O PROBLEMA DE REACTS A CORTES DE PODCAST É ESSE
03/08/2026
O PROBLEMA DE REACTS A CORTES DE PODCAST É ESSE
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Fonte: Dois Dedos de Teologia
Legendas automáticas:
Ah, fizemos o, tu não mandou os arquivos ainda, né, filho da mãe? >> Como é, mano? >> Perdeu o cartão de memória da gravação do lançamento do livro dele. >> É verdade. >> Espera aí, Elias. Espera aí, Elias. Tu não não mandou nenhum link depois do desse dia, cara. Espera aí, Elias. >> Fala isso não, cara. >> Elias, tu perdeu a gravação, Elias. Não faz isso comigo, Elias. >> O Elias perdeu o arquivo, mano. >> Espera aí, Elias. Foi o que que tu fez com o cartão? Mas chegou em casa, tirou o cartão e jogou fora, foi? >> Elias, como é que tu perdeu o arquivo da gravação, macho? Não, pera aí, como é que eu gravo agora? Como é que eu como é que eu gravo agora o vídeo, Elias? Nesse nesse nesse nervosismo, se a gente perdeu o arquivo da gravação do lançamento do meu livro, mano. >> Gente, me me ajudem. >> Vocês sabiam que eu lancei um livro? Eu lancei uma ficção. Sabendo disso? O menino que queria ser Deus. Tá com 10% de desconto aqui no, no, na Amazon, hein? Entrei aqui, ó. Olha que bonito. A gente tava no primeiro mais vendidos em valores infantil juvenil. Gente, o feedback do pessoal desse livro tá muito bonito, viu? Tô muito feliz. O pessoal tá chorando. Vou entrar aqui, ó, ó, aqui, ó. Entrando aqui na Amazon. Só comentou aqui, ó. Acho que todos nós temos em nosso íntimo uma criança com dúvidas e dores de adulto. Aquelas dores que não entendemos, mas que achamos que podemos resolver sozinhos. Amei aprender com Danan. O livro é lindo, já indiquei para várias pessoas. Olha aí. Olha aí. Ó, tem outra outra aqui, ó. Uma história simples, uma verdade profunda. Do Lucas Gomes aqui, ó. Raramente um livro me emociona como este. Antes mesmo da leitura começar, a edição já encanta. Capa dura e de excelente qualidade, ilustrações belíssimas e um acabamento impecável que tornam a experiência ainda mais especial. Iago Martins conseguiu escrever uma história de leitura leve e acessível, mas com uma profundidade que permanece no coração muito depois da última página. Como cristão, encontrei nesta obra um lembrete precioso de que Deus continua sendo bom, mesmo quando nem sempre compreendemos seus caminhos. O livro não oferece respostas fáceis, mas conduz o leitor com muita sensibilidade a olhar para Deus com mais humildade, de esperança e confiança. É uma leitura delicada, inteligente e cheia de significado. Recomendo que você a inicie sem saber muito sobre a história, pois cada descoberta faz parte da experiência. Parabéns ao autor e à editora por entregarem uma obra tão bonita em todos os aspectos. É um livro que encanta pela apresentação, emociona pela narrativa e permanece no coração pela mensagem. Que mais pessoas sejam alcançadas por esta história e pelas verdades do evangelho que ela transmite com tanta beleza. Acho que eu não conseguiria falar sobre meu livro tão bem. Rapaz, tô até emocionado aqui. O menino que queria ser Deus é meu novo lançamento, minha primeira ficção. Se ela vender bem, a próxima que já está escrita vai sair também. Então, então, por favor, me ajudem aí a comprar esse livro. Compre esse livro para eu publicar o próximo, o próximo que eu já escrevi. Pelo amor de Deus. É para sair aí depois. É um livro para criança, Iago? É um livro para adultos. Mas crianças, seis anos para cima aí, dá para Minha filha de seis anos não entendeu nada, tá? Oito anos para cima talvez dê dê mais. >> [música] >> Algumas crianças pequenininhas leram aí e estão entendendo alguma coisa. Mas eu escrevi assim, é para criança que está dentro de nós, entendeu? Esse é um livro para a criança que está dentro da gente. Então, se você tem uma criança dentro de você, espero que você possa conhecer o Dandã e gostar dele. Mas não é isso que eu Não é isso não. Eu não estou aqui para simplesmente divulgar meu livro. Também estou um pouco. Nem estou aqui para ficar maluco porque o Elias provavelmente perdeu o arquivo da gravação do Poxa, eu estou estou preocupado. Estou preocupado aqui. Estou nervoso. >> [risadas] >> Não, o Elias vai achar o cartão. O Elias vai achar o cartão. Eu tenho certeza. Grande Elias, não vai vai fazer isso comigo não. O Elias vai achar o cartão. Eu estou estou querendo pegar o ritmo aqui para poder começar o vídeo porque eu estou que essa aí me deu uma preocupada agora aqui. Vamos lá. Seja >> [grito] >> muito bem-vindo ao Dois Dedos de Teologia. Eu sou o pastor Iago Martins e você está onde? Onde é que você pensa que está? Você está no meu, no seu, no nosso Teólogos do Twitter. É, este programinha chuchu beleza em que a gente, ó, chafurda na lama do que está viralizando sobre Deus na internet. Às vezes tem coisas boas, viu? Nem sempre a gente chafurda na lama não. Às vezes tem coisas boas que você separa aqui para mim. Vamos ver se tem coisa boa hoje. Vou entrar aqui no grupo agora, Teólogos do Twitter, e vamos ver o que é que o pessoal