Vila 16 Anos – 29/08/2026
30/08/2026
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Fonte: IASD Vila Olímpia
Legendas automáticas:
เฮ [música] >> [música] >> Ele é para mim se >> [música] >> teu amigo é [música] muito bom [música] que amor é [música] muito bom Quero [música] é [música] >> [música] >> amor >> [música] [música] >> Oh. [música] [aplausos] [música] Ministério infantil. Enquanto eles saem, eu já vou convidar também para ficar preparados a equipe de louvor e adoração da nossa igreja maravilhosa, o time de adoração e louvoro talenta. [música] 20. [música] [música] Oxe, você não tá ouvindo? Ah, acho que agora você vai ouvir. >> Não tava cinza. Acho que se >> bom sábado, gente. Hoje a casa tá cheia, hein? Tá bonito. Tá bonito. Isso daqui me faz lembrar a primeira vez que eu pisei aqui. A primeira vez que eu cheguei aqui, nome de Jesus, >> tava mais ou menos desse jeito aqui. Eu sentei mais ou menos aqui onde o David tá. E aí a gente começou a olhar esse louvor e nossa, eu fiquei encantado, fiquei ou eu quero participar disso. Só que conforme meu tempo foi passando, eu participei, eu cantei, eu toquei e hoje a gente tá aqui. Eu nem sei. A Mariana talvez lembre quanto tempo a gente tá aqui. Eu não sei dizer, mas é uns 12 anos para lá. Gente, cada vez que tem um aniversário, cada vez que eu tô aqui, eu sinto a mesma sensação de prazer de estar aqui cantando, de prazer de estar aqui louvando. E foi aqui [música] nessa casa que eu aprendi a louvar, porque antes eu tinha alguns problemas da onde eu vinha, né? Não podia bateria, não [música] podia percussão. E aqui a gente pode louvar com tudo, com tudo que a gente tem. [música] E gente, isso daqui é uma conquista incrível e louvado seja Deus por isso, certo? Amém. Nós temos a liberdade de poder louvar da maneira como a gente acha que poderia ser. A gente não tem problema com instrumentos, a gente não tem problema com vozes. E aqui também eu aprendi uma coisa que era muito legal. Tinha uma pessoa aqui na frente que ela disse bem assim: "Você que tá aí sentado, eu vou repetir as falas dela mais ou menos faz muito tempo. Ela falou assim: "Você pode louvar da maneira como você quiser. [música] Você pode ficar sentado, você pode levantar, você pode não cantar, inclusive, você pode só bater palma, você pode, entendeu? O louvor é isso, é a gente tá conectado, essa conexão que a gente tem [música] com o criador. Mas o meu convite aqui hoje para você é de novo, louve como você quiser, mas louve a Deus. [música] Venha com a gente, una a sua voz com a gente. Aquele que quiser se levantar, levanta. Aquele que quiser bater palma, bate também. Não tem problema nenhum. Nós estamos aqui com um motivo só, que é comemorar, que é agradecer e que é louvar a Deus. >> Em nome de Jesus. [música] >> [música] [música] >> Oh. [canto] Oh, oh, [música] oh. [canto] [música] Canta com a gente. >> Deus está [música] conosco. Ele é [canto] por nós. A nossa batalha ele já [música] venceu. Nada neste mundo nos impedirá. está aqui. Leva [música] nossos pá o seu perdão. [música] A nossa batalha eles também será nada neste mundo nos impedirá. >> [música] >> Porque Jesus ressuscitou me vierto de Senhor. >> [música][canto] >> Quer igreja? Vamos lá. Vai nosso [música] dá o seu perdão a nossa batalha. Ele já venceu [música] nada este mundo. Não sei que [música] não poderei porque [música] Jesus ressuscitou e vive [música] em mim. em nome de Jesus. [música] Vi [música] porque Jesus ressuscitou e vive sobre Jesus. [música] >> [música] [música] >> Deus, Deus está conosco para vencer as trevas, [música] A glória do seu reino eterno. Em seu nome, aó Cristo, [música] somos vencedores. Vamos em alto proclamar. Deus está conosco para vencer a terra, [música] derando a glória do seu reo seu nome somos tresores. proclamar [música] glória do seu amigo [música] somos vencedores o pecado [música] viver eu morrerei porque [música] Jesus ressuscitou e vive emo [música] de Jesus [música] não morrerei [música] porque Jesus é ressuscitou [música] e vive em libertar [música] Deus está conosco. para venceras alcança [música] a glória do seu eterno. Seu modo somos vencedores, vamos [música] bem alto clamar. Deus está conosco para vencer asa [música] glória do seu reino eto [música] seu nome a Cristo. Vamos sem venceres, vamos semaroso [música] para vencer as terras glória [música] do céu eterno. Amigos, santos [música] senhores, santos alto proclamar. [música] Amém. >> [música] >> Por um tempo, quando eu assumi aqui, logo no começo, [música] eu tinha um desafio bem grandão na mão, a gente estava passando por um problema bem grande e [música] problema financeiro, graças ao Tony, né, Tony, cadê o Tony? Obrigado, Tony. [música] Tony ajudou muito a gente e por um momento, por um momento eu pensei, nossa, e o louvor da vila como é que vai ficar aqui? A gente começou a fazer novas parcerias, encontramos novas pessoas, nós fomos nos juntando e aquilo que a gente tinha de melhor, a gente foi dando para Deus e a gente hoje tá aqui. Esse louvor não caiu, gente. O louvor tá aqui. A igreja tá aqui. A igreja tá de pé. Isso me faz lembrar que sempre, sempre, sempre [música] quando a gente coloca o nome de Deus vai haver escape. [música] Cante com a gente. [música] Queres que? O [música][canto] inimigo tenta laços para [canto][música] me ver, mas não [música] >> por quê? >> Porque eu não [música][canto] estou sozinho nessa guerra. estar comigo no [música] forte [canto] do Senhor. >> Aquele, >> aquele que acaba [música] aquele que a mar, [música] tira do e faz o leão jear [música] queim. >> [música] >> Por quê? Eu já [música] o caminho abesto pelas águas para [música] muitas fontes em meio ao deserto a nuvens que traze diversão. >> Amém. O inimigo tentaos [música] para me perdoar, mas não [música] vai porque eu não [música] estou sozinho nessa quer estar comigo e [música] o forte do Senhor. vai ter o tira [música] todo e faz o leão tempo [música][canto] recebe para o de [música] mesmo que o al não tem [música] contigo. Deus o caminho aberto pelas águas [música][canto] paraa [música] [canto] diversão. [música] Deus está satisfica mesmo. Eu [música] já caminho pelas águas [música] [canto] [música][canto] que vai com sua [música] voz eu te [música] aquele Aqueles que acalam [canto] bem, aqueles que [música] mais o jejuar [música] o Deus para [música] jurar para Cristo e não deixo [música] mais contigo. >> [música] >> Deus o caminho aberto pelas águas [música] para comer. ao [música] terra que eu tenho na direção [música] escamento [música] de Judá [música] [canto] rei do rei ven para Sempre [música] serão da tribo de Judá. Rei dos reis venham para [música] sempre. Serão cant de Judá. [música][canto] Vem ser venham para sempre. O leão da Judá. [música] Quem nos rei, venha para sempre. Reina [música] para sempre. >> [música] >> Canta comigo. Deus já tem o caminho aberto pelas águas para eterno a terá [música] que traz sua vó. Eu te est acredita nisso palma novo Deus. Amém. Você já se pegou parando para pensar em uma igreja perfeita, uma igreja ideal? E se você já parou para pensar nisso, >> quantos aqui viajaram no tempo e acabaram na igreja primitiva, aquela igreja de Atos? Só eu pensei nessa igreja? Compartilha comigo. Você já pensou na igreja de Atos como aquele ideal da igreja perfeita, como deve ser? Bom, eu já pensei e eu pensava que a igreja tinha que ser como aquela igreja, a igreja em que Pedro falava: "Não tenho prata nem ouro, mas em nome de Jesus levanta e [música] anda". Que curava, que sustentava, que alimentava. E aí eu me deparei com uma história que a gente lê e às vezes passa batido. E essa história sobre essa igreja que a gente olha para trás e vê como uma igreja ideal. Essa história está em Atos capítulo 6 [música] e ela acontece a partir do verso 3 ali, o desdobramento dela. Aqui os apóstolos recomendam: "Irmãos, escolhei dentre vocês sete homens de boa reputação, cheios de espírito e de sabedoria, [música] aos quais encarregados desse serviço, que é servir as mesas, no caso aqui. E quanto a nós, nos consagraremos à oração [música] e o ministério da palavra." Isso é, eles estavam nomeando pessoas para servir as mesas, [música] que existia o trabalho social na época. As mesas eram servidas para as viúvas. E esse parecer agradou a toda a comunidade e elegeram Estevão, homem cheio de fé e do Espírito Santo, Felipe, Prócoro, Nicanor, Timão, Pármenas, Nicolau, Prosélito de Antioquia. Estevão, a gente sabe, é o primeiro mártir, né, da igreja. E por que que esses homens foram escolhidos nesse [música] momento nessa igreja, nessa igreja ideal que a gente pensa como um exemplo de igreja? As viúvas dos gregos helenistas estavam sendo colocadas para trás na distribuição dos alimentos. Elas estavam sendo negligenciadas. O que que é isso? Eu chego aqui pro Marnes e chega na hora do almoço da vila. Eh, Marnes, você não come depois. Primeiro o pessoal do tal. Não, agora o desbravadores, você come depois. A gente já fez isso aqui na vila? Não fizemos, mas eles estavam fazendo isso na igreja de Atos. Eles estavam fazendo separação de pessoas, distinguindo entre pessoas nessa igreja que a gente pensa [música] como