Sermões Online

A fé vem pelo ouvir

Vila 16 Anos – 29/08/2026

Vila 16 Anos – 29/08/2026

Vila 16 Anos – 29/08/2026

Instagram: @iasdvilaolimpia
https://www.instagram.com/iasdvilaolimpia/

Legendas automáticas:

เฮ
[música]
>> [música]
>> Ele é
para mim se
>> [música]
>> teu amigo é [música] muito bom
[música]
que amor é [música] muito bom
Quero [música]
é
[música]
>> [música]
>> amor
>> [música]
[música]
>> Oh.
[música]
[aplausos]
[música]
Ministério infantil.
Enquanto eles saem, eu já vou convidar
também para ficar preparados a equipe de
louvor e adoração da nossa igreja
maravilhosa, o time de adoração e
louvoro talenta.
[música]
20. [música]
[música]
Oxe,
você não tá ouvindo? Ah,
acho que agora você vai ouvir.
>> Não tava cinza.
Acho que se
>> bom sábado, gente.
Hoje a casa tá cheia, hein? Tá bonito.
Tá bonito.
Isso daqui me faz lembrar a primeira vez
que eu pisei aqui. A primeira vez que eu
cheguei aqui, nome de Jesus,
>> tava mais ou menos desse jeito aqui. Eu
sentei mais ou menos aqui onde o David
tá.
E aí a gente começou a olhar esse louvor
e nossa, eu fiquei encantado, fiquei ou
eu quero participar disso. Só que
conforme meu tempo foi passando, eu
participei, eu cantei, eu toquei
e hoje a gente tá aqui. Eu nem sei. A
Mariana talvez lembre quanto tempo a
gente tá aqui. Eu não sei dizer, mas é
uns 12 anos para lá.
Gente, cada vez que tem um aniversário,
cada vez que eu tô aqui, eu sinto a
mesma sensação de prazer de estar aqui
cantando, de prazer de estar aqui
louvando. E foi aqui [música] nessa casa
que eu aprendi a louvar, porque antes eu
tinha alguns problemas da onde eu vinha,
né? Não podia bateria, não [música]
podia percussão. E aqui a gente pode
louvar com tudo, com tudo que a gente
tem. [música] E gente, isso daqui é uma
conquista incrível e louvado seja Deus
por isso, certo? Amém.
Nós temos a liberdade de poder louvar da
maneira como a gente acha que poderia
ser. A gente não tem problema com
instrumentos, a gente não tem problema
com vozes. E aqui também eu aprendi uma
coisa que era muito legal. Tinha uma
pessoa aqui na frente que ela disse bem
assim: "Você que tá aí sentado, eu vou
repetir as falas dela mais ou menos faz
muito tempo. Ela falou assim: "Você pode
louvar da maneira como você quiser.
[música]
Você pode ficar sentado, você pode
levantar, você pode não cantar,
inclusive, você pode só bater palma,
você pode,
entendeu?
O louvor é isso, é a gente tá conectado,
essa conexão que a gente tem [música]
com o criador. Mas o meu convite aqui
hoje para você é
de novo, louve como você quiser, mas
louve a Deus. [música] Venha com a
gente, una a sua voz com a gente. Aquele
que quiser se levantar, levanta. Aquele
que quiser bater palma, bate também. Não
tem problema nenhum. Nós estamos aqui
com um motivo só, que é comemorar, que é
agradecer e que é louvar a Deus.
>> Em nome de Jesus. [música]
>> [música]
[música]
>> Oh. [canto]
Oh,
oh, [música]
oh. [canto]
[música]
Canta com a gente.
>> Deus está [música] conosco.
Ele é [canto] por nós. A nossa batalha
ele já [música] venceu.
Nada neste mundo nos impedirá.
está aqui.
Leva [música] nossos pá
o seu perdão.
[música] A nossa batalha
eles também será nada neste mundo nos
impedirá.
>> [música]
>> Porque Jesus
ressuscitou
me vierto
de Senhor.
>> [música][canto]
>> Quer igreja? Vamos lá. Vai nosso
[música]
dá o seu perdão a nossa batalha.
Ele já venceu [música] nada este mundo.
Não sei
que [música]
não poderei
porque [música] Jesus
ressuscitou
e vive [música]
em mim.
em nome de Jesus. [música]
Vi
[música]
porque Jesus
ressuscitou
e vive
sobre
Jesus. [música]
>> [música]
[música]
>> Deus, Deus está conosco para vencer as
trevas, [música]
A glória do seu reino eterno. Em seu
nome, aó Cristo, [música]
somos vencedores.
Vamos em alto proclamar.
Deus está conosco para vencer a terra,
[música]
derando a glória do seu reo
seu nome
somos tresores.
proclamar
[música]
glória do seu
amigo [música]
somos vencedores
o pecado
[música]
viver eu morrerei
porque [música] Jesus ressuscitou
e vive emo
[música]
de Jesus
[música]
não morrerei [música]
porque Jesus é ressuscitou
[música] e vive em
libertar
[música]
Deus está conosco.
para venceras
alcança [música] a glória do seu eterno.
Seu modo
somos vencedores,
vamos [música] bem alto
clamar.
Deus está conosco para vencer asa
[música]
glória do seu reino eto [música]
seu nome a Cristo. Vamos sem venceres,
vamos semaroso [música]
para vencer as terras
glória [música]
do céu eterno.
Amigos, santos [música] senhores,
santos alto
proclamar.
[música]
Amém.
>> [música]
>> Por um tempo, quando eu assumi aqui,
logo no começo, [música] eu tinha um
desafio bem grandão na mão, a gente
estava passando por um problema bem
grande
e [música] problema financeiro, graças
ao Tony, né, Tony, cadê o Tony?
Obrigado, Tony. [música] Tony ajudou
muito a gente e por um momento, por um
momento eu pensei, nossa, e o louvor da
vila como é que vai ficar
aqui? A gente começou a fazer novas
parcerias, encontramos novas pessoas,
nós fomos nos juntando e aquilo que a
gente tinha de melhor, a gente foi dando
para Deus
e a gente hoje tá aqui. Esse louvor não
caiu, gente. O louvor tá aqui. A igreja
tá aqui. A igreja tá de pé. Isso me faz
lembrar que sempre, sempre, sempre
[música]
quando a gente coloca o nome de Deus vai
haver escape. [música]
Cante com a gente.
[música]
Queres que?
O [música][canto] inimigo tenta laços
para [canto][música] me ver,
mas não [música]
>> por quê?
>> Porque eu não [música][canto] estou
sozinho nessa guerra. estar comigo no
[música] forte [canto] do Senhor.
>> Aquele,
>> aquele que acaba
[música]
aquele que a mar,
[música] tira do e faz o leão jear
[música]
queim.
>> [música]
>> Por quê?
Eu já [música]
o caminho abesto pelas águas
para [música]
muitas fontes em meio ao deserto
a
nuvens que traze diversão.
>> Amém.
O inimigo tentaos [música]
para me perdoar,
mas não [música] vai
porque eu não [música] estou sozinho
nessa quer estar comigo e [música] o
forte do Senhor.
vai ter o
tira [música]
todo e faz o leão
tempo [música][canto]
recebe para o de [música]
mesmo que o al não tem [música] contigo.
Deus
o caminho aberto pelas águas
[música][canto]
paraa
[música]
[canto]
diversão. [música]
Deus está satisfica mesmo.
Eu [música] já
caminho pelas águas [música]
[canto]
[música][canto]
que vai
com sua [música]
voz eu te
[música] aquele
Aqueles que acalam [canto] bem,
aqueles que [música] mais
o jejuar [música]
o Deus para [música] jurar
para Cristo
e não deixo [música]
mais contigo.
>> [música]
>> Deus
o caminho aberto pelas águas [música]
para comer.
ao
[música]
terra
que eu tenho na direção [música]
escamento [música]
de Judá [música]
[canto] rei do rei ven para Sempre
[música] serão da tribo de Judá. Rei dos
reis venham para [música] sempre. Serão
cant de Judá. [música][canto] Vem ser
venham para sempre. O leão da Judá.
[música] Quem nos rei, venha para
sempre.
Reina [música] para sempre.
>> [música]
>> Canta comigo.
Deus já tem
o caminho aberto pelas águas
para
eterno
a terá
[música] que traz sua
vó.
Eu te est
acredita nisso palma novo Deus.
Amém.
Você já se pegou parando para pensar em
uma igreja perfeita,
uma igreja ideal?
E se você já parou para pensar nisso,
>> quantos aqui viajaram no tempo e
acabaram na igreja primitiva, aquela
igreja de Atos? Só eu pensei nessa
igreja? Compartilha comigo. Você já
pensou na igreja de Atos como aquele
ideal da igreja perfeita, como deve ser?
Bom, eu já pensei
e eu pensava que a igreja tinha que ser
como aquela igreja, a igreja em que
Pedro falava: "Não tenho prata nem ouro,
mas em nome de Jesus levanta e [música]
anda". Que curava, que sustentava, que
alimentava.
E aí eu me deparei com uma história que
a gente lê e às vezes passa batido.
E essa história sobre essa igreja que a
gente olha para trás e vê como uma
igreja ideal.
Essa história está em Atos capítulo 6
[música] e ela acontece a partir do
verso 3 ali, o desdobramento dela. Aqui
os apóstolos recomendam: "Irmãos,
escolhei dentre vocês sete homens de boa
reputação, cheios de espírito e de
sabedoria, [música] aos quais
encarregados desse serviço,
que é servir as mesas, no caso aqui. E
quanto a nós, nos consagraremos à oração
[música] e o ministério da palavra."
Isso é, eles estavam nomeando pessoas
para servir as mesas, [música] que
existia o trabalho social na época. As
mesas eram servidas para as viúvas. E
esse parecer agradou a toda a comunidade
e elegeram Estevão, homem cheio de fé e
do Espírito Santo, Felipe, Prócoro,
Nicanor, Timão, Pármenas, Nicolau,
Prosélito de Antioquia.
Estevão, a gente sabe, é o primeiro
mártir, né, da igreja.
E por que que esses homens foram
escolhidos nesse [música] momento nessa
igreja, nessa igreja ideal que a gente
pensa como um exemplo de igreja?
As viúvas dos gregos helenistas estavam
sendo colocadas para trás na
distribuição dos alimentos. Elas estavam
sendo negligenciadas. O que que é isso?