separou aqui para a gente. O Iago mandou aqui no grupo, ó, "Cowboy". Se for aquela musiquinha do Cowboy de novo, eu vou ficar bravo. Vou excluir ele do grupo. Não sei o quê Como é que é a música? "Cowboy quem me salvou não foi Playboy". >> Quem me salvou não foi Cowboy, não foi Playboy. Foi meu herói, [música] o meu Jesus quem me salvou. >> Quem me salvou não foi playboy, foi cowboy. Lembra dessa musiquinha? Se fosse a musiquinha de novo, viu? Vamos ver aqui. Espera aí. Cowboy Church, me mandaram. Que que é isso? Cowboy Church. >> No vídeo anterior, eu falei que tava com vontade de chorar e foi por conta desse dia aqui. Colocamos uma igreja cowboy no nosso roteiro e a experiência superou muito as nossas expectativas. >> [música] >> Logo na entrada, um senhor veio nos receber com sorrisão no rosto e uma arma na cintura. Mas calma que isso não tá super comum. Quando entramos na igreja, parecia que estávamos em um filme. Todo mundo de bota, chapéu, fivela. O louvor era country. >> [música] >> E até a banheira de batismo parecia um cocho de fazenda. Na hora da oração, todo mundo tirou o chapéu e só colocou de volta na hora do amém. E [música] quando o culto acaba, ninguém vai embora não, viu? Todo mundo começa a desmontar as cadeiras, começa a montar mesas pro almoço, inclusive o Rafa. Gente, eles almoçam todos os domingos juntos. Cada família leva um prato pra compartilhar e nesse [música] dia eles fizeram questão de convidar a gente. O Rafa, vocês já imaginam, né? Ficou meio sem graça, queria comer uma coisinha na estrada. [música] Já eu, aceitei o convite na hora. Coisinha na estrada? Nem pensava, filha, a gente vai almoçar aqui. E ainda bem que ficamos, viu? Porque a comida estava uma delícia. Conhecemos pessoas incríveis [música] e na hora de ir embora, o pastor, que é um querido, disse que se a gente não se encontrar novamente, a gente se vê no céu. [música] E quando a gente se encontrar lá, ele quer um abraço de cowboy. Ai, gente, eu só fui entender tudo que ele [música] disse quando a gente já tava dentro do carro, porque o Rafa traduziu pra mim. E aí eu chorei atrasado. E seguimos viagem para a próxima experiência, meus amigos. >> No vídeo >> Que legal, puxa, legal, hein? Nossa. Cara, eu não fui em igreja assim nos Estados Unidos, igreja cowboy. Cara recebendo com arma na cintura. Muito bem, cara. Isso é muito bom, excelente. Tem que se proteger mesmo do mal. Os puritanos diziam: "Confie em Deus e mantenha a pólvora sempre seca". É, meu patrão. Vai confiar em Deus, mas vai manter a pólvora seca pra, ó, plau, na hora que precisar, pólvora tá seca. Vai achar o quê? Jogar tudo na conta de Deus? "Ah, porque Deus resolve", né? Deus nos deu a vida pra gente, ó, ser Ó, administrar, proteger. E já e orai, vigiai e orai, ó, vigiai e orai, não é só orar, é vigiar e orar, né? É o velho ora et labora, muito bom. Cara, tem muito caso de atentado em igreja nos Estados Unidos que o cara mata, sabe, o cara dá três tiros e cai, porque alguém na igreja tava armado, né, e impediu um atentado. Eu, cara, não lembro quem foi que disse isso, mas dizem muito isso, a única forma de separar um homem mau com a arma é se tiver um homem bom com a arma. Ah, mas todo mundo é mau. Tá entendendo seu jumento o que eu tô querendo dizer? No sentido espiritual, obviamente, todos nós somos maus, mas no sentido social tem os que matam pessoas, assassinam a gente na rua e tem quem protege os inocentes dos assassinos, entendeu? Existem pessoas com atos bons na na na existência. Um homem mau com a arma só pode ser parado por um homem bom com a arma. Então, meu irmão, ter gente armada na igreja é uma benção, é uma benção pra proteção dos seus. O problema é que a gente vive nesse negócio que ah, não, mas Deus vai cuidar, Deus vai cuidar, Deus A gente sabe, sabe qual é a parada? A gente é muito irresponsável. A gente sabe o que tem que fazer, sabe o que do que precisa, joga tudo na conta de Deus, mas Deus resolve, Deus resolve, Deus tá? Só vai ser Eu tenho ficar irritado já. Espera aí. Eu já vou ficar irritado porque tem um pessoal que diz assim, tem um pessoal que eu conheço, tá ruim de saúde, certo? Aí eu tento dar aquele toque, né? Bora lá, cuida aí da saúde, vamos lá, vamos no médico, vamos tá, não sei o quê, não sei o quê. Pessoal idoso, pessoal idoso. E aí o pessoal idoso diz assim, ó: "Não, quando for a hora de ir Deus leva". Quando for a hora de Ninguém consegue mudar a hora de Deus ver as coisas não. Eu digo, mas essa teologia tá toda errada, tá errada, é um tipo de determinismo da irresponsabilidade. Não, mas sabe o que é que sabe qual é o negócio? O plano de Deus talvez inclua isso você se cuidar, entendeu? Porque o pessoal acha que porque Deus é soberano, eu sou um robô, é isso, eu sou um robô? Nem nem o calvinismo crê nisso. A ideia é que nós temos uma liberdade de agência, Deus é soberano sobre a história, existe um concurso entre a nossa liberdade de agência e a soberania de Deus, que de alguma forma a minha atitude, o meu ato, que é 100% meu, foi também um ato 