ideal. E ler isso me fez entender que, e depois muitas outras coisas, que enquanto a gente for a essa igreja, nós humanos caídos, pecadores, não haverá uma igreja perfeita no sentido de o agir perfeito aqui, porque perfeito é só aquele que é o cabeça da igreja, que é Cristo. [música] Mas nós agiremos imperfeitamente, tentando alcançar esse ideal daquele que é perfeito. E aí, sabendo disso, que não existe uma igreja perfeita, ideal, será que a gente [música] pode comemorar hoje o aniversário dessa igreja aqui? Eu digo [música] que sim. E aí eu passo a convidar vocês a fazer um exercício que eu faço pouco, [música] que é contar as bênçãos. Olha em volta [música] o que aconteceu hoje aqui. Pensa, há pouco tempo atrás, o mundo passou por uma pandemia. Período horroroso, triste. Eu lembro que a gente aqui achava às vezes que a igreja não ia suportar isso [música] e por vezes parecia que não ia. Essa semana o Leandro mandou no tal uma live que a gente fez aqui numa sexta-feira, uma live de pôr do sol e era um período bem alto ali da pandemia, todo mundo isolado, [música] pessoal com a cabeça já parafusando e a gente fez essa live e eu lembro que eram poucas pessoas aqui. Era ax, a Ev tava aqui, Fefa, o Lê, você tava aqui, David. E aí eu comecei a ler aquelas mensagens no chat e eu vi o quanto aquilo tava fazendo bem para as pessoas. E na hora a gente pensa: "Poxa, mas para que, né? É só trabalho jogado fora, é só canseira, mas as coisas caem depois. A ficha cai [música] depois. Por isso que é importante a gente parar e contar essas bênçãos. A gente não acabou na pandemia, a gente seguiu porque Cristo é a cabeça dessa igreja. [música] Enquanto nós estivermos nele, essa igreja vai seguir cumprindo o seu propósito. Olha, hoje essas crianças que estavam aqui, quanta criança linda, gente. É de aquecer o coração. A gente não tinha, pouco tempo atrás tinha uma guerreira que era a Kalina, que tinha um clube que eram três, duas crianças de aventureiros. [música] Hoje a gente tem um clube com 11 crianças e tem mais no caminho. Tem outras que estão crescendo e olhando pra frente querendo pegar esse lenço. A gente tem um clube de desbravadores. Ó, esses meninos aqui, essas meninas. Eu me emociono [música] que eu queria ter essa firmeza que vocês [música] têm hoje quando eu tinha essa idade. Deus seja louvado. Contamos mais uma bênção aqui. Gente, eu já vim de outras igrejas adventistas. Lembro perguntas que foram feitas para mim que me impactaram na vida futura [música] toda. Perguntas do tipo: "Ah, você é filho de quem?" Nome da sua família. Aqui eu sou o Fúvio aqui. O Miguel é o Mig. Você, cadê o Miguel da J? É o Miguelão. [música] Aqui não tem essa coisa de sobrenomes. Eu não vejo isso aqui. E a gente construiu algo muito bom aqui. Temos problemas, temos [música] temos coisas a melhorar, sempre temos. Não existe igreja perfeita. Mas se há uma coisa que nós [música] podemos comemorar aqui, é uma igreja de pessoas que se amam, são amigas, aprendem a se amar. E eu convido você a cumprir, participar desse propósito, porque se há uma igreja [música] ideal, eu vejo que a igreja ideal é aquela em que você pode usar seus dons e aceitar ali naquela igreja imperfeita, o propósito que Deus tem para [música] você. E eu convido você a esse propósito e eu divido antes um texto que é uma recomendação aqui [música] que está em primeiro Pedro 4. E eu [música] acho que isso vai de encontro com o que foi falado na Escola Sabatina sobre a gente às vezes precisa repreender um irmão. Se não for com amor não serve para nada. Eu lembrei disso aqui. Acima de tudo, porém, tende amor intenso um para com os outros, porque [música] o amor cobre multidão de pecados. Cobre e resgata a gente. Sede mutuamente hospitaleiros, sem murmuração. [música] Servi uns aos outros, cada um conforme o dom que recebeu, como bons [música] dispenseiros da multiforme graça de Deus. Convido vocês a se amarem. Se você ofendeu alguém, que seja a oportunidade que Deus te dá para [música] você exercitar o perdão, pedir perdão. Se você foi ofendido, isso é uma oportunidade para que você exercisse exercite o perdoar, o reconciliar. Faço esse convite agora para que a gente possa além disso, fazer um compromisso nessa música [música] de não parar, de seguir em frente. Convido a todos para que possamos de pé, porque é um momento de comemoração, louvar ao nosso Deus, cantando a ele agora. >> [música] [música] >> Nova [música] chance. [canto] Hoje eu posso viver liberdade. Encontrei [música][canto] em ti essa cura. Renovável meu ser. Vem, vem sim. Olhar [música] para trás vou proseguir. Estou aqui para ver no meu [música] passagem se minha vida mudou. [canto] A Cristo me entreguei [música] agora [canto] como ti. Cristo [música] rei deu com toda a força [canto] de suas mãos para [música] eu morrer. Recomeça. Aleluia. >> [música][canto] >> Aleluia. Eu vou vencer sim. [música] Eu vou vencer sim. [música] Se olhar para trás seguir. Estou aqui para [música] dizer que o meu passado se foi. Minha vida mudou. A me [música] entreguei agora se atar [música] com você. Estou aqui para Deus o meu [música] se foi minha vida mudou. [canto] A Cristo que eu entrei agora [música] em ti. Eu sou [música] eu [música] sou eu [música] Então vão [música] vão ferir eu vou [música] me deu nova [canto] vida. >> [música] >> Vamos seguir [música] teu nova [música] vida. Eu salvaão [música] vou vão seguir eu vou >> eu quero escutar só a igreja agora. >> [música] [música] >> é [música] >> [música] >> Senhor conseguir [música] antes de chamar a [música] pessoa que eu vou chamar aqui. Queria agradecer a oportunidade de fazer parte dessa comunidade e eu queria que você agradecesse a quem está [música] aí do seu lado a fazer parte dessa jornada de espalhar esse evangelho de salvação [música] nesse lugar em que a gente está. Possamos cumprir esse propósito. E para esse momento de oração, eu queria alguém que eu considero uma pessoa de oração. Débora. Você ora pela gente, querida. Vamos deixar o pessoal acalmar um pouquinho. [música] Essa é a irmã Débora. Se tem alguém de oração nessa comunidade, essa querida aqui, vocês sabem disso. Você ora pela [música] gente? >> Amados, que responsabilidade isso aqui, né? É muita responsabilidade. E eu quero dizer que, na verdade, a nossa comunidade hoje é uma comunidade de oração. Nós oramos todos os dias. Cene às 9 da noite por todas as nossas comunidade, para nossos filhos. Nós or temos um grupo de oração que vive em oração. Pastor, pastor recebeu ontem uma resposta de oração. A gente vive de milagres. Ainda agora uma amiga acabou de contar um testemunho. [música] Então Deus nos ama. E a melhor oração é de quem? A minha e a sua. Para ele não tem mais oração. Não tem nada mais importante do que nós falarmos com ele. Então vamos ficar de joelhos. Eu vou começar falando com Deus. Mas eu queria que vocês se conectassem também, entregassem essa nova vida que agora é pro céu, viu? [música] O paizinho, nosso amado Deus todo poderoso, quem sou eu para est aqui? E o Senhor sabe como eu estive longe, como essa igreja aqui me resgatou com seu abraço, com o seu colo. Aqui tá Camila, a pessoa que me puxou, Ju, tantas pessoas, Senhor, [música] o pastor. E eu já tô aqui para falar de ti, para levantar um povo paraa oração. Que merecimento eu tenho. Mas a [música] sua igreja sabe que o nosso maior poder está na oração, que quando a gente se proste, o inimigo é expulso. Quando a gente se prostra, a montanha se move. E temos vivido aqui nessa comunidade milagres e mais milagres, Senhor. E não queremos mais parar. Nós queremos estar aqui, sim, contando os dias [música] para pro céu. Que essa nossa, que esse seja nosso ardor, que essa seja a nossa maior missão, contagiar pessoas com o evangelho e falarmos quem nós somos, a nossa identidade que é do céu, filhos do Deus altíssimo. Senhor, [música] batiza essa comunidade comunidade com o Espírito Santo e que esse aniversário é menos um ano pro seu voltar. que nós queremos tanto a eternidade com o Senhor, tanto almejamos estar contigo, Senhor. [música] Entrego as nossas vidas, entrego a nossa comunidade para viver não a nossa vontade, mas [música] a sua, em nome de Jesus. Amém. [música] Parabéns a nós, Vila Olímpia. Chamo aqui o nosso pastor para apresentar, se é que precisa apresentar [música] nossos amigos, né, pastor? está contigo. [música] Feliz sábado, igreja. [música] Parabéns e feliz aniversário à minha comunidade [música] de Vila Olímpia. Vários rostos eh novos para mim. Acredito que muitos ten ou quase todos, se não todos, t um carinho muito especial por essa igreja, por essa comunidade. E é em [música] momentos como esse assim que o pastor sente o peso da responsabilidade que lhe foi confiado. [música] Você começa a ouvir o depoimento de um músico, de um ancião. Mas o que [música] eu acho interessante quando se trata de Vila Olímpia, eu não sei se vocês sabiam disso, em [música] 2018, quando o pastor Igor tava saindo daqui, eu tinha 2 anos numa outra igreja e eu recebi a notícia de que eu viria para cá, [música] só que os anciãos ficaram sabendo e teve uma revolta geral lá e me pediram autorização para ligar associação para não