Eu chego aqui pro Marnes e chega na hora
do almoço da vila. Eh, Marnes, você não
come depois. Primeiro o pessoal do tal.
Não, agora o desbravadores,
você come depois.
A gente já fez isso aqui na vila?
Não fizemos, mas eles estavam fazendo
isso na igreja de Atos.
Eles estavam
fazendo separação de pessoas,
distinguindo entre pessoas nessa igreja
que a gente pensa [música] como ideal.
E ler isso me fez entender que, e depois
muitas outras coisas,
que enquanto a gente for a essa igreja,
nós humanos caídos, pecadores,
não haverá uma igreja perfeita no
sentido de o agir perfeito aqui, porque
perfeito é só aquele que é o cabeça da
igreja, que é Cristo. [música]
Mas nós agiremos imperfeitamente,
tentando alcançar esse ideal daquele que
é perfeito.
E aí, sabendo disso, que não existe uma
igreja perfeita, ideal, será que a gente
[música] pode comemorar hoje o
aniversário dessa igreja aqui?
Eu digo [música] que sim. E aí eu passo
a convidar vocês
a fazer um exercício que eu faço pouco,
[música] que é contar as bênçãos.
Olha em volta [música] o que aconteceu
hoje aqui. Pensa, há pouco tempo atrás,
o mundo passou por uma pandemia.
Período horroroso, triste. Eu lembro que
a gente aqui achava às vezes que a
igreja não ia suportar isso [música]
e por vezes parecia que não ia. Essa
semana o Leandro mandou no tal uma live
que a gente fez aqui numa sexta-feira,
uma live de pôr do sol
e era um período bem alto ali da
pandemia, todo mundo isolado, [música]
pessoal com a cabeça já parafusando e a
gente fez essa live e eu lembro que eram
poucas pessoas aqui.
Era ax, a Ev tava aqui, Fefa, o Lê, você
tava aqui, David.
E aí eu comecei a ler aquelas mensagens
no chat
e eu vi o quanto aquilo tava fazendo bem
para as pessoas. E na hora a gente
pensa: "Poxa, mas para que, né? É só
trabalho jogado fora, é só canseira, mas
as coisas caem depois. A ficha cai
[música] depois. Por isso que é
importante a gente parar e contar essas
bênçãos. A gente não acabou na pandemia,
a gente seguiu porque Cristo é a cabeça
dessa igreja. [música] Enquanto nós
estivermos nele, essa igreja vai seguir
cumprindo o seu propósito. Olha, hoje
essas crianças que estavam aqui,
quanta criança linda, gente. É de
aquecer o coração. A gente não tinha,
pouco tempo atrás tinha uma guerreira
que era a Kalina, que tinha um clube que
eram três, duas crianças de
aventureiros. [música]
Hoje a gente tem um clube com 11
crianças
e tem mais no caminho. Tem outras que
estão crescendo e olhando pra frente
querendo pegar esse lenço.
A gente tem um clube de desbravadores.
Ó, esses meninos aqui, essas meninas. Eu
me emociono [música]
que eu queria ter
essa firmeza que vocês [música] têm hoje
quando eu tinha essa idade. Deus seja
louvado.
Contamos mais uma bênção aqui.
Gente, eu já vim de outras igrejas
adventistas.
Lembro perguntas que foram feitas para
mim que me impactaram na vida futura
[música] toda.
Perguntas do tipo: "Ah, você é filho de
quem?"
Nome da sua família.
Aqui eu sou o Fúvio
aqui. O Miguel é o Mig.
Você, cadê o Miguel da J? É o Miguelão.
[música] Aqui não tem essa coisa de
sobrenomes. Eu não vejo isso aqui. E a
gente construiu algo muito bom aqui.
Temos problemas, temos [música] temos
coisas a melhorar, sempre temos. Não
existe igreja perfeita. Mas se há uma
coisa que nós [música] podemos comemorar
aqui, é uma igreja de pessoas que se
amam, são amigas, aprendem a se amar. E
eu convido você a cumprir, participar
desse propósito, porque se há uma igreja
[música] ideal, eu vejo que a igreja
ideal é aquela em que você pode usar
seus dons e aceitar ali naquela igreja
imperfeita, o propósito que Deus tem
para [música] você. E eu convido você a
esse propósito e eu divido antes um
texto que é uma recomendação aqui
[música]
que está em primeiro Pedro 4. E eu
[música] acho que isso vai de encontro
com o que foi falado na Escola Sabatina
sobre a gente às vezes precisa
repreender um irmão.
Se não for com amor não serve para nada.
Eu lembrei disso aqui. Acima de tudo,
porém, tende amor intenso um para com os
outros, porque [música] o amor cobre
multidão de pecados. Cobre e resgata a
gente. Sede mutuamente hospitaleiros,
sem murmuração. [música]
Servi uns aos outros, cada um conforme o
dom que recebeu, como bons [música]
dispenseiros da multiforme graça de
Deus. Convido vocês a se amarem.
Se você ofendeu alguém, que seja a
oportunidade que Deus te dá para
[música] você exercitar o perdão, pedir
perdão. Se você foi ofendido, isso é uma
oportunidade para que você exercisse
exercite o perdoar, o reconciliar.
Faço esse convite agora para que a gente
possa além disso, fazer um compromisso
nessa música [música] de não parar, de
seguir em frente. Convido a todos para
que possamos de pé, porque é um momento
de comemoração, louvar ao nosso Deus,
cantando a ele agora.
>> [música]
[música]
>> Nova [música] chance. [canto]
Hoje eu posso viver liberdade.
Encontrei [música][canto]
em ti essa cura.
Renovável meu ser. Vem, vem sim.
Olhar
[música] para trás
vou proseguir.
Estou aqui para ver no meu [música]
passagem se minha vida mudou. [canto]
A Cristo me entreguei [música]
agora [canto]
como ti.
Cristo [música] rei deu
com toda a força [canto]
de suas mãos para [música] eu morrer.
Recomeça.
Aleluia.
>> [música][canto]
>> Aleluia.
Eu vou vencer sim. [música]
Eu vou vencer sim.
[música]
Se olhar para trás
seguir.
Estou aqui para [música]
dizer que o meu passado se foi. Minha
vida mudou.
A me [música]
entreguei
agora se atar [música] com você.
Estou aqui para Deus o meu [música]
se foi minha vida mudou. [canto]
A Cristo que eu entrei
agora [música]
em ti.
Eu sou [música]
eu [música] sou
eu
[música]
Então vão [música]
vão ferir
eu vou
[música]
me deu nova [canto]
vida.
>> [música]
>> Vamos seguir
[música] teu
nova [música]
vida.
Eu salvaão
[música]
vou vão seguir
eu vou
>> eu quero escutar só a igreja agora.
>> [música]
[música]
>> é [música]
>> [música]
>> Senhor
conseguir
[música]
antes de chamar a [música] pessoa que eu
vou chamar aqui.
Queria agradecer
a oportunidade de fazer parte dessa
comunidade e eu queria que você
agradecesse a quem está [música] aí do
seu lado a fazer parte dessa jornada de
espalhar esse evangelho de salvação
[música] nesse lugar em que a gente
está. Possamos cumprir esse propósito. E
para esse momento de oração, eu queria
alguém que eu considero uma pessoa de
oração. Débora. Você
ora pela gente, querida.
Vamos deixar o pessoal acalmar um
pouquinho. [música] Essa é a irmã
Débora. Se tem alguém de oração nessa
comunidade, essa querida aqui, vocês
sabem disso. Você ora pela [música]
gente?
>> Amados, que responsabilidade isso aqui,
né? É muita responsabilidade. E eu quero
dizer que, na verdade, a nossa
comunidade hoje é uma comunidade de
oração. Nós oramos todos os dias. Cene
às 9 da noite por todas as nossas
comunidade, para nossos filhos. Nós or
temos um grupo de oração que vive em
oração. Pastor, pastor recebeu ontem uma
resposta de oração. A gente vive de
milagres. Ainda agora uma amiga acabou
de contar um testemunho. [música] Então
Deus nos ama. E a melhor oração é de
quem? A minha e a sua. Para ele não tem
mais oração. Não tem nada mais
importante do que nós falarmos com ele.
Então vamos ficar de joelhos. Eu vou
começar falando com Deus. Mas eu queria
que vocês se conectassem também,
entregassem essa nova vida que agora é
pro céu, viu?
[música]
O paizinho,
nosso amado Deus todo poderoso, quem sou
eu para est aqui? E o Senhor sabe como
eu estive longe, como essa igreja aqui
me resgatou com seu abraço, com o seu
colo. Aqui tá Camila, a pessoa que me
puxou, Ju, tantas pessoas, Senhor,
[música] o pastor. E eu já tô aqui para
falar de ti, para levantar um povo paraa
oração. Que merecimento eu tenho. Mas a
[música] sua igreja sabe que o nosso
maior poder está na oração, que quando a
gente se proste, o inimigo é expulso.
Quando a gente se prostra, a montanha se
move. E temos vivido aqui nessa
comunidade milagres e mais milagres,
Senhor. E não queremos mais parar. Nós
queremos estar aqui, sim, contando os
dias [música] para pro céu. Que essa
nossa, que esse seja nosso ardor, que
essa seja a nossa maior missão,
contagiar pessoas com o evangelho e
falarmos quem nós somos, a nossa
identidade que é do céu, filhos do Deus
altíssimo. Senhor, [música] batiza essa
comunidade comunidade com o Espírito
Santo e que esse aniversário é menos um
ano pro seu voltar. que nós queremos
tanto a eternidade com o Senhor, tanto
almejamos estar contigo, Senhor.
[música] Entrego as nossas vidas,
entrego a nossa comunidade para viver
não a nossa vontade, mas [música] a sua,
em nome de Jesus. Amém.
[música]
Parabéns a nós, Vila Olímpia. Chamo aqui
o nosso pastor para apresentar, se é que
precisa apresentar [música] nossos
amigos, né, pastor? está contigo.
[música]
Feliz sábado, igreja. [música]
Parabéns e feliz aniversário à minha
comunidade [música] de Vila Olímpia.
Vários rostos eh novos para mim.
Acredito que muitos ten ou quase todos,
se não todos, t um carinho muito
especial por essa igreja, por essa
comunidade.
E é em [música] momentos como esse assim
que o pastor sente o peso da
responsabilidade que lhe foi confiado.
[música]
Você começa a ouvir o depoimento de um
músico, de um ancião.
