreus tá dizendo para eles, vocês estão se tornando indolentes. Vocês não são espectadores, são discípulos. Vocês devem sofrer de uma maneira em que mostre que vocês não se tornaram indolentes. Não podem falar sobre a paz de Deus, o amor de Deus, a glória de Deus. E na hora que isso deve colocar vocês em ação, simplesmente não coloca. Então ele não disse Cristo apenas considerem meu caminho, pensem no meu caminho, eh contemplem o caminho. Ele disse para nós, siga-me. Quem quiser me seguir, você vê, não é uma contemplação. Que caminho lindo, que caminho bonito. Ele diz: "Ande, se mova, aja". É isso. O amor de Cristo não permaneceu num sentimento eterno no coração do Pai. Ele no tempo próprio se tornou um homem. Entrou no tempo, assumiu carne, lavou o pé, tocou em leprosos, suportou a contradição dos homens, suportou que ninguém quer suportar hoje, né? Uma a igreja. A igreja não era nada maravilhosa, né? Pedro, João, Tomé. Ele suportou a contradição dos homens que eram inimigos da verdade. Ele obedeceu até a morte. Ou seja, o amor de Cristo fez ele se mover. Ele não ficou sentado eternamente, não é? Dizendo: "Ah, que amor eu tenho por eles". Então, essa verdade alcança também o trabalho comum. Uma vocação não foi dada para que o homem transforme a sua competência num espelho. Foi dada para que ele cultive a criação, sustente os seus, a sua casa, sirva ao próximo e coloque recursos e o os seus recursos a serviço do reino de Deus. Quando é voltado para si, então isso é assídia. Trabalhar é uma forma ordinária de amar. Por isso alguém pode cumprir todas as metas e ainda pecar por preguiça. Produz muito, mas não oferece nada. Se eu produzo muito para mim, essa é a essência da preguiça. É um amor voltado para si mesmo. Então, constrói uma carreira, mas deixa a família vivendo da das sobras. Acumula prestígio, mas não possui tempo para a comunhão dos santos. A preguiça do trabalhador compulsivo não está na ausência do esforço, está na recurso de permitir que o esforço se transforme em algo para fora de si e não uma agenda que é voltada para dentro de si mesmo. Então ele trabalha para não precisar amar. Cristo trabalhou porque amava. Ele veio porque amava. A preguiça permanece. O amor entrega. A preguiça preserva a si mesmo. O amor aceita o custo. O amor tem um custo. Amar a igreja custava algo. A preguiça transforma todo custo em um argumento para recuar, em um argumento para dizer depois, né? Amanhã. Ele não apenas nos impede de realizar as tarefas. O que ela faz é nos fazer resistir o próprio formato da vida de Cristo. Ele é o oposto da santificação. Você vê que a santificação é ser transformado de um grau de glória para outro na imagem de Cristo. E isso é o oposto. Então, Provérbios diz que um sábio passe num campo e ele eh o que ele vê não é uma catástrofe repentina. É assim que Provérbios escreve. Ele não vê fogo, não vê um exército inimigo, não vê uma enchente levando o campo, destruindo tudo. O que o sábio vê, provérbio diz, é o abandono. Há espinhos por toda parte naquele campo, ortigas cobrindo o solo, o muro de pedra tá desmoronando. Então ele ora, o provérbios diz, ele olha, considera e ele aprende porque ele é sábio. A ruína não chegou no único dia, não foi uma catástrofe. Chegou em pequenas ausências. Uma manhã que o lavrador não foi, um dia que ele não capinou, um dia que ele não semeou, uma manhã em que o lavrador eh eh viu uma pedra caída do muro, mas não colocou ela no lugar. Uma erva daninha que parecia inofensiva, ele não tirou. Um trabalhador que adie o trabalho pra próxima semana. Você vê, não é uma tragédia. Um pouco de sono. O provérbio diz um pouco de cochilo, um pouco de braços cruzados. Quando finalmente se percebe o campo não é mais campo, é um matagau. É um território tomado. O preguiçoso de provérbios não destrói apenas grandes projetos. O que ele fez foi abandonar o diário. Era coisas que não eram grandes. Parece uma tragédia, o campo perdido, mas foi todo dia não fazendo pequenas coisas. Ele não arou na estação certa. Ele não repara o telhado enquanto tem uma goteira. É o que diz. Ele não assume o peso simples daquilo que foi confiado a ele. Ah, se Deus tivesse me chamado para ser Salomão, ia fazer coisas grandes, um grande ministério, uma grande coisa, um grande impactante. Mas Deus chamou ele para tirar o mato, eh, colocar a pedra, ver o negócio da goteira. Por isso a escritura trata a diligência diária como assunto espiritual. Chegar quando se deve chegar, cumprir a palavra, trabalhar com as próprias mãos, manter a casa em ordem. Não viver parasitando a fidelidade alheia, sempre dependendo do que os outros irmãos fazem na igreja, do que as outras pessoas fazem. E sempre às vezes até reclamando, né? É uma vida quieta e responsável, pode parecer pequena, mas diante do mundo ela proclama que Deus é digno de confiança. Quando aquela pessoa está fazendo aquelas pequenas coisas todos os dias, a rotina possui um altar. Nele oferecemos horas, força, tensão e constância. É isso que o o autor está dizendo para eles. Sabe por que que vocês estão em grande dificuldade nesse momento? difícil, porque vocês foram lentos, vocês foram preguiçosos. Então, o preguiçoso despreza esse altar do cotidiano porque sonha com grandes ocasiões enquanto deixa apodrecer os deveres que Deus colocou à sua porta. Deus colocou à sua porta pequenas coisas todos os dias, mas ele queria fazer uma coisa grande para Deus. Então, ele não faz, não faz nada. Ele não faz nada. Assim acontece com a alma. Raramente alguém acorda e decide destruir sua vida espiritual naquele dia. A destruição vem em pequenas porções. Uma oração abandonada, um dia que a escritura está fechada, uma mágoa que em vez de ouvir Efésios dizer: "Não deixe o sol se pôr sobre a sua ira". uma mágoa que ele deixa pro outro dia, pro outro dia, sua alma está amargando. Ele não devia deixar aquela semente, aquela ortiga no campo, mas ele disse: "Olha, tá, tô magoado, depois o vou deixar o tempo passar". Ah, então ele deixa o sol pr um culto tratado como dispensável. Essa semana não, não. Essa semana não. Hum. Uma tentação alimentada em segredo, uma correção recusada. uma consciência silenciada. Nada parece muito grande, nada parece definitivo. Assídia, preguiça, [roncando] mas tudo está plantando alguma coisa. O coração nunca fica parado, como aquele terreno lá do Provérbios, que o cara não está tirando o matinho que ele viu, a pedra que caiu do muro, aquilo vai causar um caos. Mas não foi, não foi de repente. Se não é cultivado pela verdade, você vai ser eh eh eh ocupado por por espinhos. E esse é o problema de espinhos cardos nessa terra amaldiçoada. Você precisa semear, se você quiser trigo, mas você não precisa semear para virar um matagau. Você não tem que fazer nada. Você tem que trabalhar na agricultura paraa terra produzir alimento. Mas se você quiser produzir um matagau, você não precisa fazer nada. Você só pode precisa deixar as coisas para amanhã e para amanhã. Se o muro não é reparado. Quando os invasores chegarem, não tem muro para proteger você. Mas o problema teu não foi aquela hora. Ah, não. Você