Você é Um dos Eleitos? Como Saber? | Josemar Bessa | Domingo 06 de Setembro de 2026
06/09/2026
Você é Um dos Eleitos? Como Saber? | Josemar Bessa | Domingo 06 de Setembro de 2026
Você é um dos eleitos de Deus? É possível saber se fomos amados por Deus desde a eternidade? Existem marcas da eleição e da graça na vida de uma pessoa?
Em Jeremias 31.3 encontramos uma das declarações mais extraordinárias das Escrituras:
“Com amor eterno eu te amei; por isso, com benignidade te atraí.”
Nesta mensagem, veremos que a Bíblia não nos chama a tentar penetrar nos decretos secretos de Deus, mas a observar aquilo que a graça produz na vida.
O amor eterno de Deus deixa marcas.
A atração para Cristo, a mudança na relação com o pecado, o desejo de santidade, a fé, a saudade do céu e uma nova direção do coração não são a causa do amor de Deus — são evidências da obra que Ele começou.
A grande pergunta não é simplesmente:
“Sou perfeito?”
Mas:
“Para onde meu coração está sendo levado?”
Você foi atraído do pecado para a santidade?
De si mesmo para Cristo?
Daquilo que pode ver para uma vida de fé?
Da terra para o céu?
A eleição pertence à eternidade de Deus, mas a graça deixa suas marcas dentro da história de uma vida.
E talvez uma das descobertas mais surpreendentes seja esta:
Você não começou essa busca.
Antes que a mão procurasse Cristo, ela já havia sido tocada pela graça.
Antes que você pudesse amar a Deus, havia uma causa mais antiga do que você.
“Com amor eterno eu te amei; por isso, com benignidade te atraí.”
Nesta mensagem sobre Jeremias 31.3, refletimos sobre eleição, amor eterno, graça soberana, chamado de Deus, segurança da salvação, santificação, fé e a obra de Cristo na vida daqueles que pertencem a Ele.
Se esta mensagem edificou você, compartilhe com alguém que precisa compreender melhor a graça soberana e o amor eterno de Deus.
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#Eleição #Graça #JesusCristo
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Fonte: Josemar Bessa
Legendas automáticas:
Amém. Como eu disse, as pessoas pregam muito pouco para elas mesmas, principalmente na hora que elas mais precisam. Elas estão com medo, elas não tem nada a respeito do evangelho para falar as suas almas. Então, seus pensamentos ficam girando em torno daquilo e então ela acaba encontrando uma razão para justificar o fato daquela coisa e ocupar aquele lugar até atormentá-la profundamente. Paulo diz: "Tudo que for amável, de boa fama, se houver louvor, se houver virtude, seja isso que ocupam os vossos pensamentos". Ele não tá falando sobre coisas boas de maneira geral que um ímpio poderia fazer, porque ele vinha falando do evangelho, de tudo que Deus é em Cristo para nós. Ele disse que então todas essas coisas boas devem ocupar nossas mentes. E aí ele não diz sobre uma possibilidade, mas diz que a paz de Deus que excede todo entendimento, guardará as nossas mentes e os nossos corações em Cristo Jesus. Então essa é a verdadeira psicologia da alma, nãoé? E é uma profundidade tão grande que você pode pegar pequenas porções da Bíblia e se demorar nela até a sua alma toda descansar nessas coisas amáveis, de boa fama, cheia de louvor, virtude ou poder, não é? E hoje, por exemplo, eu quero olhar Jeremias 31:3, que é um dos versos mais conhecidos, porque é pequeno, mas como nós podemos perder as profundidades do amor de Deus? Eh, aqui o texto conhecido por todos nós diz: "Com amor eterno eu te amei". Por isso, com benignidade, eu te atraí. Então, há frases pequenas como essas na escritura, ninguém pode dizer: "Eu não consigo guardar, não consigo". Durante o dia pensamentos que vão tirando minha paz, vão tomando lugar, porque eu não consigo guardar. Não é verdade? Não é, não há um tratado aqui de 1000 palavras. Com amor eterno te amei, por isso, com benignidade eu te atraí. Há frases na Bíblia tão pequenas, aparentemente como essa, que parecem eh pequenas eh até que percebamos quem está falando. Coisas parecem pequenas porque desconectamos rapidamente e damos um valor eh a palavra de um homem de Freud. por exemplo, e damos pouco valor ao que não a frase em si, mas quem disse isso não é? Dependendo de quem diz uma coisa, aquilo pode ser uma grande bobagem, mesmo sendo uma coisa maravilhosa. Se eu falhar para você que eu vou te dar descanso, descanso é uma coisa boa, mas como eu que estou falando, isso é uma grande bobagem, porque está totalmente fora das minhas capacidades. Então, há frases na escritura que parecem pequenas até que você eh percebe quem está falando. Essa, por exemplo, é uma que todos nós podemos falar e ela tem um valor em qualquer pessoa que realmente diga isso com verdade, mas não é a mesma coisa. Eu te amei. Se essas fossem palavras de um homem, já poderia sustentar coisas maravilhosas em nós. É maravilhoso ouvir de uma mãe que somos amados, de um pai, do cônjugo, de um amigo. Ah, amizades cuja fidelidade duram décadas, duram uma vida. É maravilhoso. Há vozes que quando dizem eu estou com você é muito maior do que quando outra voz diz. Porque primeiro que aquela amizade ali se provou por décadas, não é? Você sabe que não é só palavras jogadas ao vento. E quando pessoas assim eh falam coisas assim para você, tornam sua noite menos escura. É bom saber que alguém nos ama assim, mas aqui não é uma criatura que está falando. Se uma criatura tem a capacidade de dizer: "Eu estou com você, eu te amo". E dependendo de quem é a pessoa que está dizendo aquilo ter um peso em nossa noite, em nossa escuridão, aqui quem tá falando é outra coisa. É o grande Eu Sou. Aquele que não recebeu a existência de ninguém. Se um ser humano fala para nós, ele no mínimo é tão limitado quanto nós. Aqui quem tá falando é aquele que não encontrou um universo pronto para aprender a habitar. Sempre que a gente chega num ambiente novo, a gente tem que se aprender a habitar, a se comportar a como funciona. Deus não chegou no universo e teve que se adaptar a como ele funciona. Ele mesmo criou o universo. Então é aquele por quem todas as coisas foram feitas. Se tudo que existe foi feita por causa dele para ele, quando ele fala: "Eu te amei". Ah, queridos, não existe outro eu te amei que tenha nenhuma importância perto dessa pessoa. Por isso, palavras são importantes, mas dependendo de quem diz elas, elas são imensamente mais importantes. Em vez de simplesmente repetir essa frase como uma motivação de manhã, eu te amei, com amor eterno eu te atraí. Eh, nós temos que eh eh pegar cada pedacinho e deixá-la falar profundamente a nossa alma. E nos piores momentos, mais ainda, ah, tudo foi feito para ele e as coisas continuam existindo por causa dele, para ele. O céu não o contém. O tempo que está fazendo uma série de mudanças em nós não envelhece o poder, não lhe é emprestado, na verdade todo o poder de todos os outros seres, incluindo Satanás, eu e você. É emprestado dele, a sabedoria dele nunca aprendeu nada. E é esse eu que se inclina a dizer: "Eu te amei". Esse eu muda tudo. Não há nada que possa acontecer que seja maior do que o eu que está falando a frase. Nenhum universo inteiro é maior do que o eu. Portanto, a frase "Eu te amei", ela ou eu te amo ela pode ser importante vinda de um outro ser humano, de um pai, de uma mãe, de um irmão, de um cônjuge, de um filho. é infinitamente menos importante quando nós olhamos quem diz. Então, quando ele se inclina e diz: "Eu te amei". A nossa mente tem que tentar subir até a altura dessa sentença e logo começar com as aplicações. Os pritanos eh não foram não são conhecidos só porque eram profundo teologicamente, mas era a capacidade que eles tinham de aplicar aquilo a todas as situações da vida. Então, a mente tenta subir até a altura dessa sentença e logo percebe que nós não