Mas o que [música] eu acho interessante
quando se trata de Vila Olímpia,
eu não sei se vocês sabiam disso,
em [música] 2018, quando o pastor Igor
tava saindo daqui,
eu tinha 2 anos numa outra igreja
e eu recebi a notícia de que eu viria
para cá,
[música] só que os anciãos ficaram
sabendo e teve uma revolta geral lá e me
pediram autorização para ligar
associação para não deixar que isso
acontecesse. [música]
E por causa do projeto epopeia que a
gente tava começando a plantar, eu
autorizei
e o pregador de hoje, o meu amigo,
pastor Igor, falou: "Cara, por que você
fez [música] isso?"
E aí hoje eu vendo aqui o Humberto
[música] passando a lição, eu tenho um
carinho muito grande por esse cara,
um respeito pela [música] estrategia
do Gerson que tava aqui junto com ele.
[música]
Eh, essa igreja já foi sonho de consumo,
sabe? Minha.
O Igor me convidou pelo menos umas duas,
três vezes [música] para pregar aqui. E
eu confesso a vocês que não demorou
muito para bater um arrependimento e ter
permitido que os anciãos fizessem
aquilo. [música]
Inclusive, eu já achava que tinha
perdido o time
essa altura do campeonato, eu não ia
pegar uma comunidade [música] como essa,
mas por alguma razão Deus permitiu e
aqui estou. É muito doido isso, né?
Igreja,
não deixai-vos de congregar.
Muitos que estão aqui já tiveram
conflitos, parcerias.
Para muitos [música] falsidade,
hipocrisia,
mas Deus usa isso daqui
[música] para nos levar pro céu.
E é um privilégio a gente fazer parte
dessa atmosfera
com todas as nossas diferenças,
né? [música]
E foi providencial.
O Nedson e a Neia tinham pedido para mim
para apresentar [música] o meu
xarazinho, o João Gomes.
E eles têm um carinho muito especial
pelo Igor, [música] pastor Igor.
E eu falei, eu não posso trazer [música]
o Igor aqui só para fazer uma
apresentação. Eu não sei se vocês sabem,
pelo menos [música] nós dois fazemos
isso.
a gente admira outros pregadores e a
gente dá uma navegada por aí assim no
final do sábado e vê alguns sermões por
aí, pelo menos a introdução e a
conclusão.
E por onde eu passei e ele sabe disso.
[música] Todos os distritos que eu fui
pastor, eu chamei esse cara para fazer
uma semana de [música] oração.
Sábado passado, nós tivemos aqui com
Dell, que é outro brother. [música]
E hoje eu tenho a honra. Eu sei que
dispensaria apresentações, mas eu quero
apresentar aqui e o para mim um [música]
dos melhores oradores que a igreja
adventista tem hoje, pastor Igor. É uma
honra compartilhar o púlpito [música]
com você, meu brother, tá bom? Que Deus
te use e abençoe sua linda família aí, a
Camila e as suas filhas, tá bom?
Eu
[música]
quero agradecer meu amigo pastor João
Gomes pelo convite, por me ceder também
e confiar o púlpito da sua querida e
preciosa igreja, comunidade.
Bom dia, Vila Olímpia.
>> Bom dia.
>> Como é bom estar aqui com vocês. Passa
um filme na cabeça. A gente vinha para
cá contando a história pras meninas. A
Rebeca nasceu enquanto estávamos
pastoreando essa igreja.
A Isabela nasceu depois, mas já esteve
aqui também. E a gente estava
relembrando as histórias, os momentos
que nós vivemos. E como é bom a gente
rever vocês, como é bom a gente tá aqui
de novo, ver muitos rostinhos conhecidos
aí de uma jornada juntos. Depois,
terminando aqui, vocês não se
escandalizem, eu vou entrar no bar ali,
tá bom? Porque eu preciso dar um abraço
no Edu, porque a gente fez uma boa
amizade no tempo que nós estivemos aqui
e foi muito bom, muito precioso esse
tempo. São muitas as lembranças,
muitas as recordações. Uma delas
não tinha essa extensão de palco ainda.
Era só esse palco aqui que o quê? Deve
dar uns 80 cm de altura, mais ou menos.
Era um sábado à noite,
domingo ia ter aqui na vila uma
programação da associação pros
desbravadores.
Eles iam receber alguns bravadores aqui,
iam transmitir também o programa que ia
acontecer. Veio o pastor César
Nascimento na época, que era o nosso
departamental, e junto com ele um dos
coordenadores
do Clube de Desbravadores para toda a
associação.
E esse coordenador ele tava ajudando a
montar as coisas aqui no palco.
E as fileiras começavam daqui, né? as
cadeiras. Tinham pelo menos mais duas
fileiras de cadeiras e um espaço. Não
sei quantos vão lembrar, gente. Tinha um
subwoofer aqui bem grandão, branco.
E do lado, às vezes, a gente colocava
esse púlpito aqui do lado. E o
coordenador veio andando
e ele achou que o palco não tinha fim
e ele simplesmente foi andando.
quando ele percebeu que o palco acabou e
ele começou a plainar no ar
e ele tem muito carinho pela pregação e
ele resolveu dar um beijo no púlpito
caindo ali de cima e ele caiu com a cara
no púlpito,
quebrou o nariz, começou a sangrar muito
e foi assim que eu conheci o Nedson e a
Neia. Então, eu quero chamá-los para que
venham aqui.
Foi nesse fatídico dia que eu os
conheci.
E assim começou a nossa história
de uma amizade que tem perdurado por
muito tempo, que tem sido uma bênção.
E a gente vê como Deus tem abençoado
essa família, esse casal. E hoje eles
estão aqui pra gente poder apresentar e
dedicar o João, seu xará mesmo, João
Gomes, né?
E aí, pastor? Fica esperto aí para caso
ele queira plinar de novo, você abraça
ele aí. E hoje ele está aqui juntamente
com o João, essa bênção que Deus trouxe
pra vida deles. Eu sei que tem a família
aqui. Talvez esse palco fique até
pequeno pra família, mas eu quero
convidar os familiares que estão
presentes para que venham aqui à frente.
Tô vendo o Thaago aí. Podem vir. Venham
aqui à frente os avós, titios, titias
que estiverem aí para que participem e
vejam esse momento mais de perto.
E nós vamos participar juntos
desse momento.
Falei que era perigoso encher o palco
ser pequeno. Ó,
eu tô quase me arrependendo de ter
chamado, viu? Porque acho que não vai
ficar muita gente [música] lá na igreja.
[música]
Pensa numa família grande, gente.
[limpando a garganta]
[música]
Podem ficar pro lado de cá também, tá?
Ó, [música]
vir pro lado de cá.
Muito bem, [música]
sejam todos muito bem-vindos. É um
momento de fato muito especial.
E família é bção. Família é [música]
presente de Deus. Como é bom ter todos
vocês aqui.
Antes de ler o texto, eu quero fazer
algumas coisas com vocês. Nós, a nossa
família trouxe uma pequena lembrança.
Vem aqui, [música] Bela, vem entregar
pro tio Nedson, pra tia Neia.
Gosta, né? Pode entregar para eles.
[música]
Eu preciso que você abra.
>> [música]
>> A gente pensou,
obviamente, porque [música]
eu vou usar isso nesse momento,
mas a gente pensou em dar uma
lembrancinha que [música]
pudesse fazer com que o João lembrasse
da gente assim de maneira recorrente.
Pode abrir, [música] tirar,
depois eu dobro. [sino]
A gente pensou em dar [música] esse
edredonzinho
para que fosse como o nosso abraço.
Então, cada vez que vocês [música]
enrolarem ele aí, é como se ele tivesse
recebendo o nosso abraço, o aconchego da
nossa família, [música]
porque a gente ama muito o João.
[música] E que bom que você já tirou, já
desenrolou ele aí. Deixa eu perguntar
para vocês uma coisa. [música]
Essas pessoas que estão aqui na frente,
vocês confiam em alguma dessas pessoas?
[música]
Tem confiança nelas? Em todas elas? É
mesmo?
Vocês confiam neles?
Confiam [música]
no dia que eles precisarem
2 3 horas da manhã ligar para alguém
para atender uma emergência
para vir cuidar [música] do João. Para
quem eles podem ligar?
Para quem eles podem ligar? Podem ligar
para vocês? [música]
Pode qualquer hora, qualquer momento, no
dia que eles precisarem [música]
para ajudar a dar um apoio pro João para
cuidar dele. Tem uns amigos que estão
sentados que também vocês poderiam
ligar. [música] É mesmo? Tem mesmo?
É mesmo. Deixa eu fazer uma coisa então.
Se eles podem ligar para [música] vocês,
para vocês que eles podem contar e podem
ligar, vem aqui, pega uma ponta do
edredon aqui. Pode ligar pro senhor?
Pode então. E para vocês? [música]
Pode ligar. Pode ligar para vocês aí.
Venham para cá agora. Vamos se apertar
aqui, ó. Pode ligar. Pega na numa das
pontas, numa das bordas em quem eles
podem [música] confiar. Aí venham para
cá. Vocês peguem numa das bordas
[música] aí. Olha, é muita gente em quem
vocês podem confiar, viu? [sino] Essas
pessoas estão segurando uma parte desse
hedredom, porque elas estão dizendo que
vocês [música] podem confiar nelas.
para ajudar a cuidar do João. É um
compromisso [música] que eles estão
assumindo.
Então, segura. Olha só que privilégio.
Podem ligar mesmo [música] que vai ser
um prazer sempre. Agora, vocês confiam
mesmo que essas pessoas vão dar esse
suporte que elas estão se [música]
comprometendo a dar? Vocês vão confiar
mesmo?
Então entrega o João [música] ali.
Então coloca o João ali.
Olha a responsabilidade, [música] hein,
gente. Eles vão colocar aqui o que eles
têm de mais precioso
para vocês cuidarem, [música]
para vocês sustentarem,
para vocês ajudarem a cuidar,
ajudarem [música] a crescer,
para que vocês sejam esse suporte, para
que vocês sejam essa sustentação.
[música]
E aí, Nelson? Eu vou pedir para você
segurar aqui onde eu tô segurando,
[música]
porque eu quero ler alguns textos da
Bíblia com vocês.
Primeiro deles [música]
é o texto de Mateus, de Mateus, não, de
Marcos, no capítulo 10 [música] a partir
do verso 13. Nedia, olhem para mim aqui,
ó.
