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A fé vem pelo ouvir

Rota 66 Português – Hebreus 5b-6 | Luiz Sayão | IBNU

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Bem vindo a Bíblia de estudo comentada
[música] em áudio.
Estudo 176 baseado em Hebreus [música]
capítulo 5B e capítulo 6.
>> [música]
>> A partir do finalzinho do capítulo 5, o
autor de Hebreus dá início a uma
advertência contra um problema muito
sério que estava acontecendo no contexto
da epístola aos Hebreus.
O perigo não era exatamente pecar,
falhar, errar, mas era a apostasia, ou
seja,
quando uma pessoa por causa da
perseguição, dos desafios e da falta de
compreensão
da realidade de quem era Cristo e da sua
obra, poderia
voltar atrás, rejeitar o seu primeiro
compromisso.
E esse capítulo é uma advertência contra
essa postura, essa atitude.
Então o texto
na NVI nos diz: "Quanto a isso temos
muito que dizer, coisas difíceis de
explicar, porque vocês se tornaram
lentos para aprender.
Embora a essa altura já devessem ser
mestres, vocês precisam de alguém que
lhes ensine novamente os princípios
elementares da palavra de Deus.
Estão precisando de leite, não de
alimento sólido. Quem se alimenta de
leite ainda é criança
e não tem experiência no ensino da
justiça.
Mas o alimento sólido é para os adultos,
os quais pelo exercício constante
tornaram-se aptos para discernir
tanto o bem quanto o mal".
O autor da epístola começa falando que o
problema desses
nossos leitores de Hebreus é que eles
não cresceram como deveriam ter
crescido, já deveriam ser mestres,
mas ainda estavam numa postura infantil,
sem o crescimento. E essa fragilidade,
essa falta de crescimento espiritual e
no conhecimento de Deus
era uma espécie de armadilha, uma um
problema sério, uma grande dificuldade
que
favorecia essa possível apostasia
mais detalhadamente discutida no
capítulo seis.
E então ele vai começar a dizer o
seguinte na sequência do texto aí
conforme a nova versão internacional da
Bíblia.
Portanto, deixemos os ensinos
elementares a respeito de Cristo e
avancemos para a maturidade.
Sem lançar novamente o fundamento do
arrependimento de atos que conduzem à
morte.
Talvez uma referência a ritos inúteis,
da fé em Deus, da instrução a respeito
de batismos,
da imposição de mãos, da ressurreição
dos mortos e do juízo eterno.
Assim faremos se Deus o permitir. A
ideia é, não vamos ficar voltando atrás
para discutir questões
simples que eram conhecidas e comuns no
contexto
ah do cristianismo hebraico desses
primeiros cristãos da era da igreja
primitiva.
E então o texto do versículo quatro,
muito conhecido, famoso pela sua
controvérsia
entre os chamados calvinistas e
arminianos, aparece dizendo palavras
sérias e importantes que dizem o
seguinte: "Ora,
para aqueles que uma vez foram
iluminados,
provar o dom celestial, tornaram-se
participantes do Espírito Santo,
experimentaram a bondade da palavra de
Deus e os poderes da era que há de vir e
caíram, é impossível que sejam
reconduzidos ao o
Pois si mesmos estão crucificando de
novo o filho de Deus,
sujeitando-o a desonra pública.
Pois a terra que absorve a chuva que cai
frequentemente
e dá colheita proveitosa àqueles que a
cultivam, recebe a benção de Deus.
Mas a terra que produz espinhos e ervas
daninhas é inútil e logo será
amaldiçoada.
Seu fim é ser queimada.
Amados, mesmo falando dessa forma,
estamos convictos de coisas melhores em
relação a vocês, coisas próprias da
salvação.
Deus não é justo, ele não se esquecerá
do trabalho de vocês e do amor que
demonstraram por ele,
pois ajudaram os santos e continuam a
ajudá-los.
Queremos que cada um de vocês mostre
essa mesma prontidão até o fim para que
tenha plena certeza da esperança, de
modo que vocês não se tornem
negligentes, mas imitem aqueles que por
meio da fé e da paciência recebem a
herança prometida.
O texto vai nos falar do perigo de estar
numa situação de queda em relação a
aquilo que Deus tem para os seus salvos,
aqueles que vão herdar a vida eterna.
Aparentemente, há uma expectativa
positiva em relação aos que estão
recebendo essa carta, conforme vemos aí
do versículo 9 ao 12.
Mas o texto é muito sério, ele nos diz
que há um grupo
que se distingue do outro.
É impossível,
é salvar a pessoa
que entrou num processo de apostasia.
Apostasia
significa a rejeição plena de Cristo
Jesus.
