Sermões Online

A fé vem pelo ouvir

Culto – Manhã de Domingo 02 de Agosto de 2026 em Jardim da Luz

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Legendas automáticas:

Amém, queridos. Amém.
Há uma semana atrás ou duas, não me
recordo bem, eu fiz um vídeo sobre gula
e falei que ia ser quatro vídeos, né, de
uma hora e pouca para olhar direito
assim, né? E então eu nem coloquei o
segundo ainda, vai demorar. E uma pessoa
me perguntou por a preguiça está entre
os sete pecados capitais. Nós sabemos
que a lista dos sete pecados capitais
não é uma lista bíblica de sete pecados,
mas é que pegou o pecado capital é de
cabeça, né? De fonte. É aqueles pecados
que são a raiz, a nascente de todos os
outros pecados, ou seja, deles saem
todos os outros. Então, se fizer essa
lista aí, ela é muito muito bem
elaborada, não é? por causa disso, tendo
como raiz fundamental o orgulho, não é?
Que é da onde sai os pecados capitais,
da onde sai todos os outros. É só isso,
não é? E
a pessoa talvez meio apressada, né?
Ainda falta três sobre gula lá e depois
tem todos os outros. me perguntou por
está. Normalmente a gente pensa essas
coisas assim, porque nós olhamos para
pecado de uma maneira muito superficial,
né? Quando pecado é uma coisa
profunda, espiritual e as coisas
externas, como a gente pensa logo quando
pensa em preguiça, eh, são as coisas
mais visíveis, mas mais superficiais.
Então, às vezes não percebemos. E um
texto que eu acho para nós eh bem claro
e ao mesmo tempo pega todos nós a
respeito disso, não é? Da preguiça. É
Hebreus 6 11 12. Você sabe que o
contexto de Hebreus é pessoas sofrendo,
sendo mortas, perseguidas, perdendo
bens, perdendo amigos, parentes e um
sofrimento muito grande.
Então, mais do que você poderia alegar,
não é? Eh, talvez se devesse ser mais
condescendente
no momento de tão grande aflição com o
que a gente vai ver. Mas você vai ver
que a Bíblia não é condescendente, não
é? Então, Hebreus 6 11 e 12, se essas
pessoas não tinham desculpa, nós não
temos nenhuma.
>> [roncando]
>> diz assim: "Desejamos, porém, continue
cada um de vocês mostrando até o fim a
mesma diligência para a plena certeza da
esperança, para que não se tornem
indolentes,
preguiço,
preguiçosos, né? se tornem indolentes,
mas imitadores daqueles que pela fé e
pela paciência
herdam as promessas. Então, quando
ouvimos a palavra preguiça e a pessoa
queria saber por que estava, né,
capital, não é a pena capital é a pena
mortal. Por quê? Porque a cabeça se vai,
né? Então, quando ouvimos a palavra
preguiça, quase sempre imaginamos um
corpo parado, uma sala escura, uma
televisão ligada, um homem, uma pessoa
afundada no sofá,
cercado por quê? Por por, sei lá, por
restos de comida, né? prato sem lavar
alguma coisa, adiando pela décima vez as
tarefas mais simples da vida, que é
manter o ambiente, eh, né, eh, cuidado,
né, ou pensamos no preguiçoso de
Provérbios, que é um livro que fala
muito a respeito disso, se virando na
cama, como uma porta gira nas
dobradiças, como o o livro de de
Provérbios traz essa imagem. E essa
imagem é verdadeira, mas ela é
totalmente incompleta. E talvez por isso
nós achemos que quando lá foram fal
quando se fala sobre o pecado capital, a
preguiça é uma coisinha, é uma coisinha
só. E há pessoas que, queridos, vivem
uma vida diferente dessa que
descrevemos. Elas acordam cedo,
trabalham 12 horas por dia, respondem
mensagens enquanto estão almoçando,
administram empresas, criam projetos ou
estão envolvidos no seu trabalho,
atravessam a cidade, andam eh eh eh eh
longas distâncias, suas agendas são
cheias e chegam no fim do dia, elas
estão exaustas e ainda assim são
profundamente preguiçosas diante de
Deus.
Isso é o primeiro golpe contra nossas
caricaturas.
Quando pensamos nisso, a preguiça eh é
pecado, porque ela tem todo pecado tem a
raiz, a sua raiz profunda espiritual,
né? É na relação do homem com Deus.
Então, ela eh eh eh ela possui mais de
um rosto,
como quase todos os pecados fazem. Às
vezes ela aparece como o preguiçoso
conhecido mesmo, né? assim da da
caricatura, mãos paradas, deveres
abandonados,
casa desordenada,
promessas continuamente adiadas,
mas às vezes, como vimos, ela também
veste terno, abre agendas antes do
amanhecer e trabalham eh
até o fim do dia e é o trabalhador
compulsivo que parece diligente, mas usa
a produtividade para construir um nome.
e proteger o controle e evitar as
exigências eh do amor.
Jesus subiu o monte, então isso era uma
exigência do amor em seu coração. E
ainda assim há um terceiro rosto que
alguns e a gente podia usar a figura de
um zumbi espiritual. Ele cumpre
suficientemente para que a vida não
desmorone totalmente, mas ele atravessa
reuniões, culto, refeições e conversas,
momentos como esse,
mas ele não ele não sente o peso da
eternidade em nada disso. Ah, então se
você olhar para essas três imagens, você
vê que um não quer levantar, o outro não
sabe parar. parece muito agitado, até o
contrário do da da
caricatura da preguiça. E o terceiro já
não sabe despertar mais, mas os três
vivem ao redor do mesmo eixo.
É a vida ao redor do eu, do ego. E
qualquer coisa que se interpõe a isso é
muito difícil, é muito cansativo,
é exaustivo.
Então o preguiçoso ele protege o seu
conforto. O trabalhador
compulsivo protege a sua importância
e o zumbi protege sua própria anestesia.
Nenhum deles deseja ser interrompido por
Deus
pelo que devia fazer em relação ao mundo
que ele vive,
como Deus nos chamou a fazer, ou pela
glória de Deus. A preguiça então não é
medida pela quantidade de movimento do
corpo. Você vê que o autor de Hebreus
está falando que eles não deviam se
tornar indolentes.
E não está falando da agitação,
é revelada pelo destino do coração.
Então o corpo se move, mas a alma dessa
pessoa se move com muita dificuldade,
muito cansativo. As mãos produzem até lá
durante o dia porque é obrigado, mas o
coração tá sempre em recusa. A agenda
está cheia, mas a obediência sempre é
adiada. A pessoa pode correr o dia
inteiro para não ter de parar diante de
Deus, diante da palavra de Deus. A gente
acabou de cantar um hino que diz: "Eu só
quero estar contigo e não há outro lugar
onde eu desejo estar". Então a essência
da preguiça não não deseja estar aí.
Então você pode transformar tudo em
esconderío,
até aquela aparente correria da
produtividade. Pode usar o trabalho,
estudos, ministério e até serviço
para evitar aquilo que o Senhor está
exigindo no lugar mais secreto. Ali tudo
é cansativo,
tudo é muito trabalhoso.
E então, eh, isso se espalha pela vida.
Há uma conversa que você que precisa
acontecer. Há um pecado que precisa ser
confessado. Há uma reconciliação que
precisa ser buscada.
Há uma disciplina que precisa ser
retomada. Há uma promessa que você deve
crer nela. E há uma ordem clara que
exige uma resposta, mas a alma diz
depois.
Agora não.
Ah, eu estou estou cansado, não quero.
Então a preguiça espiritual não é apenas
a recusa de fazer coisas, é uma recusa
contínua de responder a Deus. Sempre
espera e amanhã, não é? Então é possível
estar ocupado demais para obedecer.
É possível cansar o corpo para manter o
coração intocado.
É, é possível produzir muito fruto
visível, né, muita atividade e ao mesmo
tempo deixar o campo interior coberto de
espinhos.
O pecado da preguiça é mais profundo que
falta de energia.
E a gente vai atribuir a falta de
energia. É uma vontade que foi
envenenada.
E a alma
é aquela alma que conhece o bem,
percebe o chamado, nem discorda dele,
ouve o sino da responsabilidade,
mas por dentro permanece imóvel.
Ele não precisa dizer: "Olha, eu eu não
não me interesso por Deus ou eu eh tô
cansado de Deus.
Basta tratar ao Deus alguém como alguém
que pode esperar. Deus pode esperar
minha vida de oração mais uma semana.
Deus pode esperar que eu faça isso
depois. Deus pode esperar. Deus pode
esperar. Basta tratar a Deus como quem
pode esperar. Não precisa abandonar
eh a igreja. Basta ouvir sem nunca
responder.
Não precisa negar a verdade.
Basta adiar de maneira indefinida aquilo
que a verdade exige para nós quando
meditamos, quando ouvimos um sermão.
Então, a preguiça mais perigosa não
dorme no sofá, ela se senta no banco da
igreja.
A preguiça mais perigosa, ela abre a
Bíblia, concorda com o sermão e continua
na outra semana exatamente parado aonde
estava,
se tornou indolente.
Você vê, é óbvio que eh eh
esse pecado, o pecado espiritual, ele
atinge a aquilo mais visível, né? O cara
sentado, a casa desordenada, as coisas,
mas ele sempre continua onde estava.
um mês de sermão, um ano de sermão e ele
está onde? Onde estava?
Ele concorda com tanto que ele não tem
que fazer nada.
É por isso que esse pecado está ali. Ele
é a fonte de uma quantidade enorme de
pecados.
Então, os antigos usavam uma palavra
para esse pecado, assídia, não é?
em português, ela pode ser falada de
várias séda,
como tá no latim. Então, a palavra
carrega a ideia de ausência, de de
cuidado, de um desânimo, uma apatia,
uma falta de de de juntar, igual a a
Bíblia diz, eh vocês devem cingir os
lombros, estar prontos. Então é falta
disso. Não significa apenas estar
cansado, significa deixar de se importar
com aquilo que devia incendiar nosso
coração. Ali a gente está sempre
cansado.
