Sermões Online

A fé vem pelo ouvir

Culto – Manhã de Domingo 30 de Agosto de 2026 em Jardim da Luz

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Culto – Manhã de Domingo 30 de Agosto de 2026 em Jardim da Luz

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Legendas automáticas:

Bom dia. Vamos ficar de pé, não é?
Graças a Deus,
estamos começando mais uma semana.
Nada melhor do que começarmos juntos
adorando o Senhor. Pai, nós te
agradecemos,
ó Deus. Todos nós, Senhor, ó Pai, somos
completamente, Senhor Deus, incapazes de
controlar, Senhor Deus, um segundo das
nossas vidas. Temos, como Davi, Senhor,
Pai, dizer,
eh, eu deitei dormi porque o Senhor me
sustentou. Precisamos que tu nos
sustentees, Senhor Pai, eh, em todo
tempo, cada instante. E às vezes, Senhor
Pai, nos sentimos tentados a achar que
esse tempo é nosso. Que essa ilusão saia
da nossa mente, Senhor Pai. que vejamos
que o tempo, Senhor Deus, é um dom
precioso, que, Senhor Deus, como poucos
bens, ó Deus, eles se gastam, mesmo que
nós não usemos de maneira, Senhor Pai,
ativa, proposital, Senhor Pai, com
propósito. De qualquer maneira, todos
nós gastamos 24 horas por dia. Não
importa se a utilizamos bem para tua
glória ou se a deixamos simplesmente
correr, ô Deus, no final todos gastaram.
Então, já que, Senhor, Pai, é impossível
não gastarmos o tempo, que cada um de
nós possa realmente remir o tempo,
aproveitar as oportunidades, porque,
como a tua palavra diz, os dias são maus
e um soldado, Senhor Pai, não se prepara
para batalha no dia da batalha, no dia
mal, Senhor Pai, não é o dia, Senhor
Deus, para corrermos, para aprender tuas
promessas, treinar nossos corações,
nossas mentes. esse meio de graça de
estarmos juntos para te louvar, seiar, ó
Deus, eh adorar juntos, Senhor Deus, é
um daqueles meios de graça que tu
estabeleceste. Que nenhum pense
arrogantemente que pode abrir mão de um
sequer, de todos os meios de graça,
porque nós precisamos da tua graça,
Deus, a cada manhã e se recusarmos
algum, Senhor Pai, recusamos o doador da
graça. Não há um meni, Senhor Pai, de
graças que precisamos ou não precisamos.
Se tu estabeleceste o meio de graça,
como por exemplo, o culto público ou
Deus, o culto comunitário, é porque nós
precisamos e que nós possamos, Senhor,
Pai, amar, ó Deus, todos os meses de
graça, porque foram comprados para nós a
um preço, Senhor Deus, incalculável. Que
Senhor Pai, cada um de nós possa então
estar aqui em espírito e em verdade com
o mesmo anseio, Senhor Pai, que temos na
segunda até o o sábado de vivermos para
ti, Senhor Deus, confiando que tu tá
sustentando cada um dos nossos irmãos em
seus lugares, Senhor, ó Pai, eh
específicos em que vivem. Que nós
possamos realmente brilhar como luz
nesse mundo escuro, em nome de Jesus.
Amém. Amém. Isaías 536, um dos versos
mais famosos, né? Eh,
é um verso pequeno, mas que [roncando]
eh eu diria que eh há uma facilidade
assim você, se você quisesse tanto
pregar como escrever um livro, né?
Porque são três frases e cada frase já
dá um ponto incrível
e diz que todos nós como ovelhas nos
desviamos. Essa é a primeira frase,
escura. Todos nós como ovelha nos
desviamos. [música] A segunda frase e
ela
esclarece
cada um pelo seu próprio caminho. E a
terceira frase é a mais triste de todas
e também a mais doce. Mas ele fez cair
sobre ele a iniquidade de todos nós.
Então pensem, cada um de nós nos
desviamos. Ninguém pode dizer que
precisa menos da graça do [música] que
outra pessoa. É muito triste quando nós
pensamos assim: "Ah, alguém precisa
ouvir esse sermão, alguém precisava ler
esse livro". Eh, nós esquecemos isso.
Todos nós nos desviamos.
Não há nenhuma verdade bíblica que é
mais [música] para alguém do que para
outra pessoa. Não há nada na obra de
Cristo que seja mais necessária na vida
de alguém do que na minha própria.
Eu devia sempre ouvir a palavra de Deus
de dizer: "É comigo". Na igreja há uma
coisa engraçada. As pessoas elas vão aos
cultos, mas elas acham que não está
sendo falado com ela. Porque normalmente
quando você vê alguém ofendido, a pessoa
diz assim: "O pastor estava falando
comigo". Ou seja, ele achou que nunca
tava falando com ele e quando achou que
tava, ficou chateado. Não é? Mas é o
contrário, todos nós nos desviamos.
Agora, isso podia dar a nós uma desculpa
e dá, não é algo tão terrível, dar
desculpa às pessoas. Tá vendo? Todos nós
somos pecadores.
Todos nós
é o mundo é assim mesmo. Mundo é
terrível. Ninguém é perfeito.
Para que você não falasse isso, nem eu.
Para que a gente não colocasse culpa na
sociedade, na cultura, no outro. Diz:
"Todos nós nos nos desviamos com
ovelhas, cada um pelo seu próprio
caminho.
Ninguém se desviou pelo caminho de
ninguém. Ninguém pode dizer: "Foi que me
desviou". Aquele lá foi a sociedade.
Cada um pelo seu próprio caminho. O
homem ele é encurvatos em si.
Ele serviu ao seu ego.
Ninguém
pode dizer simplesmente: "Eu sou pecador
e sou imperfeito". Como uma desculpa.
Você se desviou pelo seu não foi no
caminho do seu pai que você se desviou.
A minha minha minha mãe não foi pelo
caminho da sua mãe, foi pelo [música]
seu próprio caminho.
Não foi. Ah, foi aqui a igreja no mundo.
Não foi. Você não se desviou pelo
caminho da igreja. Gente, cada um pelo
seu próprio caminho, cada um pelo seu
próprio ego, cada um pensando em si
mesmo.
Portanto, nunca vamos poder chegar
diante de Deus dizendo que eu sou
pecador, porque todo mundo é pecador,
porque você se desviou pelo seu caminho,
pelo sua centralidade em si mesmo.
Não foi a igreja, não foi o mundo, não
foi a família, não foi a época, foi seu
caminho.
E você é responsável pelo seu caminho.
Isso quer dizer que cada um de nós deve
se arrepender de maneiras muito
particulares.
No final do dia, não apresentamos os
caminhos que outras pessoas pecaram,
apresentamos o nosso.
Eu me desvei pelo meu caminho. Não posso
trazer ninguém. Eu tenho uma determinada
luz.
Deus me colocou em condições únicas
e eu me desviei.
E esse caminho de desvio não foi o
caminho do papai, da mamãe, do pastor,
da igreja, do irmão, da cultura. Foi o
meu caminho. E é assim que eu vou chegar
diante de Deus.
Todos se desviaram. Não deixa ninguém
fora,
mas cada um pelo seu próprio caminho diz
que eu nunca posso racionalizar e botar
culpa em alguém pelos caminhos da minha
vida. Eu me desvei pelo meu caminho, meu
próprio caminho.
Há maldades então em mim que não há mais
em ninguém. São peculiares.
Apesar de todos sermos pecadores, nossos
pecados são muito peculiares, não são
iguais.
A incredulidade num é exatamente igual a
do outro. Um tinha mais luz, outro menos
luz. Um era mais ah
capturado por determinada coisa, outro
por outra. Nada é igual, apesar de tudo
ser escuridão.
Então eu devia ter um
senso de perdão que também não é assim:
"Ah, Deus perdoou todos os que foram
para Cristo. Não, a mim foi de uma
maneira única.
Porque eu me desvei pelo meu caminho.
Então, ninguém pode dizer assim: "Aquela
mulher pecadora ali, ela chora e beija o
pé de Jesus". Porque ela também fez um
monte de coisa. Não,
você devia fazer o mesmo. Você está
[música] sendo perdoado de uma maneira
muito peculiar, porque você se desvu
pelo seu caminho. A mesma coisa
aconteceu com ela, vai acontecer com
você, com o ladrão da cruz, com um
fariseu.
Cada um pelo seu caminho foi o mais
longe possível.
E aí vem a terceira frase que eu falei
triste, mas maravilhosa, mas ele colocou
a iniquidade [música]
de todos nós sobre ele.
Então ninguém pode dizer: "Ah, Jesus fez
menos por mim do que pelo outro.
O meu caminho é tão difícil que Jesus
não alcança. Minha criação foi tão
difícil que eu não mudo.
Minhas experiências foram tão
traumatizantes que a paz de Deus não
funciona para mim. Não, não, não.
Todos nós como vilhas nos desviamos,
cada um pelo nosso caminho. Mas não
tente particularizar o seu caminho para
dizer que o que Jesus fez é insuficiente
por causa da tua experiência única.
[música]
Todos nós como ovelhas nos desviamos,
cada um pelo seu próprio caminho. A
minha culpa é totalmente minha, não de
ninguém, [música] foi o meu caminho.
Mas ele colocou a iniquidade de todos
nós sobre ele. Pelas pisadoras dele, nós
fomos sarados. [música] Não importa a
tua história. Nunca conte uma história
para justificar
incapacidade em Cristo. Apesar de todos
nos desviaram, eu diria que seria um
ponto incrível para um parte de um
livro, um sermão, apesar de cada um se
desviar pelo seu próprio caminho.
Então, ninguém poder se desculpar de
forma alguma. Não foi no caminho de pai,
mãe, família.
Ao mesmo tempo, ninguém tem a desculpa
de dizer que o meu problema, as meus
traumas foram tão pessoais, tão únicos,
que eu sou uma pessoa única e o
evangelho não consegue resolver.
Mas ele colocou a iniquidade de todos
nós sobre ele. Apesar de ser cada um
pelo seu caminho, Jesus [música] é
suficiente para todos os caminhos pelos
quais nossos corações se desviaram.
