IPB PROIBIU MULHERES DIACONOS? LENDO A DECISÃO DO SUPREMO CONCÍLIO
18/08/2026
IPB PROIBIU MULHERES DIACONOS? LENDO A DECISÃO DO SUPREMO CONCÍLIO
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Fonte: Dois Dedos de Teologia
Legendas automáticas:
Seja muitíssimo bem-vindo ao Dois Dedos de Teologia. Eu sou pastor Iago Martins. Você está comigo neste nesta live, não é? Nessa live em que nós estamos, deixa eu colocar aqui em tela cheia. Opa, já comecei errando tudo já. Calma lá. Ai, desculpa, gente. Ah, nessa live em que nós estamos conversando sobre diaconato feminino e a decisão do Supremo Conselho da IPB. Ah, geralmente nós não temos tantas lives assim na semana aqui no canal, mas nós estamos em um mês um pouco especial. Nosso editor tá viajando. Já expliquei isso na live passada. Ah, mas amanhã os vídeos voltam à normalidade, se Deus quiser. Tá bom? A gente teve uma semana e meia sem tantos vídeos aqui no canal. Ah, mas a partir de amanhã tem teólogos do Twitter, se Deus quiser. Ah, a partir de amanhã as coisas devem voltar ao normal. Nosso querido Gabriel Tla estará ah em Roma editando vídeo, coitado. Ah, mas a gente vai trabalhar aí como pode. Agradeço muito vocês que continuam nos dando audiência e presença aqui no canal, mesmo que não faça essas lives improvisadas ah, como uma forma da gente conversar. Não, não tá tão improvisada porque eu estou aqui no estúdio sala. O o nosso querido Elias editou. Olha o que o Elias fez aqui. Grande Elias preparou esse cenário muito bonito pra gente, ah, pra gente poder conversar sobre diaconato feminino. Aconteceu que no Supremo Concílio desse ano da Igreja Presbiteriana do Brasil, várias decisões foram tomadas. Ah, e várias dessas decisões são muito interessantes e a gente pode ler, conversar e estudar, né, um pouco sobre elas. Apesar de eu abrir aqui os textos sem ler previamente, eu acho que é interessante sempre esse processo de de react da gente tem uma primeira reação às coisas. Eu sei sobre o que é o assunto, não li ainda e preparei já um outro documento. Não preparei um documento, mas eu vou mostrar para vocês um trecho de um livro meu. Então vai ser, olha só como eu vou arrumar confusão hoje com os presterianos. Eu acho que é uma de uma ousadia completamente injustificada que eu abra aqui um documento do Supremo Conselho e então um trecho de um livro meu. Obviamente são dois níveis completamente diferentes de capacidade técnica de argumentação. No entanto, eu já ouvi ouvi dizerem que a Igreja Tristeriana decidiu que não podem existir diaconisas nas igrejas da IPB. E eu acredito que existem diaconisas. Há diaconisas na igreja onde eu sou pastor e eu tenho uma argumentação a favor do diaconato feminino no meu livro Igrejas que calam mulheres. Ah, eu quero ler com vocês também essa argumentação a favor do do diaconato feminino. Assim como a Igreja Prbiteriana do Brasil, eu não acredito em pastorado feminino. Não acho que mulheres podem ser pastoras. Ah, mas eu acredito que mulheres possam ser diáconas, diaconisas, não é? Dependendo de como você chamar. Se é sua primeira vez aqui nesse canal, este é o 2D do de teologia. é um canal que há mais de 10 anos tem produzido vários tipos diferentes de conteúdo sobre teologia. Eu sou o pastor Iago Martins, sou pastor Batista aqui no Ceará, sou doutorando em teologia pelo Fer Teological Seminary, tenho mestrado em teologia, bacharel em teologia, tenho me dedicado a escrever materiais teológicos já há muito tempo aqui na internet e não sou presbiteriano. Então, e o que é que você tá lendo documento supremo concílio da igreja presteriana? Porque a igreja presesteriana é uma denominação muito respeitada, é uma excelente denominação cristã no Brasil, com igrejas muito saudáveis, pastores muito dedicados a pregação do evangelho. É certamente a principal referência que nós temos de denominação reformada aqui no aqui no Brasil. E as decisões do Supremo Concílio são do interesse de todo aquele que é envolvido com teologia, porque são ah decisões que são tomadas a partir de muito debate [limpando a garganta] teológico de teólogos de ponta. Então, mesmo que nós não sejamos presbiterianos, até nós batistas podemos aprender desses documentos, lê-los, questioná-los, por que não, ah, com muito respeito, obviamente, àquilo que tá sendo, ah, escrito e produzido ali. Ah, esse canal tem de seus patrocinadores. Se você quiser, ah, participar com a gente do que a gente tá produzindo aqui, você pode estudar teologia com a gente no Instituto Chef de Teologia e Cultura. É o nosso Instituto de Formação Teológica. Ah, a gente tem vários cursos Netflix de teologia. você consegue acesso a alguns dos nossos minicursos por menos de R$ 10 por mês. A gente também tem cupons, não é, em algumas empresas, como na Insider. A Insider é uma das patrocinadoras desse canal usando o cupom teologia, você