A Bíblia diz: "Então trouxeram algumas
crianças a Jesus [música] para que as
abençoasse,
mas os discípulos os repreendiam. Jesus,
porém, vendo isto, indignou-se [música]
e disse-lhes: "Deixem os pequeninos que
venham a mim, não os empecem, [música]
porque dos tais é o reino de Deus". Em
verdade lhes digo, quem não receber o
reino de Deus como uma criança, de
maneira nenhuma [música]
entrará
nele. Então, tomando as crianças nos
braços, impondo-lhes as [música] mãos,
as abençoava.
Isso aqui que Jesus falou tem que ver
com o que o João fez agora. O João não
perguntou se estavam segurando [música]
firme.
O João não perguntou de que material era
feito esse edredom.
Que que o João fez?
Ele confiou. [música]
Ele descansou. Pode pegar.
[música]
Muito bem. O João confiou. O João
descansou.
Pra gente receber [música] o reino dos
céus, a gente tem que descansar no
Senhor, assim como ele descansou em
vocês, na certeza de que vocês estavam
cuidando de tudo. E se vocês fizeram o
que fizeram, [música] é porque vocês já
tinham certeza de tudo que ele estaria
bem.
Que Deus mantenha esse coraçãozinho
assim, [sino]
[música] que Deus mantenha ele
capaz de [música] descansar no Senhor,
assim como ele descansa em vocês.
E aí tem um outro texto
que está [música] lá em Isaías, capítulo
46, versículos 3 e 4. E eu vou pedir
licença aqui parafrasear [música] alguns
algumas partes aqui, aplicando já,
porque aqui fala da casa de Jacó, de
Israel, [música]
mas é como se Deus tivesse dizendo
assim: "Escuta aqui João,
escuta João e toda a família do João,
porque [música] ele fala do remanescente
de Israel.
Vocês
e você, João, que eu carrego desde o
ventre materno [música] e que levo nos
braços desde o seu nascimento
até a sua velice, eu serei o mesmo. E
ainda que você [música] tenha cabelos
brancos ou que quase não os tenha como
papai,
eu ainda carregarei você.
Fui eu quem [música] te fiz.
E eu é quem vou te levar.
Eu te carregarei e eu te salvarei, diz o
Senhor. [música]
Nós representamos esse apoio humano
[música]
e Deus preparou essas pessoas para
estarem com vocês, para poder dar todo
suporte, para poder ajudar no
desenvolvimento do João. [música]
E isso foi representado pela mão de cada
um que segurou o edredon.
Mas o edredom ali significa, [música]
simboliza a mão de Deus.
Ainda que a mão humana falhe,
a mão de Deus [música] não falhará.
A mão de Deus é aquilo que de fato
sustenta a vida dele e vai sustentá-la
para sempre.
E o nosso desejo é [música] que o João
descanse
nos cuidados
[música] fraternos e paternos
do nosso querido Deus. Que Deus o
abençoe e que Deus o acompanhe em cada
pasto de sua vida. [música]
Nesse momento nós vamos nos ajoelhar
aqui. A família pode permanecer em pé.
Vocês poderão permanecer assentados
mesmos e nós vamos orar.
[música]
Querido [música] Deus, eu tenho em meus
braços o João
presente do céu para essa família que
veio para alegrar o coração de [música]
todos nós.
Ele é manso,
ele é simpático,
ele demonstra [música] bondade no olhar.
É impressionante como isso já pode ser
percebido desde tão cedo. [música]
Nesse momento, Deus, como ministro do
teu evangelho, eu quero apresentar o
João diante do Senhor, mas
principalmente [música]
dedicar a vida dele pro Senhor.
Toma o João em teus braços e preserva-o
ali bem guardado junto ao peito do
Senhor. [música]
que cada um dos passos dele sejam dados
na tua presença
e que no momento em que ele tiver
condições de tomar [música] suas
próprias decisões,
que seguindo o exemplo dos seus pais,
ele também possa decidir-se por Cristo
Jesus.
>> [música]
>> Cuida dele, Senhor.
Abençoa-o e cumpra na vida do João os
teus planos [música]
pra felicidade dele, dos seus pais, mas
principalmente [música]
paraa honra e glória do seu santo nome.
Em nome de Jesus. Amém.
[música]
>> [música]
>> Nós teremos uma mensagem musical nesse
momento e enquanto a música é cantada,
nós também vamos marcar o pezinho dele,
[música] abre no certificado para vocês
terem essa lembrança.
>> [música]
>> Bendita [música]
será a [canto] nossa casa. Benditos
[música]
serão [canto]
nossos filhos e nós
glorificaremos [música]
[canto]
ao Senhor.
Minha [canto] casa
não [música] será abalada [canto]
em CR.
>> [música]
>> está [canto] alicerçada
[música] em nós.
Glorificaremos
[música] ao Senhor. [canto]
A rocha em que [canto][música] minha
casa está firmada
é ele. [música]
É [canto] ele,
o amor [música][canto] que alcançou a
minha casa. É ele.
É ele.
A rocha em que minha [música][canto]
casa está firmada.
É ele.
É. Ele,
o amor [música][canto] que alcançou a
minha casa é ele.
É [canto] ele.
[música]
Meu [canto] Jesus,
[música] eu te entrego minha [canto]
vida.
Te [música] dou meu lar, minha família.
[canto] Eu e minha casa, [música]
Senhor,
te [canto][música] serviremos
com amor. Meu Jesus, [música]
eu te [canto]
entrego minha vida. [música]
Te dou meu lar, minha família.
Eu [música][canto] e minha casa, Senhor,
[música]
te [canto] serviremos
com amor.
Oh
oh oh [canto][música]
[música]
oh oh [canto]
[música]
A [música][canto] rocha em que minha
casa está firmada
é ele. [música][canto]
Ele
o amor que alcançou [canto][música]
a minha casa é ele.
É ele.
Meu [canto] Jesus,
eu [música] te entrego minha [canto]
vida.
Te dou meu lar, minha família. [música]
[canto]
Eu e minha casa, Senhor, [canto]
te serviremos
com amor. [canto]
[música]
Meu Jesus,
eu te [canto]
entrego [música]
minha vida.
Te dou meu lar, minha família.
[música]
[canto]
[roncando] Eu e minha casa, [música]
Senhor,
[canto]
te serviremos
com amor.
[música]
Amém. Deus seja louvado por isso.
[música]
Obrigado por esse privilégio. Que Deus
continue abençoando vocês [música] e
abençoando o João. O nome do João não
foi escolhido por acaso. A referência é
o discípulo do amor. Não só pelo amor
que ele demonstrou para com os outros,
mas também com a confiança que Jesus
deposita nele, dizendo: [música][canto]
"Olha, essa é tua mãe. Vai pedir para
que João cuidasse de Maria.
>> [música]
>> por onde ele for. Amém. Deus abençoe
vocês.
>> [aplausos][música]
>> passador.
>> Maravilha, meus amigos. Que que bom
reencontrar você, rever você.
Eu
vou precisar só dos meus amigos, do
passador, por gentileza.
E aí pode colocar já a primeira. É uma
tela preta a primeira. Aí depois eu vou
passando aqui.
Mas o tempo passa muito rápido.
16 anos da Vila Olímpia. Eu lembro
quando eu cheguei aqui, obrigado, J.
Quando eu cheguei aqui em meados de
2015, eu cheguei em junho de 2015, na
verdade, e já se vão aí 11 anos. Tô
vendo ali os títos
estão ali. Eles tentaram fugir de mim,
foram primeiro para Moema, mas eu fui
atrás, não deu muito certo.
E é muito bom. Vou olhando, vou
reconhecendo os rostinhos. Vi a Fabiana
ali, ó, nas quartas-feiras, os lanches
aqui do nosso PG da quarta, enfim, tanta
gente. Tô vendo a Fernanda ali, enfim,
ouvendo os amigos. Professor Gorsk,
Roberto Gorsk, o senhor foi meu diretor
em Vila Iara no ano de 1994. Eu saí de
lá com meus pais mudaram para Curitiba.
Eu tenho um carinho pelo Senhor que o
Senhor não tem ideia. Deus seja louvado
pelo seu ministério, pela vida de
entrega à educação adventista.
Guarda o Senhor com muito carinho no
coração. Um prazer ver o Senhor aqui,
viu? Mas, queridos, vamos pra mensagem
porque senão a gente vai ficar só
matando a saudade aqui. O tempo vai
passar e termina 2as da tarde, é isso?
Não é? É menos, né? Tá bom. Vou tentar
ficar dentro do tempo. Humberto aqui
também, grande amigo. Tinha visto o
Gerson aqui atrás. Nossa, muita gente
querida. Muita saudade de todo mundo,
queridos.
Lá pelo ano de 2010, 2000, entre 2010 e
2013,
os smartphones começaram a se
popularizar
na nossa sociedade, no nosso meio, né,
no mundo. E mais propriamente dito, no
ano de 2014, foi quando alastrou-se
assim essa cultura da selfie.
E teve uma mulher que meio que inaugurou
isso, eu não sei se você vai lembrar
dela, uma mulher que inaugurou essa
questão da selfie e do absurdo que isso
se tornaria ao longo do tempo, porque
ela acabou tirando uma selfie num lugar
que ninguém esperava. Não sei se você
lembra dessa cena aqui. Isso aconteceu
em 2014. Essa mulher aqui ficou famosa
porque ela tirou essa selfie no velório
daquele candidato à presidência chamado
Eduardo Campos.
Então, foto em velório já é uma coisa
que não rolava muito, né, e até hoje,
mas ela acabou tirando uma selfie dela
mesmo no velório do Eduardo Campos. E
aí, assim, eh, a gente não dava esse
nome ainda, mas começaram ali os
cancelamentos. Mas com a foto dela no
velório do Eduardo Campos, o brasileiro
fez aquilo que é a especialidade do
brasileiro, que é fazer meme. E aí
pegaram a foto dela no velório do
Eduardo Campos, tava até a foto do
Eduardo Campos ali. E aí colocaram ela
em vários outros outras situações,
vendo a possibilidade de se tirar um
selfie em momentos também que marcaram,
né? Então ela tirou selfie lá no
Titanic, aí depois colocaram ela tirando
a selfie nas torres gêmeas. E aí também
até no 7 a1 ela tava lá no meio do
time da Alemanha tirando a selfie. E aí
isso virou febre. E aí de lá para cá a
gente, isso faz parte do nosso dia a
dia, do nosso contexto, a selfie, mas
isso revela também algo que mudou dentro
da mentalidade e do coração da
sociedade,
porque isso indica alguma coisa, isso é
reflexo de alguma coisa, de um estilo de
pensamento que tomou conta.
