O evangelho confrontado | Gl 2:11–3:4 – Paulo Valle
02/09/2026
O evangelho confrontado | Gl 2:11–3:4 – Paulo Valle
Conferência Gálatas: Rejeite outros evangelhos – Jovens – Brasil – 2026
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Fonte: Ministério Fiel
Legendas automáticas:
Que a graça e a paz de nosso Senhor Jesus permaneçam com todos aqueles que estão em Cristo. Essa, graças a Deus é mais uma manhã que Deus que ele nos concede e com o privilégio, oportunidade de já nas primeiras horas da manhã eh experimentarmos aí a bênção de nos colocarmos diante da palavra do Senhor para considerar ah os ensinamentos de Cristo. Antes, eu gostaria de fazer uma recomendação a vocês de uma literatura que certamente será muito útil. Ah, o mundo ele está em crise e nós devemos admitir que parte dessa crise diz respeito à maneira como nós interpretamos as coisas. Na verdade, a gente pode dizer que vivemos numa época de crise hermenêutica. E quando eu falo de crise hermenêutica, eu não penso exclusivamente no contexto da igreja e da teologia, porque a hermenêutica é uma ciência que extrapola a teologia. Há muitas outras áreas do conhecimento que também tem ali os seus métodos hermenêuticos e basicamente quaisquer que sejam os métodos hermenêuticos das ciências, ah, esses métodos estão afetados e com algum grau de corrupção. Naturalmente, no contexto da fé, no contexto da igreja, no contexto da teologia, isso também ocorre. Nós vivemos e não é de agora e não é algo exclusivo do nosso país, uma crise hermenêutica. Ontem eu disse inclusive que grande parte dos problemas enfrentados pela igreja de dos Gálatas ou as igrejas da Galáia era por causa de malabarismos hermenêuticos praticados por certos intérpretes da lei. Então o problema hermenêutico não é uma coisa nova. Por isso, a gente precisa ah dedicar algum tempo a fazer uma a leitura adequada que nos ajude a interpretar corretamente as escrituras. E eu quero recomendar a obra hermenêutica fiel, introdução a interpretação bíblica de Robert Plummer. Eu não posso dizer que ele é o melhor livro, porque eu não li todos os livros de hermenêutica, mas certamente ele está entre os melhores livros de hermenêutica já publicados. Ah, esse livro ah, está disponível para que, mesmo que você não seja pastor, mesmo que você não seja um seminarista, ah, você possa ler esse material e certamente ele ajudará na compreensão ou na aplicação de métodos adequados para lermos as escrituras. Eu quero deixar aqui esta recomendação. Dr. Plummer esteve agora recentemente aqui no Brasil dando aulas ali no programa de THM de exegés do Novo Testamento no seminário a do Martin Boser. E é um homem profundamente ah capaz, com uma com uma profundidade enorme do ponto de vista do conhecimento doutrinário, do conhecimento teológico e também do conhecimento hermenêutico. Então eu deixo aqui a recomendação, se você puder, Robert Plummer, hermenêutica fiel, introdução a interpretação bíblica como um dos melhores livros que nós temos sobre o tema já publicados em língua portuguesa. E falando de livros, a leitura de bons livros tem a capacidade de nos ajudar a enxergar a vida sob perspectivas diferentes e mais maduras. Bons livros marcam vidas e é bastante natural que à medida em que os lemos comecemos a listar os nossos livros preferidos, aos quais voltamos de tempos em tempos. e nova e novamente nos deleitamos neles. Às vezes esses livros preferidos são lidos por nós três, quatro, cinco ou mais vezes. E se eu desse a vocês a oportunidade, a possibilidade de compartilharem ah, os seus preferidos, ah, certamente poucos de vocês teriam dúvidas de quais seriam eles. E assim como vocês, eu também tenho a minha lista de preferidos. E depois das escrituras, o peregrino de John Ban é o meu predileto. Peregrino é uma daquelas impressionantes [roncando] obras sobre a vida cristã. O percurso deste mundo ao mundo vindouro. Para um leitor cristão, não é difícil se identificar com as circunstâncias experimentadas pelo personagem ou por alguns dos coadjuvantes. E se você está familiarizado com a narrativa de Ban, deve lembrar que cristão, [limpando a garganta] após ficar livre do seu fardo, se depara com dois estranhos companheiros chamados formalista e hipocrisia. Eles não são pessoas submissas ao evangelho. Ao contrário, buscam para si meios de serem aceitos por Deus, preferindo os atalhos, preferindo pular o muro, o que era um antigo hábito de seus conterrâneos. E isso em relação ou em detrimento a entrarem pela porta estreita. Esses dois representantes, ah, de alguma maneira agem motivados pela vanglória. Eles são regras para si mesmos. Eles representam aquelas pessoas que