🔴 Culto Matutino | 16/08/2026 (9h) – Rev. Guilherme Alcântara
17/08/2026
🔴 Culto Matutino | 16/08/2026 (9h) – Rev. Guilherme Alcântara
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Sobre a música de abertura
Música: Louvai a Deus, soberano Senhor (Hinário Novo Cântico nº16). Título original em português: Louvor a Deus
Compositor: Stralsund Gesangbuch (1665), Joachim Neander (1680)
Ficha Técnica
Arranjos e produção musical: Samuel Cintra Santos
Gravação, mixagem e masterização: SCS Produções
Produção: Igreja Presbiteriana de Santo Amaro
ISRC: BR-075-22-00001
Legendas automáticas:
[música] เฮ [música] [música] >> [música] >> Bom dia, meus irmãos. Sejam bem-vindos a mais um culto público na Igreja Presbiteriana de Santo Amaro. É bom estar na casa de Deus e nós que adoramos, como a história tem falado, nós somos o povo do livro. Que é que significa isso? A nossa liturgia, o nosso culto, a nossa adoração é guiada pelo livro. E esse livro é a Bíblia. E é por isso que as coisas que nós fazemos, a nossa atitude no culto reflete o conhecimento que nós temos do Deus revelado nas escrituras. Então, é bom sempre lembrarmos daquilo que Deus já disse na sua palavra que ele é, porque isso ajusta a nossa mente, a nossa expectativa em relação ao Deus que adoramos. Vejam só as palavras do salmista e eu queria convidá-los a ler comigo de forma responsiva o Salmo 27, parte dele diz assim a palavra do Senhor: "O Senhor é a minha luz e a minha salvação. De quem terei medo? O Senhor é a fortaleza da minha vida. A quem temerei? para destruir meus opressões e inimigos que é. Ainda que um exército se acampe contra mim, não se atemorizará o meu coração. E se estourar contra mim uma guerra, ainda assim terei confiança. Senhor, e buscarei que eu possa morar na casa do Senhor todos os dias da minha vida para contemplar a beleza do Senhor e meditar no seu tempo. >> É um desejo genuíno, porém difícil de se cumprir. Tanto no Antigo Testamento, ninguém morava dentro do templo, mas era um desejo a de tanta alegria e do da experiência recompensadora de estar na casa de Deus. Que seja essa também a o nosso desejo, seja o nosso desejo, estar na presença de Deus. Estamos aqui hoje. Então, coloquemo-nos de pé e louvemos a esse Deus que está entre nós e tem sido adorado ao longo dos séculos dessa forma. >> [música] [música] >> Louvemos ao Senhor. >> Louvemos [canto] ao Senhor. Louvemos [música] ao Senhor. Adoremos [música] no seu santo monte. Nosso [música][canto] amado Pai. Seu nome é santo. [música] >> Louvemos [música] ao Senhor. >> Louvemos ao Senhor. [música] >> Louvemos ao Senhor. [música][canto] >> Adoremos santo [música] monte nosso amado Paz. Seu [música][canto] nome é santo. Louvemos ao [música][canto] Senhor, pois seu nome é [música] santo. Pois seu nome é santo. [música] ao Senhor, pois seu [música] nome é santo, pois seu nome é [música] santo. Magnifiquemos [música][canto] ao Senhor, ao [música] Rei que é digno de [canto] louvor. >> [música] >> Excesso, supremo e muit [música] digno de [canto] louvor, >> excelo [música] supremo, [música] muit digno de louvor. [música] Hosana, [música] >> hosana, >> hosana, [canto] >> hosana, hosana o nosso rei. [música] Hosana, >> hosana, [música][canto] >> hosana, hosana [música][canto] ao nosso rei. Tu é a nossa [música][canto] vida motivo do louvor em nosso novo [música] coração. Pois morreu a [música][canto] nossa morte para vivermos sua vida. Nos trouxe [música][canto] grande salvação. [música] >> Hosana. Hosana, [canto] >> hosana, >> hosana, [música] hosana ao nosso rei. Hosana, >> hosana, [música] >> hosana, hosana [música] nosso rei. [música] Oremos. Ó Deus bendito, receba o nosso louvor nesta manhã. Sabemos que fomos criados para isso. Esse é o objetivo, é o alvo maior do ser humano. Fomos criados para te conhecer e te adorar. Todavia, ó Deus, o pecado prejudicou-nos nesta missão que é a principal da nossa vida. Mas cremos que o teu filho Jesus, tendo morrido e ressuscitado, nos capacita a fazer isso de maneira que seja agradável e aceitável na tua presença. Por isso, ó Deus, rogamos que nesta manhã, enquanto estivermos aqui em Tua casa, que o Senhor não só receba-nos em tua presença, mas que o Senhor também receba a nossa adoração, porque é essa a nossa missão, é para isso que nós existimos, é isso que nós fazemos. E ajude-nos, ó Deus, a moldar a nossa vida, a o modo de pensar e aquilo que conhecemos a teu respeito, enquanto ouvimos a tua palavra e adoramos como povo teu congregado aqui nesta manhã. Pedimos essas coisas em nome de Jesus. Amém. Os irmãos podem se assentar. A Igreja Presbiteriana do Brasil adota como símbolos de fé a confissão de fé, o catecismo maior e breve de Westminster. Por símbolo de fé, nós queremos dizer documentos formulados ao longo da história que tem por objetivo apresentar de forma sintetizada, resumida, a fé cristã. Baseada unicamente nas escrituras. O catismo maior de Westminster, na sua pergunta de número 56 diz: "Como há de ser Cristo exaltado em vir segunda vez para julgar o mundo?" A resposta traz a seguinte reflexão: Cristo há de ser exaltado na sua vinda para julgar o mundo, em que, tendo sido injustamente julgado e condenado pelos homens maus, virá a segunda vez no último dia com grande poder e na plena manifestação da sua glória e a dar do seu pai, com todos os seus santos e anjos, com brado com voz de arcanjo e com a trombeta de Deus para julgar o mundo em retidão. Para julgar o mundo em retidão. Assim termina a resposta. O autor aos Hebreus nos lembrando da volta de nosso Senhor Jesus Cristo, da certeza desta volta, diz: "Vocês precisam perseverar para que, havendo feito a vontade de Deus, alcancem a promessa, porque ainda dentro de pouco tempo, aquele que vem virá e não irá demorar, mas o meu justo viverá pela fé e se retroc dele a minha alma não se agradará. Nós, porém, não somos dos que retrocedem para a perdição, mas somos da fé para a preservação da alma. Não retroceder naquilo que já recebemos em Cristo Jesus. Está atrelado à nossa condição de lutar contra os pecados que nos cercam nessa vida. A certeza de que Cristo um dia voltará já pode ser experimentada hoje na forma com que nós tratamos as nossas tentações, a forma com que nós tratamos os pecados que cometemos, não mais como aquilo que nos define, mas como aquilo que deve ser estirpado da nossa realidade. E esse é o momento que como igreja faremos isso, nos colocaremos diante do Senhor em oração. sincera e genuína, pois ele conhece os nossos passos, ele conhece os nossos pensamentos, ele conhece os nossos sentimentos e o que ele quer é que nos acheguemos a ele em sinceridade, em arrependimento verdadeiro, pedindo perdão e recebendo este perdão, compreendendo que agora nós não retrocedemos, mas avançamos dia após dia. Vamos orar. Santo Deus, eterno Pai, diante de ti nos colocamos conhecedores da tua vontade manifesta pela tua palavra. Compreendemos, Senhor, a tua boa e perfeita vontade em nossa vida. Compreendemos a promessa que nos foi dada, ó Pai, de que agora somos um povo santo, ó Deus. A obra de Cristo nos libertou da escravidão do pecado. Em Cristo Jesus, agora podemos caminhar uma nova vida, novos passos, novas decisões, um