Culto – Manhã de Domingo 30 de Agosto de 2026 em Jardim da Luz
31/08/2026
Culto – Manhã de Domingo 30 de Agosto de 2026 em Jardim da Luz
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Fonte: Josemar Bessa
Legendas automáticas:
Bom dia. Vamos ficar de pé, não é? Graças a Deus, estamos começando mais uma semana. Nada melhor do que começarmos juntos adorando o Senhor. Pai, nós te agradecemos, ó Deus. Todos nós, Senhor, ó Pai, somos completamente, Senhor Deus, incapazes de controlar, Senhor Deus, um segundo das nossas vidas. Temos, como Davi, Senhor, Pai, dizer, eh, eu deitei dormi porque o Senhor me sustentou. Precisamos que tu nos sustentees, Senhor Pai, eh, em todo tempo, cada instante. E às vezes, Senhor Pai, nos sentimos tentados a achar que esse tempo é nosso. Que essa ilusão saia da nossa mente, Senhor Pai. que vejamos que o tempo, Senhor Deus, é um dom precioso, que, Senhor Deus, como poucos bens, ó Deus, eles se gastam, mesmo que nós não usemos de maneira, Senhor Pai, ativa, proposital, Senhor Pai, com propósito. De qualquer maneira, todos nós gastamos 24 horas por dia. Não importa se a utilizamos bem para tua glória ou se a deixamos simplesmente correr, ô Deus, no final todos gastaram. Então, já que, Senhor, Pai, é impossível não gastarmos o tempo, que cada um de nós possa realmente remir o tempo, aproveitar as oportunidades, porque, como a tua palavra diz, os dias são maus e um soldado, Senhor Pai, não se prepara para batalha no dia da batalha, no dia mal, Senhor Pai, não é o dia, Senhor Deus, para corrermos, para aprender tuas promessas, treinar nossos corações, nossas mentes. esse meio de graça de estarmos juntos para te louvar, seiar, ó Deus, eh adorar juntos, Senhor Deus, é um daqueles meios de graça que tu estabeleceste. Que nenhum pense arrogantemente que pode abrir mão de um sequer, de todos os meios de graça, porque nós precisamos da tua graça, Deus, a cada manhã e se recusarmos algum, Senhor Pai, recusamos o doador da graça. Não há um meni, Senhor Pai, de graças que precisamos ou não precisamos. Se tu estabeleceste o meio de graça, como por exemplo, o culto público ou Deus, o culto comunitário, é porque nós precisamos e que nós possamos, Senhor, Pai, amar, ó Deus, todos os meses de graça, porque foram comprados para nós a um preço, Senhor Deus, incalculável. Que Senhor Pai, cada um de nós possa então estar aqui em espírito e em verdade com o mesmo anseio, Senhor Pai, que temos na segunda até o o sábado de vivermos para ti, Senhor Deus, confiando que tu tá sustentando cada um dos nossos irmãos em seus lugares, Senhor, ó Pai, eh específicos em que vivem. Que nós possamos realmente brilhar como luz nesse mundo escuro, em nome de Jesus. Amém. Amém. Isaías 536, um dos versos mais famosos, né? Eh, é um verso pequeno, mas que [roncando] eh eu diria que eh há uma facilidade assim você, se você quisesse tanto pregar como escrever um livro, né? Porque são três frases e cada frase já dá um ponto incrível e diz que todos nós como ovelhas nos desviamos. Essa é a primeira frase, escura. Todos nós como ovelha nos desviamos. [música] A segunda frase e ela esclarece cada um pelo seu próprio caminho. E a terceira frase é a mais triste de todas e também a mais doce. Mas ele fez cair sobre ele a iniquidade de todos nós. Então pensem, cada um de nós nos desviamos. Ninguém pode dizer que precisa menos da graça do [música] que outra pessoa. É muito triste quando nós pensamos assim: "Ah, alguém precisa ouvir esse sermão, alguém precisava ler esse livro". Eh, nós esquecemos isso. Todos nós nos desviamos. Não há nenhuma verdade bíblica que é mais [música] para alguém do que para outra pessoa. Não há nada na obra de Cristo que seja mais necessária na vida de alguém do que na minha própria. Eu devia sempre ouvir a palavra de Deus de dizer: "É comigo". Na igreja há uma coisa engraçada. As pessoas elas vão aos cultos, mas elas acham que não está sendo falado com ela. Porque normalmente quando você vê alguém ofendido, a pessoa diz assim: "O pastor estava falando comigo". Ou seja, ele achou que nunca tava falando com ele e quando achou que tava, ficou chateado. Não é? Mas é o contrário, todos nós nos desviamos. Agora, isso podia dar a nós uma desculpa e dá, não é algo tão terrível, dar desculpa às pessoas. Tá vendo? Todos nós somos pecadores. Todos nós é o mundo é assim mesmo. Mundo é terrível. Ninguém é perfeito. Para que você não falasse isso, nem eu. Para que a gente não colocasse culpa na sociedade, na cultura, no outro. Diz: "Todos nós nos nos desviamos com ovelhas, cada um pelo seu próprio caminho. Ninguém se desviou pelo caminho de ninguém. Ninguém pode dizer: "Foi que me desviou". Aquele lá foi a sociedade. Cada um pelo seu próprio caminho. O homem ele é encurvatos em si. Ele serviu ao seu ego. Ninguém pode dizer simplesmente: "Eu sou pecador e sou imperfeito". Como uma desculpa. Você se desviou pelo seu não foi no caminho do seu pai que você se desviou. A minha minha minha mãe não foi pelo caminho da sua mãe, foi pelo [música] seu próprio caminho. Não foi. Ah, foi aqui a igreja no mundo. Não foi. Você não se desviou pelo caminho da igreja. Gente, cada um pelo seu próprio caminho, cada um pelo seu próprio ego, cada um pensando em si mesmo. Portanto, nunca vamos poder chegar diante de Deus dizendo que eu sou pecador, porque todo mundo é pecador, porque você se desviou pelo seu caminho, pelo sua centralidade em si mesmo. Não foi a igreja, não foi o mundo, não foi a família, não foi a época, foi seu caminho. E você é responsável pelo seu caminho. Isso quer dizer que cada um de nós deve se arrepender de maneiras muito particulares. No final do dia, não apresentamos os caminhos que outras pessoas pecaram, apresentamos o nosso. Eu me desvei pelo meu caminho. Não posso trazer ninguém. Eu tenho uma determinada luz. Deus me colocou em condições únicas e eu me desviei. E esse caminho de desvio não foi o caminho do papai, da mamãe, do pastor, da igreja, do irmão, da cultura. Foi o meu caminho. E é assim que eu vou chegar diante de Deus. Todos se desviaram. Não deixa ninguém fora, mas cada um pelo seu próprio caminho diz que eu nunca posso racionalizar e botar culpa em alguém pelos caminhos da minha vida. Eu me desvei pelo meu caminho, meu próprio caminho. Há maldades então em mim que não há mais em ninguém. São peculiares. Apesar de todos sermos pecadores, nossos pecados são muito peculiares, não são iguais. A incredulidade num é exatamente igual a do outro. Um tinha mais luz, outro menos luz. Um era mais ah capturado por determinada coisa, outro por outra. Nada é igual, apesar de tudo ser escuridão. Então eu devia ter um senso de perdão que também não é assim: "Ah, Deus perdoou todos os que foram para Cristo. Não, a mim foi de uma maneira única. Porque eu me desvei pelo meu caminho. Então, ninguém pode dizer assim: "Aquela mulher pecadora ali, ela chora e beija o pé de Jesus". Porque ela também fez um monte de coisa. Não, você devia fazer o mesmo. Você está [música] sendo perdoado de uma maneira muito peculiar, porque você se desvu pelo seu caminho. A mesma coisa aconteceu com ela, vai acontecer com você, com o ladrão da cruz, com um fariseu. Cada um pelo seu caminho foi o mais longe possível. E aí vem a terceira frase que eu falei triste, mas maravilhosa, mas ele colocou a iniquidade [música] de todos nós sobre ele. Então ninguém pode dizer: "Ah, Jesus fez menos por mim do que pelo outro. O meu caminho é tão difícil que Jesus não alcança. Minha criação foi tão difícil que eu não mudo. Minhas experiências foram tão traumatizantes que a paz de Deus não funciona para mim. Não, não, não. Todos nós como vilhas nos desviamos, cada um pelo nosso caminho. Mas não tente particularizar o seu caminho para dizer que o que Jesus fez é insuficiente por causa da tua experiência única. [música] Todos nós como ovelhas nos desviamos, cada um pelo seu próprio caminho. A minha culpa é totalmente minha, não de ninguém, [música] foi o meu caminho. Mas ele colocou a iniquidade de todos nós sobre ele. Pelas pisadoras dele, nós fomos sarados. [música] Não importa a tua história. Nunca conte uma história para justificar incapacidade em Cristo. Apesar de todos nos desviaram, eu diria que seria um ponto incrível para um parte de um livro, um sermão, apesar de cada um se desviar pelo seu próprio caminho. Então, ninguém poder se desculpar de forma alguma. Não foi no caminho de pai, mãe, família. Ao mesmo tempo, ninguém tem a desculpa de dizer que o meu problema, as meus traumas foram tão pessoais, tão únicos, que eu sou uma pessoa única e o evangelho não consegue resolver. Mas ele colocou a iniquidade de todos nós sobre ele. Apesar de ser cada um pelo seu caminho, Jesus [música] é suficiente para todos os caminhos pelos quais nossos corações se desviaram. Se nós guardássemos esse versículo, há toda uma teologia de vida que cobre todas as coisas da nossa breve vida neste mundo, o cordeiro é digno do nosso louvor. Vamos louvá-lo. [música] >> [música] [música] >> Ele se [música][canto] fez pecado [música] e nele hoje sou justiça. [canto] Seu povo [música] entregou, a cruz se entou. [música] Tão grande amor, [música][canto] tão grande amor. [canto] Cristo [música] Messias, [música] nome [canto] exaltado, meu redentor, [música] Emanuel, [música][canto] por nós [música][canto] pecadores. >> [música] >> deixou o seu trono. [música] Messias. O [música] Senhor Jesus [música] derramou [canto] seu sangue. Partido [música] foi sim por nós. Que a terra trema [canto] ante os seus [música] pés. És [canto] tão grande amor, [música] tão [canto] grande amor que é [música] Cristo Messias. >> [música] >> Nome [canto] exaltado, redentor, [música] Emanuel, [música] [música] por nós pecadores, [canto] deixou [música] o seu trono. que tu Messias, [canto] [música] o Senhor. [música] Esperamos em [música][canto] ti. Camos [música] em ti. Toda a glória [música][canto] a ti, Deus. Do mundo és a luz. [música] Cristo Messias, [música] nome exaltado, [música] [canto] meu [música] redentor, [canto] [música] do mundo, a luz por nós pecadores. >> [música] >> Deixou o seu trono. [música] Cristo Messias, o [música][canto] Senhor Cristo Messias, [música] o Senhor, [música] o único Deus, [música] o único >> [música] >> Aleluia! O único Deus, nós contemplaremos para sempre a glória de Deus na face de Cristo. Às vezes pergunt as pessoas perguntam: "Mas no céu eu vou ver Deus Pai?" Como assim? Jesus é a imagem do Deus Pai. Seria como alguém falar assim: "Mal, eu tô te vendo assim, a tua imagem, mas será que um dia eu vou te ver?" Você pensa assim: "Esse cara ficou louco, né? Ele vê a minha imagem". Se até na terra quando Jesus escondeu a sua glória, não é? A estava velada, quando os discípulos perguntaram: "Nos mostre o pai e isso nos bastará". Se com ele, com a sua glória oculta, disse: "Quem vê a mim vê o Pai?" Como assim? Mostre-me o Pai. Eu sou o esplendor da glória do Pai. Eu sou a exata expressão. Sabe o que quer dizer exato? Então, sou exata expressão da glória do Pai. Não tem nenhuma glória do Pai para você ver que não seja em mim. Você vê minha humildade. Então isso é a humildade é uma um esplendor da glória do Pai. Vê, meu amor, vê cada beleza em mim. Então, todas elas são exatamente a beleza do pai. Se na terra era um absurdo perguntar na na terra caída ainda, né? Se Jesus podia mostrar o Pai quando ele era a própria imagem do Pai, imagina agora. Então é assim que nós somos transformados, contemplando Deus, não tentando imaginar coisas, contemplando Deus na face de Cristo, como ele se revelou a nós nas Escrituras. Aleluia. Você quer ver a bondade de Deus? Olho para Cristo, olho para ele pendurado na cruz. Não há como ver mais da bondade de Deus, a não ser em Cristo. Santidade, glória, poder, beleza. >> [roncando] >> Te amo, [canto] Deus. Deus, [música] tua graça jamais falha. Tu [música][canto] amor sempre me sustentou. [música] Se levanto ou me [canto] deito, é pelo [música] teu querer eu cantarei. [canto] Tua bondade, meu Deus. >> [música] >> fiel [canto] à verdade. [música] Graça, fluido, [canto] tu és tão bom sempre. [música] Enquanto [canto] vida [música] eu tiver, eu cantarei [canto] tua bondade, [música] meu Deus. >> A tua voz [música] me guiou [canto] pelo fogo e um dia [música] mal ao meu lado [canto] estava. Eu [música] hoje sou teu filho. [canto] [música] Em Cristo eu estou. Eu cantarei [canto] tua bondade, Deus [música] Pai. És [música] fiel emis a [canto] verdade? [música] [canto] Tu és tão bom sempre. [música] Enquanto vida eu tiver, [música] eu cantarei [canto] com vontade [música] bontade [canto] e graça, pai receberão [música] em mim. Bondade e [canto] graça, pai seguirão [música] de fim. Minha vida Deus mostrará quem és. Tua glória mostrarei. [música] Bondade [canto] que servirão [música] bondade pai e sairão [música] de mim. Bondade [canto] pai me seguirão [música] de ti. Minha vida [canto] Deus mostrará quem és. Tua [música] glória eu mostrarei. Bondade dessa pai me seguirão de mim. [música] És fiel [canto] a verdade, [música] graça, fluido, és tão bom sempre. Enquanto [música][canto] vida eu tiver, eu cantarei [canto] tua bondade, [música] meu Deus. Oh, eu [canto] vou cantar. >> [música] >> És fiel a verdade. [canto] [música] Tu és tão bom [música][canto] sempre. Enquanto vida eu [música] tiver, eu cantarei com bondade também. [música] vontade [música] também. [música] Obrigado, Deus. Nós cantemos tua bondade, Deus. [música] Ah, cantar a bondade de Deus é algo para todo dia, querido. Você vê que o hino conforme aí expressa a palavra de Deus diz: "Tu me guiarás". pelo fogo. Então, quando tivermos no fogo, não podemos deixar de ver a bondade de Deus, porque a bondade de Deus não é não permitir que a gente eh entre no fogo. Muitas vezes as pessoas quando estão no fogo, não é, na fornalha, elas, ah, porque Deus me abandonou. Elas não estão cantando a bondade de Deus, como se a bondade de Deus tivesse prometido você não andar pelo fogo. Mas não é isso que ele disse. Ele nos guia pelo fogo, nos guia pelas águas. Ele está conosco. Davi chama as duas palavras que esse hino usa, né? Os puritanos chamavam dos cãpastores de Deus. Jesus é o nosso pastor, né? Nada nos faltará. Pastores sempre usam cães para reunir as ovelhas, guiar as ovelhas. E eles diziam que bondade e misericórdia são os dois cães de Deus. Davi disse quando fala [música] do pastor, bondade e misericórdia me seguirão todos os dias da minha vida. Todos os dias, né? Nos dias claros, nos dias escuros, nos dias difíceis, nos dias de dor, não é? A bondade e a misericórdia estão lá. Então, nós cantamos a bondade de Deus e a misericórdia de Deus por elas estarem lá nesses dias, como cantamos em outros. Ele prometeu cuidar de nós. Uma Deus nunca prometeu que os nossos eh nossos desejos todos seriam cumpridos, mas tudo que é necessário para glorificar Cristo, sim. E é o que ele tem feito conosco, né? Nós devemos agradecer a Deus pelo [música] pelo fato de ele ter nos dado o suficiente para vivermos a vida para sua glória [música] e nem assim conseguimos fazer com que todas as coisas que ele nos dê eh manifestem em sua glória. O mesmo que ele faz com nossas casas, ele faz com a igreja. Ele sempre nos dá o suficiente, porque ele faz isso através de nós. Ah, [música] e todos nós, como famílias, como pessoas individuais, como igreja, devemos ser gratos. Pega sua oferta e dizemos nesta manhã, vamos ofertar. Pai, nós te agradecemos pelo teu cuidado. Ó Deus, tu não tens uma maneira só de cuidar do seu povo. Há mil problemas diferentes no mundo, Senhor, Pai, e há mil caminhos diferentes, Senhor, Pai, que tu [música] usa. Às vezes, ó Deus, tu dava, Senhor Pai, ao povo de Israel, a maná no deserto, Senhor Deus, e em vez de dar sapatos novos, os sapatos deles não envelheciam. Em vez de dar ao pai muito tempo de descanso, os pés deles não inchavam. Então, sempre encontrava um caminho novo, senão pai. [música] Nós cantamos um hino que diz: "Deus fará caminhos onde nunca existiu e tu é o que fazem sempre". Às vezes, senão pai, já temos em nossas cabeças que caminhos tu tinhas que fazer, mas é só a nossa toice e arrogância que pensa que nós podemos, senão [música] pai, determinar os teus caminhos. Mas a verdade, Senhor Pai, que teus caminhos, Senhor Deus, por mais que nós o desconheçamos, sempre nos leva, ó Deus, para a tua glória e para o bem final dos nossos corações, para nossa alegria. Tu, Senhor, Pai, não criaste um caminho uma semana antes pelo Mar Vermelho. Parecia não haver nenhum caminho, Deus, até a hora que tu abriste o caminho. Que cada um de nós, Senhor, Pai, não precise ver os caminhos de amanhã e depois de amanhã. Não precisemos ver os caminhos do dia da nossa morte, porque tu abrirá caminhos novos que nunca pensamos, [música] nunca imaginamos, senão pai, irá cuidar de nós, como tem feito por todos esse tempo, por todo o tempo que estamos no mundo. Quer alguns estejam aqui há décadas e alguns há poucas décadas, não importa. Tu tem aberto o caminho a cada manhã, Senhor, ó Pai, porque as suas misericórdias se renovam a cada manhã. Grande é a tua fidelidade. E se a tua fidelidade é tão grande, não precisamos desconfiar de amanhã ou depois de amanhã ou de daqui a anos, >> [música] >> ó Deus, porque isso é a essência da ansiedade, trazer, Senhor Pai, os problemas do futuro, ó Deus, que não vemos o caminho aberto porque tu não abrirás o caminho antes. E então, Senhor Pai, nos angustiarmos, Senhor Deus, com aquilo que não devíamos, Senhor Pai, ao não só trazer o futuro para o presente, como já determinar que não é grande [música] a tua fidelidade. Que possamos mostrar isso, Senhor, ó Pai, todos os dias, [música] nos gastando, Senhor Pai, para glorificar teu nome com tudo que tu tem colocado em nossas mãos e vivendo para tua glória, em nome de Jesus. Amém. Amém. Vamos ofertar. >> [roncando] >> Enquanto cantamos Vamos. เฮ [música] Eu sou [música] senhor Deus, a tua frente [música] eu ao teu lado, ao teu [canto] redor estou. A tua [música][canto] respiração diz o quanto perto, [música] não compreendes, [canto] mas contigo [música][canto] estou. Eu [música] sou nenhum [canto] mal te abala. [música] Eu firmarei teu