jamais se conformam ao evangelho de Cristo. E são pessoas que nutrem certa repulsa pela doutrina, por exemplo, da justificação pela fé somente, a doutrina que se baseia na própria justiça de Cristo. [limpando a garganta] São pessoas que se satisfazem consigo mesmas, [roncando] com a sua forma de piedade. jamais avaliando ou contrastando as suas vidas à luz do evangelho. São pessoas que entram sozinhas sem as instruções do Senhor no caminho e sairão sozinhas sem as misericórdias do Senhor. Tá pessoas sempre existiram e por isso nós precisamos ser cautelosos e dotados de uma santa desconfiança em relação, por exemplo, ao que nós queremos. Esse é um dever de todos nós. O texto que vamos considerar nesta manhã é o de Gálatas, capítulo 2, a partir do verso 11. E o apóstolo Paulo, nesse texto lida com essas questões que de alguma maneira são narradas por Bannian na sua obra peregrino. Esse texto, meus irmãos, ele faz a transição entre duas grandes sessões da carta, sendo a primeira sessão narrativa, do capítulo 1, verso 13 ao capítulo 2, verso 14. E a segunda, uma sessão argumentativa que se estende do 215 ao 431. E por que que é importante ressaltar esse aspecto? Porque é justamente nessa transição que Paulo apresenta as razões para o conflito com Pedro e Barnabé. E ao mesmo tempo de onde deriva a sua necessidade de instruir aquelas igrejas sobre a justificação pela fé. somente pela fé em Cristo, em oposição a doutrina da justificação, mediante a observância das obras da lei, conforme o ensino de membros de uma facção religiosa sediada em Jerusalém e que se expandia para outras regiões. Esses falsos mestres haviam chegado à região de modo a perturbar os Gálatas, que em tão pouco tempo e sem quaisquer critérios aderiram ao falso ensino. E ao tomar conhecimento dessa nova condição dos Gálatas, daqueles crentes, Paulo, que lhes havia anunciado o evangelho, a mensagem do verdadeiro evangelho, ficou bastante perplexo e passou fazer a fazer oposição ao falso evangelho, ao que ele chamou de o outro evangelho, ou seja, um evangelho de natureza diferente, um evangelho cheio de sedutoras insinuações, uma mensagem que distorcia a verdade e produzia comportamentos repreensíveis. E meus irmãos, não pode ser diferente, pois o evangelho falso não possui a capacidade de gerar bons frutos. Somente o verdadeiro evangelho é capaz de gerar bons frutos. Gálatas, portanto, é uma obra que demonstra ser ah possível o falso evangelho transitar entre nós, o falso evangelho, transitar na igreja e com alguma facilidade receber a adesão das pessoas. E não pensem que isso não acontece conosco. Se estivermos conscientes disso, nos convenceremos da necessidade de desenvolvermos certo grau de desconfiança em relação à mensagem que recebemos. E não me refiro à aquela desconfiança pecaminosa que ignora as escrituras. As escrituras que regulam ou devem regular a nossa maneira de pensar e a nossa forma de viver. mas do tipo de desconfiança que se assemelha ao comportamento daqueles que interessados na verdade buscam nas escrituras o seu fundamento e procuram viver o evangelho de Cristo. E a pergunta é: no que consiste a essência do evangelho de Cristo? No que constitui a essência do evangelho pregado pelo apóstolo Paulo, por exemplo, por Cristo, pelos demais apóstolos, conforme o texto que leremos a instantes. Sua essência está na doutrina da justificação pela fé. Por toda a carta, a preocupação do apóstolo Paulo é lidar com essa grande verdade, convencendo seus leitores a reajustarem suas crenças e seus comportamentos à luz do verdadeiro evangelho, ao mesmo tempo que ele se opõe às obras da lei como meio de salvação. E posicionando-se dessa maneira, Paulo confronta aos falsos mestres que afirmavam que os gentios só podem ser salvos se observarem as obras da lei. Paulo declara a impossibilidade disso acontecer, visto que nenhum homem é justificado mediante as obras da lei. E ao argumentar em favor da justificação, mediante a fé, com base na justiça de Cristo, Paulo também vai demonstrar que essa doutrina não é uma doutrina meramente teórica, de caráter apenas cognitivo, que pode ser aprendida mediante a leitura de bons livros. É certo que ela é cognitiva, é certo que ela também é teórica, mas ela não se restringe a isso. A justificação mediante a fé imprime marcas naqueles que foram justificados. A passagem ensina que, embora seja necessário saber que a doutrina da justificação pela fé confirma, afirma e assegura o perdão dos pecados, ao mesmo tempo que a aceitação divina com base na justiça de Cristo, é ainda mais necessário a nós encontrar as evidências dessa verdade em nós, porque ela é uma doutrina com