Então, antes você ia num lugar e você
tirava a foto do lugar da paisagem,
quando muito você num cantinho,
porque existem lugares extraordinários,
lugares maravilhosos. Só que hoje parece
que a coisa mudou e aí você tem que
fazer um certo exercício para descobrir
qual é o lugar, né? E aí eu queria fazer
esse exercício com você, porque o mundo
tem lugares maravilhosos, tem lugares
emblemáticos e eu queria que você me
ajudasse a saber quais são esses lugares
pela sua paisagem que é destacada na
foto. Então, que lugar é esse aí?
>> É o Cristo Redentor. E você pode ver
mesmo a beleza do Cristo Redentor, de
toda a natureza em volta. Esse lugar
aqui,
são as pirâmides do Egito. Você pode ver
o tamanho da pirâmide, né?
Que lugar é esse aqui?
Lindo, não é? Não, ficou mais bonito
ainda agora.
E agora?
Olha aí que beleza. Você vai para lá e
aí você pode contemplar a beleza do
lugar.
lugar muito emblemático que você já
conhece também. E hoje esse aí, a ópera
de Syney, lá na Austrália.
Pois é. E essa cultura do self aqui você
pode ver toda a estrutura do Big Bang
e dá para ver bem, não dá?
E essa cultura acabou tomando conta do
ser humano, mas acabou revelando aquilo
que foi um movimento também que
aconteceu dentro da mente e do coração.
Porque antes nós contemplávamos as
coisas, a beleza daquilo que havia à
nossa volta e de repente com o tempo,
isso foi mudando, foi migrando e o ser
humano passou a contemplar a si mesmo.
O olhar que antes estava voltado pro
mundo voltou para si mesmo. Há uma
grande diferença
entre estar no mundo e realmente
enxergar o mundo. E hoje o ser humano
enxerga mais a si mesmo do que
necessariamente ao mundo. É possível
você visitar lugares incríveis,
extraordinários, monumentais e ainda
assim continuar contemplando apenas a si
mesmo.
E nesses 16 anos de história da Vila
Olímpia, eu gostaria de
voltar um pouquinho essa aplicação e
essa ideia pra nossa história como
igreja, pra nossa história como
movimento,
porque isso também pode acontecer com
uma igreja.
A igreja ela nasce e ela passa a existir
por um propósito.
Propósito é o propósito de alcançar
pessoas,
de ajudar pessoas, de amenizar o
sofrimento, a dor das pessoas, de trazer
resposta a perguntas que as pessoas
estejam fazendo. Mas a verdade é que com
o tempo pode ser que a câmera mude. Ao
invés
de usarmos a câmera principal do
celular, a gente começa a usar a câmera
frontal, onde a gente olha só para nós
mesmos.
a gente começa a perceber que o nosso
foco mudou
e deixou de ser as pessoas lá fora e a
nossa missão para ser nós mesmos quando
nós começamos a nos preocupar mais com o
nosso ar condicionado,
mais com o conforto das poltronas aqui
dentro,
com o carpete,
com outras coisas. Não que elas não
sejam importantes.
O problema é quando elas se tornam o
centro da nossa preocupação e do nosso
foco.
Esse é o problema.
O problema é quando a missão ela vira
selfie.
O problema é quando a missão perde o
propósito, perde o foco e a gente começa
a colocar o foco em nós mesmos ao invés
de mantermos o foco no mundo, que é para
o qual a igreja existe. A igreja perde o
propósito. Quando o mundo ao seu redor
se torna apenas o cenário paraa sua
própria história. A gente tá no mundo,
mas a gente não tá acompanhando a
história do mundo, a história das
pessoas que estão lá.
Mas o mundo serve apenas como um pano de
fundo, um cenário paraa nossa própria
história.
Será que nós estamos olhando apenas
paraa nossa história?
Será que a gente tá preocupado só com
quem nós somos ou com quem nós já fomos
um dia? Ao invés de continuarmos
preocupado com o por somos o que somos,
com o por estamos aqui e com o por nós
somos igreja.
Alguém já diz certa vez que aniversário
pode ser tanto um espelho como uma
janela.
O espelho para você entender quem você
é, a janela para você ver além de quem
você é e do por você é.
E hoje um momento oportuno para que a
gente possa fazer isso, para que nós
possamos olhar para um espelho, para nos
reconhecermos,
sem deixarmos de olhar pra janela, para
vermos as oportunidades
e entendermos assim o porquem
somos
ou
tragicamente nos depararmos com o
entendimento de que talvez não somos
mais quem nós deveríamos ser.
Existe uma história na Bíblia e eu
gostaria de refletir brevemente com
vocês nessa história
que nos fala um pouco a respeito disso.
Se você tem aí a sua Bíblia, abra no
livro de Gênesis, no capítulo 11.
Gênesis capítulo 11. Nós vamos ler os
nove primeiros versos desse capítulo e a
gente vai tentar tirar alguma lição
para nós como igreja, como comunidade.
Gênesis 11
e a partir do verso 1, eu leio assim:
"Em toda a terra havia apenas uma língua
e uma só maneira de falar.
Os homens partiram do oriente,
encontraram uma planície na terra de
Sinar e habitaram ali, e disseram uns
aos outros: "Venham, vamos fazer tijolos
e queimá-los bem". Os tijolos lhe
serviram de pedra e o betume de
argamassa. Eles disseram: "Presta
atenção
na maneira como eles disseram o que
disseram.
Venham, vamos construir uma cidade e uma
torre cujo topo chegue até os céus
e tornemos célebre o nosso nome, para
que não sejamos espalhados por toda a
terra. Então o Senhor desceu para ver a
cidade e a torre que os filhos dos
homens estavam construindo. E o Senhor
disse: "Eis que o povo é um e todos têm
a mesma língua. Isto é apenas o começo.
Agora não haverá restrição para tudo que
planejam fazer.
Venham, vamos descer e confundir a
língua que eles falam para que um não
entenda o que o outro está dizendo.
Assim o Senhor os dispersou dali pela
superfície da terra e pararam de
edificar a cidade. Por isso, a cidade
foi chamada de Babel, porque ali o
Senhor confundiu a língua de toda a
terra e dali o Senhor os dispersou. por
toda a superfície da terra.
Esse é um trecho da Bíblia que descreve
uma sociedade, uma comunidade, um povo
que vive olhando para si,
que esquece os os reclamos de Deus e as
promessas de Deus, as orientações de
Deus
e procura viver com base no seu
intelecto, nos seus interesses a cumprir
os seus próprios propósitos.
ali retrata não só um coletivo, uma
sociedade, mas também retrata a vida de
alguém que vive olhando só para si.
Babel, ela tinha algumas características
muito relevantes e muito importantes
que nos dias de hoje também são muito
valiosas
ou são muito valorizadas. Por exemplo,
se você olha de uma perspectiva
empresarial e organizacional para Babel,
Babel possuí unidade.
Quando a Bíblia diz aqui, eles falavam
uma mesma língua, você trazendo isso pro
mundo corporativo, Babel tinha todo
mundo alinhado, todo mundo falava a
mesma coisa, era a mesma ênfase, o mesmo
propósito. Eles tinham uma excelente
comunicação, eles tinham um plano de
ação, eles tinham liderança bem
estabelecida, eles tinham capacidade,
eles tinham recursos.
E na visão humana, eles não pensaram
pequeno, eles pensaram grande. Vamos
fazer uma torre cujo topo alcance o céu.
Todo mundo falava a mesma língua, todo
mundo estava alinhado, todo mundo
conhecia o projeto, todos ali estavam
dispostos a colaborar com a execução
desse plano. A visão estava bem clara
para todo mundo. Enquanto isso, a
construção avançava.
O problema
de Babel
não era competência,
porque competência eles tinham.
O problema é a direção na qual toda essa
competência estava sendo usado, porque
você pode muito bem fazer uma coisa de
maneira excelente, mas estar ainda assim
fazendo a coisa errada.
de que isso vale.
Eles tinham muita competência, muita
capacidade,
mas toda a sua competência e a sua
capacidade estavam sendo empregadas em
fazer aquilo que era errado.
Babel era uma organização muito
eficiente, mas cumprindo o propósito
errado. Já sentiu assim em algum
momento?
Como igreja? Você já se sentiu assim?
podendo estar empregando muitas coisas,
mas
não no foco certo,
não no lugar certo, não para cumprir o
propósito certo.
A gente não pode esquecer como igreja
que eficiência não substitui a missão.
Você pode fazer muito bem uma coisa, mas
se essa coisa não serve, a missão ela
não vale de nada.
É só tempo gasto, é só recurso gasto.
Você precisa empregar toda a
competência, a capacidade que Deus te
deu para cumprir aquilo que ele confiou
em suas mãos.
A pergunta não é só se a gente tá
fazendo bem, a pergunta é se a gente tá
fazendo o que Deus quer que a gente
faça.
Por que que vocês fazem o que fazem?
Por que que vocês cantam como cantam? E
como é bom ver o tal cantando de novo.
Por que vocês são do jeito que são? É
isso, é entender qual é o propósito, é
entender porque que Deus te colocou
aqui.
A ênfase do olhar de Babel, ela se
revela aqui na maneira como eles
declaram o seu propósito.
Edifiquemos para nós,
tornemos célebre o nosso nome, para que
nós não sejamos espalhados pela terra.
Tudo que eles pensam em fazer termina
neles mesmos.
Tudo que eles projetam fazer tem a ver
com eles mesmos, com seus próprios
interesses.
E às vezes, como igreja, a gente corre o
risco de fazer a mesma coisa, de
pensarmos muito para dentro, de
pensarmos somente na nossa condição aqui
dentro,
pensarmos no nosso conforto,
na maneira como nós vamos experienciar
esse momento aqui.
Mas assim como Babel, que tinha um
propósito de Deus para com o mundo
conhecido de então, e aí é muito
diferente aqui a estimativa populacional
daquela época. Alguns vão ser mais
conservadores e vão pensar em algo entre
5 e 10.000 habitantes na Terra nesse
período aqui de Babel pós dilúvio.
Alguns jamais otimistas vão chegar aí a
100, 150.000 1 habitantes.
Mas a verdade é que Deus tinha um
propósito. O propósito deles se
multiplicarem e povoarem a terra. E eles
queriam fazer o contrário. Eles queriam
permanecer ali, se concentrar ali,
descumprindo a vontade de Deus pra vida
deles. E por isso eles não pararam para
perguntar quem nós vamos abençoar?
