Quebrando o Silêncio – Capacitação Cristã e Conscientização | Larissa Rodrigues
30/08/2026
Quebrando o Silêncio – Capacitação Cristã e Conscientização | Larissa Rodrigues
Quebrando o Silêncio – Capacitação Cristã e Conscientização
Sermão ministrado pela Candidata a Deputada Federal Larissa Rodrigues
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Fonte: Igreja Vintage
Legendas automáticas:
[música] เฮ [música] >> [música] >> Noite, irmãs. >> Boa noite. >> Vocês estão felizes de estar aqui? >> Sim, >> estou muito feliz. Quero apresentar vocês, talvez alguns de você, algumas de vocês ainda não conheçam. Esta aqui é a Larissa. Vocês lembram de um podcast que o Jack foi convidado para falar com os esquerdistas fedorento? Foi ela que convidou. A culpa é dela. [risadas] Irmãos, Larissa é nossa irmã em Cristo. Uma bênção, serve ao Senhor, serve sua casa, sua família, serve o nosso estado. E ela tem um trabalho importantíssimo, né, com crianças, um instituto que ela e a mãe dela, ela fundou um instituto, ela e a mãe dela lideram. E hoje ela veio falar de um assunto de extrema importância, tá? É um assunto sensível e um assunto sobre abuso infantil, sobre combate ao abuso infantil, que para nós, mães, mulheres, nós devemos eh entender como de extrema relevância, porque passa por nós, principalmente. Nós somos a principal arma que o Senhor pode usar. para defender nossos filhos, nossas crianças, as crianças que estão ao nosso redor. Então, hoje o Senhor vai usar a Larissa para nos capacitar para isso. Ela tem uma agenda extremamente apertada. Esse período do ano para ela é muito cheio e ela abriu um uma data para nós. Então, quero que vocês entendam que isso é uma bênção, um presente do Senhor. Prestem atenção, que os nossos corações hoje possam ser uma terrinha onde essa palavra vai cair e vai frutificar. E nós vamos ser ferramentas de Deus para todas as crianças que estiverem ao nosso redor, nós servirmos de bênção, capacitadas hoje pela Larissa. Vocês estão felizes que ela está aqui. Você pode aplaudir a Jesus. [aplausos] Larissa, tu é muito bem-vinda. Tu tem liberdade. Que Jesus te use. >> Amém. Obrigada. >> Obrigada. Glória a Jesus. >> Amém. Boa noite. Deixa eu beber uma aguinha aqui antes que eu tô meio ruim da garganta. Até já peço desculpa de de maneira antecipada. A gente tá correndo bastante por aí pelo estado. Então, como eu tô sempre falando, né? Eu já falo muito naturalmente, mas agora mais ainda. Então, às vezes a garganta dá uma falhada. Já estou medicada, graças a Deus, mas eh peço desculpa pela minha voz. Obrigada, Talita, obrigada as mulheres fortes da igreja Vintage. Eu sou uma grande admiradora do trabalho que essa igreja desenvolve, principalmente no que diz respeito à proteção, ao cuidado da família. Porque não adianta, né, gente? Esse é o núcleo principal da sociedade. Antes mesmo de Deus instituir a igreja, Deus instituiu a família. E a igreja nada mais é do que um núcleo de várias famílias. E glória a Deus por isso nós estarmos reunidas aqui hoje. Vou te convidar então a fechar os olhos para nós orarmos. [limpando a garganta] Senhor Deus, muito obrigada. Muito obrigada, Pai, por essa noite, pela vida de cada irmã aqui hoje. Obrigada, Senhor, pela tua bondade, pela tua graça, pela tua fidelidade, por nos permitir estar aqui hoje para ouvir da tua palavra, para ouvir algo que vem do teu coração, Senhor. Que o Senhor me use conforme a tua vontade, Deus. que não seja eu aqui falando de mim mesma, mas que seja o Senhor ministrando aos nossos corações. Que seja a tua poderosa palavra adentrando na nossa alma, Senhor. E a tua palavra diz que ela é como uma espada de dois gumes, apta para separar a alma do espírito, juntas e medulas, intenções do coração. Nós te pedimos que aqui hoje essa palestra sobre combate ao abuso sexual infanto juvenil, ela seja um divisor de águas na nossa vida, na nossa família, na vida dos nossos filhos e na nossa sociedade como um todo. Te pedimos, Deus, usa a minha vida. Eu sou apenas um vaso de barro, Senhor, mas que a tua glória seja derramada aqui sobre nós hoje e que nós possamos glorificar o teu nome, [roncando] louvar o teu nome, Senhor, em nome de Jesus. Amém. >> [limpando a garganta] >> Amém. Tá ali já quebrando o silêncio. Como a Talita falou, eu sou fundadora do primeiro Instituto de Combate à pedofilia no Rio Grande do Sul. Nós fundamos o Instituto Guardiões da Infância esse ano ainda e como esse é um tema, um assunto muito urgente e eu tenho certeza que vocês sabem de muitos casos, vocês acompanham todos os casos que acontecem constantemente aqui no nosso estado, no nosso país e no mundo afora. O nosso instituto, mesmo tendo tão pouco tempo de existência, ele já é muito atuante e já é muito acionado, porque essa é uma pauta de urgência. E uma das frentes do nosso instituto é a palestra Quebrando silêncio, que nós desenvolvemos especificamente para as igrejas. Por quê? Porque a igreja é o melhor lugar pra gente tratar sobre esse tema. Por quê? Porque o abuso sexual, ele não é apenas um crime, ele vem antes de um pecado, da imoralidade sexual que tá no coração do homem. E é a igreja que vai tratar disso. Porque o estado, e eu como agente público, para quem não sabe, eu sou vereadora em Canoas, eu como agente público, eu posso sim fazer leis e nós já fizemos inúmeras leis, programas de prevenção, de combate, né? O estado pode