coração. [música] Vem, descansa em mim. Veja a fé crescer. [música] Levante, avante e vá. [canto] [música] E não temo mais, pois [música] contigo vou. Eu te [música] escolhei. [canto] Eu te >> Eu te chamei. [canto][música] Vem para mim. Sou vida [canto] em ti. [música] Eu te escolhi. Eu te escolhi. [música][canto] Eu te chamei. Eu te [música] chamei. Vem [canto] para mim. Sou vida [música] em ti. Eu sou tua moça, a tua rocha [música] fiel. Deus poderío [música] na [canto] [música] Eu [canto] sou altur e nas [música][canto] ondas eu sou [canto] Cristo [música] e contigo vou >> [música] >> Ou eu te escolhi, eu te [música] chamei. Vem [música][canto] para mim vida em ti. Sim, eu [música][canto] te escolhi. Eu te [música] chamei. Vem para [música] mim. Sou vida em ti. >> [música] [música] >> Oh laрара. >> [música] [música] >> Pega teus olhos, olhe para mim. [música] Você verá que nada vai te amar. Eu [música] vou estar contigo [música] como prometi. Não tenha medo [música][canto] agora. Só olhe [canto] para mim. Na minha [música] palavra tu verás que eu sou. Isso [música][canto] bastará. Ou vem mim. Eu sou tudo [música] em ti. Eu sou [canto] vida, eu [música] sou luz. Por caminho [canto] eu sou. >> [música] >> Sou reomido. [música] Cristo, [canto] eu sou sou. Eu sou [música][canto] roa, a tua rocha fiel para sempre. Deus, [música] teu escolío [canto] na [música] visão. E eu [música] sou e [canto] honras. Eu sou Cristo e [música] contigo [canto] vou. Eu te [música][canto] escolhi, eu te [música] vem a mim, [canto] sua vida em [música] ti, Deus [música] me escolhe, [canto] eu te chamei. Vem [música] para mim em [música] ti. Oh. [música] Aleluia! Aleluia! [aplausos] Que palavra, né? Que hino. Certamente se falasse para mim que você só pode cantar um hino agora pro resto da sua vida, esses talvez seria um hino, não é? Poucos lugares é tão doce e profundo quando Jesus diz o que ele diz com essas palavras, vende a mim vocês que estão cansados e sobrecarregados e eu vos aliviarei. Eu sou manso e humilde de coração. A última coisa que nós esperaríamos Deus falar diretamente para nós. Jesus podia dizer qualquer coisa, não é? Eu sou soberano, eu sou o todo poderoso, eu sou aquele que define todas as coisas. Eu sustento a vida de todo mundo. Mas quando ele quis falar sobre o mais profundo do seu ser, ele falou algo que nenhum homem que se achea alguma coisa falaria. Eu sou manso e sou humilde de coração. Obrigado, Deus pela tua beleza em teu filho e por tu abrires, ó Espírito Santo, nossos olhos para ver. Porque seram pai, a sa beleza nunca se alterou, nunca teve um início, mas nós éramos cegos para ela. Abre os nossos olhos, Deus, agora que vamos escutar a tua palavra, os olhos dos nossos corações para vermos as maravilhas da tua palavra em nome de Jesus. Amém. Amém. Os irmãos podem se assentar. Irmãos, existe um perigo na vida cristã que geralmente nós, eu diria que nós não falamos às vezes o suficiente ou tanto quanto nós precisaríamos. Normalmente nós pensamos que os momentos mais perigosos da nossa vida são quando? Normalmente quando nós temos pouca experiência. Quando alguém acabou de conhecer o Senhor, quando alguém ainda sabe pouco da Bíblia, quando alguém está aprendendo a orar, discernir o pecado, entender a palavra e lidar com as tentações, aquele é o momento mais perigoso normalmente que ele tem. Porque ele não está preparado, a gente diria, ele é imaturo ainda. E nós olhamos para esse começo e pensamos: "É aqui que essa pessoa está mais vulnerável. Se ela cometer um erro, ela vai acabar tropeçando fora. E sem dúvida, existem muito perigos no início, mas a Bíblia não mostra que existe outro tipo de perigo. Um perigo que eu diria mais silencioso, um perigo que não que não aparece quando você não sabe nada como essas pessoas do início, mas justamente quando você já sabe muita coisa. Não quando você nunca viu Deus agir, mas quando você já viu Deus agir várias e várias vezes na sua vida. Não quando você não possui recurso algum, mas quando começamos a acumular tanto esses recursos que nós achamos que eles estão lá sempre. Não quando você não tem experiência, mas quando você já atravessou tantas crises, já tomou tantas decisões e já aprendeu como as coisas funcionam, que você começa a achar que você consegue controlar as situações. Existe o perigo de você amadurecer por fora e começar a achar no seu interior que você depende menos de Deus. Existe um perigo de conhecer tanto a linguagem da fé que começamos a confundir esse conhecimento com a falta de dependência final de Deus. Existe o perigo de termos vivido tantas experiências com Deus que passamos a viver com memória daquilo que Deus fez, em vez de depender daquilo que Deus está fazendo agora conosco. E é por isso que a história do rei que nós vamos ver hoje é tão importante para nós. Quando as aparece lá em segunda crônicas, ele é apresentado como um rei que começa bem e eu diria até muito bem como ele começa. O texto diz assim em segunda Crônicas 14:2, Asa fez o que o Senhor, seu Deus aprova. O que que ele vai fazer durante esse período? Ele vai remover os altares pagãos. Ele vai combater a idolatria, vai derrubar todos os símbolos religiosos falsos e vai chamar Judá a buscar o Senhor. Ele não é apresentado, como pode ver aqui, como um homem que é indiferente a Deus. Ele não é como Jeroboão, tentando fabricar uma religião para preservar o próprio trono. Asa quer colocar as coisas em ordem diante de Deus. Talvez seja exatamente esse ponto que deixa essa história aqui tão desconfortável. Seria fácil ouvir uma mensagem sobre alguém que nunca quis saber de Deus. Seria fácil manter a distância e pensar: "Esse homem não tem nada a ver comigo". Como nós vimos, por exemplo, semana passada. enquanto Manassés estava fazendo tudo de errado. Mas Asa nos obriga a fazer outra pergunta quando nós meditamos sobre ele. O que acontece quando alguém que realmente buscou o Senhor durante tanto tempo, que realmente experimentou a sua ajuda, realmente tomou decisões corretas diante do Senhor, começa pouco a pouco a viver como se ele já não precisasse e já não dependesse tanto assim de Deus da mesma maneira. Essa pergunta nos leva diretamente à doutrina da perseverança dos santos. Às vezes essa doutrina é entendida de uma maneira, eu diria, superficial. Algumas pessoas ouvem a perseverança dos santos e pensam apenas: "Se alguém é salvo, então está tudo resolvido". como se essa doutrina eh dissesse que não importa se a pessoa vai ser fria, se ela endurece o coração, se ela despreza a palavra de Deus, abandona a oração e vive de forma imprudente. Afinal, se começou, automaticamente ele vai chegar ao fim. Mas não é assim que a Bíblia fala. A perseverança dos santos não significa que a vida cristã funciona como se fosse num piloto automático. Ela significa que aqueles que Deus verdadeiramente salva, ele também guarda essas pessoas. E ele os guarda de tal maneira que essas pessoas continuam crendo, continuam se arrependendo, continuam sendo corrigidos e continuam voltando a ele. Continuam sendo sustentadas pela graça de Deus. E Deus preserva os seus e os seus perseveram por conta disso. Não são duas ideias opostas. Uma explica a outra. O cristão não chega ao fim porque ele é naturalmente mais firme que os outros. Ele não chega ao fim porque possui uma força secreta que os incrédulos não possuem no final. Ele não chega ao fim porque ele aprendeu mais técnicas o suficientes para manter a sua fé intacta. Ele chega ao fim porque Deus continua sustentando aquilo que ele mesmo começou. Uma das maneiras pelos quais Deus sustenta o povo é através das suas advertências. E é por isso que essa história aqui e como a deasa estão na Bíblia. A advertência não é a inimiga da graça. A advertência é uma das ferramentas que a graça usa. Quando o pai vê o seu filho num caminho em que a gente sabe que ele vai estar em perigo, o que que o pai faz? Ele grita com filho. E aquele grito não é não é uma ausência de amor. O grito é a expressão de amor daquele pai pelo seu filho. O perigo é real. E justamente porque o amor é real, a advertência necessariamente também tem que ser real. Então a história de Asa não está aqui para satisfazer a nossa curiosidade contra o rei antigo de Israel. Ela está aqui para falar conosco, porque existe algo curioso sobre a fraqueza. Quando nós sabemos que nós somos fracos, normalmente sabemos também que nós precisamos de ajuda, que sozinho nós não conseguimos fazer nada. Quando não temos solução, muitas vezes nós oramos. Quando não sabemos o que fazer, buscamos uma direção. E quando as possibilidades acabam, nós clamamos a Deus. Mas depois Deus responde: Deus sustenta a gente. Deus abre portas. Deus nos ensina e nós adquirimos. experiência e aquilo que um dia parecia impossível, começa a parecer que você consegue administrar por si próprio. É justamente aí que o novo perigo pode nascer. A fraqueza pode nos empurrar para Deus e o sucesso, se ele não for recebido com humildade por nós, ele pode lentamente nos convencer que nós já aprendemos o suficiente para tomar as decisões por nós próprios e não