que aconteceu porque os invasores chegaram, Satanás veio com muitos, muita força. O problema é que ele não encontrou muro, não encontrou resistência, não encontrou nada preparado. Você não estava com os lombos cingidos, você não vestiu as peças da armadura, você tinha deixado tudo para amanhã. É óbvio que quando chegou o inimigo não encontrou o muro, não encontrou nada. O inimigo sequer precisa derrubar uma muralha, sequer precisa tirar sua espada. Você nem tava com a sua. A abertura para ele já estava pronta. A preguiça é perigosa porque ela trabalha não pelo que a gente faz, mas trabalha pela nossa negligência, pelo que a gente não faz. E nada precisava ser grande. Você não precisa semear ódio. É só você não cultivar o amor. Você não precisa semear amargura. É só não cultivar o perdão. É isso. É isso que acontece. Você só precisa deixar as coisas irem como são, deixar de perdoar hoje, deixar o sol se pôr sobre a sua ira e deixar e o ódio, a amargura, né, isso vai crescer. Não precisa inventar uma heresia, você só precisa deixar a verdade ser irrelevante na sua vida. Você só precisa ouvir o sermão e aquilo não fazer nada e de te colocar em ação. É só isso. Você não precisa odiar o sermão. Você não precisa criar o tempo faz o restante, porque espinhos crescem sem convite. Só o tempo e não fazer nada vai criar, vai crescer lá no campo ódio, é apat, vai criar tudo. Você não precisa fazer nada. E esse é um problema. Ortigas não precisa de planejamento, esforço, eh disciplina. Você não precisa de nada. O pecado remanescente não aguarda pacientemente enquanto o crente descansa. O pecado que habita em nós, ele não fica, coitado, ele precisa descansar essa semana. Ele não pode semear a boa semente da verdade. Então também não vou fazer nada. Não é assim que funciona. Você deixou lá o jardim, ele vai virar uma floresta. Ele ocupa o pecado, ele enraíza, ele se multiplica. O mortiga vira 10, vira 20, vira 30. Por isso a escritura ordena diligência. O autor de fala assim: "Vocês estão com muitas aflições, mas o problema de vocês não são as aflições, é a falta vocês se tornarem indolentes, mas porque a graça que salva também desperta, sabe? Não, não é porque a salvação dependa de de da da energia autônoma do homem, não. Não é porque a graça que salva desperta, ela realmente ressuscita o morto, né? Para ele ficar deitado na sepultura. Ela não só faz o cara abrir os ó para não tá mais morto. Ela tira ele da sepultura. É como Jesus mandou tirar as coisas que estavam amarrando Lázaro. Lázaro precisa viver. É o que a graça faz. E esse campo pertence ao Senhor. E é justamente por pertencer ao Senhor. Ele não pode ser abandonado aos espinhos. Não pode ser aquela pedra, a única pedra do mundo que caiu, precisa ser colocada lá de novo. Aquela única ira precisa ser ser vista antes do do próximo dia. Então, o Provérbios diz assim: "Como a porta gira sobre suas dobradiças, assim o preguiçoso se revolve na cama." Então, a porta se move na dobradiça, né, queridos? Então, há muito movimento na porta. vai para um lado, vai para o outro, produz som, desloca ar. Então você pensa, essa porta tá em atividade o dia inteiro. Ela abriu, fechou quantas vezes, mas no final ele diz, a porta está no mesmo lugar. É o que Provérbios diz: "É uma imagem perfeita de muita atividade espiritual. Há movimento, mas não há progresso espiritual. O cara é como uma porta na dobradiça. Se mexe, sermão, culto, tal, ouve. Mas acontece nada, ele não tá indo para lugar nenhum. Aqui também aparece o trabalhador compulsivo. Ele atravessa aeroporto, conclui projetos, recebe elogios, aumenta núos, mas toda essa atividade pode continuar presa à mesma dobradiça. E é sobre isso que o autor tá falando com eles aqui em Hebreus. O ego, toda aquela atividade era para dentro. Ou seja, é uma negação do amor que é para fora, para fora. Então, a agenda avança, mas o coração dele permanece no mesmo lugar que estava no ano passado. Ele não trabalha apenas para realizar uma vocação, ele trabalha para adquirir um nome, uma identidade, para não depender, para ser indispensável. Tudo isso eh fala ao ego de alguma forma, né, para acumular aquilo que fará eh eh eh fará ele parecer mais seguro, superior, invulnerável. Quando o trabalho deixa de ser amor e se torna a construção de uma identidade, a diligência exterior passa a esconder uma profunda assídia. O homem está ocupado demais para perguntar por ele faz o que faz. Ele pode dizer que faz tudo para sua família, mas o que ele mais abandona é a família. Ele não sabe mais porque ele faz o que faz, né? O sucesso o protege da presença de Deus, como o sono protege o preguiçoso do amanhecer para trabalhar. Ambos estão se recusando a ser criaturas. Um quer que nada lhe seja exigido. O outro quer o que? Quer construir um nome, né? tudo dependa dele. Ou se agarra no sofá ou se agarra no cargo. Mas o que impulsiona tanto para um sofá como para o cargo é a mesma coisa. É assim mesmo. Nenhuma segura as rédias da vida com as mãos abertas. Então, tudo que é profissional gira em torno dele. E ainda assim nunca atravessa o limiar da adoração. A pessoa começa novamente, faz um plano, compra o caderno e todo ano ele é a porta dobradiça. Cada virada de ano ele vai orar mais, ele vai buscar mais, ele vai fazer mais, mas ele não, aqueles movimentos não leva ele a lugar nenhum. Ele assiste uma pregação sobre disciplina. Durante três dias se sente renovado, mas depois de três dias assídia. Ele já cansou já. No mês seguinte começa de novo. Então a porta gira, a dobradiça, arranja, o lime ar nunca é atravessado, a porta nunca sai do lugar. Então você vê, a preguiça nem sempre é a recusa de uma de uma eh tentativa. A preguiça não, a sídia não se recusa a tentar. Ela oferece tentativas fracas para manter a consciência quieta. Mas é só isso. Uma tentativa. Ela permite começar desde que não seja necessário continuar muito tempo. Continuar demais. permite prometer, desde que a promessa possa ser aceita como aquela boa vontade que substitui a obediência. Permite sentir culpa desde que a culpa não se transforme em arrependimento. Permite emoções, desde que a emoção não se torne perseverança. Há pessoas que vivem sempre no primeiro dia, sabe? Assim como a Bíblia, no princípio. E o cara tá sempre no princípio. Ele tá sempre no primeiro dia de uma nova vida de oração, no primeiro dia de uma nova vida de de meditação, no primeiro dia de uma nova compromisso com a comunhão com os santos, uma sempre, tá? Sempre sempre recomeçando, sempre anunciando, sempre prestes a mudar, nunca atravessa a porta. Não faltam decisões, falta continuidade. É o que o autor de Hebreus está dizendo para eles. Não falta impulsos, falta a raiz que firma. Não faltam momentos de intensidade, falta fidelidade quando ninguém eh observa. Não falta eh eh interesse nas coisas de Deus, voltado para fora. Ele fala muito sobre igreja, casamento, família e tal, mas tudo isso sempre é em eternos começos. O reino de Deus, porém, não avança por dobradiças, avança por passos. Um passo pequeno e real vale mais do que 100 movimentos circulares. A porta se movimentar