A glória de Deus não pesa, a santidade
não atrai, o pecado não assusta, a
promessa não desperta. Você vê a apatia,
a cansaço, essas coisas não movem. A
alma entra numa néva moral em que tudo
parece exigir esforço demais.
e valer de menos. A vida de oração
parece exigir demais e ter valor de
menos. Então, tô cansado, estou cansado.
Não há necessariamente uma rebelião
barulhenta. Esse é o grande problema da
assídia, do pecado, da preguiça. É uma
coisa mais silenciosa, um encolher de
ombros diante das coisas eternas. Eu
sei. Um dia, não agora. Não faz tanta
diferença se for essa semana ou se for
na próxima. Então, a síd é a frieza que
responde ao chamado de Deus com uma
indiferença educada. Nunca diga: "Ah,
isso aí é ruim. Ah, isso aí tá falando,
mas não, não, pelo contrário, é o pecado
que não precisa destruir a verdade.
Ele só precisa tirar toda a urgência da
verdade.
O homem continua acreditando que a
oração importa, que a oração é uma das
coisas mais importantes, mas ele não
ora.
Ele continua dizendo que a escritura é o
alimento da alma, mas ele só come
migalhas
a cada dia. Ele continua afirmando que
Deus quer a comunhão dos santos, mas ele
nunca tem, sabe? Se no final de semana
ele não consegue estar com os santos.
O perigo e aquele não afirma esse
negócio de comunhão dos santos não não é
necessário. É o meio de graça que Deus
criou, mas não precisamos dele. Você vai
ver que isso acontecia aqui com os
hebreus.
Ah, também
ele continua declarando que Cristo é
tudo, mas ele organiza sua vida inteira
como se outras coisas fossem mais
imediatas, mais importantes, mais
concretas e mais dignas da sua energia
do que Cristo.
Esse pecado possui então uma estranha
capacidade de tornar o eterno distante e
o trivial próximo. Tudo que é trivial e
é mais e eh tem mais urgência do que o
que é eterno. Uma hora diante de uma
tela voa. 10 minutos de oração parece tá
subindo um monte Evereste.
Acídia, entende? Uma conversa inútil
flui sem esforço. Uma confissão sincera
perante Deus parece difícil.
Parece aí sim subir uma montanha. Então,
a alma deixou de desejar
aquilo que devia botar a alma em
movimento, a vida em movimento e tudo
ser sobre Deus, até o cuidado das
coisas, não é? Como a gente acaba
identificando a preguiça, por isso a
preguiça não é neutralidade,
ela é uma forma de amor,
um amor baixo, um amor sem vigor, um
amor sem energia
e um amor voltado para o conforto.
O conforto de não ser perturbado. Eu
admito que oração é uma coisa incrível,
mas ai oração é tão difícil, eu fico
assim, eu fico assado. O preguioso
espiritual ama a paz falsa de permanecer
como ele está e não querer que nada
perturbe ele, que a vida dê certo para
que ele fique lá. Ele ama nunca ser
exigido. Amo o direito de não ter que
responder. Ele ouve um sermão, não se
sente obrigado a responder aquilo.
Ama a vida em que Deus oferece consolo,
mas a vida com Deus nunca é uma ordem de
marcha. Ele tá sempre no hospital de da
da da para ele a igreja hospital e todo
mundo de uma uma certa maneira é um
enfermeiro para ele.
Há al uma perde cuidado porque ela
perdeu uma visão de valor. Quando o
Cristo deixa de ser visto como um
tesouro, toda a exigência,
a gente podia falar do discipulado,
parece difícil demais, pesada demais,
cansativa demais.
E então há uma definição que atravessa o
coração desse pecado.
Preguiça espiritual é a resistência a
toda exigência do amor
em todas as direções. O amor tem
exigências e a assídia é uma
resistência. O amor verdadeiro sempre
chama você para fora.
O amor verdadeiro nunca é voltado para
dentro.
de tal maneira que eh eh ele me faz me
levantar, me aproximar, servir, eh
deixar as coisas que ficaram para trás,
prosseguir para o alvo. Você vê, ele
está sempre voltado para algo fora.
Faz perseverar quando o entusiasmo
acabou.
faz carregar o fardo, que não é só o seu
fardo, e querer que todo mundo carregue
o seu fardo. Faz manter a palavra eh
dada, faz buscar eh
alguém quando o orgulho preferia
distância, faz abrir a boca quando a
verdade precisa ser dita.
Faz fechá-la quando a língua deseja
ferir.
Então, o amor não é apenas uma emoção
agradável. Quando nós pensamos assim,
nós eh perdemos o ponto. Ele é uma força
santa que se move em direção ao bem
do outro por causa de Deus e se move em
direção a Deus. O amor nunca se volta
para si mesmo. Se eu amo alguém, hoje em
dia a gente chama de amor qualquer
coisa, né? Eu quero ser servido, quero
ser amado, quero que a pessoa me
complete, quero que a pessoa faça isso,
faça aquilo. E chamamos isso de amor. Na
verdade, é o oposto do amor. O amor é
voltado para fora
e não para dentro. Ã, a sídia é voltado
para dentro. Por isso a preguiça odeia
isso. Não porque odeie necessariamente o
amor no sentido de odiar o sentimento do
amor. Ela odeia porque ela gosta de
sentir, gosta de admirar e gosta de
falar. Então isso parece que ela gosta.
O que ela resiste é a exigência.
Amo a ideia de servir, desde que o
serviço não interrompa meu descanso. Amo
meu cônjugo, amo meus filhos, amo o meu
irmão, amo Deus, mas isso não pode eh
perturbar
o meu descanso.
Você vê, então, na verdade, ela odeia o
amor, porque o amor é voltado para fora,
não é só sentimentos doces.
Ela ama a ideia de perdoar, desde que
ninguém a ofenda. Você vê, ela ama um
sentimento,
ama a ideia de santidade, desde que
nenhum hábito tem que ser mortificado.
Ela é ama a ideia de missão, desde que a
vida permaneça organizada em torno das
minhas conveniências.
Então, a preguiça prefere virtudes
contempladas. Ela adora contemplar o
amor, eh contemplar o servir, mas ela eh
eh eh não gosta de virtudes
praticadas,
ama a ideia da oração, ama a ideia da
beleza de Deus, ama ama assim, mas ela
prefere sermãos sobre oração do que
momentos de oração. Ela está muito
interessada sobre oração,
mas ela não ora. Você vê, ela ama mais a
a a as coisas do que realmente a prática
das coisas. Ela ama a contemplação.
Ela fala sobre casamento e amar e fala
sobre isso e amar e a igreja e amar. Mas
ela ela gosta da ideia,
prefere livros sobre disciplina a uma
amhã. É como se você gostasse de ler
livros sobre exercício, mas não não não
se exercita, mas acha eles incríveis.
muito interessantes. Então você prefere
uma emoção diante da cruz do que tomar a
cruz. Tudo que fala sobre a cruz,
contemplar a cruz é ótimo. Mas se eu
tiver que tomar a cruz, aí eu já não
acho ótimo. Isso é a Sídia. Ela
transforma o cristianismo numa galeria.
Sabe quando você vai numa galeria e a
gente caminha entre aquelas aquelas
obras? Então ele acha que o
cristianismo, o evangelho, é uma galeria
magnífica, verdades magníficas,
soberania de Deus, decreto de Deus,
eleição de Deus. E ele caminha entre
essas verdades e admira como numa
galeria cada quadro e você fala sobre
aqueles quadros, sobre aquelas belezas e
você sai
e você esquece a galeria. Era só aquele
momento. Então você sai sem obedecer a
nenhuma delas, mas Cristo não chamou
espectadores, ele chamou discípulos.
O autor de Hebreus tá dizendo para eles,
vocês estão se tornando indolentes.
Vocês não são espectadores, são
discípulos. Vocês devem sofrer de uma
maneira em que mostre que vocês não se
tornaram indolentes.
Não podem falar sobre a paz de Deus, o
amor de Deus, a glória de Deus. E na
hora que isso deve colocar vocês em
ação, simplesmente não coloca.
Então
ele não disse Cristo apenas considerem
meu caminho, pensem no meu caminho, eh
contemplem o caminho. Ele disse para
nós, siga-me. Quem quiser me seguir,
você vê, não é uma contemplação. Que
caminho lindo, que caminho bonito. Ele
diz: "Ande,
se mova,
aja".
É isso. O amor de Cristo não permaneceu
num sentimento eterno no coração do Pai.
Ele no tempo próprio se tornou um homem.
Entrou no tempo, assumiu carne, lavou o
pé, tocou em leprosos, suportou a
contradição dos homens, suportou que
ninguém quer suportar hoje, né? Uma a
igreja. A igreja não era nada
maravilhosa, né? Pedro, João, Tomé. Ele
suportou a contradição dos homens que
eram inimigos da verdade. Ele obedeceu
até a morte. Ou seja, o amor de Cristo
fez ele se mover.
Ele não ficou sentado eternamente, não
é? Dizendo: "Ah, que amor eu tenho por
eles". Então, essa verdade alcança
também o trabalho comum. Uma vocação não
foi dada para que o homem transforme a
sua competência num espelho. Foi dada
para que ele cultive a criação, sustente
os seus, a sua casa, sirva ao próximo e
coloque recursos e o os seus recursos a
serviço do reino de Deus. Quando é
voltado para si, então isso é assídia.
Trabalhar é uma forma ordinária de amar.
Por isso alguém pode cumprir todas as
metas e ainda pecar por preguiça.
Produz muito, mas não oferece nada. Se
eu produzo muito para mim,
essa é a essência da preguiça. É um amor
voltado para si mesmo.
Então, constrói uma carreira, mas deixa
a família vivendo da das sobras. Acumula
prestígio, mas não possui tempo para a
comunhão dos santos.
A preguiça do trabalhador compulsivo não
está na ausência do esforço,
está na recurso de permitir que o
esforço se transforme em algo para fora
de si e não uma agenda que é voltada
para dentro de si mesmo. Então ele
trabalha para não precisar amar. Cristo
trabalhou porque amava. Ele veio porque
amava.
A preguiça permanece. O amor entrega. A
preguiça preserva a si mesmo. O amor
aceita o custo. O amor tem um custo.
Amar a igreja custava algo.