100% de Deus. Como é que isso É um mistério, meu patrão, ninguém sabe como é que essas coisas se relacionam. É por isso que a crítica arminiana é muito tosca às vezes. Ah, porque o calvinista é um determinismo. Não é, nós acreditamos em um mistério e não em uma determinação completa que ignora a atitude humana. Nós somos a Eu escolhi apertar o botão aqui, ó, vou apertar o A. Quem foi que decidiu fazer isso aqui? Fui eu. Mas Deus estava no controle disso também. Eu apertei esse botão de A porque Deus quis. Mas fui eu que quis. Mas não foi Não foi Deus que me fez apertar o A. Deus não me fez apertar esse A. Quem apertou esse A fui eu. Mas foi Deus que guiou a história incluindo que eu apertasse esse A. Como é que essas duas coisas se relacionam na mesma Ninguém sabe. A Bíblia não está disposta a revelar isso. Ela só está disposta a revelar essas duas verdades simultaneamente. Eu sou livre, tenho responsabilidade pelas minhas atitudes, Deus é completamente soberano, totalmente soberano sobre cada uma das coisas. Eu não posso viver a minha vida de forma irresponsável e colocar nas mãos do Senhor a responsabilidade da minha irresponsabilidade, né? É que nem tu aí, ó, tá ficando careca, sabe o que fazer para resolver e fica "Não, mas aí Deus tá no controle. Ah, vou me preocupar com isso não. Não sei o que sei o que Deus quer". Irmão, sabe o que Deus queira? É que você faça, sabe o quê? Você use os produtos. Tá Manual. Não vou dizer que é o que Deus quer para sua vida, que eu não sei dizer qual o plano de Deus para sua vida. Mas se você quer cuidar das suas madeixas e impedir que caia cada cabelo da sua cabeça, Manual é a melhor pedida para isso. E vou dizer, tá? Manual está com promoção especial de Dia dos Pais. Tá chegando o Dia dos Pais. É uma coisa boa. Você tá tratando seu velho com carinho? Seu pai aí, ó, Dia dos Pais, viu? Você honre aí seu pai, honre aí quem acabou de te dar vida. Talvez seu pai só tenha te deixar de herança a tendência genética de ficar careca. Vai ficar com raiva dele não. Pelo contrário, vai dar de Manual para seu pai. Por que não? Ninguém escolhe isso, tá na soberania de Deus, é é genética. Mas cuidar de si mesmo é uma herança que você pode passar para seus filhos, você pode devolver aí para seu velho. Então, que tal neste Dia dos Pais você começar a cuidar de você e dos outros? E você começar um tratamento da Manual junto com seu pai? É, meu querido, tem um kit tuite aí para você que vai fazer isso, tá? Aqueles que até o dia 13, agora de agosto, se inscreverem para o pacote de seis meses da Manual, vão ganhar um cartão presente de 100 reais, ó, 100 reaiszitos lá na Netshoes, para você gastar como quiser. Já faz parte do teu presente de Dia dos Pais, que maravilha. E usando o cupom Teologia, você garante 40% de desconto na sua primeira compra da Manual, incluindo frete grátis. Você tá esperando o quê? É só entrar no site da Manual, fazer uma avaliação personalizada, pessoal e gratuita, com um médico credenciado, que vai individualmente montar o tratamento ideal para o seu caso. E aí, você e seu pai, ó, vai cada um no seu ritmo, com o seu tratamento específico, tendo acesso, aí, ó, ao WhatsApp para você tirar dúvidas e resolver qualquer coisa que surja, ó. Manual, vai ficar jogando para cima e esperando a sorte ou vai começar a se tratar agora? Vai no link da descrição, usa o cupom Teologia e aproveita, ó, 100 pau para você gastar na Netshoes como você quiser. Você faz o tratamento, seu pai ganha um presente, por que não? Você já mete o seu pai no tratamento também e vamos começar todo mundo a virar cabeludo aí para o próximo Dia dos Pais. Mas corre, que é só até dia 13. Vem ter um feliz Dia dos Pais com a Manual. Link na descrição ou no QR code aí na tela. Mais de 200 militares nos Estados Unidos registraram queixas formais denunciando que os seus comandantes estão dizendo que a guerra no Irã é parte de um plano divino para provocar o fim do mundo e a volta de Jesus. >> Fala, meu Deus do céu. A guerra no Irã, plano divino para trazer o volta de Jesus. Eu tô, olha, parabéns, parabéns. Vamos ver. >> A Fundação pela Liberdade Religiosa Militar recebeu essas queixas de militares de todas as Forças Armadas. Uma dessas queixas denunciou um comandante que pediu para os seus oficiais falarem para as tropas que a Operation Epic Fury era parte do plano divino de Deus e que o presidente Trump foi ungido por Deus para acender o fogo no Irã e causar o Armagedom e marcar o seu retorno para a Terra. >> Quais malucos aí, cara? Olha, pelo menos foi um cara, né? Foi um um comandante, né, que falou isso para os oficiais, né? Você deve ser uma pessoa poderosa. Você é uma pessoa muito poderosa. Nossa, vai que desculpa mequetrefe, né, para justificar a guerra? Olha, meu irmão. >> As queixas falam de uma euforia irrestrita de seus comandantes diante do que eles percebem ser chegada do arrebatamento. Isso, infelizmente, não é coisa de meia dúzia de maluco. O Instituto de Pesquisa [música] de Religião Pública entrevistou mais de 22.000 pessoas