o dia inteiro 100 vezes, 200 vezes, era melhor cinco passos para a frente. Cinco passos. Um passo pequeno tem mais valor. Uma oração feita vale mais do que um plano brilhante de oração para a próxima semana. Um plano brilhante de leitura e meditação na palavra para o próximo mês. Uma reconciliação buscada vale mais do que 1000 reflexões sobre comunhão, livros sobre comunhão. Uma tentação recusada vale mais do que vários estudos sobre santidade. A obediência não precisa ser espetacular. A obediência precisa sair do lugar, ela precisa se mover, ela precisa se mexer. A graça de Deus não nos transforma em portas agitadas. Ela faz de nós peregrinos. O peregrino tá indo para algum lugar. Abraão estava indo para algum lugar. Se ficar parado não é peregrino, eles podem mancar, podem chorar enquanto sobem, mas a sua vida não é uma dobradiça. Pode ir rápido, pode ir devagar. Há outro texto em em Provérbios que fala assim: "O preguiçoso diz: "Há um leão lá fora". Não disse é verdade ou mentira. Há um leão lá fora. E aí a conclusão é: "Serei devorado no meio da rua". Você vê o leão de Provérbios não está apenas na rua, está na imaginação que preocupa pessoas. Ah, a dificuldade pode ser real. A preguiça é a transforma numa impossibilidade. A tarefa pode ser custosa, mas a preguiça apresenta a tarefa como absurda, como além das minhas eh de qualquer capacidade que o reino possa me dar. O caminho pode conter perigo. A preguiça usa o perigo como autorização para nunca sair de casa. ter um leão lá fora. Ou seja, a preguiça é uma grande fabricantes de leões. A gente medita sobre Pedro falando sobre ansiedade. Eu digo: "Ih, a ansiedade vai me devorar amanhã. Há um leão lá fora e ele vai me devorar." Não adianta conversar, ele nunca mudará. Não consigo orar. Você diz assim: "Não, não, não, não, não adianta eu disciplinar meu filho. Meu filho é difícil. Tá vendo? O leão vai me devorar. Deus tá dizendo, faça isso. Não consigo orar. Minha mente é muito distraída. Você vê, em vez de dizer assim, não vou concentrar, vou, a minha mente tem que ser cativa aquilo que eu Deus me chamou para fazer. Não, não. Há um leão lá fora e ele vai me devorar. Ah, eu tenho que orar, mas minha mente é distraída. Não posso servir. Por quê? Porque minha vida tá muito complicada agora. Eu tô precisando resolver tantos problemas, depois eu sirvo. Não vale começar porque eu já falei tantas vezes. Você vê, fabrica leões e sempre o leão vai te devorar. Não posso confessar porque se eu confessar vão perder paraa vai perder o respeito por mim. Eu não posso perdoar a um leão, não é? E por que não pode? Porque a ferida é muito grande. Ou seja, o leão vai me devorar. Não posso perseverar. Por quê? Porque eu não sinto o que eu sentia antes. Tá faltando eu sentir alguma coisa. Você vê, há um leão lá fora e ele vai me devorar. É o que o preguiçoso diz. Ele ouve sobre perdão, ouve sobre eh eh ansiedade. A primeira coisa que ele diz é que não, não adianta. Eu sou uma pessoa ansiosa. Há um leão lá fora e ele vai me devorar. Talvez haja alguma verdade eh em muitas eh partes do que a pessoa levanta. É isso que torna a desculpa convincente, porque a preguiça raramente inventa do nada. Se lidar com orgulho fosse menos que um leão, então lidar com orgulho seria fácil. Mas o orgulho é um leão. Mas a conclusão de que ele vai me demorar é a minha conclusão. Você pega uma dificuldade e concede a dificuldade uma autoridade soberana. A ansiedade, o orgulho, a amargura, a falta de perdão é soberana. Deus não é. Se há o leão, ele vai me devorar. Deus não é capaz de fazer o que ele diz a respeito desse dessa coisa. Então, o que que acontece? A promessa de Deus é esquecida. Deus quando diz: "Não andeis ansiosos, porque eu tenho cuidado de vós". Ele sempre dá uma razão, ele dá uma promessa. Mas eu digo: "Não, a a ansiedade vai me devorar. Eu é o preguiçoso. Ele ele não vai fazer nada a respeito disso. Ele já decide, ele já sabe. Então, a presença de Cristo é diminuída. A graça, o poder do Espírito é tratado como totalmente insuficiente. E a fraqueza humana sempre tem a última palavra. Eu queria perdoar, mas então mais, mas o leão vai me devorar. O leão da falta de perdão. Mas a Bíblia não promete ruas sem leões, queridos. Ela promete você vai ter um pastor. Você sabe que, né, que Davi quando era um pastor, mesmo sendo criança, matou um urso e matou um leão. Isso que a Bíblia promete, ela não promete a você. A, o orgulho é uma coisa, não tem leão, não tem orgulho, não tem ansiedade. Ela não promete isso. Você tem um pastor, Deus dá sua promessa. Ele não promete colinas sem inclinação. Ele promete haverá graça suficiente. Ele não diz: "Ah, tem um espinho, ele vai me destruir. Não, não vou me gloriar nas minhas fraquezas." Paulo diz, porque quando sou fraco, então sou forte. Você vê, ele não, ele não há sídia aqui. Ele não está dizendo há um espinho e eu vou só lamentar, porque o espinho é muito difícil. Ele não, ele não é o preguiçoso de provérbio. Ele não diz: "Há um leão lá fora e ele vai me devorar". A fé não fecha os olhos para o leão, mas ela se recusa a tornar o leão rei da história. Davi viu Golias. Calebe viu gigantes. A diferença é que Israel viu os gigantes e disse: "Nós somos como pães, eles vão nos devorar. Nós somos como gafanhotos". Assídia. Josué disse: "Não, não, eles são como pães. Nós vamos devorá-lo". É óbvio que Josué não estava acreditando nas suas próprias capacidades, mas não havia sídia. Paulo viu prisões, açoites e morte. Cristo viu cálice. Ele não disse: "Ah, eu estou vendo o Jetsêmane, não vou nem descer. Há um leão lá fora, então eu não vou conseguir. Vou ser devorado." Não havia o cálice. Paulo disse: "Eu sei que pelas cidades me esperam prisões, açoites, humilhações e morte. Um leão, né? vários leões lá fora, mas ele diz: "Mas eu vou." Você vê, esse é o oposto da assíde, o oposto da preguiça. Nenhum deles permitiu que o perigo anulasse a palavra de Deus. A Bíblia nunca diz que não há perigos, que não há leões lá fora, mas Deus diz: "Eu estarei contigo quando você passar pelas águas, eu vou estar contigo. Quando passares pelos pelo fogo, ele não arderá em ti." Aí você diz: "Não, não, não, não. O fogo vai arder em mim. A água vai. Não, eu sou ansioso. Não, não, eu se eu tenho problema com orgulho. O leão tá lá fora e ele vai me devorar. O que vai acontecer? Vai mesmo, vai mesmo, porque isso não é, você vê, é, é algo voltado para dentro, o amor é voltado para fora. Paulo estava eh eh capturado pela beleza de Cristo. Então, quando ele viu os leões, prisões, humilhações, ele disse: "Eu vou, há um leão lá fora, mas eu tenho que ir". Então é o oposto. A preguiça diz: "Ah, um leão fique, fique dentro de casa, tranque as portas, fique quietinho. Se você se misturar com a igreja, ih, você vai ter problema. As pessoas são complicadas. E se você fizer aquilo, vai acontecer isso. E se você for paciente, as pessoas vão aproveitar de você. Se você perdoar, então vai acontecer isso. Se você, não adianta, a vida é cheia de problemas, você vai ficar ansioso. Então, a preguiça diz: "Há um leão, fique, tranque as portas". Já a fé