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A fé vem pelo ouvir

🔴 Culto Matutino | 16/08/2026 (9h) – Rev. Guilherme Alcântara

🔴 Culto Matutino | 16/08/2026 (9h) – Rev. Guilherme Alcântara

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Sobre a música de abertura
Música: Louvai a Deus, soberano Senhor (Hinário Novo Cântico nº16). Título original em português: Louvor a Deus
Compositor: Stralsund Gesangbuch (1665), Joachim Neander (1680)

Ficha Técnica
Arranjos e produção musical: Samuel Cintra Santos
Gravação, mixagem e masterização: SCS Produções
Produção: Igreja Presbiteriana de Santo Amaro
ISRC: BR-075-22-00001

Legendas automáticas:

[música]
เฮ [música]
[música]
>> [música]
>> Bom dia, meus irmãos. Sejam bem-vindos a
mais um culto público na Igreja
Presbiteriana de Santo Amaro.
É bom estar na casa de Deus e nós que
adoramos, como a história tem falado,
nós somos o povo do livro. Que é que
significa isso? A nossa liturgia, o
nosso culto, a nossa adoração é guiada
pelo livro. E esse livro é a Bíblia. E é
por isso que as coisas que nós fazemos,
a nossa atitude no culto reflete o
conhecimento que nós temos do Deus
revelado nas escrituras.
Então, é bom sempre lembrarmos daquilo
que Deus já disse na sua palavra que ele
é, porque isso ajusta a nossa mente, a
nossa expectativa em relação ao Deus que
adoramos. Vejam só as palavras do
salmista e eu queria convidá-los a ler
comigo de forma responsiva
o Salmo 27, parte dele diz assim a
palavra do Senhor:
"O Senhor é a minha luz e a minha
salvação. De quem terei medo? O Senhor é
a fortaleza da minha vida. A quem
temerei?
para destruir meus opressões e inimigos
que é.
Ainda que um exército se acampe contra
mim, não se atemorizará o meu coração. E
se estourar contra mim uma guerra, ainda
assim terei confiança.
Senhor, e buscarei que eu possa morar na
casa do Senhor todos os dias da minha
vida para contemplar a beleza do Senhor
e meditar no seu tempo.
>> É um desejo genuíno, porém difícil de se
cumprir. Tanto no Antigo Testamento,
ninguém morava dentro do templo, mas era
um desejo a de tanta alegria e do da
experiência recompensadora de estar na
casa de Deus. Que seja essa também a o
nosso desejo, seja o nosso desejo, estar
na presença de Deus. Estamos aqui hoje.
Então, coloquemo-nos de pé e louvemos a
esse Deus que está entre nós e tem sido
adorado ao longo dos séculos dessa
forma.
>> [música]
[música]
>> Louvemos ao Senhor.
>> Louvemos [canto] ao Senhor. Louvemos
[música] ao Senhor.
Adoremos
[música] no seu santo monte.
Nosso [música][canto] amado Pai.
Seu nome é santo. [música]
>> Louvemos [música]
ao Senhor.
>> Louvemos ao Senhor. [música]
>> Louvemos ao Senhor.
[música][canto]
>> Adoremos
santo [música] monte
nosso amado Paz.
Seu [música][canto] nome é santo.
Louvemos
ao [música][canto] Senhor,
pois seu nome é [música] santo.
Pois seu nome é santo.
[música]
ao Senhor,
pois seu [música] nome é santo,
pois seu nome é [música] santo.
Magnifiquemos
[música][canto]
ao Senhor,
ao [música] Rei que é digno de [canto]
louvor.
>> [música]
>> Excesso,
supremo
e muit [música] digno
de [canto]
louvor,
>> excelo [música]
supremo,
[música]
muit digno
de louvor. [música]
Hosana, [música]
>> hosana,
>> hosana, [canto]
>> hosana,
hosana
o nosso
rei. [música]
Hosana,
>> hosana, [música][canto]
>> hosana,
hosana [música][canto]
ao nosso
rei.
Tu é a nossa [música][canto] vida
motivo do louvor
em nosso novo [música] coração.
Pois morreu a [música][canto] nossa
morte para vivermos sua vida. Nos trouxe
[música][canto] grande salvação.
[música]
>> Hosana.
Hosana, [canto]
>> hosana,
>> hosana, [música] hosana
ao nosso
rei.
Hosana,
>> hosana, [música]
>> hosana,
hosana
[música] nosso
rei.
[música]
Oremos. Ó Deus bendito,
receba o nosso louvor nesta manhã.
Sabemos que fomos criados para isso.
Esse é o objetivo,
é o alvo maior do ser humano. Fomos
criados para te conhecer e te adorar.
Todavia, ó Deus, o pecado prejudicou-nos
nesta missão que é a principal da nossa
vida.
Mas cremos que o teu filho Jesus, tendo
morrido e ressuscitado, nos capacita a
fazer isso de maneira que seja agradável
e aceitável na tua presença. Por isso, ó
Deus, rogamos que nesta manhã, enquanto
estivermos aqui em Tua casa, que o
Senhor não só receba-nos em tua
presença, mas que o Senhor também receba
a nossa adoração, porque é essa a nossa
missão, é para isso que nós existimos, é
isso que nós fazemos. E ajude-nos, ó
Deus, a moldar a nossa vida, a o modo de
pensar e aquilo que conhecemos a teu
respeito, enquanto ouvimos a tua palavra
e adoramos como povo teu congregado aqui
nesta manhã. Pedimos essas coisas em
nome de Jesus. Amém. Os irmãos podem se
assentar.
A Igreja Presbiteriana do Brasil adota
como símbolos de fé a confissão de fé, o
catecismo maior e breve de Westminster.
Por símbolo de fé, nós queremos dizer
documentos formulados ao longo da
história que tem por objetivo apresentar
de forma sintetizada, resumida, a fé
cristã. Baseada unicamente nas
escrituras.
O catismo maior de Westminster, na sua
pergunta de número 56 diz: "Como há de
ser Cristo exaltado em vir segunda vez
para julgar o mundo?"
A resposta traz a seguinte reflexão:
Cristo há de ser exaltado na sua vinda
para julgar o mundo, em que, tendo sido
injustamente julgado e condenado pelos
homens maus, virá a segunda vez no
último dia com grande poder e na plena
manifestação da sua glória e a dar do
seu pai, com todos os seus santos e
anjos,
com brado com voz de arcanjo e com a
trombeta de Deus para julgar o mundo em
retidão. Para julgar o mundo em retidão.
Assim termina a resposta. O autor aos
Hebreus
nos lembrando da volta de nosso Senhor
Jesus Cristo, da certeza desta volta,
diz: "Vocês precisam perseverar para
que, havendo feito a vontade de Deus,
alcancem a promessa,
porque ainda dentro de pouco tempo,
aquele que vem virá e não irá demorar,
mas o meu justo viverá pela fé e se
retroc
dele a minha alma não se agradará. Nós,
porém, não somos dos que retrocedem para
a perdição, mas somos da fé para a
preservação da alma. Não retroceder
naquilo que já recebemos em Cristo
Jesus. Está atrelado à nossa condição
de lutar contra os pecados que nos
cercam nessa vida. A certeza de que
Cristo um dia voltará já pode ser
experimentada hoje na forma com que nós
tratamos as nossas tentações, a forma
com que nós tratamos os pecados que
cometemos, não mais como aquilo que nos
define, mas como aquilo que deve ser
estirpado da nossa realidade. E esse é o
momento que como igreja faremos isso,
nos colocaremos diante do Senhor em
oração. sincera e genuína, pois ele
conhece os nossos passos, ele conhece os
nossos pensamentos, ele conhece os
nossos sentimentos e o que ele quer é
que nos acheguemos a ele em sinceridade,
em arrependimento verdadeiro, pedindo
perdão e recebendo este perdão,
compreendendo que agora nós não
retrocedemos,
mas avançamos dia após dia. Vamos orar.
Santo Deus, eterno Pai, diante de ti nos
colocamos conhecedores da tua vontade
manifesta pela tua palavra.