compromisso, Senhor, com a tua santidade na vida cotidiana, no pensar, no falar, no sentir. E se ainda, Senhor, militamos e lutamos, sim, contra as tentações, contra o pecado que habita em nós, recebemos a certeza de que temos tudo, Senhor, para viver uma vida de retidão. Somos chamados, Senhor, daqueles que não retrocedem, mas que avançam, ó Deus, em vida de santidade. que ao olharmos para a nossa vida, que ao olharmos para o nosso cotidiano, Senhor, possamos enxergar isso, Senhor, o desejo, a atitude, a perseverança de estarmos caminhando para a santificação e não retrocedendo. Perdoe-nos, Senhor, por aquilo que temos feito e que nos traza essa condição de retroceder, de enfraquecer, de nos distanciarmos da comunhão contigo. Certamente o teu Santo Espírito nos apresenta o que temos feito, pensado ou falado. Perdoa-nos, Senhor. Lave-nos, ó Pai, destes pecados. purifica no Senhor e nos traga a alegria, o júbilo do perdão, para que, conduzidos por esta alegria, tenhamos uma vida de santidade, dia após dia, nunca retrocedendo, mas sempre avançando com a certeza de que o nosso redentor que vive voltará. E então, Senhor, não estaremos mais debaixo desta luta, não estaremos mais nesta condição e certamente continuaremos louvando ao nosso redentor para toda a eternidade. Isso é o que nos é dado, isso é o que nos é garantido. Ajude-nos, Senhor, a experimentarmos isso enquanto aguardamos. Oramos em nome de Cristo Jesus. Amém. convido a igreja a se colocar de pé e continuarmos louvando o nosso Deus com a firmeza da nossa alma e a garantia de que temos tudo nele. >> [música] [música] >> ser minha [canto] alma. e sem temor. Ainda [canto] que haja [música] ventos amanhã, Deus contigo [música][canto] está. E todo afão [música] se tornará [canto] mais leve em seu amor. [música] Deus, tu és [canto] meu Deus. E certo estou de [música] me encontrar [canto] nos braços teus. [música] Dá-me tua paz [música] [canto] e o meu espírito descansará somente ti. >> [música] [música] >> sem min alma e não de [música] que [canto] ainda possa acontecer, enche >> [música] >> de esperança, amor e fé. >> [música] >> A tentação dispoite-te a resistir. Deus, [música] tu és meu Deus que seres tu de me encontrar [música] [canto] nos braços teus [música] e tua paz e o meu espírito descansará [música] [canto] somente >> [música] [música] >> minha alma [música] e sei deixaro dos caminhos [música][canto] do Senhor L a [canto][música] esperança em seu amor. Enfrenta a [música][canto] vida sem escurecer. Deus, tu és [música] meu Deus. Escudo de me encontrar nos braços [música][canto] de tua [música] paz e o meu espírito [música] descansará. >> [música] >> Deus, tu és meu Deus. >> [música] >> e certude encontrar nos braços teus [música] tua paz e o meu espírito descansará [música] somente em ti. >> [música] [música] >> Tanto tempo fui vazio [canto] [música] numa vida sem temor paraa minha [música] alma [canto] cheia descanso. Só na cruz do [música][canto] meu Senhor eu vaquei na escuridão. [música][canto] Sento a luz para me guiar. [canto] Chamou [música] para perto de ti pra minha culpa aliviar. [música][canto] Sou [música][canto] em ti, sou em ti, graç e amor [canto] [música] por mim. Sou em ti, [canto] sou em tio, paz, descanso [música][canto] em fim. Só em ti minha fé se firma. Só em Cristo [música] Salvador, sempre então fui perdoado na tua obra [música][canto] de amor. E eu sei que me sustenta, nada vai [música] nos separar. >> [canto] >> Me asseguro nessa graça. [música] Aos seus pés eu quero estar. [música] Sou em [canto] ti, sou em ti, graça e amor [música] por mim. Só em ti, só [música] em ti as chuvas descansam em mim. >> [música] [música] >> Encontro [canto] paz, [música] descanso em fim, [música][canto] encontro ali. Minha esperança para viver. [música] [canto] >> Só em ti >> descanso em ti. >> Só em [música] ti >> me contar. Só em ti >> minha esperança para viver sem [música] só em ti >> só em tira [música] >> só em ti esperança [música] >> [música] [música] >> Sou em ti. Sou em ti. Graça e amor flem [música][canto] por mim. Sou em ti, sou em ti. [música] Acho paz, descanso em [canto] fim. Só em ti, [música] só em ti graça e amor [canto] por mim. Só em [música] ti, só em tias descanso em mim. A chuva [música] descanso em as descanso [canto] >> [música] [música] >> Os irmãos podem se assentar. Nós teremos agora um batismo. Queria convidar o Jefferson Levi Almeida para que venha aqui à frente. Pode ficar aqui, meu irmão. A Bíblia fala que a fé vem pelo ouvir e a declaração também da fé. vem pela boca. Nós temos que confessar. Não tem como a gente saber nem o que uma pessoa crê e nem se ela crê ou não, a menos que ela confesse. Se é a confissão é verdadeira ou não, depende dele. Mas é por isso que na nossa igreja nós fazemos uma sala. O Jefferson passou por uma sala e por várias aulas. teve a oportunidade de fazer perguntas e tirar dúvidas. E esse momento, então, é o momento que culmina nesse processo, onde ele voluntariamente vem aqui à frente e ele confessa aquilo que ele aprendeu, aquilo que ele crê. E a nossa oração é que Deus confirme na vida dele aquilo que ele ah irá confessar. Jefferson, eu pergunto a você, então, você crê que existe apenas um Deus que subsiste em três pessoas, Deus Pai, Deus Filho e Deus Espírito Santo? Você crê assim, >> Jeferson? Você crê que esse Deus é um Deus que foi revelado na Bíblia e por isso a Bíblia é a única regra de fé e prática para sua vida. Você crê assim, >> Jeferson? Você crê também que esse Deus enviou o seu filho Jesus ao mundo para morrer pelo seu pecado e para o nosso pecado? E sem a mediação de Cristo, não tem como eu e você ou ninguém aqui nesse ambiente ter acesso a Deus. Você crê assim, Jeferson? Você crê também e que a Bíblia é a palavra de Deus? Ela é inspirada e ela é a nossa fonte de crescimento espiritual. Você crê assim? E crendo assim, Jefferson, você se compromete diante de Deus de lê-la, procurar entendê-la e também procurar viver conforme ela nos ensina. Você se compromete a fazer isso, Jefferson? Você também está se tornando membro de uma igreja presbiteriana. Você se compromete também a se submeter ao governo, aos estatutos da Igreja Presbiterana do Brasil e dos seus a confissão de fé do Westminster e o catecismo maior. Bem, esses documentos, às vezes, nós não temos a chance de lê-los todos antes de fazer uma pública profissão de fé, mas é importante que nós saibamos que eles existem, como temos feito às vezes, a leitura de parte deles. Mas é importante que nós saibamos que a Igreja Presbiteriana ela é governada por um sistema, não é um sistema novo, tem séculos, não foi inventado no Brasil, mas vem da Escócia especialmente. Então é uma história que você começa a fazer parte, tá bom, Jefferson? E para concluir, eu pergunto se você se compromete também. Ser cristão não é algo que você faz sozinho. Então você se compromete a fazer parte deste povo e participando, congregando, inclusive ajudando, sendo fiel em seus dízimos enquanto você fizer parte desta igreja. Eu pergunto à igreja de Santo Amaro, vocês se comprometem a ser um bom testemunho para a vida do Jefferson, para que ele continue sendo um homem de Deus e que gere frutos do Espírito? Se