responde: "Há um leão, há um Senhor, avance". É por isso que a Bíblia diz, a a a espada dos vossos inimigos não tem mascote. Há serpente, há leões, mas Deus tirou as suas presas. Você vê que é é o oposto da assídia. Então, o problema aqui dos hebreus não era falta de informação. Eles haviam ouvido muito. A a igreja dos Gálatas não era falta de informação, não é? Eles haviam havido muito, os hebreus conheciam as palavras, sabiam a história, tinham recebido luz suficiente para ensinar a outros a verdade sobre sofrimento, sobre perdas. Tinham recebido luz. Mas o escritor interrompe sua exposição e diz: "Vocês se tornaram lerdos para ouvir, se tornaram tardios, se tornaram indolentes para ouvir, se tornaram preguiçosos. Vocês ouviram com preguiça, com assídia. Essa lentidão possui uma figura moderna, né? Como a gente mencionou, o zumbi de olhos abertos está presente, mas não está ali inteiro. Ele tá meio morto, né? O corpo ocupa o banco, os olhos vagam, a mente procura a próxima interrupção. A palavra é ouvida como quem escuta um som vindo de outro cômodo. Não está ali diante de nós. Então você vê, não há um ódio declarado sobre a verdade de Deus, sobre os meios de graça, sobre o que Deus há uma intenção fragmentada até que nada tenha um peso de permanecer e fazer algo amanhã na gente. Há uma habituada a estímulos contínuos, perde a capacidade de contemplar, de esperar, de lamentar, de maravilhar-se, de responder. Ou amanhã vai est tudo maravilhoso, ou ele não pode fazer. Tudo tem que tá muito certinho para ele poder orar, para ele poder perdoar, para ele poder, ele precisa de de algo, algo estimulante, né? uma novidade para sentir alguma coisa e de ruído para tudo que não importa. Então, esse zumbi espiritual, ele não abandona a fé abertamente. Ele apenas atravessa as realidades mais gloriosas com completamente adormecido. Sempre a ideia de que o leão vai devorar e sempre o leão devora. E a ressurreição é anunciada, ele boceja. O rei fala e ele não consegue prestar atenção. Eh, a eh eles não nasceram assim, eles se tornaram assim. O ouvido que antes se inclinava começou a ficar cansado. A verdade que antes atravessava o coração passou a bater na superfície. O sermão chega, a consciência reconhece, a mente concorda, a vontade não se move. Quando a grande aflição chegou, o autor de Hebreus diz: "Vocês se tornaram tardios para ouvir, vocês se tornaram indolentes. E agora a aflição tá devorando vocês. Os leões estão devorando no caso lá até meio que literalmente, não é?" Então, a pessoa compreende o suficiente para saber que a palavra vai pedir e vai trazer e deve trazer mudança. Então, ele aprende a ouvi-la sem deixar chegar aos lugares da decisão, aos lugares em que eu realmente tenha que me mexer do meu sofá. Esse é um dos hábitos mais perigosos que alguém pode cultivar. Ouvir a voz de Deus e continuar intacto. Ouvi a voz de Deus sobre perdão e o rancor continuar intacto. Ouvi a voz de Deus sobre oração e a oração deixada para amanhã continuar intacto. Abrir a Bíblia sem abrir a vida. Receber advertência sem nunca sentir nenhuma urgência. Cantar promessas. Eu só quero estar contigo e nunca descansar nessas promessas. Confessar pecados de em termos gerais, mas não falar sobre pecados específicos. Exatamente porque isso teria que sair do sofá e enfrentar o leão lá. Com o tempo, o coração vai desenvolvendo esses calos e a preguiça espiritual nos anestesia. Cada convicção sufocada ensina a consciência a falar mais baixo com você. Ela ela ela fala mais baixo sobre a tua vida de oração, mais baixo sobre a beleza de Cristo. Cada chamado ignorado fortalece a impressão de que sempre haverá outra oportunidade, outro domingo, outra semana, outro tempo. E é por isso que o texto diz, cada e eh verdade dada é para produzir uma fé que te leva a sair, a se levantar, mesmo havendo leões. Então ele diz assim: "Hoje, hoje se ouvirem a voz não endureça o coração hoje." Por quê? Porque a preguiça não diz isso aí não é verdade. A assídia diz amanhã. Então você vai ver que o autor ele repete toda hora hoje, agora hoje é o dia, é o oposto da assídia, não é? A preguiça vive de amanhã. Deus sempre fala no presente. Hoje, se ouvirdes a voz, não endureçam o coração. Endurecer o coração não é discordar. Você vai dizer assim: "Amanhã eu vou fazer isso daqui uma semana". Então, o que que a Bíblia tá dizendo hoje? Perdoe hoje. Ah, eu faço um plano para Deus amolecer meu coração para daqui um tempo eu perdoar. Hoje, se ouvir a voz do Senhor, não endureça. Ele falou para você pedir perdão ou ele falou para você perdoar hoje. Esse é o oposto da Sídia. Hoje confesse a esse pecado eu vou entrar hoje em dia, todo mundo eh paciente psicológico, né? Eu vou lidar com isso durante um período. Hoje abandone, lance o seu fardo sobre o Senhor hoje. Hoje volte, hoje creia. Não porque uma única obra comprea, mas porque a graça vive. E essa graça viva nunca trata a voz do rei como um ruído de fundo. Eu já disse aqui um dia com começando um culto que tem muita gente que acha que obedece a Deus de uma maneira muito estranha. Deus fala hoje e a gente fala assim: "Daqui a um mês vou fazer isso". E acha que está obedecendo? Eu falei: "É como se você mandasse o seu filho comprar pão e falasse: "Semana que vem eu vou." Nenhum pai achava que estava sendo obedecido, mas nós achamos que Deus pode ser tratado assim. Deus diz: "Hoje, eu digo: "Daqui a um mês e eu acho que não estou desobedecendo. É porque minha vida é complicada. É porque se eu for hoje, o leão vai me devorar". Então o autor de Hebreus disse assim: "Sabe qual o problema de vocês? É porque vocês são adultos, mas o que vocês queriam era uma mamadeira. Mas chega, essa indolência fez vocês não crescerem. O que est de Hebreus usa uma imagem humilhante. Vocês já deveriam ser mestres, mas ainda precisam que alguém lhes ensine os princípios. Não é assim, queridos? Porque as pessoas sabem o que devem fazer, mas agem como bebês. Ah, pastor, tô com esse problema aqui. Qual qual qual o problema? O problema é esse. Tá na cara que aquela pessoa já sabe qual é a resposta de Deus. Mas você, a pessoa, eles mandaram um carro dizendo: "Ah, isso tá muito difícil, isso tá muito ruim". O autor está dizendo: "Vocês eram para serem mestres, mas vocês dependem que eu diga como vocês vão reagir, porque vocês ainda são bebês. Vocês precisam que eu lhes dê uma madeira." Só que vocês já receberam o suficiente para serem professores. Como vocês não conseguem aplicar isso à vida de vocês? Assídia, preguiça. Vocês não fizeram nada esses anos todos com tudo que vocês receberam. Vocês precisam de leite e não de alimento sólido. Mas eu dei leite a vocês há anos atrás. Leite é bom. É bom. Não há nada de errado com leite, mas é para recém-nascidos. O problema é permanecer um recém-nascido. Quando você já deveria discernir, você só reclama que ninguém te serve, você já deveria servir. Você já deveria ensinar, você já é capaz de suportar o peso. Ninguém coloca 20 kg sobre um neném, mas você é um homem. Você pode carregar, mas você diz assim: "Ah, 20 kg, minha coluna vai doer." Tá vendo? Há um leão