Compreendemos, Senhor, a tua boa e
perfeita vontade em nossa vida.
Compreendemos a promessa que nos foi
dada, ó Pai, de que agora somos um povo
santo, ó Deus.
A obra de Cristo nos libertou da
escravidão do pecado.
Em Cristo Jesus, agora podemos caminhar
uma nova vida, novos passos, novas
decisões,
um compromisso, Senhor, com a tua
santidade na vida cotidiana, no pensar,
no falar, no sentir. E se ainda, Senhor,
militamos e lutamos, sim, contra as
tentações, contra o pecado que habita em
nós, recebemos a certeza de que temos
tudo, Senhor, para viver uma vida de
retidão.
Somos chamados, Senhor, daqueles que não
retrocedem, mas que avançam, ó Deus, em
vida de santidade.
que ao olharmos para a nossa vida, que
ao olharmos para o nosso cotidiano,
Senhor, possamos enxergar isso, Senhor,
o desejo,
a atitude, a perseverança de estarmos
caminhando para a santificação
e não retrocedendo.
Perdoe-nos, Senhor, por aquilo que temos
feito e que nos traza essa condição de
retroceder, de enfraquecer, de nos
distanciarmos da comunhão contigo.
Certamente o teu Santo Espírito nos
apresenta o que temos feito, pensado ou
falado.
Perdoa-nos, Senhor.
Lave-nos, ó Pai, destes pecados.
purifica no Senhor e nos traga a
alegria, o júbilo do perdão,
para que, conduzidos por esta alegria,
tenhamos uma vida de santidade, dia após
dia, nunca retrocedendo, mas sempre
avançando com a certeza de que o nosso
redentor que vive voltará. E então,
Senhor, não estaremos mais debaixo desta
luta, não estaremos mais nesta condição
e certamente continuaremos louvando ao
nosso redentor para toda a eternidade.
Isso é o que nos é dado, isso é o que
nos é garantido. Ajude-nos, Senhor, a
experimentarmos isso enquanto
aguardamos. Oramos em nome de Cristo
Jesus. Amém. convido a igreja a se
colocar de pé e continuarmos louvando o
nosso Deus com a firmeza da nossa alma e
a garantia de que temos tudo nele.
>> [música]
[música]
>> ser minha [canto] alma.
e sem temor.
Ainda [canto] que haja [música] ventos
amanhã, Deus
contigo [música][canto] está.
E todo afão
[música]
se tornará [canto]
mais leve em seu amor. [música] Deus,
tu és [canto] meu Deus.
E certo estou de [música] me encontrar
[canto]
nos braços
teus. [música]
Dá-me
tua paz [música]
[canto] e o meu espírito descansará
somente ti.
>> [música]
[música]
>> sem min alma
e não de [música]
que [canto] ainda possa acontecer,
enche
>> [música]
>> de esperança,
amor e fé.
>> [música]
>> A tentação dispoite-te a resistir.
Deus, [música]
tu és meu Deus
que seres tu de me encontrar [música]
[canto]
nos braços
teus
[música]
e tua paz
e o meu espírito
descansará
[música]
[canto]
somente
>> [música]
[música]
>> minha alma
[música]
e sei deixaro
dos caminhos [música][canto]
do Senhor
L
a [canto][música] esperança
em seu amor.
Enfrenta a [música][canto] vida sem
escurecer.
Deus,
tu és [música] meu Deus.
Escudo de me encontrar
nos braços [música][canto]
de
tua [música] paz
e o meu espírito [música]
descansará.
>> [música]
>> Deus,
tu és meu Deus.
>> [música]
>> e certude
encontrar
nos braços
teus [música]
tua paz
e o meu espírito
descansará [música]
somente em ti.
>> [música]
[música]
>> Tanto tempo fui vazio [canto]
[música]
numa vida sem temor
paraa minha [música] alma [canto]
cheia descanso.
Só na cruz do [música][canto] meu Senhor
eu vaquei na escuridão. [música][canto]
Sento a luz para me guiar. [canto]
Chamou [música]
para perto de ti pra minha culpa
aliviar. [música][canto]
Sou [música][canto] em ti, sou em ti,
graç e amor [canto]
[música] por mim. Sou em ti, [canto] sou
em tio,
paz, descanso [música][canto] em fim.
Só em ti minha fé se firma.
Só em Cristo [música] Salvador,
sempre então fui perdoado
na tua obra [música][canto]
de amor.
E eu sei que me sustenta,
nada vai [música] nos separar.
>> [canto]
>> Me asseguro nessa graça. [música]
Aos seus pés eu quero estar. [música]
Sou em [canto] ti, sou em ti,
graça e amor [música]
por mim. Só em ti, só [música] em ti
as chuvas descansam em mim.
>> [música]
[música]
>> Encontro [canto]
paz,
[música] descanso em fim,
[música][canto] encontro ali.
Minha esperança
para viver. [música]
[canto]
>> Só em ti
>> descanso em ti.
>> Só em [música] ti
>> me contar.
Só em ti
>> minha esperança
para viver sem [música]
só em ti
>> só em tira [música]
>> só em ti
esperança [música]
>> [música]
[música]
>> Sou em ti. Sou em ti.
Graça e amor flem [música][canto]
por mim.
Sou em ti, sou em ti. [música]
Acho paz, descanso em [canto] fim. Só em
ti, [música] só em ti
graça e amor [canto]
por mim. Só em [música] ti, só em tias
descanso em mim.
A chuva [música] descanso em
as descanso [canto]
>> [música]
[música]
>> Os irmãos podem se assentar.
Nós teremos agora um batismo. Queria
convidar
o Jefferson
Levi Almeida para que venha aqui à
frente.
Pode ficar aqui, meu irmão.
A Bíblia fala que a fé vem pelo ouvir
e a declaração também da fé. vem pela
boca. Nós temos que confessar. Não tem
como a gente saber nem o que uma pessoa
crê e nem se ela crê ou não, a menos que
ela confesse.
Se é a confissão é verdadeira ou não,
depende dele. Mas é por isso que na
nossa igreja nós fazemos uma sala. O
Jefferson passou por uma sala e por
várias aulas. teve a oportunidade de
fazer perguntas e tirar dúvidas. E esse
momento, então, é o momento que culmina
nesse processo, onde ele voluntariamente
vem aqui à frente e ele confessa aquilo
que ele aprendeu, aquilo que ele crê. E
a nossa oração é que Deus confirme na
vida dele aquilo que ele ah irá
confessar. Jefferson, eu pergunto a
você, então, você crê que existe apenas
um Deus que subsiste em três pessoas,
Deus Pai, Deus Filho e Deus Espírito
Santo? Você crê assim,
>> Jeferson? Você crê que esse Deus é um
Deus que foi revelado na Bíblia e por
isso a Bíblia é a única regra de fé e
prática para sua vida. Você crê assim,
>> Jeferson? Você crê também que esse Deus
enviou o seu filho Jesus ao mundo para
morrer pelo seu pecado e para o nosso
pecado? E sem a mediação de Cristo, não
tem como eu e você ou ninguém aqui nesse
ambiente ter acesso a Deus. Você crê
assim,
Jeferson? Você crê também e que a Bíblia
é a palavra de Deus? Ela é inspirada e
ela é a nossa fonte de crescimento
espiritual. Você crê assim? E crendo
assim, Jefferson, você se compromete
diante de Deus de lê-la, procurar
entendê-la e também procurar viver
conforme ela nos ensina. Você se
compromete a fazer isso,
Jefferson? Você também está se tornando
membro de uma igreja presbiteriana. Você
se compromete também a se submeter ao
governo, aos estatutos da Igreja
Presbiterana do Brasil e dos seus a
confissão de fé do Westminster e o
catecismo maior. Bem, esses documentos,
às vezes, nós não temos a chance de
lê-los todos antes de fazer uma pública
profissão de fé, mas é importante que
nós saibamos que eles existem, como
temos feito às vezes, a leitura de parte
deles. Mas é importante que nós saibamos
que a Igreja Presbiteriana ela é
governada por um sistema, não é um
sistema novo, tem séculos, não foi
inventado no Brasil, mas vem da Escócia
especialmente. Então é uma história que
você começa a fazer parte, tá bom,
Jefferson? E para concluir, eu pergunto
se você se compromete também. Ser
cristão não é algo que você faz sozinho.