sim, digam sim. >> Sim. >> Nós vamos então batizar o Jeferson. >> Jefferson, filho da promessa, eu te batizo em nome do Pai. do Filho e do Espírito Santo. Ó Deus bendito, pedimos que o Teu Espírito que começou a tua boa obra na vida do Jefferson possa concluí-la, possa o Deus dar êxito e que ele seja alguém por meio de quem muitas pessoas virão conhecer a ti. Permita que o Jeferson a Deus gere frutos do Espírito, não para a alegria dele apenas, mas para que o Senhor, pelo meio do teu espírito, possa, ó Deus, fazer com que ele seja um servo, um vaso de honra no meio da tua casa. Guarde seus caminhos, guarde seus passos. Oramos em nome de Jesus. Amém. >> Deus abençoe, Jefferson. Meus irmãos, quero convidá-los para que abram suas Bíblias na primeira epístola de Pedro, no capítulo Primeira epístola de Pedro, capítulo 3. Eu quero ler com vocês do verso 13 ao verso 17. Palavra do Senhor assim nos diz: "Ora, quem há de maltratá-los se vocês forem zelosos na prática do bem? Mas mesmo que venham a sofrer por causa da justiça, vocês são bem-aventurados. Não tenham medo das ameaças, nem fiquem angustiados. Pelo contrário, santifiquem a Cristo como Senhor no seu coração, estando sempre preparados para responder a todo aquele que pedir razão da esperança que vocês têm. Mas façam isso com mansidão e temor, com boa consciência, de modo que naquilo que falam mal de vocês, fiquem envergonhados esses que difam a boa conduta que vocês têm em Cristo. Porque se for da vontade de Deus, é melhor que vocês sofram por praticarem o bem do que praticando o mal. Vamos orar. Senhor Deus, graças te damos. Senhor tem sido Deus generoso para conosco. A tua bondade nos cerca. Nós temos caminhado nesse mundo sobre a tua proteção. Senhor fala ao nosso coração constantemente. Nosso caráter tem sido transformado pelo Senhor. Teu espírito tem dirigido o nosso viver, o nosso pensar. E nós estamos aqui te prestando esse culto justamente porque somos motivados e agora temos a inclinação e também o prazer de te servir. Por isso, ó Deus, fala ao nosso coração, nos ajude a vencer o pecado e a professar a nossa fé, não apenas em palavras, mas em ações. Oramos suplicando a tua bênção, em nome de Jesus. Amém. Meus irmãos, construir uma casa envolve investimento. E quanto mais sólida é a edificação, maior tem de ser o custo e os valores envolvidos. E o mesmo princípio vale a vida cristã. De que forma e com que material você tem construído? Na compreensão que muitas pessoas têm sobre a fé, não é absurdo concluir que algumas constróem com base na sua experiência pessoal, outras constróem apegando-se a uma estética de discurso lógico bem elaborado. Outras escalam em uma estrutura de misticismo e superstição. Outras preferem edificar pela via do ativismo. Algumas vão usar de muita subjetividade, outras vão tentar cristianizar ideologias pagãs. Algumas partem de Deus para entender melhor a humanidade e o mundo ao redor. E outras pessoas tentam o caminho inverso. Querem entender Deus e lidar com ele partindo do que imaginam sobre o homem e o mundo. Se queremos que a nossa obra não fique torta, com o perigo de cair, mas fique bem alinhada e cumpra o seu propósito, precisamos pensar melhor nisso. Em nossa última exposição, vimos que Pedro tratou sobre caráter, procedimento e motivação. Hoje veremos, irmãos, que ele segue reforçando qual deve ser a nossa conduta mesmo diante de sérios ataques. Poderíamos até dizer que há três elementos sobre os quais a nossa conduta, a conduta cristã está apoiada. O primeiro elemento vem do que nós chamamos de revelação geral. Todos nós fomos feitos à imagem e semelhança de Deus e, portanto, intrinsecamente temos a lei dele gravada no nosso coração. Temos a percepção do certo e do errado, do bom e do ruim, do moral e do imoral. Deus nos criou com essa capacidade de discernimento, embora não possamos desconsiderar a corrupção do pecado, que prejudica sempre o nosso juízo de valor. O segundo elemento vem então do que nós chamamos de revelação especial. Deus se comunica porque escolheu se comunicar com o homem por meio da Bíblia e expõe a partir dela a sua vontade objetiva para nós. Nas escrituras nós encontramos então oráculos, mandamentos, recomendações e determinações repletas de autoridade divina. A Bíblia rege inclusive aquilo que diz respeito às nossas atitudes e às nossas reações nos mais diversos tipos de relacionamentos que estabelecemos. O terceiro elemento vem da pessoa e da obra de Jesus Cristo. Quem Cristo é e o que ele fez por nós é fundamental para modelar o nosso agir diante dos nossos semelhantes. Nós somos, afinal de contas, imitadores do Senhor Jesus. E não apenas a nossa pregação deve ser cristocêntrica, a nossa prática deve ser cristocêntrica também. Se Jesus é o alicece das nossas vidas, é impossível considerar o que devemos fazer se não considerarmos antes o que Cristo fez. Dessa forma, irmãos, quando os escritores bíblicos tratam da nossa prática, eles invariavelmente consideram esses elementos. às vezes consideram um deles, dois deles ou os três em conjunto, mas nunca falam da nossa prática como algo que não tenha fundamento teórico ou como algo que não tenha conteúdo que precisa ser compreendido antes de ser aplicado em nosso cotidiano. Irmãos, o contexto de Pedro, nós sabemos, aponta para uma sociedade profundamente marcada pelo paganismo, pela idolatria e pela lealdade às estruturas do mundo grego romano, com a sua moralidade decadente. Por causa da nova identidade em Jesus, os irmãos daquele período estavam enfrentando hostilidade social, difamação, marginalização e sofrimento. Mas a resposta cristã para estas afrontas não é abandonar a fé, não é revidar, não é se tornar semelhante aos seus perseguidores. A resposta cristã é edificar a vida sob o alicece seguro que nós encontramos na palavra de Deus. Mas precisamos estar preparados, porque viver para agradar a Deus envolve pelo menos três coisas. Primeiro, envolve a disposição de sofrer fazendo o que é justo. Segundo, envolve o compromisso de santificar a Cristo no coração. E terceiro, envolve a determinação de assumir uma conduta digna que ajude a desmascarar as mentiras dos nossos acusadores. O cristão não constrói a sua vida buscando evitar todo tipo de transtorno, todo tipo de desconforto, mas ele busca viver de uma maneira tal diante de Deus que mesmo quando ele for injustiçado, ele poderá se alegrar. poderá se alegrar ao ver que Jesus Cristo foi glorificado por meio da sua conduta. Ao mesmo tempo, ele também poderá ver que as falsas acusações perderão o sentido. Diante desse panorama, irmãos, nós recebemos aqui três grandes exortações na passagem que acabamos de ler. E a primeira delas, a primeira exortação que Pedro faz e que nos serve aqui de grande ensinamento, ele diz para nós: "Façam o que é justo, mesmo quando isso custar sofrimento. Façam o que é justo, mesmo quando isso custar sofrimento." Queridos, em toda a história da igreja, os cristãos se depararam com a seguinte questão: vale a pena fazer o que é certo, mesmo quando aparentemente não temos nenhum retorno positivo imediato? Vale a pena fazer o que é certo mesmo assim? Pedro afirma que sim. É interessante pensar que uma boa construção também