deixar que isso acontecesse. [música] E por causa do projeto epopeia que a gente tava começando a plantar, eu autorizei e o pregador de hoje, o meu amigo, pastor Igor, falou: "Cara, por que você fez [música] isso?" E aí hoje eu vendo aqui o Humberto [música] passando a lição, eu tenho um carinho muito grande por esse cara, um respeito pela [música] estrategia do Gerson que tava aqui junto com ele. [música] Eh, essa igreja já foi sonho de consumo, sabe? Minha. O Igor me convidou pelo menos umas duas, três vezes [música] para pregar aqui. E eu confesso a vocês que não demorou muito para bater um arrependimento e ter permitido que os anciãos fizessem aquilo. [música] Inclusive, eu já achava que tinha perdido o time essa altura do campeonato, eu não ia pegar uma comunidade [música] como essa, mas por alguma razão Deus permitiu e aqui estou. É muito doido isso, né? Igreja, não deixai-vos de congregar. Muitos que estão aqui já tiveram conflitos, parcerias. Para muitos [música] falsidade, hipocrisia, mas Deus usa isso daqui [música] para nos levar pro céu. E é um privilégio a gente fazer parte dessa atmosfera com todas as nossas diferenças, né? [música] E foi providencial. O Nedson e a Neia tinham pedido para mim para apresentar [música] o meu xarazinho, o João Gomes. E eles têm um carinho muito especial pelo Igor, [música] pastor Igor. E eu falei, eu não posso trazer [música] o Igor aqui só para fazer uma apresentação. Eu não sei se vocês sabem, pelo menos [música] nós dois fazemos isso. a gente admira outros pregadores e a gente dá uma navegada por aí assim no final do sábado e vê alguns sermões por aí, pelo menos a introdução e a conclusão. E por onde eu passei e ele sabe disso. [música] Todos os distritos que eu fui pastor, eu chamei esse cara para fazer uma semana de [música] oração. Sábado passado, nós tivemos aqui com Dell, que é outro brother. [música] E hoje eu tenho a honra. Eu sei que dispensaria apresentações, mas eu quero apresentar aqui e o para mim um [música] dos melhores oradores que a igreja adventista tem hoje, pastor Igor. É uma honra compartilhar o púlpito [música] com você, meu brother, tá bom? Que Deus te use e abençoe sua linda família aí, a Camila e as suas filhas, tá bom? Eu [música] quero agradecer meu amigo pastor João Gomes pelo convite, por me ceder também e confiar o púlpito da sua querida e preciosa igreja, comunidade. Bom dia, Vila Olímpia. >> Bom dia. >> Como é bom estar aqui com vocês. Passa um filme na cabeça. A gente vinha para cá contando a história pras meninas. A Rebeca nasceu enquanto estávamos pastoreando essa igreja. A Isabela nasceu depois, mas já esteve aqui também. E a gente estava relembrando as histórias, os momentos que nós vivemos. E como é bom a gente rever vocês, como é bom a gente tá aqui de novo, ver muitos rostinhos conhecidos aí de uma jornada juntos. Depois, terminando aqui, vocês não se escandalizem, eu vou entrar no bar ali, tá bom? Porque eu preciso dar um abraço no Edu, porque a gente fez uma boa amizade no tempo que nós estivemos aqui e foi muito bom, muito precioso esse tempo. São muitas as lembranças, muitas as recordações. Uma delas não tinha essa extensão de palco ainda. Era só esse palco aqui que o quê? Deve dar uns 80 cm de altura, mais ou menos. Era um sábado à noite, domingo ia ter aqui na vila uma programação da associação pros desbravadores. Eles iam receber alguns bravadores aqui, iam transmitir também o programa que ia acontecer. Veio o pastor César Nascimento na época, que era o nosso departamental, e junto com ele um dos coordenadores do Clube de Desbravadores para toda a associação. E esse coordenador ele tava ajudando a montar as coisas aqui no palco. E as fileiras começavam daqui, né? as cadeiras. Tinham pelo menos mais duas fileiras de cadeiras e um espaço. Não sei quantos vão lembrar, gente. Tinha um subwoofer aqui bem grandão, branco. E do lado, às vezes, a gente colocava esse púlpito aqui do lado. E o coordenador veio andando e ele achou que o palco não tinha fim e ele simplesmente foi andando. quando ele percebeu que o palco acabou e ele começou a plainar no ar e ele tem muito carinho pela pregação e ele resolveu dar um beijo no púlpito caindo ali de cima e ele caiu com a cara no púlpito, quebrou o nariz, começou a sangrar muito e foi assim que eu conheci o Nedson e a Neia. Então, eu quero chamá-los para que venham aqui. Foi nesse fatídico dia que eu os conheci. E assim começou a nossa história de uma amizade que tem perdurado por muito tempo, que tem sido uma bênção. E a gente vê como Deus tem abençoado essa família, esse casal. E hoje eles estão aqui pra gente poder apresentar e dedicar o João, seu xará mesmo, João Gomes, né? E aí, pastor? Fica esperto aí para caso ele queira plinar de novo, você abraça ele aí. E hoje ele está aqui juntamente com o João, essa bênção que Deus trouxe pra vida deles. Eu sei que tem a família aqui. Talvez esse palco fique até pequeno pra família, mas eu quero convidar os familiares que estão presentes para que venham aqui à frente. Tô vendo o Thaago aí. Podem vir. Venham aqui à frente os avós, titios, titias que estiverem aí para que participem e vejam esse momento mais de perto. E nós vamos participar juntos desse momento. Falei que era perigoso encher o palco ser pequeno. Ó, eu tô quase me arrependendo de ter chamado, viu? Porque acho que não vai ficar muita gente [música] lá na igreja. [música] Pensa numa família grande, gente. [limpando a garganta] [música] Podem ficar pro lado de cá também, tá? Ó, [música] vir pro lado de cá. Muito bem, [música] sejam todos muito bem-vindos. É um momento de fato muito especial. E família é bção. Família é [música] presente de Deus. Como é bom ter todos vocês aqui. Antes de ler o texto, eu quero fazer algumas coisas com vocês. Nós, a nossa família trouxe uma pequena lembrança. Vem aqui, [música] Bela, vem entregar pro tio Nedson, pra tia Neia. Gosta, né? Pode entregar para eles. [música] Eu preciso que você abra. >> [música] >> A gente pensou, obviamente, porque [música] eu vou usar isso nesse momento, mas a gente pensou em dar uma lembrancinha que [música] pudesse fazer com que o João lembrasse da gente assim de maneira recorrente. Pode abrir, [música] tirar, depois eu dobro. [sino] A gente pensou em dar [música] esse edredonzinho para que fosse como o nosso abraço. Então, cada vez que vocês [música] enrolarem ele aí, é como se ele tivesse recebendo o nosso abraço, o aconchego da nossa família, [música] porque a gente ama muito o João. [música] E que bom que você já tirou, já desenrolou ele aí. Deixa eu perguntar para vocês uma coisa. [música] Essas pessoas que estão aqui na frente, vocês confiam em alguma dessas pessoas? [música] Tem confiança nelas? Em todas elas? É mesmo? Vocês confiam neles? Confiam [música] no dia que eles precisarem 2 3 horas da manhã ligar para alguém para atender uma emergência para vir cuidar [música] do João. Para quem eles podem ligar? Para quem eles podem ligar? Podem ligar para vocês? [música] Pode qualquer hora, qualquer momento, no dia que eles precisarem [música] para ajudar a dar um apoio pro João para cuidar dele. Tem uns amigos que estão sentados que também vocês poderiam ligar. [música] É mesmo? Tem mesmo? É mesmo. Deixa eu fazer uma coisa então. Se eles podem ligar para [música] vocês, para vocês que eles podem contar e podem ligar, vem aqui, pega uma ponta do edredon aqui. Pode ligar pro senhor? Pode então. E para vocês? [música] Pode ligar. Pode ligar para vocês aí. Venham para cá agora. Vamos se apertar aqui, ó. Pode ligar. Pega na numa das pontas, numa das bordas em quem eles podem [música] confiar. Aí venham para cá. Vocês peguem numa das bordas [música] aí. Olha, é muita gente em quem vocês podem confiar, viu? [sino] Essas pessoas estão segurando uma parte desse hedredom, porque elas estão dizendo que vocês [música] podem confiar nelas. para ajudar a cuidar do João. É um compromisso [música] que eles estão assumindo. Então, segura. Olha só que privilégio. Podem ligar mesmo [música] que vai ser um prazer sempre. Agora, vocês confiam mesmo que essas pessoas vão dar esse suporte que elas estão se [música] comprometendo a dar? Vocês vão confiar mesmo? Então entrega o João [música] ali. Então coloca o João ali. Olha a responsabilidade, [música] hein, gente. Eles vão colocar aqui o que eles têm de mais precioso para vocês cuidarem, [música] para vocês sustentarem, para vocês ajudarem a cuidar, ajudarem [música] a crescer, para que vocês sejam esse suporte, para que vocês sejam essa sustentação. [música] E aí, Nelson? Eu vou pedir para você segurar aqui onde eu tô segurando, [música] porque eu quero ler alguns textos da Bíblia com vocês. Primeiro deles [música] é o texto de Mateus, de Mateus, não, de Marcos, no capítulo 10 [música] a partir do verso 13. Nedia, olhem para mim aqui, ó. A Bíblia diz: "Então trouxeram algumas crianças a Jesus [música] para que as abençoasse, mas os discípulos os repreendiam. Jesus, porém, vendo isto, indignou-se [música] e disse-lhes: "Deixem os pequeninos que venham a mim, não os empecem, [música] porque dos tais é o reino de Deus". Em verdade lhes digo, quem não receber o reino de Deus