Então você se compromete a fazer parte
deste povo e participando, congregando,
inclusive ajudando, sendo fiel em seus
dízimos enquanto você fizer parte desta
igreja. Eu pergunto à igreja de Santo
Amaro, vocês se comprometem a ser um bom
testemunho para a vida do Jefferson,
para que ele continue sendo um homem de
Deus e que gere frutos do Espírito? Se
sim, digam sim.
>> Sim.
>> Nós vamos então batizar o Jeferson.
>> Jefferson, filho da promessa, eu te
batizo em nome do Pai.
do Filho e do Espírito Santo. Ó Deus
bendito,
pedimos que o Teu Espírito que começou a
tua boa obra na vida do Jefferson possa
concluí-la,
possa o Deus dar êxito e que ele seja
alguém por meio de quem muitas pessoas
virão conhecer a ti. Permita que o
Jeferson a Deus gere frutos do Espírito,
não para a alegria dele apenas, mas para
que o Senhor, pelo meio do teu espírito,
possa, ó Deus, fazer com que ele seja um
servo, um vaso de honra no meio da tua
casa. Guarde seus caminhos, guarde seus
passos. Oramos em nome de Jesus. Amém.
>> Deus abençoe, Jefferson.
Meus irmãos, quero convidá-los
para que abram suas Bíblias na primeira
epístola de Pedro,
no capítulo
Primeira epístola de Pedro, capítulo 3.
Eu quero ler com vocês do verso 13
ao verso 17.
Palavra do Senhor assim nos diz: "Ora,
quem há de maltratá-los se vocês forem
zelosos na prática do bem?
Mas mesmo que venham a sofrer por causa
da justiça, vocês são bem-aventurados.
Não tenham medo das ameaças, nem fiquem
angustiados.
Pelo contrário, santifiquem a Cristo
como Senhor no seu coração, estando
sempre preparados para responder a todo
aquele que pedir razão da esperança que
vocês têm.
Mas façam isso com mansidão e temor, com
boa consciência, de modo que naquilo que
falam mal de vocês, fiquem envergonhados
esses que difam a boa conduta que vocês
têm em Cristo. Porque se for da vontade
de Deus, é melhor que vocês sofram por
praticarem o bem do que praticando o
mal. Vamos orar. Senhor Deus, graças te
damos. Senhor tem sido Deus generoso
para conosco. A tua bondade nos cerca.
Nós temos caminhado nesse mundo sobre a
tua proteção. Senhor fala ao nosso
coração constantemente.
Nosso caráter tem sido transformado pelo
Senhor. Teu espírito tem dirigido o
nosso viver, o nosso pensar. E nós
estamos aqui te prestando esse culto
justamente porque somos motivados e
agora temos a inclinação e também o
prazer de te servir. Por isso, ó Deus,
fala ao nosso coração, nos ajude a
vencer o pecado e a professar a nossa
fé, não apenas em palavras, mas em
ações. Oramos suplicando a tua bênção,
em nome de Jesus. Amém.
Meus irmãos, construir uma casa envolve
investimento.
E quanto mais sólida é a edificação,
maior tem de ser o custo e os valores
envolvidos. E o mesmo princípio vale a
vida cristã.
De que forma e com que material você tem
construído?
Na compreensão que muitas pessoas têm
sobre a fé, não é absurdo concluir que
algumas constróem com base na sua
experiência pessoal,
outras constróem apegando-se a uma
estética de discurso lógico bem
elaborado.
Outras escalam em uma estrutura de
misticismo e superstição.
Outras preferem edificar pela via do
ativismo.
Algumas vão usar de muita subjetividade,
outras vão tentar cristianizar
ideologias pagãs.
Algumas partem de Deus para entender
melhor a humanidade e o mundo ao redor.
E outras pessoas tentam o caminho
inverso. Querem entender Deus e lidar
com ele partindo do que imaginam sobre o
homem e o mundo. Se queremos que a nossa
obra não fique torta, com o perigo de
cair, mas fique bem alinhada e cumpra o
seu propósito, precisamos pensar melhor
nisso. Em nossa última exposição, vimos
que Pedro tratou sobre caráter,
procedimento e motivação.
Hoje veremos, irmãos, que ele segue
reforçando qual deve ser a nossa conduta
mesmo diante de sérios ataques.
Poderíamos até dizer que há três
elementos sobre os quais a nossa
conduta, a conduta cristã está apoiada.
O primeiro elemento vem do que nós
chamamos de revelação geral. Todos nós
fomos feitos à imagem e semelhança de
Deus e, portanto, intrinsecamente temos
a lei dele gravada no nosso coração.
Temos a percepção do certo e do errado,
do bom e do ruim, do moral e do imoral.
Deus nos criou com essa capacidade de
discernimento,
embora não possamos desconsiderar a
corrupção do pecado, que prejudica
sempre o nosso juízo de valor. O segundo
elemento vem então do que nós chamamos
de revelação especial.
Deus se comunica porque escolheu se
comunicar com o homem por meio da Bíblia
e expõe a partir dela a sua vontade
objetiva para nós. Nas escrituras nós
encontramos então oráculos, mandamentos,
recomendações e determinações repletas
de autoridade divina. A Bíblia rege
inclusive aquilo que diz respeito às
nossas atitudes e às nossas reações nos
mais diversos tipos de relacionamentos
que estabelecemos.
O terceiro elemento vem da pessoa e da
obra de Jesus Cristo. Quem Cristo é e o
que ele fez por nós é fundamental para
modelar o nosso agir diante dos nossos
semelhantes. Nós somos, afinal de
contas, imitadores do Senhor Jesus. E
não apenas a nossa pregação deve ser
cristocêntrica, a nossa prática deve ser
cristocêntrica também.
Se Jesus é o alicece das nossas vidas, é
impossível considerar o que devemos
fazer se não considerarmos antes o que
Cristo fez. Dessa forma, irmãos, quando
os escritores bíblicos tratam da nossa
prática, eles invariavelmente consideram
esses elementos. às vezes consideram um
deles, dois deles ou os três em
conjunto, mas nunca falam da nossa
prática como algo que não tenha
fundamento teórico ou como algo que não
tenha conteúdo que precisa ser
compreendido antes de ser aplicado em
nosso cotidiano.
Irmãos, o contexto de Pedro, nós
sabemos, aponta para uma sociedade
profundamente marcada pelo paganismo,
pela idolatria e pela lealdade às
estruturas do mundo grego romano, com a
sua moralidade decadente.
Por causa da nova identidade em Jesus,
os irmãos daquele período estavam
enfrentando hostilidade social,
difamação, marginalização
e sofrimento.
Mas a resposta cristã para estas
afrontas não é abandonar a fé, não é
revidar, não é se tornar semelhante aos
seus perseguidores. A resposta cristã é
edificar a vida sob o alicece seguro que
nós encontramos na palavra de Deus. Mas
precisamos estar preparados, porque
viver para agradar a Deus envolve pelo
menos três coisas. Primeiro, envolve a
disposição de sofrer fazendo o que é
justo. Segundo, envolve o compromisso de
santificar a Cristo no coração.
E terceiro, envolve a determinação de
assumir uma conduta digna que ajude a
desmascarar as mentiras dos nossos
acusadores.
O cristão não constrói a sua vida
buscando evitar todo tipo de transtorno,
todo tipo de desconforto, mas ele busca
viver de uma maneira tal diante de Deus
que mesmo quando ele for injustiçado,
ele poderá se alegrar. poderá se alegrar
ao ver que Jesus Cristo foi glorificado
por meio da sua conduta. Ao mesmo tempo,
ele também poderá ver que as falsas
acusações perderão o sentido. Diante
desse panorama, irmãos, nós recebemos
aqui três grandes exortações na passagem
que acabamos de ler. E a primeira delas,
a primeira exortação que Pedro faz e que
nos serve aqui de grande ensinamento,
ele diz para nós: "Façam o que é justo,
mesmo quando isso custar sofrimento.
