Textos difíceis na Bíblia – TD Talk 001
07/08/2026
Textos difíceis na Bíblia – TD Talk 001
Muito bem, muito bem, muito bem! Está no ar o primeiro TD Talk! Neste episódio, Rodrigo Bibo recebe Guilherme Nunes para uma conversa introdutória sobre um tema que acompanha todo leitor atento das Escrituras: afinal, existem textos difíceis de interpretar na Bíblia?
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O que faz uma passagem ser considerada "difícil"? O problema está no texto, no leitor ou na distância histórica e cultural que nos separa dos autores bíblicos? Ao longo deste bate-papo, Bibo e Guilherme discutem por que algumas passagens geram tantas divergências, quais são os erros mais comuns na interpretação e como desenvolver uma leitura mais responsável, humilde e fiel das Escrituras.
Se você já se deparou com um texto bíblico que parecia impossível de entender, ou deseja aprender princípios que o ajudem a interpretar melhor a Palavra de Deus, este episódio é o ponto de partida ideal para essa jornada.
Ouça agora o primeiro TD Talk e descubra por que interpretar a Bíblia exige mais do que boas intenções: exige atenção ao texto, ao contexto e ao Deus que se revela por meio dele.
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Fonte: Bibotalk
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Este podcast chega até você graças à escola Bibotal que de teologia, sim, o nosso curso online com mais de 15 módulos, 180 horas de conteúdo bíblico teológico, senor Guilherme Nunes. >> Temos inclusive Guilherme Nunes lá como professor, teologia do apóstolo Paulo. Rapaz, tu deu esse módulo >> sensacional. Teologia do apóstolo Paulo também participa dos dons espirituais na pessoa do Espírito Santo, faz várias participações por lá, tá no BTC com a gente em vários momentos. Então é isso, o TD Talk é este podcast que vai falar, conversar sobre textos difíceis na Bíblia. E se você quer aprender mais sobre Bíblia, teologia, é com a escola Bibotalk de teologia. Sério, gente, é só você clicar no link que tá na descrição deste podcast aqui. Vem estudar com a gente. Para de ficar vendo conteúdo desorganizado, Gui, eu tô tentando levar a sério a saúde do meu corpo. Tô tentando levar a sério. >> Percebe, né? Não, inclusive até tô tendo umas definições assim. Daqui a pouco eu tô tô aparecendo sem camisa no podcast. [risadas] Mentira, mentira, mentira. Mas o que acontece, cara? Só que a gente fica vendo um videozinho aqui, aí um personal aqui, tal. Mano, agora eu tenho um personal online que vai guiar o meu treino. Não é uma coisa assim, ah, hoje eu vou fazer isso, hoje eu vou fazer aquilo não. Uma coisa é guiada. E tem muita gente que faz teologia assim, Gui, vê um videozinho aqui, ora um tema lá, sabe? Aí uma hora tá na sistemática, outra hora tá na histórica, desorganizado. Na escola Bibotal e teologia você tem um roteiro, você tem um mentor, um tutor, você tem professores capacitados, professoras. Então, sério, mas Bibo, eu não sei nada de teologia. É você que a gente quer, Bíblia. Eu sei alguma coisa, vem também, porque tem só o tem o jeito bibotalk de fazer teologia que não tem outro lugar, tá bom? É isso. Então, o link tá aqui na descrição deste podcast. Simbora então começar o TD Talk conversa sobre textos difíceis. >> Vamos conversar sobre textos difíceis. Começa agora o TD Talk. Gui, a gente vai começar o primeiro episódio do nosso podcast, não exatamente falando de um texto difícil da Bíblia, mas eh falando da ideia, né, de textos difíceis, porque de fato a Bíblia tem muitos textos difíceis. E por que nós temos essa dificuldade com vários textos bíblicos, assim, textos bíblicos e vocês vão ver aqui no podcast vários e tal, textos bíblicos que a gente, mano, o que que o autor quis dizer? Por que nós temos essa dificuldade ao nos aproximarmos da Bíblia Sagrada? Porque um livro, o livro de Deus, né? a, o livro que nos, que, que nos inspira, o livro sagrado dos cristãos e parte dele dos judeus, ele é tão difícil, a gente tem dificuldade, né? Por que que a gente tem essa dificuldade com, por que que Deus deixou textos difíceis na Bíblia? Acho que para resumir a minha pergunta é essa, né? Como uma criança de 8 anos perguntaria, se bem que tem crianças de 8 anos fazendo perguntas bem complicadas ultimamente. A galera tá tá evoluindo, né? [risadas] >> Então, por que que Deus deixou textos difíceis na Bíblia? se é uma coisa para nos instruir. >> A primeira coisa que a gente tem que notar nas escrituras é que Deus deu a Bíblia para um povo dentro de um contexto no seu tempo. Deus não deu de forma primeiramente universal. Quando ele deu, por exemplo, o livro de quando ele quando ele inspirou o livro de Rute, ele deu para um tempo, para um momento histórico, com as suas manias, com as com seus jeitos, com seus três jeitos, com com Rute se sentando nos pés de Boaz, com >> Esse é um texto difícil pra gente trazer aqui pra nossa conversa um dia, hein? >> Então, tem muitas coisas ali, principalmente no Antigo Testamento, >> sim, >> que é mais distante ainda, né? que tem coisas que a gente para e pensa, por que que é difícil? Talvez seja porque a gente não estava lá. Não é tão difícil porque eh é só difícil, não é difícil porque a alma e a gadam chama de distanciamento de horizonte. Ou seja, nós estamos distantes do horizonte dele. >> E a mesma coisa com o Novo Testamento, ser salva dando a luz a filhos, por exemplo. >> Vai ter esse texto aí também. A gente pergunta, tá, o que significa isso? A mulher, ela salvação é pela é por é por >> é por gravidez, é mulheres estéreis, então não serão salvas, né? >> É um absurdo. Então tem coisas nas escrituras que são difíceis por conta desse distanciamento cultural, geográfico e histórico que nós temos. >> Que isso acontece com a gente no português em termos de regionalismos muitas vezes >> é? Você é de Fortaleza, ah, né? O cearense por si só, ele tem um idioma muito peculiar. Tem até um filme que eu não lembro o nome agora e eu acho até que ele é do Ceará, eh, que teve que ter legenda. >> Uhum. no filme, um filme falado em português, mas é o português daquela localidade. Eu não sei se é do Ceará, na época eu vi o pessoal do Rapadura Cash falando, então eu suspeito que seja e do Ceará, mas ou seja, se você vai pro Rio Grande do Sul, você tem também quase que um idioma próprio em algumas localidades. Então, a não é que o texto seja difícil por si mesmo, mas é, então, essa distância geográfica, essa distância étnica também. Eh, tudo isso nos nos dificulta, né? Hoje você tem essa dificuldade com alguns textos, com algumas expressões. Tem coisa que você só vai entender entendendo o contexto mesmo. >> Perfeito. >> Eu lembro, por exemplo, que eu gosto muito da série sul. E acho que tu não deve assistir porque é uma série uma vez, né? Olha aí, ó, viu? O Guilherme, o Guilherme Nunes, gente, também vê coisas