Se nós guardássemos esse versículo, há
toda uma teologia de vida
que cobre todas as coisas da nossa breve
vida neste mundo, o cordeiro é digno do
nosso louvor. Vamos louvá-lo.
[música]
>> [música]
[música]
>> Ele se [música][canto] fez
pecado
[música] e nele hoje sou justiça.
[canto]
Seu povo [música] entregou,
a cruz se entou.
[música]
Tão grande amor,
[música][canto]
tão grande amor.
[canto]
Cristo [música] Messias,
[música] nome [canto] exaltado,
meu redentor, [música]
Emanuel, [música][canto]
por nós [música][canto] pecadores.
>> [música]
>> deixou o seu trono.
[música]
Messias.
O [música] Senhor
Jesus [música] derramou [canto]
seu sangue.
Partido [música] foi
sim por nós.
Que a terra trema [canto]
ante os seus [música] pés. És [canto]
tão grande amor,
[música] tão [canto] grande amor
que é [música]
Cristo Messias.
>> [música]
>> Nome [canto] exaltado,
redentor, [música]
Emanuel, [música]
[música]
por nós pecadores, [canto]
deixou [música] o seu trono.
que tu Messias, [canto]
[música]
o Senhor.
[música]
Esperamos
em [música][canto] ti.
Camos
[música]
em ti.
Toda a glória
[música][canto] a ti,
Deus.
Do mundo és a luz. [música]
Cristo Messias, [música]
nome exaltado, [música]
[canto]
meu [música] redentor,
[canto]
[música] do mundo, a luz
por nós pecadores.
>> [música]
>> Deixou o seu trono.
[música]
Cristo Messias,
o [música][canto] Senhor
Cristo Messias, [música]
o Senhor,
[música]
o único Deus,
[música] o único
>> [música]
>> Aleluia! O único Deus,
nós contemplaremos para sempre a glória
de Deus na face de Cristo. Às vezes
pergunt as pessoas perguntam: "Mas no
céu eu vou ver Deus Pai?" Como assim?
Jesus é a imagem do Deus Pai. Seria como
alguém falar assim: "Mal, eu tô te vendo
assim, a tua imagem, mas será que um dia
eu vou te ver?" Você pensa assim: "Esse
cara ficou louco, né? Ele vê a minha
imagem". Se até na terra quando Jesus
escondeu a sua glória, não é? A estava
velada, quando os discípulos
perguntaram: "Nos mostre o pai e isso
nos bastará". Se com ele, com a sua
glória oculta, disse: "Quem vê a mim vê
o Pai?" Como assim? Mostre-me o Pai. Eu
sou o esplendor da glória do Pai.
Eu sou a exata expressão. Sabe o que
quer dizer exato? Então, sou exata
expressão da glória do Pai. Não tem
nenhuma glória do Pai para você ver que
não seja em mim. Você vê minha
humildade. Então isso é a humildade é
uma um esplendor da glória do Pai. Vê,
meu amor,
vê cada beleza em mim. Então, todas elas
são exatamente a beleza do pai. Se na
terra era um absurdo perguntar na na
terra caída ainda, né? Se Jesus podia
mostrar o Pai quando ele era a própria
imagem do Pai, imagina agora. Então é
assim que nós somos transformados,
contemplando Deus, não tentando imaginar
coisas, contemplando Deus na face de
Cristo, como ele se revelou a nós
nas Escrituras.
Aleluia. Você quer ver a bondade de
Deus? Olho para Cristo, olho para ele
pendurado na cruz.
Não há como ver mais da bondade de Deus,
a não ser em Cristo. Santidade, glória,
poder, beleza.
>> [roncando]
>> Te amo, [canto] Deus. Deus, [música]
tua graça jamais falha.
Tu [música][canto]
amor
sempre me sustentou.
[música]
Se levanto ou me [canto] deito,
é pelo [música] teu querer
eu cantarei. [canto]
Tua bondade,
meu Deus.
>> [música]
>> fiel [canto] à verdade.
[música] Graça, fluido, [canto]
tu és tão bom sempre. [música]
Enquanto [canto] vida [música] eu tiver,
eu cantarei [canto]
tua bondade, [música]
meu Deus.
>> A tua voz [música]
me guiou [canto]
pelo fogo
e um dia [música]
mal
ao meu lado [canto]
estava. Eu [música]
hoje sou teu filho. [canto]
[música] Em Cristo eu estou.
Eu cantarei [canto]
tua bondade,
Deus [música] Pai.
És [música] fiel emis a [canto] verdade?
[música]
[canto]
Tu és tão bom sempre.
[música]
Enquanto vida eu tiver,
[música]
eu cantarei [canto]
com vontade
[música]
bontade [canto] e graça, pai receberão
[música]
em mim.
Bondade e [canto] graça, pai seguirão
[música]
de fim.
Minha vida Deus mostrará quem és. Tua
glória mostrarei. [música]
Bondade [canto]
que servirão
[música]
bondade
pai e sairão [música] de mim.
Bondade [canto]
pai me seguirão [música]
de ti.
Minha vida [canto]
Deus mostrará quem és. Tua [música]
glória eu mostrarei.
Bondade dessa pai me seguirão
de mim. [música]
És fiel [canto] a verdade, [música]
graça, fluido, és tão bom sempre.
Enquanto [música][canto] vida eu tiver,
eu cantarei [canto]
tua bondade, [música]
meu Deus. Oh, eu [canto] vou cantar.
>> [música]
>> És fiel a verdade. [canto]
[música]
Tu és tão bom [música][canto]
sempre.
Enquanto vida eu [música] tiver,
eu cantarei
com bondade
também. [música]
vontade [música]
também.
[música]
Obrigado, Deus.
Nós cantemos tua bondade, Deus.
[música] Ah, cantar a bondade de Deus é
algo para todo dia, querido. Você vê que
o hino conforme aí expressa a palavra de
Deus diz: "Tu me guiarás". pelo fogo.
Então, quando tivermos no fogo, não
podemos deixar de ver a bondade de Deus,
porque a bondade de Deus não é não
permitir que a gente eh entre no fogo.
Muitas vezes as pessoas quando estão no
fogo, não é, na fornalha,
elas, ah, porque Deus me abandonou. Elas
não estão cantando a bondade de Deus,
como se a bondade de Deus tivesse
prometido você não andar pelo fogo. Mas
não é isso que ele disse. Ele nos guia
pelo fogo, nos guia pelas águas. Ele
está conosco.
Davi chama as duas palavras que esse
hino usa, né? Os puritanos chamavam dos
cãpastores de Deus. Jesus é o nosso
pastor, né? Nada nos faltará. Pastores
sempre usam cães para reunir as ovelhas,
guiar as ovelhas.
E eles diziam que bondade e misericórdia
são os dois cães de Deus. Davi disse
quando fala [música] do pastor, bondade
e misericórdia me seguirão todos os dias
da minha vida. Todos os dias, né? Nos
dias claros, nos dias escuros, nos dias
difíceis, nos dias de dor, não é? A
bondade e a misericórdia estão lá.
Então, nós cantamos a bondade de Deus e
a misericórdia de Deus por elas estarem
lá nesses dias, como cantamos em outros.
Ele prometeu cuidar de nós. Uma Deus
nunca prometeu que os nossos eh nossos
desejos todos seriam cumpridos, mas tudo
que é necessário para glorificar Cristo,
sim. E é o que ele tem feito conosco,
né? Nós devemos agradecer a Deus pelo
[música]
pelo fato de ele ter nos dado o
suficiente para vivermos a vida para sua
glória [música] e nem assim conseguimos
fazer com que todas as coisas que ele
nos dê eh manifestem em sua glória. O
mesmo que ele faz com nossas casas, ele
faz com a igreja. Ele sempre nos dá o
suficiente, porque ele faz isso através
de nós.
Ah, [música]
e todos nós, como famílias, como pessoas
individuais, como igreja, devemos ser
gratos. Pega sua oferta e dizemos nesta
manhã, vamos ofertar. Pai, nós te
agradecemos pelo teu cuidado. Ó Deus, tu
não tens uma maneira só de cuidar do seu
povo. Há mil problemas diferentes no
mundo, Senhor, Pai, e há mil caminhos
diferentes, Senhor, Pai, que tu [música]
usa. Às vezes, ó Deus, tu dava, Senhor
Pai, ao povo de Israel,
a maná no deserto, Senhor Deus, e em vez
de dar sapatos novos, os sapatos deles
não envelheciam.
Em vez de dar ao pai muito tempo de
descanso, os pés deles não inchavam.
Então, sempre encontrava um caminho
novo, senão pai. [música] Nós cantamos
um hino que diz: "Deus fará caminhos
onde nunca existiu e tu é o que fazem
sempre". Às vezes, senão pai, já temos
em nossas cabeças que caminhos tu tinhas
que fazer, mas é só a nossa toice e
arrogância que pensa que nós podemos,
senão [música] pai, determinar os teus
caminhos. Mas a verdade, Senhor Pai, que
teus caminhos, Senhor Deus, por mais que
nós o desconheçamos, sempre nos leva, ó
Deus, para a tua glória e para o bem
final dos nossos corações, para nossa
alegria. Tu, Senhor, Pai, não criaste um
caminho uma semana antes pelo Mar
Vermelho. Parecia não haver nenhum
caminho, Deus, até a hora que tu abriste
o caminho. Que cada um de nós, Senhor,
Pai, não precise ver os caminhos de
amanhã e depois de amanhã.
Não precisemos ver os caminhos do dia da
nossa morte, porque tu abrirá caminhos
novos que nunca pensamos, [música]
nunca imaginamos, senão pai, irá cuidar
de nós, como tem feito por todos esse
tempo, por todo o tempo que estamos no
mundo. Quer alguns estejam aqui há
décadas e alguns há poucas décadas, não
importa. Tu tem aberto o caminho a cada
manhã, Senhor, ó Pai, porque as suas
misericórdias se renovam a cada manhã.