em todos os 50 estados do país e descobriu que cerca de 1/3 dos americanos se identificam com ou são simpatizantes do nacionalismo cristão. Entre republicanos, o número é 56%. >> Mas vê só, o nacionalismo cristão, ele é um movimento muito mais político que religioso nos Estados Unidos, nesse sentido. O americano é muito nacionalista e ele é ensinado constantemente a esse espírito, não é, de proteção e de amor aos seus valores, à sua nação e tudo mais. Existe uma forma positiva de ser nacionalista, né? Existe um tipo de patriotismo que é muito positivo. Você amar sua terra, amar o seu povo, amar a sua história, amar os seus heróis e tudo mais. Mas existe uma forma ruim de nacionalismo também, não é? O C. S. Lewis escreveu muito sobre isso. Nos Quatro Amores, tem um trecho inteiro lá que ele fala sobre patriotismo, nacionalismo. O problema é quando esse tipo de amor patriótico se converte em outras coisas, não é? Como, por exemplo, achar que o teu povo é um povo escolhido. Isso é muito comum, isso foi comum em muitos ambientes, não é? Ao longo da história. Tem um livro muito interessante sobre isso, chamado A Bíblia Inglesa e as Revoluções do Século XVI. Será que é esse? Poxa, eu tenho uma internet aqui. A Bíblia Inglesa e as Revoluções do Século XVII. É isso. Do Christopher Hill. Eu li esse livro, estava fazendo Ciências Contábeis e eu tinha 17 anos. Ciências Contábeis. Eu li livro aqui. É muito interessante o modo como ele mostra como em vários países da Europa, os cristãos acreditavam que a sua nação era nova Israel. E esse mesmo espírito é muito comum nos textos fundadores, né, dos Estados Unidos, e ainda faz parte da cabeça de muito cristão americano, norte-americano, que vai acreditar que Deus tem algum plano especial para os Estados Unidos da América, detidamente de outras nações, não é? De novo, os Estados Unidos é um lugar excelente, muito próspero, muito rico, tem muitos valores, não é, muito bons lá, muitos excelentes, muitos excelentes lá, mas nenhuma nação é nação escolhida por Deus a parte da igreja. A igreja é a nação escolhida por Deus. Esse nacionalismo às vezes também se expressa como um tipo de fardo americano. Aí eu já vi muita gente boa, gente respeitável, vindo com essa conversa para mim lá nos Estados Unidos, dizendo: "Ah, esse é o fardo, esse é o fardo americano, de levar a civilização para outros povos, de levar, né?" O problema é que às vezes eles levam a civilização, né, com bomba, né? Aí é um pouco mais complicado às vezes. Geralmente eles levam alguma coisa em troca, não é, nesse processo. Mas eles realmente, muitos americanos acreditam que são uma nação que tem um tipo de missão divina de ajustar o mundo, não é? E e essa visão extremamente altruísta, né, geralmente tá nas mãos de líderes autocratas, então é muito perigoso. E existe, obviamente, também uma visão muitas vezes racista ou xenofóbica, né, em muitos ambientes americanos. Eu digo isso porque estive lá, vi muita coisa, tenho muitos colegas que estavam lá e viram muitas coisas. Poxa, eu tava no já tava nos Estados Unidos e arremessaram coisas em mim, não é, coisas do tipo, na rua, sem ser nenhum nenhum motivo. Tava andando na rua, o cara de dentro do carro jogou uma coisa em mim, sabe? Para quê? Não é, o que é que havia ali que fez o cara querer jogar uma coisa em mim no meio da rua? Será que era só minha lata que era diferente? Sei não. Existe existe uma cultura lá muito esquisita, não é, de segregação racial, de questões de xenofobia, que é muito comum dentro dos ambientes americanos às vezes. Tem vários exemplos disso, não é, de de pessoas conversando na sua língua materna num supermercado e gente lá gritando: "Fala inglês, fala inglês, aqui é América, velho. Você tá aqui, fala inglês". Eu sou um turista, falando com meu filho aqui, qual com qual, é a parada, meu irmão? E uma coisa que você não consegue conceber no Brasil né? Você encontra dois americanos conversando no supermercado, você vai gritar: "Fale português". Entendeu? É uma coisa muito maluca assim que você encontra muitos ambientes americanos, norte-americanos, que as vezes vem dentro dessa pecha de nacionalismo. Esse tipo de reconstrucionismo cristão, muito comum nos Estados Unidos, ele vem muito dessa ideia de que existe talvez um tipo de plano de Deus, de cristianização do mundo que vai passar pelos Estados Unidos. É, muitas vezes acho que os Estados Unidos vai ser essa nação cristã, a única nação realmente cristã que vai levar, né, o evangelho para, e a verdade para os outros. Eu acho tudo isso muito, muito tosco. Mas obviamente não representa todos os americanos, né? Mas o nacionalismo, né, algum tipo de nacionalismo que perpassa, né, uma visão cristã de mundo também para eles, é uma visão muito difundida, muito comum lá nos Estados Unidos. >> Entre evangélicos brancos protestantes, esse número é de 67%. Na Páscoa, na Casa Branca, o pastor Franklin Graham orou publicamente comparando o Trump à rainha Esther e disse que Deus levantou o Trump para um tempo como esse, para derrotar o