fúteis, [risadas] tá bom? Aliás, muitas, por sinal. Eh, mas, cara, tem um um diálogo no SUTS que ele fala assim: "Nossa, você mora muito bem aqui, tem até lugar para estacionar o carro e tal". Aham. >> Que aquilo, eu falei, meu, que comentário bobo assim, né? Tem lugar para estacionar o carro. Mas aí quando você conversa com alguém que mora, né? Quando eu tive lá e eu tava hospedado perto de Manhattan ali a na casa de um amigo meu, mano, era difícil estacionar na casa deles porque quem chegar primeiro pega, você tem que estacionar quatro, três ruas, depois para cima e tal. Falei: "Mano, eu entendi aquela fala dos sutos. Por que que aquilo foi um elogio da casa da mulher? Você mora num lugar que é fácil de estacionar o carro. Uhum. >> Ou seja, se eu não tenho esse conhecimento, né, local, fica para mim uma fala solta. Ou por exemplo, né, quando eu fui ver um filme e tinha um cara dando risada muito, o cara ria muito no filme. >> Só que ele ria em momentos que ninguém mais estava rindo >> e era um filme de comédia, só que não dublado. Um abraço pra dublagem brasileira, porque a dublagem brasileira já nos ajuda a entender várias coisas, >> mano. Acabou o filme, todo mundo queria saber quem é esse cara que tava rindo a torta e a direita ali no no cinema. Mano, quando acabou o filme, a mulher veio, gente, eu quero pedir desculpa para vocês. O meu meu marido é americano. >> Hum. Ou seja, teve várias piadas do filme que só ele entendeu, >> a legenda não conseguiu traduzir para nós, entende? É coisa que a dublagem faz, né? Ou seja, então a dublagem curta essa distância étnica, geográfica, cultural, né? >> Então é isso. A gente consegue lembrar de algum exemplo assim que voltando agora pra Bíblia Sagrada, né? Eh, consegue você deu o texto da mulher, né? Que que é salva dando a luz, né? Paulo fala a Timóteo, a gente tem o texto de Pedro, que vai ser o primeiro episódio aqui, ah, né? E ele foi lá e pregou os espíritos em prisão e tal. Ah, e questões culturais assim, Gui, que só quando a gente vai ler um comentário que a gente, nossa, faz sentido, tipo vacas de basã quando tu vai ler a assim. >> Sim, sim. Nós temos a água morna, é de >> pedra dura, tanto bate. Não, não é isso. [risadas] Desculpa. Isso não é b. >> Nós temos ali que fala: "Você não é quente nem frio pra igreja de de laudiceia". E aí você tem que ter um olhar geográfico ali, né? >> Isso tem uma desconhec, não sei se a gente chega a trazer ele pro conversas difíceis, mas eh a gente sempre olha para esse texto naquele sentido de que o morno é ruim, né? >> Sim. Pois é. >> E mas talvez não é o que o texto queira dizer, né? Tipo, não é assim, o morno é uma coisa ruim, mas e aí o morno é ruim ali? Agora eu tô, eu sei que tem alguma coisa que a gente meio que lê muito errado nesse texto. Tá lembrando de cabeça agora. >> Ah, um um bom. Algum algumas pessoas dizem que a ideia de de quente e frio não significa que existiam duas cidades que desciam água e quente. >> Lembrei. Lembrei. Não quer dizer que o frio ali seja uma coisa ruim. >> Isso. Isso. >> Isso. É isso que eu lembrei. Que a gente usa esse texto sabe porque o frio é ruim e tal. Não, o morno é ruim, >> né? Mas e também não é ruim. É ruim por causa dessa mistura dessa água e tal que o pessoal dizia, né? >> Isso. É porque o frio você usa para beber, o quer cirurgias porque queima e tudo mais. E o morno não faz nada. Exato. Da náusea. Ainda que tem muitas pessoas só podem beber água morna, né? >> Isso. Mas o morno simplesmente é vocês estão, não estão fazendo nada, não estão servindo para nada. Exato. >> Então aí tem esse esse olhar mais geográfico, ele é importante >> os aquedutos e tal e aí a água saía fria >> até chegar na cidade. Então isso meio que caiu um pouco assim, mas depois tem tem uma discussão também sobre essa questão alguns acham alguns acham que que foi ficou ultrapassada essa pesquisa, mas eu eu contesto que quem disse que tava ultrapassada eh fez a pesquisa errada, mas mas enfim, o o ponto é que há alguma coisa no morno >> que é ruim se a gente pegar assim um geral, que aí tem uma coisa importante, a gente tá lidando com textos difíceis, mas também a gente a gente vai lidar, >> mas e a Bíblia tem esses textos, mas a primeira coisa que a gente tem que pegar ao lidar com esses textos é tentar ver ele no geral. >> Uhum. >> O geral, ele tá dizendo o que no geral? Ah, tá dizendo isso aqui, isso aqui eu consigo entender o geralzão dele, cara. O frio é bom para alguma coisa, o quente é bom para alguma coisa, o morno não. Esse é o geral. >> Isso. Ou seja, a mensagem tá ali. Até mesmo no texto de Pedro lá, capítulo 3, os versículos 18, 19, 20 e tal. Ah, é difícil de entender. Foi lá e pregou os espíritos em prisão e tal. Mas a mensagem é ela tá muito clara ali no texto que calma, a gente não vai daqui porque vai ter um podcast sobre esse texto. Vai ser o primeiro episódio, vai ser pregou os espíritos em prisão, né? Desceu a mansão dos mortos, né? Aguardem que vai ser um dos próximos episódios do TD Talk. Mas então é esse lance. E aí, eh, eu puxo pro outro lance também, Gui, porque a gente tem no movimento evangélico, e aqui eu falo com muito temor e muito respeito e, e, [roncando] e reconheço que há uma piedade por trás e tal. Às vezes há só mesmo malcaratismo, mas geralmente há uma piedade. Desse lance de o Senhor me revelou nas Escrituras e tal, né? esse lance de que a gente precisa ler a Bíblia com o Espírito Santo. E aí muitas pessoas e até mesmo na origem do movimento pentecostal tem um pouco essa parada assim que não se estudava nenhuma teologia. A teologia era só o livro de Atos. O único livro acadêmico dentro da escola eh bíblica Betel, lá onde Charles Fox Parhan começa o movimento pentecostal, era a Bíblia, era o livro de Atos, né? E tem muita, tem muita essa ideia para que livros, né? Eu tenho o Espírito Santo e a Bíblia Sagrada. >> Uhum. onde isso é complicado. Eu tenho essa visão de que eu estou diante de um livro com questões complicadas, como a gente tá falando até agora, um livro que tem um distanciamento histórico e cultural, né, de 2000 anos, 1000 anos, dependendo aí o tempo bíblico. >> Como é que fica essa piedade de eu tenho o Espírito Santo, né? O Espírito Santo me revela na Escritura. Como é que fica o papel do Espírito Santo diante dessa desse distanciamento cultural, geográfico e por aí vai? >> É, Deus organizou a igreja para ser igreja como um corpo, onde dentro desse corpo ele separou pessoas para serem mestres. >> Olha, então quando, por exemplo, a gente tá pegando o seu livro para ler, a gente tá reconhecendo que Deus deu um mestre pra igreja. Esse mestre hoje, porque é mais moderno, né? Ele escreveu um livro e ele atinge igrejas. Então, dizer que eu não preciso de nada só da revelação do Espírito Santo é desprezar a ação do Espírito Santo no meio, por meio dos dons de mestre no meio da