usar a força para reprimir, para repressão através da polícia, mas o estado ele não vai conseguir entrar dentro das casas e nem deve, né? entrar dentro das casas, entrar naquele lugar onde a criança tá sofrendo, entrar naquele lugar onde existe esse pecado de imoralidade sexual, que é o coração desse abusador. Só o Espírito Santo tem poder para isso. E a igreja tem esse papel importantíssimo de atuação que é dentro das famílias. Então, pode passar o primeiro slide. Nós fomos chamados a um propósito como igreja que é justamente esse, o de discipular, de cuidar e principalmente discipular dentro de casa. Nós como mães, eu também sou mãe, sou mãe de duas princesas, nós temos esse propósito, esse chamado de sermos guardiões do nosso lar, de cuidarmos dos nossos filhos, de zelarmos pela vida deles espiritual e também fisicamente, emocionalmente. Então, conscientizar, alertar dentro da das nossas igrejas é uma forma também de fortalecer a nossa família. Nós precisamos falar sobre esse tema. Nós precisamos quebrar esse tabu, porque eu não sei você, mas a gente parece que só vai saber dessa realidade, porque a gente abre o celular muitas vezes e tá lá a notícia, mas a gente quase não não vê atuações nesse sentido. Tanto que eu fui a fundadora do primeiro Instituto de Combate à pedofilia do Rio Grande do Sul. Isso é um grande feito, mas só foi surgir um instituto voltado especificamente para isso em 2026. E quanto tempo se passou até que a gente pudesse fazer esse trabalho. Isso não é de agora. Isso aí abuso sexual é uma coisa que acontece há 300 anos. É algo recorrente na nossa sociedade. Não é algo dessa geração. Sempre aconteceu. Só que, infelizmente a gente só chega depois que a tragédia acontece. E esse é um questionamento meu. Eu olhava, olha quantas situações acontecem. meu pai é pastor e quantas situações levadas para gabinete e a gente servindo na igreja, orando pelas mulheres, ajudando ali a ministrar a cura do Senhor. E quantas vezes vinham mulheres procurando: "Olha, aconteceu isso comigo, aconteceu isso com meus filhos e por que a gente só chegava depois da tragédia." E esse é um dos motivos pelos quais surge também o Instituto Guardiões da Infância, porque eu junto da minha mãe, nós pensamos: "Olha, a gente precisa fazer alguma coisa, não ficar só no âmbito eh dentro das quatro paredes, sabe? Só orar, só ministrar cura, né? Ajudar, direcionar para um psicólogo, enfim". Mas nós precisamos fazer algo efetivo. E eu não sei se você sabe, mas existe uma lei que foi implementada em 2024. a lei 4811, que ela diz o seguinte, que todo lugar que trabalha com criança de forma voluntária precisa pedir o os antecedentes criminais daqueles voluntários. [roncando] E aí nisso a gente também pensou: "Olha, será que as igrejas estão preparadas para lidar com isso? Será que as igrejas vão de fato aplicar essa lei e pedir?" Porque assim, o pedófilo, o abusador, ele vai est onde tem criança. Então, nada impede de que num lugar como a igreja, principalmente hoje vivendo, né, num mundo em que existem muitas igrejas dóceis ao ao crime, né, que não combatem, que não se posicionam, então pode ter muito pedófilo ali escondido. E aí a gente começou a levar para várias igrejas, nós já levamos para mais de 50 igrejas e em mais de 10 cidades diferentes. E nós estamos com esse esse projeto então de capacitação. Por quê? Porque nós precisamos de adultos conscientes. Muitas vezes estar bem intencionado não é o suficiente. E o artigo quto do ECA, ele diz que o combate, a prevenção, o cuidado é uma responsabilidade coletiva. Não é uma responsabilidade somente do poder público ou somente da família ou somente do professor. Enfim, todos nós podemos estar atentos a isso. Devemos estar atentos a isso, porque às vezes, e infelizmente essa é uma realidade que nós vamos falar daqui paraa frente, pode passar o próximo slide. Isso acontece dentro de casa. Essa perseguição à infância, né? As crianças deveriam estar protegidas em casa e muitas vezes elas não estão. Existe uma perseguição à infância. E a gente vê isso muito claro duas vezes na Bíblia, que é quando Moisés nasce e quando Jesus nasce. Houve uma chacina. E eu não sei você, mas eu olho hoje e eu vejo uma perseguição tão implacável quanto. Mas eu entendo que isso acontece porque assim como foi na época de Moisés e na época de Jesus, a nossa geração ela vai ver Cristo voltar. A nossa geração tem uma promessa. A nossa geração, os nossos filhos, nós estamos chegando nos últimos dias. E por isso existe um intento de Satanás contra as nossas crianças das mais diversas formas. O nosso inimigo, ele entende muito melhor do que nós às vezes. Provérbios 22:6, que diz, né? ensina a criança o caminho que deve andar e ainda quando o velho não se desviará dele. Infelizmente, muitas vezes a gente terceiriza o cuidado dos nossos filhos, mas Satanás sabe muito bem utilizar essa verdade e é por isso que ele tenta pegar lá na infância. Por quê? Porque se ele consegue destruir a vida daquela criança, ela vai passar talvez uma vida inteira sofrendo as consequências daquilo. Para vocês terem uma ideia, eu tenho uma relação muito próxima ao delegado Maurício Barizon ali de Canoso, justamente por atuarmos nessa causa. E ele me passou a seguinte situação, Larissa, tem vezes aqui na delegacia que chegam pessoas denunciando um abuso que sofreram há 20, 30 anos atrás. Ou seja, a pessoa