desdobramentos práticos, desdobramentos que se acham no dia a dia de todos que foram alcançados por essa graça, que foram salvos mediante a fé. A justificação não é algo, portanto, estéril, mas algo que produz frutos na vida daqueles que pela fé foram perdoados e aceitos por Deus com base na justiça de Cristo. Nós vamos ler agora o texto. Não me preocuparei em ler todo o texto inicialmente, mas ler as partes que serão expostas imediatamente até que ao final teremos feito toda a leitura de Gálatas 2:11 ao capítulo 3, verso 5. Vamos, meus irmãos, passar então à leitura e considerar, por exemplo, a as atitudes repreensíveis de Pedro e Barnabé, conforme o capítulo 2, versos de 11 a 14. Vamos considerar a proposição que Paulo faz em relação à doutrina da justificação pela fé, do versículo 15 ao versículo 21. E finalmente vamos considerar os apelos que Paulo fez para que os Gálatas reconsiderassem seus caminhos, para que eles reconsiderassem as suas decisões e até mesmo a deserção sobre a qual o pastor Hélder mencionou aqui ontem à noite. Então, dessa maneira, consideremos, em primeiro lugar o conflito que ocorre em Antioquia. Acompanhe comigo a leitura do capítulo 2, do verso 11 ao verso 14. Palavra do Senhor nos diz: "Quando, porém, Cefas veio à Antioquia, resisti-lhe face a face, porque se tornara repreensível." Com efeito, antes de chegarem alguns da parte de Tiago, comia com gentios. Quando, porém, chegaram, afastou-se e por fim veio a apartar-se, temendo os da circuncisão. E também os demais judeus dissimularam com ele, a ponto de o próprio Barnabé ter se deixado levar pela dissimulação deles. Quando, porém, vi que não procediam corretamente segundo a verdade do Evangelho, disse a Cefas na presença de todos: "Se sendo tu judeu, vives como gentil e não como judeu, por que obrigas os gentios a viverem como judeus?" Esse episódio claramente demonstra que as pessoas, mesmo na condição de líderes cristãos importantes, como Pedro, podem ser inconsistentes em certas circunstâncias. Isso não é uma justificativa para que sejamos inconsistentes, você entende? Mas um fato, uma realidade que ocorreu com Pedro ao lado de Tiago e João, Pedro havia estendido a Paulo e Barnabé à destra da comunhão. Eles reconheciam o ministério de Paulo e também de Barnabé. E ao estenderem a destra da comunhão para esses irmãos, eles estavam de certo modo ah legitimando e autorizando que fossem aos gentios e lhes pregassem o evangelho. Pedro não tinha dúvidas sobre a necessidade de que o evangelho ah fosse pregado aos gentios para que mediante a fé recebessem o perdão do dos pecados e se e se tornassem aceitos ou fossem aceitos por Deus com base na justiça de Cristo. Lembrem-se que esse mesmo Pedro receberam uma visão consistente da parte do Senhor para que fosse à casa de um comandante romano chamado Cornélio, um gentio, para lhe pregar o evangelho. Capítulo 10 de Atos fala sobre isso. Pedro não apenas entrou na casa de um gentio, como se assentou à mesa de um gentio para partilhar o pão e foi inclusive acusado por isso, sendo judeu, ter parte com gentios e pior, assentar-se à mesa com gentios. Mas Pedro não retrocedeu naquela ocasião. E além disso, Pedro participara do concílio de Jerusalém. quando os apóstolos e presbíteros se reuniram para examinar exatamente essas questões relativas à recepção dos gentios no contexto da igreja, a igreja de Cristo, que a essa altura era formada predominantemente por judeus, mas já tinha ali a presença de alguns poucos gentios. Pedro, portanto, estava persuadido de que em Cristo uma nova circunstância é estabelecida. E uma dessas circunstâncias é exatamente a inclusão dos gentios na comunidade da fé. De maneira que essa experiência de Pedro ou essas experiências de Pedro teriam flexibilizado essas questões relativas ao comportamento de judeus e gentios juntos, ao ponto de poderem partilhar a mesa, de comerem um pão juntos. Mas apesar disso, Pedro não foi correto. No episódio de Antioquia, Pedro não foi correto. E o texto diz que de maneira reincidente, inconsistente e dissimulada, Pedro influencia outras pessoas, incluindo o próprio Barnabé, líder na igreja. de nosso Senhor Jesus Cristo. Digo de maneira reincidente porque o texto, embora não fique tão claro, talvez em nossas versões, traz-nos a ideia quando afirma a que ele ah recuava ou que ele ah se afastava. verso 12, afastou-se por fim e veio apartar-se da ideia de que isso teria ocorrido apenas uma vez, mas a construção do texto usa a ideia aqui do imperfeito que a gente pode aplicar inclusive na nossa própria língua, que dava uma ideia de reincidência. Pedro não fez isso apenas uma vez. Não foi apenas em um momento