possuímos asas suficientes para voar tão alto. Podemos definir coisas criadas, porque nós cercamos as coisas criadas com palavras. Nós criamos um vocabulário. Então, nós podemos medir as montanhas, podemos medir sua altura, por mais altas que elas sejam, e traçar órbitas, não é, de de astros imensos, de galáxias. Podemos pesar metais, contar estrelas dentro de um campo alcançado pelos nossos instrumentos, milhões e milhões de anos. E mas Deus não pode ser encerrado dentro de nenhuma coisa que nós eh circunscrevemos com o nosso vocabulário dentro do alcance da nossa razão. Ele é incompreensível não porque seja obscuro, porque tem coisas que não são compreensíveis porque não são claras, são confusas, mas Deus não é compreensivo. Ele é incompreensível porque ele é infinito. E no entanto, o incompreensível fala, fala tudo que nós precisamos ouvir dele. Então o Deus que nossa inteligência não pode abarcar, pode ser conhecido até onde ele quis se revelar, porque ele resolveu se dar a conhecer. E essa voz desce de uma glória altíssima. Então, quando esse ser diz eu te amei não há mais nenhuma outra frase no mundo que se compare a essa não há nenhuma falta de amor que pode sufocar eh eh encobrir esse amor que está sendo declarado. E há outras razões para permanecermos diante dessa primeira coisa. Eu, então eu te amei com amor eterno, por isso, mas você pode ficar muito tempo só no eu. Esse eu da frase já é toda uma teologia imensa de paz no coração. Ah, e nós podemos eh demorar tudo que vem depois do eu. Quando Deus fala eu, tudo que vem depois depende do que ele é. Depois que Josemar fala, eu a maior parte das coisas acontecem não dependem de mim. Mas quando ele fala eu, tudo que vem depende do que ele é. Se o amor dele fosse mutável, poderia mudar, poderia envelhecer. Se fosse limitado, poderia querer fazer algo que não conseguiria. Como nós amamos nossos filhos, queremos fazer muitas coisas por eles, está completamente além das nossas capacidades, porque podemos encontrar um caso grande demais. Se esse eu fosse ignorante, amanhã ele podia descobrir uma coisa sobre José Marc que e levasse ele pensar: "Não amo tanto como amava antes." Quantas pessoas dizem para outra: "Eu te amava". Não ama mais. Tá vendo? mudou. Eh eh eh na maioria das vezes a pessoa tá querendo dizer o seguinte: "Eu descobri coisas em você que eu não consigo mais te amar. O meu amor foi um grande engano. Eu te amava porque eu pensei que você era de uma forma, mas agora que eu vejo coisas que eu não via antes, eu não te amo, não consigo te amar." Ou agora que o que você era eh mudou. Então, se esse amor fosse ignorante, ele poderia descobrir algo sobre mim durante a minha vida que ele não sabia antes. Mas quem conhece o fim, desde o princípio, nada a nosso respeito chegou a ele desde a eternidade, quando ele disse eu te amei que fez ele rever isso. Porque quando ele disse eu te amei ele não estava baseado em nenhuma ignorância sobre a minha vida no futuro. A declaração de amor não foi feita por alguém que pode ser surpreendido pela minha história. Isso é incrível. Foi por aquele que me conhecia inteiramente até as coisas que nas relações fazem as pessoas dizer: "Olha, eu não sabia isso a respeito de você. Não, eu eu não te amo mais". Não é? Então, o espanto aumenta quando a ênfase muda de lugar. Não apenas eu amei, mas eu te amei. Toda palavra no texto bíblico é importante. Porque se Deus dissesse: "Eu amei com amor eterno". Nós pensaríamos: "Ele ama com amor eterno o quê?" Uma coisa, uma uma multidão, uma um monte de gente, não tem uma cara. Mas quando ele diz, "Eu te amei", isso é algo desconcertante. Na proximidade dessa palavra, o amor eterno de Deus não aparece apenas como uma realidade ampla sobre um conjunto grande de pessoas, ainda que escolhido e separado. Não, não, não. O texto desce até a pessoa. A declaração alcança a pessoa específica. Eu te amei. Não é que eu amo o homem. Não é que eu amo um povo, eu te amei. Isso também muda tudo. A humildade mal consegue pronunciar. O Deus eterno e eh eh eh colocou o seu amor sobre gente como nós, conhecendo o fim desde o princípio e o meio de toda a nossa vida com tudo que está lá. Então, a distância entre eu e ti imensa, porque uma coisa é você falar que Deus é um Deus de amor, outra coisa é saber, ele me amou, eu te amei. Não é que eu sou um amor eterno, não é que eu amei homens. A distância então é imensa. De um lado infinito, do outro lado do ti é pó. Como é que o infinito diz para o pó que amou ele especificamente? De um lado, o Senhor, diante de quem os séculos são como nada. E do outro lado, uma vida breve de algumas décadas, se chegar a isso, eh, instável, marcada por fraqueza, pensamentos dos quais nos envergonhamos. E se um ser humano admirável demonstra afeição por nós, nós sentimos honra. Quanto mais admirável é alguém, se aquela pessoa nos ama, mais eh eh mais honrados ficamos. Ah, porque ele é um ser humano admirável e se ele tem uma afeição por nós, nós sentimos honra. Por que que alguém quando conhece alguém importante diz: "Essa pessoa é minha amiga", ela diz com uma coisa assim. Porque a importância daquela pessoa traz honra ao fato daquela pessoa me amar. Isso eh alegra o nosso coração. Mas o texto não está descrevendo o favor de uma criatura estimável. Está falando do próprio Deus. Você vê quando você pega um texto como esse e começa a aplicar nas feridas da vida, da alma, você não tem algo maior, melhor, mas curativo. Então, surge uma pergunta inevitável. Por quê? O eu é Deus. O ti fala que é uma coisa para mim e não uma multidão, mas a mim. Então essa pergunta é inevitável. Por quê? O que havia em mim ou em nós individualmente para produzir esse amor? Não precisamos procurar muito para descobrir o fracasso da nossa investigação. Não existe nada mais fadado ao fracasso do que essa busca. Alguns eram blasfemos, outros eh a Bíblia nos descreve todos como amontoado de pecados. Não há quem busca Deus, não há quem um deseje, não há quem faça o bem. Então, quanto mais mergulhamos numa contemplação de nós mesmos ou uma contemplação doentia, querendo encontrar uma razão em nós, mas eh sem propósito, a partir de nós encontramos o eu é infinito, o ti é pequeno demais, mas não é só pequeno. Porque podia ser algo pequeno e perfeito, mas é pequeno e a própria definição da da oposição à luz que Deus é. E entre esses dois, o eu e o ti, existe uma ponte que a criatura não construiu. Entre o eu, Deus, e o ti, Josemar, existe uma ponte. O nome dela é amor. Eu te amei. Se você está em Cristo, não desperdice essa palavra. Não dá para entender porque alguém que está lutando com dramas na alma não aplica a verdade ao seu coração. Não passa às vezes meia hora falando com seu coração a partir da palavra. Depois ele diz que a palavra de Deus não funciona. Se você está em Cristo, você não desperdice essa palavra tentando primeiro resolver cada sensação, cada dúvida, cada deficiência percebida. Ouça o que Deus diz. Receba o peso, peso do pronome eu. Eu na primeira pessoa te amei. Isso quase que cura tudo em nossa alma. Em todos os momentos. Há momentos em que uma única sílaba do evangelho é maior do que todos os dramas da nossa alma. Essas três palavras, eu. Quem é o eu? O ti, eu não é e o amei. Quase que a cura para tudo se eu me debruçar sobre esta verdade. Ninguém precisa dizer: "Ó, eu não sou um grande teólogo, eu não tenho compreens profundas". Mas é por isso eu, o eu, o ti e amei. Não é algo que você diga que não entendeu porque estava longe demais, precisava de algo. E faz você perceber que não há uma nenhuma sílaba no no evangelho, na revelação de Deus, que não seja curativa. Há uma diferença entre socorrer alguém e amá-lo. Deus podia dizer: "Eu te ajudo, eu tenho