talvez nunca consiga se recuperar daquilo. Satanás sabe disso e é por isso que ele ataca a infância para cortar pela raiz muitas vezes. Mas nós temos um chamado. Amém. Nós como igreja podemos nos prevenir, podemos combater isso desde o início, desde a raiz. Lá em Mateus 25 35 40. Se você puder abrir comigo. Tem um bebezinho chorando. Já lembrei da minha pequena aqui que tá com a minha mãe. Glória a Deus. Quem achou diz amém. Mateus 25 versículo 35 ao 40. Diz o seguinte: "Porque tive fome e deste-me de comer, tive sede e deste-me de beber. Era estrangeiro e hospedaste-me. Estava nu e vestiste-me. Adoeci e vestiste e visitaste-me. Estive na prisão e fostes me ver." Então os justos lhe responderão dizendo: "Senhor, quando te vimos com fome e te demos de comer ou com sede e te demos de beber? E quando te vimos estrangeiro e te hospedamos ou nu e te vestimos? E quando te vimos enfermo ou na prisão e fomos te ver?" E respondendo o rei lhes dirá: "Em verdade vos digo que quando o fizestes a um destes meus pequeninos irmãos, a mim o fizeste. Amém. Eu não sei você, mas quando eu olho essa passagem, eu consigo enxergar aqui um bebezinho estrangeiro, recém-chegado no nosso mundo e a gente hospedando nu e nós podemos vestir aquele bebê com fome e a gente alimentando ele. Então eu vejo também um cuidado e um chamado de Deus, um chamado do alto desde o nascimento daquela criança. E nós somos responsáveis por isso. Nós temos uma responsabilidade espiritual, mas também moral, com relação às nossas crianças. Pode passar o próximo slide. E aí eu trouxe aqui alguns dados pra gente contextualizar. O primeiro que eu costumo chamar de o espírito do anticristo, que é o aborto. Nós temos uma média de 1 milhão de abortos registrados no ano a nível mundial. Isso é o espírito do anticristo. Por quê? Porque enquanto Cristo ele se entrega na cruz por nós e ele diz: "Eu morro para que vocês possam viver". O espírito do anticristo no aborto, ele diz: "Eu mato para que eu possa viver". É o contrário. É uma afronta a Deus. Então a perseguição, ela começa no ventre. Aí nós temos ali o outro dado, três crianças abusadas a cada hora aqui no Brasil. Nós vamos terminar aqui esse esse culto e provavelmente nós vamos ter três ou mais crianças abusadas ao redor do nosso país só nesse período de tempo. Isso é pior ainda, porque apenas 8,5% dos casos são denunciados. Ou seja, essa realidade ela tende a ser muito maior. Deus sabe o que acontece dentro de cada casa, dentro de cada local. Isso é muito triste. Mas por que somente 8,5% dos casos são denunciados? Porque essa situação é uma situação que traz vergonha, é uma situação que traz medo. Muitas vezes a criança abusada, ela nem sabe o que tá acontecendo. Ela só vai se dar conta anos depois. Já teve muita gente que depois da palestra veio falar comigo, Larissa, eu me dei conta que eu fui abusado. Larissa, eu me lembrei agora que aconteceu uma situação comigo. E porque nossas crianças, elas são ameaçadas também. É um ambiente, né, que uma figura de autoridade e aí pode ser qualquer figura, né, ela se aproveita da vulnerabilidade daquela criança para abusar. Então, às vezes, essa criança não vai conseguir contar pros pais. pra mãe, ela não vai conseguir buscar ajuda, ela se sente acuada, envergonhada. Quando acontece com meninos, né, se sentem muito envergonhados também, porque às vezes isso cria uma sensação de culpa, até mesmo de questionar a própria sexualidade. E isso é muito complicado. Uma a cada três pessoas vítimas de tráfego humano é menor de idade. Então, nós temos principalmente três casos, né? eh tráfico de órgãos, tráfico para eh trabalho escravo e o tráfico sexual infantil, que é a maioria dos casos quando é menor de idade. E aí nós temos também 76% dos casos de abuso acontecem dentro de casa. Por isso que eu tô falando muito sobre a família, porque às vezes a gente tem ainda mais dificuldade, né, de investigar, de chegar até essa criança, [limpando a garganta] justamente porque acontece dentro de casa. Aonde ela deveria mais ser protegida, ela tá sendo vitimizada. Pode passar o próximo slide. E aí é importante nós traçarmos esse perfil, né, o perfil do pedófilo, porque não tá escrito assim na cara de ninguém, né? pedófilo. E às vezes a gente até acha, né, que é um aquele velho do saco, aquela figura assustadora e muito pelo contrário, às vezes ou na maioria das vezes é uma pessoa extremamente carismática, simpática, que ama crianças e ela se aproveita justamente disso para abusar. E aí, eh, nós precisamos saber identificar isso, porque pode ser um homem, mas também pode ser uma mulher. Eu sempre costumo orientar, principalmente mães solteiras, tem muito homem pedófilo que se aproveita da vulnerabilidade daquela daquela mãe para se apresentar como um parceiro para ela, porque na verdade ele tem interesse nos filhos. E aí a mulher naquela carência sozinha, ela se entrega à aquele homem e na verdade tudo que ele queria era ter esse lugar de autoridade ali dentro da casa para abusar dos filhos daquela mulher. Então, sempre oriento muito nas igrejas por onde a gente passa. Mães solteiras, tomem muito cuidado com quem vocês vão colocar dentro de casa. Ah, porque não vai ter escrito na cara dele, né? Ah, eu sou um pedófilo. Não vai. E muitas vezes entra até aquela questão do negacionismo, né? Não, capaz. Ele gosta de mim e às vezes não, né? Então são várias