Grande é a tua fidelidade. E se a tua
fidelidade é tão grande, não precisamos
desconfiar de amanhã ou depois de amanhã
ou de daqui a anos,
>> [música]
>> ó Deus, porque isso é a essência da
ansiedade, trazer, Senhor Pai, os
problemas do futuro, ó Deus, que não
vemos o caminho aberto porque tu não
abrirás o caminho antes. E então, Senhor
Pai, nos angustiarmos, Senhor Deus, com
aquilo que não devíamos, Senhor Pai, ao
não só trazer o futuro para o presente,
como já determinar que não é grande
[música] a tua fidelidade. Que possamos
mostrar isso, Senhor, ó Pai, todos os
dias, [música] nos gastando, Senhor Pai,
para glorificar teu nome com tudo que tu
tem colocado em nossas mãos e vivendo
para tua glória, em nome de Jesus. Amém.
Amém. Vamos ofertar.
>> [roncando]
>> Enquanto cantamos Vamos.
เฮ
[música]
Eu
sou [música] senhor Deus,
a tua frente [música]
eu ao teu lado,
ao teu [canto] redor estou.
A tua [música][canto] respiração
diz o quanto perto, [música]
não compreendes, [canto]
mas contigo [música][canto] estou.
Eu
[música]
sou
nenhum [canto] mal te abala. [música]
Eu firmarei teu coração. [música]
Vem, descansa em mim.
Veja a fé crescer. [música]
Levante, avante e vá. [canto]
[música] E não temo mais,
pois [música] contigo vou.
Eu
te [música]
escolhei. [canto]
Eu te
>> Eu te chamei. [canto][música] Vem para
mim. Sou vida [canto] em ti. [música]
Eu te escolhi. Eu te escolhi.
[música][canto]
Eu te chamei.
Eu te [música] chamei. Vem [canto]
para mim. Sou vida [música]
em ti.
Eu sou tua moça,
a tua rocha [música]
fiel.
Deus poderío [música]
na [canto]
[música]
Eu [canto] sou
altur
e nas [música][canto] ondas
eu sou [canto] Cristo
[música]
e contigo vou
>> [música]
>> Ou eu te escolhi,
eu te [música] chamei.
Vem [música][canto]
para mim vida em ti.
Sim, eu [música][canto] te escolhi.
Eu te [música] chamei.
Vem para [música] mim. Sou vida em ti.
>> [música]
[música]
>> Oh
laрара.
>> [música]
[música]
>> Pega teus olhos,
olhe para mim.
[música]
Você verá
que nada vai te amar. Eu [música]
vou estar contigo
[música]
como prometi.
Não tenha medo [música][canto]
agora.
Só olhe [canto]
para mim.
Na minha [música] palavra
tu verás que eu sou.
Isso [música][canto] bastará.
Ou vem mim.
Eu sou tudo [música] em ti.
Eu sou [canto] vida, eu [música] sou
luz.
Por caminho [canto]
eu sou.
>> [música]
>> Sou reomido.
[música]
Cristo, [canto]
eu sou
sou. Eu sou [música][canto] roa,
a tua rocha fiel
para sempre. Deus, [música]
teu escolío [canto]
na [música] visão.
E eu [música] sou
e [canto]
honras.
Eu sou Cristo
e [música] contigo [canto]
vou.
Eu
te [música][canto]
escolhi,
eu te
[música] vem a mim, [canto]
sua vida em [música] ti,
Deus [música] me escolhe, [canto]
eu te chamei.
Vem [música]
para mim
em [música] ti.
Oh. [música]
Aleluia! Aleluia! [aplausos]
Que palavra, né? Que hino. Certamente se
falasse para mim que você só pode cantar
um hino agora pro resto da sua vida,
esses talvez seria um hino, não é?
Poucos lugares é tão doce e profundo
quando Jesus diz o que ele diz com essas
palavras, vende a mim vocês que estão
cansados
e sobrecarregados e eu vos aliviarei.
Eu sou manso e humilde de coração. A
última coisa que nós esperaríamos Deus
falar diretamente para nós. Jesus podia
dizer qualquer coisa, não é? Eu sou
soberano, eu sou o todo poderoso, eu sou
aquele que define todas as coisas. Eu
sustento a vida de todo mundo. Mas
quando ele quis falar sobre o mais
profundo do seu ser, ele falou algo que
nenhum homem que se achea alguma coisa
falaria. Eu sou manso e sou humilde de
coração. Obrigado, Deus pela tua beleza
em teu filho e por tu abrires, ó
Espírito Santo, nossos olhos para ver.
Porque seram pai, a sa beleza nunca se
alterou, nunca teve um início, mas nós
éramos cegos para ela. Abre os nossos
olhos, Deus, agora que vamos escutar a
tua palavra, os olhos dos nossos
corações para vermos as maravilhas da
tua palavra em nome de Jesus.
Amém. Amém. Os irmãos podem se assentar.
Irmãos, existe um perigo na vida cristã
que geralmente nós, eu diria que nós não
falamos às vezes o suficiente ou tanto
quanto nós precisaríamos.
Normalmente nós pensamos que os momentos
mais perigosos da nossa vida são quando?
Normalmente quando nós temos pouca
experiência. Quando alguém acabou de
conhecer o Senhor, quando alguém ainda
sabe pouco da Bíblia, quando alguém está
aprendendo a orar, discernir o pecado,
entender a palavra e lidar com as
tentações, aquele é o momento mais
perigoso normalmente que ele tem. Porque
ele não está preparado, a gente diria,
ele é imaturo ainda. E nós olhamos para
esse começo e pensamos: "É aqui que essa
pessoa está mais vulnerável. Se ela
cometer um erro, ela vai acabar
tropeçando fora. E sem dúvida, existem
muito perigos no início, mas a Bíblia
não mostra que existe outro tipo de
perigo. Um perigo que eu diria mais
silencioso,
um perigo que não que não aparece quando
você não sabe nada como essas pessoas do
início, mas justamente quando você já
sabe muita coisa.
Não quando você nunca viu Deus agir, mas
quando você já viu Deus agir várias e
várias vezes na sua vida. Não quando
você não possui recurso algum, mas
quando começamos a acumular tanto esses
recursos que nós achamos que eles estão
lá sempre. Não quando você não tem
experiência, mas quando você já
atravessou tantas crises, já tomou
tantas decisões e já aprendeu como as
coisas funcionam, que você começa a
achar que você consegue controlar as
situações.
Existe o perigo de você amadurecer por
fora e começar a achar no seu interior
que você depende menos de Deus.
Existe um perigo de conhecer tanto a
linguagem da fé que começamos a
confundir esse conhecimento
com a falta de dependência final de
Deus.
Existe o perigo de termos vivido tantas
experiências com Deus que passamos a
viver com memória daquilo que Deus fez,
em vez de depender daquilo que Deus está
fazendo agora conosco. E é por isso que
a história do rei que nós vamos ver hoje
é tão importante para nós. Quando as
aparece lá em segunda crônicas, ele é
apresentado como um rei que começa bem e
eu diria até muito bem como ele começa.
O texto diz assim em segunda Crônicas
14:2, Asa fez o que o Senhor,
seu Deus aprova.
O que que ele vai fazer durante esse
período? Ele vai remover os altares
pagãos. Ele vai combater a idolatria,
vai derrubar todos os símbolos
religiosos falsos e vai chamar Judá a
buscar o Senhor. Ele não é apresentado,
como pode ver aqui, como um homem que é
indiferente a Deus. Ele não é como
Jeroboão, tentando fabricar uma religião
para preservar o próprio trono. Asa quer
colocar as coisas em ordem diante de
Deus. Talvez seja exatamente esse ponto
que deixa essa história aqui tão
desconfortável.
Seria fácil ouvir uma mensagem sobre
alguém que nunca quis saber de Deus.
Seria fácil manter a distância e pensar:
"Esse homem não tem nada a ver comigo".
Como nós vimos, por exemplo, semana
passada. enquanto Manassés estava
fazendo tudo de errado.
Mas Asa nos obriga a fazer outra
pergunta quando nós meditamos sobre ele.
O que acontece quando alguém que
realmente buscou o Senhor durante tanto
tempo, que realmente experimentou a sua
ajuda, realmente tomou decisões corretas
diante do Senhor, começa pouco a pouco a
viver como se ele já não precisasse e já
não dependesse tanto assim de Deus da
mesma maneira.
Essa pergunta nos leva diretamente à
doutrina da perseverança dos santos.
Às vezes essa doutrina é entendida de
uma maneira, eu diria, superficial.
Algumas pessoas ouvem a perseverança dos
santos e pensam apenas: "Se alguém é
salvo, então está tudo resolvido". como
se essa doutrina eh dissesse que não
importa se a pessoa vai ser fria, se ela
endurece o coração, se ela despreza a
palavra de Deus, abandona a oração e
vive de forma imprudente. Afinal, se
começou, automaticamente ele vai chegar
ao fim. Mas não é assim que a Bíblia
fala. A perseverança dos santos não
significa que a vida cristã funciona
como se fosse num piloto automático.
Ela significa que aqueles que Deus
verdadeiramente salva, ele também guarda
essas pessoas. E ele os guarda de tal
maneira que essas pessoas continuam
crendo, continuam se arrependendo,
continuam sendo corrigidos e continuam
voltando a ele. Continuam sendo
sustentadas pela graça de Deus. E Deus
preserva os seus e os seus perseveram
por conta disso. Não são duas ideias
opostas. Uma explica a outra. O cristão
não chega ao fim porque ele é
naturalmente mais firme que os outros.
Ele não chega ao fim porque possui uma
força secreta que os incrédulos não
possuem no final. Ele não chega ao fim
porque ele aprendeu mais técnicas o
suficientes para manter a sua fé
intacta. Ele chega ao fim porque Deus
continua sustentando aquilo que ele
mesmo começou. Uma das maneiras pelos
quais Deus sustenta o povo é através das
suas advertências. E é por isso que essa
história aqui e como a deasa estão na
Bíblia. A advertência não é a inimiga da
graça. A advertência é uma das
ferramentas que a graça usa. Quando o
pai vê o seu filho num caminho em que a
gente sabe que ele vai estar em perigo,
o que que o pai faz? Ele grita com
filho. E aquele grito não é não é uma
ausência de amor. O grito é a expressão
de amor daquele pai pelo seu filho. O
perigo é real. E justamente porque o
amor é real, a advertência
necessariamente também tem que ser real.