misericórdia". como você tem de um bicho, não é? Há uma diferença entre socorrer e amar. Nós mesmos conhecemos isso. Podemos sentir compaixão por um desconhecido. Não podemos dizer as razões, as coisas, não, mas aquela pessoa está sofrendo, aquela pessoa está com necessidade. Eu não posso dizer que a amo no sentido mais profundo. Aqui podemos alimentar alguém porque nó porque quem nós não temos afeição pessoal. Pelo contrário, haveria até motivos de desgosto. Podemos socorrer um ferido cuja história nós ignoramos e nunca mais vamos ver aquela pessoa. Podemos até fazer muito bem a pessoas que nunca eh vão entrar em em qualquer tipo de intimidade com o nosso coração. Vimos uma vez, foi assim. Por isso a frase de Jeremias é tão surpreendente. Deus não diz tive misericórdia de você. Ele teve. Mas não é isso que ele está dizendo aqui. Ele diz: "Eu te amei não foi só que eu resolvi ajudar, porque você é miserável. A misericórdia já seria motivo suficiente para curar dramas da sua alma. Existe um Deus, um Deus eterno, que tem misericórdia. Já seria se Deus apenas houvesse decidido não nos tratar segundo os nossos pecados, devíamos ser as pessoas mais felizes do mundo, porque os ele devia nos tratar segundo os nossos pecados. E se ele não está me tratando segundo os meus pecados, menos que ele não me ame, isso já seria bom demais. Já teríamos razão para viver uma vida de gratidão. Ele não me tratou segundo a minha maldade. Ele teve misericórdia. Se apenas estivesse estendido compaixão a criaturas culpadas, haveria uma eternidade de matéria para encher minha mente e adorá-lo. Ele teve misericórdia. Ele não me tratou como eu merecia, ainda que ele não me amasse. Mas esse texto está indo além, além disso. Tá falando de amor. O Deus santo não apenas remove a condenação, ele recebe como filho. Ele não apenas livra da ira infinita, ele traz para perto. Ele podia dizer: "Eu nunca vou derramar minha ira sobre você. viva. Mas ele não faz só isso, ele traz para perto. Ele tá dizendo o seguinte: "Não é só que eu não vou derramar a minha ira. Eu te amei. Você é objeto do meu amor. Ele não apenas olha para o miserável e decide: "Vou poupar o miserável. Vou poupar." Ele estabelece sobre ele uma afeição pessoal, fiel, profunda, imutável. E é por isso que todo o amor criado parece pequeno quando é colocado diante desse eu te amei. Sobre essas três palavras. O amor da mãe pode ser terno. O conjugal pode carregar beleza incomparável. amizade é maravilhoso. E tomar é bom quando uma amizade eh resiste ao tempo, as aos a os problemas, aos defeitos, mas todos esses amores são gotas refletindo um sol que não pode conter. Quando você olha para suas fraquezas e conclui, talvez eh eu esteja perto demais daquilo que Deus aborrece para ser um objeto da sua estima, daquilo que ele realmente ama, daquilo que ele se deleita. E a voz do texto continua: "Eu te amei". Então, se aproxime apenas dessas três palavras. Elas são cura. Você traz isso para sua alma em todos os momentos, nos dias mais escuros. E a não ser que seu coração esteja morto, isso é maior do que o que você está enfrentando nesta vida. Então isso não é uma forma religiosa. Não passe por frases assim eh depressa. Você sabe o que amar alguém, o que o que é amar alguém. Mesmo você sendo eh eh eh não só finito, mas pecador, você sabe o que é amar um filho, o que é amar um cônjuge, é amar alguém. Pegue o amor mais puro que você conhece, leve ao limítimo infinito de imaginação, ou não finito, mas possível de imaginação. E depois reconheça o amor de Deus não cabe nem um átomo dentro dessa definição de amor. O melhor amor humano, no máximo, é um têno e reflexo de um sol sem fim. de amor. Ser amado por Deus reorganiza as escalas das nossas perdas. Quando você tiver perdendo coisas no mundo, simplesmente essas três palavras, o eu, quem é o eu, o ti que individualiza isso. Amei isso reorganiza as suas escalas se você simplesmente deixar e se essa verdade realmente entrar em você, não transforma as coisas em ilusão. A dor continua doendo, a aflição é aflição, a pobreza continua trazendo suas aflições, o abandono eh feriu, a enfermidade continua desgastando o seu corpo, a rejeição de outros continua sendo rejeição. A morte continua arrancando de nós coisas que eh se dependêsemos de nós, não queríamos perder. Mas uma realidade maior entrou na balança. Eu te amei. O problema é que quando você pensa em no que no que as aflições estão fazendo, no que a morte faz, você nem traz a mente o que é bom, amável, verdadeiro e de boa forma. Depois a pessoa diz que Deus não produziu paz nela e depois ela tenta explicar essa falta de paz com o humanismo secular. Mas não é verdade. Eu te amei. Se toda a humanidade te desprezasse e Deus te amasse, com que você ficaria? Você preferia que a humanidade te amasse e Deus te desprezasse? O desprezo humano não tem peso nenhum com eu te amei. Se o mundo inteiro te odiasse e Deus te amasse, Jesus diz: "O mundo me odiou e daí? Eu sou o amado pai. Se portas se fecham, se amigos mudam e a saúde vai embora, se o leito de morte estivesse diante de você, ainda restaria algo que nenhuma dessas coisas pode mudar. Eu te amei. Eu te amei eternamente. O que no tempo pode tocar nisso? O amor daquele que não morre, o amor de todas as outras coisas por nós morre. É fraco, é instável. Podem prometer e não conseguem permanecer. Podem querer te socorrer, mas não podem, porque eles não têm força suficiente. Podem segurar sua mão por algumas horas, mas são obrigados a soltá-las para trabalhar, tomar banho, comer, dormir. Não podem. Muitas vezes fazemos promessas divinas. Nunca vou deixar você, nunca vou te abandonar. Vou estar sempre contigo. Isso é bonito, mas não é verdadeiro. Como eu posso estar com alguém que está morrendo? Como eu posso entrar no vale da sombra da morte como ele? [roncando] Deus não. Aquele que o ama estará vivo enquanto você morre. Ele realmente estará lá. Aquele que te ama não ficará do lado de fora do seu túmulo chorando. Aquele que te ama estará presente quando todas as relações humanas estiverem chegando ao limite que foi dado a elas e todas elas têm um limite. Ele estará quando a alma atravessar aquilo que nunca atravessou antes. Há muitas coisas que temos que atravessar que nunca atravessamos antes. Ninguém vai poder estar conosco. estará lá quando o último tribunal se levantar, quando o juízo for pronunciado, estará quando os mundos que conhecemos forem totalmente abalados. Isso não torna o cristão insensível torna possuidor de uma alegria que não depende inteiramente das coisas que podem ser retiradas dele. A não ser que quando essas coisas sejam retiradas dele, ele não possa realmente ser o ti da frase: "Eu te amo". É aqui que a fé aprende uma espécie de de de de aritmética celestial. Ela não diz que as perdas valem zero. Não diz perda é real. disse que elas não são infinitas, que elas não se comparam ao te eu te amo, não compara a esse eu que diz isso. Coloca elas numa balança do lado e essa essas três palavras do outro coloca o amor de Deus do outro. Então percebe que aquilo que parecia ocupar um campo muito grande não ocupa a realidade realmente da vida. Foi o que Moisés fez quando comparou os tesouros do Egito com o sofrer com o povo de Deus. O cárcere pode ser real, mas Deus não é menos real. Se o amor dele não é menos real do que o cárcere e o amor dele é infinitamente maior do que o cárcere, então a pessoa tem mais do que suficiente para lidar com aquilo. Então há palavras que parecem não caber no tempo, porque a frase é incrível. Se eu ficasse só no eu te amei você vê, nós podíamos ficar meditando o resto do tempo e da vida. Mas eu te amei com amor eterno. Ele diz como é o amor. Cada palavra pequena que é incluída, quando Deus