consegue lá um desconto muito especial também na Insider. Tô usando aqui minha minha Insider com grafeno dentro para poder melhorar a questão térmica aqui no Ceará. Tudo é muito quente. Está cansado do calor? Insider é sua parceira. Dito isso, vamos lá, simbora. a ler o documento do Supremo Conselho. Já tenho aqui um comentário meio meio bravo, meio bravo, achei bravo. Cara, diz assim, ó: "Sou presteriano e a questão é a seguinte: temos uma forma de organização. Quem não concorda pode ir embora simples assim". Concordo. Concordo. Por isso que eu não sou presteriano, então não, eu não concordo com todas as decisões presterianas, por isso não sou presteriano. Ah, mas é um documento público, né? A gente pode ler e avaliar e questionar e aprender dele, concordar, discordar, por que não? eh, faz parte do processo de crescimento teológico de todos nós, não é? Eh, vou abrir aqui o documento. Eu pedi para alguém ah, encontrar para mim, porque eu nem sei como é que encontra essas coisas, mas alguém pegou para mim o documento e me mandou e estamos aqui um documento curto e a gente vai ler juntos e eu vou conversando com vocês aqui, lendo os comentários também. O legal da live é isso. Quero poder interagir com vocês enquanto ah vou lendo aqui o documento. Documento fala o seguinte, né, que é ementa. Considerando que se trata de uma proposta de ementa de emenda constitucional que visa alteração dos artigos 53 e 84 da CPB para incluir diaconisa. Então alguém entrou em contato, um presidério entrou em contato pedindo para incluir diaconisas dentro da IPB. Pessoal acha que a IPB é uma denominação que não pode mudar nada, né? Tudo tem que ser sempre do mesmo jeito, nada nunca pode mudar. E claro que sim, claro que existe um espaço para mudanças teológicas. Há espaço para que se se creia, né? Diferente em algumas coisas. Normal, normal. Ah, é o velho, igreja reformada sempre se reformando, né? Sempre pode muitas vezes reformar, não é? As decisões, melhorar algumas coisas, sempre é maravilhoso. Comentário aqui. Tamb de A tá amarrado. O Gabriel T vai mudar thumbnail para thumbnail que não seja de A. Se você clicou nesse vídeo e tem um thumbnail de a fiz. Só sei fazer assim, não sei fazer mais nada. E aí o Gabriel Tu vai colocar uma de verdade depois, tá bom? Se você viu sem tamb de A, é porque o Gabriel Tu já já fez isso, me perdoe. Ah, dissero que o vídeo tá um pouco escuro. Consegue melhor aumentar o ISO um pouquinho aí, meu querido, meu querido Elias, tá um pouco escuro aqui o vídeo pro pessoal. Ah, como funciona a Batista? Digo, em relação à organização, a igreja, tá, agora tá massa. A igreja batista ela depende. Algumas batistas são a algumas batistas são denominacionais. Então você vai ter igrejas, né, embaixo da igreja mãe. Agora, a maioria das batistas, elas são autogovernadas. A eclesiologia batista geralmente é de um governo aberto, não é? Então, as igrejas são autogovernadas, existem associações entre as igrejas que aí muitas vezes tem também documentos, decisões, aqueles que não concordam se desligam das associações normalmente. [roncando] Ah, vamos ler aqui a a decisão dois, que a Constituição da IPB estabelece taxativamente no artigo 25, inciso 2º, que para o oficial só poderão ser votados os homens maiores de 18 anos e civilmente capazes. Tá? Então, o o oficialato, né, os ofícios dentro da igreja presbiteriana são restritos a homens maiores de idade, civilmente capazes, né? Ah, então dentro da constituição atual da IPB, é uma constituição que não aceita diaconiza, porque o diácono é um oficialato. Diaconato é um oficial para a IPB. três, que a matéria já foi amplamente debatida em toda a igreja e baixada para para estudo e votação dos presbíteros, dos presbitérios, tendo a maioria absoluta dos concílios se manifestando de forma contrária. Então, a maioria, né, esse não é um assunto novo, já foi questionada, a matéria foi amplamente debatida. A maioria dos presbitérios da Igreja Presbiteriana do Brasil é contra a existência de diaconisas, que não há fundamentação bíblica em conformidade com a perspectiva hermenêutica reformada que sustente a ordenação de mulher oficial. E aí é é o ponto que eu vou discordar da igreja presteriana do Brasil. E de novo, discordo com muito respeito. Eu sou Batista, ele discordo de mim, eu discordo deles, obviamente. Os Batistaas presterianos discordo de alguns pontos, não é porque eu discordo disso que eu tô falando mal da da IPB, odeio a IPB, nada disso. Muitos, eu sou um grande aprendiz, né, de teólogos da IPB. Ah, mas aqui uma uma formulação que eu não concordo. Eu não acredito que a hermenêutica reformada sustenta que mulheres não podem ser ordenadas ao diaconato e vou tentar lidar com isso daqui a pouco. Ah, cinco, que o Supremo Conselho da IPB já manifestou de forma reiterada e consistente posicionamento contrário à proposta de