Façam o que é justo, mesmo quando isso
custar sofrimento."
Queridos, em toda a história da igreja,
os cristãos se depararam com a seguinte
questão: vale a pena fazer o que é
certo,
mesmo quando aparentemente não temos
nenhum retorno positivo imediato? Vale a
pena fazer o que é certo mesmo assim?
Pedro afirma que sim.
É interessante pensar que uma boa
construção
também requer perseverança.
Em um primeiro momento, o custo de uma
obra pode parecer maior do que o
resultado.
Em um primeiro momento, nós vamos
enxergar em uma obra mais sujeira e
feiura do que algo agradável e bonito.
Os versos 13 e 14 assim nos dizem: "Ora,
quem há de maltratá-los
se vocês forem zelosos na prática do
bem? Mas mesmo que venham a sofrer por
causa da justiça, vocês são
bemaventurados.
Não tenham medo das ameaças, nem fiquem
angustiados". Vejam, irmãos, Pedro
começa propondo algo que contraria a
nossa intuição.
Porque nós esperamos que fazer o bem
gerepa,
nós esperamos que honestidade gere
reconhecimento. Nós esperamos que
trabalho gere promoção. Nós esperamos
que fidelidade gere gratidão. E nós
esperamos que justiça produza justiça.
Algumas vezes, inclusive, é isso mesmo
que vai acontecer.
Só que em um mundo ideal, estas coisas
deveriam acontecer sempre.
Em um mundo caído, nem sempre elas
acontecem. Então Pedro quebra a nossa
expectativa comum dizendo, pode
acontecer de você fazer o que é certo e
sofrer justamente por ter feito o que é
certo, o que deveria.
Mas é importante ponderar em um detalhe.
O sofrimento de um cristão
não é automaticamente virtuoso.
Há sofrimento causado por
irresponsabilidade,
por imprudência, por pecado e por más
decisões. Então Pedro vai dizer: "Se
vocês tiverem que sofrer, sofram fazendo
o bem, praticando o que é justo, mas não
sofram por praticar o mal". Então, que
fique claro que Pedro está falando de
sofrer por viver de forma reta aos olhos
de Deus, de modo que o cristão não deve
procurar sofrimento para si. Isso é
loucura. O sofrimento não é
necessariamente prova de
espiritualidade, nem de vida com Deus.
Mas o cristão também não deve jamais
abandonar a sua integridade para evitar
o sofrimento a qualquer custo. Porque
agradar a Deus é mais importante do que
desfrutar de um conforto temporal.
Tem cristão que paga um preço alto por
servir a Deus.
E tem gente que se diz cristã, mas
negocia sua alma e vende a sua fé de um
modo muito, muito barato.
Toda pessoa que tem vida com Deus sabe
muito bem do que eu estou falando. Há
momentos, irmãos, em que dizer a verdade
pode custar uma oportunidade de emprego.
Manter a pureza custa um relacionamento
afetivo.
Perdoar custa um orgulho ferido.
Permanecer fiel custa a perda da
popularidade.
Citar a Bíblia custa a aprovação do
mundo. Não revidar custa emocionalmente.
Fazer justiça custa financeiramente.
Há momentos assim. Mas o evangelho nos
pergunta: "Qual é o preço de fazer a
coisa certa?" E Pedro responde: Mesmo
que o preço seja passar por alguma dor
ou enfrentar algum desprezo, vale a
pena. A felicidade prometida por Cristo,
então, não depende de ausência de
sofrimento, mas da aprovação de Deus
mesmo diante do sofrimento.
A nossa preocupação central nesse mundo,
irmãos, não pode ser como eu faço para
evitar o sofrimento, a dor. A nossa
preocupação central deve ser como eu
permaneço fiel a Cristo, mesmo que isso
me traga algum sofrimento, alguma
angústia.
Vejam bem, o cristianismo não promove
então uma vida sem contratempos.
E quem disser isso para você está
mentindo.
Eu sei que a teologia da prosperidade
confundiu muita gente e que em uma
sociedade de consumo nós aprendemos a
medir a felicidade pelos bens que
possuímos. Mas o fato é que passar por
uma aflição injusta não é um acidente
estranho na nossa vida, porque nós
participamos do padrão de Cristo.
Quando alguém perguntar
se Deus é justo por permitir que um
justo sofra, essa é a chance perfeita de
nós apresentarmos a pessoa ao filho de
Deus, Jesus.
Porque Cristo fez o bem perfeitamente,
mas ele foi tratado como malfeitor.
Portanto, quando o cristão sofre por
fazer o que é certo, ele não está
deixando de ser abençoado. E não é que a
presença de Deus se retirou dele.
Ele não está experimentando algo
incompatível com o evangelho. Na
verdade, ele está simplesmente
espelhando o Salvador e refletindo os
seus passos.
Esses versículos 13 e 14, irmãos, são
tomados aqui por três frases. A primeira
é interrogativa, a segunda é afirmativa,
a terceira é exortativa.
Nesse momento do nosso sermão, vamos
tratar aqui das duas primeiras, porque
vejam, Pedro pergunta: "Quem há de
maltratá-los se vocês forem zelosos na
prática do bem?"
Essa pergunta, queridos, não significa
que um cristão que pratica o bem estará
necessariamente livre de padecer nas
mãos de um malfeitor.
Mas com certeza Pedro está encaminhando
suas palavras para o ponto em que
deixará claro o seguinte: mesmo que o
cristão sofra por causa da iniquidade
dos homens, ele sempre terá a Deus por
defesa.
E tendo a Deus como escudo, estando o
Senhor ao seu lado, o crente sabe que
jamais será derrotado ou espiritualmente
destruído.
É como se Pedro estivesse ecoando que
Paulo escreve aos romanos: "Se Deus é
por nós, quem será contra nós? Quem
intentará a acusação contra os eleitos
de Deus? Quem os condenará? Quem nos
separará do amor de Cristo? retaliações,
prejuízos financeiros, danos físicos,
materiais. O cristão pode até sofrer. O
cristão pode até sofrer por fazer o bem,
mas vencido, o cristão não será, porque
Deus não abandona os seus. Mais do que
isso, Deus abençoa e recompensam aqueles
que perseveram em fidelidade a ele. Como
disse o grande reformador John Nox, um
homem com Deus estará sempre em maioria.
O crente é vitorioso, irmãos, porque
nada, nem ninguém pode tirar aquilo que
nós já temos em Cristo. Sofrimento algum
pode sequer abalar a nossa salvação e a
vida eterna que já está nos garantida
pelo que Cristo fez, não pelo que nós
fazemos. Por isso é que Pedro pode
afirmar na segunda frase que dissemos
ser uma afirmação categórica. Mas mesmo
que venham a sofrer por causa da
justiça, vocês são bem-aventurados.
Com quem que Pedro aprendeu isso? Pedro
aprendeu isso com Jesus, que afinal
ensinou aos seus discípulos:
"Bem-aventurados são vocês quando por
minha causa vos injuriarem ou vos
perseguirem e mentindo disserem todo mal
contra vocês. Alegrem-se, exultem,
porque é grande a sua recompensa nos
céus, pois assim perseguiram aos
profetas que viveram antes de vocês."
Não se enganem, meus irmãos.
Os crentes t muitos adversários nesse
mundo. Nos dias de Pedro, talvez fosse
mais fácil percebê-los,
já que o cristianismo era visto como um
movimento minoritário
e os opositores eram bem ousados e
explícitos em manifestar a sua fúria e o
seu desejo de conter o impulso daquela
pregação.
Hoje os inimigos da igreja têm um rosto
diferente.
Eles estão bem disfarçados.
Eles estão até institucionalizados.
Eles estão infiltrados e adotaram um
discurso que parece bonito, mas que é
cheio de astúcia.
Os que hoje desejam perseguir os crentes
adotam sutilezas, sugerem projetos de
lei sorrateiros, tentam tolher a
liberdade de manifestação e de pregação,
querem separar as famílias, querem um
salvo conduto para trabalhar a mente das
crianças, tentando desconstruir os
referenciais e forjar uma nova geração
menos sensível ao mal.
querem reduzir os absolutos de Deus a
uma mera opinião pessoal e totalmente
questionável.