que ele simplesmente viu, no caso Paulo viu Pedro fazendo isso. Parece que era um comportamento que Pedro estava demonstrando. E Paulo está ali de longe, talvez encostado numa pilastra e olhando aquele comportamento e pensando, mas que sujeito. Olha de novo, de novo. Reincidência. pecado reincidente. E diz o texto que Pedro muda o comportamento exatamente quando chegam alguns da parte de Tiago. E aqui a gente precisa ser justo com o Thiago para não colocar sobre ele uma culpa que não lhe pertence. Porque quando a gente pensa alguns da parte de Tiago, nós temos a tendência de pensar que eles apenas estavam replicando o que Tiago pensava, porque se são da parte de Tiago é isso que pode significar o texto. Mas não é o caso. Tiago não tinha a percepção que Pedro está tendo aqui. Quando diz o texto que era da parte de Tiago, porque de fato naquele momento Tiago era o líder da igreja de Jerusalém. E obviamente as pessoas que estavam saindo de Jerusalém, indo para Antioquia, de alguma maneira pertencia a um núcleo de Tiago. Mas isso não significa que Tiago chancelasse esse ensino, até porque também esse Thago presidiu o concílio de Jerusalém e é ele quem dá a palavra final sobre como os gentios deveriam ser recebidos. Texto não atribui culpa. portanto, a Tiago, mas apenas é uma linguagem para demonstrar que esses eram aqueles que haviam descido de Jerusalém para Antioquia, ah, saindo, portanto, de Jerusalém. Então eu fico imaginando exatamente algo desse tipo. Pedro reincidente pecando pela maneira ou ou pela chegada do G de Tiago no contexto em que eles estavam ali participando. E o texto diz que Pedro estava temendo ou mudou o comportamento por medo. tremendos da circuncisão, daqueles que tentavam impor sobre os gentios algo que a própria lei não impunha sobre os gentios e nem imporia sobre os gentios. Ele começa a se afastar, mas Paulo está ali, percebe e de maneira dramática corrige Pedro publicamente pelo desvio cometido. Eu fico imaginando algo do tipo hoje, será que Pedro seria encorajado a mover uma ação contra Paulo? Talvez. Fato é que muitos de nós teríamos uma enorme dificuldade para lidar com as atitudes semelhantes às de Paulo, não é verdade? Para alguns faltaria amor, para outros teria sido praticado o crime de exposição pública, danos morais. Mas meus irmãos, nós precisamos ser honestos quando o assunto é o evangelho. E aqui cabe uma consideração. A verdade do evangelho estava em jogo. De modo que nem Pedro, nem Paulo, nem Barnabé, nem quaisquer outros apóstolos ou presbíteros eram os protagonistas desse conflito. Mas o evangelho, o mais importante é o evangelho. E o evangelho estava em jogo por um mau comportamento de um líder influente que foi capaz de dissimular ao ponto de que outro líder influente caísse no mesmo pecado. Se atitudes inconsistentes e repreensíveis das pessoas mancham a mensagem do evangelho, nenhuma postura de frostidão é capível, meus irmãos. E às vezes será exigido certo rigor. E foi o que Paulo fez. Mas o texto segue. E a partir dessa narrativa, Paulo entra naquela parte que pode ser chamada argumentativa. Ele encerra a parte narrativa e entra na parte argumentativa. E versos 15 a 21, ele faz uma proposição importante que diz assim ou que está dito assim. Verso 15. Nós judeus por natureza e não pecadores dentre os gentios, sabendo contudo que o homem não é justificado por obras da lei e sim mediante a fé em Cristo Jesus. Também temos crido em Cristo Jesus para que fôssemos justificados pela fé em Cristo e não por obras da lei. Pois por obras da lei ninguém será justificado. Mas se procurando ser justificados em Cristo fomos nós mesmos achados também pecadores, dar-se ao caso de Cristo ser ministro do pecado é certo que não. Porque se torno a edificar aquilo que destruí, a mim mesmo me constituo transgressor. Porque eu, mediante a própria lei, morri para a lei a fim de viver para Deus. Estou crucificado com Cristo. Logo, já não sou eu quem vive, mas Cristo vive em mim. E esse viver que agora tenho na carne, vivo pela fé no filho de Deus, que me amou e a si mesmo se entregou por mim. Não anulo a graça de Deus. Pois se a justiça é mediante a lei, segue-se que morreu Cristo em vão. Meus irmãos, diante de um comportamento que fere a essência do evangelho, o apóstolo Paulo faz o que deve ser feito. Ele não apenas o repreende, mas argumenta junto aos presentes em favor da justificação pela fé em Cristo. E utiliza-se do episódio Antioquia para argumentar junto aos leitores Gálatas sobre o modo como uma pessoa, seja ela judia ou mesmo gentia, é perdoada e aceita por Deus com base na fé em Cristo. Em seu argumento, Paulo demonstra que a atitude