ordenação feminina, como evidenciam os seguintes documentos. Aqui vários documentos que mostram na essa decisão sendo tomada. Seis, que a C/IPB, no seu artigo 83, a líha X, já prevê um canal legítimo para atuação feminina, facultando ao conselho a designação de mulheres piedosas para cuidarem dos enfermos, presos, viúvas e órfãos. Então isso é uma coisa muito boa. Você tem dentro da igreja presidente no Brasil um caminho para que as mulheres sirvam, para que as mulheres trabalhem, para que as mulheres possam ser ah úteis pro reino de Deus. Uma igreja onde mulheres não podem trabalhar é uma igreja que tá calando as mulheres, tá tirando as mulheres o direito de exercer algo para o qual Deus as chamou. Então, dentro da igreja prestir do Brasil, existem caminhos onde mulheres piedosas cuidam de enfermos, visitam presos, cuidam de outras viúvas, cuidam dos órfãos, que é, e aí eu vou dizer, tá, é parte do trabalho diaconal de uma igreja. Os diáconos eles surgiram no Novo Testamento principalmente para lidar com questões de questões mais práticas do cuidado social da igreja, inclusive. Então, mulheres podem lidar com muito desse trabalho que é comum ao diaconato. O que acontece na IPB? As mulheres podem fazer parte do trabalho diaconal, como mente tratado como trabalho diaconal, mas elas não podem ser diaconisas, não é? Ah, isso é um tipo de inconsistência? Não necessariamente, não é? Ah, mas de fato em um sentido de serviço, mulheres podem servir tanto quanto diaconisas serviriam dentro da IPB sem serem tratadas como diaconitas diaconisas porque elas não são, não é participantes do oficialato. Ah, o que é, na minha opinião, dos, vou dizer assim, dos males o menor, né? Não, exatamente o mal, não é? Mas eu acredito que essas mulheres poderiam ser tratadas como diaconisas, mas elas vão estar servindo. Elas perdem parte do sentido mais oficial de estar servindo na comunidade como a diaconisa, mas elas podem atuar pro reino de Deus. Elas não perdem uma possibilidade de atuação ah pro reino de Deus nas suas comunidades. O que para mim, né, pelo menos não é relegar essas mulheres ao a falta de serviço, a falta de cuidado, a falta de participar da vida da igreja. Alguns vão dizer: "Ah, porque se a mulher pode servir como diaconisa, mas só não recebe o nome de diaconiza". Então, o que é que essas mulheres querem? É só o cargo? É a honra? É a honra e tal. Eu eu não acho que seja isso, né? Eu acho que aqueles que acreditam que mulheres estão exercendo papel diaconal sem receber o ofício diaconal, elas estão perdendo alguma coisa. a a visão da igreja sobre elas, a percepção de oficialidade daquilo que tá sendo produzido, até mesmo um uma terminologia que a igreja usa, não é, acerca do seu trabalho. Não me parece necessariamente uma busca por um tipo de de honra humana ou sei lá, uma honraria humana, ah, mas simplesmente uma busca por uma oficialização daquilo que tá sendo apresentado e praticado no dia a dia. Não acho que é um que é um problema não, tá? Ah, e aqui o 10 histórias perguntou: "É um desejo legítimo de entender a decisão de um concílio plural ou apenas uma boa oportunidade e um grande gatilho para vender o seu livro de igreja que mulheres?" Olha a o ataque que era uma pergunta aqui. Se fosse um ataque eu não tinha colocado. Ah, não, é um, eu tô avaliando e e lendo aqui o material. Não vendi nenhum livro ontem. Ah, agora sim, gente, eu tenho 25 livros publicados. É normal que eu tenha livro sobre vários assuntos que eu comento aqui. Ah, não é exatamente uma tentativa de entender uma decisão, porque a decisão ela não tem, ela não é muito embasada, né? E tô, não é uma crítica à decisão, é porque a decisão ela é ela é um documento formal para a comunidade. Então o embasamento da decisão, ela não é tão esmiuçada como um texto ah descritivo, como se fosse um livro teológico, alguma coisa assim. Então, então é conhecer a decisão, conversar sobre a decisão e no meu caso, como eu discordo da decisão, eu vou apresentar um caminho ah diferente da decisão. Ontem aqui fiz uma live sobre a decisão da IPB, sobre a acerca dos adventistas e concordei com toda a decisão da IPB sobre isso. Achei uma decisão muito bem feita, por mais que eu saiba que essa minha, meu comentário, ah, ofenda alguns colegas adventistas, mas achei desão DPB excelente e não tive nenhum livro para vender, porque eu nunca escrevi nada sobre adventismo na minha vida. Se eu tivesse escrito um livro sobre adventismo, aí eu comentaria: "Gente, eu tenho um livro sobre adventismo, comprem lá, não vejo mal nenhum. Ah, eu tenho um livro sobre ministério feminino, comprem lá, entendeu? Estou falando sobre ministério feminino, não vejo nem mal em falar dos materiais que eu tenho escrito. Muitas desses materiais tá de graça aqui no canal também. Você pode ir lá se você tiver decisão, né? Agora vou dizer uma coisa, tava fazer um pequeno desabafo, comentar qualquer coisa sobre a IPB é muito complicado, porque existem membros da IPB que são tão ciumentos sobre a própria denominação que é quase impossível você fazer qualquer comentário sobre a IPB sem uma galera extremamente ofendida, entendeu? Exageradamente ofendida. Calma aí, negada. Vamos ter paz no coração, entendeu? Ninguém é intocável, não. A gente pode comentar sobre as coisas, ler, falar sobre as coisas, tá bom? Ah, ó o comentário aqui, ó. O mais importante é: "Foi ordenado o diácono do DDT, né? Membro por 50 meses." 