igreja. Então, Armínio, Calvino, foram mestres. Esses mestres serviram à igreja. E aí eu eu eu aceito esse serviço reconhecendo que esses textos difíceis muitas vezes realmente não vai ser pro irmão mais simples, porque vai faltar alguma coisa de contexto, alguma coisa tal, e isso não vai diminuir ele em nada. >> Uhum. >> Só vai ao contrário exigir dele humildade. >> Uhum. Hum. >> para aprender da igreja dele. >> E aí, por exemplo, quando tu cita o exemplo do meu livro, ou, né, de Armínio, Calvino, Lutero, Agostinho, ah, >> vão, o apóstolo Paulo, >> Uhum. >> são pessoas que eram iluminadas pelo espírito. Acho que a gente não nega a questão da iluminação do espírito. >> Sim. >> Ah, o espírito realmente nos ilumina na leitura bíblica e ilumina todos, né? Desde o seu Zé a a Calvino são precisa ter o Espírito Santo ali iluminando para que aquele texto faça sentido. Agora, >> o próprio Paulo é um cara que investigava o texto. >> Sim. >> Ah, Lucas vai dizer, né? Fez uma curada pesquisa acribia lá, se eu não me engano, né? Então, Lucas faz uma acurada pesquisa. Percebam, vamos falar de Lucas, né? O cara escreveu um evangelho. >> Uhum. >> Né? Ou seja, um texto fundamental da igreja cristã. E ele fez uma pesquisa, ou seja, o Espírito Santo poderia revelar tudo para Lucas, poderia, mas não fez, né? Deixou Lucas cavar, pesquisar e entrevistar. Eh, Paulo, Paulo tá lá preso. Esse texto para mim de Paulo, que é a última, né, o testamento de Paulo, por assim dizer, né? O cara tá preso, não sabe se vai sair de lá e pede, pede os livros. Eu fico de cara com isso, mano. [risadas] Eu fico de cara porque o cara tá preso, o cara tá preocupado com a igreja e ele quer ler. >> Tipo assim, mano, que vocês são maluco, é coisa, é o tipo de coisa que tu faria, entendeu? Eu pediria uma última refeição, né? Eu quero, eu quero um hambúrguer. Eu provavelmente pedir, >> pediria livro, entendeu? Eu quero o último lançamento do Brandon Sanderson e as institutas. [risadas] Tá maluco, velho. Não, mas é isso. O que que eu quero dizer com todo esse esse misanc aqui? que o mestre que Deus dá à igreja, eles são pessoas que estudam, que vão cavar. E é uma arrogância eu achar que eu vou receber tudo pronto do Espírito Santo. É o que eu costumo brincar, Gui. O Espírito Santo não vai chegar para ti naquela na sua leitura bíblica e dizer: "Oi, Cleiton". >> Sabe os fariseus, você tá lendo agora aqui nesse embate com Jesus? Os fariseus eles eram um grupo religioso que nasceram no período intertestamento. Ele não vai fazer isso, cara. >> [risadas] >> Isso só você só vai descobrir estudando, lendo. Agora, é claro que para você ser salvo, edificado, você não precisa disso. >> Sim. Sim. >> Agora, para muitos textos e para uma compreensão macro, é necessário cavar mais fundo. >> É, espera-se que de um cristão, ele queira a escritura como um todo, né? Ele não queira só algumas coisas. É a palavra de Deus. Salmo 119 é belíssimo e sempre vai ser o cântico de todo teólogo. Eu amei a tua palavra, a tua palavra caminho para os meus pés. Então, a gente percebe que é um cântico do teólogo ali. E mas por outro lado, a gente sabe que que as coisas que são para salvação e santificação, elas estão claras nas escrituras, elas não necessitam, não dependem desses textos difíceis, mas mesmo assim para a edificação, para o próprio propósito do cristão, é bom que ele vá atrás mesmo, sem medo até não, porque eu tenho medo de estudar, por exemplo, o texto de Esté, que é um texto complexo, de Esdras, >> que é um texto que tem muita coisa ali, pessoal. sempre pergunta muito sobre se ele tava certo ou não com questão de voz, questão de Levítico, por exemplo, se a gente pega todo Levítico ali, porém o o texto de Hebreus vai pega Levítico e diz assim: "Tá aqui, eu vou mostrar para você que isso aqui é importante". >> Uhum. >> Então, por isso que você tem que estudar lá para poder você entender o sacerdócio de Cristo, >> o sumo sacerdócio de Cristo e etc, né? >> Uhum. Muito bom. Inclusive no TD Talk, nesse podcast que nós vamos conversar sobre textos difíceis, não pense você que a gente só vai trazer aqui Ezequiel capítulo 1, Primeira Pedro capítulo 3. A gente vai trazer aqueles textos difíceis, difíceis de vivê-los, que é como disse um pensador, né? O que me espanta na Bíblia não são os textos que eu leio e não compreendo, mas aqueles que eu leio, compreendo e não consigo aplicá-lo às últimas consequências da minha vida. Então o TD talk vai chegar nesses textos difíceis também. Esse é o nosso objetivo, né, Gu? Não ficar só se debatendo ali acerca daqueles textos difíceis, porque às vezes esse é um problema também que a gente vê eh na na internet, principalmente quando envolve apocalipse ou qualquer outra coisa. A galera adora ficar se debatendo, sabe, em textos difíceis e tal e às vezes vai deixando as coisas simples de lado, né? Porque isso também é é uma aproximação equivocada das escrituras. >> Sim. e também olhar pro texto difícil, >> eh, como ele tendo aplicação também, né? >> Olha, hum, >> ele tem, ele tem aplicação. Eu acho que [limpando a garganta] a gente só deve descansar num texto difícil >> quando a gente consegue tirar dele a uma aplicação que muda a nossa forma de vir as coisas. >> E será que todo texto difícil tem, cara? >> Ah, é um desafio pra gente ver, pra gente entrar, né? >> É um desafio, né? É um desafio. Será que tudo tem uma aplicação? Por exemplo, eu o Antigo Testamento, eu tenho eu tenho várias dificuldades com o Antigo Testamento. Geralmente eu prego mais o Novo Testamento. Até tava brincando com a Thomas Nelson agora, >> que eu tenho aquela Bíblia pequena que eu vejo que você usa também, ela é maravilhosa. É só ali o Novo Testamento. É só o novo. E eu mandei agora um áudio para a Thomas Nelson. Não vou aqui dizer o nome das pessoas para a qual eu mandei o áudio, mas você conhece. >> Eh, [roncando] eu falei, gente, eu quero uma versão do Antigo Testamento agora, pequenininha assim. Inclusive, até dei uma ideia, vou lançar a ideia aqui no TD Talk. Atenção, Thomas Nelson. Não, e se é outra pessoa pegar essa ideia, mas essa ideia fui eu que dei. Mentira, talvez até já existe, eu não saiba, [risadas] né? Mas eu mandei a ideia seguinte pro sem pro André, ó, faz uma versãozinha pequena dessa daqui do Antigo Testamento. Também já tem a do Novo. >> Mas eu ainda pedi para ele botar um espacinho para anotação. Mas assim, não aquelas com anotação que tem anotação de um lado e anotação do outro e o texto bíblico exprimido ali. Não, não. Deixa, faz três colunas e a só a quarta coluna deixa para anotação. E aí as páginas finais faz um diário de pregação, tipo o tema, onde preguei e a data, entendeu? E aí faz duas versões, né? A versão do Novo Testamento e a versão do antigo, um pouquinho maior, mais fininha, com aquele tamanho de letra. Aí o pregador: "Pô, eu vou pregar agora e é com