Então a história de Asa não está aqui
para satisfazer a nossa curiosidade
contra o rei antigo de Israel. Ela está
aqui para falar conosco, porque existe
algo curioso sobre a fraqueza. Quando
nós sabemos que nós somos fracos,
normalmente sabemos também que nós
precisamos de ajuda, que sozinho nós não
conseguimos fazer nada. Quando não temos
solução, muitas vezes nós oramos. Quando
não sabemos o que fazer, buscamos uma
direção. E quando as possibilidades
acabam, nós clamamos a Deus. Mas depois
Deus responde: Deus sustenta a gente.
Deus abre portas. Deus nos ensina e nós
adquirimos. experiência e aquilo que um
dia parecia impossível, começa a parecer
que você consegue administrar por si
próprio. É justamente aí que o novo
perigo pode nascer. A fraqueza pode nos
empurrar para Deus e o sucesso, se ele
não for recebido com humildade por nós,
ele pode lentamente nos convencer que
nós já aprendemos o suficiente para
tomar as decisões por nós próprios e não
dependermos mais de Deus.
No começo da sua história, Asa sabe aqui
ainda muito bem que ele é fraco. Isso
fica evidente quando você lê Segunda
Crônicas 14. De repente, Judá é
confrontado por um inimigo imenso,
Zerá, o Etílpe, e ele vem contra a Asa
com exército assustador. Humanamente
falando, a situação é completamente
desproporcional.
Asa possui soldados. Ele tem uma
organização militar ali em Israel. Ele
possui os recursos, mas ele sabe que
nada disso que ele tem é o suficiente. E
é aqui que vemos uma das orações mais
bonitas de sua história. E as clama ao
Senhor assim no versículo 14.
Senhor, não há ninguém como tu para
ajudar os fracos contra os poderosos.
Ajuda-nos, ó Senhor, ó nosso Deus, pois
em ti pomos a nossa confiança e em teu
nome viemos contra este imenso exército.
Primeiro vamos perceber o que que Asa
não diz aqui. Ele não diz: "Senhor, como
não temos soldados, teremos que confiar
em ti". Ele tinha soldados. Ele não diz:
"Senhor, como não fizemos nenhum
planejamento,
agora só nos restaurar". Havia um
exército ali. O exército tinha sua
própria organização necessária para
aquela batalha. A questão não é a
ausência de recursos. A questão era o
lugar aonde estava a confiança de Asa. E
isso é muito importante, porque às vezes
falamos sobre a dependência de Deus,
como se depender de Deus significasse
abandonar todos os meios comuns que ele
mesmo colocou à nossa disposição. Mas
não é isso nem de perto que a Bíblia
está ensinando. Você pode ter dinheiro e
depender de Deus. Você pode procurar um
médico paraa situação em que você está
passando e depender de Deus. Você pode
planejar cuidadosamente o que você vai
fazer na sua vida e você deve planejar o
que que você vai fazer e os seus planos,
mas ainda assim depender de Deus. O
problema começa quando aquilo que
deveria ser um instrumento de Deus
começa a se eh se transformar no nosso
fundamento.
Quando o meio deixa de ser apenas o meio
e passa a ser aquilo que o nosso coração
vai descansar sobre. Asa possui um
exército, mas ele não olha para aquele
exército como se dissesse: "É isso que
vai nos salvar". Ele olha para Deus.
Essa é a fé bíblica. A fé não exige
fingir que o problema simplesmente não
existe. A fé não é negar os números que
o outro exército é imenso. A fé não é
chamar a fraqueza de força. Asa olha
para o exército inimigo e ele reconhece
que aquele exército é imenso. Ele sabe
exatamente qual é a realidade que ele
vai enfrentar. Mas existe uma outra
realidade acima daquela realidade que é
Deus. E é por isso que ele pode dizer,
como no versículo 11, em ti pomos a
nossa confiança. Isso aqui é
dependência, não é ausência de ação. É
ação sem uma idolatria do que que
realmente pode te salvar. Não é
passividade. Ele vai ir lutar com o
exército. É a atividade sustentada pela
consciência de que se Deus não agir,
nenhuma capacidade hum humana vai ser
suficiente.
Então, o Senhor concede a vitória a
eles. O inimigo é derrotado. Judá
experimenta o livramento daquele
exército enorme. E Asa vê com os
próprios olhos aquilo que acontece
quando o homem reconhece a sua fraqueza.
e coloca a sua confiança no Senhor. Você
pensaria que depois de uma experiência
dessas seria impossível dele esquecer
isso? Não é possível que um dia ele vai
esquecer que o Senhor deu essa vitória
incrível para ele. Mas é justamente aí
que a história começa a nos ensinar
alguma coisa sobre o coração humano.
Porque nós temos uma habilidade incrível
e estranha de transformar as bênçãos que
nós temos eh que veio a partir de Deus
em razões para nós dependermos menos de
Deus.
Recebemos a resposta de uma oração e com
o tempo começamos a confiar mais na
experiência adquirida do que naquele que
respondeu a nossa oração. Deus nos dá a
capacidade e lentamente começamos a
confiar mais na capacidade do que
naquele que concedeu aquela capacidade.
Deus nos coloca em uma posição de
estabilidade e pouco a pouco começamos a
repousar na estabilidade em vez de
repousar em Deus. No capítulo seguinte,
depois daquela enorme vitória, um
profeta chamado Azarias vai ao encontro
de Asa com uma mensagem que é simples.
Ele diz assim: Segunda Crônicas 15:2, "O
Senhor está com vocês quando vocês estão
com ele. Se o buscarem, ele deixará que
o encontrem.
É interessante que Deus mande essa
mensagem exatamente depois de uma
vitória. Nós esperaríamos uma
advertência antes da batalha. Deus
adverte eles depois. Por que que ele faz
isso? Porque existe a tentação que só
aparece quando a batalha termina. Há
pecados que se aproveitam da nossa
fraqueza, sim, mas há outros que se
alimentam da nossa vitória. Quando tudo
está desmoronando, talvez você ore como
você nunca orou na vida. Talvez você
abra a Bíblia desesperadamente. Talvez
reconheça com clareza que você no final
não controla absolutamente nada na sua
vida. Mas e quando tudo volta para
lugar? E quando a crise passa? E quando
a sua conta começa a fechar, quando a
sua saúde melhora, quando o problema que
estava te afligindo se resolve, quando
você começa a entender o seu trabalho
tão bem que você quase não precisa mais
pensar para fazer o seu trabalho.
Quando aquilo que antes te fazia cair de
joelhos, agora se tornou uma rotina na
sua vida e você trata aquilo com
tranquilidade.
O profeta está dizendo pra nessa
situação, continue buscando Deus. Não
transforme a experiência de ontem em um
substituto da dependência de hoje que
você deve ter. E isso é fundamental para
entendermos a vida cristã. Uma
experiência real com Deus no passado não
é um alimento suficiente para a sua fé
do presente. Você pode dizer: "Eu já vi
Deus agir e isso é ótimo, mas você está
buscando Deus hoje". Você pode dizer:
"Eu já vivi grandes momentos de oração".
Ótimo. É ótimo que você tenha feito
isso. Mas como você está orando hoje?
Você pode dizer: "Deus já me sustentou
quando pensei que eu não ia conseguir
continuar". Sim. Mas e o seu coração
onde está descansando nesse momento?
Existe uma forma de decadência
espiritual que não começa com uma grande
rebelião.
Ela começa quando nós começamos a viver
hoje o testemunho de ontem.
Nós contamos histórias verdadeiras sobre
aquilo que Deus fez na nossa vida, mas
já não temos a mesma fome de Deus quando
Deus fez aquilo. É possível falar
apaixonadamente sobre a época em que nós
buscávamos ao Senhor e não perceber que
aquela época se tornou justamente uma
evidência de quanto a nossa dependência
atual diminuiu.
ASA responde bem a essa advertência. Ele
promove novas reformas. Ele remove a
idolatria. Ele até afasta Maaca, a sua
avó, da eh da sua posição que ela tinha,
porque ela havia feito uma imagem
repugnante para o culto idólatra.
Ele não poupa nem a sua própria família
quando se trata da pureza da adoração
que deve ser. O texto então faz uma
declaração importante que nós devemos
lembrar. Segunda Crônicas 15:17. O
coração de Asa foi totalmente dedicado
ao Senhor durante toda a sua vida.
E eu preciso que nesse momento você
guarde essa frase, porque nós vamos
precisar dela quando as coisas mudarem.
Porque é possível chegar à segunda
segunda crônicas 16 e olhar para aquilo
que Asa fará e nós tirarmos conclusões
apressadas. Mas a própria escritura nos
impede de simplificar essa história. Ela
não permite que, digamos apenas: "Asa
nunca foi sincero". O texto diz que o
seu coração foi dedicado ao Senhor
durante toda a sua vida. E ainda assim
algo sério acontece. Passam-se muitos
anos aqui. Asa não é mais aquele rei
jovem diante de um inimigo monstruoso e
assustador. Agora ele tem décadas de
experiência. Ele agora tem uma
estabilidade. Houve uma reforma, houve a
vitória e houve paz durante anos e anos.
Então surge outra ameaça.
Baasa, o rei de Israel, o reino do
norte, começou a fortificar Ramá.
E é um problema político ali e militar
importante para Judá. Asa precisa
reagir. E é aqui que a Bíblia coloca
diante de nós um contraste doloroso.
Quando nós vemos a história de Asa.
Quando Zera apareceu, o que que Asa fez?
Ele orou a Deus. Quando Baasa aparece, o
que que Asa faz?
Ele calcula o que que ele vai fazer.
Quando Zera apareceu,
Asa disse: "Em ti pomos a nossa
confiança, Deus". Quando Baasa aparece,
Asa procura buscar prata e ouro. Ele
retira tesouros da casa do Senhor e do
palácio, que eu não sei nem como tinha
tanto ouro, porque todo o rei
praticamente tira o ouro e a prata da
casa do Senhor e do palácio e envia tudo
para Benhad Hadad, que era o rei da
Síria, propondo uma aliança com ele. A
ideia dele era simples. Se a Síria
atacar Israel pelo norte, Baasa vai ter
que abandonar Ramá para se defender.