como uma criança, de maneira nenhuma [música] entrará nele. Então, tomando as crianças nos braços, impondo-lhes as [música] mãos, as abençoava. Isso aqui que Jesus falou tem que ver com o que o João fez agora. O João não perguntou se estavam segurando [música] firme. O João não perguntou de que material era feito esse edredom. Que que o João fez? Ele confiou. [música] Ele descansou. Pode pegar. [música] Muito bem. O João confiou. O João descansou. Pra gente receber [música] o reino dos céus, a gente tem que descansar no Senhor, assim como ele descansou em vocês, na certeza de que vocês estavam cuidando de tudo. E se vocês fizeram o que fizeram, [música] é porque vocês já tinham certeza de tudo que ele estaria bem. Que Deus mantenha esse coraçãozinho assim, [sino] [música] que Deus mantenha ele capaz de [música] descansar no Senhor, assim como ele descansa em vocês. E aí tem um outro texto que está [música] lá em Isaías, capítulo 46, versículos 3 e 4. E eu vou pedir licença aqui parafrasear [música] alguns algumas partes aqui, aplicando já, porque aqui fala da casa de Jacó, de Israel, [música] mas é como se Deus tivesse dizendo assim: "Escuta aqui João, escuta João e toda a família do João, porque [música] ele fala do remanescente de Israel. Vocês e você, João, que eu carrego desde o ventre materno [música] e que levo nos braços desde o seu nascimento até a sua velice, eu serei o mesmo. E ainda que você [música] tenha cabelos brancos ou que quase não os tenha como papai, eu ainda carregarei você. Fui eu quem [música] te fiz. E eu é quem vou te levar. Eu te carregarei e eu te salvarei, diz o Senhor. [música] Nós representamos esse apoio humano [música] e Deus preparou essas pessoas para estarem com vocês, para poder dar todo suporte, para poder ajudar no desenvolvimento do João. [música] E isso foi representado pela mão de cada um que segurou o edredon. Mas o edredom ali significa, [música] simboliza a mão de Deus. Ainda que a mão humana falhe, a mão de Deus [música] não falhará. A mão de Deus é aquilo que de fato sustenta a vida dele e vai sustentá-la para sempre. E o nosso desejo é [música] que o João descanse nos cuidados [música] fraternos e paternos do nosso querido Deus. Que Deus o abençoe e que Deus o acompanhe em cada pasto de sua vida. [música] Nesse momento nós vamos nos ajoelhar aqui. A família pode permanecer em pé. Vocês poderão permanecer assentados mesmos e nós vamos orar. [música] Querido [música] Deus, eu tenho em meus braços o João presente do céu para essa família que veio para alegrar o coração de [música] todos nós. Ele é manso, ele é simpático, ele demonstra [música] bondade no olhar. É impressionante como isso já pode ser percebido desde tão cedo. [música] Nesse momento, Deus, como ministro do teu evangelho, eu quero apresentar o João diante do Senhor, mas principalmente [música] dedicar a vida dele pro Senhor. Toma o João em teus braços e preserva-o ali bem guardado junto ao peito do Senhor. [música] que cada um dos passos dele sejam dados na tua presença e que no momento em que ele tiver condições de tomar [música] suas próprias decisões, que seguindo o exemplo dos seus pais, ele também possa decidir-se por Cristo Jesus. >> [música] >> Cuida dele, Senhor. Abençoa-o e cumpra na vida do João os teus planos [música] pra felicidade dele, dos seus pais, mas principalmente [música] paraa honra e glória do seu santo nome. Em nome de Jesus. Amém. [música] >> [música] >> Nós teremos uma mensagem musical nesse momento e enquanto a música é cantada, nós também vamos marcar o pezinho dele, [música] abre no certificado para vocês terem essa lembrança. >> [música] >> Bendita [música] será a [canto] nossa casa. Benditos [música] serão [canto] nossos filhos e nós glorificaremos [música] [canto] ao Senhor. Minha [canto] casa não [música] será abalada [canto] em CR. >> [música] >> está [canto] alicerçada [música] em nós. Glorificaremos [música] ao Senhor. [canto] A rocha em que [canto][música] minha casa está firmada é ele. [música] É [canto] ele, o amor [música][canto] que alcançou a minha casa. É ele. É ele. A rocha em que minha [música][canto] casa está firmada. É ele. É. Ele, o amor [música][canto] que alcançou a minha casa é ele. É [canto] ele. [música] Meu [canto] Jesus, [música] eu te entrego minha [canto] vida. Te [música] dou meu lar, minha família. [canto] Eu e minha casa, [música] Senhor, te [canto][música] serviremos com amor. Meu Jesus, [música] eu te [canto] entrego minha vida. [música] Te dou meu lar, minha família. Eu [música][canto] e minha casa, Senhor, [música] te [canto] serviremos com amor. Oh oh oh [canto][música] [música] oh oh [canto] [música] A [música][canto] rocha em que minha casa está firmada é ele. [música][canto] Ele o amor que alcançou [canto][música] a minha casa é ele. É ele. Meu [canto] Jesus, eu [música] te entrego minha [canto] vida. Te dou meu lar, minha família. [música] [canto] Eu e minha casa, Senhor, [canto] te serviremos com amor. [canto] [música] Meu Jesus, eu te [canto] entrego [música] minha vida. Te dou meu lar, minha família. [música] [canto] [roncando] Eu e minha casa, [música] Senhor, [canto] te serviremos com amor. [música] Amém. Deus seja louvado por isso. [música] Obrigado por esse privilégio. Que Deus continue abençoando vocês [música] e abençoando o João. O nome do João não foi escolhido por acaso. A referência é o discípulo do amor. Não só pelo amor que ele demonstrou para com os outros, mas também com a confiança que Jesus deposita nele, dizendo: [música][canto] "Olha, essa é tua mãe. Vai pedir para que João cuidasse de Maria. >> [música] >> por onde ele for. Amém. Deus abençoe vocês. >> [aplausos][música] >> passador. >> Maravilha, meus amigos. Que que bom reencontrar você, rever você. Eu vou precisar só dos meus amigos, do passador, por gentileza. E aí pode colocar já a primeira. É uma tela preta a primeira. Aí depois eu vou passando aqui. Mas o tempo passa muito rápido. 16 anos da Vila Olímpia. Eu lembro quando eu cheguei aqui, obrigado, J. Quando eu cheguei aqui em meados de 2015, eu cheguei em junho de 2015, na verdade, e já se vão aí 11 anos. Tô vendo ali os títos estão ali. Eles tentaram fugir de mim, foram primeiro para Moema, mas eu fui atrás, não deu muito certo. E é muito bom. Vou olhando, vou reconhecendo os rostinhos. Vi a Fabiana ali, ó, nas quartas-feiras, os lanches aqui do nosso PG da quarta, enfim, tanta gente. Tô vendo a Fernanda ali, enfim, ouvendo os amigos. Professor Gorsk, Roberto Gorsk, o senhor foi meu diretor em Vila Iara no ano de 1994. Eu saí de lá com meus pais mudaram para Curitiba. Eu tenho um carinho pelo Senhor que o Senhor não tem ideia. Deus seja louvado pelo seu ministério, pela vida de entrega à educação adventista. Guarda o Senhor com muito carinho no coração. Um prazer ver o Senhor aqui, viu? Mas, queridos, vamos pra mensagem porque senão a gente vai ficar só matando a saudade aqui. O tempo vai passar e termina 2as da tarde, é isso? Não é? É menos, né? Tá bom. Vou tentar ficar dentro do tempo. Humberto aqui também, grande amigo. Tinha visto o Gerson aqui atrás. Nossa, muita gente querida. Muita saudade de todo mundo, queridos. Lá pelo ano de 2010, 2000, entre 2010 e 2013, os smartphones começaram a se popularizar na nossa sociedade, no nosso meio, né, no mundo. E mais propriamente dito, no ano de 2014, foi quando alastrou-se assim essa cultura da selfie. E teve uma mulher que meio que inaugurou isso, eu não sei se você vai lembrar dela, uma mulher que inaugurou essa questão da selfie e do absurdo que isso se tornaria ao longo do tempo, porque ela acabou tirando uma selfie num lugar que ninguém esperava. Não sei se você lembra dessa cena aqui. Isso aconteceu em 2014. Essa mulher aqui ficou famosa porque ela tirou essa selfie no velório daquele candidato à presidência chamado Eduardo Campos. Então, foto em velório já é uma coisa que não rolava muito, né, e até hoje, mas ela acabou tirando uma selfie dela mesmo no velório do Eduardo Campos. E aí, assim, eh, a gente não dava esse nome ainda, mas começaram ali os cancelamentos. Mas com a foto dela no velório do Eduardo Campos, o brasileiro fez aquilo que é a especialidade do brasileiro, que é fazer meme. E aí pegaram a foto dela no velório do Eduardo Campos, tava até a foto do Eduardo Campos ali. E aí colocaram ela em vários outros outras situações, vendo a possibilidade de se tirar um selfie em momentos também que marcaram, né? Então ela tirou selfie lá no Titanic, aí depois colocaram ela tirando a selfie nas torres gêmeas. E aí também até no 7 a1 ela tava lá no meio do time da Alemanha tirando a selfie. E aí isso virou febre. E aí de lá para cá a gente, isso faz parte do nosso dia a dia, do nosso contexto, a selfie, mas isso revela também algo que mudou dentro da mentalidade e do coração da sociedade, porque isso indica alguma coisa, isso é reflexo de alguma coisa, de um estilo de pensamento que tomou conta. Então, antes você ia num lugar e você tirava a foto do lugar da paisagem, quando muito você num cantinho, porque existem lugares extraordinários, lugares maravilhosos. Só que hoje parece que a coisa mudou e aí você tem que fazer um certo exercício