figuras. Pode, eu, eu costumo dizer, né? ele vai tá travestido de alguma figura de autoridade. Então ele vai se travestir de um professor, até mesmo de um pastor, ah, de um policial, de um guardinha de shopping. Já ouvi casos de guarda shopping abusar de criança. [roncando] Então ele vai se aproveitar dessa figura de confiança. Às vezes até mesmo o irmão mais velho. E isso tá acontecendo muito recorrentemente. Você faz ideia do que que seu filho mais velho tá fazendo dentro do quarto dele? Às vezes ele tá viciado em pornografia e a gente não faz nem ideia e ele pode se tornar um potencial abusador do do irmão mais novo. Aí nós temos várias formas de abuso, porque tem gente que pensa também às vezes que o abuso é só o estupro em si e não é. Nós temos em primeiro momento o aliciamento. E aí eu vou dar um exemplo para vocês. Chegou lá no meu gabinete um caso que aconteceu dentro de uma igreja. Um homem que estava eh numa numa posição de autoridade de liderança, ele era líder do louvor daquela igreja. Ele tinha uma empresa e aí ele chamou uma das meninas ali de 14 anos para ser estagiária na empresa dele. E ele começou a oferecer, pode voltar o slide, ele começou a oferecer dinheiro para ela. Acho que tá faltando um slide ali. Pode passar o próximo. É, tá faltando um, mas enfim, pode deixar no anterior mesmo. Voltando à nossa história, pode deixar aí. Ele começou a pagar para essa menina sair com ele. E aí ele oferecia assim: "Ah, vou te pagar tanto, você sai comigo". Começou a ter relações com essa menina e ele começou a colocar ela para chamar outras amigas para saírem com ele. Então ele fez uma proposta: "Olha, por que que você não chama suas amigas e diz para elas que eu pago um valor também para elas saírem comigo?" E aí uma das irmãs descobriu o que tava acontecendo, levou até o pastor. Infelizmente naquela igreja o pastor não se posicionou e a mulher recorreu até nós, falou: "Olha, tá acontecendo isso, isso e isso eu não sei o que fazer". E aí nós imediatamente levamos ela paraa delegacia, porque abuso sexual é um crime, pedofilia é um crime e nós como igreja precisamos nos posicionar porque a igreja precisa tratar isso da maneira que precisa ser tratada. Nós levamos pra delegacia e quando nós chegamos lá, o delegado Maurício Barizon abriu ali a a ficha do sujeito e descobriu que ele já tinha uma passagem na polícia lá em Caxias do Sul por estupro de vulnerável. Ele tava solto e tava cometendo isso aqui em Canoas. Então, para vocês verem como esse tipo de gente é astuta, é sinuosa e se infiltra nesses lugares para ter um acesso facilitado. Aí nós temos também o abuso em si, né, que pode ser um toque, pode ser uma palavra, pode ser eh aquele carinho que exige segredo. Então, não é só o estupro em si, tem várias formas de abuso. E nós temos os perigos digitais. que às vezes a gente esquece, mas hoje em dia o pedófilo ele pode estar abusando do seu filho a quilômetros de distância. Ele não precisa nem estar no mesmo ambiente, porque eles entram nesses joguinhos principalmente ou nesses aplicativos que tem chat, que tem conversa e eles começam a criar uma relação com a criança, às vezes até mesmo se passando por outra criança, e começam a pedir fotos, vídeos, conversas indecentes e estarem cometendo ali um abuso a quilômetros de distância. e a criança vai se enredando naquilo e ela não faz ideia. Às vezes eles fazem este tipo de de abordagem eh oferecendo, né? Ah, tem um joguinho ali, tem uma moedinha no jogo. Ah, eu te dou uma moedinha do jogo e você manda uma foto para mim. E começam a ameaçar a criança. Se você não me mandar outra, eu vou mandar paraos seus pais. Se você não me mandar outro vídeo, eu vou expor na internet. e a criança fica presa naquilo ali e às vezes não sabe como sair. E chegamos então de fato à exploração, o estupro em si, que é a conjunção carnal, que é a forma mais cruel, né? Mas também a forma mais fácil da gente identificar, porque a gente consegue fazer o corpo e delito. As outras formas é muito difícil de pegar prova. Por isso que a gente volta para aquele dado lá que apenas 10% é denunciado, porque é muito difícil comprovar. E aí nós temos a adultização. E você como mãe, você vai concordar comigo. A gente chega numa loja para comprar roupa para criança e gente é um horror. O que que é aquilo? É roupa curta? É roupa colada? É roupa transparente pra criança? Se isso não é uma ação sistêmica do maligno, eu não sei o que que é. Mas existe muita gente importante por trás disso. E até por isso mesmo a gente não vê a mídia tradicional falar tanto sobre esse assunto, porque tem muita gente poderosa por trás disso. Temos a indústria pornográfica que lucra de 10 a 100 bilhões de dólares anual. é muito lucrativo. Por isso que a gente quase não vê a mídia tradicional falar sobre isso. Por isso que a gente vê em filmes, em músicas, em séries, no ambiente cultural, constantemente a adottização e a erotização infantil, porque existe um sistema por trás disso. E porque uma criança traficada para esse para essa rede de tráfico sexual infantil, ela é muito mais lucrativa inclusive do que a droga, porque o o pino de cocaína ele vai ser vendido, vai ser utilizado, mas a criança ela pode ser vendida várias e várias vezes no mesmo dia. Quem aqui viu o filme O da Liberdade? Muita gente disse que era a teoria da conspiração, né? Mas vocês viram também o caso do Jeffrey