requer perseverança. Em um primeiro momento, o custo de uma obra pode parecer maior do que o resultado. Em um primeiro momento, nós vamos enxergar em uma obra mais sujeira e feiura do que algo agradável e bonito. Os versos 13 e 14 assim nos dizem: "Ora, quem há de maltratá-los se vocês forem zelosos na prática do bem? Mas mesmo que venham a sofrer por causa da justiça, vocês são bemaventurados. Não tenham medo das ameaças, nem fiquem angustiados". Vejam, irmãos, Pedro começa propondo algo que contraria a nossa intuição. Porque nós esperamos que fazer o bem gerepa, nós esperamos que honestidade gere reconhecimento. Nós esperamos que trabalho gere promoção. Nós esperamos que fidelidade gere gratidão. E nós esperamos que justiça produza justiça. Algumas vezes, inclusive, é isso mesmo que vai acontecer. Só que em um mundo ideal, estas coisas deveriam acontecer sempre. Em um mundo caído, nem sempre elas acontecem. Então Pedro quebra a nossa expectativa comum dizendo, pode acontecer de você fazer o que é certo e sofrer justamente por ter feito o que é certo, o que deveria. Mas é importante ponderar em um detalhe. O sofrimento de um cristão não é automaticamente virtuoso. Há sofrimento causado por irresponsabilidade, por imprudência, por pecado e por más decisões. Então Pedro vai dizer: "Se vocês tiverem que sofrer, sofram fazendo o bem, praticando o que é justo, mas não sofram por praticar o mal". Então, que fique claro que Pedro está falando de sofrer por viver de forma reta aos olhos de Deus, de modo que o cristão não deve procurar sofrimento para si. Isso é loucura. O sofrimento não é necessariamente prova de espiritualidade, nem de vida com Deus. Mas o cristão também não deve jamais abandonar a sua integridade para evitar o sofrimento a qualquer custo. Porque agradar a Deus é mais importante do que desfrutar de um conforto temporal. Tem cristão que paga um preço alto por servir a Deus. E tem gente que se diz cristã, mas negocia sua alma e vende a sua fé de um modo muito, muito barato. Toda pessoa que tem vida com Deus sabe muito bem do que eu estou falando. Há momentos, irmãos, em que dizer a verdade pode custar uma oportunidade de emprego. Manter a pureza custa um relacionamento afetivo. Perdoar custa um orgulho ferido. Permanecer fiel custa a perda da popularidade. Citar a Bíblia custa a aprovação do mundo. Não revidar custa emocionalmente. Fazer justiça custa financeiramente. Há momentos assim. Mas o evangelho nos pergunta: "Qual é o preço de fazer a coisa certa?" E Pedro responde: Mesmo que o preço seja passar por alguma dor ou enfrentar algum desprezo, vale a pena. A felicidade prometida por Cristo, então, não depende de ausência de sofrimento, mas da aprovação de Deus mesmo diante do sofrimento. A nossa preocupação central nesse mundo, irmãos, não pode ser como eu faço para evitar o sofrimento, a dor. A nossa preocupação central deve ser como eu permaneço fiel a Cristo, mesmo que isso me traga algum sofrimento, alguma angústia. Vejam bem, o cristianismo não promove então uma vida sem contratempos. E quem disser isso para você está mentindo. Eu sei que a teologia da prosperidade confundiu muita gente e que em uma sociedade de consumo nós aprendemos a medir a felicidade pelos bens que possuímos. Mas o fato é que passar por uma aflição injusta não é um acidente estranho na nossa vida, porque nós participamos do padrão de Cristo. Quando alguém perguntar se Deus é justo por permitir que um justo sofra, essa é a chance perfeita de nós apresentarmos a pessoa ao filho de Deus, Jesus. Porque Cristo fez o bem perfeitamente, mas ele foi tratado como malfeitor. Portanto, quando o cristão sofre por fazer o que é certo, ele não está deixando de ser abençoado. E não é que a presença de Deus se retirou dele. Ele não está experimentando algo incompatível com o evangelho. Na verdade, ele está simplesmente espelhando o Salvador e refletindo os seus passos. Esses versículos 13 e 14, irmãos, são tomados aqui por três frases. A primeira é interrogativa, a segunda é afirmativa, a terceira é exortativa. Nesse momento do nosso sermão, vamos tratar aqui das duas primeiras, porque vejam, Pedro pergunta: "Quem há de maltratá-los se vocês forem zelosos na prática do bem?" Essa pergunta, queridos, não significa que um cristão que pratica o bem estará necessariamente livre de padecer nas mãos de um malfeitor. Mas com certeza Pedro está encaminhando suas palavras para o ponto em que deixará claro o seguinte: mesmo que o cristão sofra por causa da iniquidade dos homens, ele sempre terá a Deus por defesa. E tendo a Deus como escudo, estando o Senhor ao seu lado, o crente sabe que jamais será derrotado ou espiritualmente destruído. É como se Pedro estivesse ecoando que Paulo escreve aos romanos: "Se Deus é por nós, quem será contra nós? Quem intentará a acusação contra os eleitos de Deus? Quem os condenará? Quem nos separará do amor de Cristo? retaliações, prejuízos financeiros, danos físicos, materiais. O cristão pode até sofrer. O cristão pode até sofrer por fazer o bem, mas vencido, o cristão não será, porque Deus não abandona os seus. Mais do que isso, Deus abençoa e recompensam aqueles que perseveram em fidelidade a ele. Como disse o grande reformador John Nox, um homem com Deus estará sempre em maioria. O crente é vitorioso, irmãos, porque nada, nem ninguém pode tirar aquilo que nós já temos em Cristo. Sofrimento algum pode sequer abalar a nossa salvação e a vida eterna que já está nos garantida pelo que Cristo fez, não pelo que nós fazemos. Por isso é que Pedro pode afirmar na segunda frase que dissemos ser uma afirmação categórica. Mas mesmo que venham a sofrer por causa da justiça, vocês são bem-aventurados. Com quem que Pedro aprendeu isso? Pedro aprendeu isso com Jesus, que afinal ensinou aos seus discípulos: "Bem-aventurados são vocês quando por minha causa vos injuriarem ou vos perseguirem e mentindo disserem todo mal contra vocês. Alegrem-se, exultem, porque é grande a sua recompensa nos céus, pois assim perseguiram aos profetas que viveram antes de vocês." Não se enganem, meus irmãos. Os crentes t muitos adversários nesse mundo. Nos dias de Pedro, talvez fosse mais fácil percebê-los, já que o cristianismo era visto como um movimento minoritário e os opositores eram bem ousados e explícitos em manifestar a sua fúria e o seu desejo de conter o impulso daquela pregação. Hoje os inimigos da igreja têm um rosto diferente. Eles estão bem disfarçados. Eles estão até institucionalizados. Eles estão infiltrados e adotaram um discurso que parece bonito, mas que é cheio de astúcia. Os que hoje desejam perseguir os crentes adotam sutilezas, sugerem projetos de lei sorrateiros, tentam tolher a liberdade de manifestação e de pregação, querem separar as famílias, querem um salvo conduto para trabalhar a mente das crianças, tentando desconstruir os referenciais e forjar uma nova geração menos sensível ao mal. querem reduzir os absolutos de Deus a uma mera opinião pessoal e totalmente questionável. E isso tem sido feito, irmãos, com tanta sagacidade que há muitos crentes confusos, com posicionamentos contraditórios, mas nem percebem. Por isso o chamado de Pedro aqui é tão relevante. Nós somos