50 meses é quantos anos? Quanto é 50 por 12, gente? 50 dividido por 12. O caba tá há mais de 4 anos membro diácono do BBB do do DDT. Eu boto esses nomezinhos nos membros. Valeu, Mels. Deus abençoe, cara. Obrigado aí. Pergunta comentário aqui do do Santos Ali Santos. Na IPB as mulheres têm tantas funções quanto homens. Acredito como leigo e novo na fé e doutrina na doutrina preriana, novo na doutrina preriana que essa questão diaconal tem uma importância relativa àmenu de titulação dentro da da IPB. AT me consta, o diácono, ele é um oficial da igreja, né? Ele é alguém que tá trabalhando como uma autoridade, uma liderança na comunidade. E esse papel de liderança seriam restrito a homens dentro do contexto da da IPB, tá? [roncando] Aquele comenta que sim, a SAF. Ah, sim, a SAF, que por sinal é de suma importância para a igreja. Sim, exatamente. Ah, PIB, sendo machistas, não querendo reconhecer oficialmente o papel ministerial da mulher. Não, cara. Não, não, Felipe, não é necessariamente machismo. Machismo você não reconhecer um tipo de papel feminino, tá? Não é machismo. Alguns vão dizer que é machismo você dizer que os homens deveriam ser provedores de suas casas. Alguns vão dizer que é machismo, ah, se dizer que as mulheres deveriam ter uma participação maior no cuidado das crianças pequenas quando elas nascem. Ah, nesse período. Alguns vão dizer que é machismo, você não aceitar que mulheres transam mulheres genuínas, sei lá. Ninguém pode definir machismo ao bel prazer à medida que você tá simplesmente tentando definir algumas coisas a partir da escritura, né? Se há um esforço escriturístico de definir a partir da teologia bíblica e isso é fiel de alguma forma a teologia bíblica, não é necessariamente machismo, ainda mais quando existe um um esforço de dar pras mulheres um campo aberto de atuação. A IPB não é machista por não reconhecer diaconisas. Não é necessariamente machista por não reconhecer diaconisas, até porque existe um papel feminino muito sério na IPB. Muitas mulheres trabalham na IPB. Podem existir IPBs batistas? Podem, como uma deturpação do que deveria ser a IPB. Deve, pode existir pastores batistas na IPB? Claro, claro que sim. Ah, pode existir. Mas não reconhecer diaconismo é necessariamente machismo? Claro que não. Pode surgir como fruto de machismo, pode, mas não é necessariamente machismo, tá? Então, a gente tem que ser muito responsável, muito cuidadoso no modo como a gente vai lidar com essas coisas, tá? Vamos, [roncando] vamos cuidar aí do dos coisas que vocês estão falando aí. Agora vamos lá, vamos ler mais um pouquinho aqui. Vem agora a resolução. Então tomar conhecimento, dois não atender. [risadas] Eu acho muito legal assim quando é bem direto assim, né? Deixar negada ciente. E não valeu, valeu não. [risadas] Três, determinar aos concílios inferiores que aplicam o artigo 83, da linha X da CB, a luz do princípio histórico confessional de ordenação de oficiais homens, ou seja, que não instituam diaconisas nas igrejas locais, usando esse artigo como pretexto, limitando a designação a designação de a designação de mulheres piedosas para os fins nele apontados, ou seja, para cuidar dos enfermos, dos presos, das viúvas e órfãos, dos pobres em geral, para alívio dos que sofrem. Eu acho que pode existir um papel ah, não só restrito a isso nas igrejas. Eu não acho que necessariamente as mulheres são restritas a isso, não, tá? Você tem mulheres em seminários preserianos, tem mulheres teólogas na igreja presteriana. Eu acho que isso não resume o papel feminino dentro da IPB, obviamente. Quatro, determinar que os concílios inferiores no cumprimento de suas atribuições constitucionais tornem as medidas necessárias para que nenhuma igreja da federação, para que em nenhuma igreja da da federação seja implantado ou mantido o serviço de diaconiza sob qualquer pretexto que seja. e instruir os concílios jurisdicionais para não submeter novamente matérias que já foram objeto de decisão definitiva pelo Supremo Conselho, sem que existam fatos novos ou mudanças nos fundamentos bíblico confessionais que as justifiquem. Eu achei isso aqui muito legal, tá? Muito legal. Olha só, por um lado diz, irmão, a gente já discutiu essa parada, tá voltando esse assunto para quê? Acho acho válido, né? já discutiu