Irã. >> Rapaz. Olha, o, a religião do bolsonarismo, que eu denunciei aqui no Brasil, parece pouco comparado com a religião do trumpismo. Não é? O Trump conseguiu puxar as forças políticas para si com muito mais peso religioso do que o próprio Bolsonaro aqui no Brasil, não é? Eu acho que ninguém escreveu religião do trumpismo. Acho que nos Estados Unidos já vi alguns livros mais ou menos sobre isso e tal, mas olha, é, é chocante que um líder civil receba esse nível de, de apoio religioso. O cara não, não voltar com loucura? O cara disse que Deus enviou o seu filho. O cara não disse aí que o, que o, que o filho do Bolsonaro foi enviado, que Deus enviou seu próprio filho? Tá aqui um vereador, Anderson Sena, tá aqui no TNT Brasil TV. Olha aqui. >> E se ele pediu para a gente levar o time para frente, nós vamos levar o time para frente. E ele escolheu Tarcísio, ele escolheu o André do Prado, ele escolheu o governador Tarcísio com o Felício, ele escolheu a deputada [música] estadual Letícia Aguiar, ele escolheu a Sandra, ele escolheu o Regis e ele escolheu o filho. Eis que ele enviou seu próprio filho. Isso tem semelhança com vocês ou não? Eis que o todo poderoso, aquele que nos salvou, enviou o seu próprio filho. É isso que Jair Messias [música] Bolsonaro fez, enviou o seu próprio filho. >> Amou o mundo de tal maneira que deu o seu filho unigênito, né? Para que todo aquele que nele crê não pereça, mas tenha a vida eterna. É isso aí. >> [risadas] >> Marcha aí. Você É, a gente tá enfiado num mar de imoralidade. Ah, não, mas tem que votar em quem então? Tem que votar é nulo? Mas dane-se, eu não tô nem aí para quem tu vai votar agora não, entendeu? Só tem vagabundo, canalha e vagabundo. O meu problema não é esse. Minha questão é, olha que tipo maluco, doentio de apoio, sabe? É, doentio. É, sabe? É, é, é, é, herético, é, nossa. Mas bom, eu tô numa digressão imensa aqui. Vamos voltar aqui ao vídeo da música. >> A conselheira espiritual do Trump comparou o Trump a Jesus. >> [música] >> Isso não é só religião na política, algo que não deveria ter, mas também é uma tentativa de transformar um estado laico num estado teocrático. >> Então, não, né? Também vamos deixar de loucura também, minha filha. Primeiro, pode ter religião na política sim, porque a religião faz parte da vida dos indivíduos, faz parte da relação dos indivíduos com o estado. Não tem nenhum problema ter, existir influência religiosa nas decisões dos indivíduos, porque isso é inescapável, é impossível sair disso, é impossível fugir disso, entendeu? Porque todos nós somos religiosos de alguma forma. Tá lá no meu livro Idolatria Política, Como Governos se Tornam Deuses. Tem um capítulo inteiro só para explicar que é inevitável que haja algum tipo de influência religiosa até sobre ateus, até sobre, sabe? Pessoas que não creem no Deus pessoal. Eles possuem uma religião em algum sentido. Então, é impossível você não ter religião na política. Em segundo lugar, isso é uma tentativa de teocracia? Cara, não, isso é uma tentativa só de cooptar cristãos a um apoio político. É só isso. Você, as pessoas enxergam demais às vezes. Essa idolatria, não é? Por parte do povo é muitas vezes realmente idólatra, é realmente muitas vezes um um esforço de divinização de alguém. Mas por parte dessas grandes lideranças é só conversa, é só migué, é só queixo, entendeu? Pra quê? Pra enganar o povo, pra trazer o povo. Tu acha que esse pessoal realmente acredita nisso, meu Deus? Pessoal só quer enganar a galera, só quer atrair a galera. Esse povo só quer saber de dinheiro e poder, meu irmão. É só a libido dominante mesmo. >> E cada uma dessas coisas parece um deslize, um político religioso exagerado, mas tudo faz parte de um projeto de normalização dessas coisas. Eu não estou atacando uma religião. O ponto aqui é outro. Se a gente define um estado laico, pra gente poder ter liberdade pra praticar as nossas ou qualquer religião, então o crescimento do nacionalismo cristão dentro do governo não deveria ser algo normalizado. Talvez isso passe despercebido pela maioria da população aqui, [música] porque a maioria da população se identifica como cristão. Então soa familiar, aceitável. Mas se fosse qualquer outra religião influenciando decisões militares e a política de um país desse jeito, a reação seria a mesma. Não é isso que os Estados Unidos fala que tá combatendo em outros países extremistas? >> Leila, eu vou dizer o seguinte, tá? Existe algum nível de coerência no que ela diz, quando ela tá preocupada com o, o ponto inicial aqui, né? Poxa, o, a galera de ver ir pra, as tropas devem ir, ir, ir lutar porque isso é o plano de Deus pra trazer o apocalipse e tal. Realmente é um tipo de coisa que não tem cabimento um líder civil tá colocando como parte do motivo das operações militares que vão ser, sabe? Vamos sacrificar a vida aqui dos nossos combatentes em nome de um, de uma teologia que tá até errada, inclusive. Agora, quando ela aplica isso a, a outras linguagens, a outros exercícios, né, de, de religião, eu acho que