A preguiça transforma todo custo em um
argumento para recuar, em um argumento
para dizer depois, né? Amanhã. Ele não
apenas nos impede de realizar as
tarefas.
O que ela faz é nos fazer resistir o
próprio formato da vida de Cristo. Ele é
o oposto da santificação. Você vê que a
santificação é ser transformado de um
grau de glória para outro na imagem de
Cristo. E isso é o oposto.
Então, Provérbios diz que um sábio passe
num campo e ele eh o que ele vê
não é uma catástrofe repentina.
É assim que Provérbios escreve. Ele não
vê fogo, não vê um exército inimigo, não
vê uma enchente levando o campo,
destruindo tudo. O que o sábio vê,
provérbio diz, é o abandono.
Há espinhos por toda parte naquele
campo, ortigas cobrindo o solo, o muro
de pedra tá desmoronando. Então ele ora,
o
provérbios diz, ele olha, considera e
ele aprende porque ele é sábio. A ruína
não chegou no único dia, não foi uma
catástrofe.
Chegou em pequenas ausências. Uma manhã
que o lavrador não foi, um dia que ele
não capinou, um dia que ele não semeou,
uma manhã em que o lavrador eh eh viu
uma pedra caída do muro, mas não colocou
ela no lugar. Uma erva daninha que
parecia inofensiva, ele não tirou.
Um trabalhador que adie o trabalho pra
próxima semana.
Você vê, não é uma tragédia. Um pouco de
sono. O provérbio diz um pouco de
cochilo, um pouco de braços cruzados.
Quando finalmente se percebe o campo não
é mais campo, é um matagau.
É um território tomado. O preguiçoso de
provérbios não destrói apenas grandes
projetos. O que ele fez foi abandonar o
diário. Era coisas que não eram grandes.
Parece uma tragédia, o campo perdido,
mas foi todo dia não fazendo pequenas
coisas. Ele não arou na estação certa.
Ele não repara o telhado enquanto tem
uma goteira.
É o que diz. Ele não assume o peso
simples daquilo que foi confiado a ele.
Ah, se Deus tivesse me chamado para ser
Salomão, ia fazer coisas grandes, um
grande ministério, uma grande coisa, um
grande impactante. Mas Deus chamou ele
para tirar o mato, eh, colocar a pedra,
ver o negócio da goteira. Por isso a
escritura trata a diligência diária como
assunto espiritual. Chegar quando se
deve chegar, cumprir a palavra,
trabalhar com as próprias mãos, manter a
casa em ordem.
Não viver parasitando a fidelidade
alheia,
sempre dependendo do que os outros
irmãos fazem na igreja, do que as outras
pessoas fazem. E sempre às vezes até
reclamando, né? É uma vida quieta e
responsável, pode parecer pequena, mas
diante do mundo ela proclama que Deus é
digno de confiança.
Quando aquela pessoa está fazendo
aquelas pequenas coisas todos os dias, a
rotina possui um altar. Nele oferecemos
horas, força, tensão e constância.
É isso que o o autor está dizendo para
eles. Sabe por que que vocês estão em
grande dificuldade nesse momento?
difícil, porque vocês foram lentos,
vocês foram preguiçosos.
Então, o preguiçoso despreza esse altar
do cotidiano
porque sonha com grandes ocasiões
enquanto deixa apodrecer os deveres que
Deus colocou à sua porta. Deus colocou à
sua porta pequenas coisas todos os dias,
mas ele queria fazer uma coisa grande
para Deus. Então, ele não faz, não faz
nada.
Ele não faz nada. Assim acontece com a
alma. Raramente alguém acorda e decide
destruir sua vida espiritual naquele
dia.
A destruição vem em pequenas porções.
Uma oração abandonada,
um dia que a escritura está fechada, uma
mágoa que em vez de ouvir Efésios dizer:
"Não deixe o sol se pôr sobre a sua
ira". uma mágoa que ele deixa pro outro
dia, pro outro dia, sua alma está
amargando.
Ele não devia deixar aquela semente,
aquela ortiga no campo, mas ele disse:
"Olha, tá, tô magoado, depois o vou
deixar o tempo passar".
Ah, então ele deixa o sol pr um culto
tratado como dispensável. Essa semana
não, não. Essa semana não. Hum. Uma
tentação alimentada em segredo, uma
correção recusada. uma consciência
silenciada. Nada parece muito grande,
nada parece definitivo.
Assídia, preguiça,
[roncando]
mas tudo está plantando alguma coisa. O
coração nunca fica
parado, como aquele terreno lá do
Provérbios, que o cara não está tirando
o matinho que ele viu, a pedra que caiu
do muro, aquilo vai causar um caos. Mas
não foi, não foi de repente. Se não é
cultivado pela verdade, você vai ser eh
eh eh ocupado por por espinhos. E esse é
o problema de espinhos cardos nessa
terra amaldiçoada.
Você precisa semear, se você quiser
trigo, mas você não precisa semear para
virar um matagau. Você não tem que fazer
nada. Você tem que trabalhar na
agricultura paraa terra produzir
alimento.
Mas se você quiser produzir um matagau,
você não precisa fazer nada. Você só
pode precisa deixar as coisas para
amanhã e para amanhã. Se o muro não é
reparado.
Quando os invasores chegarem,
não tem muro para proteger você. Mas o
problema teu não foi aquela hora. Ah,
não. Você que aconteceu porque os
invasores chegaram, Satanás veio com
muitos, muita força. O problema é que
ele não encontrou muro, não encontrou
resistência, não encontrou nada
preparado. Você não estava com os lombos
cingidos,
você não vestiu as peças da armadura,
você tinha deixado tudo para amanhã.
É óbvio que quando chegou o inimigo não
encontrou o muro, não encontrou nada.
O inimigo sequer precisa derrubar uma
muralha, sequer precisa tirar sua
espada. Você nem tava com a sua. A
abertura para ele já estava pronta. A
preguiça é perigosa porque ela trabalha
não pelo que a gente faz, mas trabalha
pela nossa negligência, pelo que a gente
não faz.
E nada precisava ser grande.
Você não precisa semear ódio.
É só você não cultivar o amor.
Você não precisa semear amargura.
É só não cultivar o perdão.
É isso. É isso que acontece. Você só
precisa deixar as coisas irem como são,
deixar de perdoar hoje, deixar o sol se
pôr sobre a sua ira e deixar e o ódio, a
amargura,
né, isso vai crescer. Não precisa
inventar uma heresia,
você só precisa deixar a verdade ser
irrelevante na sua vida. Você só precisa
ouvir o sermão e aquilo não fazer nada e
de te colocar em ação.
É só isso. Você não precisa odiar o
sermão. Você não precisa criar o tempo
faz o restante, porque espinhos crescem
sem convite.
Só o tempo e não fazer nada vai criar,
vai crescer lá no campo ódio, é
apat,
vai criar tudo. Você não precisa fazer
nada. E esse é um problema. Ortigas não
precisa de planejamento, esforço, eh
disciplina. Você não precisa de nada. O
pecado remanescente não aguarda
pacientemente enquanto o crente
descansa.
O pecado que habita em nós, ele não
fica, coitado, ele precisa descansar
essa semana. Ele não pode semear a boa
semente da verdade. Então também não vou
fazer nada. Não é assim que funciona.
Você deixou lá o jardim, ele vai virar
uma floresta.
Ele ocupa o pecado, ele enraíza, ele se
multiplica. O mortiga vira 10, vira 20,
vira 30.
Por isso a escritura ordena diligência.
O autor de fala assim: "Vocês estão com
muitas aflições, mas o problema de vocês
não são as aflições,
é a falta vocês se tornarem indolentes,
mas porque a graça que salva também
desperta, sabe? Não, não é porque a
salvação dependa de de da da energia
autônoma do homem, não. Não é porque a
graça que salva desperta, ela realmente
ressuscita o morto, né? Para ele ficar
deitado na sepultura.
Ela não só faz o cara abrir os ó para
não tá mais morto. Ela tira ele da
sepultura. É como Jesus mandou tirar as
coisas que estavam amarrando Lázaro.
Lázaro precisa viver. É o que a graça
faz. E esse campo pertence ao Senhor.
E é justamente por pertencer ao Senhor.
Ele não pode ser abandonado aos
espinhos. Não pode ser aquela pedra, a
única pedra do mundo que caiu, precisa
ser colocada lá de novo. Aquela única
ira precisa ser ser vista antes do do
próximo dia.
Então, o Provérbios diz assim: "Como a
porta gira sobre suas dobradiças, assim
o preguiçoso se revolve na cama." Então,
a porta se move na dobradiça, né,
queridos? Então, há muito movimento
na porta. vai para um lado, vai para o
outro, produz som, desloca ar. Então
você pensa, essa porta tá em atividade o
dia inteiro. Ela abriu, fechou quantas
vezes, mas no final ele diz, a porta
está no mesmo lugar.
É o que Provérbios diz: "É uma imagem
perfeita de muita atividade espiritual.
Há movimento, mas não há progresso
espiritual. O cara é como uma porta na
dobradiça. Se mexe, sermão, culto, tal,
ouve. Mas acontece nada, ele não tá indo
para lugar nenhum. Aqui também aparece o
trabalhador compulsivo. Ele atravessa
aeroporto, conclui projetos, recebe
elogios, aumenta núos, mas toda essa
atividade
pode continuar presa à mesma dobradiça.
E é sobre isso que o autor tá falando
com eles aqui em Hebreus. O ego, toda
aquela atividade
era para dentro.
Ou seja, é uma negação do amor que é
para fora, para fora. Então, a agenda
avança, mas o coração dele permanece no
mesmo lugar que estava no ano passado.
Ele não trabalha apenas para realizar
uma vocação, ele trabalha
para adquirir um nome, uma identidade,
para não depender, para ser
indispensável. Tudo isso eh fala ao ego
de alguma forma, né, para acumular
aquilo que fará eh eh eh
fará ele parecer mais seguro,
superior, invulnerável. Quando o
trabalho deixa de ser amor e se torna a
construção de uma identidade,
a diligência exterior passa a esconder
uma profunda assídia.
O homem está ocupado demais para
perguntar por ele faz o que faz.
Ele pode dizer que faz tudo para sua
família, mas o que ele mais abandona é a
família.