o assunto, vai ficar discutindo, rediscutindo o [limpando a garganta] mesmo assunto, uma paia. Massa. No entanto, isso não não geraria uma coisa meio estanque, uma coisa, uma vez foi decidido, acabou, não volta mais o tema. Não, tem que existir fatos novos ou mudança no fundamento bíblico confessionional. Então assim, meão, traz uma outra argumentação bíblica aí, traz uma outra compressão teológica aí, um fato novo para que justifique esse assunto ser realmente discutido novamente. Achei legal, achei ah, achei de bom tom o modo como isso é colocado aqui no no final, mas eu não concordo com a IPB nesse sentido. Ah, claro que não é da conta de ninguém. Ningém da IPB tem que concordar comigo. Eu sou um pastor batista genérico, então nada justifica a que a minha percepção tenha que ser acatada pela IPB, obviamente, mas eu faço uma leitura diferente aqui no Novo Testamento, tá? Deixa eu mostrar aqui. Isso aqui é um trecho do meu livro Igrejas que pera aí que eu já botei errado de novo. Perdão. Esse é um trecho do meu livro Igrejas que calam mulheres. Ah, em que eu discuto ministério feminino e discuto até onde eu acredito que o ministério feminino pode ir ou pode não ir. E aqui tem um trecho do meu de do capítulo sobre ministério sobre diaconato feminino. Ah, em que eu tento argumentar a favor do diaconato feminino. É um texto até relativamente curto, né? O livro eh o capítulo que discute várias outras coisas dentro de um de um livro que discute outros temas. Então cada tema do livro é sobre uma área, né, sobre mulheres. Então tem trabalho, violência, divórcio, ah, vestuário e coisas assim. Então, é só um capítulo sobre ministério e dentro desse capítulo sobre ministério tem um sub um subcapítulo, né, um subtexto, ah, um tópico sobre diaconato feminino. Então, não é tão extenso esse esse debate, poderia ser muito mais extenso, mas é um uma apresentação da nossa visão, que é a minha visão, a visão da minha comunidade local também, de várias outras igrejas batistas sobre diaconato feminino. Eu digo o seguinte, né, na página 151, de fato, na sequência do próprio texto que estamos explorando em primeira Timóteo 3, 8 a 11, Paulo fala sobre mulheres que exercem diaconato. Da mesma forma, os diáconos devem ser respeitáveis. Ele fala sobre os diáconos e tal. De igual modo, as mulheres devem ser respeitáveis e não caluniar ninguém, devem ter autocontrole. Ele vai falar sobre as mulheres aqui. Ou seja, homens podem ser diáconos e mulheres podem ser diaconisas. Alguns vão interpretar esse texto dizendo que mulheres aqui não são diaconisas, são as esposas dos diáconos. Mas é muito estranho você ter no texto algo que que, como diria, diga como devem ser as esposas dos diáconos, mas não diga nada sobre as esposas dos pastores, né? Ou talvez seja sobre as esposas, dos diáconos e dos pastores, mas é muito estranho você ter um texto da onde Paulo vai estabelecer, sabe, mulheres aqui do nada, né? Parece muito mais ah claro que ele descreve os diáconos e também as diaconisas, já que os diáconos têm que ser marido de uma mulher, né? Então ele vai explicar. as diaconas. O Thomas Schneider argumenta que o uso de o uso de de igual modo em Primeira Timóteo 3:11 é mais naturalmente interpretado como uma continuação da lista daqueles que servem como diáconos, especialmente porque Paulo retorna aos diáconos do sexo masculino no versículo 12. Uma referência repentina às esposas dos diáconos é certamente possível, mas nesse capítulo parece que Paulo está se referindo aos ofícios e à conduta da igreja. Além disso, se Paulo estivesse dando ordem sobre a conduta das esposas dos diáconos, por que omitiriam a referência às esposas dos presbíteros? especialmente tendo em vista que os presbíteros exercem supervisão pastoral e liderança geral nas igrejas. Em Romanos 16:1, Paulo cita FEB. Algumas traduções trazem alguma variação da frase Febe que serve à igreja em Sincreia, mas acredito que a melhor tradução seria da NTLH, FEB, que é diaconisa da igreja de Sencreia. Sigo sunstorms, quando ele entende que, embora a palavra para diácono possa descrever um ministério não técnico de serviço para o qual todos os cristãos são chamados, o que justificariam a tradução como que serve à igreja. Humano 161 parece estar falando do ofício de diácono para o qual alguém pode ser nomeado. Assim exageticamente, quando Paulo decide dizer no grego que Feb é uma diáconom, ele está usando uma frase partipial que é consistentemente usada para identificar o desempenho do cargo de uma pessoa no Novo Testamento. Exemplos desse uso são encontrados em João 11:49, Caifá sendo o sumo sacerdote naquele ano. Atos 18:12, Galiho sendo procôn da da Acaia e Atos 24:10, Félix sendo juiz para esta nação. O argumento para ler da descrição de Ferb como alguém que ocupa um cargo, portanto, é forte. Benjamin Meric confirma isso e aponta