para descobrir qual é o lugar, né? E aí eu queria fazer esse exercício com você, porque o mundo tem lugares maravilhosos, tem lugares emblemáticos e eu queria que você me ajudasse a saber quais são esses lugares pela sua paisagem que é destacada na foto. Então, que lugar é esse aí? >> É o Cristo Redentor. E você pode ver mesmo a beleza do Cristo Redentor, de toda a natureza em volta. Esse lugar aqui, são as pirâmides do Egito. Você pode ver o tamanho da pirâmide, né? Que lugar é esse aqui? Lindo, não é? Não, ficou mais bonito ainda agora. E agora? Olha aí que beleza. Você vai para lá e aí você pode contemplar a beleza do lugar. lugar muito emblemático que você já conhece também. E hoje esse aí, a ópera de Syney, lá na Austrália. Pois é. E essa cultura do self aqui você pode ver toda a estrutura do Big Bang e dá para ver bem, não dá? E essa cultura acabou tomando conta do ser humano, mas acabou revelando aquilo que foi um movimento também que aconteceu dentro da mente e do coração. Porque antes nós contemplávamos as coisas, a beleza daquilo que havia à nossa volta e de repente com o tempo, isso foi mudando, foi migrando e o ser humano passou a contemplar a si mesmo. O olhar que antes estava voltado pro mundo voltou para si mesmo. Há uma grande diferença entre estar no mundo e realmente enxergar o mundo. E hoje o ser humano enxerga mais a si mesmo do que necessariamente ao mundo. É possível você visitar lugares incríveis, extraordinários, monumentais e ainda assim continuar contemplando apenas a si mesmo. E nesses 16 anos de história da Vila Olímpia, eu gostaria de voltar um pouquinho essa aplicação e essa ideia pra nossa história como igreja, pra nossa história como movimento, porque isso também pode acontecer com uma igreja. A igreja ela nasce e ela passa a existir por um propósito. Propósito é o propósito de alcançar pessoas, de ajudar pessoas, de amenizar o sofrimento, a dor das pessoas, de trazer resposta a perguntas que as pessoas estejam fazendo. Mas a verdade é que com o tempo pode ser que a câmera mude. Ao invés de usarmos a câmera principal do celular, a gente começa a usar a câmera frontal, onde a gente olha só para nós mesmos. a gente começa a perceber que o nosso foco mudou e deixou de ser as pessoas lá fora e a nossa missão para ser nós mesmos quando nós começamos a nos preocupar mais com o nosso ar condicionado, mais com o conforto das poltronas aqui dentro, com o carpete, com outras coisas. Não que elas não sejam importantes. O problema é quando elas se tornam o centro da nossa preocupação e do nosso foco. Esse é o problema. O problema é quando a missão ela vira selfie. O problema é quando a missão perde o propósito, perde o foco e a gente começa a colocar o foco em nós mesmos ao invés de mantermos o foco no mundo, que é para o qual a igreja existe. A igreja perde o propósito. Quando o mundo ao seu redor se torna apenas o cenário paraa sua própria história. A gente tá no mundo, mas a gente não tá acompanhando a história do mundo, a história das pessoas que estão lá. Mas o mundo serve apenas como um pano de fundo, um cenário paraa nossa própria história. Será que nós estamos olhando apenas paraa nossa história? Será que a gente tá preocupado só com quem nós somos ou com quem nós já fomos um dia? Ao invés de continuarmos preocupado com o por somos o que somos, com o por estamos aqui e com o por nós somos igreja. Alguém já diz certa vez que aniversário pode ser tanto um espelho como uma janela. O espelho para você entender quem você é, a janela para você ver além de quem você é e do por você é. E hoje um momento oportuno para que a gente possa fazer isso, para que nós possamos olhar para um espelho, para nos reconhecermos, sem deixarmos de olhar pra janela, para vermos as oportunidades e entendermos assim o porquem somos ou tragicamente nos depararmos com o entendimento de que talvez não somos mais quem nós deveríamos ser. Existe uma história na Bíblia e eu gostaria de refletir brevemente com vocês nessa história que nos fala um pouco a respeito disso. Se você tem aí a sua Bíblia, abra no livro de Gênesis, no capítulo 11. Gênesis capítulo 11. Nós vamos ler os nove primeiros versos desse capítulo e a gente vai tentar tirar alguma lição para nós como igreja, como comunidade. Gênesis 11 e a partir do verso 1, eu leio assim: "Em toda a terra havia apenas uma língua e uma só maneira de falar. Os homens partiram do oriente, encontraram uma planície na terra de Sinar e habitaram ali, e disseram uns aos outros: "Venham, vamos fazer tijolos e queimá-los bem". Os tijolos lhe serviram de pedra e o betume de argamassa. Eles disseram: "Presta atenção na maneira como eles disseram o que disseram. Venham, vamos construir uma cidade e uma torre cujo topo chegue até os céus e tornemos célebre o nosso nome, para que não sejamos espalhados por toda a terra. Então o Senhor desceu para ver a cidade e a torre que os filhos dos homens estavam construindo. E o Senhor disse: "Eis que o povo é um e todos têm a mesma língua. Isto é apenas o começo. Agora não haverá restrição para tudo que planejam fazer. Venham, vamos descer e confundir a língua que eles falam para que um não entenda o que o outro está dizendo. Assim o Senhor os dispersou dali pela superfície da terra e pararam de edificar a cidade. Por isso, a cidade foi chamada de Babel, porque ali o Senhor confundiu a língua de toda a terra e dali o Senhor os dispersou. por toda a superfície da terra. Esse é um trecho da Bíblia que descreve uma sociedade, uma comunidade, um povo que vive olhando para si, que esquece os os reclamos de Deus e as promessas de Deus, as orientações de Deus e procura viver com base no seu intelecto, nos seus interesses a cumprir os seus próprios propósitos. ali retrata não só um coletivo, uma sociedade, mas também retrata a vida de alguém que vive olhando só para si. Babel, ela tinha algumas características muito relevantes e muito importantes que nos dias de hoje também são muito valiosas ou são muito valorizadas. Por exemplo, se você olha de uma perspectiva empresarial e organizacional para Babel, Babel possuí unidade. Quando a Bíblia diz aqui, eles falavam uma mesma língua, você trazendo isso pro mundo corporativo, Babel tinha todo mundo alinhado, todo mundo falava a mesma coisa, era a mesma ênfase, o mesmo propósito. Eles tinham uma excelente comunicação, eles tinham um plano de ação, eles tinham liderança bem estabelecida, eles tinham capacidade, eles tinham recursos. E na visão humana, eles não pensaram pequeno, eles pensaram grande. Vamos fazer uma torre cujo topo alcance o céu. Todo mundo falava a mesma língua, todo mundo estava alinhado, todo mundo conhecia o projeto, todos ali estavam dispostos a colaborar com a execução desse plano. A visão estava bem clara para todo mundo. Enquanto isso, a construção avançava. O problema de Babel não era competência, porque competência eles tinham. O problema é a direção na qual toda essa competência estava sendo usado, porque você pode muito bem fazer uma coisa de maneira excelente, mas estar ainda assim fazendo a coisa errada. de que isso vale. Eles tinham muita competência, muita capacidade, mas toda a sua competência e a sua capacidade estavam sendo empregadas em fazer aquilo que era errado. Babel era uma organização muito eficiente, mas cumprindo o propósito errado. Já sentiu assim em algum momento? Como igreja? Você já se sentiu assim? podendo estar empregando muitas coisas, mas não no foco certo, não no lugar certo, não para cumprir o propósito certo. A gente não pode esquecer como igreja que eficiência não substitui a missão. Você pode fazer muito bem uma coisa, mas se essa coisa não serve, a missão ela não vale de nada. É só tempo gasto, é só recurso gasto. Você precisa empregar toda a competência, a capacidade que Deus te deu para cumprir aquilo que ele confiou em suas mãos. A pergunta não é só se a gente tá fazendo bem, a pergunta é se a gente tá fazendo o que Deus quer que a gente faça. Por que que vocês fazem o que fazem? Por que que vocês cantam como cantam? E como é bom ver o tal cantando de novo. Por que vocês são do jeito que são? É isso, é entender qual é o propósito, é entender porque que Deus te colocou aqui. A ênfase do olhar de Babel, ela se revela aqui na maneira como eles declaram o seu propósito. Edifiquemos para nós, tornemos célebre o nosso nome, para que nós não sejamos espalhados pela terra. Tudo que eles pensam em fazer termina neles mesmos. Tudo que eles projetam fazer tem a ver com eles mesmos, com seus próprios interesses. E às vezes, como igreja, a gente corre o risco de fazer a mesma coisa, de pensarmos muito para dentro, de pensarmos somente na nossa condição aqui dentro, pensarmos no nosso conforto, na maneira como nós vamos experienciar esse momento aqui. Mas assim como Babel, que tinha um propósito de Deus para com o mundo conhecido de então, e aí é muito diferente aqui a estimativa populacional daquela época. Alguns vão ser mais conservadores e vão pensar em algo entre 5 e 10.000 habitantes na Terra nesse período aqui de Babel pós dilúvio. Alguns jamais otimistas vão chegar aí a 100, 150.000 1 habitantes. Mas a verdade é que Deus tinha um