Ele não sabe mais porque ele faz o que
faz, né? O sucesso o protege da presença
de Deus, como o sono protege o
preguiçoso do amanhecer para trabalhar.
Ambos estão se recusando a ser
criaturas.
Um quer que nada lhe seja exigido.
O outro quer
o que? Quer construir um nome, né? tudo
dependa dele. Ou se agarra no sofá ou se
agarra no cargo. Mas o que impulsiona
tanto para um sofá como para o cargo é a
mesma coisa.
É assim mesmo.
Nenhuma segura as rédias da vida com as
mãos abertas.
Então, tudo que é profissional gira em
torno dele. E ainda assim nunca
atravessa o limiar da adoração. A pessoa
começa novamente,
faz um plano, compra o caderno e todo
ano ele é a porta dobradiça. Cada virada
de ano ele vai orar mais, ele vai buscar
mais, ele vai fazer mais, mas ele não,
aqueles movimentos não leva ele a lugar
nenhum. Ele assiste uma pregação sobre
disciplina. Durante três dias se sente
renovado, mas depois de três dias
assídia. Ele já cansou já. No mês
seguinte começa de novo. Então a porta
gira, a dobradiça, arranja, o lime ar
nunca é atravessado, a porta nunca sai
do lugar.
Então você vê, a preguiça nem sempre é a
recusa de uma de uma eh tentativa. A
preguiça não, a sídia não se recusa a
tentar.
Ela oferece tentativas fracas para
manter a consciência quieta. Mas é só
isso. Uma tentativa. Ela permite começar
desde que não seja necessário continuar
muito tempo. Continuar demais. permite
prometer, desde que a promessa possa ser
aceita como aquela boa vontade que
substitui a obediência. Permite sentir
culpa desde que a culpa não se
transforme em arrependimento.
Permite emoções, desde que a emoção não
se torne perseverança. Há pessoas que
vivem sempre no primeiro dia, sabe?
Assim como a Bíblia, no princípio. E o
cara tá sempre no princípio.
Ele tá sempre no primeiro dia de uma
nova vida de oração, no primeiro dia de
uma nova vida de de meditação, no
primeiro dia de uma nova compromisso com
a comunhão com os santos, uma sempre,
tá? Sempre sempre recomeçando, sempre
anunciando, sempre prestes a mudar,
nunca atravessa a porta.
Não faltam decisões,
falta continuidade.
É o que o autor de Hebreus está dizendo
para eles. Não falta impulsos, falta a
raiz que firma. Não faltam momentos de
intensidade, falta fidelidade quando
ninguém eh observa. Não falta
eh eh interesse nas coisas de Deus,
voltado para fora. Ele fala muito sobre
igreja, casamento, família e tal, mas
tudo isso sempre é em eternos começos. O
reino de Deus, porém, não avança por
dobradiças, avança por passos.
Um passo pequeno e real vale mais do que
100 movimentos circulares.
A porta se movimentar o dia inteiro 100
vezes, 200 vezes, era melhor cinco
passos para a frente. Cinco passos. Um
passo pequeno tem mais valor. Uma oração
feita vale mais do que um plano
brilhante de oração para a próxima
semana.
Um plano brilhante de leitura e
meditação na palavra para o próximo mês.
Uma reconciliação buscada vale mais do
que 1000 reflexões sobre comunhão,
livros sobre comunhão. Uma tentação
recusada vale mais do que vários estudos
sobre santidade.
A obediência não precisa ser
espetacular.
A obediência precisa sair do lugar, ela
precisa se mover, ela precisa se mexer.
A graça de Deus não nos transforma em
portas agitadas. Ela faz de nós
peregrinos. O peregrino tá indo para
algum lugar.
Abraão estava indo para algum lugar.
Se ficar parado não é peregrino,
eles podem mancar, podem chorar enquanto
sobem, mas a sua vida não é uma
dobradiça.
Pode ir rápido, pode ir devagar.
Há outro texto em em Provérbios que fala
assim: "O preguiçoso diz: "Há um leão lá
fora".
Não disse é verdade ou mentira. Há um
leão lá fora. E aí a conclusão é: "Serei
devorado no meio da rua". Você vê o leão
de Provérbios não está apenas na rua,
está na imaginação que preocupa pessoas.
Ah, a dificuldade pode ser real. A
preguiça é a transforma numa
impossibilidade.
A tarefa pode ser custosa, mas a
preguiça apresenta a tarefa como
absurda, como além das minhas eh de
qualquer capacidade que o reino possa me
dar. O caminho pode conter perigo. A
preguiça usa o perigo como autorização
para nunca sair de casa. ter um leão lá
fora.
Ou seja, a preguiça é uma grande
fabricantes de leões. A gente medita
sobre Pedro falando sobre ansiedade. Eu
digo: "Ih, a ansiedade vai me devorar
amanhã.
Há um leão lá fora e ele vai me
devorar."
Não adianta
conversar, ele nunca mudará. Não consigo
orar. Você diz assim: "Não, não, não,
não, não adianta eu disciplinar meu
filho. Meu filho é difícil. Tá vendo? O
leão vai me devorar. Deus tá dizendo,
faça isso.
Não consigo orar. Minha mente é muito
distraída. Você vê, em vez de dizer
assim, não vou concentrar, vou, a minha
mente tem que ser cativa aquilo que eu
Deus me chamou para fazer. Não, não. Há
um leão lá fora e ele vai me devorar.
Ah, eu tenho que orar, mas minha mente é
distraída.
Não posso servir. Por quê? Porque minha
vida tá muito complicada agora. Eu tô
precisando resolver tantos problemas,
depois eu sirvo. Não vale começar porque
eu já falei tantas vezes. Você vê,
fabrica leões e sempre o leão vai te
devorar.
Não posso confessar
porque se eu confessar vão perder paraa
vai perder o respeito por mim. Eu não
posso perdoar
a um leão, não é? E por que não pode?
Porque a ferida é muito grande. Ou seja,
o leão vai me devorar.
Não posso perseverar.
Por quê? Porque eu não sinto o que eu
sentia antes. Tá faltando eu sentir
alguma coisa. Você vê, há um leão lá
fora e ele vai me devorar. É o que o
preguiçoso diz. Ele ouve sobre perdão,
ouve sobre eh eh ansiedade. A primeira
coisa que ele diz é que não, não
adianta. Eu sou uma pessoa ansiosa.
Há um leão lá fora e ele vai me devorar.
Talvez haja alguma verdade eh em muitas
eh partes do que a pessoa levanta. É
isso que torna a desculpa convincente,
porque a preguiça raramente inventa do
nada.
Se lidar com orgulho fosse menos que um
leão,
então lidar com orgulho seria fácil. Mas
o orgulho é um leão. Mas a conclusão de
que ele vai me demorar é a minha
conclusão.
Você pega uma dificuldade e concede a
dificuldade uma autoridade soberana. A
ansiedade, o orgulho, a amargura, a
falta de perdão é soberana. Deus não é.
Se há o leão, ele vai me devorar.
Deus não é capaz de fazer o que ele diz
a respeito desse dessa coisa. Então, o
que que acontece? A promessa de Deus é
esquecida. Deus quando diz: "Não andeis
ansiosos, porque eu tenho cuidado de
vós". Ele sempre dá uma razão, ele dá
uma promessa. Mas eu digo: "Não, a a
ansiedade vai me devorar. Eu é o
preguiçoso. Ele ele não vai fazer nada a
respeito disso. Ele já decide, ele já
sabe. Então, a presença de Cristo é
diminuída.
A graça, o poder do Espírito é tratado
como totalmente insuficiente. E a
fraqueza humana sempre tem a última
palavra. Eu queria perdoar, mas então
mais, mas o leão vai me devorar. O leão
da falta de perdão.
Mas a Bíblia não promete ruas sem leões,
queridos. Ela promete você vai ter um
pastor. Você sabe que, né, que Davi
quando era um pastor, mesmo sendo
criança, matou um urso e matou um leão.
Isso que a Bíblia promete, ela não
promete a você. A, o orgulho é uma
coisa, não tem leão, não tem orgulho,
não tem ansiedade. Ela não promete isso.
Você tem um pastor, Deus dá sua
promessa. Ele não promete colinas sem
inclinação. Ele promete haverá graça
suficiente.
Ele não diz: "Ah, tem um espinho, ele
vai me destruir.
Não, não vou me gloriar nas minhas
fraquezas." Paulo diz, porque quando sou
fraco, então sou forte. Você vê, ele
não, ele não há sídia aqui. Ele não está
dizendo há um espinho e eu vou só
lamentar, porque o espinho é muito
difícil.
Ele não, ele não é o preguiçoso de
provérbio. Ele não diz: "Há um leão lá
fora e ele vai me devorar".
A fé não fecha os olhos para o leão, mas
ela se recusa a tornar o leão rei da
história.
Davi viu Golias.
Calebe viu gigantes. A diferença é que
Israel viu os gigantes e disse: "Nós
somos como pães, eles vão nos devorar.
Nós somos como gafanhotos".
Assídia.
Josué disse: "Não, não, eles são como
pães. Nós vamos devorá-lo". É óbvio que
Josué não estava acreditando nas suas
próprias capacidades,
mas não havia sídia. Paulo viu prisões,
açoites e morte.
Cristo viu cálice. Ele não disse: "Ah,
eu estou vendo o Jetsêmane, não vou nem
descer. Há um leão lá fora, então
eu não vou conseguir.
Vou ser devorado."
Não havia o cálice. Paulo disse: "Eu sei
que pelas cidades me esperam prisões,
açoites, humilhações e morte. Um leão,
né? vários leões lá fora, mas ele diz:
"Mas eu vou."
Você vê, esse é o oposto da assíde, o
oposto da preguiça.
Nenhum deles permitiu que o perigo
anulasse a palavra de Deus.
A Bíblia nunca diz que não há perigos,
que não há leões lá fora, mas Deus diz:
"Eu estarei contigo quando você passar
pelas águas, eu vou estar contigo.