que quando se pretende o significado genérico de diáconos, ou seja, servo, o texto geralmente diz servo do Senhor ou algo similar. Este é o único lugar em que Paulo fala de alguém ser um diáconos de uma igreja local. Tíquico é chamado de colaborador fiel ou servo na obra do Senhor. Épafras é chamado de servo fiel de Cristo. E Timóteo é rotulado bom servo de Cristo Jesus. Como apenas Febia é especificamente considerada serva de uma congregação local, a igreja de Sencreia, é provável que ela fosse um diaconisa de sua igreja. O fato de Paulo recomendar que Febe seja recebida pela igreja e auxiliada em tudo que ela precisasse seria um forte indicativo de que Feb foi responsável por levar aquela carta à igreja em Roma. Robert Moun comenta que como portadora da carta seria bem natural que Paulo a recomendasse e lhe fizesse menção especial. Ela é descrita tanto como nossa irmã, significando a mulher membro da comunidade de Corinto e uma diaconisa da igreja em Secreia. Paulo pede àela congregação romana que a receba bem de forma digna do povo de Deus. John SH admite que o significado geral de diácono pode estar correto aqui e que sabemos que o ofício de diácono já existia. Portanto, tanto Paulo dá destaque ao serviço que Feb executava, quanto enquanto mulher, como esse serviço pode ser entendido como diácono. Igrejas podem eleger diaconisas, porque entendemos que esse é um trabalho comum a homens e mulheres. De fato, é um serviço fundamental para a existência de uma comunidade. A diaconisa nas igrejas cristãs desde os primórdios do cristianismo, como é registrado em correspondência entre Plínio, o jovem, e o imperador Trajano, em que duas mulheres cristãs são descritas como os ministrai. A palavra latin para diáconos. Hoje, algumas igrejas restringem o diaconato aos homens porque entendem que isso envolve autoridade sobre toda a igreja, mas não é assim que interpretamos. Ao nosso ver, o diaconato está atrelado a um tipo de liderança da igreja para guiá-la em determinados aspectos, ainda que a diaconia eh esteja sujeita ao presbitério que guia a igreja pastoralmente. Então, a minha visão com relação ao diaconato é diferente. Aqui no caso, ah, eu acho que a Igreja Presbiteriana perde muito em não ter diaconisas dentro do seu meio. E eu acho que, claro, pode existir efeitos colaterais não previstos e não desejados quando é retirado das mulheres um papel que a escritura oferece a elas. Eu sei que é teologicamente tanto polêmico e nem acho que seria é um pecado a igreja pensar diferente, alguma coisa assim, mas eu acredito que existe um espaço, espaço muito muito muito honesto para que igrejas recebam diaconisas. Agora, claro que eu tenho uma limitação a isso. Como eu falei aqui no final do texto, algumas igrejas acreditam que diaconisas, que diáconos são líderes da igreja. Muitas igrejas tem lideranças diaconais e não presbiterais. Muitas igrejas batistas são assim, né? Em muitas igrejas batistas, os diáconos eles compõem um tipo de liderança, uma diretoria da igreja, não é? E aí seria um problema ter diaconisas, porque aí no caso as diaconisas seriam um tipo de pastoras, de presbíteras, né, em certo sentido. E aí iria contra a ideia de iria seria uma forma de pastorado feminino, digamos assim, não é? Então, o que é que eu acho? Acho que essa é uma decisão do Supremo Concílio, que por mais que seja altamente respeitável, obviamente, ah, muitos cristãos não vão concordar com ela, não é a minha a minha posição diretamente. Um rapaz tinha comentado: "É isso aí, é para vender seu livro sobre diaconato feminino, mulheres". Bom, eu li o trecho inteiro sobre o assunto aqui para vocês. Então você nem precisa comprar o livro se não quiser, porque eu já li o texto inteiro de tudo que eu falo sobre diaconato feminino lá. De novo, é um trecho muito pequenininho, mas acho que resume bem a uma posição diferente daquela que tá sendo apresentada pela Igreja Presbiteriana do Brasil aqui. Tá bom? Deixa eu ver aqui o que que a gente tem no no o que que a gente tem aqui de comentários. Sinceramente, acho um pouco incoerentes exer funções diaconais, não nomear as mesmas dessa forma. Acredito que da forma organizacional seria melhor paraa igreja como um todo entender quem são elas. Eu concordo. Concordo. Eu não não é uma decisão que eu sigo a como um batista. Obviamente não sou membro da IPB. Agora, claro, as igrejas da IPB tm que seguir essa decisão. É a decisão da IPB, não é? E que se você é membro da igreja, tem que concordar com a decisão em sua igreja. Ah, o Samuel comentou a Kemuel, assistemel, a questão não é nem sobre pastora ou presbítera, pois é, a Bíblia é muito clara, sim. Aí eu e a IPB estamos completamente de acordo, né? Eu concordo completamente com a IPB na decisão dela sobre não ter pastorado feminino. Quanto ao diaconato, há mais consideráveis de interpretação além da