propósito. O propósito deles se multiplicarem e povoarem a terra. E eles queriam fazer o contrário. Eles queriam permanecer ali, se concentrar ali, descumprindo a vontade de Deus pra vida deles. E por isso eles não pararam para perguntar quem nós vamos abençoar? Qual plano Deus quer que nós cumpramos? Para onde Deus quer nos enviar? Como os recursos que Deus nos dará a partir de agora podem servir a missão que ele nos confiou? Não. Eles pensaram em usar o recurso deles para benefício próprio. De maneira que Babel, ele é um símbolo de uma vida organizada para que tudo termine em mim. Será que você vive assim? Seus pensamentos, o seu trabalho, os seus esforços, eles têm um fim em você mesmo. Ou você entende o seu papel aqui nesse mundo, que o seu papel aqui não tem a ver com você apenas, mas tem que ver com o próximo, tem que ver com a outra pessoa. Deus colocou na nossa cara lição. Existe o rosto de uma pessoa que tá aqui dentro que você não consegue enxergar. Qual é esse rosto? Hã, de quem? >> É você mesmo. O único rosto que você não consegue enxergar aqui é o seu mesmo. E essa é uma das primeiras lições que Deus dá para nós. É que você não foi criado para olhar para si. Você foi criado para olhar pro próximo, para olhar pro outro. E aqui nós vemos uma comunidade que se voltou para si mesmo, uma comunidade que olhava só para si. E isso pode acontecer no âmbito pessoal também. Você pode estudar para você, você pode trabalhar com o fim em você mesmo, você pode conquistar para você, você pode acumular para você, você pode buscar reconhecimento para você, inclusive você pode orar para Deus melhorar a sua vida somente e falar em oração. Obrigado pela oração, Débora. A sua oração me tocou profundamente. Mas isso pode acontecer na nossa vida. A gente pode se esquecer que estamos aqui por um propósito e passarmos a viver nos tendo como o fim de todas as coisas. Aquelas pessoas começam a construir a torre porque eles tiveram medo, porque eles não confiaram naquilo que Deus tinha dito para eles, que jamais destruiria esse mundo novamente com água, com dilúvio. Tanto é que Deus coloca no céu um símbolo dessa sua promessa, o arco-íris. Eu não vou mais destruir a terra com dilúvio. Mas ainda assim, com o sinal da promessa no céu, eles decidiram fazer o seu próprio caminho, não confiando na palavra e na promessa de Deus. Aquela torre oferecia para eles uma falsa sensação de segurança, uma falsa sensação de controle, de previsibilidade. E muitas vezes a gente faz isso também. Nós nos cercamos de coisas que podem nos transmitir essa falsa sensação de segurança, de controle. Para uns pode ser o dinheiro, para outros o emprego, para outros uma pessoa. E desviamos a nossa confiança de Deus e das suas promessas e colocamos nessas coisas que achamos que podemos controlar. A torre não era só um projeto arquitetônico, ela era uma resistência à missão que Deus tinha confiado para eles. E a pergunta que a gente precisa fazer é: será que a Vila Olímpia nesses 16 anos tem se cercado de outras coisas que tm lhe trazido segurança e que tem desviado o foco da real missão pela qual ela existe ou para a qual ela existe? Será que a gente coloca tanta coisa pra gente cuidar e pra gente administrar? E tá tão bom a gente ficar aqui dentro que a gente não quer ir lá para fora, a gente não quer cumprir a missão. A verdade, queridos, é que todo movimento de missão que a Bíblia apresenta na sua palavra envolve algum tipo de saída. O movimento ao qual Deus nos chama como igreja a participarmos não tem que ver a nos fecharmos aqui dentro, mas tem que ver com rompermos barreiras e fronteiras para alcançarmos quem está lá fora. De maneira que a gente também recebe hoje um convite para nós sairmos, sairmos do nosso comodismo, sairmos da nossa linguagem própria, igrejeira interna, pra gente sair daqueles métodos que foram padrões por muito tempo pra gente sair das nossas portas e irmos em busca das pessoas, para nós rompermos, quem sabe, as nossas panelinhas e os nossos círculos mais próximos para que mais pessoas possam fazer parte desse esse círculo. É para isso que nós somos chamados como igreja, pra gente poder ir na direção daqueles que o Senhor nos confiou. O problema é que quando a gente abre esse nosso círculo e vamos buscar quem está lá fora, quem está lá fora traz perguntas diferentes das perguntas que a gente tá acostumado fazer aqui. Isso gera desconforto? As pessoas vêm lá de fora com histórias complicadas e complexas demais. E isso tira a gente da nossa zona de conforto. Muitas vezes a gente não compreende quais são as suas dores, quais são as suas dúvidas e ter que lidar com elas é um desafio. Mas nós fomos chamados a sairmos ao encontro dessas pessoas, a sairmos dessa condição de olharmos somente para nós mesmos. Quando todos envolvidos no projeto da Torre de Babel começam a olhar só paraa torre, porque ela representava o símbolo daquilo que eles pretendiam, daquilo que eles queriam, as pessoas começaram a serem usadas pro cumprimento do propósito da torre. As pessoas eram avaliadas pela contribuição que elas davam à construção da torre. De maneira que se nós pudéssemos ouvir a pergunta que aqueles construtores da torre poderiam fazer, eles provavelmente perguntariam: "Como que essa pessoa pode ajudar a construção da torre?" E quando a gente começa a olhar para dentro, a gente começa a perguntar isso, como que essa pessoa pode contribuir com a igreja? Mas quando a gente alinha o foco e o nosso foco está na missão, a pergunta é diferente. Como que essa igreja pode abençoar as pessoas que estão à nossa volta? Como que essa igreja pode fazer a diferença na vida das pessoas? Aí a gente começa a entender que nós não vamos usar as pessoas para construir a igreja, mas nós somos a igreja que Deus usa para construir as pessoas. O foco muda. Agora eu posso a não só querer receber, mas agora eu sou aquele que dá, aquele que entrega, aquele que oferece, aquele que busca. Essa é a diferença quando você para de olhar só para dentro e você começa a olhar para fora. E existe um aspecto meio cômico aqui nesse relato. Eu não sei se você percebeu isso, porque é bem verdade que o humor aqui do hebreu ele é um pouco diferente do nosso, mas tem uma parte aqui que se você prestar atenção, a gente tem que rir disso. E Deus fez isso estar relatado assim de propósito. Qual era a pretensão deles com aquela torre? é que ela chegasse aonde existe, existem algumas coisas aqui na Terra que dá para ver do espaço, segundo dizem os astronautas, não é? Dá para ver o deserto do Saara, dizem que dá para ver a muralha da China. São monumentos grandiosos mesmo, que tem um impacto, dá para ver do espaço. E eles pretendiam que essa torre fosse um monumento assim: "Nós vamos construir uma torre cujo topo chegue ao céu." Mas daí sabe o que que Deus fala? Deus diz assim, ó, no verso 7, venham, vamos descer pra gente ver a cidade e a torre. Eles pretendiam fazer algo tão grande que alcançasse o céu. E Deus no seu movimento, é como se Deus estivesse rindo da pretensão do homem, dizendo assim: "Olha, tá tão grande essa torre que vocês construíram que eu vou ter que descer para enxergar, porque daqui de cima não tá dando para ver não." O homem pensa que pode construir algo grandioso. O homem pensa que pode ter um plano melhor do que o de Deus. E aqui o autor usa até mesmo de um certo humor e de uma certa ironia para dizer que essa torre era tão grande que Deus precisou descer porque lá de cima não tava dando para enxergar. Existe um ditado judeu ou judaico que expressa isso. Você pode encontrar esse ditado nas referências aí das tradições judaicas, que é mais ou menos o que Salomão escreveu em Provérbios 16. Sabe também aquele memezinho que diz assim, quando Paulo vai escrever uma coisa, ele fala primeiro de uma maneira muito dura e aí o espírito diz: "Não, Paulo, mas não dá para escrever assim, daí fica um verso bonito, né?" É mais ou menos isso. Que esse ditado judaico diz assim: "O homem pode fazer planos e o Senhor ri. Deus ri dos planos do ser humano. É como se o espírito soprasse para Salomão e dissesse assim: "Salomão, não dá para escrever desse jeito". Aí ele escreveu Provérbios 16:1. O coração do homem pode fazer planos, mas a resposta certa vem dos lábios do Senhor. Deus ri. Vocês querem fazer uma torre tão grande que alcance o céu, mas eu tenho que descer para ver a sua torre. Eles queriam ser vistos. Eles queriam demonstrar quem eles eram para toda a comunidade dos habitantes da terra daquela época. Eles queriam construir a sua própria identidade, diferente daquela identidade que Deus tinha dado para eles. Mas, queridos, identidade é essência. A identidade cedo ou tarde ela vai se prevalecer e ela vai se revelar porque você não consegue fingir quem você não é por muito tempo. Você vai ser uma igreja acolhedora não quando você disser que é uma igreja acolhedora, mas quando alguém entrar por aquelas portas ali e se sentir acolhido aqui dentro. Isso é identidade. Você vai ser uma igreja jovem, não por dizer que é uma igreja jovem, mas você vai ser uma igreja jovem quando, de fato, você começar a dar responsabilidade para as novas gerações. Identidade é essência. Ela