dependermos mais de Deus. No começo da sua história, Asa sabe aqui ainda muito bem que ele é fraco. Isso fica evidente quando você lê Segunda Crônicas 14. De repente, Judá é confrontado por um inimigo imenso, Zerá, o Etílpe, e ele vem contra a Asa com exército assustador. Humanamente falando, a situação é completamente desproporcional. Asa possui soldados. Ele tem uma organização militar ali em Israel. Ele possui os recursos, mas ele sabe que nada disso que ele tem é o suficiente. E é aqui que vemos uma das orações mais bonitas de sua história. E as clama ao Senhor assim no versículo 14. Senhor, não há ninguém como tu para ajudar os fracos contra os poderosos. Ajuda-nos, ó Senhor, ó nosso Deus, pois em ti pomos a nossa confiança e em teu nome viemos contra este imenso exército. Primeiro vamos perceber o que que Asa não diz aqui. Ele não diz: "Senhor, como não temos soldados, teremos que confiar em ti". Ele tinha soldados. Ele não diz: "Senhor, como não fizemos nenhum planejamento, agora só nos restaurar". Havia um exército ali. O exército tinha sua própria organização necessária para aquela batalha. A questão não é a ausência de recursos. A questão era o lugar aonde estava a confiança de Asa. E isso é muito importante, porque às vezes falamos sobre a dependência de Deus, como se depender de Deus significasse abandonar todos os meios comuns que ele mesmo colocou à nossa disposição. Mas não é isso nem de perto que a Bíblia está ensinando. Você pode ter dinheiro e depender de Deus. Você pode procurar um médico paraa situação em que você está passando e depender de Deus. Você pode planejar cuidadosamente o que você vai fazer na sua vida e você deve planejar o que que você vai fazer e os seus planos, mas ainda assim depender de Deus. O problema começa quando aquilo que deveria ser um instrumento de Deus começa a se eh se transformar no nosso fundamento. Quando o meio deixa de ser apenas o meio e passa a ser aquilo que o nosso coração vai descansar sobre. Asa possui um exército, mas ele não olha para aquele exército como se dissesse: "É isso que vai nos salvar". Ele olha para Deus. Essa é a fé bíblica. A fé não exige fingir que o problema simplesmente não existe. A fé não é negar os números que o outro exército é imenso. A fé não é chamar a fraqueza de força. Asa olha para o exército inimigo e ele reconhece que aquele exército é imenso. Ele sabe exatamente qual é a realidade que ele vai enfrentar. Mas existe uma outra realidade acima daquela realidade que é Deus. E é por isso que ele pode dizer, como no versículo 11, em ti pomos a nossa confiança. Isso aqui é dependência, não é ausência de ação. É ação sem uma idolatria do que que realmente pode te salvar. Não é passividade. Ele vai ir lutar com o exército. É a atividade sustentada pela consciência de que se Deus não agir, nenhuma capacidade hum humana vai ser suficiente. Então, o Senhor concede a vitória a eles. O inimigo é derrotado. Judá experimenta o livramento daquele exército enorme. E Asa vê com os próprios olhos aquilo que acontece quando o homem reconhece a sua fraqueza. e coloca a sua confiança no Senhor. Você pensaria que depois de uma experiência dessas seria impossível dele esquecer isso? Não é possível que um dia ele vai esquecer que o Senhor deu essa vitória incrível para ele. Mas é justamente aí que a história começa a nos ensinar alguma coisa sobre o coração humano. Porque nós temos uma habilidade incrível e estranha de transformar as bênçãos que nós temos eh que veio a partir de Deus em razões para nós dependermos menos de Deus. Recebemos a resposta de uma oração e com o tempo começamos a confiar mais na experiência adquirida do que naquele que respondeu a nossa oração. Deus nos dá a capacidade e lentamente começamos a confiar mais na capacidade do que naquele que concedeu aquela capacidade. Deus nos coloca em uma posição de estabilidade e pouco a pouco começamos a repousar na estabilidade em vez de repousar em Deus. No capítulo seguinte, depois daquela enorme vitória, um profeta chamado Azarias vai ao encontro de Asa com uma mensagem que é simples. Ele diz assim: Segunda Crônicas 15:2, "O Senhor está com vocês quando vocês estão com ele. Se o buscarem, ele deixará que o encontrem. É interessante que Deus mande essa mensagem exatamente depois de uma vitória. Nós esperaríamos uma advertência antes da batalha. Deus adverte eles depois. Por que que ele faz isso? Porque existe a tentação que só aparece quando a batalha termina. Há pecados que se aproveitam da nossa fraqueza, sim, mas há outros que se alimentam da nossa vitória. Quando tudo está desmoronando, talvez você ore como você nunca orou na vida. Talvez você abra a Bíblia desesperadamente. Talvez reconheça com clareza que você no final não controla absolutamente nada na sua vida. Mas e quando tudo volta para lugar? E quando a crise passa? E quando a sua conta começa a fechar, quando a sua saúde melhora, quando o problema que estava te afligindo se resolve, quando você começa a entender o seu trabalho tão bem que você quase não precisa mais pensar para fazer o seu trabalho. Quando aquilo que antes te fazia cair de joelhos, agora se tornou uma rotina na sua vida e você trata aquilo com tranquilidade. O profeta está dizendo pra nessa situação, continue buscando Deus. Não transforme a experiência de ontem em um substituto da dependência de hoje que você deve ter. E isso é fundamental para entendermos a vida cristã. Uma experiência real com Deus no passado não é um alimento suficiente para a sua fé do presente. Você pode dizer: "Eu já vi Deus agir e isso é ótimo, mas você está buscando Deus hoje". Você pode dizer: "Eu já vivi grandes momentos de oração". Ótimo. É ótimo que você tenha feito isso. Mas como você está orando hoje? Você pode dizer: "Deus já me sustentou quando pensei que eu não ia conseguir continuar". Sim. Mas e o seu coração onde está descansando nesse momento? Existe uma forma de decadência espiritual que não começa com uma grande rebelião. Ela começa quando nós começamos a viver hoje o testemunho de ontem. Nós contamos histórias verdadeiras sobre aquilo que Deus fez na nossa vida, mas já não temos a mesma fome de Deus quando Deus fez aquilo. É possível falar apaixonadamente sobre a época em que nós buscávamos ao Senhor e não perceber que aquela época se tornou justamente uma evidência de quanto a nossa dependência atual diminuiu. ASA responde bem a essa advertência. Ele promove novas reformas. Ele remove a idolatria. Ele até afasta Maaca, a sua avó, da eh da sua posição que ela tinha, porque ela havia feito uma imagem repugnante para o culto idólatra. Ele não poupa nem a sua própria família quando se trata da pureza da adoração que deve ser. O texto então faz uma declaração importante que nós devemos lembrar. Segunda Crônicas 15:17. O coração de Asa foi totalmente dedicado ao Senhor durante toda a sua vida. E eu preciso que nesse momento você guarde essa frase, porque nós vamos precisar dela quando as coisas mudarem. Porque é possível chegar à segunda segunda crônicas 16 e olhar para aquilo que Asa fará e nós tirarmos conclusões apressadas. Mas a própria escritura nos impede de simplificar essa história. Ela não permite que, digamos apenas: "Asa nunca foi sincero". O texto diz que o seu coração foi dedicado ao Senhor durante toda a sua vida. E ainda assim algo sério acontece. Passam-se muitos anos aqui. Asa não é mais aquele rei jovem diante de um inimigo monstruoso e assustador. Agora ele tem décadas de experiência. Ele agora tem uma estabilidade. Houve uma reforma, houve a vitória e houve paz durante anos e anos. Então surge outra ameaça. Baasa, o rei de Israel, o reino do norte, começou a fortificar Ramá. E é um problema político ali e militar importante para Judá. Asa precisa reagir. E é aqui que a Bíblia coloca diante de nós um contraste doloroso. Quando nós vemos a história de Asa. Quando Zera apareceu, o que que Asa fez? Ele orou a Deus. Quando Baasa aparece, o que que Asa faz? Ele calcula o que que ele vai fazer. Quando Zera apareceu, Asa disse: "Em ti pomos a nossa confiança, Deus". Quando Baasa aparece, Asa procura buscar prata e ouro. Ele retira tesouros da casa do Senhor e do palácio, que eu não sei nem como tinha tanto ouro, porque todo o rei praticamente tira o ouro e a prata da casa do Senhor e do palácio e envia tudo para Benhad Hadad, que era o rei da Síria, propondo uma aliança com ele. A ideia dele era simples. Se a Síria atacar Israel pelo norte, Baasa vai ter que abandonar Ramá para se defender. Digamos que é uma estratégia inteligente, é óbvio. E politicamente faz sentido o que ele está fazendo. Militar vai ser eficiente. Baza não tem gente o suficiente para para fazer a cidade fortificada no sul e proteger o norte. E o mais perturbador de tudo isso é que isso funciona. Bemad aceita, ataca as cidades de Israel e Baasa interrompe a construção de Ramá. E o problema que ele tinha desaparece. Se a história terminasse apenas aqui, talvez alguém escrevesse um livro sobre a liderança e colocasse asa como um exemplo de habilidade política e ia vender o curso na internet. Ele