de Pedro não era em nada distinta da atitude de um gentil pecador. Paulo compara a atitude de Pedro a de um gentil. E nisso estava a inconsistência de Pedro. Nisso estava a dissimulação de Pedro. De que serviria no serviria no caso de Pedro e Barnabé serem judeus comportando-se como gentios? Não tinha valor nenhum, não tinha importância alguma. E Paulo, para argumentar sobre esse problema junto aos Gálatas, ele faz uso de oposições, algo sobre o qual mencionei ontem aqui à tarde na pré-conferência. Paulo serve-se de categorias antitéticas ou de oposições. E essa era uma das suas principais categorias, uma a ou categorias amplamente usadas por ele em suas obras. Se você desejar fazer uma leitura das obras de Paulo, servindo-se das categorias de oposição e de antíteses, você fará uma boa leitura, porque é uma ótima ferramenta para compreender o pensamento de Paulo. E como mencionado anteriormente, se você deseja compreender Gálatas, não ignore as oposições, não ignore as antíteses, elas são importantes. A mensagem de Paulo anunciava que o perdão dos pecados é obtido com base na justiça de Cristo apenas mediante a fé. Entretanto, aquela gente da facção, da circuncisão lá de Jerusalém, aquela gente anunciava uma justiça obtida pela observância das obras da lei, que espero já ter ficado claro que no caso de Gálatas, principalmente diziam respeito a três emblemas nacionais de Israel: circuncisão, leis dietéticas e guarda do sábado e das festas como meios de salvação. Mas Paulo afirma categoricamente, um homem não é justificado a partir das obras da lei, senão por meio da fé em Jesus Cristo, pois por obras da lei ninguém será justificado. Ninguém será justificado. E aqui é um ponto importante ah sobre a maneira como nós temos que lidar com essas questões. Porque alguém pode dizer: "Então, pastor Paulo foi extremamente coerente, incoerente, porque a certa altura do seu ministério ele circuncidou Timóteo. Não seria uma incoerência, já que a circuncisão é uma das obras da lei? E agora, tendo Timóteo em sua companhia, ele o circuncida para a obra do ministério? Não, não é uma incoerência. E explico porquê. Paulo era judeu e ele carregava consigo as marcas do judaísmo sobre uma nova perspectiva, sobre uma nova ordem, sobre um novo pensamento. Não a nova perspectiva paulina, não, mas uma perspectiva diferente, porque lembra que ao encontrar-se com Jesus no caminho de Damasco, ele foi para a Arábia, lembra? Ontem à noite isso foi tratado. O que que Paulo foi fazer na Arábia? Certamente ele precisou reconfigurar a sua maneira de ler o Antigo Testamento, porque agora o Messias se revelou. O o Messias é real. Então ele precisa reler as escrituras a partir da revelação do Messias que ele apareceu. Ele continua sendo um judeu. E um judeu com seu as suas emblemas. Por exemplo, ele vai para Sencreia e raspa a cabeça. Ele circuncida Timóteo. E por que circuncida a Timóteo? Porque Timóteo tinha uma ascendência judaica. E Timóteo agora será seu companheiro na pregação do evangelho. Como um outro judeu ouviria o incircunciso? Não ouviria? Então, Paulo circuncida Timóteo por causa do Evangelho, mas não foi uma circuncisão para a salvação de Timóteo, mas para que pessoas dessem ouvidos ao que Timóteo viesse a pregar. Agora, a prova disso está no fato de que ele não circuncida Tito. Por quê? Porque Tito é um gentil. Esse emblema não deve ser posto sobre os gentios. Então não há incoerência da parte de Paulo. Mas Paulo está confrontando a ideia de pegar essas coisas e transformá-las como meio de salvação e impor essas questões aos gentios. Aos gentios. Paulo então passa a considerar a relação dessas verdades com o próprio com a própria lei e de certo modo com essas obras da lei. E algo importante com o qual precisamos lidar e imagino tem sido de alguma maneira mal compreendido. A confusão entre lei e obras da lei não são as mesmas coisas. Lei e obras da lei não são as mesmas coisas. A lei foi algo que Deus deu ao povo de Israel por intermédio de Moisés. As obras da lei eram malabarismos hermenêuticos praticados pelos intérpretes da lei, em que o próprio Deus não havia ensinado, mas eles haviam criado esses subterfúgios para a admissão de gentios na igreja. Então são duas coisas completamente diferentes. E esses termos ah apontam para o fato de que a lei tem um papel extremamente importante, porque a lei é o elemento que nos leva a Cristo, que nos conduz a Cristo. A lei traz a má notícia para que em seguida nós ouçamos a boa notícia que é o evangelho. A lei é como uma pedagoga que nos toma pela mão e nos leva ao mestre. nos leva a Cristo. Essa é a ideia que Paulo vai desenvolver posteriormente