diz com amor eterno eu te amei ele nos leva para trás até de um lugar onde a memória sequer consegue ir. Não consigo ir para a eternidade passada. Não consigo nem na imaginação, antes da nossa conversão, antes do nosso nascimento, antes de qualquer obra, antes do tempo, antes da queda de Adão, antes da queda dos anjos, antes dos mares receberem limites do universo, o amor de Deus estava lá. Que está dizendo ele? Eu te amei com amor eterno ou com amor eterno eu te amei. Começou a revelar história ao criar que já incluía esse amor eterno. Ou seja, ele tá dizendo o seguinte: "Eu nunca comecei te amar. Eu te amo eternamente. Se Deus disser que te ama a partir de certo tempo, seria o céu. Mas quando ele diz que nunca houve tempo ou antes do tempo em que ele não amou, isso está indo muito além. O que podemos botar na Terra ou numa existência que tem um início neste mundo, no meu caso, 1969. com isso aqui. Essa é uma afirmação que fere o orgulho na raiz. Se o amor começou antes que existisse, não eu, mas qualquer coisa que existe, então a sua origem não pode estar em mim. Eu não posso ser a razão do amor. Eh, se estava presente, quando ainda não existia universo, não havia uma contemplação, então não foi aceso por alguma excelência que Deus viu em mim. Todas as coisas que existiriam seriam criadas por ele. Elas não existiriam por si mesmas para ele olhar para o futuro e vê-las. Elas só existiam na mente dele. O amor é tão antigo quanto o propósito de Deus. Antes que houvesse mundo, havia no coração divino pensamentos de paz para aqueles que ele colocou em seu filho. Ora, me tente colocar qualquer coisa nesse mundo que se pareça: "Ah, meu pai não era bom. Ah, minha mãe não era assim. Ah, minha vida não é o que devia ser." Isso tudo é ridículo. Estamos falando do tempo, poucos anos de meros seres humanos. Aqui estamos falando de Deus de antes do tempo. Como comparar as coisas? Você não trouxe a existência pela sua obediência. Deus não olhou para trás, viu você uma pessoa aí eu vou amo essa pessoa porque essa pessoa tem algo nela interessante. Isso torna não o pecado pequeno, mas você vê que o amor é soberano. Ele não tem nada a ver com nada, a não ser com o próprio ser de Deus. A eternidade anterior ao tempo é um grande lugar para você sepultar sua vanglória e é um grande lugar para ressuscitar a sua segurança. Vanglória morta, segurança ressuscitada. Se Deus conhece o fim desde o princípio, se ele me amou eternamente, o que poderia acontecer para abalar esse amor? Antes você poder dizer o nome de Deus, Deus te conhecia eternamente. Antes de você poder amá-lo, a declaração já estava no coração dele: "Com amor eterno, eu te amei. Eu te amei." Então, eterno não significa apenas que o amor não teve começo. Eterno é aquilo que não tem nem começo e nem fim. Significa que além de não ter início e nem fim, não houve interrupções, não houve eh períodos de interrupção. Há rios correm por uma estação, né? São rios temporários e dependendo da estação onde eles desaparecem e eles vêm, eles secam. O amor de Deus não é assim. Ele nunca foi maior nem menor. Para quem ele está dizendo: "Eu te amei". com amor eterno. Ele não corre quando o crente é agradável. Ele não corre quando Saulo virou Paulo. Ele não corre quando Pedro está sendo morto. Ele estava correndo quando Pedro estava negando. Não aparece em tempos de prosperidade e desaparece nos dias de aflição, doença e morte. Não cresce quando nossas emoções espirituais estão lá em cima e nem diminui quando nossas emoções espirituais estão lá embaixo. É um rio sem estação seca, sem enchentes e diminuição. Isso precisa ser dito porque nossas percepções variam e nós começamos sempre a achar que o amor de Deus varia na medida que nós sentimos ou não sentimos este amor. [roncando] A providência abre caminhos, a oração encontra palavras. A escritura parece iluminar cada página em algum momento da nossa vida, né? A comunhão com Cristo é mais doce, as orações mais profundas e há dias em que nós vemos dias mais escuros, amargos, disciplina, notícias ruins, o corpo dói, o coração cansa, o céu parece silencioso ao nosso clamor e as nossas orações. A alma procura uma antiga alegria e não encontra a mesma alegria que estava experimentando há um mês atrás. Então, somos tentados a fazer uma teologia a partir das estações e do clima. Se está claro, ah, Deus me ama. Se está escuro, quem sabe se Deus me ama? Jeremias desmonta esse raciocínio. O amor é eterno em sua continuidade, forma sem que o coração de Deus eh eh mude a cada evento da história, da minha história. Deus não conhece mar altas e maréis baixas. Há semanas que parecemos caminhar na luz e outras que mal conseguimos discernir o próximo passo. Com mutável é a nossa percepção e nossa experiência. E o coração diz às vezes: "Ó, hoje eu sinto que Deus está distante, eu sinto eh me sinto distante, mas a fé responde: Mas ele não declarou que seu amor é medido pela sua sensação de proximidade." Jeremias fala em época de calamidade e uma calamidade terrível. Então, há momentos em que a doutrina do amor eterno entra em conflito direto com a interpretação do que estamos vivendo, da nossa dor. Quantas vezes é fácil entrar em nossas mentes se Deus me ama, por que isso está acontecendo? A pergunta é antiga e nós não temos uma resposta negando a aflição. Não diz que o crente vai caminhar sem aflição, já que esse texto é dito no momento de grande aflição. Esse texto, eu te amei com amor eterno nos obriga a separar duas coisas que nossa fraqueza costuma confundir, costuma misturar. A severidade de uma providência de Deus não é medida segura pra quantidade do amor de Deus. O Pai nos ama todo o tempo da mesma forma, com amor eterno. A mão que nos disciplina nunca nos ama menos quando nos disciplina do que quando não estamos sob uma disciplina mais severa. coração que governa o golpe e a mão e a aflição nos ama com a mesma intensidade. Ter isso introjetado em nós e trazer isso à mente, como Jeremia digo e trago a minha mente aquilo que pode me dar esperança. É o maior consolo nos dias mais escuros. pensar em quem é esse eu, quem é o ti, que esse amor eterno. Cristo torna impossível pensar no amor de Deus como mera suavidade sentimental. Ele derramou a sua ira sobre o seu filho e o amava com o amor infinito. No calvário vemos que o amor e dor podem ocupar a mesma cena sem contradição moral. A cruz é o lugar onde a vontade santa de Deus eh passa por sofrimentos terríveis e ainda assim está sendo mostrado de uma maneira profunda. O amor eterno não produz golpes sem propósito. Essa é a é a marca. O pai não estava botando o filho na cruz sem propósito, porque o amor eterno não traz nada sem um propósito, nenhuma dor, nenhuma aflição. E em nós, ele forma, poda, corrige, e conduz, mas ele conhece o fim de cada coisa que ele nos chama a experimentar. Então, o amor eterno não apenas vem antes do tempo, ele atravessa o tempo. Não é que ele me ama eternamente, mas durante a minha vida, como houve muitos momentos em que eh até eu reconheço, devia reconhecer o tempo todo, né? Eh, que aqui, ali, lá, a maior parte do tempo eu estava em condições onde mais era difícil ligar esse amor. Ainda assim, ele atravessa o tempo, segue adiante quando eh o tempo já não pode acompanhar. Então, essa é a terceira força da palavra eterno. A palavra eterna não diz só que não teve começo, diz que não tem fim. Então isso diz para nós que não importa o que aconteça, eu nunca vou deixar de te amar. Não existe essa possibilidade. Que tipo de ferida isso não cura, queridos, quando realmente é aplicada em todas as situações da vida. Essa é a terceira força disso. Nunca termina. Você terminará muitas coisas. Muitas coisas terminem nossa vida, fases da nossa vida. Paulo