Quando passares pelos pelo fogo, ele não
arderá em ti." Aí você diz: "Não, não,
não, não. O fogo vai arder em mim. A
água vai. Não, eu sou ansioso. Não, não,
eu se eu tenho problema com orgulho. O
leão tá lá fora e ele vai me devorar. O
que vai acontecer? Vai mesmo,
vai mesmo,
porque isso não é, você vê, é, é algo
voltado para dentro, o amor é voltado
para fora. Paulo estava eh eh capturado
pela beleza de Cristo. Então, quando ele
viu os leões, prisões, humilhações,
ele disse: "Eu vou, há um leão lá fora,
mas eu tenho que ir". Então é o oposto.
A preguiça diz: "Ah, um leão fique,
fique dentro de casa, tranque as portas,
fique quietinho. Se você se misturar com
a igreja, ih, você vai ter problema. As
pessoas são complicadas. E se você fizer
aquilo, vai acontecer isso. E se você
for paciente, as pessoas vão aproveitar
de você. Se você perdoar, então vai
acontecer isso. Se você, não adianta, a
vida é cheia de problemas, você vai
ficar ansioso. Então, a preguiça diz:
"Há um leão, fique, tranque as portas".
Já a fé responde: "Há um leão, há um
Senhor, avance".
É por isso que a Bíblia diz, a a a
espada dos vossos inimigos não tem
mascote.
Há serpente, há leões, mas Deus tirou as
suas presas. Você vê que é é o oposto da
assídia.
Então, o problema aqui dos hebreus não
era falta de informação. Eles haviam
ouvido muito.
A a igreja dos Gálatas não era falta de
informação, não é? Eles haviam havido
muito, os hebreus conheciam as palavras,
sabiam a história, tinham recebido luz
suficiente para ensinar a outros a
verdade sobre sofrimento, sobre perdas.
Tinham recebido luz. Mas o escritor
interrompe sua exposição e diz: "Vocês
se tornaram lerdos para ouvir, se
tornaram tardios, se tornaram indolentes
para ouvir, se tornaram preguiçosos.
Vocês ouviram com preguiça, com assídia.
Essa lentidão possui uma figura moderna,
né? Como a gente mencionou, o zumbi de
olhos abertos está presente, mas não
está ali inteiro. Ele tá meio morto, né?
O corpo ocupa o banco, os olhos vagam, a
mente procura a próxima interrupção. A
palavra é ouvida como quem escuta um som
vindo de outro cômodo. Não está ali
diante de nós. Então você vê, não há um
ódio declarado sobre a verdade de Deus,
sobre os meios de graça, sobre o que
Deus há uma intenção fragmentada até que
nada tenha um peso de permanecer e fazer
algo amanhã na gente. Há uma habituada a
estímulos contínuos, perde a capacidade
de contemplar, de esperar, de lamentar,
de maravilhar-se, de responder. Ou
amanhã vai est tudo maravilhoso, ou ele
não pode fazer.
Tudo tem que tá muito certinho para ele
poder orar, para ele poder perdoar, para
ele poder, ele precisa de de algo, algo
estimulante, né? uma novidade para
sentir alguma coisa
e de
ruído para tudo que não importa. Então,
esse zumbi espiritual, ele não abandona
a fé
abertamente. Ele apenas atravessa as
realidades mais gloriosas com
completamente adormecido. Sempre a ideia
de que o leão vai devorar e sempre o
leão devora. E a ressurreição é
anunciada, ele boceja.
O rei fala e ele não consegue prestar
atenção. Eh, a eh
eles não nasceram assim, eles se
tornaram assim.
O ouvido que antes se inclinava começou
a ficar cansado. A verdade que antes
atravessava o coração passou a bater na
superfície. O sermão chega, a
consciência reconhece, a mente concorda,
a vontade não se move. Quando a grande
aflição chegou, o autor de Hebreus diz:
"Vocês se tornaram tardios para ouvir,
vocês se tornaram indolentes.
E agora a aflição tá devorando vocês. Os
leões estão devorando no caso lá até
meio que literalmente, não é?"
Então, a pessoa compreende o suficiente
para saber
que a palavra vai pedir e vai trazer e
deve trazer mudança. Então, ele aprende
a ouvi-la sem deixar chegar aos lugares
da decisão, aos lugares em que eu
realmente tenha que me mexer do meu
sofá.
Esse é um dos hábitos mais perigosos que
alguém pode cultivar. Ouvir a voz de
Deus e continuar intacto. Ouvi a voz de
Deus sobre perdão e o rancor continuar
intacto.
Ouvi a voz de Deus sobre oração e a
oração deixada para amanhã continuar
intacto.
Abrir a Bíblia sem abrir a vida. Receber
advertência sem nunca sentir nenhuma
urgência.
Cantar promessas. Eu só quero estar
contigo
e nunca descansar nessas promessas.
Confessar pecados de em termos gerais,
mas não falar sobre pecados específicos.
Exatamente porque isso teria que sair do
sofá e enfrentar o leão lá.
Com o tempo, o coração vai desenvolvendo
esses calos e a preguiça espiritual nos
anestesia.
Cada convicção sufocada ensina a
consciência a falar mais baixo com você.
Ela ela ela fala mais baixo sobre a tua
vida de oração, mais baixo sobre a
beleza de Cristo. Cada chamado ignorado
fortalece a impressão de que sempre
haverá outra oportunidade, outro
domingo, outra semana, outro tempo. E é
por isso que o texto diz,
cada
e eh verdade dada é para produzir uma fé
que te leva a sair, a se levantar, mesmo
havendo leões.
Então ele diz assim: "Hoje,
hoje se ouvirem a voz não endureça o
coração hoje." Por quê? Porque a
preguiça não diz isso aí não é verdade.
A assídia diz amanhã.
Então você vai ver que o autor ele
repete toda hora hoje, agora
hoje é o dia, é o oposto da assídia, não
é? A preguiça vive de amanhã. Deus
sempre fala no presente. Hoje, se
ouvirdes a voz, não endureçam o coração.
Endurecer o coração não é discordar.
Você vai dizer assim: "Amanhã eu vou
fazer isso daqui uma semana". Então, o
que que a Bíblia tá dizendo hoje? Perdoe
hoje.
Ah, eu faço um plano para Deus amolecer
meu coração para daqui um tempo eu
perdoar. Hoje, se ouvir a voz do Senhor,
não endureça. Ele falou para você pedir
perdão
ou ele falou para você perdoar hoje.
Esse é o oposto da Sídia. Hoje confesse
a esse pecado eu vou entrar hoje em dia,
todo mundo eh paciente psicológico, né?
Eu vou lidar com isso durante um
período. Hoje abandone,
lance o seu fardo sobre o Senhor hoje.
Hoje volte, hoje creia. Não porque uma
única obra comprea, mas porque a graça
vive.
E essa graça viva nunca trata a voz do
rei como um ruído de fundo. Eu já disse
aqui um dia com começando um culto que
tem muita gente que acha que obedece a
Deus de uma maneira muito estranha. Deus
fala hoje e a gente fala assim: "Daqui a
um mês vou fazer isso". E acha que está
obedecendo?
Eu falei: "É como se você mandasse o seu
filho comprar pão e falasse: "Semana que
vem eu vou." Nenhum pai achava que
estava sendo obedecido, mas nós achamos
que Deus pode ser tratado assim. Deus
diz: "Hoje, eu digo: "Daqui a um mês e
eu acho que não estou desobedecendo. É
porque minha vida é complicada. É porque
se eu for hoje, o leão vai me devorar".
Então o autor de Hebreus disse assim:
"Sabe qual o problema de vocês? É porque
vocês são adultos, mas o que vocês
queriam era uma mamadeira. Mas chega,
essa indolência
fez vocês não crescerem.
O que est de Hebreus usa uma imagem
humilhante. Vocês já deveriam ser
mestres, mas ainda precisam que alguém
lhes ensine os princípios. Não é assim,
queridos? Porque as pessoas sabem o que
devem fazer, mas agem como bebês. Ah,
pastor, tô com esse problema aqui. Qual
qual qual o problema? O problema é esse.
Tá na cara que aquela pessoa já sabe
qual é a resposta de Deus.
Mas você, a pessoa,
eles mandaram um carro dizendo: "Ah,
isso tá muito difícil, isso tá muito
ruim".
O autor está dizendo: "Vocês eram para
serem mestres, mas vocês dependem que eu
diga como vocês vão reagir, porque vocês
ainda são bebês.
Vocês precisam que eu lhes dê uma
madeira."
Só que vocês já receberam o suficiente
para serem professores.
Como vocês não conseguem aplicar isso à
vida de vocês? Assídia, preguiça. Vocês
não fizeram nada esses anos todos com
tudo que vocês receberam.
Vocês precisam de leite e não de
alimento sólido. Mas eu dei leite a
vocês há anos atrás.
Leite é bom. É bom. Não há nada de
errado com leite, mas é para
recém-nascidos.
O problema é permanecer um
recém-nascido. Quando você já deveria
discernir, você só reclama que ninguém
te serve, você já deveria servir. Você
já deveria ensinar, você já é capaz de
suportar o peso.
Ninguém coloca
20 kg sobre um neném, mas você é um
homem. Você pode carregar, mas você diz
assim: "Ah, 20 kg, minha coluna vai
doer." Tá vendo? Há um leão lá fora e
ele vai me devorar.
Há uma infância legítima na fé,
mas toda infância que demora na fé é
negligência, é assídia, é preguiça.
É, ah, eu conserto a pedra que caiu
amanhã. Ah, eu faço aquilo. Quando os
problemas chegam,
como eu disse, o inimigo já encontra o
muro derrubado. Eu não botei a primeira
pedra que caiu, não consertei a segunda,
não consertei a terceira, não tem mais
nada. O tempo passa, a maturidade é uma
coisa que não chega automaticamente.
Como eu disse, que você não deixa lá um
mato e começa com rosezeira,
eh, árvores frutíferas e cria um jardim,
um pomar. Não é assim que acontece. Pô,
mar e jardim tem que ser tratado.
Cuidado. Se você deixar tudo, vai virar
um matagal, vira selva. Então, é
possível envelhecer no banco e continuar
incapaz de distinguir o bem e o mal.
Então, você vai precisar sempre que
alguém diga para você o que é o bem, o
que é o mal. Como eu vou agir nessa
situação? Quando a situação vem, ela não
vem com rótulo.