aqui em Gálatas. E é a lei que determina o que é pecado, porque pecado é transgressão. Você só pode transgredir uma lei. Pecado é transgressão da lei. Então, a lei tem propósito e continua tendo propósito e continua tendo valor para nos levar a Cristo. Mas a lei não tem poder para salvar, ela tem poder para condenar. Por outro lado, as obras da lei eram resultados desses malabarismos interpretativos dos mestres da lei, que haviam transformado alguns sinais visíveis da aliança de Deus com o seu povo em meio de salvação. [limpando a garganta] Esses sinais como ditos, circuncisão, leis diatéticas, guarda do sábado ou dias festivos, em certa medida, foi o que causou todo toda a dificuldade enfrentada pelos Gálatas. Quando Pedro se afasta dos gentios e Paulo o condena por isso, ele o faz leis dietéticas. Ele estava comendo com gentios. E um judeu digno do nome, segundo esses intérpretes, esses malabarismos ah interpretativos, [roncando] sequer deveria entrar na casa de um genti. Pior ainda, comer com genti. Pedro estava comendo com crentes gentios. Com crentes gentios. O que era um trage para muitos judeus. O falso evangelho pregado pelos judaisantes afirmava, portanto, que para ser salvo, o gentilho precisa se submeter às obras da lei. E o comportamento de Pedro e Barnabé, de alguma maneira, corroboravam isso. Por isso Paulo os repreende. Paulo afirma: "Por meio da lei morri para lei". E ele não diz que a lei morreu, mas que nós morremos por meio da lei para a lei. A lei cumpriu o seu propósito, isto é, conduzir-nos a Cristo. Capítulo 3,24 de Gálatas, fala-nos isso. E faz isso para nos levar à presença de Deus e vivermos para Deus. Estar crucificado com Cristo significa que a lei não mais tem poder para condenar. Aqueles que foram crucificados com Cristo não estão mais sob a condenação da lei, visto que Cristo nos resgatou da maldição da lei. Portanto, não é nós, mas a vida de Cristo em nós. A lei não tem capacidade para salvar, mas Cristo sim. As obras da lei não podem justificar, mas Cristo mediante a fé. Sim, essa é a vida pela fé no filho de Deus que nos amou e se entregou por nós. Essa é a proposição do apóstolo Paulo. Essa é a defesa do apóstolo Paulo. Nenhum homem pode ser justificado pela observância das obras da lei. O que Paulo está dizendo? é que os nossos malabarismos, as nossas interpretações, a nossa performance pessoal não tem em si a capacidade de nos salvar, mas Cristo tem. Não apenas tem, ele salva. Por fim, Paulo faz alguns apelos no início do capítulo 3. Acompanhe comigo a leitura a partir do verso 1. Ó Gálatas insensatos, quem vos fascinou a vós outros, ante cujos olhos foi Jesus Cristo exposto como crucificado? Quero apenas saber isso de vós. Recebestes o Espírito pelas obras da lei ou pela pregação da fé? São perguntas retóricas. A resposta é óbvia. Verso 3. Sois assim insensatos, que tendo começado no espírito, estejais agora vos aperfeiçoando na carne. Lembra as oposições, carne e espírito. Terá sido em vão que tantas coisas sofrestes se na verdade foram em vão. Paulo faz alusão às hostilidades sofridas quando eles receberam o evangelho. Tá lá narrado em Atos. Aquele, pois, que vos concede o espírito que opera milagres entre vós, porventura o faz pelas obras da lei ou pela pregação da fé. Paulo faz apelos mediante inúmeras perguntas e todas elas retóricas, onde as respostas são óbvias. Pela fé, obtemos o perdão dos pecados com base na justiça do próprio Cristo. Isso é o que significa ser justificado. Essa obra é realizada por Deus em nós e produz desdobramentos maravilhosos nas vidas daqueles que foram salvos pela graça de Jesus. E dentre esses desdobramentos, há um que o apóstolo Paulo ressalta mediante algumas perguntas ou mediante essas perguntas retóricas relativas à nossa experiência com Deus Filho Cristo, verso 1, com Deus e o espírito, versos 2 a 4 e com o pai no verso 5. Não sei se você observou, mas esses cinco versículos eles têm uma estrutura trinitária. O verso um fala-nos de Cristo, os versos de dois a quatro do espírito e o verso cinco do pai, daquele que concede o espírito. Uma experiência, portanto, trinitária. Se a justificação pela fé nos leva a uma experiência trinitária no sentido da nossa relação com o Pai, com o Filho e com o Espírito Santo, então nós precisamos admitir que a justificação pela fé não é uma doutrina estéril, mas algo que nos leva a uma profunda relação com Deus. Inicialmente, Paulo perplexo, apela para a mensagem de Cristo ou do Cristo crucificado, algo para o qual pareciam estar enfeitiçados a ponto de não enxergarem. E é bem interessante porque Paulo diz: "Quem vos fascinou?" Na verdade, fascinar aqui pode