lá fora e ele vai me devorar. Há uma infância legítima na fé, mas toda infância que demora na fé é negligência, é assídia, é preguiça. É, ah, eu conserto a pedra que caiu amanhã. Ah, eu faço aquilo. Quando os problemas chegam, como eu disse, o inimigo já encontra o muro derrubado. Eu não botei a primeira pedra que caiu, não consertei a segunda, não consertei a terceira, não tem mais nada. O tempo passa, a maturidade é uma coisa que não chega automaticamente. Como eu disse, que você não deixa lá um mato e começa com rosezeira, eh, árvores frutíferas e cria um jardim, um pomar. Não é assim que acontece. Pô, mar e jardim tem que ser tratado. Cuidado. Se você deixar tudo, vai virar um matagal, vira selva. Então, é possível envelhecer no banco e continuar incapaz de distinguir o bem e o mal. Então, você vai precisar sempre que alguém diga para você o que é o bem, o que é o mal. Como eu vou agir nessa situação? Quando a situação vem, ela não vem com rótulo. É possível conhecer o vocabulário reformado e permanecer governado por impulsos infantis. É o que eles estão dizendo. É possível discutir doutrina da soberania de Deus e de e desmontar sobre a primeira contrariedade, a primeira coisa que acontece como eu não queria. Então eu já desmoronei. Eu sabia tudo sobre a soberania, a providência de Deus, como Deus age para o bem em todas as coisas. Eu sabia. É possível defender a soberania de Deus e murmurar cada vez que Deus faz algo que não é o que eu quero. Ou seja, no fundo eu queria ser soberano. O discernimento, diz o texto, é treinado pela prática. Ele diz: "Vocês estão assim porque vocês não colocaram em prática o discernimento. Se cada coisa que acontecer vocês olharem com os olhos do último sermão, das últimos aprendizados, vocês vão praticando, vão praticando cada vez coisas mais complexas. Vocês sabem olhar aquilo que honra a Deus e que não honra. Não é pelo acúmulo de informação, é pela prática. O autor de Hebreus diz. Ou seja, não é por ler livros de exercício, é ler, tem que ler para saber a postura, saber o que que fazer, mas depois tem que ir lá e fazer porque senão não tá nada. A verdade precisa atravessar o corpo, como a verdade sobre o exercício precisa atravessar o corpo, os músculos, o sentido espiritual tem que ser exercitado. Ele disse, vocês não exercitaram o sentido espiritual da paciência, da confiança, do descanso, da paz. Agora vocês estão sobre perseguição e vocês não têm essas coisas porque o campo de vocês está sortiga. Vocês se mexeram esses anos todos aí, mas vocês pareciam a porta de Provérbios. Então, o homem que constantemente diz não à tentação passa a conhecer sua voz antes que ela termine a frase. É pela prática. A mulher que aprende a entregar ansiedade ao pai percebe cedo quando o coração começa a construir um cenário de incredulidade. Quando o coração começa a querer insinuar que há um leão lá fora, ele vai me devorar, eu já percebi o que é. Eu não falo é mesmo você. Ele tá dizendo, vocês não não praticaram, não botaram em prática. O crente que serve deixa de perguntar apenas o que recebe, porque se ele perguntar o que recebe, ele não vai servir nunca. A maturidade não é um diploma que a gente pega, bota na pé. Você pode ver na parede de alguém, tá lá médico, o cara nunca operou ninguém, nunca cuidou de ninguém, aquilo lá não serve para nada, não tem prática, né? Ouviu muito. É uma capacidade treinada de responder a Deus. É o que ele disse. Vocês devem ter uma capacidade treinada de responder a Deus. Vocês não sabem. Eu não posso dizer para vocês se vocês vão ser condenados à morte ou não. Eu não sei. Vocês não sabem. Mas vocês têm que ter uma capacidade treinada por Deus. A preguiça quera um alimento mastigado. O que que a Bíblia diz sobre isso? O que que a Bíblia diz sobre aquilo? Como é que eu devo agir naquele caso? E agora? Como é que a gente vai agir se tá tudo errado? A gente se converteu, mas agora o Império Romano tá fazendo tudo diferente, a vida tá difícil. E agora que sermões as pessoas querem que as emocionem, mas que eles não exijam uma ruminação, que conselhos eliminem toda a necessidade de sabedoria. Ah, para que que eu tenho que ter sabedoria se eu posso sempre perguntar a alguém o que que é o melhor? Eu não preciso ser sábio, eu posso ser ignorante. Mas olha quem tinha agora que enfrentar os leões, quem estava vivendo lá no império romano, quem estava sofrendo, não era só o quem está escrevendo a carta, era eles. Que respostas rápidas as pessoas querem para permanecer diante de Deus até que o coração seja transformado. Mas filhos crescem, o pai não alimenta para mantê-los no berço. Nenhum pai faz isso. Cristo concede pastores, mestres, escritura, comunhão, disciplina, sofrimento, mas para formar pessoas robustas. Não é para eu não precisar fazer. A graça não não perdoa apenas a minha imaturidade. A graça perdoa a minha imaturidade, mas ela não faz só isso. Ela declara uma guerra à minha imaturidade. Hebreus fala de duas terras. Ele diz, "A mesma chuva cai sobre as duas terras. Uma produz vegetação útil, outra produz espinhos e abrolhos. A diferença não está na generosidade da chuva, está no que estava na terra." Ele diz o problema. Você vê que Deus derramou chuva naquela aquele matagau e no jardim, mas o que estava na terra por baixo do jardim e o que estava na terra por baixo do mataga. O matagal pode, não pode dizer que não foi abençoado com chuva como o jardim, foi porque foi a mesma chuva. As pessoas que vivem durante anos sobre chuvas de privilégio, nós vivemos sobre chuvas de privilégios. Não estamos sendo perseguidos como as pessoas aqui do livro de Hebreus. Estamos ouvindo a boa palavra de Deus. É uma chuva de privilégios. Depois, se anos na minha vida não cresceu nada como um jardim, é óbvio que não foi o problema da chuva. Não foi. É o que ele tá dizendo. Ouvem a palavra, participam da comunhão, provam da bondade da ordem cristã, vêem vidas transformadas, recebem advertências, consolações, exemplo. Mesmo assim o autor de Hebreus diz: "Poduzem espinhos". Não porque a grauça tenha falhado, viu? Mas porque a proximidade externa com as coisas de Deus não é o mesmo que uma união viva com Cristo. É uma passagem severa, porque era um povo que estava sofrendo muito. Mas eu vou dizer, ela foi escrita para ser severa. É por isso que ela é severa, não é sem querer. Ela não permite que uma profissão antiga de fé se transforme em preguiça para o presente, para para o agora. não oferece ao indolente um travesseiro feito de doutrina. Ele toca fogo no campo falso da falsa segurança. É o que o autor diz. E ao mesmo tempo o escritor diz: "Quanto a vocês, amados, estamos persuadido de coisas melhores que pertencem à salvação." O que ele tá dizendo o seguinte: "Eu estou falando isso, mas eu espero que em vocês hajam realmente os frutos da regeneração, que vocês sejam o bolsolo. É isso que esperamos de vocês." A adversência não nega a perseverança dos santos. Aqui ele diz que um dos instrumentos da evidência, da perseverança dos santos é essa vitória sobre a assídia. O pastor chama porque as ovelhas ouvirão? Ele diz: "Eu