É possível conhecer o vocabulário
reformado e permanecer governado por
impulsos infantis. É o que eles estão
dizendo. É possível discutir doutrina da
soberania de Deus e de e desmontar sobre
a primeira contrariedade,
a primeira coisa que acontece como eu
não queria. Então eu já desmoronei. Eu
sabia tudo sobre a soberania, a
providência de Deus, como Deus age para
o bem em todas as coisas. Eu sabia.
É possível defender a soberania de Deus
e murmurar cada vez que Deus faz algo
que não é o que eu quero. Ou seja, no
fundo eu queria ser soberano.
O discernimento, diz o texto, é treinado
pela prática. Ele diz: "Vocês estão
assim porque vocês não colocaram em
prática o discernimento. Se cada coisa
que acontecer vocês olharem com os olhos
do último sermão, das últimos
aprendizados, vocês vão praticando, vão
praticando cada vez coisas mais
complexas. Vocês sabem olhar aquilo que
honra a Deus e que não honra. Não é pelo
acúmulo de informação, é pela prática. O
autor de Hebreus diz. Ou seja, não é por
ler livros de exercício, é ler, tem que
ler para saber a postura, saber o que
que fazer, mas depois tem que ir lá e
fazer porque senão não tá nada.
A verdade precisa atravessar o corpo,
como a verdade sobre o exercício precisa
atravessar o corpo, os músculos, o
sentido espiritual tem que ser
exercitado. Ele disse, vocês não
exercitaram o sentido espiritual da
paciência,
da confiança,
do descanso, da paz. Agora vocês estão
sobre perseguição e vocês não têm essas
coisas porque o campo de vocês está
sortiga.
Vocês se mexeram esses anos todos aí,
mas vocês pareciam a porta de
Provérbios.
Então, o homem que constantemente diz
não à tentação passa a conhecer sua voz
antes que ela termine a frase. É pela
prática.
A mulher que aprende a entregar
ansiedade ao pai percebe cedo quando o
coração começa a construir um cenário de
incredulidade.
Quando o coração começa a querer
insinuar que há um leão lá fora, ele vai
me devorar, eu já percebi o que é.
Eu não falo é mesmo você. Ele tá
dizendo, vocês não não praticaram, não
botaram em prática. O crente que serve
deixa de perguntar apenas o que recebe,
porque se ele perguntar o que recebe,
ele não vai servir nunca.
A maturidade não é um diploma que a
gente pega, bota na pé. Você pode ver na
parede de alguém, tá lá médico, o cara
nunca operou ninguém, nunca cuidou de
ninguém, aquilo lá não serve para nada,
não tem prática,
né? Ouviu muito. É uma capacidade
treinada de responder a Deus. É o que
ele disse. Vocês devem ter uma
capacidade treinada de responder a Deus.
Vocês não sabem. Eu não posso dizer para
vocês se vocês vão ser condenados à
morte ou não. Eu não sei. Vocês não
sabem. Mas vocês têm que ter uma
capacidade treinada por Deus. A preguiça
quera um alimento mastigado.
O que que a Bíblia diz sobre isso? O que
que a Bíblia diz sobre aquilo? Como é
que eu devo agir naquele caso? E agora?
Como é que a gente vai agir se tá tudo
errado? A gente se converteu, mas agora
o Império Romano tá fazendo tudo
diferente, a vida tá difícil. E agora
que sermões
as pessoas querem que as emocionem, mas
que eles não exijam uma ruminação, que
conselhos eliminem toda a necessidade de
sabedoria. Ah, para que que eu tenho que
ter sabedoria se eu posso sempre
perguntar a alguém o que que é o melhor?
Eu não preciso ser sábio, eu posso ser
ignorante. Mas olha quem tinha agora que
enfrentar os leões, quem estava vivendo
lá no império romano, quem estava
sofrendo, não era só o quem está
escrevendo a carta, era eles.
Que respostas rápidas as pessoas querem
para permanecer diante de Deus até que o
coração seja transformado. Mas filhos
crescem, o pai não alimenta para
mantê-los no berço. Nenhum pai faz isso.
Cristo concede pastores, mestres,
escritura, comunhão, disciplina,
sofrimento, mas para formar pessoas
robustas.
Não é para eu não precisar fazer. A
graça não não perdoa apenas a minha
imaturidade.
A graça perdoa a minha imaturidade, mas
ela não faz só isso. Ela declara uma
guerra à minha imaturidade.
Hebreus fala de duas terras.
Ele diz, "A mesma chuva cai sobre as
duas terras.
Uma produz vegetação útil, outra produz
espinhos e abrolhos. A diferença não
está na generosidade da chuva, está no
que estava na terra." Ele diz o
problema. Você vê que Deus derramou
chuva naquela aquele matagau e no
jardim, mas o que estava na terra por
baixo do jardim e o que estava na terra
por baixo do mataga.
O matagal pode, não pode dizer que não
foi abençoado com chuva como o jardim,
foi porque foi a mesma chuva. As pessoas
que vivem durante anos sobre chuvas de
privilégio, nós vivemos sobre chuvas de
privilégios. Não estamos sendo
perseguidos como as pessoas aqui do
livro de Hebreus. Estamos ouvindo a boa
palavra de Deus. É uma chuva de
privilégios. Depois, se anos na minha
vida não cresceu nada como um jardim, é
óbvio que não foi o problema da chuva.
Não foi. É o que ele tá dizendo. Ouvem a
palavra, participam da comunhão, provam
da bondade da ordem cristã, vêem vidas
transformadas, recebem advertências,
consolações, exemplo. Mesmo assim o
autor de Hebreus diz: "Poduzem
espinhos".
Não porque a grauça tenha falhado, viu?
Mas porque a proximidade externa com as
coisas de Deus não é o mesmo que uma
união viva com Cristo.
É uma passagem severa, porque era um
povo que estava sofrendo muito.
Mas eu vou dizer, ela foi escrita para
ser severa.
É por isso que ela é severa, não é sem
querer. Ela não permite que uma
profissão antiga de fé se transforme em
preguiça para o presente, para para o
agora. não oferece ao indolente um
travesseiro feito de doutrina.
Ele toca fogo no campo falso da falsa
segurança.
É o que o autor diz. E ao mesmo tempo o
escritor diz: "Quanto a vocês, amados,
estamos persuadido de coisas melhores
que pertencem à salvação." O que ele tá
dizendo o seguinte: "Eu estou falando
isso, mas eu espero que em vocês hajam
realmente os frutos da regeneração, que
vocês sejam o bolsolo. É isso que
esperamos de vocês."
A adversência não nega a perseverança
dos santos. Aqui ele diz que um dos
instrumentos da evidência, da
perseverança dos santos é essa vitória
sobre a assídia.
O pastor chama porque as ovelhas
ouvirão? Ele diz: "Eu estou falando isso
porque
eu realmente em meu coração espero que
vocês sejam ovelhas.
O pai disciplina porque os filhos lhe
pertencem. Você pode passar na rua e uma
criançada está jogando pedra na casa do
vizinho. Você pode até falar para as
crianças: "Parem com isso, mas o seu
filho você vai levar para casa e vai ter
outro tipo de conversa. É o seu filho.
Aí os outros não, não, não são meus
filhos.
O meu filho é diferente. Eu sou seu pai.
Eu não vou só dizer para parar de jogar
pedra lá. Vai ter mais consequências do
que as outras pessoas que não eram me os
meus filhos. naquele grupo, a pessoa que
é minha responsabilidade é o meu filho.
Então, a preguiça gostaria de separar
promessa e advertência, usar a promessa
para dormir
e devia usar advertência para quê? Para
despertar.
Mas
alguns usam toda a advertência para
desesperar. Há um leão lá fora, então eu
vou ser devorado.
Ah, a carne é fraca, então eu caio. Mas
Jesus não disse isso. Ele não disse, as
pessoas usam esse texto para para dizer
o a razão pela pelas quais elas estão
sempre no mesmo lugar. O que Jesus disse
é o seguinte: "A carne é fraca e você
vai cair." Não é isso que ele disse.
Porque isso diz: "Lá fora tem leão e
você vai ser devorado". Jesus diz: "Orai
para que não entreis em tentação". A
carne é fraca, então vocês oram muito.
Vocês não podem fazer nada sem mim,
então dependam totalmente de mim. Ele
nunca disse: "Olha, a carne é fraca,
vocês vão cair. A carne é fraca, a
ansiedade ganha. A carne é fraca, o
orgulho vence. A carne é fraca, a
covardia e não." Ele disse: "Orai".
E vocês não vão.
Ou seja, a pessoa quando vê a
advertência sempre desespera. A carne é
fraca, então eu vou cair.
Mas a escritura une ambas. A promessa de
Deus, Deus é fiel. Todos que o Pai me
deu, eu levarei para casa. E ao mesmo
tempo, a advertência. Não trate a
fidelidade de Deus como desculpa para
desobedecer.
Não tate a f a a a a carne ser fraca
como desculpa pelo pecado. Ele não disse
isso. Ele disse que você devia orar
porque a carne é fraca. E não disse que
a carne ia te devorar.
Era como se ele dissesse: "Ore e vigie,
porque há leões e você tem que sair. Não
saia distraído. Não saia como se não
houvesse leões."
Mas ele não diz: "Não saia, fique dentro
de casa. O leão vai te devorar." Não vai
lá.
Quando ele diz que a carne é fraca, ele
está está dizendo isso para dizer assim:
"Eu sou o suficiente.
Ore a mim, dependa de mim, acredite nas
minhas promessas". Mas a preguiça logo
diz o quê? A carne é fraca. Ele diz isso
porque ele caiu.
A promessa sustenta os nossos joelhos,
queridos, não nosso pecado.
Quando diz que a carne é fraca, ele
queria que os seus joelhos não tivessem
assídia. orassem, orassem, dependessem,
não chegasse à conclusão: "A carne é
fraca". Ah, eu caí. Por quê? Porque a
carne é fraca. Isso é um deboche. Jesus
não tava dando uma desculpa para cair.
Ele estava dizendo: "Orem,
a chuva continua caindo, a palavra
continua vindo." E a pergunta inevitável
é: fruto está surgindo? É isso que o
autor de Hebreus fala para eles. Não se
trata de perfeição, trata-se de vida,
onde a vida é uma resposta, às vezes é
pequena. Às vezes é ferida, às vezes é
lenta, mas ela é real.