identificou o problema, ele reuniu os recursos necessários, construiu uma aliança e alcançou o seu objetivo. Tudo funcionou. E justamente por isso, precisamos ouvir com atenção o que Deus diz logo a seguir. Porque uma estratégia pode funcionar e ainda assim estar errada. Uma porta pode abrir e ainda não significar a aprovação de Deus. Você pode conseguir exatamente o que você que tanto queria na sua vida e mesmo assim ter perdido alguma coisa espiritualmente muito mais importante. E esse é um dos pontos mais difíceis para nós, porque temos que tendemos no final a medir as decisões pelos resultados imediatos que nós temos. Se deu certo, então deve ser bom. Se o negócio cresceu, então Deus aprovou. todas as nossas escolhas. Se o relacionamento continuou, então as concessões eram justificáveis. Se a estratégia que eu tive produz o resultado, então não deve haver problema. Mas a Bíblia não permite que o resultado final seja o juiz final da fidelidade. Asa conseguiu exatamente o que ele queria. Baasa foi embora e Deus enviou um profeta para dizer que que Asa havia agido como um tolo. Anani chega ao rei e diz assim em segunda Crônicas 16:7, por você ter perd ter pedido ajuda ao rei da Síria e não ao Senhor, ao seu Deus, o exército do rei da Síria escapou de suas mãos. Perceba o que tá acontecendo aqui. Deus não critica a asa porque ele conversou com outro rei. O problema está no coração de Asa. O texto diz que Asa pediu ajuda a Síria em vez de depender do Senhor. O problema não é um problema meramente diplomático, é espiritual ali de Asa. Bemandade se tornou aquilo pelo qual ASA correu em busca de segurança. E é aqui que descobrimos que a idolatria é muito mais ampla do que apenas se ajoelhar diante de uma estátua. Idolatria acontece quando uma coisa criada começa a carregar o peso que só Deus deveria carregar. Quando a sua segurança depende daquela coisa, quando a sua paz depende daquela coisa, quando você pensa, se eu tiver isso, então eu ficarei bem? Então, a idolatria já chegou no seu coração e aquilo pode ser o dinheiro que você deseja, pode ser uma pessoa que está contigo sempre, pode ser a sua própria competência para lidar com as situações. E perceba como isso é sutil no caso de Asa, ele não deixou de acreditar que Deus existia. Ele não fechou o templo. Ele não anunciou que havia abandonado a fé. Deus continua fazendo parte da teologia de Asa. Mas ele havia deixado de ser a sua primeira reação. E isso é assustador para todos nós. Porque talvez a forma mais perigosa de autossuficiência não seja dizer: "Eu não preciso de Deus". Pouquíssimos cristãos diriam isso. A forma mais perigosa é viver como se não precisasse de verdade. Você continua cantando louvores a Deus, continua afirmando as doutrinas corretas. continua falando a da soberania de Deus, mas quando a crise chega, seu coração corre imediatamente para outra coisa. Não estou dizendo que seja errado, obviamente, você ligar para alguém, procurar ajuda, fazer um plano e consultar o especialista. Você deve fazer essas coisas. A questão é mais profunda. Onde a sua alma vai repousar quando você faz tudo isso? É possível orar e depois é possível que você ore depois que você já tenha decidido tudo que você vai fazer, apenas para pedir que Deus abençoe a sua própria autossuficiência. É possível usar uma linguagem espiritual enquanto a nossa confiança está completamente depositada em outra coisa. Talvez seja justamente aqui que os anos de experiência se tornam tão perigosos. No começo, Asa não sabia e ele sabia que ele não sabia. Agora ele sabe de muita coisa. Então ele acha que ele consegue lidar com tudo. No começo ele sabia que ele era fraco. Agora ele possui história, reputação e recursos. A ameaça de Zera era maior que a ameaça de Baasa, mas Asa reagiu melhor diante do problema maior. Pense nisso por um momento. Ele confiou mais em Deus quando a situação era mais difícil e confiou menos em Deus quando a situação parecia administrável por ele. Talvez não seja apenas apenas os grandes problemas que revelem a nossa fé. Às vezes os problemas menores revelam mais sobre ela, porque as grande crises nós sabemos que precisamos de Deus, porque nós somos pequenos demais para elas, mas nas pequenas nós pensamos o quê? Isso pode deixar comigo, eu resolvo. Anane então lembra a asa de algo que ele já sabia. Ele fala dos etípes, dos líbios e recorda como Deus havia livrado ele no passado. Em outras palavras, ele tá dizendo: "A, você já viveu isso, você já esteve diante de uma situação impossível e você já clamou, você já viu Deus agir?" Então, o problema não é a falta de evidência, o problema é que você começou a se apoiar em outra coisa. Então vem uma das umas uma das declarações mais conhecidas de toda essa narrativa que diz assim, segunda crônicas 16:9, pois os olhos do Senhor estão atentos sobre toda a terra para fortalecer aqueles que lhe dedicam totalmente o coração. Aqui nós devemos ler com cuidado. O texto não diz que os olhos do Senhor percorrem a terra procurando os fortes para finalmente poder eh usar eles. É exatamente ao contrário que o texto está dizendo. Deus procura demonstrar a sua força em favor daqueles cujo coração está voltado para ele. Essa é a lógica da graça. Nós gostamos de imaginar que a maturidade significa chegar a tal ponto em que Deus pode olhar para nós e dizer: "Agora ele consegue caminhar sozinho." Mas não se engane, esse dia nunca vai chegar. Não existe eh a graduação para você sobre dependência, sobre a cada vez que você tá passando cada vez mais de semestre, você vai dependendo menos de Deus. Você nunca vai se tornar tão maduro que você passe a precisar menos de Deus. Na verdade, uma das marcas da maturidade verdadeira é perceber cada vez mais o quanto você depende de Deus. Quando você começou a caminhar com Cristo, talvez você pensasse que você precisasse de uma de uma quantidade de graça para ser perdoado, mas depois conseguiria continuar com um pouco mais de esforço da sua parte. Com o tempo você descobre que você precisa da graça para levantar de manhã, para resistir à tentação, para amar as pessoas, para perdoar, para perseverar, para manter o seu coração humilde e para continuar crendo. Você não começa pela graça e depois muda para a competência. Você começa pela graça, você continua pela graça e chega ao fim pela graça. É exatamente aqui que a perseverança dos santos precisa ser compreendida por nós. A perseverança não é uma doutrina sobre a impressionante capacidade do cristão de nunca desistir. É uma doutrina sobre a fidelidade de Deus. Quando Deus salva alguém, ele não inicia uma obra para depois ficar esperando passivamente para ver se aquela pessoa vai conseguir terminar aquela obra. O mesmo Deus que chama sustenta aquela pessoa. O mesmo Deus que dá a vida também persevera a vida que ele deu. Mas isso não significa que o cristão nunca tropece. Asa vai nos mostrar isso de uma maneira muito dolorosa. A reação incorreta diante da repreensão de Anani seria o arrependimento. Seria ótimo se ele fizesse isso. Asa já havia respondido a palavra de Deus antes. No capítulo anterior, quando Azarias falou, ele tomou coragem e intensificou a reforma que ele já estava fazendo. Mas nesse momento algo mudou. O texto diz que Asa ficou irado com Hanane e mandou prender ele. E isso é sério. O homem que antes ouviu a repreensão, agora tenta silenciar quem repreende ele. Aqui existe outro sinal importante do perigo espiritual. Uma coisa é pecar, outra coisa é começar odiar a voz que chama o pecado com o nome e aponta para esse pecado. Quando a palavra nos confronta e nossa primeira reação passa a ser nos justificar, atacar, fugir, acusar quem está falando, alguma coisa está acontecendo no nosso coração. Asa não consegue alterar a mensagem que veio. Então ele prende o mensageiro e o texto acrescenta que naquela época ele também oprimiu algumas pessoas do povo. O pecado começa a se espalhar. A autossuficiência raramente vai ficar isolada. Quando deixamos de nos enxergar como pessoas que dependem continuamente da misericórdia, tornando-nos eh mais duros com os outros. Quem esquece o quanto precisa da graça, começa a se tornar menos gracioso com os outros. Então, nos últimos anos de asa, ele sofre uma doença grave nos pés. E o cronista registra uma frase muito triste para um rei que começou tão bem. Diz assim em segunda Crônicas 16:1, embora a sua doença fosse grave, não buscou a ajuda do Senhor, mas só a ajuda dos médicos. E novamente eu posso dizer qual é o problema dele ter buscado os médicos? A princípio nenhum. Se ele estava com uma doença, ele devia buscar os médicos. O problema não são os médicos aqui. A Bíblia não está condenando a medicina. O problema está em uma palavra que está ali, mas só dos médicos. A palavra só faz toda a diferença. Aquele mesmo padrão que a gente poôde ver nesse fim de vida dele reaparece. No começo Asa possuía soldados, mas a sua confiança estava no Senhor. Agora ele possui médicos, mas somente os médicos. O meio de curar, por exemplo, a doença dele ou de melhorar a situação dele tomou o lugar e governa agora. O