É aquela pessoa que de alguma forma teve
algum início de uma ação
espiritual, uma ação do espírito de
Deus, ele que
a participar dessa vida, dá para lembrar
aqui
a famosa parábola do semeador. O texto
diz que eles chegaram a ser iluminados,
provaram o dom celestial,
tornaram-se participantes do Espírito
Santo, experimentaram a bondade da
palavra de Deus e até os poderes da era
que há de vir, uma referência aos
milagres que acompanhavam o evangelho.
É impossível que essas pessoas sejam
reconduzidas ao arrependimento depois de
caírem, porque eles crucificaram o filho
de Deus sujeitando a desonra pública, ou
seja,
a apostasia é o pecado contra o Espírito
de Deus. A apostasia
é o pecado de afastamento, de rejeição.
Não é alguém que cometeu uma falha, um
erro, é alguém que oficialmente fechou o
seu coração para Cristo e rejeitou a
salvação de Deus.
Essa pessoa não tem, é, retorno,
tanto que, é claro, o versículo 8 vai
fazer uma separação.
A terra que produz espinhos e ervas
daninhas será amaldiçoada e seu fim é
ser queimada, diferente da terra que
a dá colheita proveitosa e recebe a
benção de Deus. O texto, então, mostra
essa distinção
e, então, nos apresenta o grande perigo
de não entrar num processo de apostasia.
Você que nos ouve,
você deve pensar bem na sua situação, se
você é, de fato, recebeu a palavra de
Deus, a salvação a sério ou se você está
nesse processo de alguém que não se
decide, não toma nenhuma posição,
correndo o perigo de ser um apóstata
semelhante a esta advertência que
aparece aqui.
E para contrastar essa fragilidade do
apóstata,
o texto de Hebreus vai terminar
enfatizando a convicção profunda e séria
que se pode colocar na promessa de Deus.
Então o versículo 13 diz: "Quando Deus
fez a sua promessa a Abraão, por não
haver ninguém superior por quem jurar,
jurou por si mesmo dizendo: "Esteja
certo de que o abençoarei e farei
numerosos os seus descendentes". Foi
assim que depois de esperar
pacientemente, Abraão alcançou a
promessa. Ou seja,
o que está acontecendo tem relação
com Abraão e a promessa de Deus que foi
garantida por ele numa aliança
unilateral, uma aliança que foi
confirmada por Deus que jurou por ela.
Os homens juram por alguém superior a si
mesmo e o juramento confirma o que foi
dito pondo fim a toda discussão.
Querendo mostrar de forma bem clara a
natureza imutável do seu propósito para
com os herdeiros da promessa, Deus o
confirmou com juramento.
Para que por meio de duas coisas
imutáveis nas quais é impossível que
Deus minta,
sejamos firmemente encorajados, nós que
nos refugiamos nele para tomar posse da
esperança a nós proposta. Ou seja, não
precisamos ter nenhum medo e receio
de que a falha possa estar do lado de
Deus. Deus confirmou a sua promessa,
confirmou a sua palavra, então podemos
estar tranquilos em seguir a sua
orientação. Temos essa esperança como
âncora da alma
firme e segura, a qual adentra o
santuário interior por trás do véu onde
Jesus que nos precedeu entrou em nosso
lugar tornando-se sumo sacerdote para
sempre segundo a ordem de Melquisedeque.
Portanto, não
podemos jamais considerar a
possibilidade diante de tanta benção,
diante da salvação adquirida, diante da
certeza da promessa de Deus, nós jamais
poderemos
sofrer, ou melhor dizendo, dar espaço
para a tentação que atingiu a comunidade
dos
ah receptores, dos destinatários da
carta aos hebreus. Voltar atrás jamais,
nunca podemos considerar a possibilidade
de abandonar a Cristo conforme [música]
aprendemos aqui em Hebreus capítulo de
número seis.
>> [música]
>> Muito bem Saial, agora na nossa
exposição de Hebreus capítulo seis
chegamos agora num lugar, num beco sem
saída, entre aspas.
Voltar atrás é o tema do nosso programa,
da nossa exposição.
Mas dá para voltar atrás mesmo?
Existe um retorno ou é uma conversão à
direita perigosa?
>> Pois é Alberto, é aí numa hora dessa
quase que a gente volta atrás aqui né, e
continuar o programa né, porque tá
ficando difícil, complicado, mas não,
nós vamos adiante aqui, não tem retorno
não.
>> Meu bem que avisei, vamos pro capítulo
sete, mas você que segue a ordem né?
>> Então vamos lá né?
Mas ah veja, o texto sugere claramente
que dá para voltar atrás né? Porque
senão não seria necessária nenhuma
advertência né? Se
não for possível eh retornar
não é necessário avisar ninguém a
respeito de coisa alguma.