estou falando isso porque eu realmente em meu coração espero que vocês sejam ovelhas. O pai disciplina porque os filhos lhe pertencem. Você pode passar na rua e uma criançada está jogando pedra na casa do vizinho. Você pode até falar para as crianças: "Parem com isso, mas o seu filho você vai levar para casa e vai ter outro tipo de conversa. É o seu filho. Aí os outros não, não, não são meus filhos. O meu filho é diferente. Eu sou seu pai. Eu não vou só dizer para parar de jogar pedra lá. Vai ter mais consequências do que as outras pessoas que não eram me os meus filhos. naquele grupo, a pessoa que é minha responsabilidade é o meu filho. Então, a preguiça gostaria de separar promessa e advertência, usar a promessa para dormir e devia usar advertência para quê? Para despertar. Mas alguns usam toda a advertência para desesperar. Há um leão lá fora, então eu vou ser devorado. Ah, a carne é fraca, então eu caio. Mas Jesus não disse isso. Ele não disse, as pessoas usam esse texto para para dizer o a razão pela pelas quais elas estão sempre no mesmo lugar. O que Jesus disse é o seguinte: "A carne é fraca e você vai cair." Não é isso que ele disse. Porque isso diz: "Lá fora tem leão e você vai ser devorado". Jesus diz: "Orai para que não entreis em tentação". A carne é fraca, então vocês oram muito. Vocês não podem fazer nada sem mim, então dependam totalmente de mim. Ele nunca disse: "Olha, a carne é fraca, vocês vão cair. A carne é fraca, a ansiedade ganha. A carne é fraca, o orgulho vence. A carne é fraca, a covardia e não." Ele disse: "Orai". E vocês não vão. Ou seja, a pessoa quando vê a advertência sempre desespera. A carne é fraca, então eu vou cair. Mas a escritura une ambas. A promessa de Deus, Deus é fiel. Todos que o Pai me deu, eu levarei para casa. E ao mesmo tempo, a advertência. Não trate a fidelidade de Deus como desculpa para desobedecer. Não tate a f a a a a carne ser fraca como desculpa pelo pecado. Ele não disse isso. Ele disse que você devia orar porque a carne é fraca. E não disse que a carne ia te devorar. Era como se ele dissesse: "Ore e vigie, porque há leões e você tem que sair. Não saia distraído. Não saia como se não houvesse leões." Mas ele não diz: "Não saia, fique dentro de casa. O leão vai te devorar." Não vai lá. Quando ele diz que a carne é fraca, ele está está dizendo isso para dizer assim: "Eu sou o suficiente. Ore a mim, dependa de mim, acredite nas minhas promessas". Mas a preguiça logo diz o quê? A carne é fraca. Ele diz isso porque ele caiu. A promessa sustenta os nossos joelhos, queridos, não nosso pecado. Quando diz que a carne é fraca, ele queria que os seus joelhos não tivessem assídia. orassem, orassem, dependessem, não chegasse à conclusão: "A carne é fraca". Ah, eu caí. Por quê? Porque a carne é fraca. Isso é um deboche. Jesus não tava dando uma desculpa para cair. Ele estava dizendo: "Orem, a chuva continua caindo, a palavra continua vindo." E a pergunta inevitável é: fruto está surgindo? É isso que o autor de Hebreus fala para eles. Não se trata de perfeição, trata-se de vida, onde a vida é uma resposta, às vezes é pequena. Às vezes é ferida, às vezes é lenta, mas ela é real. O tempo foi, né? E começos possuem música própria, né, queridos? O primeiro dia de trabalho, o namoro, a primeira semana de casamento, isso tudo. Mas a assídia vai acabar mal. Os primeiros meses da fé, tudo parece vivo, descoberta, novidade. Quando é que você precisa realmente levantar a cada manhã e fazer as coisas? Quando as emoções já não são suficientes para simplesmente fazer você ir como um bailarino para as coisas. O novo convertido abre a Bíblia, encontra tesouros, ora, percebe a resposta, fala de Cristo com espantane, chega cedo, canta alto, o coração pensa que sempre será assim, então ele chega ao meio e parte da estrada não é mais o começo, ainda não é a chegada. Esse é o caminho difícil. O começo é animado, a chegada também, mas há um longo caminho que não tá nem perto da saída e nem perto da chegada, tá no meio do caminho. O trabalho exige o quê nessa hora? Constância, consistência. Eu só vou continuar a maratona. Tô no meio dela, não tô nem perto do final. Então o que que eu vou ter aqui? Vou ter dor para continuar. Não tem mais a emoção da largada e não tem também a emoção de ver a fita de chegada. Só tem a dor da caminhada. O casamento revela pecados que o romance não mostrou. Os filhos exigem a mesma fidelidade na centésima vez que eu disciplinei, mas eu não disciplinei só porque eu tava emocionado. O ministério perde o brilho da novidade. É óbvio que para mim pregar não é uma novidade. Preparar um sermão não é uma novidade. Não é simplesmente algo empolgante no sentido de ser uma novidade. A Bíblia continua verdadeira, mas nem sempre produz emoção imediata. Nós não vivemos, nós não temos uma emoção imediata que nos faz orar. Nós oramos assim nós amamos nossa esposa, nosso esposo, nossos filhos. Nem sempre eu estou com aquele coração eh emocionado a olhar pro Tomás quando eu tava quando fui no hospital ver ele no bersário. Não importa, não importa. Deus continua presente, mas nem sempre concede a a a sensação da sua presença. E daí é nesse período que a preguiça sussurra, algo deu errado. Talvez você tenha perdido o chamado. Talvez não vale a pena. Talvez é melhor não orar agora, não é? Talvez seja a hora de buscar outra coisa que faça você se sentir vivo. Quantas pessoas acabam relacionamentos e começam outro porque elas querem se sentir vivas. É a o que que elas chamam de vida é a largada de qualquer coisa que vai logo acabar no meio do caminho. Aí você vai se sentir vivo, vai ter que começar outra corrida. Você nunca chega no final da corrida. Como eu disse, você não está nem próximo da largada empolgada, nem está vendo a fita de chegada. Você só está no meio do caminho, onde não parece nada divertido, mas a ausência de novidade não é ausência de Deus. Israel andou 40 dias no deserto. Deus estava lá. É óbvio que é monótono de de desmontar a barraca, carregar a barraca, andar, comer maná, beber água, desmontar a barraca. E foi aí que foi a ruína deles. Não souberam viver essa rotina, esse comum. Muitas das obras mais profundas do espírito acontecem quando a alma não recebe o prêmio. Se a gente recebesse um prêmio a cada noite, a cada dia, a cada manhã, um prêmio do casamento, o prêmio do de ser pai, o prêmio de o prêmio de de de da oração, prêmio, então seria fácil, mas o amor amadurece quando continua depois que o entusiasmo se retirou. A fé cresce quando se agarra as promessas sem que os seus sentidos o apoiem. Porque sentido, sentir não é fé. A obediência ganha peso quando não é carregada pela excitação do começo, nem pela excitação da fita de chegada. O período intermediário é o que revela o que nós realmente amamos. É quando a criar o filho é duro e difícil que o amor é provado. É quando amar a esposa é difícil e duro, sem as emoções da largada. É quando amar o esposo, é quando amar a igreja, é quando amar a a vida com Deus. Quem vive de novidade está sempre o quê? É a essência da preguiça. Ele tá sempre começando de novo, porque