chamados a agir como crentes em um mundo perdido, deslocado. Nós somos chamados a agir com justiça, mas não segundo a nossa concepção, falha de justiça, e sim segundo a justiça bíblica. Sejamos justos, não segundo a justiça dos escribas e fariseus, mas segundo Cristo. E sejamos justo, justos, mesmo que venhamos a sofrer por causa da justiça. A segunda grande exortação de Pedro aqui, irmãos, é: Santifiquem a Cristo como Senhor para responder com esperança. Santifiquem a Cristo como Senhor para responder com esperança. Vejam que a primeira vista o texto parece dizer algo estranho. Santifiquem a Cristo como Senhor. E é importante entender essa expressão porque ela revela como a nossa fé e conduta são ou precisam ser profundamente cristocêntricas. Mas o que é santificar a Cristo como Senhor? Para facilitar, vamos subdividir um pouco aqui esse tópico, irmãos, porque primeiro, santificar a Cristo nos faz renovar o compromisso de segui-lo. Alguém poderia perguntar: "Cristo precisa ser santificado?" E aqui está a estranheza da colocação. Santificaai a Cristo ou santifiquem a Cristo como Senhor. Mas Cristo precisa ser santificado. Obviamente Pedro não está dizendo que Cristo precisa se tornar mais santo. O que precisa ser santificado é o nosso coração. O foco está nisso. Vejam. Santifiquem a Cristo como Senhor em seu coração. Quem é que tem dominado o nosso coração? A quem nós estamos realmente servindo em nosso coração? Quais têm sido os grandes anseios que surgem em nosso coração? A nossa experiência pessoal com aquele que é santo traz como resultado a santificação pessoal. O toque sublime daquele que é santo purifica aquele que é pecador. Para o crente, irmãos, Jesus ocupa o centro da existência. Jesus é o Senhor de diante de quem toda a nossa vida precisa ser reorganizada. Esse é o compromisso maior que temos como cristãos. Santificar a Cristo renova o nosso compromisso como discípulos dele. Segundo santificar a Cristo no coração, segundo Pedro, tira de nós o medo. O medo. Vejam. Pedro revela que santificar a Cristo nos encoraja diante da oposição. Ele havia acabado de dizer: "Não tenham medo das ameaças, nem fiquem angustiados". E aí na sequência ele diz: "Pelo contrário, olha o contraste, pelo contrário, santifiquem a Cristo como Senhor." Acompanhem então, irmãos, a conexão lógica. Quando Cristo ocupa o lugar certo no coração, o medo se desfaz. As ameaças humanas não trazem desespero, não irão nos apavorar e não impedirão o avanço do reino. Se Deus é por nós, o que nos poderá fazer o homem? Lembrem que os homens e as mulheres da Bíblia e da história que mais tinham vida com Deus, que mais oravam, que mais manifestavam fé, que mais marcaram gerações, que mais deixaram legado, que mais deram bons exemplos, que mais praticaram boas obras, que mais disseram a verdade, foram também os homens e mulheres mais destemidos, mais confiantes. mas cheios de esperança, porque eles santificaram o seu coração. Com o coração santificado, a gente não recua, a gente não desiste, a gente não abandona o caminho, porque quem governa a nossa vida é Cristo. Acima e para além de qualquer coisa é Cristo. A questão aqui é como enxergamos Deus e como enxergamos os homens. Se acreditamos, por exemplo, que somos senhores de nós mesmos, viveremos escravizados aos desejos que nunca se esgotam. Se nós acreditamos que os outros são senhores e devemos servir a terceiros, seremos escravos da aprovação humana. Mas se para nós Cristo é o Senhor, poderemos perder os prazeres e também a aprovação humana, sem com isso perder a nossa segurança. O mais importante sempre é contarmos com a aprovação de Deus. Em primeiro lugar, geralmente a primeira pergunta que as pessoas fazem é: o que os outros vão pensar de mim para quase tudo? pensamos: "O que é que os outros vão imaginar a meu respeito?" Mas a pergunta fundamental que temos que fazer e que deve ressoar mais alto no nosso coração é o que Cristo, que é o meu Senhor, requer de mim. Terceiro, santificar a Cristo no coração nos capacita a responder. Existe uma resposta importante que só o crente tem para oferecer ao mundo. Que resposta seria essa? A boa resposta requer preparo. Vejam, estando sempre preparados para responder a todo aquele que pedir razão da esperança que vocês têm. A palavra responder aqui na língua grega é literalmente apologia. Apologia que significa defesa, resposta ou explicação bem fundamentada. Então, irmãos, Pedro não está pensando, veja, num debate acadêmico sofisticado. O contexto sugere pessoas de todo tipo, gente de todo tipo, diante de quem nós estamos e diante de quem nós precisamos dar testemunho. São pessoas que olham para nós e perguntam: "Onde está o Deus de vocês?" Ou por que vocês continuam vivendo dessa maneira? Ou que esperança doida é essa que vocês têm? Ou por que que vocês se dedicam tanto, entregam tanto a vida, o tempo, a energia de vocês a isto, a esta causa? Ou quem sabe se vocês estão sendo perseguidos, por que que vocês não se juntam e revidam? Por que que vocês permanecem fiéis a Cristo, mesmo perdendo tudo e recebendo ameaça de gente poderosa? Por que que o Deus de vocês não coloca um fim ao sofrimento? E o cristão deve estar preparado a responder. Ele deve estar preparado para responder estas coisas e outras. Sua vida cheia de coerência produz em si mesmo explicações consistentes. Porque o cristão, irmãos, não tem duas palavras. O cristão não relativiza. O cristão não diminui o padrão. O cristão não muda a sua resposta para agradar o mundo ou para buscar objetivos temporais que todo mundo busca. A nossa resposta tem fundamento bíblico, tem padrão, tem transcendência, tem esperança. Pedro diz que nós devemos estar preparados para apresentar a razão da nossa esperança. A boa resposta também começa, notem, no coração transformado. Observem a ordem. Santifiquem a Cristo no coração. Estejam preparados. para responder. Tem uma ordem lógica aqui. Antes de defender a fé com o seus lábios, Cristo precisa governar o seu coração. E se Cristo não governar o nosso coração, nós não seremos capazes de defender a nossa fé. A fé cristã não é construída somente pela força da argumentação intelectual. O coração humano precisa estar submetido ao senhorio de Cristo. A apologética ou a resposta cristã não é uma tentativa de substituir o Espírito Santo pela inteligência humana. Isso não funciona. Nós argumentamos, nós estudamos, nós explicamos, nós testemunhamos, mas é o espírito de Deus que convence, que quebranta. Nós podemos transmitir a verdade de muitos modos, mas é Deus que tem o poder de usar a sua verdade para chamar os pecadores à fé de uma maneira que eles não têm como resistir. Essa barreira nós não quebramos, irmãos, com argumento lógico, mas é por santificar a Cristo no nosso coração e por sermos usados por Deus. E se você quiser receber e também oferecer a esse mundo as melhores respostas, peça a Deus que trate o seu coração e o coração daqueles que te ouvem. A boa resposta também não precisa ser agressiva. Pedro ensina que a nossa resposta deve ser dada com mansidão, temor e boa consciência. Mansidão e temor são palavras que representam o oposto de se praticar qualquer ato violento. E boa consciência é aquela percepção