não pode ser simplesmente construída. No nosso caso, ela é recebida do Deus que estabeleceu a nossa igreja. Uma igreja missionária é aquela que se organiza em torno de quem ainda não chegou aqui. Ela não é missionária só porque eu digo que ela é. Ela é missionária se eu viver de fato essa identidade, uma identidade que existe apenas na memória e no discurso, ela já começou a se transformar num monumento. Sabe aquelas igrejas saudosas, saudosistas, elas vivem só da fama que elas já tiveram um dia. Um dia nós já fomos isso. Você está fazendo a sua identidade um monumento, mas identidade é o que se é, o que se vive. E Deus deu uma identidade bem clara para essa igreja. Babel representa uma igreja que olhou para si mesmo, que tentou construir a sua própria identidade, desviando-se daquele que era o propósito original de Deus para ela. E quando você se depara com a história de Babel, você deve se perguntar: "Tá bom, mas qual é o antídoto?" Então, qual é a solução para isso? E o que é maravilhoso na palavra de Deus é que logo depois vem o capítulo 12 e eles estão em íntima relação. De maneira que você não deveria ler o capítulo 11 sem ler o capítulo 12. Porque no capítulo 11 você tem uma comunidade que olha para si, que está voltada para si. Mas aí vem a resposta a isso, vem um antídoto a isso, que é o capítulo 12. Eu convido você a abrir a sua Bíblia ali a virar, quem sabe uma página para ler comigo Gênesis capítulo 12, porque você vai ver ainda um paralelo bem próximo ali. Gênesis capítulo 12, a partir do verso 1, diz o seguinte: "O Senhor disse a Abraão: "Saia da tua terra, da tua parentela e da casa de teu pai, e vá para uma terra que lhe mostrarei. Parei de você uma grande nação e o abençoarei e engrandecerei o seu nome. Seja uma bênção, como alguns conhecem o verso, ser tu uma bênção. Eu amaldiçoarei aqueles que, ou melhor, abençoarei aqueles que o abençoarem e amaldiçoarei aquele que o amaldiçoar, porque em você serão benditas todas as famílias da terra. Partiu, pois, Abraão, como o Senhor lhe havia ordenado, [música] e Ló. Abraão tinha 75 anos quando saiu de Arã. Abraão levou consigo Ló, enfim, e partiram da terra de Canaã e lá chegaram. Versículo 6. Abraão atravessou a terra de [música] Siquém até o carvalho de Moré. Nesse tempo, os cananeus habitavam essa terra. Versículo [música] 7. O Senhor apareceu a Abraão e lhe disse: "Darei essa terra a sua descendência". [música] Ali Abraão edificou um altar ao Senhor que lhe tinha aparecido. Passando dali para o monte a leste de Betel, armou a sua tenda, ficando Betel a oeste [música] e ai a leste. Ali edificou um altar ao Senhor e invocou o nome do Senhor. Depois Abraão partiu dali, indo sempre na direção [música] do Neguepe. Você percebeu os paralelos aqui? >> [música] >> No capítulo 11, um povo disposto a desobedecer a Deus e a ficar. No capítulo 12, o convite de Deus para Abraão é: vai. No capítulo 11, [música] o desejo daqueles homens é de edificarmos para nós uma cidade. [música] Mas o convite no capítulo 12 é: "Sai da tua terra". O desejo no capítulo 11 é: "Tornemos célebre o nosso nome." Vamos escrever o nosso nome na história, mas no capítulo 12, [música] Deus é quem escolhe engrandecer o nome de Abraão. No capítulo 11, [música] o desejo era para que não fossem espalhados pela terra. No [música] capítulo 12, o desejo de Deus é que através de Abraão fossem benditas todas as famílias. >> [música] >> da terra. Babel constrói uma identidade para si. [música] Abraão recebe uma identidade de Deus, porque ao atender esse chamado, ele não será mais Abraão, [música] mas eleá será chamado por Deus de Abraão. Deus decide abençoar esse [música] homem, só que a bênção que Deus decide dar para ele não termina nele, porque Deus diz: "Eu [música] farei de você uma grande nação. Vou te abençoar e te engrandecerei o nome. Mas seja [música] você uma bênção. Você é bênção pros outros. [música] O desejo final da promessa de Deus para Abraão não termina em Abraão, mas é de Abraão pro mundo, porque em ti serão [música] benditas todas as famílias da terra. Eu louvei a Deus quando eu vi aqui o relatório financeiro [música] da igreja. Deus tem de fato abençoado. Deus tem colocado as suas mãos aqui. Mas essas bênçã para vocês, é para que através de vocês outras pessoas sejam abençoadas. O que que vocês estão fazendo com isso? A gente não pode correr o risco de ficar olhando só aqui para dentro. A gente não pode correr o risco de pensar numa cadeira [música] ainda mais confortável do que essa. A gente tem que olhar para isso para ser bênção para as pessoas. E eu fico lembrando de quantas coisas essa igreja [música] já fez para abençoar as pessoas. Eu lembro com carinho, com saudade até hoje do sair e servir. Quem é do tempo do sair e servir aí? [música] Sair e servir é isso. É quando Deus diz: "Vai, vai, eu vou te mostrar". Pô, um dos mais apetitosos aí, o Vila [música] Delivery. Esse eu era fã mesmo, que a gente entregava pizza, mas também comia. [música] Eu não sei se você lembra da história, [música] o Ricardo com a Carlinha não estão mais aqui, né? Mas vocês lembram do que aconteceu? Eles [música] entregaram uma pizza para um rapaz que puxava um carrinho de papelão. Aquele rapaz veio para cá. [música] Ele conseguiu colocar esse rapaz numa pousada. Ele conseguiu emprego para esse rapaz. [música] É isso. Deus abençoa a gente. Não é paraa bção parar na gente, é paraa gente abençoar as pessoas. É por isso que Deus tem abençoado essa igreja. É para essa igreja cumprir a missão. Isso tá no [música] DNA dela. Isso é identidade que Deus deu para ela. E a gente precisa romper com a nossa natureza [música] pra gente cumprir a missão que Deus nos confiou. Porque hoje Deus olha para essa igreja e diz assim: "Vila Olimpia, em vocês serão benditas todas as [música] famílias do bairro da Vila Olimpa e mais." A grande pergunta é: as pessoas aqui à nossa volta [música] t sido abençoadas pela sua vida? Eu preciso [música] ir ali dar um abraço no Eduardo. Primeiro porque ele faz um dos bolinhos de arroz mais gostosos da cidade de São Paulo. [música] Quem tava aqui naquela noite que a gente foi fazer o pequeno grupo ali no bar dele? Fabi tava naquela noite. Fabi, a Aen tava também, a Berenice [música] e o Cadu tavam também naquela noite. Pessoal chegou aqui, tinha dado um problema com o lanche daquela noite, né, Fab? A pessoa que fornecia o lanche, que a Fabi passava pegar, furou. E aí a gente chegou aqui, não tinha o lanche. O pessoal vinha direto do trabalho. [música] Eu tava com fome, o que é meio normal. E o pessoal chegou com fome do trabalho também. E a gente começou o pequeno grupo que era ali no fundo da igreja aqui. [música] Eu fui brincar com o pessoal, falei: "Ah, se colar, colou". Falei: "Pessoal, a gente pode fazer o pequeno grupo ali no bar do Edu. Aí a gente pede alguma coisa, come e faz o pequeno grupo também ali." E fui levantando, indo pra porta. [música] Eu sei que não é um convite normal para um pastor fazer, n? Eu já pensei numa estratégia, falei: "Se ninguém vier, eu viro para eles falar: "Ah, pegadinha do pastor, era só para ver quem ia bar." >> [música] >> Mas para mim a surpresa, o pessoal levantou e falou: "Vamos lá, então". Eu falei: "Então vamos". A gente colocou um papelzinho no portão, falou: "Ó, estamos no bar do Edu [música] nessa varanda, no cantinho ali, a gente reuniu, a gente fez os nossos pedidos, agradecimentos, [música] fizemos a reflexão. Grazi não tava naquela noite, GRZ? Fizemos a reflexão ali e quando a gente orar para terminar o PG, eu chamei o Edu, falei: "O Edu vem aqui". Sabe o que que a gente acabou de fazer? Falou: "O qu, pastor? Acabou de fazer o culto aqui no seu bar." Falou: "Você tá brincando?" Falei: "É, vamos de refletir aqui, conversar sobre a Bíblia, tal". E a gente sempre termina esses momentos com uma oração. E eu te chamei aqui porque a gente quer orar com você. [música] Podemos? Ele: "Por favor, pastor". A gente se levantou, abraçamos o Edu a gente orou com o Edu, [música] ele falou assim: "Pastor, vocês não vão sair não, espera aí". Ele foi lá dentro, demorou uns 5 minutinhos, ele veio com uma travessa de bolinho de arroz pra gente comer ali. [música] E foi assim que a gente começou uma grande amizade. O Edu participou das feiras de saúde que a gente fez aqui num desses vila deliveries, lembra? Foi uma vez, foi pizza, outra vez foi pão. [música] Quem fez o pão à tarde aqui? Guilherme, você devia tá, você tava em todas. [música] A gente fez pão à tarde aqui paraa noite a gente saímos vizinhos. Tita e a Tita não tava aqui no no dia do pão, tavam aqui também, né? A gente foi sair entregar pão pros vizinhos e a questão era o seguinte, você bater nas portas aqui, entregava o pão e oferecia uma oração. [música] E aí tinham duas meninas que frequentavam aqui na época, elas saíram ali, eu falei assim, ó: "E entrega um pão pro Edu ali no bar." Sério, pastor Sério? Entregar. Elas foram ali, entregaram pro Edu. A gente entrou, fez, daqui a pouco quando eu saio. [música] O Edu tava de mesa em mesa cortando fatia do nosso pão quentinho e dando pros clientes dele [música] ali. Aí eu fui lá, fui lá para dar um abraço pro Edu e o pessoal