E isso tem sido feito, irmãos, com tanta
sagacidade que há muitos crentes
confusos, com posicionamentos
contraditórios,
mas nem percebem.
Por isso o chamado de Pedro aqui é tão
relevante. Nós somos chamados a agir
como crentes em um mundo perdido,
deslocado.
Nós somos chamados a agir com justiça,
mas não segundo a nossa concepção, falha
de justiça, e sim segundo a justiça
bíblica. Sejamos justos, não segundo a
justiça dos escribas e fariseus, mas
segundo Cristo. E sejamos justo, justos,
mesmo que venhamos a sofrer por causa da
justiça.
A segunda grande exortação de Pedro
aqui, irmãos, é: Santifiquem a Cristo
como Senhor para responder com
esperança.
Santifiquem a Cristo como Senhor para
responder com esperança.
Vejam que a primeira vista o texto
parece dizer algo estranho.
Santifiquem a Cristo como Senhor.
E é importante entender essa expressão
porque ela revela como a nossa fé e
conduta são ou precisam ser
profundamente cristocêntricas.
Mas o que é santificar a Cristo como
Senhor?
Para facilitar, vamos subdividir um
pouco aqui esse tópico, irmãos, porque
primeiro, santificar a Cristo nos faz
renovar o compromisso de segui-lo.
Alguém poderia perguntar: "Cristo
precisa ser santificado?"
E aqui está a estranheza da colocação.
Santificaai a Cristo ou santifiquem a
Cristo como Senhor. Mas Cristo precisa
ser santificado. Obviamente Pedro não
está dizendo que Cristo precisa se
tornar mais santo. O que precisa ser
santificado é o nosso coração.
O foco está nisso. Vejam. Santifiquem a
Cristo como Senhor em seu coração.
Quem é que tem dominado o nosso coração?
A quem nós estamos realmente servindo em
nosso coração?
Quais têm sido os grandes anseios que
surgem em nosso coração?
A nossa experiência pessoal com aquele
que é santo traz como resultado a
santificação pessoal.
O toque sublime daquele que é santo
purifica aquele que é pecador.
Para o crente, irmãos, Jesus ocupa o
centro da existência.
Jesus é o Senhor de diante de quem toda
a nossa vida precisa ser reorganizada.
Esse é o compromisso maior que temos
como cristãos. Santificar a Cristo
renova o nosso compromisso como
discípulos dele.
Segundo
santificar a Cristo no coração, segundo
Pedro, tira de nós o medo.
O medo. Vejam.
Pedro revela que santificar a Cristo nos
encoraja diante da oposição. Ele havia
acabado de dizer: "Não tenham medo das
ameaças, nem fiquem angustiados". E aí
na sequência ele diz: "Pelo contrário,
olha o contraste, pelo contrário,
santifiquem a Cristo como Senhor."
Acompanhem então, irmãos, a conexão
lógica. Quando Cristo ocupa o lugar
certo no coração, o medo se desfaz. As
ameaças humanas não trazem desespero,
não irão nos apavorar e não impedirão o
avanço do reino.
Se Deus é por nós, o que nos poderá
fazer o homem?
Lembrem que os homens e as mulheres da
Bíblia e da história
que mais tinham vida com Deus, que mais
oravam, que mais manifestavam fé, que
mais marcaram gerações, que mais
deixaram legado, que mais deram bons
exemplos, que mais praticaram boas
obras, que mais disseram a verdade,
foram também os homens e mulheres mais
destemidos, mais confiantes. mas cheios
de esperança, porque eles santificaram
o seu coração.
Com o coração santificado, a gente não
recua, a gente não desiste, a gente não
abandona o caminho, porque quem governa
a nossa vida é Cristo.
Acima e para além de qualquer coisa é
Cristo.
A questão aqui é como enxergamos Deus e
como enxergamos os homens.
Se acreditamos, por exemplo, que somos
senhores de nós mesmos,
viveremos escravizados aos desejos que
nunca se esgotam.
Se nós acreditamos que os outros são
senhores e devemos servir a terceiros,
seremos escravos da aprovação humana.
Mas se para nós Cristo é o Senhor,
poderemos perder os prazeres e também a
aprovação humana, sem com isso perder a
nossa segurança.
O mais importante sempre é contarmos com
a aprovação de Deus. Em primeiro lugar,
geralmente a primeira pergunta que as
pessoas fazem é: o que os outros vão
pensar de mim
para quase tudo?
pensamos: "O que é que os outros vão
imaginar a meu respeito?" Mas a pergunta
fundamental que temos que fazer e que
deve ressoar mais alto no nosso coração
é o que Cristo, que é o meu Senhor,
requer de mim.
Terceiro, santificar a Cristo no coração
nos capacita a responder.
Existe uma resposta importante que só o
crente tem para oferecer ao mundo. Que
resposta seria essa?
A boa resposta requer preparo. Vejam,
estando sempre preparados para responder
a todo aquele que pedir razão da
esperança que vocês têm. A palavra
responder aqui na língua grega é
literalmente apologia.
Apologia que significa defesa, resposta
ou explicação bem fundamentada.
Então, irmãos, Pedro não está pensando,
veja, num debate acadêmico
sofisticado.
O contexto sugere pessoas de todo tipo,
gente de todo tipo, diante de quem nós
estamos e diante de quem nós precisamos
dar testemunho. São pessoas que olham
para nós e perguntam: "Onde está o Deus
de vocês?" Ou por que vocês continuam
vivendo dessa maneira? Ou que esperança
doida é essa que vocês têm? Ou por que
que vocês se dedicam tanto, entregam
tanto a vida, o tempo, a energia de
vocês a isto, a esta causa? Ou quem sabe
se vocês estão sendo perseguidos, por
que que vocês não se juntam e revidam?
Por que que vocês permanecem fiéis a
Cristo, mesmo perdendo tudo e recebendo
ameaça de gente poderosa?
Por que que o Deus de vocês não coloca
um fim ao sofrimento?
E o cristão
deve estar preparado a responder.
Ele deve estar preparado para responder
estas coisas e outras.
Sua vida cheia de coerência
produz em si mesmo explicações
consistentes.
Porque o cristão, irmãos, não tem duas
palavras. O cristão não relativiza.
O cristão não diminui o padrão. O
cristão não muda a sua resposta para
agradar o mundo ou para buscar objetivos
temporais que todo mundo busca.
A nossa resposta tem fundamento bíblico,
tem padrão, tem transcendência,
tem esperança.
Pedro diz que nós devemos estar
preparados para apresentar a razão da
nossa esperança.
A boa resposta também começa, notem, no
coração transformado.
Observem a ordem. Santifiquem a Cristo
no coração.
Estejam preparados.
para responder. Tem uma ordem lógica
aqui.
Antes de defender a fé com o seus
lábios, Cristo precisa governar o seu
coração.
E se Cristo não governar o nosso
coração, nós não seremos capazes de
defender a nossa fé.
A fé cristã não é construída somente
pela força da argumentação intelectual.
O coração humano precisa estar submetido
ao senhorio de Cristo.
A apologética ou a resposta cristã não é
uma tentativa de substituir o Espírito
Santo pela inteligência humana.
Isso não funciona.
Nós argumentamos, nós estudamos, nós
explicamos, nós testemunhamos, mas é o
espírito de Deus que convence, que
quebranta.
Nós podemos transmitir a verdade de
muitos modos, mas é Deus que tem o poder
de usar a sua verdade para chamar os
pecadores à fé de uma maneira que eles
não têm como resistir.
Essa barreira nós não quebramos, irmãos,
com argumento lógico,
mas é por santificar a Cristo no nosso
coração e por sermos usados por Deus.
E se você quiser receber
e também oferecer a esse mundo as
melhores respostas, peça a Deus que
trate o seu coração e o coração daqueles
que te ouvem.
A boa resposta também não precisa ser
agressiva.
Pedro ensina que a nossa resposta deve
ser dada com mansidão,
temor e boa consciência.