Digamos que é uma estratégia
inteligente,
é óbvio. E politicamente faz sentido o
que ele está fazendo. Militar vai ser
eficiente.
Baza não tem gente o suficiente para
para fazer a cidade fortificada no sul e
proteger o norte. E o mais perturbador
de tudo isso é que isso funciona. Bemad
aceita, ataca as cidades de Israel e
Baasa interrompe a construção de Ramá. E
o problema que ele tinha desaparece. Se
a história terminasse apenas aqui,
talvez alguém escrevesse um livro sobre
a liderança e colocasse asa como um
exemplo de habilidade política e ia
vender o curso na internet.
Ele identificou o problema, ele reuniu
os recursos necessários, construiu uma
aliança e alcançou o seu objetivo. Tudo
funcionou. E justamente por isso,
precisamos ouvir com atenção o que Deus
diz logo a seguir. Porque uma estratégia
pode funcionar e ainda assim estar
errada. Uma porta pode abrir e ainda não
significar a aprovação de Deus. Você
pode conseguir exatamente o que você que
tanto queria na sua vida e mesmo assim
ter perdido alguma coisa espiritualmente
muito mais importante. E esse é um dos
pontos mais difíceis para nós, porque
temos que tendemos no final a medir as
decisões pelos resultados imediatos que
nós temos. Se deu certo, então deve ser
bom. Se o negócio cresceu, então Deus
aprovou.
todas as nossas escolhas. Se o
relacionamento continuou, então as
concessões eram justificáveis. Se a
estratégia que eu tive produz o
resultado, então não deve haver
problema. Mas a Bíblia não permite que o
resultado final seja o juiz final da
fidelidade. Asa conseguiu exatamente o
que ele queria. Baasa foi embora e Deus
enviou um profeta para dizer que que Asa
havia agido como um tolo.
Anani chega ao rei e diz assim em
segunda Crônicas 16:7,
por você ter perd ter pedido ajuda ao
rei da Síria e não ao Senhor, ao seu
Deus, o exército do rei da Síria escapou
de suas mãos.
Perceba o que tá acontecendo aqui. Deus
não critica a asa porque ele conversou
com outro rei. O problema está no
coração de Asa. O texto diz que Asa
pediu ajuda a Síria em vez de depender
do Senhor. O problema não é um problema
meramente diplomático, é espiritual ali
de Asa. Bemandade se tornou aquilo pelo
qual ASA correu em busca de segurança. E
é aqui que descobrimos que a idolatria é
muito mais ampla do que apenas se
ajoelhar diante de uma estátua.
Idolatria acontece quando uma coisa
criada começa a carregar o peso que só
Deus deveria carregar. Quando a sua
segurança depende daquela coisa, quando
a sua paz depende daquela coisa, quando
você pensa, se eu tiver isso, então eu
ficarei bem?
Então, a idolatria já chegou no seu
coração e aquilo pode ser o dinheiro que
você deseja, pode ser uma pessoa que
está contigo sempre, pode ser a sua
própria competência para lidar com as
situações. E perceba como isso é sutil
no caso de Asa, ele não deixou de
acreditar que Deus existia. Ele não
fechou o templo. Ele não anunciou que
havia abandonado a fé. Deus continua
fazendo parte da teologia de Asa.
Mas ele havia deixado de ser a sua
primeira reação. E isso é assustador
para todos nós. Porque talvez a forma
mais perigosa de autossuficiência não
seja dizer: "Eu não preciso de Deus".
Pouquíssimos cristãos diriam isso. A
forma mais perigosa é viver como se não
precisasse de verdade. Você continua
cantando louvores a Deus, continua
afirmando as doutrinas corretas.
continua falando a da soberania de Deus,
mas quando a crise chega, seu coração
corre imediatamente para outra coisa.
Não estou dizendo que seja errado,
obviamente, você ligar para alguém,
procurar ajuda, fazer um plano e
consultar o especialista. Você deve
fazer essas coisas. A questão é mais
profunda. Onde a sua alma vai repousar
quando você faz tudo isso?
É possível orar e depois é possível que
você ore depois que você já tenha
decidido tudo que você vai fazer, apenas
para pedir que Deus abençoe a sua
própria autossuficiência.
É possível usar uma linguagem espiritual
enquanto a nossa confiança está
completamente depositada em outra coisa.
Talvez seja justamente aqui que os anos
de experiência se tornam tão perigosos.
No começo, Asa não sabia e ele sabia que
ele não sabia. Agora ele sabe de muita
coisa. Então ele acha que ele consegue
lidar com tudo. No começo ele sabia que
ele era fraco. Agora ele possui
história, reputação e recursos. A ameaça
de Zera era maior que a ameaça de Baasa,
mas Asa reagiu melhor diante do problema
maior. Pense nisso por um momento. Ele
confiou mais em Deus quando a situação
era mais difícil e confiou menos em Deus
quando a situação parecia administrável
por ele. Talvez não seja apenas apenas
os grandes problemas que revelem a nossa
fé.
Às vezes os problemas menores revelam
mais sobre ela, porque as grande crises
nós sabemos que precisamos de Deus,
porque nós somos pequenos demais para
elas, mas nas pequenas nós pensamos o
quê? Isso pode deixar comigo, eu
resolvo.
Anane então lembra a asa de algo que ele
já sabia.
Ele fala dos etípes, dos líbios e
recorda como Deus havia livrado ele no
passado. Em outras palavras, ele tá
dizendo: "A, você já viveu isso, você já
esteve diante de uma situação impossível
e você já clamou, você já viu Deus
agir?" Então, o problema não é a falta
de evidência, o problema é que você
começou a se apoiar em outra coisa.
Então vem uma das umas uma das
declarações mais conhecidas de toda essa
narrativa que diz assim, segunda
crônicas 16:9, pois os olhos do Senhor
estão atentos sobre toda a terra para
fortalecer aqueles que lhe dedicam
totalmente o coração. Aqui nós devemos
ler com cuidado. O texto não diz que os
olhos do Senhor percorrem a terra
procurando os fortes para finalmente
poder eh usar eles. É exatamente ao
contrário que o texto está dizendo. Deus
procura demonstrar a sua força em favor
daqueles cujo coração está voltado para
ele. Essa é a lógica da graça. Nós
gostamos de imaginar que a maturidade
significa chegar a tal ponto em que Deus
pode olhar para nós e dizer: "Agora ele
consegue caminhar sozinho." Mas não se
engane, esse dia nunca vai chegar. Não
existe eh a graduação
para você sobre dependência, sobre a
cada vez que você tá passando cada vez
mais de semestre, você vai dependendo
menos de Deus. Você nunca vai se tornar
tão maduro que você passe a precisar
menos de Deus. Na verdade, uma das
marcas da maturidade verdadeira é
perceber cada vez mais o quanto você
depende de Deus.
Quando você começou a caminhar com
Cristo, talvez você pensasse que você
precisasse de uma de uma quantidade de
graça para ser perdoado, mas depois
conseguiria continuar com um pouco mais
de esforço da sua parte.
Com o tempo você descobre que você
precisa da graça para levantar de manhã,
para resistir à tentação, para amar as
pessoas, para perdoar, para perseverar,
para manter o seu coração humilde e para
continuar crendo. Você não começa pela
graça e depois muda para a competência.
Você começa pela graça, você continua
pela graça e chega ao fim pela graça. É
exatamente aqui que a perseverança dos
santos precisa ser compreendida por nós.
A perseverança não é uma doutrina sobre
a impressionante capacidade do cristão
de nunca desistir. É uma doutrina sobre
a fidelidade de Deus.
Quando Deus salva alguém, ele não inicia
uma obra para depois ficar esperando
passivamente para ver se aquela pessoa
vai conseguir terminar aquela obra. O
mesmo Deus que chama sustenta aquela
pessoa. O mesmo Deus que dá a vida
também persevera a vida que ele deu. Mas
isso não significa que o cristão nunca
tropece. Asa vai nos mostrar isso de uma
maneira muito dolorosa. A reação
incorreta diante da repreensão de Anani
seria o arrependimento. Seria ótimo se
ele fizesse isso. Asa já havia
respondido a palavra de Deus antes. No
capítulo anterior, quando Azarias falou,
ele tomou coragem e intensificou a
reforma que ele já estava fazendo. Mas
nesse momento algo mudou. O texto diz
que Asa ficou irado com Hanane e mandou
prender ele. E isso é sério. O homem que
antes ouviu a repreensão, agora tenta
silenciar quem repreende ele.
Aqui existe outro sinal importante do
perigo espiritual. Uma coisa é pecar,
outra coisa é começar odiar a voz que
chama o pecado com o nome e aponta para
esse pecado. Quando a palavra nos
confronta e nossa primeira reação passa
a ser nos justificar, atacar, fugir,
acusar quem está falando, alguma coisa
está acontecendo no nosso coração. Asa
não consegue alterar a mensagem que
veio. Então ele prende o mensageiro e o
texto acrescenta que naquela época ele
também oprimiu algumas pessoas do povo.
O pecado começa a se espalhar. A
autossuficiência raramente vai ficar
isolada. Quando deixamos de nos enxergar
como pessoas que dependem continuamente
da misericórdia, tornando-nos eh mais
duros com os outros. Quem esquece o
quanto precisa da graça, começa a se
tornar menos gracioso com os outros.
Então, nos últimos anos de asa, ele
sofre uma doença grave nos pés. E o
cronista registra uma frase muito triste
para um rei que começou tão bem. Diz
assim em segunda Crônicas 16:1, embora a
sua doença fosse grave, não buscou a
ajuda do Senhor, mas só a ajuda dos
médicos.
E novamente eu posso dizer qual é o
problema dele ter buscado os médicos? A
princípio nenhum. Se ele estava com uma
doença, ele devia buscar os médicos. O
problema não são os médicos aqui. A
Bíblia não está condenando a medicina. O
problema está em uma palavra que está
ali, mas só dos médicos.
A palavra só faz toda a diferença.
Aquele mesmo padrão que a gente poôde
ver nesse fim de vida dele reaparece. No
começo Asa possuía soldados, mas a sua
confiança estava no Senhor. Agora ele
possui médicos, mas somente os médicos.