O tempo foi, né?
E começos possuem música própria, né,
queridos? O primeiro dia de trabalho, o
namoro, a primeira semana de casamento,
isso tudo.
Mas a assídia vai acabar mal.
Os primeiros meses da fé, tudo parece
vivo, descoberta, novidade. Quando é que
você precisa realmente levantar a cada
manhã e fazer as coisas? Quando as
emoções já não são suficientes para
simplesmente fazer você ir como um
bailarino para as coisas. O novo
convertido abre a Bíblia, encontra
tesouros, ora, percebe a resposta, fala
de Cristo com espantane, chega cedo,
canta alto, o coração pensa que sempre
será assim, então ele chega ao meio e
parte da estrada não é mais o começo,
ainda não é a chegada. Esse é o caminho
difícil. O começo é animado, a chegada
também, mas há um longo caminho que não
tá nem perto da saída e nem perto da
chegada, tá no meio do caminho. O
trabalho exige o quê nessa hora?
Constância, consistência.
Eu só vou continuar a maratona. Tô no
meio dela, não tô nem perto do final.
Então o que que eu vou ter aqui? Vou ter
dor para continuar.
Não tem mais a emoção da largada e não
tem também a emoção de ver a fita de
chegada.
Só tem a dor da caminhada.
O casamento revela pecados que o romance
não mostrou.
Os filhos exigem a mesma fidelidade na
centésima vez que eu disciplinei,
mas eu não disciplinei só porque eu tava
emocionado.
O ministério perde o brilho da novidade.
É óbvio que para mim pregar não é uma
novidade.
Preparar um sermão não é uma novidade.
Não é simplesmente algo empolgante no
sentido de ser uma novidade.
A Bíblia continua verdadeira, mas nem
sempre produz emoção imediata. Nós não
vivemos, nós não temos uma emoção
imediata que nos faz orar. Nós oramos
assim nós amamos nossa esposa, nosso
esposo, nossos filhos.
Nem sempre eu estou com aquele coração
eh emocionado a olhar pro Tomás quando
eu tava quando fui no hospital ver ele
no bersário.
Não importa, não importa.
Deus continua presente, mas nem sempre
concede a a a sensação da sua presença.
E daí
é nesse período que a preguiça sussurra,
algo deu errado.
Talvez você tenha perdido o chamado.
Talvez não vale a pena. Talvez é melhor
não orar agora, não é? Talvez seja a
hora de buscar outra coisa que faça você
se sentir vivo. Quantas pessoas acabam
relacionamentos e começam outro porque
elas querem se sentir vivas. É a o que
que elas chamam de vida é a largada de
qualquer coisa que vai logo acabar no
meio do caminho. Aí você vai se sentir
vivo, vai ter que começar outra corrida.
Você nunca chega no final da corrida.
Como eu disse, você não está nem próximo
da largada empolgada, nem está vendo a
fita de chegada. Você só está no meio do
caminho, onde não parece nada divertido,
mas a ausência de novidade não é
ausência de Deus. Israel andou 40 dias
no deserto. Deus estava lá. É óbvio que
é monótono de de desmontar a barraca,
carregar a barraca, andar, comer maná,
beber água, desmontar a barraca. E foi
aí que foi a ruína deles. Não souberam
viver essa rotina,
esse comum. Muitas das obras mais
profundas do espírito acontecem quando a
alma não recebe o prêmio. Se a gente
recebesse um prêmio a cada noite, a cada
dia, a cada manhã, um prêmio do
casamento, o prêmio do de ser pai, o
prêmio de o prêmio de de de da oração,
prêmio, então seria fácil, mas o amor
amadurece quando continua depois que o
entusiasmo se retirou.
A fé cresce quando se agarra as
promessas sem que os seus sentidos o
apoiem. Porque sentido, sentir não é fé.
A obediência ganha peso quando não é
carregada pela excitação do começo, nem
pela excitação da fita de chegada.
O período intermediário é o que revela o
que nós realmente amamos.
É quando a criar o filho é duro e
difícil que o amor é provado.
É quando amar a esposa é difícil e duro,
sem as emoções da largada. É quando amar
o esposo, é quando amar a igreja, é
quando amar a a vida com Deus. Quem vive
de novidade está sempre o quê? É a
essência da preguiça. Ele tá sempre
começando de novo, porque ele não
termina nada.
Viver da emoção, da novidade, é sempre
que começar um novo relacionamento, nova
vida de oração, nova vida disso, nova
vida de de confissão de pecados novo,
novo, novo, porque nunca nunca continua
a semente não parece emocionante debaixo
da terra. Tu põe lá e tem que esperar
tempos,
mas as raízes estão sendo formadas. É o
que o autor de Hebreus diz. O edifício
não parece avançar enquanto você tá
fazendo buraco, mas tudo vai depender
daquele buraco
para ficar em pé. Então não despreze o
meio. É ali que Deus transforma
impulso em caráter. No início tudo é
impulso. Amar o filho ali quando ele
nasce é impulso. Depois é fácil ser um
pai que não é pai.
Porque o impulso não é caráter. O
romance inicial não é o caráter que
sustenta o casamento. O o a empogação
inicial não é o caráter. É o caráter é
transformado quando aquele impulso já
foi.
Jesus estava sangrando.
Estava sangrando pelos poros. O que
havia de emocionante nisso, de
delicioso, de maravilhoso?
Ali ele prova o seu amor pelo pai, o seu
amor pela igreja.
estava longe da fita de chegada,
estava longe lá do início quando chamou
os primeiros discípulos.
Estava no meio e o meio era muito
escuro.
E nós precisamos de descanso apenas para
restaurar descanso. Descansos por por
descanso apodrece. O Senhor criou o
descanso. O corpo precisa dormir. A
mente precisa cessar. Por quê? Porque
nós somos criaturas.
O sábado foi dado como uma bênção. Hoje
é uma discussão da nada, né? Você tem
que ser seis por um, sei lá, com quanto
tem que ser a o trabalho. Tudo bem. Eu
acho que quanto mais as pessoas
conseguirem, a gente conseguir, né,
descansar mais, tudo bem, mas tudo tem
um certo limite. Outro dia eu vi alguém
dizendo assim: "Quem ama Deus não
concorda com seis por um." Hum.
Engraçado isso, porque o mandamento diz
assim, porque as pessoas acham que o
mandamento é: "Guardaráis o sábado, o
descanso, mas diz assim: "O mandamento:
Seis dias trabalharás e um
descansaráis". Era exatamente que a
pessoa tava dizendo, que aquilo era
totalmente errado, seis por um, mas esse
é o mandamento. E olha aquilo láó na
hora do descanso, não era descansar para
você poder simplesmente curtir a vida,
né? Então aquele dia seria do Senhor.
Então eh é ótimo se você conseguir
trabalhar, sei lá, 3 por 4, não sei, mas
dizer que o 6 por um não tem nada a ver,
é coisa, né, diabólica. É exatamente o
que o mandamento diz. O mandamento não
diz descansaráis, diz o mandamento todo,
seis dias trabalharis e um descansaráis.
Então, o sábado é uma bênção.
Cristo chamou a gente para o descanso,
para descansar. Portanto, nem toda pausa
é preguiça, porque é um descanso que
nasce da fé, da fé de que nós não somos
Deus, somos criaturas, nos cansamos, nos
esgotamos,
recebemos um limite. O nosso limite é
uma dádiva,
mas a preguiça
sabe imitar o descanso. Você merece só
mais um pouco. Comece amanhã, descanse
mais um pouco. Um pouquinho. A Bíblia
diz para tosquenejar um pouquinho para
cochilar, um pouquinho para tirar uma
soneca. É assim, não pense nisso agora.
Não, você tem que perdoar, mas não pense
nisso agora. Não esquenta a cabeça. Hã?
Então, oferece anestesias,
ruído contínuo, entretenimento sem fim,
conversas que preenchem o silêncio para
que a alma não perceba a sua
esterilidade.
Descansar não é apegar-se eh eh
a a à inatividade, não é? Descansar é
receber
de Deus, é permanecer diante de uma
realidade que não controlamos e
confessar que ela pode ser boa sem ser
produzida por nossas mãos. O nosso sono
é bom. Ele diz para nós que o mundo
funciona sem nós. É uma declaração de
criaturo. O preguiçoso e o trabalhador
compulsivo, zubi são capazes disso. O
primeiro agarra o conforto, o segundo
agarra as rédeas, o terceiro agarra a
distração. Ninguém está agindo como
criatura. Hã,
temos
tentado impedir que a vida nos convoque.
E isso não é desfrutar a vida. Não é
assim que Deus fez para nós sermos.
[roncando] Vamos ter que correr para o
fim, infelizmente, não é? Então,
no livro Peregrino, o cristão subia o
que ele chamou da colina da dificuldade,
sabe? Tudo isso existe uma colina da
dificuldade na oração, na meditação, no
casamento, no trabalho, na criação de
filhos. Mas
a o a obra de Bun diz que ele correu no
início, aí depois ele caminhou, depois
ele precisou subir de joelhos porque a
estrada era muito íngeme.
No meio do caminho, ele encontrou um
abrigo construído pelo Senhor, que era a
a o abrigo do descanso. Você vê, ele
começou correndo, começou a andar e
depois foi gatinhando e sentou-se. Então
ele leu o rolo que carregava junto no
peito, o sinal da sua aceitação diante
de Deus e a esperança da entrada na na
cidade celestial. E então o cristão caiu
no sono e o lugar de alívio ele ficou
dormindo. Aí depois ele quis dormir mais
um pouco e mais um pouco e o lugar de
alívio ele diz virou um lugar de atraso.
O sono se prolongou, a noite se
aproximou. Enquanto ele dormia, aquele
rolo caiu.