Mansidão e temor são palavras que
representam o oposto de se praticar
qualquer ato violento. E boa consciência
é aquela percepção interior de que nós
estamos agindo corretamente diante de
Deus. Talvez seja o equivalente do que
nós dizemos em nossa cultura quando
afirmamos: "Vou colocar a cabeça no
travesseiro e vou dormir sossegado
porque tenho a consciência tranquila.
Pensem bem, irmãos, em um contexto em
que você está sendo frequentemente
acusado de forma injusta e em que estas
acusações são bem articuladas, às vezes
a gente pode tender a achar que há algo
de errado conosco.
Sim, de repente você se torna um cristão
e aí quando você se torna um cristão,
algumas pessoas se afastam, outras te
rotulam,
outras são irônicas com você,
algumas te chamam de louco, outras de
fanático, outras de inflexível.
E aí você começa a pensar: "Tem alguma
coisa de errada comigo?
Tem alguma coisa de errado comigo?
Porque não sei, meu parente se afastou
de mim, meu amigo virou a cara e eu não
fiz nada. E eu começo a analisar. Aí
você ora, examina seu coração, analisa
tudo que você tem dito, tudo que você
tem falado e conclui: "Eu não estou
fazendo nada de errado." Pelo contrário,
é só a perseguição do mundo.
Por outro lado,
eu tenho a percepção interior e o Santo
Espírito em minha consciência,
dizendo: "Fique em paz.
Fique em paz. O seu senhor também foi
acusado dessa forma e não tinha nada de
errado com ele.
A mansidão, o temor e a boa consciência
trazem paz para nós e fazem bem paraa
nossa alma. A boa defesa da fé e o
comportamento digno do crente deixa o
acusador desnorteado em seu raciocínio
falasse, mas não deve, prestem atenção,
transformar o cristão em alguém
agressivo.
Nós vivemos em um contexto de sociedade
em que as pessoas parece que vibram com
a agressividade.
as torcem por ver aquelas discussões
ferrenhas
e alguém vencendo, dando um cala boca
fenomenal,
cinematográfico.
Mas a nossa resposta, irmãos, é dada com
mansidão, com temor a Deus, com boa
consciência.
A boa resposta também é cristocêntrica.
Pergunte a você mesmo.
Se alguém observasse a minha vida e
perguntasse:
"Por que você ainda tem esperança?"
Tô fazendo essa pergunta agora
no seu coração.
Por que você ainda tem esperança? Se
alguém te perguntasse isso,
você saberia explicar o evangelho?
Se eu disser: "Eu tenho esperança
porque eu sou uma pessoa boa". Isso não
é evangelho.
Se eu disser: "Eu tenho esperança porque
eu sinto que Deus está comigo". Isso não
é o evangelho.
Se você disser: "Eu tenho esperança
porque eu sei que Deus livra os filhos
dele de sofrerem qualquer mal físico ou
terreno". Isso não é evangelho. Se você
disser: "Eu tenho esperança porque eu
creio que algo vai mudar no cenário do
mundo, que vai permitir que nós venhamos
a construir o nosso próprio reino do
lado de cada eternidade. Isso não é o
evangelho.
A nossa esperança, irmãos, é que Cristo
morreu por nós pecadores, venceu a morte
ressuscitando, nos reconciliou com Deus
e reina sobre o universo. Essa é a nossa
esperança. Então, ouça bem, a minha
esperança não depende das
circunstâncias.
A minha esperança não depende do
mandatário de plantão.
A minha esperança não depende do que os
outros me façam ou do que eu posso
fazer.
A minha esperança é uma pessoa, uma
única pessoa, Jesus Cristo. Santificai a
Cristo como Senhor em vosso coração,
estando sempre preparados para responder
a todo aquele que pedir razão da
esperança que há em vós.
Irmãos, não há como nós oferecermos
respostas convincentes às pessoas e não
há como nós erguermos as nossas vozes à
altura daquilo que o mundo precisa
ouvir.
Não há como nós rebatermos com sabedoria
as acusações que a nós são dirigidas se
antes não santificarmos a Cristo em
nosso coração. Essa é uma batalha
espiritual.
A gente apenas a gente pensa que apenas
estamos em uma batalha carnal.
E às vezes usamos as armas desse mundo,
a gente não entende ou demora de
entender que a nossa verdadeira luta não
é essa, ela é espiritual. E isso é muito
importante, porque o cristianismo é uma
religião de respostas
que trazem luz
em todas as áreas da vida humana.
Respostas que dão sentido a tudo.
Respostas que solucionam problemas
profundos e existenciais. Respostas que
vão além de experiências pessoais
pragmáticas.
Respostas que minam o ceticismo e a
arrogância dos insensatos. respostas que
trazem esperança.
Me lembro de uma ocasião
em que alguns crentes, alunos de uma
faculdade de filosofia se organizaram
e produziram algumas camisetas de
impacto. Eram crentes, crentes sinceros
que queriam expor ali a sua fé e
evangelizar e buscar uma oportunidade.
que em uma dessas camisas, os estudantes
traziam aquela famosa citação de Niet, o
filósofo alemão, Deus está morto,
assinado Niet
em um outro lugar, daquelas mesmas
camisas em bom tamanho, com uma grafia
enfática. E como que respondendo a essa
primeira frase, as pessoas podiam ler o
seguinte: NIT está morto,
assinado Deus.
e que as pessoas julguem o que faz mais
sentido.
Me lembro também quando Richard DS, um
biólogo ateu,
se tornou conhecido no mundo inteiro ao
lançar o seu livro intitulado Deus, um
delírio,
ele foi confrontado por um apologista
cristão algum tempo depois, Alister
Myraf, que escreveu um livro com um
contraponto intitulado O delírio de
Dals.
Como se ele estivesse dizendo: "Deus não
é um delírio não. delírio é o que você
propõe
e em que ele expõe a desonestidade
intelectual do seu opositor. Meus
irmãos,
de todas as maneiras legítimas, nós
temos que estar preparados para
responder a todos aqueles que pedirem
razão da esperança que há em nós,
de um jeito mais criativo, de um jeito
mais direto e comum, com o nosso viver,
com as nossas palavras,
de um jeito mais simples, de um jeito
mais elaborado,
mas responder a todo aquele que pedir
razão da esperança que há em nós. A a
expressão todo aquele é bem abrangente,
significa qualquer um, qualquer um
mesmo. Devemos estar preparados para
responder a qualquer um que pedir razão
da nossa esperança. Nesses tempos
pós-modernos, nós temos visto aflorar
cada vez mais um falso evangelho.
Reparem, um falso evangelho que não
oferece resposta nenhuma, que deixa as
pessoas desesperadas, que respondem
perguntas com perguntas, que não
confronta, que não redime, que faz as
pessoas acreditarem que a resposta está
dentro delas, que não há consequências
terríveis para os nossos atos.
Não, meus irmãos, se nós dissermos o que
as pessoas querem ouvir, nós
arruinaremos a vida delas.
Sem contar a responsabilidade que temos
diante de Deus, nós temos que dizer o
que as pessoas precisam ouvir, porque é
isso que pode libertá-las.
Nós precisamos de crentes verdadeiros
que creiam em um Deus de verdade, que
levem a sério o fato de que há um céu de
verdade, que há um inferno de verdade
também.
Nós precisamos dizer que as pessoas sem
Deus estão desgraçadamente perdidas e
levá-las a compreender a necessidade do
arrependimento para desfrutarem do
perdão do Senhor.
O nosso coração deve ser controlado por
Cristo
e nós podemos fazer isso em amor. A
nossa vida deve ser dedicada ao Senhor.
E é por isso que aqui é dito que Cristo
deve ser santificado
como Senhor em nosso coração.
Muitas pessoas querem apenas o Cristo
Salvador, mas elas rejeitam o Cristo
Senhor. Ouça bem, ninguém receberá a
salvação de Cristo se não reconhecer o
senhorio dele e diante dele se humilhar.
E ninguém terá argumentos robustos para
usar diante daqueles que estão em
trevas, senão santificar a Cristo como
Senhor em seu coração. A terceira e
última exortação de Pedro é: envergonhem
os difamadores por meio de uma boa
conduta.