O meio de curar, por exemplo, a doença
dele ou de melhorar a situação dele
tomou o lugar
e governa agora.
O recurso se tornou o refúgio dele. Essa
é a parte desconfortável dessa história
e tão real para nós. O homem que um dia
disse: "Em ti pomos a nossa confiança".
Termina a narrativa dele sendo lembrado
justamente por não buscar o Senhor na
sua fraqueza. Então, alguém pode
perguntar: "Afinal, o que devemos
concluir sobre Asa? Ele realmente era do
Senhor? Ele perdeu a salvação? a sua
vida inteira prova que nunca houve fé
verdadeira.
Precisamos ter cuidado para não
responder aquilo que o texto não tá
dizendo pra gente. A própria Bíblia já
havia dito que o coração de Asa foi
dedicado ao Senhor durante toda a sua
vida. Não temos direito de apagar essa
declaração porque os últimos capítulos
está nos deixando um tanto
desconfortáveis.
Ao mesmo tempo, também não temos o
direito de diminuir os pecados de Asa. A
Bíblia mantém as duas coisas diante de
nós. Um homem cujo coração foi dedicado
ao Senhor e um homem que caiu gravemente
em autossuficiência e resistiu à
repreensão e terminou seus dias de uma
maneira triste. Isso é importante porque
a perseverança dos santos nunca
significou a perfeição desses santos
aqui. Um homem verdadeiramente salvo
pode pecar gravemente, podem passar por
períodos de endurecimento, podem
resistir a correção que deveriam
abraçar, podem colher consequências
dolorosas por conta disso. Davi é a
prova disso, Pedro é a prova disso. E a
história da igreja tem diversos exemplos
disso, mas aqui precisamos tomar cuidado
com outro extremo também, porque alguém
pode ouvir isso e pensar, então não há
problema. Se a pessoa é salva, ela pode
viver de qualquer maneira, certo? Não. A
Bíblia não permite esse raciocínio a
nós. A graça que salva é também a graça
que transforma. E se advertências sobre
endurecimento existem justamente porque
o pecado não é brincadeira.
A perseverança nos eh não nos ensina a
olhar para o pecado e dizer não importa.
Ela nos ensina a olhar para Deus e
dizer: "Se eu chegar ao fim, não é por
nada do que eu fiz, mas porque ele me
sustentou". Essa diferença muda tudo
para nós. A autoconfiança espiritual
diz: "Eu jamais faria isso". A graça vem
e diz: "Senhor, guarda o meu coração".
autoconfiança, olha pros anos de igreja,
pro conhecimento bíblico, pra
experiência passada e pensa: "Criei uma
imunidade".
A graça olha para tudo isso e responde:
"Se Deus me sustentou até aqui, hoje eu
continuo dependendo dele". Talvez uma
das frases mais perigosas que o cristão
possa dizer seja: "Depois de tudo que eu
vivi, isso nunca aconteceria comigo.
Depois de tudo que você viveu, você
deveria saber exatamente o contrário.
Depois de tudo que você viveu, você deve
saber que você precisa da misericórdia
de Deus. Depois de tantas vitórias,
deveria estar ainda mais consciente de
quem lhe deu essas vitórias. Asa havia
derrotado um exército gigantesco. Ele
tinha conduzido reformas, tinha
enfrentado idolatria, tinha tomado
decisões corajosas e ainda assim
precisava continuar buscando. Você nunca
acumula crédito espiritual suficiente
para viver amanhã de graça que foi que
você recebeu ontem.
O pão de ontem não substitui o pão de
hoje. E talvez essa seja uma palavra
especialmente necessária para quem já
caminha com Deus há muitos anos. É
possível que quando você era mais novo
na fé orasse sobre tudo.
Não porque você fosse mais espiritual,
mas porque você sabia
que você não sabia nada. Então, os anos
passaram, você aprendeu e hoje você sabe
organizar as coisas, você aconselha,
você ensina, você administra, você
consegue resolver as situações e todas
essas coisas são um presente de Deus
para você.
Mas exige existe uma pergunta simples
que a história de Asa coloca diante de
cada um de nós que está aqui. A medida
que a sua capacidade aumentou, a sua
dependência de Deus também aumentou.
Porque se a sua capacidade cresceu
enquanto a sua oração diminuiu,
talvez aquilo que você esteja chamando
hoje de maturidade seja apenas a sua
auto eh suficiência melhor de organizar
as coisas. É possível até servir Deus
confiando em si mesmo. É possível
preparar uma mensagem sobre Deus sem
depender de Deus. É possível liderar uma
família cristã confiando mais na sua
experiência do que na graça.
É possível você administrar o
ministério, tomar boas decisões,
conhecer teologia e ainda assim ter
deixado de buscar o Senhor com aquela
consciência profunda de necessidade.
Quando isso acontece, normalmente não
percebemos imediatamente.
A autossuficiência raramente entra na
porta dizendo: "A partir de hoje, Deus
não é necessário". Ela vai entrar de
maneira silenciosa. Primeiro você deixa
de orar sobre aquilo que considera
simples. Depois começa a confiar na sua
própria leitura das situações. Depois a
correção incomoda mais. Depois você já
sabe que fará antes mesmo de buscar uma
direção. Então, talvez continue fazendo
muitas coisas corretas, enquanto o
centro do seu coração uma mudança
aconteceu. A questão já não é mais você
acredita em Deus? Aa, acreditava em
Deus. A questão é, você ainda depende
dele?
Existe uma diferença enorme e é
exatamente por isso que não podemos
transformar a doutrina da perseverança
numa espécie de colchão paraa preguiça
espiritual nossa. Perseverar é
continuar. Continuar crendo, continuar
ouvindo, continuar se arrependendo e
continuar voltando quando caímos.
continuar desconfiando a nossa carne.
Não porque estamos tentando preservar a
nossa própria salvação com a força das
nossas obras, mas porque Deus preserva o
seu povo justamente por meio de uma fé
viva. Uma fé que pode enfraquecer, mas
ela sempre vai ser renovada. Uma fé que
pode tropeçar, mas ela é trazida de
volta. Uma fé que aprende repetidamente
que não existe uma vida fora da graça. E
é aqui que Cristo é absolutamente
essencial, não como um acréscimo
artificial da nossa história, mas porque
toda a doutrina da perseverança depende
dele. Se a nossa segurança final
dependesse do da constância da nossa mão
segurando Cristo, como a gente diz
sempre, esse exemplo nesses eh nessa
série que nós estamos vendo sobre os
reis de Israel, nenhum de nós teria
esperança. Nossa mão treme, nossa
atenção se dispersa, nossa fé às vezes
enfraquece, mas a esperança cristã não
está na perfeição da nossa capacidade de
segurar ele, está na fidelidade daquele
que nos segura. Jesus não salva as
pessoas e depois entrega elas a própria
força. Ele é o pastor que guarda suas
ovelhas. É aquele que intercede pelo seu
povo. Ele é aquele em quem todas as
promessas de Deus encontram o seu
cumprimento.
Até a nossa perseverança é fruto da
graça de Deus.
E isso não torna a chamada vigilância
menos urgente, torna torna cada um de
nós mais humildes. Porque não dizemos:
"Vou perseverar porque sou forte".
dizemos: "Senhor, conserva-me perto de
ti." Talvez seja por isso que a que a
frase em segunda Crônicas 16:9 seja tão
bonita: "Os olhos do Senhor estão
atentos
sobre toda a terra para fortalecer
aqueles que lhe dedicam totalmente o
coração."
Essa é uma imagem linda. Deus não está
apenas esperando você demonstrar a sua
força. Ele oferece força aos que sabem
que precisam dela. O problema de Asa não
foi que Deus se tornou insuficiente. O
problema de Asa foi que ele deixou de
buscar a Deus o suficiente. Deus não
havia diminuído. A graça não havia
enfraquecido. A mão que havia destruído
os exércitos de Zera continuava sendo a
mesma. Mas Asa procura sua segurança em
outro lugar. Talvez seja isso que
precisamos perguntar a nós mesmos todos
os dias.
Quando alguma coisa ameaça a sua paz,
para onde o seu coração está correndo?
Não estou perguntando apenas o que você
faz externamente. Estou perguntando
aonde repousa o seu coração.
Quando o futuro fica incerto, qual é a
coisa que precisa funcionar para você
começar a acreditar que tudo ficará bem?
Quando surge um um problema que você não
consegue controlar,
qual é a sua primeira esperança?
Quando alguém o confronta, você consegue
ouvir ou a sua primeira reação é
proteger a sua própria imagem?
Essas perguntas revelam aonde está a sua
confiança. E talvez você perceba que
alguma boa dádiva de Deus começou a
ocupar o lugar que nunca deveria ocupar.
Talvez seja a sua estabilidade
financeira. Talvez seja uma pessoa que
você acredita que você não pode perder
de jeito nenhum. Talvez seja a sua
própria capacidade de resolver
problemas. Nenhuma dessas coisas precisa
ser má para ela para ela ser realmente
perigosa. Os ídolos mais eficaz da nossa
vida nem sempre são coisas ruins. Muitas
vezes são coisas boas que são
transformadas em coisas últimas para
nós. Asa não procura um feiticeiro para
derrotar Baasa, ele procura um aliado
político. Não é algo escandaloso.
E o ponto é exatamente esse. Grande
parte da autossuficiência não é
escandalosa.
Parece uma prudência, parece a
experiência, parece uma maturidade do
ponto de vista dele. Até que a palavra
de Deus revela em quem o coração
realmente está confiando. Por isso nós
precisamos das escrituras. Precisamos de
vozes como a de Hanani. Precisamos de
Deus que Deus nos contradiga no que
estamos fazendo. Uma igreja saudável não
é aquela que ninguém jamais se sente
confrontado.
É aquela que a palavra possui a
liberdade para nos dizer uma estratégia
eficiente para numa espiritualidade
tola. Precisamos
eh continuar corrigíveis. Precisamos que
Deus nos corrija.
e que ele não ache uma porta fechada
para aquela correção. Porque o momento
em que nos tornamos grandes demais para
sermos corrigidos
pode ser o momento em que já começamos a
encolher espiritualmente.