Ston? Quem viu? A gente viu que é realidade, é verdade. E eu trabalhando com isso, gente, é um cenário devastador. É sim uma realidade muito triste e muito real, muito latente na nossa sociedade e muito lucrativa. E é por isso que tem pouca gente combatendo, falando sobre isso, porque é gente poderosa envolvida, bancários, empresários, políticos da alta classe. Pode passar o próximo slide. E aí nós temos o Maio Laranja. Quem é aqui conhece o Maio Laranja? O Maio Laranja é uma ação, é um movimento que existe no Brasil de combate à pedofilia. Ele se chama Maio Laranja em homenagem à menina Aracelei. Porque lá em 1973, no dia 18 de maio, a menina Aracele sumiu. E aí começaram as investigações e uma semana depois a polícia descobriu [roncando] que essa menina tinha sido sequestrada, dopada, estuprada e descartada com seu corpo 80% queimado. Esse caso chocou o Brasil na época, trouxe muita comoção. Só que o mais triste é que nunca houve justiça, porque os suspeitos eram três homens poderosos, filhos de políticos, de médicos na época. E eles foram chegaram a ser condenados, mas depois conseguiram reverter. E, enfim, nunca ninguém pagou pelo que aconteceu com a menina Eracéle. Então, em homenagem a ela, o dia 18 de maio é o dia nacional de combate à pedofilia. E nós temos o mês maio laranja de conscientização. Mas eu quero te fazer uma pergunta. Alguém é que já viu a prefeitura, o estado, algum órgão público falar sobre isso, sobre o Maandesse grande sistema. Infelizmente são poucas as pessoas que falam sobre isso, que combatem isso. Existe muita impunidade, muito medo, muita cumicidade nesse meio. Infelizmente, pode voltar a um slide, por favor. Amém. E aí nós temos por trás de tudo isso, como eu falei, esse sistema, esse esse grande bloco de pessoas poderosas atuando nesse sentido, lucrando muito com isso, todo um aparato cultural, filosófico, para dar amparo para isso. Nós temos pornografia, pedofilia, tráfico sexual infantil, uma rede mundial lucrativa. E nós temos autores que embas isso, como por exemplo Schulam Fireston, uma feminista que em 1970 ela escreveu o livro A dialética do sexo. E num dos trechos do livro, ela diz o seguinte, que as mulheres só teriam uma libertação sexual completa quando as barreiras culturais, repara nisso, barreiras culturais entre homens e mulheres e crianças e adultos fossem completamente aniquiladas. Ou seja, ela tá dizendo que a separação entre homem e mulher não é uma separação biológica, é uma separação cultural. é relativa e que a separação entre adultos e crianças também é relativa. Só que a gente não fica sabendo disso. Primeiro porque a gente não vai atrás e segundo porque eles não querem que a gente saiba que existe toda uma teoria por trás por trás dessa normalização da pedofilia. Olá de Carvalho falava, né? Se você quer saber o que vai est acontecendo no Brasil daqui 30 anos, vê o que que os autores estão escrevendo hoje na literatura brasileira. Então isso [roncando] aqui aconteceu em 1970. Em 1950 a gente tem também Simone de Bovo e Sartre, que eram parceiros sexuais e eles eh aliciavam meninas ali pós Segunda Guerra, aliciavam meninas eh orientais ali da Rússia, da China, que iam pra Europa para tentar uma vida, né, com a família ali. [roncando] Eles aliciavam essas meninas se aproveitando da vulnerabilidade delas para fazer experimentos sexuais. Inclusive tem um livro, se eu não me engano, o nome é Garota comportada, que é uma menina russa que escreveu contando todos os abusos que ela passou nas mãos de Simone de Bovoá e Sartre. Eles também assinaram na época um um abaixo assinado que eles fizeram com vários outros eh filósofos na época para descriminalizar a pedofilia ali na França em meados do século XX. Então, o que a gente tá vivendo hoje foi plantado lá atrás no cenário intelectual. E atualmente a gente tem Judith Butler, que é uma autora feminista que escreveu o livro que se chama Teoria de Gênero. Ou seja, ali ela instituiu tudo aquilo que a gente conhece por ideologia de gênero. É essa endemoniada aqui que instituiu isso. E a gente tem, né, no cenário aí acadêmico dito como uma verdade absoluta, uma coisa que é uma teoria de uma maluca que escreveu ali sobre eh gênero, né, sobre o sexo ser algo relativo. Inclusive, esse termo gênero é errado a gente usar. A gente não pode usar esse termo porque gênero diz respeito a muitas coisas, a uma diversidade. E não é. Existem dois sexos. Gênero, a gente pode usar para música, literatura, porque são vários tipos. Agora, sexo são só dois que Deus instituiu, homem e mulher. Então, existe todo esse aparato ideológico teórico por trás da normalização da pedofilia. E isso vem do feminismo. O feminismo que prega a libertação sexual, o fim do patriarcado, é que proporciona, é o feminismo que proporciona essa normalização da pedofilia e essa degradação moral que a gente vê. >> [roncando] >> E aí a gente tem uma agenda para implementar isso nas escolas, na cultura, como a gente já viu. A gente tem eh um dado que mostra que o tráfico sexual infantil ele acontece, são cerca de 1,200 milhões de crianças traficadas. Isso ao redor do mundo. Aqui no Brasil a gente talvez não consiga sentir isso tão bem, porque normalmente isso acontece nos lugares mais vulneráveis socialmente, né? A da Mares recentemente denunciou aquela questão ali da ilha de Marajó e isso é muito propício em lugares assim porque não