E quando ele despertou e continua a
viagem, ele percebeu a perda, não é? A
certeza havia desaparecido. O rolo que
ele tinha da certeza desapareceu porque
ele ele ficou ali muito tempo. Ele
precisou voltar. Em vez de avançar, ele
precisou voltar,
suspirar, chorar e obter o rolo da
certeza novamente. Então essa cena
conhece nossa alma, né? Raramente é um
livro de psicologia mais profunda que o
peregrino. Então, quantas vezes nós
transformamos bênçãos em camas? Deus deu
descanso, mas ele transformou aquilo em
atraso. Ele diz, uma estação tranquila
faz a gente parar de vigiar. Uma vitória
sobre o pecado se torna confiança da
carne, ou seja, nos prepara para pecar
mais. Uma doutrina consoladora se torna
uma licença para negligência. Então,
cada descanso de Deus vira um atraso,
porque nós achava achávamos que tudo era
sobre descanso no sentido de ficarmos
lá, não é? Então, perdemos a percepção
daquilo que não deixou de ser
verdadeiro. Cristo não mudou, a promessa
não caiu, mas o rolo cristão diz: "Já
não tava mais no meu peito. Eu não tinha
percepção
dessa segurança. E a graça disse para
ele: "Volte e procure o rolo com
lágrimas.
Eh, suba de novo onde você já tinha
subido e descido. Então, a cura da
preguiça não começa contemplando nossa
força. É o que o autor de Hebreus vai
dizer. Ele diz: "Mantenham seus olhos
fixos em Cristo". Veja como pela alegria
que ele estava proposta, ele não ficou
parado, ele desceu.
Ele é o contrário da preguiça.
Jesus não viveu de impulsos instáveis,
não obedeceu apenas enquanto a multidão
aplaudiu. Quando a multidão falou mata,
ele continuou.
Ele não serviu somente quando estava
descansado,
corpo descansado. Ele ele não amou
apenas quando o amor era correspondido.
Ele amou como Pedro negou ele.
Houve um momento em que ele manifestou
no semblante uma firme determinação de
ir para Jerusalém. Ele sabia que lá
tinha traição, abandono, falsa acusação,
mas ele não disse: "Há um leão em
Jerusalém e ele vai me devorar". Não,
ele disse que ia. Ele, quando Pedro
falou para ele não ir, ele disse: "Não,
para trás de mim, Satanás".
Mesmo assim
ele colocou o seu rosto decidido.
Quando os discípulos orar
dormiam, você pode reclamar da vida de
oração dos outros, mas isso não é uma
desculpa para você. Quando Jesus foi
orar, ele pediu os discípulos para
orarem com ele. Eles oraram, mas Jesus
não falou assim: "Ah, não vou orar.
Ninguém tá orando. Enquanto eu tô aqui
cheio de problema,
dessa agonia, tô vendo Pedro, pedi para
ele ficar acordado. Mas ele não ficou
acordado também, não vou conseguir orar
também. Também não vou orar. Quando os
discípulos dormiam, ele continuou
orando.
Quando os discípulos discutiam quem era
o maior, quem era o maior, Jesus podia
dizer assim: "Quem é o maior sou eu."
Mas enquanto eles estavam discutindo,
muitas pessoas são assin na igreja,
enquanto eles estavam discutindo quem
era o maior, Jesus levantou.
pegou a toalha e lavou os pés dele. Ele
não usou isso como uma desculpa para ele
não não ser quem ele era. Quando a
multidão buscava pão sem desejar pão,
ele continuou falando a verdade e não
deu mais pão. Quando Pedro tentou
afastá-lo da cruz, ele disse para trás
de mim. Cristo não confundiu fidelidade
com sensação. Quando ele sentiu a sua
maior agonia, ele obedeceu.
Ele obedeceu. Foi amor perfeito, amor ao
Pai, amor à igreja, amor a nós, amor que
não esperou que fôssemos atraentes. Amor
que se moveu na direção de pessoas
mortas que não estavam buscando ele.
Cristo olha para a vontade do Pai e diz:
"Eis-me aqui. Eu estou na mais profunda
aflição. Estou triste até a morte". Não
era empolgação, queridos. Não era a
empolgação da fita de chegada, era o
horror, o horror do meio. Nossa
perseverança não nasce da a admiração
obstrata de um herói disciplinado que
vai nos nasce da nossa união com esse
filho obediente. O espírito não produz
uma cópia teatral de Cristo.
Produz em nós cada vez mais o caráter.
Minha comida, minha bebida é fazer a
vontade daquele que me enviou. Então, no
Getsemman, ele orou com intensidade. A
obediência perfeita não significa
ausência de agonia,
não significa ausência de suor de
sangue. Nós não obedecemos. Quando
obedecer é fácil,
quando temos sentimentos corretos,
sentimentos maravilhosos.
Jesus obedeceu em mais profunda
agonismo. Quer dizer para nós que o que
o Espírito faz em nós a nos fazer como
Cristo é que nós obedecemos quando tudo
em nós e fora de nós está contra.
Não estamos esperando sentir um um
sentimento bom.
Esse é o oposto da Sídia.
Significou submissão na agonia. Meu pai,
se possível, passe de mticos, mas não
faça a preguiça espiritual. Costuma usar
a dificuldade interior como argumento,
mas você não sabe como eu tô triste.
Então, Jesus tava triste até a morte e
ele disse: "Faça a sua vontade". Ele
continuou indo em direção à obediência
do Pai.
Ah, mas eu a minha tristeza, o meu
abatimento, então
não sinto votade. O que que a gente
escuta é o seguinte, não sinto vontade.
Estou pesado, eu estou tão angustiado.
Jesus estava angustiado.
Obediência não tem nada a ver com não
estar angustiado.
Ah, mas que eu vou fazer as coisas, mas
meu coração não acompanha. Então, então
vá.
Esse leão não vai devorar. Getsemon
mostra que a fidelidade pode se ajoelhar
tremendo, pode se ajoelhar em agonia,
mas se ajoelha.
Não precisamos esperar que toda
resistência desapareça para começar a
fazer a vontade de Deus. O que ele nos
mandou, isso é o oposto da preguiça.
Jesus voltou e perguntou: "Vocês não
podem vigiar comigo?
Então também não vou vigiar. Não eram
homens indiferentes a ele.
Eles amavam, eles tinham feito
promessas. Pedro havia garantido que
morreria ao seu lado, mas eles
fracassaram.
E a diferença
entre o salvador e os salvos. Há muitos
fracassos em nossas vidas. Nós não somos
salvos por nada que fazemos. Mas
enquanto eles dormiam, ele permaneceu
acordado. Enquanto falharam, ele
obedeceu. Enquanto fugiram, eles foi
esmagado. E por causa disso, comprou
para eles uma vida, uma vida que
realmente transforma. A salvação repousa
na nossa perseverança, não na de Cristo,
mas é ela que é a fonte do que faz nós
avançarmos. É isso que o autor de
Hebreus queria que ele soubesse. O
evangelho não grita a ordens de marcha
para cadáveres. Primeiro eles no
ressuscita, nos tira da do do túmulo,
nos faz filhos de Deus.
É o que ele faz pra igreja, para nós
individualmente.
E ele convoca o preguiçoso a aparecer.
É engraçado como Gideão está malhando o
trigo dentro de um leão escondido, lugar
totalmente inadequado.
Ele estava com medo. E o anjo Abrace
diz: "Homem valente". Parece até
brincadeira, mas Deus nos chama para nos
capacitar a viver. Nós não temos vidas
separadas.
Nossa vida está escondida em Cristo e em
Deus.
Por isso, a mortificação da preguiça não
é um projeto de autossalvação.
É a vida da ressurreição invadindo os
hábitos de morte que estavam tão
arraigados em nós.
A resposta é a graça já concedida.
Contudo, não eu, mas a graça de Deus em
mim. Quando Paulo fala sobre o espiro,
ele não fala sobre a sua capacidade de
enfrentar o espinho. Ele diz a graça
Jesus disse: "Minha graça te bastará".
Hoje muitas pessoas disseram: "Ah, eu
acho que não vai bastar não, o leão vai
me devorar porque o espinho é muito
doloroso". Então Paulo disse: "Então vou
me gloriar
nas minhas aflições.
É o oposto da assídia, né? A preguiça
fala como se cada ato de obediência
precisasse criar do nada uma força. Mas
a Bíblia diz o contrário.
A fé olha para Cristo. Ele vai falar
para aquelas pessoas: "Mant os olhos no
autor e consumação da fé de vocês pela
alegria que estava proposta a eles, eles
ele foi em frente."
Então, a preguiça não é fazer nada
escandaloso, é simplesmente parar. É
simplesmente
parar de orar.
parar de fazer o que eu sei que devo
fazer, de viver o que eu tenho que
viver, parar de acreditar que a mesma
casa pode conhecer mudança, parar de de
dizer: "Tem um leão lá fora e ele vai me
devorar". A preguiça vai dizer: "Você já
tentou? Ah, não funcionou. É assim
mesmo. Aprenda
a conviver com isso."
Deus disse: "Não faça paz com a
distância. Não faça paz com o que não me
honra." E é o que o autor de Hebreus vai
dizer para essas pessoas que estavam
sendo mortas.
Nós temos que ouvir a voz de Deus sem
nunca falar ou pensar no leão devorar.
Gente, Jesus disse para um homem que
tinha uma mão alejada,
levante a sua mão. O cara era para
dizer: "O quê? Como é que eu vou
levantar a mão se minha mão é é
alejada?" Ele levantou. Ele não tinha
capacidades. É assim que nós ouvimos
Deus. Deus falou. É assim que Josué fez.
Então,
não há bravura humana aqui. Hebreus
deseja que cada crente mostre diligência
até o fim, porque essa é a marca da
perseverança dos santos. É uma convicção
alimentada pela palavra, pela comunhão,
pela oração, pelo sacramento, pela
comunhão com os santos. E o filho de
Deus não despreza esses meios.
Então, a assídia, a preguiça,
ela ela está nos nossos atos, naquelas
partes mais caricaturais
em volta de nós, que não cuidamos do que
devemos cuidar todo dia um pouquinho,
mas você vê, ela é algo espiritual,
profundo.
E é por isso que colocaram ela lá como
um dos um uma das raízes que cria quase
que toda espécie de pecados.
E
quando esse povo estava sofrendo, eles
ouviram um sermão sobre preguiça.
Nós precisamos ouvir que vocês não sejam
indolentes. É a palavra de Deus para
nós. Vamosficar.

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