Qual plano Deus quer que nós cumpramos?
Para onde Deus quer nos enviar?
Como os recursos que Deus nos dará a
partir de agora podem servir a missão
que ele nos confiou? Não. Eles pensaram
em usar o recurso deles para benefício
próprio.
De maneira que Babel, ele é um símbolo
de uma vida organizada
para que tudo termine em mim.
Será que você vive assim?
Seus pensamentos, o seu trabalho, os
seus esforços, eles têm um fim em você
mesmo.
Ou você entende o seu papel aqui nesse
mundo, que o seu papel aqui não tem a
ver com você apenas,
mas tem que ver com o próximo, tem que
ver com a outra pessoa.
Deus colocou na nossa cara lição.
Existe o rosto de uma pessoa que tá aqui
dentro que você não consegue enxergar.
Qual é esse rosto?
Hã,
de quem?
>> É você mesmo.
O único rosto que você não consegue
enxergar aqui é o seu mesmo.
E essa é uma das primeiras lições que
Deus dá para nós. É que você não foi
criado para olhar para si. Você foi
criado para olhar pro próximo, para
olhar pro outro. E aqui nós vemos uma
comunidade que se voltou para si mesmo,
uma comunidade que olhava só para si. E
isso pode acontecer no âmbito pessoal
também. Você pode estudar para você,
você pode trabalhar com o fim em você
mesmo, você pode conquistar para você,
você pode acumular para você, você pode
buscar reconhecimento para você,
inclusive você pode orar para Deus
melhorar a sua vida somente e falar em
oração. Obrigado pela oração, Débora. A
sua oração me tocou profundamente.
Mas isso pode acontecer na nossa vida. A
gente pode se esquecer que estamos aqui
por um propósito e passarmos a viver
nos tendo como o fim de todas as coisas.
Aquelas pessoas começam a construir a
torre porque eles tiveram medo, porque
eles não confiaram naquilo que Deus
tinha dito para eles, que jamais
destruiria esse mundo novamente com
água, com dilúvio. Tanto é que Deus
coloca no céu um símbolo dessa sua
promessa, o arco-íris. Eu não vou mais
destruir a terra com dilúvio.
Mas ainda assim, com o sinal da promessa
no céu, eles decidiram
fazer o seu próprio caminho,
não confiando na palavra e na promessa
de Deus.
Aquela torre oferecia para eles uma
falsa sensação de segurança,
uma falsa sensação de controle, de
previsibilidade.
E muitas vezes a gente faz isso também.
Nós nos cercamos de coisas que podem nos
transmitir essa falsa sensação de
segurança,
de controle.
Para uns pode ser o dinheiro, para
outros o emprego, para outros uma
pessoa.
E desviamos a nossa confiança de Deus e
das suas promessas e colocamos nessas
coisas que achamos que podemos
controlar.
A torre não era só um projeto
arquitetônico, ela era uma resistência à
missão que Deus tinha confiado para
eles.
E a pergunta que a gente precisa fazer
é: será que a Vila Olímpia nesses 16
anos tem se cercado de outras coisas que
tm lhe trazido segurança
e que tem desviado o foco da real missão
pela qual ela existe ou para a qual ela
existe?
Será que a gente coloca tanta coisa pra
gente cuidar e pra gente administrar? E
tá tão bom a gente ficar aqui dentro que
a gente não quer ir lá para fora, a
gente não quer cumprir a missão.
A verdade, queridos, é que todo
movimento de missão que a Bíblia
apresenta na sua palavra envolve algum
tipo de saída.
O movimento ao qual Deus nos chama como
igreja a participarmos não tem que ver a
nos fecharmos aqui dentro, mas tem que
ver com rompermos barreiras e fronteiras
para alcançarmos quem está lá fora. De
maneira que a gente também recebe hoje
um convite para nós sairmos, sairmos do
nosso comodismo, sairmos da nossa
linguagem própria, igrejeira interna,
pra gente sair daqueles métodos que
foram padrões por muito tempo
pra gente sair das nossas portas e irmos
em busca das pessoas, para nós
rompermos, quem sabe, as nossas
panelinhas e os nossos círculos mais
próximos para que mais pessoas possam
fazer parte desse esse círculo. É para
isso que nós somos chamados como igreja,
pra gente poder ir na direção daqueles
que o Senhor nos confiou.
O problema é que quando a gente abre
esse nosso círculo
e vamos buscar quem está lá fora, quem
está lá fora traz perguntas diferentes
das perguntas que a gente tá acostumado
fazer aqui. Isso gera desconforto?
As pessoas vêm lá de fora com histórias
complicadas e complexas demais. E isso
tira a gente da nossa zona de conforto.
Muitas vezes a gente não compreende
quais são as suas dores, quais são as
suas dúvidas e ter que lidar com elas é
um desafio. Mas nós fomos chamados a
sairmos ao encontro dessas pessoas,
a sairmos dessa condição
de olharmos somente para nós mesmos.
Quando todos envolvidos no projeto da
Torre de Babel começam a olhar só paraa
torre, porque ela representava o símbolo
daquilo que eles pretendiam, daquilo que
eles queriam,
as pessoas começaram a serem usadas pro
cumprimento do propósito da torre.
As pessoas eram avaliadas pela
contribuição que elas davam à construção
da torre.
De maneira que se nós pudéssemos ouvir a
pergunta que aqueles construtores da
torre poderiam fazer, eles provavelmente
perguntariam: "Como que essa pessoa pode
ajudar a construção da torre?" E quando
a gente começa a olhar para dentro, a
gente começa a perguntar isso, como que
essa pessoa pode contribuir com a
igreja?
Mas quando a gente alinha o foco e o
nosso foco está na missão, a pergunta é
diferente.
Como que essa igreja pode abençoar as
pessoas que estão à nossa volta?
Como que essa igreja pode fazer a
diferença na vida das pessoas?
Aí a gente começa a entender que nós não
vamos usar as pessoas para construir a
igreja, mas nós somos a igreja que Deus
usa para construir as pessoas.
O foco muda.
Agora eu posso a não só querer receber,
mas agora eu sou aquele que dá, aquele
que entrega,
aquele que oferece, aquele que busca.
Essa é a diferença quando você para de
olhar só para dentro e você começa a
olhar para fora. E existe um aspecto
meio cômico aqui nesse relato. Eu não
sei se você percebeu isso,
porque é bem verdade que o humor aqui do
hebreu ele é um pouco diferente do
nosso, mas tem uma parte aqui que se
você prestar atenção, a gente tem que
rir disso.
E Deus fez isso estar relatado assim de
propósito.
Qual era a pretensão deles com aquela
torre? é que ela chegasse aonde
existe, existem algumas coisas aqui na
Terra que dá para ver do espaço, segundo
dizem os astronautas, não é? Dá para ver
o deserto do Saara,
dizem que dá para ver a muralha da
China. São monumentos grandiosos mesmo,
que tem um impacto, dá para ver do
espaço.
E eles pretendiam que essa torre fosse
um monumento assim: "Nós vamos construir
uma torre cujo topo chegue ao céu." Mas
daí sabe o que que Deus fala?
Deus diz assim, ó,
no verso 7, venham,
vamos descer
pra gente ver a cidade e a torre.
Eles pretendiam fazer algo tão grande
que alcançasse o céu. E Deus no seu
movimento, é como se Deus estivesse
rindo da pretensão do homem, dizendo
assim: "Olha, tá tão grande essa torre
que vocês construíram que eu vou ter que
descer para enxergar, porque daqui de
cima não tá dando para ver não."
O homem pensa que pode construir algo
grandioso. O homem pensa que pode ter um
plano melhor do que o de Deus. E aqui o
autor usa até mesmo de um certo humor e
de uma certa ironia para dizer que essa
torre era tão grande que Deus precisou
descer porque lá de cima não tava dando
para enxergar.
Existe um ditado judeu ou judaico
que expressa isso.
Você pode encontrar esse ditado nas
referências aí das tradições judaicas,
que é mais ou menos o que Salomão
escreveu em Provérbios 16.
Sabe também aquele memezinho que diz
assim, quando Paulo vai escrever uma
coisa, ele fala primeiro de uma maneira
muito dura e aí o espírito diz: "Não,
Paulo, mas não dá para escrever assim,
daí fica um verso bonito, né?" É mais ou
menos isso. Que esse ditado judaico diz
assim: "O homem pode fazer planos e o
Senhor ri. Deus ri dos planos do ser
humano. É como se o espírito soprasse
para Salomão e dissesse assim: "Salomão,
não dá para escrever desse jeito". Aí
ele escreveu Provérbios 16:1. O coração
do homem pode fazer planos, mas a
resposta certa vem dos lábios do Senhor.
Deus ri. Vocês querem fazer uma torre
tão grande que alcance o céu, mas eu
tenho que descer para ver a sua torre.
Eles queriam ser vistos. Eles queriam
demonstrar quem eles eram para toda a
comunidade dos habitantes da terra
daquela época.
Eles queriam construir a sua própria
identidade, diferente daquela identidade
que Deus tinha dado para eles. Mas,
queridos, identidade é essência.
A identidade cedo ou tarde ela vai se
prevalecer e ela vai se revelar
porque você não consegue fingir quem
você não é por muito tempo.
Você vai ser uma igreja acolhedora
não quando você disser que é uma igreja
acolhedora,
mas quando alguém entrar por aquelas
portas ali e se sentir acolhido aqui
dentro. Isso é identidade.
Você vai ser uma igreja jovem, não por
dizer que é uma igreja jovem, mas você
vai ser uma igreja jovem quando, de
fato, você começar a dar
responsabilidade para as novas gerações.
Identidade é essência. Ela não pode ser
simplesmente construída. No nosso caso,
ela é recebida
do Deus que estabeleceu a nossa igreja.
Uma igreja missionária é aquela que se
organiza em torno de quem ainda não
chegou aqui.
Ela não é missionária só porque eu digo
que ela é. Ela é missionária se eu viver
de fato essa identidade,
uma identidade que existe apenas na
memória e no discurso, ela já começou a
se transformar num monumento. Sabe
aquelas igrejas saudosas, saudosistas,
elas vivem só da fama que elas já
tiveram um dia.
Um dia nós já fomos isso.
Você está fazendo a sua identidade um
monumento,
mas identidade é o que se é, o que se
vive.
E Deus deu uma identidade bem clara para
essa igreja.