tem controle estatal. O evangelho também é pouco pregado nesses lugares, né? com países eh como a Índia ou ali no Oriente Médio, na China, países extremamente populosos e pobres. E aqui na Ilha de Marajó a gente tem um problema social que é a falta de registro. As crianças nascem lá e os pais não registram essa criança. Então essa criança não tem nome, ela não tem CPF, ela não tem nada. Aí naquele ambiente de pobreza, os pais vendem aquela criança por um valor, por um saco de arroz, de feijão, essa criança vai pro tráfico sexual infantil e nunca mais é vista. E pro estado ela simplesmente não existe. Então, eh, nós temos esse problema muito grande da falta da igreja nesses lugares, mas também da falta do estado, de cuidar ali do registro dessas crianças. pode passar o próximo e depois dele também pode passar o próximo, por favor. E quando a gente olha para esse cenário tão grande, tão devastador, eu não sei você, mas a gente, eu pelo menos, eu me sinto insignificante, impotente, com as mãos atadas. Quando eu vi o filme O da Liberdade lá atrás, acho que ele saiu em 2021, 22, eu, gente, eu fiquei mal assim por dias, fiquei muito mal e eu pensei assim: "Meu Deus, o que que eu vou fazer?" Gente, são milhares de crianças, crianças que somem, que são abusadas, o que que a gente consegue fazer, né? Só que o Senhor confortou muito meu coração através de uma musiquinha do Crianças diante do Trono, que é Pequeno Coração, que diz, né, uma criança ali tão longe pode ser alcançada pelos braços do Senhor Jesus. Se uma criança aqui antes de dormir pedir a Deus, estende a tua mão e toca. Eu não sei, eu sou, eu amo crianças diante do trono, né? Eu boto para minhas filhas ouvirem sempre. Eu cresci ouvindo também porque eu sou novinha. E o Senhor me confortou muito, porque a gente pode orar e [roncando] se mobilizar aqui com as crianças da nossa volta. Talvez a gente não consiga derrubar todo esse sistema de tráfico sexual infantil, desbancar esses poderosos, mas nós podemos sim orar e confiar no Senhor. Orar para que o Senhor estenda a mão dele, traga luz, para que o Senhor levante homens e mulheres para lutar pelas nossas crianças nesses ambientes. Aqui a gente pode sim cuidar das dos nossos filhos, das crianças da nossa comunidade. A gente pode conscientizar, a gente pode criar ações de conscientização para as crianças, pras famílias. E nós podemos sim ser essa igreja responsável. A gente fez uma ação recentemente com o semáforo do toque, não sei se alguém conhece aqui o semáforo do toque. E a gente conscientizou várias crianças ali, inclusive uma delas chegou e falou: "Olha, eh, aconteceu isso, isso e isso". E nós temos visto os frutos de nos posicionarmos. E nessa noite o que eu mais quero é que a gente saia daqui capacitado e pronto para defender as nossas crianças. atentos. Nós podemos sim fazer algo. Pode passar o próximo. E é uma forma muito prática com os nossos filhos, né? Eu costumo dizer educação sexual não é exposição sexual. Então nós podemos sim falar com os nossos filhos, ensinar eles, proteger eles, ensinando [limpando a garganta] conceitos até mesmo para crianças não verbais, né? Porque às vezes é difícil, a gente pensa assim: "Meu Deus, meu filho não sabe nem falar, como é que eu vou saber se ele foi abusado em algum lugar?" Mas a gente pode ensinar conceitos que vão proteger a vida dele, como por exemplo, privacidade. Não troca o seu filho em público, não deixa ele andar com qualquer roupa por aí ou então eh o conceito de respeito ao próprio corpo, né? Ensinar os nomes das partes íntimas paraa criança. Recentemente teve um caso que eh para exemplificar para vocês, né, de uma menininha que falou pra mãe dela que o vovô tinha passado cocô nela. E aí a mãe dela ficou assim: "Nossa, mas como assim? Passou cocô". E a mãe ficou tentando tirar da criança o que que era aquilo, o que que significava. Deu um papel pra criança desenhar o que que tinha acontecido. E no fim das contas ela entendeu o que que aconteceu. Só que como ela não tinha ensinado pra filha nome das partes íntimas, ela achou que a parte íntima do avô dela era um cocô, porque saía do corpo. Então, a importância da gente ensinar os nomes corretos. Claro que a gente não vai ensinar aquele nome biológico, né? Mas ensinar de maneira que a criança consiga se comunicar, que ela consiga entender o que que tá acontecendo, que ela saiba que ela tem um corpo, que ela tem um espaço dela, né? Eu, por exemplo, quando eu vou dar banho nas minhas filhas, quando eu vou trocar, eu eu faço isso conversando, falando: "Olha, a mamãe vai fazer isso, a mamãe vai fazer isso agora, vai fazer aquilo". Eh, peço com licença para minha mais velha, né? Olha, já tô ensinando ela, né? Ela já sabe se limpar sozinha, mas às vezes a gente precisa ajudar. Então, filhinha, com licença, a mamãe vai passar a mão aqui para limpar, faz assim, faz assado e ensinar essa autoconsciência pra criança, né, de que ela tem um corpo, de que não é qualquer um que pode tocar e de que até mesmo o papai e a mamãe precisam pedir com licença ali no corpinho dela. O corpo dela não pode ser simplesmente usado. [roncando] E a gente precisa construir esse ambiente seguro, que é o quê? credibilizar os nossos filhos quando eles nos falarem algo. A gente, claro, tem que disciplinar tudo, mas ouvir com atenção. Às vezes seu filho tá dando algum sinal, tá falando alguma coisa