de forma nenhuma. Eu acho que depende muito do tipo de nacionalismo que tá sendo proposto. Tá sendo proposto algum tipo de nacionalismo que vai contra as liberdades religiosas? Essa é a grande questão. Porque a influência política de uma religião, ela faz parte do estamento democrático. Se você tem pessoas o bastante naquela religião encontrando espaço civil, faz parte da democracia e paciência. Aguente-se. Se você tiver um monte de gente muçulmana, um monte de gente de de religião afro, é, um monte de gente ateia, encontrando representatividade social e civil e levando seus ideais para o mundo político, isso faz parte da democracia. A grande questão é: esses ideais são ideais de liberdade ou são ideais de destruição das possibilidades dos indivíduos autogovernarem sua vida, decidirem como buscar sua própria felicidade? Essa é a grande questão. Não é se há uma influência religiosa. É se ainda existem estatutos sociais, uma compreensão cultural e um sistema legal que proteja a liberdade das pessoas em suas vidas. No fim das contas, é só isso que que define se você está num ambiente de risco ou não. É, não é qual o tipo de influência religiosa necessariamente. Você pode ter umas religiões mais democráticas do que outras? Certamente. Mas aí já é já é já é outro outro problema. >> Os Estados Unidos não foi fundado como um estado teocrático. Pelo contrário, muitos dos Founding Fathers desconfiavam da influência da religião na política. Alguns até queriam acabar com a religião no país por completo. E ainda assim, o que estamos vendo agora é uma aproximação cada vez maior e perigosa entre fé e o poder estatal, sendo tratado como algo comum, com muita gente agradecendo a Deus por isso. >> Eu acho que são leituras erradas dos Founding Fathers. Founding Fathers realmente não criaram um estado teocrático. Eles defenderam o estado laico, isso é fato. Mas falar que eles queriam tirar que alguns deles queriam tirar a religião nacional, aí é exagero, tá? Não acho que é o fato não. Vamos lá, ó. Vídeo interessante aí para fazer a gente pensar sobre essas coisas. Coisa de doido. Bora para a próxima. Nosso querido Marcos Granconato. Tenho muito respeito, começar já nessa, tá? Tenho muito respeito ao Marcos Granconato. Muito muito muito mesmo. Muito muito mesmo. O homem deve ter de de ministério que eu não tenho de vida. Então, ó, eu quero deixar isso aqui já pré-estabelecido. Vamos ver aqui o que é que viralizou dele aí que vocês me mandaram. Eu não gosto quando vocês mandam coisa de amigos assim. Espero que seja coisa que eu concorde para poder continuar sendo boa praça aí com o Gran Conato, que eu gosto muito dele. Vamos lá. >> A pessoa que foi traída no casamento, ela tem licença nos evangelhos [música] para separar da pessoa >> [música] >> que a traiu, para se separar do cônjuge que não foi fiel. Ela tem essa permissão, entre aspas, isso é tolerável, mas não é o ideal de Deus. O ideal de Deus é que haja perdão e reconciliação. >> Muito bom o que ele diz aqui, tá? Porque isso é justamente um ponto que complexifica a nossa ética. Na ética bíblica de algumas pessoas, já falei isso várias vezes aqui, tá? Na ética bíblica de algumas pessoas, só existem duas categorias. É categoria do prescrito e do proibido. Então, existe o proibido e o prescrito. Há o que Deus ordena e há o que Deus proíbe. Mas, na verdade, na ética bíblica, existem mais duas categorias. Entre o prescrito e o proibido, existe o permitido e o preferível. Então, ao invés de você pensar em prescrito e proibido, você tem que pensar em proibido, em permitido, em preferível e em prescrito. Você não pode ficar só em dois P. Você tem quatro P's aí, pelo menos, dentro do contexto da ética bíblica. Você tem vários exemplos disso ao longo da teologia do Antigo e do Novo Testamento, como, por exemplo, nas questões de absolutismo graduado, que aí é um termo do Norman Geisler, que ele vai dizer que o existem valores morais absolutos, mas existe uma gradação desses valores morais. Então, quando, por exemplo, as parteiras hebreias mentem para poder salvar a vida de garotos, elas mentem para que crianças não sejam assassinadas, a Bíblia trata como se fosse uma coisa boa, por exemplo. Então, você tem aquilo que é preferível. O que é que a Bíblia diz? Pode mentir? É prescrito, mentir é prescrito ou é proibido? É proibido. Então, o que é que eu faço aqui? Tem que matar a criança? Não é isso, porque matar criança também é também é proibido. Eu entrei num conflito ético. O que é que é preferível dentro de um ambiente de conflito ético, não é? Por exemplo, a ética bíblica é muito mais complexa. Texto de Mateus que fala sobre a liber a a carta de divórcio em caso de adultério, em caso de porneia, né, de imoralidade sexual, é um texto muito claro para a gente entender a categoria do permitido, o que não é prescrito e nem proibido, é permitido dentro do contexto em que existe um preferível. Então, o que é que o texto diz? Em caso de porneia, você pode dar carta de divórcio, mas isso não é o ideal, o texto vai dizer: "Deus permite por causa da dureza do coração". O ideal é o quê? Que haja realmente perdão. Então, dentro de um caso normal, em que existe adultério e aí a parte vai ter que decidir se vai continuar no casamento ou não, existe aquilo que é permitido, é permitido divorciar, é permitido ir embora, mas o que é preferível é continuar. Continuar é prescrito? Não, é preferível. Divorciar é proibido? Não, é permitido, entendeu? Existe o preferível e o permitido aqui nesse caso, não só o prescrito e o proibido. Isso deixa a ética bíblica muito mais madura, muito mais complexa do que o modo como muitas vezes a gente é ensinado a pensar. Agora, isso em todos os casos, existem casos mais anormais, não é? Como, por exemplo, a parte não está arrependida, não existe arrependimento genuíno, não é? E a pessoa continua em atos constantes de adultério. Eu acredito que existe um senso de proteção da imagem de Deus, um senso de proteção daquele indivíduo que está sofrendo, que precisa ser levado a cabo também. Uma coisa é: houve um adultério, esse adultério foi confessado, foi arrependido, há um pedido de desculpa, há uma restauração e OK, isso é uma coisa, isso é um cenário já muito difícil, muito terrível. Existe o cenário do: "Meu marido está saindo com uma rapariga nova todo o fim de semana". E aí, "Ah, não, mas eu tenho que perdoar". Não, meu irmão, não tem arrependimento nenhum, pô. Se não existe arrependimento genuíno, um arrependimento da boca para fora e o pecado continua e continua, esse perdão que tem que ser dado no coração, não tem como existir uma reconciliação diante da falta de arrependimento da outra pessoa, que não está arrependida, que não está não está mudando, não está nem aí para para restaurar esse casamento. Na minha compreensão, só é possível existir restauração do relacionamento quando existe arrependimento genuíno. Se não existe arrependimento genuíno, não tem como a pessoa continuar nesse casamento, não tem como. A parte adúltera está lá nem aí para o próprio pecado, pelo amor de Deus, não é? Vá-se embora, vá-se embora. Aí ficar se submetendo a isso para quê? Se o indivíduo não tá arrependido do próprio pecado. Vamos ver como é que ele continua aqui. >> No tocante a contrair segundas núpcias, a Bíblia proíbe isso terminantemente. >> Ih, aqui eu discordo. Com muito respeito, eu respeitosamente discordo das informações desse vídeo. Eu não acredito que a Bíblia proíba terminantemente, certo? Absolutamente não acredito. Vou ver o resto do argumento do do Graciano, obviamente, mas eu já começo dizendo o seguinte, tá? O texto que tá sendo discutido pelos fariseus com Jesus é o texto de Deuteronômio sobre carta de divórcio. Eles chegam, por que é que Moisés mandou dar carta de divórcio? O texto sobre carta de divórcio fala sobre poder casar de novo. Receber uma carta de divórcio, no Antigo Testamento, era a permissão para casar novamente, certo? Essa é a carta de divórcio. Então, Jesus tá discutindo, quando discute carta de divórcio com os fariseus, ele está discutindo a permissão para casar de novo. Não é só a permissão para ir embora. Isso é um paradigma muito muito tranquilo na leitura do texto, o que me faz discordar dessa interpretação, que tá cada vez mais caindo em desuso, mas que ainda é muito comum em alguns círculos, de que você pode divorciar, mas não pode casar de novo, em caso de adultério. Eu acho isso uma leitura que não condiz diretamente com o que tá escrito lá. Eu falo sobre isso em detalhes no nosso vídeo sobre divórcio aqui no canal. Se você quiser as bases bíblicas da discussão, toda cuidadosa sobre isso, tá lá, é só você ir nesse vídeo, que tá tudo direitinho ali. Vamos ver o como é que ele vai argumentar nesse sentido. >> para todas as partes envolvidas, tanto [música] a parte infiel, quanto a parte inocente. A única opção da pessoa que foi traída, que a pessoa [música] que foi traída tem, é são duas opções, na verdade, voltar, perdoar, ou ficar sozinha. >> Pois é, não dá para acreditar nisso, na minha leitura. Não tem como. O que é até meio triste, né? Assim, ah, beleza, o meu marido tá me traindo, me traindo, me traindo, ou vou ter que ficar solteira para sempre, ou vou ter que aceitar um cabra que tá me traindo, me traindo, me traindo, me traindo. Isso não é, de alguma forma, enfiar a pessoa num num relacionamento terrível para sempre, entendeu? Se a pessoa não puder ficar só, eu acho complicado, tá? Acho complicado. Acho, acho realmente errado. Existe alguns textos, né, que as pessoas usam para argumentar nesse sentido: "Ah, mas Paulo fala em Romanos que você fica preso ao marido até a morte, quando o marido morre o casamento é que a aliança acaba". Ele está falando, está falando de caso de adultério, está falando de um casamento que dura até a morte da pessoa, né? As pessoas, sabe, não, os textos, eu lido com todos esses textos lá, lido principalmente no livro, se você quiser aprofundamento maior, tem um capítulo inteiro sobre divórcio no livro Igrejas que Calam Mulheres. Capítulo inteiro só sobre isso, que