base no Antigo Testamento, vou sacar só o Antigo Testamento aqui, levo na minha". É bom para levar na mala e tal, na mochila. Eu dei essa ideia para Thomas Els. A Bíblia do itinerante, né? Olha aí. Aí faz um casezinho bonito. Vamos ver, né? Vamos ver se eles aprovam. A ideia foi boa, né? Eu vou fazer a minha bíblia do itinerante aqui. >> Então eu levo quando eu vou pregar a minha do Novo Testamento. Só para pregar. Eu eu também final eu não tô com ela aqui agora porque eu tirei da minha mochila que é um pezinho a menos, mas ela é pequenininha, maravilhosa. Vamos botar o link aqui na descrição. >> Ela é desse tamanho. >> Ela é desse tamanho. É uma Bíblia e com a NVI, só o Novo Testamento. Aí eu pedi para eles, quero uma só com o antigo agora. Quer dizer, você vai lá pregar um tema aquele no antigo, né? Enfim, se bem que você vai ter que, se é no antigo, vai ter que ir pro novo, né? Mas voltando aqui à minha fala, eu tenho muita dificuldade às vezes em fazer algumas aplicações >> eh para o Antigo Testamento, no Antigo Testamento, porque às vezes eu acho que o pessoal eh eh eu fui criado tantos força, é muita alegoria e aí às vezes >> eh eu tenho um pouco essa dificuldade de aplicação. Tem uma uma teóloga que eu tô seguindo agora no Instagram, ela é parece ser muito legal, assim, eu já vi uns dois, três vídeos dela e achei muito legal que ela tá olhando algumas leis e fazendo aplicações para nós, assim. >> E o vídeo dela que eu vi foi sobre, por exemplo, é o clássico não pode fazer tatuagem com base em Levítico 18, né? E não fazer marcações do corpo ou a própria NV traduz como tatuagem e tal, enfim. Só que lá nesse capítulo também tem misturar linho, né? Não misturar o linho e com outro tecido e tal. Você não pode misturar eh dois tecidos na mesma roupa e tal. Eu achei muito legal a aplicação que ela fez, né? Explicando que o linho que era da veste sacerdotal com outro tecido que era mais que que daí era uma coisa que era impuro por ser o linho era do sacerdote, depois ela faz uma ligação com Cristo que é o nosso sacerdote. Achei legal, não sei se ela tá forçando, mas fez um sentido assim, sabe? Não achei uma coisa tipo, meu Deus, forçou a barra, fez sentido o que ela fez, né? Cristo que une o humano e o divino em si e tal. Aí o linho do templo se rasga e não sei o que, tal, tal, tal. É legal, mas eu tenho muita dificuldade assim, porque de fato para você entender as leis, você tem que mergulhar muito fundo mesmo nas questões culturais, antigo oriente próximo, >> né? Dá um pouco mais de trabalho assim. Por isso que às vezes assim, eu leio o Antigo Testamento e tenho às vezes dificuldade de tirar uma lição. Eh, aí tem o que me ajudou foi uma frase do Alexandre Miloranza. >> Uhum. >> Tipo, Bibo, o que que do caráter de Deus tá sendo revelado aqui? >> Sim, sim. >> Entendeu? Então assim, tu pega aquele monte de lei em Levítico, >> beleza? Tem a leitura de Hebreus, questão do sacerdócio de Cristo, tal, mas o que que do caráter de Deus também tem revelado aqui, né? um Deus cuidadoso, um Deus santo, um Deus que não, né, que não quer mistura com coisas que são impuras e tal, porque se você também não faz esse exercício, e aqui, atenção agora, atenção, Guilherme Nunes agora vai falar sobre, a gente precisa atualizar a Bíblia [risadas] pensando no Antigo Testamento, pensando em Paulo, pensando no na Bíblia Sagrada, a gente falou no início desse episódio, 2000 anos nos separam de textos bíblicos. Outros 1000 anos, né, para arredondar aqui, >> 1000 anos de distância. >> Uhum. >> A gente não precisa atualizar algumas coisas. O que que seria esse atualizar a Bíblia? Porque então eu vou ter que fazer, eu vou ter que não, eu vou ter que não poder, não posso fazer tatuagem, vou ter que fazer acampamento agora. >> Como é que é? É, se atualizar significa eh negar algumas coisas da Bíblia que também Cristo, Paulo e outros, envolvendo Antigo Testamento, eh ensinaram, se atualizar for, aquilo ficou passado demais, o que Cristo ensinou, o que Paulo ensinou, o que o Antigo Testamento ensinou e ainda da base. Não, nós não nós não podemos fazer isso. Nós não podemos atualizar no sentido de mudar aquilo que foi posto para nós como eterno, posto para nós como de fato um ensino para ser seguido pela igreja até hoje. Isso não, isso todo mundo concorda. Acredito que até quem disse a frase deve concordar com isso, talvez, né? Não sei. >> É, eu também não acompan não acompanhei [risadas] mais. Mas ah, essa atualização, ela existe pelo próprio Paulo. Essa atualização existe pelo próprio Jesus. >> Foi dito a vocês isso e eu vos digo isso. >> Então, por exemplo, uma atualização que é uma atualização que não necessariamente muda tudo, mas faz com que algo deixe de continuar. a lei >> de Deus e a lei de Cristo. >> A lei de Moisés, perdão, e a lei de Cristo. >> Uhum. >> A ideia dos teólogos é que a lei de Cristo, ela abrange os 10 mandamentos menos o quarto mandamento, que é o mandamento do Shabbat. Então isso é uma descontinuidade do Shabbat como dia. >> Cara, mas isso não é complicado. Vamos lá. Eu eu concordo com isso, né? Eu também não defendo a guarda do sábado e também não acredito que o domingo seja a substituição do atualização do sábado. >> Eh, [roncando] fico com o apóstolo Paulo aos Colossenses e Romanos 14, né? Não, se quem quer considerar um dia sagrado, considere, mas não enche a paciência dos outros, né? Numa versão eh bib corrigido. >> Mas eu tenho muita dificuldade às vezes e tipo, mano, por que que só o sábado? Tipo, atualiza os outros mantém aí o do sábado d chega para lá. A ideia é que Cristo é o único mandamento dos 10 que Cristo não falou nada. >> Hum. >> Então, o fato de Cristo não ter falado nada sobre esse quarto mandamento, >> mas ele não falou porque não era ah, mas os outros também eram óbvios, né? >> Isso. Ele falou sobre todos os outros, falou muito deles também no Sermão do Monte, >> mas sobre o Shabbat ele não falou nada. >> É, o Sermão do Monte tem muito essa pegada assim, né, da como se fosse uma entrega de uma nova lei, né? É um monte, claro, na versão de Mateus, obviamente, né? Lucas não curte muito essa parada e põe numa planície. >> É, [risadas] é que ele tá falando da perspectiva da multidão, né? >> Exato. Exato. >> Ah, Mateus, ele Mateus tem cinco discursos, cinco grandes discursos. >> Uhum. >> Que alterna, né? O sermão do monte, o sermão As parábolas. Aí tem o sermão do 18, que é do divórcio, da escatologia e da grande comissão. >> Uhum. >> Então são cinco falados, tipo, em monte, >> dando a ideia de cinco novas leis. Uhum. >> A ideia de Mateus em si é, chegou um novo legislador. >> Uhum. >> Ele tá dando novas leis. Essas le algumas dessas leis vão se repetir do antigo. Uhum. >> Mas agora não é mais Moisés o legislador. Uhum. é Cristo. Então, perceba que existe uma mudança acontecendo, uma atualização acontecendo. Então, por