Esse texto acaba sendo um texto assim
mais complicado e difícil porque nós
temos
duas tradições né, na na na teológicas
assim construídas aí nos últimos
300, 500 anos, que acabaram enfatizando
certos aspectos da da fé, né?
Então a gente conhece muitas pessoas,
por exemplo, que que às vezes até nem
sabe o nome disso, né? Mas no fundo eles
pensam assim, que são de tradição
calvinista.
>> São calvos, poucos cabelos, assim?
>> É, não é, acho que talvez se tanto
estudar a Bíblia às vezes acaba perdendo
um pouco de cabelo, mas a ideia não é
bem essa, né? A ideia é que
enfatiza bem claramente a soberania de
Deus no processo
da salvação.
Ah, então quem geralmente tem esse
enfoque valoriza, enfatiza bastante
a realidade que Deus conduz todo o
processo de salvação e que Deus é que
preserva a pessoa salva, que a pessoa
na verdade tem uma participação bem
modesta nisso, é Deus quem segura as
pontas.
>> É a teologia de João Calvino, então.
>> Exatamente, é de João Calvino, né? E tem
a a ideia oposta que grande parte da
igreja brasileira acaba
valendo-se dela
é a teologia arminiana, do Jacó Armínio,
que faz o contrário, ele entende que a
responsabilidade maior do processo de
salvação está
nas costas do ser humano, é o homem é
que garante ou não garante o
prosseguimento por meio da sua ação.
Então dá para entender
que Hebreus capítulo 6 vai ter
interpretação diferente dependendo do
foco ah da pessoa que lê, né? Então ah
calvinistas e arminianos vão enfatizar
aspectos distintos aqui. Agora
a ideia simples de voltar atrás é a
discussão, tanto é que apostasia
é sair da posição. Nós temos aí um grupo
de pessoas que estavam ameaçando
afastar-se da fé.
E a palavra daquele que traz aqui, né, o
autor de Hebreus, de advertência, ó, se
a pessoa
se afasta, ele não tem retorno. Isso é
importante, né? Ele tá dizendo o
seguinte, que caso alguém
realmente tome uma posição oficial
contra Cristo, essa pessoa não tem como
ser recuperada. A apostasia é semelhante
ao pecado para a morte, né, que aparece
lá em primeira a João, né?
A apostasia é semelhante ao pecado
contra o Espírito Santo, é, onde a
pessoa gasta o seu cartucho e de
abertura pro espírito de Deus e não tem
como voltar mais.
>> Ou seja, tinha uma única chance e se ela
jogar fora essa chance,
>> exatamente.
>> Sem chance.
>> É, sem chance. Exatamente.
>> Agora, esses hebreus, eles perderam
então a salvação? Há essa possibilidade?
Ou isso é só com os hebreus, não é está
falando de outros gentios, de outros, é
só com eles, porque eles tinham um
contexto de vida?
Ou é uma advertência um pouco brusca pra
dar um tratamento de choque aí, ó,
chamar atenção? Será que não há um
exagero aí do autor?
>> Pois é, Alberto, esta interpretação, ela
vai depender, em grande parte, de como a
pessoa faz a leitura da Bíblia a partir
das suas convicções já estabelecidas.
Então, por exemplo, quando uma pessoa
tem uma visão que a gente chama mais
arminiana, arminiana, ele já diz, ó, tá
vendo? Tá aí, ó.
Aí o fulano perdeu a salvação, porque
eles caíram e então, se caíram, é porque
eles caíram de uma posição em que eles
estavam firmes, então tá comprovação de
que a pessoa perde a salvação.
Outra maneira de entender, calvinista,
desse texto, e ele vai dizer o seguinte,
não não é que a pessoa perdeu a
salvação.
Ou isto é apenas uma ilustração de uma
possibilidade hipotética, né? Que não tá
dizendo que nada aconteceu, tá falando
que
ah, se isso acontecer é impossível
retornar, mas não está sinalizando que
acontece. Então a gente vai admitir que
o argumento não é tão forte porque a
sequência do texto parece mostrar que é
grave a necessidade da advertência.