ser traduzido como enfeitiçar. Quem vos enfeitiçou? enfeçou ao ponto de não enxergarem o óbvio. Havia em seus corações, irmãos, uma atitude errada em relação ao evangelho de Cristo. Ao darem ouvidos a um evangelho distinto do que Paulo lhes pregara, demonstravam com isso falta de discernimento espiritual e coerência doutrinária. O comportamento deles se assemelhava ao de Pedro. eram inconsistentes, dissimulados, tornando-se tolos e enfeitiçados, caindo em artifícios malignos. abandonaram a mensagem que lhes expôs o próprio Cristo crucificado em favor de algo contraditório, mentiroso, sem fundamento. E em seguida Paulo apela para a maneira como havia recebido, como haviam recebido o Espírito Santo. Teriam sido selados pela observância das obras da lei ou pela audição da fé? Paulo sabia que a resposta dada por eles seria pela audição da fé. Eles eram testemunhas disso. Por isso, chamandoos de insensatos, lhes pergunta se estavam dispostos agora a acabar na carne, já que começaram pelo espírito. E quanto aos sofrimentos, teriam sofrido em vão. Paulo lembra o modo como o evangelho chegou até eles. Se você pegar as narrativas a partir do capítulo 13 até o capítulo 18, que engloba as três viagens de Paulo, você vai perceber que Paulo em três ocasiões esteve na Galácia, visitando predominantemente as cidades de Cônio, Listra e Derbi, onde aparentemente foram plantadas três igrejas, uma em cada cidade. E como é que esses irmãos receberam a mensagem? debaixo de muita hostilidade, de muita dor e de muito sofrimento. Paulo então pergunta: "Os sofrimentos foram em vão? Teriam sofrido em vão?" E com isso lhes perguntava sobre o modo como o evangelho lhes havia sido pregado. E finalmente Paulo apela paraa pessoa do Pai que não apenas lhes deu seu espírito, mas também realizou milagres entre eles. Os Gálatas viram milagres da parte do Senhor. É certo que milagres não mantém ninguém sério na fé ou firme na fé. Porque se milagres tivessem a capacidade de manter as pessoas firmes da fé, o povo mais firme seria Israel, que durante 40 anos experimentou os milagres mais extraordinários. Milagre não mantém ninguém de pé, mas é testemunho. Milagre é testemunho da ação poderosa de Deus acompanhando a sua própria palavra. É a palavra e o espírito operando. Milagres tem os seus lugares para a glória de Deus e ele os faz. Mas eles não são os elementos mais importantes em toda essa história. Milagres acompanham as a palavra. Milagres são apenas acessórios à palavra e ao testemunho da palavra. Mas os Gálatas testemunharam milagres da parte de Deus em loco. Todos esses apelos deveriam servir como evidências irrefutáveis de que uma pessoa é justificada pela fé e não pelas obras da lei. visto que os gálatas se tornaram cristãos ao crerem no evangelho, seria o cúmulo da insensatez se agora se voltassem as obras da lei e trocassem as bênçãos do Espírito pelas obras da carne, desertando da verdade. Os apelos de Paulo eram apelos persuasivos para que caíssem em si e voltassem para o caminho. Algumas aplicações que eu gostaria de fazer para a nossa consideração. Primeira delas é que o comportamento de Pedro demonstra que mesmo os mais experientes cristãos, mesmo líderes proeminentes, correm o risco de agir de maneira inconsistente e fingida. Ninguém está blindado ao ponto de não incorrer nesse erro. Por essa razão, meus irmãos, é necessário que conheçamos o evangelho de Cristo. É necessário nos debruçarmos sobre o evangelho de Cristo. É necessário que nos apropriemos, não apenas conceitualmente, mas na prática do evangelho de Cristo. Somente isso nos dará as condições para não nos deixarmos levar, como foi o caso de Barnabé. E aqui vem a primeira aplicação. Dediquem-se ao conhecimento da verdade e não se contentem com nada menos que a verdade. A vida que honra a Deus, meus queridos irmãos, passa por isso. Conhecer a Deus e conhecer a sua palavra. Devemos nos dedicar a isso. A palavra de Deus é profunda, disse um puritano antigo. As nossas mentes são rasas. Uma vida inteira dedicada à palavra não será suficiente para chegar às mais nos mais profundos lugares das Escrituras. Por isso, a gente não pode perder tempo. A gente precisa buscar a verdade, amar a verdade para não cairmos em contos. em fábulas, em mentiras travestidas de evangelho. Segundo, ninguém pode ser aceito por Deus com base em sua justiça própria, por exemplo, mediante a observação ou observância de ritos, de tradições ou coisas semelhantes. Pensar e agir como se isso fosse possível é uma ofensa aquele que entregou-se a si mesmo pelos nossos pecados para nos desarraigar deste mundo perverso, segundo a vontade de nosso Deus e Pai. Uma pessoa