ele não termina nada. Viver da emoção, da novidade, é sempre que começar um novo relacionamento, nova vida de oração, nova vida disso, nova vida de de confissão de pecados novo, novo, novo, porque nunca nunca continua a semente não parece emocionante debaixo da terra. Tu põe lá e tem que esperar tempos, mas as raízes estão sendo formadas. É o que o autor de Hebreus diz. O edifício não parece avançar enquanto você tá fazendo buraco, mas tudo vai depender daquele buraco para ficar em pé. Então não despreze o meio. É ali que Deus transforma impulso em caráter. No início tudo é impulso. Amar o filho ali quando ele nasce é impulso. Depois é fácil ser um pai que não é pai. Porque o impulso não é caráter. O romance inicial não é o caráter que sustenta o casamento. O o a empogação inicial não é o caráter. É o caráter é transformado quando aquele impulso já foi. Jesus estava sangrando. Estava sangrando pelos poros. O que havia de emocionante nisso, de delicioso, de maravilhoso? Ali ele prova o seu amor pelo pai, o seu amor pela igreja. estava longe da fita de chegada, estava longe lá do início quando chamou os primeiros discípulos. Estava no meio e o meio era muito escuro. E nós precisamos de descanso apenas para restaurar descanso. Descansos por por descanso apodrece. O Senhor criou o descanso. O corpo precisa dormir. A mente precisa cessar. Por quê? Porque nós somos criaturas. O sábado foi dado como uma bênção. Hoje é uma discussão da nada, né? Você tem que ser seis por um, sei lá, com quanto tem que ser a o trabalho. Tudo bem. Eu acho que quanto mais as pessoas conseguirem, a gente conseguir, né, descansar mais, tudo bem, mas tudo tem um certo limite. Outro dia eu vi alguém dizendo assim: "Quem ama Deus não concorda com seis por um." Hum. Engraçado isso, porque o mandamento diz assim, porque as pessoas acham que o mandamento é: "Guardaráis o sábado, o descanso, mas diz assim: "O mandamento: Seis dias trabalharás e um descansaráis". Era exatamente que a pessoa tava dizendo, que aquilo era totalmente errado, seis por um, mas esse é o mandamento. E olha aquilo láó na hora do descanso, não era descansar para você poder simplesmente curtir a vida, né? Então aquele dia seria do Senhor. Então eh é ótimo se você conseguir trabalhar, sei lá, 3 por 4, não sei, mas dizer que o 6 por um não tem nada a ver, é coisa, né, diabólica. É exatamente o que o mandamento diz. O mandamento não diz descansaráis, diz o mandamento todo, seis dias trabalharis e um descansaráis. Então, o sábado é uma bênção. Cristo chamou a gente para o descanso, para descansar. Portanto, nem toda pausa é preguiça, porque é um descanso que nasce da fé, da fé de que nós não somos Deus, somos criaturas, nos cansamos, nos esgotamos, recebemos um limite. O nosso limite é uma dádiva, mas a preguiça sabe imitar o descanso. Você merece só mais um pouco. Comece amanhã, descanse mais um pouco. Um pouquinho. A Bíblia diz para tosquenejar um pouquinho para cochilar, um pouquinho para tirar uma soneca. É assim, não pense nisso agora. Não, você tem que perdoar, mas não pense nisso agora. Não esquenta a cabeça. Hã? Então, oferece anestesias, ruído contínuo, entretenimento sem fim, conversas que preenchem o silêncio para que a alma não perceba a sua esterilidade. Descansar não é apegar-se eh eh a a à inatividade, não é? Descansar é receber de Deus, é permanecer diante de uma realidade que não controlamos e confessar que ela pode ser boa sem ser produzida por nossas mãos. O nosso sono é bom. Ele diz para nós que o mundo funciona sem nós. É uma declaração de criaturo. O preguiçoso e o trabalhador compulsivo, zubi são capazes disso. O primeiro agarra o conforto, o segundo agarra as rédeas, o terceiro agarra a distração. Ninguém está agindo como criatura. Hã, temos tentado impedir que a vida nos convoque. E isso não é desfrutar a vida. Não é assim que Deus fez para nós sermos. [roncando] Vamos ter que correr para o fim, infelizmente, não é? Então, no livro Peregrino, o cristão subia o que ele chamou da colina da dificuldade, sabe? Tudo isso existe uma colina da dificuldade na oração, na meditação, no casamento, no trabalho, na criação de filhos. Mas a o a obra de Bun diz que ele correu no início, aí depois ele caminhou, depois ele precisou subir de joelhos porque a estrada era muito íngeme. No meio do caminho, ele encontrou um abrigo construído pelo Senhor, que era a a o abrigo do descanso. Você vê, ele começou correndo, começou a andar e depois foi gatinhando e sentou-se. Então ele leu o rolo que carregava junto no peito, o sinal da sua aceitação diante de Deus e a esperança da entrada na na cidade celestial. E então o cristão caiu no sono e o lugar de alívio ele ficou dormindo. Aí depois ele quis dormir mais um pouco e mais um pouco e o lugar de alívio ele diz virou um lugar de atraso. O sono se prolongou, a noite se aproximou. Enquanto ele dormia, aquele rolo caiu. E quando ele despertou e continua a viagem, ele percebeu a perda, não é? A certeza havia desaparecido. O rolo que ele tinha da certeza desapareceu porque ele ele ficou ali muito tempo. Ele precisou voltar. Em vez de avançar, ele precisou voltar, suspirar, chorar e obter o rolo da certeza novamente. Então essa cena conhece nossa alma, né? Raramente é um livro de psicologia mais profunda que o peregrino. Então, quantas vezes nós transformamos bênçãos em camas? Deus deu descanso, mas ele transformou aquilo em atraso. Ele diz, uma estação tranquila faz a gente parar de vigiar. Uma vitória sobre o pecado se torna confiança da carne, ou seja, nos prepara para pecar mais. Uma doutrina consoladora se torna uma licença para negligência. Então, cada descanso de Deus vira um atraso, porque nós achava achávamos que tudo era sobre descanso no sentido de ficarmos lá, não é? Então, perdemos a percepção daquilo que não deixou de ser verdadeiro. Cristo não mudou, a promessa não caiu, mas o rolo cristão diz: "Já não tava mais no meu peito. Eu não tinha percepção dessa segurança. E a graça disse para ele: "Volte e procure o rolo com lágrimas. Eh, suba de novo onde você já tinha subido e descido. Então, a cura da preguiça não começa contemplando nossa força. É o que o autor de Hebreus vai dizer. Ele diz: "Mantenham seus olhos fixos em Cristo". Veja como pela alegria que ele estava proposta, ele não ficou parado, ele desceu. Ele é o contrário da preguiça. Jesus não viveu de impulsos instáveis, não obedeceu apenas enquanto a multidão aplaudiu. Quando a multidão falou mata, ele continuou. Ele não serviu somente quando estava descansado, corpo descansado. Ele ele não amou apenas quando o amor era correspondido. Ele amou como Pedro negou ele. Houve um momento em que ele manifestou no semblante uma firme determinação de ir para Jerusalém. Ele sabia que lá tinha traição, abandono, falsa acusação, mas ele não disse: "Há um leão em Jerusalém e ele vai me devorar". Não, ele disse que ia. Ele, quando Pedro falou para ele não ir, ele disse: "Não, para trás de mim, Satanás". Mesmo assim ele colocou o seu rosto decidido. Quando os discípulos orar dormiam, você pode reclamar da vida de oração dos