prática histórica da igreja primitiva. Sim, existem existem existe um caminho um tanto mais aberto, né? um tema um pouco mais polêmico. Ah, só que a prática histórica da igreja primitiva inclui diaconisas. A gente tem, por exemplo, a carta de Plajano falando de duas mulheres que eram diaconisas, por exemplo. As há diaconisas desde muito cedo na igreja primitiva, tá? [roncando] Ah, v algum comentário aqui. Sou a favor de mulheres no ministério, porém devido ao cenário atual de inclusão feminina, você não acha que os destaques femininos na atualidade se dão mais por uma absorção da cultura atual? Eu acho que a gente tem que ficar onde diz a Bíblia. Essa é a grande questão. O que é que diz o texto bíblico? E a gente não pode ir nem a lei nem a quem. Ponto. Não se importar. Ah, não, mas isso aqui é, sabe, tudo que for pró mulher vai ser feminismo necessariamente. Talvez seja só cristianismo, né? Tudo que é ah uma decisão exclusivamente para o papel masculino na igreja é necessariamente machismo. Não. A grande questão é o que é que diz a escritura. Eu não vou deixar de fazer uma coisa que diz a Bíblia com medo de acharem que é feminismo. Deus me livre. Deus me livre. Prefiro que achem que é feminismo. Se for bíblico, o fim das contas é o que importa. Se o diaconato feminino é bíblico, não importa se ah, existe uma absorção cultural, né? Até esse cenário atual de inclusão feminina depende muito do contexto também, né? Não é não é no mundo inteiro que isso está acontecendo, nem em todo lugar que isso está acontecendo, né? >> [limpando a garganta] >> O cara comentou aqui, acho que é um homem, não sei. Eu acho que diaconismo não tem tanto problema, mas pastor acha antibíblico. Concordo. Pastor é muito mais claramente antibíblico, né? Na minha leitura também cristãos genuínos vão discordar disso, mas eu acredito que é muito mais claro o fato de que a escritura estabelece o papel eh presbiteral para homens ah do que o diaconal. Mas eu ainda acho que é um argumento forte o bastante pra gente ter diaconisa na no Novo Testamento. Tá bom? Tem duas dois comentários aqui favoritos. Eu vou ler aqui dizendo, sei que a regra, sei que é regra da igreja, mas desculpa, acho machismo. Qual o de colocar o cargo de diácono? Sou o PIB e na minha tem diácona, tem base. Você, se você é PIB, primeira igreja batista ou você quer escrever IPB? Se você é da IPB, você não pode ter diaconismo na sua igreja. Você tem que aceitar a decisão do seu supremo concílio. Acho que é que é simples. E de novo, já comentei nessa live, tá? Eu não acho que você pode chamar de machismo essa decisão se ela é balizada escrituristicamente dentro da da igreja. Agora, se a decisão escriturística, decisão que vai contra, ofende diretamente a dignidade da do ser humano, né? Uma coisa assim, obviamente você vai olhar para isso com cuidado. Mas não dá para chamar essas decisões de machismo, não, gente. Vamos ter sabedoria e integridade no modo como a gente avalia também outros grupos teológicos. E olha que eu acho que algumas algumas coisas são machismo mesmo por aí. E existem muitos esforços teológicos de justificar decisões machístas, muitas vezes, como a de que mulher, por exemplo, tem que ficar apanhando dentro de casa e não pode divorciar, mesmo apanhando, como um missionário sendo perseguido, entendeu? Qual coisa que você vai ter o o J Adams dizendo, por exemplo, lá na igreja do John Macarto e o John Street dizendo esse tipo de coisa, entendeu? Aí é é machismo claramente, né? Mas essa restrição das atuações ministeriais, eu não acredito que seja necessariamente machismo. Ah, por mais que de fato muitos machistas vão tentar se esconder por trás de teologia. Isso realmente existe por aí, tá? Em qualquer igreja, em qualquer denominação. Iago, quando vir para Portugal de novo, você vai trazer algumas cópias físicas do menino que queria ser Deus? Posso levar, posso levar algumas cópias físicas. Se eu fori, não tenho previsão de ir em Portugal de novo, tá gente? Ah, eu não costumo viajar com muitos livros porque tem questões de importação, pode virar um problema ah, legal, né, jurídico, né, que pagar imposto desses materiais quando eu vou lá, mas eu acredito que a mundo cristão faz com que os livros chegu em Portugal, certo? Acho que alguma livraria cristã aí você pode acabar conseguindo, você liga para lá, pede para eles trazerem, eles conseguem, acredito, acredito que conseguem importar para você, tá bom? Live de hoje bem mais tranquila, bem menos polêmica que a de ontem, que os adventistas chegaram aqui para conversar um pouco mais. Ah, deixa eu ver aqui. Interessante que eu tinha visto super reformados a dizer que a PB estava a começar a permitir pregação feminina, mas por essa decisão parece que não. Gente, eu acredito em pregação feminina. Eu não acredito em mulheres exercendo funções pastorais. Ou seja, mulheres