Asa ficou irado com o que estava ali
acontecendo. Talvez seja uma das partes
mais tristes dessa história. Deus ainda
estava falando com ele. A repreensão era
a misericórdia de Deus. Ali Deus não
precisava enviar Hanani. Ele poderia
simplesmente deixar ele seguir
eh adiante com a sua autoconfiança.
Mas Deus fala
e até uma palavra dura pode ser graça.
Quando a Bíblia expõe o seu pecado, isso
é graça na sua vida.
Quando alguém piedoso aponta algo que
você não queria enxergar,
isso pode ser graça na sua vida. Quando
uma consequência quebra a sua falsa
sensação de controle que você tinha,
isso é a graça de Deus agindo na sua
vida. Nem toda a graça vai acariciar a
sua cabeça. Às vezes a graça vai
interromper. Às vezes a graça vai
confrontar você. Às vezes a graça nos
impede de continuar chamando
independência de maturidade. Então,
talvez a pergunta final da história de
Asa não seja apenas como um homem pode
terminar assim?
Talvez a pergunta ideal seja como Deus
está me ensinando a não terminar
confiando em mim mesmo nas situações?
Porque a vida cristã não é uma longa
transição de dependência para
independência.
No mundo, amadurecer significa depender
cada vez menos dos nossos pais, por
exemplo,
tomar as nossas próprias decisões,
sustentar a nossa própria vida. Mas
espiritualmente o movimento é bem
diferente disso. Quanto mais
amadurecemos, mais entendemos a
profundidade da nossa dependência.
Não nos tornamos menos responsáveis, nós
nos tornamos mais conscientes de que até
a nossa responsabilidade
precisa da graça de Deus. Paulo, depois
de anos de ministério, não fala como um
homem que não precisa mais de ajuda. Ele
fala como alguém profundamente
consciente de tudo que tudo que ele tem
é produzido pela graça de Deus. E esse é
o paradoxo, a gente pode dizer, da
maturidade cristã. Quanto você se torna
mais ativo, menos autossuficiente você
é.
Quanto mais responsável, menos
orgulhoso. Quanto mais experiente, mais
consciente de que sem Deus você não pode
fazer nada.
Asa nos adverte porque começou
exatamente dessa forma. Diante de Zera,
ele sabia. Em ti pomos a nossa
confiança. E depois vieram os anos,
vieram as vitórias, veio a experiência e
diante de um inimigo menor, a sua reação
foi completamente diferente. Talvez a
maior tragédia não seja quando alguém
nunca aprende a depender de Deus. Talvez
existe uma tragédia mais silenciosa, mas
terrível.
Aprender a depender de Deus,
experimentar a sua fidelidade e depois
começar a agir como se aquela fidelidade
tivesse servido apenas para nos levar ao
ponto em que finalmente conseguimos
caminhar sozinhos. Não se engane,
irmãos, nós não conseguimos, nunca
conseguiremos. E essa não é uma notícia
ruim, é uma notícia maravilhosa,
libertadora. Você não precisa eh se
sustentar sozinho
porque Deus começou pela graça e agora
você precisa se sustentar sozinho. A
partir de um ponto, você não precisa
fingir força. Você não precisa construir
uma imagem de invulnerabilidade
espiritual. Não precisa chegar ao ponto
em que já não se sente é necessidade de
clamar mais a Deus. Na verdade, pode
fazer exatamente ao contrário. Você pode
reconhecer a sua fraqueza, você pode
buscar, você pode pedir ajuda, você pode
abrir a palavra de Deus e dizer:
"Senhor, eu preciso ser ensinado". Você
pode olhar para década de caminhada e
dizer: "Se eu cheguei até aqui, foi por
graça." E pode olhar para aquilo que
ainda está diante de você e dizer: "Se
eu chegar até o fim, também vai ser por
graça". Talvez seja exatamente essa
maneira certa para nos lembrar durante
nossas vitórias.
Não como prova que agora somos fortes,
mas como provas de que Deus sempre foi
fiel conosco. Asa deveria ter olhado
para Zé e pensar: "Se Deus me sustentou
quando eu não tinha saída, porque agora
eu começaria a confiar em mim mesmo?" E
nós deveríamos fazer a mesma coisa. Olhe
para trás. Não olhe para construir uma
autoconfiança. Olhe para trás para
destruir a sua autoconfiança.
Veja quantas vezes Deus sustentou você
quando você não sabia o que fazer.
Quantas vezes ele abria um caminho que
você não poderia produzir, que você nem
achava que era mais capaz de acontecer.
Quantas vezes perdoou o seu pecado?
Quantas vezes corrigiu você? Quantas
vezes não permitiu que a sua própria
insensatez fosse a palavra final sobre a
história? Então, não diga: "Eu sei
viver". Diga: "Agora eu sei em quem
confiar". Essa é a diferença. A
perseverança dos santos não é a
celebração de pessoas
impressionantemente
fortes. É a celebração de um Deus
impressionante fiel.
E o chamado de asa permanece diante de
nós. Não viva hoje apenas daquilo que
Deus fez ontem na sua vida. Não
transforme as experiências que você teve
em um substituto para oração. Não
transforme os recursos que você tem hoje
no refúgio. Não transforme a sua
maturidade em independência. Continue
buscando, continue ouvindo, continue
dependendo, porque não existe um único
dia da vida cristã em que a graça se
torne desnecessária para você. Você
precisa dela no começo, precisa dela
agora e você vai precisar dela até o
fim.
O grande perigo não é chegar ao ponto em
que Deus deixou de ser o suficiente para
você. Isso nunca vai acontecer. O grande
perigo é chegar ao ponto em que você
começa a viver como se já tivesse
encontrado alguma coisa mais segura do
que ele. Asa nos mostra como isso pode
acontecer até mesmo com alguém que
conhece o Senhor, até mesmo com alguém
que viu a sua força, até mesmo com
alguém que conhece ele muito bem.
E é justamente por isso que a sua
história não precisa nos levar ao
desespero, ela precisa nos levar a
dependência de Deus.
Os olhos do Senhor continuam atentos
durante toda a nossa vida. Sua força
continua disponível. Sua graça não
envelheceu nem um pouco. Sua fidelidade
não diminuiu nem milímetro. Então, não
procure eh chegar ao ponto em que você
já não precise mais clamar a Deus.
Chegue ao ponto em que depois de anos
você clama eh com ainda mais consciência
do que você tinha no início. Não diga:
"Eu já passei por isso". Diga: "Eu ainda
preciso de ti nessas situações". Porque
talvez uma das maiores evidências de que
a graça está amadurecendo
e em uma pessoa seja depois de muitos
anos, ela ainda sabe exatamente onde ela
deve correr. Nunca é para si mesma,
nunca é para aquilo que ela acumulou,
nunca é para aquilo que ela aprendeu,
mas para Deus que sustentou ela desde o
princípio. E no fim perseverar é isso,
continuar descobrindo que nunca deixamos
de precisar dele em nenhum momento da
nossa vida. Amém. Irmãos Deus, nós te
agradecemos por poder estar aqui em mais
um domingo, onde nós vamos tomar da
Santa Ceia e que nós possamos sempre
olhar para ti, meu Deus, que nós em cada
momento da nossa vida, quando nós
estamos fracos, que nós possamos ver, eu
dependo de Deus. E quando nós estamos
fortes e que nós aprendemos muita coisa,
nós podemos dizer: "Eu dependo de Deus".
Não importa o quanto de experiência que
nós tenhamos tenhamos, não. Não importa
o quanto de vida que nós já vivemos e
quant situações que nós vejamos, nós
possamos dizer: "Eu dependo de ti". E
por isso eu oro para que tu estejas eh
como eu sei que tu estás no controle e
eu sei que o melhor que pode acontecer
para mim, tu vai fazer, porque o melhor
que eu tenho para mim não está nesse
mundo, mas no que Cristo conquistou para
mim. Então eu posso passar por todas as
situações tranquilo, porque tu estás no
controle, meu Deus. E que quando eu
achar
que a minha autoconfiança, que o que eu
sei é o suficiente, me repreenda e que o
meu coração esteja aberto para isso,
para que eu escude a repreensão e volte
imediatamente para ti, meu Deus. Porque
o mais triste que pode acontecer conosco
é durante o tempo eu me afastar de ti.
Que isso nunca aconteça, que eu possa me
aproximar mais e mais de ti e eu possa
ver cada vez mais a dependência que eu
tenho de ti. Que isso seja verdadeiro
para hoje, para essa semana que vai vir
e para toda a nossa vida. É isso que nós
te pedimos em nome de Jesus. Amém.
Uh.
Amém. Vamos ficar de pé, queridos.
Dificilmente podemos ter um exame mais
profundo da nossa alma. do que o que
tivemos agora,
vendo a perseverança dos santos e
olhando para a vida de Aa,
a única maneira de realmente vivermos de
uma maneira madura
e que
foge
dessa [roncando]
dessa confiança no passado,
quando estamos cada vez mais
paulatinamente ente distantes
daquilo que já tivemos,
eh, podemos falar com verdade de Deus. O
que Paulo disse, por exemplo,
esquecendo-me das coisas que ficaram
para trás,
prossigo para o alvo.
Olhando para as que estão à frente de
mim, diante de mim, eu prossigo para o
alvo da soberana vocação. Você vê a
vocação é soberana. Deus garante a
perseverança dos seus, mas nós não
vivemos do que aconteceu lá no passado,
na nossa história. Olhamos para passado
só para mantermos os olhos fixos na
cruz,
mas nós esquecemos.
Nada do que aconteceu na nossa vida pode
ser contabilizado como uma espécie de
mérito que guardamos no banco e que
agora podemos viver daqueles dividendos.
Nós devemos, pelo contrário, confiar
mais em Deus. agora do que no início,
depender mais do que no início.
E apenas esquecendo do que ficou para
trás e olhando o poder de Deus pro hoje
e como a bondade e a misericórdia ou as
misericórdias se renovam a cada manhã,
podemos realmente avançar de maneira
digna do evangelho.
Vamos cantar enquanto os irmãos vão
distribuir os elementos
da Santa Ceia.
Vamos cantar uma obra feita para sempre,
mas que deve ser nova cada manhã
em nossos corações.
[roncando]
Obrigado.
[música]
Homem e Deus,
o criador. [canto]
Sim, eu sou.