que tava ali, os clientes não me conheciam, né? Aí quando eu cheguei, falei: "E aí, Edu, o que que você tá fazendo?" Ele [música] disse uma coisa, ele não entende a profundidade do que ele disse ali, mas eu entendi o propósito que a gente estava cumprindo naquela noite. Ele disse assim: "Pastor, tô dividindo o pão". É isso. A gente não pode parar de compartilhar o pão aqui, porque nós temos recebido do pão da vida e as pessoas estão morrendo de fome espiritual ao nosso lado, à nossa volta. A gente não pode deixar inverter a câmera e virar essa câmera para nós, porque nós somos somente instrumentos pra gente olhar pro mundo. É para isso que a gente tá aqui. [música] E eu lembro que o pessoal falou assim: "Não, esse pão aqui é daquela igreja ali". Aí o Du falou: "É, esse aqui é o pastor da igreja. [música] A gente não pode parar de partilhar o pão. [música] Tem muita gente faminta aqui em volta. O antídoto para Babel [música] é fazer o que fez Abraão. Porque enquanto Babel era movida pelo medo e pelo medo eles quiseram construir [música] uma torre e construir para eles uma própria identidade. Abraão, ao invés de ter medo, ele decide confiar. Ao invés de construir, ele precisa abrir mão do que ele construiu para tomar nas mãos aquilo que Deus estava querendo dar para ele, porque ele era rico, ele tinha tudo já. [música] E ele vai na direção contrária, ao invés de construir para si, ele entrega para Deus e diz: "Tó Senhor, é teu." E aí, nesses 16 [música] anos da Vila Olímpia, a gente precisa decidir se a gente quer construir uma torre para nós mesmos ou se [música] nós queremos construir altares. Porque a torre vai apontar para mim, o altar vai apontar [música] pro Senhor. Nós vamos cumprir a [música] nossa missão e teremos êxito na missão quando as pessoas olharem para cá e não ficarem falando: "Ah, nossa, como o louvor da vila [música] é demais, como é bacana aquele auditório, [música] como tudo funciona certinho, como a banda é especial, como as coisas estão, [música] como a sala são, não é isso? A gente vai cumprir a nossa missão quando as pessoas falarem: "Tá vendo aquele lugar [música] ali? Ali tem gente que segue a Jesus e que tornou Jesus conhecido para mim. Jesus tá naquele lugar. Jesus [música] tá na vida daquelas pessoas. É quando esses vizinhos, quando essas pessoas olharem para cá e dizerem assim: "Ó, tá vendo aquele lugar ali? Aquele lugar é diferente na rua Baloarte. A rua Baluarte tem um prédio que é diferente, mas não é por causa do prédio, é pelo que acontece ali, é pelo que se manifesta [música] ali. É por isso. 16 anos, a gente pode ficar se olhando no espelho, admirar tudo que a gente construiu. Ou a gente pode olhar pra janela e ver o mundo que a gente ainda [música] tem que conquistar e ver o mundo para o qual Deus nos chamou. Podemos olhar pra janela e vermos o mundo que Deus confiou [música] a cada um de nós aqui pra gente construir altares por onde a gente passar, para que as pessoas possam reconhecer que ali esteve o Senhor, que a nossa vida foi rendida no altar pro Senhor. Torres ou altares? [música] Nesses 16 anos da Vila Olímpia, eu desejo para ela um caminho repleto de altares, [música] um caminho repleto de entrega para que Deus possa [música] renovar a sua identidade e ela continue sendo a igreja que ela nasceu para ser. Que ela continue [música] pregando e proclamando até aquele grande dia, quando Jesus voltar. Amém. Se é o teu desejo de consar um altar ao Senhor, feche seus olhos, ore comigo. [música] Querido Deus, muito obrigado pelo privilégio que nós temos de conhecermos [música] a tua palavra, de termos sido chamados, ó Deus, e de podermos participar do cumprimento da tua missão. É bem verdade que muitas vezes durante o caminho [música] nós somos tentados a olharmos para nós mesmos, mas que os nossos olhares continuem [música] olhando fixa e firmemente para aquele que é o autor e consumador da nossa fé, Cristo Jesus, o nosso Senhor. Que o Senhor ajude com que essa igreja continue não só olhando pro espelho, mas que olhe pela janela a Deus para ver o mundo que precisa conquistar. >> [música] >> Que essa igreja continue sendo consciente da sua realidade, como uma proclamadora da verdade, como uma gente do céu aqui nesse bairro para abençoar a vida das pessoas. E que através dessa comunidade sejam benditas todas as famílias da rua Baloarte, [música] da Vila Olímpia, de São Paulo e do mundo. Usa-nos para tua honra e para tua glória. Alinha o propósito [música] do nosso coração e que o nosso coração esteja guardado completamente em tuas mãos. Cumpra o teu propósito na vida dessa igreja e receba como uma oferta o altar que erigimos no nosso coração [música] e que o caminho da nossa vida seja marcado por muitos e muitos altares que apontem para o Senhor hoje e sempre, em nome de Cristo Jesus. Amém. Nós [música] vamos terminar louvando com a última música. Então, abre o seu coração, louve ao Senhor e vamos construir um altar para honra e glória dele. Amém. >> [música] [música] >> Fala a gente tem muito cheio. Gente, se tiver pode sair. >> [música] [música] >> Eu [música] sei [canto] quem eu sou. Eu sei [música] quem eu [canto] sou. >> Eu sei quem eu sou. Eu sou [música][canto] teu. Eu sou teu. Eu sei quem eu sou. Eu sei quem eu sou. [música][canto] Eu sei quem eu sou. Eu sou teu. [música][canto] Eu sou teu e tu és meu. Cristo, [música] tu és meu. Tu és meu. Cristo, tu és meu. Quando [música] em fuga me encontraste, quando [canto] cego me fizeste [música] ver. me colocaste [canto] um louvor. Oh, [música][canto] me curaste, perturbado, [canto] me trouxeste a luz. [música] Cristo és minha identidade. Eu sei, [música] eu sei, eu sei quem eu sou. Eu sei [música] quem eu sou. Eu sei quem eu sou. Eu sou [música][canto] teu. Eu sou teu. Eu sei quem eu sou. [música] Eu sei quem eu [canto] sou. Eu sei [música] quem eu sou. Eu sou teu. [canto] Eu sou teu. E tu és meu. Cristo, [música] tu és meu. Tu és [canto] meu. Cristo, [música] tu és meu. Quando em fuga me encontraste, [música][canto] quando cego me fizeste ver [música] em que colocaste um louvor. >> [canto] >> Lado, [música] me curaste, perturbado, me trouxeste [canto] a luz. Cristo [música] és minha identidade. [música] Eu sei, eu sei, [música] eu sei, eu sei quem eu sou. Eu sei quem eu sou. [música] Eu sei quem eu sou. Eu sou teu. Eu sou teu. [música] Eu sei quem eu sou. Eu sei quem [música] eu sou. Eu sei quem eu sou. Eu sou teu. Eu sou [música] e tu és meu. Cristo, [música] tu és. Tu és meu. Cristo, tu és. [música] Sou perdoado. Sou filho [música] teu. Eu sou aceito. Eu sei quem eu sou. >> Sei quem [música] eu sou. Estou. Pois [música] hoje sei que amado sou. [música] Eu sei quem eu sou. >> Sei quem eu sou. Estou. >> [música] >> Eu a Deus a mim. [música] Eu sei quem eu sou. Eu sei [música] quem eu sou. Eu sei quem [música] eu sou. Eu sou teu. Eu sou Deus. Eu [música] sei quem eu sou. Eu sei quem [música] eu sou. Eu sei quem eu sou. Eu sou Deus. Eu sou Deus. Eu sei [música] quem eu sou. Eu sei quem eu sou. [música] Eu sei quem eu sou. Eu sou Deus. Eu [música] sou Deus. Eu sei quem eu sou. Eu sei [música] quem eu sou. Eu sei quem eu sou. [música] Eu sou Deus. Eu sou teu. Tu és meu, [música][canto] Cristo. Tu és meu. Tu és meu. [música] Cristo, tu és meu. Tu és meu. Cristo. Tu és meu. Tu és meu. Tu és meu. [música] [música] Fúvio. Nossa, tá alto o microfone, rapaz. Me empolguei. Faz de ter uma festa hoje. Vai parar aqui? Não vai parar aqui, como todo mundo já sabe, [música] né? E é claro que a gente tinha que subir aqui para dar algumas orientações finais, né? E iniciais, por que não, né? Bom, teremos o almoço lá embaixo. A gente tá preparado para receber todos. Nos planejamos para não faltar nada, mas é sempre bom, né? no meio adventista, quando envolve comida, dá algumas orientações, >> né, que é o seguinte, lembre que após você outra pessoa vai se servir. Então, se essa pessoa não se serviu ainda, dê preferência a ela, né? Se você já se serviu, dê preferência a essa pessoa. A comida não vai acabar, o mundo ainda não vai acabar hoje. Então pode servir calmamente, tranquilamente, proporcionalmente, né, o suficiente. Segunda coisa, lugares. Talvez falte um pouco de lugar, né? A gente se planejou para não faltar, mas acaba faltando. Então, preferência dos lugares, mulheres, crianças, idosos, homens, por favor, comam de pé, tá bom? Eu sei que é bom comer do lado da família, mas a gente tem que dar o exemplo, né? Eh, que mais que faltou? Alguma coisa? Fila da comida. Se divirta, converse com o seu amigo. Vamos refletir, como foi falado aqui com Sorigo, a imagem de Cristo Jesus pro nosso próximo. >> Amém. >> Quem está feliz para participar desse almoço, diga amém. >> Amém. >> Tá. O Já perceberam que o Guil é legal e sou chato, tá? Tá bom. Fila. Primeiro servir crianças, mulheres, idosos, visitas, homens, por favor, fiquem no final da fila. Desbravadores, exemplo, hein? Segura a onda. E é isso aí. Possamos aproveitar esse tempo juntos com a melhor parte, que é compartilhar a mesa. Que Deus abençoe a todos. Feliz aniversário. Vila Olímpia. [aplausos] Guarda mal, guarda ruim. Isso. [música] [música] เฮ [música] >> [música] [música]