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A fé vem pelo ouvir

Por que a BÍBLIA INCOMODA tanto?

Por que a BÍBLIA INCOMODA tanto?

Por que a BÍBLIA INCOMODA tanto?

Neste vídeo, analiso por que a Bíblia gera reações tão intensas: do amor profundo à rejeição apaixonada, em contraste com simples obras de ficção. Entenda a diferença crucial entre a fé racional e a credulidade, e descubra como a honestidade intelectual, apoiada pelos métodos e limites da arqueologia, desafia tanto o dogmatismo cego quanto o ceticismo radical. Veja o vídeo completo no link!

Meu nome é Rodrigo Silva, sou cristão e casado com a Laura. Aqui eu compartilho um pouco das histórias da minha vida dedicada à Bíblia Sagrada, Estudo Bíblico e a Arqueologia. Desde tenra idade, fui fascinado pelo passado e pelas histórias que os artefatos e ruínas antigas podem contar. Minha jornada na arqueologia tem sido repleta de aventuras, descobertas emocionantes e uma profunda conexão com o passado. A cada escavação, a cada artefato encontrado, sinto-me mais grato por ter escolhido seguir essa paixão. Agradeço por me acompanhar nesta viagem!

Legendas automáticas:

Se a Bíblia é um livro tão ridículo,
como muitos militantes colocam, por que
que ela incomoda tanto?
>> Eu nunca vi ninguém incomodado com com a
história do Tio Patinhas.
>> É, ué. Eu nunca vi ninguém fazer um
complô para acabar com a história do Tio
Patinhas. Se ela é um livro tão
ridículo, qual o problema? Mas pode
olhar que a Bíblia, ela atrai, quando as
pessoas encontram, [música]
eh, geralmente dois comportamentos: ou
de amor, ou ódio. A não ser como você
faz assim: "Olha, eu não conheço muito a
Bíblia". Você já falou isso comigo.
>> É, eu nunca li a Bíblia, não.
>> assim, abrindo o o jogo e para ser muito
transparente em todas as áreas, eu vou
falar o problema da fé, o problema da
descrença. Eu não posso ter uma fé que
me leve a ver o que eu quero. Sabe
aquele provérbio que diz: "Para quem
acredita, assombração [música] aparece"?
Eh, eu digo que tem uma diferença entre
ser crente e ser crédulo. Tá certo? O
Machado de Assis, ele tinha um
personagem no Quincas Borba, que era o
Rubião, que ele [música] descrevia:
"Rubião, o sujeito mais crédulo do que
crente". Então, existe uma diferença
entre fé e crendice. Eu tenho que
trabalhar com métodos científicos e como
esse artigo que eu publiquei, eu tenho
que ser honesto. Se eu falar com você:
"Eu provei que Daniel adentrou na boca
do Nabucodonosor", com esse artigo eu
não provei. Então, esse é o problema do
lado da fé. Eu tenho que ser racional
com aquilo que eu consigo mostrar, com
aquilo que eu não consigo mostrar. E a
arqueologia, ela vive de fragmentos de
história.
>> Ah, é?
>> Eu não tenho comprovação para cada
página da Bíblia. [música] Então, eu
trabalho por amostragem. É igual a
disputa para Presidente da República.
Agora, do lado dos descrentes, também
existem aqueles que eles querem provar a
descrença deles a todo custo.

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