Isso é um grande desafio para o crente,
envergonhar aqueles que nos difam
através de uma conduta
decente, digna, que glorifica a Deus.
Porque vejam, irmãos, qual é a
estratégia cristã diante da acusação.
Você recebe uma acusação porque você é
crente. A igreja é acusada de alguma
coisa. Qual é a nossa estratégia?
Não é vingança,
não é manipulação,
não é contra-ataque,
é boa conduta.
Só que tem um detalhe, Pedro, na verdade
fala em boa conduta
em Cristo.
Esse detalhe é muito importante.
Boa conduta em Cristo.
Essa pequena expressão é importantíssima
porque revela que quando estamos falando
do procedimento do cristão, não estamos
falando de moralismo, não estamos
falando de militância, não estamos
falando de autoconhecimento, estamos
falando de Jesus Cristo, porque a nossa
conduta tem a ver com ele.
O evangelho produz uma nova maneira de
agir em consonância com Cristo.
E esse novo estilo de vida envergonha os
que nos difam. A palavra para fiquem
envergonhados significa deixá-los
expostos. É como se você arrancasse a
roupa de alguém
e deixasse aquela pessoa nua diante dos
olhares públicos dos outros.
É isso. Esse é o significado.
Um dos grandes problemas que geralmente
os mentirosos enfrentam é que em algum
momento eles podem ficar expostos,
não é? E isso é extremamente
constrangedor.
Suas intenções vêm à tona, suas maldades
se tornam conhecidas, suas contradições
arruinam qualquer credibilidade ou
reputação que eles tenham.
Pois é, meus irmãos, enquanto nós nos
preocuparmos em honrar a Cristo, os
nossos adversários serão envergonhados.
Mas atenção,
Pedro não está autorizando o cristão a
procurar oportunidades para humilhar
alguém.
E o nosso objetivo maior, afinal de
contas, é conquistar pessoas para o
reino de Cristo e sermos usados como
instrumento para a conversão delas.
Claro,
ainda assim não deixaremos de ter
adversários nesse mundo e não somos
ingênuos. Sabemos que nem todos serão
salvos. Todos, nem todos adotarão a fé
que nós adotamos e muitos continuarão
até o final das suas vidas, blasfemando,
provocando, irritando e lutando contra a
verdade.
Mas nós não precisamos buscar humilhar
ninguém. Veja a vergonha dos insensatos.
acontece porque a realidade do
comportamento cristão contradiz a
acusação feita com o intuito de
prejudicá-lo.
Imaginem alguém dizendo: "Ess crentes
são desonestos
e os cristãos agem com toda
integridade."
Esses cristãos são rebeldes e
insubordinados. E os cristãos agem com
mansidão, com humildade. Esses cristãos
são imorais e os cristãos agem com toda
a pureza. Esses cristãos são uma ameaça
à sociedade e os cristãos abençoam e
servem os seus vizinhos.
Que que vai acontecer?
A acusação
começa a desmoronar
diante da evidência. Ela não se
sustenta.
A vida do cristão se torna uma espécie
de argumento visível, indestrutível.
Pedro não inventou essa estratégia.
Você acha que Pedro tá inventando uma
estratégia nova?
Pedro viu isso em Jesus.
Ele viu isso em Jesus.
Jesus foi acusado de ser pecador, mas
ele revelou santidade. Jesus foi chamado
de blasfemo, mas ele falava só a
verdade. Jesus foi tratado como
criminoso, mas ele era inocente. Jesus
foi levado à cruz, mas não respondeu com
vingança.
Portanto, o cristão vence a acusação não
imitando o seu agressor, mas imitando o
seu Senhor Jesus Cristo.
Se nós respondermos aos de fora,
tratando a todos com a mesma moeda, nos
tornamos semelhantes aos nossos
acusadores. Mas quando respondemos da
maneira como a palavra de Deus ensina,
nos tornamos semelhantes a Cristo.
Inclusive, o que chamamos de boa conduta
não será tão boa assim se não for uma
boa conduta em Cristo.
E essa é uma das maiores forças
apologéticas da igreja. Uma vida
transformada pelo evangelho. Irmãos,
pela graça de Deus, muitas pessoas vão
olhar para nós, vão enxergar Cristo em
nós e vão ter os seus corações
transformados através do nosso
testemunho. Mas estejamos preparados,
porque alguns descrentes vão olhar para
nós e vão ficar ainda mais indignados e
aborrecidos. Esse é o contraste desse
mundo. A santidade e a piedade de um
cristão que ajuda tantas pessoas
incomoda muitas outras nesse mundo
caído. Nós não queremos que ninguém
fique com maus sentimentos em relação a
nós. Pelo contrário, queremos repartir a
nossa esperança, a nossa fé, o nosso
amor, a nossa comunhão, a nossa alegria.
Mas o mero fato de termos Cristo como
Senhor e declararmos isso publicamente e
não nos curvarmos ao que o mundo oferece
como padrão, despertará a ira injusta de
muita gente contra nós.
Nossa resposta vem com oração constante,
pregação da palavra, boa conduta e
testemunho de vida. Nossa recompensa vem
do alto. O desafio que nos está dado é:
envergonhem os difamadores por meio de
uma boa conduta.
Irmãos, Pedro começou falando de
sofrimento,
depois falou do coração,
finalmente falou do comportamento
e tudo está conectado.
Façam o que é justo,
mesmo que isso custe, mesmo que você
sofra.
Santifique a Cristo como Senhor,
oferecendo resposta de esperança a esse
mundo quebrado.
Pratique o que é bom para que as
acusações falsas percam a sua força.
Construir bem envolve um alto custo.
Mas Pedro não está pedindo aos cristãos
que paguem esse custo sozinhos. O
fundamento já foi estabelecido.
Cristo sofreu injustamente por nós.
Cristo carregou os nossos pecados.
Cristo morreu em nosso lugar. Cristo
ressuscitou. Cristo reina. Portanto, a
pergunta não é quanto vai me custar
servir a Cristo. A pergunta é quanto
Cristo vale para mim?
Há decisões, meus irmãos, que nós vamos
tomar como crentes.
Há decisões de fidelidade
que vão parecer caras.
Há momentos em que ser justo parece
desvantajoso.
Há momentos em que responder com
mansidão parece fraqueza.
Há situações em que imitar a Cristo
significa perder a aprovação das
pessoas.
Mas o cristão não está construindo para
impressionar os homens. O cristão está
construindo diante de Deus. Sobre qual
fundamento? Sobre qual fundamento
estamos construindo?
Queridos? Construir bem envolve um alto
custo,
mas nada nesse mundo pode ter mais valor
para nós do que permanecer fiel e
glorificar a Cristo.
O que tivermos que sofrer aqui, aqui
ficará.
A nossa recompensa é o que vai nos
acompanhar para sempre. Vamos orar.
Senhor, nós nada temos do que nos
vangloriar e nesse mundo nada levamos
conosco também.
Às vezes teremos demonstrações muito
claras, evidências de como o Senhor nos
abençoa, de como o Senhor nos supre, de
como o Senhor não nos deixa faltar coisa
alguma.
Nós somos gratos, Senhor. Somos gratos
por tudo isso que o Senhor faz,
sobretudo pelo perdão e pela salvação,
pela vida eterna. pela tua igreja,
mas às vezes nesse mundo seremos
afrontados também, desafiados,
humilhados.
Às vezes nesse mundo sofreremos
prejuízos,
angústias,
aflições,
simplesmente porque servimos ao Senhor,
amamos o Senhor e santificamos a Cristo
em nosso coração. O que queremos te
pedir agora, ó Deus, é que nos ajude
nessas horas.
Seja conosco em nossa fraqueza.
anime o nosso espírito.
Dê-nos alento para que saibamos
responder,
para que as respostas oferecidas sejam
bíblicas,
glorifiquem a Cristo
e manifestem a esperança que nós temos,
a fim de alcançar muitos outros
e, ao mesmo tempo a fim de glorificar ao
Senhor no juízo,
que só ao Senhor cabe estabelecer.
Pedimos isso e nos colocamos aos teus
pés em nome de Jesus. Amém.