interior de que nós estamos agindo corretamente diante de Deus. Talvez seja o equivalente do que nós dizemos em nossa cultura quando afirmamos: "Vou colocar a cabeça no travesseiro e vou dormir sossegado porque tenho a consciência tranquila. Pensem bem, irmãos, em um contexto em que você está sendo frequentemente acusado de forma injusta e em que estas acusações são bem articuladas, às vezes a gente pode tender a achar que há algo de errado conosco. Sim, de repente você se torna um cristão e aí quando você se torna um cristão, algumas pessoas se afastam, outras te rotulam, outras são irônicas com você, algumas te chamam de louco, outras de fanático, outras de inflexível. E aí você começa a pensar: "Tem alguma coisa de errada comigo? Tem alguma coisa de errado comigo? Porque não sei, meu parente se afastou de mim, meu amigo virou a cara e eu não fiz nada. E eu começo a analisar. Aí você ora, examina seu coração, analisa tudo que você tem dito, tudo que você tem falado e conclui: "Eu não estou fazendo nada de errado." Pelo contrário, é só a perseguição do mundo. Por outro lado, eu tenho a percepção interior e o Santo Espírito em minha consciência, dizendo: "Fique em paz. Fique em paz. O seu senhor também foi acusado dessa forma e não tinha nada de errado com ele. A mansidão, o temor e a boa consciência trazem paz para nós e fazem bem paraa nossa alma. A boa defesa da fé e o comportamento digno do crente deixa o acusador desnorteado em seu raciocínio falasse, mas não deve, prestem atenção, transformar o cristão em alguém agressivo. Nós vivemos em um contexto de sociedade em que as pessoas parece que vibram com a agressividade. as torcem por ver aquelas discussões ferrenhas e alguém vencendo, dando um cala boca fenomenal, cinematográfico. Mas a nossa resposta, irmãos, é dada com mansidão, com temor a Deus, com boa consciência. A boa resposta também é cristocêntrica. Pergunte a você mesmo. Se alguém observasse a minha vida e perguntasse: "Por que você ainda tem esperança?" Tô fazendo essa pergunta agora no seu coração. Por que você ainda tem esperança? Se alguém te perguntasse isso, você saberia explicar o evangelho? Se eu disser: "Eu tenho esperança porque eu sou uma pessoa boa". Isso não é evangelho. Se eu disser: "Eu tenho esperança porque eu sinto que Deus está comigo". Isso não é o evangelho. Se você disser: "Eu tenho esperança porque eu sei que Deus livra os filhos dele de sofrerem qualquer mal físico ou terreno". Isso não é evangelho. Se você disser: "Eu tenho esperança porque eu creio que algo vai mudar no cenário do mundo, que vai permitir que nós venhamos a construir o nosso próprio reino do lado de cada eternidade. Isso não é o evangelho. A nossa esperança, irmãos, é que Cristo morreu por nós pecadores, venceu a morte ressuscitando, nos reconciliou com Deus e reina sobre o universo. Essa é a nossa esperança. Então, ouça bem, a minha esperança não depende das circunstâncias. A minha esperança não depende do mandatário de plantão. A minha esperança não depende do que os outros me façam ou do que eu posso fazer. A minha esperança é uma pessoa, uma única pessoa, Jesus Cristo. Santificai a Cristo como Senhor em vosso coração, estando sempre preparados para responder a todo aquele que pedir razão da esperança que há em vós. Irmãos, não há como nós oferecermos respostas convincentes às pessoas e não há como nós erguermos as nossas vozes à altura daquilo que o mundo precisa ouvir. Não há como nós rebatermos com sabedoria as acusações que a nós são dirigidas se antes não santificarmos a Cristo em nosso coração. Essa é uma batalha espiritual. A gente apenas a gente pensa que apenas estamos em uma batalha carnal. E às vezes usamos as armas desse mundo, a gente não entende ou demora de entender que a nossa verdadeira luta não é essa, ela é espiritual. E isso é muito importante, porque o cristianismo é uma religião de respostas que trazem luz em todas as áreas da vida humana. Respostas que dão sentido a tudo. Respostas que solucionam problemas profundos e existenciais. Respostas que vão além de experiências pessoais pragmáticas. Respostas que minam o ceticismo e a arrogância dos insensatos. respostas que trazem esperança. Me lembro de uma ocasião em que alguns crentes, alunos de uma faculdade de filosofia se organizaram e produziram algumas camisetas de impacto. Eram crentes, crentes sinceros que queriam expor ali a sua fé e evangelizar e buscar uma oportunidade. que em uma dessas camisas, os estudantes traziam aquela famosa citação de Niet, o filósofo alemão, Deus está morto, assinado Niet em um outro lugar, daquelas mesmas camisas em bom tamanho, com uma grafia enfática. E como que respondendo a essa primeira frase, as pessoas podiam ler o seguinte: NIT está morto, assinado Deus. e que as pessoas julguem o que faz mais sentido. Me lembro também quando Richard DS, um biólogo ateu, se tornou conhecido no mundo inteiro ao lançar o seu livro intitulado Deus, um delírio, ele foi confrontado por um apologista cristão algum tempo depois, Alister Myraf, que escreveu um livro com um contraponto intitulado O delírio de Dals. Como se ele estivesse dizendo: "Deus não é um delírio não. delírio é o que você propõe e em que ele expõe a desonestidade intelectual do seu opositor. Meus irmãos, de todas as maneiras legítimas, nós temos que estar preparados para responder a todos aqueles que pedirem razão da esperança que há em nós, de um jeito mais criativo, de um jeito mais direto e comum, com o nosso viver, com as nossas palavras, de um jeito mais simples, de um jeito mais elaborado, mas responder a todo aquele que pedir razão da esperança que há em nós. A a expressão todo aquele é bem abrangente, significa qualquer um, qualquer um mesmo. Devemos estar preparados para responder a qualquer um que pedir razão da nossa esperança. Nesses tempos pós-modernos, nós temos visto aflorar cada vez mais um falso evangelho. Reparem, um falso evangelho que não oferece resposta nenhuma, que deixa as pessoas desesperadas, que respondem perguntas com perguntas, que não confronta, que não redime, que faz as pessoas acreditarem que a resposta está dentro delas, que não há consequências terríveis para os nossos atos. Não, meus irmãos, se nós dissermos o que as pessoas querem ouvir, nós arruinaremos a vida delas. Sem contar a responsabilidade que temos diante de Deus, nós temos que dizer o que as pessoas precisam ouvir, porque é isso que pode libertá-las. Nós precisamos de crentes verdadeiros que creiam em um Deus de verdade, que levem a sério o fato de que há um céu de verdade, que há um inferno de verdade também. Nós precisamos dizer que as pessoas sem Deus estão desgraçadamente perdidas e levá-las a compreender a necessidade do arrependimento para desfrutarem do perdão do Senhor. O nosso coração deve ser controlado por Cristo e nós podemos fazer isso em amor. A nossa vida deve ser dedicada ao Senhor. E é por isso que aqui é dito que Cristo deve ser santificado como Senhor em nosso coração. Muitas pessoas querem apenas o Cristo Salvador, mas elas rejeitam o Cristo Senhor. Ouça bem, ninguém receberá a salvação de Cristo se não reconhecer o senhorio dele e diante dele se humilhar. E ninguém terá argumentos