recurso se tornou o refúgio dele. Essa é a parte desconfortável dessa história e tão real para nós. O homem que um dia disse: "Em ti pomos a nossa confiança". Termina a narrativa dele sendo lembrado justamente por não buscar o Senhor na sua fraqueza. Então, alguém pode perguntar: "Afinal, o que devemos concluir sobre Asa? Ele realmente era do Senhor? Ele perdeu a salvação? a sua vida inteira prova que nunca houve fé verdadeira. Precisamos ter cuidado para não responder aquilo que o texto não tá dizendo pra gente. A própria Bíblia já havia dito que o coração de Asa foi dedicado ao Senhor durante toda a sua vida. Não temos direito de apagar essa declaração porque os últimos capítulos está nos deixando um tanto desconfortáveis. Ao mesmo tempo, também não temos o direito de diminuir os pecados de Asa. A Bíblia mantém as duas coisas diante de nós. Um homem cujo coração foi dedicado ao Senhor e um homem que caiu gravemente em autossuficiência e resistiu à repreensão e terminou seus dias de uma maneira triste. Isso é importante porque a perseverança dos santos nunca significou a perfeição desses santos aqui. Um homem verdadeiramente salvo pode pecar gravemente, podem passar por períodos de endurecimento, podem resistir a correção que deveriam abraçar, podem colher consequências dolorosas por conta disso. Davi é a prova disso, Pedro é a prova disso. E a história da igreja tem diversos exemplos disso, mas aqui precisamos tomar cuidado com outro extremo também, porque alguém pode ouvir isso e pensar, então não há problema. Se a pessoa é salva, ela pode viver de qualquer maneira, certo? Não. A Bíblia não permite esse raciocínio a nós. A graça que salva é também a graça que transforma. E se advertências sobre endurecimento existem justamente porque o pecado não é brincadeira. A perseverança nos eh não nos ensina a olhar para o pecado e dizer não importa. Ela nos ensina a olhar para Deus e dizer: "Se eu chegar ao fim, não é por nada do que eu fiz, mas porque ele me sustentou". Essa diferença muda tudo para nós. A autoconfiança espiritual diz: "Eu jamais faria isso". A graça vem e diz: "Senhor, guarda o meu coração". autoconfiança, olha pros anos de igreja, pro conhecimento bíblico, pra experiência passada e pensa: "Criei uma imunidade". A graça olha para tudo isso e responde: "Se Deus me sustentou até aqui, hoje eu continuo dependendo dele". Talvez uma das frases mais perigosas que o cristão possa dizer seja: "Depois de tudo que eu vivi, isso nunca aconteceria comigo. Depois de tudo que você viveu, você deveria saber exatamente o contrário. Depois de tudo que você viveu, você deve saber que você precisa da misericórdia de Deus. Depois de tantas vitórias, deveria estar ainda mais consciente de quem lhe deu essas vitórias. Asa havia derrotado um exército gigantesco. Ele tinha conduzido reformas, tinha enfrentado idolatria, tinha tomado decisões corajosas e ainda assim precisava continuar buscando. Você nunca acumula crédito espiritual suficiente para viver amanhã de graça que foi que você recebeu ontem. O pão de ontem não substitui o pão de hoje. E talvez essa seja uma palavra especialmente necessária para quem já caminha com Deus há muitos anos. É possível que quando você era mais novo na fé orasse sobre tudo. Não porque você fosse mais espiritual, mas porque você sabia que você não sabia nada. Então, os anos passaram, você aprendeu e hoje você sabe organizar as coisas, você aconselha, você ensina, você administra, você consegue resolver as situações e todas essas coisas são um presente de Deus para você. Mas exige existe uma pergunta simples que a história de Asa coloca diante de cada um de nós que está aqui. A medida que a sua capacidade aumentou, a sua dependência de Deus também aumentou. Porque se a sua capacidade cresceu enquanto a sua oração diminuiu, talvez aquilo que você esteja chamando hoje de maturidade seja apenas a sua auto eh suficiência melhor de organizar as coisas. É possível até servir Deus confiando em si mesmo. É possível preparar uma mensagem sobre Deus sem depender de Deus. É possível liderar uma família cristã confiando mais na sua experiência do que na graça. É possível você administrar o ministério, tomar boas decisões, conhecer teologia e ainda assim ter deixado de buscar o Senhor com aquela consciência profunda de necessidade. Quando isso acontece, normalmente não percebemos imediatamente. A autossuficiência raramente entra na porta dizendo: "A partir de hoje, Deus não é necessário". Ela vai entrar de maneira silenciosa. Primeiro você deixa de orar sobre aquilo que considera simples. Depois começa a confiar na sua própria leitura das situações. Depois a correção incomoda mais. Depois você já sabe que fará antes mesmo de buscar uma direção. Então, talvez continue fazendo muitas coisas corretas, enquanto o centro do seu coração uma mudança aconteceu. A questão já não é mais você acredita em Deus? Aa, acreditava em Deus. A questão é, você ainda depende dele? Existe uma diferença enorme e é exatamente por isso que não podemos transformar a doutrina da perseverança numa espécie de colchão paraa preguiça espiritual nossa. Perseverar é continuar. Continuar crendo, continuar ouvindo, continuar se arrependendo e continuar voltando quando caímos. continuar desconfiando a nossa carne. Não porque estamos tentando preservar a nossa própria salvação com a força das nossas obras, mas porque Deus preserva o seu povo justamente por meio de uma fé viva. Uma fé que pode enfraquecer, mas ela sempre vai ser renovada. Uma fé que pode tropeçar, mas ela é trazida de volta. Uma fé que aprende repetidamente que não existe uma vida fora da graça. E é aqui que Cristo é absolutamente essencial, não como um acréscimo artificial da nossa história, mas porque toda a doutrina da perseverança depende dele. Se a nossa segurança final dependesse do da constância da nossa mão segurando Cristo, como a gente diz sempre, esse exemplo nesses eh nessa série que nós estamos vendo sobre os reis de Israel, nenhum de nós teria esperança. Nossa mão treme, nossa atenção se dispersa, nossa fé às vezes enfraquece, mas a esperança cristã não está na perfeição da nossa capacidade de segurar ele, está na fidelidade daquele que nos segura. Jesus não salva as pessoas e depois entrega elas a própria força. Ele é o pastor que guarda suas ovelhas. É aquele que intercede pelo seu povo. Ele é aquele em quem todas as promessas de Deus encontram o seu cumprimento. Até a nossa perseverança é fruto da graça de Deus. E isso não torna a chamada vigilância menos urgente, torna torna cada um de nós mais humildes. Porque não dizemos: "Vou perseverar porque sou forte". dizemos: "Senhor, conserva-me perto de ti." Talvez seja por isso que a que a frase em segunda Crônicas 16:9 seja tão bonita: "Os olhos do Senhor estão atentos sobre toda a terra para fortalecer aqueles que lhe dedicam totalmente o coração." Essa é uma imagem linda. Deus não está apenas esperando você demonstrar a sua força. Ele oferece força aos que sabem que precisam dela. O problema de Asa não foi que Deus se tornou insuficiente. O problema de Asa foi que ele deixou de buscar a Deus o suficiente. Deus não havia diminuído. A graça não havia enfraquecido. A mão que havia destruído os exércitos de Zera continuava sendo a mesma. Mas Asa procura sua segurança em outro lugar. Talvez seja isso que precisamos perguntar a nós mesmos todos os dias. Quando alguma coisa ameaça a sua paz, para onde o seu coração está correndo? Não estou perguntando apenas o que você faz externamente. Estou perguntando aonde repousa o seu coração. Quando o futuro fica incerto, qual é a coisa que precisa funcionar para você começar a acreditar que tudo ficará bem? Quando surge um um problema que você não consegue controlar, qual é a sua primeira esperança? Quando alguém o confronta, você consegue ouvir ou a sua primeira reação é proteger a sua própria imagem? Essas perguntas revelam aonde está a sua confiança. E talvez você perceba que alguma boa dádiva de Deus começou a ocupar o lugar que nunca deveria ocupar. Talvez seja a sua estabilidade financeira. Talvez seja uma pessoa que você acredita que você não pode perder de jeito nenhum. Talvez seja a sua própria capacidade de resolver problemas. Nenhuma dessas coisas precisa ser má para ela para ela ser realmente perigosa. Os ídolos mais eficaz da nossa vida nem sempre são coisas ruins. Muitas vezes são coisas boas que são transformadas em coisas últimas para nós. Asa não procura um feiticeiro para derrotar Baasa, ele procura um aliado político. Não é algo escandaloso. E o ponto é exatamente esse. Grande parte da autossuficiência não é escandalosa. Parece uma prudência, parece a experiência, parece uma maturidade do ponto de vista dele. Até que a palavra de Deus revela em quem o coração realmente está confiando. Por isso nós precisamos das escrituras. Precisamos de vozes como a de Hanani. Precisamos de Deus que Deus nos contradiga no que estamos fazendo. Uma igreja saudável não é aquela que ninguém jamais se sente confrontado. É aquela que a palavra possui a liberdade para nos dizer