Jesus Cristo,
o Salvador.
O caminho eterno eu sou
para o Pai. [canto]
Pão da vi.
Sou
lá na cruz
me entreguei [música][canto]
o meu sangue
derramei [canto]
o cordeiro
[canto] eu sou. [música]
Eu morri
viva [canto] estou.
Sou Jesus.
>> [música]
[música]
>> Meu [canto] corpo é
pão que [música] partido [canto]
foi
para dar vida [música]
[canto]
cálice
do sangue [música][canto] que Derrame,
beba hoje,
[canto][música]
redentor,
eu sou
a vida [música][canto]
sem fim.
Lá na cruz
[música]
que entreguei [canto]
o meu sangue
derramei
o cordeiro [música]
[canto] eu sou
vivo [música][canto]
estou.
Sou Jesus.
>> [música]
>> Tu és [música][canto] digno.
Tu és digno.
Tu és [canto] digno, ó Senhor Jesus.
[música]
Tu és [canto] digno.
Tu és digno.
Tu és digno, [canto][música]
ó Senhor Jesus.
Tu és [música] digno.
Tu és [canto]
digno.
Tu és [música] digno, ó Senhor [canto]
Jesus.
Tu és [música]
digno,
tu és digno.
Tu és [música][canto] digno, ó Senhor
Jesus, o cordeiro [música]
de [canto] Deus,
que [música] foi morto
[canto] lá na cruz,
os [música] eleitos
[canto]
vou.
Estou
em [música] Jesus, [canto]
o cordeiro
[música]
de Deus
que foi morto
[música][canto] lá da cruz.
Os eleitos
[música] salvou.
Nem estou
em [música] Jesus.
O cordeiro
de Deus [canto][música]
que foi morto
lá [música] na cruz.
eleitos
[canto]
[música] vou
estou
em Jesus [música]
meu senhor.
>> [canto][música]
>> Não há ninguém [música] mal.
Não há ninguém mal.
>> [música]
>> Mais é digno
tu és digno.
Tu és [canto]
digno.
Tu és [música] digno.
Ó Senhor Jesus,
>> tu és [música][canto] digno. Tu és
digno, Senhor. Tu és digno.
Tu és digno.
Ó Senhor Jesus, [música]
tu és digno. [canto]
Tu és [música]
digno.
Tu és [canto] digno, ó Senhor [música]
Jesus.
Só tu és [canto] digno.
Tu és [música]
digno.
Tu és [canto]
digno,
ó Senhor Jesus. [música]
>> Aleluia.
Ó Deus, aqui está o pão. Deus, meu filho
deu graças ao partir o pão, Deus. Ele
sabia que ao partir o pão, senhor pai,
estava falando sobre, Senhor Deus, o
partir do seu próprio corpo.
Ó Deus, se ele pôde te dar graças
naquela noite, ó Deus, se ele poôde,
Senhor Pai, alegremente, Senhor Deus,
dizer para tu glorificares o teu nome,
que esse seja, Senhor Pai, já que é o
espírito dele que habita em nós, ó Deus,
o procedimento de nossos corações,
porque essa é a promessa da nova
aliança. Deus, eu daria a eles um
coração para que me temam e me obedeçam.
escreverei em seus próprios corações.
Então, Senhor Pai, não olhamos mais,
Senhor Deus, para palavras num livro
simplesmente, mas, Senhor, Pai, a tua
beleza foi escrita em nossos novos
corações. De tal maneira, Senhor Pai,
que a fonte de nossos afetos, Senhor
Deus, está saturada da tua beleza. Que
todos esses afetos, então, Senhor Pai, ó
Deus, saturem, Senhor Deus, o ar, Senhor
Pai, os ambientes onde estivermos,
Senhor Pai, flua, flua como uma fonte de
nós, uma fonte, Senhor Pai, que jorra
pra vida eterna. Tão somente porque ao
partir do corpo do teu filho, Senhor
Pai, tu estava rasgando o vel de
separação que nos separa da tua beleza
infinita. que possamos refleti-la, Deus,
como a lua faz com a luz do sol.
Sabermos, Senhor Pai, que em nós mesmos
somos escuridão e não temos nenhuma luz,
mas que podemos refletir como como a luz
essa esse brilho, Senhor Pai, que jamais
teve começo e jamais terá fim. Em nome
de Jesus. Amém. Comamos todos o pão,
queridos.
Ó Deus, só de tomarmos a Santa Ceia,
devíamos nunca mais interpretar
absolutamente nada em nossas vidas,
Senhor Pai, com as nossas próprias
capacidades, Senhor Pai, achando que
elas realmente podem, Senhor Deus,
enxergar algo, Senhor Pai, que realmente
possa ser, Senhor Deus, o caminho
correto para os nossos pés. Quem
compreendeu, Senhor Pai, o Teu intento?
Quem discerniu a tua mente, Deus? Quem
poôde olhar paraa cruz, seu filho,
Senhor Deus, ensanguentado, partido e
enxergar sabedoria, enxergar a vitória,
Senhor Pai, enxergar, Senhor Deus, que
naquele momento onde tudo parecia
derrota, ó Deus, a tua palavra diz que,
na verdade, o teu filho pegou a lista
das nossas dívidas e cravou elas na
cruz, senhor Pai, remindo para sempre. Ó
Deus, o teu povo, que nós possamos nos
inclinar, Deus. Aquela sexta-feira
aparecia o dia mais escuro e sem
sentido. No entanto, era a manifestação
da sua sabedoria infinita. que em cada
situação da vida nós possamos entender,
Senhor Deus, realmente que tu fazes as
coisas que estão além, Senhor Pai, das
nossas capacidades
compreender, mas que não falte em nós
adoração. Deus, tu já não, Senhor Pai,
deixaste algumas, Senhor Pai, mais
evidências finais de que tua sabedoria
não só é perfeita, como é surpreendente.
Nós podemos falar com o apóstolo Paulo,
quem conheceu a mente do nosso Senhor?
Quem primeiro, quem foi seu conselheiro?
Quem primeiro deu a ele para depois
receber? Então, nos inclinarmos diante
da cruz de Deus e nunca mais ousarmos
achar que nós sabemos o que é bom para o
hoje, para o amanhã, para as nossas
vidas, para o mundo, para a eternidade.
Em nome de Jesus. Amém. Tomemos todos o
cálice.
Ah, essa é a ordem de Cristo para nós.
Nunca faça de algo que Cristo disse algo
trivial.
Nunca faça algo opcional.
Nunca tente eh mensurar na sua própria
mente o que Deus nos manda, senão não
vamos passar de de de pessoas tolas,
não é? Como Namamã, a pular no rio,
pular sete vezes no rio, no rio Jordão,
na minha terra tem rios melhores.
Eu não vou fazer isso, não faz sentido.
Mas sempre isso é um jeito louco de
dizer.
Podia, a princípio, segundo a sabedoria
humana, não fazer nenhuma diferença
pular no rio Jordão. A questão é sempre
para nós sobre qualquer assunto. Não
consultamos a cultura, não consultamos o
humanismo secular, não consultamos a
antropologia, sociologia, psicologia,
consultamos Deus. O que Deus disse a
respeito disso?
Ah, Deus disse através do profeta Eliseu
para mim pular sete vezes. Então, pulir,
não há. Não tente primeiro compreender
tudo para depois ver se aquilo é digno
de obediência.
Vamos simplesmente ouvir o que Deus
disse. Depois de ouvirmos, não há
segundas opiniões, nem nossas, nem do
nosso mundo, nem da nossa cultura,
porque a resposta de Deus para tudo é
Cristo e este crucificado.
Essa é a sabedoria de Deus. Não ousamos
colocar mais nada junto com ela. Vamos
cantar.
É para isso que fomos feitos.
>> [música]
[música]
>> Escudo está
o Sol não brilhou, [canto]
o mundo ainda [música]
não se agitou. [canto]
Momento é [música]
para adoração,
para ver a majestade [música][canto]
do teu criador.
Deus [música] te encherá [canto]
com graça,
[música] mas jamais te esqueças.
Sempre fomos feitos para [canto] luz.
Fomos feitos para [música] adorar. Fomos
feitos para nele [canto] viver.
Nós [música] fomos feitos para honrá-lo,
feitos só para crer. [música] Feitos sim
para ver [canto]
sua glória. [música]
[música]
O que tu és,
o que tu tens
[música] foi dado para [canto] ti, para
honrar a Deus.
Mento é
para [música][canto] meditar
de se lembrar, porque o [canto] rei
criou a ti.
[música]
Deus te encherá [canto]
com graça,
mas [música] jamais te esqueças [canto]
sempre
feitos trával. [música]
Fomos feitos para adorar, fomos feitos
para ele [música][canto] viver.
>> Nós fomos feitos para honrá-lo. [canto]
Feitos só para nele crer. [música]
Feitos sim para [canto] ver
sua glória. [música]
O mundo declarará,
a terra se ouvirá. [música]
o som do seu eterno
nome
e todos vão se [música] prostrar,
todos vão confessar
que ele é o eterno [música] Deus.
Fomos feitos para amá-lo, fomos feitos
para adorar, [música][canto] fomos
feitos para nele viver.
Fomos [música][canto] feitos para
honrá-lo, feitos só para nele crer.
Feitos sim para Deus.
Fomos [música] feitos para amarlo. Fomos
feitos para adorar. [canto]
Fomos feitos para nele [música] viver.
Nós fomos feitos para [música] honrá-lo,
feitos só para crer.
Sim, para [música] ver
sua glória.
>> Sua glória. [música]
[canto]
>> Deus.
>> [música]
>> Nós fomos feitos para honrado, feitos só
para querer. [canto]
Feitos sim para ver [música]
sua glória. [canto]
Aleluia. feitos para ver sua glória e
para ver sua glória para sempre.
Obrigado, Deus, que a tua vida, Senhor
Deus, abonde em nossos corações à medida
que continuamos olhando para tua glória
na face de Cristo. Leve-nos na tua paz e
nos traga esta noite, Senhor Deus, para
adorarmos o teu santo nome, em nome de
Jesus. Amém. Amém. Que os irmãos sigam
na paz do Senhor. Amém.

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