robustos para usar diante daqueles que estão em trevas, senão santificar a Cristo como Senhor em seu coração. A terceira e última exortação de Pedro é: envergonhem os difamadores por meio de uma boa conduta. Isso é um grande desafio para o crente, envergonhar aqueles que nos difam através de uma conduta decente, digna, que glorifica a Deus. Porque vejam, irmãos, qual é a estratégia cristã diante da acusação. Você recebe uma acusação porque você é crente. A igreja é acusada de alguma coisa. Qual é a nossa estratégia? Não é vingança, não é manipulação, não é contra-ataque, é boa conduta. Só que tem um detalhe, Pedro, na verdade fala em boa conduta em Cristo. Esse detalhe é muito importante. Boa conduta em Cristo. Essa pequena expressão é importantíssima porque revela que quando estamos falando do procedimento do cristão, não estamos falando de moralismo, não estamos falando de militância, não estamos falando de autoconhecimento, estamos falando de Jesus Cristo, porque a nossa conduta tem a ver com ele. O evangelho produz uma nova maneira de agir em consonância com Cristo. E esse novo estilo de vida envergonha os que nos difam. A palavra para fiquem envergonhados significa deixá-los expostos. É como se você arrancasse a roupa de alguém e deixasse aquela pessoa nua diante dos olhares públicos dos outros. É isso. Esse é o significado. Um dos grandes problemas que geralmente os mentirosos enfrentam é que em algum momento eles podem ficar expostos, não é? E isso é extremamente constrangedor. Suas intenções vêm à tona, suas maldades se tornam conhecidas, suas contradições arruinam qualquer credibilidade ou reputação que eles tenham. Pois é, meus irmãos, enquanto nós nos preocuparmos em honrar a Cristo, os nossos adversários serão envergonhados. Mas atenção, Pedro não está autorizando o cristão a procurar oportunidades para humilhar alguém. E o nosso objetivo maior, afinal de contas, é conquistar pessoas para o reino de Cristo e sermos usados como instrumento para a conversão delas. Claro, ainda assim não deixaremos de ter adversários nesse mundo e não somos ingênuos. Sabemos que nem todos serão salvos. Todos, nem todos adotarão a fé que nós adotamos e muitos continuarão até o final das suas vidas, blasfemando, provocando, irritando e lutando contra a verdade. Mas nós não precisamos buscar humilhar ninguém. Veja a vergonha dos insensatos. acontece porque a realidade do comportamento cristão contradiz a acusação feita com o intuito de prejudicá-lo. Imaginem alguém dizendo: "Ess crentes são desonestos e os cristãos agem com toda integridade." Esses cristãos são rebeldes e insubordinados. E os cristãos agem com mansidão, com humildade. Esses cristãos são imorais e os cristãos agem com toda a pureza. Esses cristãos são uma ameaça à sociedade e os cristãos abençoam e servem os seus vizinhos. Que que vai acontecer? A acusação começa a desmoronar diante da evidência. Ela não se sustenta. A vida do cristão se torna uma espécie de argumento visível, indestrutível. Pedro não inventou essa estratégia. Você acha que Pedro tá inventando uma estratégia nova? Pedro viu isso em Jesus. Ele viu isso em Jesus. Jesus foi acusado de ser pecador, mas ele revelou santidade. Jesus foi chamado de blasfemo, mas ele falava só a verdade. Jesus foi tratado como criminoso, mas ele era inocente. Jesus foi levado à cruz, mas não respondeu com vingança. Portanto, o cristão vence a acusação não imitando o seu agressor, mas imitando o seu Senhor Jesus Cristo. Se nós respondermos aos de fora, tratando a todos com a mesma moeda, nos tornamos semelhantes aos nossos acusadores. Mas quando respondemos da maneira como a palavra de Deus ensina, nos tornamos semelhantes a Cristo. Inclusive, o que chamamos de boa conduta não será tão boa assim se não for uma boa conduta em Cristo. E essa é uma das maiores forças apologéticas da igreja. Uma vida transformada pelo evangelho. Irmãos, pela graça de Deus, muitas pessoas vão olhar para nós, vão enxergar Cristo em nós e vão ter os seus corações transformados através do nosso testemunho. Mas estejamos preparados, porque alguns descrentes vão olhar para nós e vão ficar ainda mais indignados e aborrecidos. Esse é o contraste desse mundo. A santidade e a piedade de um cristão que ajuda tantas pessoas incomoda muitas outras nesse mundo caído. Nós não queremos que ninguém fique com maus sentimentos em relação a nós. Pelo contrário, queremos repartir a nossa esperança, a nossa fé, o nosso amor, a nossa comunhão, a nossa alegria. Mas o mero fato de termos Cristo como Senhor e declararmos isso publicamente e não nos curvarmos ao que o mundo oferece como padrão, despertará a ira injusta de muita gente contra nós. Nossa resposta vem com oração constante, pregação da palavra, boa conduta e testemunho de vida. Nossa recompensa vem do alto. O desafio que nos está dado é: envergonhem os difamadores por meio de uma boa conduta. Irmãos, Pedro começou falando de sofrimento, depois falou do coração, finalmente falou do comportamento e tudo está conectado. Façam o que é justo, mesmo que isso custe, mesmo que você sofra. Santifique a Cristo como Senhor, oferecendo resposta de esperança a esse mundo quebrado. Pratique o que é bom para que as acusações falsas percam a sua força. Construir bem envolve um alto custo. Mas Pedro não está pedindo aos cristãos que paguem esse custo sozinhos. O fundamento já foi estabelecido. Cristo sofreu injustamente por nós. Cristo carregou os nossos pecados. Cristo morreu em nosso lugar. Cristo ressuscitou. Cristo reina. Portanto, a pergunta não é quanto vai me custar servir a Cristo. A pergunta é quanto Cristo vale para mim? Há decisões, meus irmãos, que nós vamos tomar como crentes. Há decisões de fidelidade que vão parecer caras. Há momentos em que ser justo parece desvantajoso. Há momentos em que responder com mansidão parece fraqueza. Há situações em que imitar a Cristo significa perder a aprovação das pessoas. Mas o cristão não está construindo para impressionar os homens. O cristão está construindo diante de Deus. Sobre qual fundamento? Sobre qual fundamento estamos construindo? Queridos? Construir bem envolve um alto custo, mas nada nesse mundo pode ter mais valor para nós do que permanecer fiel e glorificar a Cristo. O que tivermos que sofrer aqui, aqui ficará. A nossa recompensa é o que vai nos acompanhar para sempre. Vamos orar. Senhor, nós nada temos do que nos vangloriar e nesse mundo nada levamos conosco também. Às vezes teremos demonstrações muito claras, evidências de como o Senhor nos abençoa, de como o Senhor nos supre, de como o Senhor não nos deixa faltar coisa alguma. Nós somos gratos, Senhor. Somos gratos por tudo isso que o Senhor faz, sobretudo pelo perdão e pela salvação, pela vida eterna. pela tua igreja, mas às vezes nesse mundo seremos afrontados também, desafiados, humilhados. Às vezes nesse mundo sofreremos prejuízos, angústias, aflições, simplesmente porque servimos ao Senhor, amamos o Senhor e santificamos a Cristo em nosso coração. O que queremos te pedir agora, ó Deus, é que nos ajude nessas horas. Seja conosco em nossa fraqueza. anime o nosso espírito. Dê-nos alento para que saibamos responder, para que as respostas oferecidas