somente pode ser justificada, isto é, perdoada e aceita na presença de Deus mediante a fé em Cristo, nosso Senhor. Portanto, certifiquem-se de que a sua confiança está plenamente posta no perfeito Salvador e não nas convicções religiosas do seu enganoso coração. Certifiquem-se de que sua confiança está plenamente posta no perfeito Salvador e não nas convicções religiosas do seu enganoso oração. Terceira e última aplicação. A doutrina da justificação pela fé é uma doutrina fundamental para a manutenção da ordem e do bem-estar da igreja de Jesus. Acerca dela foi dito que é a doutrina pela qual uma igreja fica de pé ou cai. Nós precisamos conhecê-la e crer nela, mas não podemos cometer o equívoco de pensar que ela seja doutrina estéril. Na verdade, a aplicação da justiça de Cristo naquele que crê produzirá frutos dignos do evangelho. Portanto, certifiquem-se de encontrar em suas vidas evidências da obra da graça no seu coração. Desenvolva uma santa desconfiança sobre a relação de sua vida e o evangelho de nosso Senhor. E faça isso antes que seja tarde, porque aqui está questão de vida ou de morte. Você entende porque Paulo foi duro com Pedro? Porque o que estava em jogo era o evangelho e o mau comportamento de Pedro e Barnabé. Aliás, o mau comportamento de Pedro influenciou Barnabé, que por sua vez influenciaram outros tantos. Olha que coisa absurda. Comportamento. Devemos ser cautelosos com relação aos nossos comportamentos para não negarmos a fé. Comecei com peregrino e vou terminar com peregrino. O peregrino de Banan precisou lidar com dois viajantes, como disse no início, inconsistentes e repreensíveis, chamados formalista e hipocrisia, que de fato não eram os melhores companheiros para alguém que deseja viver a vida do evangelho e consequentemente chegar à cidade celestial. Mas ao final do capítulo, um diálogo se mostra revelador e de alguma maneira lança alguma luz sobre o que nós acabamos de considerar, sobre o que Paulo fala no capítulo 2, verso 11 em diante. Ao serem questionados sobre o antigo costume de pular muros e buscar atalhos, ambos deram a cristão, e esse era o nome do peregrino, uma resposta assustadora e prepotente. Eles disseram: "O povo do nosso país considera e com razão que é preciso fazer um grande rodeio para chegar à porta e sabe que é mais fácil saltar o muro." É verdade que procedendo deste modo, transgridem a vontade revelada do Senhor, mas estão nesse costume há mais de 1000 anos e bem sabem que o costume faz a lei. Não pode haver dúvidas de que se essa questão for levada ao tribunal, um juiz imparcial estará a nosso favor. Além disso, observem, o que importa é entrar no caminho. Por onde se entra é o de menos. Vocês entraram pela porta, nós pulamos o muro. O certo é que todos estamos no caminho e não vejo vantagem em vocês. Você percebe, meus irmãos? Essa não pode ser exatamente a nossa experiência comunitária hoje. Não é possível exatamente que pessoas no contexto da igreja de Jesus tenham pulado muro e não entrado pela porta. É plausível pensar nessa hipótese? Será que isso é possível? Eu sei que essas perguntas são retóricas, porque você também sabe a resposta. Mas que Deus nos livre para que nós não sejamos os que pulam muro, mas que entram pela porta, que amam a Jesus e que vivem paraa sua glória. Vamos orar. Ó Deus, se o Senhor não estiver conosco, nós certamente sucumbiremos. Se o Senhor não estiver conosco, nos abençoando, guardando, nós não perseveraremos. Se dependermos de nós mesmos, nós estamos perdidos. Mas graças, ó Deus, a ti por Jesus Cristo, teu filho, nosso salvador, que assumiu a nossa culpa, que pagou o preço dos nossos pecados, que nos fez chegar a bendita palavra. De modo que os nossos olhos foram abertos para ver a beleza de Cristo e o nosso próprio estado. E diante dessa exposição nos arrependermos e crermos, obtendo o perdão de pecados e a justiça de Cristo. Senhor, eu rogo que o Senhor nos abençoe, nos ajude para que sejamos mantidos firmes, fiéis e leais diante de ti, vivendo, ó Deus, uma fé produtiva que glorifica o Senhor. Pedimos, ó Deus, que o Senhor nos fortaleça e encoragem, que nossos olhos sejam capazes de vislumbrar as grandezas, as virtudes daquele que nos chamou das trevas paraa luz e vivermos, ó Deus, de maneira santa diante de ti. Nós também rogamos, ó Deus, que o Senhor abra os olhos daqueles que trilham o caminho do engano e que por misericórdia a tua graça os alcance e eles confessem a Cristo. Eles amem a Jesus, eles amem a tua palavra, amem o evangelho. Obrigado por esse tempo, Senhor. E obrigado pela tua santa palavra. Sejamos mantidos nela até o dia de Cristo Jesus. Em nome de quem oramos. Amém.