Vamos ficar de pé, irmãos. Nós teremos
agora mais um cântico ao Senhor e
enquanto cantamos
todos terão a oportunidade de trazerem
seus dízimos e as suas ofertas.
>> [música]
[música]
>> Achei um bom amigo, Jesus, o Salvador,
dos milhares, [canto][música]
o escolhido para mim.
Ele é a luz do mundo, [música]
o forte mediador que me purifica e
guarda até o fim. [música][canto]
Consolador
amado, o meu próprio e todo
[música][canto] mal, ele pode dar
alivar.
E é a luz do mundo, a estrela [música]
da manhã dos milhares escolhido para
mim.
>> [música]
>> Liv dores [canto] todas as mágoas
entreguei. Ele tem o fim abrigo em
tentação.
Deixei por [música][canto] ele tudo os
ídolos queimi. Ele fez [música][canto]
puro e santo coração.
Que o mundo [música] me abandone [canto]
o tentador, meu Jesus. guarda da vida ao
fim.
Ele é do mundo da estrela da
[música][canto] manhã, dos milhares
escolhi-lo para mim.
Jamais me [música] desampará,
nem me abandonará.
Ser [canto] fiel e obediente a que
viver. [música]
Está sempre ao meu lado e [canto] me
protegerá [música] até quando face a
face [canto] eu possa ver.
[música]
Então, ao seu subindo [canto] agora eu
me verei com Jesus, meu Salvador,
[música] morando em fim.
Ele é a luz do mundo, a estrela da
manhã, dos pilhares escolhido para mim.
[música]
Vamos orar, meus irmãos.
Ó Deus bendito,
tu apenas, tu não és somente o Deus que
adoramos, tu és o nosso amigo.
E esta amizade tem se mostrado ao longo
da história, não apenas conosco, mas com
o teu povo. Ao longo da história de
Israel, ao longo da história em nossa
geração, o Senhor tem se mostrado nosso
amigo.
Por isso, ó Deus, ao trazermos nossas
ofertas e os nossos dízimos,
receba-os como testemunho da nossa
fidelidade e da nossa generosidade.
Não estamos pagando a tua amizade.
Estamos, ó Deus, retribuindo de maneira
imperfeita e limitada aquilo que o
Senhor faz por nós, que é ilimitado e
plenamente perfeito.
Receba, ó Deus, e use estes recursos
para a expansão do teu reino. Abençoe as
mentes que irão administrar esses
recursos para que o façam com fidelidade
e temor a ti. E agora, irmãos, que a
graça do nosso Senhor Jesus Cristo, o
amor de Deus, o Pai e a comunhão bendita
do Espírito Santo repouse sobre cada um
de vós hoje e para todo sempre. Amém.
Podemos assentar, irmãos. Vamos ouvir o
pós-lude. Что?
Meus irmãos, mais um culto encerrado.
Nós temos algumas pessoas que estão
conosco hoje visitando a nossa igreja e
a nossa equipe de recepção de
visitantes. Destaca a presença de alguns
deles. Nós temos a Irani Nóbrega. Onde
está você, Irani? entre nós aqui. Ah,
está aqui à frente. Seja bem-vinda. Deus
abençoe a sua vida.
Temos também a Mari e Biapino. Ela está
com o Artur e o Pedro. Onde estão vocês?
Ah, estão ali. Sejam bem-vindos. Recebam
os cumprimentos da igreja aí ao seu
redor.
Temos também o Pedro Ortega e a Bianca
Barbosa.
Ah, estão aqui. Pedro e Bianca. Sejam
bem-vindos, Pedro e Bianca.
Temos também a Neide Oliveira.
A Está ali, Neide. Seja bem-vinda do seu
lado aí, Vidal.
E temos também o André Oliveira com a
Silvani Oliveira. O Silvani,
onde estão? Ah, estão aqui o André e a
Silvane. Sejam bem-vindos.
Recebam os cumprimentos aí,
irmãos. Ontem nós tivemos a programação
com João Alexandre e foi um sucesso. E
só para que os irmãos saibam, quem não
veio perdeu, mas nós vamos, dado o
sucesso que foi, nós vamos organizar
outras, não com ele, mas esse tipo de
esse formato de atividade causou muito
impacto naqueles até que assistiram
online. Muitas pessoas eh perguntaram,
né, que o que que é isso que está
acontecendo, né? Ah, no sábado existe
isso sempre. Então, foi muito bem
recebido eh pelos de fora. E quem esteve
aqui também foi muito bom. Aí eu percebi
que a transmissão eh encerrou porque eu
achei que tinha encerrado, mas depois
ele ainda cantou, né, um cântico falando
da do Brasil, né, muito oportuno para o
momento em que estamos vivendo. Ah,
então ah, vale a pena, se você não veio,
né, assista eh excepcionalmente a
qualidade do som na live que ficou
gravado. Ficou muito, muito bom, né, os
recortes também das transmissões. Então
você pode assistir depois. E eu
recomendo, vale a pena eh assistir, tá
bom? Alguns avisos
hoje. Então, nós temos as salas
funcionando. Se você que está nos
visitando aqui pela primeira vez, ao
sair dirija-se à porta, né, à sua
direita e ali você tem a várias salas.
Essas que aparecem aí no monitor, eh, a
sala de Bíblia acontece aqui no salão e
as demais salas no segundo andar, o
acesso ali pela porta na direita.
E as crianças, e você tem crianças
conosco, no primeiro andar tem todas as
salas de crianças. Nós concentramos
todas as crianças ali, ah, para que
tenha um acesso mais focado. Se você tem
crianças, ao chegar ali, nós temos
monitores que podem instruir onde você
levar a sua criança conforme a idade de
cada um deles.
Essa é já hoje, não, hoje não é o último
dia, mas domingo que vem já é o último
domingo para ensaiar para aqueles que
irão cantar no hospital do servidor.
Então quem já participa disso sabe do
que se trata, mas se você quiser ainda
ensaiar, ah, procure a Érica ou o
Henrique. Eu tô vendo o Henrique não tá
aqui não. Henrique, eu vi você por aqui.
Você tá aqui, Henrique? Ah, tá aqui.
Levante, Henrique. Ah, esse é o
Henrique. Você pode procurá-lo para se
informações ou detalhes sobre essa
programação, tá bom? Então, teremos um
ensaio hoje e outro no domingo que vem,
sempre após a EBD.
e também a feira de missões se
aproximando. Para quem não sabe o que é
isso, essa é uma oportunidade que a
igreja dá aos seus membros de fazer uma
amostra de como andam as missões ao
redor do mundo e como é que nós, como
igreja de Santo Amaro, participamos
disso, tá bom? Então, será no dia 15, no
dia 22 de agosto às 15 horas aqui na
IPSA. Quem já veio sabe do que se trata
e é uma excelente oportunidade para você
manter-se atualizado aí nesse assunto.
A viagem missionária da Mocidade, eh,
lembrando, é promovida e organizada pela
mocidade, mas por causa da da dinâmica,
eles vão trabalhar com assistência
social, tem várias coisas que não só
jovens podem participar, tá bom? A
igreja de Santo Amaro já investiu aí
para cobrir os custos do do ônibus. Vai
ser fretado um ônibus. A viagem é
próxima aqui é em Itatia. Eu não sei se
é São se ainda é São Paulo ou é já Rio
de Janeiro, mas é na divisa de São Paulo
com Rio.
Uma igreja que é presbiteriana e nós
estamos então atuando ali para
ajudá-los. Então a mocidade conta com a
participação de qualquer membro da
igreja que queira se voluntariar. para
ajudar aí nesse nessa viagem
missionária, tá bom? Procurem eh a
mocidade, eu não sei, a Linda tá aqui
hoje,
tá ali a Linda. Então, procure a Linda e
ela pode te passar mais informações
sobre isso e certamente você será
bem-vindo aí nessa viagem missionária.
E hoje à noite eu continuo, né, falando
sobre o Salmo 63.
Ah, que Deus nos traga aqui novamente
com a graça dele. Tenham todos, irmãos,
uma boa escola dominical.

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