diz: "Já fui menino, já fui, né, adolescente, jovem, hoje já sou velho". Salomão fala isso também. Ou seja, nossa vida é cheia de fases. Nossa vida termina trabalhos. Por mais interessante que seja uma conversa com alguém, ela termina. Termina dias bons, dias maus também terminam. O corpo vai mudando o tempo todo. Os cabelos perderão a cor. a não ser que você os pinte, mas eles não mudaram de cor de verdade. O coração dará o seu último, o seu último, essa última batida neste mundo. Tudo está terminando. O amor de Deus não não é só que ele eh eh ele não termina, ele não envelhece como nós. Ele não sofre os efeitos do tempo. Como todo o resto, tudo que a gente acha precioso na vida, não só nós, mas como aquilo também sofre o efeito do tempo. Mas o amor é eterno. Eh, esse amor não fica velho, ele não entra na velice, ele não perde o vigor. Esse amor não conhece o que é morte. Não conhece. Quando o seu corpo estiver fraco, o amor de Deus está na sua juventude eterna. Ele te ama tanto quanto te amava eternamente. Quando a alma entrar em seu território escuro que nunca visitou o vale da sombra da morte, o amor não começa a entrar em aspectos sombrios. Ele atravessa a morte, ele atravessa o juízo, ele atravessa a ressurreição, ele atravessa a eternidade. Pensa na diferença entre possuir algo que pode ser perdido e possuir o amor de Deus. É por isso que Paulo disse que ele excede todo entendimento. Toda herança terrena, tudo tem uma borda, tudo tem uma fronteira, tudo tem um limite. Mas o amor de Deus não tem ruína futura. É algo ainda mais estranho e belo. Nós podemos pensar que Deus nos amaria mais na eternidade, já que seremos perfeitos, mas ele não vai nos amar mais. Agora recebemos eh eh eh eh gotas e inferimos o oceano, mas não é verdade. Ele nos Ele derramou o seu amor numa cruz neste mundo. Ouvimos promessas, percebemos providências e ainda assim confessamos que o amor de Cristo excede o nosso conhecimento. Nós passamos maior parte do nosso tempo pensando na cruz, nas suas implicações e no final chegamos à conclusão de que tudo que pensamos sobre a cruz, sobre a graça, o amor dele cede a esse entendimento que temos. A eternidade não vai ser longa o suficiente. Então, você não precisa se tornar um expert em muitas coisas. Você precisa pegar essas verdades. Eu te amei com amor eterno. E isso serve para todas as tuas aflições. Sempre que um médico ou algum cara diz assim: "Eu tenho remédio que cura tudo". Vocês sabem, esse cara é um charlatão. Não existe isso. Um remédio não pode fazer bem a todas as coisas que o homem pode ter e experimentar. Mas eu te amei com amor eterno. O eu é Deus. Isso mudou tudo. O te individualizou não é uma multidão. Sou eu. Com amor eterno. E a eleição de Deus pertence a essa eternidade. A nossa vida acontece no tempo, mas a eleição não acontece no tempo, né? E essa diferença produz essa pergunta que muitas almas sinceras faz. Como posso saber se fui amado desde a eternidade? Como posso saber se meu nome está escrito no livro da vida? A resposta do texto é tão simples quanto profunda. Porque na Bíblia nada precisa ser complicado para ser profundo, não é? Como eu a gente estava dizendo, essa frase eu te amei com amor eterno é a coisa mais profunda que podia ser dita. Você nunca vai chegar ao fim disso, mas também é simples, a princípio você compreender. Então, a resposta do texto é assim: "Você não sabe se foi eleito olhando a lista, uma lista, não é? Espiando o decreto, você olha para a atração quem ele amou com amor eterno." O texto diz, não é porque ter dúvida. Por isso, comenidade, eu te atraí. Você foi atraído, ele te atrai. Você sente essa poderosa atração por Deus? Porque ele diz que quem ele amou eternamente, ele atraiu com benignidade. Se alguém não é atraído com benignidade, ele não foi amado eternamente. Porque uma coisa não pode ser separada da outra. Nenhum homem recebe permissão para folhar o livro da vida, do propósito, o decreto. Nenhuma asa de anjo nos leva até uma sala, mesmo que nós tivéssemos, para olhar lá os arquivos. Nenhum olho humano, por mais treinado que seja em teologia, consegue atravessar as folhas dobradas. A Bíblia deixa claro lá que o livro da história ninguém podia abri-lo. É por isso que João estava chorando. Só o cordeiro de Deus pode abrir e dar eh finalidade aos decretos de Deus no tempo. As folhas estão dobradas. A Bíblia diz: "O Senhor conhece os que são seus". Nós conhecemos pelas marcas que ele mesmo quis deixar. não obscuras, mas de maneira clara. Com amor eterno eu te amei, por isso, com benignidade eu te atraía. Está aí. Quem é, quem são os eleitos? Quem é amado com amor eterno? Quem ele atrai? Quem experimenta essa atração irresistível? O por isso importa. Por que que ele atraiu? porque ele amou com amor eterno. A razão dele atrair é essa. Portanto, se ele atrai, a única razão por trás da atração que ele faz é ele ter amado com amor eterno. Portanto, ele não atrai quem ele não amou eternamente e nem pode não ser amado eternamente quem ele atrai com benignidade. Então esse, por isso você vê que nessa frase tudo importa. O eu importa porque é Deus. O ti porque torna pessoal, o amor porque essa força poderosa eterna na trindade, o amor eterno importa, porque você viu que ele tem três dimensões: antes, agora e depois. E nada pode mudar. Isso é que é eterno. Agora, quando chega por isso, esse por isso é maravilhoso. Esse por isso tem uma teologia para aplicar a todos os momentos da nossa vida, porque por causa disso eu te atraí. A atração não cria o amor eterno. A atração é por causa do amor eterno. Porque eu te amei eternamente, eu te atraí. Eu não te atraí para fazer algo para te amar. A atração não cria o amor eterno. A atração é a manifestação do amor eterno. Movimento da alma em direção a Deus não é a causa do coração de Deus amar. O amor de Deus é a causa da alma sentir a atração que leva ele verdadeiramente a Deus como o tesouro supremo. Isso muda a maneira de fazer a pergunta. Em vez de perguntar: "Conseguimos penetrar o segredo da eternidade?" Jeremias coloca diante de nós algo observar. Você não precisa entrar nos segredos da eternidade, olhar o livro dos decretos. Você só precisa saber, você foi atraído, Deus te atraiu. você vê que é muito mais eh dentro do verificável do que as pessoas tentam dizer, não atraído para o cristianismo, né, para as para as celebrações, não atraído apenas para um ambiente cristão, para um vocabulário cristão, para uma identidade social cristã, atraídos para ele. Sempre essa linguagem do evangelho. Jesus diz: "Eu sou caminho para o céu". Ele não diz: "Eu sou o caminho para o pai". Para o pai. Isso protege a alma de erros opostos. De um lado, a presunção que reivindica a eleição enquanto permanece imóvel no pecado. Não sente nenhuma atração por Deus, por Deus como Deus. enquanto eh eh vê Deus apenas para ser usado para ter um futuro melhor na vida e na eternidade do outro desespero que imagina ser necessário receber uma revelação secreta, uma sensação secreta de que ele foi eleito antes de poder ter segurança. Jeremias não oferece licença para nenhum dos dois. Ele não põe diante de uma eh eh ele nos põe diante de uma evidência concreta. A mão que atrai manifesta o decreto. O segredo de Deus se reconhece pelo efeito que este amor produz. Esse amor inevitavelmente atrai, porque eu por isso, com amor eterno, eu te amei, por isso, com benignidade te atraí. Então, a primeira pergunta é desconfortável e necessária. Você foi atraído do pecado para a santidade? Não perguntamos se alguém foi atraído do pecado para a perfeição, já que isso excluiria todo mundo. Se essa fosse a medida, todo mundo tinha que deixar esse texto para lá. O crente ainda carrega consigo uma guerra que não