Babel representa uma igreja que olhou
para si mesmo,
que tentou construir a sua própria
identidade, desviando-se daquele que era
o propósito original de Deus para ela.
E quando você se depara com a história
de Babel, você deve se perguntar: "Tá
bom, mas qual é o antídoto?" Então,
qual é a solução para isso?
E o que é maravilhoso na palavra de Deus
é que logo depois vem o capítulo 12
e eles estão em íntima relação.
De maneira que você não deveria ler o
capítulo 11 sem ler o capítulo 12.
Porque no capítulo 11 você tem uma
comunidade que olha para si, que está
voltada para si.
Mas aí vem a resposta a isso, vem um
antídoto a isso, que é o capítulo 12. Eu
convido você a abrir a sua Bíblia ali a
virar, quem sabe uma página para ler
comigo Gênesis capítulo 12, porque você
vai ver ainda um paralelo bem próximo
ali.
Gênesis capítulo 12, a partir do verso
1, diz o seguinte: "O Senhor disse a
Abraão:
"Saia da tua terra, da tua parentela e
da casa de teu pai, e vá para uma terra
que lhe mostrarei.
Parei de você uma grande nação e o
abençoarei e engrandecerei o seu nome.
Seja uma bênção, como alguns conhecem o
verso, ser tu uma bênção. Eu
amaldiçoarei aqueles que, ou melhor,
abençoarei aqueles que o abençoarem
e amaldiçoarei aquele que o amaldiçoar,
porque em você serão benditas todas as
famílias da terra.
Partiu, pois, Abraão, como o Senhor lhe
havia ordenado, [música] e Ló.
Abraão tinha 75 anos quando saiu de Arã.
Abraão levou consigo Ló, enfim, e
partiram da terra de Canaã e lá
chegaram. Versículo 6. Abraão atravessou
a terra de [música] Siquém até o
carvalho de Moré.
Nesse tempo, os cananeus habitavam essa
terra. Versículo [música] 7. O Senhor
apareceu a Abraão e lhe disse: "Darei
essa terra a sua descendência". [música]
Ali Abraão edificou um altar ao Senhor
que lhe tinha aparecido.
Passando dali para o monte a leste de
Betel, armou a sua tenda, ficando Betel
a oeste [música] e ai a leste. Ali
edificou um altar ao Senhor e invocou o
nome do Senhor. Depois Abraão partiu
dali, indo sempre na direção [música]
do Neguepe.
Você percebeu os paralelos aqui?
>> [música]
>> No capítulo 11,
um povo disposto a desobedecer a Deus e
a ficar.
No capítulo 12, o convite de Deus para
Abraão é: vai.
No capítulo 11,
[música]
o desejo daqueles homens é de
edificarmos para nós uma cidade.
[música]
Mas o convite no capítulo 12 é: "Sai da
tua terra".
O desejo no capítulo 11 é: "Tornemos
célebre o nosso nome."
Vamos escrever o nosso nome na história,
mas no capítulo 12,
[música] Deus é quem escolhe engrandecer
o nome de Abraão.
No capítulo 11, [música]
o desejo era para que não fossem
espalhados pela terra.
No [música] capítulo 12, o desejo de
Deus é que através de Abraão fossem
benditas todas as famílias.
>> [música]
>> da terra.
Babel constrói uma identidade para si.
[música]
Abraão recebe uma identidade de Deus,
porque ao atender esse chamado, ele não
será mais Abraão, [música]
mas eleá será chamado por Deus de
Abraão.
Deus decide abençoar esse [música]
homem, só que a bênção que Deus decide
dar para ele não termina nele, porque
Deus diz: "Eu [música] farei de você uma
grande nação. Vou te abençoar e te
engrandecerei o nome. Mas seja [música]
você uma bênção. Você é bênção pros
outros.
[música] O desejo final da promessa de
Deus para Abraão não termina em Abraão,
mas é de Abraão pro mundo, porque em ti
serão [música] benditas todas as
famílias da terra. Eu louvei a Deus
quando eu vi aqui o relatório financeiro
[música] da igreja. Deus tem de fato
abençoado. Deus tem colocado as suas
mãos aqui. Mas essas bênçã para vocês,
é para que através de vocês outras
pessoas sejam abençoadas. O que que
vocês estão fazendo com isso?
A gente não pode correr o risco de ficar
olhando só aqui para dentro.
A gente não pode correr o risco de
pensar numa cadeira [música] ainda mais
confortável do que essa.
A gente tem que olhar para isso para ser
bênção para as pessoas. E eu fico
lembrando de quantas coisas essa igreja
[música] já fez para abençoar as
pessoas.
Eu lembro com carinho, com saudade até
hoje do sair e servir. Quem é do tempo
do sair e servir aí? [música]
Sair e servir é isso. É quando Deus diz:
"Vai, vai, eu vou te mostrar".
Pô, um dos mais apetitosos aí, o Vila
[música] Delivery. Esse eu era fã mesmo,
que a gente entregava pizza, mas também
comia. [música]
Eu não sei se você lembra da história,
[música] o Ricardo com a Carlinha não
estão mais aqui, né?
Mas vocês lembram do que aconteceu? Eles
[música] entregaram uma pizza para um
rapaz que puxava um carrinho de papelão.
Aquele rapaz veio para cá. [música]
Ele conseguiu colocar esse rapaz numa
pousada.
Ele conseguiu emprego para esse rapaz.
[música] É isso.
Deus abençoa a gente. Não é paraa bção
parar na gente, é paraa gente abençoar
as pessoas. É por isso que Deus tem
abençoado essa igreja.
É para essa igreja cumprir a missão.
Isso tá no [música] DNA dela. Isso é
identidade que Deus deu para ela. E a
gente precisa romper com a nossa
natureza [música] pra gente cumprir a
missão que Deus nos confiou.
Porque hoje Deus olha para essa igreja e
diz assim: "Vila Olimpia, em vocês serão
benditas todas as [música] famílias do
bairro da Vila Olimpa e mais."
A grande pergunta é: as pessoas aqui à
nossa volta [música] t sido abençoadas
pela sua vida?
Eu preciso [música] ir ali dar um abraço
no Eduardo.
Primeiro porque ele faz um dos bolinhos
de arroz mais gostosos da cidade de São
Paulo.
[música] Quem tava aqui naquela noite
que a gente foi fazer o pequeno grupo
ali no bar dele? Fabi tava naquela
noite. Fabi,
a Aen tava também, a Berenice [música] e
o Cadu tavam também naquela noite.
Pessoal chegou aqui, tinha dado um
problema com o lanche daquela noite, né,
Fab?
A pessoa que fornecia o lanche, que a
Fabi passava pegar, furou. E aí a gente
chegou aqui, não tinha o lanche. O
pessoal vinha direto do trabalho.
[música] Eu tava com fome, o que é meio
normal.
E o pessoal chegou com fome do trabalho
também.
E a gente começou o pequeno grupo que
era ali no fundo da igreja aqui.
[música]
Eu fui brincar com o pessoal, falei:
"Ah, se colar, colou". Falei: "Pessoal,
a gente pode fazer o pequeno grupo ali
no bar do Edu. Aí a gente pede alguma
coisa, come e faz o pequeno grupo também
ali." E fui levantando, indo pra porta.
[música] Eu sei que não é um convite
normal para um pastor fazer, n? Eu já
pensei numa estratégia, falei: "Se
ninguém vier, eu viro para eles falar:
"Ah, pegadinha do pastor, era só para
ver quem ia bar."
>> [música]
>> Mas para mim a surpresa, o pessoal
levantou e falou: "Vamos lá, então". Eu
falei: "Então vamos". A gente colocou um
papelzinho no portão, falou: "Ó, estamos
no bar do Edu [música]
nessa varanda, no cantinho ali, a gente
reuniu, a gente fez os nossos pedidos,
agradecimentos, [música]
fizemos a reflexão. Grazi não tava
naquela noite, GRZ? Fizemos a reflexão
ali e quando a gente orar para terminar
o PG, eu chamei o Edu, falei: "O Edu vem
aqui". Sabe o que que a gente acabou de
fazer? Falou: "O qu, pastor? Acabou de
fazer o culto aqui no seu bar." Falou:
"Você tá brincando?" Falei: "É, vamos de
refletir aqui, conversar sobre a Bíblia,
tal". E a gente sempre termina esses
momentos com uma oração. E eu te chamei
aqui porque a gente quer orar com você.
[música] Podemos?
Ele: "Por favor, pastor". A gente se
levantou, abraçamos o Edu a gente orou
com o Edu, [música]
ele falou assim: "Pastor, vocês não vão
sair não, espera aí". Ele foi lá dentro,
demorou uns 5 minutinhos, ele veio com
uma travessa de bolinho de arroz pra
gente comer ali. [música]
E foi assim que a gente começou uma
grande amizade. O Edu participou das
feiras de saúde que a gente fez aqui
num desses vila deliveries, lembra? Foi
uma vez, foi pizza, outra vez foi pão.
[música]
Quem fez o pão à tarde aqui? Guilherme,
você devia tá, você tava em todas.
[música]
A gente fez pão à tarde aqui paraa noite
a gente saímos vizinhos. Tita e a Tita
não tava aqui no no dia do pão, tavam
aqui também, né? A gente foi sair
entregar pão pros vizinhos e a questão
era o seguinte, você bater nas portas
aqui, entregava o pão e oferecia uma
oração. [música]
E aí tinham duas meninas que
frequentavam aqui na época, elas saíram
ali, eu falei assim, ó: "E entrega um
pão pro Edu ali no bar."
Sério, pastor Sério? Entregar. Elas
foram ali, entregaram pro Edu. A gente
entrou, fez, daqui a pouco quando eu
saio. [música]
O Edu tava de mesa em mesa cortando
fatia do nosso pão quentinho e dando
pros clientes dele [música] ali. Aí eu
fui lá,
fui lá para dar um abraço pro Edu e o
pessoal que tava ali, os clientes não me
conheciam, né? Aí quando eu cheguei,
falei: "E aí, Edu, o que que você tá
fazendo?"
Ele [música] disse uma coisa,
ele não entende a profundidade do que
ele disse ali,
mas eu entendi o propósito que a gente
estava cumprindo naquela noite. Ele
disse assim: "Pastor,
tô dividindo o pão".
É isso.
A gente não pode parar de compartilhar o
pão aqui,
porque nós temos recebido do pão da vida
e as pessoas estão morrendo de fome
espiritual ao nosso lado, à nossa volta.