e a gente não tá prestando atenção. Ou então o ambiente é tão ríspido que a criança ela nem se sente à vontade de falar, ela não sente confiança para falar porque ela sabe que ela não vai ser ouvida, que ela vai ser descredibilizada ou [roncando] até mesmo que ela vai apanhar por isso. E ela precisa sentir essa confiança em nós. Nós precisamos passar esse ambiente de diálogo e estarmos atento, atentas às mudanças de comportamento. Porque grande parte das vezes a criança ela não vai falar. Primeiro porque às vezes ela nem vai entender o que aconteceu e segundo porque às vezes ela vai se sentir envergonhada, como a gente falou lá no início, né? Se sentir até mesmo culpada. Então, quais são esses sinais? tristeza, irritabilidade, hipersexualidade. Vocês já viram aquelas crianças que tudo é namoro, tudo é beijo e dança funk e sabe as musiquinhas de adulto? Essa criança tá hipersexualizada, ela foi exposta a alguma coisa que ela não deveria antes do tempo. Isso também é um sinal de abuso. Eh, as mudanças de humor, né? Criança uma hora tá super irritada, depois ela tá chorando, depois ela tá alegre. É uma criança que é difícil de lidar. >> [roncando] >> sujeira. A criança tá sempre suja, tá sempre largada. Eh, uma criança bem cuidada, protegida, é mais um empecílio pro abusador. Porque se a sua filha, seu filho, ele sai de casa limpinho, cheiroso, arrumadinho, o abusador, ele vai pensar duas vezes antes de tocar naquela criança. Ele vai pensar: "Opa, tem alguém cuidando aqui. Se eu encostar, a mãe e o pai vão perceber". E o abusador, ele olha muito para isso, né? Pros pais. Tem inclusive um vídeo muito famoso do abusador falando, eh, perguntam para ele, né, o que que você olhava na criança e ele dizia, eu olhava pros pais. Se o pai fosse uma ameaça, eu deixava de lado aquela criança. Mas se o pai e a mãe não tivessem nem aí, virava uma presa fácil. Então, sujeira opressão, aquela criança opressa, sabe que a gente sente, tem uma coisa pesada nela, a criança tá sempre para baixo, pelos cantos, não é normal. e comportamento suicida, crianças tentando suicídio. Isso tem ficado cada vez mais comum. Se investigar vai achar alguma coisa. Vai achar alguma coisa. E dando um exemplo para você sobre hipersexualização, aconteceu recentemente um caso de um menininho que ele tinha três aninhos na escola. três aninhos ele tava na escola e ele baixou as calças e começou a falar paraas meninas que ele tinha um pirulito e pras meninas brincarem com ele. E aí a professora olhou: "Não, pera aí, isso aqui tá estranho". E levou pra direção. Começaram a investigar e descobriram que ele estava sendo abusado. Porque quem é que ensinou para ele esse nome? Quem é que ensinou para ele esse tipo de coisa? Tem alguma coisa por trás. Então, a gente precisa estar atento, como a gente falou lá no início, é uma responsabilidade coletiva. Às vezes você não tem, não tem filhos, ou então às vezes você tem, mas você tá vendo que tem alguma criança na sua volta que tá dando esses sinais. A gente pode sim cuidar dessa criança, pode sim atentar, pode orar por ela. Às vezes a gente pode ser a pessoa de confiança dessa criança, porque às vezes ela não tem confiança em casa, não tem um ambiente seguro, mas você como profe, você como tia, como dinda, como uma pessoa próxima, às vezes ela vai se abrir com você e você precisa estar atenta, fazer uma escuta daquilo que essa criança tá passando. Pode passar o próximo, tá, Larissa? E aí, o que que a gente faz? como é que a gente age? Ó, tem uma criança aqui foi abusada, né? Ela me ela me ela abriu isso para mim. Claro que muitas vezes a gente fica com medo de fazer um julgamento falso, né? Mas um dado importante eh tem muita mulher que faz denunciação caluniosa, né? Principalmente com relação à agressão do marido, de algum homem, né? Isso é muito comum, os dados são muito altos, mas os dados de denunciação caluniosa para abuso são baixíssimos. Por quê? Porque mexe com a vergonha daquela pessoa, com a culpa. Então, normalmente, se a criança tá falando, é porque é verdade, tá? Dificilmente a criança vai inventar. Não ser que ela esteja sendo influenciada por algum adulto, mas aí também é mais raro porque mexe com a imagem do filho, né? Então, a gente tende a acreditar mais e a gente pode procurar o Conselho Tutelar, a gente pode procurar a delegacia, diz que sem eh eu costumo orientar que procure o Conselho Tutelar porque é o que tem plantão, né? Não sei se vocês viram o caso da da mulher que esfaqueou o abusador recentemente. É muito complicado aquilo ali, né? Porque ela tentou procurar e tava num fim de semana e eles não atenderam ela porque tava no fim de semana, né? Só chegou na segunda-feira o socorro. E até lá foi tarde. Mas normalmente o Conselho Tutelar ele tem plantão, tá? Lá em Canos eu tenho número. Eh, então quando acontece alguma coisa no sábado, no domingo a gente liga, eles vão até o lugar, eles pesquisam. E é importante a gente entender que a nossa responsabilidade não é gerar prova. Ah, Larissa, mas eu não tenho certeza, não tem problema. você pode denunciar igual porque vai ser feita toda uma investigação. Vai ser feito corpo e delito, vai ser eh vai ser investigado na polícia, são vários âmbitos de investigação. [roncando] Então, eh a nossa responsabilidade não é gerar prova, não é investigar, não é você que tem que ficar lá investigando a vida da pessoa. Ah, mas