outros, mas isso não é uma desculpa para você. Quando Jesus foi orar, ele pediu os discípulos para orarem com ele. Eles oraram, mas Jesus não falou assim: "Ah, não vou orar. Ninguém tá orando. Enquanto eu tô aqui cheio de problema, dessa agonia, tô vendo Pedro, pedi para ele ficar acordado. Mas ele não ficou acordado também, não vou conseguir orar também. Também não vou orar. Quando os discípulos dormiam, ele continuou orando. Quando os discípulos discutiam quem era o maior, quem era o maior, Jesus podia dizer assim: "Quem é o maior sou eu." Mas enquanto eles estavam discutindo, muitas pessoas são assin na igreja, enquanto eles estavam discutindo quem era o maior, Jesus levantou. pegou a toalha e lavou os pés dele. Ele não usou isso como uma desculpa para ele não não ser quem ele era. Quando a multidão buscava pão sem desejar pão, ele continuou falando a verdade e não deu mais pão. Quando Pedro tentou afastá-lo da cruz, ele disse para trás de mim. Cristo não confundiu fidelidade com sensação. Quando ele sentiu a sua maior agonia, ele obedeceu. Ele obedeceu. Foi amor perfeito, amor ao Pai, amor à igreja, amor a nós, amor que não esperou que fôssemos atraentes. Amor que se moveu na direção de pessoas mortas que não estavam buscando ele. Cristo olha para a vontade do Pai e diz: "Eis-me aqui. Eu estou na mais profunda aflição. Estou triste até a morte". Não era empolgação, queridos. Não era a empolgação da fita de chegada, era o horror, o horror do meio. Nossa perseverança não nasce da a admiração obstrata de um herói disciplinado que vai nos nasce da nossa união com esse filho obediente. O espírito não produz uma cópia teatral de Cristo. Produz em nós cada vez mais o caráter. Minha comida, minha bebida é fazer a vontade daquele que me enviou. Então, no Getsemman, ele orou com intensidade. A obediência perfeita não significa ausência de agonia, não significa ausência de suor de sangue. Nós não obedecemos. Quando obedecer é fácil, quando temos sentimentos corretos, sentimentos maravilhosos. Jesus obedeceu em mais profunda agonismo. Quer dizer para nós que o que o Espírito faz em nós a nos fazer como Cristo é que nós obedecemos quando tudo em nós e fora de nós está contra. Não estamos esperando sentir um um sentimento bom. Esse é o oposto da Sídia. Significou submissão na agonia. Meu pai, se possível, passe de mticos, mas não faça a preguiça espiritual. Costuma usar a dificuldade interior como argumento, mas você não sabe como eu tô triste. Então, Jesus tava triste até a morte e ele disse: "Faça a sua vontade". Ele continuou indo em direção à obediência do Pai. Ah, mas eu a minha tristeza, o meu abatimento, então não sinto votade. O que que a gente escuta é o seguinte, não sinto vontade. Estou pesado, eu estou tão angustiado. Jesus estava angustiado. Obediência não tem nada a ver com não estar angustiado. Ah, mas que eu vou fazer as coisas, mas meu coração não acompanha. Então, então vá. Esse leão não vai devorar. Getsemon mostra que a fidelidade pode se ajoelhar tremendo, pode se ajoelhar em agonia, mas se ajoelha. Não precisamos esperar que toda resistência desapareça para começar a fazer a vontade de Deus. O que ele nos mandou, isso é o oposto da preguiça. Jesus voltou e perguntou: "Vocês não podem vigiar comigo? Então também não vou vigiar. Não eram homens indiferentes a ele. Eles amavam, eles tinham feito promessas. Pedro havia garantido que morreria ao seu lado, mas eles fracassaram. E a diferença entre o salvador e os salvos. Há muitos fracassos em nossas vidas. Nós não somos salvos por nada que fazemos. Mas enquanto eles dormiam, ele permaneceu acordado. Enquanto falharam, ele obedeceu. Enquanto fugiram, eles foi esmagado. E por causa disso, comprou para eles uma vida, uma vida que realmente transforma. A salvação repousa na nossa perseverança, não na de Cristo, mas é ela que é a fonte do que faz nós avançarmos. É isso que o autor de Hebreus queria que ele soubesse. O evangelho não grita a ordens de marcha para cadáveres. Primeiro eles no ressuscita, nos tira da do do túmulo, nos faz filhos de Deus. É o que ele faz pra igreja, para nós individualmente. E ele convoca o preguiçoso a aparecer. É engraçado como Gideão está malhando o trigo dentro de um leão escondido, lugar totalmente inadequado. Ele estava com medo. E o anjo Abrace diz: "Homem valente". Parece até brincadeira, mas Deus nos chama para nos capacitar a viver. Nós não temos vidas separadas. Nossa vida está escondida em Cristo e em Deus. Por isso, a mortificação da preguiça não é um projeto de autossalvação. É a vida da ressurreição invadindo os hábitos de morte que estavam tão arraigados em nós. A resposta é a graça já concedida. Contudo, não eu, mas a graça de Deus em mim. Quando Paulo fala sobre o espiro, ele não fala sobre a sua capacidade de enfrentar o espinho. Ele diz a graça Jesus disse: "Minha graça te bastará". Hoje muitas pessoas disseram: "Ah, eu acho que não vai bastar não, o leão vai me devorar porque o espinho é muito doloroso". Então Paulo disse: "Então vou me gloriar nas minhas aflições. É o oposto da assídia, né? A preguiça fala como se cada ato de obediência precisasse criar do nada uma força. Mas a Bíblia diz o contrário. A fé olha para Cristo. Ele vai falar para aquelas pessoas: "Mant os olhos no autor e consumação da fé de vocês pela alegria que estava proposta a eles, eles ele foi em frente." Então, a preguiça não é fazer nada escandaloso, é simplesmente parar. É simplesmente parar de orar. parar de fazer o que eu sei que devo fazer, de viver o que eu tenho que viver, parar de acreditar que a mesma casa pode conhecer mudança, parar de de dizer: "Tem um leão lá fora e ele vai me devorar". A preguiça vai dizer: "Você já tentou? Ah, não funcionou. É assim mesmo. Aprenda a conviver com isso." Deus disse: "Não faça paz com a distância. Não faça paz com o que não me honra." E é o que o autor de Hebreus vai dizer para essas pessoas que estavam sendo mortas. Nós temos que ouvir a voz de Deus sem nunca falar ou pensar no leão devorar. Gente, Jesus disse para um homem que tinha uma mão alejada, levante a sua mão. O cara era para dizer: "O quê? Como é que eu vou levantar a mão se minha mão é é alejada?" Ele levantou. Ele não tinha capacidades. É assim que nós ouvimos Deus. Deus falou. É assim que Josué fez. Então, não há bravura humana aqui. Hebreus deseja que cada crente mostre diligência até o fim, porque essa é a marca da perseverança dos santos. É uma convicção alimentada pela palavra, pela comunhão, pela oração, pelo sacramento, pela comunhão com os santos. E o filho de Deus não despreza esses meios. Então, a assídia, a preguiça, ela ela está nos nossos atos, naquelas partes mais caricaturais em volta de nós, que não cuidamos do que devemos cuidar todo dia um pouquinho, mas você vê, ela é algo espiritual, profundo. E é por isso que colocaram ela lá como um dos um uma das raízes que cria quase que toda espécie de pecados. E quando esse povo estava sofrendo, eles ouviram um sermão sobre preguiça. Nós precisamos ouvir que vocês não sejam indolentes. É a palavra de Deus para nós. Vamosficar.