A gente não pode deixar inverter a
câmera e virar essa câmera para nós,
porque nós somos somente instrumentos
pra gente olhar pro mundo. É para isso
que a gente tá aqui. [música]
E eu lembro que o pessoal falou assim:
"Não, esse pão aqui é daquela igreja
ali". Aí o Du falou: "É, esse aqui é o
pastor da igreja. [música]
A gente não pode parar de partilhar o
pão. [música]
Tem muita gente faminta aqui em volta.
O antídoto para Babel [música]
é fazer o que fez Abraão.
Porque enquanto Babel era movida pelo
medo e pelo medo eles quiseram construir
[música] uma torre
e construir para eles uma própria
identidade. Abraão, ao invés de ter
medo, ele decide confiar.
Ao invés de construir, ele precisa abrir
mão do que ele construiu para tomar nas
mãos aquilo que Deus estava querendo dar
para ele,
porque ele era rico, ele tinha tudo já.
[música]
E ele vai na direção contrária, ao invés
de construir para si, ele entrega para
Deus e diz: "Tó Senhor, é teu."
E aí, nesses 16 [música] anos da Vila
Olímpia, a gente precisa decidir se a
gente quer construir uma torre para nós
mesmos ou se [música] nós queremos
construir altares.
Porque a torre vai apontar para mim, o
altar vai apontar [música] pro Senhor.
Nós vamos cumprir a [música] nossa
missão e teremos êxito na missão quando
as pessoas olharem para cá e não ficarem
falando: "Ah, nossa, como o louvor da
vila [música] é demais,
como é bacana aquele auditório, [música]
como tudo funciona certinho, como a
banda é especial, como as coisas estão,
[música]
como a sala são, não é isso? A gente vai
cumprir a nossa missão quando as pessoas
falarem: "Tá vendo aquele lugar [música]
ali?
Ali tem gente que segue a Jesus e que
tornou Jesus conhecido para mim.
Jesus tá naquele lugar.
Jesus [música] tá na vida daquelas
pessoas.
É quando esses vizinhos, quando essas
pessoas olharem para cá e dizerem assim:
"Ó, tá vendo aquele lugar ali? Aquele
lugar é diferente na rua Baloarte.
A rua Baluarte tem um prédio que é
diferente, mas não é por causa do
prédio,
é pelo que acontece ali,
é pelo que se manifesta [música] ali. É
por isso.
16 anos,
a gente pode ficar se olhando no
espelho,
admirar tudo que a gente construiu.
Ou a gente pode olhar pra janela
e ver o mundo que a gente ainda [música]
tem que conquistar
e ver o mundo para o qual Deus nos
chamou.
Podemos olhar pra janela e vermos o
mundo que Deus confiou [música] a cada
um de nós aqui
pra gente construir altares por onde a
gente passar, para que as pessoas possam
reconhecer que ali esteve o Senhor,
que a nossa vida foi rendida no altar
pro Senhor.
Torres ou altares? [música]
Nesses 16 anos da Vila Olímpia, eu
desejo para ela um caminho repleto de
altares,
[música]
um caminho repleto de entrega
para que Deus possa [música] renovar a
sua identidade e ela continue sendo a
igreja que ela nasceu para ser.
Que ela continue [música] pregando e
proclamando até aquele grande dia,
quando Jesus voltar. Amém.
Se é o teu desejo de consar um altar ao
Senhor, feche seus olhos, ore comigo.
[música]
Querido Deus,
muito obrigado pelo privilégio que nós
temos de conhecermos [música] a tua
palavra,
de termos sido chamados, ó Deus, e de
podermos participar do cumprimento da
tua missão.
É bem verdade que muitas vezes durante o
caminho [música] nós somos tentados a
olharmos para nós mesmos,
mas que os nossos olhares continuem
[música]
olhando fixa e firmemente para aquele
que é o autor e consumador da nossa fé,
Cristo Jesus, o nosso Senhor.
Que o Senhor ajude com que essa igreja
continue não só olhando pro espelho,
mas que olhe pela janela a Deus para ver
o mundo que precisa conquistar.
>> [música]
>> Que essa igreja continue
sendo consciente da sua realidade,
como uma proclamadora da verdade,
como uma gente do céu aqui nesse bairro
para abençoar a vida das pessoas. E que
através dessa comunidade sejam benditas
todas as famílias da rua Baloarte,
[música] da Vila Olímpia, de São Paulo e
do mundo.
Usa-nos para tua honra e para tua
glória. Alinha o propósito [música] do
nosso coração
e que o nosso coração esteja guardado
completamente em tuas mãos.
Cumpra o teu propósito na vida dessa
igreja e receba como uma oferta o altar
que erigimos no nosso coração [música]
e que o caminho da nossa vida seja
marcado por muitos e muitos altares que
apontem para o Senhor hoje e sempre, em
nome de Cristo Jesus. Amém.
Nós [música] vamos terminar louvando com
a última música. Então, abre o seu
coração, louve ao Senhor e vamos
construir um altar para honra e glória
dele. Amém.
>> [música]
[música]
>> Fala a gente tem muito cheio. Gente, se
tiver pode sair.
>> [música]
[música]
>> Eu [música]
sei [canto] quem eu sou.
Eu sei [música] quem eu [canto] sou.
>> Eu sei quem eu sou. Eu sou
[música][canto] teu. Eu sou teu.
Eu sei quem eu sou.
Eu sei quem eu sou. [música][canto]
Eu sei quem eu sou. Eu sou teu.
[música][canto]
Eu sou teu e tu és meu.
Cristo, [música] tu és meu. Tu és meu.
Cristo, tu és meu.
Quando [música] em fuga me encontraste,
quando [canto] cego me fizeste [música]
ver.
me colocaste [canto]
um louvor.
Oh, [música][canto]
me curaste,
perturbado, [canto]
me trouxeste a luz. [música]
Cristo és minha identidade.
Eu sei, [música]
eu sei,
eu sei quem eu sou. Eu sei [música] quem
eu sou.
Eu sei quem eu sou. Eu sou
[música][canto] teu. Eu sou teu.
Eu sei quem eu sou. [música]
Eu sei quem eu [canto] sou.
Eu sei [música] quem eu sou. Eu sou teu.
[canto] Eu sou teu. E tu és meu.
Cristo, [música] tu és meu. Tu és
[canto] meu.
Cristo, [música] tu és meu.
Quando em fuga me encontraste,
[música][canto]
quando cego me fizeste ver [música] em
que colocaste
um louvor.
>> [canto]
>> Lado, [música] me curaste,
perturbado,
me trouxeste [canto] a luz. Cristo
[música] és minha identidade.
[música] Eu sei,
eu sei,
[música] eu sei,
eu sei quem eu sou. Eu
sei quem eu sou. [música]
Eu sei quem eu sou. Eu sou teu. Eu sou
teu.
[música] Eu sei quem eu sou.
Eu sei quem [música] eu sou.
Eu sei quem eu sou. Eu sou teu. Eu sou
[música]
e tu és meu.
Cristo, [música]
tu és.
Tu és meu.
Cristo, tu és. [música]
Sou perdoado.
Sou filho [música] teu.
Eu
sou aceito.
Eu sei quem eu sou.
>> Sei quem [música] eu sou.
Estou.
Pois [música] hoje sei
que amado sou. [música]
Eu sei quem eu sou.
>> Sei quem eu sou.
Estou.
>> [música]
>> Eu a Deus
a mim.
[música]
Eu sei quem eu sou.
Eu sei [música] quem eu sou.
Eu sei quem [música] eu sou. Eu sou teu.
Eu sou Deus.
Eu [música] sei quem eu sou.
Eu sei quem [música] eu sou.
Eu sei quem eu sou. Eu sou Deus. Eu sou
Deus.
Eu sei [música]
quem eu sou.
Eu sei quem eu sou. [música]
Eu sei quem eu sou. Eu sou Deus. Eu
[música] sou Deus.
Eu sei quem eu sou.
Eu sei [música] quem eu sou.
Eu sei quem eu sou. [música]
Eu sou Deus. Eu sou teu. Tu és meu,
[música][canto]
Cristo. Tu és meu. Tu és meu. [música]
Cristo, tu és meu. Tu és meu.
Cristo. Tu és meu. Tu és meu.
Tu és meu. [música]
[música]
Fúvio.
Nossa, tá alto o microfone, rapaz.
Me empolguei. Faz de ter uma festa hoje.
Vai parar aqui?
Não vai parar aqui, como todo mundo já
sabe, [música] né? E é claro que a gente
tinha que subir aqui para dar algumas
orientações finais, né? E iniciais, por
que não, né? Bom, teremos o almoço lá
embaixo. A gente tá preparado para
receber todos. Nos planejamos para não
faltar nada, mas é sempre bom, né? no
meio adventista, quando envolve comida,
dá algumas orientações,
>> né, que é o seguinte, lembre que após
você outra pessoa vai se servir. Então,
se essa pessoa não se serviu ainda, dê
preferência a ela, né? Se você já se
serviu, dê preferência a essa pessoa. A
comida não vai acabar, o mundo ainda não
vai acabar hoje. Então pode servir
calmamente, tranquilamente,
proporcionalmente, né, o suficiente.
Segunda coisa, lugares.
Talvez falte um pouco de lugar, né? A
gente se planejou para não faltar, mas
acaba faltando. Então, preferência dos
lugares, mulheres, crianças, idosos,
homens, por favor, comam de pé, tá bom?
Eu sei que é bom comer do lado da
família, mas a gente tem que dar o
exemplo, né? Eh, que mais que faltou?
Alguma coisa? Fila da comida.
Se divirta,
converse com o seu amigo. Vamos
refletir, como foi falado aqui com
Sorigo, a imagem de Cristo Jesus pro
nosso próximo.
>> Amém.
>> Quem está feliz para participar desse
almoço, diga amém.
>> Amém.
>> Tá. O Já perceberam que o Guil é legal e
sou chato, tá? Tá bom. Fila.
Primeiro servir crianças, mulheres,
idosos, visitas, homens, por favor,
fiquem no final da fila. Desbravadores,
exemplo, hein? Segura a onda. E é isso
aí. Possamos aproveitar esse tempo
juntos com a melhor parte, que é
compartilhar a mesa. Que Deus abençoe a
todos. Feliz aniversário. Vila Olímpia.
[aplausos]
Guarda mal, guarda ruim. Isso.
[música]
[música] เฮ
[música]
>> [música]
[música]

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