exemplo, a o que é que da lei, o que é que Cristo não, o que que não tem da lei de Cristo na lei de Cristo que tinha na lei mosaica, a questão da tatuagem, por exemplo, aquelas questões todas de oferecer sacrifícios, aquelas todas aquelas questões que envolvia a questão civil, tudo aquilo tem na lei de Cristo, simplesmente não é só o Shabat. Shabat a gente pega como exemplo, mas Cristo não repetiu um bocado de coisa. Ele resumiu tudo na sua nova proposta de lei, dizendo que agora a lei é o amor. >> É como se Cristo já, né, ele já soubesse e provavelmente ele sabia. >> Uhum. >> Gente, esse templo vai acabar, entendeu? Então assim, >> a gente, vocês estão muito apegado a esse templo aí. Primeiro que vai, vai, isso aí vai acabar. E ele assume essa respons, ele assume o lugar do templo, né? Então ele é o templo, ele é o sacerdote, ele é o sacrifício, o que acaba de alguma forma eh tornando velho >> aquilo que era vigente na época. É por isso que a gente fala Antigo Testamento, né, ou antiga aliança. >> É porque veio uma atualização, né? Veio esse eh e é meio delicado o que eu falo agora, mas assim, eu acho bacana essa ideia de ver Jesus dentro do judaísmo, né? Paulo dentro do judaísmo. Acho que é bacana a gente realmente reconhecer e a importância da religião judaica [limpando a garganta] naquele contexto e tudo mais. Só que no fundo Jesus ele veio, ele é uma pedra de tropeço pro judaísmo. Uhum. >> Em última análise ele é porque ele desmonta, >> tipo assim, ele tá, gente, não é esse caminho. >> Sim, >> não é esse caminho. Eu sou o novo caminho agora. Então, por isso que quando Paulo eh vê, né, assim, o cristianismo primitivo vai lutar com essa questão do judaísmo ainda no sentido de que era muito difícil para algumas pessoas largarem as coisas, né, para Pedro matar e comer, ele, nossa, foi difícil, sabe? ir pra casa de Cornélio é uma dificuldade. Lá em Gálatas depois dois, a gente percebe que talvez ainda há uma dificuldade de Pedro em lidar eh com algumas questões, enfim, mas eh o fato é que Jesus Cristo ele ele ele ele é uma nova religião em última análise. E é por isso que a gente chama de Antigo Testamento algumas coisas. Eh algumas coisas não, né? A gente chama de Antigo Testamento a os 39 livros que são escritura sagrada e eram escritura sagrada e do povo no tempo de Jesus. Mas a gente precisa entender que existe agora a lei de Cristo. Ele é o novo sacerdote. Por isso que às vezes algumas quando a igreja tem trabalha com muitos elementos judaicos, eu tenho um pouco de dificuldade porque às vezes essa não fazem bem a transição para Cristo, sabe? Não, a gente usa para simbolizar Cristo e tal. Pois é, mas por que que Cristo então não não fez isso? Sabe, a igreja primitiva talvez não fez isso porque essa necessidade, sabe? Uhum. >> Então eu tenho um pouco de de a atualização nesse sentido, ela é necessária e tal, né? >> É, Hebreus 7:22 diz algo para mim que é muito muito simples. Ele diz: "Olha, mudança de sacerdote faz-se necessário mudança de lei". >> Isso é uma uma clara atualização no sentido de mudança. >> Uhum. >> E aí, para deixar claro para todo mundo, isso que a gente tá falando aqui é aceito por todos os sistemas teológicos. Todos os sistemas. O quê? Todos os sím teológicos concordam que existe uma algum tipo de descontinuidade entre o Antigo e Novo Testamento. Não é possível que ninguém é uma coisinha você aceita. A posição reformada aceita, posição dispensacionalista aceita e as outras sete aceitam. Então, a ideia que a gente quer colocar aqui é que ler a Bíblia, inclusive ler os textos difíceis, é ler a Bíblia antes de tudo como uma história orgânica, que tem coisas que vão ficando para trás e tem coisas que vão tomando lugar. >> Uhum. Uhum. >> E é esse entendimento. Ora, por que que isso aqui por que que tinha e agora não tem mais? Porque a Bíblia não é um livro de regras, ele não é um livro estático, ele é um livro que o Carlson gosta de dizer muito, é a teologia orgânica. Se as coisas elas vão se conectando, mas elas também vão mudando, elas vão crescendo, elas vão eh daqui a pouco o que Jeremias não sabia já Ezequiel sabe. E aí quem tá lendo nessa questão orgânica começa a perceber: "Opa, aqui tem mais um entendimento sobre o templo que o outro não tinha. Então, ler a Bíblia é muito dinamismo. Você precisa estar muito atento. É como se você tivesse mais do que somente querendo tirar um devocional para você, sabe? Eu sei que a gente tira um devocional para nós e tal, mas a gente precisa procurar o texto primeiro, precisa ir no texto. E aí nós sabemos que tem bíblias eh bíblias, como chama? Esqueci. >> Não sei que b >> bíblias que tem coisa, >> é notas pé. Sim. de estudo, >> de estudo que ajuda e tudo mais, né? >> E para entender aquilo ali para depois de entender você, opa, isso aqui vou tirar pra minha vida, né? >> Exato. Porque precisa fazer esse exercício. Até eu ia te perguntar agora, eh, a questão de atualização/ra questão cultural, porque, por exemplo, como é que a gente lê alguns textos de Paulo >> e a mulher tem que cobrir a cabeça? >> Uhum. >> E aí a gente tá lá, né? E a gente, então a gente tem que cobrir a cabeça hoje também, porque por isso quer dizer essa literalidade, né? Quando não ler de maneira literal, quando entender que é cultural, porque qual é a minha dificuldade? Eh, entre aspas, é, é a dificuldade de muita gente. Eu gosto de me colocar junto com eles. Mentira, é a minha dificuldade também. [risadas] Porque assim, porque se eu vou, eu venho com esse lance de que, ah, é cultural, eu posso colocar um monte de coisa, né? Então, essa proibição aqui também é cultural. Hoje em dia já sabe-se que tá tudo bem, >> sabe? Então, como é que a gente faz esse discernimento, Gui, de isso aqui é cultural, então eu não aplico? Tá no Novo Testamento, mas é algo cultural e eu não aplico para minha vida agora. >> Como é que eu tenho esse discernimento de que, beleza, quando é no Antigo Testamento, eu consigo usar o novo para dizer: "Olha, o novo não valida isso daqui". E agora, e quando eu tô novo e o novo fala umas paradas assim, tipo, mulher cobra a cabeça, >> entendeu? mulher fica quieta na igreja. Como é que a gente lida com isso? E aí, tipo, ah, é cultural, Paulo tá lidando com uma questão cultural, OK? Então, eu posso >> Uhum. >> Isso aqui, então eu posso fazer hoje em dia, porque também era Paulo tava lidando com coisa cultural. Como é que eu lido com isso? Porque de fato tem questões culturais que precisam se levar em consideração. >> Mas como é que eu não uso a questão cultural para também dar uma legalidade para algumas coisas de hoje para dizer: "Não, isso aí ignora, porque isso era coisa cultural que o Paulo tava lidando". Ah, não tem pergunta mais fácil não. >> Não, essa [risadas] gente não, eu confesso que essa pergunta ela ela é muito difícil mesmo. Eh, porque e a gente tá falando com