conhecia antes, ainda tropeça, ainda se envergonha, ainda descobre regiões do coração que precisam ser mortificadas. A pergunta é outra. Sua relação com o pecado mudou? Houve um tempo em que certas coisas pareciam naturais, agradáveis, justificáveis. Há pessoas que dizem coisas depois que são completamente incompatíveis. Eu não posso perdoar não sei quem. Então é estranho, porque você vê que a relação dessa pessoa com o pecado não mudou. Não mudou. Houve um tempo que isso podia ser verdade, mas não é mais verdade. Talvez você não a chamasse muitas coisas na sua vida de virtude, mas também não tratava elas como uma inimiga. Quando você sente dificuldade de perdoar para você e seu inimigo que deve ser morto, assassinado, não defendido, não justificado. Essa é a relação que mudou. Você pode ver algo, você pode e vai ver o pecado ainda em você, mas você quer matar aquilo, não justificar. Você não vai pegar a opinião de um humanista secular para tentar deixar aquilo vivo, para poupá-lo. Você quer aquilo morto. Você não parará de orar, então, enquanto seu coração não se alinhar ao perdão. Em vez de defender as razões pelas quais você diz que não pode fazer isso. Então você tem uma relação completamente diferente com o pecado, ainda que ele esteja presente, algo aconteceu, o que antes era mera diversão começa a te ferir. O que antes parecia liberdade, você começa a ver como escravidão. Você pode notar a presença daquilo algumas vezes na sua vida, mas você vê como uma escravidão que deve ser mortificada. Essa mudança não é pequena. Um homem natural pode abandonar pecados externos, não é? Por muitas razões. Ele teme as consequências, teme perder a sua família, tenta teme perder a amizades, tem, enfim, há muitas coisas. tem a lei humana, pode querer preservar a reputação. O homem pode ficar cansaço do seu vício e é óbvio que ele vai mudar por para outro, mas ele tá cansado daquele. Mas o texto procura algo mais profundo, uma atração. Algo te atraiu para Deus, para a santia, porque Deus é santo, Deus é puro, Deus ama eh todas as coisas que estão de acordo com o caráter dele. alguma coisa está te atraindo para isso. É isso que o texto tá dizendo. Então, você quer ser santo? Se pudesse viver exatamente como deseja, você viveria exatamente assim. Ou seja, o seu desejo mais profundo não é defender algo em você que ainda são marcas de Adão. O seu desejo mais profundo era não ter marca nenhuma. Você não tem nenhuma justificativa para eles. Você quer vê-los mortos. Apesar de ver presença deles ainda. Talvez você possa lembrar de pecados que ainda exerçam força e dizer, eh, como posso dizer que fui atraído? A resposta não está em fingir que esses pecados ainda não existe ou então não exercem pressão sobre você. Existe em você a resistência que nunca houve aquilo ou há consentimento, ou a defesa, ou a justificação? É isso, não é? Existe confissão ou defesa? Existe confissão ou justificação. Você corre para ver a última opinião do humanismo secular para explicar aquele pecado? Ou você já quer mortificar o pecado que foi cancelado na cruz? É sobre isso que está sendo dito. E a outra mudança ainda mais profunda, será atraído de si. para Jesus. Paulo diz: "Não tem minha vida como importante." É óbvio que ele foi atraído. Paulo vivia para o seu nome, para o seu para o seu currículo, para a sua importância, para ser o melhor, para ser o maior, para ser o mais respeitado. [roncando] Antes da graça, o coração humano é extraordinariamente criativo na construção de argumentos em favor próprio. Talvez não diga em voz alta: "Eu sou melhor, eu me salvarei". Se eu sou salvo, foi porque eu fiz alguma coisa. Pode usar uma linguagem religiosa, pode falar de Deus, oração, arrependimento, mas no fundo a expensa continua apoiada em si. Não sou como os outros. Eu exerci minha liberdade, né? Ainda acha que tinha alguma para fazer o que eles não fizeram. Eu tenho uma vida assim, eu sou comprometido. A pessoa pode até incluir a palavra graça, a palavra Deus, a palavra ah atuação do Espírito Santo. Mas o pecador vê sua moralidade como uma ponte para Deus que outros não tiveram. Descobre eh, quando realmente está sendo atraído por Deus, que sinceridade não apaga culpa nenhuma, percebe que esforços futuros não vão fazer, não se sente mais amado agora que realmente é atraído por Deus com o que ele faz futuramente, porque ele sabe que foi amado antes da história e que ele tem um salvador perfeito e que esse salvador perfeito não foi dado a ele por causa de algo nele. Isso muda tudo. Os olhos se voltam para Cristo, não para Cristo em alguma coisa, em grande parte das coisas. Mas como Paulo disse, quando Cristo eh Cristo que é a nossa vida, a vida inclui tudo, não é? inclui eh eh trabalho, dinheiro, relacionamento, casamento, paternidade. Ele é a minha vida. Não enxergo nada na vida fora dele. Então, para Cristo, como tudo aquilo de que a esperança em nós depende. É por isso que essa frase famosa, né? Naga trago em minhas mãos. É porque realmente não temos nada para trazer. É essa a ideia. Então essa é uma uma confissão devastadora para o orgulho de uma doce fé daqueles que Deus está traindo. As mãos vazias finalmente estão livres para recebera. Elas nunca estiveram cheias. Mas o homem achava que tinha coisas em suas mãos que podia levar até Deus. Então, quando você é sustentado por uma rocha, você não contribui com a força da rocha. Você só depende dela. Não é a soma de 99% da força da rocha com a sua força. Porque a rocha não precisa ser reforçada por aquilo que ela impede de desabar. A atração para Cristo produz uma simplicidade que o orgulho considera humilhante. ser salvo por outro, justiça de outro, vestido por outro, ser amado por causa de outro. E há uma terceira parte nessa atração, ã, da vista para a fé. Há pessoas que vivem apenas dentro do alcance dos sentidos. E é óbvio que quando elas começam a discutir o o humanismo secular, o humanismo secular diz que a vida é só a vida dos sentidos. Não existe nada mais do que isso. Todas as coisas que você acha que é mais do que um processo biológico, está errado. Ah, então nós confiamos naquilo que podemos medir, ver, tocar, prever e o bom senso, a experiência acumulada, a força dos recursos eh disponíveis, as capacidades neurais. Então Deus começa a ensinar outra maneira de andar. Fé. Fé não tem nada a ver com desprezo pela realidade criada, mas é uma dependência daquele que é real, mesmo não sendo parte das coisas criadas. Você foi atraído de da vista para fé. Paulo diz: "Não vivemos por vista, mas por fé". Ele tá dizendo o seguinte: "Não vivendo pelos recursos naturais, não estou falando de paz, de recursos naturais, de amor, de recursos naturais, de alegria de recursos naturais. Não estamos falando sobre isso. Se alguém acha que isso que estamos falando, essa pessoa não entendeu absolutamente nada. Quando a tribulação chega, qual braço seu coração procura primeiro? É isso. Com benignidade eu te atraí. Essa é a terceira coisa. Você consegue clamar ao Deus que não vê ou que você vê mais real para você do que o que você não vê. Por que que alguém pode dizer assim: "Eu não posso viver sem o amor dessa pessoa". Porque ela vê. Ela está dizendo o seguinte: "Você pode estar me dizendo que Deus pode me amar com amor eterno, mas eu não vejo." O que a pessoa tá dizendo para mim simplesmente é que ela é incrédula, que ela vive por vista. que para ela o que é visto é mais real do que o que não é visto. Quantas circunstâncias parecem contradizer a palavra de Deus, muitas pessoas se sentem no meio evangélico para dizer: "Mas você não tá entendendo esse problema aqui." Ele tá dizendo simplesmente o seguinte: Deus falou isso, mas você não tá vendo isso. Isso aqui é mais real do que o que Deus