E a outro argumento também de natureza
calvinista, na hora de ler esse texto, é
dizer, é levantar pergunta: será, ah? Aí
vejam bem, será que essas pessoas
de fato
eram salvas? Ou talvez não fossem salvas
de fato e de verdade? É o que às vezes a
gente fala, são pessoas
ah, convencidas, mas não convertidas. E
na verdade, né, a gente, o texto não
sinaliza pra gente
qual era a condição real
ah, do coração dessas pessoas, mas deixa
claro que elas tiveram algum tipo de
envolvimento
com o evangelho até o ponto de
experimentar
eh, poderes do mundo vindouro, de
passarem, né, a e tornarem-se
participantes do Espírito Santo. Então
houve um envolvimento especialmente
significativo. Agora,
se o nível do envolvimento chegou à
plenitude, não dá pra gente responder
pelo texto. Eu acho que a gente deveria
aqui
fazer o seguinte, deixar os arminianos e
os calvinistas conversando aqui do lado,
né, por enquanto, e chamar atenção pra
uma visão talvez mais do Novo Testamento
sobre essa questão. Eu gostaria de
chamar atenção, por exemplo,
sobre a a a própria parábola do
semeador. Ela fala de quatro sementes
que caíram na terra. Três
não deram resultado positivo e uma
frutificou e de maneira diferente. As
que não dão resultado positivo é nasceu
em solo pedregoso e o sol queimou,
nasceu no meio dos espinhos, a outra e
os espinhos sufocaram, a outra nasceu
mas as aves do céu vieram comer e
comeram. Então assim, a salvação no Novo
Testamento ela ela é um um uma coisa que
acontece de uma vez, você passou por uma
porta. Esta bem claro, né? Você foi
salvo, está salvo. Mas também a salvação
ela é um caminho, né? Jesus ele fala que
ele é o caminho, então ela também é um
processo.
E o que parece que esse texto tá
mostrando pra gente que tem algumas
pessoas que
parece que deram início a alguma coisa
que não se concretizou plenamente.
Talvez a gente pudesse até dizer que é
quase como se fosse um aborto
espiritual.
Então é aquela semente que, entendeu? O
espinho sufocou. Então parece que esses
casos de apostasia são pessoas que de
alguma forma
tiveram uma introdução mas não entraram
com plenitude naquilo que a gente chama
de vida eterna mesmo. Então
a fica claro que a advertência é séria,
perigosa, a finalidade do capítulo é a
gente observar bem a nossa vida, se
você, preste bem atenção, tá longe de
Deus e fechou seu coração pra Cristo,
imagina que você uma vez leu a Bíblia ou
conhece a igreja, que você tá seguro,
isso não é verdade, você
realmente confirma
o caminho que você está, né? Se você
passou pela porta e tá no caminho certo.
Se a pessoa, né? Tá num caminho
diferente, então ele entrou pela porta
errada, tem alguma coisa estranha aí
nesse processo. Então a finalidade do
capítulo é chamar a nossa atenção pra
essa a necessidade de atenção e de
cuidado.
>> Ok, Saulo, depois dessa eu não faço mais
nenhuma pergunta. Eu vou ficar aqui
pensando e você aí que está nos
acompanhando, vamos refletir muito sobre
este assunto. Fique ligado, vem aí então
a aplicação do estudo para você.
>> [música]
>> Chegamos à aplicação do programa Rota 66
de hoje, quando estudamos o capítulo
seis de Hebreus falando sobre voltar
atrás, jamais.
A grande lição que vamos tirar desse
texto é: prossiga adiante com firmeza.
Nós sabemos que uma das grandes
dificuldades da experiência humana é a
perseverança. Quantas pessoas
começam um curso e desistem.
Outras pessoas estão na sua labuta
familiar e de repente resolvem jogar
tudo para o alto. E a vida cristã é uma
vida com muitas lutas e dificuldades.
E essas lutas fazem parte do processo.
Muitas pessoas, por exemplo, querem
seguir a Deus esperando que ele lhes dê
riquezas, bênçãos, saúde, apenas coisas
boas. E quando chegam problemas,
tribulações, perseguição, a pessoa
resolve voltar as costas para Deus. Aqui
nós vemos que o mesmo tipo de desânimo
estava
sendo perigoso para esses cristãos
hebreus do primeiro século. E agora a
ordem de Deus é clara: nós precisamos
prosseguir
adiante com firmeza. Não podemos
desistir no meio do caminho.
Fica bem claro nesse texto que o pecado
que a pessoa comete, a falha, qualquer
desses pecados e erros,
a pessoa pode consertar a sua situação
com Deus, se arrepender. Mas se num
determinado momento da vida,
a pessoa, na sua a
de escolha, fechar o coração
definitivamente para o evangelho, ele
não tem condição de voltar atrás. É
semelhante à famosa obra de Pär
Lagerkvist, que virou o filme "Estola de
Barrabás",
que aparece no cinema com Anthony Quinn,
quando Barrabás tenta
de toda a forma crer em Cristo e não
consegue mais. Atenção, você que nos
ouve,
você tem a sua oportunidade de fechar
definitivamente a sua posição ao lado de
Cristo, abrindo plenamente o seu
coração. Não desperdice [música] a sua
oportunidade, não brinque com o
evangelho, não pense que você tem todo o
poder e tempo do mundo. Deus [música] é
firme na sua promessa e ele não falha.
Portanto, vamos prosseguir adiante
[música] com firmeza, sem jamais
considerar voltar atrás.
>> [música]

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