eu discuto tudo isso também com mais profundidade, com mais detalhes, tem mais coisa no livro do que tem no vídeo aqui. Então, alguém que precisa muito lidar com esse assunto no sentido teológico, vai lá, é minha recomendação. De novo, muito respeito ao Graconato, mas eu discordo profundamente da percepção dele aqui sobre esse assunto, tá bom? E de novo, dá para respeitar uma pessoa que você discorda, tá? Não sejam malucos. Próximo. Zé Bruno. >> Mundo espiritual, isso é platônico. Quem dizia que tem um lugar acima e outro abaixo é Platão. >> É o novo testamento também, né? O antigo testamento também, não? Não entendi não, o ponto dele aqui. Vamos ver. Vamos ver, estou confuso. É só um baitzinho para começar e ele vai explicar melhor agora? Pode ser, vamos ver. >> Não, a Bíblia diz que Deus está no céu, a palavra céu é simbólica. Essa linguagem em cima, em baixo, é simbólica. Quando ficar as roupas no chão. Então, aí é para quem crê no arrebatamento. E a gente fala mundo espiritual como se, por exemplo, nós estivéssemos conversando aqui e Deus não tivesse aqui e eu tenho aqui para um lugar mais alto ou fora daqui para encontrá-lo. >> Então, eu não, não entendi, o problema do corte é esse, né? Não sei qual o contexto que ele está colocando aqui. É, a linguagem é simbólica, mas a linguagem simbólica é essa, é a linguagem simbólica de um mundo espiritual. Olha, a linguagem de Platão também é simbólica. Platão não acreditava literalmente que o mundo das ideias ficava no céu. É uma linguagem simbólica também. A linguagem bíblica é simbólica. Significa que Deus está nos céus, ele está num lugar mais alto, ele está acima, enquanto abaixo, né, aquilo que é mau, aquilo que está nas trevas, as profundezas. É uma linguagem simbólica muito importante. Quando Jesus sobe, né, ele vai aos céus, ele ele vai até as nuvens, ele não desce pro fundo do mar, ele não desce num buraco, ele sobe até os céus, porque essa é a linguagem simbólica que é aplicada a todo o antigo e novo testamento pra falar, né, do do mundo espiritual, do lugar espiritual. Agora ele está contrapondo com a ideia de um Deus que tá aqui, né, ah, eu não sei, eu não peguei ainda qual é o ponto. Vamos lá. >> Deus criou o mundo, era um jardim e ele tava com [música] o homem todo dia. O mundo é o templo, aonde Deus se relaciona conosco. >> [música] >> A gente percebe a presença de Deus em nós e nas nossas relações. Ele não tá num lugar especial. Em todo o evangelho, em toda a Bíblia, o contrário de espiritual não é material, o contrário de espiritual é carnal. >> Aqui matou a pau, tá? Eu realmente não sei qual é o problema específico da que ele tá tentando contrapor aqui na ideia do mundo espiritual, e tal. Eu eu acho que que é a linguagem bíblica, né? É uma linguagem simbólica e bíblica, a gente tem que respeitar os nossos os linguajares bíblicos. Mas de novo, é a desgraça do corte. Eu não sei qual é o contexto que ele tá interpolando aqui. Mas a ideia que ele tá pondo de que, na verdade, a presença de Deus é é constante, né, é tá aqui, isso é maravilhoso. Essa divisão que ele faz, nossa, isso aqui é é uma Doyle na veia, é neocalvinismo na veia, de que o contrário de espiritual é carnal, não é material. Esse dualismo natureza e graça, que é muito comum no catolicismo romano, é um dualismo que a gente não segue, como se as coisas materiais, como se as coisas da terra, como se comer, beber, tudo isso fosse uma coisa mundana, maligna, de alguma forma. Não é, absolutamente não é, são coisas normais da nossa vida, não é? Que a gente vive e faz parte da da vida de Deus em nós também. >> Quando eu me entrego ao mal e ao pecado é que eu me separo dele. Na verdade, me separo na minha relação, porque ele não deixa de estar aqui comigo. Ele senta na mesa, aonde você acha que só tem demônio, se você falar "Senhor", ele fala "Tô aqui". Porque, na verdade, não é ele que está, tudo que existe está nele, ele é maior do que a existência e maior do que o tempo. Atos 17:28. Paulo no Areópago. >> É isso aí. Nele vivemos, nos movemos e existimos. >> Citando Cleanto, Epiménides e Arato, usando um cântico a Zeus, cultura grega. Do mundo. Do mundo. E ele diz: "Nele vivemos, nele nos movemos e nele existimos". >> É isso aí. É isso aí. Certíssimo. Maravilhoso. Não entendi direito o que é que ele está contrapondo no comecinho, então mas é falha minha. Só tem um corte aqui para para reagir, mas perfeito. Achei maravilhoso. Zé Bruno é um homem de aço, né, cara? O Zé Bruno, eu acho que tudo que o Zé Bruno fala eu acho acho bom. Poucas vezes na minha vida eu vi alguma coisa do Zé Bruno que eu não gostei, viu? Acho muito legal o modo como ele coloca as coisas. Este foi o Toulos do Twitter de hoje. Se você gosta desse tipo de conteúdo, não deixa de se inscrever no canal e assinar as notificações para ficar sabendo sempre que houver vídeo novo. Vai aproveitar lá o seu desconto na Manual nesse Dia dos Pais. Tá na descrição aí com o cupom Teologia. E a gente se encontra no próximo vídeo. Um cheiro no seu cangote e até a próxima.