uma estratégia eficiente para numa espiritualidade tola. Precisamos eh continuar corrigíveis. Precisamos que Deus nos corrija. e que ele não ache uma porta fechada para aquela correção. Porque o momento em que nos tornamos grandes demais para sermos corrigidos pode ser o momento em que já começamos a encolher espiritualmente. Asa ficou irado com o que estava ali acontecendo. Talvez seja uma das partes mais tristes dessa história. Deus ainda estava falando com ele. A repreensão era a misericórdia de Deus. Ali Deus não precisava enviar Hanani. Ele poderia simplesmente deixar ele seguir eh adiante com a sua autoconfiança. Mas Deus fala e até uma palavra dura pode ser graça. Quando a Bíblia expõe o seu pecado, isso é graça na sua vida. Quando alguém piedoso aponta algo que você não queria enxergar, isso pode ser graça na sua vida. Quando uma consequência quebra a sua falsa sensação de controle que você tinha, isso é a graça de Deus agindo na sua vida. Nem toda a graça vai acariciar a sua cabeça. Às vezes a graça vai interromper. Às vezes a graça vai confrontar você. Às vezes a graça nos impede de continuar chamando independência de maturidade. Então, talvez a pergunta final da história de Asa não seja apenas como um homem pode terminar assim? Talvez a pergunta ideal seja como Deus está me ensinando a não terminar confiando em mim mesmo nas situações? Porque a vida cristã não é uma longa transição de dependência para independência. No mundo, amadurecer significa depender cada vez menos dos nossos pais, por exemplo, tomar as nossas próprias decisões, sustentar a nossa própria vida. Mas espiritualmente o movimento é bem diferente disso. Quanto mais amadurecemos, mais entendemos a profundidade da nossa dependência. Não nos tornamos menos responsáveis, nós nos tornamos mais conscientes de que até a nossa responsabilidade precisa da graça de Deus. Paulo, depois de anos de ministério, não fala como um homem que não precisa mais de ajuda. Ele fala como alguém profundamente consciente de tudo que tudo que ele tem é produzido pela graça de Deus. E esse é o paradoxo, a gente pode dizer, da maturidade cristã. Quanto você se torna mais ativo, menos autossuficiente você é. Quanto mais responsável, menos orgulhoso. Quanto mais experiente, mais consciente de que sem Deus você não pode fazer nada. Asa nos adverte porque começou exatamente dessa forma. Diante de Zera, ele sabia. Em ti pomos a nossa confiança. E depois vieram os anos, vieram as vitórias, veio a experiência e diante de um inimigo menor, a sua reação foi completamente diferente. Talvez a maior tragédia não seja quando alguém nunca aprende a depender de Deus. Talvez existe uma tragédia mais silenciosa, mas terrível. Aprender a depender de Deus, experimentar a sua fidelidade e depois começar a agir como se aquela fidelidade tivesse servido apenas para nos levar ao ponto em que finalmente conseguimos caminhar sozinhos. Não se engane, irmãos, nós não conseguimos, nunca conseguiremos. E essa não é uma notícia ruim, é uma notícia maravilhosa, libertadora. Você não precisa eh se sustentar sozinho porque Deus começou pela graça e agora você precisa se sustentar sozinho. A partir de um ponto, você não precisa fingir força. Você não precisa construir uma imagem de invulnerabilidade espiritual. Não precisa chegar ao ponto em que já não se sente é necessidade de clamar mais a Deus. Na verdade, pode fazer exatamente ao contrário. Você pode reconhecer a sua fraqueza, você pode buscar, você pode pedir ajuda, você pode abrir a palavra de Deus e dizer: "Senhor, eu preciso ser ensinado". Você pode olhar para década de caminhada e dizer: "Se eu cheguei até aqui, foi por graça." E pode olhar para aquilo que ainda está diante de você e dizer: "Se eu chegar até o fim, também vai ser por graça". Talvez seja exatamente essa maneira certa para nos lembrar durante nossas vitórias. Não como prova que agora somos fortes, mas como provas de que Deus sempre foi fiel conosco. Asa deveria ter olhado para Zé e pensar: "Se Deus me sustentou quando eu não tinha saída, porque agora eu começaria a confiar em mim mesmo?" E nós deveríamos fazer a mesma coisa. Olhe para trás. Não olhe para construir uma autoconfiança. Olhe para trás para destruir a sua autoconfiança. Veja quantas vezes Deus sustentou você quando você não sabia o que fazer. Quantas vezes ele abria um caminho que você não poderia produzir, que você nem achava que era mais capaz de acontecer. Quantas vezes perdoou o seu pecado? Quantas vezes corrigiu você? Quantas vezes não permitiu que a sua própria insensatez fosse a palavra final sobre a história? Então, não diga: "Eu sei viver". Diga: "Agora eu sei em quem confiar". Essa é a diferença. A perseverança dos santos não é a celebração de pessoas impressionantemente fortes. É a celebração de um Deus impressionante fiel. E o chamado de asa permanece diante de nós. Não viva hoje apenas daquilo que Deus fez ontem na sua vida. Não transforme as experiências que você teve em um substituto para oração. Não transforme os recursos que você tem hoje no refúgio. Não transforme a sua maturidade em independência. Continue buscando, continue ouvindo, continue dependendo, porque não existe um único dia da vida cristã em que a graça se torne desnecessária para você. Você precisa dela no começo, precisa dela agora e você vai precisar dela até o fim. O grande perigo não é chegar ao ponto em que Deus deixou de ser o suficiente para você. Isso nunca vai acontecer. O grande perigo é chegar ao ponto em que você começa a viver como se já tivesse encontrado alguma coisa mais segura do que ele. Asa nos mostra como isso pode acontecer até mesmo com alguém que conhece o Senhor, até mesmo com alguém que viu a sua força, até mesmo com alguém que conhece ele muito bem. E é justamente por isso que a sua história não precisa nos levar ao desespero, ela precisa nos levar a dependência de Deus. Os olhos do Senhor continuam atentos durante toda a nossa vida. Sua força continua disponível. Sua graça não envelheceu nem um pouco. Sua fidelidade não diminuiu nem milímetro. Então, não procure eh chegar ao ponto em que você já não precise mais clamar a Deus. Chegue ao ponto em que depois de anos você clama eh com ainda mais consciência do que você tinha no início. Não diga: "Eu já passei por isso". Diga: "Eu ainda preciso de ti nessas situações". Porque talvez uma das maiores evidências de que a graça está amadurecendo e em uma pessoa seja depois de muitos anos, ela ainda sabe exatamente onde ela deve correr. Nunca é para si mesma, nunca é para aquilo que ela acumulou, nunca é para aquilo que ela aprendeu, mas para Deus que sustentou ela desde o princípio. E no fim perseverar é isso, continuar descobrindo que nunca deixamos de precisar dele em nenhum momento da nossa vida. Amém. Irmãos Deus, nós te agradecemos por poder estar aqui em mais um domingo, onde nós vamos tomar da Santa Ceia e que nós possamos sempre olhar para ti, meu Deus, que nós em cada momento da nossa vida, quando nós estamos fracos, que nós possamos ver, eu dependo de Deus. E quando nós estamos fortes e que nós aprendemos muita coisa, nós podemos dizer: "Eu dependo de Deus". Não importa o quanto de experiência que nós tenhamos tenhamos, não. Não importa o quanto de vida que nós já vivemos e quant situações que nós vejamos, nós possamos dizer: "Eu dependo de ti". E por isso eu oro para que tu estejas eh como eu sei que tu estás no controle e eu sei que o melhor que pode acontecer para mim, tu vai fazer, porque o melhor que eu tenho para mim não está nesse mundo, mas no que Cristo conquistou para mim. Então eu posso passar por todas as situações tranquilo, porque tu estás no controle, meu Deus. E que quando eu achar que a minha autoconfiança, que o que eu sei é o suficiente, me repreenda e que o meu coração esteja aberto para isso, para que eu escude a repreensão e volte imediatamente para ti, meu Deus. Porque o mais triste que pode acontecer conosco é durante o tempo eu me afastar de ti. Que isso nunca aconteça, que eu possa me aproximar mais e mais de ti e eu possa ver cada vez mais a dependência que eu tenho de ti. Que isso seja verdadeiro para hoje, para essa semana que vai vir e para toda a nossa vida. É isso que nós te pedimos em nome de Jesus. Amém. Uh. Amém. Vamos ficar de pé, queridos. Dificilmente podemos ter um exame mais profundo da nossa alma. do que o que tivemos agora, vendo a perseverança dos santos e olhando para a vida de Aa, a única maneira de realmente vivermos de uma maneira madura e que foge dessa [roncando] dessa confiança no passado, quando estamos cada vez mais paulatinamente ente distantes daquilo que já tivemos, eh, podemos falar com verdade de Deus. O que Paulo disse, por exemplo, esquecendo-me das coisas que ficaram para trás, prossigo para o alvo. Olhando para as que estão à frente de mim, diante de mim, eu prossigo para o alvo da soberana vocação. Você vê a vocação é soberana. Deus garante a perseverança dos seus, mas nós não vivemos do que aconteceu lá no passado, na nossa história. Olhamos para passado só para mantermos os olhos fixos na