sejam bíblicas, glorifiquem a Cristo e manifestem a esperança que nós temos, a fim de alcançar muitos outros e, ao mesmo tempo a fim de glorificar ao Senhor no juízo, que só ao Senhor cabe estabelecer. Pedimos isso e nos colocamos aos teus pés em nome de Jesus. Amém. Vamos ficar de pé, irmãos. Nós teremos agora mais um cântico ao Senhor e enquanto cantamos todos terão a oportunidade de trazerem seus dízimos e as suas ofertas. >> [música] [música] >> Achei um bom amigo, Jesus, o Salvador, dos milhares, [canto][música] o escolhido para mim. Ele é a luz do mundo, [música] o forte mediador que me purifica e guarda até o fim. [música][canto] Consolador amado, o meu próprio e todo [música][canto] mal, ele pode dar alivar. E é a luz do mundo, a estrela [música] da manhã dos milhares escolhido para mim. >> [música] >> Liv dores [canto] todas as mágoas entreguei. Ele tem o fim abrigo em tentação. Deixei por [música][canto] ele tudo os ídolos queimi. Ele fez [música][canto] puro e santo coração. Que o mundo [música] me abandone [canto] o tentador, meu Jesus. guarda da vida ao fim. Ele é do mundo da estrela da [música][canto] manhã, dos milhares escolhi-lo para mim. Jamais me [música] desampará, nem me abandonará. Ser [canto] fiel e obediente a que viver. [música] Está sempre ao meu lado e [canto] me protegerá [música] até quando face a face [canto] eu possa ver. [música] Então, ao seu subindo [canto] agora eu me verei com Jesus, meu Salvador, [música] morando em fim. Ele é a luz do mundo, a estrela da manhã, dos pilhares escolhido para mim. [música] Vamos orar, meus irmãos. Ó Deus bendito, tu apenas, tu não és somente o Deus que adoramos, tu és o nosso amigo. E esta amizade tem se mostrado ao longo da história, não apenas conosco, mas com o teu povo. Ao longo da história de Israel, ao longo da história em nossa geração, o Senhor tem se mostrado nosso amigo. Por isso, ó Deus, ao trazermos nossas ofertas e os nossos dízimos, receba-os como testemunho da nossa fidelidade e da nossa generosidade. Não estamos pagando a tua amizade. Estamos, ó Deus, retribuindo de maneira imperfeita e limitada aquilo que o Senhor faz por nós, que é ilimitado e plenamente perfeito. Receba, ó Deus, e use estes recursos para a expansão do teu reino. Abençoe as mentes que irão administrar esses recursos para que o façam com fidelidade e temor a ti. E agora, irmãos, que a graça do nosso Senhor Jesus Cristo, o amor de Deus, o Pai e a comunhão bendita do Espírito Santo repouse sobre cada um de vós hoje e para todo sempre. Amém. Podemos assentar, irmãos. Vamos ouvir o pós-lude. Что? Meus irmãos, mais um culto encerrado. Nós temos algumas pessoas que estão conosco hoje visitando a nossa igreja e a nossa equipe de recepção de visitantes. Destaca a presença de alguns deles. Nós temos a Irani Nóbrega. Onde está você, Irani? entre nós aqui. Ah, está aqui à frente. Seja bem-vinda. Deus abençoe a sua vida. Temos também a Mari e Biapino. Ela está com o Artur e o Pedro. Onde estão vocês? Ah, estão ali. Sejam bem-vindos. Recebam os cumprimentos da igreja aí ao seu redor. Temos também o Pedro Ortega e a Bianca Barbosa. Ah, estão aqui. Pedro e Bianca. Sejam bem-vindos, Pedro e Bianca. Temos também a Neide Oliveira. A Está ali, Neide. Seja bem-vinda do seu lado aí, Vidal. E temos também o André Oliveira com a Silvani Oliveira. O Silvani, onde estão? Ah, estão aqui o André e a Silvane. Sejam bem-vindos. Recebam os cumprimentos aí, irmãos. Ontem nós tivemos a programação com João Alexandre e foi um sucesso. E só para que os irmãos saibam, quem não veio perdeu, mas nós vamos, dado o sucesso que foi, nós vamos organizar outras, não com ele, mas esse tipo de esse formato de atividade causou muito impacto naqueles até que assistiram online. Muitas pessoas eh perguntaram, né, que o que que é isso que está acontecendo, né? Ah, no sábado existe isso sempre. Então, foi muito bem recebido eh pelos de fora. E quem esteve aqui também foi muito bom. Aí eu percebi que a transmissão eh encerrou porque eu achei que tinha encerrado, mas depois ele ainda cantou, né, um cântico falando da do Brasil, né, muito oportuno para o momento em que estamos vivendo. Ah, então ah, vale a pena, se você não veio, né, assista eh excepcionalmente a qualidade do som na live que ficou gravado. Ficou muito, muito bom, né, os recortes também das transmissões. Então você pode assistir depois. E eu recomendo, vale a pena eh assistir, tá bom? Alguns avisos hoje. Então, nós temos as salas funcionando. Se você que está nos visitando aqui pela primeira vez, ao sair dirija-se à porta, né, à sua direita e ali você tem a várias salas. Essas que aparecem aí no monitor, eh, a sala de Bíblia acontece aqui no salão e as demais salas no segundo andar, o acesso ali pela porta na direita. E as crianças, e você tem crianças conosco, no primeiro andar tem todas as salas de crianças. Nós concentramos todas as crianças ali, ah, para que tenha um acesso mais focado. Se você tem crianças, ao chegar ali, nós temos monitores que podem instruir onde você levar a sua criança conforme a idade de cada um deles. Essa é já hoje, não, hoje não é o último dia, mas domingo que vem já é o último domingo para ensaiar para aqueles que irão cantar no hospital do servidor. Então quem já participa disso sabe do que se trata, mas se você quiser ainda ensaiar, ah, procure a Érica ou o Henrique. Eu tô vendo o Henrique não tá aqui não. Henrique, eu vi você por aqui. Você tá aqui, Henrique? Ah, tá aqui. Levante, Henrique. Ah, esse é o Henrique. Você pode procurá-lo para se informações ou detalhes sobre essa programação, tá bom? Então, teremos um ensaio hoje e outro no domingo que vem, sempre após a EBD. e também a feira de missões se aproximando. Para quem não sabe o que é isso, essa é uma oportunidade que a igreja dá aos seus membros de fazer uma amostra de como andam as missões ao redor do mundo e como é que nós, como igreja de Santo Amaro, participamos disso, tá bom? Então, será no dia 15, no dia 22 de agosto às 15 horas aqui na IPSA. Quem já veio sabe do que se trata e é uma excelente oportunidade para você manter-se atualizado aí nesse assunto. A viagem missionária da Mocidade, eh, lembrando, é promovida e organizada pela mocidade, mas por causa da da dinâmica, eles vão trabalhar com assistência social, tem várias coisas que não só jovens podem participar, tá bom? A igreja de Santo Amaro já investiu aí para cobrir os custos do do ônibus. Vai ser fretado um ônibus. A viagem é próxima aqui é em Itatia. Eu não sei se é São se ainda é São Paulo ou é já Rio de Janeiro, mas é na divisa de São Paulo com Rio. Uma igreja que é presbiteriana e nós estamos então atuando ali para ajudá-los. Então a mocidade conta com a participação de qualquer membro da igreja que queira se voluntariar. para ajudar aí nesse nessa viagem missionária, tá bom? Procurem eh a mocidade, eu não sei, a Linda tá aqui hoje, tá ali a Linda. Então, procure a Linda e ela pode te passar mais informações sobre isso e certamente você será bem-vindo aí nessa viagem missionária. E hoje à noite eu continuo, né, falando sobre o Salmo 63. Ah, que Deus nos traga aqui novamente com a graça dele. Tenham todos, irmãos, uma boa escola dominical.