tem não. Se você viu esses sinais estranhos, se a criança te procurou, você pode fazer uma denúncia anônima, inclusive, e eles vão sim bater os dados, né? Pô, chegou 10 denúncias de abuso da mesma criança, a gente vai investigar. E capacitar o preparo moral dentro da família. Às vezes, como eu falei, tem um irmão mais velho que tá viciado em pornografia, tem o pai, tem um primo, tem alguém que tá abusando daquela criança. E nós como igreja podemos alcançar essa família, podemos sim orar por eles, fazer esse discipulado, nós como mãe, discipular os nossos filhos e sermos esse lugar seguro, porque os pais bem intencionados nem sempre vão estar preparados para lidar com isso. Então, eu tenho certeza que ninguém aqui é a favor da pedofilia. Óbvio que todos nós somos contra, mas nós precisamos estar preparados para lidar com isso, porque por mais que a gente proteja os nossos filhos, pode ser que em algum momento isso aconteça. A gente não quer isso, a gente ora contra, a gente vai cuidar, mas pode ser que talvez em algum momento isso possa acontecer. E a gente precisa estar preparado para lidar a quem procurar, o que fazer, como cuidar. Pode passar o próximo slide. E nós temos, então, esse instituto, nós temos atendimento psicológico, jurídico e nós estamos à disposição, se vocês precisarem, tanto de ajuda quanto de material. Larissa, eu quero fazer uma ação com as crianças da igreja, com as crianças da comunidade. Eu quero eh saber um pouco mais sobre assunto. A gente tá disponível para ajudar, para orientar, para dar material. Vocês também podem nos seguir na rede social ali no Instagram, Instituto Guardiões da Infância, e a gente tá à disposição, porque um adulto consciente é uma criança protegida. Amém. Obrigada. Esse esse momento de de conversa, de reflexão, é muito importante, a gente tá a disposição e e queria agradecer a Talita por ceder esse momento pra gente falar sobre isso. São poucas as igrejas que querem realmente se preparar para isso, né? Então, ver tanta gente para ouvir isso é muito importante. A gente vai em várias igrejas e na maioria são poucas pessoas, porque tem pouca gente que quer ouvir sobre isso, que quer se preparar. Então, parabéns, mulheres. Glória a Deus pela vida de vocês, por estarem se capacitando, se preocupando com esse assunto tão importante. Muito obrigada. [aplausos] >> Que bção, né, irmãs? ouvi isso. Ã, sigam a Larissa nas redes sociais, sigam a página do Instituto, irmãos. Ã, a Bíblia, a história nos mostra que em tempos de crise, onde homens se acovardam, Deus levanta mulheres. Débora é prova disso. Jael é prova disso, né? Abigail é prova disso. A Larissa, ela é candidata à deputada estadual. Eu convido vocês a orarem por ela, a pesquisarem ela no Instagram, o trabalho dela, o que ela tem feito, as propostas dela. E eu gostaria que vocês se colocassem de pé. Vamos orar por ela. Nós temos vivido um tempo de crise no nosso país, onde homens maus têm tomado poder, tem lutado contra a família e pior ainda, onde mulheres más têm assumido o poder muitas vezes. Nós temos inúmeros exemplos, infelizmente, aqui no nosso estado, no nosso país, onde se nós não nos posicionarmos, onde nós não usarmos o que nós temos, e esse ano que nós temos é oração e voto, eu não, ela não veio pedir voto, ela veio palestrar, mas eu quero conscientizar vocês que existirão abortistas no poder, existirão pessoas que pregam ideologia de gênero, existirão pessoas que pregam tudo que vai contra a palavra de Deus, que militam contra a família, que militam contra a igreja. O nosso papel é no mínimo, orar para que Deus levante homens e mulheres de Deus para lutar por nós. Não é uma tarefa fácil. Ela é mãe de duas crianças pequenas. Ela é mãe de uma recém-nascida. Se vocês não sabem, ela nasceu em julho, né, dia 1eo de julho. E ela tem se disposto a servir a igreja, servir a cidade dela, servir o nosso estado. Vamos orar por ela e pesquisem sobre ela, orem a respeito. Senhor, nós viemos te agradecer pela tua filha que de tão bom grado aceitou esse convite, veio nos conscientizar, nos capacitar, Senhor, para ajudarmos os pequenos ao nosso redor. Eu vem te pedir, Jesus, que tu derrame da tua graça, da tua unção sobre a tua filha, que o Senhor capacite ela cada dia mais para te servir, Senhor. Coisa boa, Senhor, ouvir ela falando. Coisa boa saber que nós temos mulheres dispostas a se doar pelo que é certo, por aquilo que a tua palavra manda, Senhor. abençoa a tua filha, dá para ela graça, dá para ela sabedoria, dá para ela saúde, dá para ela discernimento, que os pés dela, Senhor, possam calçar, Senhor amado, pisar por onde o Senhor trilhou para ela. Que as portas que se abrirem sejam portas abençoadas. E eu te peço, Senhor, que o Senhor feche as portas que não são para ela, onde pessoas mais talvez tenham tramado armadilha, mas que o Senhor abra muitas portas abençoadoras para que a tua filha seja abençoada e para que ela possa abençoar o nosso estado, abençoar a nossa igreja, abençoar talvez até este país. Senhor, usa a tua filha grandemente, Senhor. Que ela possa, Senhor, saber por onde caminhar, por onde escolher. Abre os olhos espirituais dela, Senhor. Abençoa ela, Senhor. Que o Senhor possa estar com ela, guardando, livrando e que ela possa ser cercada de homens e mulheres que possam ajudá-la nessa caminhada. Em nome de Jesus, nós te pedimos. Amém. Obrigada, Larissa. Deus.