o Guilherme Nunes, né, senhoras e senhores, né, [risadas] uma das pessoas mais e inteligentes [limpando a garganta] a do Brasil, mas em termos teológicos, mas assim, é uma pergunta difícil, mas eu é um dilema que eu tenho muitas vezes, >> mas é válido. É válido. Eu diria sim. Tu não precisa ter uma resposta, Gu, mas quem sabe mostrar um caminho. E é aquela coisa também, eu acho que é muito importante, >> a aqui no TD Talk, a gente vai dar a nossa opinião >> e aí e você pode ter outra, inclusive gente que defende outra coisa. Às vezes eu e o Gui não vamos concordar em uma interpretação, provavelmente ele vai est certo e eu errado, mas entendeu? É, é isso. Tem coisa que eh são a gente também abraça um pouco a a elasticidade de algumas coisas. >> Perfeito. Perfeito. >> Ainda mais quando a gente tá falando de textos difíceis. Tu vai ler todos eles argumento. Um pensa de um jeito, outro de outro. Ambos usam o grego e entende a declinação daqui, outro de lá. Às vezes é complexo mesmo. Mas essa questão cultural me pega às vezes, né? Porque para mim não, isso é questão cultural que Paulo tá lidando, tá? E a outra coisa também que ele fala que é pecado, não era uma questão cultural e hoje é culturalmente aceita. >> É a resposta imediata é Paulo vai deixar pistas no texto sobre a simbologia daquele daquela coisa. Aqui, por exemplo, o véu, eh, ele tinha uma simbologia muito forte cultural ligada ao cabelo. E Paulo tá dizendo, tem que ter alguma coisa para cobrir o cabelo. Não necessariamente eh o véu é o ponto. >> Uhum. >> Essa é uma pista para entender o seguinte. Então, entendi. O ponto é o cabelo, não o véu. >> O vel tá em segundo plano. Então, o que é que o cabelo tem? chamar atenção alguma coisa da beleza daquela cultura que o centro era o cabelo. Uhum. >> Hoje em dia não é mais. Então o vé não vai cobrir tudo hoje, né? Hoje é bem mais coisa. E no caso da mulher >> é. Uhum. >> Então nesse sentido, o véu ele tá em segundo plano dentro do próprio texto. >> Uhum. >> É aí onde eu posso tirar a ideia eh eh eh de que ele é ele é cultural. Eu vou dar um exemplo do Gordon F. uma aula que eu tava assistindo o Gordon e lá no no eh esqueci agora onde ele onde ele tava. Era em Dallas lá, não >> não era não sei o ah esqueci. E aí ele disse o seguinte, >> College, não, >> Iton, no College. Ele disse o seguinte, naquela passagem onde Paulo proíbe os os crentes de irem para o templo, ele começa a aula dizendo assim: "Não tem nenhuma analogia possível que a gente possa fazer para acaber esse texto hoje. Esse texto não é aplicado para hoje, não existe. Ele começa desse jeito. E por quê?" Aí ele diz: "Por quê?" >> Você pode então na festa junina, sacanagem. Pois é, [risadas] porque ele ele diz o seguinte, é um pouco polêmico até porque você pensa assim, pera aí, nenhuma aplicação direta desse texto para hoje, >> mas eu entendi o que ele quis dizer. Ele quis, ele quis logo começar a assim, vamos parar de tentar interpretar o texto começando por aqui e ir para lá, >> né? >> Vamos direto para lá. E Paulo realmente é estranho. Paulo diz assim, ó, vá no mercado, compre comida, como o que quiser. Se for sacrificado, ah, seja lá quem for, coma, mas não vá no templo. Então isso para pro Gordon foi, não existe nenhum lugar que é assim hoje. >> Uhum. >> Esse não é aplicável. E ficou ali a aula e eu fiquei esperando. Eu disse assim: "Tá, mas aí eu vou, ele no final vai dar aquela sacada de professor e você vai, não, acabou a aula". >> Olha só. >> E aí, o que foi que eu aprendi? Eu tirei a minha aplicação de que ele tava dizendo que que a ideia seria eu não posso estar em certos ambientes onde vão despertar pecados em mim, pecados que eu luto. Pronto, essa foi a minha aplicação que eu tirei. >> Uhum. Mas ele falou algo muito interessante. Eu, a gente tem que ter cuidado de na ânsia de tirar alguma coisa pro nosso tempo, a gente não faça aquilo que você falou, aquela ideia de forçação cultural, em vez de admitir, irmão, vai aparecer alguma aplicação aí, vai aparecer alguma coisa que a gente vai poder tirar algum princípio, mas não direto, >> não de forma direta, porque é um outro tempo, é uma outra cultura. Então assim, o texto vai dar pistas, como eu falei nesses nesse exemplo, pistas claras do que é central e do que não é. Geralmente o que é somente cultural, Paulo vai deixar pistas muito claras no texto dele. Quem fala isso é o Stalin Porter na no comentário que ele acabou de lançar nas pastorais. E essas pistas que ele fala é pistas naturais do tipo, onde é que tá o ponto do texto mesmo? Uma vez eu falei no Instagram sobre isso e eu disse assim: "O ponto não é o vel". Nossa, para que que eu fui dizer isso? Porque o pessoal é engajamento, tô ligado. [risadas] [suspirando] >> O pessoal do véu, rapaz do céu, vem. É. >> E aí eu citei uma citação da Cfal >> de que uma pesquisa cultural que ela fez de fato, o ponto lá de era o cabelo, o cabelo era um centro, era a glória da mulher. >> Uhum. e que tava tirando. Bom, a gente vai falar desse texto, né? >> Vai ter que com certeza. [risadas] A gente vai tirar o vel desse texto. >> A gente vai tirar. A gente vai tirar. Mas é isso. É isso. Eu acho que é a entender as pistas do texto e entender o que é central no texto, às vezes admitir que não vai encontrar. >> Uhum. >> Né? E dizer: "Olha, não sei, não sei, não sei disso." Por exemplo, que nós vamos julgar os anjos. Eu realmente eu não sei esse texto. Eu, >> nossa, mano, >> não sei o que é aquilo ali. >> Inclusive é Paulo aos Coríntios, né? Paulo, aos Coríntios, capítulo capítulo se >> e aí você ficou assim de novo, Paulo, mais um >> de novo. É, é que lança, aí você vai lá paraa angelologia da cidade de Corinto, você tem que fazer um pouco essas investigações, mas até nessas investigações você, >> eu pressuponho que possa ser isso. >> Sim, exato. >> Porque de fato, galera, falta para nós muito contexto da Bíblia. Falta para nós, eh, [roncando] até mesmo se você ler grandes nomes da literatura, né? Você pega um Machado de Assis, você pega um Dostoieeves, que tem coisa que você só vai entender entendendo o contexto daquela pessoa, né? >> Ex. >> E tem outro lance ainda também que a gente não falou aqui, nem se quanto tempo a gente tem Isa de podcast, 40 minutos de podcast, estamos caminhando para o final, que é o lance da própria tradução, que a gente ainda lida com isso, >> né? Por exemplo, nós mortais que não sabemos ler grego, interpretar grego, a gente ainda tem uma tradução na mão que já é um outro limitante, né? Ou seja, >> nós temos, vamos lá, recapitula comigo aqui, querido e querida que está nos ouvindo aqui. Muito obrigado pela sua audiência. Inclusive, se você tá vendo no YouTube, deixa o like aqui, né? Você não é inscrito ainda nesse canal onde você tá assistindo? Inscreva-se no canal, deixa um comentário. Aliás, o primeiro comentário que a pessoa pode fazer