cruz, mas nós esquecemos. Nada do que aconteceu na nossa vida pode ser contabilizado como uma espécie de mérito que guardamos no banco e que agora podemos viver daqueles dividendos. Nós devemos, pelo contrário, confiar mais em Deus. agora do que no início, depender mais do que no início. E apenas esquecendo do que ficou para trás e olhando o poder de Deus pro hoje e como a bondade e a misericórdia ou as misericórdias se renovam a cada manhã, podemos realmente avançar de maneira digna do evangelho. Vamos cantar enquanto os irmãos vão distribuir os elementos da Santa Ceia. Vamos cantar uma obra feita para sempre, mas que deve ser nova cada manhã em nossos corações. [roncando] Obrigado. [música] Homem e Deus, o criador. [canto] Sim, eu sou. Jesus Cristo, o Salvador. O caminho eterno eu sou para o Pai. [canto] Pão da vi. Sou lá na cruz me entreguei [música][canto] o meu sangue derramei [canto] o cordeiro [canto] eu sou. [música] Eu morri viva [canto] estou. Sou Jesus. >> [música] [música] >> Meu [canto] corpo é pão que [música] partido [canto] foi para dar vida [música] [canto] cálice do sangue [música][canto] que Derrame, beba hoje, [canto][música] redentor, eu sou a vida [música][canto] sem fim. Lá na cruz [música] que entreguei [canto] o meu sangue derramei o cordeiro [música] [canto] eu sou vivo [música][canto] estou. Sou Jesus. >> [música] >> Tu és [música][canto] digno. Tu és digno. Tu és [canto] digno, ó Senhor Jesus. [música] Tu és [canto] digno. Tu és digno. Tu és digno, [canto][música] ó Senhor Jesus. Tu és [música] digno. Tu és [canto] digno. Tu és [música] digno, ó Senhor [canto] Jesus. Tu és [música] digno, tu és digno. Tu és [música][canto] digno, ó Senhor Jesus, o cordeiro [música] de [canto] Deus, que [música] foi morto [canto] lá na cruz, os [música] eleitos [canto] vou. Estou em [música] Jesus, [canto] o cordeiro [música] de Deus que foi morto [música][canto] lá da cruz. Os eleitos [música] salvou. Nem estou em [música] Jesus. O cordeiro de Deus [canto][música] que foi morto lá [música] na cruz. eleitos [canto] [música] vou estou em Jesus [música] meu senhor. >> [canto][música] >> Não há ninguém [música] mal. Não há ninguém mal. >> [música] >> Mais é digno tu és digno. Tu és [canto] digno. Tu és [música] digno. Ó Senhor Jesus, >> tu és [música][canto] digno. Tu és digno, Senhor. Tu és digno. Tu és digno. Ó Senhor Jesus, [música] tu és digno. [canto] Tu és [música] digno. Tu és [canto] digno, ó Senhor [música] Jesus. Só tu és [canto] digno. Tu és [música] digno. Tu és [canto] digno, ó Senhor Jesus. [música] >> Aleluia. Ó Deus, aqui está o pão. Deus, meu filho deu graças ao partir o pão, Deus. Ele sabia que ao partir o pão, senhor pai, estava falando sobre, Senhor Deus, o partir do seu próprio corpo. Ó Deus, se ele pôde te dar graças naquela noite, ó Deus, se ele poôde, Senhor Pai, alegremente, Senhor Deus, dizer para tu glorificares o teu nome, que esse seja, Senhor Pai, já que é o espírito dele que habita em nós, ó Deus, o procedimento de nossos corações, porque essa é a promessa da nova aliança. Deus, eu daria a eles um coração para que me temam e me obedeçam. escreverei em seus próprios corações. Então, Senhor Pai, não olhamos mais, Senhor Deus, para palavras num livro simplesmente, mas, Senhor, Pai, a tua beleza foi escrita em nossos novos corações. De tal maneira, Senhor Pai, que a fonte de nossos afetos, Senhor Deus, está saturada da tua beleza. Que todos esses afetos, então, Senhor Pai, ó Deus, saturem, Senhor Deus, o ar, Senhor Pai, os ambientes onde estivermos, Senhor Pai, flua, flua como uma fonte de nós, uma fonte, Senhor Pai, que jorra pra vida eterna. Tão somente porque ao partir do corpo do teu filho, Senhor Pai, tu estava rasgando o vel de separação que nos separa da tua beleza infinita. que possamos refleti-la, Deus, como a lua faz com a luz do sol. Sabermos, Senhor Pai, que em nós mesmos somos escuridão e não temos nenhuma luz, mas que podemos refletir como como a luz essa esse brilho, Senhor Pai, que jamais teve começo e jamais terá fim. Em nome de Jesus. Amém. Comamos todos o pão, queridos. Ó Deus, só de tomarmos a Santa Ceia, devíamos nunca mais interpretar absolutamente nada em nossas vidas, Senhor Pai, com as nossas próprias capacidades, Senhor Pai, achando que elas realmente podem, Senhor Deus, enxergar algo, Senhor Pai, que realmente possa ser, Senhor Deus, o caminho correto para os nossos pés. Quem compreendeu, Senhor Pai, o Teu intento? Quem discerniu a tua mente, Deus? Quem poôde olhar paraa cruz, seu filho, Senhor Deus, ensanguentado, partido e enxergar sabedoria, enxergar a vitória, Senhor Pai, enxergar, Senhor Deus, que naquele momento onde tudo parecia derrota, ó Deus, a tua palavra diz que, na verdade, o teu filho pegou a lista das nossas dívidas e cravou elas na cruz, senhor Pai, remindo para sempre. Ó Deus, o teu povo, que nós possamos nos inclinar, Deus. Aquela sexta-feira aparecia o dia mais escuro e sem sentido. No entanto, era a manifestação da sua sabedoria infinita. que em cada situação da vida nós possamos entender, Senhor Deus, realmente que tu fazes as coisas que estão além, Senhor Pai, das nossas capacidades compreender, mas que não falte em nós adoração. Deus, tu já não, Senhor Pai, deixaste algumas, Senhor Pai, mais evidências finais de que tua sabedoria não só é perfeita, como é surpreendente. Nós podemos falar com o apóstolo Paulo, quem conheceu a mente do nosso Senhor? Quem primeiro, quem foi seu conselheiro? Quem primeiro deu a ele para depois receber? Então, nos inclinarmos diante da cruz de Deus e nunca mais ousarmos achar que nós sabemos o que é bom para o hoje, para o amanhã, para as nossas vidas, para o mundo, para a eternidade. Em nome de Jesus. Amém. Tomemos todos o cálice. Ah, essa é a ordem de Cristo para nós. Nunca faça de algo que Cristo disse algo trivial. Nunca faça algo opcional. Nunca tente eh mensurar na sua própria mente o que Deus nos manda, senão não vamos passar de de de pessoas tolas, não é? Como Namamã, a pular no rio, pular sete vezes no rio, no rio Jordão, na minha terra tem rios melhores. Eu não vou fazer isso, não faz sentido. Mas sempre isso é um jeito louco de dizer. Podia, a princípio, segundo a sabedoria humana, não fazer nenhuma diferença pular no rio Jordão. A questão é sempre para nós sobre qualquer assunto. Não consultamos a cultura, não consultamos o humanismo secular, não consultamos a antropologia, sociologia, psicologia, consultamos Deus. O que Deus disse a respeito disso? Ah, Deus disse através do profeta Eliseu para mim pular sete vezes. Então, pulir, não há. Não tente primeiro compreender tudo para depois ver se aquilo é digno de obediência. Vamos simplesmente ouvir o que Deus disse. Depois de ouvirmos, não há segundas opiniões, nem nossas, nem do nosso mundo, nem da nossa cultura, porque a resposta de Deus para tudo é Cristo e este crucificado. Essa é a sabedoria de Deus. Não ousamos colocar mais nada junto com ela. Vamos cantar. É para isso que fomos feitos. >> [música] [música] >> Escudo está o Sol não brilhou, [canto] o mundo ainda [música] não se agitou. [canto] Momento é [música] para adoração, para ver a majestade [música][canto] do teu criador. Deus [música] te encherá [canto] com graça, [música] mas jamais te esqueças. Sempre fomos feitos para [canto] luz. Fomos feitos para [música] adorar. Fomos feitos para nele [canto] viver. Nós [música] fomos feitos para honrá-lo, feitos só para crer. [música] Feitos sim para ver [canto] sua glória. [música] [música] O que tu és, o que tu tens [música] foi dado para [canto] ti, para honrar a Deus. Mento é para [música][canto] meditar de se lembrar, porque o [canto] rei criou a ti. [música] Deus te encherá [canto] com graça, mas [música] jamais te esqueças [canto] sempre feitos trával. [música] Fomos feitos para adorar, fomos feitos para ele [música][canto] viver. >> Nós fomos feitos para honrá-lo. [canto] Feitos só para nele crer. [música] Feitos sim para [canto] ver sua glória. [música] O mundo declarará, a terra se ouvirá. [música] o som do seu eterno nome e todos vão se [música] prostrar, todos vão confessar que ele é o eterno [música] Deus. Fomos feitos para amá-lo, fomos feitos para adorar, [música][canto] fomos feitos para nele viver. Fomos [música][canto] feitos para honrá-lo, feitos só para nele crer. Feitos sim para Deus. Fomos [música] feitos para amarlo. Fomos feitos para adorar. [canto] Fomos feitos para nele [música] viver. Nós fomos feitos para [música] honrá-lo, feitos só para crer. Sim, para [música] ver sua glória. >> Sua glória. [música] [canto] >> Deus. >> [música] >> Nós fomos feitos para honrado, feitos só para querer. [canto] Feitos sim para ver [música] sua glória. [canto] Aleluia. feitos para ver sua glória e para ver sua glória para sempre. Obrigado, Deus, que a tua vida, Senhor Deus, abonde em nossos corações à medida que continuamos olhando para tua glória na face de Cristo. Leve-nos na tua paz e nos traga esta noite, Senhor Deus, para adorarmos o teu santo nome, em nome de Jesus. Amém. Amém. Que os irmãos sigam na paz do Senhor. Amém.