disse, porque isso aqui eu vejo. O que Deus disse eu não vejo. E essa pessoa acha que realmente foi atraída por Deus, mas ela vive dos sentidos. Por isso ela acha aquilo mais real. A vida da fé não consiste em fingir que dificuldades não existem. Ela olha para o mesmo vale, para a mesma dor, para a mesma aflição, mas reconhece que aquela não é a realidade inteira, que é uma realidade que não está sendo vista. mas que é mais real do que o que está sendo vista. Há um Deus acima dele. Há uma promessa. Quando você começa a pensar no mundo dos sentidos, você tá naquele lugar onde Eclesiaste diz: "Debaixo do sol". Você só está debaixo do sol. Que diferença há entre você e todas as pessoas que estão debaixo do sol? Antes você talvez consultasse apenas probabilidades. Agora você em vez de gastar mais tempo com probabilidades, você ora. Você pode pensar que probabilidades são mais tangíveis, mas isso é alguém que não está sendo atraído por Deus. Quando ele diz que com benignidade eu te atraí, eu te atraí para mim que não posso ser visto por você. Antes o invisível parecia tão distante. Agora a presença de Deus pesa sobre escolhas concretas. Os tesouros do Egito eram vistos, tocados, sentidos. A beleza de Cristo não, mas a Bíblia diz que não. Eh, Moisés comparou os dois para ele. Isso era tão real quanto o tesouro do Egito e muito mais valioso. Isso é atração, isso é a marca. Eu te amei com amor eterno, por isso com benignidade te atraí. A fé não nega eh as realidades eh eh que circundam os nossos eh percepções, não é? Mas ela se nega a tratar qualquer coisa dessa como soberana. E isso aparece especialmente na oração. Orar é agir como se o invisível fosse mais decisivo do que o visível. Sem isso, a oração é um exercício inútil. Se o invisível não é mais decisivo do que o visível, porque eu vou orar. Cada oração sincera é uma pequena confissão de que nós estamos enxergando muito além do que vemos, muito além do que processos químicos, bioquímicos, matéria, átomos. O coração, então, ele tem uma gravidade. Essa é a quarta, eu diria, atração. Com amor eterno eu te atraí. Ele cai na direção do seu tesouro. Por isso, uma das evidências mais delicadas da atração divina é esta: Pouco a pouco, a alma começa a sentir um peso do céu, glória, não é? As coisas começam a ter mais glória, mais peso na vida. não significa abandonar as nossas responsabilidades terreno. O cristão trabalha, cuida da família, prepara comida, tudo legítimo, tudo necessário, mas no meio delas existe outro polo, algo que puxa, algo que tem uma gravidade maior. No meio do trabalho há algo mais importante que o trabalho. No meio do casamento, há algo mais importante que o casamento. No meio das relações, há algo mais importante do que ela. No meio da saúde, há algo mais importante, algo que tem uma gravidade maior, tem um peso maior, tem uma glória maior. Porque o Sol tem uma glória maior que a Terra, a Terra está presa a ele. Então, no meio da perda, aparece uma saudade que tem mais glória de uma realidade do que aquilo que está sendo perdido. Essa é a quarta dimensão aqui. No meio do culto, às vezes surge o pensamento, eu quero ver mais da sua glória. Isso é mais do que um desejo abstrato de uma vida melhor depois da morte. como Moisés. O céu cristão não é o lugar onde os problemas terminam, é o lugar onde ele Cristo é visto perfeitamente. Por isso, o coração que foi atraído para ele começa a desejar estar aonde ele está. Com amor eterno, eu te amei. Por isso, com benignidade eu te atraí. É maravilhoso pensar nisso. Como eu disse, acaba com aquelas perguntas. Como eu vou saber se fui eleito, se não fui eleito? Há um elo entre a terra e o trono. Você não vê, mas sente seu movimento. A ciência não sabe nem o que é a força da gravidade, mas ela é real. Não a vemos, não sabemos que força é essa. Não sabemos porque funciona assim. Só sabemos que funciona. Cristo puxa a outra extremidade. A alma ainda presa a tarefas, fraquezas, lutas, fraquezas, sim nosso corpo. Eh, onde está o tesouro? Essa pergunta pode ser respondida pela direção dos desejos mais profundos. Pode trabalhar com intensidade, sem esperar que a carreira tenha o peso e a glória que o mundo acha que tem. Isso muda. Você não espera isso. Você pode admirar a beleza sem pedir que a beleza criada substitua o criador e diga que você só pode ser feliz se aquela beleza for mantida. A atração para o céu não destrói a capacidade de nós desfrutarmos a terra. Nos livra do peso de tornar essas coisas aquilo que cria em nós medos, ansiedades, falta de paz. Por isso, a saudade e o desejo de estar com Cristo, que é muito melhor, não é um desprezo da criação, é colocar cada coisa na sua ordem de grandeza. E chegamos à maneira da atração. Ele atrai. Então essa é a marca. Se ele amou com amor eterno, ele atrai. Mas ele atrai como aquela ideia que muitas pessoas que não conhecem nada do evangelho, no meio evangélico, dizem: "Então, quer dizer, o cara é eleito, o cara é empurrado para o céu, o outro queria ir pro céu, não pode." Não é verdade. Qual é a marca da atração? Qual é a marca que leva essa esse esse desejo por Cristo? Com benignidade eu te atraí. Essa é a marca. A palavra muda o clima inteiro. Deus não descreve aqui um povo arrastado pelo medo, pelo terror, pela obrigação, pelo peso, pelo desgosto de ter que abandonar coisas. Ele é atraído, mas Deus só atrai de uma forma, com benignidade. Ah, na verdade, toda a religião, ela é sustentada pelo medo. Pessoas fazem o que não amam fazer, mas porque elas têm que fazer. Obediência é externamente correta, mas isso não é atração que Jeremias está dizendo. Você vê eh é simplesmente algo e eh externo no que diz respeito a qualquer coisa que não sejam. Você pode estar correndo na mesma direção de algo com outra pessoa e haver motivos completamente diferentes que estão te atraindo para aquilo. Então, é possível estar perto de Deus, perto das coisas de Deus. E é óbvio que ele não está te atraindo para ele com benignidade. Servir por um monte de coisas diferentes. O centro da fé cristão não é nenhum tipo de medo, de peso, de fardo. É por isso que Jesus disse que o fardo dele é leve, é suave. Por isso, quando toda a religião de alguém depende da pressão, de regras, de imposições, aindidade cria uma resposta que sobrevive quando não há nenhum chicote que possa ser colocado sobre você. é afeição. Existe serviço e existe afeição. E os dois às vezes aparecem juntos por fora, mas Deus vê claramente a diferença. Se nós somos atraídos pela benignidade, pela afeição ou não, um servo pode cumprir cada tarefa pelo salário, o outro pode permanecer quando o salário desaparece. Alguém pode dizer: "Eu fico". Mas chega uma hora que ele diz: "O que que eu ganho se eu ficar? O que que eu estou ganhando com isso?" O segundo pergunta: "Como poderia abandonar aquele a quem amo?" Não é isso que José diz? Como faria tamanha maldade diante de Deus? O que ele ia perder era óbvio. Então você não encontra em Cristo um legislador poderoso, um Deus poderoso que pode fazer determinadas coisas. O amor recebido se torna um impulso de um amor devolvido. Você foi atraído pela benignidade. Ela o liberta de um antigo senhorio. Deus não cria discípulos como soldados aterrorizados, porque quem deserta vai acontecer alguma coisa. A graça soberana não é uma violência contra a alma, é uma conquista. Você sabe quando algo te conquista ou quando algo te obriga? Deus atrai quem ele amou eternamente, mas atrai com benignidade. Isso é maravilhoso. Então, o serviço que acontece mudou de tom. A pessoa ora não apenas porque ela tem que orar, senão o que que vai acontecer com a vida dela? Mas porque ela começou a conhecer alguém com quem ela deseja realmente há uma atração benigna para aquela