aqui, Gui, é: Qual texto difícil você quer que a gente traga aqui no podcast? >> Ah, é verdade. É verdade. >> Eu preciso dessa criatividade, >> por favor. Entendeu? Então, vamos lá, traz aqui nos comentários, né, o seu elogio, a sua crítica e o texto bíblico que você quer ver aqui desfilando no hall desses podcasts. Mas vamos lá, vamos recapitular aqui, querido ouvinte. E querida ouvinte, a gente falou que tem a distância cultural, étnica, eh espacial, né, enfim, eh eh geográfica, eh eh dimensional, cultural, étnica, de tempo, enfim, nós temos muitos distanciamentos do texto bíblico >> e ainda temos o distanciamento da tradução. >> Uhum. >> Ou seja, é uma camada a mais. >> Uhum. que nos coloca distante do real significado do texto. >> Você falou, você falou uma coisa interessante no no início. >> Eu falei obrigado, cara. Eu falo coisa interessante [risadas] >> que foi o lance de no país ter várias sutax várias coisas, né? Vocês do sul fala de de manhã, de manhã, >> de manhã, >> de manhã, não é de manhã, >> de manhã, de manhã, sei lá. Enfim, a gente fala guri piá. >> É, é capaz. Cara, então esse capaz é bem porque uma vez eu acho que eu tava conversando, não lembro com quem e aí a pessoa falou alguma coisa assim, tipo, com meio que pedindo desculpa para al capaz. >> E tipo, e esse o capaz para nós é tipo assim, não para deixa de bobeira, tipo, não é capaz, entendeu? Exato. Imagina, é isso, exatamente. Não, bem capaz, entendeu? E a pessoa tipo não tentou não, tranquilo, relaxe. Tipo, capaz. E já me falaram várias vezes esse meu capaz assim, mas é bem ali Paraná, Santa Catarina, Rio Grande do Sul, que é esse bolo do Sul aí, né? >> Então, que há essa questão de linguagem e a própria linguagem para poder você transpassar essa linguagem, por exemplo, chegar ao original, chegar o que realmente quer falar. >> Gui, inclusive esse lance regional que você tá falando, a própria Bíblia tem, eu lembro daquele episódio do cibolete chibolete, até abrir aqui o computador que tá lá em Juízes 126. Ou seja, um grupo falava cibolete e não conseguia falar chibolete. E daí ele aí ali dá atenção, né? Então tu vê, tem coisas regionais na própria Bíblia e isso com certeza influencia também em outros aspectos e na compreensão do texto >> e na dificuldade de traduzir tudo isso aí. Porque na hora que você vai traduzir um texto, como por exemplo, de novo, dar a luz a filhos >> você tem >> quatro, cinco sentidos da palavra ser salva. Nossa, >> não é só um salvação, salvação redentiva. São outros quatro sentidos que quem tá traduzindo vai ter que escolher um. Toda tradução é uma escolha. >> É uma escolha. >> E aí você vai e que e dentro dessa escolha existe as ideologias. Isso não significa ser algo negativo. >> Uhum. Não, claro, com certeza. E aí vem um desafio. >> A gente viu isso recentemente, não esquece, fala o teu desafio, depois eu falo para tu não perder a >> E aí, aí vem o desafio de quem tá estudando lidar com as traduções se não souber o o a linguagem original. >> Exato. Tem que lidar com as traduções, né? tem que lidar com as traduções. E o que eu ia falar antes ali de quando eu tentei te interromper e não interrompi, ainda bem, mas é, por exemplo, a galera da nova NVI foi acusada injustamente de progressistas porque eh eh traduziram lá o termo de gênes como aliada, ao invés de auxiliadora. Esse é um clássico exemplo de que era necessário fazer uma atualização na tradução, porque auxiliar e auxiliadora significa uma coisa completamente diferente para nós do que o autor ou os autores pretendiam ao dizer que a mulher, né, é auxiliadora do homem. Então, tem essa questão cultural. Mas, Gui, vamos lá. Eh, a pessoa pode terminar de ouvir esse podcast e dizer assim: "Mano, que coisa complicada, hein? Eu vou ficar na minha mesmo, vou ficar aqui lendo só eh coisinha básica. >> Me dá aqui o meu café porque eu vou ficar nessa coisinha básica e rala mesmo. Porque olha, eu tô terminando esse podcast de vocês cansado só de pensar no tanto de coisa que eu preciso para entender o texto bíblico. Então assim, mano, que que desgaste, né? Não, bora, bora só ler coisa rasa mesmo, dar o dízimo e cantar o novo sucesso do F Hope. Aliás, parabéns F Hope. Eu fui numa igreja agora pregar esse final de semana e mano, quanta música era a playlist era fope quase, né? [risadas] E músicas muito boas assim, eu gostei bastante mesmo. Parabéns. Vai lá boa. Como Maria, né, que escolheu a boa parte. Tadinha de Marta. Vai ter o texto de Marta aqui, né? >> Mas vamos lá. Sabe Gui, falando sério agora pra gente terminar com uma palavra pastoral da tua parte, a pessoa pode terminar esse episódio assim. Cara, eu tô cansado só de ouvir vocês de tanto isso, tanto aquilo, eu tô e e falo, mano, que que desgaste, que canceira. Qual é o que que a gente o que que o TD Talk tem a falar para essas pessoas? >> Eu diria para você que chega um momento, >> olha para aquela câmera aqui. Vai lá com todo, tira o chapéu agora. Tira a jaqueta. Mentira, tô brincando. Vai, >> tira. [suspirando] Eh, chega um momento na nossa vida cristã onde a gente precisa também eh encarar novos desafios com a palavra de Deus. E talvez você eh já passou por esses eixos difíceis e simplesmente pulou e não quis lidar com eles. E aí a minha pergunta é: por que não encarar? Por que não de fato estudá-los com dedicação, zelo e alegria de que querendo ou não, é a palavra de Deus? Uma vez eu fui, eu fui visitar uma igreja e a e aí o pastor tava expondo um texto, agora nós vamos de Hebreus. >> Hebreus. >> Aí ele tava expondo texto em Hebreus. Aí ele começou assim: "Immão, vamos abrir a Bíblia aqui em Hebreus 6 era cinco. Aquele aquela misturada toda lá. >> Nossa, Hebreus 6 vai ter que vir aqui no nosso podcast, hein? >> Vai sim. E aí ele disse assim: "Irmãos, a gente vai pular isso aqui, porque isso aqui eu não sei o que que tá se passando aqui, não. [risadas] [suspirando] Olha, deixa eu falar uma coisa em defesa desse pastor aqui. Vamos lá. Eh, eu às vezes eu prego muito em Pedro ali também, né? O meu último livro teve como base ali a primeira Pedro e tal, capítulo dois, mas tem umas partezinhas da citação do Antigo Testamento que eu dou uma pulada também. >> Sim. Que é complexo, n? É porque é complexo assim e tipo, é, eu acho que dá para pular porque daí eu tento, eu pulo aquela parte, mas meio que a conclusão tá embutida lá, mas eu não, não, não gasto ali tempo e energia para explicar a citação e tal, tal, tal, porque >> é punk mesmo. Eu não falaria como esse pastor, né? Vamos pular essa parte aqui que é complicado, mas eu entendo ele, mas de fato não seria uma boa postura na frente do >> É, não. E a gente entende, a questão é será que a gente vai ficar sempre pulando? Será que num primeiro momento não seria legal a gente encarar? Esse é o meu primeiro ponto. Meu segundo ponto é, nem toda a Bíblia é assim. Se a gente for pegar porcentalmente a quantidade de textos difíceis da Bíblia, eh, dá mais ou menos aonde eu tenho de cabeça aqui, 30, eh, 27% de textos difíceis. 