devem po pergunta é mulheres podem pregar? Na verdade, mulheres devem pregar porque pregar não é um papel de pastores. Pregar é um papel de cristãos. Cristãos devem pregar. Agora, dentro da nossa comunidade de fé, existem certos ambientes de pregação que são exclusivamente pastorais. Mulheres não deveriam estar pregando nesses contextos. Na sua igreja, quem é que prega domingo à noite? Normalmente nas nos domingos à noite, quem prega é o pastor ou pessoas que estão sendo preparadas ou cotadas para o ministério. Nesse sentido, mulheres não deveriam estar pregando, porque mulheres não exercem funções presbiterais. Na sua igreja existem momentos em que cristãos que não estão sendo cotados pelo ministério estão pregando um pequeno grupo em que cristãos comuns pregam, uma escola dominical em que cristãos comuns pregam. Mulheres poderiam participar disso. Qualquer ambiente na sua igreja que homens leigos que não são presbíteros ou pastores, que não estão assumindo funções presbiterais, que não estão sendo cotados pro ministério ou treinados pro ministério, tudo que homens que não estão nessa situação fazem, mulheres podem fazer. Então, a pastor, na minha igreja só quem dá EBD é o pastor. Então, mulheres não deveriam dar EBD. Na minha igreja, só quem da EBD é são pessoas que estão sendo cotadas para o pastorado, treinadas para o pastorado. Mulheres não deveriam estar dando aula de EBD. Pastor, na minha igreja, homens comuns, assim, os irmãos dão aula de EBD como parte da comunidade vivendo. Mulheres poderiam dar aula de EBD, entendeu? Então isso vai falar sobre a sua comunidade, o modo como a sua igreja lida com essas questões. Cristãos comuns que não são pastores ou não são cotados por pastorado, deveriam estar assumindo o públito da igreja? Não, o púlpito da igreja deveria estar sendo cotado por pastores ou pessoas que estão sendo treinadas para o pastorado. E aí mulheres não deveriam estar assumindo essa função, porque cristãos comuns não deveriam estar assumindo essa função, entendeu? [roncando] Ah, pastores de outras igrejas pregando um problema. Na minha igreja é na minha igreja eu não não ouviria pastores de outras igrejas pregando num num culto normal de domingo, não é? Ah, a partir do pressuposto, seu argumento está correto. A PB ainda ainda é coerente nessa decisão justamente pelo diaconato ser um cargo oficial de liderança institucionalizado. Acabaram os caracteres. Ah, eu acho que deveria existir uma no na minha leitura, né? Deveria existir uma adaptação da visão do que é o diaconato. O diaconato é um papel de serviço, não é um papel de autoridade sobre a igreja, tá? Ã, acho que é isso, irmãos. Vou encerrar a live por aqui. Já tá um pouco grande já. Ah, amanhã, se Deus quiser, temos vídeo normal, teólogos do Twitter para todos vocês. Se você gostou dessa live, gosto desse tipo de conteúdo, vocês? Eu geralmente não faço muito, mas será que dá para fazer mais? Vocês gostam desse tipo de material? Eu não sou um cara muito fã de live, não. Ah, eu gosto de fazer os livros gravadinhos e tal, mas se vocês acharem que esse tipo de de material, de conteúdo, faz sentido, se inscreve no canal. Você não quer perder nossas lives, clica no sininho. É no sininho aí que faz com que você seja notificado quando a gente faz live. Você acha que eu deveria fazer mais lives comentando assim com vocês, conversando e tal? E digam, seria interessante ah conversar ah nesse formato aqui. Acho talvez seja legal também. Vou responder aqui o último o último super chat que apareceu que diz: "Não é sobre o vídeo, a verdade gostaria de agradecer seus vídeos, você, tanto você, Zé Bruno, Víor Fontana, tem me ajudado muito, tenho escrito algumas músicas". Legal. Deus abençoe, meu irmão. Obrigado pelo carinho. O carinho de vocês sempre é uma coisa ah muito boa pro nosso coração quando a gente tá produzindo conteúdo na internet. A exposição sempre tem um um preço negativo, mas tem um tem recompensas também muito grandes, ah, principalmente do modo como vocês conversam e e interagem e tudo mais. Tá bom, pessoal? Vocês vocês que estão na live querem mais lives. [risadas] Excelente. Deus abençoe vocês, pessoal. Até a próxima. Amanhã vídeo normal. Se Deus quiser. Se der algum problema, eu faço outra live amanhã. Mas vai ter vídeo todo dia, se Deus quiser. Nem que nem que eu ten que fazer live todo dia, mas amanhã é para ter vídeo, tá gravado. Já gravei um monte de vídeo, vai sair se Deus quiser. Valeu, pessoal. Um abraço, deixa clicar em gostei para esse vídeo para mais gente na plataforma. Cheiro no cangote de todos vocês. E deixa nos comentários aqui, ó, que outração do EPB eu poderia comentar pra gente conversar a respeito. Tem uma decisão sobre neurodivergência, autistas na igreja. Gosto de valhar pena muita gente conversar também, né? Quem sabe? Vamos ver. Um abraço e até a próxima. M.