pessoa. Deus se tornou bem. Benignidade é uma palavra que merece ser contemplada lentamente. Você vê, é só uma frase, é só um, um versículo, mas como cada palavra precisa ser olhada e eh devagar, seria um enorme, porque benignidade não descreve uma fraqueza em Deus. Não é uma indulgência. Ah, a gente às vezes pensa nessas coisas como indulgência. Alguém está fazendo coisas horríveis, mas eu deixo para lá porque eu sou benigno, porque eu a porque eu a amo. Não, não, não é gentileza que ignora o pecado. É uma doçura da graça de um Deus absolutamente forte. Talvez por isso seja tão difícil encontrar uma comparação adequada no nosso mundo, não é? Pense numa pedra. eh eh preciosa, imensa, cercada por ouro puro, brilho, firmeza, tudo junto. Beleza que não é frágil, ternura que não é estável. É isso que é benignidade de Deus. Não há nada de fraqueza nela. A habidade de Deus possui essa qualidade. Ela chega ao pecador sem depender de qualquer valor que o pecador possa ter, porque ela é autossuficiente. Ela só corre obrigada a socorrer, porque ela não é obrigada a nada. Ela persevera, não abrindo mão da sua santidade para estar com os objetos do seu amor. Ela chama e atrai sem tornar o pecado de que ela está atraindo aceitável para ela. Ela conquista, mas ela não manipula, não mente, não exagera. Há pessoas que imaginam que somente o terror consegue produzir seriedade, mas o amor de Deus pode penetrar mais fundo que o medo. Ele nos atrai com begnidade. A benignidade acrescenta outra pergunta: Como farei tamanha maldade? É porque você enxergou tamanha benignidade. É que essa eh eh essa resposta de José chega aos lábios. O pecador perdoado olha para a cruz e encontra ali uma razão para odiar aquilo que custou algo tão precioso. Ele não consegue ver benade maior do que Deus pregado no madeiro pelas suas próprias iniquidades. Isso torna tudo mais doce. Deus não foi enganado por nossa aparência. Ele viu nossa maldade e monstruosidade. Ele sabia o que isso custaria. A doçura da graça não nasce da ingenuidade divina, porque ele era meio ingênuo amor alguém como eu, que não tem valor nenhum. Não, não há nenhuma ingenuidade. Isso torna a resposta do crente ainda mais pessoal. Ele sabia e ele foi benigno. Ele viu a maldade. Ele conheceu minha maldade melhor do que eu conheço e ele foi benigno. Há pecados que nós mesmos não gostamos de encarar em nós. Mas a beninidade conhecia eles e começou a nos atrair, nos puxar. Por isso ela humilha e cura ao mesmo tempo, em vez de só humilhar e trazer desespero. Quando o texto pergunta se fomos atraídos, uma consciência sensível pode transformar imediatamente essa pergunta em sou perfeita. A resposta vem depressa demais para nós. Não. Logo a alma conclui que nada verdadeiro aconteceu. Porque há essa essa coisa na natureza não regenerada do homem que não consegue enxergar nada que realmente tem acontecido, que não dependa dele de alguma forma. E agora essa benignidade de ter visto tudo e ter me atraído faz eu confessar as coisas sem dar outro nome para elas. Eu sei que ele as viu e com benignidade ele me atraiu. E você vê que se nós fôssemos realmente ver a anatomia desse versículo, nós não precisamos de mais nada para lidar com qualquer coisa na vida ou na morte. E há realmente pessoas no reino de Deus que dizem que a palavra não é suficiente. Eu digo que um versículo é suficiente. Você foi atraído. Você pode não ver o vento, mas você vê as árvores balançando. Você foi atraído do pecado para a santidade, de si, para Cristo, de vista e percepções sensoriais para a fé da terra para o céu. E como aconteceu essa atração? Você pode dizer: "Eu fui, mas como foi? Fui por terror? Foi por medo? Foi por pressão? Foi por conveniência? Foi por hábito? ou existe uma beinidade que dirigiu todo esse movimento? Quando você pensa em Cristo, ele é apenas uma solução jurídica, uma justificação para sua culpa, uma solução jurídica para um problema teológico ou existe afeição, o amor dele nos constrange. Isso é uma atração benigna, não é? Talvez nossa experiência seja irregular. Há dias em que o amor parece mais ardentes e dias em que eh você só pode dizer: "Senhor, eu creio. Ajude-me na minha incredulidade". Porque você crê, mas vê quão deficiente ainda é isso, mas ainda está lá. ainda é verdade. Então, guarde isso. Quando alguém falar para você se a Bíblia é suficiente para sua alma, veja quão ridícula é a pergunta. Um versículo é suficiente para nossa alma, ouvindo tudo, eh, toda riqueza aqui, amor eterno, atração, benignidade. Então, dentro de você existe apenas um suspiro. E esse suspiro produzido por essa bondade é a marca indelével de que eu fui amado com amor eterno e por causa disso, com benignidade, Deus me atraiu. Há muitos enganos que são imediatamente corrigidos aqui. Deus nos atrai. Nos atrai com benignidade, nos atrai porque nos amou. Quem acredita no que Deus diz, não tem nenhuma dificuldade com a eleição, com eh o fato de Deus fazer com que seus filhos perseverem. O pecador eh não é mais rápido, não é mais capaz, não é mais nada do que Deus. Ele sabe que a obra de Deus é totalmente eh eh eh suficiente, toda poderosa. A morte de Cristo é suficiente, a expiação de Cristo é suficiente, a justificação é suficiente. Não há nada que ele possa olhar para Cristo e dizer: "Talvez isso não seja suficiente". Então, a transformação que experimentamos não foi uma mudança de opinião de uma para outra, é uma mudança de senhorio. Ele me atraiu e eu segui. Mas eu não segui porque foi só porque a atração dele era essa atração maravilhosa. Eu não fui atraído e o segui porque fui obrigado, mas porque sua atração era benigna, era com benignidade. Ele atrai, nós seguimos. Ele chama, nós respondemos. Ele torna a Cristo desejável, nós desejamos. Nós abraçamos. A graça não torna desnecessária nenhuma das coisas que ela produz. fé, arrependimento, eh anseio. E quando olhamos para trás, percebemos que aquilo que parecia ser apenas a nossa busca por Deus foi só porque, sendo amado na eternidade, com benignidade ele nos atraiu. Com amor eterno te amei. A gente primeiro vê ao olhar pro versículo todo, no início a gente vê o benefício. Com amor eterno te amei. Depois a gente vê a evidência. Por isso, com benignidade te atrair. As duas partes nunca devem ser separadas. O amor de Deus explica a atração irresistível que eu sentir por Cristo. Uma verdade que está na eternidade e a outra que aparece na história da minha alma. Mas a história da minha alma depende totalmente de algo que aconteceu na eternidade e nunca o oposto. Há uma causa mais antiga do que eu, mais antiga que o tempo, mais antiga que a eternidade. Eu fui atraído do pecado para a santidade, de mim para Cristo, de vista para a fé, da terra para o céu. Não perfeitamente ainda, mas realmente. E fui atraído não apenas por temores, mas por benignidade. Então, nossa alma pode respirar. Respirar onde? Em qualquer ambiente, em qualquer lugar, em qualquer situação da Bíblia. Então, pegue esse versículo. É difícil guardá-lo? Com amor eterno te amei. Por isso, com benignidade te atraí. Então, guarde isso. Isso é suficiente para todos os dramas da alma. na vida e na morte. Agora, se alguém me pergunta se a Bíblia inteira é suficiente, se um verso, se o eu dessa frase quer dizer tanto, se o ti muda tudo porque está falando de alguém individual, se o amei, é tudo que é porque é eterno. cada uma dessas coisas que foi sendo acrescentada, por isso a razão, a causa não foi você, foi esse amor eterno. E por isso eu te atraí. Ah, mas ele me levou, eu não queria, mas o amor dele me obrigou te atrair com benignidade. Se tanto tesouro tá escondido num verso da Bíblia, a Bíblia é realmente suficiente para a vida e a piedade do início ao fim. Vamos orar. Yeah.