27% é muito, querendo ou não, >> muito. Nossa, tô assustado. >> 27% de textos complicados, porque Levítico é é é ganha grande parte disso por conta do nosso distanciamento. >> Mas dentro do Novo Testamento é bem menos. O que eu quero dizer? Você tem toda a Bíblia ali para lidar. Você tem a quantidade de porcentagem de textos fáceis muito grandes. Então ali você vai ter a sua santificação, a sua salvação edificada e tal e tal. E do outro lado você tem um pouco de texto mais simples, mais mais desculpa, mais complexos que você pode lidar com eles na sua vida e na sua caminhada cristã. Esse é meu segundo ponto. Meu terceiro ponto é o seguinte. Cada vez que você estuda um texto difícil, você estuda várias áreas da teologia ao mesmo tempo. Então, quando você tá estudando um texto de Primeira Pedro, capítulo 3, por exemplo, sobre Cristo, pregando aos espíritos sem prisão, você está lidando com teologia bíblica, teologia histórica, teologia sistemática. Você tá lidando com tudo ao mesmo tempo. Ah, isso torna tudo mais difícil. Não, isso torna torna tudo mais empolgante. Por quê? Porque você vai pela primeira vez experimentar teologia na prática. Você estudar o texto da questão do véu da mulher lá que veste o véu da necessidade para cobrir a cabeça. Você vai ter que estudar várias áreas da teologia. Isso de novo é muito legal. Aí vamos dizer o seguinte. Se você passa, sei lá, um mês estudando um texto difícil, quando você termina, você cresceu na sua área de teologia bíblica, teologia histórica, teologia sistemática, teologia pastoral, teologia prática, você foi crescendo, você avantajou a sua área teológica nessa parte. Então, por isso que estudar textos difíceis são tão importantes. Uma um outro ponto é que quando você estuda textos difíceis, você se torna preparado para lidar com a questão apologética, a questão evangelística. Como você vai lidar quando alguém perguntar para você, por exemplo, textos como a matança dos cananeus, onde Deus ordena a matança de todo um povo, a matança de crianças. Como é que você vai lidar com esse texto? Você vai simplesmente dizer: "Ah, eu não sei sair correndo". Ou você vai dizer: "Olha, eu estudei esse texto, eu me dediquei nesse texto, eu agora sei como responder a esse texto". Quando alguém lhe perguntar sobre não permito que a mulher ensine nem tenha autoridade sobre o homem, como é que você vai lidar com esse texto? Quando alguém de fora que não é cristão lhe perguntar: "Ah, Paulo era misógeno, Paulo era contra mulheres etc." Como é que você vai responder se você não estudou? Então, textos dessa forma, quando você estuda, você também se prepara apologeticamente para lidar com eh essas questões. Então, eh eu eu quero te encorajar a que você nos acompanhe nessa caminhada de textos difíceis. Eh, cada a cada vídeo que a gente for postando pode ser o seu calendário de estudar textos difíceis. Então, primeiro texto vai ser Primeira de Pedro, capítulo 3. Você passa a semana todinha estudando, vai ler o texto e etc. E aí você vai aprendendo quando for outro vídeo, aí também você pega aquele texto e vai estudando, tá bom? Então, acredito que são esses os motivos que eu coloco para que você estude textos difíceis. >> Muito bom. Muito bom, gente. É isso. Então, a sua dose. Eh, a gente não sabe se vai ser semanal ou quinzenal. Lembrando que o TD Talk ele vai ser por temporada, então não vai ser assim, né, 52 episódios ao longo do ano, mas vão ser temporadas do TD Talk, porque assim, galera, é é isso, por isso que é importante, né, você ah, enfim, se tornar nosso aluno, tá? Tem o link aqui para você se tornar nosso aluno, porque isso ajuda a manter, né? Para você ter um podcast, você tem aluguel de estúdio, você tem editor, né? Você tem gente que faz a logo. Um abraço pro Caio que fez a nossa logo aqui, né? Uma coluna grega, o microfone ali do podcast aqui, ó, o sinal RSS de transmissão, né? Tem todo aqui. Então, tudo tem um custo. Manter um podcast no ar custoso, tá gente? É tempo, é dinheiro, né? Para você pagar as coisas. Então, torne-se nosso aluno, tá a descrição aqui neste eh na descrição deste podcast. Então, a gente vai fazer por temporadas, né? Por temporadas. Então, quando você tiver a temporada, você tá com a gente aqui também, tá? Vamos colocar também na descrição um link eh de Bíblia de estudo, tá? A gente vai colocar aí pelo menos umas duas, três bíblias de estudo para você poder adquirir, caso você ainda não tenha, que também te ajuda nesse nesse propósito. Galera, vamos lá. A gente sabe que às vezes você trabalha 8 horas por dia, às vezes até mais, ah, né, tendo que aí eh, ganhar o o o pão, o leite das crianças. Então você, se você ainda é uma mulher que trabalha fora, né, geralmente acaba sobrando mais para você também o serviço dentro de dentro de casa, né? Às vezes o maridão não ajuda, isso é complicado. Então assim, a gente sabe que o tempo é uma coisa muito preciosa. Às vezes você quer também dar uma relaxada, assistir uma série, alguma coisa assim, mas coloque propósito da sua vida ter tempo para a palavra de Deus. Hum. Se você tiver que priorizar, obviamente priorize a leitura devocional, aquela que, né, de aplicação para sua vida e tal, mas tire um tempo, sabe, também do seu dia ou da sua semana para estudar um pouco mais, para mergulhar um pouco mais fundo ou para, como Jesus conta na parábola no final ah do capítulo 7, quando ele tá terminando o sermão do monte, cavar mais fundo. E isso dá trabalho, vai exigir mesmo um compromisso. E é uma coisa que a gente precisa ter também como membros da família de Deus, esse compromisso com a palavra de Deus. Então é isso, galera. A gente tá aqui para instigar vocês, para ajudá-los, não para colocar peso na consciência de ninguém, tá bom? Nossa, eu não consigo. Nossa, eu não sei. Olha como eles sabem. Não, gente, vocês não podem pegar o Guilherme Nunes como referência ou qualquer outra pessoa. É, tem tempo, tem década, né? Enfim, é, é, o nosso trabalho é passar o dia estudando, organizando as coisas. Você tá lá preenchendo formulário, atendendo gente, limpando alguma coisa, entendeu? Então a gente tá aqui para ajudar. São os mestres que Deus dá à igreja. Agora, todo mundo, todo crente tem esse compromisso com a palavra do seu pai de mergulhar um pouquinho mais fundo. Então vem com a gente, sem pressão, sem peso na consciência, tá bom? Esse é o TD Talk, conversa sobre textos difíceis. A gente tá aqui para abençoar sua vida. Vem com a gente, deixa o like, comenta e até o próximo episódio, se Deus quiser e assim permitir. Para não perder, siga a gente nas redes sociais, @bibotalk, @professor Guilhermen Nunes, tá aparecendo na tela e também na descrição do episódio. Estamos together e até >> até.